TRANSFORMANDO DESAFIOS EM FORÇA INTERIOR - Cláudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 02/11/2025 (há 5 meses) 1:12:16 1,055 visualizações

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Transcrição

Vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. um grupo mediúnico e ela transformou em livro e a comunhão confeccionou e editou pela sua própria editora. Sim, nós temos a editora da Comunão Espírita de Brasília, aonde já temos alguns livros publicados que se encontram disponível em nossa livraria, inclusive esse conselhos úteis, que realmente são conselhos úteis, mensagens rápidas e livrinhos que podemos carregar no dia a dia. E a nossa querida Hilda começa falando: "Todos caminham para a perfeição." Tudo a ver com a nossa mensagem. E ela diz: "Se és ser humano ainda imperfeito, não espere de ti uma correlação completa no costumes. Nos costumes. Cometerás erros enquanto viveres na terra. Isto porque, embora te esforces muito para praticar o evangelho do Cristo, ainda estás aprendendo. Cada dia sugerião novas experiências, novos testes, mas não esperes acertar sempre. Não chegastes ao fim dos livros elementares da escola do conhecimento da vida. Roga a Deus que te inspire sempre o bem e que guarde daquelas das quedas e dos princípios e dos precipícios da estrada. Se como a criança que compreende as advertências e age com humildade e obediência para alegria de seus pais que muito os amam. que possamos fechar os nossos olhos, pensar um pouco nessa mensagem que nos convida ao aprendizado, a aceitação de nós mesmos como somos, a tirar esse julgo pesado e seguir o julgo leve que Jesus nos proclamou nas bem-aventuranças, quando ele diz: "Vinde a mim, todos que estão aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei, pois o meu julgo é leve. Assim, mestre amado Jesus, te agradecemos por essa oportunidade de estarmos aqui mais um dia, ouvindo tua palavra, teus ensinamentos à luz da doutrina espírita. que a nossa querida irmã Cláudia Piva,

Assim, mestre amado Jesus, te agradecemos por essa oportunidade de estarmos aqui mais um dia, ouvindo tua palavra, teus ensinamentos à luz da doutrina espírita. que a nossa querida irmã Cláudia Piva, trabalhadora da seara do Cristo, possa trazer os esclarecimentos de hoje na sua clareza que sempre nos coloca e possa receber as inspiração, a inspiração do alto. Assim, mestre Jesus, te agradecemos mais uma vez e a Dr. de Menezes, diretor espiritual, que com essa equipe coordena este horário, dizendo graças a Deus, graças a Jesus e pedindo permissão para dar início à tarde de estudos de hoje. Boa palestra, minha irmã. Boa tarde, queridos amigos, amigas, a todos que nos assistem pela Rádio TV Comunhão, pelas redes sociais, encarnados e desencarnados que se encontram aqui no nosso salão, Dr. Bezerra de Menezes. É com muita alegria que a gente tá aqui hoje eh falando sobre um tema desafiador, né, que é transformando desafios em força interior. Nós tiramos lá do capítulo 5into do Evangelho Segundo Espiritismo. É o maior capítulo do Evangelho Segundo Espiritismo com lições belíssimas. Eh, o título é Bem-aventurados os Aflitos. São diversas mensagens de ânimo e que nos ajudam a entender a nossa vida aqui na Terra. e de outros livros de Joana de Angeles, Espírito, psicografia de Edivaldo, como o livro Espírito e Vida, o livro otimismo e o livro Episódios Diários. algumas lições que falam aí sobre esse desafio que nós temos de estarmos na Terra com toda essa complexidade dos dias atuais e não nos deixarmos levar pelo desânimo. A gente vai contar, começar contando aqui uma historinha do Chico e vocês vão ver que a gente vai contar algumas histórias assim ao longo aqui da palestra para nos inspirar. para nos ajudar no momento em que nós mesmos estivermos estivermos passando por alguns desafios, nós vermos como outras pessoas passam por desafios e conseguem superá-los. Então, o Chico, a gente pensa assim no Chico, só ele velhinho, né? já com aquela aquela aquele aspecto mais idoso,

desafios, nós vermos como outras pessoas passam por desafios e conseguem superá-los. Então, o Chico, a gente pensa assim no Chico, só ele velhinho, né? já com aquela aquela aquele aspecto mais idoso, não conseguindo andar muito. Mas Chico, ele também foi jovem e ele também lutou por por emprego, né, pela eh reafirmação dele no campo profissional. Eu vou pedir desculpa, gente, porque eu tirei um ciso ontem, então, eh, não dá muito para eu sorrir e não dá muito para falar mais rápido, então vocês me desculpem se eh embolar um pouco as palavras aí, tá? E e Chico, então ele na época, né, que ele começava a trabalhar, ele tentou um concurso, fazer um concurso aí para entrar, né, no serviço público, um concurso, primeiro concurso ali que ele tentou de datilógrafo. Os mais novos nem sabem o que é isso, né? Mas eu peguei a datilografia, viu, Wagner? Eu tive a matéria de datilografia na escola. Isso, a SDFG, né? Então, eh, e ele foi tentar esse cargo de datilógrafo no departamento administrativo de serviços públicos ali de Minas Gerais para conseguir um um emprego público, né? E aí ele foi, era do Ministério da Agricultura, desculpe, era do Ministério da Agricultura, ele foi primeiro tentou a prova de datilógrafo, um fracasso, fracasso total. Mas como ele era conhecido ali pelas pessoas da da região, eles permitiram que ele fizesse os exames escritos de geografia, história, português, matemática ali, né, que tinha a prova da parte prática e a parte da prova eh de conhecimentos gerais. Só que ele também foi um fracasso, errou tudo, ficou bem reprovado mesmo. E aí o pessoal que tava ali começou a dizer: "Uá, mas ele é o o médium, né, que psicograf que que edita livros aí com uma um conhecimento enorme de ciência, de filosofia, de religião. Como é que pode ele reprovar nessas provas?" E aí, Chico envergonhado, né, também não só reprovou na parte da da parte prática, mas também reprovou naquela parte ali de das ciências básicas. Chico falou, né, que quem escrevia os livros eram os espíritos e não era ele. E ele

