T7:E8 • Jesus e Atualidade • Jesus e Dever
No oitavo episódio da sétima temporada de "Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis," Cristiane Beira aborda o conceito de dever à luz dos ensinamentos de Jesus. Este episódio nos convida a refletir sobre a importância de cumprir nossos deveres com responsabilidade e amor, seguindo o exemplo deixado por Jesus em sua jornada de serviço e dedicação. Temporada 07: Jesus e Atualidade Episódio 08: Jesus e Dever (capítulo 08) Apresentação: Cristiane Beira
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. Hoje nós vamos conversar a respeito de um tema que não é muito agradável, mas antes de entrar propriamente no tema, eu gostaria de recordar aqui, fazer uma uma costurar alguns os pensamentos. Vamos começar com Jesus quando ele nos disse que a boca fala do que está cheio o coração. Então, é uma das formas, Jesus disse a mesma coisa de outras maneiras, mas é uma das formas que ele encontrou de dizer, de nos explicar que aquilo que sai de nós, ou seja, nossas palavras, nossas ações, nossos pensamentos, nossos gestos, nossas escolhas, elas têm origem no nosso mundo de dentro. As palavras não saem da minha boca se antes elas não tiverem sido encharcadas. por aquilo que eu sinto, por aquilo que eu penso, por aquilo que eu acredito. A minha fala é minha, ela conta sobre mim. O meu gesto, o meu pensamento nada mais é do que um produto do ser que eu sou. É verdade que muitas vezes a gente interpreta papéis e Jesus também denunciou quando ele disse a respeito dos hipócritas, daqueles que falavam uma coisa, mas agiam de forma diferente. Então o ser humano, ele é tão, ele é tão inteligente e ele tem tanta competência e tantas habilidades que muitas vezes a gente engana sim por pouco tempo. a gente engana porque a gente manipula, a gente esconde quem a gente é e a gente fala aquilo que a gente programou para falar. Ou seja, eu manipulo, eu uso da minha fala para criar sofismas, falácias, para enganar. Então, o meu discurso é um e a o meu coração é outro. Mas isso não é um produto de quem eu sou. Isso é uma uma artimãha, uma estratagema que a gente utiliza. Quando Jesus fala, quando Jesus nos explica que a boca fala do que está cheio o coração, ele está dizendo simplesmente que no processo natural, uma das formas de eu conhecer quem eu sou aqui dentro é prestar atenção naquilo que sai de mim naturalmente, não de forma ardilosa, manipuladora, como muitas vezes os hipócritas, nós hipócritas fazemos. Então Jesus nos
eu conhecer quem eu sou aqui dentro é prestar atenção naquilo que sai de mim naturalmente, não de forma ardilosa, manipuladora, como muitas vezes os hipócritas, nós hipócritas fazemos. Então Jesus nos disse que nós geramos pro mundo exterior um ambiente, um contexto que tem relação com o mundo interior. A boca fala do que está cheio o coração. interessante, porque hoje a gente fala muito sobre a física quântica, a mecânica quântica, se estuda muito da a respeito do quanto que o mundo de fora é produto do mundo de dentro. Ou seja, o olhar do observador determina aquilo que nós chamamos de realidade. Ou seja, aquilo que é realmente realidade, nós não sabemos. O que nós sabemos é o que nós vemos, aquele que nós enxergamos, o que nós vimos a respeito do mundo de fora. Então, é muito particular o olhar do observador modifica o objeto eh analisado, observado. E aí tem aquelas experiências que a física quântica relata que a partícula da luz ela pode ser tanto partícula quanto onda, dependendo da precisa ter a presença de um observador para determinar como que o comportamento desse desse dessa luz, desse elétron vai acontecer. Enfim, todo um todo um estudo. Simplesmente nesse caso eu estou trazendo para mostrar que a própria física tem analisado o quanto que o observador, o ser, o pensamento, a mente, a consciência influencia no comportamento, nas na produção, na geração daquilo que nós chamamos de realidade. Então, se eu observo algo, eu influencio no comportamento desse algo, eu eu conduzo aquilo para que aconteça de um jeito ou de outro. Um jeito simples da gente observar isso, da gente comprovar isso, é uma situação acontece, tem duas pessoas de frente analisando, observando essa essa situação. Aí a gente vai entrevistar, aí você pergunta pra primeira pessoa: "O que que aconteceu?" Ela faz uma descrição. Eu vi isso, eu notei aquilo, observei aquilo e outro. Aí você pergunta paraa outra pessoa e ela pode dar uma descrição muito diversa. Ou seja, o que aconteceu de verdade? Qual foi a realidade? A
ição. Eu vi isso, eu notei aquilo, observei aquilo e outro. Aí você pergunta paraa outra pessoa e ela pode dar uma descrição muito diversa. Ou seja, o que aconteceu de verdade? Qual foi a realidade? A realidade verdadeira só Deus sabe. Nós temos a realidade do sujeito um que descreveu desse jeito. Nós temos a realidade do observador dois que descreveu desse jeito. Então a realidade ela é um produto do olhar do observador. No nosso grau de evolução, Jesus já acessa a realidade porque ele já tem consciência cósmica. Deus sabe qual é a realidade pra gente a realidade é aquilo que eu sou capaz de observar. Então, o mundo de fora é sempre a geração, é sempre a expressão daquilo que nós somos capazes de ver, daquilo que nós somos capazes de gerar. Aconteceu uma situação enorme. Eu não sou capaz de enxergar tudo que tá acontecendo, todas as pessoas envolvidas, a intenção de todas as pessoas, o o a ação de todas as pessoas. Eu não sou capaz de ver. eu consigo pegar uma outra coisa. E isso que eu pego