TEMA LIVRE - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 26/04/2026 (há 1 mês) 365 visualizações

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Transcrição

Nessa casa que [canto] [música] aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [canto] vibrando luz, buscando a ti, buscando Obrigado a [música] comunhão espírita de Brasília. Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço. Pedimos aqueles que têm celular que mantendo modo silêncio desliguem, por favor. E saudamos também aqueles que nos assistem e nos ouvem pela TV Rádio Web Comunhão. O livro A vida por linhas certas. Não espere. Não espere um sorriso para ser gentil. Não espere ser amado para amar. Não espere ficar sozinho para reconhecer a dor da solidão. Não espere ficar de luto para saber que alguém é importante em sua vida. Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar. Não espere a queda para lembrar-se do conselho. Não espere a enfermidade para entender a fragilidade da vida. Não espere a pessoa perfeita. para então apaixonar-se. Não espere a mágoa para pedir perdão. Não espere a separação para buscar a reconciliação. Não espere elogios para acreditar em si mesmo. Não espere ter tempo para servir. Não espere que o outro tome iniciativa. Se você foi o único culpado, não espere ter dinheiro para então contribuir. Não espera indiferença para dizer finalmente que amava. Não espere chegar à morte para só então perceber que sobreviveu sem desfrutar a sobrevivência. Nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o médico dos médicos, e pedir a esses abnegados amigos espirituais, especialmente os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão à distância, aqueles que estão pelos hospitais e aqueles que estão a vagar pelas ruas, tão somente em busca do pão material. que possamos levares o lentitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a

elas ruas, tão somente em busca do pão material. que possamos levares o lentitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja. Vamos passar a palavra à nossa irmã Carla, que vai nos brindar hoje com >> cuidado de si. >> Cuidado de si. Boa noite. É uma grande alegria estar aqui nessa segunda-feira à noite, já começando a semana, tratando dessa reflexão que nos inspira. Eh, vem do livro Caminho, Verdade e Vida de Emanuel, em que ele nos alerta da necessidade de cuidarmos de nós mesmos. Eh, Emmanuel sempre extrai um trecho de um de um do Evangelho, dos Atos dos Apóstolos ou das cartas de Paulo. E ele começa com o trecho da primeira carta de Paulo a Timóteo. Timóteo era aquele que Paulo tinha como um filho. Então, ele deu esse conselho como quem o dá a um filho e ficou como legado para todos nós. Então Paulo diz assim a Timóteo: "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nessas coisas, porque fazendo isso, te salvarás tanto a ti mesmo quanto aos que o ouvem". E aí Emanuel faz as suas inspiradas reflexões a respeito desse tema, nos chamando atenção para o que Paulo falou muito bem, como a um filho que eh cuidasse de si e cuidando de si cuidasse também dos outros ao seu redor. Então o cuidado de nós mesmos é essencial para que a gente possa cuidar do mundo, cuidar de todas as pessoas ao nosso redor. E para que a gente possa desempenhar os nossos papéis que existem no mundo, né? No livro Escutando Sentimentos tem uma uma passagem que foi retirada de um livro do psicanalista, psiquiatra e psicanalista do médico Cung, que é muito conhecido e que serviu como inspiração para que Joana de Angeles nos trouxesse as suas revelações sobre psicologia e saúde mental. E ele traz na epígrafe

tra e psicanalista do médico Cung, que é muito conhecido e que serviu como inspiração para que Joana de Angeles nos trouxesse as suas revelações sobre psicologia e saúde mental. E ele traz na epígrafe desse livro a seguinte citação: "Que eu faça o mendigo sentar-me à minha mesa. Que eu perdoe aquele que me ofende e me esforce por amar, inclusive o meu inimigo, em nome do Cristo." Tudo isso naturalmente não deixa de ser uma grande virtude. O que eu faço ao menor dos meus irmãos é ao próprio Cristo que o faça. Mas o que acontecerá se eu descubro porventura que o menor, o mais miserável de todos, o mais pobre dos mendigos, o mais insolente dos meus caluniadores, o meu inimigo reside dentro de mim, sou eu mesmo e precisa da esmola da minha bondade e que eu mesmo sou o inimigo que é necessário amar. Então, Kung faz essas considerações pensando na necessidade do nosso autocuidado, que nós às vezes vamos para fora, vamos agir em relação ao mundo, o que é extremamente meritório. nos propomos a amar a todos, nos propomos a mudar o mundo, nos propomos a reformar tudo, mas de isso não tem total, embora meritório, como ele fala, isso não vai ter um significado mais profundo se não vier de nós mesmos, se não transcender de nós. do Emanuel em outra passagem diz que nós precisamos ter em nós a luz para então nos tornarmos embaixadores dela. Muito bem disso. Sobe o espírito que se denominou irmão Jacó, que hoje nós já sabemos quem é, mas que vamos chamá-lo pelo nome que ele escolheu ser chamado, que ele se denominou no livro Voltei. Esse espírito que fez muito, agiu muito durante a sua vida. Ele foi presidente da Federação Espírita Brasileira Contemporâneo de Bezerra de Menezes, muito rico, doou muito dinheiro, né? Fez e mobilizou muitas ações e muitas pessoas. Quando chegou no plano espiritual, esperava-se que ele fosse recebido com honras e glórias, que ele tivesse um lugar muito especial, tivesse realmente um palco ali reservado para si. Mas a realidade que ele encontrou foi diferente,

al, esperava-se que ele fosse recebido com honras e glórias, que ele tivesse um lugar muito especial, tivesse realmente um palco ali reservado para si. Mas a realidade que ele encontrou foi diferente, porque ele edificou o mundo lá fora, mas ele não edificou o mundo aqui dentro. As coisas partiam do exterior, mas não alcançavam o interior. E quando as coisas não alcançam o nosso interior, não é que elas não repercutam, não é que elas não tragam benefícios. Inclusive na jornada dele, no plano espiritual, logo na sua chegada, ele encontrou inúmeras pessoas que foram beneficiadas e que praticaram aquilo que ele falava e que com isso estavam no plano espiritual, numa situação mais favorável do que a dele. O que ele falava para fora, as pessoas traziam para dentro e conseguiram internalizar esses ensinamentos e emanava luz. Então ele chegou no plano espiritual e tinha vergonha, porque querido pelos seus amigos, inclusive pelo nosso mentor Bezerra de Menezes, por aqueles que estavam ali, percebia que havia uma grande diferença entre o espírito, o perespírito, a mor a veste daquele médico dos pobres que já na sua jornada espiritual havia internalizado esse amor e essa doação verdadeira, trazia um perespírito iluminado. transcendente, enquanto ele tinha suas vestes opacas e não conseguia emanar aquela luz. A gente estuda aqui no no nos livros, né, e nas aulas do ESD, que luz é algo que a gente não pode forjar a nossa iluminação. Os espíritos podem forjar determinadas características por inteligência, que não são necessariamente morais, e imprimir determinadas qualidades ao seu perespírito. Mas a luz não é uma delas. A luz precisa vir de dentro. Ela só ilumina quando já está constituída dentro de nós. Então, ele não poderia construir essa luz se ele já não tivesse ela dentro de si. E ele, então, esse livro é belíssimo e eu recomendo a todos que leiam. é um livro relativamente simples, embora muito profundo, um pequeno grande livro e mostra toda essa jornada dele, desde a surpresa que ele