também não só reprovou na parte da da parte prática, mas também reprovou naquela parte ali de das ciências básicas. Chico falou, né, que quem escrevia os livros eram os espíritos e não era ele. E ele saiu então realmente com um sentimento de fracasso, né, daquele com ele ele eh se dedicava muito à caridade material e um trabalho eh com eh um serviço público, com salário fixo, garantido, inclusive todos os direitos, né, era uma coisa que vinha em boa hora para que ele pudesse continuar ali com os com a parte da caridade material. E ele saiu bem desanimado, bem triste. E além de tudo ainda teve que se justificar, né? Porque que ele não passou na prova na prova ali das da parte das matérias ali, da parte material mesmo, né? Das ciências e filosofia e geografia e história, né? E e realmente se sentiu muito frustrado, muito frustrado. Foi para casa, fez lá suas atividades, sempre cabis baixo e dormiu. E e ele sonhou, ele sonhou. E quantas vezes, né, gente, a gente passa por uma decepção, por uma desilusão e a gente sonha. Algumas vezes a gente lembra na hora que a gente acorda e depois esquece. Algumas vezes a gente lembra e mantém aquela lembrança vaga. são, né, os consolos que nós temos da espiritualidade. A Chico também teve esse consolo. Eh, e Emanuel, ele ele se vê nesse sonho na frente de um grande prédio e que tinha havia uma fachada, uma placa, né, iluminada com aquela sigla dasp e que é Departamento Administrativo de Serviços Públicos. E ele fica surpreso no sonho e fala com Emanuel. É Emanuel Dasppe, que engraçado esse esse nome, né? Eu fiz hoje, fiz o concurso ali eu, ela olha para ele e diz então que a diferença é que aquele dasp ali que eles estavam vendo era o departamento administrativo dos serviços do pai, dos serviços de Deus e que naquele concurso ele havia passado. era um consolo, era uma forma de consolar Chico, que havia e sido reprovado ali naquele concurso e dá ânimo a ele, né, de que ele continuasse perseverando no bem, perseverando na sua atividade de caridade. E é assim

era uma forma de consolar Chico, que havia e sido reprovado ali naquele concurso e dá ânimo a ele, né, de que ele continuasse perseverando no bem, perseverando na sua atividade de caridade. E é assim conosco, né, gente? A gente realmente passa por esses desafios diários aqui na terra. E sobre isso que a gente vai falar. Esse conto aqui tá no livro Nosso Amigo Chico Xavier, 50 anos de mediunidade, autor Luciano Napoleão da Costa Silva. E lá no Evangelho Segundo Espiritismo, eu sempre fico impressionada o quanto ele nos traz tanto o evangelho quanto o livro de todas as obras da codificação carequiana, mas particularmente o Evangelho Segundo Espiritismo me traz profundas surpresas quando eu leio alguns trechos e que em que pesa a linguagem da época. às vezes nos distanciar um pouco, mas nos traz exatamente conselhos e esclarecimentos que bem vem a calhar com a nossa realidade. lá, como eu falei no capítulo 5, no item 18, é intitulado o bem e o mal sofrer. Eu vou ler pra gente aqui um trechinho desse desse capítulo, desse item, né, do capítulo 5. Quando Cristo disse: "Bem-aventurados os aflitos do reino dos céus lhe pertence", não se referia de modo geral aos que sofrem, visto que sofrem todos os que se encontram na terra. Mas poucos sofrem bem, poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzi-los ao reino de Deus. O desânimo é uma falta. Deus vos recusa a consolações, desde que vos falte coragem. A bondade de Deus não coloca fardos pesados em ombros fracos. O fardo é proporcional às forças como a recompensa ou será a resgção e a coragem. Então aqui é um é bem maior, né, esse esse item 18 aqui, mas eu peguei exatamente esse trecho que nos fala lá no Evangelho, já nos explica um pouco quando Jesus nos disse: "Bem-aventurados os aflitos, o reino dos céus lhe pertence". Obviamente. Então, a gente pergunta sim, mas se for assim, a gente já estaria no céu muito tempo. A gente acredita em reencarnação, não é? A gente vem, então, reencarnando na terra há muito tempo. Então, desde que eu

o, a gente pergunta sim, mas se for assim, a gente já estaria no céu muito tempo. A gente acredita em reencarnação, não é? A gente vem, então, reencarnando na terra há muito tempo. Então, desde que eu sofro, eu já estaria no reino dos céus, já não precisaria mais reencarnar na terra. E os espíritos vem nos esclarecer: é bem sofrer. E nós vamos entender aqui nesses breves minutos que não é apologia ao sofrimento, mas é tirar o proveito dos desafios que naturalmente todos passaremos na Terra. É o processo atual do nosso planeta Terra. É esse o processo. Quem reencarnar aqui ou estiver na sua psicosfera, na sua ambiência encarnado ou desencarnado, vai sofrer as questões naturais. Joana de Angeles nos diz a própria questão física da Terra, ou é muito calor, ou é muito frio, ou as questões da própria atmosfera, né? Aqui em Brasília a gente tá a, se não me engano, 1000 m ou 2000 m do mar. Então, a gente sofre um pouquinho com isso. Distantes do mar, baixa umidade, outros locais, muita umidade. Então, naturalmente nós sofreríamos pelas questões físicas do planeta Terra, que ainda está aí se ajustando. Ainda temos um núcleo líquido, ainda temos placas tectônicas que se mexem menos do que há séculos e milênios passados, mas ainda trazem tragédias paraas civilizações que a gente de vez em quando vê aí. Então, meus amigos, o sofrimento faz parte, momentos de sofrimento para todos nós que estamos aqui na Terra. E a nossa reflexão da tarde aqui é para entendermos o que podemos tirar então de bom desse sofrimento. E vamos então vendo a relevância de falarmos sobre isso. Porque quem de nós aqui nunca se sentiu a ponto de desistir de tudo, né? Às vezes aquele cansaço é um cansaço físico, é um cansaço emocional que vai que aí passa para mau humor, para tristeza, nada nos agrada, uma descrença meio generalizada, né? Aquela sensação de ausência de forças, a gente meio que quer desistir de lutar, né? Algum, alguns de nós, com certeza, eu já passei por isso muitas vezes, muitas vezes. E acredito que muitos de

a, né? Aquela sensação de ausência de forças, a gente meio que quer desistir de lutar, né? Algum, alguns de nós, com certeza, eu já passei por isso muitas vezes, muitas vezes. E acredito que muitos de nós passamos por isso em algumas em alguns momentos bastante desafiadores das nossas vidas, principalmente se estamos passando por alguns problemas, sejam materiais ou morais, porque um problema material também é bem complexo às vezes de ser resolvido, né? E nós não realmente não encontramos às vezes vontade, né? vontade de levantar da cama, vontade de trabalhar. A gente só queria que o mundo parasse. A gente só queria que dá um tempo, a gente só queria assim que eh aquele momento parasse e todos os problemas se acabassem e a gente partisse, né, para uma outra etapa livre daqueles problemas, né? Só que isso, gente, se chama desânimo. E os espíritos vem nos alertar que a gente precisa ter atenção com esse sentimento. Obviamente a gente pode ver quando a gente tá cansado fisicamente, só físico, ou em função do dia a dia ou até em função de exercícios físicos que eventualmente a gente ultrapassou ali. É diferente. Esse cansaço é aquele cansaço que ele pode até passar pro físico, mas ele vem com esse desânimo, com essa alternância de humor, com emoções desencontradas que a gente começa a sentir, começa a tratar mal os outros. Um desequilíbrio de emoções. Às vezes a gente chora, às vezes a gente fica com raiva, às vezes fica alegre. E então isso ocorre com muita frequência, principalmente hoje em dia, né? Porque nos dias de hoje nós estamos sendo afetados por muitas informações. A nossa saúde mental, se a gente não cuidar, ela vai pro ralo. E é muita informação, é muita interferência psíquica, muita interferência espiritual pelo turbilhão de coisas que acontecem, pela violência, pelas notícias tristes, pelos acontecimentos sociais, pela gravidade do que tem acontecido, né? E eh assim, hoje em dia, com as redes sociais e com avanço da tecnologia, eh nós vemos inclusive as barbares, não

