Tributo a Bezerra de Menezes - Márcia Maria Ramos
Tributo a Bezerra de Menezes - Márcia Maria Ramos
chorar. Olhe os cristalinos, azões da cor do céu. Barba tão branquinha qual Papai Noel. ilumina seus irmãos da terra no sofrer, no sorrir, no chorar. Bezerra de Meneses, apóstolo do bem, receba as nossas preces e o coração também. Bezerra menes, apóstolo da luz, depõe as nossas dores aos pés. de Jesus. Sintonizados com Dr. Bezerra de Menezes, que estamos invocando por meio da música, vamos, por intermédio dele glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz nas nossas vidas. por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros da Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa ao dia de hoje. E ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença morável de Dr. Bezerra de Menezes, para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus. para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade e na fé, concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritos divulgadores da doutrina pela nossa ação, pelo amor que tivermos dos nossos corações. Bçãos pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde, mas também vamos irradiar para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, habitação, segurança, educação dignas, as nossas autoridades que se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, respeita as leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Nós vamos pedir também para o movimento
aleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, respeita as leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Nós vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento, abençoando cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, para as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso Congresso do ano de 2026. Nós vamos pedir também para o nosso grupo espírita mensageiros da luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Vamos irradiar também para os nossos lares, lares enlutados, com pessoas enfermas, cirurgiadas, aguardando para se subeterem a cirurgias hospitalizadas, para aquelas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, droga de são, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia, bênçãos para as nossas crianças e jovens. Conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo, do trabalho, da religião, livrando os vícios das ciladas, dos desequilíbrios, da preguiça, fazendo desses jovens servidores da sociedade, espíritos aflitos, enfermos, entristecidos que aqui estiverem, mas também nos nossos lares, levando às vezes o desassossego, o sentimento de solidão, a enfermidade, qualquer lugar que eles estiverem, que todos possam ser atendidos, esclarecidos, amparados e encaminhados às colônias espirituais. Aquilo que viemos buscar possamos receber. Sejamos todos envoltos em muita paz. Você que nos honra com a presença, estamos transmitindo da sede do grupo Espírita Mensageiros da Luz. Que Deus também te abençoe, abençoe toda a sua família, os seus propósitos de evolução. Com esses pedidos, agradecimentos,
presença, estamos transmitindo da sede do grupo Espírita Mensageiros da Luz. Que Deus também te abençoe, abençoe toda a sua família, os seus propósitos de evolução. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, nós passamos aqui as nossas colocações à luz da doutrina espírita. Os que nos acompanham por muitos e muitos anos sabem que todas as nossas inícios dos nossos trabalhos a gente evoca, a gente chama o espírito Bezerra de Menezes. E nós temos passado também essa sugestão para muitas e muitas outras casas espíritas, porque Dr. Bezerra de Menezes é o patrono do trabalho da unificação do movimento espírita e por consequência da União dos Espíritas. E este mês de agosto, todo ele é destinado à homenagem mais relevante à figura de Dr. Bezerra de Menezes. E nós sempre no mês de agosto fazemos essa homenagem. O ano passado devem se lembrar que nós trouxemos uma peça, levamos lá para o auditório da Federação Espírita uma peça em o tributo a Dr. Bezerra de Menezes. E nós precisamos saber mais a respeito deste homem de bem. Homem de bem, nas colocações trazidas pelo codificador da doutrina espírita, Allan Kardec, no capítulo 17 do Evangelho Segundo Segundo o Espiritismo, intitulado Sede perfeitos, o homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e de caridade. E se nós observarmos o cidadão Bezerra de Menez, Adolfo Bezerra de Menez, cearense, nós vamos ver que ele tem todos os requisitos para ser catalogado, para ser intitulado um homem de bem, mas se nós percorrermos a trajetória dele de vida como Adolfo Bezerra de Menez, 29 de agosto é a data do aniversário dele, do nascimento dele, nós Vamos ver um escritor emérito. Muitos e muitos livros, na verdade foram 12 obras escritas por ele no período que estava encarnado e no túmulo dele no cemitério do Caju, lá na zona portuária do Rio de Janeiro. Estão lá elencados todas as os títulos dessas obras de Dr. Bezer de Menezes. Se nós percorremos, chegarmos também à condição de médico, vamos ver tanto que ele era humanitário.
