Humildade e desapego: caminhos para a evolução espiritual, com João Victor Borges de Assis

TV Goiás Espírita 28/04/2025 (há 11 meses) 55:45 13 visualizações

Palestra: Humildade e desapego: caminhos para a evolução espiritual, com João Victor Borges de Assis 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184

Transcrição

Boa noite, Noite, queridos irmãos. Sejam todos bem-vindos a mais um estudo do Evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Que a paz de Jesus estejam conosco nos nossos corações, nos envolvendo. Convido a todos para nesse momento deixar as nossas preocupações, os nossos pensamentos e nos atentar a esse momento que é tão especial para nós. Nós gostaríamos de iniciar lembrando os nossos avisos de que nós estamos com uma série de cursos profissionalizantes em andamento, alguns deles para ser iniciados, muitos ainda com vagas. São cursos gratuitos de parcerias do Lar de Jesus, da oficina Allan Kardec, com algumas instituições e tem por objetivo capacitar trabalhadores jovens para adentrarem o mercado de trabalho mais competitivos. Então, essas informações nós encontramos no site da do Lar de Jesus e através dos nossos telefone da secretaria. Então, agora aquiietando os nossos pensamentos, nós vamos fazer a nossa prece para iniciarmos então a nossa palestra da noite. Convido a todos a serenar os corações, os pensamentos. trazer a figura amorosa de Jesus a nos envolver, rogando ao nosso mestre que esteja conosco nesse momento através dos seus benfeitores espirituais, derramando sobre nós as bênçãos da paz, da serenidade, que são capazes de nos equilibrar, de nos transformar em pessoas melhores, de sermos representante antes dos ensinamentos do mestre. Obrigado, Senhor, por mais essa oportunidade que se renova para nós. Te agradecemos, Senhor, por tantos recursos que temos recebido da vossa bondade e misericórdia, dos teus ensinamentos. Agradecemos a doutrina espírita com seus ensinamentos que são capazes de nos guiar, são faróis na nossa vida. E por tudo, Senhor, nós te agradecemos por esse espaço, esse lar de Jesus que nos acolhe, que nos recebe com tanto amor e carinho por cada um dos trabalhadores voluntários. pela equipe espiritual que coordena esses trabalhos. Por tudo, Senhor, nós te agradecemos nessa noite e pedimos, Senhor, que preenche os nossos corações com o vosso

a um dos trabalhadores voluntários. pela equipe espiritual que coordena esses trabalhos. Por tudo, Senhor, nós te agradecemos nessa noite e pedimos, Senhor, que preenche os nossos corações com o vosso amor, derramando sobre nós essas bênçãos e que nós possamos, Senhor, durante toda essa semana que se inicia hoje, nos lembrarmos dos teus ensinamentos que aqui vamos ouvir. E com a oração que o Senhor nos ensinou, nós pedimos permissão para iniciarmos o nosso trabalho dessa noite. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia da hoje, Senhor. Perdoe as nossas ofensas, nos ensinando a perdoar aos nossos irmãozinhos que ainda não nos amam. E não nos deixes cair nas tentações do mundo, mas livra-nos, Senhor, de todo mal e de toda perturbação. Porque vosso é o reino, o poder e a glória para hoje e sempre. Que a tua doce paz esteja nos nossos corações. Que assim seja. Eu vou então convidar o nosso palestrante da noite, já é muito querido nosso do Lar de Jesus, o João Vittor. O João Vittor é um jovem de Jataí que está em Goiânia a estudos e como ele é um trabalhador incansável, enquanto ele estuda, ele trabalha. E hoje ele vai falar para nós sobre humildade e desapego. Seja bem-vindo, ótima noite. Eu espero de coração que todos vocês estejam bem. Eh, uma alegria muito grande estar aqui nessa casa com vocês, que tanto nos acolhe, que tanto nos ensina, que tanto nos oferece oportunidade. Do fundo do meu coração, muito obrigado. É uma alegria estar aqui com vocês e eu espero que possamos nesse momento aqui que nos é fornecido, fazer excelentes reflexões, fazer uma autoanálise e sair daqui melhor do que entramos, buscando ser versões melhores do que nós mesmos, né? Obrigado de coração mesmo. Costumo sempre iniciar as palestras dizendo a vocês que faço a reflexão inicial de refletir sobre cada dificuldade que vocês já venceram na vida. Muitos de nós chegamos até aqui buscando

oração mesmo. Costumo sempre iniciar as palestras dizendo a vocês que faço a reflexão inicial de refletir sobre cada dificuldade que vocês já venceram na vida. Muitos de nós chegamos até aqui buscando consolo. O nosso coração nos aperta, a nossa alma grita e muit das vezes não sabemos qual caminho seguir. Quantas vezes queremos chorar e ter alguém que nos compreenda? Quantas vezes buscamos em todas as alternativas possíveis uma luz para aquela escuridão que nós estamos inseridos? E quando nós constatamos isso, nós vamos observar que, apesar dos desafios, apesar das dores, apesar de serem realmente tremendas dificuldades, nenhuma delas durou para sempre. E tudo passa. As lições ficam, nós expandimos o nosso amor e caminhamos naquilo em que Jesus nos disse que seria o maior mandamento, amando a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a nós mesmos. O tema de hoje é um desafio e eu peço a Deus para que eu tenha o coração aberto para que façamos todos juntos uma conexão de corações e possamos ser instrumentos da paz dele. É um assunto muito delicado. Fala-se muito de desapego, fala-se muito de humildade. E será que nós praticamos esses assuntos? Será que mais do que a teoria por trás temos vivido ou tentado viver esses dois aspectos que são importantíssimos? O título dessa palestra, muito bem lapidado, resume para nós o seguinte: a humildade e o desapego, os caminhos para evolução. Quando se fala em evoluir, é impossível não falar de evolução e a ela está atrelado o desapego e a humildade. E é isso que eu convido a cada um de vocês, para que juntos possamos fazer essa análise, para que juntos possamos fazer essa reflexão. Vamos devagar. Primeiro vamos refletir um pouco a respeito de evolução espiritual. Falamos muito de evolução, não é mesmo? E aqui eu quero fazer uma indagação. Queremos realmente evoluir espiritualmente de todas as nossas preocupações, buscamos realmente evoluir? Evoluir requer mudança, requer abrir mão, requer fazer diferente. Nós realmente estamos buscando fazer isso na