ícias tristes, pelos acontecimentos sociais, pela gravidade do que tem acontecido, né? E eh assim, hoje em dia, com as redes sociais e com avanço da tecnologia, eh nós vemos inclusive as barbares, não tem mais assim uma assim, quem quiser facilmente consegue ver eh corpos, eh mortos, eh violência. É muito fácil ter acesso a isso. E a nossa mente, né, gente, ela não comporta tudo isso ao mesmo tempo. Então, ao mesmo tempo que eu vejo Virgínia casou com não sei quem num palácio, não sei das quantas, eu vejo o Rio de Janeiro 129 mortes assim, né, corpos estendidos no chão. ao mesmo tempo que eu vejo eh coisas desse tipo assim, né, de de fofoque que a gente brasileiro é provado, né, que nós gostamos muito dessa questão da fofoca, das celebridades, ao mesmo tempo a gente tá vendo ali eh notícias de barbárie. Então, o nosso cérebro começa mesmo a a dar tilte mesmo, né? nosso cérebro não é preparado para ter todas essas informações e conseguir assimilar tudo isso. E às vezes a gente vai se sentir desanimado. Ou porque a gente não tem o namorado da Virgínia, ou porque a gente não tem o corpo da Virgínia, ou porque a gente não tem o cabelo da Virgínia, ou porque a gente não tem o carro da Virgínia, ou porque a gente está estarrecido com a violência, porque a gente está estarrecido com o desmatamento, estarrecido com que o mundo com que vai acontecer. A gente vai ter a COP 30 aqui semana que vem, a outra em que vamos ver dados assustadores com relação ao nosso planeta, né, com relação ao meio ambiente. E aí a gente fica, mistura tudo isso e muitas vezes não queremos sair da cama de manhã ou eh darmos conta da nossa rotina, dos nossos afazeres, daqueles compromissos que nós temos. E quantos de nós também não conhecemos pessoas que desistiram? Desistiram aí por muito menos do que isso que eu tô falando aqui, né? Desistem dos estudos, desiste de tirar uma carteira de motorista, desiste de procurar emprego, desiste de fazer um concurso, desiste até de ter filhos. A gente ouve muita

o que eu tô falando aqui, né? Desistem dos estudos, desiste de tirar uma carteira de motorista, desiste de procurar emprego, desiste de fazer um concurso, desiste até de ter filhos. A gente ouve muita gente diz: "Ah, eu não vou ter filho porque esse mundo vai tá muito violento, vai acabar". Então, muitas pessoas estão desistindo de seu dos seus sonhos e mais dos seus compromissos assumidos antes da sua reencarnação aqui no plano espiritual. Nós vemos jovens, né, conhecemos jovens que desistem dos estudos e com isso abrem mão de trabalhos dignos no futuro, porque não gostou de uma professora, porque reprovou em uma matéria, né? Eh, vemos pessoas que desistem de ter relacionamentos porque se desiludiu com alguém e realmente a gente sabe que a que a a dor de de um relacionamento às vezes da perda, da traição ou de uma desilusão amorosa traz uma dor muito grande, muito profunda paraa pessoa. Mas, eh, a pessoa acaba desistindo de relacionamentos, de relacionamentos que fazem parte da nossa vida aqui na Terra. Nós somos seres humanos gregários, nós somos seres humanos e por isso vivemos, né, em sociedade, sejam em famílias, famílias sanguíneas ou não, mas em grupos. Isso, né, pela própria ciência nos fala isso. Quando nós nos isolamos e depois da pandemia, a essa esse fenômeno do isolacionismo do ser humano aumentou muito mais do que antes. A gente então trata hoje de pessoas que não querem sair de casa, elas só querem trabalhar em home office, elas não querem, malvão no mercado para comprar coisa, pede as coisas pelo celular, eh comem dentro de casa, trabalham dentro de casa e pegar uma verdadeira aversão ao relacionamento humano. E não são poucas pessoas, né, gente? Esse é o o grande problema, né? já já seria um problema se fossem poucos, mas sendo uma grande parte da população, é mais problemático ainda. pessoas também que em função do seu fracasso profissional, diferente de Chico, né, que foi lá, reprovou no concurso, ele continuou tentando e depois ele conseguiu, né, fazer um

ais problemático ainda. pessoas também que em função do seu fracasso profissional, diferente de Chico, né, que foi lá, reprovou no concurso, ele continuou tentando e depois ele conseguiu, né, fazer um concurso e ser efetivado num num num cargo público, eh não se esforçam mais para conseguir algum eh algum trabalho aí, por exemplo, algum sonho que ele tinha de trabalhar no meio público ou até de trabalhar com eh assalariado. vai tentar a vida fora ou a vida fácil, né? E falando até para não dizer, pra gente até entender um pouco desse fenômeno que acontece aí com o crime organizado, gente, assim, às vezes a gente julga porque não está lá e não vê, mas pessoas que têm, né, familiares que acabam entrando para dentro do crime organizado, eh, relatam, né, inclusive tiveram mortos aí nesse episódio, relatam que um segurança de Um criminoso ganha 15.000, por exemplo, né? Esse é um exemplo, ganha 15.000 por semana para fazer a segurança de um criminoso. Então é muito difícil uma pessoa às vezes que tenta um concurso ou que tenta que está lá no meio, nesse meio bastante complexo que a gente que não está lá, não sabemos, não podemos julgar, eh, é muito complexo e as pessoas então desistem e vão para esse mundo do crime e por isso, porque se desiludiu, se se desiludiu com sistema, se desiludiu com que ele é oportunizado, se desiludiu e entrou pela via do desânimo, da descrença na vida, da descrença na sociedade, da descrença em Deus e acaba indo também para o crime, porque aqui nós estamos falando de pessoas que desistem e se desanima e fica eh às vezes levando a depressão, às vezes levando a tristeza, mas também pode sim levar ao crime. E um capítulo à parte aqui são de pessoas, companheiras e companheiros nossos de doutrina e que conheço particularmente vários que nós olhávamos e considerávamos maravilhosos, inspiradores, devotados, esforçados, às vezes palestrante, às vezes médiuns de grandes potencialidades e que acabam também desanimando a própria doutrina espírita, desistindo e

