VÍCIOS - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 30/07/2025 (há 8 meses) 43:54 1,585 visualizações

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Transcrição

Sejamos todos bem-vindos a mais um momento de reflexão doutrinária. Hum. Que para a ocasião de hoje trabalharemos o tema vícios. Para quem esteja aqui pela primeira vez, receba o nosso abraço de boas-vindas, de perseverança e também, principalmente de fé. A nossa reunião pública se divide em três momentos. que é a prece inicial, a palestra propriamente dita e a prece final. Depois, para quem quiser, temos aí os passes que funcionam como se fossem uma espécie de transmissão fluídica de amor, uma carga de energia para nós continuarmos a nossa caminhada. Feito esses registros, pessoal do vídeo show aí, Flávio, Lucas, tá meio que chiando aqui. Vamos à nossa prece inicial. Para quem porventura quiser fechar os olhos, fique bem à vontade. Particularmente eu estou de olhos abertos, que tentemos mentalizar a imagem de Jesus vindo em nossa direção, com os olhos brilhando, com um sorriso no rosto e de braços abertos, dizendo: "Ainda bem que você chegou ao colo que é o meu evangelho". que nas amarguras da vida possamos nos fortalecer com o nosso sentimento inato chamado fé. E que no momento em que pensemos que eventualmente porventura estejamos sozinhos, saibamos que Deus está conosco, que Jesus está conosco e que nós temos o anjo da guarda, um espírito protetor que nos intui, que nos guia, que torce aí para o nosso progresso diante das nossas bem-aventuranças. Amado Mestre Jesus, nesse momento de intervenção a respeito do teu evangelho, que eu possa ter a certeza de que Deus não me desampara e que as dificuldades da vida me servem enquanto espírito imortal como aprendizado. que eu possa trazer ao meu coração as palavras de vida eterna que tu dizes, prometes e principalmente cumpres. Que na doutrina espírita eu consegui encontrar um norte um pouco mais qualificado que me guie rumo ao teu rebanho, me mostrando que eu não devo me envergonhar quando eu estiver num momento de ovelha perdida. Assim, com essa prece, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. Deixe-me ver quem nos assiste aqui

e mostrando que eu não devo me envergonhar quando eu estiver num momento de ovelha perdida. Assim, com essa prece, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. Deixe-me ver quem nos assiste aqui no canal do YouTube, se tem alguém. Boa noite, Norival. Boa noite, Elivânia do ESD. Um abraço, Elivânia. Ana Beatriz, o tema de hoje é um tema muito atual e a depender da situação, um tema um pouco escondido, um tema um pouco que nós tenhamos vergonha de abordar por qualquer fator que seja, que é o tema de vícios. E os vícios aqui que a gente tenta se referir não dizem tão somente respeito, por exemplo, a ocolatria. Não diz então respeito somente à drogadição, a perspectiva material da ilusão e do anestésico que eventualmente nós tenhamos como estratégias para enfrentar a vida. é o vício em uma perspectiva mais ampla, que são as nossas, por enquanto, mais tendências. Todos nós, quando nós fomos criados, tivemos um norte, temos um destino, que é chegarmos, por incrível que pareça, a categoria crística, a pureza de amor, de amor de Jesus. Mas até chegarmos ao destino final, nós vamos passando por etapas. Nós vamos vamos caminhando por estações. E a pluralidade das reencarnações nos ensina que esta atual abre aspas vida, fecha aspas vida, é mais uma etapa que nós estamos aí caminhando, assim como, por exemplo, essa intervenção em tese vai durar aí 30 minutos. E a finalidade da reencarnação é nós aprendermos. Durante muito tempo, durante muito tempo da minha atual reencarnação, eu pensava a vida como sinônimo de sofrimento. Porque tem certas situações que a gente passa, tem certas situações que a gente vê o outro passar, que a gente não encontra sentido. O que é que justifica, por exemplo, um filho ser abandonado por um pai, por uma mãe? Aparentemente nada justifica isso, mas quando nós ampliamos o pensamento, nós podemos ver que o nosso atual contexto de vida passa longe, passa muito longe de ser um contexto isolado, de ser um contexto restrito. Nós temos milênios de caminhada e com a