tão, esse livro é belíssimo e eu recomendo a todos que leiam. é um livro relativamente simples, embora muito profundo, um pequeno grande livro e mostra toda essa jornada dele, desde a surpresa que ele teve no plano espiritual ao perceber quem ele realmente era contra todas as suas expectativas, os encontros que ele teve, tanto com os seus amigos quanto com as pessoas que ele conversava, os espíritos com quem ele dialogava enquanto dirigente de grupo mediúnico, aqueles que ouviram suas palestras e tantos outros que ele encontrou as jornadas que fez até o momento em que ele consegue encontrar-se com sua luz, perdoem o spoiler, mas até o momento em que ele consegue dar mais esse passo na sua jornada. Então, é muito interessante esse caminho que esse espírito do irmão Jacó conseguiu eh delinear e as lições que ele traz para nós, né? O Milton Nascimento tem uma música que se chama Esquinas, em que ele fala, né? Sabe lá o que é não ter e ter que ter para dar. Então, como é que a gente dá se a gente não tem sequer para nós mesmos, né? Como é que a gente ilumina se a gente ainda não consegue forjar para nós essa luz? Então, é preciso que a gente trabalhe para nós mesmos. É preciso que a gente construa a nós mesmos e que essa construção de nós mesmos sirva de alicerce para qualquer outra construção que nós quisermos fazer no mundo, que a gente consiga se constituir em bases sólidas, porque onde quer que a gente vá, nós levamos a nós, né? Um comediante antigo, que quem é jovem há mais tempo, como eu vai se lembrar, que era o Tiririca. Ele dizia, né, que olha, onde quer que eu vá, eu estarei lá. E essa é a verdade, né? A gente não foge de nós mesmos. Tem uma história da filosofia oriental que mostra exatamente isso. É um homem que um sábio que vivia na porta de uma cidade e todas as pessoas o procuravam. Quem entrava da na cidade, quem saía, quem precisava de qualquer orientação, sempre procurava aquele homem sábio que ficava ali com seus discípulos. E um belo dia estava ele lá com o discípulo e

avam. Quem entrava da na cidade, quem saía, quem precisava de qualquer orientação, sempre procurava aquele homem sábio que ficava ali com seus discípulos. E um belo dia estava ele lá com o discípulo e chegou um homem e perguntou a ele: "Olha, Senhor, eu estou me mudando para essa cidade. Aqui é um bom lugar. Será que eu vou ser feliz aqui? Será que eu vou encontrar paz? Será que eu vou encontrar alegria? Será que eu vou ter uma vida boa?" E ele respondeu com uma pergunta. Ele perguntou: "Como era o lugar de onde você veio?" E aí o homem falou: "O lugar de onde eu vim era muito bom. As pessoas eram boas, eram cordiais, tinha uma natureza bonita, o sol brilhava, tinha flores. Eu era feliz lá. Infelizmente eu precisei me mudar porque surgiu uma oportunidade e eu precisei vir para esse lugar onde eles estavam precisando de alguém para o empreendimento. Fiquei muito triste de sair da cidade onde eu morava. Espero que aqui seja um bom lugar também. E aí o sábio disse a ele: "Pois você realmente teve sorte. Essa cidade é ótima também. Aqui as pessoas são cordiais, também tem natureza, o sol brilha nos espaços. Você vai ver muita beleza aqui nessa cidade, as casas são bonitas, você vai encontrar bairros bons para morar, enfim, você tem tudo para ser feliz aqui também, né? E o homem saiu feliz com aquela previsão e com as melhores expectativas. No dia seguinte estava ele lá com o mesmo discípulo e um outro homem procurou, esse homem mais acabrunhado, mais sério, e fez a mesma pergunta para ele. Olha, eu tô vindo de uma outra cidade e venho morar aqui nesse lugar. Será que é um bom lugar? Será que eu tenho chance de ser feliz, de ficar bem, de estar eh de construir minha vida aqui em bons termos? E o sábio devolveu a ele a mesma pergunta. Como é que você, como era a sua vida lá? O que você me diz do lugar onde você veio? E aí ele fala: "Olha, o lugar onde eu vi era horrível. A cidade era escura, cheia de lixo, só tinha feiura lá. Não tinha nada de bonito na cidade, não tinha nada de bom. As pessoas eram

nde você veio? E aí ele fala: "Olha, o lugar onde eu vi era horrível. A cidade era escura, cheia de lixo, só tinha feiura lá. Não tinha nada de bonito na cidade, não tinha nada de bom. As pessoas eram frias, grosseiras, ruins. Não via nada de bom lá, nenhuma oportunidade. Enfim, eu detestava aquele lugar. Tentei me mudar para cá para ver se eu consigo uma perspectiva diferente de vida. E aí o sábio disse para ele: "Olhe, lamento te dizer que aqui também você não vai conseguir encontrar a felicidade. Aqui também é um lugar onde você vai encontrar ambientes sombrios, vai encontrar pessoas frias, vai encontrar pessoas que são eh que que não vão ser legais com você e você realmente não está num lugar melhor do que o que você estava." E aí o discípulo perguntou a ele como ele tinha dado orientações tão diferentes a duas pessoas sobre o mesmo lugar. E ele falou que, na verdade, o lugar onde as pessoas encontram é aqueles que já existe dentro delas. Em cada espaço, em cada lugar, existem todos os lugares do mundo. Nós precisamos nos sintonizar com o que existe de bom, com o que existe de belo, com o que existe de melhor. E aí, então nós faremos melhor o lugar onde nós estamos. Se eu tiver um olhos de ver, como Jesus dizia, e eu tiver no meio de uma um lugar que onde só tem cimento, eu baterei os meus olhos na única flor que existe ali, que nasce no meio daquele cimento, enquanto que se eu tiver o mau olho, aquele olho que não edifica, eu verei a única coisa feia que existe num campo maravilhoso, cheio de flores. Procurarei os espinhos onde existem as rosas. Então, rosas e espinhos existem em todos os lugares. Agora, onde eu vou focalizar o meu olhar? Onde eu vou procurar? Onde me deter? Onde eu vou fixar a minha atenção? Aí é que há a chave da coisa. A gente deve pensar, e isso eu falo sempre, eu dou aula aqui no ESD, na fase 2A, e eu digo muito pros meus alunos e para mim mesma todos os dias, a gente deve olhar todos os dias no espelho, deve colocar isso na parede do nosso