derávamos maravilhosos, inspiradores, devotados, esforçados, às vezes palestrante, às vezes médiuns de grandes potencialidades e que acabam também desanimando a própria doutrina espírita, desistindo e abandonando seus compromissos, né, infelizmente, deixando até nós que os assistíamos carentes daquelas palestras e daquela afetividade que essas pessoas traziam aí no seu atendimento fraterno, nas palestras, porque também pessoas que desistiram, que desanimaram das tarefas na doutrina espírita. E muitos de nós, a gente pode se encaixar em vários desses exemplos aqui que eu citei. É só a gente pensar aí nas nossas fases da vida. Quantas vezes a gente já desanimou e já desistiu de projetos, de sonhos, de oportunidades que a gente poderia ter continuado buscando e poderíamos ter conquistado, né? E Joana deângeles, nesses livros que eu citei, ela nos fala que por que que isso acontece com tanta frequência, né? Porque o desânimo, ela nos explica que ele tem caráter pandêmico. Ele ele ele se alastra facilmente, ele contamina de uma forma muito rápida e muito fácil. E às vezes até sorrateiramente assim, a gente não se apercebe. Às vezes nós estamos com alguém e aquela pessoa começa a falar dos crimes, da violência, do meio ambiente, que que o mundo, né, tem cientistas que falam e propagam que o mundo não vi não não perdurará, né, não que ele vai se acabar a vida humana em tanto tempo. Então, realmente, isso deixa a gente eh bastante desanimado, bastante triste. E quando vê, nós estamos naquela depressão, naquela marra, né, naquela tristeza e não sabemos nem da onde. Às vezes nem lembramos que foi alguém ou algum jornal que a gente assistiu. E por isso mesmo a gente precisa desenvolver hoje em dia em especial que as informações estão muito mais fáceis, que a gente, se a gente pegar o nosso celular ou a nossa TV ou qualquer meio de comunicação, a gente vai ver muito mais notícia ruim do que notícia boa. Nós precisamos então desenvolver capacidades diferenciadas para vencer esses grandes desafios que

nossa TV ou qualquer meio de comunicação, a gente vai ver muito mais notícia ruim do que notícia boa. Nós precisamos então desenvolver capacidades diferenciadas para vencer esses grandes desafios que estão sendo impostos à sociedade humana nessa época. de transição planetária. Porque tudo isso está acontecendo? Porque nós estamos nessa grande transição do nosso planeta Terra, de um mundo de provas e expiações pro mundo de regeneração, como vários palestrantes espíritas e espiritualistas também trazem esse conceito. Então, o que que é uma transição, né, gente? A gente pode comparar assim quando a gente, muitos de nós aqui, com certeza, alguém já fez mudança na sua casa. Quando a gente vai fazer uma mudança, é horrível, né? Primeiro pra gente põe tudo em caixas e até a gente desencaixar tudo, desencaixotar tudo e botar tudo no seu lugar, fica uma bagunça enorme e aquilo e a gente fica nervoso e às vezes até tem muita briga em casa. É esse o momento que a gente tá passando no planeta Terra. Então, estamos sendo desafiados aí com muitas questões, né? E nos perguntamos, então, por que que nós estamos aqui nesse momento? Por que que eu não reencarnei lá 100 anos para trás? Porque não vou reencarnar 100 anos paraa frente, né? Que aí tudo vai ter passado, as guerras, o planeta já vai est expurgado tudo que é ruim, o bem superou o mal. e Maíse, né? Maíse Braga, que que inclusive não estará conosco hoje, eu não sei por, mas hoje seria o dia delas, 19, nos fala que isso acontece porque é lógico, pela lógica das reencarnações, nós fomos aqueles mesmos que ontem fizemos o mundo do jeito que ele está hoje. Então, nós estamos aí colhendo o que a gente plantou, né? E estamos aqui nesse momento de altos desafios e não podemos, portanto, até por isso, por essa compreensão que nós temos, desanimar diante desses obstáculos e desses desafios que são grandes. Quando a gente alega desânimo, quando a gente alega cansaço, quando a gente alega tristeza, tudo pior. A gente, isso é provado hoje

esanimar diante desses obstáculos e desses desafios que são grandes. Quando a gente alega desânimo, quando a gente alega cansaço, quando a gente alega tristeza, tudo pior. A gente, isso é provado hoje pela neurociência. A neurociência nos explica e nos mostra cientificamente o que os espíritos nos dizem, ó, há mais de 100 anos, que os pensamentos negativos atraem coisas negativas. Então, se eu estou desanimado, se eu estou cansado, se eu estou triste, tudo isso piora e nós conectamos energeticamente com as justamente as energias negativas. aqueles todos no planeta Terra que estão pensando negativamente na violência, na falta de dinheiro, na falta de oportunidade, no quanto a vida é injusta. É essa conexão que a gente faz. Sem contar que quando a gente pensa assim, nós demonstramos então o a nossa grande incapacidade de sermos gratos ou a nossa grande capacidade de sermos ingratos com a vida, né? E lá no no Evangelho do Segundo Espiritismo, voltando no capítulo 5 mesmo, mas no item 25, os espíritos nos falam sobre a melancolia, já nos falando, né, de essa, eles nos dizem assim: "Essa vaga tristeza que se apodera dos vossos corações e vos leva a considerar a vida tão amarga, é que o vosso espírito, aspirando à felicidade e à liberdade, se esgota jungido ao corpo que lhe serve. de prisão em vãos esforços para sair dele. Reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo e como o corpo lhe sofre a influência, toma-vos a lacidão, o abatimento, uma espécie de apatia e vos julgais infelizes. Então, lá no Evangelho segundo Espiritismo já dizia: "Olha, você vai est na terra, você vai sentir essa tristeza, essa infelicidade, porque a gente, por natureza espiritual, nós queremos viver bem, nós queremos viver felizes, nós queremos ter coisas boas". Então a gente se debate aqui neste corpo porque nós somos filhos de Deus, espíritos imortais, centelha divina no corpo de carne, limitado às vezes com doenças, com questões outras da vida material ou da ou quem está desencarnado das questões do sofrimento

