UM CONVITE À VIDA - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 25/01/2026 (há 2 meses) 1:04:20 1,427 visualizações

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Transcrição

Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Amigas, amigos, sejam todos muito bem-vindos aqui no nosso salão Dr. Bezerra de Menezes. E o Mário que estáamos rindo porque ele falou calor, né? Eu disse: "Não, eu tô com frio". Então é a sensação, né, de cada um e estão e tá tudo bem, né? Não tem problema nenhum. Então vamos começar com alegria, espertando um pouquinho, né? Nesse sábado aí que para uns tá calor, mas também tá mais fresquinho com essas chuvinhas que cai, uma hora cai, outra hora não cai, dá uma vontadezinha até de pegar num sono, né, Mar? Mas o nosso tema do Mário Augusto é um convite à vida. Então é um tema muito importante pra gente se preparar para captar bem a mensagem de Jesus que Mário vai nos trazer. Vamos ler uma mensagem do capítulo 132 do livro Ponte Viva. Tendo medo. É um comentário de Emmanuel ao que está escrito no Evangelho de Mateus, no capítulo 25, versículo 25, que diz: "E tendo medo, escondi na terra o teu talento." Na parábola dos talentos, o servo negligente atribui ao medo a causa do insucesso em que se infelicita. receber a mais reduzidas possibilidades de ganho, contar apenas com um talento e temer a lutar para valorizá-lo. Quanto aconteceu o servidor invigilante da narrativa evangélica, há muitas pessoas que se acusam pobres de recursos para transitar no mundo como desejariam e recolhem-se a ociosidade, alegando o medo da ação. Medo de trabalhar, medo de servir, medo de fazer amigos, medo de desapontar, medo de sofrer, medo da incompreensão, medo da alegria, medo da dor e alcançam o fim do corpo como sensitivas humanas, sem o mínimo esforço para enriquecer a existência. Na vida agarram-se ao medo da morte, na morte

medo da incompreensão, medo da alegria, medo da dor e alcançam o fim do corpo como sensitivas humanas, sem o mínimo esforço para enriquecer a existência. Na vida agarram-se ao medo da morte, na morte confessam o medo da vida. e a pretexto de serem menos favorecidos pelo destino, transformam-se gradativamente em campeões da inutilidade e da preguiça. Se recebeste, pois, mais rude tarefa no mundo, não te atemorizes à frente dos outros e faz dela o teu caminho de progresso e renovação. Por mais sombria seja a estrada que foste conduzido pelas circunstâncias, enriquece-a com a com a luz do teu esforço no bem, porque o medo não serviu como justificativa aceitável no acerto de contas entre o servo e o senhor. Então, com essa belíssima lição, vamos elevar o nosso pensamento ao nosso mestre querido, nosso mestre Jesus, esse amigo de todas as horas e mais particularmente nos sábados, no momento em que nos encontramos aqui sintonizando com o seu evangelho, com os seus enviados, emissários espirituais que aqui se encontram, que Jesus possa estar conosco nesse momento. trazendo a sua paz, o seu equilíbrio, o entendimento da sua palavra por meio do nosso querido Mário Augusto. Que possamos assimilar a mensagem da tarde, saindo daqui com mais esperança, alegria, conforto para as nossas dúvidas, as nossas tristezas, os nossos problemas. Que Deus e Jesus esteja conosco neste momento e que possamos sintonizar com a equipe espiritual que aqui já se encontra e em teu santo nome, Jesus, em nome do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, pedimos permissão para darmos por aberta a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Querido Mário, boa palestra. Olá, pessoal. Boa tarde. Com essa leitura e com essa preceu o meu calor, porque a fé é um instrumento em que a gente pode se fortalecer e sobretudo a fé é uma estratégia que nós temos para amenizar as nossas dores, os nossos processos e também equalizar. a temperatura das nossas emoções. Quero dar um boa tarde aqui para quem nos assiste no YouTube,

fé é uma estratégia que nós temos para amenizar as nossas dores, os nossos processos e também equalizar. a temperatura das nossas emoções. Quero dar um boa tarde aqui para quem nos assiste no YouTube, Iara lá de Contagens, Juliana, que nos acompanha aqui na comunhão, no episódios diários, no comunhão no lar, Cloves, Eloísio, lá de Goiânia e Eliana, que também é aqui da casa hoje. Especialmente também um abraço pra minha colega Cine, que tá aqui visitando Brasília, lá do Rio Grande do Norte, lá do movimento espírita Potiguá. e com muita alegria aqui ela veio me cumprimentar nesse comecinho. Eu ia propor uma rota que foi mudada em decorrência da leitura preparatória. O que tendes o que nós temos nessa data de hoje em relação ao nosso processo de planejamento reencarnatório que nós estamos observando da vida na qual nós estamos imersos. o que nós estamos fazendo com os talentos que nos são inatos. Porque todos nós temos inúmeros talentos. Lá no Evangelho de Mateus, quando Jesus nos faz essa advertência a respeito lá da parábola dos talentos, ele nos convida a não sermos tímidos, a confiarmos em si, porque todos nós temos uma trajetória dinâmica. e em andamento. E nós, nesse processo de causa e efeito, que é a vida imortal, partimos de um pressuposto. Nós não reencarnamos à toa e nós não reencarnamos do nada. A questão 258, por exemplo, de Livro dos Espíritos, vem nos ensinar a respeito do nosso processo de planejamento reencarnatório, em que a gente tem aí de acordo com a nossa caminhada, um pequeno processo de ajustes. Passamos aí o que o espiritismo chama de provas e expiações. E para quem porventura não conhece a literatura espírita, chama de perrengue, chama de aperreio, chama de aflição, chama do que quer que lhe seja palpável na linguagem. Porque o pensamento espírita, quando ele trabalha a pluralidades das reencarnações, ele nos coloca enquanto andarilhos. A gente tem esse corpo que a gente habita temporariamente, mas nós temos também um propósito que é aprender, um