ente evoluir espiritualmente de todas as nossas preocupações, buscamos realmente evoluir? Evoluir requer mudança, requer abrir mão, requer fazer diferente. Nós realmente estamos buscando fazer isso na nossa rotina que se repete todos os dias em um acordar, em um alimentar e no dormir. Dentro dessa rotina, buscamos mudar os nossos pensamentos, as nossas ações, perdoando mais, amando mais. fazemos isso. Faça uma autoanálise. Se a resposta for não, nós não estamos evoluindo. Se estamos estagnados na maneira de pensar, se estamos estagnados na maneira de amar, nós não evoluímos. Estamos parados, estamos estagnados. E a vida pede a nós constante renovação. E eu forço essa pergunta aqui mais uma vez, realmente estamos dispostos a isso? No dia a dia, como meta, buscamos realmente evoluir espiritualmente falando. Não tô falando de evolução material em buscar mais bens, mais conforto, mais prazer, não. Não é isso. Até porque quando se propõe evoluir espiritualmente, pode até ser que os desafios materiais apareçam, em que talvez abrir mão de um conforto apareça, em que abrir mão de talvez um sábado que você tiraria para você e o convite da vida é te convidando para trabalhe para alguém. Tire um pouco do seu tempo, do seu conforto que você poderia passar na sua casa, que você tanto trabalhou para conquistar, mas vá a alguma entidade, trabalhe em prol de alguém, doe um pouco do seu tempo, doe daquilo que você realmente tem, porque aquilo que é nosso, nem nada de ninguém pode nos tirar. Casa, títulos, dinheiro, isso é passageiro, isso é material. O espiritual é eterno. Buscamos nesse espírito desenvolver. Tem um pensador indiano que eu gosto muito, que ele diz o seguinte: quando Deus é o meio e o mundo material, o conforto é o fim, você é materialista. Agora, quando o mundo é o meio, mas Deus é o fim, você é espiritualista. Ou seja, utilizamos desta oportunidade do nosso conforto, da nossa casa, dos nossos bens confiados momentaneamente a nós como canais de possibilidade de expandir a nossa

o fim, você é espiritualista. Ou seja, utilizamos desta oportunidade do nosso conforto, da nossa casa, dos nossos bens confiados momentaneamente a nós como canais de possibilidade de expandir a nossa compreensão de nós e do outro e de Deus. O Deus é o fim. E eu uso as coisas como caminho para chegar até ele. E convém a nós pensarmos um pouco sobre, porque a evolução nada mais é do que duas coisas. Primeiro, constatar e segundo expandir. É necessário. E constatar vem de aonde eu estou hoje. Porque fala-se muito de ame o próximo como a ti mesmo. Ame a Deus sobre todas as coisas. Ok? A constatação vem nesse mandamento aonde eu estou, até onde eu amo. Eu amo somente os meus familiares, eu amo somente aqueles que me tratam bem. Eu amo somente aqueles que concordam comigo e que me dizem as coisas que eu quero ouvir. Nós precisamos dessa constatação. Nós precisamos saber aonde nós estamos para que então possamos expandir e entender para onde nós vamos. O exemplo mais didático para entender isso daqui, pessoal, é um mapa. Se eu hoje estivesse perdida em direção a esse centro, lar de Jesus, e ligasse para algum de vocês me pedindo ajuda para vocês, pessoal, estou perdido, não estou conseguindo chegar no centro. Qual que era a primeira coisa que você me perguntaria, João, aonde você está? Muit das vezes nós queremos amar mais, nós queremos perdoar mais, nós queremos ser pessoas melhores, mas nós não temos a consciência de da onde nós estamos. É necessário, é necessário essa constatação. A nossa consciência, ela precisa perceber isso. O espírito, nós somos isso. Não é algo que tem que ser compreendido. Não se compreende, se constata. é através da sua vida, da sua experiência, você constatar a presença dessa parte que vive dentro de você. Esses dias, numa reflexão muito interessante, fui questionado se eu acreditava ou não em Deus. E é uma pergunta bem plausível. E a resposta foi não. E a pessoa olhou para mim assim: "Como assim?" E eu, Deus não é uma questão de crenças, é uma questão de

