VELHOS HÁBITOS - Ruth Daia [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 11/10/2025 (há 5 meses) 43:51 219 visualizações

GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER Você está em busca de harmonia, equilíbrio e paz interior? Então não pode deixar de conhecer o Grupo de Harmonização Chico Xavier, um projeto incrível da Comunhão Espírita de Brasília! Com o objetivo de harmonizar aqueles que estão em tratamento espiritual e todos que buscam equilíbrio, o Grupo trabalha com temáticas inspiradoras tiradas de mensagens enviadas por espíritos amigos. Em seguida, é realizado o passe virtual, um momento de muita energia positiva e cura espiritual. As edições do Grupo de Harmonização Chico Xavier vão ao ar diariamente, ao vivo, no Canal da Comunhão no Youtube, às 12h00. É a oportunidade perfeita para você se conectar com a espiritualidade e encontrar a paz que tanto busca. Não deixe de participar do Grupo de Harmonização Chico Xavier e transformar a sua vida com a energia positiva e as mensagens inspiradoras que são compartilhadas. Inscreva-se agora mesmo no canal da Comunhão Espírita e não perca nenhuma edição! #GrupoDeHarmonizacaoChicoXavier #ComunhaoEspirita #TVComunhao 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Boa tarde, amigos, todos que estão aqui nesse nosso momento de harmonização do grupo Chico Xavier. Sejam todos muito bem-vindos. Para começar esse nosso momento, a gente sempre faz uma prece que já começa esse momento de harmonização. Antes disso, a gente acaba às vezes fuçando o celular ou demora a colocar ali, demora a dar um OK, demora alguma coisa. Então a gente agora não, agora é o nosso momento, né? E a gente agradece muito a Deus esse momento que nós temos de poder refletir sobre um assunto. Às vezes o assunto é não nos agrada muitas vezes porque tá falando de nós, mas a harmonização nunca nunca trouxe um tema que chocasse, que a gente saísse assim muito muito fazendo uma reflexão, às vezes até negativa porque a gente tem determinado comportamento, não. A gente sempre traz alguma coisa muito interessante, como é o tema de hoje, velhos hábitos, né? Então, a gente agradece a esse Deus de infinita bondade. Agradecemos a Jesus, esse amigo querido, a equipe toda do Chico Xavier que nos ampara, nos acolhe, né? Nos conforta, porque muitas vezes eu vejo alguém pedindo: "Ah, prece pro fulano, prece por ciclano". Então, é esse momento que é o momento da gente pedir prece. Quando nós elevamos os nossos pensamentos e o nosso coração a Deus, ele sempre nos ouve e tudo que é possível ele nos ele faz. E harmonização é essa preparação para depois na hora do passe a gente pedir, sim, a gente pedir, a gente rogar, né? Eu gosto de falar, rogar, pedir, parece que aquele pidão. Então a gente agradece muito essa equipe, toda a equipe que nos põe no ar também merece nossa gratidão, porque é através dela que todos vocês estão nos ouvindo, né? Então, é uma equipe toda que trabalha, começar com Jesus, com Deus, começar com Jesus, a equipe Chico Xaviera, equipe aqui da terra da produtora. Eh, e nós, porque se nós não tivéssemos aqui ouvindo, não teria por ter esse programa. E esse programa faz uma diferença muito grande na vida das pessoas. Então, por tudo isto a gente dá graças, né? Tudo, tudo isso, quanta,