uando ele trabalha a pluralidades das reencarnações, ele nos coloca enquanto andarilhos. A gente tem esse corpo que a gente habita temporariamente, mas nós temos também um propósito que é aprender, um propósito que é evoluir e um propósito principalmente que é amadurecer. E o amadurecimento ele não é fácil. O amadurecimento ele nos propõe escolhas, renúncias, paciência, resignação e compreensão das dores da alma. E as dores da alma são bem diferentes das dores do corpo. A gente tá gripado aí nessa variação de tempo, por exemplo, aí pega uma gripe, aí toma um remédio, se dificultar mais um pouquinho, vai para uma regulação, para hospital, toma uma medicação e o corpo vai ali estabilizando. Mas as dores da alma elas vão bem além, porque são os nossos sentimentos que gravitam na órbita dos nossos pensamentos. O espiritismo, ele vem nos ensinar no capítulo 14, lá no item 13 do livro A Gênese, que a força do pensamento é gravitacional. Os espíritos eles manipulam não no sentido pejorativo, mas no sentido mais existencial o nosso pensamento e a nossa vontade. E às vezes por qualquer processo que a gente passe, a gente fica um pouco triste quando esse processo é de dificuldade, que a gente costuma perder as forças, a gente costuma desanimar, a gente costuma questionar qual o porquê da vida, qual o sentido de nós estarmos passando sobre isso e sobretudo para quem é espírito. Porque eu aprendi isso lá no ESD, no estudo sistematizado da doutrina espírita, uma das minhas primeiras contestações de espiritismo. Se eu sou imortal, se eu tenho inúmeras reencarnações, se eu tenho anjo da guarda, se tem espírito protetor, se tem Jesus, se tem Deus cuidando de tudo, por que eu não chego à perfeição na única reencarnação, de preferência de 5 anos, que é ali a data alimentos para levar o primeiro tombo da vida, que é o tombo da bicicleta. Aí vem os espíritos nos responder que todos nós temos o nosso próprio processo, todos nós temos a nossa própria história, o nosso próprio enredo e ninguém,

o tombo da vida, que é o tombo da bicicleta. Aí vem os espíritos nos responder que todos nós temos o nosso próprio processo, todos nós temos a nossa própria história, o nosso próprio enredo e ninguém, ninguém chega à perfeição em uma única reencarnação. Sabe por quê? Porque não é fácil amar. Porque o amor proposto pelo Cristo, que é o amor ágape, ele vem nos ensinar um pouco, trazer uma reflexão a respeito do desprendimento, sem esperarmos nada em troca, sem esperarmos aplausos, sem esperarmos elogios, sem esperarmos tapinha nas costas e também nos melindrarmos quando eventualmente alguma pessoa nos critica. E sobretudo quando quando as pessoas nos criticam diante da nossa ausência. O amor do Cristo, ele vem nos ensinar muito, mas muito mesmo, a respeito de doação. E se tem uma coisa que nós temos além da fé, é uma força psíquica de doação para o próximo, que ainda não está despertado. Normalmente, a cada 100 anos, a sociedade passa por um grande cisma que a gente passou aí há 5 anos pelo nosso último grande sismo que a doutrina espírita veio ensinar como um flagelo destruidor, que foi a pandemia da COVID-19. E se a gente pegar isso é história, se a gente pegar o marco histórico dessas abre aspas tragédias fecha aspas sanitárias, a gente tem a possibilidade de perceber que toda vez que acontece uma tragédia sanitária, a população ela fica notabilizada pelo aspecto de solidariedade, porque é efetivamente o que nós temos no nosso íntimo. Tentemos imaginar alguém que porventura que porventura não que temha alguém aqui que tem esse psiquismo que a gente não goste. Aí às vezes a gente fica assim num padrão vibratório pra pessoa se dar mal. Aí a pessoa se dá mal e às vezes a gente fica com a um pouco com a questão do arrependimento. Nossa, torci tanto para Mário cair, mas daquele tamanho, como o tombo deve ter sido grande e como deve ter sido? Porque nós temos em si uma perspectiva de despertar cristão. E um convite à vida significa isso. Significa irmos lá pro capítulo 10 do

