TEMA LIVRE - Patrícia Melo [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> เ Senhor, estou aqui para agradecer. [música] >> Boa noite. Boa noite, gente. Boa noite, [risadas] queridos. Sejam bem-vindos mais uma vez à nossa casa, Comunhão Espírita de Brasília. E vamos iniciar com uma prece e depois passaremos à nossa conversa, ao nosso diálogo de hoje, cujo título será, nós vamos falar hoje de hábitos, de mudança de hábito. E o título da nossa palestra é a evolução impõe mudança de hábito. Mas vamos, antes de mais nada fazermos a nossa prece, eu convido aos que estão aqui presentes e aos que estão também em seus lares. Em tempo eu cumprimento todos os que estão nos assistindo pelas mídias da comunhão espírita de Brasília, que possam estar bem, que possam ter momentos de alegria, de reflexão, porque quando a gente vai falar do evangelho do Cristo, a gente tem que lembrar sempre de que é com alegria que a gente fala dele, né? É com a alegria que a gente recorda os ensinamentos dele, é com a alegria que a gente se inspira pra gente ser melhor. Então, nada de tristeza. Vamos agora com muita gratidão no coração, fechar os nossos olhos, acalmar os nossos corações, a nossa respiração. Então, peço que se sentem confortavelmente tentem fazer com que esse momento seja um momento de paz interior, que independente do que está acontecendo lá fora nas nossas vidas, nesse momento agora, nós reservemos os minutos que se seguirão, essa quase uma hora que nós teremos juntos, eh, para nós mesmos, que nós possamos permitir que a espiritualidade amiga consiga se aproximar de cada um de nós, consiga nos intuir, consiga nos acolher, consiga nos aconselhar. que nesses breves minutos de recordação dos ensinamentos do Evangelho do Cristo, nós nos sintamos mais conectados com o nosso próprio mentor espiritual, com o nosso anjo da guarda ou guia ou qualquer que seja o nome que vocês queiram dar ao seu mentor espiritual, que nós sintamos a presença deles, que sintamos a conexão deles conosco e que nós nos permitamos
osso anjo da guarda ou guia ou qualquer que seja o nome que vocês queiram dar ao seu mentor espiritual, que nós sintamos a presença deles, que sintamos a conexão deles conosco e que nós nos permitamos por meio dessa conexão, aprender o melhor que este momento tem a nos oferecer. E assim, Mestre Jesus, com muita gratidão nos nossos corações, nós pedimos a permissão para darmos início a esses trabalhos da noite de hoje na primeira parte com essas reflexões, com essa conversa, eu chamo de conversa fraternal e na segunda parte através do passe, que nós já estejamos sendo preparados, acolhidos, estejamos recebendo os melhores fluidos possíveis para nos curarmos, nos revigorarmos. do dia a dia, dos nossos desafios, das nossas lutas lá fora e que nós possamos sentir a tua presença, não só aqui neste ambiente, mas quem nos assiste em casa, mas que principalmente sintamos a tua presença no nosso próprio coração. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos, muito bom rever vocês, muito bom estar aqui de volta. Eh, essa é a primeira palestra que eu faço aqui na comunhão espírita. em 2026, né? A minha palestra de quinta-feira, eh, no mês de janeiro, eu estava de férias, estava viajando, então pedi para trocar e vamos começar o ano, então, né? cheios de alegria, de vontade de que seja um ano melhor, um ano novo, um ano diferente, um ano em que nós daremos o melhor de nós mesmos para avançarmos, porque estamos aqui para isso, para avançarmos espiritualmente. Então essa essa fala de hoje, ela vem justamente corroborar com esse sentimento de recomeço, de reinício, né, de ano. E eu tirei desse livrinho do Pensamento e Vida, que aliás o meu já tá todo capengando aqui, porque eu gosto muito desse livro, que é um livrinho em que Chico Xavier, né, psicografou algumas mensagens de Emanuel e no capítulo 20 deste livro, cujo título é apenas a palavra hábito, gente, assim, é de uma preciosidade. Claro que tem como a ao estilo Emanuel um monte de puxada de orelha aqui pra
sagens de Emanuel e no capítulo 20 deste livro, cujo título é apenas a palavra hábito, gente, assim, é de uma preciosidade. Claro que tem como a ao estilo Emanuel um monte de puxada de orelha aqui pra gente, mas é um capítulo muito interessante pra gente repensar e refletir sobre os nossos hábitos, enquanto não só eh seres que fazem parte dessa sociedade eh atual, contemporânea, mas principalmente como espíritos que estão eh vivenciando uma experiência material breve, passageira, mas que carregam em si o muitas vezes a repetição de várias e várias e várias e várias reencarnações. Então, Emanuel fala dessa trajetória do espírito. E claro, pra gente mudar um hábito que vem já muitas vezes, eu vou usar o termo que a gente usa na linguística aplicada, que é um é fossilizado, né? hábitos que já estão fossilizados em nós, ou seja, automatizados, que a gente faz sem nem perceber, sem refletir, sem mesmo ter a consciência de que estamos fazendo, é preciso mudar eh muitas vezes virar uma chave dentro de nós. E ele fala sobre essa mudança de hábito do espírito. Então, a gente vai falar um pouquinho sobre isso. Mas antes de entrar no capítulo em si, eu queria só ressaltar que Emanuel, no início desse livro, né, que se chama Pensamento e Vida, ele fala que ele ele conta, né? E outro dia eu dava uma palestra também sobre esse um outro capítulo desse mesmo livro e eu falava para pras para todo mundo, né, que eu sou muito fã desse livrinho. É um livrinho pequenininho, mas é um livrinho que tem muitos ensinamentos muito interessantes pra gente. E Emanuel revela que do outro lado, né, nós estudamos quando nós estamos fora da matéria. Nós fazemos isso inclusive todas as noites, né? Todas as noites o nosso corpo físico descansa, o nosso espírito vai, né, aonde está o nosso pensamento, né, onde estiver o seu pensamento, lá estará, né, o seu tesouro. Então, eh, o nosso espírito vai fazer coisas ou se se aproximar de pessoas ou buscar conhecimento ou buscar trabalho ou buscar outras cocitas mais,
