TRABALHADORES DA ÚLTIMA HORA - Tatiana Goes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/12/2025 (há 3 meses) 1:06:16 269 visualizações

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Transcrição

Senhor >> Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda Belém. >> Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Sempre fazemos uma leitura, o livro Espírito da Verdade com você mesmo, meu amigo. Você clama contra as dificuldades do mundo, mas será que você já pensou nas facilidades em suas mãos? Observemos. Você concorre em tempo determinado para exonerar-se da multa legal com expressiva taxa pelo consumo de luz e forças elétricas. Todavia, a usina solar que lhe fornece claridade, calor e vida nem é assinalada comumente pela sua memória. Você salda periodicamente largas contas relativas ao gasto de água encanada. No entanto, nem se lembra da gratuidade da água, das chuvas e das fontes enriquecer-lhe os dias. Você expendia na feira com apreciáveis somas todo o gênero alimentício que lhe atende ao paladar. Contudo, oxigênio, elemento mais importante a sustentar-lhe o organismo, é utilizado em seu sangue sem pesar no orçamento com qualquer preocupação. Você resgata com a loja novos débitos cada vez que renova o guarda-roupa e apesar disso, nunca inventariou os bens que deve ao corpo de carne a resguardar-lhe o espírito. Você remunera o profissional especializado pela adaptação de um só dente artificial. Entretanto, nada dispendeu para obter a dentadura natural completa. Você compra a drágia medicamentosa para levar dor de para leve dor de cabeça. Todavia, recebe de graça a faculdade de articular instante a instante os mais complicados pensamentos. Você gasta quantias estimáveis para assistir a este ou aquele espetáculo esportivo ou a exibição de um filme. Contudo, guarda sem sacrifício algum a possibilidade de contemplar o solo cheio de flores e o céu faiscante de estrelas. Você paga para ouvir simples melodia de um conjunto orquestral. No entanto, ouve

ontudo, guarda sem sacrifício algum a possibilidade de contemplar o solo cheio de flores e o céu faiscante de estrelas. Você paga para ouvir simples melodia de um conjunto orquestral. No entanto, ouve diariamente a divina música da natureza sem consumir vintém. Você desembolsa importâncias enormes para adquirir passagens e idenizar hospedarias sempre que se desloca de casa. Não obstante, passa-lhes despercebido o prêmio voltoso que recebeu com o próprio ingresso em se lastime. Atendamos a realidade, compreendendo que a alegria e a esperança, expressando créditos infinitos de Deus, são os motivos básicos da vida. erguer-se momento por sinfonia maravilhosa. André Luiz. E nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas, abnegados amigos espirituais, em especial ao Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, mentor espiritual desta casa, para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que estão nos hospitais e aqueles que estão a vagar, tão somente em busca do pão material, que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja, meus irmãos, passar a palavra a nossa irmã Tatiana Gois, que vai nos brindar hoje com trabalhadores da última hora. Olá, eu escolhi o tema hoje trabalhadores das da última hora para que a gente pudesse refletir e comentar juntos. Do capítulo 20 do Evangelho Segundo Espiritismo, o trecho do Evangelho de São Mateus, versículos 1 a 16. O reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que ao romper da manhã assalariar trabalhadores para sua vinha. E feito com os trabalhadores ajuste de um dinheiro por dia, mandou-os para sua

O reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que ao romper da manhã assalariar trabalhadores para sua vinha. E feito com os trabalhadores ajuste de um dinheiro por dia, mandou-os para sua vinha. E tendo saído junto da terceira hora, viu estarem outros na praça ociosos, e disse-lhes: "Ide vós também para minha vinha e dar-vos ei o que for justo". E eles foram. Saiu, porém, outra vez junto da hora sexta e junto da hora nona, e fez o mesmo. E junto da 10ª hora tornou a sair, e achou outros que lá estavam e disse: "Por que estais vós aqui todo dia? ociosos. Responderam-lhes: "Porque ninguém nos assalariou?" E eles lhes disse: "Ide vós também para minha vinha". Porém, lá no fim da tarde, disse o senhor Davinho ao seu mortomo: "Chama os trabalhadores e paga-lhes o jornal, começando pelos últimos e acabando nos primeiros. Tendo chegado, pois, os que foram junto da hora undécima, recebeu cada um o seu dinheiro. E chegando também os que tinham ido primeiro julgaram, julgaram que havia de receber mais. Porém, também estes receberam mais do que um dinheiro cada um. E ao recebê-lo, murmuravam contra o pai de família, dizendo: "Estes que vieram por último não trabalharam senão uma hora, e tu os igualaste conosco, que aturamos o peso do dia e da calma." Porém ele, respondendo a um deles, lhes disse: "Amigo, eu não te faço agravo. Não convieste tu comigo num dinheiro? Tomo o que te pertence, vai-te, que eu de mim quero dar também a este último, tanto quanto a ti. Visto, visto isso, não me é lícito fazer o que eu quero? Acaso o teu olho é mau porque eu sou bom? Assim serão os primeiros, os primeiros os e primeiros os últimos, porque são muitos os chamados e poucos os escolhidos. Quando a gente para para refletir com relação aos trabalhadores da última hora, primeiro a gente precisa entender o que que era a última hora, né? Os judeus consideravam que a primeira hora era 6 horas da manhã e a última hora eram 10, 12 horas depois. Então, corresponde a às horas do dia. Em muitos