tamanho, como o tombo deve ter sido grande e como deve ter sido? Porque nós temos em si uma perspectiva de despertar cristão. E um convite à vida significa isso. Significa irmos lá pro capítulo 10 do Evangelho de João, quando Jesus vem se aproximar da gente como um bom pastor que não esquece e muito menos abandona as suas ovelhas. Ele resgata a parábola da ovelha perdida. Venho novamente, conforme estava convosco outrora, porque eu sou o bom pastor que não esquece nem desampara nenhuma das suas ovelhas. E ali Jesus nos dá um grande norte, um grande norte, leste, oeste, norte, sul, um azimute em relação à fé, consolação e esperança. uma das suas nominações. Porque no Evangelho de João, o Cristo se apresenta em primeira pessoa. Jesus fala: "Eu sou a porta e quem passa por mim tem vida, tem vida em abundância". E a vida em abundância proposta pelo Cristo significa nós acreditarmos no propósito da vida. Porque a vida, meus amigos, a vida, minhas amigas, é uma bção, é um presente de Deus. Quem registrar isso é o espírito de Emmanuel no livro Roteiro, capítulo 9, intitulado é do Candário, quando ele vem falar que o planeta Terra é uma grande oportunidade que nós temos de aprendizado, que o planeta Terra é uma grande escola por espírito trabalhar. E naquela época, salvo me engano, era no final da década de 50 que o livro roteiro foi psicografado. É mono traz uma perspectiva matemática que naquela época a concorrência para reencarnar era de sete para um. Hoje em dia deve dar uns 50, porque o funil da fase de transição cada vez está mais curto, cada vez está mais estreito. E nós que estamos aqui presencialmente e quem nos assiste virtualmente pode, nós podemos ter a certeza da fé que sobrevivemos a um flagelo destruidor. E a depender da concepção de vida que nós tenhamos, nós podemos estabelecer um marco que estamos vivenciando mais uma mais uma moratória, sobretudo para quem é da da área da saúde. Para quem ainda não tem essa perspectiva de interpretação, vamos trazer outra

demos estabelecer um marco que estamos vivenciando mais uma mais uma moratória, sobretudo para quem é da da área da saúde. Para quem ainda não tem essa perspectiva de interpretação, vamos trazer outra sobre o convite à vida. Tem um estudo da Fiocruz a respeito da longevidade da nossa idade. No começo dos anos 2, no começo dos anos 1900, início do século XX, a expectativa de vida da população era de 32 anos. 100 anos depois, nos anos 2000, início do século XX, que até lá nós tínhamos uma perspectiva que o mundo iria acabar. e não acabou. A expectativa de vida era ali 62 65. Brasil e BGE 2024. A expectativa de vida da nossa população é 76 anos. E sai um estudo há 3 meses que a pessoa com 150 anos que vai desencarnar já nasceu. E para não repetir o exemplo que eu sempre falo que espero que seja eu, espero que seja Cláudia para gravar muitos episódios diários aí pela frente. Se a gente pegar esses dados e observarmos o evangelho num viés espírita, o que é que a gente tem? A gente tem à mesa a lei do progresso. E o que é que a lei do progresso? Segundo o Espiritismo, ensina, diz: "Primeiro a gente progrede cientificamente, conhecimento científico, depois depois o conhecimento moral". Então nós temos aí como se fosse uma abertura de selva, um trator passando aí, pavimentando o caminho a respeito da faixa etária. E o que nós estamos fazendo nessa atualidade de 2026, por exemplo, para quem ainda conta aí o calendário gregoriano, começo do ano, 24 de janeiro de 2026, nós temos pelas letras do Evangelho inúmeros instrumentos de fortalecer a nossa fé, inúmeros instrumentos de fortalecermos o acreditar no amor de Deus por nós. E se tem algo que o tema proposto, um convite à vida, desrespeito, é a respeito do nosso processo de arrependimento. Mas não é um arrependimento da boca para fora, muito longe disso. É um arrependimento efetivo. aquele tipo de arrependimento que a gente fica envergonhado, que a gente fica colocando um lugar para procurar a cabeça. Ou se nós lemos ou assistirmos,

muito longe disso. É um arrependimento efetivo. aquele tipo de arrependimento que a gente fica envergonhado, que a gente fica colocando um lugar para procurar a cabeça. Ou se nós lemos ou assistirmos, assistimos ao filme nosso lar, é um arrependimento que a gente para para tomar um pouco, um pouco de água que André Luiz nos ensina lá nas câmaras de retificação junto com Lísias, seu brother espiritual, que o componente de pararmos um pouco para escutarmos a nossa consciência é muito válido. E às vezes o pensamento é tão acelerado que o mentor Lisas dá um conselho. Toma um copo d'água. A depender da situação, toma a caixa d'água porque o pensamento é vontade. Certa vez, Divald, é Divaldo que conta isso, ele tava em um processo de desdobramento. Desdobramento é um rolê espiritual que a gente faz. Toda vez que a gente dorme, a gente vai pro plano espiritual, porque o que para é o corpo, o espírito sempre continua. E Cláudia falou aqui: "Ah, esse tempo é bom de dar um cochilo, né? Sempre quando eu posso antes de uma palestra, eu tento dar um cochilo para ver se cai aí uma inspiração do além". como se fosse no cochilho que a inspiração viesse. E certa vez Joana chegou para Edivald hoje a noite a gente vai dar uma voltinha. Beleza? Beleza. Combinado. Combinado. Posso confiar que não vai ser numa zona umbralina? Pode, vai ser tranquilo. Como eles eram muito amigos, ela disse: "Vai ser trunks". Aí passa Divaldo, passa o dia trabalhando. Aí Joana aparece. Olhe, cheguei aqui porque agora tá na hora. Só vou lhe pedir um favor. Um favor. Como se ela dissesse assim: "Nunca lhe pedi nada. Pois não. Silêncio. Combinado. Combinado. Aí ele Divaldormece e se desdobra. E ele vai para um hospital espiritual e lá de caminhando na frente, ele atrás e ele observa aquela cena, várias macas, várias pessoas sendo atendidas e Divaldo olhando e se questionando como um trabalhador de Jesus. Meu Deus, o que que aquela pessoa tem? O que que aquela pessoa tem? O que que aquela pessoa tem? se contestando internamente. A Joana

