T6:E31 • Painéis da Obsessão • Tumulto Perigoso
Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert | Estudo da Obra Neste 31º episódio da temporada, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert analisa o capítulo “Tumulto Perigoso”, da obra Painéis da Obsessão, ditada pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda e psicografada por Divaldo Franco. Com apresentação e resumo de Marcelo Netto, e reflexões conduzidas por Ângela Matté Dutra da Silva e Laudelino Risso, o estudo aborda as intensas movimentações espirituais nos bastidores de um caso obsessivo complexo. Um episódio impactante, que revela o embate entre forças sombrias e os servidores do bem, ressaltando a importância da fé, da disciplina mental e da vigilância. 📖 Uma reflexão oportuna sobre os perigos que rondam os que se afastam da sintonia com o Cristo. 📘 Livro: Painéis da Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda (por Divaldo Franco) 📺 Curta, inscreva-se e compartilhe este conteúdo com seus grupos de estudo e familiares. #Espiritismo #PainéisDaObsessão #TumultoPerigoso #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #MarceloNetto #AngelaMatte #LaudelinoRisso #GrupoSuelyCaldasSchubert #EstudoEspírita #ObsessãoEspiritual #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY #DoutrinaEspírita #Desobsessão
Olá, amigas, olá, amigos. Sejam todos bem-vindos a mais um um dia muito especial de estudo da obra Painéis da Obsessão. Hoje analisando o capítulo número 30 esta obra que é psicografada de por psicografada por Divaldo Pereira Franco e ditada pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. E a o capítulo 30 refere-se a tumulto perigoso. Temos a nossa querida Ângela que vai nos fazer os aprofundamentos juntamente com o nosso querido Laudes. Mas antes convidamos a todos para uma oração, uma prece de abertura dos nossos trabalhos. Vamos orar. Abençoado amigo Jesus, mestre amado de nossas vidas. Aqui nos encontramos, Senhor, mais uma vez nestes minutos abençoados, onde as reflexões trazidas por Manuel Filomeno de Miranda, pela pena abençoada da mediunidade de Divaldo Pereira Franco, irão nos conceder momentos de profundas reflexões a respeito desta sintonia da ambiência, das responsabilidades. das necessidades de entendermos a real necessidade de sabermos viver sob as bases de Jesus. Traz nestes minutos, Senhor, todos nós aqui conectados, presencial ou virtualmente, a sensibilidade necessária, mas a paz importantíssima para que através das nossas falas e das nossas reflexões, possamos também perceber a presença da espiritualidade amiga que sempre esteve e sempre estará. nos auxiliando a sermos pessoas melhores. Muito obrigado por tudo isto, Senhor, que tu nos tens dado desde o princípio. Que assim seja. Bem, meus queridos, como havíamos mencionado, nós temos aí o capítulo muito especial que desta obra Painéis da Obsessão e o capítulo número 30 falando sobre Tumulto Perigoso. Traremos um breve resumo para que depois os nossos queridos Laudes e Ângela possam fazer os aprofundamentos necessários. E o capítulo inicia com um quadro de convalescência de argos, que progride bem devido às medidas tomadas, logicamente com rapidez ante a seu estado físico espiritual, antes que o seu estado físico espiritual se agravasse de uma forma irreversível. Ele é assistido constantemente por Bernardo,
idas tomadas, logicamente com rapidez ante a seu estado físico espiritual, antes que o seu estado físico espiritual se agravasse de uma forma irreversível. Ele é assistido constantemente por Bernardo, que lhe aplica a fluidoterapia e recebe também medicação apropriada. E graças a esse amparo contínuo, o seu organismo vai recuperando-se de uma forma muito satisfatória, permitindo já fazer pequenos movimentos sem grande esforço. No entanto, o repouso é apontado como fundamental para a consolidação deste processo. Mas nesse contexto de recuperação, nós vemos a figura de dona eh da dona Anaí, sua mãe. Isso é um ponto essencial. com otimismo que lhe é muito característico e com a força do amor materno sublimado, ela mantém com filho diálogos mentais constantes, transmitindo-lhe mensagens de ânimo e de muita esperança. Esses diálogos não são apenas emocionais, mas também instrutivos, pois ela procura despertar em argos reflexões evangélicas, induzindo ao estudo de O Evangelho Segundo Espiritismo. Obra essa trazida pelo codificador Allan Kardec. O objetivo, então, sem dúvida, é levar o filho a uma revisão de valores, abandonando ideias, comportamentos viciosos, redirecionando a sua vida a uma existência que seja bem mais significativa. Paralelamente, nós vamos ver Áure, sua esposa, que havia se ausentado temporariamente, mas retorna ao lar e assume novamente o papel de esposa, mãe e cuidadora. São as palavras do nosso Manuel Flamengo de Miranda. Ela não só assiste ao marido com carinho e com muita paciência, mas também participa ativamente das atividades mediúnicas, o que vai representar um grande passo no programa de regeneração do casal. E nesses trabalhos, espíritos, naturalmente espíritos adversários do passado, começam a se comunicar e a se beneficiarem com as instruções evangélicas e as vibrações amorosas do grupo. A convivência mediúnica com esses amigos, com esses antigos, melhor dizendo, desafetos, contribui demais para a cura espiritual de uma forma mais coletiva. Aí nós temos aí o reencontro
rosas do grupo. A convivência mediúnica com esses amigos, com esses antigos, melhor dizendo, desafetos, contribui demais para a cura espiritual de uma forma mais coletiva. Aí nós temos aí o reencontro com Maurício e a sua aproximação com o grupo. Porque aí durante as excursões periódicas feitas aquela cidade, aquela cidade interiorana onde residia, onde reside o médium Antônio Fernandes, o grupo reencontra Maurício, um jovem que anteriormente se mostrava hostil ao espiritismo, mas que agora surge em busca de esclarecimento e de fé. Antônio Fag Antônio Fernandes, médium respeitado, dedicado à caridade, aos trabalhos da desobsessão, acolhe Maurício com benevolência, perdão, oferecendo-lhe orientação doutrinária e apoio fraterno. Maurício então passa a visitar Fernandes com regularidade, perdão, sentindo-se bem reconfortado e acolhido, estabelecendo uma espécie de vínculo muito especial com o médium. Então, vamos aí descobrindo que a família Fernandes, como diz o nosso Manuel Felene de Miranda, esteve envolvida nas lutas religiosas do século XV, na Boemia. Na Boia. o que atualmente se reflete em seus membros por meio de distúrbios mentais, as questões relacionadas ao alcoolismo, processos obsessivos complexos, logicamente frutos de dívidas cármicas lá de trás. E aí então é revelado ainda que eh os pais de Áurea estiveram espiritualmente conectados com esses eventos envolvendo Felipe, Argos e Maurício, o que justifica certas antipatias inconscientes que surgem sem explicação lógica entre alguns membros do grupo ali reencarnado. Mas apesar disso, Maurício fortalece sua relação com Argos e com Áurea, como diz o nosso Manuel, criando de uma certa forma laços de amizade que prometiam se aprofundar naturalmente com tempo. Aí vem a entrada de Maurício no trabalho espiritual e os primeiros conflitos que começam a surgir. que motivado por esse ambiente muito acolhedor, Maurício pede para integrar o grupo espiritual conduzido pela irmã Angélica. E ele é aceito inicialmente uma espécie de um
