TODOS ERRAMOS, ENTÃO... - Leandro Irigonhê [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 30/05/2025 (há 10 meses) 45:56 751 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Com certeza a espiritualidade maior, responsável por este horário, nos acolhe com muito carinho e que a paz do Mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E com certeza essa mesma paz chega aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos o prazer de receber o nosso irmão Leandro, que abordará um tema muito interessante para todos nós, baseado no capítulo 10 do Evangelho Segundo Espiritismo, Bem-aventurados Misericordiosos. E o tema da palestra dele é: Todos erramos. Então, pontinhos é paraa reflexão mesmo de cada um de nós. E como sempre fazemos uma leitura inicial e a prece depois passaremos a palavra pro Leandro e nós vamos ler uma mensagem que está neste livro Gotas de Esperança do Lorival Lopes. Errar é humano, diz o Had. De fato, todos nós erramos. A toda hora a vida pede algo a você. São muitos afazeres que o esperam. É quase impossível não errar. Então, por que censurar os deslizes alheios? Não anote os erros dos outros, assim como você não gosta que censurem os seus. Compreenda, perdoe. Lembre-se de que Deus o perdoa sempre. Seguir o impulso de Deus no coração é o melhor meio para acertar sempre. E é assim, meus irmãos e irmãs, neste momento, momento de alegria, de conexão com o mais alto, que o nosso mestre de amor, pastor de nossas almas, nos envolvam nos seus braços amorosos, atuando sobre as nossas mentes, os nossos corações, nos tornando mais receptivos à reflexão e que possamos sair daqui melhor do que chegamos e buscando sempre colocar em prática nas nossas vidas, nos nossos relacionamentos, os ensinos que o mestre Jesus está sempre colocando à nossa disposição através dos seus mensageiros,

do que chegamos e buscando sempre colocar em prática nas nossas vidas, nos nossos relacionamentos, os ensinos que o mestre Jesus está sempre colocando à nossa disposição através dos seus mensageiros, através dos nossos irmãos que aqui que vem falar sobre o Evangelho. Graças a Deus e graças a Jesus. E neste momento pedimos a Bezerra de Menezes, mentor desta casa, e a toda a equipe espiritual, responsável por este horário, que envolva a nosso irmão Leandro na energia do amor, inspirando e intuindo. Está com a palavra, Leandro. Que assim seja. Meus queridos, uma boa tarde. É sempre uma alegria estar aqui com esse público. É um público cativo, né, Vânia? Pessoal das 16 horas de quinta-feira não falta. Então é um momento de muita alegria sempre. E a Vânia já fez uma leitura introdutória, que é um resumo do que a gente ia falar. Você já fez a palestra toda, Vânia? Gostei da sua concisão. Ela foi direto nevrálgica, foi no ponto ali, né? Eh, o capítulo 10 do livro Evangelho Segundo Espiritismo, intitulado Bem-aventurados que são misericordiosos, tem uma passagem eh os Números 9 a 11, que nos diz o seguinte: é uma passagem conhecida, né? vem logo atrás ou na sequência de uma outra passagem muito conhecida também. A anterior trata-se do argueiro e a trave no olho. Aquela passagem da Bíblia em que Jesus comenta que a gente muitas vezes não vê, ou melhor, vê um cisco, né, um argueirozinho, um cisco no olho alheio, mas não vê uma trave no nosso olho, nos lembrando que é hábito nosso olhar até pequenos defeitos nos outros e não perceber que nós podemos ter defeitos maiores. Então, já começa por aí. Aí o item seguinte, que é o que eu vou abordar, diz assim: "Não julgueis para não serdes julgados. Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado." Olha o que diz aqui. Não julgueis a fim de não serdes julgados, porquanto sereis julgados conforme houverdes julgado os outros. Empregar-seá convosco a mesma medida. de que vos tenhais servido para com os outros. Tá em Mateus, capítulo 7

