TRIBULAÇÕES - Claudia Piva (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 27/01/2023 (há 3 anos) 44:11 1,845 visualizações

Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. Se você gostou desta Palestra, deixe seu like e seu comentário. Compartilhe o vídeo e se inscreva no Canal. #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ O que é uma Palestra Pública Espírita? A palestra espírita é uma apresentação oral cujo objetivo é informar, esclarecer e consolar, através de temas do Evangelho e da Doutrina Espírita, promovendo a reflexão, auto aperfeiçoamento e a vivência dos ensinamentos de Jesus. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Programação de Palestras Públicas na Comunhão Espírita de Brasília (Horários de Brasília): Segunda a Sexta, às 08h00, 16h00, 18h00 e 20h00. Aos Sábados, às 17h00 e 19h00 e aos Domingos, às 18h00. Transmissões ao vivo pelos Canais da TV Comunhão: @TV Comunhão - Comunhão Espírita de Brasília @TV Comunhão 2 - Comunhão Espírita de Brasília ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. TV Comunhão: https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 TV Comunhão 2: https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 TV Comunhão Kids: https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: Site: http://www.comunhaoespirita.org.br Telegram: https://www.t.me/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br

Transcrição

a todos, a todos e todas que se encontram aqui, encarnados e desencarnados, que nos acompanham pelas redes sociais também. Eh, com muito prazer que nos encontramos nessa manhã aqui para falarmos sobre um tema que perpassa a todos nós, tribulações. Nós vamos começar lendo um trecho, um trecho não, uma lição desse livro aqui, Ceifa de Luz, pelo espírito emanum, uma psicografia de Chico Xavier, a lição 31, aflição. Então, é um comentário de Emmanuel a uma passagem da segunda carta de João, no capítulo 1, versículo 8, que João fala o seguinte: "Olhai por vós mesmos". E Emanuel comenta o seguinte: "Cada criatura retorna à Terra com a aflição que lhe diz respeito às lides regeneradoras. aflição que nos expressa o passado renascente ou nos define o débito atuante na contabilidade divina. Aqui é a enfermidade que o tempo trará inevitável quando precisa, ao campo de nossos impulsos inferiores. Ali é a condição social repleta de espinhos em que se nos reajustarão as diretrizes e os pensamentos. A colá é o templo doméstico transformado em cadinho de angustiosos padecimentos, caldeando-nos emoções e ideias para que a simplicidade nos retome à existência. Além é a tarefa representativa em que o estandarte do bem comum exige de nós os mais largos testemunhos de compreensão e renúncia, reclamando-nos integral ajustamento à felicidade dos outros antes de cogitar de nossa própria felicidade. Em toda parte encontra a criatura a aflição quando vista por ensinamento bendito, propondo-lhe as mais belas conquistas espirituais para a esfera superior. Entretanto, se o caminho terreno é a nossa prova salvadora, somos em nós o grande problema da vida, de vez que estamos sempre interessados na deserção do trabalho difícil que nos conferirá o tesouro da experiência. Trânsfugas do dever, nas menores modalidades, achamos-nos sempre a caça de consolação e reconforto, disputando escusas e moratórias, com o que apenas adiamos indefinidamente a execução dos serviços indispensáveis, à restauração de nós mesmos.

es, achamos-nos sempre a caça de consolação e reconforto, disputando escusas e moratórias, com o que apenas adiamos indefinidamente a execução dos serviços indispensáveis, à restauração de nós mesmos. Saibamos valorizar a nossa oportunidade de crescimento para o mundo maior, abraçando na aflição construtiva da jornada o medicamento capaz de operar-nos a própria cura o recurso suscetível de arrojar-nos os mais altos níveis de evolução. Não bastará sofrer. É preciso aproveitar o concurso da dor, convertendo-a em roteiro de luz. Colocados desse modo entre as provações que nos assinalam a senda de cada dia, usemos constantemente a chave do sacrifício próprio em favor da paz e da alegria dos que nos cercam. Porque somente diminuindo as provações aleheias, é que conseguiremos converter as nossas em talentos de amor para as bem-aventuranças imperecíveis. Então, com essa lição de Emmanuel, nós vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, agradecendo a espiritualidade amiga que aqui já se encontra, nosso mestre querido, que nos traz a sua presença por meio dos amigos espirituais que se encontram aqui ouvindo as nossas súplicas, auscultando os nossos anseios, as nossas dificuldades, os nossos mais íntimos pensamentos para trazer trazer aquele remédio restaurador, aquela cura real para os nossos sofrimentos, para as nossas dores. Amado Mestre Jesus, te agradecemos a companhia, te agradecemos esse momento e te pedimos que nos acompanhe durante esta manhã para que possamos reflexionar sobre o teu evangelho, saindo daqui mais alegres, mais dispostos, mais esperançosos, com a compreensão da vida verdadeira, com a compreensão do teu evangelho de luz. Eu atenção nome, pai amigo, em nome dos espíritos amigos, pedindo a permissão do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, que é o dirigente espiritual da comunhão espírita de Brasília, te pedimos permissão para iniciarmos a palestra da manhã de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Então, meus amigos queridos, vamos falar hoje sobre tribulações, aflições e que

