VANTAGENS DO PERDÃO - Eustáquio Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [canto] mesmo tão [música] longe de atingir [canto] a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música][canto] o valor dessa missão. >> Foi nessa casa que aprendi [música] toda beleza de viver, doando amor, [canto] vibrando luz, buscando a [canto] ti. [música] buscando a ti. Obrigado. Comunhão [música][canto] espírita de Brasília. Boa noite a todos, prezados companheiros. Eh, nós vamos falar hoje sobre as vantagens do perdão. Boa noite tanto aos que se encontram aqui, né, ao vivo no auditório. E como vocês sabem, essa nossa conversa, ela é transmitida no YouTube da Comunhão Espírita ao vivo e fica disponível depois para possível acesso. Então, eu vou pedir a todos que relaxem. seu corpo. Respirem lenta e profundamente. possamos nos conectar com Deus interiormente, com Jesus, nosso mestre, agradecendo a oportunidade de estarmos aqui mais uma vez nessa casa tão acolhedora, agradecendo pelas dádivas da nossa vida, a começar pela nossa existência. pelo teto que nos abriga, o alimento que nos sustenta, o convívio com pessoas que nos estimulam a crescer, a aprender e a desenvolver o amor. E pedimos assistência a todos aqueles que sofrem tanto do ponto de vista material, por dificuldades financeiras as mais diversas, aqueles que se encontram em guerras, aqueles que se encontram interiormente devastados ou em situações de desequilíbrio emocional. Pedimos paraa humanidade como um todo. Assim seja. Graças a Deus. Então, prezados companheiros, hoje nós vamos falar sobre um tema que é muito palado dentro da doutrina espírita, dentro do cristianismo, que é sobre o perdão. E o título de hoje é Vantagens do perdão. Por que nós escolhemos esse título? Porque o perdão ele não é apenas um ato moral. Ele é um ato moral, sem sombra de dúvidas, mas ele é uma ferramenta de autoconhecimento e libertação interior. Então, além de ser uma uma atitude, um ato moral, ele também tem vantagens para todos nós, porque ela é uma ferramenta que nos auxilia a nos conhecermos melhor e a nos
hecimento e libertação interior. Então, além de ser uma uma atitude, um ato moral, ele também tem vantagens para todos nós, porque ela é uma ferramenta que nos auxilia a nos conhecermos melhor e a nos libertarmos de algumas amarras, algumas algemas que nos prendem, né? Vamos começar recordando uma frase que gostamos muito de William Shakespeare que diz o seguinte: "Guardar mágoas ou rancores é como tomar veneno e esperar que o outro morra". Então, guardar ressentimentos, mágoas ou rancores é como tomar veneno e esperar que o outro morra. Ora, de fato, aquele que cultiva aquele sentimento de ódio, de rancor, de ressentimento, o sentimento nasce nele. Consequentemente, o lugar que o sentimento é mais forte é na própria pessoa. Então, que ela como se ela tivesse tomando aquele veneno daquele sentimento pesado, esperando que aquele veneno fosse atingir outra pessoa. mas ele está dentro da própria pessoa. Então isso é algo também para nós refletirmos. Será que vale a pena cultivarmos esse sentimento tão pesado dentro de nós? Será que isso nos faz bem, né? Bom, a próxima pergunta é muito simples. Bom, claro que não faz bem, então é bem simples, é só deixar de cultivar esse sentimento. Certamente não. Não é um botão, não é um interruptor que nós apertamos igual quando nós acendemos ou desligamos a luz elétrica, né? Não é simplesmente isso, né? Então nós precisamos compreender esse sentimento pesado, porque ele existe, acolhê-lo, trabalhar em cima desse sentimento e não simplesmente eu dizer: "Não, esse sentimento é ruim, porque racionalmente eu entendo isso." Então eu vou deixar de tê-lo. Não é tão simples, né? Nós precisamos compreender melhor esse sentimento. E perdoar é libertar-se, né? é um exercício que transforma o perdoante tanto quanto o perdoado. Então, ele é um exercício para aquele que perdoa, embora também seja um exercício para aquele que é perdoado, quando existe o interesse daquela pessoa que fez algum mal a alguém de ser perdoado, né? E uma coisa não está necessariamente
le que perdoa, embora também seja um exercício para aquele que é perdoado, quando existe o interesse daquela pessoa que fez algum mal a alguém de ser perdoado, né? E uma coisa não está necessariamente atrelada à outra. Eu posso perdoar alguém que nem quer ser perdoado por mim. Mas aí alguém pode se perguntar: "Mas vale a pena? A pessoa além de me fazer o mal, ainda nem tem interesse que eu a perdoe. Mesmo assim ainda vale a pena. É só nós entendermos que não perdoar está associado a um sentimento negativo que consome quem não perdoa. Então, independente se a pessoa tem interesse ou não de ser perdoada, eh, é um ato que nos faz bem o perdão. Mas nós precisamos entender que são coisas diferentes, né? Eh, perdoar não é esquecer ou não é ser complacente com erro. Porque muitas das vezes entendem o seguinte: "Ah, então quer dizer que eu vou perdoar porque eu concordo com o que o outro fez? Ou eu vou ser complacente e deixar com que o outro faça