NOVOS ARES - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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comunhão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Olá, pessoal. Boa noite em mais um momento em que a comunhão espírita de Brasília tem mais uma oportunidade de estudo, reflexão e por que não, divulgação do evangelho do Cristo para os nossos corações. possamos nos sentir bem-vindos a mais uma casa do caminho, a mais uma ferramenta em que podemos fortalecer a nossa fé para darmos inícios início a mais um momento de estudos. Para quem porventura esteja aqui pela primeira vez, boa noite para Ivisson, meu colega de reunião mediúnica, um abraço fraterno e cheio de fluidos. para me renovar no seu sorriso e no brilho do seu olhar. Muito feliz em lhe ver, meu amigo. Esqueci até do que eu tava falando. Tava nos boas na nas boas-vindas. E o tema de hoje se chama Novos Ares. Para quem esteja aqui pela primeira vez, a nossa reunião pública se divide em três momentos, que é a prece inicial, a palestra propriamente dita e a prece final. para quem quiser. Para quem quiser. Depois da palestra tem um passe que fica aqui atrás. A equipe de passe vai chamar que não tem nada de assombração. Passe espírita. É uma doação fluídica de amor, como se fosse uma transfusão de energia. Feito esses breves e importantes registros, vamos à nossa prece inicial. Não precisa fechar os olhos, é uma discricionariedade, é uma faculdade que nós temos. Particularmente eu estou de olhos abertos, que tentemos imaginar Jesus vindo em nossa direção, com um sorriso no rosto, com braços estendidos, dizendo: "Que bom que você chegou, que bom que você está aqui à procura de conhecer um pouco mais da minha obra, à procura de se conectar com Deus, que é a causa primária de todas as coisas, que é a inteligência suprema, cujo amor nunca nos deixa desamparados. que nessa noite nós possamos nos
mais da minha obra, à procura de se conectar com Deus, que é a causa primária de todas as coisas, que é a inteligência suprema, cujo amor nunca nos deixa desamparados. que nessa noite nós possamos nos irmanarmos com mestre amigo para nos fortalecermos em nossos processos, independente independente do que a gente possa hoje estar passando. Feita essa prece inicial, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje, cujo tema novos ares. Antes, porém, eu quero dar um boa noite para o pessoal que nos assiste do canal do YouTube, Daniel, Pedro do Estúdio Sistematizado da Dutrina Espírita. Um abraço, Pedro, Juliana, lá dos episódios diários e Eda que nos assiste lá de Canoas, no Rio Grande do Sul. O evangelho chega onde tem que chegar, que é nossos corações, independente de onde nós estivermos. Os novos ares que a gente tanto busca, eles possuem uma relação de causa e efeito com a nossa construção mental, com os nossos processos de queda, com as nossas dores nas quais nós temos uma decisão de reformular as estratégias da vida, viver ver não é fácil, porque nós precisamos tomar decisões, muitas das quais para quais nós não estamos ainda preparados. E o nosso processo de equívoco, o nosso processo de erro, acaba sendo um processo natural. O que a gente às vezes não consegue entender é que nós temos muito tempo para reparar. Muito tempo, diga-se de passagem, é a eternidade. Mas pelo fato de nós ainda sermos apegados à matéria, a gente quer resolver tudo no estalar de dedos, até porque intimamente nós sabemos que fomos criados para a perfeição. Ultimamente nós sabemos que Deus, que o Cristo nos acompanha, mas nos nossos processos de dores, a gente tem uma perspectiva introspectiva, que é um momento temporário, no qual a gente fica um pouco desacreditado, no qual um pouco a gente fica magoado e, por vezes céticos. Aí onde vem a importância do pensamento espírita, que nos traz dois postulados importantíssimos nos nossos processos de reconstrução, a imortalidade da alma e a pluralidade
