T7:E13 • Jesus e Atualidade • Jesus e Revolução

Mansão do Caminho 23/10/2024 (há 1 ano) 45:50 3,945 visualizações 618 curtidas

No décimo terceiro episódio da sétima temporada de "Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis", Cristiane Beira reflete sobre o impacto revolucionário dos ensinamentos de Jesus. Este episódio explora como a mensagem de amor e transformação de Jesus continua a revolucionar consciências e a promover mudanças profundas na sociedade. Temporada 07: Jesus e Atualidade Episódio 13: Jesus e Revolução (capítulo 13) Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. Nós vamos começar o nosso estudo de hoje e vamos falar sobre Jesus e revolução. Mas para iniciar eu trago um conto que é conhecido certamente de todos e tem uma relação interessante com o tema que nós vamos abordar. Ele é uma parábola judaica e narra o encontro entre a mentira e a verdade. Então diz que se encontraram na rua e a mentira puxou conversa. Bom dia, dona verdade. A verdade foi verificar se era verdade que aquele dia era um bom dia e deu uma olhada ao seu redor. O tempo estava bonito, as coisas estavam em ordem e ela percebeu que a mentira, pela primeira vez estava dizendo uma verdade e retribuiu: "Bom dia, senhora mentira". A mentira disse: "Então é, mas está um pouco calor hoje. É um dia quente". A verdade, então, tentando entender se era uma mentira que era a mentira dizia, prestou atenção e percebeu que realmente o dia estava bonito, mas estava quente. Era um dia quente. A verdade, então, relaxou porque entendeu que naquele encontro a mentira, por algum motivo, estava dizendo a verdade. A mentira então disse: "Como está um dia quente e o dia está bonito, vamos tomar banho naquela fonte?" E a verdade, então, desarmada, aceitou o convite e retiraram as roupas, se desvestiram e entraram na fonte para se banhar. A mentira, então, assim que a verdade estava dentro da fonte, sem as suas vestes, a mentira escapou da fonte, roubou as vestes da verdade, se vestiu de verdade e saiu espalhando mentiras. vestidas de verdade. A verdade, então, desesperada, ao verificar a a o que ela tinha sido do que ela tinha sido vítima, ela sai então da fonte, mas se recusa a se vestir com as vestes da mentira e sai então correndo atrás da mentira para recuperar as suas vestes, mas sai nua. Então, a o conto diz que as pessoas que iam passando pela mentira vestida de verdade e pela verdade nua e crua, preferiam ouvir as mentiras ditas pela mentira vestidas de verdade do que as verdades realmente nuas e cruas. é uma é uma

as que iam passando pela mentira vestida de verdade e pela verdade nua e crua, preferiam ouvir as mentiras ditas pela mentira vestidas de verdade do que as verdades realmente nuas e cruas. é uma é uma explicação simbólica, mas que toca no nosso na nossa ferida, nessa ferida que acho que é ainda da nossa humanidade inteira, porque acho que temos sim como senso comum que ainda nos é mais confortável olhar para uma mentira vestida de verdade do que encarar uma verdade nua e crua. A verdade nua e crua nos faz virar o olhar, nos faz procurar outra saída, nos faz evitar o enfrentamento. Temos dificuldade de enfrentar as verdades nuas e cruas. Preferimos, é mais confortável lidarmos com pseudoades, verdades falsas, verdades ditas manipulada manipuladoramente pelas mentiras. Ou seja, no fundo aquilo não é verdade, mas me soou tão bom, me foi tão confortável, isso que me chegou bateu tanto com aquilo que eu gostaria de ouvir que, ó, deixa passar. No fundo eu sei que aquilo não é verdade. No fundo eu sei que é uma mentira vestida de verdade, mas vamos ficar com ela porque fica mais fácil de lidar, fica mais fácil de enfrentar, fica mais fácil de viver. Então, nós temos deixado com que o nosso entorno nos engane. A gente se engana. A gente se engana a si, a gente engana o outro. Quantas vezes numa conversa nós sabemos que estamos falando mentiras, mas nenhum dos dois lados está pronto para assumir a verdade. Então, eu sei que o que eu estou falando é uma mentira. A pessoa que tá ouvindo sabe que eu tô contando uma coisa desviada da verdade. Ela continua e para que a gente não precise tocar naquele ponto. E isso acontece com muita frequência. Ah, vamos comigo em tal lugar. Ai, não posso ter um compromisso. A pessoa sabe que não tem compromisso nenhum. Mas tanto eu prefiro vestir a a mentira com uma com uma cara de verdade, quanto a pessoa que está ouvindo também prefere ouvir uma desculpa do que a verdade. Então, se alguém me diz: "Cris, vamos comigo naquele compromisso e eu não quero ir".

