PEDI E OBTEREIS - Tatiana Goes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 31/03/2026 (há 6 dias) 1:01:50 650 visualizações

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Transcrição

longe de atingir [canto] a perfeição. [música] Aqui eu [canto][música] entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi [canto] toda a beleza [música] de viver. Doando [canto][música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando [música] [canto] a ti. >> Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. O livro Caminho Espírita. Todos podemos. Nem todos revelamos grandeza, mas todos podemos cultivar humildade. Nem todos demonstramos conhecimentos superiores, mas todos podemos estudar. Nem todos conseguimos sustentar economicamente as boas obras, mas todos podemos efetuar essa ou aquela prestação de serviço. Nem todos guardamos a competência ou o dom de curar. Mas todos podemos, de um modo ou de outro auxiliar aos nossos irmãos enfermos. Nem todos estamos habilitados para mandar, mas todos podemos servir. Nem todos somos heróis, mas todos podemos ser sinceros, justos e bons. Nem todos nos achamos em condições de realizar muito no socorro aos que sofrem. Mas todos podemos oferecer algo de nós em favor deles. Espíritas, irmãos, não alegueis indigência, pequenez, fraqueza, incapacidade ou ignorância para desertar o trabalho a que somos chamados. Comecemos desde agora a edificação do reino de Deus em nós e em torno de nós, através do serviço que já possamos fazer. Albino Teixeira. E nós aproveitamos o instante para pedir a Deus, pedir a Jesus e pedir a esses abnegaros amigos espirituais, especialmente os nossos anjos guardiães, e ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão à distância, aqueles que estão a vagar pelas ruas e normalmente em busca do pão material, que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a

elas ruas e normalmente em busca do pão material, que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós temos perdoado aos nossos ofendidos. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja, meus irmãos. Passar a palavra paraa nossa irmã Tatiana Gois, que vai nos brindar hoje com pedi e obtereis. Olá. O tema escolhido de hoje foi do capítulo 27 do Evangelho Segundo Espiritismo. Pedi e obtereis. Acredito que todos nós gostamos bastante de pedir e gostamos também de ter as nossas os nossos pedidos atendidos. Eh, dificilmente conseguimos entender os porquês das situações que nos cercam, muitas vezes dolorosas, em alguns momentos desafiadoras, mas que com certeza são necessárias ao nosso aprendizado e ao nosso aprimoramento moral e espiritual. E no capítulo 27, quando vamos falar primeiro da qualidade da prece, quando orardes, não vos assemelhais aos hipócritas que afetadamente oram de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas para serem vistos pelos homens. Digo-vos em verdade que eles já receberam a sua recompensa. Quando quiserdes orar, entrai para o vosso quarto e fechada a porta, orai a vosso pai em secreto. E vosso pai, que vê o que se passa em secreto, vos dará a recompensa. Não cuideis de pedir muito nas vossas preces, como fazem os pagãos, os quais imaginam que pela multiplicidade das palavras é que serão atendidos. Não vos torneis semelhantes a eles, porque vosso Pai sabe do que é que tendes necessidade antes que lhe o peçais. poucos momentos das nossas vidas temos essa capacidade de orar em reserva, de orar talvez pedindo ou entendendo exatamente aquilo que se vai em nossos corações. São muitos os desafios, com certeza são muitas as necessidades que nós temos durante a nossa existência e muito se dá também da nossa dificuldade de entender

ente aquilo que se vai em nossos corações. São muitos os desafios, com certeza são muitas as necessidades que nós temos durante a nossa existência e muito se dá também da nossa dificuldade de entender que nós precisamos conviver e passar por situações em alguns momentos dolorosas para que a gente consiga chegar ao ponto final da nossa jornada, que é vencermos a nós mesmos. quando ele aqui nos recomenda, quando orai a vosso pai, orai em secreto. Eh, há uma semana atrás eu passei por uma situação complicada. Meu apartamento foi invadido, levaram bastante coisas dentro da minha casa e realmente eu fiquei bastante, digamos assim, mexida, porque é complicado quando alguém entra e invade a sua privacidade e leva aquilo que você considerava seu. E eu tenho uma grande amiga, considero-a grande amiga, uma amiga que me ensinou muito. Há alguns anos atrás, logo depois da pandemia, a filha dela andando de bicicleta na cidade de Campo Grande, lá no Mato Grosso do Sul. A a filha de 21 anos de idade foi pega por uma caminhonete e faleceu instantaneamente. Teve bateu a cabeça no meio fio, foi levada pro hospital. E essa minha amiga é cirurgiã. Quando ela chegou no centro cirúrgico, aquela que ela teve que atender era a própria filha. Uma situação extremamente desafiadora. E essa mulher, ela se entregou à oração, se entregou ao entendimento daquilo que está além das nossas próprias forças. E eu aprendi muito com ela. E na semana passada eu postei nas minhas redes sociais falando do acontecido e ela escreveu para mim uma mensagem, disse apenas o seguinte: "Ora". São poucos os momentos das nossas vidas que temos a capacidade de orar para tentar entender o que se passa ao nosso redor, de tentar entregar absolutamente as nossas confusões ou as nossas insatisfações ou aquilo que simplesmente não conseguimos explicar, entregar a Deus aos pés do Cristo. E estamos numa semana propícia a isto porque estamos na semana da Páscoa. Sexta-feira será sexta-feira da paixão. Vamos comemorar então o momento onde o