stionado se eu acreditava ou não em Deus. E é uma pergunta bem plausível. E a resposta foi não. E a pessoa olhou para mim assim: "Como assim?" E eu, Deus não é uma questão de crenças, é uma questão de constatação, não é uma questão de acreditar ou não. O fato de eu acreditar ou não nele não fará que ele deixa ou não de existir. Ele sempre estará lá. É uma questão de você percebê-lo dentro de você, dentro do outro, dentro de todas as coisas. Por isso Jesus disse, muitos têm olhos, mas não vem. Tem ouvidos, mas não ouvem. É nesse sentido. E aquele Mbappinho ali é um exemplo didático muito interessante, porque há vários caminhos para chegar no mesmo lugar, mas ali, se vocês observarem bem, tem um caminho que vai ser um pouco mais complicado, vai ter mais trânsito. E vocês acham que espiritualmente falando as coisas não são assim? Existem caminhos que realmente são mais fáceis, mais fáceis, perdão. E existem aqueles que são mais complicados, que vão levar mais tempo, que vão exigir mais, que nós vamos sofrer mais, mas no fim chegaremos àquele ponto. E eu tenho fé que chegaremos, sim. Então, nós precisamos disso. Nós precisamos constatar aonde nós estamos. E mais do que isso, nós precisamos saber aonde nós queremos ir. Por isso que evoluir é constatar. e expandir, ir em direção à aquele patamar. Hum. E não há como evoluirmos se não tiver transformação. Eu repito, não há evolução sem transformação. Se nós achamos que nós vamos evoluir mantendo a mesma linha de pensamento, mantendo as mesmas atitudes, mantendo as mesmas falas, esqueça, não há evolução sem transformação. Só que quando a palavra transformação vem até você, que emoções ela te causa? Que ideias ela traz à tona? Porque quando nós falamos a respeito de transformação, essa mudança tem uma frase dita há muito tempo que nos diz: "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Na natureza há o dinamismo. Nós temos a falsa sensação de que não, eu vou ficar parado, estático, mas há dentro de você algo que bombeia. Mesmo que você esteja

cria, nada se perde, tudo se transforma. Na natureza há o dinamismo. Nós temos a falsa sensação de que não, eu vou ficar parado, estático, mas há dentro de você algo que bombeia. Mesmo que você esteja em completo e absoluto repouso, há algo dentro de você sempre se movimentando, células se dividindo, uma cabeça, um cérebro pensando, cometendo sinapses e uma maravilha acontecendo dentro de um pequeno silêncio. Sempre somos frutos da transformação, sem exceção, constantemente somos transformados. Agora, a reflexão que fica para nós é, a natureza sempre está transformando e nós não queremos nos transformar. Por que nós estamos apegados com essa ideia? Porque nós não nos permitimos mudar. O simbolismo, por exemplo, da lagarta e da borboleta é excelente, porque hoje a nossa sociedade nos diz para caminharmos em qual direção? a direção do menor esforço, a direção da facilidade, do apego, da falsa segurança, do egoísmo e assim vai. Trabalho, esforço, dedicação. Abrir mão da vida material em prol de uma expansão daquilo que é eterno, pouco se fala sobre. Vocês não concordam? Vamos mais a fundo. Para que haja essa transformação, é necessário, no mínimo, no mínimo, um certo grau de desapego e humildade. Para que você se transforme, você precisa desapegar do seu eu passado. Precisa. E precisa ter a humildade de entender que essa transformação, ela é necessária e ela é importante. Imagine, por exemplo, aquela borboleta se ela estivesse apegada na sua consciência a ser sempre um lagarto e ela vira e fala assim: "Eu não vou passar por aquele processo ficar dentro de um casulo num silêncio, passar por dor de maneira alguma. Tá muito mais tranquilo aqui, ó, eu ficar aqui, ó, andando direitinho aqui que nem uma lagarta e pronto, acabou. Mas ela perderia a potencialidade de voar. Ela perderia a potencialidade daquilo que ela nasceu para ser. Quer ser uma borboleta? Todos nós aqui nascemos com a potencialidade de sermos humanos, de trazermos valores, virtude e sabedoria ao mundo. Só que quantos de nós abraçamos

ilo que ela nasceu para ser. Quer ser uma borboleta? Todos nós aqui nascemos com a potencialidade de sermos humanos, de trazermos valores, virtude e sabedoria ao mundo. Só que quantos de nós abraçamos aquela metamorfose e passamos por esse processo de realmente trazer o nosso lado humano à tona? Quantos de nós ainda estamos como largatas no mundo e morreremos largata? sem nos acolhermos nesse momento necessário de evolução, de introspecção, de dor. Dor é inevitável. É inevitável. Faz parte da vida. Convém nós pensarmos um pouco sobre. Então, se não tem como eu evoluir sem eu transformar e para que eu me transforme, eu preciso de, no mínimo, um certo grau de desapego e de humildade. Vamos aqui juntos aprofundar um pouquinho mais sobre essas duas palavras: desapego e humildade. Quando nós falamos a respeito da palavra desapego, a analogia mais simples é abrir mão. E eu adoro aquela imagem de correntes que se desfazem em pássaros que voam. Ruben Alves tem uma fala muito interessante que diz sobre as gaiolas, que nós mesmos construímos as nossas gaiolas e nós nos aprisionamos lá. E as nossas gaiolas são o quê? as nossas falsas seguranças, a nossa zona de conforto e nós nos aprisionamos nela e preferimos ficar nela. Por quê? Sair do desconhecido, abrir mão daquilo que acha que se sabe, fazer algo diferente exige esforço, exige trabalho e isso mexe com a gente. Algo dentro de nós quer aquele conforto, quer ter o controle das coisas, quer saber sobre tudo, não permite a possibilidade de entender que nada se sabe e que está aqui sempre aprendendo. E ficamos literalmente acorrentados, acorrent acorrentados num tipo de pensamento, acorrentados num ciclo social. E isso gera uma estagnação, isso gera um desconforto, isso gera uma repressão interna. Imagine de novo, uma alma que nasceu para expandir e para conectar corações, ela se fecha. Ela se fecha. Essa semana eu tive a oportunidade de fazer uma reflexão com a minha amiga de uma passagem que eu vi que eu achei muito interessante e que reflete