s não tivéssemos aqui ouvindo, não teria por ter esse programa. E esse programa faz uma diferença muito grande na vida das pessoas. Então, por tudo isto a gente dá graças, né? Tudo, tudo isso, quanta, quantos benefícios nós temos. E às vezes a gente esquece, é o benefício da palavra, é o benefício do passe. Então, nós somos cercados de muitas, muitas coisas, muitas, muitos recursos que nos faz ficar em pé. Ficar em pé, nos faz melhorarmos, nos faz rever conceitos, né? Inclusive até rever velhos hábitos. Então, que ace esteja no coração de cada um de nós e começamos esse nosso momento lá no capítulo 9 do Evangelho, né? Eh, o nosso livro, amigos, a a o grupo sempre fala para vocês, né? Renovando atitudes, né, do Ramed, nossa lição é Velhos Atos. E lá no capítulo 10 do Evangelho Segundo o Espiritismo, eu vou ler um pedacinho porque eh ele é muito interessante. Ele fala assim: "O corpo não dá cólera aquele que não a possui." Se eu não possuo cólera, raiva, indignação, não vai ter, não vai acontecer nada. Todo a gente fica como está, não é? Então, o corpo não dá essa cólera. Ele, o corpo ele não tem ele não tem uma atividade eh uma atividade pontual, ele responde aquilo que o espírito eh fala para ele, né, que eh manda mensagem para ele. Então, o corpo não dá aquele que não a possui, assim como também não lhe dá outros vícios. Aí a gente já começou entrar no vício. Então, o corpo não dá vício para ninguém. ele recebe as consequências de um vício meu, né? Então, aí ele continuando, todas as virtudes e todos os vícios são próprios da natureza do espírito. Então, tá tudo lá no espírito. A gente às vezes maltrata esse corpo tantas vezes, nós até cortamos ele, nós até enforcamos ele. Às vezes a gente toma substância para acabar com ele e ele porque nós estamos em sofrimento, porque eu tô isso, eu tô aquilo, eu tô aquilo outro. E ele não é responsável por nada. Ele só sofre uma consequência. Se eu sou uma alcólatra e eu bebo, eu maltrato o meu corpo. Mas não, não foi. A vontade de beber esse

eu tô aquilo, eu tô aquilo outro. E ele não é responsável por nada. Ele só sofre uma consequência. Se eu sou uma alcólatra e eu bebo, eu maltrato o meu corpo. Mas não, não foi. A vontade de beber esse vício tava lá no espírito. O corpo apenas recebeu, recebeu o álcool e ele adoece profundamente, né? Então ele fala que são próprio da natureza do espírito. Do contrário, onde estaria o mérito e a responsabilidade? O homem que tem uma deformação física, ele tá dando um exemplo, é, é o Hman Heman, Paris, 1863. Ele fala: "O homem que tem uma deformação física não pode tornar-se sadiio porque o espírito nada tem a ver com isto, né? Não pode tornar sad. Ele tem a ferida. O espírito não tem nada a ver com a ferida, mas pode modificar o que é do espírito. Quer dizer, eu trato do corpo, tudo bem, mas o corpo não trata da ferida que eu causei, não trata da da do braço que eu quebrei, não trata da mão que eu queemei, né? Pode modificar o que é do espírito. Quando tem uma vontade firme. Tudo nosso tá na vontade firme. Tudo nosso tá na fé. Aí ele continua falando: "A experiência não vos prova, espíritas, até onde pode ir o poder da vontade, né? Eh, pelas transformações verdadeiramente miraculosas que vedes acontecer eh pela transform." Então vocês vê, né? A experiência não vos prova onde pode ir o poder da vontade. Olha, é tão grande esse poder que nós não temos noção. Porque se a gente tivesse noção, a gente exercia essa vontade. Mas nossa vontade é pequitinha, é muito pequena. Mas quando a gente tem uma vontade firme, não é assim que diz o evangelho, uma vontade firme, nós fazemos milagres, nós nos curamos. Olha aí. E a gente não usa dessa vontade firme. Eu sei que é difícil aqui na nos velhos hábitos a gente vai dar tocar um pouquinho. É uma é uma mensagem longa, talvez a gente não dê tempo para falar no nos minutos que eu tenho, mas vai dar para a gente ter uma noção, né? Então, eh, que vedes acontecer. Convence, convencei-vos, vamos nos convencer, portanto, de que o homem apenas