goado e, por vezes céticos. Aí onde vem a importância do pensamento espírita, que nos traz dois postulados importantíssimos nos nossos processos de reconstrução, a imortalidade da alma e a pluralidade das reencarnações. Quando a gente passa por um momento difícil, às vezes a gente se socorre com um amigo, às vezes a gente se socorre com ajuda profissional de um psicólogo, de um psiquiatra. Muitas vezes para quem porventura seja espírita, com um tratamento espiritual. E a depender do caso, até para quem também não é espírita, existe essa possibilidade de fortalecimento, porque o evangelho do Cristo está para todos nós, sem exceção. Não adianta nós termos credo A, credo B, credo C, se enxergarmos o evangelho como algo excludente. O evangelho só existe na minha religião. Não. A proposta de Jesus é nos procurar, nos procurar quando a gente mais precisa. E quando a gente mais precisa, é quando a gente erra. Não sei vocês, mas eu conheço inúmeras inúmeras noites de angústias, inúmeras noites de aflições, em que eu tento dormir para esquecer o problema, como se eu fosse acordar e tudo tivesse resolvido. Mas ainda bem que a vida não é assim. Por quê? Porque isso me leva a me ressignificar, isso me leva a me reformular e principalmente, principalmente a me fortalecer. E o evangelho nos apresenta algumas passagens sobre essas mudanças de Áries. Algumas passagens que dizem respeito ao nosso processo de reconstrução. E se tem algo, se tem algo que nós podemos fazer, é aprender com erro dos outros. É bem mais fácil. Mas enquanto espíritos perfeitos, nós somos um pouquinho teimosos. E mesmo com exemplo de inúmeras pessoas que nos antecederam, que nos mostram um caminho de retificação, um caminho de paciência, um caminho de fé, a gente tem uma titularidade em relação ao nosso pensamento e a gente erra. E o processo do erro, ele é natural. Devemos naturalizar, porém não devemos prorrogar o nosso amadurecimento. Qual a diferença? Porque quando a gente naturaliza um erro, nós podemos dissipar a miragem,
o processo do erro, ele é natural. Devemos naturalizar, porém não devemos prorrogar o nosso amadurecimento. Qual a diferença? Porque quando a gente naturaliza um erro, nós podemos dissipar a miragem, que é uma mania de perfeição na qual a nossa atual sociedade em 2025 vivencia, que muitas vezes nos leva a um processo de culpabilização. Mas a proposta do espiritismo é tirarmos um pouco o peso da culpa e trazermos a responsabilidade para nós respirarmos outros ares. Allan Kardec registra no capítulo 14 de o livro a Gênese sobre a natureza do nosso pensamento, sobre os fluidos. Em uma linguagem popular, fluido significa energia. E nós emanamos e atraímos os fluidos que nós pensamos. E quando a gente vivencia um processo de erro, que automaticamente vem a culpa, que automaticamente vem o arrependimento, nós fazemos um comportamento, temos um pensamento um pouco automático de atrairmos fluidos um pouco deletérios, mas a proposta é nós termos firmeza. É difícil, fácil é falar. A proposta é nós termos firmeza e a firmeza nós adquirimos com a fé. E a fé não é um discurso estático. A fé é um processo de experimentação social que todos nós temos. E nós podemos observar em um processo de autoconhecimento, em um processo de autoanálise e não autocrítica as nossas vulnerabilidades, porque são nas nossas más tendências, nas nossas más paixões, que nós temos uma perspectiva de sucumbi. E nenhum de nós chegará à perfeição na atual reencarnação. Isso significa que eventual dor que nós estejamos passando hoje não é a primeira e nem será a última. Nós estamos aos trancos e aos barrancos da nossa melhor versão e nós temos uma história linda, uma história linda para contar dos nossos recomeços, dos nossos fortalecimentos e por não dizer dos traumas, das marcas da vida que nós carregamos. E cada um de nós sabe da sua própria dor. Cada um de nós sabe da sua própria história. E a proposta de Jesus é nos procurar quando a gente mais precisa. Ele fala isso na parábola da ovelha perdida, que durante muito tempo eu li aquela
