Missão dos Espíritas - Márcia Maria Ramos
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Põe as nossas dores aos pés de Jesus. sintonizados com o Dr. Bezerra de Menezes, que estamos evocando por meio da música. Vamos, por intermédio dele, glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz nas nossas vidas. Por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros de Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, a saúde às vezes relativa. O dia de hoje e ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença morável de Dr. Bezerra de Menezes para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade, na fé. concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina, pela nossa ação, pelo amor que tivemos nossos corações. Bçãos pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. Mas vamos também para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da habitação, da segurança, da educação dignas. Que as nossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Mas vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento. cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, as nossas federativas, a Federação Espírita
doria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento. cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso congresso do ano de 2026, Grupo Espírita Mensageiros da Luz, com todas as nossas unidades e frentes de trabalho, mas também vamos irradiar para os nossos lares. Lares enlutados com pessoas enfermas, hospitalizadas, cirurgiadas, aguardando para se submeter cirurgias. Aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a dificuldade da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bênçãos pedimos para as nossas crianças e jovens. Conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo do trabalho, da religião, livrando dos vícios, da indolência, das ciladas, dos desequilíbrios, das más companhias encarnadas e desencarnadas, fazendo desses jovens servidores da sociedade, espíritos aflitos, enfermos, entristecidos que estiverem nossos lares levando desassossego, sentimento de solidão, a enferm idade, os que aqui vieram em qualquer lugar que estiverem, que possam ser amparados, esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais. Nós queremos especialmente pedir para o seu para o espírito do seu Dalmo de Oliveira, companheiro nosso que estava todas as segundas-feiras aqui na no Mensageiros da Luz aos sábados lá na Mansão da Esperança. Ele retornou ao plano espiritual nesta semana, quarta ou quinta-feira, e nós estivemos lá, mas estendemos os nossos sentimentos de de pesar, a filha Jordana, que tá aqui conosco, a sobrinha Michele e a Eliana. Que Deus reconforte e dê a todos vocês a serenidade própria de um espírita. Também pedimos para o Rone abraçando o Don que aqui está conosco, nosso companheiro de muito tempo. Que
Michele e a Eliana. Que Deus reconforte e dê a todos vocês a serenidade própria de um espírita. Também pedimos para o Rone abraçando o Don que aqui está conosco, nosso companheiro de muito tempo. Que Deus também abençoe o Rone, reconforte o seu coração. O seu Enox, que retornou ao plano espiritual, foi sepultado ontem, que é tio do Dr. Aítono. Nós estivemos na casa dele há coisa de um mês e ontem também estivemos no velório. e o pai da Fernanda, nossa companheira evangelizadora da nossa casa, que desencarnou também no sábado, é João Sardinha Ferreira. Que Deus abençoe a trajetória dele e reconforte os corações que aqui ficam. E da gente sempre, em todas as vezes que nós nos referimos aos nossos entes queridos que se retorna ao plano espiritual, a gente se refere com o sentimento da gratidão. A gratidão pela convivência, a gratidão pela oportunidade da que da experiência que tivemos juntos. Gratidão pela dignidade dessas pessoas. Então é o momento mesmo e outros que provavelmente podam estar também lutados. É o momento da gratidão a Deus na certeza que a vida continua, que nós somos viajores do tempo, aprendemos com a doutrina espírita no momento da emancipação da alma. está lá na questão 400 a 412 do livro dos espíritos, que durante o nosso período de sono físico, quando