TEMA LIVRE - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 12/11/2025 (há 4 meses) 45:06 318 visualizações

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Transcrição

[música] de coração a paz dentro de mim que [música] encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde. Sejam todos bem-vindos a essa casa de Jesus. que nós possamos nos sentir aqui acolhidos e abraçados pela espiritualidade amiga que preparou esse ambiente, né, para nos recebermos e para nos oferecer aquilo que buscamos, que viemos buscar nessa casa, nessa tarde. Boa tarde também aqueles que nos assistem pela TV Comunhão, que estão conectados conosco neste momento e aqueles que vão ter oportunidade de nos assistir em outra ocasião. E para que nós possamos estar serenizados nos nossos corações, irmanados, né, na mesma vibração, vamos buscar a figura do nosso querido mestre Jesus, nosso amigo, nosso irmão mais velho, conversar um pouquinho com ele para que nós possamos bem aproveitar esses breves momentos. Querido mestre, aqui nos encontramos reunidos entre irmãos para buscarmos nas tuas orientações, nas tuas palavras, os teus testemunhos, as orientações paraa nossa jornada. Nessa tarde pedimos à espiritualidade amiga que nos ampare, nos ajude a bem aproveitar esses breve breves minutos e que possamos tirar das reflexões aqui compartilhadas, as ferramentas, as orientações necessárias, que possamos identificar as tuas respostas, mestre, as nossas súplicas, o teu consolo, as nossas angústias, acolhe os nossos corações, acerena as nossas almas e nos ajude a estarmos aqui disponíveis para recebermos tudo aquilo de que necessitamos. Com a sua permissão, com a sua orientação, nós damos por iniciado este encontro desta tarde, te pedindo permaneça conosco. Que assim seja. O nosso tema dessa tarde, ele navega

ilo de que necessitamos. Com a sua permissão, com a sua orientação, nós damos por iniciado este encontro desta tarde, te pedindo permaneça conosco. Que assim seja. O nosso tema dessa tarde, ele navega novamente no Evangelho de Lucas. Nós temos nos proposto aqui às tardes de terça-feira falarmos um pouquinho sobre esse evangelho. E hoje nós vamos falar sobre os convites providenciais à penitência. Que que é isso, né? Convites providenciais à penitência. De que será que nós vamos falar? Qual é a proposta da nossa reflexão? Bom, pra gente começar essa caminhada, vamos ao Evangelho de Lucas, capítulo 13, versículos de 1 a 5, para que nós possamos alicerçar essa nossa breve conversa. No registro do evangelista está assim: "Nesse momento vieram algumas pessoas que lhe contaram o que acontecera com os galus, cujo sangue Pilatos havia misturado com o das suas vítimas." Tomando a palavra, ele disse, Jesus vai dizer, né? Acreditais que por terem sofrido tal sorte, esses galus eram mais pecadores do que todos os outros galileus? Não, eu vos digo, todavia, se não vos arrependerdes, perecereis todos do mesmo modo. Ou os 18 que a torre de Siloé matou em sua queda, julgais que a sua culpa tenha sido maior do que a de todos os habitantes de Jerusalém? Não, eu vos digo, mas se não vos arrependerdes, perecereis todos de modo semelhante. Quando nós ouvimos esse texto, por vezes nós nos inquietamos do que é que Jesus está falando, qual o sentido, né, do evangelista ter feito esse registro aqui. E nós precisamos fazer um movimento de sair da letra fria e buscar como é a mensagem pro nosso espírito imortal. Aqui Jesus chama atenção na sua pregação para aquela multidão, fazendo algumas advertências e uma delas está no julgamento e ele faz referência ao julgamento de Pilatos. Então ele ele pergunta: "Acreditais que por terem sofrido tal sorte, foram vítimas de sacrifícios perpetrados por Pilatos?" Pilatos havia feito sacrifícios com animais porque entendia na sua visão politeísta que isso tinha