e Divaldo olhando e se questionando como um trabalhador de Jesus. Meu Deus, o que que aquela pessoa tem? O que que aquela pessoa tem? O que que aquela pessoa tem? se contestando internamente. A Joana vira e se lembre do combinado que foi um juramento do dedinho. Silêncio. Mas eu tô em silêncio. Não, Divaldo. Observe os seus pensamentos. O que é que se quer dizer com isso? Que muitas vezes a gente não dá a vazão necessária a esse ensinamento que o Espiritismo traz. A gente pensa que é um papo furado de tribuna. A gente pensa que é um papo furado de um programa gravado aqui na TV Comunhão, mas tem muita, muita importância o que a gente pensa. Jesus já nos faz uma advertência lá no Evangelho de Mateus. Onde está o teu tesouro? Lá. Lá. lá estará o teu coração. Quais são as nossas prioridades no que gravita o nosso pensamento central, a nossa a nossa base nuclear? Quem efetivamente nós somos? Até onde Mário nas suas relações ele cede? E até onde realmente ele tem ali uma perspectiva mais central, mais rígida. mais sólida. Porque esse exercício que o Espiritismo tanto pede lá na questão 919 do livro dos espíritos e na 919 sobre o autoconhecimento, é um atalho que nós temos para evolução. Não é uma supressão de instância, não é? Porque quando a gente trabalha o processo do autoconhecimento, a gente começa a perceber o que é que nos perturba. a gente começa a perceber do que a gente se aproxima e a gente tem uma incrível, uma incrível oportunidade para nos defendermos. Porque já dizia a vovó, quem não sabe onde anda, não sabe para onde vai. E quando o espiritismo apresenta Jesus Cristo na questão 625 como modelo e guia da humanidade, não é uma perspectiva de nós sermos Jesus. Por quê? Porque todos nós somos uma obra única, única e faraônica de Deus. É tanto que quando Jesus vem alertar a gente sobre os caminhos que devemos tomar, ele nunca pede seja igual a mim. Seguinte, eu sou o cara, eu sou influencer e você aqui vai ser o meu chegado. Não é bem assim. Pelo contrário, Jesus

ertar a gente sobre os caminhos que devemos tomar, ele nunca pede seja igual a mim. Seguinte, eu sou o cara, eu sou influencer e você aqui vai ser o meu chegado. Não é bem assim. Pelo contrário, Jesus ele observa pontualmente os nossos processos. sobretudo quando a gente cai. Capítulo 8 do Evangelho de João, a história da mulher adúltera. Ides e não peques mais. Jesus fala assim: continue o seu caminho, porque você observou aqui que todo mundo erra. Você observou aqui que nós somos feitos um a semelhança do outro. Atire a primeira pedra, aquele que nunca pecou. Aí dá as costas. Aí quando se vira só tinha as pedras e a mulher. Mulher, cadê aqueles que te perseguem? Pais foram embora. E João evangelista tem um registro. Os primeiros a irem embora foram os mais velhos. Quint em tese seriam os mais maduros, os mais experimentados. Mas idade não significa amadurecimento. Que eu digo um amigo que eu tenho chamado dor, fico brincando com ele que ele é um espírito velho. Como assim tá me chamando de velho? Nem 40 anos eu tenho. Não, rapaz, isso é muito sensato. Por outro lado, eu tenho um amigo que eu não vou dizer o exemplo, que é um exemplo um pouco reverso, que ele tem um incrível síndrome de Peterpan, ainda tá lá na infância. Mas nós devemos respeitar a especificidade do outro. Porque se tem algo, se tem um contexto que o amor flutua, é na diversidade. Por isso que às vezes a gente tem um componente familiar que a gente tanto refuta. Quanto mais a gente refuta, mais é o amor pedindo para brotar. Se eu ainda fosse de jurar, eu diria: "Juro por Deus". Mas pela lei de liberdade a gente fala: "Acredita quem quiser". Porque nós num processo de desenvolvimento psíquico, passamos por três camadas descrita pelo livro, descritas pelo livro dos espíritos lá na lei de liberdade, liberdade de pensamento, liberdade de consciência e livre arbítrio. A gente fala: "Ah, tem o livre arbítrio, livre arbítrio, beleza, mas o livre arbítrio é o terceiro degrau." A gente começa pela liberdade de