os explicar, entregar a Deus aos pés do Cristo. E estamos numa semana propícia a isto porque estamos na semana da Páscoa. Sexta-feira será sexta-feira da paixão. Vamos comemorar então o momento onde o Cristo fez com que a gente exercitasse essa fé que a vida afasta de nós ou coloca à prova em muitos momentos. Somos sim colocados à prova a cada instante das nossas existências, porque vão existir acontecimentos que vão fugir ao nosso entendimento, que vão fugir ao nosso controle. E, infelizmente, nós queremos ter o controle de tudo. Quando falamos pedir e obtereis, imaginamos que podemos constantemente pedir, nos afastamos do sentimento do que vem a ser fé. E quando nós espíritas entendemos inclusive o que é fé, nós temos que voltar ao livro dos espíritos e lembrar da resposta a um questionamento de Allan Kardec. Quando quando Kardec questiona ao espírito da verdade a seguinte situação, até que ponto os espíritos interferem em nossas vidas? Até que ponto traduzindo em miúdos, nós temos real controle de tudo que há em torno de nós? Até que ponto esse livre arbítrio que a gente sabe que nós possuímos, que nós estudamos dentro da doutrina espírita, ele é pleno, ele [limpando a garganta] está totalmente dentro do nosso controle. E o espírito da verdade responde o seguinte: "Na verdade, os espíritos eles interferem muito nas nossas decisões. Em alguns momentos, são eles que nos conduzem. Vai além, inclusive do nosso autocontrole, porque as interferências elas existem e elas estão ao nosso redor 24 horas das nossas vidas. Então, se nós somos a cada instante e a todo momento, se nós somos guiados, se nós recebemos interferência dos espíritos, se nós recebemos interferência dos nossos mentores, se nós recebemos interferências inclusive dos encarnados que estão ao nosso redor, porque cada um de nós é como se nós fôssemos um dinamo de desejo, não é? Cada um de nós circula pelo universo, vibrando na no seu patamar, no seu diapazão vibratório, extrapolando aquilo que acha que merece

cada um de nós é como se nós fôssemos um dinamo de desejo, não é? Cada um de nós circula pelo universo, vibrando na no seu patamar, no seu diapazão vibratório, extrapolando aquilo que acha que merece ou aquilo que tem como desejo ou aquilo que acha que deve ser atendido. e esses desejos e essas preces e esse e isso que a gente eh exala de dentro de nós para fora de nós, em muitos momentos interferem inclusive no outro. Nós nos incomodamos e é fácil esse incômodo para nós. Nós incomodamos com que a gente acha que o outro possui e nós ainda não temos. E esse incômodo nos gera em muitos momentos infelicidade. Como que o outro pode ser feliz? Como que o vizinho? Como que o meu familiar? Como que alguém pode estar sorrindo se eu na profundidade da minha alma me entristeço e me sinto lesado pela vida? Se alguma coisa bate a minha porta como doença, tristeza, amargura, a própria velícia, o tempo que se passa, as perdas que são normais, porque nós estamos aqui para efetuarmos uma breve passagem e essa passagem fará com que realmente a gente tenha o nosso momento de aprendizado, mas a gente tenha o momento de sair da escola a qual nos encontramos. Amos agora porque estamos aqui sim de passagem, uma passagem muito breve, uma passagem muito efêmera, onde esse exercício do desapego se faz necessário a todos os instantes das nossas vidas. Mas aí a gente volta aqui pra frase do Evangelho. Pedi e obtereis, batei e abrirvos ar. Se eu posso pedir, se eu conseguirei obter, então porque em alguns momentos me parece, parece que estou abandonado, parece que nada é possível mais na minha vida, parece que os caminhos estão se afastando ou que tudo se dá de errado nos no na minha existência. E aí tá aqui no Evangelho de São Marcos. Eu posso pedir para obter quando vos aprestardes para orar, se tiverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, a fim de que vosso Pai, que está nos céus também vos perdoe. Se não perdoardes, vosso Pai, que está nos céus também não vos perdoará a vós. Então, aí

iverdes qualquer coisa contra alguém, perdoai-lhe, a fim de que vosso Pai, que está nos céus também vos perdoe. Se não perdoardes, vosso Pai, que está nos céus também não vos perdoará a vós. Então, aí a gente vem pra seguinte conclusão. Quando no Evangelho de Marcos, a gente compreende que eu preciso esvaziar o meu peito, o meu coração de questionamentos, de julgamentos para com o meu semelhante, para que eu também não seja julgado, para que eu me abra a essa prosperidade universal. Afinal de contas, nós estamos mergulhados neste fluido cósmico que torna real os nossos pensamentos, os nossos desejos, aquilo que a gente emana a partir das nossas vibrações internas. Então, se eu posso pedir, eu posso obter, mas como que eu consigo estar consoante a esta vibração que me cerca, a esta vibração que cria todo o universo e me afastar do mal? O que vai dentro de mim que eu preciso ainda melhorar para que algo de mal não me ocorra? Mas ao mesmo tempo eu preciso entender que Deus não castiga, que o castigo ele simplesmente não existe. Eu estou de passagem, voltando o ensinamento, eu estou de passagem dentro de uma escola, buscando aprender. Que este aprendizado me torne alguém melhor. este aprendizado, portanto, aqui na Terra, enquanto encarnado estou, e se estou em um mundo violento, agressivo, um mundo chamado de provas e expiações, de que forma eu posso e devo melhorar a minha alma para que eu pique perenamente, para que eu conquiste esta felicidade, que os ratos não irão roer, as traças também não, os ladrãos não irão roubar, Aonde está a minha real felicidade? Será que é no meu acúmulo de coisas? Será que é que são que que essa felicidade está representada nas minhas conquistas materiais? A ou onde efetivamente eu encontrarei esta felicidade? Se eu preciso me esvaziar de dor, de rancor, de medo, de remorço, de inveja, de raiva, se eu preciso disso para elevar a minha sintonia, a minha vibração mental e permanecer ligado a regiões melhores da espiritualidade, então que esforço

