T6:E22 • Painéis da Obsessão • Providências para o Êxito
Neste episódio, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert analisa o capítulo 21 da obra Painéis da Obsessão, no qual são apresentadas as providências adotadas pela espiritualidade superior para garantir o êxito do trabalho desobsessivo. O episódio ressalta o papel do preparo moral, da vigilância e da disciplina na condução segura das tarefas mediúnicas. 🎙️ Participações: • Host e resumo: João Korngold • Aprofundamentos: Marcelo Netto e Tânia Menezes 🌟 Um estudo profundo e esclarecedor sobre os cuidados espirituais e humanos envolvidos na superação dos desafios obsessivos. 🎥 Série: Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert 📅 Temporada 06 | Episódio 22 #Espiritismo #PainéisDaObsessão #TrabalhoMediúnico #Desobsessão #JoãoKorngold #MarceloNetto #TâniaMenezes #GrupoSuelyCaldasSchubert #ManoelPhilomenoDeMiranda #EstudoEspírita #DoutrinaEspírita
Olá, amigos, amigas, muito bem-vindos, bem-vindas a mais um estudo. Hoje vamos cobrir o capítulo 21 do livro Painéis da Obsessão, Providências para o êxito. Estamos aqui na companhia dos nossos queridos coordenadores Tânia Menezes e Marcelo Neto. Mas antes de começarmos, vamos fazer a nossa prece pedindo a proteção dos amigos espirituais, a inspiração, que eles nos guiem, nos protejam, para que possamos todos desfrutar desses momentos de luz, que possamos aprender, que possamos internalizar e, mais importante, ser capazes de colocar no nosso dia a dia, em prática, todos os ensinamentos. que viemos a receber. Agradecemos e pedimos a contínua proteção da nossa mentora Sueli Caldas Schuber, que iniciou esses trabalhos. Uma menção e uma oração especial ao nosso querido Divaldo Franco nesse seu processo de recuperação, que possa continuar recebendo as bênçãos da divindade e ao nosso autor espiritual Manuel Filomeno de Miranda. que nos abrilhanta com esses textos tão iluminados que nos permitem nos aprofundar no estudo do Espiritismo. Agradecemos mais uma vez ao Mestre Jesus por tudo que temos recebido, pelas oportunidades, com nossos corações cheios de gratidão, pedimos permissão para começar os nossos trabalhos. Que assim seja. Então, vamos começar com o capítulo 21. Como eu tinha mencionado, é um capítulo relativamente curto que basicamente tem três eh partes diferentes. A primeira parte eh poderíamos dizer que se se chama Argos, começa a melhorar, porque vemos que com o passar do tempo, a saúde de Argos foi dando sinais de melhora. Seu corpo se adaptava à nova realidade e graças à moratória espiritual de 5 anos que ele havia recebido, começou a demonstrar mais vitalidade, o que auxiliava as suas células a se reequilibrarem e se renovarem. Porém, essa recuperação, eh, é importante lembrar que foi favorecida por duas coisas muito importantes para nós termos sempre em mente. A mudança de atitude dele próprio, essa é uma, e o tratamento espiritual que estava recebendo através de passes e fluidos
favorecida por duas coisas muito importantes para nós termos sempre em mente. A mudança de atitude dele próprio, essa é uma, e o tratamento espiritual que estava recebendo através de passes e fluidos oferecidos com muito carinho pelo amigo espiritual Bernardo. Também a perseguição espiritual que ele sofria do espírito Felipe havia diminuído bastante. Isso acontece tanto pela proteção que a irmã Angélica lhe havia vinha lhe oferecendo, quanto pelas mudanças que estavam acontecendo nos laços espirituais entre Felipe e Arcos. Os chamados ganchos que permitiam a obsessão ocorrer haviam enfraquecido. Felipe, que carregava muita mágoa de argos por acontecimentos do passado, vinha se especializando em formas de vingança com ajuda de outros espíritos sofredores. Mas com a mudança de vibração que Argos passou a emitir por causa dos tratamentos espirituais, Argos então fica protegido por uma espécie de campo energético que dificultava as interferências negativas de Felipe e seus acéquas. Vendo tudo isso, os obsessores então acabam reconhecendo que seria melhor recuar eh por por enquanto, esperando uma