nflitos que começam a surgir. que motivado por esse ambiente muito acolhedor, Maurício pede para integrar o grupo espiritual conduzido pela irmã Angélica. E ele é aceito inicialmente uma espécie de um caráter experimental. No entanto, a sua motivação era mais emocional do que propriamente consciente. Ele se mostra encantado com a forma do trabalho, mas sem o devido compromisso com a essência. e o esforço que naturalmente a tarefa exigia. Então, instalado na colônia espiritual, logo logo ele se desilude. Aí a rotina da caridade parece para ele uma coisa muito enfadonha. A convivência com os trabalhadores vale suar de uma forma repetitiva, sem os atrativos, que ele tinha uma alma muito frívula e buscava constantemente as novidades. Maurício, dessa forma, ele não se esforçava para vencer as suas próprias imperfeições e por falta de disciplina e uma em uma certa uma sem hábito de organização e de introspecção, ele comece a se afastar. gradativamente do verdadeiro propósito. A sua estabilidade emocional, então, e falta de empenho vão acabar comprometendo a sua adaptação. Logo, ele começa a influenciar negativamente o Argos, que ainda em processo de recuperação, é atraído pelas conversas e ideias do antigo do antigo consórcio lá de trás. Ambos então passam a reviver inconscientemente os prazeres do passado, embora não possam restaurar as antigas orgias que eles participavam, tentam transformar o ambiente espiritual em uma espécie de reunião festiva inconsequente e de uma certa forma desrespeitando a seriedade que o trabalho exigia. E aí vamos então a crise moral e a situação complexa do grupo, né? A influência de Maurício e Argos vão gerar um ambiente de uma certa forma de uma desordem emocional e uma certa dispersão espiritual. E aí os mediadores iniciantes ainda sem o preparo, vão se se conectam com esse tipo de clima e o grupo passa se contaminar com essas questões relacionadas à maledicência, à futilidade, as dispersões de atenção e as irresponsabilidades. Mas a nossa irmã Angélica, atenta aos
esse tipo de clima e o grupo passa se contaminar com essas questões relacionadas à maledicência, à futilidade, as dispersões de atenção e as irresponsabilidades. Mas a nossa irmã Angélica, atenta aos acontecimentos, permite que entidades inferiores se aproximem com uma espécie de como parte de um teste educativo. É como diz Manuel Flumo de Miranda, para que os envolvidos aprendam por vivência direta e não apenas por instrução alheia. Mesmo com os alertas espirituais, os comportamentos errôneos vão persistindo. E a gente percebe isso ao longo da da narrativa do capítulo. As conversas vazias, o desleixo com as tarefas, o desinteresse pela reforma, essa reforma íntima, vão colocando em risco a própria integridade moral do trabalho espiritual. Mas aí vem a intervenção de vencedes e a tentativa de restauração da ordem. Porque diante do agravamento da situação, Vencesal, responsável pelo grupo, entra em oração sincera e fervorosa, pedindo ajuda à espiritualidade para conter aqueles desequilíbrios e aquele avanço daqueles desequilíbrios que estavam acontecendo. E a sua súplica é atendida pela irmã Angélica, que orienta e oferece diretrizes firmes, reforçando a necessidade de firmeza e de ação. que contato e com muita fraternidade, Maurício é afastado do grupo, recebendo liberdade para seguir seu caminho em outros ambientes que pudessem, de uma certa forma, melhor acolhê-lo nessa fase atual do seu desenvolvimento. E com isso ele se libera de compromissos formais com a equipe, embora ele vá, ele siga de uma certa forma amparado e protegido de acordo com as suas com as possibilidades. Então o grupo mesmo abalado, começa a retornar retornar à sua rotina original de trabalho sério, disciplinado e humilde. E os outros membros também se afastam e com isso os laços de afinidade verdadeira são preservados, enquanto as conexões frágeis se dissolvem naturalmente. A gente vê isso no nosso movimento e nos grupos espíritas. Então, existem lições espirituais muito profundas neste capítulo e o episódio é reconhecido como
conexões frágeis se dissolvem naturalmente. A gente vê isso no nosso movimento e nos grupos espíritas. Então, existem lições espirituais muito profundas neste capítulo e o episódio é reconhecido como uma espécie de um teste necessário para toda a equipe. A vivência vai nos demonstrar que até em ambientes espirituais podem ser ameaçados quando a falta de vigilância, quando a falta de humildade, quando a falta de disciplina, é a fé inabalável, a oração sincera, o serviço constante, são os pilares necessários que sustentam o verdadeiro trabalho de caridade. Então, Maurício, embora desperto, entre aspas, espiritualmente, ainda se encontra desprevenido quanto a si mesmo e adentra em um lento processo obsessivo que pode se alongar, logicamente por sua própria decisão, né? Então, a sua libertação depende da sua vontade de mudar e de se autoconhecer e de se entregar verdadeiramente à transformação moral. Por fim, Áurea e Argos, apesar da tristeza, vão prosseguindo ainda sem entender completamente a mecânica dos fatos espirituais em que estão envolvidos, mas mantém confiança, sabendo que o futuro vai trazer os reencontros e as provas relacionadas ao passado, exigindo renúncia, paciência e redenção. Este é o nosso resumo. Vamos agora convidar ao nosso Laudes para fazer as suas considerações e os aprofundamentos. Querido Marcelo, Ângela, queridos irmãos que nos acompanham nos estudos, os nossos votos de alegria e um capítulo tão maravilhoso e um alerta tão profundo que o nosso benfeitor Manuel Filomeno de Miranda, através das mãos saudosas do nosso querido Divaldo, nos traz nessa obra. E veja um alerta que quando o benfeitor termina no capítulo 29, ele traz um alerta assim, ó, que crença pura e simples não é passaporte para a duana da vida. Eu achei isso fantástico pra gente abrir o capítulo 30. Por quê? Não basta ter uma crença simples, pura, mas sem ter uma vivência para que os objetivos dessa fé encontre realmente a força inabalável para enfrentar a razão, como dizia Allan Kardec ali na nossa obra do