rancor, de medo, de remorço, de inveja, de raiva, se eu preciso disso para elevar a minha sintonia, a minha vibração mental e permanecer ligado a regiões melhores da espiritualidade, então que esforço ergúlio eu preciso realmente exercer sobre mim mesmo para me transformar? Afinal de contas, quanto mais disciplinado eu for, melhor eu serei. Traduzindo em miúdos. Quando Kant nos diz, esse grande filósofo e também Platão nos comenta que a liberdade não está naquele que pode fazer o que quer. A liberdade está naquele é é é presente na vida daquele que efetivamente não faz o que quer, que faz o que deve. Até porque se nós fizermos apenas o que queremos, pode ter certeza que nós vamos nos empanturrar de comida que a gente não deveria comer. Nós vamos nos nos encharcar de vícios que não deveríamos possuir. Se a gente for fazer tudo que a gente quer, com certeza o descaminho seria um pouco maior. O homem livre é aquele que se autodisciplina para ser feliz. é aquele que a sua autodisciplina se transforma na sua prece diária, onde ele busca ser melhor do que ele pode ser no seu hoje para merecer um amanhã um pouco mais tranquilo, mas entendendo que a tranquilidade ela está e ela existe nos recôndidos da alma e não na superfície tanto perturbada e perturbadora, que é viver por aqui. Quando a gente enxerga, por exemplo, o mar, o mar e suas ondas revoltas. E aí alguém pode perguntar como que lá na profundidade do oceano, o oceano não se incomoda com toda essa revolução das ondas que estão por cima? Porque as ondas elas devem passar, assim como os nossos pensamentos devem ser deve devem ser passageiros, mas no fundo, no oceano das nossas almas, deve existir uma imensidão de paz e de tranquilidade que somente os espíritos que souberam se transformar e se domar conseguem. Então esse é o nosso grande exercício de transformação moral e espiritual, porque as ondas que estão na superfície, elas são desafiadoras, elas são descontroladas, elas nos causam dor e elas com certeza, sempre irão nos

o grande exercício de transformação moral e espiritual, porque as ondas que estão na superfície, elas são desafiadoras, elas são descontroladas, elas nos causam dor e elas com certeza, sempre irão nos transformar em criaturas um pouquinho mais desequilibradas. Mas se eu encontro no cerne da minha alma esse equilíbrio e essa felicidade, aonde eu irei me agarrar de forma a me tornar como um bambu que apesar de toda a tempestade ele enverga, mas ele está sempre firme, ele está sempre ali e ele vai de acordo com o vento, ele vai de acordo com as intemperes, mas ele permanece firme. assim a nossa vida, por mais que podemos sempre pedir para obter, mas que possamos entender que para pedir nós precisamos lavar a nossa as nossas almas de tanta energia doída e negativa que a gente carrega. E essa é a nossa grande dificuldade. Antes de iniciar a palestra, eu recebi um pequeno texto que eu gostaria de ler para vocês. Onde estaria se nada tivesse o que eu teria se aqui não estivesse? O ter consome o ser. repleto de ilusões sem sentido e com isso muito tempo perdido nas entrelinhas da vida, onde se perdem as oportunidades, se valoram as necessidades, se sem falar das vaidades, a criatura vive na ânsia do desperdício e tirar do outro em prol de si se torna um vício. E assim não nos perdemos em solicitações descabidas, achando que tudo merecemos, sem medidas, nos tornando escravos do ego e nos afastando de Deus, esse Deus de afeto e de perdão, e mais que tudo, de alegria conquistada e perene. E afinal, onde estaríamos se nada tivéssemos? O que nós teríamos se aqui não estivéssemos? Pedir não nos tornará felizes. Felizes estaremos quando nos esvaziarmos de pedidos e nos enchermos de gratidão. E assim é o fato. Quanto eh qual a nossa capacidade de agradecer a todos os instantes? Se nós queremos mais, nós precisamos aprender a agradecer. Se nós queremos completar aquilo que muitas vezes a achamos que está incompleto dentro das nossas almas, nós precisamos nos encher de gratidão. Antes de reencarnarmos, prometemos a