ia dor. Cada um de nós sabe da sua própria história. E a proposta de Jesus é nos procurar quando a gente mais precisa. Ele fala isso na parábola da ovelha perdida, que durante muito tempo eu li aquela parábola em uma perspectiva corrida, em uma perspectiva superficial. Mas quando a gente para para refletir nas parábolas de Jesus, nós temos uma oportunidade incrível, incrível de ver e sentir como ele é sutil. Na parábola da ovelha perdida, Jesus se posiciona como um bom pastor e ele deixa uma mensagem lá muito pontual, que eu demorei muito para compreender. Na parábola da ovelha perdida, Jesus fala que quanto mais afastado eu estiver do seu rebanho, quanto mais perdido eu estiver do evangelho, mais ele me procura. Se ele vai me achar, não é uma situação dele, é uma situação minha. Porque quando Jesus percebe que nós entramos no seu psiquismo, ele sorri, ele nos abraça e ele fala mais ou menos assim: "Finalmente você chegou. Eu já não via a hora". Nós temos que entender na onipresença de Deus tudo, tudo que está disponível para nós aprendermos. Deus, ele não se manifesta no extraordinário. Segunda-feira passada, para quem não sabe, a comunhão espírita de Brasília tem inúmeros grupos e tem um grupo chamado Viver, que é bem legal. E o grupo V, ele se divide uma maneira categórica. Tem o grupo Acolher, quinta e sexta, e tem o grupo Miozotes para dependência química. E para quem é codependente, para quem tem um familiar em relação à dependência química, na segunda e na quarta, funciona na sala 13, não precisa de de inscrição e nem paga, é só chegar 7 horas da noite. E funciona assim, é um grupo psicoterapêutico, a gente faz uma roda e começa a conversar. Na primeira etapa da reunião tem uma leitura do Evangelho Segundo Espiritismo que a gente faz uma reflexão. Na segunda tem uma pergunta existencial e a pergunta dessa semana era assim: quando eu permito que Deus entre na minha vida? Aí quando a pergunta foi inserida no grupo, eu fiquei pensando, pensando nos meus processos,
a pergunta existencial e a pergunta dessa semana era assim: quando eu permito que Deus entre na minha vida? Aí quando a pergunta foi inserida no grupo, eu fiquei pensando, pensando nos meus processos, nos meus novos ares e chegou a minha vez de falar. E ninguém fala obrigatório, a gente fala se quiser. Eu disse: "Olhe, eu permito que Deus entre na minha vida nos dois extremos. Como assim os dois extremos? O primeiro é quando eu abro a porta e quero que ele resolva a minha vida. Mas, infelizmente, ele não faz isso comigo. Ele me deixa livre para eu escolher. E eu me encontro com Deus no outro extremo. E qual é esse outro extremo? E aqui vem o tema da noite de hoje. Novos ares. Primeiro extremo. Como Deus não resolve a minha vida. Eu preciso resolver e eu não tô preparado. E eu erro. Às vezes eu acerto, outras vezes eu erro. E quando eu erro, às vezes eu caio em uns processos de reflexão, que é natural a todos nós. E esse outro extremo é quando eu começo a me corrigir, porque eu sei que Deus me dá outras outras oportunidades. Porque a lógica da vida é aprender. A lógica da vida é evoluir, é se fortalecer. E como é que a gente consegue? Vivendo e desculpe o papo mórbido morrendo, que a gente desencarna e volta pra pátria espiritual. E quando a gente tá lá, os nossos processos são bem mais intensos, porque nós não temos as nossas máscaras sociais, nós somos o que nós pensamos. E na perspectiva de novos ares, nós temos no Bom Pastor vários exemplos de exercício da fé. E pra noite de hoje eu separei a história de Pedro. Não, Pedro Teixeira, meu colega de estudo sistematizado da doutrina espírita que nos assiste, mas Pedro Apóstolo. E eu vou contar a fofoca da vida de Pedro. Pedro era pescador e um belo dia ele saiu para trabalhar, saiu para pescar. Foi à noite para o lago de Genezaré, junto com seus colegas de trabalho, começou a jogar as redes. Nada, não via uma piaba. Piaba é um peixe desse tamanho. E Pedro aflito, Pedro angustiado, pensando. E agora? Vamos lançar a rede de novo. Tem algo
