OLHOS DE VER - Patrícia Melo [PALESTRA ESPÍRITA]
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mim que [música] encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Boa noite. Boa noite, gente. Ah, agora sim. [risadas] Boa noite a todos. Apenas os desencarnados respondidos. Os encarnados nada. [risadas] Boa noite a todos meus queridos irmãos, a todos que estão aqui presentes, encarnados e desencarnados e também os que nos assistem pelas mídias da nossa casa da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre um dos capítulos do livro Emorno do Mestre. Não sei se vocês conhecem esse livro. eh, de um autor que se chama Vinícius. E eu não conhecia esse livro, conheci há pouco tempo. É um livro editado pela FEB e que tem várias vários capítulos que trazem muitas reflexões interessantíssimas, algumas das quais, assim eu nunca tinha ouvido falar, né, na doutrina, algumas perspectivas das quais eu ainda não tinha escutado. E hoje a gente vai falar sobre um dos capítulos que é intitulado olhos de ver. Então, vamos iniciar com a nossa prece e depois a gente vai conversar um pouquinho sobre esse tema da noite de hoje, que eu espero que vocês gostem bastante. Então, vamos nos sentar confortavelmente, né? Vocês que estão aí sentadinhos, sentem-se, por favor, confortavelmente, se quiserem fechar os olhos e também convidar aqueles que nos assistem pelas mídias da comunhão nas suas casas ou que nos assistirão no futuro a fazer o mesmo, apenas como um convite para que nós possamos nos concentrar. Não é nenhum tipo de ritualística. A doutrina espírita não tem rituais, amuletos nem nada, mas a gente convida as pessoas a fecharem os olhos. respirarem lenta e tranquilamente, sentirem o corpo presente nesse momento
de ritualística. A doutrina espírita não tem rituais, amuletos nem nada, mas a gente convida as pessoas a fecharem os olhos. respirarem lenta e tranquilamente, sentirem o corpo presente nesse momento e colocarem-se também em estado de presença de alma. Muitas vezes, ao longo do nosso dia, nós estamos presentes em determinados locais, determinados ambientes, mas não estamos ali presentes em alma, em espírito. Estamos com a nossa mente muitas vezes, vagando em outros locais e não conseguimos perceber as informações que nos chegam, as intuições, as inspirações, os conselhos. E aqui nós estamos num ambiente propício para que nós sejamos tocados literalmente pela espiritualidade amiga que nos deseja sempre o melhor, que nos deseja sempre evolução, sempre os melhores caminhos, sempre a nossa nosso progresso moral, espiritual. Então, que nós possamos permitir através dessa conexão que se estabelece nesse momento conosco e o ambiente, ou melhor dizendo, entre nós e o ambiente, assim como entre nós todos que estamos aqui. Que essa conexão nos traga paz em primeiro lugar, aquiete os nossos corações, os nossos pensamentos, que nos traga confiança, confiança nessa espiritualidade que aqui trabalha, os trabalhadores incansáveis da comunhão espírita de Brasília, que já alguns passaram por esse trabalho fisicamente aqui na comunhão e hoje do outro lado da vida, permanecem olhando por todos nós, nos assistindo nas nossas maiores necessidades, que possam ouvir o que ecoa nas nossas mentes nesse momento e possam levar até aqueles que nos auxiliem a solucionar, nos tragam alguma intuição ou simplesmente acalmem os nossos corações, pensamentos e que nós possamos, ao término desta palestra de hoje, sairmos daqui renovados, muito mais leves do que chegamos e certos de que basta pedir com fé, com esperança, com a certeza de que jamais estamos sozinhos e nós sempre seremos atendidos. Gratidão à espiritualidade amiga, gratidão ao Bezerra de Menezes, mentor desta casa. Gratidão aos espíritos que aqui estão e
om a certeza de que jamais estamos sozinhos e nós sempre seremos atendidos. Gratidão à espiritualidade amiga, gratidão ao Bezerra de Menezes, mentor desta casa. Gratidão aos espíritos que aqui estão e que se aproximarão de nós, muitas vezes trabalhando no nosso corpo físico, no nosso corpo perespirítico, fornecendo os fluidos que nós mais precisamos para revigorar as nossas energias. E que aqueles que nos assistem, nos assistirão em seus lares, possam também receber em qualquer tempo esta mesma vibração de amor, de esperança e de paz. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Bom, muito bem. Então vamos lá conversar um pouquinho sobre o tema que eu disse qual era mesmo? Quem lembra? Prova. Hoje é dia de prova. [risadas] Olhos de ver. Então o tema do livro torno do Mestre. Só repetindo, né, pros que ainda não tinham chegado, Emorno do Mestre. Esse livrinho aqui que já me disseram que é uma trilogia desse autor. Eu ainda não conheço os outros. E o capítulo, né, para quem quiser depois ler, é a página, tá na página 421. O título é Olhos de Ver. E aqui Vinícius, que na verdade é um pseudônimo de uma pessoa que se chamava Pedro de Camargo, né? E ele é um autor que eh ele nasceu em Piracicaba, em São Paulo, em 1878, e foi um grande nome aí na doutrina espírita, né? Eh, por muitos anos ele presidiu a Sociedade de Cultura Artística dessa cidade e eh em 1938 ele se transferiu paraa cidade de São Paulo, permaneceu lá até o seu desencarne, 1966. E desde 1949 ele começou a se desenvolver através do rádio, programas onde ele proferia vários provérbios e várias eh mensagens. que acredito eu que algumas estejam compiladas aqui nessas suas obras. Ele era um orador, né, eh, de grande mérito e, eh, ocupou há algum tempo a tribuna da Federação Espírita do Estado de São Paulo. Então, um autor eh que vale a pena a gente conhecer. Eu eu confesso a vocês que eu não conhecia. conheci não tem muito tempo, me falaram desse livro. Eu comprei o livro, fiquei encantada. São várias mensagens assim legais pra