eu falo sempre, eu dou aula aqui no ESD, na fase 2A, e eu digo muito pros meus alunos e para mim mesma todos os dias, a gente deve olhar todos os dias no espelho, deve colocar isso na parede do nosso quarto, um cartaz escrito enorme assim: "Eu sou um espírito". E isso deve moldar todos os atos, todas as impressões, todas as visões que nós temos do mundo, porque nós somos espíritos imortais. E isso é a nossa principal conhecimento e a nossa principal marca. Cada gesto, cada decisão que nós tomamos, cada olhar que nós temos, cada pensamento que nós temos, deve levar em nossa em consideração esse fato de que nós somos espíritos imortais. Nós nascemos há muito tempo atrás, começamos simples e ignorantes e seguimos na nossa vida com os erros que já cometemos, sendo levados pela lei de causa e efeito, mas também destinados à felicidade, à perfeição e à comunhão com Deus. Nós conheceremos intimamente a Deus, que já está dentro de nós, na nossa consciência e inevitavelmente seremos levados ao bem. Então essa é a nossa condição de espíritos. Eu penso que como espíritos nós devemos ver o mundo. A gente vê nos livros de André Luiz como exemplo, que quando a gente passa a vida inteira buscando coisas que para nós são importantes, edificando a nossa vida, edificando as nossas prioridades e aquilo que nós queremos fazer, estabelecendo projetos, estabelecendo metas, estabelecendo relações. E quando a gente se descobre como espíritos, muitas vezes após a nossa desencarnação, quando chegamos no plano espiritual, somos muitas vezes surpreendidos, porque aquilo a que dedicamos a maior parte da nossa encarnação, a maior parte das nossas energias, do nosso tempo e de tudo o que viemos fazer aqui, às vezes nada tem a ver com os projetos que estabelecemos para nós mesmos e com o verdadeiro caminho da evolução. Quem leu o livro Os Mensageiros, ouviu o filme que passou, no qual essa história que eu vou falar foi muito bem retratada, vai se lembrar daquele homem que era um grande empresário, um homem rico, que vivia

eu o livro Os Mensageiros, ouviu o filme que passou, no qual essa história que eu vou falar foi muito bem retratada, vai se lembrar daquele homem que era um grande empresário, um homem rico, que vivia edificando o seu trabalho, fazendo crescer a sua empresa e procurando aumentar o seu capital. e tava sempre, sempre, sempre trabalhando. E ele tinha, a esposa dele tinha como amiga e como a uma pessoa que ela auxiliava a dirigente, né, o casal dirigente de um centro espírita pequeno que estava se formando e que auxiliava muitas pessoas. E por influência da esposa, esse marido dava suporte material e permitia que esse centro espírita pudesse ser eh pudesse ter a sua sobrevida e pudesse ser auxiliado. E aquele homem num determinado momento começou a achar que tava gastando dinheiro demais, que tava gastando energia demais e que ele poderia empregar isso na melhoria da sua empresa. Só que quando a gente vai ver o Anisseto, que é o mentor, que cuidava da encarnação de todas aquelas pessoas, era uma espécie de de mentor de todos eles e que fez essa esse encontro desses espíritos que saíram do nosso lar para realizar essa tarefa, eh, esclarece que a grande tarefa dele na vida era justamente colaborar com esse centro espírita e que ele veio nessa condição de boa vida financeira. Claro que também ele tinha o trabalho dele, né? Ele desempenhava muito bem o trabalho dele e cresceu pelo próprio esforço, mas com o auxílio do plano espiritual e que a principal tarefa dele era justamente ajudar esse centro espírita, era dar suporte a essa atividade. Tudo que ele fez no plano material era relevante, ajudou a vida das pessoas, dava emprego, etc. Mas o cerne da encarnação dele era dar esse suporte. Tanto que no filme isso fica muito claro que quando ele se recusa a isso, até a própria encarnação dele chega a ficar em risco, né? Então, já que ele estava se recusando a cumprir a sua tarefa, ele chegou a adoecer, porque a sua encarnação estaria se desviando de tal forma dos projetos que haviam sido

e chega a ficar em risco, né? Então, já que ele estava se recusando a cumprir a sua tarefa, ele chegou a adoecer, porque a sua encarnação estaria se desviando de tal forma dos projetos que haviam sido traçados para ele, que ele poderia comprometer decisivamente o seu caminho e o seu retorno ao plano espiritual como um um espírito cumpridor da sua tarefa. Então, às vezes a gente não tem noção. A gente se esquece de olhar como espírito, olharmos como cristãos e como espíritos e nos afastamos daquilo que é verdadeiramente mais importante. Às vezes a gente passa muito tempo como esse espírito, focando apenas naquilo que é o nosso interesse mais tangível, mais material e esquece do que é verdadeiramente importante. Às vezes nós somos criticados pelo tempo que dedicamos alguma tarefa edificante, pelos livros que nós lemos, pelo tempo em que nos eh damos atenção àquilo que são as tarefas do espírito. Somos até menosprezados por isso e nós não percebemos que isso é o nosso diferencial, isso é o mais importante que nós tínhamos a fazer, né? Até o Chico no início da vida dele teve uma decisão muito importante para tomar. Emanuel quando se apresentou a ele disse que ele tinha uma semana para pensar se ele queria constituir uma família, ter uma vida normal como todas as outras pessoas e como era esperado que ele tivesse, que os irmãos dele acabaram tendo, né? que todas as pessoas conhecidas praticamente acabaram tendo, ou se ele assumiria a tarefa de trazer aqueles livros espíritas e de trazer aquela aquelas mensagens, uma tarefa que ele nem compreendia ainda naquele momento. E Emanuel disse que ele teria esse tempo para pensar. Ele estava já começando a caminhar na tarefa espírita em virtude da do problema da sua irmã, que havia passado por um processo obsessivo muito sério. E por isso eles pediram o socorro de um casal espírita que existia ali naquela cidade de Pedro Leopoldo. E ele tava começando a ir paraas sessões. Naquela noite, a sua irmã eh teve uma vidência em que o Chico