a de Brasília, te pedimos permissão para iniciarmos a palestra da manhã de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Então, meus amigos queridos, vamos falar hoje sobre tribulações, aflições e que tempos, né? que tempos nós passamos, nós nos encontramos, porque vemos aí seja na nossa vida pessoal, na vida de um familiar, na vida de um amigo, hum na TV, enfim, vemos situações tão difíceis, aflições tão complicadas que o ser humano tem passado. E nós muitas vezes nesses tempos que também nos trazem muitas coisas boas, mas sabemos que passamos na nossa sociedade por momentos complexos e vemos e sentimos o peso desse momento, seja em função das guerras que sabemos que sempre existiram e tínhamos muitos focos de guerra que não eram noticiados, mas temos uma guerra aí de proporções violentas. Temos a violência que vem se acentuando nos últimos tempos e tudo isso se junta com as doenças da mente, com as doenças psicológicas que vem afetando o ser humano de uma forma cruel, numa nova ou eh não necessariamente nova, mas descoberta pandemia da mente humana. E aí nós queremos que essa nossa dor, como nós estamos nessa sociedade que Rossandro Clinge chama de sociedade instantânea, da sociedade miojo, que a gente põe no fogão, né, e 3 minutinhos tá pronto, a gente quer respostas paraa nossa dor rápidas, soluções eh mágicas e muitas vezes achamos e queremos mesmo, porque a natural da sociedade em que nos encontramos, natural do ser humano dessa época, principalmente da nossa época, que de repente uma pesquisa no Google a gente ache a solução para essas nossas aflições ou para as aflições da humanidade. Por que a humanidade sofre? Por de uma guerra nos anos no século XX, porque dos terremotos, dos cataclismas que matam tantas pessoas, animais, destróem cidades e aqueles seres humanos têm que recomeçar do zero. Essa resposta, ela não está assim tão rápida no Google, mas ela está no Evangelho de Jesus. É sobre isso que nós vamos conversar hoje nesses rápidos minutos que nós temos para

m que recomeçar do zero. Essa resposta, ela não está assim tão rápida no Google, mas ela está no Evangelho de Jesus. É sobre isso que nós vamos conversar hoje nesses rápidos minutos que nós temos para tentar reflexionar um pouquinho sobre os nossos sofrimentos, os sofrimentos do nosso próximo e tentar não só nos ajudar, mas ajudar aqueles que nos cercam. Quando nós na na literatura espírita nós tivemos a codificação cardequiana, mas tivemos várias outras obras que vieram ajudar a esclarecer eh todo essa problemática e nos trazer talvez essas respostas que não vão estar tão evidenciadas, mas nos ajuda ao longo de nossa vida a entender esses porquês e assim tornar a nossa vida mais fácil ou menos difícil. e conseguirmos então sair da nossa encarnação um tanto melhores. Quem sabe é o nosso grande objetivo. Lá no livro Dramas da Obsessão, ele é um livro eh pelo espírito Dr. Bezerra de Menezes. Dr. Ed Menezes é o dirigente espiritual da comunhão espírita de Brasília e ele narra duas lições, duas histórias verdadeiras que se passaram aqui no Brasil no início do século XX, lá por 1914. de uma delas, né, que eu vou narrar rapidamente aqui nessa lição, nessa história, nós nos deparamos, então vamos tentar, vou vou tentar narrar aqui rapidamente, né, porque é metade de um livro. Ele é um livro pequenininho, mas ele é é um é uma história razoavelmente longa. Uma jovem muito linda de 19 anos, está, a história começa assim, está em um quarto lá daqueles ídos do início do século XX, eh, tendo um bebê. E Dr. Bezerio Menezes é chamado, então ele foi médico, né, na na terra, ele foi chamado então espiritualmente para ajudar, que não era a hora ainda daquela jovem desencarnar, daquela jovem morrer. Um parto bastante difícil estava sendo feito por um médico, mas em casa. E esse parto, ele necessitaria ser feito no hospital com os recursos, mesmo que ainda precários da medicina da época, mas necessitaria sim de uma intervenção cirúrgica. E ali aquele médico não tinha condição nenhuma.