nova oportunidade. Enquanto isso acontecia, o médico encarnado de Argos, o Dr. Vos Concelos, estava cheio de eh estava muito alegre com a com a melhora do rapaz, mesmo sem entender as razões espirituais por trás daquela recuperação, ele se emocionava. Ao ver que contra todas as expectativas o quadro de saúde vinha melhorando, o desconhecimento da vida espiritual, as leis, ações que respondem por um não pequeno número de pessoas honestas que trabalham pelo progresso da humanidade e permanecem como incógnitas insolúveis, que vão sendo aceitas sob a denominação genérica de acasos. Mas o médico visitava Argos eh com carinho e otimismo e sinalizava uma breve possibilidade de alta hospitalar. A segunda parte desse capítulo eh nos fala que tudo é planejado com muito cuidado, que Dr. Vasconcelos havia avisado para Áurea que Argos logo receberia alta, como eu acabei de mencionar. Ela, por sua vez, fica
parte desse capítulo eh nos fala que tudo é planejado com muito cuidado, que Dr. Vasconcelos havia avisado para Áurea que Argos logo receberia alta, como eu acabei de mencionar. Ela, por sua vez, fica radiante, cheia de esperança, já imaginando dias felizes ao lado dele. Mas Filomeno nos diz que, apesar da alegria, ela ainda tinha muito a aprender, porque a sua reencarnação não havia sido por acaso. Tudo havia sido cuidadosamente planejado no mundo espiritual, desde os erros do passado até os compromissos do futuro, que havia havia sido irmã Angélica que havia garantido o seu retorno ao corpo físico. Irmã Angélica sabia que Auria estava disposta a crescer espiritualmente, mesmo enfrentando grandes desafios. Assumiu Áure, então, a missão de ser como mãe para crianças que não seriam suas pela impossibilidade dela ter crianças pelo relacionamento que estamos vendo, dificuldade do relacionamento. E seria também irmã para aqueles que sofrem tentando transformar erros de do passado em caminhos de luz. O reencontro com Argos também havia sido planejado pelo alto, mas não seria fácil. Por isso, ela recebeu muita preparação espiritual, inclusive com recursos mediúnicos. E para evitar que lembranças difíceis de vidas passadas atrapalhassem a sua juventude, Auria passou por tratamentos espirituais que apagaram algumas memórias que só voltariam quando ela estivesse mais madura e pronta para enfrentá-las com sabedoria. Argos, por sua vez, ainda carregava traços de orgulho e mágoa, frutos do passado. Havia recebido, então, um corpo compatível com suas necessidades cármicas e com sua chance de se redimir. Agora, cabia a ele aproveitar essa bênção e oportunidade, usar seu tempo fazendo o bem, mesmo que isso exigisse sacrifício ah pessoal. Nada era improvisado. A encarnação deles foi cuidadosamente preparada. Cada um recebia aquilo que precisava para evoluir. Na terceira parte desse capítulo, ah, Manuel Filomeno de Miranda nos fala do desafio da reencarnação, que nenhuma vida acontece
adosamente preparada. Cada um recebia aquilo que precisava para evoluir. Na terceira parte desse capítulo, ah, Manuel Filomeno de Miranda nos fala do desafio da reencarnação, que nenhuma vida acontece por acaso, que mesmo as reencarnações mais simples, seguem planos guiados por espíritos superiores que observam atentamente cada caso. Sim. A a faixa mais larga das reencarnações ocorre através de fenômenos automatistas, uma programática coletiva seguindo as leis divinas, mas mesmo essas não se dá sem que os superiores encarregados tomem um cuidado, um conhecimento com cuidado e ofereçam os meios para a seleção dos que conquistam a a ou perdem individualmente. É, aqueles que reencarnam em situações difíceis, em grupos desfavorecidos, são acompanhados e guiados conforme suas capacidades e conquistas espirituais. Porém, quando há missões especiais, como nesse caso de Argos e Áurea, os espíritos são ainda mais cuidadosos, recebem orientação, recursos e apoio para que não fracassem. No entanto, mesmo com toda essa ajuda, nunca podemos nos esquecer que tudo depende do nosso livre arbítrio, do livre arbítrio de cada um. A escolha entre o bem e o mal, entre