nós dormimos, o nosso espírito se encontra com essas entidades, com esses espíritos dos nossos amigos que retornaram ao plano espiral. Encontramos com outros também, mas com esses nós encontramos com eles e encontraremos sempre. e quem nos traz tantas e tantas informações a respeito do plano espiritual. Tô vendo a Ana ali também no fundo com a irmã que retornou ao plano espiritual poucos dias, a Joana também estivemos lá. nossa condolência a todas essas pessoas e mas nós aprendemos com a doutrina espírita e sobretudo com a obra de André Luiz, a coleção que é chamada coleção nosso lar, da importância de termos o entendimento do que que é a vida espiritual. Porque quando nós temos esse entendimento, as nossas aflições,
a obra de André Luiz, a coleção que é chamada coleção nosso lar, da importância de termos o entendimento do que que é a vida espiritual. Porque quando nós temos esse entendimento, as nossas aflições, as nossas tristezas, a nossa saudade que será eterna, mas elas são reconfortadas na certeza que estamos juntos caminhando para o tempo. E o grande consolador que nós tivemos foi Francisco Cândido Xavier e são as cartas consoladoras trazidas por ele pela psicografia iluminada. sobre a supervisão de Emanuel, mas são livros e mais livros que ele trouxe Emanuel supervisionando todos esses espíritos que trouxeram as suas mensagens através da corretíssima psicografia de Francisco Cândido Xavier. Muitos e muitos jovens e eles trazem as mensagens, mensagens contando detalhes do da vida. A atriz Nair Belo, ela contava que ela se tornou espírita. os mais antigos devem se lembrar dela. Ela se tornou espírita porque num momento que o filho dela sofreu um acidente, desencarnou e com aquela tristeza, aquele sofrimento que é próprio das pessoas que perdem os entes queridos, ela vai ao Chico e o rapaz traz uma mensagem e conta uma desavença que houve entre ele e a mãe numa noite de Natal. E as únicas pessoas que sabiam da desavença era exatamente ela e o espírito, no caso agora espírito filho, que tiveram algum desentendimento, coisas poucas de família mesmo, mas ele relata aquele fato ali naquele momento. Então ela se dizia espírita, se declarava espírita para as mídias, para a televisão. Exatamente. Ela relatava esse fato. E nós, se fôssemos contar tantas e tantas histórias que sabemos de de espíritos que trouxeram as informações, por exemplo, dois jovens, e a gente não tá citando os nomes nem os livros, porque na verdade o tema vai ser outro, por isso é que a gente não pesquisou lá num para lembrar qual era o livro, mas existem dois jovens, uma das obras dessas cartas consoladoras, que eles estavam numa viagem no interior de São Paulo E nessa viagem eles desencarnam. O carro sai da pista, entra para uma uma
ivro, mas existem dois jovens, uma das obras dessas cartas consoladoras, que eles estavam numa viagem no interior de São Paulo E nessa viagem eles desencarnam. O carro sai da pista, entra para uma uma região de pasto e eles desencarnam. E a hora que eles se percebem fora do corpo, lá estava a vozinha deles que já havia desencarnado há algum tempo. E aí eles perguntam para a avó o que que ela tava fazendo aqui. Eu falei: "Vim buscar vocês". Então, quer dizer, já estava, embora para os encarnados era um acidente, alguma coisa fora do script. Ali ela já, eles já sabiam, já estava na programação daqueles dois jovens do desencarne e a avó já estava ali para acolhê-los. E quem trouxe a grande contribuição realmente foi Francisco Cândido Xavier. E é sobre isso que nós vamos falar hoje, a missão dos espíritas. E essa mensagem foi recebida em Paris em 1863. Grande parte da obra da codificação, quase toda ela, foi recebida em Paris. Existem outras cidades da França também que médiuns lá estavam, receberam, encaminharam pra sociedade parisien de estudos espíritas e também outras países da Europa também, às vezes até a própria Argélia que tem mensagens que foram trazidas. E essa mensagem é assinada pelo espírito Erasto, que foi discípulo de Paulo. e ele vai nos contar e a mensagem um pouco extensa e a gente separou então somente uns dois ou três parágrafos que ele diz