uma outra coisa tem a ver com com o que me interessa, tem a ver com o que eu sou capaz de ver. Aí alguém diz: "Mas você não observou aquilo?" Não, eu não observei porque aquilo não me fazia sentido. Então, o quanto que eu capto da realidade aquilo que tem a ver com o que faz sentido para mim, com quem eu sou? Então, nós vemos Jesus falando, a boca fala do que tá cheio o coração. Nós vemos a física quântica falando que o olhar do observador é que gera, que determina a realidade. Essa realidade tem relação com quem ele é. E nós temos Yung falando a respeito da teoria dos complexos, que foi um ponto central da da sua psicologia eh analítica, psicologia profunda. Carl Gustav Jung fala na teoria dos complexos que nós, no nosso inconsciente nós temos os complexos. Mas ele diz, "Na verdade, não somos nós que temos os complexos. Os complexos é que nos tem. Por que que ele faz essa brincadeira? Ele faz esse jogo de palavras. Os complexos é que nos tem, porque são eles que nos determinam e
não somos nós que temos os complexos. Os complexos é que nos tem. Por que que ele faz essa brincadeira? Ele faz esse jogo de palavras. Os complexos é que nos tem, porque são eles que nos determinam e governam". Que seriam os complexos? Nós já falamos muito disso em todas as temporadas anteriores, então não vamos detalhar, mas só para relembrar, os complexos são esses registros carregados de carga emocional que contam uma história vivida, uma experiência tida por nós em algum momento do nosso passado. Então é como se fosse um tipo de um trauma. Nós podemos dizer o trauma é um complexo. Nós podemos dizer que é um conflito. Às vezes a gente usa essa palavra, ah, eu tenho um conflito. Certamente eu estou falando de um complexo. Então, o complexo é um um ponto meu, é algo que eu carrego, que está no meu inconsciente. E ele é eh foi criado a partir de um arquétipo que é um tema central e ele e ele é envolvido por pensamentos, por sentimentos, emoções, por registros do que aconteceu naquele momento. Sabe quando a gente fala assim: "Ai, eh, eu vivi uma situação que parece que eu estava vivendo de novo aquilo que aconteceu no passado". É isso. Então, esse complexo quando ele se constela, quando eu estou vivendo uma situação que parece aquilo que eu vivi, ele e e essa situação de hoje evoca esse complexo, ele constela e ele me toma. Eu pareço outra pessoa. Então, vamos supor que eu tenha um um exemplo simples paraa gente só eh ter certeza que nós estamos entendendo o que a gente tá querendo trazer aqui. Eu tenho pode ser que eu tenha vivido um um um uma situação muito difícil envolvendo, sei lá, um acidente de carro. Então, gerou um registro que eu guardei tudo aquilo, medo, uma várias emoções, medo, aflição, ansiedade, pânico, eh barulho. Eh, eh, às vezes eu guardo até um um o cheiro, a situação, os pensamentos, o que eu pensei. De repente eu tô vivendo hoje, depois de muito tempo, uma situação e algo me remete aquilo, eu sou, eu recebo uma fechada no trânsito e pode ser que eu
ro, a situação, os pensamentos, o que eu pensei. De repente eu tô vivendo hoje, depois de muito tempo, uma situação e algo me remete aquilo, eu sou, eu recebo uma fechada no trânsito e pode ser que eu evoque aquilo, aquele complexo, ele se constela e eu daqui a pouco estou revivendo aquela situação. Então, nem é para tanto. Hoje não aconteceu nada. Para mim é como se eu tivesse vivendo tudo de novo. Frequência cardíaca sobe, eu começo a suar, eu tremo. Tanto que eu preciso parar o carro para me recuperar. Alguém diz assim: "Nossa, Cris, mas mas o que que aconteceu agora? Quase nada. Para mim é como se eu tivesse passando de novo por aquilo enorme que eu passei no passado. Então eu vejo a situação de hoje com as lentes do complexo. Não é a mesma coisa que Jesus disse? Não é a mesma coisa que a física quântica explica? Então o Yung tá dizendo, muitas vezes aquilo que eu estou vendo lá fora, eu estou vendo pelas lentes dos complexos que eu carrego. Então eu não sei exatamente o que está acontecendo, mas eu vejo dessa forma. Por quê? Porque tem conteúdo meu, do meu passado, das minhas memórias, das experiências passadas que contaminam aquilo que eu estou vendo, que eu estou vivendo, que eu estou presenciando neste momento atual, no momento presente. Então são várias formas que eu trouxe pra gente começar a criar nossa linha de pensamento pra aula de hoje, simplesmente tentando chamar atenção, tentando trazer a consciência essa realidade, esse fato que nós vivemos hoje projetando, gerando, enxergando, explicando o mundo fora com base em aquilo que carregamos dentro. A boca fala do que está cheio o coração. O olhar do observador determina aquilo que ele chama de realidade. Os complexos nos tomam e nós vivemos o momento presente como se estivéssemos no passado. Ou seja, a minha reação àquilo que está acontecendo hoje nem sempre é proporcional ao acontecimento de hoje. Muitas vezes ela está contaminada por experiências passadas. Então a gente repete padrões e às vez às vezes a gente se não não consegue nem se
