PALAVRAS QUE CURAM - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/05/2025 (há 10 meses) 53:35 694 visualizações

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Transcrição

A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. Sejam bem-vindos e bem-vindas à nossa comunhão espírita de Brasília, que nesta neste final de tarde, início de noite, traz para as reflexões o tema palavras que curam com o nosso irmão Wagner. E como preparação inicial, sempre realizada, buscando a harmonização de todos, elevemos nossos pensamentos a Deus e a Jesus e busquemos esta sintonia com o plano mais alto da vida. Deus, nosso pai, Jesus nosso mestre, guia e modelo da humanidade, há mais de 2000 anos, amado Senhor, vossas palavras, vossos ensinos, vosso exemplo, perpetuam-se neste planeta. De alguma forma, estes ensinos nos atingem como a nos dar um suporte invisível às nossas mentes e nossos corações, no nosso dia a dia, na nossa existência, para fazermos nos reforçar nas nossas lutas para superarmos as dificuldades naturais e outras para o nosso crescimento espiritual, como nos ensina essa doutrina do consolador prometido e entregue por vós à humanidade neste templo de amor a que nos reunimos uma vez mais te buscando, querendo sentir-te, ouvir-te e refletir sobre teus ensinos neste início de século milênio, diante de tantas novidades, de tantos atrativos, de tantas ilusões que se potencializaram na vida de todos que vivemos compartilhadamente essa existência. Queremos seguir a verdade, como nos disseste ser. O caminho, a verdade e a vida. Convivendo no mundo de tantas ilusões e mentiras, queremos nos fortalecer na lei divina de amor e misericórdia que nos ensinastes, mas também com essa esse consolador para sabermos enfrentar toda essa adversidade de sofrimentos que nos rodeiam, para além de nos consolarmos também pedirmos para sermos consoladores daqueles com quem convivemos, levando a tua palavra, os teus ensinos e dos teus emissários a outros irmãos e irmãs que ainda negam-se a te ouvir e a te buscar.

também pedirmos para sermos consoladores daqueles com quem convivemos, levando a tua palavra, os teus ensinos e dos teus emissários a outros irmãos e irmãs que ainda negam-se a te ouvir e a te buscar. Que a nossa palavra seja então a do consolo do conforto respeitoso as crenças, formas de viver e pensamentos de cada um com quem convivemos, mas que não desistamos de pregar o vosso ensino. Pois sabemos que é necessário semear como nos ensinastes, como fizeram conosco e ainda fazem, pois as palavras curam, orientam, discortinam novos horizontes e é necessário, muitas vezes, termos alguém que em teu nome nos abra essa nova forma de ver a vida. Que a tua paz seja conosco. Inspire o nosso irmão palestante para distribuir a todos nós os tesouros dos teus ensinos. Assim seja. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos, família comunhão. A comunhão espírita de Brasília, nessa terça-feira às 18 horas, em mais uma tarde de estudo. E hoje temos como inspiração o livro de José Carlos de Luca, o médico Jesus, em que nesse capítulo titulado Palavras que curam e extraímos também da mente curável. A gente vai nesses 30 minutos aqui ter esta conversa, esse estudo e não poderíamos deixar de falar do Evangelho segundo o Espiritismo, que é a nossa fonte de inspiração para levar o evangelho do Cristo à luz da doutrina espírita aos cantos onde nós chegamos. Agradecemos também aqueles que nos ouvem através dos canais. Compartilhem a nossa página, deixem o seu like para que possamos continuar levando o evangelho a todos os cantos. Nesse tema tão inspirador de hoje, que a gente vai falar das palavras que curam o poder da palavra, como devemos nos dirigir à pessoas e principalmente a nós nos pensamentos. No pão nosso pelo espírito emanu psicografado Chico Xavier tem o item número dois que é titulado de Pensa um pouco. E nesse Pensa um pouco, Emmanuel vem nos trazendo sempre isso, que a forma de pensar vai ser a nossa forma de falar e que todos os atos que vamos fazer nós pensamos antes. E temos que