assim: "É chegada a hora que deveis sacrificar em favor da sua divulgação, da divulgação da doutrina espíritas, hábitos, trabalhos, ocupações fúteis. Certamente falareis com pessoas que não quererão ouvir a palavra de Deus, pois ela recomenda a renúncia constante. Pregareis o desinteresse aos avaros e a abstinência aos devaços, a mansidão aos tiranos domésticos e aos opressores. Então, quando naquela época o espírito dizia, pode ser que muitas pessoas nem sequer acreditem nessas informações que são trazidas, a revista Espírita de Paris traz uma informação muito preciosa também de uma um senhor que via muitos os espíritos e num determinado momento
s nem sequer acreditem nessas informações que são trazidas, a revista Espírita de Paris traz uma informação muito preciosa também de uma um senhor que via muitos os espíritos e num determinado momento ele chegou à conclusão que ele devia ir conversar com o padre para contar para ele que ele imaginava que até era encarnado essa pessoa, mas que ele desaparecia. começava a conversar, conversava, de repente ele desaparecia aquele senhor e ele começou a entender que poderia ser espírito. Foi conversar com o padre, o padre relatou esse fato para o bispo e daí a pouquinho chamaram esse senhor e eles concluíram o seguinte, que o bom mesmo seria prender o médium, prender aquele senhor, porque aí aquele não não ia aparecer mais para ele tava resolvida a questão. Só que espírito manifesta onde quer, tanto os espíritos mentores quanto os espíritos equivocados, não existe espaço, não existe distância para eles. E aí, nesse momento, o espírito começou a aparecer na cela para aquele cidadão. Ele volta e aí fala para o delegado, para a autoridade policial que chamou o prefeito. essas situações envolvia-se uma comunidade toda na França, porque quando tinha um processo de obsessão, eram a cidade toda envolvida e tinha que ser assim, exatamente para chamar a atenção da intelectualidade, dos estudiosos, para que sobretudo Allan Kardec tivesse o interesse e codificasse a doutrina espírita. O certo é que chamaram o prefeito, chamaram a autoridade e eles concluíram que aquela pessoa estava num processo de demência, tava louco. E nesse processo de demência ele chamaram-se o Pinel, o Dr. Pinel, que depois virou-se até uma uma coruptela desse nome para dizer que era uma pessoa perturbada, chama o Dr. Pinel para aferir o que que tava acontecendo com aquele senhor. No final das contas, eles concluíram que realmente a questão era uma questão espiritual. E o que que ele estava querendo esse espírito? Que depois ele se identifica, ele tinha uma roupa muito especial, um espírito muito preparado. Ele se identifica. Ele queria
era uma questão espiritual. E o que que ele estava querendo esse espírito? Que depois ele se identifica, ele tinha uma roupa muito especial, um espírito muito preparado. Ele se identifica. Ele queria tão somente chamar a atenção das pessoas para mandar um recado para o imperador, que naquela época era o Napoleão Iir, o certo é que todo tempo, em todas as épocas da humanidade, os espíritos se manifestaram e há necessidade dos médiuns para realizar esse trabalho. É fácil? Não, não é fácil. E quem nos orienta sobre isso é exatamente o o Raul Teixeira quando ele diz que é muito bom ser espírita, mas não é fácil. Por essa frase que a gente viu aqui, pela essa leitura, a gente já percebe porque muita disciplina, muita renúncia, muito estudo, mas a compensação, a serenidade, o equilíbrio, a paz que a doutrina espírita traz às pessoas é algo assim, é o consolo preconizado por Jesus. Quando ele disse, "Voltarei ao Pai, não vos deixarei órfos, mais tarde enviarei o consolador, a doutrina que consola as nossas dores." Por que que a doutrina espírita consola as nossas dores? Vamos lá nos fundamentos da doutrina espírita. O primeiro fundamento da doutrina é a paternidade de Deus. Então, está nos apresentando Deus como pai, justiça, amor, misericórdia. de Kardec teve essa preocupação quando ele perguntou que é Deus lá no livro dos espíritos e os imortais vão responder a ele: Deus é inteligência suprema, a causa primária de todas as coisas. Mas nós vamos aprender também, seguindo aí os fundamentos da doutrina espírita, nós vamos chegar na lei de ação e reação, de causa e efeito. E em qualquer situação da vida, porque isso é uma lei da ciência, em qualquer situação da vida, nós vamos ver que sempre existe uma reação para uma ação. Tá fazendo calor, liga-se os ventiladores, ar condicionado, eh, para amenizar o calor. Tô com dor de cabeça, tomo remédio para melhorar a minha dor de cabeça. Então, tudo tem uma ação e uma reação correspondente à aquela ação. Nas nossas questões de ordem pessoal, nas nossas