m uma com uma cara de verdade, quanto a pessoa que está ouvindo também prefere ouvir uma desculpa do que a verdade. Então, se alguém me diz: "Cris, vamos comigo naquele compromisso e eu não quero ir". Se eu disser: "Ai, não posso, tenho um outro compromisso no mesmo horário", a gente fica bem. Eu sei que é mentira. Ela sabe que eu estou inventando essa desculpa para não ir com ela e a gente fica bem. Mas se ela falar para mim, Cris, vamos comigo naquele lugar e eu digo, eu não quero ir, fica antipático. E isso pode inclusive abalar a relação. Eu posso magoar alguém. Ou seja, ela sabe que eu estou dando uma desculpa para não acompanhá-la e tudo bem, isso ela aceita. Mas se eu disser para ela, eu não quero ir, eu estou cansada, eu prefiro ficar em casa, ela vai ficar sentida, ressentida. Então, é uma é uma convenção social que a gente adotou. A gente prefere se relacionar com maquiagens, com mentiras, com aparência de verdade e a gente engole bem. Mas se a gente apresentar a a a objetividade, aquela assertividade, às vezes a gente é tida como chata, como como é muito fria, muito direta e as pessoas não gostam. Nós não gostamos de nos relacionar dessa forma mais transparente. A gente gosta de maquiagem, a gente gosta de aparência, a gente não gosta de transparência. Essa é a primeira eh tomada de consciência que Joana nos convida a fazer quando ela traz esse tema pra gente eh elaborar. Então, fazendo um link com a história da revolução, a gente vai dizer que as pessoas que foram revolucionárias foram aquelas que tiveram coragem de se desvestir aparências, aquelas que tiveram coragem de viver a verdade e não viver uma falsa verdade. Aquelas que tiveram coragem de ser transparente, de dizer o que as pessoas não gostariam de ouvir, mas precisavam ouvir. Esses são os revolucionários. São aqueles que conseguem ter força para quebrar os padrões dominantes que não são saudáveis. Eles têm coragem de pensar fora da caixa, de agir fora do que o padrão social estabelece. Mas é preciso ter essa força interna,

guem ter força para quebrar os padrões dominantes que não são saudáveis. Eles têm coragem de pensar fora da caixa, de agir fora do que o padrão social estabelece. Mas é preciso ter essa força interna, porque um preço muito alto vai ser pago. Quando você é chamado para falar sobre um tema, se você fala sobre o tema de acordo com que as pessoas querem ouvir, você é convidado de novo. Se você fala verdades nuas e cruas que a gente precisa ouvir, talvez seja a única vez que você vai ser convidado. Porque ninguém hoje quer o incômodo da realidade. Nós preferimos pagar o preço de nos distanciar da realidade para viver no mundo de fantasia confortável. Esse mundo da fantasia que nos amortece a consciência. E essa é a grande, o grande abismo ou talvez a grande armadilha para nossa sociedade atual. Talvez nunca a gente tenha se importado tanto com a aparência como a gente faz atualmente. E aparência não é pôr uma maquiagem e arrumar o cabelo. É aparência no sentido de que eu tenho uma vida escondida e outra pro público. Essa hipocrisia, esse cinismo. Eu faço um vídeo contando uma coisa, falando uma coisa, pregando uma coisa e alguém me filma fazendo oposto no momento seguinte e tá tudo certo. Tá tudo certo. Você é capaz de perguntar pra pessoa, você tá falando uma coisa, você acabou de fazer outra. Ela disfarça e ela não vai se abalar. Nós estamos vivendo um período em que a mentira foi eh colocada num trono, tá tudo certo e a gente vai se enganando e a gente se engana e a gente segue pessoas que pregam uma coisa, mas não correspondem na vida real, que fala uma coisa aqui, outra lá e uma terceira lá longe, tudo filmado e tá tudo bem. Ela não vai ser prejudicada por isso. Pelo contrário, as pessoas continuam seguindo e falando que, ah, qualquer um faz isso. Ah, todo mundo fala que faz e não faz, fala que não faz e faz. Então, a gente aceitou. A gente aceitou como se a gente tivesse falando para aquele conto. Se alguém tivesse denunciando e falando, gente, a mentira roubou as roupas da verdade. A

a que não faz e faz. Então, a gente aceitou. A gente aceitou como se a gente tivesse falando para aquele conto. Se alguém tivesse denunciando e falando, gente, a mentira roubou as roupas da verdade. A verdade está nua por aí. Vamos ajudar essa situação. Hoje as pessoas falariam: "Para com isso, deixa a mentira vestida de verdade, que tá bem gostoso da gente olhar e manda essa verdade nua e crua se esconder que a gente não quer saber dela." Esse é o posicionamento atual. A gente abriu mão, nós lavamos as mãos igual Pôcius Pilato, Pôncio Pilatos lavou as mãos. Nós temos lavado as mãos com relação à ética, com relação aos valores morais, com relação ao comportamento ético. Hoje em dia se aceita muito facilmente. Todo mundo erra, todo mundo faz, todo mundo é. Eu, se eu tivesse no lugar dele, eu também faria. E a gente abriu mão de lutar por aquilo que é bom, que é belo, que é nobre, que é agradável a Deus. A gente simplesmente aceitou o nosso lado primitivo, imperfeito, e nós temos aplaudido isso. Uma coisa é a gente entender que a gente está nesse estado buscando melhorar, outra coisa a gente falar: "Ai, tá bom desse jeito, vamos falar que isso tá bom". E a partir de hoje a gente bate palmas para isso, todo mundo fica aqui, ninguém precisa se melhorar. Então, quando Joana de Angeles traz a a reflexão sobre a revolução, é o que precisa acontecer hoje. E a gente sabe que de vez em quando Deus usa de uma revolução para dar uma corda na gente. Às vezes essa revolução é até sísmica, às vezes é um abalo na própria terra para as pessoas poderem parar a loucura que estavam vivendo e prestar atenção no que realmente importa na vida. Nós passamos por uma situação dessa com o vírus da Covid-19 e nós não nos demos tão bem quando nós quanto nós precisaríamos. deveríamos, porque naqueles momentos sim desabrochou um sentimento de fraternidade que depois sumiu. E nós voltamos se não mesmo estado de antes em termos de de família humana, senão pior. Não entendemos nada do valor da vida, do