iver o seu pensamento, lá estará, né, o seu tesouro. Então, eh, o nosso espírito vai fazer coisas ou se se aproximar de pessoas ou buscar conhecimento ou buscar trabalho ou buscar outras cocitas mais, né, eh a depender do que a gente esteja vibrando e pensando. Então ele diz que quando a gente tá fora da matéria, a gente estuda e principalmente quando a gente tá é para reencarnar, né? Quando a gente tá se preparando para reencarnar. Então todos nós que estamos aqui reencarnados passamos por um um período em que a gente estava se adaptando para voltar. E se adaptar para voltar é mais difícil do que partir daqui para retornar para casa. Embora, obviamente, quando nós estamos reencarnados, nós não pensamos dessa forma. Achamos que a morte eh é o pior que pode nos acontecer, quando na verdade essa passagem, né, essa apenas essa passagem de um plano pro outro, é uma viagem que nós já fizemos muitas e muitas vezes. É como eh despedir-se de um lugar onde morávamos e irmos morar em outro lugar. É pro espírito é só uma transição de horas. Estamos no plano físico, hora estamos no plano espiritual. Mas quando nós estamos lá, estamos nos preparando para voltar, nós sabemos que aqui encontraremos muitos desafios, muitas provas, porque afinal de contas esse aqui é um planeta escola. É um, para alguns um planeta escola, para outros um planeta hospital, para outros ainda um planeta prisão. E não raras vezes, em várias situações diferentes da nossa vida, a gente passa pela experiência de cada um desses dessas esferas, né? E ele fala que do outro lado ele diz assim, ó: "Perguntou-nos com coração um amigo se não possuíamos algum livro no plano espiritual suscetível de ser adaptado às necessidades da Terra. Então, alguém pergunta para ir mano, tem algum livro aí que vocês estudam enquanto vocês estão se preparando para reencarnar, que a gente possa adaptar e utilizar aqui como um guia, um roteiro, né? Porque nós adoramos esses roteiros, essa receita de bolo pronta, né? Se alguém puder
vocês estão se preparando para reencarnar, que a gente possa adaptar e utilizar aqui como um guia, um roteiro, né? Porque nós adoramos esses roteiros, essa receita de bolo pronta, né? Se alguém puder mastigar alguma coisa, entregar pronto, a gente fica feliz da vida. Então, algum espírito ousado perguntou isso para Emanuel e Emanuel responde para ele exatamente o que está contido nesse livro. E ele diz assim: "Algumas páginas, né, o espírito continua dizendo para ele, ah, algumas páginas que falassem ao espírito dos problemas do espírito, algo leve, algo rápido que conden condensasse os princípios superiores que nos orientam à rota". coisa simples que ele queria, né? O nome disso era uma cartilha, né? Tem uma cartilhazinha aí para nos orientar a rota, para dizer pra gente o que que a gente deve fazer. Eh, e aí Emanuel diz, Emanuel diz: "E lembramo-nos, por isso, da singela cartilha falada de que dispomos em nossas tarefas junto aos companheiros em trânsito para o berço, ou seja, aqueles que estão se preparando para reencarnar, para voltar, utilizada em nossas escolas de regeneração entre a morte e o renascimento. Ou seja, gente, né? Essa é a fofoca do mundo espiritual mais maravilhosa que a gente precisava ouvir nos últimos tempos. Ele chama esse livrinho Pensamento e Vida, de uma cartilha com um roteiro fácil, simples, singelo, de orientações para quem está retornando à matéria, retornando à vida aqui na Terra. Então ele continua aqui dizendo que são anotações humildes que repontam do cérebro como flores que rebentam do solo, sem pertencerem no fundo ao jardim que a a jardim que as recolhe, porem da bondade de Deus, que conjuga o sol e a gleba, a fonte e o ar, o adubo e o vento, para nelas estilar a cor e a forma, a beleza e o perfume. Então ele fecha dizendo para esse amigo espiritual, tem mais coisas aqui, mas eu vou ler só essa parte, ele fecha dizendo: "Eis aqui, portanto, adaptada quanto possível ao campo do esforço humano, a nossa cartilha simples." Então, dá até gosto, né, da
tem mais coisas aqui, mas eu vou ler só essa parte, ele fecha dizendo: "Eis aqui, portanto, adaptada quanto possível ao campo do esforço humano, a nossa cartilha simples." Então, dá até gosto, né, da gente pegar uma cartilha dessa, um livro como esse para estudar. Cada capítulo desse enseja uma série de de sabedorias e de conhecimentos e de orientações para nós nos guiarmos aqui na Terra. Então, é Emanuel que está chamando este pequeno livro de cartilha para aqueles que estão entre a morte e o renascimento, entre aqueles que passaram pelas escolas de regeneração. Gente, eu fico me perguntando, será que a gente foi nessa aula, né? Será que a gente nessa escola aí de regeneração, a gente tava estudando essa cartilha? Porque quando a gente começa a ler, tem um bando de coisas que eu acho que a gente chegou aqui e esqueceu tudinho. Então vamos recordar, né? E esse capítulo 20 tem uma um monte de capítulos muito legais, cada um fala de um assunto diferente. E esse capítulo 20 fala então sobre hábito. E aí eu fui pesquisar um pouquinho, né, sobre essa coisa dos hábitos e tava conversando com a inteligência artificial e perguntando sobre quanto tempo a gente precisa para de fato mudar um hábito. A gente cresceu ouvindo, eu não sei se vocês, mas eu ouvi a vida inteira que a gente precisa. Vamos ver quem sabe quantos dias para fazer uma mudança de hábito. Quanto? 21, viu? Para quem tá em casa, não ouviu aqui o o auditório disse uníssono 21. E aí, né? Se não for verdade, não culpem a mim se é inteligência artificial. Segundo ela me disse que isso é um mito. E eu perguntei: "De onde que saiu então isso?" E ela me disse que é um mito, porque essa ideia se originou apenas das observações clínicas de um cirurgião plástico. Deu até o nome do infeliz, falou que se chama Maxwell Muss. E falou que ele observando, né, eh, os seus pacientes, mas observando apenas sobre a adaptação à nova aparência. Então, é um recorte muito específico, né? como é que as pessoas conseguiam se adaptar, em quanto
ue ele observando, né, eh, os seus pacientes, mas observando apenas sobre a adaptação à nova aparência. Então, é um recorte muito específico, né? como é que as pessoas conseguiam se adaptar, em quanto tempo as pessoas conseguiam se adaptar à sua nova aparência. Então ele não chegou a fazer estudos comportamentais, eh não fez nenhum tipo de pesquisa mais aprofundada sobre comportamento humano. Ele tentou apenas, por observação, indicar que as pessoas levavam em torno de 21 dias para se adaptarem a essa nova aparência, a esse a essa nova visão que estavam tendo ali diante do espelho. E nós ficamos com essa continha aí, ficamos com esses 21 dias como informação a vida inteira. Eu escutei a vida inteira que basta para você mudar um hábito, você eh fazer repeti-lo, né, durante 21 dias. E aí vocês acham que são quantos dias, na verdade? Hã, a coisa ficou um pouquinho pior pra gente. Não são só 21, não, né? 21 já é difícil. Para quem tá querendo mudar de hábito, vai fazer uma alimentação saudável, bem certinha, nos horários, bonitinho por 21 dias. Não é fácil. Vai deixar de fazer alguma coisa que você fazia com frequência por 21 dias certinho. Não é fácil. Mas ele diz aqui que mudar um hábito leva em média 66 dias para se tornar automático. E isso com um intervalo que pode variar entre 18 a 254 dias. [risadas] Ou seja, dependendo do hábito que você queira mudar, pode levar quase aí um ano inteiro, 254 dias, repetindo este hábito para que ele se torne automático. Ele se baseia aqui, segundo os a pesquisa, na University College London e diz que esse estudo eles mostram, né, essa média de automatização de 66 dias, desmistificando aquele prazo lá dos das três semanas, né, dos 21 dias de observação. Então isso aqui são estudos mesmo. Aí, claro, né, gente? A gente sabe que é quando a gente tá falando de mudança de hábito, a gente pode estar falando desde um hábito muito simples, que pode ser qualquer hábito, né? Sei lá, eu preciso beber mais água ao longo do dia, eu preciso beber eh 2 L de água,