: "Acreditais que por terem sofrido tal sorte, foram vítimas de sacrifícios perpetrados por Pilatos?" Pilatos havia feito sacrifícios com animais porque entendia na sua visão politeísta que isso tinha um sentido. E misturado ao sacrifício com os animais, ele faz ao sacrifício da entrega dos sangues humanos dos galileus. E aqui um parêntese pra gente lembrar que a época de Jesus o os o povo da Galileia era considerado o povo de segunda classe, menos gente, menos humano. Então se falava, se referia ao Galileu ou as aos Galileus com certo ar de desdém, de desqualificação, de menos. Então esse era o que se era o que existia à época do Cristo, né? Então essa desvalia em relação aos galus. Então ele pergunta: "Vocês acham que esse sacrifício que Pilatos faz misturando o sangue dos animais com o sangue dos galileus, que eles eh são mais pecadores, eles mereciam o erro que eles cometeram, fazia jusa a esse tipo de julgamento. Então aqui uma primeira advertência do mestre. Sabe quando ele fala: "Não julgueis para não seres julgados? Atirai a primeira pedra, aquele que tivesse em erro". São outras formas de Jesus nos dar ensinamentos semelhantes. Cuidemos do julgamento que temos feito dos nossos irmãos. Porque o propósito nosso ao ler o Evangelho é tentar identificar dessas personagens que caminham por aqui o que que dessas personagens existe em mim? Para qual personagem que habita em mim esse evangelho tá falando? Com qual personagem esse evangelho tá falando e me trazendo possibilidades de eu modificar comportamentos nessa minha caminhada? Então vamos pensar, muitas vezes nós julgamos, sim, nós estamos julgando a todo momento, né? Observamos uma situação, analisamos, nem sempre com a profundidade necessária, porque muitas vezes nós desconhecemos todo o contexto que algum irmão que tenha caído em erro e equívoco tenha tenha envolvido para que pudesse chegar aquele erro. E nós fazemos o nosso julgamento, por vezes em silêncio, outra vez, outras vezes nós os expressamos. E aqui o alerta de Jesus começa com a

co tenha tenha envolvido para que pudesse chegar aquele erro. E nós fazemos o nosso julgamento, por vezes em silêncio, outra vez, outras vezes nós os expressamos. E aqui o alerta de Jesus começa com a prudência com que devemos julgar pessoas e acontecimentos. Porque analisar, colocar na balança, ver se aquilo foi bom, se aquilo não foi bom, se eu devo seguir, se eu não devo seguir, faz parte da nossa jornada. Devemos fazê-lo. Analisai tudo e retende o que é bom, diz Paulo. Não é? Então, sim. Mas a que Jesus tá se referindo quando ele fala pra gente ter prudência nesse julgamento para que nós não nos coloquemos na condição de condenar aquele que condena e submete ao sacrifício aqueles que nós condenamos ao castigo. Algumas vezes nós, alguns de nós, nem todos, mas olhamos pra vida e temos visto tantas coisas erradas que nós pensamos assim: "Não é possível que Deus não tá vendo essas coisas acontecerem. Não é possível que Deus não vai agir. Não é possível que algo não vai acontecer para mudar essa situação. E nós vamos nos impacientando, porque a a paciência é algo que nós precisamos trabalhar muito em nós, porque o tempo do criador é diferente do nosso, porque o criador age com amor. A lei é de justiça, amor e caridade. Mas a justiça do Criador só se implanta com amor e com caridade. E ele permite que o tempo haja, que o tempo atue, que o tempo trate, o tempo com as experiências que vão sendo vividas para que aqui que algo vá se transformando no coração daquele que errou. E nós que por vezes nos arvoramos de juízes, somos apressados. E a exemplo de Pilatos, submetemos a sacrifícios hoje morais, ao tempo de Jesus, físicos, mas hoje morais e condenamos os nossos irmãos diante de situações que nós sequer conhecemos. Esse é um primeiro apontamento de alerta de Jesus para nós nesse registro do Evangelho de Lucas. Nem todos aqueles que erram aqui na metáfora dos galileus são merecedores daqueles sacrifícios. Nem todos aqueles a quem apontamos são merecedores da nossa condenação.