de mim o que quiser?" Nada disso. Depois nós vamos falar sobre essa segunda parte um pouco melhor, mas são coisas completamente diferentes. Perdão é muito mais um sentimento, é muito mais o que está dentro de nós. Perdoar não significa que eu tenho que conviver com a pessoa que foi meu algómo. Não é nada disso. significa não conviver com o sentimento que me consome. Então, perdoar não é necessariamente conviver com alguém que não me fez mal. tem muito mais a ver com não conviver com esse sentimento que pode me consumir. Então são coisas diferentes. Perdoar é retirar do coração ou ir retirando aquele sentimento de vingança, ódio e mágoa. É reorganizar a sua própria consciência. E tem etapas do perdão, porque às vezes num primeiro momento eh a pessoa por aqueles aquele rancor, aquele ódio, ela tem vontade inclusive de devolver com as próprias mãos aquilo que o outro fez para ela. Então, num primeiro momento, às vezes a pessoa tem vontade de fazer igual, né? Eu quero ou até pior, né? devolver aquilo que o outro fez ou até fazer pior para falar
s aquilo que o outro fez para ela. Então, num primeiro momento, às vezes a pessoa tem vontade de fazer igual, né? Eu quero ou até pior, né? devolver aquilo que o outro fez ou até fazer pior para falar assim: "Não, fulano vai aprender que não se mexe comigo, eu vou fazer até pior com ele do que ele fez comigo." Esse é o mais selvagem de todos, né? Quer dizer, aquele que não só faz alguma coisa contra, mas faz uma intensidade pior. É mais ou menos como se fosse assim. Imagina que uma pessoa tá no trânsito, a outra fecha a outra pessoa, intencionalmente eu não, não vou nem entrar nesse mérito. E a outra pessoa que foi fechada, desce do carro, puxa uma arma e atira no outro. Ora, ela agiu na raiva, com raiva, numa intensidade muito maior do que a ação. A reação ali foi muito maior do que a ação. Ou seja, ela trocou o ser fechado no trânsito por tirar a vida da outra pessoa, né? Isso demonstra uma série de coisas, porque se eu ajo nessa intensidade tão grande na reação, primeiro que essa equação não fecha, porque se a reação é maior, é mais intensa do que a ação, se a gente for lembrar da terceira lei de Newton, o princípio de ação e reação, a toda ação corresponde uma reação de igual intensidade, mesma direção e sentido oposto. É claro que aqui nós não estamos falando de física, nós estamos falando de vida, mas usando como analogia, se a minha reação for maior do ponto de vista de intensidade, significa que na ação tem coisa a mais. Ou seja, a pessoa que deu um tiro, ela não estava dando tiro porque foi fechada. Tem algumas outras coisas que a motivaram a ser tão intensa. Talvez ela queria reagir de uma maneira muito intensa com outra pessoa ou talvez ela considere que ninguém pode afrontá-la e fechar foi uma afronta a ponto da pessoa não merecer nem continuar viva. Mas não raro, existe um deslocamento de uma ação ocorrida em outro lugar, com outras pessoas para aquela reação daquele momento, né? Então aí nós estamos falando da pior maneira de agir diante de uma ofensa ou diante de alguém
slocamento de uma ação ocorrida em outro lugar, com outras pessoas para aquela reação daquele momento, né? Então aí nós estamos falando da pior maneira de agir diante de uma ofensa ou diante de alguém que de alguma maneira nos prejudica. Tem aquela que é a pior de todas, que é você ter uma reação pior do que a ação ou ter uma reação também igual a proporcional, né, que é o chamado olho por olho, dente por dente. A pena do talião. Mais paraa frente a gente pode aprender a fazer um pouco diferente. Olha, eu não vou reagir aqui para prejudicar o outro, mas eu vou desejar que aconteça o pior com ele. É bom? Não, mas já é melhor do que do que reagir naquele momento, daquela maneira. E mais paraa frente, o objetivo é não, eu não vou desejar o mal para outra pessoa. Realmente, dentro de mim, eu não desejo mal. Eu não gostei do que foi feito, não me agradou. Não quero, não quero inclusive ter mais relações de proximidade com aquela pessoa, mas eu não desejo nada de ruim para ele. Mais paraa frente eu ainda posso, ainda desejo até o bem para essa pessoa. E mais paraa frente ainda vai ter situações que nós não vamos nem nos ofender. Aquilo nem vai nos ofender. Então, vejamos como de acordo com a nossa evolução, a nossa reação frente a uma ofensa ou uma suposta ofensa, ela vai modificando desde reagir mais intensamente, reagir na mesma intensidade, não reagir, mas desejar o pior pra [limpando a garganta] pessoa, não desejar nem bem nem mal pra pessoa, desejar o bem para outra pessoa, e não ser nem ofendido, nem se sentir ofendido com aquilo. Então, são estágios diferentes, estágios diferentes que nós vamos tendo na vida à medida que aquilo vai que nós vamos progredindo espiritualmente. Ora, se alguma pessoa faz alguma coisa comigo que eu nem me sinta ofendido, aquilo não vai me fazer mal nenhum. né? Aquilo não vai me fazer mal nenhum. Mas como que é essa história de não se sentir nem ofendido? Ora, vamos pensar no seguinte, que alguma pessoa vai ao supermercado, faz uma compra, vai ao caixa, chegando
