Transtornos mentais - Perguntas e respostas

FEEGO 29/11/2024 1:03:28

Acompanhe todas as semanas - quintas feiras, às 21:30, programa da Web Radio Fraternidade, esclarecendo dúvidas sobre essa temática tão atual. Com o médico psiquiatra Roberto Nicola, o psicólogo Rafael Papa e mediação de Ivana Raisky.

Transcrição

web rádio fraternidade é a web rádio Fraternidade a nossa ferramenta de paz invadindo ruas campos e cidades com amizade amor muito mais é a web rádio Fraternidade a nossa ferramenta de paz invadindo ruas campos e cidades com amizade amor muito mais Olá boa noite Boa noite a todos nossos amigos aqui que estão conosco diretamente né da web rádio Fraternidade para mais um programa né de perguntas e respostas acerca dos transtornos mentais e todo o espectro aí de saúde mental de todas as questões que vão sendo trabalhadas né agora de 15 em 15 dias que a gente está aqui né Eh prontos né preparados para para receber as perguntas né e de serer certa forma vamos aguardar o o carinho né das perguntas dos amigos e desde já pedimos para que compartilhe esse programa para que curtam né a página da Web Rádio Fraternidade para que também possamos divulgar para pessoas que estejam necessitadas para fazerem perguntas né E nessa durante aa 1 hora estamos aqui à disposição Então nesse primeiro momento né eu o Roberto aqui né Roberto e Ivana não pode estar aqui conosco mas tá na na na transmissão aqui né na no background e boa noite Roberto boa noite Se apresente né E vamos fazer uma PR né para começar vamos boa noite Rafael Boa noite a todos que nos acompanham Então vamos fazer desse desse programa dessa noite uma noite muito especial falando sobre saúde mental Amém meu meu caro faz a pressa Roberto vamos lá então Eh Vamos agradecer a Deus eh que nós dê muita luz nessa noite que a gente tenha né que a gente consiga chegar nas pessoas que estão precisando de ajuda que essas pessoas né recebam um retorno nosso vamos pedir luz eh para Jesus pros benfeitores que aqui estão nos acompanhando e vamos pedir um uma energia boa boas vibrações para que a gente consiga mais uma vez repetindo né chegar em áreas onde que exista dor dúvidas eh Sofrimentos então que seja um programa eh feito com muito amor e carinho e um muito obrigado por esse momento assim seja Amém seja a forma como for né Roberto Roberto pra gente começar

dor dúvidas eh Sofrimentos então que seja um programa eh feito com muito amor e carinho e um muito obrigado por esse momento assim seja Amém seja a forma como for né Roberto Roberto pra gente começar conforme a gente combinou né também pedia a participação do público a gente falar de uma temática que é muito interessante que nesse momento a gente está muito debruçado né tanto eu quanto você que é o TDH é né que é o transtorno de Déficit de Atenção hiperatividade Então a gente tem percebido né um um crescente né Boom né de pessoas com um transtorno de Fato né diagnosticadas profissionais sérios né e também uma outra Gama de pessoas que estão muito desconectadas né Eh dispersas com relação aos aspectos da vi vida do cotidiano Então acho que é uma temática interessante né pra gente trabalhar aqui então trazendo a perspectiva biopsico espiritual né Eh biopsicossocial e espiritual né em todas as suas dimensões a gente pode começar pelo biológico né então primeiro acho que você como psiquiatra poderia dizer pra gente o que é esse transtorno né pra gente fazer essa primeira levantada de bola né Essa primeira essa primeira puxada né esse primeiro recorte dentro do do aspecto da terra né O que que a terra fala sobre o TDH O que que a terra fala sobre né Essa essas questões né que envolvem o TDH n e e a gente vai trocando para pra gente avançar né Ótimo então TD o TDH é um transtorno tá eh do neurodesenvolvimento né ou ou seja eh nos nos eh no desenvolvimento mental da células há algumas alterações Então nesse desenvolvimento e já existem estudos que falam em fatores né Eh que vê lá desde a gestação e fatores genéticos também que que englobam esse transtorno então é um transtorno dentro do neurodesenvolvimento eh não é antigamente se falava muito em TDH em crianças hoje a gente sabe que também adultos é uma é uma realidade e mais ou menos 60% daqueles que TM eh sintomas de Déficit tensão hiperatividade na infância vão ter na idade adulta também algum uma coisa né bom que que é o transtorno de défice

uma é uma realidade e mais ou menos 60% daqueles que TM eh sintomas de Déficit tensão hiperatividade na infância vão ter na idade adulta também algum uma coisa né bom que que é o transtorno de défice atenção e hiperatividade é uma dificuldade muito grande Tá de uma pessoa uma criança né isso pode ser identificado já nos três anos de idade de manter o foco né a atenção a concentração e uma dificuldade de interromper movimentos aquela criança né nós soubemos que criança são usam muito o corpo E são muitas agitadas né As crianças têm essa característica Mas é uma exacerbação é quase uma incapacidade de parar é uma incapacidade de se concentrar e de reter conhecimento porque não consegue às vezes eh prestar atenção para manter aquela concentração então é um do do ponto de de vista bioquímico né Rafa eh muitos neurotransmissores e regiões cerebrais elas são estudadas que que os os cientistas começaram a identificar que um neurotransmissor em específico entre outros mas o mais mais responsável digamos assim a dopamina ela tem algumas alterações e não só a dopamina em si Mas também se encontra algumas alterações em receptores tem algumas teorias que falam que não é só a dopamina mas alg os receptores dopaminérgico que também podem ter algum tipo de alteração tá e geralmente é na área mais nobre do cé que é a parte do córtex pré-frontal Então essa essa essa alteração de dopamina de receptores né nessa área do cérebro onde que é responsável pelo foco pela concentração pelo juízo né ação eh acarreta então sintomas né é o que é o que se estuda hoje e é o que se chegou né e começou teve um avanço muito grande nos estudos quando eh começaram os exames de imem neuro né começaram a a descobrir áreas do C que trabalhavam menos mais né E então se identificou essas alterações transtorno déf atenção e hiperatividade geralmente hoje Se for qualquer for estudar vai chegar na questão da dopaminérgica mas a gente sabe que tem outros neurotransmissores envolvidos também né Sistema glutamatérgico