ária do Rio de Janeiro. Estão lá elencados todas as os títulos dessas obras de Dr. Bezer de Menezes. Se nós percorremos, chegarmos também à condição de médico, vamos ver tanto que ele era humanitário. Os biógrafos falam que ele tinha uma caderneta, os mais antigos devem se lembrar da caderneta. Tinha uma caderneta numa farmácia próxima à casa dele. Porque o consultório? Porque muitas vezes ele receitava, a pessoa não tinha condição de comprar o remédio, quer dizer, não adiantou. E ele então falava para a pessoa, passa na farmácia tal e pode comprar o remédio e colocar na minha conta. Ele, na verdade, materialmente ele não possuía absolutamente nada. Mas nós queremos também falar sobre o Dr. Bezerra de Minez, o político. E nós trouxemos um livro, esse aqui é raro mesmo, é obra prima mesmo, chama-se Perfil Parlamentar, portanto não é um livro espírita. Ele era editado pela Câmara dos Deputados no período em que o presidente da Câmara era o deputado Ulisses Guimarães e traz todas as os projetos que foram levados à Câmara por Dr. Bezerra de Menezes. E o prefácio do livro foi trazido pelo Dr. Freitas Nobre, que também era um parlamentar. Ele era marido da Dra. Marlene Nobre, que todos conhecem, da literatura espírita, a presidente fundadora da AM Brasil, Associação Médico Espírita do Brasil. E então ele preface aí esse livro do Dr. Bezerra de Menezes. E tem algumas situações bem inusitadas, mas todas elas nos remetendo a à doutrina espírita. E num determinado momento ele vai dizer, ele próprio respondeu, vamos ver a pergunta, né? Mas afinal para Bezer de Menezes, tantos anos exercendo o mandato de deputado federal, o que é a política? Então ele tá vai responder, Dr. Bezerra de Menezes vai responder para nós, a resposta dele, para nós, a política é a ciência de criar o bem de todos e nesse princípio nos firmaremos, quer dizer, no princípio de criar o bem de todos. E ele vai também nesse prefácio, ele vai nos trazer os os pares, os deputados que compõem a Câmara Federal nesse período
sse princípio nos firmaremos, quer dizer, no princípio de criar o bem de todos. E ele vai também nesse prefácio, ele vai nos trazer os os pares, os deputados que compõem a Câmara Federal nesse período em que estava Dr. Bezerra lá. Dentre eles está Bitencur Sampaio, Rui Barbosa. E aí ele vai trazer uma informação que Rui Barbosa também era espírita. E nós sabemos que Rui Barbosa é reencarnação do patriarca da independência. E quem nos fala isso, Humberto de Campos, no livro Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho, quando ele fala que o patriarca da independência, José Bonifácio de Andrade da Silva, logo depois do desencarne, ele reencarna muito rapidamente para ser o nosso grande Rui Barbosa. E aqui ele vai dizer que aconteceu um fato inusitado, porque ele sempre tinha um debate na tribuna com Rui Barbosa. Ele, Rui Barbosa, estava numa estância e em Poços de Caldas e muitos conhecem esse local lá em Minas Gerais, que era um grande hotel que existia lá, muitas e muitas personalidades iam. E chegando no hotel, começaram um trabalho de evocação de espíritos, como acontecia lá na França também naquele período onde reunia dois ou três e ali, eles estavam evocando os espíritos sem uma consciência do comprometimento e da responsabilidade referente à aquela ação, mesmo porque são fatos anteriores, muitos deles anteriores à própria codificação da doutrina espírita. Porque o José Bonifácio, ele correspondia com Hanema, que também vai trazer uma mensagem no Evangelho Segundo o Espiritismo. E quem que é esse rânima, é o pai da homeopatia, portanto o patriarca da nossa independência. Em 1818, muito antes da codificação, ele já correspondia com o Hanema. E a a homeopatia vai chegar no Brasil e juntamente com a homeopatia vai chegar o passe, que a gente imagina que o passe é uma constituição da própria doutrina espírita. Ele é anterior, que em 1840, vamos lembrar que a codificação começa em 1857. 1840 já estavam aqui o Bentoir e o José Joaquim João Vicente, que eram dois eh
