Um desafio chamado família, com João Victor Borges de Assis

TV Goiás Espírita 18/04/2025 (há 11 meses) 47:00 11 visualizações

Palestra: Um desafio chamado família, com João Victor Borges de Assis

Transcrição

Eh, para mim é uma honra estar aqui nessa aqui no Lar de Jesus, né, nesse nessa casa tão edificante, né, que consola todos nós. Primeiramente, eu queria fazer os agradecimentos, né, a aos nossos parceiros de transmissão, o Instituto Goiano de Estudos Espíritas e GES, a TV Secal de Santa Catarina, a Rádio Deus Conosco de Maceió, Alagoas, né, Rádio Nova Luz de Catalão e a TV Goés Espírita, né? Então, eh, hoje nós vamos ter uma palestra, né, com esse rapaz que ele parece um adolescente, mas com tanta sabedoria, né, e vai falar hoje de um desafio chamado família. Esse é um desafio grande, né, gente? É onde acontecem as nossas lutas. Então, vamos fazer a oração, né, gente, pra gente começar. Vamos elevar os nossos pensamentos até o Altíssimo, rogando a sua misericórdia para cada um de nós, ampliando os nossos pedidos até o mestre Jesus, esse mestre de amor que veio nos trazer a boa nova, onde acontece nessa semana a Páscoa, a sua crucificação, onde ele veio nos dar o exemplo da extrema humildade, do extremo amor, né? E que nós possamos nesses dias refletir mais sobre os ensinamentos do Cristo, sobre a nossa conduta aqui nessa terra, procurando edificar o reino de Deus em nossos corações para que possamos um dia merecer estar mais perto do mestre de amor, que é o mestre Jesus. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai de todos os males, porque teu é o reino, o poder e a glória hoje, agora e sempre. Que assim seja. Palavra então a nosso irmão João Vitor, por favor. Olá, pessoal. Boa noite, uma ótima noite. Eu espero de coração que todos vocês estejam bem. Eh, para aqueles que no momento não estejam, eu sempre gosto de iniciar as nossas falas pedindo para que vocês levem a consciência de vocês em todas as situações dolorosas, difíceis que vocês

jam bem. Eh, para aqueles que no momento não estejam, eu sempre gosto de iniciar as nossas falas pedindo para que vocês levem a consciência de vocês em todas as situações dolorosas, difíceis que vocês já venceram na vida e vocês vão perceber que nenhuma delas durou para sempre. é na certeza de que o bem prevalece, de que estamos aqui não para sermos melhores do que os outros, mas para sermos melhores do que nós mesmos, para evoluirmos, para construirmos uma obra verdadeira de nós. É uma honra estar aqui com vocês, é uma alegria nessa casa que tanto nos acolhe. Mais uma vez eu cumprimento a todos, cumprimento os internautas, a todas essas parcerias de transmissão à casa pelo convite e pelo trabalho e pela fala do nosso amigo e a oração que foi feita de início. Hoje nós vamos estar juntos, então, falando de um tema bastante interessante que é a respeito de família. Fala-se tanto em família? Será que nós entendemos verdadeiramente o que vem a ser família e qual o propósito dessa família? Será que nós já temos a capacidade de realmente construir uma família, de cuidar dela, de desenvolver ela, de nutrir ela? Como anda essa situação? Porque às vezes nós não paramos para pensar no óbvio e acabamos deixando passar situações que poderiam nos trazer ensinamentos muito valiosos, como por exemplo a pessoa que nós dividimos a vida, a pessoa que nós temos, por exemplo, a oportunidade de chamar de pai, de mãe, de filho, de tio, de tia ou de amigo, que dizem que é a família que nós escolhemos, né? Ouso talvez em dizer que todos são uma questão de escolha, mas isso talvez seria assunto para uma outra palestra para hoje. Então, nós vamos falar um pouquinho sobre esse desafio. O objetivo aqui é para que a gente possa destrinchar um pouco a respeito então da família. Vamos juntos. Para tanto, nós vamos precisar de algumas perguntas que vão ser a cerne da nossa discussão de hoje. Primeiro, o que vem a ser a vida? Não tem como nós falarmos de família e não falarmos do que vem a ser a vida. De