enção e hiperatividade geralmente hoje Se for qualquer for estudar vai chegar na questão da dopaminérgica mas a gente sabe que tem outros neurotransmissores envolvidos também né Sistema glutamatérgico noradrenalina o o sistema gabaérgico então né Então a gente eh tem vários neurotransmissores né Tem várias alterações eh então é e tem tem alguns subtipos né não é todo mundo com a mesma sintomatologia não é todo mundo com e déficit de atenção e hiperatividade muitas vezes tem pessoas que TM mais déficit de atenção e não tem hiperatividade ou tem aquela pessoa que eh tem hiperatividade mas não tem de atenção e tem o transtorno misto Então são três tipos eh tá sendo Hoje existe um uma muitas pessoas sendo diagnosticadas aumentou muito esse diagnóstico eh de uma forma às vezes exponencial assustadora digamos assim né E tá tentando se descobrir o porquê né Eh e daí já abre-se uma discussão imensa né sobre tem países que T mais Def atenção hiperatividade por exemplo países que tem um sistema mais rígido que querem pessoas que sejam tudo de um mesmo padrão né existe mais eh existe mais o diagnóstico os estudos dizem isso apontam isso também né Eh aumento de poluentes de má nutrição entre outras coisas também pode eh aumentar o risco né do déficit de atenção e hiperatividade então tão são vários fatores né que envolvem no surgimento dessa dessa patologia que ela é com complexa né E ela também ela é muito eh hoje se cria uma uma uma eh Uma expectativa de tratamento muito medicamentoso né existe um como eh como uma forma só de de de tratar Então muitos estudos tem apontado que existe outras formas de tratar e muitas vezes por exemplo essas Eh esses remédios anfetaminas ou remédios parecidos com anfetaminas eles podem até causar outros transtornos né então tem que ter uma um uma um bom senso muito grande na hora de tratar e muita gente fala que tem essa esse transtorno para poder usar esses remédios né que são remédios que causam doping cognitivo então é um assunto bem amplo

um bom senso muito grande na hora de tratar e muita gente fala que tem essa esse transtorno para poder usar esses remédios né que são remédios que causam doping cognitivo então é um assunto bem amplo acho que nós temos bastante coisa para conversar a respeito disso né Rafa não com certeza Roberto eh Você tocou num em alguns pontos né primeiro explanou muito bem né Essa questão do TDH você sabe que eu tenho né Eu tenho um diagnóstico né de tda não tem o h né mas é um Déficit de Atenção muito muito robusto né assim muito flagrante né Então para mim sempre foi uma uma uma dificuldade muito grande né de estruturar as coisas né de de pensar de me organizar enquanto ser humano né e de me concentrar também né e também de esperar você sabe muito bem dis para mim é tudo para mim é tudo muito né é diferente né então é mas uma coisa que que nos chama atenção eu digo aqui na na condição de um psicólogo né além de Espírita eh quando alguém chega para mim com TDH eu sempre passo eu peço o diagnóstico Cadê né cadê o diagnóstico preciso desse diagnóstico né quem fez esse diagnóstico eh com base em quê né porque senão a gente a gente trata mal na parte medicamentosa a gente tá falando da parte biológica né se nós não tivermos uma exata noção por exemplo de de que a pessoa tem um TDH você pode jogar a pessoa num transtorno Geral de ansiedade né e assim como eu tenho alguns pacientes com TDH mas também tem bipolaridade se você colocar uma anfetamina né Roberto você vai jogar a pessoa no na Euforia no processo eufórico né que é muito comum no processo bipolar então a gente precisa ter um cuidado muito grande eu eu acredito né que os diagnósticos eles precisam fazer parte mais parte da vida do ser não para rotular ninguém o objetivo não é rotular pessoas é mas que para que a gente possa ter um um por exemplo como é que eu vou tratar terapeuticamente alguém na clínica né como é que eu vou entender o que a pessoa tem que estratégias emocionais nós vamos elaborar se eu não tenho esse diagnóstico muito bem então então eu eu

ou tratar terapeuticamente alguém na clínica né como é que eu vou entender o que a pessoa tem que estratégias emocionais nós vamos elaborar se eu não tenho esse diagnóstico muito bem então então eu eu eu tenho esse costume né de pedir Eu tenho pessoas que fazem o psicodiagnóstico né que que desenvolvem Então eu então encaminho ao mesmo tempo a gente também percebe que que em muitas situações eh a pessoa acha que tem mas ela tá muito dispersa né Então graças a Deus hoje né eu a gente em estudos né que a gente vem fazendo para esse livro né sobre TDH eh a gente vem estudando algumas coisas que por exemplo a pessoa com TDH el Ela é bem diferente a a formatação do cérebro né o cérebro é é muito diferente então você tem um atraso no desenvolvimento cerebral então é um transtorno sério então a gente tem que tratar de forma séria né como é que você vai medicar como psiquiatra né se se a gente tem um achismo se pessoa tem ou não tem o transtorno Então isso é muito sério muito sério é eh e outra né Por exemplo hoje hoje chegou um adolescente no meu consultório eh com diagnóstico de um autismo leve e TDH eh e foi indicado uma medicação para ele a ritalina né Hum e e um e é um menino que magro muito magro né até era uma queixa né que não conseguia ganhar peso e não teve uma boa resposta com a ritalina e a mãe não achou que seria adequado o uso dessa medicação e ela queria uma outra opinião de algum outro médico né bom vendo os exames do menino tinha muita coisa alterada nos exames dele né tinha até uma questão de anemia entre outras coisas né então se esse Men se essa mãe não tivesse acatado o uso dessa medicação que foi dado eu acho que no primeira segunda consulta Eh esse menino teria emagrecido mais não teria conseguido comer não teria sido investigado outras questões né vitamina D B12 hemograma então às vezes consequências graves né consequências é ou senão um outro paciente que agora me recordei que dizia que tinha déf de atenção né mas era usuário de de cannabis de maconha

