VENCER O MAL: QUANDO O AMOR EXIGE POSIÇÃO - Caio Brasil [A VOZ DO CORAÇÃO]

Comunhão Espírita de Brasília 22/02/2026 (há 1 mês) 11:51 861 visualizações

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Transcrição

Caio Brasil apresenta a voz do coração. Vencer o mal quando o amor exige posição. Queridos irmãos, que a paz do Mestre Jesus envolva os nossos corações. Há momentos na história da humanidade em que não somos chamados apenas à paciência, mas à lucidez moral, à coragem espiritual e à fidelidade ao evangelho, mesmo quando isso nos desconforta. O mundo sempre conviveu com o mal, mas há épocas em que ele se torna mais ruidoso, mais agressivo, mais escandaloso, tentando normalizar o ódio, ridicularizar valores sagrados e ferir consciências. Nesses momentos, surge uma pergunta que não pode ser evitada. Como vencer o mal sem nos tornarmos parecidos? e nos alinharmos com ele. É a essa questão que Emanuel responde com profundidade e firmeza no livro Palavras de Vida Eterna, psicografia de Francisco Cândido Xavier. Vencer o mal. Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem. Está em Paulo, Romanos, capítulo 12, versículo 21. Comumente empregamos a expressão guerrear o mal, como se bastassem nossas atitudes mais fortes para exterminá-lo e vencê-lo. Sem dúvida, semelhante conceituação não é de todo imprópria, porque em muitas circunstâncias, para limitá-lo, não podemos dispensar vigilância e firmeza. Ainda assim, muitas vezes, reprimindo-lhe as manifestações com violência, criamos outros males a se expressarem através de feridas que apenas o bálsamo do tempo consegue cicatrizar. O apóstolo, contudo, é claro na fórmula precisa ao verdadeiro triunfo. Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem. Perseguir quase sempre é fomentar. O melhor processo de extinguir a calúnia e a maledicência é confiar nosso próprio verbo à desculpa e à bondade. O recurso mais eficiente contra a preguiça é o nosso exemplo firme no trabalho constante. Meio mais seguro de reajustar aqueles que desajudam ao próximo. É ajudar incessantemente. O remédio contra a maldição é a bênção. Os antídotos para o veneno da injúria são a paz do silêncio e o socorro da prece. Por isso mesmo Jesus ensinou:

desajudam ao próximo. É ajudar incessantemente. O remédio contra a maldição é a bênção. Os antídotos para o veneno da injúria são a paz do silêncio e o socorro da prece. Por isso mesmo Jesus ensinou: "Amai os vossos inimigos, bem os que vos maldizem. Orai por aqueles que vos maltratam e caluniam. Perdoai 70 x 7. Ofertai amor ao que vos odeiam. Podemos, pois, muitas vezes combater o mal para circunscrever-lhe a órbita de ação, mas a única maneira de alcançar a perfeita vitória sobre ele será sempre a nossa perfeita consagração ao bem irrestrito. Manuel começa reconhecendo algo essencial. Há momentos em que a vigilância e a firmeza são indispensáveis. Portanto, não se trata de fechar os olhos, nem de fingir que o mal não existe, nem de confundir mansidão com covardia. O que Emânuel nos alerta é mais profundo. Quando combatemos o mal com violência moral, sarcasmo, humilhação ou ódio, nós o fortalecemos. E aqui está o ponto central da responsabilidade cristã. Não basta denunciar o mal fora de nós, se ele já venceu dentro do nosso coração. Perseguir, diz Emanuel, quase sempre é fomentar. Ou seja, o ódio não corrige o ódio, a agressão não educa, o escárnio não converte. É por isso que o evangelho não nos autoriza a devolver na mesma moeda, mas nos obriga a responder de forma mais elevada. Ninguém viveu isso com tanta clareza quanto o próprio Cristo. Na noite em que foi preso, acusado injustamente, ridicularizado, espancado, exposto ao escárnio público, Jesus Cristo não permaneceu neutro, mas também não revidou. Diante de Herodes, que o zombava, Jesus não representou, não provocou, não devolveu ironia. Diante de Pilatos, que lavava as mãos, Jesus não gritou, mas também não negou a verdade. Na cruz, cercado por ofensas, quando tudo legitimaria a revolta, ele fez algo que atravessou os séculos. Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. Ali, irmãos, o mal estava no auge. O escândalo era público, a injustiça era institucional, a violência era celebrada. E ainda assim, o Cristo venceu sem ferir

perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. Ali, irmãos, o mal estava no auge. O escândalo era público, a injustiça era institucional, a violência era celebrada. E ainda assim, o Cristo venceu sem ferir ninguém, não porque foi fraco, mas porque era moralmente invencível. Jesus foi severo, sim, quando falou dos escândalos. É inevitável que venham os escândalos, mas ai daquele por quem eles vêm. Lucas, capítulo 17, versículo 1. Ou seja, o mal existe, mas produzir o mal, espalhá-lo, promovê-lo ou normalizá-lo, é responsabilidade grave. E aqui está o chamado direto a nós. Não podemos ser agentes de escândalo, nem pelo ato, nem pela palavra, nem pela omissão confortável. Vencer o mal com o bem não é cruzar os braços, é agir sem contaminar-se. É denunciar sem odiar. É discordar sem humilhar. É defender valores sem perder o Cristo no caminho. Queridos irmãos, o mundo atravessa dores profundas, mas o cristão não foi chamado a incendiar consciências, foi chamado a iluminá-las. Vencer o mal exige vigilância, posicionamento, exemplo e, acima de tudo, caridade ativa. Que o mal não nos encontre parecidos com ele. que o barulho do mundo não abaf que mesmo quando tudo convida à agressão, sejamos reconhecidos como discípulos do amor. Por isso, o Mestre tantas vezes advertiu após suas parábolas e ensinamentos: "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Quem tem olhos para ver, veja". Estas palavras não se referem apenas aos sentidos físicos, mas a maturidade da alma, a capacidade de discernir além das aparências, de perceber quando algo fere a consciência, a dignidade humana e os valores do evangelho, mesmo quando é apresentado como normal, cultural ou aceitável. Vivemos tempos em que muitos vem, mas não percebem, ouvem, mas não discernem. Porque olhar com os olhos da alma exige responsabilidade, amor, coragem interior e compromisso com a verdade. Que não sejamos, como advertia o profeta, uma casa rebelde que tem olhos e não vê, ouvidos e não ouve. Mas aprendizes sinceros do Cristo, capazes de reconhecer os absurdos morais

omisso com a verdade. Que não sejamos, como advertia o profeta, uma casa rebelde que tem olhos e não vê, ouvidos e não ouve. Mas aprendizes sinceros do Cristo, capazes de reconhecer os absurdos morais do nosso tempo à luz do Evangelho, sem ódio, sem escândalo, sem violência, mas com consciência desperta, firmeza moral e fidelidade ao bem. Pensemos nisso. Até amanhã. Um fraternal abraço. Paz e bem.

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