pliamos o pensamento, nós podemos ver que o nosso atual contexto de vida passa longe, passa muito longe de ser um contexto isolado, de ser um contexto restrito. Nós temos milênios de caminhada e com a nossa caminhada nós vamos criando os nossos hábitos, nós vamos criando as nossas tendências, nós vamos melhorando os nossos vícios morais, como se fosse uma decantação que demora tempo. E esse tempo que eu me refiro aqui são milhões de anos. A gente não, por exemplo, muito, me desculpe me dizer, a gente não vai chegar à perfeição nessa atual reencarnação. Vai demorar muito, mas é muito mesmo. Até lá nós temos uma atividade cognitiva a fazer. Qual? termos no evangelho uma estrutura como se fosse um mapa, como se fosse nos tempos atuais GPS. Antigamente, para quem fez aí o Mobral lá na década de 90, que a gente não tinha o recurso da internet, era um atlas, era um globo que a depender da ludicidade em relação ao ensino, a gente apertava assim a ponta e dava um tapa pro planeta ficar girando, pra gente parar o dedo e ver qual o país que a gente veria. Hoje a realidade é diferente. Nós temos aí inúmeras ferramentas para desbravarmos territórios. Porém, o território do espírito, ele não demanda necessariamente tecnologia, ele demanda uma vontade de se autodescobrir, uma vontade de se ver enquanto um ser em limitação, porém em progresso. Durante muito tempo na minha vida, eu me questionava o conceito de Deus. Já passei aí pela matéria, pela cadeira de pensar um Deus barbudo, sentado num trono com um cajado. Já passei pela matéria e paguei algumas dependências em relação a um conceito de Deus raivoso, vingativo. E atualmente eu estou em outra perspectiva de conceito de Deus ensinado pela doutrina espírita. que é um conceito que não consegue se estruturar na nossa perspectiva semântica. Deus, ele vem a ser nada mais nada menos do que uma perspectiva neurossensorial. é o infinito da imaginação para tentarmos plasmarmos a divindade. Deus, conforme escreve João, por exemplo, é amor.

ca. Deus, ele vem a ser nada mais nada menos do que uma perspectiva neurossensorial. é o infinito da imaginação para tentarmos plasmarmos a divindade. Deus, conforme escreve João, por exemplo, é amor. Mas para quem porventura passe por um processo de dificuldade, Deus pode significar uma restrição, uma limitação. Meu Deus, se você existe, por tanta guerra no mundo? Meu Deus, se você existe, porque um filho matando um pai, um pai matando um filho e assim sucessivamente. Onde está, onde está Deus? A doutrina espírita vem apresentar essa resposta na terceira parte de o livro dos espíritos. A partir da questão 619, Allan Kardec, ele constrói com a equipe do espírito de verdade uma amplitude em relação às leis naturais, uma amplitude, um recorte, como se fosse uma fotografia em relação às leis morais, que são as leis eternas de Deus, que sempre existiram e sempre irão existir, porque são eternas. As leis de Deus, elas são uma constante. E nós, de acordo com o nosso contexto de vida, nos deparamos com essa constante em inúmeros contextos. que o diga, por exemplo, quem tá acabando de sair de um processo de incompreensão, quem tá acabando de sair de um processo de sofrimento, que o diga, por exemplo, quem tá começando a entrar nessa situação que falta chão, que não sabe para onde vai, que não tem norte, que não tem fôlego para respirar, vai muito de cada um. E uma das pegadinhas do Espiritismo que eu me fiz há alguns anos, quando eu comecei a estudá-lo, quando eu comecei a perceber o seu recorte epistemológico, foi se somos imortais, se Deus é infinito amor, justiça e bondade. Por que a gente passa por esse processo de vicissitude? Por que a gente passa por esse processo de limitação? Se um dia chegaremos a bem-aventurança da pacificação, por exemplo, onde seremos pacificadores, onde seremos amor em plenitude, por que a gente não já vai para lá? Porque aparenta não ter sentido. Se a nossa destinação é o amor ágape, o amor em toda a sua plenitude, porque a gente ainda passa por uns processos aí que nos