e necessitaria ser feito no hospital com os recursos, mesmo que ainda precários da medicina da época, mas necessitaria sim de uma intervenção cirúrgica. E ali aquele médico não tinha condição nenhuma. Nessa nesse momento então que Dr. Bezerra chega nesse quarto, essa jovem está quase desfalecida, quase sem forças, muito pálida. quase desencarnando. E a cena é de um verdadeiro horror, porque está tomada de sangue. E aquele nenezinho que nasceu, nasceu em condições bastante difíceis. Eh, não nasceu, na verdade. Ele ele foi ele morreu na hora do parto e foi um parto em que aquele bebezinho teve que ser tirado aos pedaços do ventre materno. Paremos a nossa narrativa aí, depois nós voltaremos nela. Quando vemos esse esse sofrimento de uma jovem, de uma classe média alta da época, de 19 anos, linda pela narrativa do livro, com o esposo aflito ao lado na sala de 24 anos somente, que perde seu primeiro bebê de uma forma tão trágica, que traz reflexos psicológicos e físicos para ela, porque ela fica tetraplégica com 19 anos. E não bastasse ela ter ficado tetraplégica. Pouco tempo depois, seu marido nunca a abandonou financeiramente, mas a abandonou emocionalmente. Então, ela passou a sofrer muito em função do abandono do marido sentimentalmente e também por ter ficado tetraplégica, sem os movimentos do pescoço para baixo. Em uma época que não se tinha tanta acessibilidade, tantos recursos, tanto entendimento. Se hoje nós temos tanto preconceito, imaginemos naquela época. Então, paremos a nossa narrativa aí, porque essa narrativa se assemelha a tantas outras que nós conhecemos, seja conosco, seja com parentes, familiares, ou seja, esses casos que nós vemos na TV e ficamos: "Meu Deus, é o fim do mundo, é o fim dos tempos, a Terra está perdida, o planeta está se acabando, eh não sei o que vai acontecer, o Brasil tá se afundando e nós esquecemos. que há um governador do nosso planeta chamado Jesus Cristo, que veio há 2000 anos e nos trouxe essas respostas. Mas é difícil mesmo da gente entender quando

o Brasil tá se afundando e nós esquecemos. que há um governador do nosso planeta chamado Jesus Cristo, que veio há 2000 anos e nos trouxe essas respostas. Mas é difícil mesmo da gente entender quando nós vemos esses casos. É difícil mesmo de nós compreender, principalmente quando nós passamos por esses sofrimentos, porque aí o nosso raciocínio se turba, nossa a nossa dor é grande e nós não conseguimos entender, muitas vezes nos revoltando, muitas vezes nos perdendo na no na depressão, na tristeza, deixando a vida nos levar e não aproveitando o que esse esse sofrimento quer nos dizer. Então, vejamos que essa questão da dor tem várias explicações. O homem vem tentando entender isso desde muito tempo. Ele carrega esses questionamentos desde antes de Cristo. Temos pensadores e vamos citar alguns só pra gente entender que isso é uma preocupação do ser humano. Nós temos aqui alguns que nós vamos citar. Cênica 4 anos antes de Cristo, Platão, 427, 428 anos antes de Cristo, trazem todas essas, já traziam essa preocupação. Por que o ser humano sofre? Por que que o ser humano tem que sofrer? Nós temos até um filme não tão novo, mas já aqui da nossa época, né? É o advogado do diabo em que tem uma fala do personagem principal que ele diz que Deus brinca conosco porque ele nos dá alguns prazeres e não podemos eh usufruí-los porque a nossa vida acaba sendo de muitas dores. E então, para que nós não pensemos desta forma, que é uma forma equivocada de pensamento, nós precisamos entender o porquê da dor e nós precisamos aproveitá-la. Mais recentemente nós temos dois pensadores muito importantes, filósofos, estudiosos brasileiros e que trazem também essa preocupação. Leandro Carnal, acho que todos aqui já devem ter ouvido falar nele, ele é um historiador brasileiro, ele é professor na Universidade Estadual de Campinas e várias outras universidades aí agora. E ele nos diz que a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional. Então, vamos tentar entender um pouquinho isso também. É, é uma frase do zembudismo.