le a pena a gente conhecer. Eu eu confesso a vocês que eu não conhecia. conheci não tem muito tempo, me falaram desse livro. Eu comprei o livro, fiquei encantada. São várias mensagens assim legais pra gente fazer o evangelho no lar, pra gente discutir com a família. E ele é bem pé no chão, fala bem da dos exemplos e das de coisas traz bem pra nossa realidade, né? Traz a a doutrina bem para pertinho da da nossa realidade. Então, nesse título, olhos de ver, quem falava sobre isso? sobre olhos de ver e ouvidos de ouvir. Quem? Quem? Quem? Ah, Jesus. Jesus repetiu isso várias vezes, né? Aqueles que o acompanhavam. E ele dizia que nem todos tinham olhos de ver e nem tinham ouvidos de ouvir. E aqui Vinícius questiona exatamente isso. Ele fala: "Bom, então para que serviriam os olhos se não fosse para ver? Para que serviriam os ouvidos se não fosse para ouvir?" E ele fala que Jesus costumava empregar frequentemente esta frase, né? Quem tem ouvidos de ouvir e olhos de ver, ouça e veja. Quem tem inteligência de entender, entenda. Então, se Jesus usava frequentemente essa frase, algum propósito, alguma mensagem, algum ensinamento, ele queria nos passar, porque nada do que ele disse foi em vão ou sem algum propósito real, né? Jesus era o maior, foi o maior pedagogo que a gente já viu, ou seja, ele ensinava o tempo inteiro na linguagem daqueles que podiam, né, entender. E claro que ele falava para espíritos, hoje nós temos essa certeza, de níveis diferentes de evolução. Então, alguns estavam lá na frente, assimilavam mais o que ele estava falando. Outros espíritos, né, ainda eh infantis nessa caminhada espiritual, não entendiam nada do que ele tava falando, né? criticavam, duvidavam, questionavam e, né, vimos o resultado do que aconteceu com ele. Então, ele fala aqui que eh que realmente, infelizmente, é a minoria das pessoas encarnadas que tem olhos e vê, que tem ouvidos e ouvem, que tem inteligência e entendem. Então ele fala aqui, olha, eh, a maioria da humanidade tem coração, né? Da mesma
mente, é a minoria das pessoas encarnadas que tem olhos e vê, que tem ouvidos e ouvem, que tem inteligência e entendem. Então ele fala aqui, olha, eh, a maioria da humanidade tem coração, né? Da mesma forma, a maioria da humanidade tem coração e não ama, tem consciência e não sente o peso das responsabilidades, né? Ele diz: "Os que tendo olhos, ouvidos e inteligência e vem e ouvem, entendem, eles constituem uma exceção." Se a gente for falar lá da época do Cristo, mais ainda, quais foram os verdadeiros cristãos, eh, os cristãos primitivos, os que realmente seguiram os o Cristo? Foi a maioria naquela época? Infelizmente não, né? A maioria naquela época fez foi o contrário, né? Eh, duvidou, questionou, provocou, né? E fez de tudo para que o Cristo mostrasse outra face da qual ele não tinha nem o que mostrar, porque ele era puro amor. Se ele e o pai, né, e ele disse isso em determinado momento, eu e o pai somos um só, né? Então, ele era o unigênito. Tem um capítulo aqui nesse livro que ele também fala sobre isso, que Jesus foi o unigênito, ou seja, aquele que eh espelhava, né, nas suas próprias características, na sua própria personalidade, no seu próprio comportamento, todos os atributos divinos. E aí ele fala nesse capítulo do unigênito que é preciso que nós saibamos aprender a sermos filhos. Porque quando nós dizemos que somos todos filhos do mesmo pai, nós sabemos que Deus é o criador e, portanto, pai de todos nós. Nós sabemos pelo inclusive pelo que o cristianismo prega, ou seja, aqueles que seguem Cristo, independente da designação religiosa, mas aqueles que seguem o Cristo sabem que ele pregou essa irmandade entre nós, essa igualdade, né? Nós somos filhos do mesmo pai e ninguém ficará para trás, né? Todos nós eh estamos sendo acolhidos, estamos sendo eh eh ajudados e auxiliados na proporção daquilo que nós fazemos a cada um segundo suas obras, né? Não foi isso que ele nos ensinou? Mas ele questiona que nós precisamos aprender a sermos esses filhos, porque nem sempre nós podemos nos dizer filhos
que nós fazemos a cada um segundo suas obras, né? Não foi isso que ele nos ensinou? Mas ele questiona que nós precisamos aprender a sermos esses filhos, porque nem sempre nós podemos nos dizer filhos desse pai com a boca cheia, né? Digamos assim, como Jesus podia dizer. Nós nos dizemos cristão, mas nem sempre nós eh realizamos os mesmos comportamentos que aqueles que tenham Cristo como modelo realizariam ou deveriam realizar. Então ele chama atenção nesse capítulo do unigênito, mas que aí é outro outro caso, né? Mas tem muito a ver com o que a gente tá falando aqui, porque ele diz aqui nesse capítulo que há uma há uma pequena parcela que realmente conseguiu entender o que o Cristo diz. Quando a gente pensa, né, nos cristãos primitivos, uma uma das que eu gosto muito de citar, que é Joana de Angeles, que naquela época lá do Cristo, né, naquela encarnação em que ela viveu no tempo de Cristo, ela era Joana de Cusa, né? E como Joana de Cusa, ela exemplificou esse amor incondicional, né, pela pelos ensinamentos do Cristo, pelo evangelho de luz que o Cristo deixava. Então, Joana de Cuza, que tem aquela passagem que todos nós conhecemos, né, em que ela ali na arena para ser queimada publicamente, ela e seu filho. E o filho dizendo pros soldados romanos que ela eh dizendo para ela, né, pedindo para que ela dissesse aos soldados romanos que ela abjurava ou que ela negava o Cristo. Porque bastava isso, bastava que eles dissessem: "Eu não sigo este que é o Cristo, né, que é considerado Cristo para que eles estivessem liberto. Não há como, depois de ter conhecido Cristo e as verdades do Cristo, não há como negá-lo. E ela então vê o seu filho sendo queimado ali diante dos seus olhos, assim como ela, né, imediatamente depois também eh morreu queimada e que foi retirada ali, né, em espírito, não sofreu, assim como ele também não, porque eh Cristo em pessoa, né, digamos assim, veio acolher esta alma que verdadeiramente o seguia e o amava. Então essa pode dizer-se também filha do
espírito, não sofreu, assim como ele também não, porque eh Cristo em pessoa, né, digamos assim, veio acolher esta alma que verdadeiramente o seguia e o amava. Então essa pode dizer-se também filha do Cristo. De lá para cá, a humanidade passa por muitas provações, né? Se a gente for pensar da época do Cristo até, por exemplo, a época de Kardec, eh, quanto Kardec e os seus contemporâneos foram questionados também, né? Kardec é um cientista, um homem que com mais de 50 anos de idade começa a estudar, a dedicar-se a estudar aqueles fenômenos que estavam acontecendo ali na época. E imaginem para Kardec, um homem da ciência, né, autor de livros, de gramáticas, ele era um professor. Imagine para Kardec colocar o seu próprio nome em jogo, né, e digamos assim, colocar-se colocar sua cara a tapa para que pudesse ser inclusive questionado, né? E foi e foi várias vezes, assim como sua primeira publicação, que não era dele, ele era o codificador apenas da doutrina, o livro dos espíritos foi queimado na Espanha, né, em praça pública ali. Então, muitas vezes nós não precisamos passar por nenhuma dessas intemperes para que nós possamos nos reconhecer filhos do Cristo, filhos de Deus, eh, seguidores do Cristo. E muitas vezes nós ainda temos dificuldade, né? Há alguns anos, algumas décadas atrás, muitas pessoas precisavam se reunir para estudar, né, sobre o espiritismo, estudar sobre a doutrina espírita de maneira escondida, porque a polícia ia atrás, né? O próprio seu Mário aqui, fundador desta casa, passou por isso há décadas atrás. Então, se hoje nós estamos aqui por livre, espontânea vontade, chegamos aqui porque quisemos, né? Claro que cada um tem seus motivos. Às vezes a dor nos faz chegar até aqui, outras vezes o amor nos faz chegar até aqui, cada um com seus motivos, mas a verdade é que nós podemos estar aqui livremente, escutando as palestras, tomando passe, fazendo os tratamentos espirituais, os tratamentos físico espirituais. né? Eh, trabalhando nos grupos mediúnicos, trabalhando na caridade e ninguém vai