render a agradecer. Se nós queremos completar aquilo que muitas vezes a achamos que está incompleto dentro das nossas almas, nós precisamos nos encher de gratidão. Antes de reencarnarmos, prometemos a todos os mentores, a todos os nossos queridos amigos no plano espiritual, até porque com certeza passamos um breve período ou um longo período na espiritualidade, na retricidade, antes de merecermos uma nova existência, a gente prometeu uma série de coisas. Não pode deixar. Dessa vez, com certeza, eu vou me tornar uma pessoa melhor. Eu vou deixar meus vícios de lado. Eu vou conseguir conviver com aquelas pessoas que eu agredi sem odiá-las. Eu vou atrair para mim situações desafiadoras para que eu prove que realmente eu hoje sou uma pessoa diferente do que eu fui no outrora. E aí a gente renasce cheio de de esperança e cheio de vontade de fazer diferente. O nosso dia a dia é pesado e aí nós vamos enfrentando situações familiares, situações de doença física atraída muitas vezes pela nossa própria conduta mental. Nós vamos ter que enfrentar situações, inclusive vinculadas à matéria, porque a gente precisa trabalhar, a gente precisa trazer o sustento aos nossos lares, a gente precisa desenvolver inclusive a nossa inteligência, a gente precisa estudar. E nem para todo não não é para para todos nós que estudar ou trazer conhecimento às nossas almas é algo simples e fácil. Para algumas pessoas é doloroso, é uma expiação, né? passar por determinadas provas, porque existem as provas que para algumas pessoas são tranquilas. Ah, não, vou ter que fazer uma prova amanhã, tô bem, vou chegar lá e vou dar o o melhor que eu puder ou com certeza eu vou fazer o meu melhor porque eu tô pronto paraa prova. Para outras pessoas, só pensar na prova, desequilibra e se torna uma expiação. E a pessoa sofre antes mesmo de de acontecer, antes mesmo de saber ou não se essa prova será simples ou fácil. E passamos no decorrer das nossas vidas precisando enfrentar estas provas, muitas acompanhadas de sim expiações

mesmo de de acontecer, antes mesmo de saber ou não se essa prova será simples ou fácil. E passamos no decorrer das nossas vidas precisando enfrentar estas provas, muitas acompanhadas de sim expiações dolorosas, mas a gente em alguns momentos achando que estamos aqui para permanecer aqui, continuamos na ilusão de que a felicidade encontra em portas fechadas, sem enxergar que dezenas de outras portas abertas se encontram à nossa frente. as portas do relacionamento melhorado, as portas da amizade, as portas da construção, as portas inclusive da criatividade, independente de quantos anos cada um de nós possui, até porque nós iremos viver eternamente. Então, nós iremos continuar a nossa existência, apesar da morte do nosso corpo físico. nos preparamos para muitas coisas nas nossas vidas, mas nós nos preparamos para continuar vivendo. Não é nos preparar pra morte, é preparar para a continuidade da vida. Até porque o que vai morrer ao corpo físico, que a cada momento se transforma, adoece, sofre com tudo que há em torno da natureza, com a nossa alimentação desregrada, com os nossos pensamentos com certeza voltados muitas vezes aos desequilíbrios da vida. Então, os nossos corpos físicos eles são eles são finitos, mas nós temos um corpo perespiritual que é um invólucro ou é essa conexão entre o meu corpo físico material e o meu espírito que continuará a existência quando esse essa minha carapaça pesada acabar. Então eu preciso compor, eu preciso dar instrumentos a este meu corpo espiritual para que ele tenha a capacidade de continuar vivendo e buscando, porque nós somos eternos buscadores, nós somos eternos estudantes, nós somos eternos eh eh eh nós somos eternas criaturas que tentam entender o que vem a ser conviver com o outro e ao mesmo tempo conviver com nós mesmos. Porque quando a gente ouve que precisamos amar ao nosso próximo como a nós mesmos, nós temos uma busca íntima enorme para desenvolvermos esse amor próprio que muitas vezes se perde com questionamentos e vã que não fazem

te ouve que precisamos amar ao nosso próximo como a nós mesmos, nós temos uma busca íntima enorme para desenvolvermos esse amor próprio que muitas vezes se perde com questionamentos e vã que não fazem sentido. Até porque eu, se eu, para que eu me ame, eu preciso compreender as minhas pinitudes, as minhas dificuldades e dizer para mim mesmo: "Tá tudo bem, tá tudo bem. Aonde eu estou, estou seguro. Aonde estou, vai ficar tudo bem". Muitas vezes só a repetição dessa frase muda a nossa vibração e ao mesmo tempo repetir para nós mesmos a todos os instantes: "Nunca estou só". Toda a escolha, toda prece, toda a vibração mental sempre vem acompanhada desses espíritos abnegados que desejam a transformação das nossas almas, que desejam que durante esta existência nós conseguimos realmente vencer a nós mesmos, vencer os nossos grandes obstáculos internos para que em algum instante a gente efetivamente consiga exercer ser o amor ao nosso próximo em sua plenitude. Porque amar ao próximo é entender inclusive o momento em que o outro está, o momento em que o outro se encontra pelas suas próprias escolhas. E entender o nosso momento é entender, inclusive que todas as nossas atitudes, as nossas vibrações mentais vem impressa o nosso nome, o nosso CPF. Tudo que a gente faz, que a gente pensa, as nossas atitudes, elas são intransferíveis e de nossa total responsabilidade, de nossa responsabilidade única e pessoal. Mas ao mesmo tempo eu preciso entender também que as decisões do outro trará para ele consequências que não necessariamente eu quero para mim. Então, para que eu dê exemplo, eu sou livre para dar exemplo pro outro, assim como Cristo nos deu diversos exemplos de transformação moral, mas que eu compreenda que eu não tenho direito de interferir no livre arbítrio do outro, porque todas as vezes que eu interfiro no livre arbítrio do outro, eu estou trazendo para mim uma certa responsabilidade. Assim como eu tenho uma, quando a gente tem uma criança pequena em casa ou um idoso que com certeza o seu livre

