TEMPESTADES MORAIS - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 19/02/2026 (há 1 mês) 46:41 1,041 visualizações

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Transcrição

Casa que aprendi, toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. >> Bom dia, amigos. Sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. aqueles que já estão aqui no salão, aqueles que chegarão, os que nos assistem pela internet, os que nos assistirão em algum momento, porque a palestra fica gravada, e também todos aqueles desencarnados que são trazidos por seus mentores de modo a também usufruir das ideias, das mensagens e das lições que são trazidas aqui. Para começar, como sempre, vou ler uma mensagem do livro Vida Feliz pelo espírito Joana de Ângeles, que é mentora de nosso grupo de trabalho pela eh psicografia de Divaldo Franco. É a lição 135. Enquanto disponhas de recursos, cultiva a solidariedade. És um ser social e necessita da convivência com o teu próximo, a fim de colimares as metas. para as quais renasceste. A solidariedade é um dos instrumentos mais valiosos para o êxito do tentame. Torna-te útil, ser gentil, esparze a bondade e em compensação jamais te encontrarás só. Agradecidos mais uma vez pela mensagem de Joana, que nos exorta ao bem, ao bem tranquilo, ao bem sem alarrate, ao bem que nasce no fundo de nosso coração e ilumina nossa alma. Façamos uma pequena prece de agradecimento a Deus, nosso pai, pelo dia que amanhece, pela nossa disposição de vivê-lo da forma mais produtiva possível, produtiva não apenas para nós, mas para o nosso entorno, para toda a sociedade. E então, nesse momento, agradecidos pelas bênçãos que já recaem sobre nós nesse ambiente, vamos passar a palavra pro Wagner que vai trazer a nossa reflexão de hoje. Obrigada a todos. Obrigada. Obrigada. Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília, aqui presencialmente no Auditório Bezerra de Menezes nessa

azer a nossa reflexão de hoje. Obrigada a todos. Obrigada. Obrigada. Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília, aqui presencialmente no Auditório Bezerra de Menezes nessa quarta-feira de cinza. Eh, e todos que nos ouvem pelos nossos canais que estão aqui, a Albertina, a Leite, a Druinha e aos demais que nos contemplam com a sua audiência. Sejam todos bem-vindos. Albertina de São Paulo. Nesse tema de hoje que fomos convidados, tempestades morais. Eh, nós extraímos desse livro Bilhetes Fraternais 3. Ele é editado por espíritos diversos e pela editora da SODEC, Sociedade Divulgadora do Espiritismo Cristão de Brasília, Distrito Federal. São mensagens de uma página e meia em que nos alertam pro dia a dia, nos traz essa reflexão sobre nós, sobre o conhecer a ti mesmo, sobre a nossa busca interna. Que Joana de Angeles tem toda a sua série de psicologia, são 18 livros. Ramed, muito obrigado, querido irmão. Ramed nos traz essa oportunidade também de conhecermos. Emanuel também nos traz um pouco desconhecimento e para que nós possamos entender um pouco que o espiritismo veio com essa proposta de nos conhecermos, porque nos conhecendo, nós estamos dando um primeiro passo nessa evolução contínua, nessa evolução do espírito. Porque Joana de Angeles, ela cita em um diálogo adaptado com Divaldo Franco no filme Divaldo Franco, mensageiro da Paz, que é um filme que traz a sua trajetória, o início de sua trajetória e toda a sua caminhada até aquele momento em que um logo no início ali, Givaldo ainda é muito jovem, ele conversa com ela e ele questiona ela sobre as dificuldades que ele tá passando, sobre o momento que ele vive e ele já trabalha na casa mediúnica, ele já tem escrito algumas coisas por ela, ela tá sempre ali com ele e ele não sabe nem o nome dela ainda. E ela ouve em silêncio ali, bem serena, olhando para ele, percebendo a aflição daquele irmão, a boa vontade dele, mas as suas aflições, as suas angústias, as suas tempestades morais, a sua solidão