o basta ter uma crença simples, pura, mas sem ter uma vivência para que os objetivos dessa fé encontre realmente a força inabalável para enfrentar a razão, como dizia Allan Kardec ali na nossa obra do Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, os desafios que o benfeitor coloca nesse capítulo 30 dos tumultos perigosos, um tumulto que era um teste para vencesla e a e toda a sua equipe, aonde um personagem vai adentrando ao grupo e traz ali no capítulo que, apesar das suas dos seus incontáveis valores morais, ainda tinha na sua intimidade a ausência de disciplina, a incapacidade de trabalhar sobre uma metodologia ou a sequência de um método e uma inquietação íntima. E se pararmos aqui para avaliarmos e pensarmos quantos de nós também não trazemos as nossas inquietações? Quantos de nós estamos aprendendo a desenvolver uma metodologia de estudo, uma sequência lógica desenvolvida por Allan Kardec, de uma metodologia onde o bom senso nos colocaria um método para estudo da nova ciência, que seria a ciência espírita. e também criando em nós o próprio alerta que Chico Xavier poôde trazer na sua própria existência, na recomendação dos espíritos de disciplina, disciplina e disciplina. Mas será que de alguma maneira a nossa inquietude não tem afetado a obra de uma maneira a prejudicar o seu andamento em muitas vezes com a intenção do auxílio, a intenção das promoções, atenção de repente para chamar o público, atenção para ter a aceitação do público. Eu vou modificando as páginas, eu vou modificando, pensando que outros brilhos poderiam talvez saltar aos olhos diferente dos brilhos propostos. Imagine a 1000 em 1857 ou mais Jesus há mais de 2000 anos. E quanta coisa no mundo de hoje brilha aos nossos olhos. E talvez não pudéssemos trazer esses convites para que o mundo também veja que ali dentro das nossas colunas também há esses brilhos que o mundo poderia proporcionar. E será que a proposta real era realmente essa? Porque quando o Maurício chega na sua inquietude, vai percebendo que não só
das nossas colunas também há esses brilhos que o mundo poderia proporcionar. E será que a proposta real era realmente essa? Porque quando o Maurício chega na sua inquietude, vai percebendo que não só vai prejudicando a harmonia do grupo, como o benfeitor vem alertar que já no passado os sigmundistas, por falta de campo emocional e moral, tentam desde aquela época implantar desordens e desequilíbrios na máquina administrativa. Ou seja, a pessoa entra e quando entra com tantos ideais, ideologias e propostas de modificação, tenta fazer com que a máquina da casa espírita se modifique a suas necessidades, a sua visão, as suas lentes em um progresso, sem entender as bases fundamentais da proposta que Jesus havia afirmado e Allan Kardec havia colocado de uma maneira maneira integral para a conquista da do objetivo da nossa existência. Quantos de nós hoje não recebemos convites? Convites para a verdadeira prosperidade, para tentar ganharmos o mundo e tentarmos vincularos em outros papéis para fazer com que vençamos o mundo. Mas vençamos o mundo na prosperidade monetária capitalista ou mesmo pensando, não, é uma proposta espiritual. é uma proposta moral e vamos tentando fazer com que, embutindo meias verdades, nos desvinculemos com uma base que seria muito simples. E justamente por ser simples e humilde na tarefa, éonde aquela pessoa que está inquieta não consegue executá-la. E cada vez que vai demonstrando o seu vigor, a energia, o seu esforço, não é um esforço para uma tarefa simples, não é o esforço para uma tarefa humilde, mas é um esforço para tentar movimentar as massas, para tentar chamar as multidões, para que os holofotes venham e me apresentem em múltiplas revistas, para que eu me torne cada vez mais aparente. Mas quando pegamos que na prosperidade real, quando Jesus vinha falar em um termo de um novo testamento, justamente vamos entender que seria a busca do reino de Deus e a sua justiça e tudo mais lhe será acrescentado. Aprender a trabalhar na simplicidade de
s vinha falar em um termo de um novo testamento, justamente vamos entender que seria a busca do reino de Deus e a sua justiça e tudo mais lhe será acrescentado. Aprender a trabalhar na simplicidade de atendimento fraterno. Aprender a trabalhar na simplicidade de poder lá na casa espírita realizar as sessões mediúnicas e poder em um grupo talvez pequeno acolher uma alma em dificuldade, poder consolar almas não somente no nível de conhecimento, esclarecimento, acolhimento, mas principalmente o consolador prometido, podendo atender uma alma entregue de uma maneira pura, plena e simples. as inquietudes que fazem o indivíduo mover-se à procura do da aparência externa lhe faz perder o sentido de si mesmo. E através desse convívio que muitos de nós podemos ainda nos deparar dentro do nosso movimento espírita, mas fala o movimento quando a gente pensa dentro da casa espírita. Quantas pessoas dentro da nossa casa espírita não começam com propostas de talvez grandes seminários? propostas, talvez para arrecadações, para construções de grandes templos. Vamos melhorar. Não há nada de errado em construirmos e trazermos um conforto para aquelas pessoas que participam conosco. Mas o real interesse que move talvez não seja somente oferecer aquele conforto, mas são os os holofotes que me fazem da minha inquietude fazer com que cada vez mais aquele indivíduo que estava vivendo na simplicidade, na humildade da casa espírita, fazendo o trabalho orgulho do dia a dia, da abertura da porta, da recepção, o sorriso fraterno, comece a perceber que aquele trabalho simples, talvez Não vale a nada. Aquele trabalho, talvez que não tenha grandes reconhecimentos de holofotes não tenha tanto sentido, porque o sentido real deveria ser o atendimento a grandes massas, volumes, holofotes. A tribuna que oferece para que a palavra pudesse consolar perde o brilho da vivência, porque o indivíduo perdeu seu interesse real na apresentação do consolador prometido através dos seus atos. e não somente através das palavras. Por isso que o