vremente, escutando as palestras, tomando passe, fazendo os tratamentos espirituais, os tratamentos físico espirituais. né? Eh, trabalhando nos grupos mediúnicos, trabalhando na caridade e ninguém vai nos prender quando nós saírmos ali do portão, nem vamos ser queimados em praça pública, nem vamos apanhar, né? Então, pra gente hoje é muito mais fácil e é por isso que a gente consegue hoje se dedicar a esse ensinamento que o Cristo também nos passou. Um deles era: "Amai-vos". E o outro era instruir-vos. O que nós estamos fazendo aqui nesse momento é instruindo as nossas almas, recordando os ensinamentos do Cristo que estão eando, né, por centenas de anos aí nos nossos ouvidos. E eh nós estamos tentando firmemente, eu acredito que todos vocês, colocarmos em prática no nosso dia a dia esses ensinamentos para que nós possamos verdadeiramente dizer um dia que nós hoje temos sim olhos de ver, temos sim ouvidos de ouvir, temos sim inteligência para que nós possamos discernir o que é certo e o que é errado. E que nós possamos, sim, utilizar em cada decisão da nossa vida, em cada palavra, em cada conselho, em cada atitude, em cada pensamento, em cada sentimento, essas verdades do Cristo. Então, Vinícius diz que durante a passagem de Jesus pela Terra, quantos viram as suas obras, ouviram as suas prédicas e entenderam as suas palavras verdadeiramente? Eles pergunta isso. Quantas almas foram tocadas pela magia do verbo divino? Bem poucas paraa época. Vocês já imaginaram se ao invés deu, Patrícia aqui na frente falando com vocês agora, estivesse o Cristo, o Cristo falando conosco, já pararam para imaginar o que era o magnetismo e a energia do Cristo que até hoje, 2000 anos depois, a gente ouve os seus ensinamentos. Muitas vezes quando ele nos toca verdadeiramente, a gente fica até eh emocionado, fica com a voz embargada. Tem horas que a gente fala: "Nossa, eu precisava ouvir isso aqui hoje, eu precisava sentir, né, essa presença do Cristo que tá dentro de cada um de nós viva até hoje nos seus
fica com a voz embargada. Tem horas que a gente fala: "Nossa, eu precisava ouvir isso aqui hoje, eu precisava sentir, né, essa presença do Cristo que tá dentro de cada um de nós viva até hoje nos seus ensinamentos". E aí, Vinícius diz: "As Madalenas, os Aqueus, os Saulos, não se contam por dezenas, infelizmente, na humanidade eles são raridades e são nós ainda titubeiamos, muitas vezes nós ainda somos aqueles que o Cristo falou, né? homens de pouca fé, como ele falava lá pros seus eh discípulos, que se eles tivessem, e eu incluo todos nós, uma fé do tamanho de um uma um carocinho, né, de uma semente de mostarda, nós faríamos muitas coisas na nossa vida que muitas vezes não fazemos por medo, por apreensão. Muitas vezes não queremos tomar decisões que cabem a nós e que nós imputamos aos outros e não as tomamos e dizemos reclamamos e de algumas situações, mas muitas vezes cabem a nós as nossas decisões e assumirmos as consequências delas. Todo final de ano e nós estamos aí a aos últimos dias do ano de 2025, todos os finais de ano nós fazemos propósitos paraas nossas vidas no ano seguinte, metas, né? Estabelecemos metas, pensamos nos nossos sonhos, mas dentre essas metas, esses sonhos, vamos eh observar com cautela se o que estamos desejando para nós realmente é um desejo que vai eh que vai ao alcance da evolução do nosso espírito, da nossa alma, ou se nós estamos apenas preocupados com questões materiais, momentâneas, efêmeras, situações que não vão nos modificar por dentro. Ou será que o que nós estamos desejando muito, querendo muito pro ano subsequente nos trará de fato paz interior? Às vezes aquilo que nós queremos nos tira do nosso caminho, nos tira da nossa evolução espiritual, nos tira a paz interior. Então, são chegados os tempos de nós avaliarmos com cautela. Porque se nós nos dizemos seguidores do Cristo, nós não podemos estar aqui encarnados no momento de transição planetária como nós estamos. Certamente eu e cada um de vocês que aqui se encontra, certamente
ue se nós nos dizemos seguidores do Cristo, nós não podemos estar aqui encarnados no momento de transição planetária como nós estamos. Certamente eu e cada um de vocês que aqui se encontra, certamente nós sabíamos que reencarnaríamos num período de muita turbulência para o planeta Terra, onde muitas coisas, ainda muitas situações e o mal, infelizmente, ainda pulula ao redor do planeta. E nós certamente nos propusemos a estar aqui e modificarmos o nosso entorno. Ainda que o nosso entorno se refira apenas ao nosso núcleo familiar, ainda que o nosso entorno se refira apenas a poucos amigos que nós fizemos ao longo de uma vida inteira, ainda que o nosso entorno se refira apenas aqueles profissionais que trabalham diariamente conosco no nosso ambiente de trabalho, mas todos nós somos nesse momento tão especial de transição planetária. Nós somos os braços do Cristo aqui. Nós somos os olhos do Cristo aqui. Nós somos os ouvidos do Cristo. No nosso coração bate o coração do Cristo. Então, cada vez que, como ele disse, né, quando perguntaram para ele, quando ele disse que cada vez que ele tinha, quando ele tinha fome, lhe deram de comer. Quando ele tinha sede, lhe deram de beber. E quando ele não tinha onde dormir, lhe ampararam. E aí os os apóstolos que o seguiam disseram: "Mas mestre, em que momento nós fizemos isso por ti?" E ele ensinou que cada vez que fizeram isso algum pequenino que ansiava por um alimento, por água, por um lugar para dormir, por uma roupa que lhe aquecesse, era ele que estava sendo feito. Então, tudo que nós fazemos aqui, nós somos a extensão desse Cristo. Nós somos o Cristo que ainda vive, né? Nós não estamos aqui esperando o Cristo voltar. O Cristo está entre cada um de nós. Quando nós nos reunimos e falamos dele, é como se uma chama desse amor divino se reaccendesse em nós. Cada um de nós tem esse verbo divino dentro de si. Quando Kardec pergunta pros espíritos onde estava grafada a lei divina, onde estava escrita, onde estava guardada essa lei divina, os espíritos respondem no livro