tempo para falar no nos minutos que eu tenho, mas vai dar para a gente ter uma noção, né? Então, eh, que vedes acontecer. Convence, convencei-vos, vamos nos convencer, portanto, de que o homem apenas permanece vicioso, porque assim o quer? Então, se tudo tá no espírito, eu posso querer. A gente já não tá falando de corpo mais, a gente tá falando de de espírito. Então, se eu tenho uma viciação, independente de se ela é antiga, velha ou nova, se eu querer acontece. E eu vejo muito, como eu trabalho com a dependência química, eu vejo muitas pessoas saindo de uma dependência grave assim, de repente foi na comunhão, foi para pro grupo do grupo lá de autoajuda, que agora vai mudar de autoajuda para outro nome, mas vocês vão ver por aí, a gente vai falar sempre. Ele fala: "Não, eu não quero isso mais para mim. Eu tenho sofrido com isso. Isso está me abalando. E daquele dia em diante ele passa a não usar. É, é uma coisa assim linda, difícil. Por quê? Porque quando o espírito vicioso é está viciado em alguma substância, alguma droga, algum algum comportamento, o corpo ele sofre. O corpo sofre. Quando é que o corpo deixa de sofrer? Quando é injetado nele aquela substância que a gente precisa. Nós temos sede. Eu tô morrendo de sede. O que que eu faço para melhorar essa sede? Eu tomo água. Aí meu corpo apaza. Meu corpo fica tranquilo. Eu tenho sono. Como que eu faço? Eu deito e meu corpo descansa. Então é esse é essa parte que o corpo não tem nada a ver. Mas se eu for injetando e dando a ele, dando a ele, abastecendo ele das minhas ide, dos minhas viciações, ele acostuma, não acostuma? Mas a gente pode sair sim, né? Eh, a gente pode só permanece nele porque assim nós queremos. Mas aquele que quer se corrigir sempre tem a oportunidade. É o que nós acabamos de dizer. De outra maneira, a lei do progresso não existiria para o homem. É o querer. É até se eu tenho fé, se eu quero, a coisa acontece. Mas e se eu não tivesse essa oportunidade de querer? nós não iríamos progredir. Então esse tá lá, se vocês

não existiria para o homem. É o querer. É até se eu tenho fé, se eu quero, a coisa acontece. Mas e se eu não tivesse essa oportunidade de querer? nós não iríamos progredir. Então esse tá lá, se vocês quiserem ver lá no capítulo 9, item 10, tá falando, mas é esse pedacinho que que eu falei, mas tem uma coisinha, umas coisinhas antes, mas basicamente é isto, né? Aí a gente fez um apanhado aqui do renovando atitudes que ele fala, é o ham, né, pelo Francisco Espírito Santo Neto, ele fala que em primeiro lugar é necessário conceituar eh conceituar que vícios, que que são vícios? São dependências, né? Ah, eu tenho vício de falar dos outros, eu tenho uma dependência de falar dos outros. Ah, eu tenho vício de colecionar tampinha de garrafa. Eu tenho o vício de eh de colecionar. Agora, tem uns vícios que são vigorosos, são profundos, né? Apesar que todos os vícios são sim, porque ele desencadeia uma doença viciosa, né? Então são vigorosos e profundos de uma pessoa que se encontra sobre o quê? sob o contolo de uma substância. Nós estamos falando dos vícios de substâncias ou de determinadas coisas ou de determinadas pessoas. Nós temos vício de das pessoas, sabia? E Ramed, ele falou de uma forma muito diferente desse vício que nós estamos acostumados a trabalhar. Então, por isso que eu achei muito interessante. Portanto, deve ser considerado como vício não apenas o consumo de tóxico, né, ou de outros produtos, né, de origem natural ou sintética. Há uma beladona, um chá de santo daime, né? Uma maconha que é uma planta, mas são sintéticos, são aqueles que são fabricados em laboratórios, né? O conceito é mais amplo, ele é maior do que isso que nós estamos falando. Analisando, se a gente analisar ele direitinho em profundidade, podemos interpretá-lo. Aí começa a entrar a nós como uma atitude mental. Então, se é uma atitude mental, alguém queância que tem um vício mental e a organização de saúde já disse que o vício é uma doença psiquiátrica, é uma doença mental, entendeu? a gente não

tude mental. Então, se é uma atitude mental, alguém queância que tem um vício mental e a organização de saúde já disse que o vício é uma doença psiquiátrica, é uma doença mental, entendeu? a gente não é um, não é uma pessoa desequilibrada, ela fica desequilibrada mentalmente porque chega a um ponto que ela perde a nossa é compulsoriamente. A sujação. Subjulgação é o quê? Eu deixar que o outro me controla. Deixar que o outro me controla. A pessoa e a situação. E nós ainda temos uma coisa que não vai falar aqui, mas eu vou dar uma tiquinha. E ainda há espíritos, somos subjulgados aos processos eh de obsessivos. Aqui ele não aí aqui ele não falou, né? Então nós somos eh compulsivamente compulsoriamente a subjulação. Nós estamos sob o controle de quê? De situações que são as drogas e de pessoas. Tem pessoas que comanda nossa vida e o outro faz aquilo que ela comanda. Isso é um vício de uma pessoa para outra pessoa. Olha aí que coisa interessante. E ele fala muito bem, esclarece muito bem sobre isso. Aí ele começa falando que por isso que eu tenho que ler, porque ele é todo palavrinha é muito bem situada e a gente pode ir esclarecendo, né? Muitos de nós aprendemos a ser dependentes desde cedo. Desde cedo, quando o bebezinho ele nasceu, ele é dependente de quê? da mãe, porque a mãe vai amamentá-lo. Então, quando ele tá com fome, ele chora, vem a mãe, bota ele no peito ou dá uma mamadeirinha, ele tá com sono, ele chora, a mãe vem, aconchga e ele fica altamente dependente, porque se não fosse aquele cuidado, ele morreria. É uma dependência. O que não não tá nesse nesse contexto nós estamos falando, mas é uma dependência, né? Tanto é que tem mães que falam: "Não, vou colocar ele na escola, no jardim, que esse menino é muito dependente lá ele vai interagir com os coleguinhas e vai se virar, não é assim? Ser ele." E às vezes acontece isso com uma qualidade muito boa, né? Ele é dependente da chupeta, ele tem que ter a chupeta, ele pode nem tá chupando, mas ele tem que ver que a