cisa entender o que que era a última hora, né? Os judeus consideravam que a primeira hora era 6 horas da manhã e a última hora eram 10, 12 horas depois. Então, corresponde a às horas do dia. Em muitos momentos na nossa vida acontece exatamente isso. Aqui na casa, por exemplo, a gente ouve muito alguns irmãos trabalhadores dizerem eh eh digamos assim, falarem, né, externizarem a seguinte frase: "Eu estou aqui há tantos anos, há tantas dezenas de anos e por isso talvez eu não não que essas pessoas se comparem a quem chegou na última hora, mas é comum do ser humano nós acharmos que por termos Mais horas trabalhadas, horas dedicadas ou idade, nós merecemos algo a mais do que quem chegou na última hora. Ali é muito claro quando a gente percebe que o que vale é o esforço de cada um de nós, independente do momento em que nós estamos despertando para o aprendizado ou para a mudança moral. O foco da mensagem, obviamente, é a mudança moral de cada um de nós, a maneira com que a gente se dedica a isso, a nossa transformação íntima, aquilo que realmente vai fazer sentido no decorrer das nossas vidas, que é deixar o homem velho de lado para abraçarmos o homem novo, deixarmos o ser humano do passado que obviamente cometeu erros e os erros são comuns e normais. a todo aquele que continua a sua caminhada, mas que eu consiga olhar paraa frente e me entender capaz de não cometer mais os mesmos erros do passado. Até porque em muitos momentos pesa demais a responsabilidade daqu daquelas atitudes ou daquelas escolhas que obtivemos durante a nossa jornada e que hoje arcamos com devidas consequências. Agora, quando a gente desperta para algo diferente, nós começamos a pesar como se a matemática da vida fizesse sentido nos nossos dias. Eu entendendo que as minhas ações vão gerar reações, eu passo a olhar diferente ou eu passo a orar e vigiar não somente as minhas atitudes, mas na raiz de tudo onde tudo começa, que é na raiz dos meus pensamentos. Se eu oro e vigo ou se no mínimo, ou pelo menos eu tenho um certo crio de

asso a orar e vigiar não somente as minhas atitudes, mas na raiz de tudo onde tudo começa, que é na raiz dos meus pensamentos. Se eu oro e vigo ou se no mínimo, ou pelo menos eu tenho um certo crio de entender que aquilo é devido ou aquilo é indevido, eu vou deixando para trás atitudes velhas, atitudes que que faziam parte da minha personalidade ou dos meus dias ou das minhas atitudes, mas não fazem mais parte no meu hoje e no meu agora. E é muito interessante quando a gente imagina que também os trabalhadores da última hora, aqueles que chegaram muito tempo depois, nós espíritas, por exemplo, chegamos depois, alguns por aí dizem, inclusive que não somos cristãos, quando o espírita, muito pelo contrário, ele tenta reviver o cristianismo primitivo, o cristianismo posterior ao nosso querido imperador Constantino. quando tivemos a Igreja Católica Apostólica Romana ali como instituição do do Estado, porque naquele momento os perseguidos que eram os cristãos passaram a ser os perseguidores. foi obviamente uma uma sacada de mestre, porque ele naquele momento o Império Romano estava sendo río, ruído principalmente por uma série de confusões civis dentro das cidades. E o poder, obviamente, estava se fragilizando com relação a isso. Era judeu que professas as suas eh, digamos assim, os seus rituais, a sua fé, a sua fé num Deus único. Lembrando que Jesus vem todo dessa raiz judaica e hebraica. Nós somos uma religião judaico-cristã. Então, eram os pagãos, eram os romanos e tudo aquilo se misturava numa confusão incrível que foi resolvida matematicamente por Constantino naquele momento onde ele disse o seguinte: "Acabou, só vai existir a partir de agora uma única religião para vocês judeus. Nós vamos ter o casamento, alguns rituais que vocês eh professam dentro da sua religião, absorvida aqui pela religião católica, a apostólica romana. O estado agora, o imperador é agora o primeiro papa ou dando continuidade ao que nós chamamos de apóstolo de Jesus. E aí nós temos naquele momento da daquele momento em

católica, a apostólica romana. O estado agora, o imperador é agora o primeiro papa ou dando continuidade ao que nós chamamos de apóstolo de Jesus. E aí nós temos naquele momento da daquele momento em diante toda uma uma força do Estado para manter a religião cristã católica, a religião católica como única para o ocidente. Nós estamos lá no século XIX, nós temos algumas figuras importantes que justamente tentam se libertar para buscar o conhecimento. Afinal de contas, nós passamos numa Idade Média, conhecida aí pela Idade das Sombras, aonde não se podia eh eh se dedicar a estudo científico. Na medicina a gente não podia secar um cadáver, não podia entender exatamente o que acontecia com o corpo para inclusive solucionar problemas de saúde. Na arte só podia se printar se retratasse anjos e tudo mais aquilo que a igreja permitia. em todos os âmbitos do conhecimento, nós ficamos atrelados àquilo que era, digamos assim, eh eh dito pela religião vigente. E aí nós vamos ao século XIX com algum d alguns desses pensadores, alguns desses homens com iluminismo, com positivismo, alguns deles inclusive descrentes de Deus. Porque como crer para estes homens de razão, esses homens de ciência, que Deus pode ser a personificação humana e ou talvez do sexo masculino. Nós estamos chegando próximos ao Natal. Provavelmente essa figura divina seria como um Papai Noel, né? um homem sentado num trono com a barba grande, simplesmente delegando e castigando ou absorvendo aquele segundo a sua vontade e a sua vontade inclusive humana e raivosa. E aí nós temos aqueles homens do século XIX, alguns deles eméritos cientistas. Nós vamos lembrar, obviamente do professor Rivail, Hipolite Leon Rivail, Denisá Rivail, nós vamos lembrar do nosso querido astrofísico Camile Flamarion, homens de dúvida, homens de ciência, até porque seguiam ali naquele momento toda a parte eh do método pestalosiano, que descria de tudo até que se provasse, até que que se eh visualizasse o fato e se constatasse que aquilo era

e ciência, até porque seguiam ali naquele momento toda a parte eh do método pestalosiano, que descria de tudo até que se provasse, até que que se eh visualizasse o fato e se constatasse que aquilo era algo interessante ou não de ser estudado. E nós temos em Paris naquele momento pós Revolução Francesa, aonde a burguesia obviamente se despontavam e alguns saraus aconteciam na cidade. O que que aconteciam nesses saraus? As pessoas se reuniam, tocavam música, eh recitavam poesias, algumas pessoas traziam algumas novidades, bebericavam chás, por que não um vinho ou talvez um licor e conversavam sobre as coisas entre o céu e a terra. Professor Riva fora convidado diversas vezes para reuniões como essa e ele um homem muito dedicado ao estudo e à ciência. Ele fora discípulo de pestalose na Universidade de Iverdum, na Suíça. Ele pensava: "Eu não vou perder meu tempo", né? Como a gente diz no Mato Grosso do Sul, ele era um pouco chucro. Ah, não vou nada perder meu tempo, tenho um monte de coisa para fazer aqui, que que eu vou fazer nesse saraus? Mas o seu amigo Sor Fortier, um emérito eh eh homem da sociedade parisiense que mais publicava livros, um homem estudioso, chegou para o professor Riva e falou o seguinte: "Olha, dessa vez vai ser difícil você recusar o convite. Primeiro que eu gostaria muito que você fosse e me acompanhasse ao Saral na casa de Madame Planemon, que é sua amiga pessoal. Fica muito chato mais uma vez você falar que não vai, né? E eu gostaria do seu olhar crítico para algumas coisas muito questionáveis ou muito curiosas que estão acontecendo no Saraus por toda Paris e irá acontecer com certeza na casa de Madame Planemon. Por favor, professor, me acompanhe. Ele não conseguiu dizer não. Desta vez acompanhou o senhor Fortier, foi à casa de Madame Planemon. E coisas aconteceram. As mesas respondiam perguntas com batidas aonde as perguntas tinham um fundo inteligente e as respostas também eram inteligentes com um certo eh senso de lógica. E o professor Rivau, é óbvio que ao