D B12 hemograma então às vezes consequências graves né consequências é ou senão um outro paciente que agora me recordei que dizia que tinha déf de atenção né mas era usuário de de cannabis de maconha eh Poxa não vamos tirar essa substância investigar realmente se tem ou não eh esse esse transtorno ou pessoas que chegam no consultório médico psiquiátrico falando realçando os sintomas desse transtorno para receberem a medicação porque querem trabalhar mais querem estudar mais às vees estão trabalhando e fazendo estudando por alguma prova então como conseguir essa medicação controlada né começam a forjar sintomas ou mais pessoas que TM um uma vida né Rafa eh desequilibrada inflamada né Eh e de alguma forma não se cuidam e de alguma forma isso pode acarretar né o aumento do sintoma em quem já tem o TDH ou até o surgimento de sintomas parecidos agrava né agrava agrava E hoje muito a questão de telas né ã pessoas que que um adolescente é muito comum eu se eu perguntei para uma Adolescente em consulta Se ela assistia filme se ela tinha assistido um filme tal que era um tema relacionado que nós estávamos tratando e ela falou eu não consigo mais assistir filme eu gosto de coisa rápida e eu não consigo nem ver série eu gosto de então aquele ritmo de ver pequenos pequenos eh materiais assim vídeos né que tem redes sociais hoje né bem eh bem comum e tu é tudo muito rápido e e isso vai acarretar também um problema de concentração para para fazer eh uma concentração para ler um um livro para daqui a pouco eh se concentrar para para ler alguma outra coisa né então Eh é bem amplo então muito bem colocado isso que tu falaste Rafa sobre a certeza do diagnóstico porque muita coisa pode simular um transtorno de défice de atenção e hiperatividade acho que nós temos uma pergunta ali a Cláudia Regina ipno a hipnoterapia é indicado para quadros de ansiedade e depressão bom a hipnoterapia ela a hipnoterapia ela foi muito muito eh primeiramente muito obrigado pela pela pergunta e pela participação né

ipno a hipnoterapia é indicado para quadros de ansiedade e depressão bom a hipnoterapia ela a hipnoterapia ela foi muito muito eh primeiramente muito obrigado pela pela pergunta e pela participação né então Eh realço aqui o convite para que todos que tenham dúvida tanto de TDH ou alguma outra dúvida do transtorno DF atenção hiperatividade por favor eh pergunte Aqui estamos aqui para isso né Nós estamos conversando mas eh o intuito é responder né então coloquem perguntas aí por favor mas a hipnoterapia foi muito uma moda muito grande ali no começo do século passado AD né se estudava bastante e se descobriu que ela era Hoje voltou tem um tem um grupo fazendo mais né mas antigamente se viu que ela tinha ela ela tinha ela tinha sim uma resposta mas era uma resposta digamos dita por alguns autores autolimitada que que é autolimitada ela era por um período ela tirava alguns sintomas por algum período eh por exemplo Tu podia fazer uma hipnoterapia para uma pessoa que tava ansiosa eh essa pessoa de fato muitas vezes ela melhorava saía da sessão de hipnoterapia melhor passava alguns dias melhores mas ao longo de um período eh os sintomas de ansiedade ou de depressão que nem que nem Houve essa pergunta eles voltavam né ã então que que eu acho tá agora eu vou falar Roberto Nicola depois eu vou passar a palavra pro Rafa mas eu acho que pode ser uma boa técnica complementar tá aliada a outras técnicas né se tu encontrar uma pessoa que faça um bom trabalho dentro da hipnoterapia Tu acredita tu se sinta bem e isso de alguma forma te ajuda associado a outras modalidades terapêuticas que que tem alguma né algo mais robusto assim em termos de de referência por exemplo um acompanhamento com médico psiquiatra ou até mesmo uma psicoterapia com psicólogo ou não ã agregando entre outras coisas que a gente sabe que ajuda bastante né exercício físico uma vida equilibrada tu tentar descobrir o foco da da depressão da ansiedade E tu fizeres hipnoterapia também associada a toda essa rede de