e para conectar corações, ela se fecha. Ela se fecha. Essa semana eu tive a oportunidade de fazer uma reflexão com a minha amiga de uma passagem que eu vi que eu achei muito interessante e que reflete muito sobre essa ideia que falava a respeito de uma vela de Natal. Havia um cidadão que ganhou uma vela de Natal totalmente enfeitada. Imagine aquela vela de Natal totalmente enfeitada. E ele muito feliz com aquele presente pega aquela vela e guarda ela. Meu Deus, eu não vou acender essa vela. Olha, olha os detalhes dela. Olha como que ela é bonita. Olha toda isso aqui. Meu Deus do céu. Vou deixar ela guardadinha. Sabe o que aconteceu com essa vela? Ela virou pó e se desfez. Ela veio ao mundo para ser vela e morreu sem ser. Ela era bela realmente, mas ela veio ao mundo para ser vela, para dar luz. Quantos de nós talvez não estamos sendo dessa forma? Não, deixa eu deixar aqui guardadinho dessa forma. O apego não é dessa forma que não. Meu Deus do céu, não posso ligar uma vela dessa, não posso acender uma vela dessa. É a mesma ideia da largarta que nasceu pra borboleta e alguém vai lá e abre o casulo dela. Não, coitadinha, vai passar por muita dor. Não vou fazer, não vou, vou aqui tentar eh fazer com que ela não sofra. Aqui a gente poderia, por exemplo, fazer uma analogia para os nossos relacionamentos, pais e filhos e etc. E aqui vem a nós se a evolução nada mais do que é a constatação e a expansão, precisamos nos fazer essa pergunta: o que tem prendido a minha evolução? Só que é importante que a gente faça essa pergunta depois de termos feito a primeira pergunta, que é: "Eu quero evoluir? Eu tenho buscado evoluir realmente?" Porque se nós não queremos evoluir, fazer essa pergunta do que tem prendido a nossa evolução não faz nenhum sentido, não faz nenhum esforço. Você já viu quando, por exemplo, você conversa com uma pessoa sobre um determinado assunto e aquela pessoa não tem interesse sobre aquele assunto? Ela não vai dar atenção? Ela não vai desprender energia, ela não vai pensar sobre

plo, você conversa com uma pessoa sobre um determinado assunto e aquela pessoa não tem interesse sobre aquele assunto? Ela não vai dar atenção? Ela não vai desprender energia, ela não vai pensar sobre aquilo. Por quê? O interesse, o foco dela não está naquilo. Como nós vamos falar sobre o que prende a nossa evolução espiritual se nós não buscamos evoluir espiritualmente falando. Entendem? Aqui tem uma passagem que remete muito essa ideia, que uma vez chegaram para Sócrates e falaram para ele assim: "Sócrates, você é tão bom em extrair o melhor das outras pessoas. Por que a gente não faz o seguinte? Vamos pegar os 12 tiranos de Atenas, amarrar eles dentro de uma sala junto com você e você vai fazer a transformação neles". Sócrates ficou espantado. Dizem que ele foi, coçou a cabeça sim e disse: "Bom, a minha mãe Fenaretes é uma excelente parteira, mas ela jamais conseguiria dar a luz a uma mulher que não estivesse grávida. A mesma coisa sou eu." Sensacional. Sensacional. Do que adianta nós? o que tem prendido a minha evolução se nós não estivermos grávidos dessas ideias, grávidos deste questionamento de busca interior, de a partir do momento em que nós já esgotamos todas as possibilidades da matéria, o confortável já não está mais confortável, a busca material já não nos satisfaz, o que a sociedade diz que a felicidade, nós não estamos felizes e nós vamos esgotando, esgotando, esgotando e a nossa alma grita por algo mais profundo, por algo mais verdadeiro, por algo que seja eterno. Aí essa pergunta a nós é válida. E um bom exercício para ela é fazermos esse questionamento. Quem sou eu? É um excelente exercício e eu vou te falar, isso daqui tira o sono. Quem sou eu? Se quando você se faz essa pergunta, você sente tristeza, é porque sua consciência tá apegada à suas emoções. Se quando você faz essa pergunta, você sente cansaço, é porque a sua consciência está apegada ao seu campo energético. Se você faz essa pergunta e você sente dor, é porque a sua consciência está apegada a teu veículo

az essa pergunta, você sente cansaço, é porque a sua consciência está apegada ao seu campo energético. Se você faz essa pergunta e você sente dor, é porque a sua consciência está apegada a teu veículo físico. Se você faz essa pergunta e você começa a pensar muito sobre ela e a desencadear um monte de outras perguntas, é porque a sua consciência está vinculada à tua mente. E nós não somos nem o nosso corpo, nem a nossa mente, nem as nossas emoções e muito menos a nossa energia. Nós somos o espírito que tá acima disso. Se você faz essa pergunta e parece um silêncio, a voz do silêncio, você constata a presença de algo que sempre esteve ali a perceber as coisas, a sentir as coisas, mas não sendo as coisas. profunda, eu sei, mas é uma constatação muito interessante. Vou instigar mais um pouco. Se o apego nada mais nada menos do que a manifestação do egoísmo, que de acordo com o evangelho, a origem de todos os vícios, de todos os males, é o egoísmo. pensar somente em si, achar que as coisas nutrem a partir de você. É o principal mal de todos nós. É achar que aquilo que acontece com o outro não nos afeta, que aquilo de ruim que acontece com o outro pode nos beneficiar. E isso é o maior erro. Somos todos uma irmandade, todo mundo conectado. Enquanto um ser humano sofrer, toda a humanidade sofrerá. Estamos conectados, fazemos parte dessa família, nós vendo ou não. E a vem a nós pensarmos se o ego ele é movido pelo desejo, pelo medo, buscando sempre controle, aprovação, segurança, ele manifesta-se sutilmente de algumas formas. Joana de Angeles em Despertar da Consciência nos traz aqui esses exemplos que eu fiz questão de colocar para nós. O ego, esse pequeno eu, essa sombra que vive dentro de nós, ela se manifesta de uma maneira muito sutil e nós às vezes nem percebemos inconscientes. Por isso da necessidade de constatar, de observar e falar: "Opa, alerta! Isso não é amor". De que forma? Muitas vezes ele se manifesta naquele apego disfarçado de amor. Eu amo você, mas se você não me