im de não serdes julgados, porquanto sereis julgados conforme houverdes julgado os outros. Empregar-seá convosco a mesma medida. de que vos tenhais servido para com os outros. Tá em Mateus, capítulo 7 versículos 1 e 2. E em seguida vem aquela parábola que todos conhecem da adúltera pega em flagrante, que é levado à presença de Jesus. E aí, com o objetivo de o tentarem, né, queriam achar uma brecha no comportamento, na nos ensinamentos de Jesus e dizer assim: "Mestre, olha, essa moça foi pega aqui em adério. E a lei de Moisés manda que nós lá pedidos, né? Nós joguemos pedra nela. E aí, que o que que nós vamos fazer? E Jesus abaixa-se e começa a escrever no chão. E o pessoal insiste, mas aí, que que vamos fazer com ela? É uma adúltera. Foi pega no fagra, não tem nem como escapar. É evidente o erro dela. Insistiram com Jesus. Jesus então levanta e diz assim: "Aquele dentre vós que estiver sem pecado, atire, pois a primeira pedra" e volta a abaixar-se e torna a continuar a escrever. E ele relata aqui, Mateus, depois na passagem que as pessoas foram largando as pedras e foram se afastandos, se afastando uma a. E aí vem um detalhe importante que tá escrito lá, primeiro os mais velhos. Então, o que que a gente pode entender nesse pequeno detalhe? Por que primeiro os mais velhos? Porque os mais velhos viveram mais, então teriam mais pecados. Bom, se os mais velhos vivem mais, tem mais pecados, né? Os mais novos viveram menos, t menos pecados. Então vai nos levar à conclusão de que quanto mais se vive, mais se erra, porque é pecado no sentido de erro, né? Quanto mais se vive, mais se erra. Mas por que mais se erra quanto mais se vive? Porque o erro faz parte do aprendizado. Então, se eu vivo mais tempo, eu tenho mais tempo para aprender, para realizar os meus aprendizados, para aprender várias coisas, né, vários momentos diferentes, várias situações, várias provas distintas. Vou me encontrar em situações que eu não imaginava e eu vou poder acertar ou eu vou poder errar. vai depender muito da

oisas, né, vários momentos diferentes, várias situações, várias provas distintas. Vou me encontrar em situações que eu não imaginava e eu vou poder acertar ou eu vou poder errar. vai depender muito da maneira como eu enxergo a vida. Então, eh, o que vai dentro do meu coração, aquilo que eu acredito ser o caminho correto, a maneira correta de agir, é que vai me conduzir através das minhas experiências. E naturalmente alguns erros vão surgir por falta de conhecimento da escolha que eu fiz. É, Vânia, pensando bem, não era o melhor caminho, mas eu achei que fosse. Julguei que fosse o melhor caminho e não era. Então, a ideia é o quê? voltar para o ponto de partida e mudar o caminho, porque por aqui não vou chegar onde eu quero. Então eu retroajo, eu retorno para recomeçar. E aí tem um outro problema. Como é que eu retroajo? Como é que eu retorno ao experimento? Eu tenho que repeti-lo. Não é lógico? Se eu fiz alguma coisa com intuito de aprender e o resultado não foi bom, porque as etapas que eu cumpri adequadas, eu preciso repetir o experimento. Muitas vezes esse experimento nos vem cotidianamente todos os dias, não é? É, por exemplo, a convivência com os familiares, é a convivência com os colegas de trabalho, é a convivência com a sociedade geral. por exemplo, no trânsito, que está naturalmente cada dia mais volumoso, cada dia mais exigente, mais perigoso, ou pode ser uma experiência que não possa ser repetido com uma certa facilidade, porque demanda um tempo maior. por exemplo, a questão da instrução do meu aprendizado, da busca pelo conhecimento, para que eu possa ser uma pessoa mais útil à sociedade. Muitas vezes eu já tô aí, vamos dizer, no meio da vida quando eu percebo que o caminho que eu segui não era tão bom. Eu posso tentar mudar, às vezes dá, às vezes não dá. ou outras situações em em que eu chegando no momento em que percebo que a minha aeronave já deve estar no pátio, daqui a pouco vou me chamar para o embarque quando eu tiver já lá perto dos 100 anos, né? Aí você,