so eles pediram o socorro de um casal espírita que existia ali naquela cidade de Pedro Leopoldo. E ele tava começando a ir paraas sessões. Naquela noite, a sua irmã eh teve uma vidência em que o Chico estava debaixo de uma cascata de livros, já deixando claro que o coração dele sequer esperou uma semana. Naquele mesmo dia, ele já deu a resposta a Emanuel. E aquela resposta surgiu eh de como uma mensagem do plano espiritual, de que ele sim havia escolhido a tarefa e essa tarefa mudou a vida dele. Imagina se o Chico tivesse feito uma escolha diferente, né? Imagina se ele tivesse escolhido ter uma vida comum, casar-se, ter filhos. Isso seria uma possibilidade. Essa possibilidade foi oferecida a ele, né? Imagina se Kardec não tivesse aceitado. Ele teve essa opção de não aceitar. Tanto que Leon Deni estava preparado para assumir a tarefa também. Mas eles honraram a responsabilidade que lhes foi confiada e se tornaram os grandes missionários que deveriam ser. Francisco de Assis. Da mesma forma, o pai de Francisco de Assis tinha para ele grandes projetos. Ele era o que a gente chama hoje de novo rico, né? Um comerciante riquíssimo, abastado, que deu tudo de melhor pro seu filho, que ele ia festas, ele tinha roupas caras, ele tinha tudo do bom e do melhor. Só tinha uma coisa que ele não tinha, um título de nobreza. E era isso que o seu pai ambicionava para ele e faria qualquer coisa para isso, né? Um determinado dia surgiu essa oportunidade. Assis, que era a cidade de São Francisco, né, que não era São Francisco ainda, de Francisco, vamos dizer assim, eh entrou em guerra contra a Peruja, que era a cidade vizinha. E quando isso aconteceu, eles poderiam, os jovens, mostrar o seu valor em combate. Aqueles que se destacassem na guerra poderiam ser chamados para ser cavaleiros do rei e lutar nas cruzadas e até o oriente e lutar como cavaleiros do rei nas cruzadas, levando, né, a aquela aquele legado aos povos pagãos. E e Francisco saiu, o pai dele comprou para ele o melhor cavalo, a armadura mais

adas e até o oriente e lutar como cavaleiros do rei nas cruzadas, levando, né, a aquela aquele legado aos povos pagãos. E e Francisco saiu, o pai dele comprou para ele o melhor cavalo, a armadura mais forte, as melhores armas. E ele saiu forte de cabeça erguida para travar essa guerra, se mostrar um grande guerreiro e ganhar esse título de cavaleiro que daria a ele um título de nobreza, porque os cavaleiros do rei todos ganhavam um título de nobreza, que era o que Francisco ainda não tinha. Então ele saiu, foi pra guerra junto com seus amigos para ganhar esse título e voltar como nobre. A gente não sabe bem o que aconteceu. Pouco se sabe sobre o que Francisco passou na guerra. Sabe-se que ele voltou para Assis como desertor, considerado como louco por muitos. Foi trilhando um caminho em que ele estava cada vez menos ali na cidade e cada vez mais nos campos fora em que ele começou a conversar com os passarinhos. conversar com os animais, pregar para o aqueles que estavam ali fora, até mesmo para as flores. E foi aos poucos se desprendendo até aquele momento clássico em que ele doa os tecidos do pai para aqueles que estavam lá fora e retira as próprias roupas, dizendo que o seu pai a partir de então é o pai que está nos céus, não é mais aquele pai e que ele não precisa de nada desse mundo. Ele saiu da cidade e teve um sonho, segundo o qual caberia a ele reconstruir a igreja de Deus. E ele entendeu da seguinte forma, entendeu que aquela igreja era a capela de São Damião, que estava do lado de fora de Assis. Então ele começou ali se vestia com aqueles sacos de batata e de feijão que existiam naquela época e amarrados com uma corda e tinha uma pedreira perto. Todos os dias ele pegava pedras e ia construindo. Outras pessoas dali de fora iam se juntando a ele e ele ia construindo, né? Construiu aquela capela e achou que a sua tarefa tava realizada. Na verdade, a tarefa era apenas o começo. Ele realmente tinha a tarefa de reconstruir a igreja, mas não era apenas a capela de

ndo, né? Construiu aquela capela e achou que a sua tarefa tava realizada. Na verdade, a tarefa era apenas o começo. Ele realmente tinha a tarefa de reconstruir a igreja, mas não era apenas a capela de São Damião, era a reconstrução da igreja mesmo, da igreja que estava em ruínas. O Papa, nesse mesmo período, teve o mesmo sonho, só que de uma forma diferente, mas com a mesma mensagem. Ele estava ali na basílica já, onde ele onde vivia o papa e um mendigo vinha e segurava os pilares impedindo que a igreja caísse. Aí ele reconheceu quando Francisco já com essas vestes que ele eram consideradas de mendigo, pediu a ele uma audiência e apresentou-se. reconheceu que ele era o homem que que ergueria, né, seguraria os pilares daquela igreja. E aí deu autorização para fazer, para que Francisco pudesse fazer a única coisa que ele queria, seguir o evangelho de Jesus na sua literalidade. E o pai de Francisco, o que ele queria para Francisco, que ele tivesse um título de nobreza, que ele fosse nobre. E o que Francisco se transformou, né? Nos anos 2000, mais ou menos ali, foi feito um enquete mundial para pensar qual era o homem mais influente do do milênio. E o homem mais influente do milênio foi escolhido Francisco de Assis. Com tantos inventores, com tantos políticos, com tantos artistas, Francisco de Assis foi o homem mais influente do milênio, escolhido numa eleição mundial. O pai dele nunca pensou que isso pudesse acontecer com o filho, né? Mas Francisco se tornou muito maior do que qualquer sonho que seu pai pudesse acalentar, muito diferente também. Mas ele se tornou grande pelo espírito, não pela matéria. De que adiantava um título de nobreza, de que adiantava a riqueza, de que adiantavam todas as moedas do mundo. Isso tudo passaria. Mas aquilo que Francisco conquistou pelo espírito, isso permaneceu e até hoje nós estamos falando dele. E se Deus quiser, ainda falaremos de Francisco por muitos milênios, né? E se ele tivesse ganhado um título de nobreza, quem seria ele? Ninguém se lembraria que aquele homem