Por isso da necessidade de constatar, de observar e falar: "Opa, alerta! Isso não é amor". De que forma? Muitas vezes ele se manifesta naquele apego disfarçado de amor. Eu amo você, mas se você não me amar de volta, se você não fizer o que eu espero que você faça, se você não cumprir com as minhas expectativas, opa, isso não é amor, isso é apego disfarçado de amor, porque o amor por si só é genuíno e não exige nada. Além disso, aquele medo disfarçado de zelo, isso aqui é muito comum, por exemplo, nas relações pais e filhos, né? Eu cuido de você. Isso aqui é um zelo, é um carinho excessivo ali, porque eu tenho todo um cuidado. Não é medo. Medo de que ele cresça mais do que você, medo de que ele você constate de que ele não precisa de você, de que vocês são seres independentes. Entenda isso é difícil. constatação. É difícil abrir mão, mas ele veio de mim. Sim, ele veio de você, tudo bem, mas ele não é você. Ele pode ter vindo através de você, mas não da mesma origem. São coisas diferentes, corpos separados diferentes, cabeças pensantes diferentes e tudo mais, mas nós nos apegamos nisso. Ah, eu produzi isso no meu trabalho, isso aqui é meu, veio de mim, não veio através de você. Ouso dizer tudo que a gente tá refletindo aqui, se não tivessem passado todos esses pensadores, essas pessoas que se dedicaram a reflexão, será que nós conseguiros pensar o que é que essa galera pensou? Tem uma frase que diz assim: Sócrates disse: "Só sei que nada sei." Eu complemento: "Eu só sei que nada sei porque Sócrates disse. Se ele não tivesse dito, eu acho que eu não teria chegado essa conclusão, não." Entendem? E muit das vezes temos esse tipo de apego. Que mais? O orgulho disfarçado de empolgação. Eu estou muito empolgada em determinado assunto, mas se ele não for conforme eu quero, se não seguir nas maneiras como eu espero que ele siga, e ele tá ali se manifestando. E nós achamos que nós estamos sendo empolgados, zelosos, amorosos e na verdade não estamos sendo carência disfarçada de conexão.

nas maneiras como eu espero que ele siga, e ele tá ali se manifestando. E nós achamos que nós estamos sendo empolgados, zelosos, amorosos e na verdade não estamos sendo carência disfarçada de conexão. Isso aqui eu vou te falar em relacionamento, meu Deus do céu. Buscamos o outro não como um fim, mas como um meio. Em tudo aquilo que eu não faço para mim, eu busco que o outro faça para mim. Em tudo aquilo que eu não tenho capacidade de fazer para mim, eu busco que o outro faça. E aí gera aquela dependência emocional difícil de lidar e que é uma carência que aparece disfarçada de uma conexão que não é genuína. Aí você talvez esteja se perguntando: "E como diferenciar isso? Simples. O ego age através de desejo. Você faz esperando algo em troca. Tcharã! Aí está o ego. E quando é a alma, você faz sem esperar nada em troca, nada. Faz porque tem que fazer genuinamente. Tcharã. É a tua alma que age, é o teu espírito que age, sem esperar nada em troca. Aí tá. Fazemos então aquela pergunta: o que tem prendido a minha evolução? Aqui eu quero trazer situações do cotidiano para que você se confronte e veja o que tem prendido a minha evolução, aonde está o meu apego, aonde estão as minhas raízes, as minhas correntes. Vou descrever aqui algumas situações. Veja com qual ou quais você se identifica. Eu diria que eu todas, mas vamos lá. A primeira, apego às pessoas, medo excessivo de perder alguém, necessidade constante de atenção, ciúmes, dependência social, relações marcadas sempre por ansiedade, sofrimento na ausência de das pessoas, um sentimento de vazio, é aquelas relações marcadas pelo pisar nos ovos. é angustiante, é dolorido. Ai, se o outro fizer isso, mas isso aqui, não sei. Em vez de ser algo que expanda o nosso amor, em vez de ser algo que traga leveza para nós, está justamente fazendo o contrário. Isso é um claro sinal de apego às pessoas, não permitindo que elas sejam o que são, que elas sigam o caminho delas. Aí a gente tem muito aquela ideia de virar e falar assim: "Ah, então o desapego é nós fazermos

claro sinal de apego às pessoas, não permitindo que elas sejam o que são, que elas sigam o caminho delas. Aí a gente tem muito aquela ideia de virar e falar assim: "Ah, então o desapego é nós fazermos qualquer coisa, não termos ali atenção, carinho, cuidado e deixa a vida tocar." Não. Passividade de forma alguma maneira de evitar problemas. Pelo contrário, é uma maneira de intensificá-los. Ué, mas então o que que seria esse desapego que tanto se fala? é servir sem pedir. Quando você serve sem pedir nada em troca, parabéns, você entendeu que é desapego. Agora, se você faz querendo algo em troca, você está apegado. Se você nutre a companhia de um familiar, de um amigo, esperando que ele retribua, você está apegado. você não vê ele como um fim, mas vê como um meio para satisfazer os seus desejos. E isso é muito difícil. Além disso, apego a bens materiais, esse aqui também é bem complicado, que é a necessidade de acumular coisas, sempre querendo ter mais. Sofrimento ao perder objetos, dificuldade em doar, segurança quando tem ou compra algo. Então, por exemplo, já viram aquelas pessoas que dizem assim: "Nossa, minha vida tá uma maravilha". Sério? Por quê? Ah, eu comprei a casa que eu queria, o carro que eu queria, viajei para onde eu queria. Eita! Eita! Então, quer dizer que se ela não tiver essas coisas, a vida dela vai estar uma instabilidade total, apego a bens materiais. E eu repito, repito, não sejamos extremistas a ponto de dizer o seguinte: "Ah, então quer dizer que uma pessoa humilde, uma pessoa desapegada, é aquela que não tem bens materiais?" Não necessariamente. Porque o fato de você talvez não ter bens materiais não signifique que você seja uma pessoa humilde e desapegada. Talvez significa que você não tenha capacidade de conquistá-los. Uai, mas então o que que seria isso? Seria que quando a vida te confia um bem, naquele momento em que você tem naquela confiança, você utiliza aquele bem como meio para serviço. Tem um carro, que legal, esse carro promove alegria para as pessoas, promove alegria