esse consolar perde o brilho da vivência, porque o indivíduo perdeu seu interesse real na apresentação do consolador prometido através dos seus atos. e não somente através das palavras. Por isso que o benfeitor, eu achei tão importante no capítulo 29, quando ele encerra, não basta uma crença pura e simples, porque não é justamente o passaporte para a doana da vida. O passaporte é justamente o que Francisco de Assis dizia, que são as cicatrizes que cada um de nós ganhamos no caminho do serviço desinteressado ao benefício do reino dos céus. Ou seja, qualquer obra que nós estejamos empregando de uma maneira desinteressada, desinteressada de si, mas com interesse de que o indivíduo, quando ver a obra não me reconheça, mas reconheça a presença de Deus na terra. A maravilha de quando pegarmos o Novo Testamento e pensarmos nas palavras de Jesus, que seja reconhecido a Deus através de suas obras, mas não é um suas obras com letra maiúscula das suas obras, das nossas obras. que a nossa obra, em algum momento, o indivíduo possa deparar com ela e não reconhecer nenhum traço dos nossos passos, mas que possa relembrar de Jesus, que possa relembrar do criador. Mas nós fomos aqueles símbolos que unificaram o indivíduo numa religiosidade quando ele muitas vezes se encontrava perdido no caminho. que são exatamente essas pegadas luminosas na simplicidade que comovem a nossa alma a decidirmos uma entrega real das nossas vidas a benefício desse reino. Não são justamente esses holofotes, o ouro ou o convite dessa prosperidade insana que vem transtornando o mundo. Quando pensamos quantas obras hoje não trazem sobre aquela pele da ovelha, o lobo muito bem escondido. Inclusive nessas obras, quando vamos pegando ali inseridos grandes comunistas, trazendo propostas para as suas ideologias, as ideologias que vemos quando o nosso querido Divaldo mesmo trouxe a temática, mas as ideologias quando implantada pelo filósofo Antoni Destrud Trace foi muito bem utilizada por Marx em suas obras e daqui um pouquinho as ideologias começam
uerido Divaldo mesmo trouxe a temática, mas as ideologias quando implantada pelo filósofo Antoni Destrud Trace foi muito bem utilizada por Marx em suas obras e daqui um pouquinho as ideologias começam a fazer parte do movimento e como não constam nos nossos livros do Pentateuco Espírita. O que nós muitas vezes nas nossas inquietudes vamos desenvolvendo novas apostilas, vamos criando daqui um pouquinho um outro estudo, porque daí eu tiro uma parte e implemento a minha, porque vai atender a ânsia, a necessidade daqueles que se sentiam excluídos e agora estão aceitos, mas não esclarecidos, tampouco consolados. Vamos fazendo com que o tumultualmente, porque muitos de nós talvez não tenhamos a mesma disciplina ou a mesma autoridade moral de Venceslau e sua equipe, nos vincularmos mentalmente aos benfeitores e orarmos para que pudéssemos a inspiração afastarmos de uma maneira correta, levando em consideração a misericórdia, a indulgência, a benevolência, a verdadeira caridade, como propunha Jesus, de um afastamento daquele indivíduo que está trazendo tumulo. Veja que temática valiosa que o benfeitor coloca quando ele nos traz o fermento farisaico, que no fermento é aquele fermento que pode levedar a massa, mas trazendo que o fermento farisaico seria justamente a hipocrisia e a falsidade dos fariseus que poderiam contaminar a fé. E um pouquinho desse fermento não é só uma questão de não fazer com que a massa se desenvolva. É fazer que talvez muitos da do produto da massa seja jogado ao fogo, ou seja, descartado, porque contaminou através daquele fermento almas que poderiam se desenvolver. E se eu não estou alerta para poder fazer com que aquela sementezinha que tá frágil, nascendo no movimento espírita, não se deixe contaminar com essas propostas, eu assumo uma corresponsabilidade se eu estou inserido nos cargos responsáveis para a admissão ou a exclusão de tais indivíduos. Porque muitas vezes pensamos que a personalidade pode atrair ao público e dali começamos novos projetos.
se eu estou inserido nos cargos responsáveis para a admissão ou a exclusão de tais indivíduos. Porque muitas vezes pensamos que a personalidade pode atrair ao público e dali começamos novos projetos. Mas calma, será que estar mais contaminando com esse fermento farisaico? Ou estamos preocupados justamente para tirar a falsidade, tirar a hipocrisia e começarmos a voltar à simplicidade do evangelho de Jesus? Quando o amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, mas em uma simplicidade de pedra a pedra, do dia a dia, vencendo a nós mesmos e nos entregando realmente a benefício do reino dos céus, entendendo a complexidade de todo o conhecimento espírita para movermos as nossas almas a essa entrega. E não há problema de vencermos sim as conquistas materiais do mundo. Não, não há. Porque quantos empregos, quantas pessoas podem se beneficiar. Porém, o movimento espírita segue na sua pureza, porque nada deste fermento farisaico com hipocrisias e falsidades vai trazer contágio. Agora, a partir do momento que haja esse contágio inconsciente, talvez da parte daquele trabalhador, imediatamente ele precisa ser afastado, como nos traz de uma maneira tão brilhante essa obra. Agora reconhecer o momento e perceber que não se trata de um indivíduo porque Maurício tinha consigo incontáveis valores morais, alertas, porque pequenos tumultos daqui um pouquinho pode se tornar se tornar um tumulto perigoso. E é exatamente o alerta que hoje gostaria de trazer nas nossas reflexões para que juntos possamos pensar: "Isso acontece na casa espírita onde eu participo? Se porventura eu tenho algum cargo que tenha aceitado para fazer parte das funções administrativas, será que as minhas inquietudes estão afetando o movimento? Porque podemos sim olhar externo e verificar a presença do outro, talvez apresentando tumulto à obra, trazendo ali, como ele fala dos sigimungistas, desordens e desequilíbrios na máquina administrativa. Vemos facilmente, talvez, o outro agindo, mas será que nós