Pensa um pouco. E nesse Pensa um pouco, Emmanuel vem nos trazendo sempre isso, que a forma de pensar vai ser a nossa forma de falar e que todos os atos que vamos fazer nós pensamos antes. E temos que ter responsabilidade com esse pensamento antes de soltar a palavra. Porque o próprio Jesus, ele diz que o mal do homem é o que sai pela boca e não o que entra. Tem uma historinha que eu gosto sempre de de lembrar nessas das palavras, que diz que num julgamento um juiz chegou para uma pessoa que estava ali passando por um processo de de danos morais e ele chegou e a pessoa sempre falando que não falou por mal, que era aquilo que tinha acontecido, que ele queria ter desculpa. Aí o juiz chegou. Ou antes de eu te dar sentença, eu vou te dar uma tarefa. Você vai pegar todas as palavras que você falou para essa pessoa, você vai escrever num papel e ele escreveu. Agora você direitinho. Quando você foi embora, você joga pela janela do carro e amanhã você volta catando uma por uma, você cola e me apresenta na minha frente. Se você conseguir fazer isso, você vai est absolvido. Eu tenho uma amiga aqui que é advogada. A Sol, ela já lançou a cabeça ali e disse: "E nisso essa história é muito interessante porque a pessoa logo logo fala: "Mas aí o senhor, o que que o senhor quer que eu faça? Só quer me condenar? Ele não, ele é impossível eu fazer isso. Ele do mesmo jeito, são as palavras que você proferiu contra essa pessoa. Não vai ter pena, não vai ter nada que retire o dano causado a ela. Nada. vai tirar. E eu quis começar essa história pra gente ver a nossa responsabilidade que nós temos que ter com as palavras. E José de Carlos de Luca, ele vai nos falar isso daqui. E as palavras elas são tão perigosas, como são tão importantes na vida da gente, que eu gosto de trabalhar, como Joana de Angeles diz, as potencialidades, a importância, o que há de bom. Eu tava conversando ali com o nosso irmão, quando eu cheguei aqui na comunhão, as palavras que eu ouvia das pessoas que me acolheram, eh, várias, sempre de

ncialidades, a importância, o que há de bom. Eu tava conversando ali com o nosso irmão, quando eu cheguei aqui na comunhão, as palavras que eu ouvia das pessoas que me acolheram, eh, várias, sempre de incentivo. E aquilo foi me dando uma um ânimo maior. E hoje, nessa caminhada em que a gente cada vez busca melhorar, eu tava um dia chegando em casa e a minha esposa falou assim: "Você tem que ouvir a música que toca na comunhão antes das palestras. autora é Flávia Dias e Jorge Monteiro. É, quando eu ouvi a música, eu falei: "Sou eu e tocou totalmente no meu coração". Podem ficar tranquilo, eu não vou cantar com essa minha voz aqui, mas eu vou falar aqui mais ou menos o que ela diz. Se eu me emocionar, eu peço desculpas e ela diz: "Senhor". Foi uma música que ela fez em homenagem à comunhão. Se eu não me engano, foi em 2019, aniversário da comunhão. E ela cantou essa música aqui dia 31. Eu só chorava. Ela diz assim: "Senhor, estou aqui para te agradecer de coração. A paz dentro de mim que encontrei, a paz de mim que encontrei dentro da comunhão. Foi nesta casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, Senhor. Mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Quando a poeta fez essa música, eu pensei assim, ela me conhece. E quando a gente busca ajuda, igual Ramed sempre fala, Joana sempre nos traz através da palavra. Quando a gente grita o socorro, ele vem. Quando a gente pede o auxílio, ele vem. Porque Deus, na sua misericórdia, ele já nos traz a reencarnação. Allan Kardec, na codificação do Espiritismo, ele teve dentro das suas pesquisas essa busca pelo além. E foi através, não de palavras, mas de barulho, das mesas girantes, em que ele falou: "Tem algo mais, algo além do que imaginamos ou algo além do que nos ensinaram". E ele começou dentro da sua pesquisa a trazer essa doutrina que hoje, depois de muitos anos e se passaram bastante anos, nós temos o privilégio de estar sentado aqui numa casa espírita ouvindo o evangelho do Cristo