hoje nem sempre é proporcional ao acontecimento de hoje. Muitas vezes ela está contaminada por experiências passadas. Então a gente repete padrões e às vez às vezes a gente se não não consegue nem se controlar. Por que que você começou a gente diz assim: "Nossa, eu fui tomada, eu não sei o que deu em mim, eu comecei a falar o que eu não queria". Então, é porque esse complexo constelou e roubou o lugar do ego, da razão, da racionalidade. Aí eu fiquei possuída pela emoção, pelo afeto, por aquela por aquilo que me afetou no passado, que se que é uma emoção e ela que vive através de mim e eu acabo me perdendo. Então, eu vou lidando hoje com muito com base na nas minhas experiências passadas. Bem, então para entrar agora no assunto de hoje, que é Jesus e o dever, vamos falar sobre dever. Por que que eu estou trazendo essa essa abertura? Tô trazendo essa introdução? Porque o dever é algo que nós fazemos ou que nós precisamos fazer. É aquilo que a gente deve fazer. Eu devo fazer. é uma obrigação, é um compromisso, é algo que me cabe, é uma responsabilidade minha. Tudo isso é um dever. Quais são os meus deveres? É como se eu tivesse dizendo quais são as minhas responsabilidades, quais são as minhas obrigações, quais ações eu devo fazer, eu preciso. Me cabe. Cabem a mim. São minhas, não é do meu vizinho, do meu marido, do meu filho, não. São minhas. Eu é que preciso responder. Esses são os nossos deveres. Bom, se eu para viver o mundo de fora é sempre um reflexo no mundo de dentro, os deveres meus, minhas responsabilidades, minhas obrigações, eles serão baseados no que eu carrego dentro. Então, se eu preciso, se eu tenho um dever para cumprir, eu vou cumprir esse dever mais ou menos com mais facilidade, com menos facilidade, com mais sacrifício, com menos sacrifício, com mais tranquilidade ou não, dependendo dos meus conteúdos relacionados a ele. Por isso que a gente vai observando na na nossa própria vida atual, nós vamos observando que tinham deveres de quando a gente era criança
dade ou não, dependendo dos meus conteúdos relacionados a ele. Por isso que a gente vai observando na na nossa própria vida atual, nós vamos observando que tinham deveres de quando a gente era criança que eram pesadíssimos pra criança. Hoje nós fazemos os mesmos deveres sem nem perceber. Ou seja, aqui eles eram pesados, aqui no adulto leves, são leves. Eu consigo fazer sem grande sacrifício. Que que aconteceu entre a minha criança e o meu adulto? Então aconteceu que o mundo interno dessa criança não tinha tantas demandas para poder executar isso. Esse aqui já tem, ou seja, eu amadureci. A mesma coisa a gente pode pensar com relação ao espírito. Por que que Jesus veio paraa terra e assumiu tantos deveres pesadíssimos? Quantos deveres, responsabilidades, compromissos Jesus aceitou quando esteve na terra? Ele aceitou vir sem grandes eh possibilidades materiais. não era rico, não era famoso, não tinha posses, não tinha poder, não pertencia a classes, ele não tinha facilidades e ele tinha deveres, ele tinha que enfrentar esses poderosos sem ter grandes recursos por ele mesmo. Além disso, ele tinha deveres de ensinar, educar, curar, orientar, direcionar. Ele tinha deveres de ser exemplo. Ele tinha deveres de mostrar como se sofre, como é que se enfrenta o sofrimento. Quantos compromissos Jesus aceitou quando ele se propôs a reencarnar na terra? Então, como que Jesus conseguia lidar com esses deveres de forma tão autêntica, real, madura, perto do que a gente seria capaz de fazer? Justamente por isso, porque ele já era maduro enquanto espírito. Enquanto espírito, ele já é essa pessoa adulta. Ele já ele já tem demanda, ele já tem, ele tem conteúdo interno para poder oferecer essas eh se oferecer bem para execução dos seus compromissos, das suas responsabilidades. Nós somos ainda crianças espirituais e como crianças espirituais temos mais dificuldade de executar os deveres como aqueles que Jesus fez. Então, conforme eu dentro, vou iluminando minhas sombras, aprendendo, né, estudando, aprendendo,
s e como crianças espirituais temos mais dificuldade de executar os deveres como aqueles que Jesus fez. Então, conforme eu dentro, vou iluminando minhas sombras, aprendendo, né, estudando, aprendendo, eh, me exercitando, me fortalecendo moralmente, mas eu vou tendo facilidade para enfrentar os meus deveres. Então, a gente pode fazer uma um caminho inverso e pensar assim: "Bom, se eu sou uma pessoa que lida muito, muito mal com os deveres, se para mim minhas obrigações, meus compromissos, minhas responsabilidades são terrores na minha vida, se são pesados, se eu preciso fazer me arrastando, se eu fujo, se eu não faço". Eu estou observando o quê? internamente ainda não tenho recursos, maturidade, espiritualidade, conhecimento, moralidade para executar. Então, eu ainda não tenho um desenvolvimento evolutivo, espiritual adequado. Adequado não é uma palavra, não tem adequado, porque todo mundo tá no caminho, mas é proporcional, talvez seja melhor para aquilo que eu queira fazer. Então, quanto quanto mais eu vou crescendo, evoluindo, me desenvolvendo como ser humano, como espírito, mais eu vou lidando com as os deveres, as responsabilidades de um jeito menos pesado. Mas enquanto eu não chego nesse grau de evolução para eu poder me desincumbir dos meus compromissos com a facilidade que é própria daquele que já superou, que já se que já se que já se eh se apropriou, que já se desenvolveu, só tem um jeito de eu chegar nesse lugar, que é usando eles como modelo e guia, que é o nosso Jesus, por exemplo. Então, por um tempo eu vou me obrigar a fazer para eu ir me fortalecendo para um determinado momento aquilo já sair de um jeito mais fácil. De novo, vamos pegar um exemplo simples da criança. O dever da criança de escovar os dentes é pesadíssimo. Ela não lembra, ela tem preguiça, ela não suporta, ela vai por escova, ela quase vomita, ela ela chora e aí a mãe tem que ficar no pé e ela não quer fazer pesado para ela escovar o os dentes. É chato. Enfim, aquilo aquilo demanda tanto.