omentos sim desabrochou um sentimento de fraternidade que depois sumiu. E nós voltamos se não mesmo estado de antes em termos de de família humana, senão pior. Não entendemos nada do valor da vida, do quanto a vida é frágil, do quanto nós precisamos uns dos outros, porque lá todo mundo ficou igual. Todo mundo do planeta estava no mesmo lugar, não tinha ninguém com certas facilidades, todo mundo estava no mesmo patamar. Então, a revolução vem para nos chacalhar. E os revolucionários são esses missionários que vem pra terra para tirar a nossa venda e dizer: "Para de seguir essa pseudoverdade". É a mentira. É mentira com carinha de verdade. Acorda pra vida. Tá aqui, ó. Essa é a verdade no crua. Olha para ela. E esses revolucionários fizeram isso na história da Terra. Jesus foi o maior revolucionário e o revolucionário é aquele que vem trazer um salto no progresso. O progresso vai sempre caminhando, né? Ele tem um processo, ele tem fases, mas de vez em quando para dar um salto no progresso, Deus se utiliza dessas revoluções, ou na forma de missionários que vem para revolucionar o planeta, a mentalidade, a filosofia, a religião, ou até de uma forma sísmica, com um abalo no próprio planeta que também chacoalha a humanidade toda. Então, quando nós falamos sobre revolução, nós estamos falando numa mudança drástica, numa transformação que tem um impacto mundial e que gera uma mudança de pensamento bastante impactante. Isso é revolução. Revolucionar algo não é só dar uma melhoradinha, é mudar a forma, inclusive como se era feito. A gente pega, por exemplo, os aparelhos celulares de hoje e cada ano se lança um modelo novo, uma aprimoradinha aqui, uma melhoradinha ali. Agora, quando a gente tinha o aparelho com fio para o aparelho sem fio, não foi só uma mudança melhorzinha, não. Foi uma revolução. A revolução, então, é uma mudança que muda de patamar. Não é só uma melhorada, uma aprimorada, é uma transformada, é uma modificada. Você já não age mais como agia antes. Você não vive mais como

ução. A revolução, então, é uma mudança que muda de patamar. Não é só uma melhorada, uma aprimorada, é uma transformada, é uma modificada. Você já não age mais como agia antes. Você não vive mais como vivia antes. Então, a lei divina, lei do progresso, faz isso. Ela sempre vai nos conduzir a uma melhora, só que de vez em quando ela faz um salto, aí melhora, aí faz um salto, aí melhora, aí faz um salto. Esses saltos que são periódicos são revoluções. E essa revolução, a maior delas foi feita por Jesus. A gente vinha melhorando, filosofia ia nos ajudando a pensar fora da caixa, as religiões vinham nos conectando com Deus e a gente vinha vindo. Vem Jesus e marca a história. Jesus faz um um movimento tão impactante que tem antes e depois de Jesus. A gente olha pra história de antes e depois, ou seja, ele revolucionou. E a revolução principal dele foi essa. Ao invés de olho por olho, dente por dente, a lei do amor, ao invés do Deus, que é um juiz, julgador, punitivo, é um pai de amor e bondade. Essa foi a grande revolução que Jesus fez em nosso pensamento, em nossa forma de viver, na forma como enxergamos e entendemos o mundo. Então, por isso que nós dizemos que ele foi sim um revolucionário. Eu trouxe um trecho que está lá no livro dos espíritos de Allan Kardec, é na questão 789, e diz assim: "A humanidade progride por meio dos indivíduos que a pouco a pouco se melhoram e se instruem, né? A gente vai melhorando, aprendendo, se instruindo, a pouco a pouco os indivíduos vão crescendo. Quando estes preponderam pelo número, tomam a dianteira e arrastam os outros. Agora, presta atenção, ó. De tempos em tempos surgem no seio dela homens de gênio que lhe dão um impulso, um salto. Vem depois como instrumentos de Deus os que têm autoridade e n alguns anos fazem na adiantar a adiantar-se de muitos séculos. É isso que eu estava dizendo. Está na questão 789 de O livro dos espíritos. Então os indivíduos vão progredindo, vão aprendendo, vão se instruindo, vão desenvolvendo tecnologia