tude, por que a gente não já vai para lá? Porque aparenta não ter sentido. Se a nossa destinação é o amor ágape, o amor em toda a sua plenitude, porque a gente ainda passa por uns processos aí que nos chacalham. Me perguntei muito isso e fui estudando, fui estudando. E um belo dia eu me deparei com a questão 619 de O Livro dos Espíritos, que Kardec, por coincidência, coincidência não existe, vem perguntar o seguinte questionamento. A equipe do Espírito de verdade. Deus facultou a todas as pessoas os meios de conhecerem a sua lei. Todo mundo vai conhecer a lei de Deus. A gente precisa de uma religião, por exemplo, para conhecer a essência divina. A resposta é um pouco longa e a gente vai abreviar. No primeiro, na primeira frase, todos podem conhecê-la, nem todos a compreendem. Porque para compreender a lei de Deus, precisamos estar imersos em um viés de conectividade com ele. É como se, por exemplo, nos nossos processos de dificuldade em que estivesse, que estivermos completamente desacreditados, a gente diga assim: "Meu Deus, toma de conta que eu já não tô conseguindo". Essa frase é retórica, porque normalmente quando a gente passa por um processo de dificuldade, a gente não entrega a vida a Deus. A gente questiona Deus, por quê? Por que eu tô passando por isso? Por que eu tô passando por essa dor, por esse processo em relação a um problema familiar, a uma questão de saúde, há uma questão no trabalho, há uma questão em um relacionamento. Para os nossos porquês, nós temos um grande campo de descoberta, que é a introspecção. E quando a gente muda, por exemplo, a palavra porquê, para como, nós podemos estabelecer como se fosse um nexo causal, porque para os porquês da vida nós não temos resposta ainda, mas para os comos, às vezes nós temos, por que eu tenho mágoa, por que eu sofro por alguém? Por que uma pessoa está chateada comigo pelo meu erro a ponto de não me desculpar? Porque eu estou vivenciando um processo em que me sinto sozinho? Como eu cheguei a isso? Para essas perguntas, nós temos uma

uma pessoa está chateada comigo pelo meu erro a ponto de não me desculpar? Porque eu estou vivenciando um processo em que me sinto sozinho? Como eu cheguei a isso? Para essas perguntas, nós temos uma palavra bem curtinha, bem curtinha, mas que é polissêmica, que tem vários sentidos, que é a palavra amor. Todos nós somos seres de amor. E às vezes no nosso ímpeto em sermos amados, no nosso ímpeto para podermos amar, a gente vai queimando etapas, como, por exemplo, não respeitar o tempo do outro. A gente vai queimando etapas, como, por exemplo, não se respeitar, nos desfigurarmos para estarmos vivenciando alguma situação. E esse pensamento imediatista tem um pouco a ver com os nossos vícios. Porque se tem algo que é viciante, se tem algo que é viciante é o imediatismo, que segundo registro a questão 895 de O livro dos Espíritos, o imediatismo baseado no nosso interesse pessoal é um dos principais obstáculos ao nosso progresso. como suplantar, como transpor, como abstrair o nosso interesse pessoal. Aí vai muito de cada um. Paulo, por exemplo, escreve em umas cartas, em uma das suas cartas, tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. Mas ali é amplitude do Paulo apóstolo, que para começar a escrever as suas cartas vivenciou a história de Saulo, vivenciou o encontro com Cristo. Passou três, 1 2 3 anos do deserto pensando sobre a vida, como poderia modulá-la. E se tem algo que é bom, se tem algo que é bom, é nós contarmos histórias sobre si. Não aquelas histórias que a gente tende a se culpabilizar. Ó o dedinho. As boas histórias que nós podemos contar sobre nós são as histórias das nossas lutas. Cada um aqui sabe o seu próprio bastidor. Cada um aqui tem o seu próprio mérito de estar onde está. E se algo deu errado, paciência. Até porque se tem algo que o Espiritismo nos ensina, é que nós somos imortais. E para quem é imortal, nada melhor do que o tempo, tempo de se de se corrigir. Durante muito tempo na minha vida, eu falei tempo de recomeçar, mas não existe recomeço, porque nós somos uma história