Campinas e várias outras universidades aí agora. E ele nos diz que a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional. Então, vamos tentar entender um pouquinho isso também. É, é uma frase do zembudismo. Ele fala isso nas suas palestras, mas é uma frase do zembudismo. Também temos aqui do do tô tentando achar aqui do Cortela. Deixa eu ver se aqui fica mais fácil. Ele também fala alguma coisa sobre a dor. E nós conseguimos. Então aqui o Cortelo, ele diz que a natureza colocou, nos colocou dois mecanismos de proteção, o medo e a dor. Então o medo é a dor. Cortela nos diz que são dois mecanismos de proteção do ser humano. Quando a gente perde qualquer um desses mecanismos de proteção, nós ficamos num estado de vulnerabilidade muito extenso. E o risco neste momento que é de não ter medo de nada, isso nos deixa desatentos e nos faz então entrarmos por vários caminhos criminosos, inclusive. Então, meus amigos, a dor lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, essas aflições, elas vêm para quê? Elas vêm para nos ensinar, para nos ajustar, para nos guiar, porque normalmente no estado evolutivo em que nós nos encontramos, nós ainda ainda na grande maioria de nós, porque todos estamos numa média geral de evolução, nós não seguimos aquele caminho que o evangelho de Jesus nos trouxe. ou se quisermos ir um pouquinho atrás que os e Moisés nos trouxe por meio dos 10 mandamentos. Normalmente nós desviamos dessas leis universais que são leis de Deus e aí as aflições vem nos carregar a nossa existência. Mas por isso nós temos que agradecer a dor, sim, de forma masoquista, não. Porque como nós vimos aqui que Leandro Carnal nos traz, ela nos, ele nos lá de uma frase do zembudismo, nos diz que a dor ela vai acontecer sempre, mas o sofrimento ele vai ser opcional. E nós vemos, principalmente hoje tantas pessoas que sofrem sim e que estão em situações bem difíceis, sim. Mas também temos tantas pessoas que têm um sofrimento tão superlativo, mas também conseguem superar essa dor e ser exemplos para nós. Obviamente temos

m sim e que estão em situações bem difíceis, sim. Mas também temos tantas pessoas que têm um sofrimento tão superlativo, mas também conseguem superar essa dor e ser exemplos para nós. Obviamente temos exponenciais como Chico Xavier, Madre Teresa de Calcutá, irmã Dulce e outros, dentre outros. Aí podemos ir nos santos do passado, mas temos no dia a dia, até no noticiário que ele é tão pesado que muitas vezes não traz notícias boas, só traz essas notícias tão ruins, mas nós temos sim exemplos de pessoas às vezes lá naquela comunidade no Rio de Janeiro, carregada de violência, carregada de dificuldades materiais, carregada de preconceitos e nada chega lá de acessibilidade. ou aqui mesmo no nosso DF, temos aqui algumas regiões de bastante dificuldade material, mas que dentro daquela comunidade, às vezes, uma pessoa com muita dificuldade material, às vezes com dificuldade física, com alguma doença física, e ela ainda assim supera todas essas adversidades e consegue cuidar deuns dois ou três filhos de vizinhas que precisam trabalhar e que não tem com quem deixar seus filhos. Porque a partir de 4 anos a gente sabe que não tem mais creche em período integral para o o na rede pública, né? São raras as que tem acima de 4 anos em período integral. Não tem vaga para todo mundo. E essas mulheres precisam trabalhar e elas não têm com quem deixar. Elas não têm uma rede de apoio para deixar seu filho, a sua filha, o seu neto. E aí essas mulheres, bravas mulheres, normalmente com dificuldades extremas, seja financeira, seja material, seja de saúde física, conseguem cuidar ali daquele jeito que a gente, muitas vezes, no nosso passado, a gente lembra como que nós tivemos a nossa infância cuidada por um irmão mais velho e de 9 anos e eu tinha ou vocês tinham 2, 3 anos E assim que nós vivemos e muitos dos brasileiros e brasileiras e muitos fora do mundo vivem dessa forma e crescem dessa forma com a solidariedade humana, superando. Há uma superação da dor. E aqui nós estamos falando nesse