dentro da sua pesquisa a trazer essa doutrina que hoje, depois de muitos anos e se passaram bastante anos, nós temos o privilégio de estar sentado aqui numa casa espírita ouvindo o evangelho do Cristo mais esclarecedor, vendo essa luz que nos guia desse holofote que foi colocado em nossas visões, em nossa frente. Tem um amigo meu que ele pergunta: "O que você foi buscar no espiritismo?" Primeiro, me entregaram uma bússola. Eu sei onde é o meu norte. E segundo, acender um holofote na minha frente. Não um holofote me cegando, mas um holofote me guiando. E eu sou muito visual no filme do Allan Kardec. Ele diz quando ele tá no lançamento do livro dos espíritos, que a doutrina espírita nos traz o além túmulo. Até aí nós achávamos que a vida se acabava ali no túmulo, mas não. Hoje nós conhecemos a imortalidade, a plidade das vidas, as multiplicidades das várias existências, em que dentro dessas palavras, em que dentro do evangelho do Cristo, nós podemos construir toda uma caminhada, como podemos destruir, nós temos que ter muito cuidado. com que falamos e com que pensamos. com o que pensamos, porque nós aprendemos que é plasmado em nossa frente. e aqueles irmãos desencarnados que estão sentado aqui conosco neste momento, que são muito mais em quantidade do que nós. Tantos irmãos, aqueles necessitados de que são trazidos para cá pelos espíritos benfeitores, eles enxergam tudo que nós pensamos e é assim que chegam até nós muitas vezes. Divaldo Franco, em uma conversa com Joana deângeles, ele reclama do espírito que sempre estaria te perturbando, rindo e debochando dele. E ele diz a Joana de Angeles, vocês não estão vendo o que ele fazem comigo? Ele debocha de mim, ele ri mim, ele me faz fazer coisas que ela e Joana de Angeles dá um ponto e diz: "Calma, de volta, você já percebeu que todas as vezes que ele chega até você é quando você baixa a guarda?" né? Eu sou muito visual. Aí no filme mostra as cenas quando ele chuta um latão na no na rua, quando ele perde um emprego, quando ele tá nervoso com

ue ele chega até você é quando você baixa a guarda?" né? Eu sou muito visual. Aí no filme mostra as cenas quando ele chuta um latão na no na rua, quando ele perde um emprego, quando ele tá nervoso com alguma coisa, por quê? Porque ele observa o seu pensamento e ali ele tem terreno fértil para entrar. Tanto é que lá na frente ele se reconcilia, entre aspas, com esse espírito através do amor, do bom pensamento, quando ele recebe a mãe dele reencarnada. Para quem não assistiu, eu convido. Divaldo Franco agora, semana passada, né, retornou à pátria espiritual, um homem que usou da palavra para semear o bem, para levar amor. Eu tava conversando com uma amiga que ontem que conheceu ele e conviveu, aí ela falou assim: "Eu vi lá que você postou uma foto com o Divaldo. Eu falei, eu só tive um contato com o Divaldo Franco, foi no aeroporto e ele foi tão divertido comigo que eu falei: "Gente, você é Divaldo mesmo ou eu tô sonhando?" Ela começou a falou: "Não, ele era divertido mesmo." Eu me lembro que eu cheguei para ele e falei assim, eu vi, minha esposa falou assim: "Não, você não vai pagar esse mico, né?" Falei: "Vou com Divaldo, não tem jeito. Fosse o Francisco Coco, eu não ia não. Mas falei: "Divaldo, eu vou". Aí fui, me aproximei dele, falei: "Divaldo". Ele: "Sim, meu filho." Eu senti que as duas moças que estavam com ele quis assim, ele falou assim: "Não, não, não, deixa ele se aproximar." Foi isso bem antes da pandemia. Aí ele chegou para mim, eu falei: "Tudo bem de volta, tudo bem. Aí a gente já empolgado, né? Eu sou espírita também". Ele: "Sim, que bom, né?" Aí eu falei assim, aí ele da onde você é? Aí eu falei assim, eu sou da comunhão espírita de Brasília. Ele: "Você nasceu na comunhão espírita de Brasília, meu filho?" Aí, opa, não sou de Brasília. Ele: "Ah, você nasceu em Brasília, agora você é colaborador da comunhão espírita." E eu: "Sim, sim". E ele brincando e rindo ali comigo. "Sente aqui, fiquei ali com ele 3 4 minutos. E foi fantástico. Ele foi tão solícito. Aí eu olhei para ele e falei