a constituição da própria doutrina espírita. Ele é anterior, que em 1840, vamos lembrar que a codificação começa em 1857. 1840 já estavam aqui o Bentoir e o José Joaquim João Vicente, que eram dois eh homeopatas, um era francês, o outro era português, e vieram para o Brasil e instalaram aqui o trabalho da homeopatia e também o trabalho dos passes. Então eles estavam ali nessa estância lá em Poços de Caldas. E aí Dr. Freitas Nobre vai dizer assim: "Ocorreu então o inusitado, uma entidade transmitindo em inglês mensagem íntima dirigida a Rui Barbosa. Tava todo mundo brincando com as entidades, aquela coisa meio galhofeira. E aí chega uma entidade, provavelmente aquele médium não falava inglês e aí vem uma entidade falando inglês, dirigindo-se a Rui Barbosa. ao recebê-la, quer dizer, Rui Barbosa, ao recebê-la, disse assim: "É o estilo dele, olha, o estilo perfeito e o assunto o mesmo que conversamos em nossa despedida em Aia, quando Rui Barbosa foi se apresentou, representou o Brasil e foi considerado a Águia de Aia, quer dizer, falou muito bem no momento em que a diplomacia mundial estava ali reunida. E ele diz, mas é possível. Trata-se de Will Steed, o meu amigo, o e grande jornalista inglês, cuja morte os periódicos noticiam hoje no afundamento do Titanic. E aí ele continua colocando outras observações também muito interessantes aqui. Mas aí vamos ver quando o grande mortal também Machado de Assis desencarna e o Rui Barbosa vai fazer a o discurso de despedida. E o professor Freitas Nobes também diz aqui: "Rui Barbosa saúda Machado de Assis quando o corpo deste partia para o sepulcro, saindo da sede da Academia Brasileira de Letras que fundara mestre". Então, as palavras do Rui Barbosa, mestre e companheiro, disse eu que nós íamos nos despedir, mas disse mal, a morte não extingue, transforma, não aniquila, renova, não divorcia, aproxima. Então, são essas as colocações trazidas nessa obra, que a gente poderia eh destacar mais momentos aqui, mas vamos ficar tão somente com esses,
transforma, não aniquila, renova, não divorcia, aproxima. Então, são essas as colocações trazidas nessa obra, que a gente poderia eh destacar mais momentos aqui, mas vamos ficar tão somente com esses, porque só pra gente ver a importância dele nos aspectos da política, porque quando o deputado federal ele advogou, quer dizer, defendeu com muito vigor a abolição do cativeiro. O Brasil foi o último país da das Américas que aboliu o cativeiro. E nós tivemos uma dificuldade com relação a isso, porque Dr. Bezerra de Menezes dizia que não podia ser assim de qualquer maneira, embora tenha sido o último país, mas foi de qualquer maneira, com todo respeito às pessoas que trabalharam pela abolição, mas ela foi tardia mesmo. Ainda bem que veio. E por que que foi tardia? porque não houve um encaminhamento para aquelas pessoas que estavam nas fazendas, nas casas, nos quintais, para que elas tivessem uma condição de digna com de vida com mais dignidade. Então ele reclamava, advogava que precisava de dar o encaminhamento para as mulheres, para as crianças, para que elas tivessem uma dignidade da vida. Isso foi suprimido em 1943 com o governo do presidente Getúlio Vargas, com a CLT. que é a consolidação das leis trabalhistas. Mas ele dizia mais também, vamos lembrar que nós estamos, todos esses fatos são antes da República. E ele dizia também da importância do municipalismo, quer dizer de fortalecer o município, porque as pessoas nas colocações dele, elas vivem, todos nós vivemos nos municípios. Então, havia necessidade de fortalecer o municipalismo. Palavras do Dr. Bezerra de Menezes. E nós só vamos ver essa consolidação agora na Constituição de 1988. Portanto, o que ele disse no século XIX foi concretizado no século XX, meados do século XX, mais para final do século XX. Este, nós já falamos do político Adolfo Bezerra de Menezes, do cidadão, do médico, mas sobretudo falaremos agora do espírita. E como é que ele chega à doutrina espírita pelo conhecimento que liberta? Ele tinha um amigo Travaços,