s e muitos dos brasileiros e brasileiras e muitos fora do mundo vivem dessa forma e crescem dessa forma com a solidariedade humana, superando. Há uma superação da dor. E aqui nós estamos falando nesse assunto para que nós aprendamos a superar nossa dor, para que nós aprendamos com esses exemplos que Deus nos deixa a ter forças a nos auxiliar nesses momentos de dificuldades tremendas que passamos muitas vezes, de solidão, de medo, de angústia, de rejeição, de doença. físicas que nos atemorizam com diagnóstico às vezes de uma doença incurável ou de uma doença difícil e sabemos que vamos passar ali um pedaço de nossas vidas bastante difícil. Então, esses casos Deus nos coloca para vermos, para que nós nos estimulemos, para que nós verifiquemos, olha, tem gente que passa por isso, consegue superar, eu também posso. Porque lá no no Evangelho Segundo o Espiritismo, onde temos explicações da justiça das aflições, onde temos as explicações do porquê das causas atuais das aflições, das causas anteriores das aflições, nós conseguimos entender um pouco desses sofrimentos que nos chegam, que chegam porque fizemos algo no passado, estamos ressarcindo alguma coisa ou estamos sendo provados na grande escola da vida, nos reajustando a essa lei que nos coloca no prumo, que nos faz crescer, que nos faz estarmos aderentes às leis de Deus. Então, quando nós nós passamos pelo sofrimento e Joana de Angeles nos fala muito assim: "Ama a tua dor", é nesse sentido de entendermos que essa dor ela vem pro nosso crescimento. Se nós olharmos pro nosso passado e nós sabemos que todos sofremos de uma forma ou de outra, tivemos sofrimentos ou estamos passando nesse momento por gravíssimos sofrimentos, mas olhando para trás, as superações que tivemos, não que aquela dor ela ainda não nos perturbe, não que aquela dor ela ainda não nos traga sofrimento, mas nós vemos o quanto nós saímos mais fortes, nós saímos mais equilibrados, nós saímos com olhar diferente para a vida, para a nossa vida e para o

o que aquela dor ela ainda não nos traga sofrimento, mas nós vemos o quanto nós saímos mais fortes, nós saímos mais equilibrados, nós saímos com olhar diferente para a vida, para a nossa vida e para o nosso entendimento com relação às nossas questões pessoais e às vezes até coletivas, caso esse sofrimento seja oriundo, por exemplo, do trabalho material, porque também temos sofrimentos materiais, puramente materiais, e que vão nos nos auxiliar, não somente no crescimento espiritual, no crescimento moral, mas também no crescimento material. Quando eventualmente não passamos em um concurso, em um vestibular, algumas vezes, é porque aquele curso não era o curso que eu tinha que seguir aquela carreira. e conversava com um amigo, inclusive com a própria Maisa, que tá aqui há alguns poucos meses e citávamos e ele citava um estudante de medicina que tinha eh feito o vestibular para medicina três vezes e passou só na quarta. E e aí ele me falava assim, às vezes é porque essa pessoa precisa mesmo saber se se aquela profissão é a que ele vai abraçar, porque a responsabilidade de um médico, de um profissional da área da saúde, seja ele médico, enfermeiro, seja o que for, é muito grande. Infelizmente nós temos visto coisas muito ruins nessa área, como sempre aconteceu, mas hoje tem casos aí bastante difíceis, mas é muito, é um comprometimento espiritual enorme para reencarnações futuras, dependendo do que esse profissional venha fazer, porque ele está com a vida humana ali nas suas mãos. Então, meus amigos, o sofrimento é esse o objetivo. A dor vem para nos ensinar. E voltemos, então, dado o nosso tempo aqui, que já temos poucos minutos para encerrar, voltemos então lá naquele naquela início do século XX, em que aquela jovem de 19 anos, nesse livro Dramas da Obsessão, ela fica tetraplégica e tem aquele parto horrível, horroroso, difícil e que lhe traz então uma vida de muito sofrimento. muito sofrimento, sofrimentos emocionais, morais, físicos, de toda sorte abandonada na solidão, ela fica