m. As mesas respondiam perguntas com batidas aonde as perguntas tinham um fundo inteligente e as respostas também eram inteligentes com um certo eh senso de lógica. E o professor Rivau, é óbvio que ao observar tudo aquilo, ficou calado durante toda o saral. observando, questionando e tirando suas conclusões. Ele saiu de lá até porque naquele momento e existia o início do fenômeno elétrico, né? Pouco se sabia do que era a eletricidade, como talvez hoje a inteligência a inteligência artificial nos gere bastante curiosidade e são coisas que já existiam. A gente fala que foi descoberto é muita coisa, né? Porque são fenômenos naturais. Existe a gente que passou a entender agora naquele momento como é que tudo funciona. E ele com aquela ideia do fenômeno elétrico, com algumas outras coisas que ele estava estudando naquele momento, começou a questionar: "Todo fenômeno era inteligente? As perguntas feitas de forma inteligente aos participantes do Saral foram respondidas de maneira inteligente ou é algo que a gente desconhece, talvez relativo ao fenômeno elétrico, ou talvez um charlatão, alguém por trás de tudo isso, produzindo fenômeno para chamar a atenção das pessoas e ganhar alguma eh alguma notoriedade com com isso. ou talvez, e por que não, algo que a gente desconhece, mas estou à frente de um fenômeno inteligente. Ele passou, a partir daquele momento, passou a participar de todos os saralus, passou, chamava professor Riva para uma festinha dessa, onde mesa ia bater, coisa ia acontecer, respostas iam surgir. Tava ele lá batendo ponto com as suas observações. começou a a entender curiosamente que algumas pessoas específicas nessas reuniões eram como se fossem canais para manifestação daquele fenômeno físico. Por que que era um fenômeno físico? Porque se ouviam batidas, porque a e era vista por todo mundo, era um fenômeno físico, tá? não era um um era um fenômeno inteligente, mas um fenômeno físico. Então, eh algumas pessoas específicas naqueles grupos pontuais pareciam que seriam canais para que

mundo, era um fenômeno físico, tá? não era um um era um fenômeno inteligente, mas um fenômeno físico. Então, eh algumas pessoas específicas naqueles grupos pontuais pareciam que seriam canais para que esses fenômenos ocorressem. E essas pessoas, sem elas, o fenômeno não acontecia. E aí despertou uma profunda curiosidade científica no professor, porque essas pessoas poderiam ser os charlatões, né? Se se se o plural de charlatão foi esse, agora me perdi um pouco, poderia ser um charlatão, talvez e até mesmo com um dom específico, alguma coisa desconhecida, o qual o fenômeno poderia se se produzir a partir da presença daquela criatura, daquela pessoa. OK? E o professor, uma criatura altamente admirável, porque nós estamos falando no século XIX, por mais que a ciência estivesse naquele princípio de libertação, a a com relação às rédias religiosas, às rédias católicas, mas ele era um homem do século XIX, correto? Um homem ainda imerso em em muita superstição, em muitas crendices próprias da época. Se nós ainda as temos, que dirá um homem que vivia naquele momento? Mas as perguntas dele sempre foram extraordinárias. em nenhum momento ele questiona ou ele pergunta com préconceito. Ele sempre tenta e conseguiu de uma maneira incrível realizar perguntas de forma inteligente, científica, com lógica, uma pergunta, um questionamento dando vazão a outros questionamentos. E ele chegou à primeira grande conclusão. O fenômeno, curiosamente, era produzido por uma pessoa que havia vivido na terra. Uma Maria, um João, um Francisco qualquer, havia vivido na Terra. Curiosamente não vivia mais, porque ele tinha passado pelo fenômeno da morte. Foi aí que ele deu o nome de desencarnação. É como se ele tivesse saído da lata, né? desenlatado, porque aquela pessoa tinha, digamos assim, eh, preservado a sua individualidade. O Francisco, João, a Maria, o Paulo, o Pedro, o Gustavo, ele preservava os seus gostos, os seus anseios, as suas raivas, os seus questionamentos, como se a morte não houvesse existido. Então ele chamou de

ancisco, João, a Maria, o Paulo, o Pedro, o Gustavo, ele preservava os seus gostos, os seus anseios, as suas raivas, os seus questionamentos, como se a morte não houvesse existido. Então ele chamou de desencarnação. Naquele momento, o professor matou a morte de uma de uma maneira extraordinária. A partir dessa primeira conclusão, ele começou a chegar a outras conclusões incríveis que são disponíveis para nós estudarmos de forma indiscriminada. A outra conclusão é que esse ser que havia vivido na terra e preservado a sua individualidade porque falava como alguém ou como a mesma pessoa, ele se utilizava para se manifestar, se utilizava da estrutura psíquica, da condição que ele chamou mediúnica. Essa pessoa ele intitulou de médium. Por que médium? Porque ele era um intermediário entre o plano físico e o plano astral e espiritual. Aquelas pessoas não estavam mais no corpo físico. Elas continuavam falando, mas elas tinham passado pelo advento da morte. E elas se utilizavam de algo que extraordinariamente algumas pessoas apenas conseguiam sintonizar com esses chamados a partir daquele momento pelo professor de desencarnados se utilizavam das capacidades psíquicas do encarnado. Porque, portanto, ele chegou a uma conclusão maravilhosa. Além de matar a morte, em algum momento todos nós passaríamos pelo mesmo fenômeno. Se estávamos dentro de um corpo, esse corpo apenas não era nada. Porque se algumas pessoas haviam preservado a sua individualidade, apesar do advento da morte, aconteceria com qualquer um de nós. Então, a morte não existe. E algumas pessoas, de uma maneira incrível, possuíam determinadas condições, condições psíquicas para exteriorizar o pensamento, a vontade e os sentimentos daqueles que não estavam mais entre nós. E assim foi que iniciou o estudo desse grandioso e admirável e amado professor, pelo menos por mim. Ele posteriormente, a partir da do aprofundamento de desse desses estudos, ele passou a ser perseguido pela sociedade científica de Paris. Ele tava entrando em um mundo, em