tico Adolfo Bezerra de Menezes, do cidadão, do médico, mas sobretudo falaremos agora do espírita. E como é que ele chega à doutrina espírita pelo conhecimento que liberta? Ele tinha um amigo Travaços, que traduziu o livro dos espíritos e leva para ele a o livro traduzido. Nem precisava porque ele também era poliglota, mas leva o livro traduzido e ele pega um bonde que era uma uma condução muito demorada, ele ficava uma hora para ir, uma hora para voltar da casa para o trabalho. E nesse momento ele lê o livro dos espíritos, começa a ler o livro dos espíritos e conclui, ele era espírito de nascença. Quer dizer, todas aquelas informações eram informações muito precisas, que ele era espírito de nascença. E aí ele começa o trabalho e a gente tem que lembrar a dificuldade que foi naquela época, porque existiam dois grupos eh estudando o espiritismo. um grupo que achava que era só religião e outro grupo que achava que tinha que ser ciência e filosofia. E não havia nada que fizesse esses dois grupos se unirem. Até que ele chega à Federação Espírita Brasileira e constitui nesse primeiro momento essa união dos dois grupos, que foi uma coisa bem demorada, com muita paciência, com muita sabedoria. As pessoas que têm liderança sabem que às vezes é difícil você atender ambas as partes. Tem que ter muito, muito, muita conexão, muita sabedoria mesmo para juntar as duas partes. Ele se torna então presidente da Federação Espírita Brasileira no Rio de Janeiro, na Avenida Passos, onde era a sede da federação. Ela se foi transferida para Brasília, claro, na época da da construção da capital. E na Federação Espírita Brasileira, ele realiza um belíssimo trabalho de unir as pessoas com seriedade, com comprometimento. Daí vem a proposta da unificação do movimento espírita. E quando nós falamos que ele é o apóstolo a unificação do movimento espírita. E o movimento espírita só pode ser unificado se os espíritos forem unidos. E nós, nas palavras dele também, nós somos poucos. E como poucos que somos, nós seremos tão
unificação do movimento espírita. E o movimento espírita só pode ser unificado se os espíritos forem unidos. E nós, nas palavras dele também, nós somos poucos. E como poucos que somos, nós seremos tão somente ponto de vista. Por isso é que precisamos de unir para sermos fortes. Daí a gente volta lá no início quando a gente diz que sugere as casas espíritas que iniciem os seus trabalhos com a música em homenagem a Dr. Bezerra de Menezes. Quando ele retorna ao plano espiritual, quando ele desencarna, nesse mesmo dia ele se manifestou na Federação Espírita Brasileira lá no Rio de Janeiro. começou a andar por lá e as pessoas, os médiuns, observando a presença de Dr. Bezerra de Menezes no plano espiritual lá dentro com juntamente com as pessoas que estavam. Mas quando completam 50 anos, porque nesse período em que logo depois do desencarne, ele se manifesta muitas e muitas vezes pela mediunidade também santificada de professor Eurípedes Barsanufo, ali na região de Sacramento. E com Chico nós sabemos quantos e quantos momentos eles estiveram juntos. Muitos e muitos anos. O Chico trouxe eh receituários de com receitas homeopáticas que eram assinadas por Dr. Bezerra de Menez. Muitos e muitos anos esse trabalho foi feito tanto lá em Pedro Leopoldo quanto em Uberaba. Mas quando completaram 50 anos do retorno dele, Dr. Bezerra, ao plano espiritual, houve uma festa em homenagem a ele e muitos e muitos espíritos que haviam sido consolados, muitas e muitas pessoas cujos procedimentos de obsessão tinham ser acessado através da mediunidade dele, da assistência, da acolhida dele, lá estavam para aquele momento de de festa no plano espiritual. E dentre essas pessoas que lá estavam, claro, o Chico também desdobramento na emancipação da alma. E quem conta a história é exatamente o Chico quando ele volta. E ele diz assim que em determinado momento aquela quantidade de pessoas que lá estavam, Dr. Bezerra de Menez recebe a visita de Celina. Celina é mensageira de Maria Santíssima. E Celina diz a ele que ela vinha por por
ue em determinado momento aquela quantidade de pessoas que lá estavam, Dr. Bezerra de Menez recebe a visita de Celina. Celina é mensageira de Maria Santíssima. E Celina diz a ele que ela vinha por por delegação, quer dizer, Amando de Maria Santíssima, para convidá-lo a acender, a subir a mundos mais elevados. E a gente sempre diz assim que se fosse conosco aqui, ó, gente, eu tô indo porque eu vou para um lugar muito melhor. No entanto, ele se ajoelha nos pés de Celina e diz a ela que intercedesse por ele junto à Maria Santíssima, porque ele gostaria de continuar na terra para aliviar as aflições dos habitantes daqui, tanto os encarnados quanto os desencarnados. E a presença dele dentro do movimento espírita, dentro das casas espíritas, nas nossas reivindicações, é uma uma