a não suporta, ela vai por escova, ela quase vomita, ela ela chora e aí a mãe tem que ficar no pé e ela não quer fazer pesado para ela escovar o os dentes. É chato. Enfim, aquilo aquilo demanda tanto. Hoje a gente escova os dentes, a gente nem pensa. Às vezes a gente tá escovando os dentes e ainda respondendo alguma coisa e é simples pra gente fazer. A gente não precisa de grandes demandas internas para saber, porque eu não quero escovar os dentes. Um exemplo bobo, mas serve pra gente ver o quanto a gente evoluindo, a gente vai, uma das dos termômetros pra gente saber da nossa evolução é o quanto a gente vai se relacionando mais fácil, de forma menos de com menos menos sacrifício com os nossos deveres. Quanto mais os meus deveres me forem pesados, ai que difícil, mais criança, mais infantil eu sou. Bom, vamos então entrar na Joana e ela vai falar a respeito disso. O quanto que a gente conseguir vencer o mundo de dentro, que são esses conflitos, os vícios para executar os nossos deveres, é o tanto de força moral, é o tanto de maturidade espiritual que eu tenho. Quanto menos eu conseguir, quanto mais eu eu for atrás. Porque vamos pensar, quando eu estou fazendo um dever, é algo que exige de mim compromisso, atenção, e esforço. Dificilmente eu vou sentir prazer nesse sentido. Ai, que gostoso, estou aqui desfrutando, estou lavando a louça. A gente, a gente gosta. Depois que a gente vai pegando o jeito, que a gente vai desenvolvendo esse mundo interno, que aquilo não fica tão pesado, vai chegar uma hora que a gente vai sentir prazer de fazer o dever. Jesus sentia. Jesus sentir esse prazer, mas é um prazer de satisfação, é um prazer de realização. Não é esse prazer que a gente tem na terra ainda de curtição, ai que delícia, tô aqui desfrutando, não tô fazendo nada, que gostosinho. Não é esse prazer, é um prazer de realização. Ai que bom, como eu eu me sinto bem quando eu sou útil. Então, voltando paraa nossa, pro nosso estágio evolutivo, normalmente quando a gente está executando um compromisso,
é um prazer de realização. Ai que bom, como eu eu me sinto bem quando eu sou útil. Então, voltando paraa nossa, pro nosso estágio evolutivo, normalmente quando a gente está executando um compromisso, assumindo uma responsabilidade, nós não estamos ao mesmo tempo, ai que delícia, tá aqui, que prazer. O dever vem antes do prazer, inclusive a gente costuma dizer aqui na Terra, no nosso gr de evolução. Então, o dever e o prazer, por enquanto, eles não estão na mesma, eles fazem parte da mesma equação, mas eles não estão juntos. O dever vai gerar algum tipo de prazer no sentido de que se eu gosto do prazer de não fazer nada de vez em quando e ficar de pernas pro ar, ótimo. Primeiro eu preciso cumprir o meu dever de trabalhar para poder ter dinheiro para poder descansar. Porque se eu tiver descansando e não tiver o que comer, eu não vou descansar. Então eu preciso estar com o mínimo de segurança para falar: "Eu me permito ficar um dia de pernas pro ar". Que gostoso. Pernas pro alto, descansando. Ótimo. Mas antes eu precisei de um dever que me deu condição de desfrutar um prazer. Então a gente pode falar de dever com relação a prazer nesse sentido. E aí a gente fala: "Quem é que consegue abrir mão do prazer para executar um dever? Quanto mais maduro, quanto mais adulto. As crianças precisam de alguém que as regule, porque elas nunca escolheriam escolher fazer o dever em ao invés do prazer. A criança não consegue. Ela precisa ser orientada. Não, agora é a hora da escola. Não, agora é hora do do arroz feijão. Depois a gente vai pra sobremesa. Precisa de alguém que seja esse grilo falante que nem o Pinóquio tinha. precisa dos pais, dos educadores que vão orientando, porque a criança por si ela não escolheria o dever, ela evitaria aquilo que exige sacrifício, esforço, compromisso e ela penderia sempre pro prazer. Então, quanto mais eu consigo lidar comigo para eu executar os meus deveres com compromisso, com responsabilidade, significa que o meu mundo de dentro está mais maduro. A boca
deria sempre pro prazer. Então, quanto mais eu consigo lidar comigo para eu executar os meus deveres com compromisso, com responsabilidade, significa que o meu mundo de dentro está mais maduro. A boca fala do que está cheio o coração, olhar do observador, os complexos, tudo isso lá dentro está, ó, começando a ficar legal, porque a vida já não é um tormento. Eu já consigo lidar com as minhas dificuldades, eu consigo superar usando a razão. Eu não me deixo arrastar pelos complexos que faz só o que quer. Eu não sou criança que não aceita os deveres, que quer só o o lazer e o prazer. Eu consigo me disciplinar, me regular, me orientar. significa que eu já estou amadurecendo em termos espirituais. Bom, fiz aí um apanhado geral. Agora a gente vai entrar em Joana e vai ver que ela vai pontuar coisa por coisa, mais ou menos nessa linha do que a gente já iniciou. Eu começo destacando de novo, não trago o texto todo, mas eu confio que vocês depois vão fazer uma leitura, porque aí sim a gente consegue desfrutar melhor daquilo que o texto pode nos oferecer. Então, Jesus e o dever. Por certo, de maneira inconsciente, e incontáveis indivíduos se creem merecedores de tudo. Supõe que até o sol brilha porque eles existem, a fim de facultar-lhes claridade, calor e vida. Lembra que eu falei que conforme eu vou conseguindo eh me desvencilhar melhor dos deveres sem pesar tanto, significa que eu já estou mais maduro. Então o contrário, eu não quero dever nenhum. Eu quero que todo mundo faça para mim. Eu quero ser atendida. É o infantil. Que que Joana está dizendo? Tem muitas pessoas, muitos indivíduos que se creem merecedores de tudo. Ou seja, eu não quero fazer nada, eu quero que alguém faça por mim. Acreditam que até o sol brilha por eles, né? Então, como se eles fossem o quê? O centro do universo. Quando a gente é criança, isso faz parte. Eu ainda não desenvolvi o cérebro. Eu tenho minha fase egocêntrica. Eu preciso descobrir quem eu sou. Então, faz sentido que eu comece a olhar só para mim, porque eu ainda sou