lo não vai me fazer mal nenhum. Mas como que é essa história de não se sentir nem ofendido? Ora, vamos pensar no seguinte, que alguma pessoa vai ao supermercado, faz uma compra, vai ao caixa, chegando no caixa, a pessoa é hostil, é mal educada, não tem atenção. Há pessoas que podem reagir daquela maneira, fazendo de tudo para que essa pessoa perca o emprego. Ou seja, ela está reagindo como desproporcionalmente com maior intensidade, porque ela tá querendo reagir a uma ação que foi ser talvez hostilizada ou às vezes ignorada por buscar energia para ir atrás, para ir até um gerente, fazer de tudo para que a pessoa seja demitida. Ou seja, não dá nem para comparar qual que é pior, né? E curioso, se fosse para elogiar, a pessoa não ia perder o tempo dela, não. Mas se é para demitir, vamos lá, vamos separar nosso tempo e vamos atrás, né? Ora, uma outra pessoa na mesma situação pode ficar bastante chateada, às vezes até responder que tudo bem é justo você falar: "Olha, não gostei do jeito que você me tratou, eu estou aqui para ser atendido, você não tá me respeitando". Tem nada de errado nisso. A questão não é essa, é o sentimento que fica depois. Ou seja, não fica um sentimento pesado, querendo desejar o mal para aquela pessoa, porque ela não foi educada o suficiente, etc. Até pode chegar o ponto da pessoa pensar assim: "Olha, eh, ela fez isso, mas não é porque sou eu, é porque ela tá com algum problema e tá agindo mal, mas não é poderia ser eu, fulano, cicrano, belrano." Então, ela não agiu bem, mas eu não me senti ofendido porque não foi uma coisa pessoal, aquilo não me afetou. Não é que eu estou concordando que a outra pessoa tem agido bem, é que aquilo de fato não me afetou, porque eu não entendi aquilo como sendo algo pessoal. E isso pode parecer que não, mas é muito importante, porque em geral nós nos ofendemos muito mais quando nós achamos que algo é pessoal. Ou seja, quem é fulano para me tratar dessa maneira? Quem ele acha que eu sou? Ou seja, o problema está onde?
tante, porque em geral nós nos ofendemos muito mais quando nós achamos que algo é pessoal. Ou seja, quem é fulano para me tratar dessa maneira? Quem ele acha que eu sou? Ou seja, o problema está onde? Na autoestima. Porque a pessoa ela tá se considerando inferiorizada por ter sido hostilizada ou talvez ignorada por uma outra pessoa, né? Então o que leva ela a ficar com aquele rancor, com aquela mágoa, é o sentimento, talvez de uma rejeição que ela tenha que ela não tolerou. Não estamos aqui em nenhum momento dizendo que a pessoa que hostilizou ou ignorou está correta. são coisas diferentes. Estamos analisando aquele que foi vítima da hostilização ou do desprezo, né? Até poder chegar num ponto que algumas pessoas vão chegar para aquela pessoa e dizer: "Você tá com algum problema, mas não no sentido irônico, né? No sentido real mesmo. Será que eu posso te ajudar em alguma coisa? Tô percebendo que você tá assim assim assado, né?" Então, eh, vejamos que existem etapas diferentes, maneiras diferentes e são muitas, são múltiplas de reação às situações. Por isso que a gente fala que perdoar é um processo que tem a ver com autoconhecimento e que passa por dar um significado diferente ao que acontece, a famosa ressignificação, né, que é você compreender algo de uma maneira diferente e não exatamente daquela maneira, que é mais ou menos assim, assim como várias pessoas da humanidade viram maçãs caindo de uma árvore. O físico Isaac Newton, quando viu uma maçã cair na na árvore, segundo a lenda, pensou: "Essa força que faz a maçã cair é a mesma que faz com que a Terra seja traída pelo Sol, né?" E aí descreveu a gravitação universal, a gravidade, ou seja, ele teve uma percepção diferente de um fenômeno que vários observaram e não pensaram nessa possibilidade. Então, quando você vê alguém às vezes se desprezar, te ignorar ou hostilizar e tem a percepção que não é algo contra você, que não é algo pessoal, é mais ou menos parecido com Newton vendo a maçã caindo e associando isso à gravidade. Ou
s se desprezar, te ignorar ou hostilizar e tem a percepção que não é algo contra você, que não é algo pessoal, é mais ou menos parecido com Newton vendo a maçã caindo e associando isso à gravidade. Ou seja, ainda é para poucos, ainda é para poucas pessoas. A grande maioria ainda não tem essa capacidade, essa sensibilidade, essa profundidade de sentimentos para enxergar dessa maneira uma situação. É óbvio que, em geral as pessoas vão reagir de uma maneira mais intensa quando se trata de alguém mais próximo. Afinal de contas, se você perguntar para as pessoas quem é seu inimigo e se a pessoa citar uma ou duas pessoas, pode ter certeza que a chance daquele inimigo ter sido ou cônjuge, noivo, ou melhor amigo, ou o melhor companheiro de trabalho é muito grande, porque em geral a pessoa vai agir de uma maneira muito intensa a quem já teve uma proximidade muito grande. grande, porque o valor será outro, o valor será outro, né? A o valor relacionado à ofensa é muito maior, porque