coisa incontest. Quer dizer, todos nós temos essa essa certeza da manifestação dele. Mas um dos fatos também muito lindos lindos que já aconteceram foi exatamente num determinado momento em que o Chico dava assistência a uma a uma invasão que se chamava dos pássaros. pretos e essa invasão era de muita dificuldade, muita, muita carência mesmo. E o Chico sempre arreban produtos, cestas, objetos, enfim, as coisas para levar para esta invasão. Mas era, ele ia sábado pela manhã e ali ele ficava até mais tarde. Depois ele ia lá pro abacateiro e ele rodava o sábado todo. E teve um sábado que não tinha nada para ele levar. E ele com aquele carinho, aquela aquela bondade infinita que lhe era própria, ele diz assim: "Vamos encher umas garrafas de água e vamos levar a água. Vamos fluidificar a água e vamos levar a água". A gente fica imaginando uma água fluidificada pelo Chico, porque nós conhecemos histórias de pessoas daqui de Goiânia. Tivemos a oportunidade de sentir o aroma dessas garrafas de água que eram fluidificadas lá. Quando a pessoa chegava aqui em Goiânia, era uma essência, uma um aroma de rosas as garrafas de água. E aquilo ali, a pessoa, no caso que eu presenciei, ela tirava um pouquinho na hora do culto, colocava de novo. Tinha
egava aqui em Goiânia, era uma essência, uma um aroma de rosas as garrafas de água. E aquilo ali, a pessoa, no caso que eu presenciei, ela tirava um pouquinho na hora do culto, colocava de novo. Tinha uns 10, 15 anos, a água ainda estava perfumada. O certo é que arrumaram essas garrafas e foram lá para essa vila dos dos pássaros pretos. Chegando lá, algumas pessoas que estavam com muita fome e a fome é má conselheira mesmo. Essas pessoas se revoltaram, ficaram nervosas porque precisava de comer, porque eu tava esperando, mais ou menos como a gente faz também. Eu queria tanto isso, não consegui. Elas ficaram muito nervosas. começou um certo tumulto ali na na era um lugar baixo, começou um cto tumulto ali naquela região. Daí a pouquinho ele escuta alguém chamando o nome dele lá em cima numa estrada que passava. Aí ele comentou com os amigos foi a polícia, essa confusão aqui, a polícia vou ser presa agora e subiu para ver, para ser preso. Chegando lá era um caminhão e tinha um motorista. E aí o motorista diz a a ele que ele havia levado o consolo a uma pessoa muito necessitada e essa pessoa era uma pessoa de posse lá em São Paulo. E essa pessoa disse que ia ajudar e a maneira de ajudar o Chico era ajudando as pessoas necessitadas. E ele então comprou um caminhão de mantimentos e mandou levar para lá para pro centro do Chico. Chegando lá, o caminhoneiro que tava motorista bateu na porta do centro, não atendeu, não tinha ninguém encarnado. Bateu no vizinho de cá, no vizinho de lá, da frente, não achou ninguém ali. E ele então estava disposto a ir embora, voltar. Imagina só ia voltar com esse alimento para São Paulo. E aparece um velhinho e aí pergunta para ele assim: "Você tá procurando quem?" Claro que o velhinho sabia. "Eu tô procurando o Chico Xavier. você, olha, ele tá em tal lugar assim, assim, você passa por aqui, tal, você pode chegar lá e conversar com ele. E aí o ele, o motorista contou essa história pro Chico e daí a pouco o Chico falou assim para ele: "Mas você não
lugar assim, assim, você passa por aqui, tal, você pode chegar lá e conversar com ele. E aí o ele, o motorista contou essa história pro Chico e daí a pouco o Chico falou assim para ele: "Mas você não perguntou o nome desse velhinho não?" Fou: "Perguntei sim". "E como é que ele chamava? Como é que ele chama?" e você lhe chama Adolfo Bezerra de Menezes. Portanto, materializou ali Dr. Adolfo Bezerra de Menezes para dar orientação para aquele caminhoneiro para levar essa alimentação a Francisco Cândido Xavier. Nós poderíamos ficar aqui horas e horas contando as informações relacionadas a Francisco Cândido Xavier, Dr. Bezerra de Menezes, mas nós encerramos com uma história também trazida por Humberto de Campos, quando ele narra Dr. Bezerra estava olhando para o mar, o espírito Dr. Bezerra olhando para o mar. E nesse meio de prazo, ele observava que a grande maioria das pessoas que faziam solicitações a ele, nós mesmos, era assim para arrumar o emprego, nós precisamos mesmo do emprego, mas o emprego nós mesmos podemos eh lutar