o de mudança de hábito, a gente pode estar falando desde um hábito muito simples, que pode ser qualquer hábito, né? Sei lá, eu preciso beber mais água ao longo do dia, eu preciso beber eh 2 L de água, só bebo um. Então, é um hábito um pouco mais simples, né? Você bota ali uma garrafa, principalmente aquelas que tem o marcador direitinho na sua frente, na sua mesa de trabalho, em casa, e você vai conseguir se adaptar. Mas já imaginaram outros tipos de hábito, outros tipos de hábitos que a gente tem, que às vezes são hábitos muito complexos, né? Eh, para que a gente possa fazer com que vire uma rotina? E a gente vai conversar um pouquinho sobre eles hoje, não querendo desanimar ninguém. pelo contrário, né, querendo estimular. E eu também sou uma dessas que preciso mudar vários hábitos. Aí, antes de entrar no que Emanuel fala lá no livro, nesse livro, né, no livro Pensamento e Vida sobre essa questão do hábito, eh, eu vou fazer um parêntese. E olha como é que é a espiritualidade. Eu quando cheguei, sentei ali, eu sempre faço isso, pego um livro ali e abro aleatoriamente para ver assim uma mensagem também para eu me harmonizar e para iniciar a energia da noite de hoje. Aí eu peguei esse livrinho aqui que eu também gosto, tá sempre aqui em cima, Receitas para a Alma, que é da irmã Sedofô. E aí caiu no capítulo que quando eu terminar a palestra vocês vão entender que casou direitinho ao link. Eu deveria, né, se não fosse a minha ansiedade, deixar para ler lá no final, porque vai casar direitinho. Mas estô ansiosa para contar isso para vocês. Caiu um item que fala assim: confie no bem. E a mensagem de irmã se for é exatamente casada com a contextualizada com o tópico de hoje sobre mudança de hábitos. Só que ela vai falar não desses hábitos mais simples que a gente pode transformar eh em poucos dias. como eu dei o exemplo de beber água, ela vai falar de hábitos muito mais enraizados em nós, muito mais profundos, que às vezes nos acompanham não só nesta encarnação, mas que acompanham o nosso
dias. como eu dei o exemplo de beber água, ela vai falar de hábitos muito mais enraizados em nós, muito mais profundos, que às vezes nos acompanham não só nesta encarnação, mas que acompanham o nosso espírito em várias encarnações. E é por isso que os espíritos nos falam que a chave da evolução é o autoconhecimento, que a gente só consegue se melhorar quando a gente se conhece, porque é fácil eu apontar o que que o outro tem de hábito, o que que o outro tem de costumes, mas é difícil perceber em mim o que que eu tenho, sobretudo quando é um hábito negativo, mas ainda quando é um hábito que afeta mais aos outros. que estão perto de mim do que a mim mesma. Então ele diz assim: "Confie no bem". E aí começa com um trecho de Mateus. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz. Linda essa passagem de Mateus. Tá no capítulo 6, versículo 22. E a mensagem de irmã se dufô é: "Não amontoue mais sofrimento, permitindo-se a fixação nas faixas pessimistas". E na hora que eu comecei a ler, eu falei: "Caramba, sempre cai casado com que a gente tá estudando, com o que a gente vai falar hoje, né? Porque veja vocês, um dos hábitos que nós, infelizmente, temos e que temos que estar sempre atentos é essa fixação muitas vezes em faixas mais pessimistas. É só a gente tá à beira de uma decisão, de um problema muito sério, de um desafio que a gente começa, mas e se e se acontecer tal coisa? E si, a gente vai sendo tomado por uma ansiedade, às vezes por um medo que paralisa, que evita às vezes que a gente tome a melhor decisão. A gente ocupa os nossos pensamentos, a nossa mente com préocupações de coisas que a gente nem sabe se vão acontecer ou não, que as muitas vezes não são reais. E aí, meus queridos, ela diz assim: "Eh, há comentários chavões da rotina que funcionam como códigos de destruição e ruína para as aspirações superiores. Então, muitas vezes nós repetimos, repetimos, ou seja, nós temos o hábito de usar, como ela diz aqui, eu vou usar a mesma palavra, códigos, né? Comentários
uição e ruína para as aspirações superiores. Então, muitas vezes nós repetimos, repetimos, ou seja, nós temos o hábito de usar, como ela diz aqui, eu vou usar a mesma palavra, códigos, né? Comentários xavões. Ah, mas eu não vou conseguir não. Ah, mas isso é muito difícil. Ah, se fosse fulano conseguiria, mas eu é muito difícil que eu consiga isso. É pouco provável. Ou seja, muitas vezes esse esse autoboicote, né, esse pessimismo ou essa essa vibração de uma maneira que nos coloque para baixo, né? Muitas vezes nós temos o hábito de fazer isso conosco em menor ou maior proporção. Há pessoas que têm isso muito há outras que pouco, mas de menor ou maior proporção, muitos de nós vivemos isso, né? E aí diz assim: "Aprenda a analisar os focos promissores de tudo e de todos, queridos. Tudo, tudo, tudo. Qualquer situação, qualquer mudança, qualquer nova circunstância, qualquer situação que nós vivamos na vida, seja ela positiva ou negativa, né? a princípio aos nossos olhos. Pode ser uma situação de eh de dificuldade, desafio com relação à relação interpessoal, pode ser uma doença, pode ser uma situação financeira, um desafio financeiro, qualquer situação. Se nós usarmos essa premissa, aprenda a analisar os focos promissores, nós vamos ver que tudo vem pro nosso aprendizado, tudo vem para nos ensinar. E com qualquer situação nós podemos aprender. Então, olhando por esse lado, até as piores coisas que a gente imagina que podemos passar ou que eh possamos estar passando no momento são situações que são passageiras, que vão passar e com elas ficará um aprendizado. Ou seja, há ganho em tudo, até naquilo que a gente acha que é o pior. A ganho, a ganho, a crescimento. E você não consegue essa nobre semeadura nas verbalizações. Olha o que ela tá falando. Ela tá falando do hábito de verbalizar muitas vezes coisas negativas. E ela tá falando, se você não consegue eh essa nobre semeadura nas verbalizações, preserve a sua paz interior no silêncio, defendendo-se das pragas magnéticas disseminadas por toda parte.