ós vamos precisar de algumas perguntas que vão ser a cerne da nossa discussão de hoje. Primeiro, o que vem a ser a vida? Não tem como nós falarmos de família e não falarmos do que vem a ser a vida. De novo, nós viemos para cá, o jogo foi montado, nós estamos jogando e nós não sabemos as regras. Quem ganha, ganha o quê? Quem perde, perde o quê? Como se joga? Como se opera? Que jogo famoso é esse chamado de vida? Como ele funciona? Você participa ativamente desse jogo? Você vive o jogo da vida ou você apenas existe e deixa por se passar? Há quem passe uma vida inteira sem tomar consciência de si mesmo. Há quem morra e nunca tenha existido ou vivido verdadeiramente, apenas sobrevivido. Então, convém a nós trazermos a consciência dessa pergunta: o que é a vida? Uma pergunta muito simples. Depois, o que vem a ser felicidade para você? Qual a relação de vida, felicidade e família? Por que da necessidade de falarmos disso? Seguindo, é necessário que a gente reflita então o que vem a ser família. Será que o conceito que nós estabelecemos de família é o conceito verdadeiro? Aquilo que nós entendemos por família e por fim, porém não menos importante, a relação entre todas elas. Então, hoje nós temos essas quatro palavras chave. família, vida, felicidade e essa relação, essa união, que todas elas estão intimamente conectadas. Não tem como um ser humano ser feliz se ele não vive em família. Não tem como uma vida ser feliz se ela não tem família estruturada. E convém a nós pensarmos um pouco sobre isso. Então, vamos juntos desenvolver cada uma delas. O que é a vida? Ao fazer essa palestra, digitei essa pergunta no Google e encontrei uma imagem que eu achei muito pertinente e que cabe a nossa reflexão e que aqui coloco para refletirmos. Olha que interessante, a vida é aquilo que acontece quando você está olhando para a tela do seu smartphone. Eu achei isso sensacional. A vida é aquilo que acontece enquanto você está olhando para o seu smartphone. Por que de colocar essa imagem? Há não pouco tempo atrás, eu

do para a tela do seu smartphone. Eu achei isso sensacional. A vida é aquilo que acontece enquanto você está olhando para o seu smartphone. Por que de colocar essa imagem? Há não pouco tempo atrás, eu estava no restaurante almoçando e eu vi uma família, o que tradicionalmente chama-se de família, estava, acredito que era um pai, mamãe, alguns filhos. E todos, sem exceção, estavam no celular. todos e passaram a refeição se alimentando, assistindo alguma coisa nos celulares. O esposo não trocava nada, não falava nada, as crianças também não. E ele e quando eu vi essa mensagem de que a vida é aquilo que se passa fora dessa tela, convido a cada um de vocês para refletir o quanto que nós desperdiçamos de um tempo que é valiosíssimo, da companhia de alguém, de uma conversa edificante. Porque vamos pensar, quando nós nos reunimos, nós nos reunimos com o intuito de alimentar não somente o corpo, mas principalmente o espírito. Nós estamos todos ali juntos a a uma questão que a nós convém refletirmos. Talvez grande parte do nosso sofrimento está vindo porque nós estamos dessacralizando as coisas. Como assim? Sacralizar é o ato de dar sentido, de fazer conexão entre terra e céu. O ato de comermos, de nos reunirmos em família, pelo menos um horário do dia, é algo que é sagrado. Pelo menos deveria ser. Por quê? Porque é o momento em que não somente o alimento do corpo será então fornecido, como também o alimento da alma. É um pão que matará a sede tanto do corpo físico quanto da alma que grita, que anseia por alimento. E que muitos se reúnem para alimentar e saem mais famintos do que entraram. Por quê? é a falta da sacralidade dessa situação. A família, ela tem isso. A família é uma oportunidade de conexão. A vida é uma oportunidade de conexão, de dar sentido a algo, em resumo, de sacralizar. E querendo ou não, a vida é uma prova muito difícil, em que cada um de nós tentamos copiar uns aos outros. E essa mensagem aqui nos convida a uma reflexão bem interessante que diz: "A vida é a prova mais difícil. Muitas

a vida é uma prova muito difícil, em que cada um de nós tentamos copiar uns aos outros. E essa mensagem aqui nos convida a uma reflexão bem interessante que diz: "A vida é a prova mais difícil. Muitas pessoas fracassam porque tentam copiar umas as outras sem perceber que cada um de nós recebemos uma folha única com questões totalmente diferentes. E por que desta imagem e por desse convite? A vida é uma oportunidade de evolução. A cada um de nós viemos para cá para lapidarmos as nossas dificuldades. Quando nós limitamos alguns conceitos, generalizamos as coisas e falamos: "Família é isso, deve-se fazer assim, é assim, é assim, aquilo não é família". Nós acabamos por limitar expressões diferentes de amar e nós acabamos não vendo o que nós deveríamos ver por limitações, por generalizações. Às vezes nós temos dificuldade de criarmos os vínculos porque nossos corações estão fechados para essas conexões. E aqui convém a nós refletirmos. Quantas vezes nós não comparamos famílias, vidas? Ah, mas porque tem que ger assim, tem que fazer assim, porque não sei o que que tem. Quer ver um exemplo muito simples? O nosso filho, nossa, não, coitada, ele tá tão estressado. Olha que gracinha, olha que bonitinho. Hoje ele teve um dia assim. Aí o filho do outro, nossa, você viu o filho de fulano? Que coisa feia que ele fez? Misericórdia. Nossa Senhora. Como que uma pessoa faz um trem desse? Como que uma mãe permite uma coisa dessa? Alto lar. Alto lar. Quer ver uma outra reflexão também mais profunda? A minha mãe, meu pai são os mais importantes. Ah, são por quê? Ah, porque eles são meus. E a mãe e o pai do outro não são importantes. Não existem filhos e pessoas que amam aquelas pessoas. que ama aquele pai, que ama aquela mãe, aprofundemos ainda mais. Um ser humano que cometeu uma atrocidade e que nós o julgamos e não estendemos a mão, ele também tem um pai, ele também tem uma mãe. E o pai e a mãe desse indivíduo não são tão importantes quanto os meus? Por que não dizem que nós somos, em última