e confia um bem, naquele momento em que você tem naquela confiança, você utiliza aquele bem como meio para serviço. Tem um carro, que legal, esse carro promove alegria para as pessoas, promove alegria paraos seus familiares, um final de semana diferente. Tem casa na sua casa? É conforto para aqueles que chegam? As pessoas saem de lá com a consciência mais elevada. Elas entram tristes, mas saem de lá alegres. Promove união, promove fraternidade. Do que adianta ter uma construção enorme se poucas pessoas estão lá? Se pouca união é feita. Hoje a gente entra nas redes sociais, as pessoas querem ter conforto para se isolarem e ficarem ali reclusas e não terem nenhuma relação verdadeira. É um apego. Apego a status e imagem social, preocupação com aparência, com títulos, reconhecimento, a necessidade de aprovação, medo quando alguém te julga, sofrimento diante de crítica. Isso aqui é bem difícil, principalmente no meio de trabalho, né? no mercado de trabalho, quando nós, apegados demais à nossa persona, não aceitamos ouvir e aprender com alguém, não entendemos que aquele que talvez seja o nosso subordinado, ele possa estar trazendo uma lição que nós não saibamos. E eu ouso em dizer, eu sou professor, as maiores vezes que eu mais aprendi foi nas vezes em que um aluno dialogava comigo, em que ele perguntava e eu olhava para ele assim, eu falava: "Meu Deus do céu, nunca tinha pensado nisso". E eu ainda falava, gente, eu sou professor ainda, porque eu tô saindo dessa aula aprendendo muito mais e nós precisamos dessa constatação. Trabalho numa empresa, sou o líder, preciso administrar as pessoas. Um bom líder é aquele que sabe reconhecer os pontos altos e baixos dos seus colaboradores. Mas para que ele consiga ter essa visão de reconhecer o ponto alto e o ponto baixo, ele precisa reconhecer os pontos altos e baixos de si próprio, porque eu não vou conseguir enxergar no outro aquilo que eu não vejo em mim. E para isso eu preciso de desapego, porque se eu tô apegado falando que eu

conhecer os pontos altos e baixos de si próprio, porque eu não vou conseguir enxergar no outro aquilo que eu não vejo em mim. E para isso eu preciso de desapego, porque se eu tô apegado falando que eu sou o melhor, que eu sei de tudo, que eu sou especialista e não sei mais o quê, como que eu vou conseguir ver os defeitos que eu então carrego? Apego a ideias e crenças, rigidez de pensamento, intolerância ao novo, medo de mudar de opinião e de aceitar novas perspectivas. Ah, porque se não for feito dessa forma, eu não aceito. Ah, se alguém é de tal crença, não quero nem ouvir tal livro, faço mínima questão de ler. Ah, aquilo lá não quero nem ler, não vejo, não escuto. Por quê? Por quê? Isso gera uma intolerância e uma rigidez e um fechar que a vida por si só não é assim. Ao passado, né? As memórias. Isso aqui é muito comum, principalmente quando a gente vai envelhecendo e não vai se renovando. Isso aqui é bem comum de acontecer. A nostalgia excessiva, dificuldade em aceitar o presente e a idealização do passado. Viver dizendo: "Se eu tivesse feito isso ou naquela época era bem melhor". Por quê? E agora não tá sendo não. Você não pode fazer com que seja. A vida sempre se renova, ela sempre muda de uma outra perspectiva, em um outro patamar. Por que não abrir mão e tentar enxergar um novo, ver as coisas de uma maneira diferente? É estar aberto para isso. Por que não? Ah, porque eu não acredito, não convém. Tudo bem, é o que te prende e a tua limitação. E constatar isso é essencial. Dizem que nós somos, em última instância o último degrau que a nossa consciência conseguiu chegar de tudo que a vida foi nos oferecendo de oportunidades para Vamos fazer um teste, estamos no mundo de provas, certo? A vida vem e fala: "Será que ele consegue desapegar da casa dele?" Vamos ver. Opa, desapeguei. Próximo. Será que ele consegue desapegar talvez dos filhos? Será que ele consegue desapegar dos títulos? A vida vem e ela vem cada vez mais exigindo cada vez mais e ela para aonde você através do seu livre arbítrio fala:

e consegue desapegar talvez dos filhos? Será que ele consegue desapegar dos títulos? A vida vem e ela vem cada vez mais exigindo cada vez mais e ela para aonde você através do seu livre arbítrio fala: "Aqui é o meu limite, não consigo mais". Mas isso gera angústia. Por quê? É como se a nossa borboleta interior quisesse sair e nós estamos lá falando: "Minha filha, fica quieta, não saia do casulo. Eu não quero que você saia. vai me causar muita dor. Eu vou precisar abrir mão do meu conforto. Eu vou precisar abrir mão das coisas que eu gosto. Uma vez eu vi uma frase que eu gostei muito que dizia o seguinte: "Sabe por que você não abandona seus defeitos? Por quê? Porque em última instância você gosta deles, porque eles te trazem um conforto, porque tirar a sua consciência daqui e trazê-la para cá exige trabalho. E isso é uma guerra interior que nós travamos dentro de nós e nós ficamos, pera aí, ser mais fraterno ou ficar no conforto? Amar mais ou manter as coisas que eu trabalhei a vida inteira para conquistar? Como é que Como é que funciona isso daqui? como que vai, até onde vai. Esse é o nosso limite e é importante que nós façamos essa autoanálise e pensemos aonde está o nosso limite e o apego ao controle, que em suma, poderemos resumir em todas elas ao controle, em querermos controlar as coisas, na tentativa de controlar as pessoas, de controlar os resultados, de controlar o futuro. É o estresse quando as coisas fogem do nosso planejado. É a dificuldade de lidar com imprevistos. Chico tem uma frase que eu gosto muito e que acalenta muito quando as coisas não saem como nós queremos. Ele diz assim: "A vida nem sempre segue o nosso querer, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser." e entender isso e guardar isso, mesmo que talvez a gente não entenda, mas ter fé e confiar nisso traz leveza para nós. A vida nem sempre segue nosso querer, graças a Deus que não segue, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser. É entender que aquilo que aconteceu, mesmo não sendo o que eu planejei, era

eza para nós. A vida nem sempre segue nosso querer, graças a Deus que não segue, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser. É entender que aquilo que aconteceu, mesmo não sendo o que eu planejei, era perfeito, era o necessário e era o importante para que eu então pudesse ir para um outro patamar. E por fim, porém não menos importante, para que possamos fazer tudo isso e termos o desapego, nós precisamos da humildade. E para mim, um dos símbolos mais importantes da humildade, estamos aí em momentos posteriores da Páscoa, em que na última ceia o mestre dos mestres limpa o pé dos seus discípulos. aquele que tinha o ápice, aquele que realmente tinha conquistado a evolução e a expansão espiritual no apogeu. O que ele fez? Lavou o pé daqueles que ele ensinava. Esse é um símbolo de humildade de uma forma que é sensacional, que é sensacional de pensar que aquele que realmente sabia de tudo, ele lavou os pés dos seus discípulos. Isso é muito interessante. E tem uma filósofa que eu gosto muito, contemporânea, depois dei uma pesquisada nela, adoro as palestras dela, a professora Luciena Galvão, em que ela tem um poema chamado A humildade e ela diz: "A humildade é a grandeza do grão". E eu achei essa definição tão bonita, mas tão bonita. Por quê? Quando nós falamos de humildade, geralmente nós temos aquela ideia de que, ah, nós temos que nos desvalorizar, é reconhecer a nossa pequenez. E às vezes nós não entendemos muito bem como que isso funciona. E quando a gente para para pensar na grandeza do grão, é entender o quê? grandeza. Dentro de cada um de nós, possuímos todas as qualidades em estado latente, todas que estão aguardando o nosso despertar, o nosso trabalho para que elas então floresçam. De novo, lembrem da imagem das correntes e os pássaros. O seu amor e hoje ele está na forma de correntes ou ele já virou pássaros? Sempre expandindo, sempre conquistando cada vez mais, sempre buscando fazer mais, não pensando em si. Mas pensando num outro e de pensar de um grão, porque

forma de correntes ou ele já virou pássaros? Sempre expandindo, sempre conquistando cada vez mais, sempre buscando fazer mais, não pensando em si. Mas pensando num outro e de pensar de um grão, porque somos realmente pequenos quando comparamos com todo Sócrates disse: "Só sei que nada sei". Para alguém dizer isso é porque ele vislumbrou o que ele sabia e ele viu desconhecido e ele comparou. Gente, eu sei isso e o que eu não sei é isso aqui. Opa, então pera aí, eu não sei de nada não. E é entender que essa situação ela se manifesta em qual sentido? O que eu faço é uma gota no oceano, mas sem essa gota o oceano seria menor. Não é se desvalorizar, é reconhecer a sua importância e reconhecer que você tem um papel fundamental na vida. No quebra-cabeça da vida, você é único e a vida te pede algo. Mas reconhecer que você é uma de várias peças, que só terá sentido completo quando todas as peças estiverem conectadas. Ser humilde se queres adquirir a sabedoria e ser mais humilde ainda quando tiveres adquirido. Dizem que a marca de um homem sábio é a sua humildade, que transparece através da sua leveza. Sequer a sabedoria, seja humilde e quando a conquistá-la, seja mais humilde ainda, porque a humildade é a base em que todas as virtudes florescem. Assim, fazendo uma conclusão, quando pensamos a respeito da humildade e do desapego como caminhos para a evolução espiritual, é importante que todos nós aqui pensemos juntos. Para que haja evolução, é necessário um mínimo grau de um desapego e de uma humildade. Para que você expanda, para que você constate e faça tudo que nós comentamos aqui, você precisa abrir mão. Abrir mão do seu antigo eu, abrir mão dos seus pensamentos para que o novo entre, para que a renovação se estabeleça e você se expanda. O primeiro passo é querer evoluir. Precisamos querer isso de corpo, de alma, de mente, realmente querer fazer isso. E o segundo passo é ter a consciência de que evoluir vai te exigir desapego e humildade. Obrigado pela oportunidade. Desejo a todos uma excelente semana e