isas que a gente sabe que ajuda bastante né exercício físico uma vida equilibrada tu tentar descobrir o foco da da depressão da ansiedade E tu fizeres hipnoterapia também associada a toda essa rede de essa construção então né Eu acho que é válido sim e você Rafa que que você acha não também acho que é é um processo que vale a pena como complemento né No entanto que foi algo que foi tentado por Freud né ser é ser instalado né na nos pacientes dele ele percebeu exatamente isso que você disse né Essa essa questão da limitação do tratamento mas se algo faz bem se algo traz né eh através das evidências se algo traz algum benefício pro ser né a gente não pode descartar então de certa forma sabendo da limitação pode auxiliar de fato como como complemento eu penso muito muito semelhante mesmo né É isso que a literatura diz né para não descartar né exatamente né não é exatamente e uma coisa muito interessante que o Freud ele era um Péssimo hipnoterapeuta né ele não conseguia fazer com que as pessoas entrassem em hipnose e foi a partir da tinha TDH então ele não conseguia nem ele imagina então ele começou eh nas sessões que ele não conseguia as pessoas iam conversando e conversando e e ele foi percebendo né que através do fio associativo de ideias também está o inconsciente né e a partir daí ele for muito mais coisa né é o o grande o grande eh passo da da Hipnose foi a abertura digamos assim do mais próximo do inconsciente né ali ficou muito nítido muitas coisas né é e o poder da sugestão sim n de alguma uma forma foi muito importante o processo da hipnoterapia né então foi a gente tem que agradecer porque a partir daquilo que Freud olha todo inconsciente né a Jung vem aprofundar o inconsciente coletivo Então muitos outros né se debruçaram e continuamos né estudando né o mais bacana é que a a psicologia uma ciência nova e tem hipnoterapeutas muito bons muito muito bom fazem trabalhos sérios né e e que ajudam muitas pessoas Então mas no no meu ponto de vista ela tem que ser um trabalho complementar né E e esse

ia nova e tem hipnoterapeutas muito bons muito muito bom fazem trabalhos sérios né e e que ajudam muitas pessoas Então mas no no meu ponto de vista ela tem que ser um trabalho complementar né E e esse ponto mais grave a ansiedade e mais grave a depressão mais importante essa rede de apoio com psiquiatra psicólogo exercício físico alimentação entre outras coisas sem entrar até na questão da espiritualidade que também é muito importante sim não sei essa resposta gostaria que quem fez a resposta eu esqueci o nome quem fez mas se quis cludia Regina a Claudia se a cludia tiver mais alguma dúvida por favor Cláudia faça aqui Cláudia Regina isso se ficou respondido também e obrigado pela pergunta uma coisa também que é muito importante né Roberto que que as pessoas pouco falam né quando quando a pessoa de fato tem o diagnóstico TDH as pessoas acreditam que é só uma desatenção e a pessoa não conseguir ficar sentado né É mas na verdade existem existe um contexto muito maior e só quem tem eh quem tem quem estuda de fato eh de forma mais aprofundada sabe das consequências né porque muitas vezes ah a pessoa tem TDH disse assim como se fosse algo bobo né algo infantil né que que é fácil não não é fácil conviver né é algo que todo suias eh você tem que ter uma rotina de funcionamento senão você não funciona bem então Eh eu percebo que que tem alguns efeitos colaterais desse tratamento como a gente vem conversando que que é uma impulsividade muito grande né então muitas vezes eh diante do da da das questões da vida você fala Poxa de onde é que vai ser impulsividade mas tá aqui né tá dentro de mim aí vem a autorregulação emocional mas mas existe um colateral desse dessa dessa deficiência dopaminérgica né e e também daquelas coisas uma coisa coisa que eu sempre euva né menino preguiçoso né desorganizado e e você acaba crescendo acreditando nailo sabe que os não é uma questão de pra né É É uma deficiência é é um é um déficit dopaminérgico por isso que a necessidade do diagnóstico para você diferenciar a

e você acaba crescendo acreditando nailo sabe que os não é uma questão de pra né É É uma deficiência é é um é um déficit dopaminérgico por isso que a necessidade do diagnóstico para você diferenciar a preguiça de um déficit dopaminérgico isso muito preocupa me preocupa porque tem adultos por aí que tem o transtorno e sofrem muito por conta da gravidade das consequências desse transtorno e tem um grupo que que acha que tem e não tem então por isso que eu acho que o assunto tem que ser tratado de uma forma muito séria Muito consistente né muit é desmistificada né pra gente não achar que tudo é não é assim né e cada um vai ter uma coisa né porque eu já percebo que que alguns pacientes conversando com alguns pacientes Alguns vão ter mais desatenção outros vão ser mais hiperativos e alguns vão ser mais impulsivos né então Eh eu não sei mas eu acredito muito Roberto pessoalmente que na lá na frente a gente vai ter até uma diferenciação do diagnóstico TDH porque cada um tem uma singularidade não dá para encaixar o transtorno TDH em determinada pessoa né ele se manifesta através de sintomas né que essa de Fato né Essa desconcentração mas eu acho que o pior O mais difícil é é impulsividade e e e a danificação das funções executivas por você tem dificuldade de ser detalhista você embora a gente tenha uma alta criatividade né sermos pessoas altamente criativas somos pessoas que somos capazes de construir uma casa mas não fazemos nunca o acabamento e o acabamento é importante a gente tem que acabar né então é muito bacana quando a gente tem ao nosso lado ali pessoas que que e aí vem a questão do orgulho né que a pessoa tem que admitir que tem o transtorno falar olha sou boa até aqui agora é contigo entendeu E e você delegar as coisas que você não é bom porque se você tem uma um déficit nas suas funções executivas né você tem dificuldade de se organizar você tem dificuldade com horário você tem dificuldade eh uma série de dificuldades né Eu eu tenho uma série de problemas com isso