registro do Evangelho de Lucas. Nem todos aqueles que erram aqui na metáfora dos galileus são merecedores daqueles sacrifícios. Nem todos aqueles a quem apontamos são merecedores da nossa condenação. Nós não conhecemos as histórias, nós não conhecemos os enredos da vida que daqueles que caminham conosco. Nós temos condições de fazê-lo. Os estudiosos vão nos dizer que todos aqueles que se arvoram como justiceiros e agem com a razão e não com o coração, praticando o mal, são tão criminosos quanto esses que apontam. Então, uma atenção para nós. Quando Emanuel diz a Chico Xavier que criminoso é todo aquele que não foi descoberto, pensemos o que que há de criminoso em nós ainda na nossa relação uns com os outros. Mas certa vez, numa atividade aqui na casa, nós sempre abrimos o evangelho, fazíamos a leitura do evangelho e a prece. E saiu o texto, eh, amor, amar os criminosos, piedade para com os criminosos, um texto assim do evangelho. E eu imediatamente na minha cabeça pensei nos outros. Quando o irmão que foi fazer a leitura, foi fazer a interpretação do evangelho, né, pediu na falou na interpretação e na prece também, pedindo misericórdia para com os nossos crimes. E eu levei um susto, falei: "Criminosa eu". E à medida que ele foi falando, fui me apercebendo desse limite teno que, por vezes, a minha vaidade, o meu orgulho me impede de perceber o crime, o erro que eu caio, que eu cometo, em nome de fazer uma justiça que não me compete. A mim compete fazer o bem no limite das minhas forças, como dizem os espíritos a Kardec. A mim compete dar o exemplo do melhor que eu puder ser nas minhas relações, mas a mim não compete julgar, condenar as atitudes e comportamentos daqueles que caminham comigo. Se eu puder corrigi-los com o meu modo de agir, que bom, estou sendo pescadores. Estou sendo pescador como Jesus. senão que eu saiba oferecer a caridade, a misericórdia de pelo menos o silêncio. Então aqui nessa primeira passagem nós temos o alerta de Jesus para que nós tenhamos prudência,

do pescador como Jesus. senão que eu saiba oferecer a caridade, a misericórdia de pelo menos o silêncio. Então aqui nessa primeira passagem nós temos o alerta de Jesus para que nós tenhamos prudência, para que nós sejamos cuidadosos. E aí ele fala em seguida: "Se não vos arrependerdes, perecereis todos do mesmo modo." Ora, nós falamos aqui que nós também cometemos os nossos erros, nós também cometemos os nossos enganos e devemos estar vigilantes com o comportamento de quem? com o nosso próprio. Eu gosto muito, certa vez lá na no Centro Espírita Caminho da Redenção, quando o Divaldo tava fazendo uma exposição, ele virou e falou assim: "Olha, ado, ado, ado, cada um seu quadrado". Que que ele tava querendo dizer com isso? que nós precisamos cuidar do jardim do nosso coração. Porque quando eu tô prestando atenção no jardim do coração do outro, eu tô permitindo que ervas da ninha cresçam no meu e eu não cuide. E sufoquem as boas plantas e matem as boas flores e frutos que ali estejam a nascer. E muitas vezes nós confundimos isso com egoísmo. E não é, nós vamos cuidando de nós, vigilantes do nosso próprio comportamento, do nosso modo de agir, para que nós possamos nos aperfeiçoar e sermos melhores na nossa relação uns com os outros. Então eu vou cuidando de mim para que eu possa ser melhor na minha relação com aqueles que estão ao meu redor, que jornadeiam comigo. E isso não é egoísmo. E quem sabe no meu esforço de ir me melhorando cada dia, de cuidando das ervas daninha do meu jardim, eu possa ser exemplo para aquele que está ao meu lado. Então, é importante nós observarmos que quando Jesus nos convida à prudência e a vigilância é sobre nós mesmos, não sobre os outros, não sobre aquele que está ao nosso lado. Orientar não é agir por, não é fazer pelo outro. Então, tenhamos cuidado nos nossos erros, diante dos nossos equívocos, saibamos olhar, saibamos analisar, saibamos avaliar e saibamos nos corrigir. Então, sim, uma segunda advertência de Jesus que ele nos convida. E nós vamos