i se virar, não é assim? Ser ele." E às vezes acontece isso com uma qualidade muito boa, né? Ele é dependente da chupeta, ele tem que ter a chupeta, ele pode nem tá chupando, mas ele tem que ver que a chupeta tá por ali perto, né? Então, são dependentes desde cedo, dirigido por adultos super protetores. Tem pais, tem adultos, tem vó, tem tios que elas são tão super protetoras que não deixa o outro crescer. Tudo tá na frente do outro, tudo. E o que que acontece? sempre tá não, não faça isso, faz aquilo. Não, não é desse jeito. Olha, você já tomou o remédio, olha, você já fez aquilo, olha você. Aí o que que acontece? Imprime na mente do outro esses clichê psí psíquicos de repressão. Ah, se eu não fizer, minha mãe vai brigar. Se eu não fizer, meu chefe vai brigar. Aquele chefe que se impõe, né, que se impõe, vai brigar. Ele vai tomar uma atitude, ele não vai gostar, né? Então, eh, que se refletem até hoje como mensagem bl bloqueadoras dentro de nós. É, às vezes a pessoa na nas casas dela, ela, os pais bloqueia tanto, sabe? eh eh tá com aquele clichê psíquico dentro dela de repressão, repreende por tudo que ela quando ela se vê eh ou porque ela eh foi morar com o companheiro ou porque ela tá morando sozinha, que acontece muito hoje, quando ela vai fazer alguma coisa que ela era tolhida, ela era repreendida na casa dela, ela fal: "Nossa senhora, minha mãe não vai gostar, meu pai não vai gostar, meu marido não vai gostar, meu chefe". Tem pessoas que adoecem profundamente no serviço porque tem um chefe tão tão reprensivo que ele adquire esse vício. Não, eu tenho que fazer porque senão meu chefe briga. Vira um vício. Vira um vício. Porque o eu fazer porque eu tenho competência ou porque eu é responsabilidade minha é uma é um processo normal. Mas quando o outro me repreende por tudo, eu adoeço, como eu adoeço quando eu uso muita maconha, muita cocaína, muitas outras drogas, né? Aí ele fala assim também porque foi noss que são deixa desenvolver o senso. Eh, e isso não deixa, essa repreensão toda,

eu adoeço quando eu uso muita maconha, muita cocaína, muitas outras drogas, né? Aí ele fala assim também porque foi noss que são deixa desenvolver o senso. Eh, e isso não deixa, essa repreensão toda, ela não deixa desenvolver o senso de autonomia eu ser eu mesma, porque eu sempre vou ser aquilo que o outro fala. é subjulgação. Eu vou ser sempre aquilo que o outro quer. Não é isso que acontece? Eu não vou fazer não, não vou fazer porque meu chefe não gosta. Não, não vou fazer porque isso. Às vezes até com vizinho. Não, não, não. Eu comecei a ficar assim aqui em casa. Eu morava em casa, mudei para apartamento e tinha uma situação aqui do outro vizinho que fazia tanta confusão que quando eu entrei todo mundo achou que eu ia ser barulhenta como vizinho e eu fiquei preocupada. Vocês acreditam que eu botei esparadrapo na sola do meu sapato para não fazer barulho paraa vizinha embaixo? Agora eu sou extremamente silenciosa. Clichê. O outro falaram tanto do vizinho que morava nesse apartamento que era barulhento, que botaram até uma ação contra eles por causa do barulho, que eu comecei a ficar preocupada. Depois eu falei: "Espera aí, eu sou silenciosa, eu estou na minha casa, comprei com meu dinheiro, ninguém paga nada. Eu não faço barulho nenhum para fechar a porta. Eu vou devagarzinho. Não, G, pelo amor de Deus. Tirei o esparadrapo. Eu quase que eu entrei nessa situação. Quase, tá vendo, né? E tava me deixando sem senso, sem senso de autonomia, que a casa é minha. Quem é que não faz um barulhinho? Todo mundo faz. Deixa cair um prato, deixa cair um copo. Mas isso é comum, não é? Então, outros trazem eh, opa, outros trazem raizadas, experiências em que lhe foi negada a possibilidade de exercer a capacidade de seleção de amigos e parceiros afetuosos em virtude da intervenção de adultos prepotentes. Aí a gente lembra, eu lembro muito, ah não, minha filha não casa com fulano de tal, minha filha não casa com isso, meu filho não casa com aquilo, não, meu filho não namora com aquela coisa. São