para conseguir. Nós as as solicitações eram muitas elas de ordem material mesmo. E quando ele estava naquela, naquela inquirição de si para consigo, refletindo sobre isso, sobre as demandas, as solicitações das pessoas da terra, e quem solicita normalmente são os espíritas mesmo, portanto somos nós. que surge uma entidade muito venerável que ali ali estava e ele percebeu que aquele que lá estava era Santo Antônio de Pádua. Na verdade, o Santo Antônio era de Lisboa, ele era português, mas como ele desencarnou em Pádua, tem uma igreja muito linda, onde estão os restos mortais dele, ele acabou tendo o nome de Santo Antônio de Pádua. era Santo Antônio. E aí eles começam os dois a conversar e o Santo Antônio diz a eles: "Parece que você tá assim muito mesmado, pensativo". Eu falei assim: "Tô pensando mesmo, porque as pessoas sempre me procuram para pedir coisas de ordem material. Muito raramente eles pedem a evolução espiritual, a sabedoria, a serenidade, o
pensativo". Eu falei assim: "Tô pensando mesmo, porque as pessoas sempre me procuram para pedir coisas de ordem material. Muito raramente eles pedem a evolução espiritual, a sabedoria, a serenidade, o equilíbrio para conseguirem a paz. E essa seria a proposta mais correta para que as pessoas tenham um procedimento de evolução espiritual, de felicidade plena, para aproveitar essa encarnação que é um verdadeiro divisor de águas nas nossas vidas. Tava ali conversando com o Santo Antônio e o Santo Antônio diz a ele assim: "Olha, vamos ali numa igreja, vocês já viram o que que vai acontecer, né? Vamos ali numa igreja que a igreja tem meu nome e eu vou te contar como é que as pessoas me tratam." E chegando lá tinha uma quantidade de moças, todas elas fazendo novena para Santo Antônio para que elas se casassem. Aí ele fal assim: "Agora se conforma comigo porque se eles estão pedindo coisas de ordem material para mim também de uma de uma maneira ou de outra são coisas de ordem material". Isso nos leva à reflexão nesse mês, sobretudo nessa semana em que estamos homenageando com mais vigor Adolfo Bezerra de Menezes, o apóstolo da unificação do da doutrina espírita. Muitos falam que é o médico dos pobres e muitos médicos que também são muito humanitários, mas após da unificação do movimento espírita é Dr. Bezerra de Menezes e ele nos traz esse alerta: Unidos seremos fortes. Quando nós falamos unidos seremos fortes, é dentro da nossa casa. Quer dizer, família dividida, que o povo discute por qualquer coisa, por briga por qualquer razão. Então, a união familiar, a importância dela, a união no no nos locais de trabalho, a importância dessa união nos locais de trabalho e a importância dos respeitas. Então, quando a gente fala, vamos fazer, vamos todo mundo eh suar a camisa e fazer a atividade, fazer o trabalho, porque quem divulga doutrina espírita são os espíritas. nós ficarmos assim, eh, depois eu faço, depois eu vou, aí a gente deixa passar o tempo e não prestamos o nosso trabalho, o objetivo
o trabalho, porque quem divulga doutrina espírita são os espíritas. nós ficarmos assim, eh, depois eu faço, depois eu vou, aí a gente deixa passar o tempo e não prestamos o nosso trabalho, o objetivo maior de divulgar a doutrina espírita, sobretudo pelo nosso exemplo. Que Jesus nos abençoe, nos envolva em muita paz. Nós estamos convidando os nossos companheiros médiuns para se posicionarem para a transmissão dos passes. Lembrando que o passe é uma transmissão de energias. Todos nós estamos recebendo e você que nos honra com a presença também está recebendo. Que Deus te abençoe, abençoe a sua casa, a sua família, o passe, coloca a sua água para fluidificar. Que Deus ilumine vocês todos. Muita paz. Pass emanação de luz. Bênção de nosso Jesus. Gesto tão puro de amor de nossas mãos para outras mãos. >> Em nome de nosso Senhor. >> Fortalece no caminho. Aeniza por alma. Alivia e reconforta como dor, >> paz e emanação de luz. Bênçãos de nosso Jesus, gesto tão puro de amor, de nossas mãos para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. Fortalece no caminho. Ameniza cura a alma. Alegria e reconforta como bálsamador. >> Fortalece no caminho. Caminho, >> ameniza cura a alma. >> Aia e reconforta. Como bsamonador que Jesus nos abençoe, nosa
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