e nós estamos falando dele. E se Deus quiser, ainda falaremos de Francisco por muitos milênios, né? E se ele tivesse ganhado um título de nobreza, quem seria ele? Ninguém se lembraria que aquele homem nobre existiu. Mas de Francisco de Assis, que abriu mão de tudo de material para construir o seu espírito, todos nós nos lembramos e todos nós buscamos imitar o seu exemplo. Kaibarchutel, no livro Ceareiros de volta, ele fala num determinado capítulo da equação da felicidade e ele fala: "O espírito humano é a obra prima, é a suprema criação de Deus. Sob o critério da lógica natural, um sol gigantesco a caracterizar-se por trilhões de toneladas, embora respeitável, não vale um só espírito humano medíocre e anônimo. E ele diz isso porque tudo o que existe de matéria perece, inclusive as matérias maiores. A gente tá falando desde um pequeno pedregulho, um pequeno grão de areia até as maiores das galáxias. Tudo isso passará. Inclusive as estrelas que vemos no céu agora, nós sabemos hoje que essas estrelas já passaram. O que a gente tem é uma fotografia de milhares de anos atrás de estrelas que na sua maioria, talvez na sua totalidade, essas estrelas que estão no céu já não existem mais. Então é uma fotografia do passado. Aquelas estrelas, o nosso sol, a nossa terra, tudo o que a gente vê hoje de material vai se acabar, mesmo que seja daqui há 4 milhões de anos, há 4 bilhões de anos. E nós, cada um de nós que está aqui, cada um dos seres que existe no mundo hoje, não vai acabar. Nós viveremos para sempre. Por isso ele diz que nós somos a obra prima de Deus em que ele investe toda a sua energia, todo o seu legado. Ele disse isso também a Emanuel no momento em que ele o encontrou como um homem do estado, um homem muito tomado pelo seu poder, muito tomado por aquilo que que ele que havia sido construído. Ele era o senador Públentolos. Isso está escrito no livro Há 2000 anos. E ele teve esse encontro com o Cristo em que ele buscava a cura para sua filha Flavinha, criança que

que havia sido construído. Ele era o senador Públentolos. Isso está escrito no livro Há 2000 anos. E ele teve esse encontro com o Cristo em que ele buscava a cura para sua filha Flavinha, criança que estava muito doente e que precisava eh de auxílio. Já tinha buscado todos os médicos e eles tinham ido paraa Palestina de Roma para tentar a cura para ela. Num primeiro momento, aquele clima da Palestina, que na época era um clima bom, né? Hoje em dia é um clima muito árido, mas na época, especialmente o clima da Galileia, era um clima muito eh propício e trouxe para ela uma melhoria. Mas depois de um tempo, aquela doença voltou a se manifestar e quando o senador procurou por Jesus, ela estava nos seus últimos momentos de vida. Lívia, a esposa do senador, era uma pessoa, um espírito já evoluído, que reconheceu o Cristo, quando soube, ouviu falar dele, já percebeu quem ele era e já entregou a sua fé aquele homem. Já Pulentolos considerava ele um profeta obscuro, um risco a até mesmo a manutenção de Roma e se envergonhava de procurá-lo, né? Ele foi porque Lívia, que era a esposa que ele muito amava, pediu muito e acreditava muito. Tinha uma fé muito grande de que Cristo, de que Jesus, aquele profeta, seria capaz de curar sua filha. Ela tinha essa confiança, essa certeza e pediu que ele procurá-lo. E ele foi procurá-lo não como aquele centurião da Bíblia que procurou ele no meio do dia, mas ele procurou ele ali na escuridão. Jesus se recolhia todos os dias pra natureza, no crepúsculo, para orar ali e conversar com o pai. E ali sabendo desses hábitos, Lívia tinha amigos que eram próximos de Jesus e falaram isso para ela. E ela falou com Pblulentolos que ele procurasse Jesus e ele procurou, mas ele não conseguiu se desinvestir daquele poder, muito embora tenha sentido a força de Jesus naquele momento que levou ele até as lágrimas, mas ele não conseguiu se desinvestir da sua figura de homem de estado, de representante de Roma. Ele que era o homem mais forte, mais poderoso da Palestina, mais até do

que levou ele até as lágrimas, mas ele não conseguiu se desinvestir da sua figura de homem de estado, de representante de Roma. Ele que era o homem mais forte, mais poderoso da Palestina, mais até do que o governador públulentos, porque ele era o pessoal enviado do César para estar ali. Então ele num que num primeiro momento se comooveu com a presença do Cristo, porque ninguém deixaria de se comover, num segundo momento, a sua racionalidade não permitiu que ele aceitasse aquele simples carpinteiro, aquele homem do povo, aquele profeta como alguém que tinha, né? Então Jesus falou para ele que não se dirigia ao homem de estado, porque tudo aquilo que ele representava passaria, tudo aquilo pereceria, mas aquele espírito sim merecia a atenção dele. Então ele se dirigia não ao senador, não ao império romano, mas ao espírito que ali estava. E era para ele que ele falava. e diz que ele atendia ao desejo e à fé de uma mãe que intercedia pela sua filha e que em nome dessa fé e em atenção a essa fé, ele faria essa cura e fez. Públo lentolos num primeiro momento, realmente sentiu, num segundo momento racionalizou completamente, acreditou a cura que foi integral a tudo, menos a ação de Jesus naquele momento, né? E a gente vê que Jesus, claro, ele viu aquilo que Públolentos estava ainda muito longe de ver naquele momento, né? Porque se a gente olhar 2000 anos depois, onde está Roma, né? Onde está aquele império romano que para ele naquele momento era indestrutível, era imortal, era permanente, nunca acabaria. E onde está o império romano hoje, né? Quem já foi lá vê as ruínas de uma civilização que pereceu pouco tempo depois daquilo que aconteceu. E onde está aquele espírito? Aquele espírito que ainda era orgulhoso, ainda era vaidoso, ainda era cioso de tudo o que aquele império representava. Onde está ele hoje, né? Hoje ele é o nosso Emanuel que tantas lições nos trouxe, inclusive ela. E claro, Jesus investiu onde ele tinha que investir. Ele ignorou o que era transitório e ele falou ao