rfiro no livre arbítrio do outro, eu estou trazendo para mim uma certa responsabilidade. Assim como eu tenho uma, quando a gente tem uma criança pequena em casa ou um idoso que com certeza o seu livre arbítrio ele é muito mais suscetível, porque uma criança não responde por si ainda 100%, assim como um idoso não consegue mais responder 100% pelas próprias atitudes, precisa de auxílio, de ajuda. Então, essas pessoas nesses momentos de vida, sim, eu devo por responsabilidade moral auxiliá-los nas suas decisões com relativo ao seu próprio livre arbítrio. Mas no meu dia a dia, eu preciso dar exemplo e respeitar a decisão do outro, por mais que esse outro more em alguns momentos dentro da minha própria casa. Isso é o exercer o amor ao próximo. Essa é a grande dificuldade que com certeza todos nós possuímos. Entender a decisão do outro e entender que as nossas decisões elas são pessoais e intransferíveis e elas nos trarão consequências. E quando a gente fala: "Pedi obtereis, batei abservos", eu preciso compreender que todo pensamento meu gera pedido. Meu Deus, todo pensamento meu gera um pedido. Sim, todo pensamento gera um pedido. Um pensamento de dor, um pensamento de escassez, um pensamento de falência, um pensamento de dificuldade, um pensamento de que eu não vou conseguir, um pensamento de que tá pesado demais. Ao mesmo tempo, eu posso entregar o meu julgo aos pés do Cristo e tomar para mim esse julgo de Jesus que é leve, suave, para que o meu peso, para que o meu fardo se torne um pouco mais leve, um tanto mais leve. Eu tenho essa essa capacidade de escolha de entregar aos pés de Jesus aquilo que eu não tenho mais a capacidade de suportar ou aquilo que foge ao meu entendimento e a minha capacidade de resolver. Portanto, o que eu não consigo resolver, com certeza que eu consiga entregar com uma fé indescritível, com uma fé em algo que eu não consigo ver, em algo que eu não consigo explicar. O nome disso é fé. Eu não consigo explicar, não consigo entender, eu não consigo visualizar como

m uma fé indescritível, com uma fé em algo que eu não consigo ver, em algo que eu não consigo explicar. O nome disso é fé. Eu não consigo explicar, não consigo entender, eu não consigo visualizar como Jesus talvez andou sobre as águas, mas eu tenho fé que ele andou e ao mesmo tempo eu tenho fé de que com certeza eu posso entregar as minhas dores ou aquilo que foge a minha capacidade de entendimento de resolução, a esse Jesus que vai além da minha capacidade de entendimento. Porque como os próprios espíritos dizem, o próprio espírito da verdade nos explica no pentateuco cardequiano aquilo que a gente não consegue entender pela nossa incapacidade. Muitas vezes a gente, o nosso vocabulário não contém todas as palavras, todo e eh tudo toda a maneira para que a gente consiga explicar aquilo que foge ao nosso entendimento. E ao mesmo tempo a gente não tem também todo conhecimento científico para compreender o que é Deus. Esse Deus, essa energia suprema, soberana, causa primeira de todas as coisas e que nos ama incondicionalmente. Nós, humanos infalíveis, colocamos condições para amar o outro, condições para suportar e aceitar o nosso semelhante, mas Deus nos ama incondicion incondicionalmente. E o Cristo, inclusive nos recorda amar ao próximo como a ti mesmo, a Deus sobre todas as coisas. Mas não basta isso. A gente precisa, vocês precisam amar uns aos outros como eu vos amei. Meu Deus, como é que nós vamos desenvolver a capacidade de amar ao nosso semelhante como Cristo nos amou? Nós estamos na semana santa e e vivendo e relembrando os dias em que o Cristo se reuniu com os apóstolos, com aquele com aqueles mais próximos a ele, que ele amava profundamente e que ele tentou acordar, que ele tentou explicar, olha, não estarei com vocês, coisas irão acontecer, mas ao mesmo tempo fiquem tranquilos, porque o meu reino não é deste mundo. E aí ficamos pedindo e nos debatendo, acreditando que o nosso reino é o reino material, aonde uma bomba, um ataque terrorista, uma chuva, um dilúvio, uma pandemia pode

e o meu reino não é deste mundo. E aí ficamos pedindo e nos debatendo, acreditando que o nosso reino é o reino material, aonde uma bomba, um ataque terrorista, uma chuva, um dilúvio, uma pandemia pode acabar no estalar de dedos. E o que que eu vou carregar efetivamente para além desta vida, aquilo que eu estou construindo dentro da minha alma, que é perene, é intransferível, é indestrutível e que eu devo a partir de uma disciplina perrenha para comigo mesmo, porque afinal de contas viemos aqui combater o bom combate. E qual é o bom combate? É contra as nossas próprios, os nossos próprios arrastamentos. ao mal. A, uma vez um espírito disse uma frase muito interessante. Nós temos muita eh eh curiosidade de saber o que fomos em outras eh existências, né, em outras encarnações. Mas a gente deve ter em mente que todas as vezes que a gente levantar a tampa do caixão vai feder. Boa coisa não tem ali. E essa curiosidade muitas vezes nos leva a imaginar que fomos alguém ou que devemos muito, como se o castigo fosse uma lei divina, uma lei natural. Esquecemos que Deus nos ama incondicionalmente e sempre nos perdoa, porque nós somos infantis, nós somos crianças ainda numa caminhada grandiosa em busca do nosso próprio aprimoramento e evolução moral espiritual. Portanto, para que que eu me prendo ao passado? Muitas vezes é um passado muito próximo. Eu não preciso ir a outras resistências ou a outras encarnações. Porque se a gente analisar o nosso ontem, parece que tivemos várias existências e várias encarnações numa única. Estávamos casados, não estamos mais. Vivíamos com os nossos pais, não vivemos mais. Morávamos numa cidade, não moramos mais. A vida é cíclica. Entender essa que que a vida, na verdade ela é capaz de ser transformada num piscar de olhos. É entender que estamos aqui de passagem. Então não adianta eu olhar para trás ou eu buscar entender o que eu fui, porque que eu estou aqui, para onde eu vou. Eu preciso me entender no hoje e no agora. Eu preciso usar as ferramentas que eu