criança, isso faz parte. Eu ainda não desenvolvi o cérebro. Eu tenho minha fase egocêntrica. Eu preciso descobrir quem eu sou. Então, faz sentido que eu comece a olhar só para mim, porque eu ainda sou criança. Mas quando o adulto se comporta dessa forma, ele já não é mais egocêntrico, ele é egoísta ou até narcisista. Ele olha só para si. Agora vamos, Joana está dizendo a respeito de deveres. Vamos pensar o narcisista, ele como é que ele lida com os deveres? Não deve ser uma equação boa de se de se pensar, porque ele quer ele quer ser atendido e quem executa deveres faz pelo bem inclusive do outro. Eu preciso me responsabilizar por aquilo que eu vou afetar na vida do outro. Então o narcisista vai na contramão, ele vai na direção contrária. Então é aquilo que a gente estava falando, a maturidade ela combina com responsabilidade. A infantilidade tem mais a ver com irresponsabilidade. A criança não é responsável e não pode ser porque ela não tem cérebro ainda para poder responder pelo que ela faz. Mas e adultos que são irresponsáveis? São adultos, mas num estado emocional, psicológico, infantilizados. Não querem se responsabilizar pelas próprias, pelo próprio crescimento, não querem ter responsabilidades. Eles querem que sempre alguém os atenda. É o governo que tem que me fazer, é o patrão que tem que me dar, é o, é a família que tem que me que tem que me aturar, é os outros que tm que me fazer. Eu fico aqui nesse estado de plenitude, né, ilusória. Então, esse egocentrismo da criança faz sentido. Agora, o adulto que quer se que quer escapar, que quer se desvencilhar dos deveres, das responsabilidades e dos compromissos, ele é um adulto infantilizado, imaturo, ou seja, não desenvolvido. Ele precisa correr atrás. é um sinal de que tem algo que não está bom. O o plano natural de Deus é que quando chegue na fase do adulto, o ser humano se responsabilize por si. Não precisa de ninguém dizer para ele: "Você tem que pagar conta, você tem que trabalhar direito, você tem que levar a sério sua
quando chegue na fase do adulto, o ser humano se responsabilize por si. Não precisa de ninguém dizer para ele: "Você tem que pagar conta, você tem que trabalhar direito, você tem que levar a sério sua família, você tem que cuidar do do meio ambiente. Teoricamente não deveria. Você não pode roubar, você não pode enganar. Teoricamente, o adulto deveria chegar e se responsabilizar por si. Quais são os meus deveres? Preciso trabalhar direito, preciso cumprir minhas horas, preciso pagar minhas contas, preciso manter minha casa limpa, preciso preservar o bem público, preciso proteger o meio ambiente. São todos os meus deveres. E quando a gente olha a nossa humanidade e a gente olha os adultos da humanidade, a gente fala assim: "Não, todo mundo bonitinho, ninguém rouba. Ninguém mente, todo mundo cumpre seus deveres, cada um paga sua conta no roubo que é do outro, cada um se responsabiliza pelo seu ambiente, cada um protege a natureza e aí a gente fala: "Não, não é assim. Não é assim. As pessoas não são, a massa não está ainda desse jeito. O que que a gente conclui? A massa ainda é imatura. Ainda carrega o quê? que que tá cheio o coração para sair essa essas atitudes. Os corações ainda estão muito afinados com os vícios de caráter, com os vícios morais. Nós ainda carregamos dentro muitos complexos, muitos conflitos, muita imoralidade. Ainda nosso mundo interno está cheio da das virtudes, porque quando elas tiver, quando eu quando eu for mais, quando eu carregar mais virtude do que vício, eu cumprirei melhor os meus deveres, sem precisar de alguém me vigiando. Vai, Cris, você não vai pagar multa. Vai, Cristian, não vai presa. A gente precisa de alguém de fora porque senão a gente não faria. E se a gente não faria porque a gente ainda é criança birrenta, porque quando a gente for adulto e se responsabilizar, eu não preciso de polícia perto de mim, porque se ela, se ela não tiver, eu vou continuar agindo corretamente, porque é meu dever agir corretamente. Então, a gente percebe o quanto que nós somos
izar, eu não preciso de polícia perto de mim, porque se ela, se ela não tiver, eu vou continuar agindo corretamente, porque é meu dever agir corretamente. Então, a gente percebe o quanto que nós somos ainda imaturos enquanto humanidade, atrasados, né, moralmente falando. Joana diz assim: "Não, continuo, né? não assumem responsabilidades, nem cumprem com os deveres que lhes cabem. Às vezes comprometem-se para logo abandonarem a empresa, acusando os outros, sentindo-se injustiçados. São exigentes com a conduta alheia e benevolentes com os próprios erros. Ela tá descrevendo a gente, infelizmente, ela está descrevendo a gente, né? A gente quando vai pensar na nossa Constituição aqui no nosso Brasil, totalmente explicável. A gente vem de um passado que estava polarizado de um lado, mas a gente para tentar consertar essa polarização, nós fomos polarizar pro outro. Do que eu estou dizendo em termos de direitos e deveres, se a gente for lá pesquisar, pergunta pro Mr. Google, quantas vezes aparece a palavra dever na nossa Constituição? Quantas vezes a aparece a palavra direito e a gente vai ver aqui não sei quantas vezes mais a palavra direito para algumas poucas vezes a palavra dever. Então a constituição hoje ela fala muito sobre você tem direito, direito, direito, direito, direito, direito. E ela fala pouco sobre o que que é seu dever fazer. Tudo bem que lá atrás a gente praticamente não tinha direito, mas a gente também foi para um outro extremo em que a gente tem educado as crianças e os jovens para ficar de olho no que que os outros precisam te oferecer. O governo precisa te dar isso, seu patrão precisa te dar aquilo, a sociedade precisa te dar esse outro, a sua família direito, direito, direito. Isso aqui você tem direito, isso aqui você tem direito. E os seus deveres, o que te cabe, você faz parte da sociedade. A sociedade para estar em harmonia, ela precisa que cada membro aja, haja, tome ações boas, tem atitudes éticas. Não é numa atitude passiva de quem tá recebendo que a gente vai transformar o