da. E ela ouve em silêncio ali, bem serena, olhando para ele, percebendo a aflição daquele irmão, a boa vontade dele, mas as suas aflições, as suas angústias, as suas tempestades morais, a sua solidão que ele reclama. E ele até chega a falar que ele vive com um monte de espírito em torno dele, mas ele precisa também de calor humano. E ela até chega a dizer para ele que quem tem tempo de enxugar a lágrima do próximo não não chora, não tem tempo de enxugar as suas lágrimas. E aí ela fala para ele assim, depois que ele termina, olha para ele e diz: "Divaldo, meu filho, as pessoas, os problemas e o mundo nunca foram como tu os via. foram colocados diante de ti para que evolua como espírito. Quando chegarem o último dia desse corpo aqui na terra, verás que a tua luta nunca foi contra o outro, foi entre você e você mesmo. Quer dizer, as nossas tempestades morais, as nossas aflições não estão no outro. Não é o outro que provoca tudo isso em mim. Sou eu mesmo. Quando eu vejo, me irrito com o outro, quando eu olho pro outro e vejo no outro uma dificuldade, eu estou me vendo. O outro é o meu espelho. É como se todo dia quando eu vou sair de manhã, que eu me olho, eu fico olhando lá, às vezes lá, minha filha tem 13 anos, ela gosta muito de ir no espelho, tirar foto, ver como é que tá o seu cabelo. Eu fico olhando assim, eu já tenho evitado mais espelho, né? Então a gente vai chegando a uma certa idade, uma certa forma e a gente vai evitando, passa até longe do espelho. Então quando a gente se olha no espelho, a gente se vê. Então quando a gente vê no outro e se irrita com outro, a gente tá no, nós estamos nos vendo. E é isso que Rodrigo vai dizer aqui. É o item 40, tá gente? Ele começa com a passagem até de Emmanuel, em que ele diz: "Em toda tarefa, lembra-te do Cristo e passa adiante com o teu esforço sincero. Não perturbem as desconfianças, a calúnia e a má fé. atento a Jesus, venceu eh galhardamente. Tudo isso. Quer dizer, Jesus, ele nas suas maior tempestade moral é quando

ante com o teu esforço sincero. Não perturbem as desconfianças, a calúnia e a má fé. atento a Jesus, venceu eh galhardamente. Tudo isso. Quer dizer, Jesus, ele nas suas maior tempestade moral é quando ele tá ali no Jetsamini, que ele pede para Deus, afasta de mim esse cálice, é que ele viu que tá aí caindo em tentação. toda a sua trajetória, ele sempre se recolhe paraa oração. Em algum momento ele vem e nos diz: "Orai e vigia". Ora, se mantém em conexão com o Pai e vigia seus pensamentos. No evangelho, os bons espíritas são aqueles que se esforçam para trabalhar as suas más inclinações. O pão nosso, item dois, nessa obra em que Emanuel vai sempre fazer um comentário de uma passagem do evangelho, ele faz uma passagem de uma parte do pensamento, em que ele começa dizendo que as obras que eu faço do meu pai, tá registrada em João 15:14, essas testificam em mim. quando Jesus disse isso. E ali ele vai narrar sobre o pensamento e ele chega a nos dizer que toda nossa ação começa por um pensamento. Se eu tenho vontade de comer alguma coisa, eu vou pensar antes. Se eu vou fazer uma ação boa, eu vou pra comunhão hoje trabalhar de voluntário lá que tá precisando. Eu pensei antes, eu começo a trabalhar aquilo na minha mente. Não, eu não vou pra comunhão hoje. Eu tô com preguiça ali na cama. Eu não vou, vou assistir aqui online. Vou ficar. Eu comecei com um pensamento quando a nossa amiga que ia fazer a palestra hoje aqui me ligou e falou: "Você pode na quarta-feira de manhã?" Eu pensei ontem. Aí quando eu pensei que era quarta de cinza, já veio a preguiça. Aí quando eu pensei que era dona Nelli que ia apresentar, que ia dirigir, eu falei: "Mais um motivo para eu ir". Aí eu vim, quando eu pensei naquele passe bom que a gente pode tomar depois, falei: "Eu vou". Então tudo nosso começa com um pensamento, seja um pensamento positivo, seja um pensamento negativo. E dentro desse pensamento, a gente tem que trabalhar sempre os bons pensamentos. Em outro momento de Joana de Angeles,