tro, talvez apresentando tumulto à obra, trazendo ali, como ele fala dos sigimungistas, desordens e desequilíbrios na máquina administrativa. Vemos facilmente, talvez, o outro agindo, mas será que nós não temos as inquietudes? Será que nós não temos dificuldade de trabalhar com o método e começamos a renovar os métodos por não entender, talvez o méd o método básico que Jesus havia proposto? Porque a proposta é muito simples. Nas bemaventuranças Jesus nos faz a proposta. Mas entender a complexidade do amor, nós vamos criando muitas páginas para tentar fugir da simplicidade. Nós vamos tentando criar complexidades de entendimento para fugir da entrega. Nós vamos desenvolvendo outros métodos porque nós estamos dispostos a nos largar daqueles prazeres imediatistas que nos confortam um dia, que nos fazem talvez suportar momentos de alegria passageira, porque estamos perdendo nesse tumulto a essência, a essência evangélica que a casa espírita pode nos promover na fraternidade de poder desenvolver boas amizades. verdadeiras e leais amizades. que encontrar no indivíduo ponto em comum e saber que aquele indivíduo também faz as suas renúncias, os seus esforços e está tentando lutar contra suas más inclinações dia a dia, mas encontrando pontos em comum no próprio dia a dia da convivência humana, mas podendo verificar a luta, o esforço, a entrega e verificar como é bom encontrar pessoas valiosas como essas na simplicidade do caminho. e não no desejo de estar nos primeiros ou nos segundos, terceiros lugares, mas tentar fazer com que o trabalho e a obra seja executada e que de nenhuma maneira a minha presença ou as minhas ações possam prejudicar a obra quando o Senhor da obra venha verificá-la e encontre a obra inacabada e responsável ou corresponsável de prejudicar a obra ou de colocar um fermento inadequado nesse desenvolvimento. Cada um de nós devemos estar assumindo essas responsabilidades. O movimento espírita depende e necessita de nós. Somos nós, os grandes representantes do Espiritismo, aonde nós
o nesse desenvolvimento. Cada um de nós devemos estar assumindo essas responsabilidades. O movimento espírita depende e necessita de nós. Somos nós, os grandes representantes do Espiritismo, aonde nós estamos inseridos, principalmente na base celular da família. Então, começar a deixar e aceitar as ideologias, propostas novas, as grandes novidades, livros que podem trazer para nós conhecimentos que meias verdades inclusas ou em verdades também inclusas para fazer com que o movimento possa consumir e, enfim, através daquele seminário arrecadamos algo e vai vir em benefício da casa. A casa está com estruturas belíssimas. Porém, a essência continua prejudicada. E quantos de nós não lembramos quando Divaldo havia nos apresentado aquela grande proposta? Quando um dos reis vai visitar a igreja e uma igreja está caindo aos pedaços de um padre que havia recebido vários valores do filho, do príncipe para poder fazer reforma na sua igreja. E quando o rei vai visitar a igreja e encontra a igreja caindo aos pedaços. Ele fala assim: "Mas o que foi feito com aquele dinheiro que você recebeu? Enviamos grande valor para que você pudesse reformar a igreja, porque o rei viria, pois alimentei os pobres." simplicidade porque eles tinham uma necessidade real, mas os valores foram enviados e a igreja então será fechada. Então o padre diz, mas veja que talvez a tua proposta seja pior do que quando o diabo oferece a Jesus que poderia transformar a pedra em pão se Jesus desejasse quando ele estava no deserto. Você não pede para que eu transforme a pedra em pão. Você pede que eu transforme o pão em pedra. Enquanto o povo passa fome ou teu interesse a fazer com que o tempo esteja bonito. Mas as reflexões não são somente a pobreza material. A doutrina espírita vem para poder oferecer o avanço ético, moral paraa criatura humana. a fome espiritual através do consolador prometido. Todos nós nunca mais sentiremos essa sede. Quando Jesus havia firmado a mulher quando sentada lá no poço de Samaria,
co, moral paraa criatura humana. a fome espiritual através do consolador prometido. Todos nós nunca mais sentiremos essa sede. Quando Jesus havia firmado a mulher quando sentada lá no poço de Samaria, dizia que a partir do momento que ela tomasse daquela água, jamais sentiria sede de novo. E é essa água que nós todos devemos começar a bebericar na pureza, na simplicidade destes grandes missionários que nós brasileiros e outros que nos escutam de outros países que podemos ter tantos exemplos, desde Bezerra de Menezes, Chico Xavier, irmão DCE, Divaldo Pereira Franco, são exatamente as entregas na pureza da renúncia da sua própria personalidade. através de um objetivo de poder servir a este reino dos céus. Os tumultos fazem parte da nossa vida, mas Jesus afirmava que a partir do momento que nós estejássemos aflitos e sobrecarregados, que nós pudéssemos voltar a ele, porque o seu fardo era leve e o seu jugo é suave. Então, que possamos voltar a estas bases e fazer com que a nossa vida vá plena e possamos enfrentar os tumultos íntimos e não nos deixemos conturbar através da proposta desse fermento farisaico. Por quê? pode prejudicar o nosso crescimento, pode interferir nas nossas funções de propostas íntimas e coletivas através do progresso real da nossa vida e do nosso movimento. Essas seriam as nossas reflexões. Muito obrigado. muito boas reflexões, laudes excelentes e nos convidam a pensamentos profundos no nosso próprio movimento e na nossa própria condição inseridos no nosso movimento, né? Eu me lembro da fala, nos lembramos da fala de João Batista. É preciso que eu me diminua, que eu diminua para que ele cresça. E o mestre crescendo, sem dúvida, nós todos iremos dar vazão e as possibilidades de inspiração do mundo espiritual mais alto, mais digno, para que possamos nos conduzir de uma forma muito mais ajustada, muito mais adequada. Muito boas as tuas considerações. Nós temos agora a nossa querida Ângela e o nome já diz, é um anjo que vai nos trazer algumas reflexões, as reflexões finais
muito mais ajustada, muito mais adequada. Muito boas as tuas considerações. Nós temos agora a nossa querida Ângela e o nome já diz, é um anjo que vai nos trazer algumas reflexões, as reflexões finais na no dia de hoje. Seja bem-vinda, Ângela. Querido Marcelo, querido amigo Laudes, que alegria poder partilhar com vocês o estudo desse capítulo aos nossos amigos que estão aqui conosco também semanalmente já nos encaminhamos aí pro final dessa obra. É uma alegria imensa. Agradeço o o resumo aí que o Marcelo sempre acrescenta a sua peculiaridade, a sua forma sensível de nos trazer essas reflexões que estão no capismo. e o nosso querido Laudes, que aí abrilhantou o raciocínio, iniciando aí pavimentando essa estrada para que a gente possa seguir agora numa proposta que vai eh ao encontro mesmo daquilo que o Laudes já nos propôs, porque essa eh esse capítulo em específico, nós poderíamos dizer que ele é ele traz ele carrega muitas advert advertências. E essas advertências, elas vão justamente ao encontro das nossas necessidades, aqueles que estamos vinculados é a seara espírita. Então, porque a trajetória de a trajetória espiritual de Argos, eh esse processo todo que nós vimos acompanhando, eh, nas reencarnações em que ele nós observamos, conhecemos algumas das suas experiências anteriores, mais especialmente a reencarnação a que ele está vinculado, nós poderíamos dizer que ela se equipara a a uma a reencarnação de muitos de nós. Porque nós também somos esses espíritos que eh estamos viajando, muitas vezes mergulhando em reencarnações várias de experiências em experiências reencarnatórias em que nós fomos fazendo o uso inadequado do nosso livre arbítrio. E aí nos distanciamos daqueles objetivos elevados que a reencarnação sempre carrega, porque nós sabemos que toda vez que há um planejamento reencarnatório, ali está implícito o desejo, o propósito de que nós, como espíritos imortais avancemos. Então nós vamos desenvolver alguns raciocínios também na direção daquilo que o Ludes nos traz, porque esse