afinal de contas quem ofendeu foi aquele ao qual eu dediquei a minha amizade, o meu amor, o meu companheirismo. É diferente de alguém que eu tô vendo a primeira vez na vida. ou que eu raramente vejo, né? Então, a intensidade do sentimento certamente é maior, né? É igual às vezes a gente vê certas pessoas que tem por hábito ter alguma amizade muito intensa e aí de repente acaba tendo alguma coisa e vira inimigo. A mesma coisa se aproxima muito de alguém, tem uma amizade intensa e vira inimigo. Aponta se a gente falar assim: "Olha, fulano virou muito amigo de é o próximo inimigo de fulano, porque tá muito próximo, daqui a pouco vai acontecer uma briga e vai virar uma inimizade grande, né? Então, eh, as coisas se repetem, né? as coisas se repetem e as bases espíritas relacionadas ao entendimento do perdão. Então, o espiritismo nos traz, não só o espiritismo, mas também o espiritismo, nos traz a lei de causa efeito e a pluralidade das existências, é a reencarnação. Então, no espiritismo, nós entendemos
. Então, o espiritismo nos traz, não só o espiritismo, mas também o espiritismo, nos traz a lei de causa efeito e a pluralidade das existências, é a reencarnação. Então, no espiritismo, nós entendemos que as pessoas elas têm a possibilidade de voltar em um momento futuro, em uma outra existência para resolver as arestas do passado. E esse é um dos motivos pelos quais às vezes dentro de uma mesma família nós temos pessoas às vezes que têm uma animosidade muito grande entre pais e filhos, entre irmãos. às vezes uma animosidade muito extrema. Não raro, essa animosidade foi construída no pretérito, numa existência prévia e aquilo levou a que elas voltassem juntas para tentar algum tipo de conciliação, porque a reencarnação, e aí vem também o esquecimento do passado, é que tá muito bem descrito no Evangelho Segundo Espiritismo de Allan Kardec, mostra isso, que às vezes aqueles espíritos estão numa condi condição de animosidade tão grande. Em algum momento do plano espiritual, eles abaixam um pouco a guarda, entendem que precisa de uma reconciliação, voltam para tentar. Só que claro, na maioria das vezes, quando volta e começa a ter o contato, as coisas não saem, na maioria das vezes tão bem quanto imaginavam. Ah, vão voltar junto e vão virar grandes amigos, grande não. A maioria das vezes aquela animosidade ocorre e com possibilidades de reajuste. Por isso que o esquecimento do passado é fundamental nessa situação. Porque se alguém reconhecer que o outro foi alguém que tirou a vida, tirou alguma coisa importante, ele ele provavelmente vai refugar, vamos chamar assim, usar um termo, né, mais simples. Então essa oportunidade da da reencarnação, ela possibilita que a lei de causa efeito seja equacionada, né? possibilita isso. E aí tem uma coisa interessante, porque às vezes você não perdoar alguém é mais ou menos parecido com você aceitar estar preso numa algema com aquela pessoa. Então aquele que ofende, aquele que é ofendido ou que se sente ofendido, eles vão estar como se fosse presos por uma
mais ou menos parecido com você aceitar estar preso numa algema com aquela pessoa. Então aquele que ofende, aquele que é ofendido ou que se sente ofendido, eles vão estar como se fosse presos por uma algema. Aí você pode ou não aceitar ficar preso naquela algema. Quando você não perdoa, você tá preso ali, inclusive nesse ciclo, né, de às vezes encarnações sucessivas, em que a coisa vai se repetindo, né, que a coisa vai se repetindo. Por isso que tem aquela frase que diz assim, né, eh, Jesus já nos dizia, né, reconcilia com o teu adversário enquanto estás a caminho, né? Então, enquanto você tá com seu adversário, é melhor reconciliar do que deixar sei lá para quando e de que maneira, né? Então, vejamos que é importante nós pensarmos nisso, né? Porque se não for por nossa vontade, acontecerá de outra maneira e às vezes de uma maneira que nós não queremos tanto, né? Então, reconcilia com o teu adversário enquanto está a caminho. E e também é importante entender que o perdão ele tá conectado com o reconhecimento das nossas próprias fragilidades, responsabilidades, padrões emocionais. Então, é importante que eu entenda isso, que às vezes eh há pessoas que se sentem muito ofendidas. Se uma pessoa fala alguma coisa, ela já se sente ofendida. O outro fala, ela já se sente ofendida. A pergunta que nós temos que fazer é o seguinte: por será que aquela pessoa se sente tão ofendida, aliás, quem tem que fazer é ela, né? Por que será que eu me sinto tão ofendido quando as pessoas fazem isso ou aquilo? Por que que aquilo me afeta? Por que que aquilo se repete? Quer dizer, quando se repete, a gente tem a ideia clara que de alguma maneira aquela pessoa está envolvida no processo, porque senão não iria se repetir com pessoas diferentes. Quer dizer, se a mesma situação ocorre com pessoas diferentes, a pergunta que eu tenho que me fazer é o seguinte: por que que essa situação específica que várias pessoas fazem comigo me deixa tão chateado, me deixa tão para baixo, tão mal, às vezes tão magoado?