meça com um pensamento, seja um pensamento positivo, seja um pensamento negativo. E dentro desse pensamento, a gente tem que trabalhar sempre os bons pensamentos. Em outro momento de Joana de Angeles, ela reclama que aquele espírito, ele reclama para Joana que um espírito que o seguia, toda a história a gente sabe de Divaldo Franco, ele teve um espírito que o perseguia, que ele tinha tido um problema em outra vida, mas isso não vem ao caso. Mas aquele espírito o perturbava em vários momentos da sua vida. E ele chega a dizer para ela, vocês não podem tirar ele de perto de mim. Ele me perturba, ele me acorda de madrugada, ele zomba de mim, ele ri mim. No filme é muito interessante, eu sou muito visual. E ela chega para ele, Joana Joana olha para ele seriamente, fala: "Divaldo, nós poderíamos até tirar ele, sim, mas este não é o momento. Não vai ser assim que vai funcionar. Vai ter este momento de você de vocês se entenderem". Tipo assim, ela fala: "Porém, vamos pensar aqui a este momento agora. O que te levava, o que você estava pensando, o que você estava fazendo quando ele chega até você? Será que você estava, ela ela até fala assim meio sorrindo, será que ela, você estava pensando nos bons espíritos? Você estava pensando em fazer boas coisas ou aonde estavam seus pensamentos? Ele se te conecta com você pelos seus pensamentos. Se você está pensando coisas boas, você vai vibrar com aqueles irmãos. Aí é bom no filme porque vai passar nas cenas anteriores. É quando ele chuta um balde, quando ele é chamado de louco por uma mulher no bondinho, quando ele chega em casa nervoso que perde o emprego, quando ele vai visitar aquelas irmãs que trabalham e outras situações. Então, toda situação que ele se coloca na baixa vibração, esses espíritos chegam. São espíritos maus. Não, não vamos tratá-los assim, porque um dia já tivemos em suas condições. Muitas vezes, né, dona Nelli? Estão pedindo socorro porque utilizam da nossa mediunidade. Nós médiuns somos como Chico Xavier dizia, como antenas parabólicas.

rque um dia já tivemos em suas condições. Muitas vezes, né, dona Nelli? Estão pedindo socorro porque utilizam da nossa mediunidade. Nós médiuns somos como Chico Xavier dizia, como antenas parabólicas. Ou captamos ou emanamos. E quando pensamos em algo ruim, nós plasmamos na nossa frente e eles observam e chegam até lá. Então, mais um motivo da gente pensar em coisas boas, porque se pensamos, se trabalhamos os bons pensamentos, se estamos em oração, se queremos praticar o bem, quando eles chegarem perto da gente, eles vão sentir uma vibração diferente, vão falar: "Opa, tem um outro caminho melhor aqui". Não é? tem um outro caminho. Quantos irmãos a gente recebe no grupo mediúnicos que chegam nervosos, chegam endurecidos e você começa ali pelo seu diálogo, pela sua conversa, a transformá-los, a mudar aquela vibração, a transformar aquele pensamento. E ele começa a ver uma situação diferente. Ele não se vê mais no lugar onde ele estava. Ele já se vê ali naquela sala. E você, eu vejo às vezes o dialogador conversando entre uma passividade e outra. E eu vejo o dialogador falando: "Percebe, você está num ambiente diferente, que você tem uma nova proposta e a pessoa é envolvida. Aquele espírito é envolvido por toda aquela energia de do amor do dialogador, da doação do médium, daquele grupo que está ali vibrando. Quando a situação se torna mais difícil, eu vejo muitas vezes o dirigente falando colaboração mental, meus irmãos, a mente, o pensamento, ele nos leva a lugares. Eu vi uma frase uma vez, ela é meio assim, pesada, mas é a sua mente ou trabalha a seu favor ou contra você. Eu sei que muitas vezes quando estamos nas dores, quando estamos no sofrimento, quando a dor bate a nossa porta, eu me lembro de um amigo que uma vez me ligou e eu falei: "Vamos fazer uma oração?" Ele falou: "Não consigo, não consigo rezar agora. Não me chame para rezar". Eu falei: "Calma, não tô te chamando para rezar. Tô indo aí agora. Então, peguei o carro e fui. Tem momentos, eu passo por isso também,