s tem esse verbo divino dentro de si. Quando Kardec pergunta pros espíritos onde estava grafada a lei divina, onde estava escrita, onde estava guardada essa lei divina, os espíritos respondem no livro dos espíritos que essa lei divina estava grafada na consciência de cada um de nós. Ou seja, esse verbo divino, ele está dentro de cada um de nós, independente da nossa condição social, moral, econômica, independente do nosso credo, da nossa religião, independente da nossa cor de pele, independente da nossa etnia, independente da nossa nacionalidade, porque nós somos espíritos e essas características todas que eu citei aqui, elas são roup culpagens momentâneas das quais nós nos utilizamos para reencarnarmos diversas vezes aqui na Terra. Ora vem, estamos aqui como mulher, ora estamos como homem, ora estamos encarnados em um país, ora em outro, ora falamos uma língua, ora falamos outra. São roupagens diferentes que o nosso espírito se utiliza para que naquele momento nós tenhamos os aprendizados que necessitamos. Nós aprendamos a ter olhos de ver finalmente e ouvidos de ouvir. E a cada encarnação nós aprendemos um pouquinho mais sobre isso. É como se essas verdades elas estivessem tão latentes em nós que quando a gente ouve isso, a gente é tomado por essa chama. que tá lá dentro, não tá fora. Então, estar aqui reunidos, estar aqui juntos, faz com que essa chama acenda a vontade de que nós possamos sair daqui e realizemos o bem da forma que nós podemos, incansavelmente. Se o bem for neste final de ano, no início do ano que vem, a caridade material, se você tiver condições de fazer isso, não seja omisso, faça. busca uma creche, um orfanato, um asilo, um hospital, pessoas em situação de rua, alguém para que você possa exercer essa caridade que dentro de você com certeza tá gritando e nessa época natalina, a gente fica realmente com um espírito mais aguçado no sentido de realizar caridade. Felizmente, pelo menos nessa época, né? Mas se não for através do das da caridade material, que seja então
atalina, a gente fica realmente com um espírito mais aguçado no sentido de realizar caridade. Felizmente, pelo menos nessa época, né? Mas se não for através do das da caridade material, que seja então através da caridade moral, que os seus olhos possam aprender a olhar apenas aquilo que é belo no outro, ignorando as mazelas que cada um de nós trazemos no nosso espírito. Eu não sou uma pessoa perfeita. Se eu fosse, eu não estaria aqui encarnada, nem muito menos fazendo palestra. [risadas] E dizem, né, como eh Aroldo Dutra diz que a única pessoa que é obrigada a escutar todas as palestras dele é ele mesmo. Se alguém cansar da palestra dele, levanta e sai na metade. Ele não tem como levantar e sair na metade, ele tem que se ouvir, né? Então, acho que a gente veio como palestrante justamente, tipo, vai lá e ouve milhões de vezes aquilo que você tá falando para alguém, estuda antes de falar, né? Repete, repete até que o seu espírito diga entendi. E eu acho que é justamente por isso, né? E às vezes a gente vê, muitas vezes eu estive aí na plateia e ainda muitas vezes eu venho para assistir palestra dos colegas aqui na casa, especialmente de alguns que são mais antigos, né, como a Maí de Braga, a gente baba ouvindo e às vezes a gente cria uma imagem, né, não tô falando dela nem de nenhum colega, eu tô falando de mim mesmo, mas às vezes a gente cria uma imagem que porque a pessoa tá ali na frente, ela é um como dizia minha avó, um cquinho melhor. Não, não é não. Às vezes não é, são só impressões, mas nós todos já temos um caminho percorrido. Nós todos já aprendemos a ver um pouco mais com os olhos do espírito, a ouvir um pouco mais com o coração e a realizar, a fazer um pouco mais com essa inteligência espiritual que nós temos. Outros ainda um pouco menos. E todos estamos numa caminhada. No dia que nós alcançarmos a perfeição, certamente não estaremos aqui ou estaremos aqui em situação de missão, né, que não é bem o nosso caso ainda, né, amiguinhos? A gente ainda não tá aqui como
ada. No dia que nós alcançarmos a perfeição, certamente não estaremos aqui ou estaremos aqui em situação de missão, né, que não é bem o nosso caso ainda, né, amiguinhos? A gente ainda não tá aqui como missionário. Então, eh, aqui a gente vê que e eh depois dessa parte ele vai fazendo comparações também, né? eh, de situações reais, por exemplo, eh de coisas que às vezes a intuição chega e alguns captam, alguns percebem. Quando a gente começa a observar os sinais, a gente aguça mais esses sentidos ex extrafísicos. Muitas vezes isso é treinamento mesmo, sabe? Gente que acorda e fala assim: "Nossa, eu tive um sonho". Aí vai lá, corre e anota o sonho. Aí vai treinando isso ao longo da vida, né? A a a estar atento àelas mensagens que chegaram quando o seu corpo físico está ali descansando, mas a sua alma está emancipada momentaneamente desse corpo físico, está vivenciando outras realidades em outros espaços, em outros tempos. E por isso que retorna para esse corpo físico, trazendo essas impressões desses locais ou das pessoas com as quais esteve. E muitas vezes ao despertar nós guardamos flashes, impressões. Às vezes quando passa pelo crio da nossa razão, vira uma bagunça, né? a gente mistura todas as histórias que a gente viu e ouviu, mas quando a gente vai treinando, muitas mensagens elas vão sendo passadas, né, através desses sonhos, né, entre aspas, outras pessoas estão sempre atentas aos sinais e se comunicam, quer seja com seu próprio espírito eh mentor espiritual ou seu anjo da guarda, chamem como quiserem. Mas essas pessoas estão sempre em comunicação e pedem, né? Eu costumo pedir, me mostra. Quando eu tenho que tomar uma decisão na minha vida, eu sempre peço, me mostra, me dá um sinal. E eu fico, né, sempre nessa, tipo, se for para eu fazer isso, me dá um sinal que é para eu fazer. Se não for para eu fazer, me dá um sinal de que não é para eu fazer. E se você treinar isso também, você fica muitas vezes aguçado, você percebe porque os sinais estão dentro de nós, estão o tempo inteiro acontecendo.