s negativas. E ela tá falando, se você não consegue eh essa nobre semeadura nas verbalizações, preserve a sua paz interior no silêncio, defendendo-se das pragas magnéticas disseminadas por toda parte. Gente, isso é tão sério. As nossas palavras, o que a gente pensa também, às vezes a gente não chega a verbalizar, mas os nossos pensamentos eles são eh tomados. Muitas vezes eles têm forma, né? Como já disse várias vezes para vocês aqui nas nossas palestras, o nosso pensamento ele tem forma, ele tem cheiro. E é assim que muitas vezes os espíritos sabem quem somos. Muitas vezes pelos pensamentos que nós estamos emitindo, pelas vibrações que nós estamos emitindo. Se esse pensamento tem forma, tem cor, nós estamos também muitas vezes tomados por pelo que ela chama aqui de pragas magnéticas que são disseminadas por toda parte. Então depende de nós essa, vou usar, né, o termo asepsia magnética através dos nossos pensamentos, através das nossas palavras. E isso é uma mudança de hábito das mais complexas. Observar o que eu estou pensando e o que eu estou emitindo diariamente. Porque o que eu penso eu estou emitindo para mim mesma, né? Eu estou ouvindo o tempo inteiro. Eu estou captando. Às vezes eu estou captando, mas eu estou internalizando aquilo como uma verdade, né? Eu estou captando às vezes até do plano espiritual. Nós temos amigos e nós temos também desafetos no plano espiritual. Como nós passamos por muitas trajetórias, muitas experiências na vida, em várias e várias vidas, em várias e várias existências, nós, né, não fomos sempre o lírio do campo que somos hoje, né? Hoje somos lindos, maravilhosos, perdoamos, não é verdade, queridos? Amamos intensamente, não é verdade, queridos? Não praticamos o mal, não falamos mal de ninguém, não pensamos o mal, não é verdade, queridos? Mas nem sempre fomos assim. Portanto, nós angareamos aí alguns companheiros que nos observam, no mínimo, que nos cobram muitas vezes sobre essa mudança de hábitos. E ela fala que a gente só vai conseguir mudar isso quando a gente
ortanto, nós angareamos aí alguns companheiros que nos observam, no mínimo, que nos cobram muitas vezes sobre essa mudança de hábitos. E ela fala que a gente só vai conseguir mudar isso quando a gente tiver essa nobreza de semeadura nas nossas verbalizações. O que nós estamos verbalizando e pensando, nós estamos semeando, estamos plantando. E a colheita vai ser feita, adivinha, por quem? Por nós mesmos. Se eu estou me boicotando muitas vezes com pensamentos eh pessimistas, achando que eu não vou dar conta, que eu não sou capaz, me martirizando por algum erro que eu tenha cometido no passado ou qualquer situação desse gênero, eu estou baixando a minha vibração, estou atraindo essa mesma faixa vibracional, né, pensamentos nessa mesma faixa vibracional e, portanto, eu não vou conseguir que a minha vida mude, porque na verdade Não é a vida que muda, né? Aqui nesse mesmo livro, Emanuel, no capítulo 1, fala que o pensamento é o espelho da vida, que se você realmente quiser saber em que faixa vibracional você está, você precisa observar seus pensamentos. Então, Emanuel fala isso aqui no capítulo um, que se chama justamente espelho da vida, que a nossa mente é o espelho, os nossos pensamentos são o espelho de nós mesmos. E aí ela diz: "Assuma consigo mesmo compromisso de elevação pela postura vigilante e pelo pensamento alinhado com o bem". Então, é a tentativa incessante, né? a tentativa incansável de nós nos alinharmos primeiro, vigiarmos os nossos pensamentos, as nossas atitudes, mas principalmente nos alinharmos com pensamentos do bem. Quando nós saímos da nossa casa, do nosso trabalho, estamos aqui num lugar como esse, né? Nós já estamos nessa tentativa de nos alinharmos com bem, porque por mais que ao longo do dia nós tenhamos nos desalinhado de alguma forma, né? Eh, eu brinco lá no setor que eu trabalho, trabalho, graças a Deus, com pessoas muito queridas e a gente se dá muito bem, mas a gente lida com várias situações, problemas que a gente tem que eh encontrar soluções
o lá no setor que eu trabalho, trabalho, graças a Deus, com pessoas muito queridas e a gente se dá muito bem, mas a gente lida com várias situações, problemas que a gente tem que eh encontrar soluções diariamente. E eu brinco com eles, eu falo: "Ai, gente, passa o final de semana, eu falo: "Gente, voltei com chakras tudo alinhadinho, tá uma maravilha, não desalinha meus chakras, né?" E no primeiro problema eu falo: "Gente, não tem meia hora, já desalinhou tudo, né?" né? Então a gente brinca assim lá no trabalho e e é verdade quando você fala assim que esse compromisso da vigilância é seu. Não é porque você tá no local A, B ou C que, ah, os outros são responsáveis pelo que eu tô vibrando baixo. Você pode estar no com a flor de lótos no meio do pântano e você pode emitir uma flor linda, né? Você pode semear flores onde você estiver. E essas flores são semeadas pelos nossos pensamentos. Os nossos pensamentos t forma, tem cheiro, tem cor, formas pensamento. Se você tiver sempre pensando no bem ou sempre tentando se alinhar com bem, Patrícia, como é que eu faço para me alinhar com bem? Eu posso ouvir uma música que eleva a minha vibração, né? Não essas que vocês ouviram aí no carnaval, né? que dançaram até o chão. Não, não essas. Vocês têm que se alinhar com músicas de altíssima vibração. A música, ela é um conector dessas vibrações mais elevadas, né? Então, eh, eu tô brincando, mas, né, cada um tem seu estilo, mas não é uma questão. A gente ouve músicas que às vezes nos tocam coração e para cada um é uma música diferente. Para um é uma música clássica, para outro é uma música que a mãe cantava na infância, uma música que eh lhe recorda ou faz reviver momentos que eram de muita fraternidade, de amor trocado ali com você e com a sua genitora. Outras vezes são, sei lá, né? Tem gente que gosta de músicas. Eh, até os hinos dos nossos irmãos evangélicos tem hinos maravilhosos, lindíssimos. Os hinos das igrejas católicas, as músicas que são aqui da nossa doutrina espírita, né? Eu amo escutar e Vanessa. Quando eu
os hinos dos nossos irmãos evangélicos tem hinos maravilhosos, lindíssimos. Os hinos das igrejas católicas, as músicas que são aqui da nossa doutrina espírita, né? Eu amo escutar e Vanessa. Quando eu ouço a vozinha, né, deles dois, nossa, com onde eu estiver eu chegar, me derreto, né? uma te eleva a vibração imediatamente, né? Quem não conhece, procure Vanessa. E a gente tem várias várias eh cantores também que cantam a doutrina espírita, né, de de forma musicada. E pode ser qualquer coisa, mas aquela vibração quando ela vem carregada do bem, ela nos faz também elevar as nossas vibrações, né? ou ler um bom livro, ler uma leitura edificante, ler o Evangelho Segundo o Espiritismo, que cada vez que a gente abre é um ensinamento como se a gente tivesse conversando com Cristo, né? Os espíritos nos traduzem os ensinamentos do Cristo através do Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, existem muitas formas de nós alinharmos os nossos pensamentos com bem e mudarmos hábitos de pensamentos que nós temos, que às vezes nos acompanham há muito tempo. E aí ele, ela diz, a irmã Sidufo ainda completa dizendo: "Ore quando você oscilar no seu equilíbrio, porque nós vamos oscilar. Não tem como a gente dizer que a gente vibrou alto aqui, ficou o resto da encarnação todinha vibrando alto. Nunca mais ninguém nos tirou do sério, nos desestabilizou. Nunca mais a gente se, né, cometeu o diso liso de fazer uma fofoquinha ali, né, uma conversinha com lá, né? Então, eh, a gente vai oscilar porque ainda esses hábitos não estão automatizados em nós. Um dia, como nós estamos aqui vivendo várias experiências nesse planeta escola, um dia nós viveremos com esses hábitos de pensamentos, de palavras, de sentimentos e de ações que serão totalmente automáticos no bem. não haverá outra possibilidade. Ninguém vai pensar eh em escolher, né, se eu se eu pratico bem ou se eu fico em casa comendo pipoca. Ninguém vai pensar isso, né? Porque os espíritos quanto mais evoluem mais trabalham. e trabalham não para o seu benefício. Os espíritos,