os nossos erros, diante dos nossos equívocos, saibamos olhar, saibamos analisar, saibamos avaliar e saibamos nos corrigir. Então, sim, uma segunda advertência de Jesus que ele nos convida. E nós vamos encontrar essa referência também no livro dos espíritos e no livro Céu e Inferno, sobre a importância do arrependimento, reconhecermos que erramos. Mas antes de reconhecer que erramos, nós precisamos reconhecer que somos imperfeitos, que cometemos equívocos. Porque para aqueles de nós que acha que é perfeito, vai ter muita dificuldade nesse processo de aprendizado. Então, sim, erramos, ferimos os nossos irmãos de jornada, machucamos. Eu gosto muito da metáfora, né, do porco espinho, que vai se ajeitando, embo de tal sorte que o espinho de um não machuque o outro. Nós temos os nossos espinhos e nas nossas relações, nós vamos aprendendo a transformar esses espinhos. E enquanto eles não se transformam, nós vamos aprendendo a não nos machucar uns aos outros. Mas nos machucamos, erramos, caímos. E quando isso acontece, Jesus tá nos fazendo uma outra advertência. Sejamos humildes de coração para reconhecer o erro, para nos arrependermos. E aqui nós começamos a falar da penitência. Nós falamos que o nosso tema é convites providenciais. a penitência. Então, o nosso tema tá falando de um convite à providência. Providencial é o quê? É aquilo que é inevitável, é aquilo que faz parte da providência divina. Então, ao longo da nossa vida, nós temos alguns convites inevitáveis, alguns convites que provém, que emanam do Pai e alguns convites que nos convocam a penitência. E o que que é penitência lá no dicionário? Penitência é arrependimento. Penitência é remorço pelo erro que cometeu. Penit imposta para expiação de um erro cometido. E aí, didaticamente Kardec vai falar pra gente que é extremamente importante o nosso processo de reparação dos nossos erros e que esse processo de reparação implique em alguns estágios. o arrependimento, o remorço, o arrependimento, a expiação e a reparação, exatamente

ortante o nosso processo de reparação dos nossos erros e que esse processo de reparação implique em alguns estágios. o arrependimento, o remorço, o arrependimento, a expiação e a reparação, exatamente como nós encontramos no dicionário, a definição de penitência. Então, diante desse mundo, aonde nós estamos em aprendizado e quem está aprendendo comete erros. E para que a gente aprenda, como na pedagogia humana, nós precisamos voltar ao erro, revisitar o erro, não é isso? Nós recebemos uma prova corrigida pelo professor, erramos uma determinada questão. Como é que nós vamos aprender? Nós vamos voltar à questão errada e refazê-la para que nós possamos aprender. Então, é importante revisitar o erro, reconhecer e o primeiro passo desse processo, desses convites da vida, que são diversos, a penitência é o remorço. E na definição, na explicação que Kardec nos dá, é o precursor, aquele que vem antes do arrependimento. Primeiro sentimento de que fiz o que eu não devia ter feito. E por que que eu sei que eu não devia ter feito? Porque a minha consciência me aponta, porque eu sei o que é certo e eu não fiz o que era certo. Não fiz porque fui tomado pela minha vaidade, pela minha ira, pela minha cólera, pelo meu orgulho. Mas eu fiz o que não deveria ter sido feito. Eu infringi a lei divina. O primeiro sentimento na sequência, e essa é claro uma passo a passo didático, não é, pra gente entender. Nós vamos ter o sentimento do arrependimento, um pouco mais consolidado essa primeira consciência de que não deveria ter feito esse sentimento de vergonha. Olha, eu não sei se vocês já passaram por essa experiência diante de uma situação às vezes muito absurda ou de uma situação cotidiana, não precisa ser absurdo. E que às vezes as pessoas envolvidas têm atitudes equivocadas e você tá assistindo aquilo e começa a dar uma certa vergonha da atitude alheia. essa vergonha que por vezes nós temos com as nossas próprias atitudes. E que bom que nós as temos, que bom que a vergonha nos visita, que