s. E para quem é imortal, nada melhor do que o tempo, tempo de se de se corrigir. Durante muito tempo na minha vida, eu falei tempo de recomeçar, mas não existe recomeço, porque nós somos uma história ao vivo em tempo real. Nós somos uma história que não conseguimos ensaiar. Durante muito tempo na minha vida, eu dizia: "Ai, amanhã é uma nova oportunidade, amanhã eu tenho um livro em branco para começar a escrever uma nova história. Até que fui estudar o livro Céu e Inferno, que é o quarto, no combo cardequiano. E lá conta, na segunda parte a fofoca do além. em que Allan Kardec faz uma categorização de espíritos por pensamento. Ele começa dos melhores, como Sanson, por exemplo, que era trabalhador da Sociedade de Estudos Espíritas Parisiense. As reuniões mediúnicas sérias da época e e Sanson, essa história é bem peculiar. Ele fez uma resenha, uma promessa com seus colegas de reunião mediúnica. Olha, a gente tá aqui se reunindo, dizendo que fala com morto. Até onde a gente sabe, ninguém aqui é esquizofrênico. Então isso provavelmente pode ser verdade. Vamos combinar o seguinte. Quem morrer primeiro volta. Não tava na hora. Acho que todo mundo se olhou assim. E se não puder voltar, passa o tempo. E para o espírito viajante, e nós somos espíritos viajantes, nada melhor do que o tempo para nós mergulharmos. Sanson, graças a Deus, assim como a gente um dia vai morrer, Sanson morreu, desencarnou. E no seu estado de desvinculação com o corpo, que tá na primeira, na primeira, no primeiro capítulo da segunda parte do livro Céu e Inferno, ele dá uma comunicação do necrotério. Lá em Natal a gente chama de ML, eu não sei aqui em Brasília como é o nome. Aí ele desperta do lado de lá, deve ter se visto assim, se sentido e disse, respirou fundo e disse: "Eu fiz uma promessa pros meus amigos. Minha gente, é muito sério isso. Quando a gente faz uma promessa para um amigo até morto, a gente cumpre." E Sanson foi cumprir a sua promessa e foi dar uma comunicação lá na reunião mediúnica e disse mais ou menos assim:

sério isso. Quando a gente faz uma promessa para um amigo até morto, a gente cumpre." E Sanson foi cumprir a sua promessa e foi dar uma comunicação lá na reunião mediúnica e disse mais ou menos assim: "Olhe, tão preparados? Estamos do lado de cá. Eu pensava que era como os espíritos nos relatavam, mas não é. Como assim? Sanson não é não é bem maior porque do lado de cá nós somos efetivamente o que nós pensamos. Nós não temos máscaras sociais. Nós não conseguimos baixar a cabeça com vergonha porque somos um pensamento latente. Sério, Sanson? Sério? E tem mais. Então diga agora do lado de cá, meus amigos, agora é que eu vejo o quanto eu gosto de vocês, porque não existe mais a limitação da matéria. Todos nós estamos imersos em uma estrutura fluídica de amor, em um campo gravitacional. de carinho, como a gente chama em Natal, de dengo. E agora eu não sou mais Sanson. E quem tu é? A depender, se fosse um jovem de hoje, teria dito: "Bicho, e como tu é?" Aí Sansão diz: "Eu sou um cidadão do universo e sei da minha condição em relação a toda a obra de Deus. Mas aqui se registra a história de um espírito feliz que um dia nós chegaremos aquele estado, que é o espírito Sanson. O livro Céu e Inferno traz histórias, como ele é categorizado em relação a sentimentos e pensamentos. Traz histórias sobre outras categorias de espíritos também. E tem um capítulo lá chamado espíritos endurecidos, que tem inúmeras comunicações e tem um um relato de um espírito muito irritado, quando ele vem falar a mesa da reunião mediúnica, ele vem dizer: "Olha, tô muito irritado, mas por quê? Porque eu passei muito tempo sem trabalhar, passei muito tempo à toa, mas agora eu despertei. Passasse quanto tempo? 160 anos para vocês. Porque do lado de cá o tempo não é uma medida. Do lado de cá, o tempo é uma intensidade. Nós temos, por exemplo, o tempo cronológico e o tempo imortal, que é uma sucessão de atos. Que o diga, por exemplo, quem morre de saudade. Quando a gente morre de saudade, a gente pensa que um segundo sem tá do lado da