ituações em em que eu chegando no momento em que percebo que a minha aeronave já deve estar no pátio, daqui a pouco vou me chamar para o embarque quando eu tiver já lá perto dos 100 anos, né? Aí você, ah, cara, eu tinha um hábito terrível. Eu gostava de falar mal dos outros, Vânia. Adorava uma fofoca, adorava apontar o erro alheio, dizer: "Tá vendo só? Não falei, não vale nada, eu sabia. Olha lá de novo. E isso é um vício, gente. É que nem o vício do cafezinho, o vício da cachaça, o vício que você quiser. Se a gente não controlar nossa maledicência, a nossa fofoca, a nossa língua, a gente vai. Sabe por quê? Porque é fácil apontar os erros dos outros e não ter que pensar nos próprios, porque me isenta de olhar para o meu interior, de ter que pensar que eu posso ser igual ou pior do que o outro que eu tô acusando. É mais fácil, né, Vânia? Mais fácil falar dos outros. E aí eu falo mal dos outros, a Vânia fala também, o Wagner fala também, nós três nos unimos. É porque nós somos bonzinhos, né? É claro. Não, eh, bom, a gente não faz isso. Eh, não, claro que não. E a gente só faz referência aos erros alheios, aqueles que nós não fazemos, porque não podemos. É fácil falar de quem tá numa posição que nós não estamos e não vamos estar, por exemplo, né? pulando na condução de um país, ciclando na postura, né, do do trabalho dele, o chefe, o diretor, o sei lá quem, quem tem posições elevadas na sociedade que exige um controle grande, né, um conhecimento, uma necessidade vultosa de paciência, de esforço, é natural que erre. As tentações são maiores, a facilidade para errar é muito maior. O cidadão comum, via de regra, tá numa posição mais tranquila e aí a gente fica falando mal dos outros. Quero ver quando nós nascermos e estivermos naquela posição. Ah, Vân, eu me esqueci de um detalhe. A doutrina espírita, a doutrina dos espíritos, veio nos esclarecer, primeiro relembrar o evangelho de Jesus, depois esclarecer as suas máximas, né? Explicar cada coisa que ele disse. E terceiro, contar

doutrina espírita, a doutrina dos espíritos, veio nos esclarecer, primeiro relembrar o evangelho de Jesus, depois esclarecer as suas máximas, né? Explicar cada coisa que ele disse. E terceiro, contar algumas coisas além do que lhe havia dito na época, que é a promessa do consolador que ele fez. Então, nós hoje em dia temos a certeza de que a vida continua. Não existe morte. Nós somos imortais, temos várias existências e vamos voltar a essa terra aqui ou a outro planeta qualquer várias vezes, porque aqui é uma escola. E como nós caminhamos até nos tornarmos anjos, né, espíritos puros, até chegar lá, a gente precisa da escola. Então, reencarnaremos várias vezes para aprendizado. É natural, é normal, tá tudo certo. E vamos passar por todas as posições, vamos errar em todas elas, porque estaremos aprendendo. Faz sentido, Vânia, eu criticar um coleguinha na sala de aula? É, quando a gente era criança, a gente era mais malvado, né? Porque na minha época eu podia fazer bullying, hoje em dia não pode. Então quando um coleguinha não dava conta, a gente falava assim: "Ah, seu burro, você não sabe somar". Gente, criancinha de 6, 7 anos, nós éramos terríveis, né? E os outros também faziam bullying com a gente, né? Você não sabe ler, gaguejou, errou a palavra. Criança era um bicho terrível, né? ou pelo menos era. Hoje em dia tão mais comedidas, eu acho, ou mais alienadas também, não sei. Mas podia fazer isso. A gente olha hoje isso que que diz comportamento infantil. Ridículo. Imagina falar mal de um coleguinha que não sabe somar. É claro, ele tá com dificuldade, ele não compreendeu ainda, ele precisa de um reforço, muitas vezes uma aula particular, uma aula de recuperação, todo mundo se preocupa em ajudar, já notaram? Nós mesmos, né? Os pais, os professores, a sociedade. Não, imagina errar aí faz todo sentido, faz parte. Não vamos criticar, vamos lá ajudar para que a pessoa tenha progresso nesse aprendizado. Mas quando a gente cresce, parece que o pó de pli pimpim do Peterpan some, não é? A gente deixa de