nós o julgamos e não estendemos a mão, ele também tem um pai, ele também tem uma mãe. E o pai e a mãe desse indivíduo não são tão importantes quanto os meus? Por que não dizem que nós somos, em última instância o degrau aonde a nossa consciência conseguiu chegar, ou melhor dizendo, nós somos até onde nós conseguimos amar. E convém a nós pensarmos, será que no amor, naquilo que eu acredito que é o amor, eu amo somente aquele conjunto de indivíduos que eu chamo de família? Na antiguidade havia uma questão entre os alquimistas bastante interessante que eles diziam o seguinte: "O ser humano não é capaz de produzir amor, porque o amor é algo divino. Porém, o ser humano é capaz de produzir o veículo, o receptáculo aonde esse amor é depositado." E aí eles faziam uma analogia que eu acho muito interessante. O ser humano é capaz de produzir o cálice em que o amor divino será depositado mediante a confiança dos deuses. Só que eles diziam uma coisa bem interessante. Esse amor era conhecido como solvente universal na época chamado de alcaeste. Se realmente fosse verdadeiro, se realmente fosse amor, a hora que colocado naquele cálice, a hora que colocado naquele veículo, por ser solvente universal, ele dissolveria aquele cálice e transbordaria. Como assim? Lógico. Isso totalmente simbólico. O que que é esse cálice? é a pessoa, é o indivíduo que nós amamos, é quem nós depositamos o nosso amor. Se o nosso amor é verdadeiro, ele não será limitado a ficar concentrado apenas naquela pessoa. Ele irá expandir, ele vai transbordar. Se tu amas e te torna mais fraterno, mais justo, mais humilde, tu amas verdadeiramente. Se amas e te torna mais egoísta, mais rancoroso, não amas, porque isso não é amor. Então, é importante que nós pensemos que a família dentro da situação da vida é a primeira oportunidade que o ser humano tem de entender o que é amor, aplicar esse solvente, essa gota de amor a esse cálice e que mediante a esse contato ele se expanda. Se isso acontecer é amor de verdade. Se não, não

ade que o ser humano tem de entender o que é amor, aplicar esse solvente, essa gota de amor a esse cálice e que mediante a esse contato ele se expanda. Se isso acontecer é amor de verdade. Se não, não é. E aqui a gente poderia aprofundar, mas a ideia é o quê? O amor de mãe ao filho, o amor matrimonial, o amor entre os irmãos, é através desse contato que a vida permite para que a gente consiga observar os benefícios que são do amor, para que a gente consiga, através de uma pequena atividade, de um pequeno exercício de sacrifício diário, a gente consiga expandir cada vez mais esses núcleos de amores. Hoje eu me amo. Amanhã eu amo quem está do meu lado. Depois outra pessoa, depois outra pessoa, depois outra pessoa, até chegar um momento em que nós estaremos todos conectados, ou melhor, enxergaremos que sempre estivemos, só que nós não queríamos conectar realmente coração por coração. Tem um pensador que eu gosto muito chamado Nilacanta Serihan, que ele tem uma frase que diz: "Perca seu coração todos os dias e busque ele no coração dos outros seres". E ele aprofunda mais, dizendo, se todos nós somos um só, estamos todos conectados, devemos tomar consciência que a maior parte de nós está nos outros. Já pararam para pensar sobre isso? Se tudo que está à minha volta é um pedaço do que eu carrego em mim, então se eu considerar tudo ao meu redor e a mim, o fora contém muito mais informações de mim mesmo do que eu. E são com essas reflexões que a nossa consciência ela vai expandindo e o apego e o egoísmo são deixados de lado. Mas que para tanto, nós precisamos começar com aquela reflexão ali de entendermos que cada pessoa, cada família, cada ser humano veio com o cartão magnético, com as necessidades que ele precisa e ele atrai por necessidade lei de progresso, lei de evolução. Por isso que as famílias são tão múltiplas, por isso que as famílias são tão diversas, porque cada família vem com o objetivo de conectar, de lapidar aquilo que precisa. E aí não tem como nós falarmos