it nas suas funções executivas né você tem dificuldade de se organizar você tem dificuldade com horário você tem dificuldade eh uma série de dificuldades né Eu eu tenho uma série de problemas com isso mas mas eu explico paraas pessoas eu digo para as pessoas eu converso eu peço ajuda né e não é fácil eh eu eu acho que essa questão das funções executivas frustra tanto o ser humano que isso ao longo do tempo gera uma depressão é os estudos apontam isso né Rafa os estudos apontam que eh acho que 30% do de quem tem o transtorno evolui para transtornos secundários tá que que são os transtornos secundários são outros transtornos dentro da da psiquiatria dentro da Psicologia que são acarretados pelo transtorno primário esse que tu falaste da da questão da da depressão o a pessoa começa a colecionar eh desvalimento digamos assim porque ela é tida como aquela pessoa preguiçoso que não para quieto que quer quer chamar atenção o burro que não consegue aprender o que é o que tá simples tem que estudar mais que os outros muitas vezes então se cria muitas coisas que a pessoa começa a acreditar que ela é daquele jeito porque ela é inferior né e pasmem pessoal assim ó eu vou uma coisa que eu acho que nunca comentei contigo Rafa ou se comentei foi num mas as pessoas mais interessantes do ponto de vista mental que eu conheci dentro da psiquiatria eh e fora da psiquiatria também eram pessoas que tinham déf de atenção hiperatividade e e foram pessoas que aprenderam a viver com o transtorno se adaptaram se entenderam né e se adaptaram e daí são pessoas multitarefas daí tu sai um transtorno para uma atenção multifocal que que é uma pessoa com atenção multifocal né é aquela pessoa Tá escrevendo um livro que trabalha que dá palestra que tá interessada num Esporte que tá sempre se reinventando tá sempre buscando algo novo para fazer quando ela começa a buscar vias dopaminérgicas saudáveis né um salto quântico no tratamento Então o que era transtorno se transforma em um n uma pessa atividade se transforma em

o algo novo para fazer quando ela começa a buscar vias dopaminérgicas saudáveis né um salto quântico no tratamento Então o que era transtorno se transforma em um n uma pessa atividade se transforma em energia essa e essa deficiência de de focar em uma coisa só eh deixa a pessoa versátil eh tu entende e então e e deixa a pessoa criativa tem então tem vários relatos de pessoas que tem que descobriram no meio de um transtorno questões autorais eh ricas e e deixaram de tentar fazer parte de um de um próximo tijolo no muro né de um de uma forma que que o social pede e ela se encontraram de uma forma autoral e são pessoas muito ricas que têm multi interesses que que que tem uma energia Fora do Comum eh foram as pessoas mais sensacionais que eu conhecia então a questão tu pode transformar isso que é um dito um transtorno em algo que vai te dar vantagens e por exemplo e outra coisa pessoal bom meu filho recebeu o diagnóstico tão tão hiperatividade Poxa o cérebro ele vai se desenvolver até os 25 anos tem muito caminho tem muito recurso para ser tratado enquanto o cérebro tá mais mais nessa plastid como a gente usa um termo bonito né na na neuro que que é plasticidade é a capacidade do cérebro se moldar Então essa capacidade vai até aos 25 anos e muitas das funções do cérebro vai pro resto da vida ele vai se se mostrando plástico vai se adaptando a estrutura se tu der o que ele precisa agora se tu quem tem Def atenção hiperatividade busca muito a dopamina que falta né e busca muitas vezes num numa substância psicoativa que que serja substância psicoativa po pode ser o álcool pode ser Sei lá o cigarro pode ser a maconha pode ser alguma droga pode ser comida pode ser jogo pode ser comportamentos de risco né que dão aquela adrenalina que tem aquela descarga de dopamina então a pessoa começa buscar isso por isso que a impulsividade né Eh ela pode até o comportamento principalmente no adolescente ficar muito perigoso porque a pessoa vai vai ter vai se permitir acelerar mais com o

oa começa buscar isso por isso que a impulsividade né Eh ela pode até o comportamento principalmente no adolescente ficar muito perigoso porque a pessoa vai vai ter vai se permitir acelerar mais com o carro a a beber dirigir a fazer outras coisas assim nesse intuito Então se coloca muito em risco tá e outro exemplo de de pessoas que se dão bem com né com essa hiperatividade são atletas eu eu trabalho com vários atletas e eu consigo enxergar assim que os atletas com mais hiperatividade né eles têm ganhos muito grande dentro do esporte muitas vezes el tem dificuldade de focar mas isso é trabalhado mas a hiperatividade qu dentro de um jogo e quando existe um hiperfoco eles têm um desempenho fora da Média Acima da Média né então a gente pode eh eu quis Trazer isso né porque não é um diagnóstico derradeiro é não é uma sentença não é uma sentença e tu pode sim se adaptar e te ter grandes ganhos né tem toda dificuldade não é fácil né Tem coisas que dá para ser trabalhado em terapia tem questões que devem ser trabalhada com com médico tem muitas coisas relacionad a teu estilo de vida com a sintomatologia Então não é só o remédio e não é uma sentença é e corroborando né com o que você tá falando né Eh de alguma forma quando quando você tem a oportunidade exemplo quando você dá errado em algumas coisas né isso ao longo do tempo vai se tornando uma frustração E você tem medo de errar de novo então a pessoa começa a procrastinar começa né E também a procrastinação é é um tanto quanto essa questão do Déficit né dopaminérgico né quando de fato tem ali a presença do transtorno né Isso é muito muito gritante para mim pelo menos Então mas algo que você colocou que é muito bonito bonito eh Por exemplo quando nós conversamos né sobre as questões inflamatórias eu desconhecia isso então eu comecei né a fazer atividade física Comecei agora de novo a fazer uma dieta né a tentar não essa dieta perfeita né que você me passou não rolou mas mas pelo menos eu eu passei a me cuidar mais eu comecei a fazer