, faz parte. Não vamos criticar, vamos lá ajudar para que a pessoa tenha progresso nesse aprendizado. Mas quando a gente cresce, parece que o pó de pli pimpim do Peterpan some, não é? A gente deixa de ser criança e esquece muitas vezes da bondade no coração, que era uma característica das crianças, a aceitação, o perdão, a paciência, tolerância, a convivência harmoniosa, a ajuda. A criança brinca, mas quando ela sente que o outro chora, que o outro tá chateado, ela vem para apoiar. Mas a gente cresce, endurece o coração, sai pela vida nas batalhas, acha que é o único que tá lutando, pensa que é o único que tá sozinho e não tem muita paciência com erro alheio. Mas em todo momento a gente não pode esquecer um detalhe, todos erramos. Todos erramos porque todos estamos aprendendo. Então, não seria natural que todos tivéssemos tolerância uns com os outros? Bom, Leandro, eu já entendi o recado, é claro, faz todo sentido, mas tem alguns erros que não dá para perturbar, aliás, desculpe, para perdoar. Tem situações que não tem a mínima condição. Não venha me falar porque é inadmissível. Não admita. A sociedade não admite, isso é impossível, não tem salvação para essa pessoa. E quando a gente volta a falar, estiver passando pelo local que ela tá passando. E quando nós, na situação dela, não sei, cometermos o mesmo deslize, ou quando nós nos lembrarmos ao desencarnarmos que nós também já cometemos esse delise deslize em outras vidas e ainda não estamos seguros que não vamos voltar a repeti-lo. Então, por pior que seja a atitude alheia, e eu não tô dizendo aí pra gente gostar, não, não se trata disso, estou dizendo que a gente tem que olhar com um olhar de irmão, de tolerância, de compreensão natural de que aquilo é um estágio, é um momento de aprendizado. Por isso Jesus dizia: "A tire a primeira pedra aquele que estivesse em pecado. E os velhos foram saindo primeiro porque viveram mais, tiveram mais experiências, erraram mais. Eles entenderam ali na hora que não dava para culpar aquela

imeira pedra aquele que estivesse em pecado. E os velhos foram saindo primeiro porque viveram mais, tiveram mais experiências, erraram mais. Eles entenderam ali na hora que não dava para culpar aquela moça, pois que eles tinham feito coisas iguais ou piores, como todos nós ao longo da vida. E se não fizermos, gente, vamos ser pelo menos coerentes com a posição que estamos mostrando ao ao aos aos nossos semelhantes. Se eu não cometo tais erros ou erros tão grosseiros ou tão agressivos, é porque eu já sou um espírito melhor, né, Vânia? Ou será que é porque eu não estou sob provas mais difíceis? Eu digo isso sempre em sala de aula, por conta de uma propaganda de muitos anos atrás, de um salgadinho ou de um biscoito, não sei. Mas eu digo assim, nós estamos numa colônia espiritual porque somos bons ou somos bons porque estamos lá trazendo aqui pra terra? Somos tranquilos nessa encarnação porque já somos espíritos mais elevados ou estamos aparentando essa elevação porque não estamos sendo perturbados por nenhum problema. Então, quando a gente faz essa reflexão, começamos a entender que o outro pode estar numa posição que nós não gostaríamos de estar ou que venhamos a estar mais na frente. Então, é claro, não é fácil, não. Não é fácil não. É a gente ter que respirar fundo, pensar no problema, naquela coisa que nos chateou, que a gente sabe que tá errado e dizer: "OK, eu compreendo que aquele irmão errou, está num processo de aprendizado. Eu não vou julgá-lo. Eu não vou dizer se o que ele fez ele deveria ter feito ou não, porque eu não sei as condições que ele está vivendo. E eu não sei as condições internas dele. Eu não sei quem ele é e não sei o que lhe passa. Quem sabe é Deus. E levando em conta que a nossa consciência é o nosso juiz, quando a gente desencarna, ninguém vai dizer pra gente: "Olha, você fez isso e isso isso, isso de bom e isso, isso isso, isso de errado". O que vai nos incomodar, gente, é a nossa consciência. Ela vai dizer pra gente do lado de lá, quando nós tomarmos