"Não consigo, não consigo rezar agora. Não me chame para rezar". Eu falei: "Calma, não tô te chamando para rezar. Tô indo aí agora. Então, peguei o carro e fui. Tem momentos, eu passo por isso também, que você baixa a cabeça e não consegue se concentrar. São as tempestades morais. Tem uma passagem de Pedro que a gente acha tão simples que todo mundo já viu essa passagem, mas eu vi assim a a analogia feita e a adaptação em The Chosen. É uma série que traz Jesus pros dias de hoje. Eu gosto muito dela por causa disso. É como Jesus mostra Jesus dançando, se divertindo. Jesus não aquele cara cisudo, aquele cara que parava, não. Nossa, Jesus andando com a comunidade, conversando, brincando com, tomando banho de rio com os seus discípulos. Eu tenho certeza que Jesus era assim, porque ele nos trouxe alegria, a vontade de viver. Ele nos trouxe uma palavra que é usada muito pouco, a esperança de um mundo melhor, a esperança de uma vida melhor, mas não essa vida aqui, mas uma vida futura, a vida em Deus, a vida numa de suas moradas. Porque Jesus num num tempo aonde só se falava em céu e inferno, ele falava em moradas do Pai. Ali ele já nos traz a oportunidade e o a pluralidade dos planetas. Aonde eu posso escolher? Para onde vou? Sim, eu posso escolher, mas essa escolha não tá em pegar uma ficha como eu pego pro passe. Não tá em pegar fazer uma reserva de um hotel em que eu escolho. em está na minha conduta, na minha forma de ser como ser humano encarnado, que vai libertar esse espírito para um lugar melhor e vai olhar para o seu corpo e vai dizer: "Obrigado por ter me transportado durante toda essa vida e juntos perceremos. Diz que Chico Xavier quando desencarnou, o primeiro pedido dele foi: "Posso ir agradecer ao meu corpo, estar presente no meu velório e agradecer ao meu corpo por terme transportado por toda, Olha que gratidão. Nós temos no livro dos espíritos, no capítulo 17, o cuidado com o corpo. Não temos, dona Não, eu tô enganado. Temos, né? Temos. Temos. É, no capítulo 17,