Por isso que as famílias são tão múltiplas, por isso que as famílias são tão diversas, porque cada família vem com o objetivo de conectar, de lapidar aquilo que precisa. E aí não tem como nós falarmos dessas conexões e não falarmos de felicidade. Hoje a nossa sociedade nos diz que felicidade é sinônimo de alegria e na verdade não é. Alegria e tristeza são estados emocionais. Ora você pode estar alegre, ora você pode estar triste, o mundo é dual. Agora, felicidade é um estado de plenitude que está acima disso. A palavra felicidade vem de fertiles, que significa ser fértil. Felicidade é a capacidade que o ser humano tem de se sentir útil, de entregar algo ao mundo. A pessoa que é verdadeiramente feliz não é aquela que tem muitas coisas, mas é aquela que dá muitas coisas e, principalmente, que dá de si mesma. Tem uma frase que eu gosto muito que diz: "A felicidade não é ausência de problemas e sim a habilidade para lidar com eles." Uma pessoa feliz, ela não tem tudo de melhor, mas ela torna tudo que tem melhor. Essa é uma pessoa verdadeiramente feliz. E o choque, a comprovação disso é: quando eu tiver tal situação, eu estarei feliz. Quando eu for casado, quando eu tiver tal carro, quando eu tiver isso, quando eu viajar e tudo mais. E sabe uma coisa muito interessante? Você geralmente conquista essas coisas. Aí você chega lá e você fala: "Nossa, mas é isso aqui? Achei que eu estaria feliz". E essa consciência sente um vazio, porque felicidade nunca foi algo exterior e sempre algo interior. É de saber que uma pessoa hoje ela pode estar triste porque algo talvez de ruim aconteceu, mas ela permanece feliz porque ela continua no seu dever. Mais uma vez citando hoje Nila canta, ele tem uma frase que diz: "Olha, se hoje faz um sol ensolarado e bate uma sombra fresca, eu me delicio. Se amanhã cai uma tempestade e um tornado, eu me protejo, mas nenhum nem outro me tiram do meu caminho." Olha que profundidade isso. A Dra. Anan Blake, que é uma pesquisadora de Stanford, tem um livro

Se amanhã cai uma tempestade e um tornado, eu me protejo, mas nenhum nem outro me tiram do meu caminho." Olha que profundidade isso. A Dra. Anan Blake, que é uma pesquisadora de Stanford, tem um livro chamado Geração Dopamina, aonde ela lança uma frase muito interessante que diz: "A infelicidade atual, ela vem justamente do fato de nós estarmos a todo e qualquer custo, evitando sermos infelizes." Nós não queremos passar pelas dificuldades, nós não queremos ter conversas difíceis. Nós estamos sempre optando pelo caminho mais fácil. Nós estamos sempre optando pelo comodismo. E, pessoal, convenhamos, educar alguém, construir um relacionamento profundo requer muito, muito, mas muito trabalho. e abrir mão, abrir mão do orgulho, abrir mão do preconceito, estar disposto a ouvir, está disposto a falar do coração, não é convencer, é compreender, é tentar entender o outro. Educar vem de trazer à tona o melhor que o outro tem. E isso exige sacrifício. Hoje os nossos relacionamentos, abrimos as redes sociais, ah, se a pessoa não te responde, ignore. Faça um jogo. Você já observaram o que que a gente tá falando paraos outros fazer? Ah, a pessoa te ignorou, ignore também. Te maltratou? Maltrate também. Excluiu, exclua também da sua vida. Meu Deus do céu, que mundo chegaremos se nós esvermos fazendo assim? A lugar nenhum. E se nós formos observar os relacionamentos mais construtivos foram daqueles ser humanos que mais se sacrificaram, daqueles seres humanos que mais abriram mão. E a gente vai observar uma coisa muito interessante. Não é que eles não passaram por dificuldades, não é que não teve abalo, não. Provavelmente aquela família, aquele matrimônio, aquele pai, aquele filho, aquela mãe, enfim, passaram por dificuldades tremendas, mas mas eles não se tornaram aquela dificuldade, entendeem? Uma coisa é você passar pela dificuldade e outra coisa é você se tornar ela, se apegar a ela. É como se ela fosse uma placa de pare e virasse, falasse assim: "Acabou, aqui é seu limite." Tem pessoas que olham paraa dificuldade