laborador da comunhão espírita." E eu: "Sim, sim". E ele brincando e rindo ali comigo. "Sente aqui, fiquei ali com ele 3 4 minutos. E foi fantástico. Ele foi tão solícito. Aí eu olhei para ele e falei assim: "Já sabe, né?" Ele falou assim: "Sim, você quer tirar uma foto, né?" Falei: "É, vamos tirar". Aí tiramos a foto, minha esposa lá morrendo de vergonha, ele falou: "Venha, minha filha, tirar a foto". E ela: "Não, não, não, Wagner, eu tiro. Pode deixar. Vamos embora, vamos embora, vamos embora. Nosso voo tá atrasado. Mentira, faltava quase mais 3 horas pro nosso voo. Então eu não podia perder esse momento. E as palavras que ele falou ali para mim, as poucas palavras foram hiperconsoladoras. Uma das coisas que ele falou, ele falou: "Nunca desista de você. Nunca desista de você". Quer dizer, ele não quis. Ele quis dizer: "Aprenda, busque." E foi isso que Jesus veio nos nos mostrar, porque Jesus chegou aqui, o mundo estava tremendamente sobre dois poderes aquela região, o poder de Roma, que era dos governantes, e o poder dos religiosos, que eram as sinagogas, os doutores da lei. E Jesus e Deus chegou para Jesus e falou assim: "Vá lá, meu filho, diga pro meu povo que eu não sou dono de ninguém. Porque até então a gente tinha a concepção de que Deus era, nós éramos servos de Deus. Não diga a eles que eles são meus filhos amados, em que eu quero que eles sejam felizes, mas que existe uma lei de amor. E eles não estão colocando em prática essa lei de amor. Eles estão apedrejando, eles estão enforcando, eles estão crucificando, eles estão matando os seus. os seus semelhantes. Vá lá e leve a minha mensagem de amor, de misericórdia, de bondade e diga que a moeda da salvação é o bem, é a caridade. Mas, porém, meu filho, você não será bem recebido, mas tá tudo certo. E Jesus veio. E num livro que a gente estava conversando ali, Maria de Nazaré, Jesus nesse dom, pois o único título que ele não gostava e não tirava da frente era o de mestre. o de ensinar, de educar através da

io. E num livro que a gente estava conversando ali, Maria de Nazaré, Jesus nesse dom, pois o único título que ele não gostava e não tirava da frente era o de mestre. o de ensinar, de educar através da palavra. No livro Maria de Nazaré, Mirameis nos narra que ele vai até uma constelação chamada Sírios, convoca vários espíritos para esse plano. E dentro desse planejamento, o primeiro espírito que ele convida é um chamado Sofia, Maria de Nazaré. Uma mulher que com as suas poucas palavras, com os seus poucos gestos, ela já disse tudo. Ela já assumiu totalmente. Foi, diz que foi o primeiro sim dela, a humanidade quando ela chegou para Jesus e falou: "Sim, eu estarei com você nesse planejamento". E quando nós olhamos esse planejamento, todo que a espiritualidade faz com a gente, toda uma organização, todo um carinho, hoje eu tava lendo lá, preparando para uma outra palestra um tema de Manuel Filomeno de Miranda, um homem que foi curado através de um tratamento no centro espírita. e que quando chegou no plano espiritual, depois de ter feito um grande trabalho aqui, pois quem quer falar sobre desobsessão tem que conhecer Manuel, Manuel Filomeno de Miranda. E quando chegou no plano espiritual, fez todo um estudo, olha o carinho que esses espíritos têm por nós para trazer através de Divaldo Franco toda a sua obra que nos alerta para o tratamento, para o equilíbrio e para os riscos de usarmos palavras erradas. Eu tava vendo lá que em 1950 ele mandou uma psicografia para para Divaldo Franco através de Chico Xavier. Em 1950, Chico Xavier entregou para Edivaldo. Em 1970, Divaldo começou a psicografar de Manuel Filomeno. Aí a gente olha todos esses espíritos que chegam do outro lado e que o único objetivo deles é nos orientar, nos esclarecer através de várias palavras escritas, de palavras ditas por médiuns psicofônicos. Quantas mensagens Divaldo, Chico, Isabel Salomão, uma médio de Juiz de Fora que viveu 100 anos, quase 70 anos, se eu não me engano, ou mais de serviço à mediunidade, trazendo mensagem