ociedade. A sociedade para estar em harmonia, ela precisa que cada membro aja, haja, tome ações boas, tem atitudes éticas. Não é numa atitude passiva de quem tá recebendo que a gente vai transformar o nosso mundo. É numa atitude de quem está agindo, fazendo acontecer. Mas a própria Joana diz, a gente não assume responsabilidade, não cumpre dever. Os outros é que tem que nos satisfazer. O que o outro tem que me dar, eu sei decora. Aquilo que eu tenho que fazer, ah, então, mas sabe o que que é? Aí eu tenho 1000 justificativas, né? Então, enquanto a gente ficar no nosso ponto de vista, o que eu mereço, o que os outros têm, ah, mas e mas enquanto nós ficarmos desse lado, nós vamos ficar competindo, brigando. E imagina a sociedade, se cada um sentar e ficar esperando receber, como é que nós vamos construir um um planeta, uma humanidade fraterna, com trocas? As trocas elas querem dizer o quê? Eu dou e recebo. Vamos lembrar de São Francisco. É dando que você recebe, né? É, é, é agindo que a gente cria a condição para poder receber aquilo. E se a gente ficar desse outro lado, né, como se fosse aí que ela diz, benevolentes com os próprios erros, porque a gente se sente injustiçado, de novo, a gente vai ficar pendendo a balança para um lado. Ah, porque eu sou parte da minoria. Estamos de acordo. Ninguém consciência vai discutir a respeito da necessidade da igualdade, da equidade, da do olhar para aqueles que foram abandonados, esquecidos, daqueles que foram abusados. Ninguém vai discutir isso. Mas daí a estimular uma atitude de senta e espera porque você já já fez muito, agora você só vai receber, receber, receber, receber, é colocar essa pessoa numa passividade. Que que eu faço para para ela crescer? Como é que eu posso dizer para alguém senta? Porque você enquanto categoria já deu muito pro mundo. Então agora você só vai receber. Fica sentadinho aí que o mundo tem que te devolver tudo que ele tirou. Que bem que eu faço para esse indivíduo falando para ele ficar sentado? Porque os
ito pro mundo. Então agora você só vai receber. Fica sentadinho aí que o mundo tem que te devolver tudo que ele tirou. Que bem que eu faço para esse indivíduo falando para ele ficar sentado? Porque os ancestrais dele, porque os anteriores dele fizeram muito. Então é um é um pensamento interessante para chacoalhar e falar: "Gente, chega de preconceito, chega de de abusos, ótimo." Mas eu dizer para alguém, "Fica sentadinho, que agora você só merece receber". é infantilizar essa pessoa, é inabilitar essa pessoa, é incapacitar essa pessoa. A melhor forma que a gente tem de dizer assim, o mundo precisa estar aberto para você, porque você e qualquer um tem deveriam ter os mesmos direitos. Vai, levanta e vai correr atrás para mostrar o seu, sua capacidade, para conquistar o seu lugar. é capacitando para crescer que a gente inclui aqueles que estavam esquecidos na humanidade. Não é falando: "Senta, fica bonzinho aí, porque agora você vai receber tudo aquilo que seus antepassados não receberam, que a sua categoria anterior não teve chance. E o indivíduo que tá ali, que bem que eu faço deixando ele parado, né? Então, como a gente ainda não olha com clareza para solucionar os problemas, a gente para sair de um problema, a gente acaba caindo em outro. Então, precisamos olhar como um terceiro da relação. Tudo bem, o outro precisa fazer isso para mim, mas e eu? O que que eu preciso fazer por o outro? Sai fora, analisa com equilíbrio, né? A sociedade precisa me resgatar isso, me devolver aquilo. E eu, que que eu preciso oferecer pra humanidade? Ah, eu trabalho numa empresa. A empresa precisa me dar essas condições, isso, isso, isso. Ótimo. E eu, o que que eu preciso dar? Olha sempre de fora e olha os dois lados. Os dois lados precisam se ajudar. Esse é o caminho bom. Não é você ficar de um lado só querendo se defender às costas do outro, né? Isso é infantilidade. Quando pensa, quando a gente é criança, a criança vem falar pra gente: "Mamãe, o meu irmãozinho pegou o meu brinquedo".
de um lado só querendo se defender às costas do outro, né? Isso é infantilidade. Quando pensa, quando a gente é criança, a criança vem falar pra gente: "Mamãe, o meu irmãozinho pegou o meu brinquedo". Ele tá olhando do lado dele, ponto de vista dele, e ele tá certo. O irmãozinho dele pegou o brinquedo dele. Que que a mãe fala? Ah, pegou, filhinho. Tá. E ontem você não pegou o brinquedo dele? Que que ela tá mostrando? Olha o outro lado. Ah, peguei. Então, né? Hoje a gente pega, amanhã a gente a gente dá. Isso faz parte. Ele precisa da mãe para mostrar para ele outro lado. E a gente precisa desenvolver essa mãe interna que é o adulto da nossa relação para que a gente fale pra gente mesmo: "Puxa vida, o outro tá me, o outro me fez isso. Tá bom, Cris. E você? Em algum momento você não fez isso para alguém no outro dia. Isso é ser responsável, não é só ficar esperando ser ajudado, né? Que mais que Joana fala? Ouvidam-se de que a vida é um desafio à coragem, ao valor moral e que e que todos temos deveres impostergáveis para com ela, para com nós mesmos e para com nossos irmãos terrestres, né? Então, a pergunta é que Joana tá nos fazendo, o que que nós viemos fazer na Terra mesmo? A gente veio ver quem é que consegue se dar melhor aqui na na disputa é essa. A gente vai chegar no plano espiritual, a gente vai se reunir, falar: "E aí, quem que conseguiu fazer menos deveres e ter mais prazer?" É isso que nós vamos ficar orgulhosos de falar: "Ah, eu consegui. Eu encostei aqui, eu driblei aquele lá, eu recebi, recebi, recebi. Eu quase que não precisei fazer nada. Eu dei meus pulos, eu dei meu jeito, eu arranjei meu jeitos de ser beneficiado e, ó, fiz quase nada e e me dei bem na terra. Jura que é isso que eu vou querer dizer no plano espiritual? Se eu for espírita, não. Se eu for espírita, eu vou me envergonhar, porque eu falar: "Nossa, não entendi nada o que eu fui fazer na terra". Porque a gente vem pra terra e nem é para fazer pros outros também. a gente outra ilusão nossa que a gente vem