r-se de muitos séculos. É isso que eu estava dizendo. Está na questão 789 de O livro dos espíritos. Então os indivíduos vão progredindo, vão aprendendo, vão se instruindo, vão desenvolvendo tecnologia e vão melhorando. Mas de tempos em tempos surgem gênios que vem para dar um impulso. Eles vêm para dar o impulso como instrumentos de Deus, porque tem autoridade para fazer. E nesse período a humanidade evolui o correspondente a séculos daquele progresso mais lento, né, e constante. Então vem processo lento e constante, a gente vai aprendendo, vai se instruindo e daqui a pouco um gênio reencarna como missionário de Deus e nos faz dar um salto. A gente evolui alguns sécul em alguns anos o correspondente a alguns séculos. Esses gênios estão na filosofia, estão nas ciências, estão na tecnologia, estão nas religiões. Cada hora vem um gênio aqui, outro ali para dar uma corda, para mexer com a humanidade. A gente os destaca porque eles são, parece, maiores do que as pessoas. Eles pensam maior, eles têm mais coragem, eles têm mais determinação. A gente nota, a gente percebe o quanto eles se destacam. Esses são os revolucionários. A gente pode lembrar aí de alguns. Por exemplo, São Francisco revolucionou o o estado da igreja da época, né? Ele revolucionou, ele trouxe de volta a simplicidade, a humildade, a proximidade do povo, a conexão com Deus, a vivência próxima da natureza, ele revolucionou. A gente sabe aí que eh Mart Luther King também fez uma revolução naquele padrão de de separação entre entre eh negros e brancos, entre as etnias. E ele vem e quebra com isso e lembra que todos nós somos seres humanos, não importa a cor da nossa pele e por aí vai. E Jesus foi o maior revolucionário que já passou pela Terra. Mas aí a gente vê às vezes algumas situações que parecem revolução. A revolução e os revolucionários são o equivalente no nosso conto à verdade nua e crua. Eles vêm, eles nos escancaram, eles nos chacalham. Lembra de Jesus quando ele vivia com os apóstolos? Quantas vezes os apóstolos devem ter

nários são o equivalente no nosso conto à verdade nua e crua. Eles vêm, eles nos escancaram, eles nos chacalham. Lembra de Jesus quando ele vivia com os apóstolos? Quantas vezes os apóstolos devem ter ficado com vergonha do que falaram, do que fizeram? Porque Jesus escancarava. Olha, olha aqui, ó. É isso aqui que precisa. Então, os revolucionários são a verdade nu e crua. Mas o problema é que nós temos alguns personagens com cara de revolucionários, quando na verdade são apenas revoltados. Eles querem fazer revoltas e não revolução. Essas revoltas, elas são feitas por personagens que trazem os seus conflitos e jogam a sua raiva fora e querem destruir pela raiva que tem, mas colocam uma roupa bem bonitinha. Não, eu luto pela bandeira da minoria X. Eu estou aqui representando os excluídos Y. Não, eu estou dando minha vida em benefício da categoria que foi esquecida ao longo de uma geração. Eu venho com uma capa linda de verdade, de autenticidade, de de honestidade, de valores. Só que dentro dessa veste de beleza e de verdade, existem pessoas invejosas, revoltadas, enraivecidas, conflitadas. E elas levantam bandeiras bonitas, mas na verdade estão simplesmente querendo exorcizar os seus próprios fantasmas. Não estão isentos de conteúdos pessoais como era Jesus. Estão é buscando a validação dos seus próprios conflitos. Eles procuram por meio da violência. O revoltado quer fazer uma mudança guela baixo. Eu falo que isso é melhor, aceite, porque se você não aceitar, eu vou te excluir, eu vou te cancelar, eu vou te punir, eu vou te violentar. Esse é o revoltado. Ele admitiu uma certa verdade que na cabeça dele é a verdade e ele quer impor essa verdade guela abaixo da sociedade sem permitir a liberdade de de opinião, sem permitir um pensamento crítico. Você não pode criticar, você não pode perguntar, senão você vai ser excluído, cancelado, execrado, perseguido. É bem diferente a atitura de um atitude de um revolucionário e desse que eu estou chamando de revoltado. Esse revoltado ele quer o

guntar, senão você vai ser excluído, cancelado, execrado, perseguido. É bem diferente a atitura de um atitude de um revolucionário e desse que eu estou chamando de revoltado. Esse revoltado ele quer o caos, ele quer a anarquia, ele quer vingança, ele quer que o outro pague o preço do que não pagou as gerações anteriores. Ele quer punir, ele quer dominar. Você percebe nitidamente que tem conflito enraizado nessa atitude. Não é uma atitude simplesmente de quem tem consciência de que aquilo não tá bom e que vai lutar para melhorar. Existe um plano de poder, um plano de dominação, um plano de vingança. Existe um desejo de punição daqueles que um dia lhe fizeram mal. Então a gente precisa tomar bastante cuidado porque não é só que tá tudo errado aqui, tem bastante coisa legal aqui, interessante, necessária, mas a forma como é apresentada que precisa ser questionada. Eu não posso seguir a premissa de que os fins justificam os meios para fazer o que eu acho que deve ser feito. Vai guela baixo, vai por cima do livre arbítrio, vai na forma de imposição. Não, nem Jesus nunca fez isso. Jesus nunca quis que ninguém se transformasse em cristão. Jesus falava: "Vai e não peques mais". A recomendação de Jesus é: vai e viva com base no amor. Perdoe, colabore, seja caridoso, estenda a mão, seja alguém alinhado com as leis divinas. Jesus nunca quis forçar ninguém a ser de um jeito ou ser de outro jeito. Ele queria que cada pessoa se melhorasse um pouquinho a cada dia, a partir de dentro. O revolucionário quer uma mudança de dentro do ser humano para fora. O revoltado quer uma mudança de fora para dentro. Abre a boca que eu vou te fazer engolir. Ela baixa o que eu tô falando que é bom para você. Ele quer que o ambiente de fora é que doutrine o ser humano. Ele quer que o ambiente de fora castre. Ele quer que o ambiente de fora molde, ele quer catequisar. Ele quer doutrinar de fora para dentro. Jesus nunca fez isso. Jesus desabrochava de dentro da gente para fora o nosso tesouro. Ele queria mudança interna do