ar o calor. Tô com dor de cabeça, tomo remédio para melhorar a minha dor de cabeça. Então, tudo tem uma ação e uma reação correspondente à aquela ação. Nas nossas questões de ordem pessoal, nas nossas questões de ordem consciencial, também é da mesma maneira. Por isso é que Kardec, quando ele pergunta aos espíritos onde estava escrita a lei de Deus, os espíritos vão responder a ele que a lei de Deus estava escrita na nossa consciência. Portanto, a gente tem a consciência que é muito bom ser espírita, porém requer muito, muito zelo para com a doutrina espírita, muito cuidado, muita perseverança, muito, muita disciplina e muito equilíbrio, muita sabedoria, prudência mesmo para sermos espíritas. E aqui nesse mesmo texto, ele ainda vai continuar nos dizendo, é, o texto é longo, mas ele vai dizer, mas cuidado, cuidado. Entre os chamados para o espiritismo, muitos se desviarão. E a coisa que a gente mais vê é isso mesmo. Pessoa vem, vem, de repente ela não vem mais, assumiu um trabalho e de repente ela perdeu o interesse, perdeu o estímulo por aquele trabalho. E aí então a recomendação da espiritualidade é para que perseveremos na atividade que nós nos propusemos realizar. E por que que a gente eh tem que ter essa perseverança? Primeiro, porque foi combinado lá no plano espiritual e diz o ditado popular que o que é combinado não é caro. O Humberto de Campos conta uma história nesse contos desta e de outras vidas, a história de um senhor que programou lá no plano espiritual que ia reencarnar para cuidar de crianças com alguma necessidade, crianças que estivessem em alguma dificuldade eh relacionada à orfandade, abandono, enfermidades, enfim, ele ia cuidar de criança, o objetivo dele era cuidar de criança. E aí combinou lá no plano espiritual que ele tinha e teria também uma condição financeira bastante relevante para facilitar o trabalho dele. Nós aprendemos aqui na doutrina espírita também que o dinheiro, como poder, como a fama, são também situações que dificultam muito a o processo de
ra bastante relevante para facilitar o trabalho dele. Nós aprendemos aqui na doutrina espírita também que o dinheiro, como poder, como a fama, são também situações que dificultam muito a o processo de evolução espiritual. Por que que dificulta? Porque a gente se envolve com as coisas da matéria, imaginando que nós vamos viver aqui eternamente. E a gente no máximo 100 anos e mesmo assim 100 anos, os últimos a gente já não tem mais aquela condição de tá eh usufruindo daquela fortuna, daquele poder, daquela fama, nada disso. Mas ele seria uma pessoa muito abastada para ter facilidade para realizar esse trabalho. Reencarna, começa a trabalhar. Daí a pouquinho ele imagina que ele poderia comprar uma fazenda, compra a fazenda, começa a plantar e planta e planta. Naquela época ainda não existia desmatamento, mas a gente fica imaginando, desmatou bastante, fez uma grande eh revolução naquela região ali ecológica. ficou rico, muito, muito rico mesmo. E aí quando ficou muito rico é mais um carro, mais um gado, mais uma casa, mais uma viagem. esse negócio de cuidar de menino. Ah, não vou mexer com isso não. E à noite o mentor dele, aquele que tinha valizado, porque nós todos nós temos um anjo que nos abençoa e nos protege, o mentor fala assim: "Ó, tá indo pro lugar errado." Mas nós temos o livre arbítrio. Todos nós fomos criados da mesma maneira, simples, ignorantes, no sentido de nada sabermos, notados de inteligência, livre arbítrio. E aí ele tinha o livre arbítrio. E ele então começou deixando de lado o projeto original e já estava numa idade mais avançada, carros muito bonitos, tudo muito bom, elogiado pela sociedade, porque as pessoas também gostam de estar perto das pessoas que têm mais poder, dinheiro ou fama. E o mentor espiritual pensou assim: "Agora vai perder essa encarnação mesmo. Se se no dermos uma uma solução para esse problema dele, com esse encantamento com ele que ele está para as coisas de ordem material, ele vai perder essa encarnação." E aí ele comprou um carro, o último tipo, muito