la dificuldade e outra coisa é você se tornar ela, se apegar a ela. É como se ela fosse uma placa de pare e virasse, falasse assim: "Acabou, aqui é seu limite." Tem pessoas que olham paraa dificuldade e fala: "Opa, ela não é uma placa de pare, ela é um degrau, é uma oportunidade de tirarmos a nossa consciência de um patamar mais egoísta, mais preconceituoso, mais pequeno e colocarmos em um patamar de mais amor, de mais justiça, de mais fraternidade. A vida a todo momento está a nos convidar a amar e sermos felizes. Então, a partir do momento em que nós pensamos na vida como uma oportunidade de desenvolvimento de consciência, a felicidade como sendo aquele que entrega aquilo que a vida pede e convenhamos, o que a vida nos pede? A vida nos pede que sejamos humanos, que nós, cada um de nós aqui, possamos nas nossas possibilidades trazer virtudes, valores e sabedoria. O ser humano, a natureza criou o ser humano para isso, para trazer humanidade. Onde estão esses seres humanos? Onde está a fraternidade? Onde está a generosidade? Elas estão acontecendo enquanto nós estamos fixados nos nossos smartphones a todo e qualquer momento. Nós só precisamos ter olhos de ver numa situação simples, por exemplo, de um restaurante em que você tá ali comendo e você olha para uma família que se alegra. Você olha, por exemplo, para um atendente que cumprimenta os outros com muito sorriso. Uma pessoa que, por exemplo, tava ali e fez o seu almoço, almoçou. Termina seu prato, pega aquelas coisas, leva até o pessoal da limpeza, organiza a sua mesa, deixa ela apta para que outra pessoa possa se colocar naquele lugar, cuida do ambiente, essa pessoa deixa as pegadas de luz e tá a todo momento acontecendo. Só que a gente às vezes não observa na correria da vida para observar isso. Um animalzinho que quando nós chegamos em casa, ele sempre está lá disposto a nos receber. Uma criança na inocência que sempre está disposta a brincar. Para nós, por exemplo, isso aqui é um forro de mesa. Para uma criança, por exemplo,

mos em casa, ele sempre está lá disposto a nos receber. Uma criança na inocência que sempre está disposta a brincar. Para nós, por exemplo, isso aqui é um forro de mesa. Para uma criança, por exemplo, isso aqui pode ser uma cabana, a capa de um superherói. Quando foi que nós perdemos isso? Quando foi que nós fechamos a porta do nosso coração para essa sensibilidade? A vida sempre foi assim. Só que nós fomos nos fechando aos poucos. E como diria Emmanuel, a família é escola da alma, abre aspas. De todas as associações existentes na Terra, exituando naturalmente a humanidade, nenhuma talvez seja mais importante em sua função educadora e regenerativa do que a Constituição Família. A melhor escola ainda é o lar. De novo, as pessoas que nós atraímos por necessidade. O que nós vemos nos outros são defeitos que nós não trabalhamos em nós mesmos. As pessoas vêm para nos ensinar como amar e como serem amadas. Essa é a dualidade, essa é a troca da vida. é olhar aos outros e antes de julgar qualquer situação é fazer uma autoanálise, é fazer uma autocrítica e entendermos: "Nossa, a família do fulano é bem melhor". Não, a sua é a melhor para você. De acordo com a sua necessidade, com a sua carência, com aquela curvinha que precisa ser lapedada, a família é a maior e melhor escola que podemos ter. E Chico vai nos dizer: "Ninguém cruza o nosso caminho por acaso e nós não entramos na vida de alguém sem nenhuma razão. Estar aqui hoje tem propósito. Isso aqui é uma família. Estamos aqui hoje reunidos pela afinidade que nós temos do questionamento do viver. Todos aqui questionam a vida. E esse questionamento de perguntar sobre si mesmos, de questionar a fé, de trazer de uma fé raciocinada, nos uniu até aqui. É um núcleo, é uma família. E que a nós convém pensarmos, viemos para cá, estamos estudando, com qual objetivo para que quando saiamos por aquele portão, levemos luzes às nossas respectivas famílias, que saiamos desse mundinho pequeno de um poucos tijolos e possamos levar para o mundo