seus colegas de trabalho, começou a jogar as redes. Nada, não via uma piaba. Piaba é um peixe desse tamanho. E Pedro aflito, Pedro angustiado, pensando. E agora? Vamos lançar a rede de novo. Tem algo estranho aqui. E nada. Amanhece o dia. Pedro cabes baixo voltando para casa, lá vem Jesus para mais um dia de trabalho, para mais um dia de pregações. E o Cristo, como ele sente o nosso psiquismo, mesmo sem conversar com Pedro, perguntou: "Pedro, o que é que tá acontecendo? Vige Jesus. Não deu nada hoje e eu não tenho a menor noção do que eu vou fazer. Pedro, joga a tua rede de novo. Eu jogo nada, mas Pedro joga. Jogo não. Passei a noite aí, jogo nada. Não veio nenhuma pedra na rede, na tarrafa. Não jogo. Joga, não joga. Joga, não joga. Pedro tá bom. Já que você tá insistindo, porque Jesus ele insiste para nós respirarmos novos ares. Pedro joga a rede, vem tanto peixe, vem tanto peixe, eu não tava na hora. É uma hipérbole que eu uso, que a rede quase que rasga, a canoa quase que afunda. Aí peru surpreso, olhando pros amigos, se vira para Jesus e fala o seguinte: "Se afasta de mim, porque eu não sou digno de você". Aí Jesus olha, para, deve ter lançado um psiquismo de solidariedade. E diz uma frase que se eterniza. Pedro, se tu quiseres, eu te farei pescador, mas pescador de pessoas. E ali começa a história do apóstolo Pedro, que conviveu com Cristo durante certo tempo em relação às pregações, em relação às curas, em relação a toda a obra de acolhimento do Cristo. E um belo dia, na véspera da sua prisão, Jesus chama os apóstolos para um jardim chamado jardim das oliveiras, num local chamado Getsemane. E lá Jesus junta todo mundo e diz: "Vamos entrar em oração essa noite". Judas já tinha entregue o Cristo. E naquela noite Jesus tem um tete a tete com Pedro. Para quem é mais novo, tete a tete é uma expressão demodê que significa olho no olho, significa uma conversa particular. E Jesus pergunta três vezes: Pedro, tu me amas? Amo Pedro. Tu me amas? Se Pedro fosse natalense, ele dizia: "Oxe, claro que eu
são demodê que significa olho no olho, significa uma conversa particular. E Jesus pergunta três vezes: Pedro, tu me amas? Amo Pedro. Tu me amas? Se Pedro fosse natalense, ele dizia: "Oxe, claro que eu amo. Tô com você desde aquela fofoca dos peixes." Claro que eu amo. Pedro, tu me amas? Amo. Aí vem a questão do galo. Então, quando o galo cantar, tu me antes do galo cantar, tu vai me negar três vezes. Eu nego nada. Passa o tempo, chegam os centuriões para prenderem Jesus. Pedro, muito impulsivo, saca uma espada e corta a orelha de um centurião. Aí vem Jesus ensinando novos ares de ponderação para Pedro. Jesus cola mais uma cura do Cristo. A orelha do centurião vira para Pedro. E diz o seguinte: "Pedro, em Bahia, guarda a tua espada, porque quem com a espada fere, com a espada será ferido." Jesus nos ensinando, nesse exemplo de Pedro, novos ares de ponderação nos nossos conflitos com o outro, nas nossas agressões com o outro, por causa do nosso imediatismo. Jesus contém Pedro e segue o dia. Jesus é levado para uma estrutura de julgamento chamada sinédrio. Aí quando tá chegando, pessoal reconhece Pedro. Tu anda com Jesus? Eu nunca nem vi, só oo falar. Aí passa e Pedro acompanhando. Olha lá aquele pescador, amigo do Cristo. Amigo de quem? Não, esse aí eu só ouço das multidões. Aí vem a terceira negação. Você conhece Jesus? Não conheço. Conhece? Um dia desse, você tava numa palestra lá na comunhão na sexta à noite escutando o Cristo. Eu não sei nem onde é comunhão. Aquela da Zu não sei nem onde é. Aí o galo canta: "Jesus é preso, Jesus é condenado, Jesus vai ao Calvário, vai ao martírio, tem o seu processo e Pedro cai num imenso, num imenso processo de arrependimento. E quando a gente se arrepende de coração, mas é arrependimento de coração mesmo, é aquele arrependimento que a gente se envergonha de si. Sabe o que a gente tem para se restaurar? O tempo. Porque a vida ela tem uma lógica. A lógica da vida é nós nos encontrarmos em padrões, nós nos encontrarmos em ciclos