nte: "Olha, você fez isso e isso isso, isso de bom e isso, isso isso, isso de errado". O que vai nos incomodar, gente, é a nossa consciência. Ela vai dizer pra gente do lado de lá, quando nós tomarmos conhecimento, digamos assim, da nossa carreira, do resultado da nossa carreira, quando saiu o boletim com as notas, você vai dizer: "Puxa vida, que que é isso?" Aqui dá pra gente ignorar muita coisa, porque a gente foge e se esconde na ideia de que a vida é só isso aqui mesmo. 70, 100 anos, globo terrestre, o mundinho é esse aqui. Quando a gente chega do lado de lá, que a gente vê que não é nada disso, que a gente volta a cair na real, né, na nossa vida verdadeira, aí diz: "Caramba, olha que chances eu desperdicei e que erros eu reincidi." A gente mesmo se acusa. Só que aí tem um detalhe. Se eu tenho o hábito, vejam bem, o hábito de julgar severamente os outros, o que vocês acham que nós vamos fazer conosco quando formos nos julgar, nos avaliar, nos medir? Nós vamos dar na nossa cabeça a mesma cacetada que a gente dá na cabeça dos outros, porque é o nosso hábito, é a nossa maneira de julgar. nosso modo de pensar. Então, é importante, vamos julgar os outros. Vamos. Até porque Jesus não disse, né, que era para deixarmos o mal correr solto. Não é isso. Tem momentos que é importante que nós detenhamos na medida do possível o mal, né? Que nós julguemos a atitude de uma pessoa e que, entre aspas, nós a condenemos, né? que nós a coloquemos numa situação de restrição ou de reaprendizado. Isso faz parte da convivência humana, desde que esse trabalho seja feito com amor, no intuito bem do próximo. Olha que engraçado, a gente pode cerciar alguém que tá fazendo mal à sociedade, pode, deve, com amor e no interesse de beneficiar esta pessoa que pratica o mal. É muito diferente da ideia de puni-la, de se vingar. Hum. recolocá-la no caminho do bem amorosamente. E mais um detalhe que tá aqui no evangelho. Eu só posso fazer isso se eu tiver moral. Para eu falar do outro, para eu acusar o outro, para eu dizer: "Você

. recolocá-la no caminho do bem amorosamente. E mais um detalhe que tá aqui no evangelho. Eu só posso fazer isso se eu tiver moral. Para eu falar do outro, para eu acusar o outro, para eu dizer: "Você está errado". Eu tenho que estar muito acima do cara. Eu tenho que ter uma moral toda prova. E quem já tem uma moral mais elevada, gente, quem já compreende a fraternidade, o amor ao próximo, a delicadeza que devemos uns para com os outros, né, para com os outros, o cuidado que devemos ter na caminhada, porque somos todos irmãos e caminhamos todos juntos. Quando nos lembrarmos disso, vai ficar mais fácil. Então, essa essa aplicação, digamos assim, de um de uma lei, de uma sanção, esse julgamento tem que ser feito por quem está ali naquele momento numa situação muito elevada em relação ao outro. Ele tem que tá pensando em si mesmo e dizendo: "Bom, não, não, não deixei nenhum rabo para trás. Não tem nada que possam falar de mim, nada à vista e nada na minha consciência também." Aí eu vou perguntar para vocês, né? E para mim também, pra Vânia, pro Wagner, será que nós não temos nada que desabone a nossa conduta? No nosso nível evolutivo, Vânia, eu acho meio difícil, porque estamos aprendendo, não estamos errando. Até um sentimento ruim em relação ao outro, até um desejo. Eu quero mais é que você se lasque, Vânia, entendeu? Olha a vibração que eu mandei para ela, olha o que saiu do meu coração. Olha como é que eu sou. Então, se eu tenho esses ímpetos ainda ou se eu camuflo ou se eu não falo nada, né, se eu escondo e tal, etc., mas se eu sou assim, se meu coração é assim, com que moral vou estar julgando o outro porque ele roubou alguma coisa ou sei lá o que, usou droga, enfim, cometeu alguma coisa que não deveria. Fez errado, fez. Podemos ajudá-lo a se corrigir? Podemos. Então, vamos tentar. Então, não julgar para não ser julgado remete a ideia de cuidado com a medida que você usa para julgar o outro, porque é a mesma medida que você se julgará. Então você vai sentindo a pele