e de pensamento, liberdade de consciência e livre arbítrio. A gente fala: "Ah, tem o livre arbítrio, livre arbítrio, beleza, mas o livre arbítrio é o terceiro degrau." A gente começa pela liberdade de pensamento, que é onde nós somos mais livres, que ninguém interfere. E esse é o ponto. Uma vez numa turma de ESD, tem um ano isso ou um ano e meio, só perguntou: "Ah, porque na obsessão o espírito interfere, interfere, não interfere, interfere, não interfere." Parecia escolhendo o professor Raimundo Rolando Lero, que tem um personagem, né? Captei a vossa mensagem aí. Captei, captei a pergunta. Por que não interfere? Porque o dono do pensamento somos nós. A gente vai lá pro conceito de obsessão, capítulo 23 do livro dos médiuns. Uma ação inteligente e persistente de um espírito. Quem tá aqui pela primeira vez não se preocupe que não vai sair obsidiado. E se vocês conhecerem alguém, ah, morro de vontade de um centro espírita, mas tenho medo do espírito voltar comigo. Às vezes é você que traz. Porque é na liberdade de pensamento onde nós somos mais livres. Livres de tudo. Livres de preconceito, livres de limitação do corpo, livres de escassez, livres de distância, livres de limitação geográfica. Somos o que efetivamente nós pensamos. Aí, mano, eu tenho um livro lindo, lindo, chamado Pensamento e Vida. É um livro curtinho que dá para ler aí até o final da década, dá uns 50 páginas, eu acho. E logo no comecinho, ele vem falar no primeiro capítulo, o espelho da vida, que nossa mente funciona como se fosse um espelho, que ela reflete quem nós somos. Embora nós tenhamos um tapete pelo qual a gente coloca a poeirinha embaixo, muito embora nós tenhamos as nossas máscaras que a gente se esconde algumas vezes, nós somos efetivamente quem nós somos. André Luiz traz um exemplo belíssimo, literalmente belíssimo sobre isso lá no livro Ação e Reação, salvo me engano, no capítulo 10 que ele tá lá, comentou, como tu disse: "André, vamos fazer um atendimento mais tarde. Tá pronto?" Não tô pronto, mas eu quero

imo sobre isso lá no livro Ação e Reação, salvo me engano, no capítulo 10 que ele tá lá, comentou, como tu disse: "André, vamos fazer um atendimento mais tarde. Tá pronto?" Não tô pronto, mas eu quero ver como é. Beleza, beleza. Aí vão, chegam à casa de uma pessoa, uma mulher muito bonita. André Luiz escreve, olha, ela é muito bonita, muito bonita. Se fosse nos tempos de hoje, André Luiz teria escrito: "Era uma crush dos sonhos, mas era só bonita". Aí ele diz, "Mas a gente tá sentindo o psiquismo da casa". E o psiquismo da casa não é tão bonito assim. Aí a mulher vai dá um bocejo e vai se deitar. A André Luiz falou: "É agora?" Porque quando a gente desdobra, é só o espírito, o corpo fica lá quietinho e adormecido, como fosse um carro desligado. Aí a mulher vai pro seu estado de desdobramento. André Luiz leva um susto. Aí diz: "Olha, é no finalzinho do capítulo, olha, vou reformular. Ela não é tão bonita assim". É mesmo, André? É, a André Luiz começa a descrever a mulher. Olhe o aspecto dela perespiritual, o aspecto dela perespiritual, perespiritual é como se fosse aquelas bruxas de historinha com o nariz encurbado, com a vergonha na ponta do nariz. Aí vem o ensinamento de André Luiz, da espiritualidade, de que a beleza dos nossos olhos está no nosso coração. Não nos enganemos com a brevidade do corpo. Um convite à vida significa acreditarmos e cooperarmos com a obra de Jesus, não conforme nós queiramos. Mas conforme nós conseguimos, porque todos nós erramos, todos nós erramos. A dimensão, a gravidade do erro varia de acordo com a consciência que nós temos de si. Porque a justiça divina, ela opera de uma maneira específica, de uma maneira, para quem tem aí a linguagem americanizada por um invés corporativo, incompany. E nos nossos erros, descreve o livro Céu Inferno, que é o quarto da codificação, que quando a gente se vê em erro, vem o arrependimento e uma vontade indescritível de voltar no tempo para reparar. Porém, ninguém volta no tempo. A gente tem oportunidades semelhantes,

a codificação, que quando a gente se vê em erro, vem o arrependimento e uma vontade indescritível de voltar no tempo para reparar. Porém, ninguém volta no tempo. A gente tem oportunidades semelhantes, nunca iguais, para repararmos as nossas faltas, que começa conosco, com a nossa consciência. Se eu errei com João, quando foi que eu me dei conta desse meu erro? É a primeira pergunta. Não é assim, como eu posso reparar ai se eu tivesse uma nova oportunidade? Não, porque João é só o sujeito do erro, que tem vários sujeitos ocultos. Então, quando a gente se vê em erro com alguém, um convite à vida que podemos fazer é refletirmos o que nos levou ao erro, como se fosse identificar um pontinho ali e dizer: "Não, realmente eu identifiquei e agora vou começar a observar o meu padrão, porque todos nós temos um padrão de pensamento que é único." E a partir da observância dos nossos padrões, a gente começa a perceber a beira do precipício. Porque quando o processo de autoconhecimento é verdadeiro, é válido, a gente sabe quando vai errar. Quer dizer, a gente sabe que vai errar, não quando vai errar. Mas o autoconhecimento nos proporciona a lucidez de perceber a aproximação dos nossos erros. É como se a gente fosse acender um fogão. Aí liga lá, tá lá a boca acesa. A gente vai aproximando a mão. Fecha o olho, de preferência. Aí vai aproximando a mão, porque se não fechar o olho fica fácil. Aí a gente vai aproximando a mão e vai sentindo ali a temperatura aumentar ou diminuir. Porque o convite à vida proposto por pelo Cristo não é abandonarmos quem nós somos. É primeiro identificar quem nós somos. Quem é Mário? Qual o padrão de pensamento de Mário? Porque Mário já foi, Maria, já foi Joana, já foi Francisco. Em termos de nome, bicho, inúmeros. Mas qual o psiquismo do espírito? Uma grande dica, questão 101 de o livro dos espíritos, quando vai falar lá de terceira ordem. Porque Jesus quando ele pede pra gente aprumar o rumo, ele diz o seguinte: "Se se quiseres me seguir, negue a si mesmo, tome a sua cruz e me