erme transportado por toda, Olha que gratidão. Nós temos no livro dos espíritos, no capítulo 17, o cuidado com o corpo. Não temos, dona Não, eu tô enganado. Temos, né? Temos. Temos. É, no capítulo 17, temos o o homem no mundo, temos o cuidado com o corpo. Quer dizer, Allan Kardec teve esse cuidado. E quando voltamos pra gente ir já para essa passagem de Pedro, que a gente olha assim, mais uma passagem, mas não. Humberto de Campo sempre nos traz, prestemos atenção aos detalhes de Jesus, não no conteúdo, só aos detalhes. Toda mensagem de Jesus tem um pequeno detalhe ali. Sabe quando sua mãe tá fazendo aquela macarronada gostosa, porque eu gosto demais, e ela faz assim aquele tempero, aquele detalhe que só a mãe tem? Então é Jesus, ele tem um tempero que é um detalhe. E Humberto de Campos sempre nos traz isso, a passagem de Pedro no mar que nós estamos cansado de ouvir. Jesus está lá, os discípulos estão lá. Tem dois momentos. aquele que ele está dormindo, mas eu estou falando do outro que eles seguem e Jesus seguem a pé e no meio tem uma tempestade. Estão ali desesperados num barco pequeno, remo, tempestade no mar. Se é no mar da Galileia, se é no rio, como os estudiosos vem, não interessa. Tá na água, tem uma profundidade e eles entram em desespero e no meio da noite André grita: "Uma luz". Aí os outros já gritam: "É uma alma?" Não, é Jesus. Como Jesus andando na água? Jesus está há pouco tempo com eles e eles estão vindo da Samaria e Jesus se aproxima e ele vai dizer: "Dá fé". Mas tem tudo a ver com as nossas tempestades. Porque Pedro, sendo Pedro, ele diz: "Eu vou até ele". E os outros não, não vai. no mar como você vai andar na água? Ele andou, mas ele é Jesus. E ele olha para Pedro e fala: "Se tens fé, vem até mim". E naquele momento, Pedro bota a mão aqui, bota um pé na água, cheio de fé, bota o outro e se vê em pé em cima da água e se sente poderoso. Mas tem um detalhe, Jesus olha para ele e fala: "Olhe para mim, Pedro". Em Dechosa tem isso. Olhe para mim, Pedro.

na água, cheio de fé, bota o outro e se vê em pé em cima da água e se sente poderoso. Mas tem um detalhe, Jesus olha para ele e fala: "Olhe para mim, Pedro". Em Dechosa tem isso. Olhe para mim, Pedro. Não tire os olhos de mim, Pedro. Enquanto Pedro olha para Jesus, olha para o evangelho, olha para a esperança, olha para o amor, olha para tudo que Jesus nos trouxe, ele caminha, dá três ou quatro passos na água e Jesus está ali. Venha, homem, olhe para mim. Não tire os olhos de mim. O que que acontece? um trovão, um relâmpago, ondas quebram perto de Pedro e Pedro começa a olhar, a olhar pra água e vê aquela escuridão e já não vê mais Jesus. O que que acontece com Pedro? Abunda. O que que acontece com nós? Todas as passagens, Jesus está mostrando nós e usando, utilizando do bom senso os seus discípulos e ele, ele não tá colocando a vida de Pedro em risco. Ele sabe que isso vai ficar registrados e que mais de 2000 anos depois, numa comunhão espírita, nós vamos estar falando sobre isso. São os exemplos que Jesus nos trouxe. E voltando para a história, quantas vezes nós estamos em mar? Estamos com tudo sob o controle, mas começam a quebrar as ondas do nosso lado, começa a trovoar, começa a escurecer. Nós começamos a entrar em tristeza, em aflição e começamos a afundar naquele mar de aflições, aquele mar de tristeza, de problemas, com o filho, com o cônjuge, com o companheiro, com a companheira, com o pai, com a mãe, com nós mesmos. E Jesus está ali. Olha para mim, Wagner. Olha para mim. E eu não consigo olhar para ele. Eu não consigo orar, rezar, seja lá como eu falo, fazer uma prece, eu não consigo meditar, conectar com ele. E aí eu consigo afundar, que foi o que Pedro fez. E naquele momento em que Pedro não tinha mais o controle de suas pernas, o controle de seus pensamentos, só restava um grito, que é o mesmo que nós fazemos: "Meu Deus, me ajuda!" E ele diz: "Cristo, me ajuda, Jesus, não me deixe afogar". E o que que Jesus faz? A cena é linda. Ele vai até Pedro e o ergue e o põe no