entes. Aí a gente lembra, eu lembro muito, ah não, minha filha não casa com fulano de tal, minha filha não casa com isso, meu filho não casa com aquilo, não, meu filho não namora com aquela coisa. São eh são e traz enraizada experiências que foi negada a possibilidade de exercer a capacidade de se eleção. Não, eu tenho um amigo que eu quero. Eu já vi alguém falar: "Não, eu não aceito esses amigos do meu filho". E bota defeito em todos os amigos. Deixa o filho escolher, deixa as pessoas escolherem e a gente cresce assim: "Não, fulano de tal, não sou, não vou amigo". Não, sabe por quê? Fulano de tal não é bonzinho assim, né? Porque a gente já tá com aquilo enraizado. Quer dizer, isso vai criando velhos hábitos. Eu não faço amizade com qualquer pessoa porque quando eu era pequena, minha mãe não deixava eu fazer. Ela escolhia subjulação os meus amigos e não deixava eu ter o senso de autonomia. Eu escolho o amigo que eu quero. Eu vejo se convém ou não eu continuar amigo dele. Mas isso cabe a mim, não cabe aos meus pais, né? Ou ou a outra pessoa, né? Então ele fala, essa nociva interferência torna o mais tarde indivíduo de caráter oscilante. É aquele, não sabe o que que ele faz. Eu vou para uma reunião ou eu vou num casamento, aí ligo para fulano: "Fulano, o que que você acha que eu devo vestir? Não é isso? Carato oscilante, o que que você acha que eu dese vou, gente? Eu vou comprar, eu vou quero comprar um liquidificador. Será que eu compro com copo de vida ou copo de plástico? Ah, eu vou ligar para fulano de tal. Geralmente é aquele fulano que me que que me subjulgou, aquele que não deixava eu fazer as coisas, né? Torna-se pessoas eh assustados, inseguros. São pessoas muito fracas, muito fracas. Às vezes é uma pessoa alta, até forte. Quando você vê, é uma criancinha ali que não sabe decidir se ele vai com a blusa azul ou preta. Não sabe, tem que ligar. Que que você acha? Você acha que eu ponho o cabelo daqui ou dali? Como que tô? Tô bonita, tô feia, tô com que é. Não tem isso. Olha, tá vendo outro lado

a blusa azul ou preta. Não sabe, tem que ligar. Que que você acha? Você acha que eu ponho o cabelo daqui ou dali? Como que tô? Tô bonita, tô feia, tô com que é. Não tem isso. Olha, tá vendo outro lado que o Ramed traz os hábitos, os velhos hábitos para nós. Talvez aqui nem seja um vício, porque a dependência química a gente trabalha com hábitos, vícios e dependência química. Um dia, quem sabe, a gente fala para vocês, né, sobre isso. Outros ainda, por terem sofrido experiências conflitantes em outras encarnações, ó, já fomos paraa vida passada. em contato com criaturas desequilibradas e em clima de inconstância desarmonia são predispostos a renascer hoje com maior edificação, com a estabilidade emocional. Isso também os os nossos hábitos eles vêm de vidas passadas, entendeu? Ele a gente sofreu experiências, né? né, experiências conflitantes em outras encarnações. Aí a gente vem para agora, eh, vem em contato com criaturas desequilibradas, porque eu ainda vim com aquilo lá de trás, experiências conflitantes. Chego aqui de quem que eu aproximo? De pessoas iguais a mim, né? Crima constante desarmonia. São predispostos a renascer hoje com maior identificação, com estabilidade emocional. a gente porque os iguais se atraem. Os os iguais se atraem e isso é muito grave. Por isso aí eu vou trazer lá um tiquinho paraa dependência química. Por isso que aquele que foi dependente químico em outra em outro momento de vida, ele vem com o corpo. O corpo não tem dependência, mas o espírito tem. Chegou aqui, ele tá guardado, tá lá bonitinho. Mas Deus é generoso. Às vezes colocou ele numa família onde não existe o não existe a dependência. são pessoas que controladas, que entende a dependência para ajudá-lo. Mas tem às vezes na própria família tem outros que já t consumo de drogas, de álcool ou de qualquer outra substância ou comportamento vicioso, aí ele agarra naquele. Isso dá um trabalho pra família eh dá dá um uma tem uma dificuldade pra família trabalhar para tirar aquele daquela