livro dos espíritos, quando vai falar lá de terceira ordem. Porque Jesus quando ele pede pra gente aprumar o rumo, ele diz o seguinte: "Se se quiseres me seguir, negue a si mesmo, tome a sua cruz e me segue." Vamos lá, cada um com cada qual. Se o convite do Cristo é o seguinte: "Olha, eu tô aqui, já é teu tempo, tu queres vir? Porque se tu queres vir, eu tô aqui 24 por 24. Tô te esperando. Quero. Então, pronto. Nega a si mesmo. O negar a si mesmo não quer dizer Mário não vai ser mais Mário. Não, vamos ser mais Mar espírito, que eu vou ficar lá de manhã, de tarde, de noite, sobretudo na comunhão, que tem atividade praticamente 24 horas. Se for pro YouTube são 24 horas. Então vou ficar ali na comunhão, vou me mudar aqui para bem pertinho do centro espírita para começar a sentir a órbita do centro porque vai dar tudo certo. Não. Negar a si mesmo tem uma correspondência correspondência com a porta estreita. E a porta não é estreita. O que a faz ser estreita são os nossos excessos. nega a si mesmo. Aí vem a segunda máxima do Cristo. Tome a sua cruz. É porque negar o nosso excesso não é fácil, é martirizante praticar abnegação perante o orgulho, simplicidade perante a vaidade, humildade perante o egoísmo é dificíimo. Por isso que Jesus é categórico. Tome a sua cruz no sentido de que, meu irmão, minha irmã, você sabe onde o sapato aperta e você sabe o quanto você pode caminhar por dia. Aí vem a terceira, que é mais fácil. E em uma perspectiva experimental, a mais difícil me segue. Quer seguir Jesus? Porque o Cristo nos apresenta no capítulo 14, versículo 6 do Evangelho de João, que é o caminho, a verdade e a vida. Então Jesus é como se fosse assim, tem uma trilha, aí ele vai na frente, aí ele vê todas as dificuldades, todas as dificuldades. Ele vê pedra, ele vê aranha, ele vê cobra, ele vê buraco, ele vê pedra solta no cascalho. Aí volta lá da frente e nos apresenta um caminho bem mais simples. E diz: "É por aqui, tu quer vir, é só ter fé". Essa fala de Jesus está no capítulo 16,

ele vê buraco, ele vê pedra solta no cascalho. Aí volta lá da frente e nos apresenta um caminho bem mais simples. E diz: "É por aqui, tu quer vir, é só ter fé". Essa fala de Jesus está no capítulo 16, versículo 33 do Evangelho de João. No mundo tereis aflições, mas tendes bom ânimo, porque eu venci o mundo. Ninguém vence aquilo contra a qual nunca guerreou, nunca lutou e nunca venceu. Então, quando Jesus vem nos apresentar que o amor é uma máxima que destrava portas, é uma perspectiva, um convite paraa gente acreditar. Não sei se vocês sabem o sentido da força curativa do amor que é ambivalente, que é quando a gente se permite ser abraçado dissolvendo um processo de mágoa ou quando a gente procura alguém. dizendo, olhe, pode não ser seu o seu tempo do perdão, mas é o meu tempo do arrependimento. E se você ainda não entende o meu erro, você terá seu tempo. O que eu quero lhe dizer é que eu tenho a plena a plena consciência do meu equívoco. Isso que significa ser carta viva do evangelho. E tem um coleguinha chamado Pedro, que por intermédio do amor do Cristo refez a sua Pedro que negou Jesus. Na verdade, a história de Pedro com Cristo dá tempo de contar essa fofoca. A história de Pedro com o Cristo começa numa pescaria. Tudo a ver, né? Fofoca e pescaria. Lá no capítulo 5 do Evangelho de Lucas, quando Pedro passou a noite pescando, não veio uma piaba. Aí lá vem Jesus de novo. Joga a rede de novo. Joga nada. Tu é doido, hein? Joga nem a pau. Rapaz, tenha fé. Se não jogou desse lado, não deu certo, joga do outro. Tem otimismo. Acorde. Se não fosse Jesus, ele teria dito: "Acorde para Jesus, né? Acorde para mim, Pedro. Acorde para mim, Pedro". Aí Pedro joga aí vem os peixes, né? Que a gente já sabe, quem não souber, os peixes vêm, praticamente rasga a rede e afunda o bote de tanto peixe que tinha. Aí Pedro se vira para Jesus e fala o seguinte: "Se afasta de mim". Pedro deve ter dito um cruz credo: "Se afasta de mim, porque eu não sou digno de você". E Jesus empático comul é característico, fala:

í Pedro se vira para Jesus e fala o seguinte: "Se afasta de mim". Pedro deve ter dito um cruz credo: "Se afasta de mim, porque eu não sou digno de você". E Jesus empático comul é característico, fala: "Pedro, se tu quiseres, eu te farei pescador de homens". Começa ali o apostolado de Pedro que no Jardim das oliveiras, lá no Gênesino, que quase terminava na prisão de Jesus, na negação das três vezes diante do Sinédrio, por exemplo. Mas Pedro se arrepende e internamente ele se contestava muito. Meu Deus, só mais uma oportunidade. Só mais uma que eu queria. Só mais uma. O Pedro valente da espada do centurião. Dá tempo de contar também. Quando foram prender Jesus na entrega de Judas, Pedro se lançou à frente do centurião do guarda, tirou sua espada e cortou a orelha. Aí Jesus pega a orelha e cola. Mais uma cura do Cristo. Aí vira papiro e fala: "Imbainha tua espada, porque quem com espada fere, com espada será ferido." Jesus nos alertando sobre os nossos pensamentos coléricos, pensamentos raivosos, o impulso da raiva. Aí Jesus vai pro Sinério, que era um julgamento. O galo canta as três vezes: "Neguei Jesus, agora? Mas uma oportunidade, era tudo que eu queria e nada e nada. Aí começam as aparições do Cristo e todo mundo meio desconfiado, Jesus aparecendo e no finalzinho do Evangelho de João, Jesus aparece para Pedro. Virgem, é verdade. Você tá aparecendo. Tô, Pedro. Eu tenho uma pergunta para lhe fazer. Qual? Pedro, tu me amas? Vi de novo. Daquela vez não deu certo. E eu não tenho outra resposta a nos dizer sim. Aí Pedro pergunta, Jesus pergunta três vezes. Aí Pedro diz: "Lá vem o galo de novo." Aí diz: "Olhe, então me faça um favor. E se Jesus aparecesse pra gente pedindo um favor?" Aí Pedro faz, Pedro, apacenta as minhas ovelhas. Jesus convidando Pedro à vida eterna. Jesus convidando Pedro à vida edificante da construção do reino dos céus. Aí Pedro do negador passa a ser o fundador das igrejas. Aí vem escrever em uma carta. Eu não sei se vocês têm hábito de escrever

sus convidando Pedro à vida edificante da construção do reino dos céus. Aí Pedro do negador passa a ser o fundador das igrejas. Aí vem escrever em uma carta. Eu não sei se vocês têm hábito de escrever carta, não é WhatsApp, e-mail, é carta mesmo, que é uma descarga fluídica no braço e o papel. Aí em uma das suas cartas, Pedro fala: "O amor cobre uma multidão de pecados". Sabe por quê? Porque o amor ele não liga para erros e acertos. O amor sabe que todos nós estamos nessa caminhada para cair e para se levantar. O amor de Jesus por nós é tão intenso, é tão intenso que Paulo, apóstolo, vem escrever que o amor do Cristo nos constrange. gente é muito sério isso, porque normalmente quando a gente se sente amado, a gente fica feliz, a gente se sente acolhido, a gente fica eufórico. Mas quando Paulo apóstolo, vem escrever que o amor do Cristo nos constrange, é porque ele quer dizer que Jesus está conosco em todos os momentos. sobretudo nossos erros. E Jesus insiste, por isso que é constrangedor, porque como emissário de Deus, Jesus sabe dos nossos processos. E aí quando a gente se vê cocriador, que a questão 132 do livro dos espíritos traz isso muito forte. que nós somos cocriadores. Não que tenhamos uma varinha e um pozinho de sin salabim para operacionalizar, concretizar a obra de Deus. Não. Somos cocriadores no sentido da compreensão, no sentido da empatia, no sentido do perdão, no sentido de dissolver as nossas mágoas que porventura ainda tenhamos. A cocriação divina para o espírito, ela não requer construções apoteóticas. A cocriação de Jesus para todos nós, ela não requer que tenhamos uma perspectiva de espírito missionários. muito longe disso. É, saibamos que somos espíritos na órbita da imperfeição. E aí quando a gente se descobre um espírito que erra, fica melhor compreender o outro, porque nós sentimos dentro da gente a obra de Deus. É como canta Lulu Santos, já não tenho dedos para contar. Alguém sabe dessa música? Quantas pedras me atiraram e quantas atirei? Para quem não escutou, como é