os filhos de Deus, espíritos imortais, centelha divina no corpo de carne, limitado às vezes com doenças, com questões outras da vida material ou da ou quem está desencarnado das questões do sofrimento espiritual e a gente cai nessa apatia, nessa tristeza. Mas os espíritos nos dizem: "Crede-me, resistir com energia a essas impressões que você enfraquecem à vontade. Sede fortes e corajosos para o suportar. Afrontai os resolutos. Estes momentos duram pouco e vos conduzirão à companhia dos amigos por quem chorais e a uma região inacessível às aflições da terra. Então, gente, estamos aqui na Terra num processo ainda de bastante bastante muitos desafios, muitas dificuldades e vamos passar por esses momentos, né? E e o recado aqui é, olha, se tristeza atrair tristeza, que vai atrair mais negatividade para mim, que vai atrair mau humor, que vai atrair e eu vou ficar com essa, esse cansaço, esse entorpecimento, os espíritos diz entorpecimento da razão e da emoção. É quando eu fico indiferente, quando eu fico daquele jeito assim que nada me agrada, que nada nem me deixa triste, nem feliz, eu fico assim apático. Nós podemos inclusive cairmos no processo depressivo, em transtornos psíquicos mais graves. A síndrome de Burnout, que é o esgotamento pelo trabalho material, tem crescido muito no Brasil. nós já estamos com índices alarmantes de afastamento por burnout e podendo chegar aí ao suicídio para aquelas pessoas, para aqueles espíritos que eh já t essa propensão e muitas vezes aí levados inclusive por um processo obsessivo, sem contar as perdas indiretas que vamos acarretando para nossa vida. Quais são as perdas indiretas? as pessoas que a gente deixa de se relacionar, os muitos casamentos que vão, muitos relacionamentos que vão se deteriorando ao longo aí desse processo de de mau humor constante, de tristeza, de ingratidão, de reclamação diária, de não compreensão do momento que a gente vive. E por isso mesmo nós precisamos então mais uma vez vamos reforçar aqui desenvolver essas

or constante, de tristeza, de ingratidão, de reclamação diária, de não compreensão do momento que a gente vive. E por isso mesmo nós precisamos então mais uma vez vamos reforçar aqui desenvolver essas habilidades, potencialidades para vencer esses desafios todos que nós vivemos aqui, dentre eles o desânimo. Lembrando lá do que disse Jesus, do que está no Evangelho Segundo o Espiritismo, que o fardo é proporcional às forças. Então, ninguém sofre algo que não consiga vencer, que não consiga superar. Então, aprender a lidar com esse inimigo interior que é o desânimo, que vai se apossando devagarinho do nosso íntimo, que vai nos consumindo aí as nossas energias diárias, a nossa alegria diária, é um dever que temos que começar, se não começamos ainda, temos que começar hoje a lutar contra esses sentimentos, esses sentimentos de negatividade, né? Cansados, sim, a gente vive um mundo que vamos estar cansados, mas é como eu falei, o cansaço físico ele é diferente desse cansaço mental, desse cansaço da vida, desse cansaço de tudo, né? Que às vezes a gente cansa de tudo, cansa do do relacionamento, cansa da doutrina, cansa de tudo, do trabalho, a gente simplesmente cansa da vida, né? Isso é muito perigoso, isso é muito danoso para nós e para aqueles que convivem conosco, né? E Chico, né? Mas nos fala que Chico Xavier ele era, ele foi alvo de crítica até finalzinho da vida dele. Então, quando ele nem psicografava mais, que ele tinha, né, aquele trabalho maravilhoso e bonito de psicografar, os filhos, né, os os filhos que desencarnavam, eh, vinham dar os seus relatos para as mães desesperadas, aflitas, que perderam seus filhos, que deve ser uma dor muito grande, muito violenta. E quando ele não mais psicografava, algumas mães, poucas, mas mas algumas mães, né, xingavam Chico, criticavam Chico, porque Chico não fazia mais esse trabalho de trazer as psicografias. E Chico lá, imagina a gente tadinho, né, todo humilde, eh, nunca, nunca, nunca desanimou, continuava recebendo essas pessoas,

hico, porque Chico não fazia mais esse trabalho de trazer as psicografias. E Chico lá, imagina a gente tadinho, né, todo humilde, eh, nunca, nunca, nunca desanimou, continuava recebendo essas pessoas, ouvindo essas pessoas. Claro, ele se entristecia, mas continuou mesmo na ali no final da sua vida, né? E Chico chorava todos os dias, gente, todos os dias. Tinha alguém que fazia algo rude para Chico, né? Então é um espírito que nos ilumina e nos inspira para que quando a gente esteja passando por esses momentos de dificuldade, por esses momentos de desânimo, a gente tentar racionalizar e tentar encontrar as coisas boas que a vida nos dá e também as soluções, as soluções que surgem para os nossos problemas, né? Se a gente pensar nesses grandes espíritos, um deles, Martin Luther King, ele sabia que as suas lutas, os tudo aquilo que ele lutava, ele não ia ver, ele não ia ver, ele não ia vivo ver o resultado da sua luta, eh, porque ele sabia que que era uma luta muito intensa e que demoraria anos, séculos para que se efetivassem a por tudo que ele lutava, né? Mas ele dizia que continuava lutando para que os filhos e os netos vivessem essa sociedade lá na frente, para que eles tivessem então para que eles então pudessem alerir a vida melhor do que a que ele estava vivendo. Então, vejamos uma pessoa, né, um uma pessoa iluminada que ele diz: "Eu sei que eu não vou viver isso, mas eu não tô fazendo para mim, eu tô fazendo paraas próximas gerações que virão." E a a sua frase, o seu discurso, né? E e que eu vou ler aqui pra gente para relembrar. E para nos inspirar, quando a gente tiver para baixo, caído, deprimido, a gente lembra desse homem maravilhoso, né, que dizia: "Eu tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor da pele." Eu não consigo ler esse texto sem chorar, gente. É um negócio maravilhoso, mas pelo conteúdo do seu caráter, todo ser humano teria que ser julgado pelo conteúdo do seu caráter, não pela cor da sua pele, não pelo pela

er esse texto sem chorar, gente. É um negócio maravilhoso, mas pelo conteúdo do seu caráter, todo ser humano teria que ser julgado pelo conteúdo do seu caráter, não pela cor da sua pele, não pelo pela sua religião, não pela sua posição social, mas isso somos nós quem fazemos, como Martin Luther King lutou, foi morto por isso, né? Eh, eu tenho um sonho que um dia nas montanhas rubras da Geórgia, os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos descendentes de donos de escravos poderão sentar-se juntos à mesa da fraternidade. Não excluiu ninguém, botou todo mundo junto, botou brancos e negros aqui, que era o que ele tava falando, que ele tava lutando, sem mágoa, sem rancor. Por quê? Porque ele queria, acreditava numa sociedade mais justa, numa sociedade mais amorosa, numa sociedade sem ódio, numa sociedade sem separação, numa sociedade em que homens e mulheres, brancos e negros, pretos e pardos, amarelos e vermelhos, todos comungam do mesmo amor, do mesmo respeito, da mesma justiça e das mesmas oportunidades. Nós citamos Martin Luther King, Chico, e a gente, muitas pessoas me falam, mas a gente não consegue fazer o que eles faziam, porque eles eram espíritos de luz, espíritos superiores, espíritos de scol, espíritos mais evoluídos. Mas vamos citar aqui outras pessoas, outras pessoas pra gente se inspirar e dizer: "Eu também posso, eu também consigo". dá, né, o meu passinho pequeno, dá a minha contribuição para essa sociedade mais justa e pro bem-estar da minha família, da sociedade onde eu me insiro. A gente vai começar citando alguém eh e que estudando aqui para essa palestra eu descobri, né, eh Dan Reynolds, vocalista do Imagine Dragons, né, fez show aí quarta-feira. E a música Believer é uma música em que ele coloca toda a sua raiva diante da dor física que ele sentia e dor emocional. Ele sofre de uma doença espondilite anquilosante. É uma doença que ela não tem cura, mas ela traz muita dor. Então assim, a dor, gente, assim, a gente pensa que com avanço da ciência, toda a dor física,