mplo, o tempo cronológico e o tempo imortal, que é uma sucessão de atos. Que o diga, por exemplo, quem morre de saudade. Quando a gente morre de saudade, a gente pensa que um segundo sem tá do lado da pessoa são 10 anos. Aí quando a gente se aproxima, 10 anos passa em um segundo. Por que a gente tá usando essas parametrizações? para tentarmos utilizar a perspectiva da evolução do pensamento. Nós, segundo registra a questão 908 de livro dos espíritos, temos as nossas paixões como se fosse um corcel, não aquele carro antigo, mas um Corsel, um cavalo desenfreado, sem estar ainda ali treinado. E é na força da vontade, conforme registra a questão 90, onde está a nossa disposição para melhorar. E se tem algo que a doutrina espírita trata é a respeito da vontade, mas é a vontade ativa, não é a vontade de lero lero, não é a vontade da boca para fora, não é uma vontade estática em que a gente se preocupa, por exemplo, com o julgamento dos outros. Ó o dedinho. Não. A vontade que os espíritos nos trazem e nos aconselham é uma reverberada por Jesus. Lá no capítulo 5 do Evangelho de Mateus. Brilhe a vossa luz. O brilho à vossa luz é de dentro para fora. E é muito difícil brilhar a nossa luz. Porque nós, e eu concordo com Paulo apóstolo, quando ele vem escrever na carta aos Tessalonicenses, caminhamos momentaneamente nas sombras, nas sombras da dúvida, nas sombras da indiferença, nas sombras do orgulho, da mágoa e por aí vai a caracterização dos espíritos imperfeitos registradas registrada lá na questão 901. de o livro dos espíritos. E além desses vícios correlatos ao nosso comportamento, as nossas más inclinações, pela característica da matéria, nós temos outros que impulsionam, nós temos outros que nos servem de trampolim. Nós temos outros que aparentemente pensamos que nos dão holofotes, mas na verdade nos coloca em uma areia movediça, em uma perspectiva ilusionária. São os vícios das drogas lícitas ou ilícitas, que a gente vai se entorpecendo com o socialmente aceitável. para turbinarmos

na verdade nos coloca em uma areia movediça, em uma perspectiva ilusionária. São os vícios das drogas lícitas ou ilícitas, que a gente vai se entorpecendo com o socialmente aceitável. para turbinarmos a nossa imagem. E a questão é como adequais, como equilibrar. Aí vai cada um com seu cada qual, por exemplo, tem uma música cantada pelo conjunto Legião Urbana, linda, chamada Atempos, que a primeira frase é de uma profundidade é de uma profundidade maior que o calado aqui da Ponte JK. Parece cocaína, mas é só tristeza. E continua aí tem uma estrofe. Todos temores nascem do cansaço e da solidão. Aquela música, ela é simbólica quando vem trabalhar os vícios materiais. E o que nós podemos fazer quando estamos imersos em uma situação dessa, por exemplo? E aqui eu vou fazer uma inversão da minha fala, porque quando eu toco nesse assunto, eu sempre falo sobre as mães e as avós, mas hoje não. Hoje vai ser diferente, porque vai ser direcionado para quem vivencia um processo de vício com álcool, com droga, com pornografia, com rede social, que hoje está sim se transformando em um vício. Como sair disso? Se eu falar aqui na vontade, é um discurso meramente retórico. Eu vou falar em algo que antecede a vontade, que é a força de vontade. É a perspectiva de querermos mudar, mas nós não vamos conseguir imediatamente. Nós temos a ciência, nós temos a religião, nós temos, por exemplo, propostas de grupos terapêuticos. E aqui na comunhão espírita de Brasília tem um incrível chamado Grupo Viver, segunda e quarta, 7 às 8 da noite, na sala 13 aqui. É só chegar. Ontem eu conheci, eu conheci o grupo Acolher e ontem conheci o grupo Viver. E ontem trabalhamos um texto de fênelo sobre a lei do amor no Evangelho do Segundo Espiritismo. Na primeira fase, ele vem falar: "O amor é a essência divina". Aí ele vem construir uma perspectiva de nos aceitarmos uns aos outros. Mas quando a gente vai pra lei de sociedade, ele faz um recorte no texto sobre a lei de sociedade, a gente precisa também se aceitar.