em aquele parto horrível, horroroso, difícil e que lhe traz então uma vida de muito sofrimento. muito sofrimento, sofrimentos emocionais, morais, físicos, de toda sorte abandonada na solidão, ela fica até a mãe a abandona. Ela fica só com uma amiga que era católica e que então vinha sempre rezar com ela e e rezava. Ela era muito, muito devota de, acho que de São Tomás, eu não lembro, era um santo e que ela fazia, vinha todos os dias rezar 5 horas da tarde com a amiga. E assim ela passou muitos anos da vida dela. Ela morreu, se não me engano, com 60, em torno de 60 anos. Vejamos que de 20 a 60 são 40 anos num num leito de sofrimento. Mas vejamos então o que que por que ela passou por isso ao muitas muitos anos passados, numa reencarnação anterior, não sabemos se na próxima anterior ou algumas anteriores, ela e o marido atual tinham sido amantes. Tinham sido amantes. E numa ida do esposo, numa viagem que ficavam meses, né? Às vezes nas viagens os maridos ficavam meses fora. Ela engravidou do amante, teve um bebê, teve uma gravidez e teve o bebê. Quando ela teve o bebê, esse que era o amante à época, entrega esse bebezinho recém-nascido a um capataz e pede pro capataz matar o bebê. O que que o capataz? O capataz, desculpe, um um escravo, era um escravo que naquela nessa reencarnação anterior ainda existiam escravos. Que que esse escravo faz? esquarteja o nenezinho e joga numa lagoa, num fundo de um lago, e ninguém nunca soube. A justiça humana nunca soube desse fato. século se passam, o amante e a amante retornam como marido e mulher para quê? Para aprenderem juntos, para que a dor os ensine podemos desrespeitar um dos maiores mandamento de um dos maiores mandamentos de Deus, que é não matarás. E aí ela tem esse parto bastante difícil, bastante complexo. E ela então consegue com esses anos de sofrimento superar esse momento desse seu passado tão danoso, tão difícil e que foi cometido um crime tão violento. Nesse exemplo que nós trouxemos deste livro Dramas da Obsessão,

ue com esses anos de sofrimento superar esse momento desse seu passado tão danoso, tão difícil e que foi cometido um crime tão violento. Nesse exemplo que nós trouxemos deste livro Dramas da Obsessão, explica com base no Evangelho Segundo Espiritismo, as causas anteriores das aflições, quando nós não encontramos nessa vida as explicações pros sofrimentos que temos, porque olhamos e verificamos: "Meu Deus, eu não fiz nada que me justificasse tanto sofrimento assim nessa vida eu não fiz nada que me justificasse algo tão complexo para eu estar passando, seja um sofrimento físico, seja um sofrimento emocional, seja um sofrimento espiritual. Então, partindo da premissa, justiça das aflições, que está lá no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5º, se Deus é justo e ele é, a causa do meu sofrimento também é justa. E se eu estou passando por isso, eu tenho condições de superar esse sofrimento, porque Deus não dá a cruz maior do que as nossas forças. Então, meus amigos, que nós consigamos entender o nosso sofrimento, lembrando essa fala aqui propagada por Leandro Carnal. A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional. E vemos tantas pessoas que diante da dor conseguem superar, conseguem superar uma tetraplegia que surge depois de muitos anos de vida, no meio da vida, depois de um acidente. E essas pessoas se reinventam e nos mostram como podemos superar os sofrimentos. Quando vemos outras pessoas com sofrimentos tão grandes e conseguem superar, claro, cada um tem o sofrimento de acordo com as suas próprias forças. Talvez eu não consiga passar por uma tetraplegia com tanta, vamos botar, facilidade ou enfrentamentos eh acessíveis. Cada um tem a sua história e por isso cada sofrimento é do tamanho da dor que pode suportar. Então, às vezes também não se culpar, nossa, mas eu tenho tudo e por que eu sinto tanto sofrimento? Porque aquele sofrimento é grande para mim. Ele é do tamanho que eu posso portar. Ele existe e ele é intenso, mas temos que saber que podemos superar e que mais do que isso, temos toda ajuda