, se eu se eu pratico bem ou se eu fico em casa comendo pipoca. Ninguém vai pensar isso, né? Porque os espíritos quanto mais evoluem mais trabalham. e trabalham não para o seu benefício. Os espíritos, quanto mais evoluem, mais trabalham em benefício da coletividade, do todo, por entendermos que nós todos somos um, que nós todos somos filhos do mesmo pai, que nós todos somos oriundos da mesma criação divina, nós somos centelhas, somos pedacinhos dessa criação. Então a gente quando evoluir a gente vai conseguir entender finalmente o que Jesus falava da gente se amar uns aos outros como a gente ama a gente mesmo. Porque se o outro é uma centelha divina, o outro é uma centelha divina, o outro é uma centelha divina, o outro é uma centelha divina, então todos nós somos parte da de todos os predicados que Deus tem. E ele é infinita bondade, infinito amor, né? Então, nós todos temos isso dentro de nós, mas nós ainda estamos praticando viver, respirar, pensar e fazer o bem. Se a gente oscila entre, ah, eu tenho a opção de fazer o bem nesse sentido aqui, seja o que for, e fazer o bem pode envolver algo material ou não, um trabalho voluntário ou não, ouvir uma pessoa que tá precisando, aconselhar alguém, escutar. É, às vezes as pessoas só precisam que a gente escute. Então tem várias formas de fazer o bem em todo lugar. Irmã Sedufor diz: "O otimismo é aura da saúde e da alegria só, não tem como eu ser feliz, não tem como eu ter saúde plena se eu não vibrar em pensamentos de otimismo. Vai dar certo. Não deu agora, mas vai dar certo. Logo mais vai dar certo", né? E aí ela diz: "Otimismo é a aura da saúde, da alegria para os acontecimentos de todo instante. Confie no bem". Gente, essa passagem é maravilhosa porque casa exatamente com essa mudança de hábito. Que hábitos eu ainda cultivo em mim que me fazem muitas vezes não refletir que eu eh poderia estar avançando muito mais, que eu poderia estar evoluindo muito mais. Emanuel, nesse capítulo, em determinado momento, diz que a evolução
mim que me fazem muitas vezes não refletir que eu eh poderia estar avançando muito mais, que eu poderia estar evoluindo muito mais. Emanuel, nesse capítulo, em determinado momento, diz que a evolução impõe a instituição de novos costumes. Não tem como eu evoluir parado onde eu estou, sendo exatamente quem eu sou. Concordam? A menos que eu já fosse completamente evoluída. Se eu fosse, eu não estaria aqui encarnada. Então, se nós estamos aqui encarnados, é porque não somos ainda esse modelo de perfeição. Um dia seremos, mas não somos. Se não somos, ou eu mudo os meus costumes, os meus hábitos, a maneira como eu penso. Se eu estiver em constante movimento, aí sim eu posso dizer que estou caminhando para a evolução. Então, a evolução, contudo, impõe a instituição de novos costumes, a fim de que nos desvencilhemos das fórmulas anteriores em marcha para ciclos mais altos da existência. Gente, isso é fantástico. É tão simples. A gente repete, repete, repete hábitos, pensamentos, práticas, comportamentos e a gente faz as mesmas coisas esperando resultados diferentes. Aen fala que é no mínimo ignorante a gente esperar algo que seja diferente fazendo a mesma coisa. Se eu não mudar o os meus comportamentos, os meus resultados vão ser sempre os que eu tenho aqui. E aí Emanuel fala também nesse capítulo aqui, ele fala assim que ele não tá se referindo ao aquilo que seria uma rotina construtiva, né? Eu posso me planejar e eu posso seguir uma rotina. Eu posso criar hábitos que sejam eh produtivos, saudáveis para mim. E isso é lícito, é maravilhoso. Mas Emanuel não tá falando desse hábito, né? Que ele fala que essa rotina construtiva, ela eh é por ela que o ser se levanta no seio do espaço e do tempo, conquistando os recursos que lhe enobrecem a vida. Então, é óbvio que a gente precisa estabelecer uma rotina, um planejamento e seguir por esse planejamento na vida. Eu quero ser melhor, eu quero ser uma pessoa que E aí cada um de nós vai ter que pensar nessas mudanças de hábitos que a gente tem. Eu
a rotina, um planejamento e seguir por esse planejamento na vida. Eu quero ser melhor, eu quero ser uma pessoa que E aí cada um de nós vai ter que pensar nessas mudanças de hábitos que a gente tem. Eu quero ser uma pessoa que seja mais otimista, que veja a vida com mais alegria, que eh que seja uma pessoa, sei lá, mais sincera, que consiga verbalizar mais o que eu penso, eu quero ser uma pessoa que eh não minta ou qualquer que seja as mazelas que nós ainda trazemos em nós. Eh, a gente precisa ter consciência, a gente precisa trazer a luz, né? A gente só muda quando a gente coloca luz nas nossas próprias sombras. Enquanto a gente ficar achando, né, como eu brinco que a gente, enquanto a gente ficar achando que a gente é lírio do campo, a gente não muda. A gente fica querendo mudar o mundo inteiro. Os outros têm que mudar para que eu conviva bem com os outros. Mas quando a gente olha pra gente, tem tanta coisa a ser melhorada que uma encarnação só não dá tempo, por isso que a gente vê em várias, que não sobra tempo para ficar querendo mudar ninguém, porque mal vai dar tempo da gente mudar a gente mesmo nessa encarnação. Então, quando a gente olha para essas nossas nossos hábitos, a gente vai sim querer alterar padrões, padrões comportamentais, padrões morais. né? Se a gente pensar e Emanuel traz esse exemplo aqui, ele fala de Jesus, né? E é tão lindo, todas as vezes que Emanuel faz isso, ele faz com respeito, assim como todos os espíritos que evoluíram muito fazem, né? Porque Jesus é o nosso modelo, é o nosso guia. Segundo o livro dos espíritos, quem foi o ser mais evoluído que passou aqui pelo planeta Terra? Jesus. Então, Emanuel fala de uma admiração que a gente percebe isso nas nas entrelinhas e ele fala que ele toma como modelo Cristo, né? E ele fala que o Cristo foi um marco na renovação humana. Se a gente pensar no contexto em que Cristo veio, né, em que Cristo esteve aqui na Terra, pensar como eram os padrões comportamentais daquela época, como as pessoas pensavam, o que elas