s uma uma solução para esse problema dele, com esse encantamento com ele que ele está para as coisas de ordem material, ele vai perder essa encarnação." E aí ele comprou um carro, o último tipo, muito caro, e saiu dirigindo o carro. Quando ele desce do carro, acabou de comprar a concessionária. Quando ele desce do carro, tinha uma casca de banana. O título da lição é exatamente do capítulo a casca de banana. tinha uma casca de banana e ele pisou na casca de banana, rodopeou, rodopeou, adoeceu, caiu, bateu a cabeça, foi para hospital, médico, aquela situação toda própria de uma pessoa já mais idosa e que caiu, que a gente sabe como é que essa situação, o certo é que ele fica algum período enfermo e aí os amigos espirituais nos falam que a enfermidade é muito importante para que naqueles momentos em que a gente estiver no na no leito de de dificuldade, de sofrimento, para que possamos refletir sobre o que poderíamos ter feito para burilar pelo menos um pouco o nosso espírito. Então, muitas e muitas pessoas que ficam muitos e muitos anos na cama é uma bênção nos termos da espiritualidade, porque ela está realmente preparando, é a veste nocial que ela está preparando para para ir encontrar com o senhor. Lembro que há muitos e muitos anos estávamos na Federação Espírita Brasileira, encontramos o Divaldo, que não tinha ninguém perto dele, assustamos muito porque normalmente é aquele tanto de gente. E aí perguntamos a ele sobre um amigo que era amigo dele, amigo comum, e ele nos disse assim: "Ele está preparando a veste nocial para ir se encontrar com o Senhor." Olha que construção belíssima de frase. Quer dizer, não fosse: "Olha, ele tá no fundo da cama, vai morrer daqui uns dias, coitado, no sofrimento, não. Ele está preparando a veste nupcial para ir se encontrar com o Senhor." Se nós observarmos essa figura, porque do festim das bodas, essa colocação trazida da parábola do festim das bodas, todas as nossas dificuldades a gente vai entender assim, estamos preparando a
nhor." Se nós observarmos essa figura, porque do festim das bodas, essa colocação trazida da parábola do festim das bodas, todas as nossas dificuldades a gente vai entender assim, estamos preparando a nossa veste nupcial para irmos encontrar com o Senhor. Ficou diferente o sofrimento. A gente já não vai sofrer daquele tanto, nossa, mas agora eu não vou dar conta porque tá difícil demais, porque eu sou uma pessoa infeliz mesmo. mudar a maneira de colocar as palavras. Nós temos pedido isso muito, inclusive com cursos próprios para a sabedoria das palavras. Quando a gente muda a maneira de dizer, podemos dizer qualquer coisa, mas podemos temos temos o dever de dizer assim, com gentileza, com educação, porque isso faz parte do processo da fraternidade, da amizade, da solidariedade que todos os espíritas devem, todos os cristãos. Mas sobretudo nós resppitas devemos ter uns para com os outros. Então, quer dizer, a gente observa no caso desse senhor da banana, que ele ficou algum tempo enfermo, exatamente para refletir sobre os desvios que ele havia colocado na sua própria vida. A exemplo também do que acontece com André Luiz quando ele se encontra com aquelas pessoas que ele havia de alguma forma prejudicado e que estavam na colônia nosso lar. Quando ele encontra com essas pessoas, a Narcisa, que era a enfermeira dele, ela fala assim: "É o momento agora do acerto de contas. vai lá, dá um abraço, pede perdão. E as pessoas, ambas, as pessoas que ele fez contato, inclusive aquele senhor que por questões financeiras tinham havido um desentendimento, falou: "Não, mas isso foi muito bom, porque eu cresci e evoluí". Se a gente observar o crescimento e a evolução espiritual, nós vamos sempre dar graças a Deus pelas aflições. Não que a gente seja masoquista, mas é porque a gente tá num plano de expiação em provas e todas as as agruras bem sofridas elas reverterão em benefício do nosso espírito. Chico, num determinado momento ainda que estava lá em Pedro Leopoldo, ele foi chamado