frimento? Porque aquele sofrimento é grande para mim. Ele é do tamanho que eu posso portar. Ele existe e ele é intenso, mas temos que saber que podemos superar e que mais do que isso, temos toda ajuda espiritual que vem através dos amigos encarnados e desencarnados para que nós consigamos passar por esses momentos difíceis. que essas aflições que nos acompanham muitas vezes que acompanham nossos familiares, que acompanham eh eventualmente algum amigo e que nos dói tanto quanto se fosse, porque às vezes quando é um amigo, um familiar, às vezes parece que dói mais do que se fosse com a gente, mas a dor é dele e nós podemos ajudar sim, orando, dando incentivo, trazendo o evangelho. Jesus, como essa moça, essa amiga lá dessa história que todo dia ia rezar com a amiga. Ela era católica, ia rezar com a amiga e conseguiu então auxiliá-la a superar essa prova tão difícil que ela passou naquela reencarnação. E sim, elas desencarna com num outro patamar espiritual, num outro nível de espiritualidade, porque realmente conseguiu superar o sofrimento e conseguiu burilar o seu espírito. Além de ressarcir aquela pesada falta, aquele pesado crime, ela ainda angareou méritos e e uma evolução espiritual bastante grande. que nós possamos compreender a dor, ela vem para nos ensinar, que nós possamos compreender que a dor é inevitável no nível evolutivo que nós estamos. Todos sofrem, todos. Inclusive, nosso planeta é um planeta de provas e expiações. Todos sofremos em maior ou menor grau de acordo com a sua capacidade de enfrentamento da dor. Cada cruz no peso que conseguimos carregar, na no que temos que evoluir. E sim, o sofrimento ele é opcional, porque através da dor nós temos essa oportunidade que Deus nos dá para avançarmos e para corrigirmos desequilíbrios que trazemos, seja de outras encarnações, causas anteriores das aflições, seja dessa encarnação, causas atuais das aflições, que está lá no capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Convido a todos a ler esses itens que nos ajudam a entender essa

teriores das aflições, seja dessa encarnação, causas atuais das aflições, que está lá no capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Convido a todos a ler esses itens que nos ajudam a entender essa sociedade tão complexa em que vivemos, esses momentos tão difíceis e que muitas vezes nos perguntamos como enfrentar tudo isso. Mas Jesus está no leme. Jesus está conosco. Os espíritos amigos nos acompanham. Nunca estamos sós. E a dor ela vem na no nosso nível evolutivo para nos explicar, nos ensinar, nos corrigir e nos reajustar à lei de Deus que está lá no Evangelho trazido por nosso irmão Jesus há mais de 2000 anos. Então, queridos amigos, era isso a reflexão da manhã para que nós possamos entender a nossa dor, a dor do nosso próximo, a dor da sociedade atual e nos encontrarmos como participantes, encarnados e desencarnados dessa sociedade que nos pede atuação, nos pede decisão. e nos pede ação. Vamos então elevar os nossos pensamentos a Jesus, esse nosso mestre tão querido, tão amigo, esse mestre que nos ensinou tudo no seu evangelho há 2000 anos. Amado Jesus, que possamos compreender o teu evangelho, que possamos entender as tuas lições, entender a tua vida exemplificada há mais de 2000 anos e que possamos, sim, caminhar contigo com esperança, com alegria, com bom humor, superando as nossas dores para que possamos amos auxiliar a nós mesmos no nosso crescimento evolutivo e auxiliar o nosso próximo, aquele que sofre mais do que nós e que pede o nosso olhar, pede a nossa mão, pede o nosso aconchego, que possamos, como um grande grupo de irmãos e amigos, nos darmos as mãos na esperança de crescermos juntos, ajudando aquele que mais precis precisa e nos ajudando por meio da caridade e do amor ao próximo. E assim, profundamente agradecidos. Agradecidos pela presença desses amigos espirituais que aqui se encontram. Agradecendo a Dr. Bezerra de Menezes que nos inspira, nos ajuda, está conosco por meio das equipes espirituais da Comunão Espírita de Brasília. Te pedimos

ses amigos espirituais que aqui se encontram. Agradecendo a Dr. Bezerra de Menezes que nos inspira, nos ajuda, está conosco por meio das equipes espirituais da Comunão Espírita de Brasília. Te pedimos permissão para encerrarmos a primeira parte dos trabalhos da manhã de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Então, queridos amigos, nosso companheiro vai chamar pro passe. Aguardemos então. Bom dia a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia [música] íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares,

a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que [música] esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de [música] nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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