a fazer atividade física Comecei agora de novo a fazer uma dieta né a tentar não essa dieta perfeita né que você me passou não rolou mas mas pelo menos eu eu passei a me cuidar mais eu comecei a fazer exercício pelo menos duas três vezes por semana é então querendo ou não houve uma desinflamação e eu senti naturalmente uma melhora né Por exemplo eu quando eu tomo um psicoestimulante de alta de Alto miligrama eu fico ansioso então não me faz bem então você conseguiu me trazer uma medicação que me trouxe vitalidade e nos dias que eu não a tomo eu sinto o cansaço é impressionante eu perco a vitalidade né então Eh e outras coisas lá que você passa né que é tirozin né el tirozin né aquelas outras ozinho com magnésio né que são importantíssimas também claro e e e eu dou instrumento para o corpo produzir mais aquele neurotransmissor ou aqueles neuros transmissores que às vezes estão sendo eh comprometidos e muitas vezes além do transtorno né Rafa esse comprometimento ele vem através de uma uma uma uma má gerência às vezes alimentar um processo inflamatório vitamina D baixa a pessoa tá inflamada ela ela come um muitas vezes e não tô falando do do teu caso mas de forma geral que eu encontro muito no consultório eh pessoas que se que que são inflamadas assim porque tem uma alimentação muito ruim mas eu tava tava sim e e pessoas que não sabem que tão inflamada da quando começa a desinflamar aquela dermatite some aquela renite desaparece aquele cansaço não tem mais aquela dor de cabeça aquele sono no final do dia desaparece começa a dormir melhor só tirando né alguns alimentos ruins e isso é muito legal de ver não melhora só no TDH mas melhora em vários tipos de transtornos né né ah e daí a pessoa você atenua né atenua outraa e muitas vezes quando a pessoa tá numa fase de desenvolvimento pode combater sintomas e pode tu pode aumentar a chance da pessoa não desenvolver isso na fase adulta sim é esse esse processo é extremamente importante mesmo e e eu nunca havia me atentar para essa questão

ombater sintomas e pode tu pode aumentar a chance da pessoa não desenvolver isso na fase adulta sim é esse esse processo é extremamente importante mesmo e e eu nunca havia me atentar para essa questão inflamatória né e agora eh estudando né estudando me aprofundando né Isso é muito real é muito vívido né e e quando eu não faço mais atividade física eu sinto falta parece que as coisas ficam mais no lugar mais organizadas né E outra coisa também que que que eu percebo e também de forma empírica e hoje também dentro das estratégias emocionais é o ambiente organizado porque o ambiente organizado para pessoa com TDH a nossa mente já é desorganizada por si só então a gente tem que trazer pro papel a gente precisa de uma ambiência mais organizada e isso influencia no comportamento isso influencia numa rotina e também outra questão eh por exemplo eu quero quero ler um livro eu tenho que sentar numa biblioteca um lugar sem muita distração para eu focar n isso então eu eu achei muito bonito Roberto uma pesquisa que eu li e eu fiquei animado eu falei eu posso ser eu posso conseguir ter mais performance do que alguém que não tem TDH e até te mandar isso ainda não mandei mas no livro foco roubado que é um livro ah comentou maravilhoso um livro maravilhoso esse livro é e e assim eh lá tá dizendo que a pessoa que quando nós estamos fazendo só uma tarefa daquele momento nós conseguimos produzir muito mais seja com TDH seja sem TDH mas as pessoas de uma maneira geral estão adotando uma posição de multitarefa então nós somos multitarefas Eu vou tem pessoas que colocam três telas Eu já vi principalmente cwork a pessoa tá lá com a tela aqui WhatsApp Aqui o e-mail aqui o negócio aqui fazendo tudo ao mesmo tempo e nós não temos capacidade de processar isso tudo então esse excesso de redes sociais esse excesso de multitarefas esse excesso de querer ser produtivo tá tornando o quê as pessoas autamente improdutivas então por exemplo a cada minuto uma pessoa que que é que é jovem faz uma alternância de tarefa isso são

tarefas esse excesso de querer ser produtivo tá tornando o quê as pessoas autamente improdutivas então por exemplo a cada minuto uma pessoa que que é que é jovem faz uma alternância de tarefa isso são estudos científicos e a cada 3 minutos um adulto e para você voltar aquela mesma concentração de antes requer 23 minutos Nossa ou seja o dia inteiro você tá desfocado o dia inteiro você tá dispenso aí eu fui descobr você falou da cannabis né pessoas que usam cannabis ou ou até o a maconha né tem o q -5 pessoas que tem TDH tem que Men 10 9 perdão e quem está desfocado tem -1 aí eu falei Opa é é a janela tu sabe jela eu eu vi um relato né um canal Espírita de um de uma pessoa que teve uma experiência quase morte ela saiu ela teve uma projeção saiu e e ela era interessante o relato dela ela relatou que que ela foi se aproximando de outras pessoas e ela sentia que as outras pessoas estavam entre aspas no módulo zumbi acordavam saíam trabalhavam fazzi as coisas e não pensavam naquilo que estavam fazendo exato estavam pessoas eh que estavam presas num grau de consciência inferior porque tavam num módulo digamos automático vivendo uma prisão eh não tendo autoria que que ruim né não tendo autoria não tendo não exercendo o juízo crítico de uma forma mais Ampla e refém dessas demandas do essa vida horizontal plana né Eh de viver essa esses estímulos né e parece que tu não foca parece que tu não pensa parece que não não reflete não sai nessa vida mais transversal não transcende e e cheio de foco e tu fica preso numa bolha no no dia a dia tentão tu vê que Que relato bonito né bonito né e e isso bate com de acordo também com as pesquisas né esse mesmo livro Roberto Ele diz que na idade média o que nós consumimos durante toda uma Encarnação de Formação equivalia a um jornal de 85 páginas toda uma Encarnação em média por pessoa né é esse número ele cresce em 2005 para 40 jornais de 85 páginas de informação em um dia Roberto um dia e agora em 2017 Nós já estamos em 170 jornais de 85 páginas de informação