, a pergunta que eu tenho que me fazer é o seguinte: por que que essa situação específica que várias pessoas fazem comigo me deixa tão chateado, me deixa tão para baixo, tão mal, às vezes tão magoado? É uma pergunta que é importante que nós façamos. Por que que a gente fala tanto dessas perguntas? Ora, se eu viver a vida sem me questionar, eu vou passar por ela praticamente do jeito que eu entrei e que sair do mesmo jeito. Ou seja, as coisas que nos incomodam, elas nos geram possibilidades de crescimento. Porque se uma coisa me incomoda, ela se repete. Repete mais uma vez. Ela me convida a refletir. Agora eu posso ou não refletir. Por isso que se diz que as pessoas fazerem algo contra nós não é não é pagar os pecados, porque a gente tem muito esse termo que as pessoas usam de forma inadequada. Ah, não, eu estou pagando os pecados. Isso não existe. Primeiro porque sofrer alguma coisa não é pagar nada. Se eu passo por uma coisa ruim e me revolto, meu sentimento é é negativo, eu não tô passando por aquilo, eu não tô sendo aprovado no esquisito. Aquilo não foi suficiente. A minha reação aquilo não me levou a dar um salto, a pular um degrau. Não, pelo contrário, me manteve naquela mesma situação. Então, o mal em si não nos faz evoluir. O que nos faz evoluir é como nós reagimos ao que nos acontece. E de que maneira eu vou reagir ao que me acontece. Aquilo vai me servir para uma reflexão que eventualmente pode me fazer agir e pensar e sentir de uma maneira diferente ou não? Ou eu prefiro até dizer: "Não, eu não quero saber disso. Eu não quero ficar pensando, refletindo. Isso não é coisa para mim. Eu gosto é de fazer, eu não gosto de pensar. O problema é que se você não gosta de pensar, as coisas se repetem. igual um computador. Você tá lá diante do computador, ele trava. Aí de repente você toca numa tecla lá, ele destrava. Se você não sabe que tecla você trocou, tocou, que que você fez, que que vai acontecer? Quando acontecer a próxima vez, você não vai saber resolver. Então, nossa, resolveu, que ótimo. Mas o
destrava. Se você não sabe que tecla você trocou, tocou, que que você fez, que que vai acontecer? Quando acontecer a próxima vez, você não vai saber resolver. Então, nossa, resolveu, que ótimo. Mas o que que será que eu fiz? Igual eu me lembro, por exemplo, que às vezes tem uma tecla que chama inserte no computador, que quando você clica ela sem querer, você começa a digitar e apaga o que vem depois. Aí você vai digitando uma palavra, vai apagando. Eu achava aquilo horrível. Falei: "Meu Deus, como é que eu resolvo isso?" Aí eu tinha que construir, tinha que às vezes apagar, copiar de outro lugar, até que o dia que eu descobri que era essa tecla que fazia acontecer isso. Aí eu falei: "Agora é fácil". Quando acontece isso, eu aperto essa tecla, acabou o problema. Agora, enquanto eu não descobri que era essa tecla, eu ficava a mercê da sorte de ter de de de apertar aquela tecla ou de ter que fazer de uma maneira diferente, porque eu não consegui resolver, de ter que copiar o texto inteiro. Então, assim é na vida. Por isso é importante nós entendermos onde está o problema. Bom, quem não sabia dessa, tá, se acontecer, então é só apertar a tecla em sete que para de apagar o que vem depois. Espero que eu tenha ajudado alguém. Então, isso é na vida dessa maneira também. E agora analisando Jesus, né, Jesus, onde que entra também Jesus nessa história toda do perdão? Jesus praticamente nos ensinou a perdoar, porque quando Jesus veio, a pena do talião era a lei principal, né? Então, olho por olho, dente por dente. Inclusive, tinham leis mesmo escritas onde acontecia e alguém fez determinada coisa, acontecia com outro daquela mesma maneira. É claro que tinha as castas e eh das pessoas que tinham posições sociais maiores, a a era mais brando um pouco o que acontecia. Aliás, bem mais brando, né? Então, vejam que a a o vigente era isso. Alguém me ofendeu e fazer o o oposto, né? duelos, não precisamos nem ir muito longe. Quem já assistiu alguma novela ou assiste novelas ou filmes de época,
né? Então, vejam que a a o vigente era isso. Alguém me ofendeu e fazer o o oposto, né? duelos, não precisamos nem ir muito longe. Quem já assistiu alguma novela ou assiste novelas ou filmes de época, vamos chamar assim, direto tem uma situação onde alguém fala: "Não, convida o outro pro duelo, um duelo mortal, por causa de uma ofensa que hoje em dia a gente talvez nem considere uma ofensa por ofender a honra". Então, o outro convida o outro para um duelo onde alguém vai sair sem vida, né? Às vezes, por uma palavra que falou alguma coisa, as pessoas eram convidadas para um duelo de vida ou morte, né? Não vou dizer que não exista isso de alguma maneira em alguns locais, porque a gente sabe que, infelizmente, a humanidade evoluiu, mas ainda existe muita coisa tenebrosa, né? só não é tão frequente quanto era antes em todos os meios, mas ainda existe muita maldade, ainda muita coisa tenebrosa. E Jesus, né, trouxe claramente aquela situação, né, que a mulher adúltera ia ser apedrejada em praça pública e ele perguntou: "Aquele que estiver sem pecados, que atire a primeira pedra". Quer dizer, Jesus já nos convidou essa reflexão. Pera aí, vocês vão apedrejá-la? Então, quer dizer que se vocês tiverem pecados, a gente tem que apredejar vocês, né? E refletiram e foram todo mundo embora. Não quer dizer que ele estava concordando com ela. Ele disse: "Vá e não peques mais". Ele só estava querendo dizer o seguinte: "Não é porque ela fez isso ou aquilo que ela merece ser apedrejada. Não é por aí que as coisas funcionam". Então Jesus veio, que não veio destruir a lei, mas ele trouxe a lei de amor, né? Tanto é que, qual o maior mandamento? amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, quando foi perguntado a Jesus. Assim como oração do Pai Nosso. Que que a oração do Pai Nosso nos coloca? Perdoai. Perdoai-nos assim como perdoamos. Perdoai nossas ofensas ou nossas dívidas, dependendo da tradução, assim como perdoamos aos nossos ofensores ou devedores. Ou seja, o perdão