a. Onde está ele hoje, né? Hoje ele é o nosso Emanuel que tantas lições nos trouxe, inclusive ela. E claro, Jesus investiu onde ele tinha que investir. Ele ignorou o que era transitório e ele falou ao espírito. E ali ele, muito embora Emanuel não estivesse pronto ainda para naquele momento fazer aquela mudança para qual ele era convidado, aquilo permaneceu no espírito dele. aquele encontro permaneceu e foi um ponto de mudança para ele, né? foi a semente que veio a frutificar para benefício de todos nós. Então, na medida em que Jesus investiu naquele espírito, investiu naquele ser que ali estava, naquele ser imortal, ele nos deu de presente. E quando Emanuel assumiu o cuidado de si, ele fez brilhar a sua luz e fez que essa luz brilhasse sobre o alqueire. E quando ele fez a sua luz brilhar, muito mais do que como senador, que talvez tivesse o espírito muito mais opaco do que o do irmão Jacó, certamente tinha, ele iluminou tantas vidas, né? Quantas vidas já foram iluminadas pelo espírito de Emmanuel? Quantas vidas já foram transformadas por essas mensagens que ele nos traz? Quantas vidas já se beneficiaram dessa luz que ele acendeu? Então, na medida em que ele cuidou do seu espírito, em que ele compreendeu a mensagem de Jesus, ele conseguiu iluminar a si mesmo e conseguiu iluminar a todos nós. Leonir, que é esse que eu falei, que seria o o que sucederia o Kardec, que foi contemporâneo dele, que escreveu obras belíssimas, tem um um livro que é um dos meus livros de cabeceira. que tá lá e que eu leio muito, muito, muito, muito, que é o problema do ser, do destino e da dor. Tem um capítulo que se chama lei dos destinos, em que ele fala, com outras palavras, o que Cai Butel também fala. Tua obra mais bela é tu mesmo. Consiste essa obra em engrandecer a ti mesmo, em te fazer o teu ser melhor e mais belo. É a melhor maneira que temos de honrar a nossa origem divina, de glorificar ao Senhor que está nos céus, aperfeiçoando-nos para refletir melhor essa grandeza da qual somos herdeiros ou

or e mais belo. É a melhor maneira que temos de honrar a nossa origem divina, de glorificar ao Senhor que está nos céus, aperfeiçoando-nos para refletir melhor essa grandeza da qual somos herdeiros ou por meio da qual somos criados. Então, nós precisamos investir no que temos de precioso, no que temos de permanente, no que não vai morrer, no que não vai acabar, que é o nosso espírito. Todo o resto vai passar. E claro, nós estamos no mundo. Jesus fala aqui no quando ele se dirige aos seus discípulos num dos diálogos mais bonitos que foram tidos em toda a humanidade, que foi João nos relata que aconteceu a partir do momento da última ceia, tá? Aqui no Evangelho de João, dos capítulos 13 a 17. Ele se dirige aos seus discípulos e ele diz que os seus discípulos estão no mundo, mas eles não são do mundo. Ele faz uma prece discípulos, porque ele sabe que está partindo e que eles ficarão. E ele diz: "Cuida desses homens", né? Essa prece é belíssima, tá em João 17. Se tiverem oportunidade, leiam todo esse trecho e especialmente essa prece que ele faz em João 17. Ele pede ao Pai por esses homens que estão no mundo, mas que não são do mundo, porque eles precisam passar e passarão por todas essas tribulações, passarão por todas as dificuldades, passarão por tudo o que o mundo nos impõe. E tem uma passagem, uma carta que foi escrita ali na Idade Média, que diz que os cristãos são aqueles que vivem realmente, vivem nas cidades, mas tem sua morada no céu. Comem na mesa como todas as outras pessoas, mas se alimentam também do pão da vida, né? Que se colocam, né? se dão em casamento, mas que respeitam essas instituições e têm essas relações baseadas no amor, que utilizam dos bens a ele se prender. É um trecho muito bonito também. Então, nós estamos no mundo e precisamos viver as leis do mundo, as regras do mundo, nos adequar àquilo que o mundo exige de nós. Precisamos nos alimentar, né? E Jesus reconhece isso porque ele, em primeiro lugar, no dia do sermão da montanha, ele percebeu que as pessoas estavam com

, nos adequar àquilo que o mundo exige de nós. Precisamos nos alimentar, né? E Jesus reconhece isso porque ele, em primeiro lugar, no dia do sermão da montanha, ele percebeu que as pessoas estavam com fome, que depois de ouvir os mais as mais belas palavras que foram ditas em todos os tempos, aquelas pessoas precisavam se alimentar. E ele se preocupou com isso, chamou os discípulos, pediu que eles trouxessem o que tinham e multiplicou os pães, porque ele entendeu que era necessário que as pessoas se alimentassem também o seu corpo, que o corpo tem necessidades, assim como o espírito tem necessidades, e que essas necessidades precisam ser sofridas. Da mesma forma, no Pai Nosso, ele diz que a gente não deve multiplicar as palavras, ou seja, naquela prece ele falou apenas o essencial, apenas aquilo que é necessário. E tem uma frase que diz, né? O pão nosso de cada dia nos dai hoje, reconhecendo que as nossas necessidades materiais também devem ser vistas, também devem ser consideradas e que esse é um pedido válido para nós fazermos pro Pai. Então, nós precisamos também pedir, precisamos do nosso pão. E não é erro nem vergonha nós pedirmos ao Pai o nosso pão, né? que seja aquilo que é necessário dentro do que nós precisamos para alimentar o nosso corpo. Mas a gente precisa distinguir entre o que é o necessário e o que é o supérfluo, o que é aquilo que a gente precisa para viver e para implementar os nossos projetos. E o que se torna aquele tesouro que nos distrai, né? Tem o o chamado ouro de tolo, né? que é aquilo que brilha como ouro, mas que na verdade não tem valor nenhum. Quando você vai buscar a essência, aquilo não tem nenhum valor. Então, nós devemos nos preocupar com esse ouro de tolo. Se nós estamos nos deixando levar pelos brilhos das coisas que existem, mas que não nos levam a nenhum lugar. Então, nós precisamos nos lembrar que nós somos espíritos e que, como Jesus diz no sermão da montanha, lá já no caminhando pro final, né, em Mateus 6, versículo 33, buscai primeiro o reino de