do aquilo e começa a dar uma certa vergonha da atitude alheia. essa vergonha que por vezes nós temos com as nossas próprias atitudes. E que bom que nós as temos, que bom que a vergonha nos visita, que bom que o arrependimento nos visitou. Nós começamos, nós estamos na nossa caminhada de reconhecer, de fazer o movimento dos tempos que são chegados. Os tempos que são chegados são os tempos da mudança moral de cada um de nós. E que bom que nós nos arrependemos do que fizemos agredindo a lei divina, que é uma lei de amor, de caridade e de justiça, que é uma lei de fraternidade, que é uma lei de solidariedade. Que bom que essa vergonha vem nos visitar. incomoda, sim, incomoda, inquieta, às vezes nos faz parar um pouco. E é importante que essa parada seja para refletir. Seja uma parada como a de Saulo quando cai do cavalo. Fiz bobagem, estava equivocado. Não era assim que eu devia agir. OK, identifiquei. não vou ficar me martirizando. Então, o arrependimento não é martirizar-se. Aqui o convite providencial à penitência não é ficar martirizando-se, ferindo-se, não, desqualificando, não reconheci, entendi que não devo fazer e vou pro passo seguinte, vou espiar. E o que que é espiar? é purificar-me de equívocos, de crimes, de faltas cometidas. É a penitência. É, por vezes, aquele sofrimento que nos visita compensatório. A culpa aqui é a culpa no sentido de entender que eu sou responsável por algo de ruim que acometeu alguém ou perpetrei numa determinada situação. Esse sentimento que nos visita. E como é que eu vou espiar revisitando aquilo, tendo a oportunidade de corrigir? Vou tentar dar um exemplo. Uma certa vez o Arnaldo Rocha teve o seu escritório de contabilidade invadido e fizeram uma bagunça. Arnaldo Rocha era um amigo, né, de Chico Xavier e fizeram uma bagunça danada. no escritório e levaram levaram muitas coisas, levaram coisas valiosas. Nesse dia foi era dia de reunião no Centro Espírita que ele trabalhava junto com o Chico Xavier. E à noite ele foi para esse trabalho muito

io e levaram levaram muitas coisas, levaram coisas valiosas. Nesse dia foi era dia de reunião no Centro Espírita que ele trabalhava junto com o Chico Xavier. E à noite ele foi para esse trabalho muito triste, muito acabrunhado e o Chico pergunta para ele, Ronaldo, o que que houve? Que que aconteceu? Ele conta pro Chico que tinha acontecido esse esse episódio com ele e que ele tinha sofrido esse revés material. Chico fica em silêncio, olha para ele e daquele jeitinho dele diz: "Que bom, né, meu irmão?" Aí ele falou: "Como, Chico? Que bom! Que bom, que bom que você agora está devolvendo. Quantas vezes algumas experiências nossas aqui são para restituir, para devolver esses equívocos. Nós estamos no nosso processo, quando a gente fala, estamos num mundo de provas e expiações. Estamos num mundo para podermos devolver aquilo que vilipendiamos, aprender a valorizar aquilo que não valoramos ao seu tempo. Estamos tendo a oportunidade de fazer direito o que não fizemos da primeira vez. Estamos tendo a oportunidade de agir com coração, como não fizemos da primeira vez, convites à penitência, convites da providência do Pai para que nós possamos restituir, porque ao término do remorço, do arrependimento, do processo de de expiação, nós temos a reparação. reparar, cicatrizar, refazer pontes, refazer elos. A reparação consiste em fazer o bem naquela situação em que antes fizemos o mal. Porque aprendemos, porque aproveitamos a oportunidade de aprender a necessidade do bem em nós, porque estamos começando a reconhecer que este é o caminho ensinado por Jesus. Um caminho que vai nos provocar dores pela nossa gordura de defeitos morais. Eu gosto muito dessa metáfora quando fala que a porta estreita que Jesus nos apresenta é porque é aquela porta que a gente tem que ir se dispondo, tirando, cortando tudo que é a excesso que não é bom em nós, que não é do bem em nós, que não é digno em nós. Por isso, a porta exige que a gente passe fininho com o essencial que há em nós, que é o quê? o bem,