u me envergonhar, porque eu falar: "Nossa, não entendi nada o que eu fui fazer na terra". Porque a gente vem pra terra e nem é para fazer pros outros também. a gente outra ilusão nossa que a gente vem pra terra para consertar a terra, como se Deus precisasse da gente para consertar a terra. A gente vem pra terra para consertar a gente. Ponto final. É isso. Ótimo. Se ao consertar a si mesmo, consertar é estranho, né? Ninguém precisa se consertar. A gente precisa desenvolver. Eu venho pra terra para me desenvolver, para me conhecer, para identificar as minhas sombras, para iluminá-las, para desenvolver minhas potencialidades. Eu venho pra Terra para fazer isso. Óbvio que quando eu estiver fazendo isso, eu vou gerando bens. Eu vou ajudando esse aqui, eu vou sendo útil na vida daquele ali. Eu vou produzindo coisas que vão fazer bem para aqueles, para aquele grupo. Eu vou colaborando com a terra. Eu, a minha colaboração com a Terra, ela é consequência. O, a minha meta na Terra é eu me desenvolver, eu me conhecer, eu evoluir, eu amadurecer. É isso que eu venho fazer na Terra. Eu não venho aqui para passar perna e tirar vantagem e conseguir uhu, eu mais fui beneficiado, consegui dar meu jeito e e fiz pouco e recebi muito. Péssima escolha, péssima escolha pra terra, para para desenvolver, pra visão espírita. E eu também não vim aqui, ah, eu sou bom, eu vim aqui para arrumar os outros. Não, também não é uma boa escolha. Não é uma boa escolha. Não vim aqui para arrumar os outros, nem para consertar terra. Eu vim aqui para me desenvolver. Aquilo que eu consegui fazer por mim para eu ser melhor, para eu iluminar minhas sombras, para eu superar meus vícios, para eu desenvolver minhas virtudes. Ótimo, eu tô conseguindo fazer um bom uso do meu tempo na Terra. Essa é a finalidade da reencarnação. Questão 132 de O livro dos Espíritos. A questão 132 fala a respeito do que que a gente vem fazer na Terra, qual a finalidade da reencarnação e é contribuir para o progresso, paraa evolução moral. A gente vem aqui para se
ro dos Espíritos. A questão 132 fala a respeito do que que a gente vem fazer na Terra, qual a finalidade da reencarnação e é contribuir para o progresso, paraa evolução moral. A gente vem aqui para se desenvolver enquanto espíritos. Joana diz também: "Ã, ninguém tem o direito de fruir sem trabalhar, explorando o esforço de outrem. O prêmio é a honra que se concede ao triunfador que se empenhou por consegui-lo. Então, é aquilo que a gente está falando. Existe uma visão na Terra que é uma visão infantil, sabe? A criança que chega pro amiguinho e fala assim: "Eu consegui não fazer tarefa. Eu pedi pro meu priminho e ele fez para mim. E ele conta como se ele tivesse recebido uma baita vantagem. E ele deixou de aprender aquele conteúdo que ele conseguiu fazer o outro fazer por ele. Ele não percebeu que ele abriu mão de um tesouro que era para sempre, que aquela matéria que ele não quis fazer, a tal da tarefinha, era um aprendizado que ia marcar o seu espírito, que ia fazer com que ele crescesse. Tem uma visão distorcida do que é o dever. Ah, eu consegui tirar, sei lá, testado, contei uma história, fiquei 15 dias em casa. Ai, que coisa boa, que coisa boa. Você perdeu 15 dias de experiência, 15 dias de ter que superar suas dificuldades, ter que se disciplinar, ter que lidar. Você não sabe o que que tava te aguardando, com quem você ia encontrar. Você não sabe a programação de Deus. Às vezes era para você ter encontrado com uma pessoa que que seria um vínculo seu para um outro empreendimento ou alguém que você tem um resgate, a gente não sabe, a gente fica se intrometendo para fugir de deveres. Isso é criancísimos. A gente, ai, mas é duro, é difícil, tá bom, a gente vai negociando. Tô precisando de um descanso. Abre uma exceção. Ninguém tá falando para se matar de de de compromissos. Mas gente, o que a proposta de Joana é olha diferente para aquilo que você chama de responsabilidade e dever. Olha como oportunidade de crescimento interior, de superação, de desenvolvimento.
omissos. Mas gente, o que a proposta de Joana é olha diferente para aquilo que você chama de responsabilidade e dever. Olha como oportunidade de crescimento interior, de superação, de desenvolvimento. É difícil, cansa. Às vezes a gente quer ficar descansando, OK, mas faz parte. Mas não dá para achar que a gente tá fazendo bom negócio fugindo dos deveres. A gente tá prejudicando a si mesmo, né? Então é um jeito dela falar. A gente precisa ter um equilíbrio entre dar e receber, né? Entre fazer por mim e fazer pro outro. A gente fica tentando encontrar formas de ã só receber ou às vezes o contrário. Eu quero ajudar a humanidade, então eu dou, eu faço pelo outro. Isso não é fazer crescer. Aquilo que a gente já tava falando. Se eu quiser ajudar um semelhante, eu ensino ele a se superar. Eu dou oportunidade para ele fazer e ele perceber que ele é capaz. Eu capacito para que ele cresça e conquista o próprio sustento. Não é ficar financiando. Fica sentadinho que eu vou te dar. Você é um pobre coitado. Senta aí, ó. Tá aqui, ó. Bolsa, não sei das quantas, contribuição e eu vou, trabalho e fico suprindo o outro. Tá numa situação de escassez, lógico, a primeira vez a gente dá, a gente não fala no meio espírita, antes de você dar uma palavra, vê se o estômago tá cheio, porque não adianta também pegar alguém que tá morrendo de fome e falar: "Ah, vou ensinar você de Jesus". A pessoa não vai nem ouvir. Então, primeiro vamos ver se eu estou, você tá bem, estômago tá bem. Pronto, agora vamos aprender a viver. Vamos ver como é que a gente faz para trabalhar, como a gente faz para estudar, como a gente faz para se conhecer. Assim, eu ajudo alguém, não é bancando e financiando o outro, mas é ajudando ele a se superar, a aprender, a se desenvolver para se eh manter, se responsabilizar por si mesmo, né? Vamos lá. Ser útil em toda e qualquer circunstância, favorecer o progresso, viver com dignidade, são algumas expressões do dever diante da vida. Então, ela tá dando alguns exemplos. Ser