le vem construir uma perspectiva de nos aceitarmos uns aos outros. Mas quando a gente vai pra lei de sociedade, ele faz um recorte no texto sobre a lei de sociedade, a gente precisa também se aceitar. Se eventualmente a gente passa por um processo do de vício, não é do dia paraa noite que isso vai terminar, porque é uma dependência, é uma dependência química, é uma dependência orgânica. Para uma pessoa que tá imersa em um vício, ela precisa da droga lícita ou ilícita, da mesma forma que alguém que está limpo precisa tomar água. E é muito difícil nós entendermos isso, porque como a gente não vive a realidade do outro, nós tendemos a pensar que é frescura. Nós tendemos a pensar que é uma vagabundagem qualquer, me desculpem o termo. Mas para quem acompanha, para quem vivencia ombro a ombro uma relação de vício, sabe o quanto é difícil. Há relatos e a gente pode procurar na internet de mãe acorrentando filhos porque não aguentam mais. É acorrentando mesmo. O que é que a gente pode fazer numa situação dessa? mudar ou tentar começar a mudar o padrão de pensamento, porque tudo está no nosso pensamento. Se eu bebo uma garrafa de álcool por dia, amanhã não vou começar a beber água de coco. Esse desapego, ele é paulatino e nós precisamos trabalhar, por exemplo, a virtude que há em nossos corações. A questão 893, aqui a gente se encaminha pro final do livro dos espíritos, vem dizer qual a maior, a mais meritória de todas as virtudes. O texto é longo. A maior, a mais meritória de todas as virtudes é aquela que te afasta do mal. Então, se a gente vivencia um processo de vício, tentemos nos socorrer com o nosso anjo da guarda. Para quem quiser complementar o conceito de anjo da guarda, questão 495 de O livro dos Espíritos. Nos encaminhando pro final. Deixa eu ver se tem alguma pergunta aqui no YouTube. Boa noite, Juliana, lá do episódio diário. Telma, não vai ter os 5 segundos do olhar, Telma, que o tempo estourou. Boa noite, Reinaldo, Alícia, Ana Helena, Fabiane, um abraço, Fabiane, aqui da

ouTube. Boa noite, Juliana, lá do episódio diário. Telma, não vai ter os 5 segundos do olhar, Telma, que o tempo estourou. Boa noite, Reinaldo, Alícia, Ana Helena, Fabiane, um abraço, Fabiane, aqui da casa. Francisca Angela, lá de Natal, não sei se você conhece a Federação Espírita Francisca, sou de lá. Iolanda fala aqui Dr. Leonardo Machado e Marlene que também é lá do Episódio Diários, que é um programa aqui da comunhão que esse pessoal assiste. Então para finalizar não devemos ter uma virtude vazia, não devemos ter uma vontade de criticar o outro, não. E o livro dos espíritos registra e aqui a gente termina, senão vai passar a noite falando sobre vício, sobre evangelho. Na questão 93, que não vale de nada a gente só apontar, só criticar. Não. Crítica a gente faz no tete a tete. Para quem é demoder também, tet é olho no olho, chama num cantinho, ó, assim, assim, assim. Vamos tentar ajustar aqui, porque exposição em público só causa constrangimento. Constrangimento e presunção. Para finalizar, a última estrofe da música Tempos diz o seguinte: "Lá em casa tem um poço, mas a água é muito limpa. Para quem vivencia uma codependência, codependência que a gente convive com a pessoa que é viciada. Muito cuidado com o nosso processo de puritanismo, muito cuidado com as nossas acusações, com as nossas presunções, porque o outro, assim como nós, é um espírito com toda a sua história, com todo desafio e, principalmente com todo seu mérito. Se você passa por um processo de vício, vai passar. Cabe a gente não pela nossa vontade. No começo é a força de vontade reagir e começar a estirpar esse arquétipo do nosso coração. Era isso que tínhamos para falar. Fiquemos em paz e vamos agora à prece final. Tem um texto aqui que é um texto de bolsa. Eu vou ler a prece final. É um texto de Emanuel no livro Algo mais. Nossa, conta com Deus. Não te queixes, trabalha. Não te desculpes, aceita. Não te lastimes, age. Não provoques, silencia. Não acuses, ampara. Não te irrites, desculpa. Não grites, pondera e explica. Não reclames,

com Deus. Não te queixes, trabalha. Não te desculpes, aceita. Não te lastimes, age. Não provoques, silencia. Não acuses, ampara. Não te irrites, desculpa. Não grites, pondera e explica. Não reclames, coopera. Não condenes, socorre. Não te perturbes, espera. Não exija dos outros. Conta sempre com Deus. Daqui a 1 milhão de anos eu vou saber praticar esse texto desse tamanho. Muito obrigado e boa noite a todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e

rio necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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