ool ou de qualquer outra substância ou comportamento vicioso, aí ele agarra naquele. Isso dá um trabalho pra família eh dá dá um uma tem uma dificuldade pra família trabalhar para tirar aquele daquela situação que a família concordou em vir com ele para ajudá-lo. Então hoje nós temos que ter muito cuidado eh com as pessoas que convivem conosco. Eu posso chamar uma pessoa para vir na minha casa e começar a falar dos outros, não paro de falar dos outros? E se ela veio com o hábito de falar dos outros, de outras vidas, aquilo ali é um prato cheio para ela continuar. Eu vim com a dependência da bebida alcoólica, chega na minha casa, eu sirvo para ele um vinho, uma cerveja e ele veio com a condição de estar em abstinência, se abstém, né? Então nós temos que ter muito cuidado quando no trato com o outro. Se eu conheço bem, apesar que de vidas passadas eu não conheço. Então a gente tem sempre, é só você imaginar se você encontrou e a pessoa começa tudo dela, ela critica o outro, você já vê que ela já tem um pezinho nessa coisa. Não é um comentário aleatório, não. É, tem gente que fala o tempo todo. Se se numa festa na sua casa ou uma recepção, você vê que alguém bebeu muito ou chega na sua casa, você vai servir, ele toma e fala: "Não tem mais não". Aí você vê que ele tem lá um pezinho. Você não, não. E só tinha esse e tal, porque você se torna responsável se você alimenta aquela viciação, né? Então é, é, tá vendo como que é perigoso tudo isso? né, assim, perigoso no bom sentido da gente não ser aquele que leva para Então ele continua falando dessa forma entendemos que os fatores que propiciam os vícios e a compulsão ocorrem em ambientes familiares desarmônicos. Olha aí, familiares. Eu vim, aquela família tinha que me apoiar e olha lá essa família toda desestruturada. harmonizada, né, desta ou de outras informações que a gente vem onde precisa de estar vindo. Então, a gente tem que ter uma força muito grande quando a gente vê na nossa casa que existe comportamentos muito estranhos. Se eu tô

de outras informações que a gente vem onde precisa de estar vindo. Então, a gente tem que ter uma força muito grande quando a gente vê na nossa casa que existe comportamentos muito estranhos. Se eu tô tendo esse comportamento, vou pedir ajuda, vou para uma igreja, para uma casa evangélica, vou para eh pro centro espírita, faço tratamento espiritual, procuro um apoio terapêutico para que me tire daquela daquela situação. Nós temos que nos conhecer, amigos, nos conhecer. Quando eu me conheço, eu sei de onde que eu vim e eu sei como que eu cheguei aqui, qual a circunstância que eu estou aqui, certo? Então corre um ambiente familiares desarmônicos, né, dessa ou de outras encarnações, onde as pressões, os traumas, os coações, desajustes, conflitos se enraizarem em nossa mente mental. Deixando tudo isso guardado na mente, no espírito, né? No espírito, tá? Lá no espírito, né? Porque o cego não, ou perespiritual, ou no perespírito ou no espírito, porquanto os vistos não passam de efeitos externos de nossos conflitos internos. Eu tenho esse conflito interno, eu vim de lá, tá no perespírito, tá no espírito, mas chega aqui o que que eu faço? Eu passo os efeitos, eu uso os efeitos externos para me manter com aquilo que eu tenho interno, né? Ele fala que vale ressaltar que a nossa sociedade ela é extremamente machista. Eu eh bom, quando escreveu isso aqui deve ter muito tempo, já melhorou bastante, não já? Vocês que são homens que estão me assistindo ou vocês que são mulheres ou queriam me assistir, hoje a gente já melhorou bastante bastante, né? razão pela qual muitas mulheres foram educadas para aceitar comportamentos dependentes. Então, olha aí, a gente começa aceitando porque a sociedade é machista. Eu não lavo vasilha, quem lava é ela. Hoje nós temos máquina, tá vendo? Eu não lavo roupa, é ela. Hoje nós temos máquinas de lavar roupa. Eu não vou passar pano na casa. Hoje nós já temos uma vassourinha que passa tudo. Então hoje já melhorou. Mas ainda encontramos muito isso, né?