um grito, que é o mesmo que nós fazemos: "Meu Deus, me ajuda!" E ele diz: "Cristo, me ajuda, Jesus, não me deixe afogar". E o que que Jesus faz? A cena é linda. Ele vai até Pedro e o ergue e o põe no colo. E é isso que Jesus faz com nós. Essa cena se repete todos os dias com quase todas as pessoas ou todas as pessoas. Quem aqui já não teve a sua tempestade moral? Quem aqui já não teve tempestade por perdas, tempestades por decepção, tempestades por familiares, tempestades morais, aquelas crises íntimas que abalam nossa certeza. O capítulo 40, eu convoco vocês para lerem. Eu podia ler aqui, mas eu vi um palestrante falando e achei legal. Eu não sou um ebook. Nós estamos aqui para provocar a leitura, o estudo, sairmos da inércia, da preguiça. Porque quando eu leio, eu trago a instrução. Quando a instrução chega até mim, ela vira conhecimento. Mas tudo isso não vai servir de nada se eu não coloque na prática. O amai-vos e instruí-vos. É isso que o Espírito da verdade nos fala. Ama a todos como eu vos amei e vos instruam pelo conhecimento do evangelho que eu vos deixo, o evangelho que eu vos dou, os seus ensinamentos. Ele chegou no sermão da montanha e falou todas as abaventuranças. E ele viu os nossos olhinhos, assim como nós nos olhamos, não estão entendendo nada. Eu vou ter que descer e exemplificar. E ele desceu daquele monte e exemplificou. Ele foi misericordioso, ele foi pobre de espírito, ele foi manso e pacífico. Ai, Wagner, que sarrafo alto esse Jesus. Sim, não é o nosso guia e o nosso modelo as parábolas. A nossa irmã que está aqui presente deu aula das parábolas. Quem assistiu me falou que foram momentos de choro, de lágrimas. Fazia pelas parábolas os seus ensinamentos. E Jesus quando fazia as parábolas, a minha irmã que tá aqui, que se eu tiver errado me corrige, ela tava dizendo: "Olha como vocês serão, olha como serão a vida de vocês. Olha como vocês podem fazer para ser melhor. Ele mostra o erro e mostra a atitude como melhorar aquele erro do filho pródigo.

ela tava dizendo: "Olha como vocês serão, olha como serão a vida de vocês. Olha como vocês podem fazer para ser melhor. Ele mostra o erro e mostra a atitude como melhorar aquele erro do filho pródigo. Quantos nós não abandonamos não a nossa casa física também já fizemos isso. Mas quantos nós não nos afastamos do Pai? É isso que ele está dizendo. Quando o filho se afasta do pai pelas suas tempestades morais, pelo seu valor material, pelo seu interesse financeiro, mas ele se redime quando vem a dor, a dificuldade. Tanto é que um dos melhores momentos, ele diz, quando está dando comida para os porcos e comendo aquela resta. Ele diz: "Na casa do meu pai, até os empregados comem a melhor comida. E aqui eu estou comendo a dos porcos." Naquele momento de maior aflição, ele diz: "Eu vou voltar e pedir perdão a meu pai, me colocar como um empregado, mas não. Ele é recebido com festa, com o melhor anel, com uma túnica, toma banho." E percebemos o outro irmão que fica com raiva. Quantas vezes isso acontece conosco. Eu quando vejo essa parábola, eu me coloco no no lugar daquele irmão. Eu sempre me vejo como aquele irmão. Quando eu implico com minha mãe quando cuidava do meu irmão, porque tinha problema de asma. Percebe? Temos que ter esse essa percepção aos detalhes de Jesus. A história, o contexto, ela é magnífica. Amai-vos uns aos outros como eu os amei. O detalhe, conhece-te a ti mesmo. O detalhe, benevolência, indulgência e perdão das ofensas. Por que primeiro benevolência? Hã? Não, não tem por acaso. Seja bom primeiro, porque se eu não sou bom primeiro, eu não consigo ser indulgente, nem perdoar. Se eu já sou benevolente, praticamente os outros dois não vou colocar em prática, porque eu já tô sendo tudo. Benevolência e indulgência. Amai-vos e instruí-vos. sempre a ação primeiro, o amor. E enquanto pra gente ir para nossa finalização, dentro das nossas tempestades morais, nós precisamos ainda amar. Preciso amar. Preciso passar pela prova do amor. Ai, Wagner, eu tenho que amar aquela