fessor, pelo menos por mim. Ele posteriormente, a partir da do aprofundamento de desse desses estudos, ele passou a ser perseguido pela sociedade científica de Paris. Ele tava entrando em um mundo, em um âmbito ainda desconhecido e nos é desconhecido profundamente ainda até hoje. Muitas coisas já chegamos a conclusões físicas, matemáticas e etc, mas ele tava entrando num âmbito que era em dissonância com a sociedade científica de Paris. e ele começou a ser perseguido. Portanto, os seus estudos ele não podia mais assinar como professor Riva por cuidado próprio e também por cuidado aquele conhecimento extraordinário que ele começava a descortinar para todos nós. Então, os seus livros de filosofia, de matemática, de ciência, ele assinou como professor riva. A partir daquele momento, ele adquiriu um pseudônimo por acreditar e por descobrir a partir de uma médium, até porque ele não tinha essas essa capacidade psíquica que ele observou em algumas pessoas. Ele era o bom senso reencarnado. Ele se tornou o bom senso reencarnado, como assim o intitulou o seu emérito companheiro de jornada. Camil Flamarion. Então ele resolveu utilizar o pseudônimo que uma menina médium o fez eh o trouxe a a ao conhecimento dele que ele tinha sido numa outra existência. Foi aí que ele começou a entender que nós somos almas viajantes no tempo, que nós estamos aqui de passagem, mas que tivemos outras experiências também, apesar eh eh com outra aparência, com outro corpo físico, mas ele foi se aprofundando depois nesse conhecimento com relação à reencarnação e ele tinha sido um sacerdote druida. E como sacerdote druida, seu nome fora Allan Kardec. A partir daquele momento, ele passou a assinar seus livros com esse pseudônimo para preservar todo aquele conhecimento que ele tava trazendo à tona e ao mesmo tempo, diminuir a perseguição relativa à sociedade parisiense, a sociedade científica, que não parou de persegui-lo. Depois do seu desencarno, inclusive da depois da sua morte, ele apagou em cima da sua obra póstuma. na

erseguição relativa à sociedade parisiense, a sociedade científica, que não parou de persegui-lo. Depois do seu desencarno, inclusive da depois da sua morte, ele apagou em cima da sua obra póstuma. na verdade foi publicada póstumamente, mas ele estava escrevendo obras póstumas. Ele teve um aneurisma cerebral, algo assim. Ele eh ele morreu subitamente em cima dos seus livros e dos seus escritos. E a nossa querida Milly Budê continuou sendo perseguida, foi ajudada até sua morte pelos amigos de Allan Kardec, ajudada no sentido de comprar comida, de manter-se inclusive eh eh digamos assim com o mínimo de de ombridade, algo desse sentido. Ela não tinha como se manter. Os amigos de Kardec a mantiveram a sua esposa até sua morte. Então ele ali naquele momento, no momento que ele nos faz entender que a morte não existe e ao mesmo tempo ele busca um entendimento filosófico para tudo isso, porque ele tava adentrando a um conhecimento muito profundo que liberta as nossas almas, porque ele descortinou à frente dos nossos olhos verdades escondidas ou apenas estudadas em sociedades científicas, eh eh apenas pelo filho do faraó, sacerdote, como Moisés foi criado como sacerdote egípcio ou outras religiões ou outros locais onde esse conhecimento era dado apenas para alguns escolhidos. E de repente ele torna isso público, ele torna isso comum e diz o seguinte: "Vamos estudar". E aí ele funda a sua primeira sociedade espírita, a sociedade espírita de de Paris. E hoje nós estamos numa sociedade espírita com o objetivo de dar continuidade a esse esclarecimento de almas, trazendo para todos nós de forma ampla o conhecimento espírita que nos liberta, nos distancia do sentimento de dor, nos distancia eh eh da da do sofrimento e nos faz enxergar que nós temos uma caminhada longa, nós temos uma caminhada a de infinito até até chegarmos à perfeição relativa, onde nos aproximaremos dessa divindade que nada mais é como nos diz Allan Kardec, como questiona Allan Kardec em sua primeira pergunta de o livro dos espíritos e a

até chegarmos à perfeição relativa, onde nos aproximaremos dessa divindade que nada mais é como nos diz Allan Kardec, como questiona Allan Kardec em sua primeira pergunta de o livro dos espíritos e a resposta de forma extraordinária. E nós temos toda a primeira parte da do livro dos espíritos dedicado a esse estudo da divindade. E aí nós entendemos ou passamos a entender que Deus é a energia suprema. causa primeira de todas as coisas. Não é algo separado ou apartado de cada um de nós. Não essa energia dentro da qual todos nós estamos imersos. Por isso que nós somos a sua imagem semelhança, porque temos um universo inteiro dentro do nosso corpo físico. Cada célula, cada composto, cada órgão dentro dos nossos corpos é como se representasse a criação universal. As galáxias, os planetas. E aí nós temos Jesus dizendo: "Há muitas moradas na casa de meu pai. Se assim não fora, como poderíamos com certeza evoluir, melhorar e aprender esse amor ao próximo como a nós mesmos, que é um grande desafio. Porque era amar a nós mesmos é algo muito difícil, porque nós temos o nosso foco apenas naquele momento existencial, aonde nós nos acreditamos matéria. ficamos procurando a felicidade em relacionamentos em outras pessoas, em conta bancária, em algo que é efêmero, fútil e passageiro. Enquanto a gente focar todos os nossos esforços apenas nessa nessa nessa satisfação material, permaneceremos dentro de uma ilusão que só nos trará mais tristeza, depressão e dor. Quando a gente começar a entender, como Kardec entendeu naqueles seus primeiros anos de estudo, que a nossa vida continua, que o nosso corpo físico pode e vai falecer, porque nós temos um duas certezas durante a nossa existência na Terra. A certeza que tivemos um início, um nascimento e a certeza que nós todos iremos morrer. Apostar todas as nossas fichas buscando algo como eh eh ai a felicidade um dia eu vou ser feliz. A felicidade não é algo para ser conquistada, não é algo para ter esperança, como alguns espíritos dizem, que um dia eu vou ser