Nosso nos coloca? Perdoai. Perdoai-nos assim como perdoamos. Perdoai nossas ofensas ou nossas dívidas, dependendo da tradução, assim como perdoamos aos nossos ofensores ou devedores. Ou seja, o perdão que nós pedimos a nós na oração do Pai Nosso, ele é na medida que nós perdoamos as pessoas. Então, olha que coisa interessante. Quer dizer, se eu não perdoo as pessoas, então automaticamente não sou perdoado. Se eu perdoo, eu me torno habilitado a ser perdoado, né? Então Jesus deixou isso muito claro na oração do Pai Nosso. Isso é interessante porque essa questão do perdão, ela parece que não é assim, mas é. Porque em geral a gente vê às vezes as pessoas são muito rígidas com os outros, não aceitam os erros dos outros, que são muito flexíveis com seus próprios erros, mas isso do ponto de vista superficial, no nível consciente, porque no nível inconsciente que vale para valer, não é assim que acontece. Em geral, quando a pessoa é muito rígida com os outros, internamente ela atrai uma rigideza em relação a ela, mesmo que não perceba, mesmo que não perceba. Então, em geral, quando a pessoa é inflexível com os outros, ela cria dentro dela um mundo interior de inflexibilidade em relação a ela mesma. De tal sorte que às vezes acontece os fenômenos que são os seguintes. A pessoa tem uma dificuldade muito grande de perdoar. Ela tem sentimentos muito negativos, muito pesados e internamente ela sente que ela tem que ser punida por aquilo, mesmo que ela não perceba. Porque o que que em geral é uma crença que a gente tem? Se a pessoa errou, ela precisa ser o quê? Punida. Essa é uma crença comum. É uma crença comum. Se errou, tem que ser punido. Aqui nós não estamos dizendo que não tem que haver punições, prisões, não tô falando nada disso. Eu tô dizendo que existe uma inflexibilidade do tipo: errou, tem que ser punido. E a e aí a pessoa, mesmo que no nível inconsciente, ela transporta para dentro dela isso. E aí gera um outro fenômeno que é chamada autopunição. O que que é autopunição?
po: errou, tem que ser punido. E a e aí a pessoa, mesmo que no nível inconsciente, ela transporta para dentro dela isso. E aí gera um outro fenômeno que é chamada autopunição. O que que é autopunição? Bom, se eu tenho que ser punido, isso é tudo uma conversa no inconsciente, nada consciente. Se eu tenho que ser punido, então que eu escolho a minha punição. Ah, então no lado afetivo, a minha vida sempre vai dar errado, vai tá sempre sendo atraída repetidamente por situações semelhantes e que parecem que são obras do azar. Ou no lado profissional, lado profissional eu sempre vou ter um problema que vai dar errado alguma coisa, né, e que aquilo vai se suceder. Então, às vezes, a pessoa atrai na na sua própria vida situações repetitivas que parecem ser aleatórias, mas não são. Elas têm a ver com algum sentimento desconhecido que a pessoa traz dentro dela. Por isso que tornar algo conhecido nos ajuda. Gustavo Jung, célebre psiquiatra psicólogo suíço, certa vez disse, deixa eu ver se eu vou lembrar a frase. Ah, enquanto nós não conhecemos o nosso inconsciente, nós vamos ser dominados por algo que nós chamamos de destino. Então, quanto nós não conhecemos o nosso inconsciente, seremos dominados pelo que nós chamamos de destino, ou seja, por situações aparentemente aleatórias e repetitivas, mas que parecem que não têm relação conosco, né, que nós não temos conexão com elas. A partir do momento que nós passamos a conhecer esse inconsciente melhor, nós passamos a ter possibilidades de agir nele no sentido primeiro de acolher esse esse sentimento. Então, é fundamental nós acolhermos o os sentimentos, né? Porque em relação às etapas internas do perdão, né? Quer dizer, primeiro é o reconhecimento da dor, né? Nomear sentimentos. Olha, eu tô chateado, eu tô com raiva, eu tô com rancor, eu tô me sentindo rejeitado, inseguro, isso feriu minha vaidade, meu orgulho, né? Isso é um trauma passado que eu já vivi, tá repetindo. Então isso é muito intenso. Então é a gente fazer uma [limpando a garganta] investigação. Que
nseguro, isso feriu minha vaidade, meu orgulho, né? Isso é um trauma passado que eu já vivi, tá repetindo. Então isso é muito intenso. Então é a gente fazer uma [limpando a garganta] investigação. Que padrão em mim reage essa ofensa, né? Então, que padrão dentro de mim faz com que eu tenha esse tipo de sentimento, de pensamento dentro de mim, que gera tudo isso. Então, isso é importante. Agora, é importante entender o seguinte: conhecer a nós mesmos não é algo perigoso ao qual nós devemos ter medo. Nós devemos ter medo de conhecer, de de continuar vivendo sem nos conhecermos. Ora, imagina que nós estamos numa sala lotada de objetos escuro, tudo no escuro, e eu tenho que andar no meio dessa sala por entre esses objetos. É melhor andar na sala toda escura ou com a luz acesa para eu conseguir caminhar da melhor maneira entre esses objetos, entre esses objetos e atingir meu objetivo? É evidente que é muito melhor caminhar com a luz acesa. Então, há muitas pessoas que têm medo de se conhecer. Se conhecer não nos torna piores, muito pelo contrário, porque esse princípio do autoconhecimento tem a ver com reconhecimento e acolhimento de quem nós somos. acolhimento, porque no primeiro momento eu tenho que acolher quem eu sou, né? Que é mais ou menos como se fosse assim aquela questão que eu falei do Jung, né? Imaginemos um iceberg, né? né? Quer dizer, a gente vê uma pedra de gelo grande, mas a gente sabe que por baixo da água ela é muito maior. Então, às vezes o que nós conhecemos está na superfície, mas se eu não conheço o que está na base por baixo, eu não consigo mudar a superfície. E por outro lado, se eu conheço a base, o que está por baixo, eu consigo mudar o todo e consequentemente passar a dar significados diferentes ao que acontece. E compreender também da questão das leis espirituais, ou seja, entender causas, provas, expiações, não para justificar o erro, mas para contextualizá. Então, a gente entender que a gente tá inserido num processo de causa e efeito de expiações.