ns psicofônicos. Quantas mensagens Divaldo, Chico, Isabel Salomão, uma médio de Juiz de Fora que viveu 100 anos, quase 70 anos, se eu não me engano, ou mais de serviço à mediunidade, trazendo mensagem através das palavras, palavras que curam, que consolam, que acolhem. E um dos livros de Manuel Filomeno de Miranda, ele nos diz em trilhas da libertação, em um de seus capítulos, da importância de uma palestra mediúnica numa casa espírita, da psicosfera que existe de tratamento neste momento, em que muitas vezes o orador, eles trabalham através da fala do orador. para dizer palavras que sirvam para o tratamento. Quantas coisas eu não programei aqui para falar e quando eu chego aqui fica o irmãozinho no meu ouvido. Isso não. Vamos falar outra coisa. O trabalho aqui é comandado por eles, pela equipe de Dr. Bezerra de Menezes. Há um tratamento nesse momento de passes dos espíritos que nos rodeiam e sabem de todas as aflições, de todas as muitas vezes doenças que nós não imaginamos que temos. E é feito isso através da palavra. de uma leitura que começa com miranês, ele dizendo: "Tu que estás lendo pode curar a ti mesmo e aos teus semelhantes pode, pelo poder sem limite da palavra falada e escrita. Ela pode ser um catalisador de forças que até então desconheces. Usa esse dom divino que o teu coração guarda acionando pela mente. Mirameis. E José Carlos de Luca, ele vem aqui na frente e nos diz algumas palavras que não devemos dizer. Ainda morro disso. Ele diz palavras como sementes existentes, as positivas e as negativas, nós escolhemos quais delas alimentar. Quando analisar o nosso vocabulário, carecemos observar o que está saindo da nossa boca, a fim de eliminar palavras faces e frases altamente doentias. Aí ele cita algumas palavras. Ainda morro disso. Sofro de um terrível mal. Meu organismo é fraco. Minha saúde não vai bem. Estou muito doente. Se melhorar, estraga. Quem não se lembra disso, né? Se melhorar estraga. Meu Deus. Estou piorando a cada dia. Tem um desenho animado que eu me

smo é fraco. Minha saúde não vai bem. Estou muito doente. Se melhorar, estraga. Quem não se lembra disso, né? Se melhorar estraga. Meu Deus. Estou piorando a cada dia. Tem um desenho animado que eu me lembrava quando eu era criança, que eu acho muito interessante. Eram dois personagens e um ficava o tempo todo pro outro. Ó Lipe, não vai dar certo, Lip, não vai dar certo. E a coisa dava errada mesmo. Eles sempre achavam o que não queriam. Era divertido, mas isso é uma cultura em que nós temos que perder. Um dia desse eu nunca esqueci. Eu encontrei um amigo há uns anos atrás e ele: "Como você tá, Wagner?" "Eu vou indo." Ele vai indo para onde? "Eu vou com você". Não fala isso não, meu irmão. Fala que você tá bem. Eu sei que as coisas não andam muito fáceis, mas diga sempre: "Eu estou bem". Ou se você não quer falar e estou bem, fala: "Eu vou ficar bem". Joga no universo aquilo que você quer. A gente não tá querendo aqui dizer: "Eu vou sair daqui e falar: "Vou ganhar na Mega Cena e vou ganhar." Não é porque os pensamentos, Chico Xavier já dizia que nós somos como antenas parabólicas que andamos ou captando ou emanando. E mais aqui na frente, José Carlos de Luca, ele vai dizer: "Utilize frases que são verdadeiros remédios. Sinto-me cada vez melhor, meu corpo é abençoado por Deus. Sou suficientemente forte para superar a enfermidade." Qual o cidadão que tá numa cama que ele fala isso? A força divina me cura de todos os males. Meu organismo é muito forte. Eu sou luz, força e poder. Jesus, em uma das falas, ele diz: "Valei-vos da vossa luz. Sois o sal da terra, sois deuses. Sedes perfeitos como meu pai. Em momento algum ele veio para dizer que a gente estava condenado. Quando ele curava, ele dizia: "Levanta-te". Mas ele perguntava antes, tu queres ser curado? O cidadão igual Jeremias estava na meira de um lago há mais de 30 anos. Chega um cara que ele nunca viu, desculpa a palavra, e fala: "Tu queres ser curado?" Em deoso ele faz aí até uma um comentário. Você tá brincando comigo?