udando, com qual objetivo para que quando saiamos por aquele portão, levemos luzes às nossas respectivas famílias, que saiamos desse mundinho pequeno de um poucos tijolos e possamos levar para o mundo inteiro. Retomo o que falei no início. Nós temos a capacidade de criar o veículo, de criar a taça. E Deus então deposita o amor nessa taça. E que se for realmente o amor verdadeiro que ali então está sendo depositado, ele será transbordado e será colocado em outras pessoas. Quando amamos realmente um ser, fazemos as coisas sem esperar nada em troca, apenas somos canais na qual Deus age através de nós, nós conseguimos enxergar que aquilo que nós achamos, ah, você, você, eu sou eu, na verdade, sempre foi uma coisa só. é uno, é o longo caminho de volta para a unidade e que nada mais nada menos às vezes nós nos confundimos porque é como se fossem ondas no mar separadas que esqueceram de que são água salgada. Hoje aqui manifestados estamos separados por veículos físicos, mas o nosso espírito, a nossa alma, a nossa essência esteve e sempre estará conectada. Sempre. E o objetivo de fazermos esses núcleos é que justamente possamos enxergar isso através dessa meditação, através dessa reflexão. E Chico vai continuar: "Abençoemos aqueles que se preocupam conosco, que nos amam, que nos atendem às necessidades. Valorizemos o amigo que nos socorre, que se interessa por nós, que nos escreve, que nos telefone para saber como estamos indo. A amizade é uma dádiva de Deus. Mais tarde haveremos de sentir falta daqueles que não nos deixam experimentar a solidão. Então, convém a nós pensarmos um pouco sobre isso, de pensarmos nos limites do nosso amor, nos limites da nossa família, como nós estamos com relação a toda essa situação. O melhor que nós podemos fazer por aquelas pessoas que nós amamos é sermos versões melhores de nós mesmos. Emânuel nos diz: "A educação, o conhecimento, ele esclarece, mas o exemplo ele arrasta." Uma vez numa situação muito interessante e que me veio aqui na memória, eu tive oportunidade de

de nós mesmos. Emânuel nos diz: "A educação, o conhecimento, ele esclarece, mas o exemplo ele arrasta." Uma vez numa situação muito interessante e que me veio aqui na memória, eu tive oportunidade de presenciar algo que me foi um clique, que eu falei: "Meu Deus!" Aqui, logicamente vou contar a minha versão da história, mas que poderia ter sido algo fictício, mas aconteceu. Havia um adolescente, acredito que recentemente habilitado, e ele estava dirigindo e ele bate o carro e, pelo que eu entendi, o seu pai estava com ele. E acontece uma situação muito interessante em que o filho diz o seguinte: "Você vai ficar do meu lado, né, pai? Você é meu pai. Você vai ficar do meu lado. Você vai me ajudar nessa situação?" E o pai vira e fala o seguinte: "Eu vou ficar do lado de quem estiver correto". Quando olhado para essa situação, você fala assim: "Gente, mas o pai nossa, ele poderia estar ajudando o filho, mas se nós formos analisar profundamente, ele realmente estava ajudando o filho, oferecendo a ele o melhor, o mais justo, o mais fraterno. E quantas vezes nós falamos assim: "Não é meu filho, o que se meu filho fez alto lar, não encoste". e talvez seja o maior prejuízo que nós podemos estar fazendo para aquela pessoa. E essa situação foi muito interessante em que o pai fala o seguinte: "Eu estou do lado de quem estiver certo, bateu, você estava errado, façamos o que é justo." E aquilo foi de um exemplo e que hoje nós não educamos uns aos outros para enxergar isso. Nós faz, falamos o quê? que uma boa relação é aquela que fala aquilo que eu quero ouvir, que uma boa relação é aquela que alimenta o meu orgulho, que alimenta o meu egoísmo. Já observaram para pensar sobre isso? E que nessa, numa situação cotidiana, corriqueira, nós como teríamos agido? Se essa situação tivesse acontecido conosco? O que nós fazemos? Ah, não, porque pera aí, foi meu filho, então vamos aqui. Ele sempre vai estar correto. Dizem que a pior coisa que nós podemos fazer por aquelas pessoas que nós temos um apreço muito grande é

fazemos? Ah, não, porque pera aí, foi meu filho, então vamos aqui. Ele sempre vai estar correto. Dizem que a pior coisa que nós podemos fazer por aquelas pessoas que nós temos um apreço muito grande é oferecer tudo aquilo que elas querem. E um pai quando verdadeiramente ama seu filho, ele não fornece tudo que o filho quer, mas fornece tudo que o filho necessita. é diferente. E é nesse patamar que nós devemos pensar a nossa conjuntura de família, a verdadeira família dos laços, realmente não tô aqui entrando e a gente poderia também em uma outra oportunidade falar da família no sentido biológico. Há quantos que biologicamente são pai, mães e filhos, mas espiritualmente não são nada. São espíritos indiferentes uns aos outros. Não se conectam, não t sentimento, não tem profundidade. Há seres que vivem na mesma casa, no mesmo teto, e não sabem sobre os sonhos uns dos outros. Que incrível pensar nisso, né? E que triste ao mesmo tempo de parar para pensar o seguinte, hoje os pais são muito educados, né, ensinados, na verdade, a oferecer aos filhos tudo aquilo que eles não tiveram. E talvez hoje os nossos adolescentes, fala-se muito isso, né? Nossa geração de hoje tá perdida. Pera aí, quem está formando esta geração? Quem está cuidando dela? Os relacionamentos hoje estão fracassados. Por quê? Hoje não se existe mais amor verdadeiro. Por quê? simples, porque não estão tendo seres humanos com coragem, com dedicação e com vontade para construir isso no mundo, porque exige e exige muito trabalho e muito trabalho. Então, quando o Chico nos convida a meditarmos sobre essas pessoas que parecem serem pontos de luz na nossa vida, que estão ali fala: "Olha, vamos, cresça, você tá bem? como é que você tá hoje? Você tá bem? E são pessoas que às vezes a gente, ó, nem dá muita atenção. A gente esquece que para uma planta crescer, ela precisa ser regada todos os dias. E um dia eu vi uma fala de uma psicóloga, eu achei aquilo tão interessante que ela diz o seguinte: "Você sabe por que pros outros você os