ório, ali está implícito o desejo, o propósito de que nós, como espíritos imortais avancemos. Então nós vamos desenvolver alguns raciocínios também na direção daquilo que o Ludes nos traz, porque esse capítulo ele é justamente um alerta, ele é uma advertência. E aqui quando falamos daqueles que nos vinculamos a seara espírita, eh, claro que estamos enfatizando de alguma forma os trabalhadores vinculados ao movimento espírita, mas de alguma maneira todos aqueles que chegam a uma casa espírita, todos aqueles que são levados muitas vezes pela via da dor, do sofrimento, como nós já vimos em capítulos anteriores, em outras obras do benfeitor Manuel Filomeno de Miranda, sempre há um envolvimento, um trabalho amoroso dos benfeitores que nos querem conduzir a esse despertamento espiritual, que nos querem conduzir justamente ao encontro desses tumultos íntimos que nós carregamos, que trazem essa experiência exterior, que trazem esses efeitos que nós vamos tendo e que pela vida da dor nós vamos buscando então esclarecer essa essas inquietações, esses conflitos. Então, nós vamos buscar aqui e há na obra, há no capítulo uma frase que nos parece bastante importante quando a benfeitora vai dizer ao longo eh daquilo que ela vem discorrendo sobre o quanto esse trabalho que vai sendo realizado e o quanto nós quando nos vinculamos com os nossos conflitos, diz ela que lentamente O contágio da insensatez punha em perigo o trabalho superior. Então essa expressão contágio da insensatez aqui, se nós observarmos especialmente aqui o trio Argos, Felipe, especialmente Maurício, naquilo que já sabemos que tem uma vinculação anterior, os conectando nessa experiência e que o encontro, né, que o conhecimento da doutrina e que o vínculo especialmente de Argos na no trabalho tem a finalidade de acelerar esse processo do despertamento. Mas o que nós vemos aqui é justamente que ao se aproximarem esse contágio da insens insensatez, trazendo dos arquivos lá inconsciente de cada um, as experiências anteriores, mas
esso do despertamento. Mas o que nós vemos aqui é justamente que ao se aproximarem esse contágio da insens insensatez, trazendo dos arquivos lá inconsciente de cada um, as experiências anteriores, mas que ainda tinham na sua intimidade uma espécie de prazer vinculado à aquilo. Tanto que na nova experiência, na experiência em que eles se vinculam a essa comunidade coordenada pela irmã Angélica, tendo essa possibilidade, nós vemos que é como se fosse reeditado, né, fosse trazido pros dias atuais aquelas experiências, mas nos moldes da atual reencarnação, mas que as matrizes psicológicas e conscientes elas eram muito parecidas. Então, diz eh a benfeitora aqui, seguindo o o raciocínio, que ali quando se fala nas experiências anteriores, quando Argos, né, abusando do poder, em outras experiências, quando nós também estivemos vinculados ao cristianismo, mas que fomos deturpando a sua mensagem. E aí entra o que Laudes muitas vezes referiu às meias verdades. Nós também fomos construindo uma ligação com o conteúdo que é libertador, mas nós fomos tirando esse brilho e criando essa condição cada vez mais precária de fazer com que esse conteúdo pudesse iluminar as consciências. E assim nós fomos cada vez mais amplificando a sombra que nós carregamos, essa sombra que é inconsciente, essa sombra que faz parte da nossa trajetória evolutiva, porque nós estamos nesta condição. Esta é a condição espiritual de todos nós. Mas aqui, ao falar do contágio da insensatez, o benfeitor vai falar de que é comum. Então, se nós temos o nosso passado reencarnatório, experiências em que nós usamos ou fomos levados pelos nossos impulsos inferiores às posturas de intolerância, e assim nós sabemos que fomos marcando o a nossa trajetória espiritual pela intolerância em que a religião, inclusive ela era utilizada para mascarar, como o benfeitor discreto, aqui nesse capítulo e nos anteriores para mascarar esses desejos ímpios, esses impulsos menos felizes, esse instintivo conteúdo que nós carregamos. Mas se
ada para mascarar, como o benfeitor discreto, aqui nesse capítulo e nos anteriores para mascarar esses desejos ímpios, esses impulsos menos felizes, esse instintivo conteúdo que nós carregamos. Mas se outrora nós carregávamos a intolerância, diz o benfeitor que é comum que esperemos por tolerância. No entanto, somos poucos aqueles que sabemos vivê-la. sempre a queremos para nós, mesmo que em prejuízo da ordem e utilizando para lograr deferimento para com os nossos propósitos inferiores. Então, assim, em outros tempos, a intolerância ela era usada como esse escudo em nome da defesa daquilo que dizíamos eh ser eh algo nobre, elevado, divino. Hoje a palavra, e vejamos que não estamos falando exatamente do ano de 2025, estamos falando da época em que o benfeitor traz isso, mas atualmente nós podíamos poderíamos dizer que a tolerância vem sendo usada como esse escudo em que dá abertura, como disse Laudes, dá abertura para que todas essas esse contágio de insensatez em várias nossas casas espíritas. Quantas são as propostas que têm sido trazidas para o movimento espírita, mas que elas, em nome dessa tolerância, elas escondem propostas que não têm a finalidade de elevar, de nos conduzir a avançarmos na direção de superarmos a nossa condição ainda primitiva, os nossos arquivos inconsci cientes ainda carregados de prazeres mórbidos, como nós vemos aqui o benfeitor de escrever quando Maurício e Argos por não encontrarem esse cenário compatível para que pudessem dar eh largas as antigas orgias, ou seja, o quanto há no indivíduo e somos todos nós, espíritos comprometidos com as leis divinas, com a retaguarda espiritual, mas que estamos tendo a oportunidade de retomarmos o contato agora com o cristianismo na seara espírita, o cristianismo, rede vivo, o consolador prometido pelo Cristo, mas que trazemos da nossa sombra inconsciente, carregamos, temos esse impulso e aí temos a tendência de, em nome daquilo que o benfeitor também vem dizer, a confusão que se realiza a confundindo algo