num plano de expiação em provas e todas as as agruras bem sofridas elas reverterão em benefício do nosso espírito. Chico, num determinado momento ainda que estava lá em Pedro Leopoldo, ele foi chamado para dar assistência a uma senhorinha, uma viúva cujo único filho havia sofrido um atentado. Isso na década de 30 e 40 era uma coisa muito rara. Havia sofrido um atentado e ele era a rimo de família, era só ela e ele, o filho jovem. E ele desencarnou nesse processo. E as pessoas, os vizinhos disseram ao Chico assim: "Olha, ela tá tão triste, tão assim infeliz, que nós, embora tenhamos convidado para vir a ao centro, ela não virá. Você pode ir lá no centro?" O Chico visitava todas as pessoas e todos os lugares. Foi lá visitar essa senhorinha. E chegando lá, eles começam a fazer um culto no lar. a importância de trazermos o culto para as nossas casas, sobretudo nos momentos em que estamos com maiores aflições. Começa a fazer o culto e a lição do culto foi exatamente sobre o perdão, porque quando o Chico chegou, elas dis não perdoam de jeito nenhum, não sei quem foi que matou meu filho, mas eu quero que faça justiça. E muitas vezes a gente quer mais a vingança do que a justiça. E é um coração de mãe de lacerado. Mas a lição que veio foi a lição do perdão. Daí a pouco bateu a porta, era um jovem e abriu a porta. O jovem pediu um prato de comida e ela disse: "Olha, nós estamos rezando agora. Você pode entrar os espíritos intuindo tudo aquilo". For se a gente sabe que os espíritos estão em todos os lugares. Você pode entrar. A hora que nós terminarmos o culto, eu vou servir uma sopinha para você. senhorinha muito simples. E o assunto lá, claro, não poderia ser outro, era o assunto do assassinato do rapaz. A hora que terminou o culto, um rapaz ajoelhou nos pés dessa senhora e diz a ela: "O assassino sou eu." E ela, ele pede perdão e ela o perdoa somente a espiritualidade para envolver aquela família, aquela situação no sentimento fraternal e sincero do perdão. Ela o perdoa, ele sai
: "O assassino sou eu." E ela, ele pede perdão e ela o perdoa somente a espiritualidade para envolver aquela família, aquela situação no sentimento fraternal e sincero do perdão. Ela o perdoa, ele sai dali, vai se apresentar às autoridades porque havia cometido um delito. Ele vai se apresentar as a as autoridades. E daí uns dois ou três dias lá no centro espírita manifesta um espírito. Era o espírito do rapaz que havia perdido a vida nesse atentado. E ele dizia assim: "É, foi muito bom a minha mãe ter perdoado do fundo da alma aquele rapaz. Nós acertamos umas contas de passado e eu agora estou preparado para seguir para as colônias espirituais, porque enquanto não houvesse esse acerto de contas da minha mãe com ele e com e de mim para com ele, eu não teria sossego. Agora eu já estou tranquila e já posso seguir para o plano espiritual. Então, a gente vê que só a doutrina espírita nos dá as condições de termos esse entendimento, o entendimento do perdão, o entendimento da amizade, o entendimento da fraternidade. Mas para que tudo isso aconteça é preciso que tenham espíritas. E a gente sempre diz que quem divulga a doutrina espírita são os espíritas. Por isso nós trouxemos uma mensagem, cartas de Paulo, tudo isso aqui é cartas de Paulo, eh, que ele se encaminha aos Coríntios e a interpretação trazida por Emanuel. Coríntios 13:13. A obra de cada um será posta em evidência. Quer dizer, cada um de nós temos que fazer a nossa parte, não sentido de evidência, mas para que possamos realmente honrar a nossa abençoada doutrina. E ele diz a obra pessoal, ninguém julgue que seus trabalhos individuais sejam elementos perdidos na vastidão imensurável da obra coletiva. Porque aí a gente pensa assim: "Nossa, mas só eu trabalhando, só eu fazendo vai fazendo, como dizia o Edson, vamos fazendo a picada aí, os outros virão atrás". Então, a importância da gente vestir a camisa e realizando o trabalho. Se o homem pudesse aprender, apreender a extensão das energias que o cercam, modificaria toda a atitude que