o prazer imediato e a felicidade futura, está sempre nas mãos da própria pessoa. Chegava então esse casal a um novo momento, deixar para trás um capítulo difícil e iniciar uma fase mais delicada, onde onde deveriam se manter firmes no bem. E ele conclui, então, que todos nós nos encontramos em cursos nesse procedimento que é de lutar pelo aprimoramento íntimo, aplicando todas as forças para vencer as nossas más inclinações e burilar as tendências superiores, tornando-as mais sensíveis às conquistas espirituais relevantes. Esse é o grande desafio da reencarnação e que só se vence com esforço constante, coragem e fé. Esse então seria o nosso resumo. Eh, vamos convidar então o nosso irmão Marcelo para começar o o nosso aprofundamento. Marcelo, é com você. Muito obrigado, João. Muito obrigado, Tânia. e o prazer de aqui estarmos nesta
nosso resumo. Eh, vamos convidar então o nosso irmão Marcelo para começar o o nosso aprofundamento. Marcelo, é com você. Muito obrigado, João. Muito obrigado, Tânia. e o prazer de aqui estarmos nesta oportunidade para que a gente possa estudar um pouquinho a respeito desta obra e particularmente deste capítulo. Em embora o capítulo seja pequeno, eu gostaria de focar a nossa atenção em uma das passagens que, sem dúvida, é o eixo principal da nossa doutrina, que fala de reencarnação. esta bênção que o Pai celestial nos oportuniza para que aos poucos nós possamos em um novo momento, em uma nova circunstância, a gente possa se dar conta de erros passados, aprendendo com eles e dando passos adiante neste grande processo de evolução, tanto moral como intelectual. E eu trouxe a obra aqui na minha frente e o João, no seu resumo, trouxe exatamente a questão da reencarnação que foi cuidadosamente preparada, monitorada, tutelada por Angélica para especificamente aquela menina Áurea, para aquela moça Áurea, ou seja, as duas, o Argos e Áurea. Ou seja, essa programação muito bem feita, né? No seu processo de renascimento, como está aqui, fora realizado um trabalho de autocoturno, desde o estudo do seu passado como da programação futura. tão expressiva era considerada existência atual de importância crucial para a sua vida de espírito eterno, como nosso João trouxe no capítulo, no resumo do capítulo, no livro Roteiro, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ditado pelo espírito Emanuel, no capítulo 9, nós vamos ver uma passagem muito interessante, porque esse capítulo 9 tem como título o grande educandário. E Emanuel coloca a reencarnação como este impositivo natural, ou seja, esta condição natural, um determinismo evolutivo divino para que a alma, para que o espírito possa ganhar os seus potenciais que ainda estamos muito longe de adquirir. Então, o nosso Emânel vai discorrer neste capítulo 9 do livro Roteiro falando deste princípio inteligente criado simples, ignorante, sem as qualificações e as capacidades,
mos muito longe de adquirir. Então, o nosso Emânel vai discorrer neste capítulo 9 do livro Roteiro falando deste princípio inteligente criado simples, ignorante, sem as qualificações e as capacidades, mas com todos os potenciais que ali residem dentro do seu imo. E aí nem aos poucos a gente vai se identificando com este projeto de perfectibilidade que é inato e fundamental para que a alma possa encontrar-se mais feliz. Então, é uma lei natural, é uma lei biológica e inerente a todos os seres com a finalidade absoluta de desenvolvimento, de evolução. Segue Emanuel, neste mesmo capítulo 9, o grande roteiro do livro roteiro, perdão, o grande educandário, melhor dizendo, do livro roteiro. Ele vai nos trazer a seguinte informação que eu separei aqui. Para a maioria dessas criaturas necessitadas de experiência nova e mais ampla, a reencarnação não é somente o impositivo natural, mas também um prêmio pelo ensejo de aprendizagem. Assim é que sob a iluminada supervisão das inteligências divinas, cada povo no passado ou no presente constitui uma sessão preparatória da humanidade à frente do porvir. Olha que interessante, visitando agora o Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 