m. Então não adianta eu olhar para trás ou eu buscar entender o que eu fui, porque que eu estou aqui, para onde eu vou. Eu preciso me entender no hoje e no agora. Eu preciso usar as ferramentas que eu possuo para me transformar em alguém muito melhor. E nós temos essa capacidade, nós temos o ferramental todo para transformar aquilo que existe dentro de nós em algo melhor. Nós temos tudo que a gente precisa porque Deus não nos abandona. Se nós jamais negaríamos um pão a um filho que tem fome dentro da nossa pequenez, dentro do nosso entendimento, que a gente só pode amar aqueles que nos amam, dentro da nossa capacidade de ajudar o outro, a gente só ajuda se nós formos ajudados. Então, se dentro da minha pequenez eu ajo dessa maneira, mas não nego um pão a um filho que tem fome, que dirá Deus, que é soberanamente justo e bom, jamais nos abandonaria apesar das nossas imperfeições. E as nossas imperfeições fazem parte do momento que nós encontramos do porque nós nos nos entendemos no hoje, no agora, de uma de uma determinada maneira, achamos que estamos certos. falamos e alimentamos sentimento, achando que estamos seguindo pelo caminho certo, sem dar o braço a torcer, sem entender que, apesar de em muitos momentos agirmos como um filho pródigo, achando que deve ser nos dado aquilo que nos merece e a vida vai nos dar aquilo que a gente acha que merece. Você acha que merece, meu filho? Então, vá, vá com o pedaço da herança que lhe que lhe cabe, faça o que quiser e a gente vai e a gente exacarba e a gente gasta e a gente vai para festas e a gente tira fotos nas redes sociais e do dia para noite a escassez novamente bate à nossa porta. A dor, a angústia, a solidão, aqueles que nos amam verdadeiramente não se encontram mais. E aquilo que nós achávamos que era prosperidade, aquilo que a gente achava que era abundância, se torna dor, solidão e abandono. E aí a gente lembra que em algum momento nós tínhamos um pai, em algum momento nós tínhamos esse Deus soberanamente justo e bom, que

gente achava que era abundância, se torna dor, solidão e abandono. E aí a gente lembra que em algum momento nós tínhamos um pai, em algum momento nós tínhamos esse Deus soberanamente justo e bom, que jamais fechou as portas para nenhum de nós. E resolvemos fazer o caminho contrário, voltando para a sua casa, voltando para estar com ele. que ele sempre, assim como o pai do filho pródigo, sempre estará de coração e braços abertos a nos receber, apesar dos nossos erros, dos nossos crimes, das nossas falências, das chagas que carrecamos em nossas almas, que tenhamos fé, que possamos acreditar realmente, vementemente, que as nossas preces serão sempre atendidas, mas que nós precisamos voltar ar fazer o caminho doloroso de volta. Porque se em alguns momentos nós, na nossa falência terrível, na dor que em alguns momentos a vida faz bater a nossa porta, nós achamos que somos abandonados, mas que possamos lembrar que jamais Deus nos abandona ou nos abandonou e que podemos e que devemos fazer o caminho de volta à casa do pai, porque as portas estão e estarão absolutamente sempre abertas, bastando apenas uma vontade, o primeiro passo, o retorno, o olhar não pra frente ou para trás, mas o olhar para si e entender-se falível e repetir para si mesmo: "Não sou o meu passado, porque o meu passado não me define, não sou o meu futuro, porque o futuro a Deus pertence. disse: "Sou o meu presente, o meu hoje, o meu agora e tudo que compõe a minha alma falível, mas que deseja profundamente merecer a felicidade, mas que eu possa compreender o que é realmente a felicidade, porque as ilusões da vida em muitos momentos me fizeram perder. Achei que felicidade era uma conta bancária recheada. Achei que a felicidade era um par perfeito ou filhos maravilhosos que achavam, que eu achava que me amavam incondicionalmente. E a vida me mostrou que amor incondicional é o amor de Deus para com todos nós. Porque nós ainda temos condição, ainda colocamos condições para exercer o amor que ainda é tão pequeno