e sofre de uma doença espondilite anquilosante. É uma doença que ela não tem cura, mas ela traz muita dor. Então assim, a dor, gente, assim, a gente pensa que com avanço da ciência, toda a dor física, ela é passível de ser menorada. Nem toda a dor física é passível de ser minorada. Se a gente for num hospital do câncer, a gente vai ver muita gente com muita dor e com muito remédio, mas que a dor não passa. Essa doença, ela é uma doença que ela dá muita dor porque ela cola as vértebras, principalmente as vértebras da coluna. Então todo o osso ele tem que ter ali como se fosse um olhozinho, né? E essa doença então ela fica sem esse olhozinho. Sendo bem simpló aqui na explicação, né, gente? Até porque eu não sou médica, mas assim, entendi que é algo como se não tivesse ali um lubrificante e aquilo ali vai atrofeando a coluna ou o quadril ou o joelho e dá muita dor. No joelho as pessoas podem botar prótese, né? a gente vê idosos que tira aquela aquela rótula, põe uma prótese e ali ela consegue então ter uma qualidade de vida melhor, sem dor. Na coluna não é tão simples e essas pessoas vivem com muita dor. Algumas vezes é o caso dele, aquele homem bonito, né, que canta músicas maravilhosas e ele fez essa música e ele tem sofre de muita depressão também. Então ele fez essa música justamente para reverter, reverter quando ele ele ele fala no seu depoimento que ele cansou de se colocar como vítima e ele então reverte para que essa dor ele use a dor como impulsionador pr pra sua vida, né? E aí ele começa a lhe dar sagnada com essa música e começa então a lidar com a depressão, com a dor física e com a depressão que ele tinha e dá sagnada a partir dessa música, né? Que depois eu vou até ler um trechinho para vocês aqui. E e quando a gente ouve ela mesmo, ela dá esse ânimo, né? Ela dá essa essa vontade da gente, epa, deixa eu acordar, deixa eu sair pra vida, deixa eu me encher de energia, deixa eu aproveitar o que eu tenho de vida física ou desencarnados que nos ouvem, as oportunidades para daqui a pouco tá aqui

, deixa eu acordar, deixa eu sair pra vida, deixa eu me encher de energia, deixa eu aproveitar o que eu tenho de vida física ou desencarnados que nos ouvem, as oportunidades para daqui a pouco tá aqui reencarnado e continuar essa evolução, né? A música aí ela sugere que em vez de fugir da dor é exatamente a lição dos espíritos superiores. Então essa música ela traduz o que no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5to traz pra gente o que os esses livros aqui que eu citei que embasaram essa palestra também nos traz nesses capítulos trazidos aqui por Joana deângeles, que em vez de fugir da dor, a gente tem que encará-la e aceitá-la para se tornar mais forte. Porque o que a gente tá vivendo vai vem para que nós aprendamos e que nós tiremos esclarecimentos e para que a gente vença e para que a gente seja melhor com aquilo, né? Com aquela com aquela dor, com aquela aqui é dor física, né? que ele tá falando de dor física e dor emocional também por por conta da depressão, a transformação eh pessoal que a gente tem que fazer, que a gente tem que ter mais força que as adversidades. E essa e essa força que a gente desenvolve nas adversidades, ela nos torne então melhores. O que que a doutrina espírita nos fala? Os desafios vêm para que nós sejamos melhores. Nós reencarnamos na Terra, passamos por essa série de dificuldades, essa série de desafios. para sairmos melhores intelectual e moralmente. Eh, alguns versos, né, em que ele fala assim: "Eu sou o mestre do meu mar", que simboliza o controle que nós passamos a ter sobre a nossa própria vida, mesmo nos diversos problemas que nós possamos estar enfrentando. Ela é vista aí como um hino para não se conformar e estar no controle do nosso próprio destino, utilizando as nossas experiências ruins, os nossos desafios para evoluir, que é exatamente o que a doutrina nos propõe, que a doutrina espírita nos traz nas suas lições e nos diversos aprendizados que a gente tem aqui, né, dentro da do nosso espiritismo. Mas mais algumas histórias, porque ainda assim muitas

nos propõe, que a doutrina espírita nos traz nas suas lições e nos diversos aprendizados que a gente tem aqui, né, dentro da do nosso espiritismo. Mas mais algumas histórias, porque ainda assim muitas pessoas podem dizer: "Não, mas ele é rico, ele é bonito". Mas eu trouxe aqui a história de Raquel Maia, uma pessoa, uma mulher negra, que foi a primeira mulher aqui brasileira a liderar uma marca global de luxo no Brasil, uma marca global de luxo. E ela então se superou de que forma? Primeiro, aos 22 anos, ela decidiu que ia aprender inglês e ela foi atrás do seu sonho. Ela se demitiu, foi pro Canadá, que é mais fácil, né? Aprender uma língua lá lá com os nativos daquela língua. com dinheiro da recão. Ela teve muita dificuldade, mas ficou lá no Canadá e aprendeu o inglês. Voltou pro Brasil, se estabeleceu no meio da moda e então virou essa grande empresária de sucesso do mundo da de uma moda de luxo, né? O que é mais difícil ainda para uma eh mulher sendo negra e vindo aí da da das classes mais baixas, né? também ela foi mãe sola aos 40 anos, também enfrentou bastante preconceito e dentro da sua própria empresa, né? Eh, temos também aqui o caso de Thaía, essa aqui eu não consegui o sobrenome. é uma é uma mulher que ela viveu por mais de 40 anos nas ruas lutando contra o vício das drogas, do álcool, mas depois ela durante a pandemia ela se entrou em um projeto social e hoje, né, ela trabalha junto, ela conseguiu uma moradia e trabalha junto aí com um projeto da da pastoral da rua, em que ela também ajuda outras pessoas em situação de rua, né, PR para sair dessa vida bastante triste também. Eu particularmente conheço uma pessoa, um colega de trabalho que foi morador de rua por muitos anos no interior de Minas, depois São Paulo e hoje é concursado da Caixa Econômica Federal e tá lá trabalhando um amor de pessoa num num cargo até bastante alto assim, né? E por fim, quem não lembra daquele caso, e é um caso mais simples, mas gente, a gente desiste das coisas simples. A gente a