si mesmo, né? Vamos lá. Ser útil em toda e qualquer circunstância, favorecer o progresso, viver com dignidade, são algumas expressões do dever diante da vida. Então, ela tá dando alguns exemplos. Ser útil, se puder, é um dever moral em qualquer circunstância. Favorecer o progresso, viver com dignidade é um dever. São algumas das expressões, né, que a gente pode eh pensar. E é interessante aqui porque a gente costuma falar no espiritismo que tem a a os os espíritos nos ensinam, né, no evangelho, tá lá, eh, capítulo 17, item sete, daqui a pouco a gente vai falar dele. Tem o dever da terra, que são esses que a lei dos homens diz: "Você precisa pagar seu imposto, você não pode jogar lixo na rua, você tem que preservar o ambiente", OK? Mas tem os deveres morais que se eu não fizer, eu não vou presa, nem vou pagar multa. Mas a minha consciência vai ficar pesada. Se tem alguém eh que eu sei que eu posso ajudar, eu sei que eu tenho condição de ajudar, mas eu não tenho dever na terra de ajudar, não é meu parente, eu não sou governante, não me cabe aquilo na terra. E eu falo: "Não, não tem nada a ver com isso. A terra, tudo bem, realmente não cabia você fazer, você não tem obrigação nenhuma de fazer, mas a minha consciência vai me cobrar". Então, o dever moral é aquilo que eu sei que eu posso fazer. e eu devo fazer. E tem os deveres da terra, que são as leis, as obrigações que a terra elaborou para que a gente viva bem. Então, é interessante isso porque os espíritas sabem do dever moral e às vezes a gente pode conversar com alguém que é mais materialista, utilitarista e vai falar: "Que bobagem, por que que você se mete com isso? Por que você tá fazendo isso? Você não tem obrigação, você não tá ganhando nada com isso? Porque a minha consciência me manda, porque eu me sinto bem fazendo, porque a minha contribuição que eu posso oferecer para terra, pro mundo, pra sociedade. Esse é o dever moral que parece que tem, que está esquecido. Joana resgata também um trecho de Mateus, capítulo 21,
que a minha contribuição que eu posso oferecer para terra, pro mundo, pra sociedade. Esse é o dever moral que parece que tem, que está esquecido. Joana resgata também um trecho de Mateus, capítulo 21, eh, dizendo assim: Mateus recorda que havia um homem que tinha dois filhos. Falou ao primeiro: "Filho, vai hoje trabalhar na vinha. ao que ele respondeu: "Sim, senhor." Porém, refletindo mais tarde, resolveu não ir. Falou que ia, mas não foi. Ao segundo filho fez a mesma proposta e ele disse: "Não quero, vai, filho, trabalhar na vinha. Não quero." Todavia, arrependido foi. E aí Jesus pergunta, né, nas palavras de Mateus, qual dos dois atendeu a vontade do Pai? Pergunta o Mestre. E os interrogantes responderam a Jesus, o segundo. Então é isso que Joana tá falando. Não adianta falar que faz, não adianta contar vantagem, não adianta ter boas intenções. E a gente não diz de boas intenções, o inferno tá cheio. O que que conta é o que você gera, é o que sai de você, é o que de fato você produz no mundo. Não é, eu conto, eu falo, faz, né? Ai, um dia eu vou ou eu conto mil histórias. Lá no fundo você está agindo. Menos importante é aquilo que você aparenta. É a hipocrisia de novo. Ai, pode deixar, papai, que eu vou e não vai nada. Então, tem uma aparência linda, mas não faz. E o outro, ah, não quero ir. Mas depois pensa e vai. Então, menos importante é o que você parece ser e importante mesmo é o que você realmente é. Diante dele, estagnação é morte. Diante dele, de Deus, né, de Diante dele, estagnação é morte. E esta é crime cometido contra o reino de Deus que está dentro do próprio homem, necessitando ser conquistado. Olha que forte. Pensando em Deus, estagnar, ficar parado esperando alguém fazer por mim, é morte. E é um crime no reino de Deus. Jamais permaneças inoperante em algum lugar já conquistado. Identifica as possibilidades aí vigentes e segue adiante. Não para. Se comprometa mais, amplie mais, trabalhe mais, cresça mais, né? O dever que te impõe renúncia e sacrifício, aquilo que hoje te faz
Identifica as possibilidades aí vigentes e segue adiante. Não para. Se comprometa mais, amplie mais, trabalhe mais, cresça mais, né? O dever que te impõe renúncia e sacrifício, aquilo que hoje te faz renunciar e se sacrificar, também te alça a harmonia, liberando-te dos conflitos. e das dúvidas. Olha que lindo isso, né? Aquilo que hoje, o tanto que eu de sacrifício que eu preciso pôr é o tanto de crescimento que eu vou gerar. Esse é o pensamento adulto, né? És servidor do mundo. Jesus, que se originara nas estrelas afirmou ser o servo de todos e assim se fez para que tivéssemos vida e esta em abundância. Então, Jesus foi o maior servidor. Jesus foi aquele que mais se comprometeu, né, com responsabilidades, com compromisso, com sacrifício, mostrando que quanto mais elevado, quanto mais evoluído é o espírito, mais ele abraça responsabilidades e mais se realiza executando essas responsabilidades. Então, fica aqui esse olhar da Joana tão especial. mostrando pra gente, abrindo, tirando nossas nossas vendas para que a gente olhe pros deveres com esse ponto de vista, não querendo se livrar deles, mas agradecendo pela oportunidade, porque eles são porta de acesso pro crescimento, pra evolução e eles nos fortalecem. Então, vamos olhar para os deveres com essa maturidade espiritual. E fica aqui a dica para que a gente olhe eh esse texto de O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 17, item 7. Os o Espírito Lázaro traz pra gente uma mensagem falando que o dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma primeiro e em seguida para com os outros. É lei da vida. Na ordem dos, o dever é muito difícil de cumprir-se, por se acharem antagonismo com as atrações e interesses do coração. O dever é o mais belo laurel da razão. Descende desta como da mãe. Da sua mãe descende o filho. O homem tem de amar o dever não porque preserve de males a vida. Males aos quais a humanidade não pode subtrair-se, mas porque confere a alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento. Então, vamos usar a nossa razão e vamos
ver não porque preserve de males a vida. Males aos quais a humanidade não pode subtrair-se, mas porque confere a alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento. Então, vamos usar a nossa razão e vamos escolher os deveres, sabendo que são eles como catapulta pro nosso crescimento espiritual. Muito obrigada e até a próxima semana, se Deus quiser.
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