fichas buscando algo como eh eh ai a felicidade um dia eu vou ser feliz. A felicidade não é algo para ser conquistada, não é algo para ter esperança, como alguns espíritos dizem, que um dia eu vou ser feliz porque eu vou comprar a casa dos meus sonhos, porque eu vou trocar de carro, porque talvez eu vá fazer uma viagem dos meus sonhos. Esse dia vai ser o dia mais feliz da minha vida. O dia mais feliz das nossas vidas é o dia que a gente vai conseguir nos cristianizarmos. Porque o espírito assim, ele foi o último chamado a essa compreensão universal das coisas entre o céu e da terra. Como fomos os últimos a ser sermos chamados, porque os primeiros foram os judeus com a crença do Deus único trazida por Moisés. O segundo, por que não foi o advento de Jesus, onde o Cristo veio simplificar tudo aquilo. Eu não vou destruir a lei, os profetas, eu vou apenas simplificar. Tudo isso é válido, mas o que é mais válido é o que nós temos em nossos corações. É aquilo que a gente externaliza, é o nosso dia a dia. E todos nós somos iguais perante um único pai que até hoje os nossos irmãos de outras religiões ten dificuldade de entender. E aí quando a gente começa a entender a criação divina, quando a gente começa a entender a doutrina espírita, é só a gente pegar o discurso de Camile Flamarion Kardec, no cemitério de Perry Laches em Paris. Até uma amiga minha tirou uma foto hoje eh em Paris, tá tá passeando lá. Aí eu escrevi para ela: "Vá no cemitério, visite o cemitério de Perrechese". Aí ela: "Por que que eu vou no cemitério?" Falei: "Gente, não vá museu, vá no cemitério de Per Laches. É uma visita à história da humanidade e o túmulo mais visitado até hoje do mundo é o túmulo de Allan Kardec, que é um tótem druida repleto de fures." Então, quando a gente começa a entender, e ali estava Camilo Flamarion de Allan Kardec dizendo justamente isso, este homem que agora está no túmulo parte para uma vida de continuidade de estudo e trabalho inimagináveis para nós que aqui permanecemos. Posso chamá-lo de bom

e Allan Kardec dizendo justamente isso, este homem que agora está no túmulo parte para uma vida de continuidade de estudo e trabalho inimagináveis para nós que aqui permanecemos. Posso chamá-lo de bom senso encarnado. Jamais acreditou em absolutamente tudo que lhe disseram, em qualquer coisa que ele via. Ele foi ao estudo, ele foi à visualização, ele foi tentar entender para trazer e deixou para nós o legado do seu Pentateuco, o legado dos seus cinco principais livros, aonde cada palavra, cada pergunta, cada cada questionamento de Kardec é uma abertura para os nossos cérebros e para as nossas almas se cristianizarem. Ele ele baseou tudo isso no Novo Testamento, no Advento de Cristo, tentando reviver as palavras de Jesus em tudo aquilo que os espíritos traziam de forma de como enchurrada de conhecimento naquela época e naquele momento, nos ajudando a mudar de patamar vibratório e de patamar, com certeza, emocional, vibracional íntimo. E hoje nós estamos vivendo no mundo eh bastante confuso. Cada dia que passa nos sentimos mais confusos ainda. Esquecemos dessa luz acesa pela doutrina espírita a partir do estudo acurado destes homens de fé naquele momento. Nós temos tanta literatura maravilhosa, nós temos tanta coisa que a gente pode trazer para iluminação dos nossos espíritos e deixarmos um pouquinho de lado tudo aquilo que nos causa dor. Mas ao mesmo tempo não é simples e não é fácil essa transformação e essa evolução moral, espiritual, porque o homem que cresce, ele vai deixando de lado os seus vícios. Como nos diz Paulo de Tarso, o homem quando cresce, ele deixa os seus hábitos de menino para trás. Nós vamos deixando os hábitos de falar mal dos outros, o o hábito talvez de consumir bebida alcoólica todos os dias. Nós vamos deixando o hábito de alguns hábitos, porque nós vamos adquirindo a consciência iluminada pelas frases de Jesus, onde eu entendo que toda atitude minha terá uma consequência. E a vida e a maturidade traz tanta consequência ruim pra gente que em algum momento a gente precisa

ência iluminada pelas frases de Jesus, onde eu entendo que toda atitude minha terá uma consequência. E a vida e a maturidade traz tanta consequência ruim pra gente que em algum momento a gente precisa despertar e compreender. Eu não quero mais o peso das consequências. Se o julgo do Cristo é leve e suave, é esse julgo leve e suave que eu quero para mim. Eu quero, eu sou o trabalhador da última hora. Eu despertei só agora. Moisés há quantos mil anos? Jesus há quantos mil anos? Eu estou despertando agora. E como trabalhador da última hora, eu quero merecer o mesmo soldo daqueles que estão há tantos milênios, há tantos anos, h a tantos a tantas encarnações tentando se modificar. E nós estamos aqui num mundo muito complexo, que a tendência vai se tornar mais complexo, mas que nós possamos aprender a sermos leves. Porque o que que nós vamos carregar daqui no momento do nosso desencarne é aquilo que a gente amealhou dentro dos nossos corações e dentro das nossas almas. Em alguns momentos nos sentimos perdidos. Em alguns momentos não sabemos que caminho seguir. Temos que enfrentar doenças graves, temos que enfrentar problemas financeiros, problemas dentro dos nossos lares, problemas de relacionamento. E aí, ao mesmo tempo, os espíritos nos ensinam quando o peso tá muito grande, quando você achar que não pode mais suportar, quando talvez a solução não seja tão fácil, entregue o problema. Entregue pro Cristo. Problema não é mais seu. Quando o problema não é mais nosso, nós nos sentimos leve. E todos os dias das nossas vidas precisam ser dias para tentarmos nos tornar melhores. Porque o peso das escolhas do passado muitas vezes nos geram muitas feridas nos pés e a gente é obrigado a continuar caminhando. Mas se eu simplesmente me entrego e começo a entender que eu não sou o senhor de tudo que acontece na minha vida, o universo ele tem uma perfeição. Tudo acontece numa perfeição que foge ao nosso entendimento. Seu olhar, o eixo da Terra, ele está de uma maneira que os polos não derretem, mantendo a