mbiente de fora molde, ele quer catequisar. Ele quer doutrinar de fora para dentro. Jesus nunca fez isso. Jesus desabrochava de dentro da gente para fora o nosso tesouro. Ele queria mudança interna do ser humano. Porque ele sabe que se o meu coração tá cheio de luz, a minha boca fala o que tá no coração. Os meus gestos são de luz. O meu olhar é de luz. O revolucionário quer uma mudança da mentalidade do ser humano. Ele quer uma mudança da da posição interior do ser humano. Ele não quer que o ser humano simplesmente engula e obedeça, como se tivesse uma cartilha e a gente fosse condicionado no caminho que alguém mandou a gente ir. É a mudança de dentro para fora. É um desabrochar e não é um engolir guela baixo aquilo que alguém disse que é o melhor para mim. Então, trouxe também um trechinho da própria Joana, mas no livro Atitudes Renovadas, e ela diz assim: "Desse modo, cumpre ao cidadão ordeiro não permitir que o desequilíbrio tome conta do grupo social, receando sensibilizar esses indivíduos perturbadores do bem-estar dos outros, portadores de tal egoísmo que seam dos demais para comportar-se inadequadamente conforme lhes apraça." Então, é manter a ordem, não é? eh eh fazer com que os outros eh sejam condicionados àquilo que a gente quer, né? Então essa é é a é a principal reflexão do nosso estudo de hoje. O revolucionário vem ajudar a humanidade a dar saltos. A humanidade fica melhor. O revoltado vem exorcizar os seus fantasmas, fazendo com que o outro guela baixo, engula aquilo que ele acha que é o melhor caminho. Então, a gente precisa tomar cuidado porque tem muita bandeira sendo levantada como se fosse progresso. Somos da linha que vai gerar o progresso. Não sei, não sei. que os grandes que trouxeram progresso, os maiores foram pacíficos, respeitaram a consciência, o livre arbítrio de cada um. Então, atenção. Então, Joana diz, vamos entrar agora no texto. Quando verbaliza o que levai ao íntimo, o homem invariavelmente escamoteia, né? Esconde no envoltório das palavras o que

trio de cada um. Então, atenção. Então, Joana diz, vamos entrar agora no texto. Quando verbaliza o que levai ao íntimo, o homem invariavelmente escamoteia, né? Esconde no envoltório das palavras o que desejaria dizer. Muitas vezes nós estamos trazendo palavras lindas, mas lá dentro é a mentira vestida de verdade. Há mesmo de forma inconsciente um terrível pavor para alguém desnudar-se perante a si próprio e não menor diante de outrem. É difícil para eu tirar aquela aparência que eu digo que eu sou. É difícil para eu me desnudar diante de mim e principalmente diante dos outros. Por sua vez, são poucas as pessoas que sabem escutar, ver e compreender. O sorriso de simpatia de um momento transforma-se em Asgar noutro instante. A gentileza transmuda-se de agressividade, em agressividade. Então, Joana tá dizendo, quanto a gente não sabe quem a gente é, quantas vezes a gente vestiu a vida inteira uma roupa bonitinha, daqui a pouco aparece, surge um problema na nossa vida e a gente mostra um outro lado e as pessoas dizem: "Nossa, como a Cris mudou! A Cris mudou a Cris finalmente mostrou quem ela sempre foi? Será que a Cris não tava até outro dia se esforçando para viver com uma veste de verdade para que ninguém descobrisse as mentiras que ela carrega? Quantas vezes a gente acha que o outro eh eh nossa, ele não sei que deu nele. Sabe o que que deu nele? Ele finalmente tá tá mostrando que ele tava tentando esconder. É a mentira aceitando tirar um pouco a roupa de verdade que não cabe nela. Só que a gente gosta do engano e do autoengano. É aquilo que eu comecei falar. As pessoas preferem que eu vista uma roupinha agradável. As pessoas não querem que eu chegue e diga assim: "Gente, deixa eu contar aqui dos meus conflitos. Eu tenho tendência disso. Vira e volta, eu caio naquilo." As pessoas não querem. As pessoas não querem, as pessoas não querem saber das nossas sombras. A gente prefere, a gente faz curso para para se sair bem em entrevistas de trabalho. Ai, não toque nesse assunto porque isso