outros virão atrás". Então, a importância da gente vestir a camisa e realizando o trabalho. Se o homem pudesse aprender, apreender a extensão das energias que o cercam, modificaria toda a atitude que não evidenciasse a verdade e renovaria qualquer conceito que fugisse do bem. Então, isso aqui é para reflexão mesmo, que a gente tem que pensar, eu tenho que ser bom, eu tenho que fazer a coisa certa. A coisa certa é aquela que tá escrita no Evangelho de Jesus. Há seres cujo padrão de vida, por enquanto, não poderá se distanciar em excesso das operações propriamente animais. Pessoas são muito eh ignorantes ainda, porque isso tudo quando a gente vê pessoa desprovida de senso de fraternidade, de amizade, de solidariedade, porque ela ainda não tem essa sensibilidade e muitos animais a têm. As a o homem não tem por finalidade suprema o ato de comer e de perpetuar-se. O fim de sua passagem no mundo é aprendizado, é aqui, é a aquisição do espírito de serviço, é a obra de seu aperfeiçoamento através dos labores duros e persistentes. Então, não é a o objetivo, é o trabalho para que nós nos modificamos. Vamos imaginar que nós estamos aqui em 80, 90, 100 pessoas. Se cada um de nós sair daqui com a ideia que tem que modificar, olha, a gente vai modificando, vai sendo feliz, porque a gente passa a ser feliz quando a gente não preocupa com muita coisa que acontece por aí. E a gente vai multiplicando isso. Isso é mundo de regeneração, começando em cada um de nós. Quem te enviou ao trabalho na terra? Quem nos enviou ao trabalho da terra? Senhor, quem te enviou ao trabalho da terra está observando o teu esforço. Olha que coisa linda. Quer dizer, acordei cedo, trabalhei, fui pro centro, fiz sopa, pedi para comprar isso, pedi para fazer aquilo. Olha o tanto de coisa que todos nós podemos fazer todos os dias em prol da nossa abençoada doutrina, porque a gente fica feliz e acaba trazendo felicidade às outras pessoas também. E ele conclui assim: "Cumpre o teu dever". Aí a gente tem que fazer aquele exame de consciência e
sa abençoada doutrina, porque a gente fica feliz e acaba trazendo felicidade às outras pessoas também. E ele conclui assim: "Cumpre o teu dever". Aí a gente tem que fazer aquele exame de consciência e saber que que é a minha obrigação, qual que é o meu dever, a não ser o o dever social, profissional, estudantil, familiar. Qual que é o meu dever para comigo mesmo? Qual que é o objetivo meu da minha vida? É ter sabedoria para ser feliz. Por isso que Jesus disse através do evangelista Lucas, dá conta da tua administração. E ele finaliza de uma maneira muito linda, como sempre, Emanuel, e nós também, as gotas d'água fornecem uma ideia de nosso patrimônio coletivo. Cada um de nós uma gotinha d'água, que seja uma gota d'água cristalina, mas não somos simples gota d'água. Nós somos muito mais do que isso. Somos filhos de Deus e nossa tarefa pessoal se manifestará fatalmente na obra dele. Cada um de per si, cada um trabalhando para dar o melhor de si. Que Jesus nos abençoe, nos envolve muita paz. Nós estamos convidando os nossos companheiros para se posicionarem para a transmissão dos pass. Pass é uma transmissão de energia. Todas as pessoas estão recebendo, você que nos nos honra com a presença pelas redes sociais, que Deus te abençoe também, te envolva muita paz, também vai receber o passe nesse instante. Passe a imanação. de luz. Bênção de nosso Jesus, gesto tão puro de amor de nossas mãos para obras mãos. Em nome de nosso Senhor, fortalece no caminho, ameniza, cura a alma, alegria e reconforsamo naador. Paz eção e amor. Bção de nosso Jesus. Gasto tão puro de amor de nossas mãos para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. Fortalece no caminho. A minisa cura a alma. alegria e reconforta comoador fortalece no caminho. A miniza, cura a alma, alegria e reconfor. como balsa amunador. Oh.
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