ovação humana. Se a gente pensar no contexto em que Cristo veio, né, em que Cristo esteve aqui na Terra, pensar como eram os padrões comportamentais daquela época, como as pessoas pensavam, o que elas tinham como verdade absoluta naquela época. E Jesus veio e alterou todos esses padrões, né? ou pelo menos sugeriu a alteração de todos esses padrões. E aí Emanuel fala assim, ó, que essas transformações elas foram viscerais no espírito do Cristo. Então, não foram só verbalizadas, elas foram sentidas, elas foram vivenciadas, elas foram exemplificadas para cada um de nós. E ele diz assim que ele alterou esses padrões em que a Terra vivia, né, há muitos milênios. Mas ele fez isso de uma forma eh extremamente natural, né? Ele fala assim, ó, contra o uso da condenação metódica, ou seja, as pessoas condenavam ao outro, né, sem nem pestanejar. Eh, até hoje a gente ainda traz resquícios dessa época em nós enquanto humanidade. É muito fácil se a gente não se vigiar, olhar pro lado, ver uma notícia na televisão, ler alguma coisa sobre alguém no Instagram, em qualquer mídia social e imediatamente ir pro julgamento. Isso é fascinho. A gente nem sabe da história. A gente já tá fazendo couro junto à pessoas que estão julgando, condenando. Então ele fala que naquela época em que Cristo veio aqui à terra, havia uma condenação que era metódica, olho por olho, dente por dente. Fez, tá condenado, cometeu um adultério, vamos apedrejar. Era método, era assim tão metódico, cartesiano, ninguém parava para pensar. E Jesus, né, contra o uso dessa condenação metódica, ele oferece a prática do perdão. Olha que revolucionário isso, né? A gente falar aqui para alguém hoje, perdoa, perdoa o que ele te fez ou que ela tenha te feito ou tenha dito para você ou tenha eh causado na sua vida. Já é algo que a pessoa que tá sofrendo, ela diz: "Ah, porque não é com você". Porque é difícil mesmo pra gente ainda no padrão comportamental que a gente tem hoje perdoar as ofensas que nos fizeram. Por isso que a gente pede na oração ao
o, ela diz: "Ah, porque não é com você". Porque é difícil mesmo pra gente ainda no padrão comportamental que a gente tem hoje perdoar as ofensas que nos fizeram. Por isso que a gente pede na oração ao Pai, né, que ele nos perdoe à medida que nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Se ele ouvisse isso, a gente estava no sal, né? Pai, perdoa as nossas ofensas, né? Da mesma forma que a gente perdoa os outros. Ainda bem que ele sabe que a gente tá em processo evolutivo e faz vistas grossas e nos perdoa incondicionalmente. Aliás, nem nos perdoa porque não se ofende. Então, apenas nos dá novas oportunidades de eh ressignificarmos as nossas atitudes. Então, ele fala aqui que a tradição na época de Jesus de raça, opõe o fundamento da fraternidade legítima, né? Então, eh, para Jesus não existia castas, não existia pessoas, ah, eu vou, eh, respeitar e ouvir esse aqui porque ele tem conhecimento, né? Porque ele é um doutor da lei. O outro que não tem conhecimento, eh, não tem eh um analfabeto, o que que ele tem para me ensinar? Jesus fez exatamente o contrário, né? Ele foi transgressor nesse sentido. Ele falava, ouvia e auxiliava principalmente os mais necessitados, os mais carentes, os que os que não tinham ninguém por eles. Então o que Jesus fez foi uma mudança, uma inversão de padrões naquela época na sociedade. E é por isso que o que que aconteceu? A sociedade da época não estava preparada para isso, não aceitou e, né, crucificou, né, Jesus. Então, a essa mudança que a gente precisa fazer ainda tem esses padrões, esses valores, por mais que a gente não perceba enraizados em nós, há milênios. Emanuel começa esse capítulo dizendo que nós somos herdeiros de milênios. Olha que interessante, nós somos herdeiros de milênios. E ele fala gastos na recapitulação de muitas experiências análogas entre si. Que que o isso quer dizer? Que a gente vive situações no palco da vida que são as mesmas, que só mudam os atores. Já pensaram para Já pararam para pensar nisso? que a reencarnação é exatamente isso. É um
que o isso quer dizer? Que a gente vive situações no palco da vida que são as mesmas, que só mudam os atores. Já pensaram para Já pararam para pensar nisso? que a reencarnação é exatamente isso. É um novo contexto, uma nova cena, um novo roteiro escrito muitas vezes com os mesmos personagens que apenas mudam de papel. Quem foi minha mãe de hoje? Quem foi meu pai de hoje desta encarnação? Quem foi minha irmã desta encarnação em outras vidas? Não sabemos, não nos recordamos. E é para isso que existe o esquecimento momentâneo do espírito. Porque ao sermos colocados novamente no mesmo cenário da vida, em outro roteiro, em outro contexto, nós vamos pouco a pouco aprendendo a nos amar, aprendendo a perdoar, aprendendo a mudar padrões, padrões vibracionais, padrões de hábitos. E vamos aos poucos enxergando no outro a centelha divina que há em cada um de nós. Não é fácil olhar para alguém que seja parecido conosco. Às vezes nós nem somos esse alecrm do campo, mas se a pessoa for parecida conosco, a gente já encontra uma afinidade, já é fácil de conviver. Se for diferente, entram os desafios. Mas às vezes ela é diferente, às vezes até para melhor, né? >> Só que a gente não vai ter essa visão. Se a gente tiver dificuldade de conviver com alguém e aquela energia da pessoa incompatível com a nossa, a gente sempre vai achar que a culpa é dela, que é ela que não tem o mesmo padrão. Ninguém nunca vai se achar assim: "Ah, eu tô aqui embaixo, ela tá lá no padrão vibracional lá em cima". Não, a gente tende a achar que o outro tá errado. Então, o que Emanuel propõe aqui é que nós revisitemos esses hábitos milenares e que a gente tem que sair daqui pensando, caramba, eu vim aqui na palestra, lá vem a Patrícia, tô querendo mudar o hábito dessa vidinha aqui, vem me falar de hábito milenar. Só que os hábitos dessa vida aqui são repetições. E graças a Deus, não sei o que tô dizendo, Emanuel, né? Tá dizendo para vocês, gastos na recapitulação de muitas experiências análogas entre si. Nós
. Só que os hábitos dessa vida aqui são repetições. E graças a Deus, não sei o que tô dizendo, Emanuel, né? Tá dizendo para vocês, gastos na recapitulação de muitas experiências análogas entre si. Nós vivemos, diz ele, tá? Diz ele, abre aspas, vivemos até agora quase que a maneira de embarcações ao gosto da correnteza. no rio de hábitos aos quais nos ajustamos em sem resistência. Eita, minha gente, já pensou? Emanuel tá dizendo que se a gente não se observar, se a gente não olhar os nossos hábitos, não verificar, não fizer como Santo Agostinho lá no Evangelho, segundo o Espiritismo nos indica, revisitarmos os nossos comportamentos diariamente. Se a gente não puder fazer isso diariamente, né, que às vezes a gente diz que não dá tempo, mas se a gente não tiver 1 minuto, 2 minutos por dia pra gente olhar pra gente mesmo, tá difícil, né? Se um dia de 24 horas a gente não conseguir tirar dois para falar assim, um minutinho consigo seja na hora que você acorda, seja na hora que você vai dormir, seja na hora que você, sei lá, vai ao banheiro, na hora que você tá dirigindo, para e pensa, porque se a gente observar o que tá passando na nossa mente, a gente vai entender que muito é repetição, repetição, repetição, repetição. outro dia para fazer uma outra palestra. Eu também fui lá que agora, né, a gente tá aprendendo a conversar um pouquinho aí com essa inteligência artificial. A gente não é da nossa da não é natural da nossa geração, né? Eu tenho uma filha de 16 anos que para ela tudo ela pergunta lá e resolve em uns segundos os problemas. Eu fico ah, como fez isso, né? Outro dia eu tava com uma lista de livros que eu queria fazer, eh, que eu queria doar e queria, né, botar no grupo de de familiares, de de estudantes da sala dela, um bando de livro para ver quem queria pegar ou quem queria eh adquirir o livro, porque ela lê bastante e fica aquele monte de livro, né, felizmente, graças a Deus. E aí eh eu fiquei, né, eu ia anotar o nome de livro por livro, né, número um. Tá, tá, tá,