u fazer, me dá um sinal de que não é para eu fazer. E se você treinar isso também, você fica muitas vezes aguçado, você percebe porque os sinais estão dentro de nós, estão o tempo inteiro acontecendo. É como se o nosso coração ele fosse uma porta escancarada para esse mundo espiritual que a nossa mente insiste em abafar. Então aquele primeiro pensamento que vem às vezes na nossa mente, ele é o pensamento que capta uma intuição, que capta uma mensagem e a gente sente o que é para fazer. A gente sente. É como se lá internamente você tivesse uma certeza. Daí o segundo pensamento ele já vai pro crio da razão. Ah, mas e se eu fizer isso? Ah, mas será que eu deveria? Será que eu não deveria? Por isso que as pessoas falam: "Ouça o seu coração, porque não há nada mais certo que isso." Só que a gente fica querendo enganar o coração, né? Ah, eu queria fazer isso, mas na verdade acho que não vai ser bom, não. É melhor fazer aquilo. Ah, mas me disseram. Ah, mas fulano falou isso. E se você for escutar fulano, belrano, ciclano, você nunca vai saber o que fazer, na verdade, porque as respostas que você precisa, parece bem clichê falar isso, né? Parece papo de coaching, mas as respostas que você precisa, elas estão dentro de você mesmo. É ouvir o que tá aqui dentro. Por isso que a gente começa fazendo a prece, pedindo para fechar os olhos, para que a gente possa serenar a mente, para que a gente possa ouvir, né, voltar a atenção dessa mente aqui para dentro. E é aqui dentro que habita esse Deus maravilhoso, do qual todos nós somos parte, né? Nós somos parte dele e ele é parte de nós. E um dia nós entenderemos e poderemos dizer como Cristo disse: "Eu e ele somos um só, porque tá tudo aqui dentro". Então, quando nós entendemos isso, tudo o que Jesus falou passa a fazer um sentido absurdo na nossa mente. Se ele tá aqui dentro, eu vou ter medo de quê? Eu vou ter insegurança por quê? E Jesus falou sobre tudo isso, falou que a gente não deveria temer o dia de amanhã, que ao dia de hoje já basta, né,
nte. Se ele tá aqui dentro, eu vou ter medo de quê? Eu vou ter insegurança por quê? E Jesus falou sobre tudo isso, falou que a gente não deveria temer o dia de amanhã, que ao dia de hoje já basta, né, o seu, as suas preocupações. E às vezes a gente fica preocupado não com amanhã, mas com a próxima década, como é que vai ser no próximo mês, no próximo ano. Não que a gente não deva trabalhar com planejamento, mas planejar é uma coisa, ficar refém do medo de que algo possa faltar. de que aquela pessoa que eu amo possa não estar mais aqui, de que o dinheiro que eu acumulei possa um dia faltar. Essas não deveriam ser préocupações da nossa mente, porque nós não sabemos se elas se realizarão ou não. O que a nossa mente deveria ter internamente eh, já assimilado, né, já eh consolidado, é que a cada dia cabe ao seu mal, como Jesus falou. Então, se eu tiver que amar alguém, se eu tiver que demonstrar a amor a alguém, que seja hoje, que seja agora, que eu não deixo para amanhã. Se eu tiver que pedir perdão, mesmo que eu não consiga me eh deslocar até a pessoa e verbalizar isso diante dela, que eu peça em mente, porque o nosso pensamento é matéria. E quando a gente pensa, isso alcança a pessoa. São fluidos que são emanados para a pessoa. Se eu emano pensamentos negativos, ela os receberá. Se eu emano pensamentos positivos, ela os receberá. E a cada vez que eu emano um pensamento positivo ou de perdão a alguém ou a mim mesma, por que não? Por que não me perdoar daquilo que antes eu não tinha condições de entender e agora eu tenho? que antes eu não tinha condições de fazer e agora eu tenho. Nossa mente não pode ficar fixada em fatos, em situações que sejam negativas, porque senão nós nunca vamos conseguir caminhar paraa frente. Nós estaremos sempre prisioneiros de situações do passado. Vocês já imaginaram quantas encarnações nós já vivemos? Quem sabe aqui quantas encarnações viveu? A gente não tem nem ideia, mas provavelmente muitas e muitas e muitas e muitas. Já pensou que essas pessoas com as quais
m quantas encarnações nós já vivemos? Quem sabe aqui quantas encarnações viveu? A gente não tem nem ideia, mas provavelmente muitas e muitas e muitas e muitas. Já pensou que essas pessoas com as quais nós convivemos hoje, a grande maioria são reencontros? Nós já convivemos com elas em outros tempos, em outros papéis. E muitas vezes a mágoa de hoje, o a falta de perdão de hoje vem sendo acumulada de várias situações. E quando é que nós teremos olhos para entender que outro lado tem alguém que é parte de mim? Ah, não, não é não. Aquela pessoa é o oposto do que eu penso. É parte de mim. Ainda que nós não estejamos na mesma sintonia, que nós não estejamos na mesma vibração, que não estejamos equalizados, um dia estaremos. Somos todos parte, como se fossem, tem uma música que é lindíssima que fala que nós somos eh poeira estelar. Eu acho isso lindo, né? E fala que um dia nós ousamos nos reencontrar. E é verdade. Por isso que reencarnar não é nada fácil. É muito mais fácil desencarnar e voltar paraa verdadeira morada, pra pátria espiritual, pelo menos para quem vai, né? E claro que se a gente tivesse esse entendimento, seria sempre fácil. Nem sempre nós temos esse entendimento, mas é muito mais fácil ir do que vir. Porque quando a gente vem, na maioria das circunstâncias, a gente vem com uma certa consciência dos compromissos que nós assumimos. E quando nós chegamos aqui, nós esquecemos, claro, esses compromissos, mas é como se lá dentro de nós, aquele farol que guia o nosso coração, ele tem consciência. Quando a gente vai se desviando daquele compromisso aqui dentro, a gente sente não deveria estar fazendo isso. Eu não deveria estar indo por esse caminho. Tá faltando alguma coisa na minha vida. E esse vazio que tem lá dentro é muitas vezes o desejo de voltar para aquilo que nós nos comprometemos a fazer, estar com aquelas pessoas com as quais nós nos comprometemos a eh construir, nem que seja passo a passo, um pouquinho de cada vez, um pouco mais de amor. Quando ele fala aqui que nós temos que a