pirituais, ou seja, entender causas, provas, expiações, não para justificar o erro, mas para contextualizá. Então, a gente entender que a gente tá inserido num processo de causa e efeito de expiações. Então, muitas vezes algumas coisas muito negativas que acontecem, elas são uma expiação de algo que aconteceu no momento que nós não temos conhecimento. Mas alguém vai perguntar: "Pera aí, mas se eu tô passando por uma expiação de algo que eu nem lembro o que que é, será que isso adianta? adianta, porque o sentimento é o mesmo. Eu não preciso conhecer a causa, a causa, vamos dizer, do que aconteceu, a narrativa. Eu não preciso conhecer a narrativa, mas o sentimento tá lá presente. Então, o sentimento é o mesmo e eu preciso trabalhar com o quê? Com meus sentimentos e pensamentos, né? Porque é o que a gente já falou aqui algumas vezes. Quer dizer, muitas vezes o nosso pensamento, estamos onde o nosso pensamento está e o nosso pensamento cria a nossa vida. O que nós pensamos muito, não raro, acaba por acontecer. O que nós pensamos muito, não raro acaba por acontecer. Muitas construções que nós fazemos hoje foram resultado de pensamentos que nós tivemos ao longo de semanas, meses, anos. Então o pensamento acaba por transformar na ação. Mas aí vem a pergunta, então quer dizer que basta eu mudar meu pensamento, que muda o que vai acontecer na minha vida? Sim, mas mudar o pensamento não é como apertar o interruptor, porque o pensamento ele tá atrelado ao sentimento. Porque normalmente o que nós sentimos acaba por se conectar com o nosso pensamento. Então eu preciso entender os processos que levam a determinados sentimentos. E para isso eu preciso amadurecer a maneira de viver. Por exemplo, eu citei no começo da minha fala a questão do supermercado, né? Então, por exemplo, se eu tô no caixa, a pessoa me ignora, ela tá fazendo outra coisa, eu tô lá esperando, ela não me atende direito e eu fico explosivo, me sinto ofendido, a pessoa tá certa do caixa? Não, não. Só que a pessoa do caixa é um problema
e ignora, ela tá fazendo outra coisa, eu tô lá esperando, ela não me atende direito e eu fico explosivo, me sinto ofendido, a pessoa tá certa do caixa? Não, não. Só que a pessoa do caixa é um problema dela, dela com o patrão, enfim, do supermercado. O meu problema sou eu. Aí, então, se eu não me questiono, nossa, mas por que que eu fiquei tão alterado por causa disso? Aquela situação não vai me ajudar em nada a aprender sobre quem eu sou. Agora, se eu começo a me questionar, eu começo talvez a compreender um pouquinho melhor porque que eu fiquei tão alterado, porque é que aquilo me afetou tanto, porque eu me senti tão ofendido. Então, daí a importância dos questionamentos interiores, né, para podermos compreender um pouquinho melhor o que tá acontecendo e consequentemente nos libertarmos das situações. Então, a a decisão consciente de perdoar, ela é um exercício de vontade, renovação, de intenção, né? Para transformarmos em atitudes, nós precisamos aprender perdoar e agir diferente. E aí é interessante porque o perdão às vezes, porque isso aqui nós estamos falando racionalmente como funciona, mas nem tudo a gente consegue racionalizar na vida. Vou dar um exemplo. Quando a gente tá assistindo às vezes um filme, um filme de drama, aí tem uma parte do filme, normalmente lá do meio pro final, às vezes no final, onde alguém dá o braço a torcer e tenta se reconciliar ou com seu irmão, sua irmã, seu pai, sua mãe ou alguém que estava ligada afetivamente. E aquela primeira pessoa dá o braço a torcer. E a outra tem uma receptividade grande. E as pessoas se abraçam, começam a chorar e parece que tirou um peso gigantesco das duas. Com frequência essa cena nos emociona. É claro que a cena ela tem muito mais do que eu tô falando. Ela tem o que nós estamos vendo, que nós estamos percebendo, gestos, porque a linguagem é muito mais do que a linguagem verbal. tem a linguagem não verbal que às vezes é até muito mais intensa. Ora, então essa cena do filme do perdão, ela nos emociona.