na minha vida, o universo ele tem uma perfeição. Tudo acontece numa perfeição que foge ao nosso entendimento. Seu olhar, o eixo da Terra, ele está de uma maneira que os polos não derretem, mantendo a temperatura e o nosso clima. A lua está numa distância exata do nosso planeta para que ela simplesmente não se perca no universo ou não caia e destrua o nossa a nossa terra. As galáxias elas elas funcionam de uma maneira perfeita e o caos, a desordem, a destruição faz parte também deste universo que caminha para a perfeição. Então, se eu começo a entender que nem tudo é de acordo com a minha vontade e que a vontade do Cristo é superior, que a vontade de Deus é superior à minha, tudo fica mais simples. Eu vi uma reportagem essa semana, tocou fogo num barco, se eu não me engano, na Austrália também, que tá vivendo esse momento de de de caos. Eh, pegou fogo o barco, o mar tava repleto de tubarão. Aí o, eu fiquei imaginando a gente dentro do barco, o barco pegando fogo, só tem o mar para você pular. Você vai ter que pular. Você olha, tá comalhado de tubarão. Você não tem escolha. Ou você fica e morre queimado, ou você pula e morre com de tubarão. As pessoas pularam porque não tinha outra escolha, não dava mais para ficar no barco pegando fogo. Pularam os tubarões, acho que eles estavam satisfeitos. Não, ninguém foi comido pelos tubarões e eles conseguiram ser capturados ou salvos por outros barcos e outros navios. A vida muitas vezes nos coloca em sinucas de bico dessa natureza. tá pegando fogo aqui, tem tubarão ali, a porta tá fechada, a gente tá enlouquecendo e a gente não sabe o que fazer. Simplesmente a gente tem que ir adiante. Uma outra história extraordinária, é a história de Moisés. Ele, vocês acham que foi fácil? Bora, hebreu, bora fugir do da escravidão do Egito, bora pra frente do mar. Ele chegou na frente do mar, quando olha para trás tá o exército, que era o exército mais bem armado da antiguidade, que era o exército egípcio. Faraó, todos aqueles carros armadas até os dentes. E

r. Ele chegou na frente do mar, quando olha para trás tá o exército, que era o exército mais bem armado da antiguidade, que era o exército egípcio. Faraó, todos aqueles carros armadas até os dentes. E aí o acampamento se dividiu. Um pedaço do acampamento queria matar Moisés. Por que que eu fui te ouvir? Eu tava muito bem na minha casinha, né? Porque os escravos do Egito tinham sua vida, tinha tinha tinha uma vida relativamente alguns tinham um trabalho mais pesado, um pouco parecido com o que acontece inclusive até hoje. Eu tinha minha casa, eu tinha minha vida, tava tudo bem. Você me inventa que existe uma terra que vai jorrar leite e mel e você me faz sair do meu lugar. E agora eu olho para trás, tem os soldados egípcios, os soldados do faraó, eu olho pra frente, tem o mar. Eu vou matar você. Quem que mandou? Eu ouvi essa sua conversa fiada. Em muitos momentos a gente tem receio de sair do lugar estreito, do lugar que a gente tá, porque pode gerar surpresa, pode gerar dor. Talvez a gente tenha uma ilusão de conforto, uma ilusão que tá tudo bem. Não tá tudo bem com essa pessoa do meu lado, apesar dela ser muito ruim para mim, tá muito bem dentro dessa casa, apesar da casa tá completamente desorganizada, eu vou permanecer nesse meu trabalho, apesar de eu adoecer diariamente por ter que ir a este trabalho. E a gente tem medo de sair do lugar estreito. Era esse medo que um pedaço do do acampamento tinha e ao mesmo tempo, por ter saído, culpou e queria voltar pro passado. Meu passado era muito melhor do que eu tô vivendo hoje. Eu quero voltar pro passado porque era lá que eu era feliz. Nós nunca fomos felizes no nosso ontem. O nosso ontem é apenas um um colchão de memórias, um repertório de memórias para que a nossa personalidade e o nosso espírito evolua. Um outro pedaço do acampamento falou assim: "Agora que eu vou lutar com eu vou lutar, vou voltar, vou lutar, né? Eles tinham paus e pedras, como é que eles iam lutar com os soldados do faraó?" em um terceiro pedaço começou a rezar,

falou assim: "Agora que eu vou lutar com eu vou lutar, vou voltar, vou lutar, né? Eles tinham paus e pedras, como é que eles iam lutar com os soldados do faraó?" em um terceiro pedaço começou a rezar, que só tem mesmo, só o único jeito que tem para para aqui é rezar, porque de outro jeito a gente tá ferrado mesmo. Desculpem as uma palavra, porque vai todo mundo morrer, não tem para onde ir. Dizem os espíritos que Moisés naquele momento pegou o seu cajado e ele só tinha um lugar para ir que era pra frente. Ele foi andando em direção ao mar, todo mundo olhou para ele. Para onde que ele vai? Eu não sei nadar. como é que eu vou seguir esse homem? E ele continuou andando. Dizem que a água bateu até o seu nariz, mas ele não titubeou. Ele pensou: "Se é para eu ir à frente, se é para eu ir adiante, eu vou adiante." E ele foi. Naquele momento, o mar se abriu. Muitos momentos na nossa existência, é assim que acontece. A gente tem que ir paraa frente, por mais que em alguns alguns momentos pareça que tá tudo errado, tudo vai dar errado. O sofrimento é extraordinariamente pesado. As pessoas que estão ao nosso lado, a gente não queria que elas estivessem, que elas existissem. A doença parece intransponível e a gente continua seguindo adiante, porque uma fé extraordinária consegue simplesmente contaminar os nossos corações. E a gente entende que temos um Deus, como Cristo nos ensina, que ele não nos castiga e ele também não precisa nos perdoar. Quando uma criança comete um erro, eu não preciso perdoar a criança. Ela é muito criança ainda para entender o erro que ela cometeu. Eu simplesmente continuo guiando. Se nós não negamos um pão a um filho nosso que tem fome, queá nosso pai que está nos céus. Então, o que a gente precisa tentar é ir paraa frente, apesar de tudo parecer muito difícil e ter a certeza que jamais estamos sozinhos. Jamais, em nenhum momento das nossas vidas, nós estamos sozinhos. Eu contei essa história na na última palestra ou na aula, nem sei mais aonde eu contei, mas eu vou contar a mesma