sentimos dentro da gente a obra de Deus. É como canta Lulu Santos, já não tenho dedos para contar. Alguém sabe dessa música? Quantas pedras me atiraram e quantas atirei? Para quem não escutou, como é teu nome? Joana, Geovana e Simone. Já não tenho dedo. Eu tenho 10, tenho 20. Já não tenho dedos para contar de quantos barrancos despenquei, quantas pedras me atiraram e quantas eu atirei. Então essa música, ela vem cantar um processo de arrependimento do espírito. Quer dizer, na minha interpretação, eu preciso conversar com o compositor, mas na minha interpretação, ela vem falar sobre isso. E o processo de arrependimento do espírito o coloca na condição de aprendiz. Aí vem a canção de Gonzaguinha. Viver e não ter a vergonha de ser feliz. cantar a beleza de ser um eterno aprendiz. Às vezes a gente passa por algumas situações que pensa que não vai esperar. Às vezes a gente faz algumas que acabam neutralizando um pouco a máxima do sal da terra e luz do mundo nos nossos corações. Porém, no capítulo oito do livro Pensamento e Vida, num texto chamado associação, mano, dá uma dica, uma dica pro amadurecimento, uma dica pro convite à vida, para quem porventura tiver no mundo da lua, dá tempo de voltar, que a gente vai terminar daqui a pouco. Quem tiver no mundo da lua, quem tiver com sono, a luz vermelha já acendeu. Deixa ver se tem alguma pergunta aqui no canal do YouTube, que é o tempo que a gente volta pro corpo. Cíntia, boa tarde. Amélia, muito obrigado. Diane, peço orações paraa minha tia Freira, que desencarnou de forma violenta. Não atropela duas semanas. Que ela possa receber auxílio dos anjos de luz. Renata Conceição, Isabela Teodoro, André, Laía, muito obrigado, e Malu. Então, nesse livro Pensamento e Vida, a vem falar que é desculpando e e amando que a gente vai dissipar os fluidos deletérios. É fácil, não é? Ele escreveu isso lá na década de 50, até hoje a gente não aprendeu. Então, se a gente ainda passa por um processo, qualquer que seja, de tristeza, de mágoa, de desafortunação,

térios. É fácil, não é? Ele escreveu isso lá na década de 50, até hoje a gente não aprendeu. Então, se a gente ainda passa por um processo, qualquer que seja, de tristeza, de mágoa, de desafortunação, tentemos escutar o convite de Deus, o convite de Jesus à vida. E aqui para finalizar um recado paraa Diane, cuja tia desencarnou. Todos nós, Diane, temos a nossa própria rota, a nossa própria trajetória e a gente faz da vida o que a gente consegue fazer. E essa etapa aqui reencarnatória, independente, não sei com quantos anos, qual a idade que a sua tia desencarnou, mas você descreve aqui que ela é freira. Freira tá coladinho com Jesus. Provavelmente ela entendia, ela entende a vida em abundância. E muito embora ela tenha desencarnado duas semanas, seu luto aqui, pelo que tá descrito, é um luto muito vívido, é um luto atual, o que significa dizer que é o amor que está aí ligando vocês duas, não se a sua crença, mas na minha crença ninguém morre. O que padece é o corpo e o espírito continua. que possamos orar pelo desencarne da sua tia na certeza, na certeza que o reencontro é uma questão de tempo, porque Deus ele não separa uma relação amorosa na cerimônia fúnebre. A todos nós aqui presentes, estivermos passando por alguma desventura, tenhamos fé, fé em Deus, fé na vida e fé na gente. que a reencarnação é uma linda temporada para nós aprendermos e podemos desencarnar com 150 anos, mas não teremos ainda um gabarito espiritual. E quando nós tivermos uma oportunidade, qualquer que seja, qualquer que seja, de falar sobre o evangelho, sobretudo para os nossos corações, no silêncio das nossas dores, que não sejamos tímidos. O trabalho de Jesus é anônimo. Muito obrigado. É sempre muito bom, Mário, te ouvir falar. As energias muito carinhosas, muito amorosas, né? E com certeza todos que aqui se encontram encarnados e desencarnados, muito mais desencarnados do que encarnados, recebem essa onda de paz, de amor que tu transmite que em nome de Jesus. Então, muito obrigada. Eh, vamos então levar o nosso pensamento

os e desencarnados, muito mais desencarnados do que encarnados, recebem essa onda de paz, de amor que tu transmite que em nome de Jesus. Então, muito obrigada. Eh, vamos então levar o nosso pensamento a Jesus, agradecendo por esse momento de tantas bênçãos, de tanta paz, agradecendo por estarmos aqui. Sempre agradecemos, Senhor, porque lá fora, em alguns lugares, o sofrimento é muito grande. O sofrimento moral, o sofrimento físico, o medo das guerras, das doenças, da solidão, da violência. Mas aqui protegidos sobre o teu amor, com uma fé e uma doutrina que nos inspira, te agradecemos, mas te pedimos também que nos acompanhe, envolva os nossos familiares, nossos afetos, esclareça os nossos desafetos e que possamos vibrar no teu amor como forma de agradecimento pela vida e por tantos esclarecimentos que temos. Temos que a tua luz nos acompanhe, que a tua luz nos proteja e que tu estejas conosco hoje, agora e sempre. Em teu santo nome, Jesus, em nome dos queridos amigos espirituais desta casa de Dr. Bezerra de Menezes, te pedimos permissão para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Queridos amigos, uma boa final de tarde, uma boa noite, um bom final de semana. Nossa querida Andreia vai chamar pro passo. Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios. por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música]

cação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação,

e. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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