mas que trazemos da nossa sombra inconsciente, carregamos, temos esse impulso e aí temos a tendência de, em nome daquilo que o benfeitor também vem dizer, a confusão que se realiza a confundindo algo com a felicidade, as gargalhadas com os júbilos, as algaravias com a festa interior, numa demonstração festiva de desequilíbrios. Nós temos visto isso, infelizmente, em muitas casas espíritas, inclusive, em que esse desequilíbrio que eclode da intimidade do ser se expressa, mas em nome de uma tolerância. Então nós vemos aqui o quanto esse contágio de insensatez que está aqui sendo tratado no caso de Argos naquela comunidade vinculado a Maurício com a influência de Felipe espiritualmente vinculado no processo obsessivo. Mas nós todos estamos nesse cenário. Isso caracteriza a todos nós. E se nós não levantarmos ou nós não acendermos esta luz de alerta, como diz a ben o benfeitor dando esse nome, tumulto perigoso, vejamos que a espiritualidade tinha muito claro que isto era um tumulto que estava ali se fazendo, mas nós vemos que ã Argo sentia-se estuar de vitalidade e realização interior nesse conúbio. psíquico inconsciente com Maurício. Então nós vemos que muitas vezes nós estamos inflamados daquilo que é confundido com felicidade, mas sim é uma algazarra interior. E nós queremos trazer isso em nome de uma suposta alegria. E veja que os benfeitores, a benfeitora Joana deângeles muitas vezes nos traz isso, a importância da alegria. Mas a alegria não é este padrão comportamental de desordem, de desequilíbrio, que encontra todas as expressões em nome da tolerância para ser vivenciada, inclusive nas casas espíritas. Porque nós podemos ser esses mesmos espíritos que voltamos hoje com a oportunidade do contato com a doutrina consoladora, com o cristianismo, naquilo que há de mais puro na sua essência e novamente construirmos esses enxertos que nos distanciam. E aí a pergunta que nós, enquanto espíritas podemos nos fazer é: qual será o nosso grau de responsabilidade quando nós nos vinculamos a esta
e novamente construirmos esses enxertos que nos distanciam. E aí a pergunta que nós, enquanto espíritas podemos nos fazer é: qual será o nosso grau de responsabilidade quando nós nos vinculamos a esta doutrina libertadora de consciências, a esta doutrina consoladora e esclarecedora em todos os aspectos? E nós vamos fazendo esses enxertos, esses enxertos produto da projeção das nossas sombras e que vão encontrando também e fazendo sintonia com a sombra daqueles que estão conosco, porque também há um porquê de estarmos vinculados ali naquele trabalho. Então são perguntas importantes e nós trouxemos dentro desta linha de raciocínio, de proposta de reflexão, eh um trecho de um capítulo que a benfeitora Joana Deâeles coloca ao fechar a obra intitulada Entrega-te a Deus. Esta obra, um, como todas as obras da benfeitora, são de uma riqueza inestimável, mas ela, no capítulo que finaliza esta obra, que ela intitulou, o capítulo 30 também da obra, ela intitulou Carta aos cristãos modernos. E a benfeitora vai fazer inicialmente, porque é interessante como ela constrói esse capítulo, porque ela descreve todas as conquistas tecnológicas, científicas, toda a evolução do conhecimento humano. Ela vai fazendo um apanhado de considerações sobre os tempos que nós vivenciamos até o momento em que ela começa a desenvolver o raciocínio, dizendo que ao longo do tempo a história das civilizações do passado, os as suas grandezas e misérias, os seus poderes, os poderosos de um momento e a sua decadência logo depois, não serviu de lição para os novos cristãos. E ao longo do seu do seu capítulo, quando ela vai construindo esse raciocínio, depois de descrever todas essas conquistas humanas, ela vai dizer que para despertar a consciência individual e coletiva que se encontrava obumbrada, essa é a palavra que a benfeitora usa, ela diz: "Jesus veio à Terra nos dias tormentos e trouxe a mais extraordinária mensagem mensagem de amor e de dignificação humana, nunca antes ou depois apresentada. E ferindo o interesse sombrio dos
ela diz: "Jesus veio à Terra nos dias tormentos e trouxe a mais extraordinária mensagem mensagem de amor e de dignificação humana, nunca antes ou depois apresentada. E ferindo o interesse sombrio dos poderosos, ele foi então crucificado. Tentaram ali silenciar a sua voz, como sempre fazem, diz a benfeitora, os perversos, esquecidos, entretanto, que ideias somente são combatidas com outras superiores. E como as suas eram normas para a felicidade humana, elas ultrapassaram o tempo, arrastando multidões para logo depois serem mutiladas, adaptadas aos interesses mesquinhos dos imperadores e chefes religiosos, sem que, no entanto, desaparecessem. diz a benfeitora, continuando esse raciocínio de que as lições do mestre, então, que foram exaradas na cátedra da natureza e vivenciadas no seu exemplo, superaram todos os mecanismos constritivos e adulterados, permanecendo como estrelas, apontando rumos na noite dos tempos para serem ressuscitadas pelo Espírito de verdade. conforme ele prometera. e que chegado o momento então anunciado, as vozes do céu desceram à terra e que passaram a conclamar os seres humanos à ordem, ao dever, ao amor ouvidado e submetido pela ranseníase do egoísmo. as expressões que a benfeitora usa ao falar desse processo de adulteração da mensagem cristã, quando essa ranceniase do do egoísmo que nos caracteriza ainda a marcha evolutiva na condição de espíritos eh imperfeitos no mundo de provas e expiações ainda. Esta marca traz em nós e está em nós ainda como uma força muito vibrante. E em outra obra, a benfeitora Joana, e dessa vez aqui lembramos com muito carinho dessa obra que foi escrita Segue em Harmonia. Como a própria benfeitora diz, ao iniciar a obra, ela traz uma mensagem que ela diz que este é um livro algo diferente, porque ela é o resultado, ele é o resultado do trabalho de várias mentes e mãos, diz a benfeitora. Convidamos a Consor Sueli Calda Schuber, trabalhadora infatigável do evangelho de Jesus e a entretecer considerações em torno de