m lugar. Então, nós precisamos nos lembrar que nós somos espíritos e que, como Jesus diz no sermão da montanha, lá já no caminhando pro final, né, em Mateus 6, versículo 33, buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e tudo mais vos será acrescentado. E essa passagem fala de confiança. Fala que se nós seguirmos, se nós virmos o mundo como espíritos que nós somos, se nós confiarmos em Deus, nós receberemos aquilo que nós necessitamos. E com aquilo que nós necessitamos, nós poderemos satisfazer o nosso corpo para que a gente possa trabalhar enquanto espírito. Então, nós precisamos ter plena confiança de que as nossas necessidades não serão negligenciadas jamais, de que não nos faltará aquilo que é necessário, muito embora nós não tenhamos uma compreensão clara do que é necessário e muito embora a gente às vezes precise daquele freio de arrumação ou de um reajuste na nossa vida, né, para que a gente possa às vezes até mudar nossa direção, porque nós não estamos indo pro rumo certo. E quando não estamos indo pro rumo certo, às vezes precisamos de ajuda para mudar. E essa ajuda não vem sempre com chamados suaves, né? às vezes ela vem com freios e e determinadas medidas que são às vezes bruscas, mas que sem elas a gente não conseguiria compreender. E outra coisa que é importante a gente lembrar na questão 90 do livro dos espíritos fala que dos espíritos que já são bons. E é uma das minhas perguntas prediletas aqui do livro dos espíritos. Kardec pergunta aos espíritos assim: "Poderia sempre o homem, pelos seus esforços, vencer as suas más inclinações?" E aí os espíritos respondem sim e frequentemente eh com esforços muito insignificantes. O que lhes falta é vontade. E na questão 894, voltando um pouquinho, ele fala: "Há pessoas que fazem o bem espontaneamente, sem que precisem vencer quaisquer sentimentos que lhes sejam opostos. terão tanto mérito quanto as que se vem na contingência de lutar contra a natureza que é própria e que vencem. E aí os espíritos respondem a Kardec: "Só

r quaisquer sentimentos que lhes sejam opostos. terão tanto mérito quanto as que se vem na contingência de lutar contra a natureza que é própria e que vencem. E aí os espíritos respondem a Kardec: "Só não tem que lutar aqueles em quem já há progresso realizado. Eles lutaram outrora e triunfaram. Por isso é que os bons sentimentos nenhum esforço lhes custam e suas ações lhe parecem simpls, simplíssimas. O bem se lhes tornou um hábito. E aí eu repito mais uma vez, vamos lembrar, olhar no espelho e dizer: "Eu sou um espírito". O que que os espíritos dizem a Kardec nessa questão 894? Que há sim espíritos para quem o bem já é feito com naturalidade. A Francisco de Assis, a Paulo de Tarso, a Madres Teresas, a espíritos que a gente olha e que parece que respiram, né? aqueles espíritos que nem precisam de uma semana para escolher, para fazer a melhor escolha, né? Que já fazem isso naturalmente, enquanto que a gente luta e luta e luta e erra e erra e erra e faz 10.000 vezes a escolha errada, né? Mas todos esses que hoje são bons, que hoje fazem o bem com naturalidade, já erraram muito, já erraram muito, já cometeram muitos erros e aprenderam com esses erros e que e hoje conseguem fazer o bem. Então, por que que Emanuel nos contou que ele foi públulentos e antes dele ele foi públulent suro, alguém que foi realmente voltado pro mal? Leiam o livro há 2000 anos. É uma leitura interessantíssima e que deve inspirar a todos nós, né? Porque ele cumpriu esse caminho. Ele errou muito, perdeu muitas oportunidades, sofreu muito as consequências antes que ele pudesse se tornar Emanuel. E hoje mesmo como Emanuel, ele diz que quando vai às esferas espirituais, ele se sente um crocodilo com aquela pele grossa ainda, né? Porque Lívia mesmo, sua esposa, tá num plano muito mais adiantado que ele, é um espírito muito iluminado e ele ainda está longe do caminho, né? Muitos espíritos que hoje nós admiramos, nós já foram também espíritos que erraram, né? A gente pode dar alguns spoilers. A gente faz fofoca espiritual

iluminado e ele ainda está longe do caminho, né? Muitos espíritos que hoje nós admiramos, nós já foram também espíritos que erraram, né? A gente pode dar alguns spoilers. A gente faz fofoca espiritual às vezes de vez em quando, procurando as fontes que são mais seguras, né? como Emanuel, que falou de si mesmo e descreveu várias das suas encarnações para nos mostrar seu caminho, né? o nosso Bezerra de Menezes, que é o mentor aqui da casa, que é o mesmo espírito que foi Zaqueu um dia e que se transformou perante o Cristo também, que aproveitou a oportunidade que teve perante o Cristo e que perante o Cristo prometeu que devolveria tudo aquilo que retirou das pessoas que ele havia lesado e que no encarnação seguinte, não posso afirmar que foi a próxima, provavelmente não, se transformou no médico dos pobres e ajudou todas as pessoas e abriu mão de todos os seus bens, né? Sendo de uma família abastada, f morreu na pobreza. No último dia da sua vida, Bezerra de Menezes foi avisado de que ele desencarnaria naquele dia, que ele estava sendo convocado para o plano espiritual e ele disse que tinha um único pedido a fazer. Ele tinha uma fila enorme de pessoas para atender. Ele era médico e atendia gratuitamente todas as pessoas que precisavam ali no seu consultório. E ele disse assim: "Olha, tudo bem, não tinha medo, não tinha, enfim, ele já era um espírito que tinha a sua luz constituída. E ele disse: "Eu só tenho um pedido a fazer. Eu não quero que ninguém volte para casa. Essas pessoas vêm para cá com dificuldade, vem de longe, gastam os seus últimos recursos e a sua última energia para vir aqui. Eu não quero que ninguém volte para casa sem ter atendido. Então, meu único pedido é que eu possa atender todas essas pessoas que estão aqui antes de desencarnar. E o pedido dele foi atendido. Ele atendeu toda aquela fila de pessoas que estavam ali na porta da casa dele. Quando a última pessoa foi atendida, ele sentou na sua poltrona, atendeu o chamado e foi levado pro plano espiritual. Então, foi o único pedido

a fila de pessoas que estavam ali na porta da casa dele. Quando a última pessoa foi atendida, ele sentou na sua poltrona, atendeu o chamado e foi levado pro plano espiritual. Então, foi o único pedido dele, né? O único pedido que ele fez antes de sair. O Chico, ele usava um terno que ele sempre tinha ali, né? E nesse terno ele carregava algumas coisas, inclusive o Chico dava pequenos pequenos valores paraas pessoas, né, naquela época, notas de digamos R$ 1, R$ 2 e aqueles pequenos valores, mas que ele que eram essenciais para uma pessoa comprar um pão, comprar alguma coisa, fazer pagar uma conta mais barata, né, que tinha. E ele sempre tinha esses dinheirinhos no bolso e ele cumprimentava as pessoas, apertava a mão com força e nesse aperto de mão e aqueles pequenos valores que salvavam muitas vezes, né? E também muitas pessoas colocavam esses pedidos de prece e de coisas nos bolsos do Chico para que ele pudesse ajudá-lo. E essas eram pequenas luzes que eles distribuíam também, pequenas luzes que iluminavam a vida das pessoas. Um dia, inclusive, ele recebeu um espírito que ele sempre ajudava e que desencarnou. E aí esse espírito repetiu o gesto do Chico, apertou a mão dele, já desencarnado, foi visitá-lo. E quando o Chico viu, tinha ficado na mão dele uma pequena gotinha de luz perfumada e que permaneceu com ele durante um período para mostrar que aqueles pequenos gestos iluminavam. Mas ele também quando desencarnou, ele pediu para, quando disse que ele seria recebido pelo Cristo, ele pediu para ir com seu palitó, dizendo ele que queria ir alinhado para encontrar o Cristo, né? Mas na verdade ele confidenciou que o que ele queria era levar ao Cristo pessoalmente aqueles pedidos que ainda estavam colocados no seu bolso, que as pessoas tinham feito para eles, pedidos de prece, pedidos de auxílio, que ele queria ser o emissário desses pedidos, já que ele teria ter, já que ele iria ter a oportunidade de de estar com Cristo que ele pudesse levar. Então, esses são espíritos que já estão