is estamos sozinhos. Jamais, em nenhum momento das nossas vidas, nós estamos sozinhos. Eu contei essa história na na última palestra ou na aula, nem sei mais aonde eu contei, mas eu vou contar a mesma história. Eu tava em Londres em novembro agora a trabalho e saí com um colega meu, encostei num balcão, tinha um senhor no canto do balcão. Meu amigo disse que onde tem um louco, o louco vem atrás de mim conversar comigo. Falei: "É, é lógico, né? O espírita é assim, é uma luz em cima do alqueire, onde tem gente precisando, a pessoa vem conversar com você aleatoriamente. Aí eu encostei, o senhor tava aqui, eu tava com o meu amigo e o senhor começou a falar comigo. Tudo bom? Eu tudo bem. Comecei a conversar com ele. Aí ele você iria me odiar se você soubesse quem eu sou. Falei: "Eu jamais te odiaria. Eu não tenho esse direito, independente de quem você for". Eu a ele, eu tenho certeza que você iria me odiar se você soubesse quem eu sou e o que eu já fui capaz de fazer na minha vida. falei assim: "Olha, eu nunca vou te odiar e eu acho que o que você foi capaz de fazer na sua vida, com certeza, não representa a pessoa que você é hoje." E obviamente eu vendo toda aquela, aqueles espíritos transtornados ao redor daquele senhor. E eu disse isso para ele, com certeza você não é a pessoa que um dia você foi. Aí ele disse para mim: "Eu já matei muita gente. Eu matei muita gente. Aí eu falei para ele, você teria seria capaz ele, eu não sei se eu seria capaz de matar de novo. E eu às vezes não sei o que eu faço. Toda vez que eu conto quem eu fui, porque eu fui e o Keave, ele foi tipo da Marinha da E eu e ele falou para mim, eu participei de 18 guerras e eu matei muita gente porque essa era o meu era o meu ofício. Aí eu disse para ele o seguinte, eu falei: "Eu vou te dizer uma coisa, eu vou te dar um conselho, se você quiser, você ouça. Você não é mais, como eu te disse, a pessoa que você um dia foi. Você estava, como você comentou comigo, respondendo ordens. Então, com certeza,

, eu vou te dar um conselho, se você quiser, você ouça. Você não é mais, como eu te disse, a pessoa que você um dia foi. Você estava, como você comentou comigo, respondendo ordens. Então, com certeza, a sua responsabilidade nesse nesse sentido, ela é atenuada. Mas peça perdão a todos aqueles que um dia você tirou a vida, mas principalmente se perdoe, porque eu acho que o maior problema dentro de você é que você não consegue conviver com você mesmo. Você odeia por aquilo que um dia você fez. Esse homem começou a chorar no meio do lugar que eu tava, no meio do bar. Disse que nunca tinha dito, ninguém tinha dito nada disso para ele. Aí eu peguei na mão dele, eu falei: "Posso te dar um abraço?" Ele: "Você tem coragem?" Falei: "Não, só tenho coragem. Como eu vou te dar um abraço aqui?" O homem começou a chorar e foi embora do bar. E aí nós não somos o que a gente foi capaz de um dia realizar no nosso passado. Nós somos as nossas escolhas a cada instante no nosso hoje. E as nossas escolhas elas precisam ser extremamente rígidas para conosco mesmo. Nós precisamos nos disciplinar extremamente. Quando a gente fala, quando os espíritos falam de disciplina, não é somente na disciplina no pensar, é a disciplina em torno de nós de uma forma complexa. É interessante como aqui na sala André Luiz, por exemplo, que é onde a gente tem as nossas salas de tratamento físico espiritual, onde pessoas com quadro de doença física são encaminhadas para os nossos tratamentos, a gente recebe muita mensagem, muita psicografia e os espíritos dizendo o seguinte: "Pelo amor de Deus, se alimentem melhor, para de comer açúcar". Quase eles dizem isso, né? Então, a disciplina absolutamente é em tudo, porque venhamos e convenhamos, a gente dá um trabalho danado pro nosso mentor espiritual, né? A gente faz um monte de besteira, a gente pensa bobagem, a gente toma atitude que não deveria tomar, mas a gente precisa estar disposto a esse recomeço. A gente precisa estar disposto para olhar para nós mesmos no espelho e afirmar: "Eu amo

e pensa bobagem, a gente toma atitude que não deveria tomar, mas a gente precisa estar disposto a esse recomeço. A gente precisa estar disposto para olhar para nós mesmos no espelho e afirmar: "Eu amo você". E e tá tudo bem agora aqui no nosso mundo, no meu mundo, tá tudo bem. Eu tô protegido, eu tô feliz e eu consigo recomeçar. É assim que todos todos aqueles que nos exemplificaram, que foram considerados santos, aí nós temos São Francisco que nos deu um exemplo maravilhoso. Imagina, Francisco foi pra guerra. Todos aqueles filhos eh da sociedade daquela região, né, Assis e outras cidades eh da Itália principalmente, foram pras cruzadas tomar. Olha que loucura. Aonde que tá o reino dos céus? O reino dos céus está num lugar, gente. Eu vou para o céu, que é um lugar. Eu vou para o inferno, que é um lugar. Para onde eu vou? Eu não vou para lugar nenhum, gente. Eu já tô, eu já tô ligada a partir dos meus pensamentos a regiões do plano espiritual. Todas as noites quando eu durmo, eu me desligo do meu corpo físico e vou passear por aí, visitar os meus amigos, né? Tem até um Instagram muito engraçado de um rapaz espírita, acabei de esquecer o nome do Instagram, né? Eh, e tem uma cena seguinte: o rapaz sentado e o obsessor dele do lado, o obsessor todo preto e ele sentado. Aí o obsessor vira para ele e fala assim: "Querido, eu vou ter que eu vou ter que te deixar. Eu não não". Tá no momento de você crescer, tá no momento de você andar sozinho. O obsessor falando pro cara, né? Eu eu não posso mais andar do seu lado. Eu agora eu vou ter que que seguir também o meu caminho, vim aqui conversar com você. Aí o rapaz sai correndo, se tranca no banheiro e começa a chorar. É um desespero, um sofrimento. Parece o final do relacionamento. E isso que acontece, né? Existem finais, relacionamentos que a gente nutre a partir da nossa vibração mental em desequilíbrio. E quando e é difícil vir aqui tomar um passe, é difícil eu pensar diferente, é difícil eu disciplinar o meu espírito e os meus dias, porque eu