le é o resultado do trabalho de várias mentes e mãos, diz a benfeitora. Convidamos a Consor Sueli Calda Schuber, trabalhadora infatigável do evangelho de Jesus e a entretecer considerações em torno de mensagens por nós ditada psicograficamente. Então, nesse livro nós temos 15 títulos, 15 textos em que a benfeitora escreve e na sequência sempre a benfeitora também Sueli Caldexubre traz a sua contribuição. E nesse capítulo então do livro Segue em Harmonia, no capítulo 7, eh a benfeitora Joana deângeles intitula esse capítulo Disidências, falando exatamente desse trabalho, daquilo que ocorre dentro do seio do cristianismo primitivo aos dias de hoje, especificamente falando do movimento espírita, porque diz ela que pouco depois então da morte de Jesus, Os dissidentes começaram a criar correntes de pensamento e fazer interpretações absurdas em torno da sua palavra. E o que isso deu então lugar? As terríveis perseguições, aos ódios e lutas reidas de uns contra os outros. Todos, porém, estavam convencidos de que eram fiéis ao Senhor. Então, vejamos que essa é uma característica humana que nos acompanha. Porque muitas vezes nós como espíritas também estamos vinculados ao trabalho movimento espírita, mas que por conta das nossas limitações, nós também estamos carregados de certeza de que estamos sendo fiéis, de que estamos realmente sendo eh doutrinariamente fiéis àquilo que nos foi trazido pelo codificador. Muitas vezes não nos damos por conta de que estamos fazendo esses enxertos, de que estamos projetando os nossos conflitos internos nessas atividades. E nesse capítulo segue a benfeitora dizendo: "Depois de Jesus, então depois dele, Francisco de Assis assumiu o papel de reedificador da igreja do amor e da caridade, do perdão e da humildade, da santificação pela entrega total ao seu exemplo. e que ele então atraiu multidões, famindas de paz e sedentas de renovação interior. Mas que apesar disso, diz a benfeitora, que durante a existência mesmo debilitado, ele viu a sua ordem ser assaltada pelos
ele então atraiu multidões, famindas de paz e sedentas de renovação interior. Mas que apesar disso, diz a benfeitora, que durante a existência mesmo debilitado, ele viu a sua ordem ser assaltada pelos dissidentes que passaram a esconjurá-lo, a amenizar a severidade da sua conduta, a voltar ao século entre o conforto e a malversação dos valores morais, abraçados por ele. até a desencarnação. Então ela vem trazer a figura de Francisco de Assis, que também quando vivia com toda a sua fidelidade, a sua entrega, a severidade da sua conduta, ali também ele experimentou o impacto desses dissidentes. E aí diz ela: "Não estranhees, portanto, nas fileiras da doutrina espírita os dissidentes, aqueles que se não adaptam aos conteúdos sublimes de que é portadora, antes a adaptando às suas comodidades e presunções, gerando dificuldades, separatismos, exclusivismos, animosidades, diz a benfeitora: "Segue, porém, a codificação são conforme a receber de Allan Kardec dos guias da humanidade, sendo-lhes fiel. Então, nós vemos o quanto os benfeitores estão o tempo todo nos fazendo esses alertas, nos trazendo esses convites amorosos para que nós possamos, enquanto aqueles que aceitamos o convite de nos vincularmos ao trabalho da seara espírita, a nos perguntarmos se nós não estamos trazendo um quanto desse fermento farisaico, se nós não Estamos colocando na doutrina que é toda luz, uma cota da nossa sombra. E nos parece que esse capítulo ele é um grande convite a que nós nos perguntemos a respeito da nossa participação para que nós não repitamos novos capítulos daqueles que fomos infiéis quando já estaríamos ou teríamos podido sermos fiéis à aquilo que o mestre nos convida. Então, essas são as reflexões, amigos, que nós gostaríamos de trazer também para esse capítulo. Excelente, Ângela, o que você nos trouxe. Alertas importantíssimos. Vocês foram muito felizes. Lembro de uma mensagem que foi psicografada por Francisco Cândido Xavier, ditada pelo Espírito Bezerra de Menezes, chamada unificação. Ele recebe mensagem
importantíssimos. Vocês foram muito felizes. Lembro de uma mensagem que foi psicografada por Francisco Cândido Xavier, ditada pelo Espírito Bezerra de Menezes, chamada unificação. Ele recebe mensagem em abril de 1963 e publicada posterior no Reformador. não me lembro a data, mas num determinado trecho da mensagem e tentando fazer aqui um complemento muito incipiente do que vocês trouxeram, que é muito bom, e destas tentativas de inserção de determinados conteúdos completamente avessos ao cristianismo, Rede Vivo, ao codificador. Me lembro dessa mensagem porque num determinadozinho trecho ele fala que a necessidade de nós preservarmos os valores, os fundamentos espíritas, honrá-los, sublimá-los de uma forma muito especial, senão com estas injunções, com estes pendurucálios que acabamos tentando colocar dentro de uma casa espírita com numa tentativa de atrair e fugindo da profundidade disse Bezerra que nós, se não tomarmos cuidado, nos transformaremos em células estanques, distanques, muito distantes do verdadeiro propósito que o espiritismo cristão tem para cada um de nós, nos acomodando nas convivências, conveniências, melhor dizendo, do plano inferior e nos afastando das questões da verdade. Por isso ele fala bezerra, né, Kardec nos estudos, nas cogitações, nas atividades, nas obras, a fim de que a nossa fé não faça hipnose pelo qual o domínio da sombra se estabelece sobre as mentes mais fracas, acorrentando-as a séculos de ilusão e de sofrimento. Aí a gente tá vendo aí o nosso Maurício. Libertação da palavra divina. Segue Bezerra, né? Libertação da palavra divina é desentrenhar o ensinamento do Cristo de Deus, de todos os cárceres, que foi uma espécie dos cárceres, é que foi algemado. E na nossa atualidade, principalmente porque temos esta bagagem, este roteiro, né? Sem querer nenhum privilégio ao Espiritismo de maneira alguma. Mas vivendo Kardec, sentindo Kardec, é alguma coisa mais ou menos assim, não me lembro muito bem, né? Seja Allan Kardec, não apenas crido ou sentido, mas
m privilégio ao Espiritismo de maneira alguma. Mas vivendo Kardec, sentindo Kardec, é alguma coisa mais ou menos assim, não me lembro muito bem, né? Seja Allan Kardec, não apenas crido ou sentido, mas apregoado e manifestado e a nossa bandeira suficientemente vivida para que o Cristo de Deus, que volta na forma do Espiritismo, possa mais uma vez batendo na nossa porta nos convidar a este movimento que foi feito desde há muito tempo e você citou o nosso querido poverelo Francisco de Assis, que este Francisco, que este Cristo possa nos visitar todos os dias, nos corrigindo à rota e nos mantendo fiéis a nós mesmos, porque nos mantendo fiéis a nós mesmos, estaremos sendo fiéis a esta lei divina que está escumpida dentro de cada um de nós. Muito obrigado por vocês dois trouxerem, terem trazido todos esses aprofundamentos e nos despedindo dos nossos queridos que fizeram parte desta nossa reunião. Muita paz, um bom dia, uma boa tarde, uma boa noite, dependendo do momento que vocês forem escutar as reflexões. Muito obrigado a todos.
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