vo roupa, é ela. Hoje nós temos máquinas de lavar roupa. Eu não vou passar pano na casa. Hoje nós já temos uma vassourinha que passa tudo. Então hoje já melhorou. Mas ainda encontramos muito isso, né? Então ele fala comportamentos dependentes como sendo virtude. Mulheres foram educadas para aceitar comportamentos dependentes como sendo virtudes femininas. Não, eu faço tudo lá em casa. Meu marido gosta que eu faço comida. Tudo é ela. A gente foi e a gente aceitou. Claro que hoje mudou bastante, né? o que as leva a viver dentro de demarcações estreitas do que elas devem ou podem fazer só nesse quadradinho que ela fica. O meu é o universo machista, o feminino é pequenininho e ela tá bem, tá bem. Hoje a gente não vê isso não. No atendimento fraterno, na comunhão. Eu faço muito atendimento fraterno a pessoa com dificuldade. Aí ele continua falando que o vício do álcool, do sexo, do da nicotina, dos jogos diversos ou drogas farmacológicas são formas amenizadoras que compensam momentaneamente áreas frágeis de nossa alma desestruturada. Essa esse essa frase ela é muito importante, né? Então, os vícios que nós temos hoje, quando a gente vai atender e lá no grupo, nós temos dois grupos que tem de alta ajuda a dependência química e aos familiares, a gente vê que esses vícios que eles trazem, sabe, são formas que eles ameniza, amenizadoras que compensam momentaneamente áreas frágeis de nossa alma desestruturada. Nossa alma já falou do ser, do ser que é esse ser espiritual. Ele passou por tantas coisas, tantas coisas. Ele vem passando, ele vem passando, ele não vem melhorando, que quando chega aqui ele fala: "Não dou conta de viver essa situação. Eu não dou conta porque meu pai morreu. Eu não dou conta porque minha companheira separou. Eu não dou conta porque terminou o namoro comigo. Eu não dou conta porque eu tô vivendo só com aquele salário. Então o que que eu faço? Aí eu bebo, eu bebo, eu eu tomo álcool porque aí eu esqueço e vivo uma vida tranquila. Eu eu vou pro sexo desregrado, que me traz um

orque eu tô vivendo só com aquele salário. Então o que que eu faço? Aí eu bebo, eu bebo, eu eu tomo álcool porque aí eu esqueço e vivo uma vida tranquila. Eu eu vou pro sexo desregrado, que me traz um prazer excessivamente grande, né? Eu fumo. Ai quando eu tô com cigarro, eu esqueço do mundo. Esquece mesmo. Você já viu? Alguém acendeu um cigarro e ele dá a primeira, tá? Eh, puxa o primeiro a coisa, ele parece que ele vai pro céu, não é? Então, de e outras drogas, aí eu tomo um comprimidinho, aí eu não durmo, eu vou tomar um comprimidinho para dormir. Amanhã também eu não durmo, eu tomo outro. E daqui a pouco eu tenho uma dependência grande. Por causa de quê? Por causa de vícios antigos. Olha aí, eu tornose, eu me torno um dependente aí químico, né? porque aí já passou do do hábito, né, dos hábitos, passou paraa dependência. E ele fala assim, eh, e aí alivia o quê? As carências, alivia a ansiedade, alivia os desajustes, as tensões psicológicas e reduz os esses impulsos energéticos. Aí eu fico tranquila, fica em paz, né? fico todo que produz a insatisfação e o chamado mal-estar interior. Às vezes fal, ah, eu tô com a fadiga, eu tô com uma coisa tão ruim aqui dentro, mas aí eu vou tomar aquele comprimidinho ali que alguém falou que é muito bom, eu comprei e passa. Por que que eu não posso ir tomar um passe? Por que que eu não posso assistir uma missa? Por que que eu não posso fazer uma corrida? Por que que eu não posso tomar um banho de cachoeira, de piscina, de rio, de qualquer coisa? Por que que eu não vou fazer uma faxina em casa? Aí a gente movimenta, aí a gente usa um recurso mais fácil. Mas esse recurso é muito perigoso, amigos, viu? Pode parecer que as opções víciodependência disfarcem ou abrandem a pressão torturante, porém o desconforto permanece imutável, porque esse desconforto é da do espírito, é da alma, não é do corpo. O corpo seja porque tá acostumado, ele tá acostumado, ele é um dependente, né? O álcool e a droga são sedativos ou analgésicos. Tanto sedativo me seda, eu durmo, eu