4ro, quando a gente vai encontrar meu reino, ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo. No item 17 desta obra tão especial, nós vamos encontrar a seguinte informação: a reencarnação surge como uma necessidade absoluta, como condição inerente à humanidade. Numa palavra vai dizer Kardec, eh, como a lei da natureza. E neste mesmo capítulo também, capítulo quarto de da livro O Evangelho Segundo Espiritismo, nós vamos perceber ele falando que a passagem dos espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir por meio destas ações submetidos às questões da materialidade, os desígnios cuja execução Deus vai confiar a toda a humanidade. Então, para os espíritos selvagens, naquelas primeiros, nos primeiros estágios, ainda no já como humanidade, mas nos seus primeiros estágios, está apenas eh que estamos
ai confiar a toda a humanidade. Então, para os espíritos selvagens, naquelas primeiros, nos primeiros estágios, ainda no já como humanidade, mas nos seus primeiros estágios, está apenas eh que estamos apenas naquele início dessa vida espiritual. A encarnação é um meio de desenvolver a inteligência, porque aquele que vai trabalhando ativamente, conquistando as suas capacidades intelectivas e despertando as questões da moralidade, vai ganhando ampla expressão e vai se localizando, se ubicando de uma forma muito mais serena à medida que nós avançamos nesta estrada infinita de aperfeiçoamento. Frequentemente me chegam as perguntas nos grupos de estudos, né? Por que a questão da necessidade da reencarnação? Porque precisamos estar na carne, não poderíamos ter toda essa evolução no mundo espiritual? E aí nós vamos perceber pelo estudo aprofundado do espiritismo que isto não seria possível. Estas necessidades de estarmos submetidos às essas injunções que nos constrangem acabam liberando determinados eh despertando, melhor dizendo, determinados conteúdos íntimos que vão nos convidar a uma maior ao maior entendimento. Por isso, a dimensão física, ela se diferencia da dimensão espiritual por vários aspectos. uma inserção em um ciclo vital que é muito próprio das questões biológicas, o nascer, crescer, reproduzir-se, ter os filhos, envelhecer e vivenciar as experiências, as questões todas da vida física nos convidam a um despertar da inteligência, a luta pela vida nestas situações mais diversas, o período da infância que será maior ou menor, dependendo do tipo de mundo que nós Estamos os mundos mais elevados, um período de infância menor, porque já adquirimos, através dos passados a capacidade de discernir sem a necessidade maior de um período de infância nos mundos menos evoluídos, um período de infância um pouco mais largo. Tudo isso faz parte. O esquecimento do passado, bênção absoluta que permite a toda a individualidade conviver com seus desafetos. Veja o caso aí de Áurea, de
m período de infância um pouco mais largo. Tudo isso faz parte. O esquecimento do passado, bênção absoluta que permite a toda a individualidade conviver com seus desafetos. Veja o caso aí de Áurea, de Arcos, Felipe, no futuro, não recordando-se momentaneamente das situações que foram o, na verdade, os grandes algos grandes problemas que o os localizaram nessa situação, a convivência com pessoas de diversos níveis evolutivos, nos mostrando a necessidade do perdão, da tolerância, a caridade, como era entendida por Jesus. A benevolência para com todos, a indulgência para com as imperfeições alias e o perdão das ofensas. É a clássica pergunta 886 de O livro dos espíritos, que muitos nós já sabemos de cor e salteado. Então, essa convivência com os diversos níveis de de indivíduos na dimensão carnal vai nos colocar numa posição de de prova, de necessidade. E os fatores também que poderíamos trazer nas perguntas também que chegam os grupos de estudo, que fatores poderíamos, geralmente dos jovens, que fatores determinam o momento do espírito exato dele retornar ao cenário físico? E os bons espíritos, e vemos o caso aí de Angélica, colocam então que o momento em que devemos reencarnar como uma grande oportunidade