que a gente se envergonha de si. Sabe o que a gente tem para se restaurar? O tempo. Porque a vida ela tem uma lógica. A lógica da vida é nós nos encontrarmos em padrões, nós nos encontrarmos em ciclos e até a gente mudar, os padrões se repetem. Até a gente mudar, os ciclos aparecem de tempos em tempos até que a gente rompe, até que a gente observa, não, agora não, não mais já paguei essa matéria, já fiz até um supletivo. E não é que eu esteja cansado de ter esse tipo de comportamento, mas o meu amadurecimento espiritual, o meu amadurecimento cristão me leva para novos ares. E isso aconteceu com Pedro, que João evangelista conta lá no final do seu evangelho, quando Jesus começa a aparecer. Aí um belo dia Pedro tava sozinho se lamentando. Porque quando a gente se arrepende de coração, a gente murmura, a gente pede intimamente, a gente pede uma nova oportunidade ao Cristo. A gente respira novos ares e Jesus aparece, apareceu para Pedro. Aí Jesus aparece para Pedro. Pedro se assusta. Vige, é verdade mesmo que você tá aparecendo, Pedro. Que legal te encontrar. Mas não se preocupe, porque eu não tenho mágoa de você. Sério, Jesus? Sério? Aí começa de novo as três perguntas. Pedro, tu me amas? Eu acho que na primeira eu não tava para ver. Aí eu fiquei inventando. Pedro deve ter dado uma estremecida. Pedro, tu me amas? Amo. Aí vem a segunda. Pedro deve ter cortado a cabeça de novo. E agora? O que é que vem por aí, né? Aí vem a terceira. Jesus, eu amo e tudo que eu queria era uma nova oportunidade, já que eu não posso voltar no tempo. Aí Jesus fala: "Sério, sério? Então vou lhe pedir um favor. Aí Pedro disse: "Como assim um favor? Vou lhe pedir um favor. Pode pedir, Jesus. Aí vem outra frase que se eterniza, que essa frase eu não sei se ainda tem aqui vai para quem porventura está em tratamento espiritual. Tinha no corredor de quando a gente vai pro salão Eurípedes Barçanov, onde é a harmonização do tratamento espiritual. A frase é: Pedro, apacenta as minhas ovelhas. Acalma,
tá em tratamento espiritual. Tinha no corredor de quando a gente vai pro salão Eurípedes Barçanov, onde é a harmonização do tratamento espiritual. A frase é: Pedro, apacenta as minhas ovelhas. Acalma, cuida. toma de conta, acolhe, escuta. O verbo apacentar é um verbo policêmico. Aí Pedro começa a respirar novos ares e ele passa do negador de Jesus ao fundador das igrejas. Mas ali é a história de Pedro. E como está a nossa hoje em relação a respirarmos novos ares, a tirarmos o peso de eventual culpa que nós temos, a nos oportunizarmos recomeços de observarmos. Eu errei, errei e vou continuar. a minha vida. Jesus fala muito sobre o tempo. E aqui a gente já começa se caminhar pro final. E é interessante a gente estudar o evangelho, porque o tempo é o principal aliado do espírito imortal. O principal. No evangelho de João, quando Jesus vem falar que é o pão da vida, o qual todos nós devemos comer, nós temos que interpretar aquela parábola, aquela parábola não, aquele ensinamento em termos metafóricos, de uma maneira mais ampla. Porque para Jesus ser o pão da vida, para nós nos alimentarmos do pão da vida, a gente começa lá na parábola do semeador. A gente passa pela parábola do joio e do trigo para depois depois por um processo de fermentação, a nossa fé se transformar. no alimento da alma. Isso significa que a dor que a gente tem hoje vai passar. Talvez a gente não saiba quando, porque tudo que a gente quer é se restaurar. Mas quando Jesus nos traz o sermão do monte, nós temos ali um recorte dos nossos processos. E cada bem-aventurança, cada bem-aventurança é um processo de recomeço do espírito, nos encaminhando pro final. Eu aprendi com a colega de movimento espírita aqui da comunhão chamada Bárbara Brito, que ela tem um programa chamado Explorando Espiritismo. E todo terceiro sábado do mês ela faz uma intervenção aqui. programa é no no estúdio, mas todo terceiro sábado do mês ela faz um recorte aqui. E no sábado passado me marcou muito quando ela falou de dores, de quedas