amos tentar. Então, não julgar para não ser julgado remete a ideia de cuidado com a medida que você usa para julgar o outro, porque é a mesma medida que você se julgará. Então você vai sentindo a pele como é que você faz com o outro. Para todos nós, vamos nos amar um pouco mais, vamos julgar com mais tolerância, vamos ser mais misericordiosos. Vamos ter mais aquela vontade de perdoar, né? A capacidade de sermos indulgentes. A indulgência é essa capacidade de tender ao perdão, de buscar, levar em conta. Deixa para lá, vamos dar mais uma chance, vamos observar. Não foi tão ruim assim, não é bem assim. E deve ter um lado bom. Vamos, vamos ajudar no sentido de promover o bem ao outro e não de nos vingar do outro. A gente tem que começar a adocicar o nosso coração, como diz um outro palestrante aqui, Luiz Horta, temos que que começar a mansar o nosso interior. Bem-aventurados mansos e pacíficos, pois que darão a terra. A gente precisa estar calmo por dentro. A gente precisa aceitar que todos nós erramos e consequentemente precisamos tratar essa coisa do perdão, porque nós vamos precisar também, gente. Estamos só falando da gente como acusador. Mas e quando a gente erra, a gente precisa do apoio, da compreensão? Quando a gente se arrepende sinceramente do que fez disso, meu Deus, onde que eu tava com a cabeça, que que é isso? Queria dar um jeito de voltar atrás. Não vou te dar uma cacetada. Poxa, mas eu mudei. Eu queria uma chance. Aí entra a misericórdia divina. Aí entra Deus. Jesus através dos seus ensinamentos nos orientando, nos lembrando para que nós tenhamos essa postura caridosa que queremos com nós. Tudo que nós desejamos pra gente, a gente tem que fazer com o outro. Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. E na última ceia, antes de Jesus morrer, antes da paixão do Cristo, o que que ele diz? Se me amais, guardais esse mandamento. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Como eu vos amei. Ele deixa então a mensagem pra gente, né, de que nós precisamos agir dessa

Cristo, o que que ele diz? Se me amais, guardais esse mandamento. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Como eu vos amei. Ele deixa então a mensagem pra gente, né, de que nós precisamos agir dessa forma. Hoje em dia, não tá tão na moda a gente compreender os outros. Não tá tão na moda a gente entender e aceitar os comportamentos chamados de minoria na sociedade. Não estamos buscando uma sociedade, uma convivência mais igualitária, respeito aos direitos dos outros, entender que cada um pensa e sente diferente e que se não tá fazendo mal, então tá tudo bem. Vamos começar a abrir o nosso coração. Vamos nos colocar, né, empatia, nos colocar no lugar do outro, tentando imaginar. Bom, se ele fez o que fez, é porque ele é o que é no momento em que está, nas condições que vive. Não estou dizendo que nós vamos aceitar o mal, gostar do mal. Estou dizendo que nós vamos buscar ajudar o irmão que comete o mal com o amor em benefício dele, da mesma maneira que nós gostaríamos de ser tratados. Todos erramos. Então, temos que nos perdoar, temos que fazer ao outro o que queremos para nós. Vânia, no livro Perante Jesus tem uma mensagem intitulada remuneração espiritual. Até fiz uma palestra disso outro dia, mensagem quatro, que tem uma tem uma temfos. Um deles é muito conhecido no meu espírita e pelas pessoas. onde Emanuel diz assim: "Porque às vezes nós cometemos algo errado durante várias vezes na vida, durante várias encarnações e nós percebemos isso ainda aqui na Terra ou lá já desencarnado no plano espiritual e resolvemos retomar o nosso caminho do bem, né? Mas a gente sabe que a toda ação corresponde uma ação que teoricamente, em tese, todo o mal que nós fazemos ao outro retornará para nós no sentido de você vai provar do seu próprio remédio para compreender como funciona. é a mestrador atuando sobre a nossa vida quando o amor de Jesus não é ouvido. Então, Emanuel diz assim que quando a justiça divina nos procura para acertar as contas conosco, se ela nos encontra no trabalho