condicionalmente. E a vida me mostrou que amor incondicional é o amor de Deus para com todos nós. Porque nós ainda temos condição, ainda colocamos condições para exercer o amor que ainda é tão pequeno dentro da gente. Então, que eu consiga engrandecer este amor dentro do meu peito, que eu consiga entender que amar plenamente não é amar somente aqueles que me amam ou amar um amor vinculado a algo que me traga prazer e reconhecimento. Porque se eu desejar ser reconhecido enquanto aqui estiver neste mundo de provas e expiações, eu já recebi, portanto, o meu pagamento. Eu já recebi, portanto, o meu reconhecimento. Amar é amar além das minhas dificuldades. É amar como amou a minha amiga, que teve a sua filha assassinada por um senhor que dirigiu uma caminhonete. E esse senhor a procurou desesperadamente para lhe pedir perdão. Ela não conseguia falar com ele, mas em algum momento ela aceitou e ela recebeu o perdão e ela disse: "Eu te perdoo". Enquanto os momentos das nossas vidas, nós temos a capacidade de perdoar alguém que nos tirou algo muito caro. Paraa minha amiga, levou a vida da sua filha de 21 anos de idade e ela conseguiu ressignificar a própria vida. E hoje ela é um exemplo e faz um trabalho magnífico eh em prol do ciclista em todo o Brasil. Então, o que que eu faço a partir da minha dor? O que que eu, de que de que forma eu ressignifico a dor se eu não consigo apagá-la? O esquecimento das ofensas, a gente sabe que é impossível, né? Eu conheço algumas pessoas que conseguiram esquecer as ofensas, mas essas pessoas tiveram diagnóstico de Alzheimer. Então, dificilmente sem um diagnóstico de Alzheimer, nós conseguiremos esquecer as ofensas à quais nos feriram profundamente o caminho das nossas vidas. Mas uma coisa sou eu não esquecer, outra coisa sou eu ressignificar, outra coisa sou eu eh ser capaz de tirar o peso daquilo que me feriu profundamente e deixar para trás, porque eu não vou conseguir mudar, eu não vou conseguir transformar aquilo que que aconteceu, mas eu consigo

sou eu eh ser capaz de tirar o peso daquilo que me feriu profundamente e deixar para trás, porque eu não vou conseguir mudar, eu não vou conseguir transformar aquilo que que aconteceu, mas eu consigo transformar o que há dentro do meu peito e do meu coração. Se a gente imaginar que o nosso perespírito ele é plástico, não, não precisamos dentro da doutrina espírita falar de física quântica ou coisa que o valha. Podemos nos ater ao pentateu cardequiano e entender as funções do nosso perespírito. Então, entender que o meu perespírito, ele é plástico, ele absorve primeiramente as energias e todas as vibrações e os fluidos que contém o planeta, o qual que eu escolhi para ser a minha escola evolutiva, para que eu pudesse reencarnar. Então, eu utilizo do dos fluídos vitais, de todos os fluidos que se encontram disponíveis. aqui no planeta em que eu estou reencarnado. Então o meu perespírito, ele vai também sintonizando, ele vai também absorvendo fluidos de acordo com a minha capacidade de entendimento, com a minha capacidade de vibrar. E gente, o que é vibração? O que é sintonia? Quando eu coloco uma música, eu estou sintonizada, eu sinto a vibra, eu me alimento daquela música. Existem músicas que nos elevam, que transformam a forma com que naquele momento o nosso cérebro funciona. E existem músicas que t a capacidade de nos tornar mais pesados, mais pensando em mais coisas negativas, né? Por exemplo, existem pessoas viciadas em notícias ruins, né? Se a gente for perguntar, eu tenho, eu tenho familiares assim, se eu chegar e ligar para para um uma familiar, familiar meu, essa pessoa, você viu o fulano que matou, que assassinou, quanto sangue saiu? E e ela dá notícia assim e ela praticamente tá trabalhando na perícia criminal da polícia, né? Ela só tem esse assunto. As pessoas não são viciadas em notícias negativas, elas se viciam na energia que isso traz, entendem? E aí a gente entra no quesito obsessão espiritual. Se viciam na na na vibração, no medo, na dor, na insatisfação,

são viciadas em notícias negativas, elas se viciam na energia que isso traz, entendem? E aí a gente entra no quesito obsessão espiritual. Se viciam na na na vibração, no medo, na dor, na insatisfação, naquela insatisfação que só vai passar, só vai acabar, só vai deixar de existir dentro de nós quando nos cristianizarmos. Mas para isso a gente precisa de disciplina. Eu preciso entender, se aquilo me faz mal, eu tenho que manter longe. Se aquilo me desequilibra, eu tenho que me manter distante. Eu posso fazer escolhas, mesmo que essas escolhas sejam doloridas. Repetir para nós mesmos: "Eu não consigo, é muito difícil. Eu faço com que o meu perespírito, o meu cérebro, a forma com que eu encaro a vida se enrijeça e eu não consigo dar um passo pra frente. Eu preciso lutar contra esses pensamentos que me invadem. E nada melhor do que a terapia do passe, que está aqui disponível na Casa Espírita, inclusive o atendimento fraterno, com pessoas que podem nos auxiliar e nos indicar um tratamentozinho na casa, né? é gratuito, a gente pode fazer e ajuda muito a mudar a sintonia, a vibração mental, mas é óbvio que cada um de nós vai encontrar o próprio caminho. Eu encontrei o caminho do estudo e da dedicação a à doutrina espírita. Então, aonde que nós vamos encontrar? Qual é o nosso caminho? Qual vai ser o ideal acima dos desejos e dos pedidos mundanos que a gente repetidamente simplesmente se vicia? Qual vai ser o meu desejo acima de tudo isso para que eu mude a minha sintonia mental? Talvez eu aprenda a desenhar, a ler poesias. Talvez eu me envolva num trabalho social aqui na casa. Ou talvez eu arrumo um emprego no coral aqui da casa espírita, no teatro, no estudo sistematizado, que é são grupos maravilhosos, ah, demoram anos até se formar. Ninguém quer se formar, gente. A gente vai sair daqui mortos sem termos nos formados. Vocês já pararam para pensar nisso? O estudo sistematizado na casa serve para que a gente tenha aquele grupo que a gente se reúne uma vez por mês, pensa diferente,