alma, de mente, realmente querer fazer isso. E o segundo passo é ter a consciência de que evoluir vai te exigir desapego e humildade. Obrigado pela oportunidade. Desejo a todos uma excelente semana e que possamos sair daqui refletindo a respeito disso e que quando a vida bater na nossa porta, trazendo uma oportunidade de desapego e de aplicarmos a humildade, rogamos aos céus e peçamos coragem para que possamos cada vez mais sermos corajosos, sermos desapegados e sermos humildes. Boa noite a todos. Fiquem todos bem. Nós agradecemos o nosso irmão João Vitor por tão belas reflexões e a gente sempre lembrar, né? Nós possuímos essas virtudes porque nós somos criaturas divinas, somos herdeiros dessa centelha luminosa que nos criou. Então, nós vamos passar paraa segunda parte dos nossos trabalhos e vamos pedir pro Eitor nos lembrar desse convite especial que nós queremos passar para vocês, que no próximo domingo nós realizaremos aqui no Lar de Jesus o bazar beneficente para a campanha do dia das mães. Então, nós teremos aqui no nosso bazar peças feitas pelas voluntárias, belíssimas, cheias de amor, que são eh sugestões de presentes para as mães. Então, deixem para comprar o presentinho das mães aqui no nosso bazar no próximo domingo, a partir das 16 horas aqui no nosso pátio. Então, nesse momento, nós vamos ainda continuar conectados. Vamos nos preparar para nossa prece de trazendo ainda a figura amorosa de Jesus a nos envolver, serenando os nossos corações, lembrando de todas as reflexões, dessas lições maravilhosas da humildade. E vamos pedir a Jesus que derrame suas bênçãos sobre nós, que nos abençoe, Senhor, em todas as nossas necessidades. Que todas essas vibrações amorosas aqui derramadas sobre nós se estendam até os nossos lares, envolvendo os nossos familiares. que possa também, Senhor, expandir sobre a nossa comunidade, a nossa pátria do evangelho e o nosso planeta. E que nós possamos fazer diferença por onde nós passarmos e sermos reconhecidos como seus discípulos por muitos se

or, expandir sobre a nossa comunidade, a nossa pátria do evangelho e o nosso planeta. E que nós possamos fazer diferença por onde nós passarmos e sermos reconhecidos como seus discípulos por muitos se amarem, por espalharem bondade, paciência, tolerância. E assim, Senhor, nós te agradecemos por essa bela noite, esse banquete espiritual que aqui nós recebemos. Que a tua paz nos acompanhe, retorno aos nossos lares e que estejamos, Senhor, sempre lembrando dos teus ensinamentos e que a tua paz e fique conosco. Que assim seja. Convidamos a todos então a participar da segunda parte dos nossos trabalhos no passe e no tratamento espiritual. Queridos irmãos e irmãs, saibamos aproveitar este momento sagrado de conexão profunda com Deus, nosso Pai, onde buscamos confiantes a figura amorosa do nosso mestre Jesus, que em todos os momentos de nossa vida esteve e está conosco, nos dando luz, ouvindo nossas preces, nossas rogativas, mesmo quando nos encontramos tristes, pessimistas, sem confiança, lá está ele nos dizendo: Caminha, ande, você não está sozinho. Estarei contigo até os fins dos tempos. Assim, mestre e guia amoroso, te rogamos a tua luz, as suas energias salutares e curadoras, em benefício dos nossos queridos irmãos que estão em tratamento espiritual. que eles recebam neste momento essas energias de cura e de coragem para enfrentar com resignação e boa fé tudo aquilo que precisam para curar física e espiritualmente. Que estas bênçãos também se espalhem como pétalas de rosas e alcancem todos os nossos irmãos enfermos onde estiverem nos seus leitos de dores e sintam lenitivo para seus sofrimentos físicos e morais e que tenham a fé e a coragem como companheiros neste momento. Senhor, também te rogamos bênçãos e compaixão para todos os nossos irmãos desencarnados que ainda demoram na dor, no sofrimento, na inconsciência e incompreensão da sua condição de espírito imortal e ainda calendo no coração o ódio, a vingança, a revolta e a dúvida. Confiados em ti, Senhor Jesus, te

moram na dor, no sofrimento, na inconsciência e incompreensão da sua condição de espírito imortal e ainda calendo no coração o ódio, a vingança, a revolta e a dúvida. Confiados em ti, Senhor Jesus, te pedimos a fluidificação das nossas águas, que os teus mensageiros, nossos amigos espirituais, possam derramar sobre elas gotículas de luz, energias puras da saúde e que ao fizermos uso delas, nos sintamos curados, fortes e saudáveis. Neste momento, sentindo a presença do mestre através dos seus mensageiros, nossos amigos espirituais, vamos em silêncio interior orar, fazer a prece que Jesus nos ensinou. Profundamente agradecidos estamos a Jesus pela oportunidade bendita de orar em teu nome, a benefício de todos nós, de todos nossos irmãos que sofrem e também de agradecer por todas as benéces, todas as bênçãos de alegria e de felicidade que esparramam sempre sobre toda a humanidade. Que jamais possamos perder a fé, a confiança, a esperança e a gratidão em Deus, nosso Pai, que tudo vê e tudo sabe. Obrigada, Senhor, pela reencarnação, que é o caminho que nos leva ao burilamento das nossas imperfeições. Que saibamos aproveitar tudo o que nos acontece como aprendizado para nos tornarmos pessoas melhores. Sabemos que a dor visita a todos nós nesse atual momento da humanidade, mas tudo tem um objetivo que é o nosso crescimento. Devemos ter uma certeza, tudo passa. Tudo passa e que Jesus, nosso modelo e guia, já nos ensinou que amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Eis aí o caminho da felicidade. Paz em Jesus. Assim seja.

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