lá trabalhando um amor de pessoa num num cargo até bastante alto assim, né? E por fim, quem não lembra daquele caso, e é um caso mais simples, mas gente, a gente desiste das coisas simples. A gente a gente tá falando aqui de desistir de sonhos, mas existem sonhos que são simples, né? E pode parecer que esse exemplo aqui seja muito simples, mas quem não lembra da Patrícia Linares, aquela jovem senhora de 44 anos, que ela começou uma faculdade, se não me engano, de biomedicina e que ela sofreu bullying da, acho que foi no interior de São Paulo e que as pessoas saiu em todos os jornais, aí começaram a dizer que ela tava muito velha, que ela tinha idade, já deveria estar aposentada. E foi muito duro para ela, né? Ela foi muito duro quando ela viu ali todo mundo, ela era, ela tava prestes a apresentar um trabalho e o pessoal começou a chamar ela e ela não queria olhar porque ela já ia apresentar o trabalho e de repente ela vê aquele vídeo da das pessoas falando que ela era muito velha, o que que ela tava fazendo ali. Não é fácil para alguém eh se manter indo nas aulas encarando, né? Ela, todo mundo falou dela no Brasil inteiro, nos noticiários mais eh assistidos aí, seja na internet, seja na televisão aberta. Então, ela se tornou uma pessoa conhecida nacionalmente e a vergonha, né, de ter sido então eh discriminada pela sua idade. Mas ela continuou continuando indo nas aulas. No outro dia ela foi, ela aquele dia ali ela continuou, no outro dia ela foi e quem não foi foram as pessoas que fizeram o bullying com ela, as três meninas lá que fizeram o bullying com ela. E ela com isso, ela incentivou várias outras pessoas a buscarem a faculdade eh depois dos 40, nos 40 mais. Por quê, gente? Porque às vezes a gente lá atrás ou não tinha dinheiro ou desistiu mesmo de uma faculdade que a gente queria, uma medicina que era muito difícil, um direito, sei lá, alguma coisa que a gente queria por algum motivo, qualquer motivo. Mas se nós temos isso como meta de pessoal, às vezes não é nem

gente queria, uma medicina que era muito difícil, um direito, sei lá, alguma coisa que a gente queria por algum motivo, qualquer motivo. Mas se nós temos isso como meta de pessoal, às vezes não é nem profissional, às vezes é uma meta pessoal. Divaldo conta o caso de uma senhora de 96 anos que se formou em medicina e daí Divaldo perguntou para ela: "Tá, mas e assim como é que você vai agora aplicar, né? Como é que você vai exercer a medicina?" E a resposta dela qual foi? Olha, eu acho que eu não vou exercer mesmo a minha a a a minha faculdade, né? Ser médica nessa encarnação. Mas a doutrina espírita não diz que nós temos várias reencarnações. Eu já aprendi pra próxima. Então, vejamos, né? É, é uma outra forma de encarar a vida, é uma outra forma de é um aprendizado para ela, pro seu espírito, uma coisa que ela quis, né, com eh para satisfazer ao seu espírito. Ninguém pagou, ninguém, não é algo que não é eh bem material que ela teve ali, é um bem espiritual, uma conquista espiritual, né? Então, gente, assim, não desanimar, né? Essas pessoas não desanimaram. Essas pessoas seguiram em frente, mesmo machucadas, mesmo feridas, mesmo com vergonha, né? Essas pessoas seguiram em frente com fé, com determinação, com às vezes eh como Joana como Joana deângeles nos fala, com os joelhos desconjuntados, né? a gente ferido, a gente às vezes com muita eh dificuldade, mas essas pessoas seguiram tanto os exemplos de Chico Xavier, Martin Luther King, eh os grandes exemplos da humanidade que nós temos, mas também pessoas comuns como nós aqui, que acabei de dar os exemplos, pessoas que sofrem como a gente, mas que, né, levanta e levanta sacode a poeira e continua andando, continua enfrentando os desafios da vida nesses dias desafiadores, né, onde são tantos os convites ao desânimo, ao cansaço, a preguiça, ao desalento, a desistência, vamos reagir fortemente contra isso. Como os espíritos nos dizem, é muito fácil a gente se contaminar, é muito fácil a gente entrar na baixa vibração, é muito fácil a gente perder a energia,

istência, vamos reagir fortemente contra isso. Como os espíritos nos dizem, é muito fácil a gente se contaminar, é muito fácil a gente entrar na baixa vibração, é muito fácil a gente perder a energia, é muito fácil a gente querer desistir de algumas coisas caras pro nosso desenvolvimento espiritual, pro nosso desenvolvimento intelectual. Vamos reagir fortemente utilizando quais instrumentos? Além da religiosidade que nós estamos aqui, por exemplo, nessa palestra buscando essa força, daqui a pouco a gente vai para pro passe. A gente sabe que lá na sala de passe a gente recebe, já começamos recebendo aqui os amigos espirituais já aqui, nossos amigos, muitos deles estão aqui do nosso lado, do nosso lado mesmo, fisicamente a gente não percebe, mas eles estão aqui coletando. Então, o que que a gente precisa? que que a gente mais precisa, seja de questões materiais mesmo do organismo físico. André Luiz nos conta histórias nos seus livros maravilhosas de verdadeiras curas espirituais que acontecem que a gente nem percebe. A gente só vai saber, ó, lá quando a gente desencarnar, que era pra gente ter tido alguma coisa no rim, no pâncreas, no estômago. Mas aqui quando a gente vem aqui durante a palestra, depois no passe, a gente recebe esses reflúvios, essas energias e a gente então espele inclusive pelo aparelho urinário, pelos pelos aparelhos escretores. E isso naturalmente é expelido, a gente não sofre dessa doença física ou emocional. Então o que a gente faz aqui nos ajuda a permanecermos firmes, a permanecermos com energia, a não desistir, a não desanimar. Mas também nos quando percebermos alguém nessa baixa vibração, quando percebermos pessoas que estão mais para baixo, trazendo essas energias mais negativas, vamos tentar com jeitinho não deixar aquele aquele ambiente ficar tão negativo, aquele ambiente ficar desesperador. Até algumas vezes, muitas pessoas são muito impressionáveis e quando vem esses casos na TV ou que alguém começa a trazer o assassinato, isso, aquilo, a violência, o mundo que