é algo bem definido e que está feito através de um planejamento e de princípios muito bem delineados. Isso porque a reencarnação é esta necessidade evolutiva, como nós já havíamos mencionado, assim como a morte é uma necessidade, é uma circunstância da vida corporal. Assim, os espíritos presentem a época em que irão reencarnar. Isso é uma frase de Kardec. Confesso que eu não lembro a pergunta, que os espíritos presentem a época que irão reencarnar. E Kardec coloca, coloca assim: Como o cego sente o fogo que se aproxima. Algo nesse sentido, um tempo próprio, logicamente coordenado pelos bons espíritos. Então, embora nem todos se preocupem com ela, com a reencarnação, pois há os que não pensam nela na encarnação e que nem mesmo a compreendem de uma forma muito correta, logicamente
los bons espíritos. Então, embora nem todos se preocupem com ela, com a reencarnação, pois há os que não pensam nela na encarnação e que nem mesmo a compreendem de uma forma muito correta, logicamente menos evoluídos, menos menor compreensão disso tudo. cedo ou tarde, o espírito sente a necessidade de progredir, pois a condição de desencarnado, ou seja, estando no mundo espiritual, ela não pode se prolongar indefinidamente. E aí uma das obras muito interessantes e raras do nosso irmão médico, grande estudioso do espiritismo, Jorge Andreia, um baiano que frequentava a Mansão do Caminho, vai nos trazer numa obra chamada eh palingênese, a grande lei. Veja que interessante essa palavra, palingênese. Eh, do grego, gênesis significa origem, nascimento. significa novamente. Por isso esse termo, o termo palingênice é é trazido talvez na interpretação que nós vamos encontrar nos dicionários e trazido por Jorge Andreia como esse renascimento, esse começar de novo. E nesta obra ele vai nos colocar em um determinado momento que quanto mais primitiva for a condição evolutiva do espírito, mais brevemente deverá retornar à dimensão física. Ocorre então, segundo o nosso estudioso Jorge Andreia, um desgaste progressivo nas palavras de Jorge Andreia destas unidades energéticas que passam a vibrar de uma forma mais lentamente. E os espíritos menos evoluídos, estando mais necessitados do retorno à géba planetária, reencarnariam com intervalo de tempo bem menor do que os evoluídos. os mais evoluídos, os mais lúcidos reencarnariam com maior intervalo de tempo pela possibilidade de mais fácil aquisição de material necessário, nas palavras dos nossos Jorge Andreia, ao metabolismo do psicossoma e por possuírem em potencial qualidades energéticas que lhe permitiriam viver mais tempo no estágio dimensional em que se encontra. encontram. É interessante isso, porque o tempo de permanência do espírito desencarnado na dimensão espiritual, no mundo espiritual, é também segundo André Luiz na obra Evolução em dois Mundos.
contra. encontram. É interessante isso, porque o tempo de permanência do espírito desencarnado na dimensão espiritual, no mundo espiritual, é também segundo André Luiz na obra Evolução em dois Mundos. Vamos ver a convergência dos dois autores, o nosso Jorge Andreia e o nosso autor espiritual, André Luiz. A gente vai encontrar isso na parte dois, no capítulo 18. E eu tenho o livro Evolução em Dois Mundos aqui na minha frente, uma capa antiga para chuchu, né? evolução em dois mundos, que esse eh o tempo de permanência do espírito, ele é diretamente proporc ao no mundo espiritual, ele é diretamente proporcional à sua condição evolutiva. Percentagem de tempo no plano espiritual para as criaturas de evolução mediana, dirá André Luiz, varia com grau de aproveitamento de tempo no estágio recente que desfrutaram no corpo físico. E aí segue andré Luiz falando: "Quão mais vasta a provisão de conhecimento e maior a aquisição de virtudes por parte do espírito, mais largo período desfruta na esfera superior para obtenção de mais nobres recursos para mais alta ascensão." Olha que coisa interessante. Veja que interessante isso. Então, à medida então que as vibrações espirituais se tornam mais pobres em decorrência de uma espécie de enfraquecimento