cebendo, gestos, porque a linguagem é muito mais do que a linguagem verbal. tem a linguagem não verbal que às vezes é até muito mais intensa. Ora, então essa cena do filme do perdão, ela nos emociona. Por quê? Porque nós percebemos um sentimento apurado. Nós percebemos um amor, algo que vai além das explicações, algo que simplesmente nós sentimos, nós não explicamos. É igual se perguntar para você por que que você gosta de fulano? Em geral, não tem uma explicação racional para isso. Por que que você gosta de fulano? Se você tiver que dar uma explicação que talvez você não goste, porque em geral é um é uma é um sentimento. Não, eu eu me sinto bem perto da pessoa. E às vezes você não sabe nem o porquê. Pode ser por afinidade, pode ser por uma série de coisas, mas é uma coisa que a gente não explica muito bem. é uma coisa de percepção, afinidade, né, que às vezes pode vir até do passado e de encarnações anteriores ou dessa, por às vezes haver uma conexão muito grande sobre algumas ideias, algum Só que algo que a gente não tem uma explicação muito clara, não tem uma explicação muito clara. Da mesma maneira, o oposto também é verdadeiro, né? que às vezes a gente tem uma certa versão e as pessoas às vezes têm uma certa versão por nós que não tem às vezes uma explicação muito clara, que pode ser tanto por ser algo um reconhecimento do passado, como pode ser mesmo porque às vezes a pessoa tem determinadas coisas que em nós não foi bem trabalhado, então aquilo conflita conosco. E o oposto é verdadeiro. Às vezes é uma pessoa que chega perto de nós, que a gente sente acolhido pela pessoa, a gente sente que a gente, nossa, eu tô tão bem aqui. Outra coisa, uma da qual qual qual que é uma das coisas que mais nos faz ver que a gente realmente se sente bem perto de alguém? Quando a gente consegue ficar vários minutos sem ter que falar nada. Quando você tá perto de uma pessoa que você não tem que necessariamente falar alguma coisa, é porque você já se sente à vontade com aquela pessoa. Se você o
icar vários minutos sem ter que falar nada. Quando você tá perto de uma pessoa que você não tem que necessariamente falar alguma coisa, é porque você já se sente à vontade com aquela pessoa. Se você o tempo inteiro às vezes tá pensando, nossa, eu tenho que falar alguma coisa aqui, nós estamos calado, tal, é porque você ainda não se sente à vontade, né? Então isso mostra claramente que por mais que nós estejamos usando explicações racionais para entender as chamadas vantagens do perdão, né, que o título de hoje é vantagens do perdão, por mais que a gente tenha explicações racionais, mas as verdadeiras explicações não são racionais, estão nos sentimentos envolvidos. Então, é o sentimento é que de fato nos transforma. Agora, o racional ele nos ajuda porque eles nos permite analisar melhor as coisas. Mas o que faz nós mudarmos o nosso pensamento é mudarmos os nossos sentimentos. Então, se eu sou racional ao extremo de não permitir sentir, dificilmente eu vou eh de fato melhorar alguma coisa real. Eu posso até entender que é importante o perdão, mas o meu sentimento não muda porque eu não consegui me conectar em termos de sentimento e consequentemente de pensamento, né? Então, precisamos compreender isso, né? de uma maneira mais clara, mais evidente. O livro Fonte Viva de Emanuel é um livro fantástico. E e no capítulo 135, intitulado Desculpa sempre, Emanuel fala através de Chico Xavier sobre essa questão do perdão. Ele já começa, né, citando a frase de Jesus no Evangelho de Mateus, capítulo 6, versículo 14, que é: "Se perdoaste aos homens tuas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará." E Emanuel diz: "Condenar é cristalizar as trevas, opondo barreira ao serviço da luz". Olha que coisa interessante. Condenar é cristalizar as trevas opondo barreira ao serviço da luz. É como se nós não permitíssemos que a luz chegasse. E olha que coisa interessante. Vocês já observaram que a escuridão não consegue barrar a luz? Mas se você tá num ambiente extremamente escuro, um pequeno feixe de luz ilumina o
mos que a luz chegasse. E olha que coisa interessante. Vocês já observaram que a escuridão não consegue barrar a luz? Mas se você tá num ambiente extremamente escuro, um pequeno feixe de luz ilumina o ambiente, ou seja, a luz ela dissipa as trevas, né? A observação justa é impraticável quando a neblina nos cerca. Então, às vezes a gente tá no no calor de uma discussão, a gente tá sob a neblina de sentimentos pesados. Então, às vez a gente não consegue ter uma observação justa com a outra pessoa, porque nós estamos emocionalmente em uma neblina. E para encerrar a nossa fala, nós vamos lembrar de uma frase de Tertuliano, que também é atribuído a Chico Xavier, mas Tertuliano foi dos primeiros séculos entre os cristãos, que diz o seguinte: "Se você quer ser feliz por um momento, vingue-se. Se quer ser feliz para sempre, perdoe, né?" Então fica para nós essa reflexão sobre o perdão. Eu vou pedir para vocês eh relaxarem o corpo. Nós vamos fazer a prece final. Em seguida vocês serão chamados para o passe. Então, Deus, nosso pai, Jesus, nosso mestre, agradecemos pela oportunidade de estarmos nessa casa. tão acolhedora, estudando o evangelho de Jesus, estudando sobre o lado espiritual da vida, que tantas vezes é deixado em segundo plano na nossa existência, que possamos cada vez mais acolher os nossos sentimentos, que possamos ter um cuidado interior conosco mesmo, não julgando a nós mesmos, mas acolhendo a nós mesmos, para que acolhendo a nós mesmos e acolhendo ao próximo, possamos crescer, evoluir e nos reformar interiormente. Assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e
música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada [música] um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um [música] de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou.
que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu [música] nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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