ortando tudo que é a excesso que não é bom em nós, que não é do bem em nós, que não é digno em nós. Por isso, a porta exige que a gente passe fininho com o essencial que há em nós, que é o quê? o bem, a bondade, a amorosidade, sendo capaz de nos desapegarmos desses defeitos morais que ainda habitam em nós e nos dificultam dizer sim para esses convites providenciais da penitência, colocando em cheque o nosso orgulho, a nossa vaidade, o nosso egoísmo, nos convidando a termos atitudes de fraternidade, de solidariedade. Vamos olhar paraas nossas vidas, vamos tentar identificar esses convites de Deus na nossa jornada, nos dando a oportunidade, diante de reconhecermos os nossos erros, repará-los. refazê-los. Nós estamos aqui nessa caminhada, meus irmãos, para aprendermos a amar, para parar de ficarmos nos ferindo, para cuidarmos uns dos outros. Esse é o nosso processo. Aquilo que tá sendo difícil em nós ainda é difícil pela gordura de imoralidade, de trevas que nós carregamos. Nós vamos nos entregar a essas experiências com o propósito de aprender, de crescermos, de fazermos outras escolhas, de acertarmos o alvo. E nós sabemos como fazer, porque tá tudo aqui inscrito na nossa consciência, qual é o caminho? E quando às vezes a gente se equivoca, Jesus está ao nosso lado a nos relembrar. caminho sou eu. Eu sou o caminho. Olha pro meu modo de agir, faz igual. Por isso que Jesus fala da importância do arrependimento nessa passagem aqui de Lucas, que nós possamos nos permitir reconhecer os nossos erros e seguirmos em frente para corrigir, para acertar. Essa é a oportunidade que nós estamos vivendo nessa jornada. Nós estamos aqui para refazer os nossos caminhos, para reparar os nossos enganos, para lidar com aqueles que ferimos e magoamos e poder restituir, não sermos mais os criminosos de outrora. Esse é o convite para nós dessa tarde, que nós tenhamos a coragem de dizer sim para essa oportunidade que Deus nos oferece todos os dias. E agradecidos por mais esse tempo juntos de reflexão,

outrora. Esse é o convite para nós dessa tarde, que nós tenhamos a coragem de dizer sim para essa oportunidade que Deus nos oferece todos os dias. E agradecidos por mais esse tempo juntos de reflexão, de estudo do evangelho de Jesus. Vamos mais uma vez buscar a sua presença para agradecer por esses breves momentos e nos colocarmos à disposição paraa próxima etapa do nosso tratamento que se consuma no passe, que se concretiza no passe, né? a culminância desse nosso momento aqui, recebendo as energias que necessitamos para continuarmos a nossa jornada no dia de hoje. Querido mestre, nós agradecemos o amparo dos nossos amigos espirituais que amorosamente cuidaram para que tivéssemos aqui nessa tarde. Fortaleça em nós o propósito de sermos melhores. Fortaleça em nós a consciência de que temos todos os recursos que necessitamos para essa nossa jornada de transformação. Fortaleça em nós o propósito de fazermos todo o bem que estiver ao nosso alcance. Abençoa, Senhor, cada irmão, cada irmã aqui presente, encarnado e desencarnado. Abençoa suas famílias, seus entes queridos. Proteja-os no retorno aos seus lares, às suas moradas, no plano espiritual e que possamos, ao retornar paraas nossas casas, sermos lá um pouquinho melhores do que quando de lá saímos. E com a sua permissão, nós damos por encerrado este momento de encontro aqui nesta abençoada casa, te pedindo, mestre, que permaneça conosco hoje e sempre. Que assim seja, meus irmãos. casa pede que nós façamos alguns recados e dentre eles a comunhão, ela está fazendo uma campanha de recebimento de doações para sexta, de itens para sexta, que serão entregues às famílias que são assistidas aqui na nossa casa, né? São 300 famílias. Então, aqueles que puderem doar, nós temos aqui ao lado o nosso almoxarifado. Podem procurar para ver quais são os itens que têm necessidade para dentro das suas possibilidades, né? Se puderem fazer a doação, será muito bem-vindo para compor essas essas cestas. E relembramos também que a casa oferece o serviço de

itens que têm necessidade para dentro das suas possibilidades, né? Se puderem fazer a doação, será muito bem-vindo para compor essas essas cestas. E relembramos também que a casa oferece o serviço de atendimento fraterno a aqueles irmãos que desejarem conversar um pouco, falar um pouco de si, compartilhar um pouco as suas dores. Dor compartilhada, né? É aquela dor que a gente vai aliviando. Então, o atendimento fraterno é um é uma é uma oferta de um serviço de um seru, aquele serineu que ajuda o Cristo a carregar a sua cruz. Então, o atendimento fraterno está disponível na nossa casa pela manhã, à tarde, à noite, de segunda a segunda em horários diversos. E quem tiver interesse, quiser saber um pouco mais aqui na nossa recepção integrada ou no balcão do atendimento fraterno, pode ter acesso aos horários para que nós possamos nos ajudar uns aos outros e nos fortalecer na nossa jornada. Fiquem em paz, uma ótima semana e um ótimo mês para todos nós. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e

rdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos

vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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