para uma planta crescer, ela precisa ser regada todos os dias. E um dia eu vi uma fala de uma psicóloga, eu achei aquilo tão interessante que ela diz o seguinte: "Você sabe por que pros outros você os trata com muita delicadeza e pros de dentro da sua casa você os trata mal? Porque você tem a falsa sensação de que aqueles dentro da sua casa você já conquistou, porque você não precisa fazer mais nada. E isso é a pior e maior falácia que nós temos. A conquista ela é diária. Quem aos outros de fora arruma toda a casa com todos os pratos chiques e aos de dentro não faz isso, tá errado. E eu não tô falando aqui somente no sentido literal. Ah, Jitor tá falando para mim que a partir de amanhã eu tenho que servir sempre a mesa bonita lá em casa. Não é isso que eu estou querendo dizer no sentido literal. É bom, é importante de cultivar também isso, mas no sentido mais profundo de entender porque que as suas virtudes e o seu lado de luz você fornece aos estranhos e as suas sombras você deposita no seu filho, no seu cônjuge, na sua família. Por quê? Por quê? Deveríamos a todo momento estar a todos fornecendo a nossa luz e as nossas sombras cuidando delas. Então, quando a gente pensa no papel da família, na construção da nossa felicidade, é importante que a gente entenda o seguinte, que saibamos reconhecer que o papel fundamental que a família possui na nossa vida é de oportunidade, de desenvolvimento, de expansão, de amor. A família é um núcleo aonde é possível nós nos conhecermos e amarmos mais uns aos outros. Esse é o principal objetivo da família, é de através dessa união que foi feita por necessidade reconhecer as virtudes, as qualidades e também os defeitos e ir lapidando dia após dia. E hoje sua família começa assim, depois ela vai aumentando, vai aumentando e vai aumentando. for uma família verdadeira. Quantos que desenvolvem relações biológicas, t filhos, aí esses filhos somem e aquela relação se desfaz. Uma verdadeira família é que nem uma pétala que se abre para várias ramificações,

a verdadeira. Quantos que desenvolvem relações biológicas, t filhos, aí esses filhos somem e aquela relação se desfaz. Uma verdadeira família é que nem uma pétala que se abre para várias ramificações, mas mantendo o mesmo núcleo. O objetivo de nós aqui é para que no final nós sejamos uma única família, a família humanidade. que possamos então retribuir a ela, a família, todo bem e amor que nos faz e que sejamos para ela aquilo que Deus espera de nós. Nós temos um papel fundamental nessa construção. Somos uma de várias, mas há algo que a vida espera que nós entreguemos. E de novo, nós só seremos felizes, verdadeiramente felizes, quando nós, diante de tudo aquilo que podemos fazer, enxergarmos aquilo que a vida quer que a gente faça. Porque, de novo, uma coisa é fazer o que se quer fazer. É fácil que você quer fazer. E outra coisa é você fazer aquilo que você precisa fazer. E geralmente requer trabalho, é difícil, é desconfortável, te incomoda, mas é uma oportunidade de sairmos daqui e virmos para cá, em suma, de expandirmos o nosso amor. Obrigado pela oportunidade. Espero que essas reflexões tenham sido válidas e que possamos sair daqui com a seguinte pergunta: Hoje o meu coração, ao contrair e expandir, ele busca realmente essa expansão? Ele busca realmente colocar cada vez mais pessoas dentro dele? Ele busca, na medida do viver, aumentar a família daquele que nós prezamos? ou ele está fechado e apenas bate. É uma boa reflexão. Obrigado a todos. Uma excelente semana, uma feliz Páscoa. Que possamos nesse momento, é verdade, é Páscoa, utilizarmos da ressurreição de Cristo, da oportunidade na no ato simbólico de que embora ninguém possa voltar atrás e fazer o novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer o novo fim. nessa oportunidade de luz, de renascença, de abrirmos mão dos nossos defeitos e trazermos então esse espírito da Páscoa, que é o espírito de ascensão ao espiritual, da ascensão, de trazer à tona a luz e que convenhamos. Há momento tão bom quanto a Páscoa para cultivarmos a família com