aqui mortos sem termos nos formados. Vocês já pararam para pensar nisso? O estudo sistematizado na casa serve para que a gente tenha aquele grupo que a gente se reúne uma vez por mês, pensa diferente, fala outras coisas sem ser aquilo que a gente enxerga na televisão. Aí a gente tira a palavra guerra da boca, a gente tira a palavra raiva da boca e começa a falar de perdão, de caridade, de entendimento, de amor ao próximo uma vez por semana. e que dure eternamente esse estudo sistematizado. Eu dou aula aqui na casa, eu tenho um filho de 30 anos de idade, né? Que graças a Deus quando eu ando com ele, ninguém acredita que ele é meu filho, né? Então, eh, eu sei lá quando que eu comecei a dar aula aqui na casa, quando que eu comecei a me envolver no estudo aqui na casa, porque ele não tinha nascido. E eu amo isso aqui. Então, o que que a gente ama? Porque as dores vão acontecer. Alguém vai entrar na nossa casa, vai roubar o que o que o que não é nos é querido, a gente vai ter um diagnóstico de doença grave, como eu tive em 2017 o diagnóstico câncer de mama. A gente vai ter que passar por situações eh desafiadoras, como eu passei uma situação desafiadora. Eu estava na Austrália, tive problema de saúde, estava sozinha, ninguém falava minha língua, fui internada no hospital, fiquei quatro dias internada sozinha, tive que resolver todos os problemas, né? E tive que encarar a vida de forma diferente. Aonde que está a força para quando nós estivermos absolutamente sós, sem as muletas, sem o corpo físico, aonde que vai estar a âncora que a gente precisa? é âncaro do evangelho que precisa ser alimentado, que precisa ser adubado todos os dias das nossas vidas, dentro do nosso peito, das nossas almas. O nosso perespírito, ele dá forma ao nosso corpo físico. E é muito interessante, quando a gente muda a nossa sintonia mental e a nossa vibração, parece que somos outra pessoa. Se eu enxergar, se eu olhar uma foto minha antes de eu passar pelos desafios que eu passei de doenças um pouquinho mais complicadas e a foto

a mental e a nossa vibração, parece que somos outra pessoa. Se eu enxergar, se eu olhar uma foto minha antes de eu passar pelos desafios que eu passei de doenças um pouquinho mais complicadas e a foto minha hoje parece que eu tinha 902 anos e hoje eu tenho 30. Então os desafios das nossas vidas podem inclusive melhorar a nossa aparência. Olha aí meninas, né? Vamos tirar as pacientes das dermatologistas, né? Então, a gente precisa de uma certa dedicação à nossa ao nosso a nossa evolução moral, espiritual. A gente se dedica a tudo. Nós nos dedicamos a falar mal dos outros. A gente não esquece de comer. A gente não esquece de tomar remédio para dormir, né? E e virou um vício comum. Que que você faz da vida? Você faz o que para melhorar a sua saúde? Você toma chá? Você toma? Graças a Deus eu sou de uma família de médico que adora chá, né? Mas, infelizmente, ao redor de nós, as pessoas tomam muito remédio de tarja preta. Que esforço a gente faz para melhorar? É difícil? Lógico que é difícil, mas que nós possamos abrir os nossos braços e entender que jamais seremos deixados sós no meio do caminho. A casa espírita, a igreja evangélica, eh o o padre, eh os psicólogos, as cachoeiras, o mar, tá tudo aí com portas abertas para que a gente ache o nosso caminho pessoal para a redenção. Não existe uma fórmula, existe o olhar para dentro e o desejo, digamos assim, o desejo forte, grandioso, de nos transformarmos e de sermos pessoas muito melhores, mas não melhores materialmente, melhores moralmente, porque o nosso reino, o reino do Cristo, o reino para nós espíritos, não é deste mundo. E vamos parar para pensar, estamos preparados para deixar este mundo? Estamos preparados para os desafios que ainda virão? Aonde está a âncora do bem? Aonde está o alimento moral que a gente tanto precisa e que é interno, que a gente possa alimentá-lo diariamente. Muito obrigada. Meus irmãos, nossa palestrante falou sobre o atendimento fraterno, né? A casa mantém um atendimento fraterno, um dia assim e outro dia também.

ue a gente possa alimentá-lo diariamente. Muito obrigada. Meus irmãos, nossa palestrante falou sobre o atendimento fraterno, né? A casa mantém um atendimento fraterno, um dia assim e outro dia também. Então, e vários horários. Então, aqueles que tiver interesse, tá aqui o pessoal fotografar ou copiar, né? Tá certo? Fazer a nossa prece instante agradecer, agradecer ao Senhor da vida. agradecer a Jesus e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estão ou estiveram conosco nessa noite. Agradecer pela oportunidade de aqui estarmos reunidos. agradecer pelo teto que nos abricam, agradecer pelo prato de comida que nos foi ofertado à mesa no dia de hoje. Agradecer, Senhor, pelo dia de ontem, pelo dia de hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã, mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje e que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passe, por favor, pode aguardar sentada que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do

re e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus,

olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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