rem. As pessoas não querem, as pessoas não querem saber das nossas sombras. A gente prefere, a gente faz curso para para se sair bem em entrevistas de trabalho. Ai, não toque nesse assunto porque isso vai perder pontos. Mas às vezes esse assunto é a minha essência e eu aceito esconder a minha essência porque senão o outro não vai me contratar. Ou seja, quem tá contratando aceita que a pessoa que vai ser contratada faça um curso para enganar ela. E a gente vive bem nisso, tá tudo certo. E vira gato e rato e daí quem contrata vai fazendo cursos para pegar o que o outro tá tentando esconder. Mas o mesmo lugar que dá curso para como se sair bem na entrevista também dá um curso para para descobrir como o como captar aquilo que o seu entrevistado não tá querendo demonstrar. Olha a insanidade do que a gente vive. E a gente faz isso e a gente se veste, a gente se molda, a gente se se muda, mas a nossa essência tá lá. Por que que eu gosto de comprar a aparência e não me preocupo em investigar a essência? Até quando nós vamos viver essa enganação e essa autoenganação? Jesus, então, eh, Joana, então continua, Jesus, por ser o homem integral, límpido na sua transparência afetiva, penetrava os arcanos mais profundos do indivíduo, desconhecidos para si mesmo, que se debatia na superfície dos efeitos, sem lograr remontar às suas causas. Seus diálogos eram rápidos e diretos. Não se utilizava de circunlóquios nem de evasões. Jesus não dava voltas. Jesus era gentil e firme. Ele simplesmente apresentava o que precisava com afeto, com amor. Não estava querendo descontar raiva, não estava querendo escancarar. Vou te esfregar na cara. Não estava querendo guela baixo, engula o que eu tenho para dizer. Nunca. Jesus era amoroso, calmo e afetivo. Jesus enxergava a alma que estava diante dele muito mais profundamente, totalmente profundamente. Ele enxergava quem era esse ser, que o próprio ser não tinha noção de que era. Mas Jesus olhava para todo mundo sempre como anjos em formação. Jesus olhava o nosso potencial. Ele nos

te profundamente. Ele enxergava quem era esse ser, que o próprio ser não tinha noção de que era. Mas Jesus olhava para todo mundo sempre como anjos em formação. Jesus olhava o nosso potencial. Ele nos identificava como irmãos seus. Ele sabia que cada um diante dele era um futuro. Jesus. Era assim que Jesus se relacionava com a gente. Ele queria nos fazer acordar, despertar e ver. Ele queria fazer com que de dentro para fora a gente desabrochasse. Jesus nunca quis nos condicionar. Tó, decora isso aqui. Vai, fala decor até você aprender. Jesus nunca quis impor nada para ninguém. Jesus nunca foi bater nas casas das pessoas e falar: "Vem aqui que você vou ter que dar jeito em você". Não. Jesus estava disponível. Aquele que buscasse acharia, porque se a pessoa não busca, não adianta que a gente tem que respeitar o livre arbítrio. Se ela não quer entender, se ela não está pronta para entender, ela não adianta a gente querer forçar uma situação. A melhor contribuição que a gente pode fazer com a humanidade é despertar as consciências de dentro para fora. É ensinar a pensar para que ela mesma comece a ter pensamentos próprios fora da caixa. Não é condicionando. Senta porque eu já pensei o que é melhor, agora eu vou te falar e você vai engolir. Não. O Ruben Alves, esse maior educador para mim dos últimos tempos, ele disse, ele dizia: "Você para a melhor professor é aquele que desperta fome de aprender no aluno. Não é aquele que chega com uma super bandeja com tudo pronto para oferecer pro aluno. Ele não tem que oferecer nada, ele tem que provocar a fome. Porque uma pessoa quando ela quer saber de uma coisa, ninguém ninguém barra ela. Ela vai mover montanhas para saber o que ela quer. Esse é o melhor contributo que um professor pode oferecer pro seu aluno. Despertar nele a fome de aprender. Aí qualquer coisa que você dê, ele vai fazer um banquete. Aí sim ele vai tirar proveito de tudo aquilo que você ofertar. Mas se ele não tiver com fome, você pode trazer a maior melhor aula de

prender. Aí qualquer coisa que você dê, ele vai fazer um banquete. Aí sim ele vai tirar proveito de tudo aquilo que você ofertar. Mas se ele não tiver com fome, você pode trazer a maior melhor aula de todas. ele não vai te ouvir. E Jesus sabia disso. Então, ele respeitava o nosso livre arbítrio. Ele permitia que a gente tivesse o nosso tempo para daí sim a gente ir buscá-lo, mas sempre dessa forma transparente. Revolucionário por excelência estabelecia a luta de dentro para fora, a morte do homem velho e o nascimento do novo homem. Ele sabia também que o esforço era árduo e só a perseverança, o tempo e o trabalho levariam à vitória. Assim, não se irritava e nunca se impacientava. A gente vê os revoltados que querem mudança guela baixo, irritadíssimos quando alguém ousa contrariar o seu argumento ou quando alguém fala: "Não concordo com o que você tá falando". Ele quer sumir, matar, exorcizar. Ele quer pôr de fora para dentro. Se enquadre, tá aqui a roupa, eu vou trazer. Se ela não te servir, se vire, se esprema. Mas você precisa se vestir do que eu tô falando que você precisa se vestir. É uma imposição, é uma dominação de consciências. Eu vou te ensinar o que pensar. Eu não vou te ensinar a pensar por si próprio. Como é que a gente pode achar que isso é revolucionário? Isso não é revolucionário, isso é retrógrado. Sou eu escravizando as mentes. Quando eu digo que só tem um jeito de pensar e só tem uma linha de pensamento e só tem uma crença que você pode escolher, isso é escravidão mental. Isso é escravidão. Eu tô te condicionando. Você vai saber. Só tem esse pensador que é o bom, só essa linha que é a certa e só esse jeito de falar e de ser que é o bom. Que que é isso? A a universidade, a diversidade que tem que tem na natureza mostra, a gente precisa de liberdade, vai fazendo perguntas o livro dos espíritos, questão 919. Santo Agostinho fala lá nos seus comentários: "É linda essa explicação e ela é completa lá pelas tantas." Ele fala assim: "Interrogueis a sua consciência. Faça