estava na meira de um lago há mais de 30 anos. Chega um cara que ele nunca viu, desculpa a palavra, e fala: "Tu queres ser curado?" Em deoso ele faz aí até uma um comentário. Você tá brincando comigo? Hoje eu tô no pior dia. Não venha brincar comigo, não. Você tá se arrastando ali igual uma minhoca. 33 anos, chega um cidadão perto de você que você nunca viu, acompanhado de mais alguns e falar: "Tu quer ser curado?" Primeira coisa que ele pergunta: "Você vai me levar até o o poço?" Não, esse poço aqui não vai te curar, mas eu tô te perguntando. E quando ele pergunta a terceira vez, ele vê que tem alguma coisa diferente no olho de Jesus. Porque é isso que Jesus faz com a gente. Ele levanta a gente, ele acorda todos os dias e diz: "Wagner, levanta dessa cama. Tu queres ser curado, meu filho? Vamos aprender. Vamos seguir em frente à vida. Vinde a mim todos que estão aflitos e sobrecarregados, pois eu vos aliviarei." Que palavra mais confortante do que essa? Você pode estar naquele momento de sofrimento. Quando você escuta essa palavra, ela é diferente. Eu leio isso várias vezes durante o dia. Vinde a mim que estão aflitos e sobrecarregados, porque eu vos aliviarei. Palavras que curam. E as palavras de Jesus sempre foram para nos curar. Bastava um olhar, mas muitas vezes ele precisava falar. A mulher que sangrava durante 12 anos já tinha tocado nele e já tinha sido curada. Mas ele fez questão de parar todo mundo e olhar para ela e dizer: "Quem te curou? A tua fé. A tua fé te curou. Palavras que curam. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Eu vos deixo a paz. Eu vos dou a minha paz. Quando Jesus falava isso, ele sabia que as palavras deles saíam como gotículas em nosso coração, naquele que queria ter a mudança. Tanto é que no que ele curava, ele falava. Quando a pessoa respondia, eu quero ser curado ele dizia: "Levanta-te, pega a tua maca". Para que uma pessoa que foi curado ainda vai precisar da maca? É como se ele falasse: "Essa é tua