ueria eh adquirir o livro, porque ela lê bastante e fica aquele monte de livro, né, felizmente, graças a Deus. E aí eh eu fiquei, né, eu ia anotar o nome de livro por livro, né, número um. Tá, tá, tá, tá. Número dois. Tá, tá, tá, tá, tá, tá. E ela me falou: "Mãe, o que você tá fazendo?" E ela tirou uma foto e jogou lá na inteligência artificial. Em um minuto saiu a lista todinha com o nome do livro e o autor, a lista pronta em um segundo. E eu fiquei assim com uma cara de taxo. Então, hoje em dia eu tô aprendendo, né? E a gente vai se encantando também com essas pesquisas que são muito mais rápidas. E aí outro dia para fazer uma outra palestra, eu perguntava quantos pensamentos, que era uma palestra sobre pensamentos, né? A importância do dos pensamentos. E quantos pensamentos a gente tem por dia? Vocês sabem? Eu fiquei chocada. Entre 50 e 70.000 1 pensamentos diariamente, entre 50 e 70 pensamentos por minuto. Aí você imagina se você parar para observar, né, e eu falava isso nessa outra palestra, como se fosse um vagão de trem, igual quando a gente tá meditando, né? Você fecha o olho por um minuto, respira e deixa vir. E observa um minuto por dia, 2 minutos por dia que você faça isso, você vai ver o que que tá te inquietando, o que que tá te causando ansiedade, o que que tá te causando angústia, o que que tá te causando tristeza, o que que tá te causando preocupação. Ou você vai perceber também quantos pensamentos de gratidão você tem. Tem gente que se parar um minuto respira e já vem um pensamento de otimismo, de gratidão. Tem gente assim, sabia? Tem gente que vai pensar parar um minuto e vai falar: "Ai, meu Deus, obrigada. Obrigada por esse dia de hoje. Obrigada porque eu tô respirando. Obrigada porque eu não estou no hospital, numa cama de hospital. Obrigada porque eu tenho um trabalho. Obrigada porque eu tenho que comer. Obrigada porque eu tenho uma cama para dormir hoje. Obrigada por um banho, um chuveiro que eu vou tomar uma aguinha assim caindo na cabeça. Porque quem já
trabalho. Obrigada porque eu tenho que comer. Obrigada porque eu tenho uma cama para dormir hoje. Obrigada por um banho, um chuveiro que eu vou tomar uma aguinha assim caindo na cabeça. Porque quem já trabalhou com pessoas em situação de rua sabe que eles passam às vezes dias e sem saber o que é um banho, né, que caia de um chuveiro. Já imaginaram? E a gente tem isso todos os dias na nossa casa. liga um chuveiro e cai a água que limpa, que leva. A gente tem 1000 mecanismos para ser grato, mas muitas vezes o nosso hábito não é o da gratidão. Eh, Joana deângeles fala no livro Pedagogia da Gratidão, que a gente ainda percebe a gratidão de uma forma eh equivocada, que a gente ainda percebe a gratidão assim: "Alguém precisa fazer alguma coisa para mim para que eu sinta a gratidão". E ela fala que isso ainda não é a verdadeira gratidão, que isso ainda é um sentimento de troca, de escambo, né, de de eh eu preciso receber para que eu sinta para que eu me sinta grata. Quando na verdade a gratidão ela não brota de algo que é externo a mim. A verdadeira gratidão, ela bota, brota de dentro, é interno. Se eu parar e vibrar na gratidão, se eu convidar vocês agora para fazerem esse exercício, vibra na gratidão, pensa aí rapidinho, uma coisa que você quer muito agradecer, que aconteceu hoje, que aconteceu essa semana. Pense em algo que você é muito grato. Em frações de segundo, esses 50, 60 pensamentos que eu falei que a gente tem por minuto, vai vir um monte de coisa na sua cabeça. Você vai pensar nas pessoas que você ama, que estão perto de você. Você vai pensar em um monte de coisas que você tem para agradecer, mas isso ainda não é hábito. E lembra que isso para virar hábito precisa de quanto tempo? 66 dias no mínimo pra gente se tornar uma pessoa que vibra na gratidão. E a gratidão é um sentimento muito elevado. Quando a gente vibra na gratidão, a gente eleva e a gente passa a enxergar as coisas de uma outra forma. As coisas que estão difíceis, os problemas, as doenças, problemas financeiros, tudo vão
levado. Quando a gente vibra na gratidão, a gente eleva e a gente passa a enxergar as coisas de uma outra forma. As coisas que estão difíceis, os problemas, as doenças, problemas financeiros, tudo vão continuar ali do jeito que são, do jeito que estão postos como desafios, porque são apenas desafios. São apenas desafios. Até a palavra problema, se a gente começar a criar o hábito de substituir pela palavra desafio, a gente tá vendo sobre outra ótica. Um desafio é algo que eu vou enfrentar e que vou passar por ele. Um problema parece que tá instaurado, parece que eu vou ficar ali diante daquele problema por muito tempo. Então, se eu quiser ser feliz, eu preciso vibrar no bem, vibrar na gratidão. Não é difícil fazer isso. O difícil é a gente criar hábito de fazer isso. E aí, como já tá acabando o meu tempo, né, a gente vai se empolgando. É tão bom falar com vocês que eu fico aqui falaria a noite inteira. Mas e aqui Emanuel fala também que esse essa parte eu achei muito interessante, né? até sublinhei aqui para eu não esquecer de falar para vocês que ele fala assim, ó, que é um círculo vicioso, que a criatura humana vive de um modo que eh ela procura enganar-se depois do berço. Que é isso? Depois do berço, quando a gente tá aqui encarnado, a gente se engana para depois a gente se desenganar depois do túmulo. Gente, foi uma lapada na minha cara. Eu vou repetir para vocês. Ele fala das ilusões. Muitos desses nossos pensamentos são ilusões, preocupações, ansiedades, coisas que não aconteceram e não vão acontecer. Aí a gente se ilude, se ilude, se ilude quando a gente tá aqui encarnado, né? Ou seja, após o berço. E quando a gente volta paraa nossa verdadeira pátria, que é a espiritual, que a nossa consciência se amplia, a gente se desilude, vê que aquilo era tudo bobeira, que não precisava ter gasto tanta energia com aquilo. E aí ele fala que a gente se e é que a gente eh se engana depois do berço para se desenganar depois do túmulo, que a gente se aprisiona no binômio ilusão,
precisava ter gasto tanta energia com aquilo. E aí ele fala que a gente se e é que a gente eh se engana depois do berço para se desenganar depois do túmulo, que a gente se aprisiona no binômio ilusão, desilusão. Olha que interessante, com que despende longos séculos. Então não é nem por essa vida, é às vezes por séculos, começando e recomeçando a senda em que lhe cabeçar. Então, ele nos aconselha depois que ele dá o o exemplo de Jesus, ele fala que toda a passagem do Senhor, toda a passagem do Cristo entre os homens, desde a manjedoura, né, que estabelece o hábito da simplicidade. Jesus poderia ter vindo em qualquer que fosse a circunstância que ele quisesse. Ele escolheu passar o exemplo da simplicidade. Ele veio numa manjedoura entre os animais, né? Até a cruz afrontosa que cria o hábito da serenidade da paciência. Ele começou numa manjedoura para mostrar pra gente o hábito da simplicidade e terminou, né, eh, numa cruz para mostrar pra gente o hábito da serenidade, da paciência diante de qualquer que seja o desafio, transtorno da sua vida. Com certeza da ressurreição para a vida eterna. O apostolado de Jesus é resplandente, conjunto de reflexos no caminho celestial para a redenção do caminho humano. Aí ele diz: "Até no mundo, a nossa justiça ainda cheira vingança. O nosso amor ainda tem gosto de egoísmo e pelo reflexo condicionado das nossas atitudes irrefletidas nos milênios que nos precedem o hoje." Então ele diz, nós não podemos desconhecer, todavia, que somente, e aí a gente fecha com ensinamento de Emanuel, somente a bondade, somente o entendimento, com a obrigação de educar-nos com o dever de servir como hábitos automáticos nos aliceces de cada dia. educar-nos como um hábito, como um dever de servir, colaborando para a segurança e a felicidade de todos, ainda mesmo a custa do nosso próprio sacrifício, é que nós refletiremos em nós a verdadeira felicidade por estarmos nutrindo o verdadeiro bem. Então, meus queridos, esse capítulo que eu espero ter passado da forma mais leve possível é um