ntas o livro dos espíritos, questão 919. Santo Agostinho fala lá nos seus comentários: "É linda essa explicação e ela é completa lá pelas tantas." Ele fala assim: "Interrogueis a sua consciência. Faça muitas questões e não fique com medo de multiplicá-las. Pensa, pensa, faz questão, analisa, investiga, amplia. Como é que a gente pode pensar que alguém que quer restringir você, você só pode acreditar nisso, pensar desse jeito e isso ser alguma coisa que é revolucionário?" Não é isso? Por trás tem um tal de um revoltado que tá muito bravo com alguma coisa que passou a vida inteira ou que traz como bandeira e quer guela abaixo que todo mundo pense jeito. Esse é um revoltado com a vida, não é um revolucionário que venha em nome de Deus. Então, é de dentro para fora a mudança. É é dissolver o homem velho e arcaico para nascer esse esse homem novo, com uma mente mais ampla, com olhos de ver. Continuando, então, Joana diz, eh, era com os sofredores, porém, que ele mantinha a mais correta psicoterapia de que se tem conhecimento. Despertava neles uma visão nova da existência, amparando-os naquele instante, não porém, impedindo que prosseguissem conforme o desejassem. É isso. Jesus vinha, dava nó na cabeça, fazia pensar de um jeito que nunca ninguém tinha pensado, era corajoso para falar coisas que poderia ser perseguido, como foi depois por ter falado. E pronto. E aí ele só esperava para ver como isso reverberaria na alma do outro. Será que ele vai ser suficiente para ser tocado e se transformar? Será que ele vai descobrir valores dentro de si? Será que ele vai jogar tudo fora e voltar a fazer o que ele fazia antes? E teve de tudo. Teve aquele que, como Maria de Magdala, como Paulo de Tarso, que revolucionaram o pensamento, a vida, a crença, a postura, como tiveram aqueles que foram curados da lepra. E de 10 curados, apenas um voltou transformado, revolucionado. Os outros nove voltaram pros hábitos que os fizeram chegar à doença, ou seja, voltariam a ficar doentes. E Jesus

foram curados da lepra. E de 10 curados, apenas um voltou transformado, revolucionado. Os outros nove voltaram pros hábitos que os fizeram chegar à doença, ou seja, voltariam a ficar doentes. E Jesus lamentou por esses noveis. Nove, entristeceu o seu coração saber que eles não tinham aproveitado a oportunidade. Mas Jesus não foi lá onde eles estavam. Ô, tenha santa paciência. Eu curei vocês e vocês aí pode tomar jeito, vamos, vamos. Jesus não fez isso. Jesus não ficava vigiando a vida do outro para falar para ele o que ele pode ver, o que ele não pode ver. Jesus não censurava. Jesus não recriminava. Jesus não ia lá perseguir para falar: "Isso você pode, isso você não pode". Jesus era o pai da liberdade. Jesus deixou que cada um fizesse. Ele deixou que a gente o crucificasse porque ele sabe que esse é o único caminho pra gente crescer. Ninguém cresce, guela baixo por obrigação, porque alguém mandou crescer. A gente cresce quando tiver na hora da gente crescer, quando o nosso nossa consciência desabrochar e a gente perceber. E como que a gente acelera o o desabrochar da consciência? Fazendo perguntas, investigando, procurando, ampliando. Não é sendo fanático, seguindo alguém, porque esse alguém falou que é desse jeito. Jesus não produziu essa linha de pensamento nunca. Tanto que ele mesmo não escreveu nada, não mandou ninguém ir pra igreja para preencher tal ritual. Jesus queria que a gente desabrochasse, escolha aí seu caminho, mas desabrocha. Ele só queria essa mudança de dentro para fora. Muitos, senão quase a totalidade, foram ingratos. Outros tantos recaíram nas redes em que se amolentaram na indolência. Diversos o acusaram, inconscientes e inadvertidos. Todos, porém, sem exceção, não ficaram indenes ao seu magnetismo, à sua afabilidade, ao seu poder. O maior revolucionário é aquele que marca a nossa alma, mesmo que a gente se oponha a ela. Então, quando a gente combate muito um pensador, por exemplo, e a gente fica bravo com ele, significa que de alguma forma ele mexeu comigo.