spírito, é da alma, não é do corpo. O corpo seja porque tá acostumado, ele tá acostumado, ele é um dependente, né? O álcool e a droga são sedativos ou analgésicos. Tanto sedativo me seda, eu durmo, eu fico tranquila ou me tira a dor, né? Mas por acarretar gravíssimas consequências são denominados vícios autodestrutivos. Hoje já se fala vícios autodestrutivos. A comida é uma dependência considerada de início vício neutro. Vício neutro, né? Para depois transformar-se numa opção de fuga negativa. Eu como para esquecer. Eu como para esquecer. Antes não é um vício igualzinho qualquer outro, mas agora não. Já é um vício determinado. Eu eu compra esquecer, né? negativo e profundamente desorganizadora do nosso corpo físico psíquico, né? Olha, nós tentamos terminar terminar a maioria do a as há amanias ou vícios comportamentais tão graves e sérios que nos levam a ser tratados e considerados como pessoa de difícil convivência. Isso é inconveniente. Não, não, não vai lá não. Ó, aquele come o tempo todo. Ele vai numa festa, ele só come. Ah, não. Ele bebe o tempo todo. Não, não vai, porque ela, ele fala de todo Deus e do mundo, né? Então, a gente tinha muitas outras coisas, mas eu acho que praticamente, né, eh a gente já falou, só tem um pedacinho aqui que ele fala, quaisquer que seja, contudo, os motivos e a origem de nossos velhos hábitos, motivo a origem de nossos velhos hábitos, hoje é para agora estabelecermos pontos fundamentais, a fim de que comecemos indagando por somos dependentes emocionais E qual é a forma de nos relacionarmos com essa dependência? E aí ele fala muitas outras coisas como nós deveríamos fazer. A gente pode, num outro momento, eu posso trazer o resto para vocês o dia que eu for o dia que eu for fazer a harmonização. Hoje eu estou substituindo a Liliane, né? Então vamos aceitar. Eh, aceitando, se meditamos, vamos meditar, pois sobre essas ponderações, tudo que nós falamos e ver em que situação eu me encontro com os velhos hábitos, em que situação eu me

é? Então vamos aceitar. Eh, aceitando, se meditamos, vamos meditar, pois sobre essas ponderações, tudo que nós falamos e ver em que situação eu me encontro com os velhos hábitos, em que situação eu me encontro com os novos hábitos. Porque se eu sei, eu posso pedir ajuda, se eu sei, eu posso trabalhar sozinha. Se eu der conta, tem que ter muita coragem e persistência. Lembra do a dieta, regime? Se eu não tiver persistência, eu vou comer. E se eu tiver persistência, pode botar o que for na minha frente que eu como salada. Saladinha de alface, tomate, pupina, aquela coisa toda, né? Se tiver um bolo dos mais gostosos, né? Recheiado de no sei o quê, tô de dieta. Não, muito obrigada. Mesmo que você fica salivando, aí você vai lá, pega sua torradinha, passa alguma coisinha nela, um requeijão cremoso, light, e você come aquilo, mas porque você tem persistência e assim aqueles velhos hábitos que surgem, que você vê que tá fora da realidade da nossa sociedade, é porque ele veio lá de trás, mas nós temos os os atuais também. Então vamos ter cuidado com isso, tá bom, amigos? Então, terminando esse nosso momento, esse nosso momento de reflexão, porque agora nós vamos para o facee. Então, que a doce paz de Jesus esteja no coração de cada um de vocês. Beijo nesse coração grandioso e até a próxima. Uma boa tarde. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira

que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos,

ue nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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