azer, estar com aquelas pessoas com as quais nós nos comprometemos a eh construir, nem que seja passo a passo, um pouquinho de cada vez, um pouco mais de amor. Quando ele fala aqui que nós temos que a maioria, né, ele fala que é, cadê que eu já li aqui para vocês? Que a gente tem coração muitas vezes, mas esse coração ainda não sabe amar, né? A maioria da humanidade tem coração e não ama, tem consciência e não sente o peso da responsabilidade. Então, nós somos responsáveis por cada escolha que fazemos. A escolha de amar vai ter uma consequência, ainda que o outro não nos ame. A escolha de não revidar vai ter uma consequência, ainda que o outro não a entenda. Isso não é fraqueza, isso não é covardia. Não revidar uma ofensa foi nada mais do que o Cristo nos ensinou. Quando te baterem numa face, que que você deve fazer? Dá outra face. E ele quis dizer simplesmente, não é, ah, quando baterem aqui, então tá, bate aqui também, né, que eu gosto de apanhar. Não é isso que ele quis dizer. O que ele quis dizer é quando te baterem numa face, não revide da mesma forma. Não retribua o mal com o mal. Não pague com a mesma moeda. A lei de Talião já ficou lá atrás. O olho por olho, o dente por dente já ficou lá atrás. Ele veio exemplificar a lei do amor. Quando alguém te fizer um mal, entenda que ele ainda, infelizmente, não tenha consciência do mal que está te fazendo. E muitas vezes as pessoas não têm mesmo, assim como nós não temos muitas vezes a consciência do mal que estamos causando alguém ou do mal que o outro vai interpretar das nossas atitudes, porque muitas vezes é isso que acontece. por estarmos em níveis diferentes. Muitas vezes o que o outro fala nos toca de uma maneira que nem foi o que ele queria realmente dizer, mas ficou ali fixado na nossa memória, causou, né, disparou algum gatilho do nosso espírito de outrora às vezes, e ficou ali registrado uma mágoa, um dessor e uma dificuldade que muitas vezes era o que reacendeu uma memória. oculta de algo lá do passado. E como eu
m gatilho do nosso espírito de outrora às vezes, e ficou ali registrado uma mágoa, um dessor e uma dificuldade que muitas vezes era o que reacendeu uma memória. oculta de algo lá do passado. E como eu disse, as escolhas que nós fazemos geram consequências para nós. Se eu escolher apenas me esforçar para amar, me esforçar para perdoar, me esforçar para fazer o bem, me esforçar para fugir das guerras que eu e dos conflitos que eu não preciso mais estar, eu já estarei fazendo muito por mim mesma e pelos que me rodeiam. Porque tem aquela frase, quando um não quer, dois não brigam, né? Então, se o outro quer brigar e você não quer, não vai ter essa briga. Eu sei que tem gente que briga sozinho, não precisa nem do outro. Mas como eu sempre repito aqui, né, aquela frase que Emanuel fala para falou para Chico, que bom que foi ele que fez para você, que não foi você que fez para ele, né? Não se preocupa com o que o outro faz contigo, preocupe-se com o que você faz com o outro. Isso sim é responsabilidade sua. Então isso a gente tem que levar o pé da letra na nossa vida pra gente não ter o trabalho de se magoar. Porque são dois trabalhos: a gente vai se magoar, a gente vai se ofender, a gente vai se vai se chatear e depois a gente vai ter o trabalho de perdoar, de esquecer a ofensa, de aprender a passar por cima daquela situação, de seguir a nossa caminhada. né? A gente não precisa ficar preso na mente do outro como se fosse uma âncora estacionada ali no naquela situação que aconteceu. Aconteceu, é passado. Toda vez que a gente lembra, a gente revive e se torna presente. O que que nós queremos pros nossos espíritos? Abrir os nossos olhos paraas verdades que realmente importam? Abrir os nossos ouvidos paraas verdades que realmente importam? abrir o nosso coração pros sentimentos que realmente importam ou deixá-los completamente ocupados e não deixar nada passar. É uma perda de tempo. A gente fica estacionado e muitos de nós reencarnamos, reencarnamos várias vezes e o espírito
que realmente importam ou deixá-los completamente ocupados e não deixar nada passar. É uma perda de tempo. A gente fica estacionado e muitos de nós reencarnamos, reencarnamos várias vezes e o espírito obviamente não retrograda, a gente não involui, né? não tem como de não tem como caminhar para trás, mas muitas vezes fica estacionado. O propósito daquela encarnação de dar um salto, muitas vezes não é dado. E é possível dar um salto em uma única encarnação. Nós temos vários exemplos disso na história, né? Quer dizer, vários, não, alguns bons exemplos disso na história. Um deles é Saulo de Tarso. Na mesma encarnação virou a chave, né? e de perseguidor dos cristãos, se tornou o maior divulgador do evangelho do Cristo numa mesma encarnação. Virou a chave. Então, se isso era possível naquela época, imagina nós que podemos aqui anônimamente anonimamente nas nossas vidas simples, modificarmos comportamentos. Sabe quando a pessoa é previsível, quando você fala assim: "Ai, fulano vai chegar aqui, vai dizer isso e isso isso e isso". Então, se não for para o bem, não seja previsível. Quando estiverem esperando que você revide, que você diga algo que não vai agregar, quando você coloque para fora sua raiva, repense e veja se isso não é algo que você depois vai ter que fazer o caminho de volta e consertar aquilo ali na estrada da sua vida, das suas reencarnações. E se você realmente tiver um dia que fazer esse caminho de volta, pense duas vezes se vale a pena, né? Não, a gente às vezes fala: "Ai, o mundo é dos espertos. Ah, você tá sendo um bobo. Fulano tá te tratando assim, você tá deixando. Será? Será que aos olhos dos espíritos nós, ao não revidarmos, ao não dizermos muitas vezes aquilo que nós achamos que o outro tá merecendo, porque o nosso ego ainda grita dentro de nós e o ego é diferente do nosso coração, da nossa alma. A nossa inteligência emocional, espiritual não está no ego. A nossa personalidade tá no ego. E essa muitas vezes nos faz escorregar ali na casca de banana,
é diferente do nosso coração, da nossa alma. A nossa inteligência emocional, espiritual não está no ego. A nossa personalidade tá no ego. E essa muitas vezes nos faz escorregar ali na casca de banana, fazendo a gente voltar comportamentos que a gente já achava que tinha evoluído. E essas situações vão nos colocar à prova. Elas vão aparecer vira e mexe na nossa vida para que a gente mesma possa entender. Nossa, é tão bom quando a gente diz assim: "Se fosse antes, eu agiria assim, assim, assim, mas eu já não sou mais essa pessoa." Se fosse antigamente, eu diria umas poucas verdades, eu falaria isso ou aquilo, mas eu já não sou mais essa pessoa. É maravilhoso quando a gente percebe a maturidade que vai chegando com o tempo e as pessoas dizem assim: "Eu não faço mais questão de ter eh de ter, como é que a gente fala aquela frase? Razão. Eu prefiro ter paz. Isso já é, né? o seu espírito lá dentro dizendo: "Olha, nada disso aqui que você julga ser tão importante, não. Porque pera aí, agora eu vou falar, agora fulano vai ter que me ouvir. Quando passar um tempo, você vai falar: Gente, que que eu tava fazendo lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, que eu não vou lembrar agora de cabeça qual é o capítulo, né? Não tenho essa memória, mas vocês depois busquem lá. Tem uma parte que fala da ira, né? Quando você chegar em casa, abre lá Evangelho segundo o Espiritismo e coloca ira, procura lá, né? Aí vocês vão ver que tem um trecho que eles, os espíritos falam que se nós pudéssemos nos ver ou ver o nosso semblante, ver a nossa energia, quando nós estamos sentindo ira, raiva, que nós temos e palavras deles, tá gente? Não sei o que tô inventando, não. Procura depois para não dizer: "Ah, a Patrícia falou isso, deixa olhar lá se é verdade. Vai lá olhar mesmo." Eles falam que a gente chega a ter uma aparência bestial. Olha só que vergonha, que humilhação pra gente, né? Aí depois a gente vai rezar à noite. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, né? E a gente acha que não fez
a aparência bestial. Olha só que vergonha, que humilhação pra gente, né? Aí depois a gente vai rezar à noite. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, né? E a gente acha que não fez nada naquele dia, mas se a gente tratou o outro, que é nosso irmão, de uma forma que desagrade os olhos de Deus, os olhos do Cristo, nós ainda não estamos tendo olhos de ver, nem ouvidos de ouvir, nem estamos agindo com coração. muitas vezes calar-se, afastar-se, conversar com maturidade, não gritar, colocar o nosso ponto de vista, aprender que a dialética, o diálogo, é a melhor solução, que gritando ninguém chega a nenhum lugar, que impondo, que controlando a gente não chega a nenhum lugar, aí nós vamos começar a termos olhos de ver. Felizmente, com o passar do tempo, eu acho que vai acendendo dentro de nós uma sensação de que eh, eu não sei, não sei, né? Eu eu me considero já assim, né? Eu tô eu tô vou falar meia idade aqui, mas eu não me importo não. Eu tô beando 50, eu tô com 47. Então, a gente vai chegando numa certa idade que a gente fala assim: "Caramba, se eu for viver 100 anos, eu já cheguei na metade do caminho. Meu pai, ele desencarnou com 50 anos. ele ia fazer 51. Então eu sempre fico pensando e ele tava completamente cheio de saúde, desencarnou de um acidente, né? Duas horas antes eu tava falando com ele no telefone. Então tá, pai, até domingo. Era uma sexta-feira, até domingo. E esse domingo não chegou mais. Ele sofreu um acidente de moto e desencarnou naquela noite. Então nós não sabemos o dia de amanhã, né? eu com 47 anos de idade, se desencarnasse da idade dele, só faltam três. Então, a gente às vezes fica apegado a situações, a a coisas que são os olhos da do ego, são os ouvidos do ego, da personalidade que grita ainda dentro de nós. Mas nós lá dentro somos um diamante que vem sendo lapidado nas múltiplas reencarnações. E é por isso que ter a consciência do espiritismo é muito consolador. Porque se nós pensássemos: "Puxa vida, falta pouco tempo para eu ir, não
mante que vem sendo lapidado nas múltiplas reencarnações. E é por isso que ter a consciência do espiritismo é muito consolador. Porque se nós pensássemos: "Puxa vida, falta pouco tempo para eu ir, não aprendi muita coisa nessa encarnação e vai acabar tudo com essa encarnação, seria uma tragédia anunciada, né? Mas nós sabemos que nada vai acabar aqui, que a morte não existe, que o meu corpo físico ou que essa roupagem que eu escolhi nesta encarnação vai perecer um dia, mas eu continuarei viva e eu terei a minha consciência expandida e eu perceberei coisas que não estou percebendo agora. Mas se eu me esforçar para ter olhos de ver agora, eu vou dar um salto na minha vida. Se eu me esforçar para ter ouvido de ouvir agora, muita coisa vai mudar na minha vida. Se eu começar a pensar mais com o meu coração, com a minha consciência, com as leis divinas que estão grafadas na minha consciência, do que com a minha mente que às vezes me engana, que às vezes ouve influências porque a minha vibração tá baixa e ela ouve, vai lá, fala tal coisa. Você não pode largar de ser bobo. Ô, perdão, você não pode ser bobo assim, larga a mão de ser bobo. Vai lá. Muitas vezes nós somos influenciados. Lembra também da pergunta de Kardec? Se os espíritos influenciavam a nossa vida ou não e em que medida? E os espíritos responderam que de ordinário são eles que vos dirigem. Ou seja, muitas vezes nós estamos agindo aqui baseado nas influências que estamos sofrendo, de intuições que estamos ouvindo. Como é que a gente sabe que a gente tá no caminho certo? Basta olhar a nossa frequência, a nossa vibração. Quais os pensamentos que eu tenho ao longo do dia? Eu tô vibrando alto? Eu tô fazendo por onde manter a minha vibração lá em cima? Eu tô ouvindo coisas boas? Eu tô pensando em fazer o bem. Eu tô ouvindo músicas que elevam o meu espírito. Eu tô fazendo leituras edificantes. Eu estou conversando com pessoas e estou ouvindo-as. Estou dando atenção ao que elas me dizem. Ou eu estou constantemente julgando,
sicas que elevam o meu espírito. Eu tô fazendo leituras edificantes. Eu estou conversando com pessoas e estou ouvindo-as. Estou dando atenção ao que elas me dizem. Ou eu estou constantemente julgando, criticando, condenando, recordando fatos infelizes, lendo notícias o tempo inteiro de situações violentas e infelizes que acontecem no mundo, ocupando meu dia com coisas que não tem nenhuma importância. Hoje nós vivemos num mundo que se nós não estivermos atentos, os nossos olhos de de ver e ouvidos de ouvir, eles se tornam cada vez mais ineficientes, porque passa o dia preso lá nas redes sociais, em situações que nem são reais. Então, nós precisamos nos modificar aqui dentro primeiro para que a gente dê valor ao que realmente tem valor, para que a gente consiga abrir os olhos do espírito e discernir: "Isso aqui não vai me levar pra frente. Isso aqui eu não vou falar porque depois eu não vou ter como engolir de volta o que eu falei e eu vou ofender alguém, eu vou magoar alguém". Então ele termina esse capítulo dizendo que todos os homens têm no peito um coração que pulsa, um coração que sente, mas os que amam o próximo como a si mesmo são tão raros que se denominam santos ainda para nós. Mas lembrem-se de que Jesus nos disse: "Vós sois deuses e podeis fazer o que eu faço e muito mais. Nós temos dentro do peito esse coração que pulsa e que sente. Nós fomos criados pelo pelo criador da do mundo, dos universos, né, do multiverso. Nós fomos criados à luz e semelhança dele. Nós guardamos dentro de nós essa perfeição. Nós somos seres perfectíveis. E um dia todos nós chegaremos a ser espíritos de primeira ordem. Todos. É o que o livro dos espíritos nos diz. E ele diz que diante do exposto concluímos que o divino mestre tinha sobrão quando chamava a atenção dos seus ouvintes por meio dessas palavras que deram Pábulo a este artigo. Aprendemos com o Senhor que os verdadeiramente vivos neste orb, neste planeta, com os olhos de ver e os ouvidos de ouvir e o coração de amar, são raridades dignas de