e auxílio, que ele queria ser o emissário desses pedidos, já que ele teria ter, já que ele iria ter a oportunidade de de estar com Cristo que ele pudesse levar. Então, esses são espíritos que já estão cumprindo, que já fazem o bem com naturalidade. Mas todos nós faremos o bem com naturalidade. Todos nós erramos e erramos muito ainda. Mas o próprio Paulo de Tarso tem um momento na vida dele que ele diz, né? O bem que eu quero, eu ainda não faço, mas o mal que eu não quero, esse eu faço. E no final da vida dele, ele já dizia: "Eu vivo, mas já não sou eu quem vive, é o Cristo que vive em mim". E ali ele resumiu a nossa jornada daquele que faz o mal que não quer, que não consegue ainda fazer o bem que quer, até aquele que tem a comunhão com o Cristo, que é o nosso grande destino, né? O Cristo fala: "Eu e o Pai somos um e o Cristo é o nosso mestre". Foi o título que ele aceitou. Ele nos indica o caminho até Deus. Ele veio aqui, o único título que ele aceitou foi o de mestre, porque ele está aqui para nos indicar o caminho, para nos mostrar o que é o caminho até Deus. Na no livro dos espíritos se pergunta o que que é o bem e o que que é o mal, né? E aí a resposta é tão simples que chega a ser tautológica. O bem é tudo aquilo que está de acordo com a lei de Deus e o mal é tudo aquilo que lhe é contrário. Então, no nosso coração, nós devemos sempre nos perguntar: "O que está de acordo com a lei de Deus? Esse é o nosso guia. Esse é o nosso caminho seguro. A lei de Deus é a lei do amor. É aquilo que o Cristo veio nos ensinar. Então, se tiver na dúvida, pergunte: está me encaminhando para Deus ou não está? Quando vocês forem pensar no caminho certo a seguir, se alguém inclusive disser que está falando em nome de Deus, mas está falando de desamor, de diminuição do outro, de preconceito, de dor, de morte, não é de Deus que essa pessoa está falando. Ela não está nos encaminhando para Deus. Se nós quisermos nos encaminhar para Deus, nós devemos buscar o gabarito. Jesus nos deu os

ceito, de dor, de morte, não é de Deus que essa pessoa está falando. Ela não está nos encaminhando para Deus. Se nós quisermos nos encaminhar para Deus, nós devemos buscar o gabarito. Jesus nos deu os gabaritos ali no sermão da montanha, ali no Pai Nosso, em cada cura que ele fez, em cada palavra que ele disse, em cada gesto que ele nos mostrou, ali está o gabarito. E sempre pensem coisas para lembrar depois da palestra de hoje. Primeiro, eu sou um espírito, um espírito imortal. Eu vivo, eu valho muito mais do que todas as estrelas e todas as galáxias. Eu valho muito mais do que todos os impérios, porque todos esses vão passar. Mas eu vou permanecer para sempre. Eu chegarei inevitavelmente à felicidade, a perfeição e a comunhão com Deus. Inevitavelmente eu chegarei. E eu devo ter como guia essa pergunta. Isso está me encaminhando para Deus? Isso está de acordo com a lei de Deus ou isso está me afastando, né? O bem é tudo aquilo que me encaminha no no sentido da lei de Deus e o mal é tudo aquilo que lhe é contrário, tudo que me afasta de Deus. Então eu devo me perguntar, isso está me aproximando de Deus ou isso está me afastando de Deus? Aí eu saberei se eu estou indo no caminho seguro ou se eu estou me afastando do meu caminho. Lembremos disso sempre e esse é o cuidado de si. Acendamos a nossa luz, cuidemos de nós, porque precisamos brilhar para poder iluminar o caminho dos outros. Muito obrigada a todos e boa noite. Meus irmãos, a casa mantém o o atendimento fraterno, como sempre a gente fala na segunda-feira, né? E o atendimento fraterno aqui é um dia sim e outro dia também, né? Então são vários horários de segunda a segunda, além do atendimento fraterno, que é aqueles que as pessoas quiserem conversar, quiser fazer um tratamento espiritual, temos também os grupos de apoio, que é o grupo Acolher, o grupo Viver e o grupo de dependência química. Então, se alguém quiser tirar uma foto, tá aqui em cima da mesa, fazer a nossa prece. aproveitar e pedir perdão àqueles a quem

o, que é o grupo Acolher, o grupo Viver e o grupo de dependência química. Então, se alguém quiser tirar uma foto, tá aqui em cima da mesa, fazer a nossa prece. aproveitar e pedir perdão àqueles a quem nós ofendemos e dar o perdão àqueles que nos ofenderam também. Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai força aquele que passa pela provação, dai luz à aquele que procura a verdade. Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade. Deus, dai ao viajor a estrela guia, ao aflita a consolação e ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado arrependimento, ao espírito a verdade, a criança ao guia, ao órfão o pai. Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste. Piedade, Senhor, para aquele que não vos conhece e esperança para aquele que sofre. Que a vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé. Deus, um raio, uma faísca do vosso amor pode abrasar a terra. Deixai-nos beber na fonte desta bondade fecunda e infinita. E todas lágrimas secarão, todas dores acalmar-seão. Um só coração, um só pensamento subirá até vós como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos. Ó poder, ó bondade, ó beleza, ó perfeição. Queremos de alguma sorte merecer a vossa misericórdia. Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso a fim de subirmos até vós. Dai-nos a caridade pura. Dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se refletirá a vossa santíssima imagem. Que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passe, por favor, pode aguardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos [música] uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor.

l, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos [música] uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de

endam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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