strador atuando sobre a nossa vida quando o amor de Jesus não é ouvido. Então, Emanuel diz assim que quando a justiça divina nos procura para acertar as contas conosco, se ela nos encontra no trabalho de auxílio ao próximo, manda a misericórdia divina que a nossa pena seja suspensa indefinidamente. É a lembrança de Jesus nos dizendo que o amor cobre a multidão dos pecados, não é? Manda misericórdia divina, que a nossa pena seja suspensa indefinidamente enquanto estivermos trabalhando pelo próximo. Esse parágrafo todo mundo conhece, todo mundo adora, todo mundo quase que o recita. Mas tem um detalhe, Vânia. O próximo parágrafo traz a seguinte informação importante, até porque o primeiro diz assim: "A misericórdia manda suspender, ela não manda cancelar o nosso débito." Repararam no verbo? Ela dis: "Para com a prova, suspende, suspende a prova e não cancela". A prova tá ali, ó, te esperando, te olhando, mas dia, menos dia, depois do seu trabalho com o próximo, dia vai chegar em que nós haveremos de nos encontrar frente à frente com o resultado da nossa plantação. E aí, meus queridos, neste dia, todas aquelas pessoas à quais nós fizemos o bem, dis lá num texto, serão naturalmente os nossos advogados, aqueles que vão falar por nós, aqueles que vão nos ajudar no cumprimento da pena, se é que ainda vai existir pena, porque teremos aprendido que realmente O amor cobre a multidão dos pecados. Teremos transformado o nosso coração em um produtor de bênçãos e não de maldades. E é isso que Jesus quer. Então, a todos os meus irmãos, as minhas irmãs, a todos os meus queridos companheiros de jornada, tenhamos todos, então, enfim, um olhar caridoso para conosco, para com todos nós, porque nós precisamos uns dos outros. Que a paz de Jesus permaneça entre todos nós. Muito obrigado. Agradecemos ao nosso irmão Leandro pela reflexão muito atual pro nosso dia a dia, né? E neste momento, lembrando a recomendação do mestre Jesus e vigiássemos e orássemos, vamos vigiar os nossos pensamentos, palavras e

sso irmão Leandro pela reflexão muito atual pro nosso dia a dia, né? E neste momento, lembrando a recomendação do mestre Jesus e vigiássemos e orássemos, vamos vigiar os nossos pensamentos, palavras e ações para que sejamos instrumentos do amor de Jesus, não julgando, não condenando, acolhendo. sendo indulgentes, mas lembrando sempre que não podemos ser coniventes com o erro. Tenhamos o discernimento, a sabedoria, sempre buscando o evangelho do Senhor para sabermos como agir. Mestre Jesus, envolva todos aqui presentes, encarnados e desencarnados, no vosso infinito amor, na vossa infinita paz. E que essa mesma energia que aqui nos envolve possam ser direcionadas a toda a humanidade, onde há dor, sofrimento, desespero, desequilíbrio e principalmente aqueles que ainda se comprazem no mal. São os mais necessitados, como Jesus nos disse que ele veio para os doentes e não para os sãos. Que o Senhor nos ampare e nos fortaleça hoje e sempre. Que assim seja, meus irmãos, antes que elas nossas irmãs chamem para o passe, lembrando da nossa campanha da que a comunhão promove todo ano, a campanha do agasalho. Podem doar eh cobertores, agasalhos, meia, luvas, toucas, tá? Então a gente conta com todos porque há muito necessitados. A comunhão assiste a mais de 150 famílias, tem o pessoal em situação de rua, então se puder um dar um par de meio já tá ajudando. Eh, fica aqui já o agradecimento. E com relação também à festa junina, que é agora dia primeiro no agora no domingo, tá? Todos estão convidados. Fica a festa é lá na no nosso lar e fica lá perto lá da Candangolândia. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre. Obrigada pela atenção. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no

o os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim

omentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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