o em média por pessoa né é esse número ele cresce em 2005 para 40 jornais de 85 páginas de informação em um dia Roberto um dia e agora em 2017 Nós já estamos em 170 jornais de 85 páginas de informação em um dia então se nós quisermos sentar para ler 170 jornais por dia só de informações diferenciadas a gente perde completamente o foco e é isso que tá acontecendo a gente querendo em tudo a gente querendo ser multitarefa só que o nosso cérebro só consegue fazer uma tarefa de cada vez embora seja uma máquina super potente né e e e tem uma coisa né Rafa as notícias que vem tem mais views digamos assim são notícias que mexem com o teu sistema dopaminérgico Então não é à toa uma notícia sensacionalista as a frase que o usam para chamar atenção são frases ou palavras né que que dá esse susto que dá essa essa esse esse ímpeto de ir atrás da notícia e daí geralmente o medo o temor é muito atrativo então tu fica naquela coisa de buscar e buscar buscar um assunto e geralmente dentro de um de uma esfera de uma vibração mais negativa e tu não consegue sair daquilo né Tu não sabe Rafa mas assim o que eu o que eu ajudo as pessoas em consultório falando desliga a televisão sai do celular desliga olha pro lado olha pro agora e as pessoas não se suportam não suportam a sua própria companhia não conseguem Ligar lidar com o tédio de de não ter algo quando vai no banheiro né tem que ter banheiro com o celular né ou com né então é doen isso isso com certeza vai mexer no foco vai mexer e muitas pessoas que estão nesse ciclo de a incapacidade de manter o foco por causa dessa desse hiperestimulação do sistema dopaminérgico elas são estão sendo diagnosticadas também com TDH e talvez não tenha é mas os sintomas são muito maiores de alguém que tem Entendeu então acaba que a pessoa adquire Mesmo que não seja né O que tem de pessoa nunca tive dificuldade Mas a partir dos 20 anos comecei com não é uma doença do neur o desenvolvimento ela não surge na idade ela surge sempre na infância a pessoa

que não seja né O que tem de pessoa nunca tive dificuldade Mas a partir dos 20 anos comecei com não é uma doença do neur o desenvolvimento ela não surge na idade ela surge sempre na infância a pessoa vai ter dificuldade sempre vindo lá de trás e daí tu pode ter uma melhora ao longo do tempo do né dos sintomas mas o que tá chegando de pessoas com os mesmos sintomas né e a partir de uma certa idade é uma exacerbação né do uso desse sistema dopaminérgico que é muito preocupante sim eu eu acho que os próximos dsms né a gente tá no no cinco ou seis né não sei perdão estamos no cinco né no cinco né Eu acho que vai ter que ser revista essa essa questão porque de uma certa forma se você tem uma pessoa hiper desfocada porque você tem o hiperfoco mas você tem o hiper desfoco é então se você tem sintomas de pessoas muito desfocadas pra gente separar o que é TDH e do que não é Talvez seja necessário porque isso isso acaba virando um transtorno isso incapacita as pessoas incapacita delas se relacionarem incapacita que elas façam trabalho incapacita a saúde mental incapacita tudo então Eh isso talvez tenha que ser medido né pela pelas pelas associações de saúde mental Porque é tão incapacitante quanto alguém que tem a TDH entendeu é tão incapacitante porque você tá dispo e e e o e a pessoa geralmente se não se cuidar né que que acontece o estilo de vida dela tá fazendo com que surjam esses sintomas o tipo de vídeo que ela tá vendo toda hiul ação o que que acontece né Rafa daí chega muitas vezes e busca medicamentos como anfetaminas ou remédios parecidos com anfetaminas né E daí não resolve o problema mascara o problema daí tu vai ter outros problemas então fica US se remediando através da medicação através do remédio né o remédio remedia e tu não não muda o teu comportamento que tá causando né então tem uma frase muito bonita que fala assim sempre quando um paciente procurar ajuda pro psicólogo ou pro psiquiatra eh procurar cura né o psicólogo ou o psiquiatra ou médico tem que olhar bem

né então tem uma frase muito bonita que fala assim sempre quando um paciente procurar ajuda pro psicólogo ou pro psiquiatra eh procurar cura né o psicólogo ou o psiquiatra ou médico tem que olhar bem no fundo dos olhos do paciente e perguntar para ele e tu estás disposto a deixar de lado tudo aquilo que te adoeceu né então hipócrita é é o pai né nosso pai da é o pai da Medicina o pai da da Saúde da área da saúde então Eh as pessoas não querem deixar de lado aquilo que adoeceu elas querem um remédio para continuar fazendo tudo aquilo que elas fazem e sem sentir a dor das e as consequências É verdade então e eu acho que é extremamente plausível né É separação porque até em termos de de tratamento né se você tem uma pessoa tão desfocada quanto alguém que tem TDH e é é extremamente interessante talvez a gente ter um algo catalogado para que os tratamentos sejam diferentes porque você pode medicar e a pessoa vai vai chegar com você com diagnóstico porque ela tá com os sintomas exatamente iguais de alguém com TDH então por isso que o livro ele tem essa esse nome né geração TDH porque tá todo mundo desfocado não é só a pessoa com TDH só só que tem uma questão eh a pessoa com TDH ela desfoca só que ela agrava o problema então ela ela fica mais incapacitada ainda né É e ela ela busca muito ela busca muito a dopamina né rápida é esse prazer né eu eu não sabia dessa questão do risco né que a gente tem que se expor porque por conta dessa ausência dopaminérgica né então mais novo eu eu ia para determinados riscos que eu falo caramba onde é que eu tava com a cabea né porque depois que a gente vai se compreendendo e gerando o autoconhecimento do transtorno né a gente vai entendendo Porque tais comportamentos né estão Associados aí vem a questão da terapia né é para que a gente tenha o autoconhecimento do dos nossos impulsos das nossas Olha eu tô começando a me arriscar demais pera aí deixa eu deixa eu me segurar aqui e e também é uma coisa que você colocou toda pessoa com TDH precisa de um