as que deram Pábulo a este artigo. Aprendemos com o Senhor que os verdadeiramente vivos neste orb, neste planeta, com os olhos de ver e os ouvidos de ouvir e o coração de amar, são raridades dignas de nota como é uma flor de lótus, como é como são os trevos de quatro folhas. Então, meus queridos irmãos, eu faço votos de que nós possamos sair daqui muito conscientes de que cada um de nós pode ser essa flor de lótus. Não importa o que esteja ao nosso redor, o que verdadeiramente importa é o que está dentro de cada um de nós. E se é o melhor, porque nós estamos sempre sendo amparados em todas as circunstâncias, vamos fazer valer isso na nossa encarnação. Vamos nos modificar. Se nós sairmos daqui hoje, todas as pessoas que estão aqui hoje, se nós sairmos daqui com esse compromisso de observarmos o que há dentro de nós, de nos encantarmos por nós mesmos, de ouvirmos as coisas boas que nós temos condições de falar, quantas vezes vocês já deram um bom conselho para alguém? Quantas vezes vocês já foram bons ouvintes? Quantas vezes vocês enxugaram a lágrima de alguém que estava sofrendo? Quantas vezes vocês estenderam a mão para alguém que estava precisando de vocês? Eu tenho a certeza e a convicção de que todos vocês que estão aqui já fizeram isso muitas vezes na vida e alguns fazem como hábito. Isso já é o normal. Um dia nós viveremos num mundo em que amar e ser amado ou fazer o bem e receber o bem não será mais uma escolha, será a única coisa que nós saberemos fazer. Não haverá outra opção. Então nós ainda precisamos escolher entre o bem e o mal, entre amar ou entre julgar, criticar e condenar. entre fazer o bem ou ser omisso, fingir que não é comigo, esperar que alguém faça na minha frente porque agora eu tô sem tempo, esperar que alguém console porque agora eu não tenho paciência para consolar essa pessoa, não tenho coração ainda que me toque quando alguém tá precisando de mim. Hoje ainda é uma opção. E lembre-se do que nós falamos aqui, nós somos responsáveis por cada escolha na nossa
olar essa pessoa, não tenho coração ainda que me toque quando alguém tá precisando de mim. Hoje ainda é uma opção. E lembre-se do que nós falamos aqui, nós somos responsáveis por cada escolha na nossa vida. que nós possamos um dia sair daqui pensando: "Eu fiz todas as escolhas que eu pude". Mas chegou um determinado momento da minha vida que eu escolhi fazer apenas o certo. E pra gente saber se é o certo ou se é o errado, quem é o nosso modelo e guia, gente? Quem é o nosso modelo e guia? Não me não me passa vergonha, gente. Jesus. Então, se a gente tiver que tomar uma escolha, que que a gente tem que tomar uma decisão? Que que a gente tem que pensar? Como Jesus agiria? O que Jesus diria se ele pudesse falar comigo agora? Ele se orgulharia da minha atitude ou ele se decepcionaria comigo? Não que ele se decepcione conosco, mas que nós somos motivo de orgulho para todos aqueles seres que nos amam são mais evoluídos que nós ou não. E que nós possamos, meus queridos, eh deixar euar esse amor que tem dentro de cada um de nós em cada palavrinha, cada situação. Não só agora na época do Natal que a gente fica bonzinho, né, gente? a gente ficar bonzinho, mas que essa bondade que fica pairando na atmosfera natalina, ela não faça parte apenas desse momento, mas que os nossos olhos sejam mais sensíveis, que a nossa boca profira palavras mais sensíveis e delicadas e amorosas, e que o nosso coração amplie, se expanda desse amor e dessa luz que todos nós somos capazes de sentir. Então vamos fazer a nossa prece, que a minha luzinha vermelha ali já acendeu há um tempão. [risadas] Então vamos fechar novamente os nossos olhos, queridos. E eu queria que vocês colocassem, se possível, e se puderem, a mão no coração. Coloca a sua mão no peito. Sente como é que tá a sua respiração, como é que tá a sua vibração. Ouve o seu coração. Dentro de cada um de nós tem a chama do verbo divino. Todo o evangelho do Cristo, todos os ensinamentos da lei divina estão dentro da nossa consciência, que fala conosco através dessa janela da
ração. Dentro de cada um de nós tem a chama do verbo divino. Todo o evangelho do Cristo, todos os ensinamentos da lei divina estão dentro da nossa consciência, que fala conosco através dessa janela da alma que é o nosso coração. Qualquer dúvida, qualquer incerteza, qualquer insegurança, qualquer medo nesse momento, coloca para fora, deixa aqui agora. não leva com você porque não é seu, não te pertence. A sua fé, o seu amor pelo Cristo, vai te dar a certeza do que você deve fazer, vai te dar resiliência para enfrentar qualquer situação difícil, vai te dar fé e coragem para confiar em que dias melhores virão. Mestre Jesus, nossa mais profunda gratidão por estarmos aqui reunidos em teu nome. Gratidão por essa doutrina que nos consola. Gratidão pelo teu amor por cada um de nós. Gratidão aos espíritos trabalhadores dessa casa que derramaram sobre cada um de nós bênçãos das quais nós podemos sentir nesse momento. Gratidão, Mestre Jesus. E que nós possamos levar aos nossos lares, a todas as pessoas que nos acompanham e a todas as pessoas que passam na nossa mente nesse momento o melhor que há em nós. Que todas recebam as nossas melhores vibrações de amor. Que nós possamos perdoar e sermos perdoados, amar e sermos amados na medida daquilo que nós fazemos por onde merecer. E que nós possamos ser cada dia melhores do que somos hoje. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos. Muito obrigada. Gratidão. Permaneçam em silêncio, em prece para a segunda parte dos trabalhos de hoje, o passo coletivo. E aqueles que porventura tiverem que sair, que possam ir em paz aos seus lares, levando essa vibração maravilhosa que nós estamos sentindo aqui. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo
a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e [música] da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida.
a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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