nutre a partir da nossa vibração mental em desequilíbrio. E quando e é difícil vir aqui tomar um passe, é difícil eu pensar diferente, é difícil eu disciplinar o meu espírito e os meus dias, porque eu tô acostumado com tudo aquilo. É o meu lugar comum, é a escravidão do Egito, eu não quero sair daqui, tá tudo de boa aqui, entendeu? E eu tô, eu tenho minha comida, tenho minha casa, tem os meus obsessores particulares, eu tenho as pessoas com as quais eu convivo, eu não quero sair daqui porque sair dói, eu tenho que tomar atitude, eu tenho que agir diferente. Hã? E aí lá foi Francisco com um monte de guri de 16 anos de idade para as cruzadas. Porque na ideia daquele momento, lá no ano de 1200, guaraná com rolha, na ideia daquele momento, eh, a terra prometida era Jerusalém e precisava ser reconquistada pela Igreja Católica, porque o dono da da terra era a Igreja Católica, era de Jesus e não dos hebreus ou dos muçulmanos. Tá, tá todo mundo brigando, né, até hoje. E lá vão os cruzados. Francisco com certeza viu muito sangue, muita dor e voltou para Assis extremamente traumatizado. Ele ouvia com frequência vozes, tá? Qualquer semelhança é mera coincidência, mas ele ouvia com frequência vozes e a voz dizia o seguinte para ele. Ele tinha certeza que era Jesus, reconstrua a minha igreja. Ele achou que era algo eh físico. E aí ele foi lá na igrejinha lá embaixo de Assis. Assis tem no morro igual igual a Bahia, né? Tem um morro é em cima e tem a parte baixa. Ele foi lá na parte baixa como salvador e resolveu reconstruir a igreja. Saiu da casa do pai, abandonou tudo. O pai o execrou porque ele simplesmente estava jogando o patrimônio do pai pela janela. E o que é patrimônio, meus irmãos? Matrimônio a gente reconstrói, como nos dizem os espíritos na lei de propriedade. Se tudo que há no universo, tudo que há na terra for distribuído irmamente, vamos pegar todas as riquezas da terra, vamos distribuir irmãamente para todos os habitantes da terra. Rapidamente os nossos dons e as nossas capacidades irão

ue há na terra for distribuído irmamente, vamos pegar todas as riquezas da terra, vamos distribuir irmãamente para todos os habitantes da terra. Rapidamente os nossos dons e as nossas capacidades irão fazer com que as diferenças aconteçam, porque nós somos seres de aprendizado e de e de possibilidades diferentes, né? Então ele jogou tudo pela janela. O pai dele ficou pau da vida com Francisco. Francisco fugiu, falou que não era mais pai, que o pai dele era o pai que tava no céu e foi lá reconstruir a igrejinha, né? E há uma cena maravilhosa na vida de São Francisco. Quando o Papa reconhece, o Papa tava sonhando direto com alguém, reconheça a ordem Francisca, receba Francisco aqui. E ele vai a pé de Assis a Roma. É um bom chão. Eh, de Assis a Roma. aqueles mendigos descalços entram no Vaticano, aquela riqueza absurda, aqueles bispos, aqueles cardeis, ele passa. E eu não sei se vocês sabem, você, a gente não podia tocar no Papa, né? O papa andava numa liteira, numa cadeira assim suspensa, ele não podia pisar no chão, onde pessoas comuns pisavam, porque muito do da ideia do faraó, muita ideia do do Egito foi absorvido em toda essa cultura. Muita coisa mudou nos dias de hoje. E aí, Francisco é recebido pelo Papa, entram aqueles mendigos, né, Francisco e seus amigos, seus comparsas. O Papa desce lá de cima. Os cardeis queriam morrer e matar o Papa. Como assim? E o Papa vai, se ajoelha e beija os pés de Francisco. Francisco conseguiu naquela encarnação mostrar para nós que a disciplina, o foco e o objetivo maior de de de ligar os nossos corações a esse universo que nos ama, que quer possibilidades extraordinárias para todos nós, é o nosso único e maior objetivo. Quanto mais nós nos dedicarmos a estudo, a disciplina, a amar o nosso próximo, mas principalmente amar a nós mesmos, nos autar, mais nós seremos reconhecidos como esses trabalhadores da última hora. A gente chegou na última hora, a porta tava fechando, mas ainda tem tempo da gente receber o mesmo soldo daquele que tá há mais tempo

nós seremos reconhecidos como esses trabalhadores da última hora. A gente chegou na última hora, a porta tava fechando, mas ainda tem tempo da gente receber o mesmo soldo daquele que tá há mais tempo na caminhada de autoeluminação. E a doutrina espírita, meus irmãos, recebe a todos de braços abertos como uma grande escola e um grande hospital para ajudar nas nossas escolhas pessoais. Porque a transformação ela é individual e pessoal. Não necessariamente você frequentar uma casa espírita, você vai ser melhor do que qualquer outra pessoa. Não. Mas aqui o conhecimento ele é distribuído como uma cachoeira, como bênçãos de luz para iluminar a todos nós espíritos ainda muito recalcitrantes no erro, com muita dor dentro dos nossos corações, mas que com certeza bastar, o instalar de dedos para que a chave realmente possa ser girada e nós nos tornemos seres de luz. Boa noite, meus irmãos, a casa tem o atendimento fraterno de segunda a segunda. Tem vários horários e além do atendimento fraterno, tem os grupos de apoio, que é o acolher, o grupo Viver e o grupo de dependência química também. Aqueles que tiver interesse, tem aqui os horários, certo? Fazer a nossa prece, nesse instante agradecer, agradecer a Deus. agradecer a Jesus e agradecer aos nossos mentores espirituais que aqui estão ou estiveram conosco nessa noite. Agradecer, Senhor, pela família que temos, pelo teto que nos abrica, por esta Brasília que nos acolheu. Agradecer, Senhor, pelo dia de ontem, pelo dia de hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã. Mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje. E que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passo pode aguardar sentados que já serão chamados. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é

física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música]

fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. [música] E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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