ecimento do dos nossos impulsos das nossas Olha eu tô começando a me arriscar demais pera aí deixa eu deixa eu me segurar aqui e e também é uma coisa que você colocou toda pessoa com TDH precisa de um propósito de vida eh sabe eu acho que toda pessoa precisa né mas a pessoa com TDH ela tem que respirar algo que ela goste de fazer que ela que ela tenha um um dinamismo porque para nunca ficar desinteressante né para porque se você já não tem aquela dopamina o tempo todo presente né você tá numa atividade desinteressante a tendência de você abandonar é muito grande de você descartá-la é muito grande então você tem que se apaixonar por alguma coisa né de fato amar aquilo que está fazendo né senão eh todo mundo precisa Todo mundo precisa e e a gente tem relatos de que 70 80% da população mundial faz coisas que não gosta ou que estejam Alias a ao seu propósito de vida né então isso tem gerado muita muita dificuldade mental né Roberto muita muita dificuldade do campo da saúde mental né e e as pessoas se cobram para serem o que elas não não são né querem ser um padrão esquecem de se abandon a doença mental de ordem geral assim né ela surge quando você se afasta de ti mesmo né ou até quando a doença mental ela ela ela intensifica assim é quando você se afasta de quem tu é né Então aquela coisa de conheça a ti mesmo né Eh e daí quando tu sai de um padrão de uma exigência própria de ficar se comparando eh de produzir de ter que fazer isso ou aquilo né tu vai perdendo a tua identidade e tu vai se cobrando para ser o que tu não é E Daí muitas vezes tu não consegue manter isso daí vem eh uso de antidepressivo vem uso de anfetamina vem uso disso daquilo daí a pessoa começa a se automedicar para não enxergar o que que ela tá adoecendo porque ela tá tentando seguir um padrão ela tá tentando seguir algo que se distancia dela acho que nós temos dois minutinhos aí né Rafa H É faz as últimas ponderações aí né pra gente poder se despedir do Povo né E daqui a 15 dias a gente volta né Daqui 15 dias e voltando

se distancia dela acho que nós temos dois minutinhos aí né Rafa H É faz as últimas ponderações aí né pra gente poder se despedir do Povo né E daqui a 15 dias a gente volta né Daqui 15 dias e voltando né O Rafael falou desse livro que ainda não foi lançado mas é um estudo muito interessante que estamos fazendo sobre o TDH O Rafael tá trazendo muitas coisas de dificuldades de cunho pessoal onde na visão de quem tem o o transtorno e convive ou com pessoas que TM o transtorno né no nessa nessa terapêutica então é um mergulho nessas experiências Então tem que ter coragem para trazer isso né Rafa falar quando a pessoa começa a falar dos seus problemas e abordar eles é porque ela já tá num passo terapêutico eh lá na frente né então Eh e às vezes encontrar graça nisso encontrar reflexões e poder ajudar outros Isso é uma forma de sublimação isso é muito bonito eh e tem a minha parte que é uma parte que eu falo mais da da questão da médica de outros olhares né de de quem tá de fora digamos assim do do transtorno e trazendo elementos eh cont textos históricos eh questões numa linguagem muito apropriada um público que tem a curiosidade sem aquela aquela coisa massante do do científico e também para aquele eles que buscam a parte mais científica vai ter bastante material ali mas uma linguagem bem bem acessível Então a gente vai falar mais sobre isso eu quero agradecer a participação de do do pessoal quem assistiu quem acompanhou até esse momento eh nós vamos nos reencontrar daqui 15 dias e estamos aqui né mais uma vez para sanar dúvidas para fazer algumas reflexões algumas abordagens falar sobre algum tema né então um espaço de reflexão livre e que é todo fundamentado para atender o nosso público né e as pessoas que têm dúvida que acompanha aqui a a a rede web eh Rádio fraternidade é isso meu caro Muito obrigado aos amigos amigos né Aos aos companheiros que nos assistiram até agora a gente fica muito feliz com essa oportunidade né E como o Roberto colocou né TDH né é algo muito sério se diagnosticado

obrigado aos amigos amigos né Aos aos companheiros que nos assistiram até agora a gente fica muito feliz com essa oportunidade né E como o Roberto colocou né TDH né é algo muito sério se diagnosticado precisa ser tratado terapeuticamente socialmente toda a via né biopsicossocial espiritual né então nós temos muito carinho por essa abordagem né integrativa né Essa abordagem que não olha apenas um corpo né mas que olha o ser integral né Um ser espiritual né não não amontoado de células né de de ossos e mas também o ser humano como um todo e ser humano também né porque o ser humano precisa bastante se perdoar né em todo em toda todo o ser humano a gente tem percebido em mim também né Essa essa necessidade de se perdoar né porque a gente vive muito entre o acerto e o erro né só que tudo é aprendizado então fica o recado né que a gente possa aprender mais com as coisas né porque se a gente se martirizar no erro ou ou se evidenciar no acerto não é um caminho muito feliz né mas que a gente possa estar vinculado ao aprendizado né que a gente pode ter sempre em toda a nossa vida né todos as nossas circunstâncias Então até 15 dias né que a gente possa estar aqui né então que a gente possa divulgar esse essa Live né que a gente possa passar para as pessoas para principalmente aqueles que estejam desfocados quase toda a população e também as pessoas que TM TDH para que elas possam eh de sobre maneira né ter um ter um caminho né e saibam que não é uma sentença né que é a possibilidade como Humberto colocou de uma forma muito bonita da gente se reinventar se repaginar E e ter uma vida funcional Então é isso boa noite boa noite pessoal boa noite n

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