sacrifício, é que nós refletiremos em nós a verdadeira felicidade por estarmos nutrindo o verdadeiro bem. Então, meus queridos, esse capítulo que eu espero ter passado da forma mais leve possível é um ensinamento enorme de Emanuel, nos convidando para nos despertarmos para essa mudança de hábito. Vamos pensar, refletir sobre aquilo que nós estamos pensando. E ao percebermos os pensamentos repetitivos, que 90% deles, segundo a própria IA me disse, são irreais, são ilusórios, né? Ou seja, tem um 10% aí que talvez seja motivo de preocupação, mas se nós tivermos paciência, otimismo, resiliência que Jesus nos demonstrou ter na cruz, nós vamos conseguir enfrentar todos os desafios da nossa vida, um a um, pouco a pouco, um dia de cada vez. E a gente vai conseguir encontrar uma felicidade dentro de nós que a gente não vai comprar em lugar nenhum, que não tem dinheiro no mundo que consiga comprar, né? Por mais ricos materialmente que nós sejamos, se nós não encontrarmos essa felicidade que eh consegue transbordar quando a gente sente gratidão, quando a gente tem a consciência tranquila de estar fazendo bem nas medidas das nossas forças. Ou seja, no pouco que a gente tem de evolução, a gente tentar fazer o melhor possível. Se a gente tiver lá na nossa profissão, no nosso trabalho, se você for engenheiro, se você for um professor, se você for um juiz, se você for qualquer que seja a sua profissão, se você estiver num trabalho voluntário, se você tiver dentro da casa espírita ou em qualquer religião onde você estiver, faça as coisas com verdade, com amor. Deixa brotar do seu coração o sentimento sincero de que você quer ser melhor, de que você quer construir hábitos que espelhem pensamentos de bondade, que você quer caminhar em direção aos ensinamentos do Cristo. E assim, meus queridos irmãos, não tem nada nem ninguém que vá impedir o nosso crescimento, que vá impedir a nossa evolução. Só depende de nós mesmos. É isso. Muito obrigada. Eu vou fazer a prece final paraa gente poder ir para o
, não tem nada nem ninguém que vá impedir o nosso crescimento, que vá impedir a nossa evolução. Só depende de nós mesmos. É isso. Muito obrigada. Eu vou fazer a prece final paraa gente poder ir para o passe, eh, desejando que nós saiamos daqui com todas essas essas reflexões assim latentes no nosso coração. E eu, como sempre digo, né, os meus ouvidos são mais pertinho da boca. Também quero mudar muitos hábitos em mim. Também quero ser melhor, também quero semear mais flores, também quero ter pensamentos que tenham odores maravilhosos pra espiritualidade sentir quando chegar perto de mim. Não é fácil. Nós não vamos nos preocupar com 66 dias. Nós só vamos começar. Vamos começar agora. Então, vamos fechar os nossos olhos mais uma vez. E exercitando essa gratidão falada nessa palestra de hoje, iniciada lá nas primeiras palavras dessa palestra, nós queremos te agradecer, Senhor, por tanta bondade, por tanto amor em nosso caminho. Nós queremos te agradecer por tantas oportunidades que a vida nos dá de sermos melhores. Queremos te agradecer pelos livros que já caíram nas nossas mãos, que nos fizeram entender um pouco mais essa doutrina tão consoladora. Queremos te agradecer pelas palestras que nós podemos ter acesso a qualquer tempo, em qualquer lugar, hoje pelas mídias, pela internet. Nós queremos te agradecer aquelas pessoas que caminham lado a lado conosco. Sejam aquelas que nos foram trazidas para perto de nós para nos ensinarmos sobre o amor, aquelas que nos inspiram amor, confiança, amizade, parceria. E também, Mestre Jesus, do fundo de nosso coração, com muita sinceridade, também queremos te agradecer aquelas pessoas que ainda não nos inspiram nada disso, mas que são verdadeiros professores a fazer com que nós tentemos mudar os nossos próprios hábitos para que nós sejamos melhores, para que nós consigamos lidar melhor com as diferenças, para que nós sejamos pessoas que carregam consigo a certeza de que estamos nos esforçando para fazer melhor que nós possamos, mestre Jesus,
res, para que nós consigamos lidar melhor com as diferenças, para que nós sejamos pessoas que carregam consigo a certeza de que estamos nos esforçando para fazer melhor que nós possamos, mestre Jesus, todos os encarnados que aqui se encontram nesse salão, todos os encarnados que estão assistindo essa palestra em suas casas, na nossa cidade, no nosso país ou até fora dele, agora ou em qualquer tempo do futuro. e todos os desencarnados que também foram trazidos conosco, que estão ouvindo essas palavras, que possam ser transmitidos a todos eles, a todos nós, Mestre Jesus, o teu incansável acreditar em cada um de nós, confiar em cada um de nós, saber e ter a certeza de que um dia nós também seremos, como exemplo de Saulo de Tarso, a transformação para os próximos divulgadores da doutrina, como Paulo de Tarso, que nós possamos divulgar essa doutrina nas nossas atitudes, nas nossas, nos nossos pensamentos e não só nas nossas palavras. Pouco importa o que nós temos hoje como religião, mas que a religião para nós seja o amor, o amor que tu nos deixaste, que tu nos ensinaste. que possamos amar a cada um de nós tanto que não seja mais possível mantermos os hábitos de outrora, os hábitos antigos que ainda nos deixam encarcerados nas mesmas situações, que nós possamos viver situações novas, experiências novas, que possamos ser diferentes, que possamos nos transformar, nos modificar a luz e a semelhança das tuas transformações de amor quando aqui estiveste. e ser conosco, mestre Jesus, hoje e sempre. Protege cada um de nós, inspira-nos sempre no caminho do bem. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos. Gratidão pela oportunidade de estar aqui nessa noite de hoje. Uma boa noite a todos e que nós possamos passar agora pra segunda parte dos trabalhos de hoje, que é o passe, que possamos receber além do que já recebemos aqui, né? Tantos fluidos, tantas energias positivas, tantas inspirações, tantos tratamentos foram feitos aqui, que nós possamos manter essa energia através da doação amorosa e
além do que já recebemos aqui, né? Tantos fluidos, tantas energias positivas, tantas inspirações, tantos tratamentos foram feitos aqui, que nós possamos manter essa energia através da doação amorosa e caridosa dos nossos amigos do passe. Um beijo, uma boa noite a todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário [música] para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações.
is possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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