iente ficar desesperador. Até algumas vezes, muitas pessoas são muito impressionáveis e quando vem esses casos na TV ou que alguém começa a trazer o assassinato, isso, aquilo, a violência, o mundo que vai acabar porque não vai ter, né, o sol vai ter 2 graus a mais nos oceanos, as geleiras vão derreter todo mundo, a gente não sai nem respirar, né? A pessoa começa a falar e a gente vai entrando numa sintonia tão ruim. Deus está no leme, Jesus está no leme. Os espíritos superiores estão na missão de preservar o planeta Terra por nós e conosco. Nós somos peças fundamentais e peças chave. Por isso sim vem essas lições de não desistir, de não desanimarmos, de buscarmos a religiosidade, de buscarmos a oração, a meditação, os pensamentos positivos, né? Sabemos que é muito difícil. Às vezes, às vezes o nosso sofrimento é grande. Às vezes o nosso sofrimento, as nossas emoções, aquilo ali que tá dentro da gente, só Deus sabe, porque o sofrimento é pessoal e intransferível. Nem aquela pessoa que mais nos ama, nem a nossa mãe, nem o nosso pai, nem o nosso companheiro mais íntimo consegue aquilatar o tamanho da nossa dor. Mas nós sabemos o tamanho dela e nós sabemos o quanto nós estamos sofrendo. Mas precisamos mudar esse padrão mental e comportamental. E se não conseguimos, vamos pedir ajuda. Temos atendimento fraterno, temos os psicólogos, temos os psiquiatras pros casos mais graves, temos a caridade como porta e instrumento de cura material e de cura espiritual para todos nós. Que possamos estar nos estarmos nos sentindo desanimados, desiludidos e quase desistentes da vida. Respiremos. Lembremos de Jesus. Lembremos, principalmente nós que viemos aqui buscando na na religiosidade esse autoencontro, essa força, essa energia. Lembremos que nos acolhe com seus braços abertos e que sempre está conosco. Mesmo que a gente não perceba, Jesus está sempre conosco, com os nossos amigos espirituais, com aqueles eh irmãos nossos que nós não vemos, invisíveis. e que nos socorrem nesses dramas ocultos, às vezes internos, só

te não perceba, Jesus está sempre conosco, com os nossos amigos espirituais, com aqueles eh irmãos nossos que nós não vemos, invisíveis. e que nos socorrem nesses dramas ocultos, às vezes internos, só nossos, para que nós possamos dar conta da nossa reencarnação, dos nossos compromissos e, principalmente de vencermos as nossas dificuldades e sairmos dessa encarnação um pouco melhor do que quando aqui chegamos. Tenhamos todos um excelente sábado, que possamos refletir, que possamos avaliar e que possamos sair daqui com um coração cheio de esperança, de bênçãos, de alegrias e de gratidão a Deus por mais uma oportunidade de estarmos aqui vivos, de estarmos refletindo sobre Jesus, seu evangelho. Uma boa noite a todos. Obrigado, Cláudia pelas suas clarezas nas suas palavras, simplicidade, como traz pra gente pro dia a dia o evangelho do Cristo. Dando alguns avisos, a Cláudia citou o atendimento fraterno. A comunhão espírita de Brasília, ela tem o atendimento fraterno segunda a quinta, sexta, sábado e agora também aos domingos das 17:30 às 19:30. Aqueles que venham para a prece dos suicidas, para a palestra do domingo às 18 horas, pode chegar um pouquinho mais cedo ou se durante a palestra sentir alguma coisa, temos atendimento fraterno. Temos também os grupos de todos os horários do atendimento fraterno. Nós temos no painel lá na entrada da comunhão. Em breve vamos ter de volta aqui no auditório os horários de todos os dias. O Natal tá chegando e os nossos irmãos que vivem em situação, como a Cláudia aqui citou, de dificuldade financeira, em situação de rua, em situações em que a comunhão espírita de Brasília tem bastante famílias atendidas e cadastradas, vão ser atendidas com cestas de Natal. E a intenção da DPS, a Diretoria de Promoção de Saúde, é dar uma cesta de Natal, da mesma forma que nós participamos do nosso Natal em casa com os nossos familiares, não só dar uma cesta de Natal, mas uma cesta de Natal em que eles possam ver aquilo e se colocar como iguais a nós. A

mesma forma que nós participamos do nosso Natal em casa com os nossos familiares, não só dar uma cesta de Natal, mas uma cesta de Natal em que eles possam ver aquilo e se colocar como iguais a nós. A comunhão espírita de Brasília convida a todos para fazerem o Natal de 300 famílias mais feliz. O que doar? Aí vocês vão ver como realmente é uma cesta de Natal. farofa, batata palha, panetones, enlatados como sardinha, milho, ervilha e azeitona, geleia, suco de frutas e embalagem longa vida, chocolates doces em lata, bombons achocolatados e shark embalado a vácuo. É uma verdadeira cesta de Natal em que uma vez no ano possamos fazer essa caridade. Como diz nossa irmã, o prazo de entrega é até 30 de novembro, aqui na DPS do lado. As doações podem ser entreguerifado ou maiores informações pelo telefone 61 30 4805. A espiritualidade agradece a bondade de todos para que possamos não só ver ler o evangelho do Cristo, mas presenciar. Eu quero agradecer a presença aqui também da Luciana, da Susete, da Joana, da Raquel, do Manuel e dos demais que nos contemplaram aqui com a sua audiência. Não esqueçam de ativar as suas notificações, seguir a nossa página, se inscrever para que possa participar aqui do chat. Então, com esse pensamento de hoje sairmos daqui um pouco melhor do que chegamos, como diz Joana deângeles, sempre buscando o nosso potencial. E em uma sua fala com um Divaldo Franco, ela diz: "Divaldo, meu filho, as pessoas, o mundo e os problemas nunca foram como tu os via. foram colocados diante de ti para que evolua como espírito. Para que evolua como espírito, vivendo na matéria e participando dessas oportunidades da vida que a Cláudia citou aqui, desses ótimos exemplos, desses espíritos iluminados que nos trouxeram o poder que nós temos na mão como filhos de Deus. que possamos fechar os nossos olhos dizendo: "Pai amado, mestre Jesus, obrigado pelas palavras hoje ditas aqui pela minha pela nossa irmã Cláudia Piva, pelo esclarecimento à luz da doutrina espírita, pelo poder que temos de transformação em

ndo: "Pai amado, mestre Jesus, obrigado pelas palavras hoje ditas aqui pela minha pela nossa irmã Cláudia Piva, pelo esclarecimento à luz da doutrina espírita, pelo poder que temos de transformação em nós, pela força que carregamos, pela centelha de luz que brilhamos, pois somos teus filhos amados. Herdeiros da centelha divina, somos deuses, como diz Jesus, filho de um Deus único, supremo, causa primária de todas as coisas. Assim, mestre, te agradecemos e damos por encerrado mais uma palestra pública do sábado às 17 horas na comunhão espírita de Brasília. essa família que já diz que comunga da comunhão com Cristo. Assim seja. Eh, o nosso irmão, nossa irmã vai chamar para o passe. Eu peço que mantenham-se com celulares desligados, aqueles que não forem tomarem passe que levantem em silêncio, sabendo que estamos numa casa de oração e um templo de Deus. Uma desejamos um bom final de sábado, um bom domingo e uma semana cheia de luz e aprendizado para todos. Muito obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir [música] necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça

de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores

[música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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