e que marca a nossa alma, mesmo que a gente se oponha a ela. Então, quando a gente combate muito um pensador, por exemplo, e a gente fica bravo com ele, significa que de alguma forma ele mexeu comigo. Então, sempre Deus tira proveito das situações, até daqueles pensadores que vêm para causar anarquia, eles dão oportunidade da gente avaliar, criticar, reforçar o que a gente acredita, saber se o que a gente acredita é realmente bom. Então eles têm a sua finalidade, a sua função, mas não podemos dizer que são missionários que vieram por parte de Deus para causar o causa anarquia e para punir e para perseguir e para se vingar. Não, esses têm mais cara de revoltados consigo mesmos e com a lei divina do que de revolucionários que vieram para transformar a humanidade. Então, Joana sabia, Jesus sabia, Joana nos traz essa essa esse ponto de vista, né, que Jesus sabia que a única forma que a gente tinha de mudança é por meio dessa conscientização. Ele usou muito a expressão, algumas vezes ele usou a expressão daqueles que têm olhos de ver e ouvidos de ouvir e daqueles que não têm olhos de ver. Quando aquele doutor da lei interroga Jesus nascer de novo, mas como que é nascer de novo? Ele fala: "Nossa, mas você não sabe os você não é doutor das leis? Você não dá aula aí pro povo, você não tem as Sagradas Escrituras na mão, você não e você não sabe dessas coisas?" Ou seja, que que adianta você ler, ler, ler o que você tá lendo aí? Se você não consegue ampliar a sua consciência, se a sua leitura não te desenvolve olhos de ver. O que que é olhos de ver? É estar aberto, é estar consciente, porque senão pode passar Jesus na nossa frente, a gente não vai identificar, porque nós estamos presos nas coisas da terra. Hoje nós estamos vivendo isso. Faça um teste com você. vai na sua rede social e vê quem você segue. faz uma lista daqueles que você segue por por questões que que trazem do mundo, da terra e aqueles que você segue porque lhes contribui dentro, com o mundo de dentro, te leva a

l e vê quem você segue. faz uma lista daqueles que você segue por por questões que que trazem do mundo, da terra e aqueles que você segue porque lhes contribui dentro, com o mundo de dentro, te leva a pensar diferente, te apresenta eh novas informações, te convida ao autoconhecimento, te ajuda a se reconectar com Deus. E aí da minha lista de quem eu sigo, quantos que me enriquecem o mundo de dentro e quantos me enriquecem o mundo de fora? Que vai me contar do do que tá acontecendo no mundo, das fofocas e dos filmes e do não sei das quantas e das viagens e das comidas e dos restaurantes e da roupa e da e do artista. E aí a gente vai ver os meus olhos são olhos de ver o quê? Que que eu priorizo na minha vida, que que eu busco na minha vida? Os meus olhos se sentem atraídos por o que que eu quero ver na vida? Valores de fora ou valores de dentro? E Jesus veio para conversar com quem tinha olhos de ver os valores da vida eterna. Por isso que muitos não escutaram Jesus, não entenderam e ainda ficaram bravos porque ele tava atrapalhando, né? Então, Joana chama a nossa atenção para isso. Tá na hora da gente se deixar tocar por Jesus a ponto dele revolucionar o nosso mundo de dentro. pra gente ver desabrochar nossa centelha divina, nossas virtudes que estão latentes, em germe, esperando ser desenvolvidas, elas estão lá prontas para desabrochar. Só que eu preciso dar condição, eu preciso dar um solo bom, eu preciso dar uma nutrição boa, água, luz, as virtudes estão aqui, mas eu preciso criar um ambiente para que elas floresçam. E esse ambiente certamente não é o mundano, o profano. Não que ele seja ruim, ele tem a sua utilidade, ele só não é o nosso fim. Eu não vim aqui na terra para viver as coisas da terra. Eu vim na terra para, ao viver as coisas da terra, desenvolver o espírito. A minha última instância é o espírito, é o desenvolvimento espiritual. Eu não vim aqui para ter sucesso, para ter dinheiro. Eu vim aqui para, ao correr atrás do dinheiro, eu cresço, eu aprendo, eu evoluo, eu me desenvolvo. É

é o espírito, é o desenvolvimento espiritual. Eu não vim aqui para ter sucesso, para ter dinheiro. Eu vim aqui para, ao correr atrás do dinheiro, eu cresço, eu aprendo, eu evoluo, eu me desenvolvo. É isso que eu vim fazer. Então, Joana termina dizendo, se desejas realmente a cura dos teus males, deja deixa-te auscultar por esse sublime psicoterapeuta. Segue-lhe as instruções, revoluciona-te, rompendo com o comodismo, a autoflagelação, a autopiedade e o passado sombrio. Renasce de dentro de ti. Fica esse convite pra gente desabrochar a centelha divina, deixar que de dentro de nós a luz, que é o próprio Deus e o amor se expanda fora e termos a coragem de fazer isso, porque certamente seremos minoria. Não faremos parte do que as pessoas gostariam de ver e receber, mas estaremos alinhados com os verdadeiros revolucionários que vieram paraa Terra para desenvolver o espírito humano e não para ficar famoso, bonito e rico. Então, Joana, deixa esse convite para que a gente seja parte da revolução que transforma para evolução e que a gente tome cuidado para não cair nas malhas dos revoltados que são mentirosos vestidos de verdade. Muito obrigada pela atenção. Até a semana que vem, se Deus quiser.

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