rmos então esse espírito da Páscoa, que é o espírito de ascensão ao espiritual, da ascensão, de trazer à tona a luz e que convenhamos. Há momento tão bom quanto a Páscoa para cultivarmos a família com chocolate, com boas risadas, com boas reflexões? que possamos nesse momento de Páscoa trazer à tona a luz de cada um de nós dentro dos nossos familiares. Obrigado e uma boa noite a todos. Bem, nós só temos agradecer ao nosso irmão João pela palestra, né? Eh, e lembrar, né, que a doutrina espírita ela vem trazer para nós também uma informação muito importante, que é na família que nós temos as nossas maiores oportunidades de evolução. E uma coisa muito interessante também, se a gente não ama nem aqueles que saíram, né, do nosso próprio ventre, do nosso próprio ser, como é que nós vamos amar toda a humanidade como a família que Jesus desenhou para todos nós, né? Quando ele falou, "Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos?", ele chegou no ápice do amor. Então, um amor que não tinha egoísmo nenhum. Mas e nós? Será que nós conseguimos fazer aquele que está do nosso lado, aquele que é da nossa própria carne, né? Amá-lo, cuidar, ter paciência, né? Então, é um convite, a doutrina espírita nos nos faz esse convite para que nós busquemos na nossa família a nossa maior redenção, porque em verdade é a primeira escola, é o primeiro canto onde esse amor vai se desenvolver até um dia se tornar esse amor universal, né? O amor por toda a humanidade que Jesus tem e teve por nós quando, como ele bem demonstrou. Bem, meus irmãos, então é isso. Vamos então à nossa prece. Agradecemos mais uma vez ao João pelas ótimas reflexões. Vamos então agradecer a Jesus, né, pela família, pelas oportunidades, por todo o amor, por todo o carinho com o qual ele cuida de cada um de nós. Mestre amado e Senhor nosso, mais uma vez estamos aqui reunidos em Teu nome, Senhor, buscando air, Senhor, essas luzes que nos libertam, que nos transformam. Que possamos, Senhor, levar a cada ente da nossa família todo o nosso amor, todo

vez estamos aqui reunidos em Teu nome, Senhor, buscando air, Senhor, essas luzes que nos libertam, que nos transformam. Que possamos, Senhor, levar a cada ente da nossa família todo o nosso amor, todo o nosso carinho, que possamos ser o melhor que pudermos, Senhor, a cada dia. Muito obrigado, Senhor, pela família que o Senhor nos concedeu, pelos nossos pais que nos deram a oportunidade da vida, pelos nossos filhos que nos dão a oportunidade de aprender o verdadeiro amor. Muito obrigado, Senhor, por tanta proteção, tanto carinho, tanta bondade para conosco. Que possamos sair daqui da noite de hoje cada dia mais animados em amar, em buscar a cada um que está ao nosso redor e levar todo nosso amor, nosso carinho, nosso cuidado, nossa proteção. Que a tua paz e a tua luz nos guarde e nos ampare hoje, agora e sempre. Que assim seja. Uma feliz Páscoa a todos desde já, né? E então convido os nossos irmãos médiuns paraa nossa momento de passe, tá? Muito obrigado a todos. Uma ótima noite, feri Prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciamos agora o passe e o tratamento. Vamos acalmar nossas mentes, encher nossos corações de vibrações amorosas, elevando nosso pensamento a Jesus, nosso mestre de amor. Sinta a sua presença irradiando luz, amor, paz e a cura que tanto necessitamos. Jesus amado, neste momento, rogamos a tua proteção, a tua misericórdia e as tuas bênçãos a todos que dela necessitam. os sofridos e abandonados, os desesperados, os aflitos, os doentes que estão nos hospitais ou em casa, os profissionais de saúde que se dedicam de outurnamente ao cuidado dos pacientes e a todos os que estão nas listas de tratamento das casas espíritas, aos lares e famílias que sofrem com a partida de seus familiares e aos que partem, rogamos proteção, amparo e tratamento pro mundo espiritual. para que possa entender a sua atual condição. Que as energias curadoras de Jesus e seus auxiliares cheguem a cada um, envolvendo em paz, acalentando, trazendo o alívio, a cura. Pedimos agora a fluidificação das águas

ntender a sua atual condição. Que as energias curadoras de Jesus e seus auxiliares cheguem a cada um, envolvendo em paz, acalentando, trazendo o alívio, a cura. Pedimos agora a fluidificação das águas apresentadas, que cada molécula seja portadora das benéces bemfazas que possam contribuir para o restabelecimento e equilíbrio de que tanto precisamos. Façamos a nossa prece íntima. Assim, envolvidos nessas boas vibrações, fortalecidos na fé, pedimos ainda bênção para a humanidade, para que cada dia Jesus esteja nos corações de todos, trazendo amor, esperança e paz. Encerramos nossos trabalhos dessa noite com imensa gratidão. Obrigada, Pai.

Vídeos relacionados