sábado do mês ela faz uma intervenção aqui. programa é no no estúdio, mas todo terceiro sábado do mês ela faz um recorte aqui. E no sábado passado me marcou muito quando ela falou de dores, de quedas e eu aprendi com Bárbara Brito o que eu aprendo com Ivson toda sexta de manhã na reunião mediúnica. que todos nós, por sermos criaturas divina, divinas, nós temos novas oportunidades. Nós temos tempo para despertar, porque o amor do Cristo é lindo. Conforme Paulo escreve, acho que é numa carta aos Coríntios, o amor do Cristo nos constrange. É muito sério isso. As nossas lágrimas, segundo Bárbara, eu concordo, são obras de Deus. As nossas lágrimas significam o arrependimento do espírito, mas é o arrependimento de coração. Porque quando a gente se arrepende de coração, o choro e ranger de dentes, ele eclode. Ele eclode por um grito de socorro que a gente pede a Deus para se restaurar, que a gente pede a Deus para ter novas oportunidades. E Jesus como bom pastor de todos nós, de todos nós nos acolhe. O pensamento espírita. E aqui a gente se encaminha realmente pro final. Na questão 495 do livro dos espíritos. E aqui é para você que porventura passe por um processo difícil. Na questão 495 de O livro dos Espíritos, Allan Kardec vem escrever junto com a equipe de Jesus sobre o anjo da guarda, sobre o espírito protetor. E tem uma lição lá, acho que é de São Luís, que fala assim: "Não se envergonhe". É muito forte isso. Não se envergonhe em pedir ajuda. Não se constrangem nos procurar. Porque nós, enquanto anjos da guarda, tudo que a gente quer, tudo que a gente quer é uma oportunidade para ajudar. Deixame ver se tem alguma pergunta aqui no canal do YouTube. Larissa lá de Belém. Olá, Larissa. Lelê lá de Maresias. Comunhão é bem cosmopolita. Isabela Teodoro, Fabiana, um abraço para Davi Antônio de 14 anos e Cláudia. Então, quando a gente quiser novos ares, para quem gosta de ler, uma proposta é estudarmos a questão 920 de livro dos espíritos. Quando Kardec questiona se a gente consegue a
nio de 14 anos e Cláudia. Então, quando a gente quiser novos ares, para quem gosta de ler, uma proposta é estudarmos a questão 920 de livro dos espíritos. Quando Kardec questiona se a gente consegue a felicidade plena na atual reencarnação, a resposta é não. A felicidade é relativa. Felicidade mesmo, felicidade mesmo é quando todos nós proclamarmos o evangelho do Cristo. E certa vez sobre isso, Francisco de Assis reuniu seus colegas de trabalho e disse mais uma vez o idei o evangelho a toda a gente, sendo que ele adaptou, ele atualizou. Ide e pregai o evangelho por toda parte. E se preciso, se preciso, utilizai as palavras. Que os nossos novos ares sejam um suspiro de esperança do amor do Cristo. Porque tá aqui, Ivson, que toda cesta proporciona novos ares a espíritos. que desencarnaram e estão em um processo completo de arrependimento. Ivson, assim como cada um de nós aqui, é carta viva do evangelho. Era isso que tínhamos para falar, que voltemos fortalecidos para os nossos lares. E agora vamos à prece final. Particularmente eu estou de olhos fechados. Amado Mestre Jesus, que eu possa sentir o teu acalento, que eu possa sentir o teu amor, que eu possa sentir o teu consolo, que eu possa sentir a brisa de toda a tua misericórdia, me trazendo novos ares, me fortalecendo na minha caminhada, que eu possa me ver enquanto um espírito em construção, enquanto um espírito que erra. Mas quanto o espírito que busca na medida da minha possibilidade me ajustar, me corrigir e continuar a minha vida rumo ao descobrimento íntimo de Deus. Com essa prece, damos por finalizados os trabalhos da noite de hoje. Quem quiser tomar o passo, fica sentadinho. Teu nome, Evans que a colega Evans vai chamar. Fiquemos em paz com Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais,
mo finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado
m e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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