. E enquanto pra gente ir para nossa finalização, dentro das nossas tempestades morais, nós precisamos ainda amar. Preciso amar. Preciso passar pela prova do amor. Ai, Wagner, eu tenho que amar aquela pessoa. Olha que dificuldade. O amar está na essência. Nós viemos para amar. Mas o amar é olhar para ele e tá dizendo: "Eu te amo, eu te adoro". Não. O amar é entender a dificuldade do outro, é ver no outro um irmão de caminhada, não um adversário. Isso já é amar. Amar é entender que cada um tem a sua característica. Cada um tem a sua percepção, cada um tem o seu ponto de vista e o meu ponto de vista não pode ser melhor do que o ponto de vista do outro. Amar é isso, é entender que cada um está na sua caminhada, cada um está na sua melhor versão. O espírito adora essa frase: "Eu estou na minha melhor versão, mas quando eu olho pro outro, ele está na pior versão. Porque a minha é a melhor e a do outro é a pior versão. Porque eu além de planejar a minha encarnação, quando chego aqui eu viro especialista e quero planejar a encarnação de todo mundo. Olha, meu amigo, essa sua vida não tá legal. Senta aqui comigo que eu vou te dar uma dica de como viver melhor. E a minha como tá? Que possamos, meus irmãos, trabalhar as nossas tempestades morais com a oração, com o evangelho no lar. uma palestra pública, sim, por mais que seja falada pelo Wagner, mas com uma palestra pública, com um passe, que possamos nos conectar com Jesus. Vou só ler uma mensagem final. A tempestade não define quem somos. Um erro não define essa a nossa essência. Uma queda não define nosso destino. Uma crise não determina nossa eternidade. Somos espíritos imortais. A doutrina espírita nos ensina que estamos em processo. Não somos o erro, somos aprendizes. Jesus não acalmou a tempestade antes de ensinar a fé. Primeiro ele pergunta: "Por que temeis? A grande caloria, calmaria começa dentro de nós. Se você hoje atravessa uma tempestade moral, se sente culpa, se está cansado, se pensa que não vai conseguir, lembra-se,

ele pergunta: "Por que temeis? A grande caloria, calmaria começa dentro de nós. Se você hoje atravessa uma tempestade moral, se sente culpa, se está cansado, se pensa que não vai conseguir, lembra-se, o Cristo está no barco. Ele pode parecer silencioso, mas ele nunca está ausente. Tempestade não veio para destruir você, veio para revelar a força que você ainda não sabia que possuía. Confiemos, porque depois da tempestade o céu fica mais limpo, o ar mais leve. Se a ventania for intensa, recolhe-te a oração. Se o mar estiver revolto, forma-te na fé. Nenhuma tempestade moral é maior que a misericórdia de Deus. Permanece no bem e o bem te conduzirá a bonança. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações e que vocês tenha um final de semana de muita paz e de muita tranquilidade e de muita luz e sabedoria em vossos caminhos. Até a próxima. Tchau. Tchau. >> Obrigada, Wagner. É sempre bom a gente relembrar que existem os momentos de calaria, os momentos de tempestade, que nós precisamos sim eh aceitar o momento de tempestade, mas não frágeis, não inertes, mas aceitar com a fé no coração, porque toda tempestade passa, com certeza toda tempestade passa. E assim agradecidos a Deus, nosso pai, agradecidos ao nosso palestrante pelas palavras bastante sérias que nos trouxe. elevar mais uma vez nosso pensamento a Deus, nosso pai, agradecendo a oportunidade de aqui estarmos e agradecendo o dia que se desenrola à nossa frente, nos levando com certeza a momentos de tempestade, mas também de bonança, em sucessão, que nos mantenhamos ligados a Jesus. as seus ensinamentos, aos seus exemplos para que a gente possa ser cada dia mais feliz. Assim seja. O passe vai ser vai ser ministrado logo ali adiante, depois da passagem de carros na sala de pá. Já já os nossos médiuns já estão indo e já já nós estaremos lá. Obrigada a todos. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música]

nós estaremos lá. Obrigada a todos. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a [música]

a] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a [música] fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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