, ele falava. Quando a pessoa respondia, eu quero ser curado ele dizia: "Levanta-te, pega a tua maca". Para que uma pessoa que foi curado ainda vai precisar da maca? É como se ele falasse: "Essa é tua cruz. levanta-te, pega a tua maca e segue, glorifica a Deus. E ele falava: "Ide e dizei a todos os cantos que Deus lhe curou". Não foi eu. E Jesus, todas as vezes que ele ia curar, ele olhava para o céu. Em chose a gente vê isso muito, né? Muito assim. Ele olhava e fala, se conectava com o Pai, primeiramente. E nesse poder das palavras, pra gente ir pro nosso fechamento em outro capítulo, mente curável, olha o que que José Carlos de Luca nos diz. Existe grande diferença entre ser doente e estar doente. Cuidado com isso. Quem se julga doente define a própria natureza. Algo permanece e, portanto, com reduzidas chances de mudar. Mas quem está doente revela uma condição momentânea, passageira, que é e permanece. Quem deixará essa condição a qualquer momento? Jamais. Aí ele diz, jamais. Diga: "Eu sou doente. Eu estou doente. Olha o que ele nos traz. Jamais pense ou diga: "Eu sou doente". Diga: "Apou doente". É na mente que fazemos essa diferença. Então, queridos amigos, quando buscamos esse caminho do evangelho do Cristo, quando buscamos o esclarecimento igual nós estamos buscando, muitos aqui vão sair, vão para atividades em grupos mediúnicos, salas de estudos ou voltar para sua casa. Nós acabamos de assumir uma responsabilidade com nós mesmos, de usar a palavra para curar. Sim, para curar. Sabe quando aquele amigo chega perto da gente todo triste, cheio de problemas, descarrega ali e você olha para ele e fala: "Sua situação é difícil, hein? Você acabou de enterrar ele mais ainda. Joana deângeles diz: "Se não tem alguma coisa, alguma palavra boa para dizer, fique calado. O silêncio muitas vezes cura um abraço." Mas se possamos dizer alguma palavra, é dizer palavra de amor. Tenha fé. O que Divaldo falou para mim? Não desista de você. O que muitos amigos aqui na comunhão, que bom que eu te vejo aqui,

abraço." Mas se possamos dizer alguma palavra, é dizer palavra de amor. Tenha fé. O que Divaldo falou para mim? Não desista de você. O que muitos amigos aqui na comunhão, que bom que eu te vejo aqui, Wagner, sempre estávamos ali no café conversando. Foram essas palavras, essas pessoas que fizeram eu estar aqui hoje falando algumas palavras para vocês, porque eu nunca adentrei naquela porta e nunca disseram: "Você não tem solução". Muito pelo contrário, acredite em você, estude. Não conseguimos chegar a lugar nenhum sem o estudo, sem a leitura, sem o buscar. E Allan Kardec nos trouxe isso, a importância de pesquisar, de estudar. A FEB reditou um livro agora de Chico Xavier ditado pelo espírito Gemânuel e André Luiz. Busca e acharás. Mensagens lindas. Eu vi uma dia desse, a gente vê nessas reportagens de internet e o padre Lancelote tava conversando com uma pessoa e a pessoa falando: "Eu sou ateu". E ele falava: "Você não é ateu". Olha o que que o padre Lancelote falou. Você é ateu do Deus que lhe colocaram na sua cabeça. Percebe? E nós falamos aqui, Jesus veio e nos trouxe aquele Deus pai e amoroso que nos acolhe. Ele tirou aquela visão de castas, de tribos e criou a humanidade única, filhos de um único Deus, Deus Pai, em que Emanuelos várias vezes nos dizem que Deus está imerso em nós ou nós estamos imerso em Deus como os peixes estão no oceano. Nós temos a centelha divina, nós somos luz e precisamos estar acesos aonde chegamos, levando palavras de amor, de caridade, não palavras que muitas vezes vá colocar o nosso irmão pior do que ele está, mas nós só Vamos conseguir isso a partir do momento em que fizermos, como diz o Evangelho do Espiritismo, através do esforço buscar ser pessoas e seres humanos melhores. Aí nós vamos conseguir levar palavras de amor. Porque enquanto estivermos cheios de ódios, cheio de mágoa, cheio de rancor, as palavras serão palavras destrutivas. Tenhamos responsabilidades com esse essa nossa trajetória. Nós não viemos para passear como no resorte.

vermos cheios de ódios, cheio de mágoa, cheio de rancor, as palavras serão palavras destrutivas. Tenhamos responsabilidades com esse essa nossa trajetória. Nós não viemos para passear como no resorte. Nós estamos num planeta, escola para buscar a cada dia sermos pessoas melhores. E só vamos conseguir através do estudo do Evangelho Segundo Espiritismo. No mínimo temos que ler as cinco obras. Aroldo Dutas não fala numas numa numa palestra que o espírita ele tem o dom de comprar livros que não vai ler nessa reencarnação. Quando eu ouvi isso no Congresso Espírita, cheguei em casa, olhei paraa minha estante, eu falei: "Misericórdia, o que eu faço? Eu corro ou leio? Tô buscando a ler. Tô buscando dentro da imperfeição que nós temos, dentro das pró da minha caminhada, que só eu posso fazer ela ser melhor, melhor para mim, para que possa levar o melhor para o próximo. Primeiramente, começando dentro da minha casa, com a minha esposa, com as minhas filhas, com as pessoas que convivem comigo. Porque não adianta eu fazer uma palestra aqui e chegar em casa e falar: "Fou pro quarto, me deitar, tomar um banho, eu não quero conversa com ninguém". Cadê a harmonia? É sentar, conversar, o evangelho no lar. Não há mais nada importante do que o evangelho no lar. É o momento que através das palavras que curam, nós nos entendemos, nos compreendemos e nos amamos acima de tudo, porque o evangelho do Cristo é o amor. E ainda bem que tem uma palavrinha aqui que eu quero fechar com ela, que ela tem todas as literaturas espíritas, o esforço, o esforço contínuo, eles são tão bom conosco que ele diz: "O bom espírito é aquele que se esforça." E eu digo mais, o bom cristão, o bom ser humano. E que possamos ter, através desse exemplo do Cristo, não sair só gritando que ele é nosso guia e modelo, mas que ele possa ser verdadeiramente vivenciado, que possamos amar, porque é isso que o planeta está precisando. Independente do que seguimos, do que buscamos, somos todos filhos de Deus. Tivaldo falou isso numa

possa ser verdadeiramente vivenciado, que possamos amar, porque é isso que o planeta está precisando. Independente do que seguimos, do que buscamos, somos todos filhos de Deus. Tivaldo falou isso numa palestra. Pode o espírito querer não progredir? Não. Todos progredirão, porém cada um ao seu passo. E esse passo possamos buscar palavras que curam, palavras de amor, porque o verbo se fez carne e ele se chama Jesus de Nazaré. Muito obrigado a todos aqui presente, a todos que nos ouvem através dos canais. A Vanessa, Edileusa, Wagner, sou eu, dona Det, que possam receber as vibrações da comunhão espírita de Brasília. E eu agradeço o carinho e a atenção de vocês que se dispuseram aí sentado para ouvir palavras, palavras de amor e palavras de aprendizado. Obrigado e uma boa noite a todos. Bem, minhas irmãs, meus irmãos, esta palestra, lembrando a todos, estará em poucos instantes no YouTube para aqueles que quiserem revê-la ou até indicá-la para alguém. Um tema profundo, mas simples e de grande importância para todos nós. Que todos possamos refletir sobre o que foi dito e levemos para os nossos lares, para o nosso dia a dia, essa esse sagrado valor na palavra, conforme o Cristo nos ensinou. O nosso irmão aqui relembrou que a boca fala do que está cheio o coração e depois que nós falarmos não tem mais volta. Assim lembrando novamente de Jesus, o nosso mestre inesquecível. a ti, amado Cristo, e aos teus emissários aqui presentes, extremamente gratificados por esta oportunidade sagrada de lembrarmnos de ti, dos teus ensinos suaves, profundos, que nos mostram o caminho luminoso que nos legastes para o nosso crescimento espiritual, para o nosso convívio, aqui gratificados. Pedimos-te por toda a nossa humanidade também, que essas luzes cheguem a todos os locais onde o sofrimento se faça presente. A desesperança obstrua o caminho e a vida de muitos que estão presos ao ódio, à dor, ao desestímulo. que uma palavra de cura chegue-lhes ao ouvido por alguém encarnado ou desencarnado, mostrando,

nte. A desesperança obstrua o caminho e a vida de muitos que estão presos ao ódio, à dor, ao desestímulo. que uma palavra de cura chegue-lhes ao ouvido por alguém encarnado ou desencarnado, mostrando, reforçando-lhe a esperança, a fé em si mesmo e a fé em Deus e em ti. Que tua paz nos acompanhe até nossos lares. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores

sitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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