espiritual, isso é uma terminologia que o nosso Jorge André utilizou nesta obra. Fale em gênese, a grande lei, né? Vai comentar o nosso Jorge Andreia, né? Observa-se então uma redução progressiva das atividades do espírito. Então essa condição vai levar o espírito a um estado de torpor e de uma fraqueza progressiva. e a lei de causa e efeito por mecanismos complexos e ainda desconhecidos na sua totalidade. O impel, ou seja, impele ao espírito a vinculação ao aparelho genésico da mãe, da mulher em idade fértil, com o qual ele se relaciona pelos elos de afinidade, pelas necessidades evolutivas. Então, aí desencadeia-se assim um mecanismo reencarnatório eh automático por uma necessidade imperiosa da entidade desencarnada de retornar à dimensão
elos de afinidade, pelas necessidades evolutivas. Então, aí desencadeia-se assim um mecanismo reencarnatório eh automático por uma necessidade imperiosa da entidade desencarnada de retornar à dimensão física por absoluta falta de condições fisiopsíquicas de se manter distante destas vibrações materiais. Veja que fantástico isso, nos mostrando a necessidade absoluta de mergulharmos na carne para que o processo evolutivo se dê. Leoneni vai além em outras questões, porque ele vai estabelecer no livro Depois da Morte, no capítulo 41, que fala e o título do capítulo 41 se chama reencarnação. E ele traz a seguinte informação que eu vou ler. Quando chega a ocasião de reencarnar, o espírito sente-se arrastado por uma força irresistível, por uma misteriosa afinidade para o meio que lhe convém. E ainda Leonir segue dizendo no capítulo 41 que separamos aqui, as leis inflexíveis da natureza ou antes, os efeitos resultantes do passado decidem da reencarnação. O espírito inferior, ignorante destas leis, pouco cuidadoso de seu futuro, sofre maquinalmente a sua sorte e vem tomar o seu lugar na Terra sob o impulso de uma força que nem mesmo procura conhecer. Aí a gente vai falar, vai, vamos perceber que na a hipótese apresentada na obra eh Palingênese, a grande lei por Jorge Andreia, segundo a interpretação que faz de algumas citações de Kardec e trazendo o nosso André Luiz, nos permite traçar um paralelo entre a necessidade de renovação do corpo físico que se dá com a morte física e a equivalente necessidade de renovação do corpo espiritual. com a reencarnação. Então, a veste física de que se vale, de que vale o espírito, enquanto ele está encarnado, ele vai se deteriorando naturalmente com o envelhecimento, as enfermidades, as situações todas que advém dos processos naturais de de que vão levar à desencarnação. Então, de forma semelhante, nós vamos perceber o corpo espiritual impossibilitado de renovar-se indefinidamente na dimensão espiritual necessita refazer-se através do regresso
o levar à desencarnação. Então, de forma semelhante, nós vamos perceber o corpo espiritual impossibilitado de renovar-se indefinidamente na dimensão espiritual necessita refazer-se através do regresso à dimensão material. Veja que é uma lei biológica, uma necessidade muito necessária. Por isso que é importante a gente considerar que em muitas ocasiões o processo reencarnatório é efetivado bem antes do esgotamento dos recursos dos recursos fisiopsíquicos, dos espíritos lúcidos e das almas mais evoluídas. E aí os espíritos lúcidos, melhor dizendo, e as almas mais evoluídos podem direcionar o processo encarnatório dos seus tutelados. Olha aí, Angélica, tutelando todo o processo de áurea nesta condução, estudando os mapas passados, reencarnatórios, a ficha cármica dela e esses espíritos bondosos que vão tutelar os seus queridos que vão reencarnar. fazendo com que retornem à gba planetária em encarnações previamente organizadas e eles passam a gerenciar todo este processo. É algo fantástico isso, nos mostrando que há todo um encadeamento, todo um processo de cuidado, de detalhamento. E os espíritos vão reencarnar onde? Ah, nas famílias necessárias aos seus processos. evolutivos vão formando as famílias, as famílias biológicas, as famílias espirituais pelas afinidades naturais, cujos zelos se devem estas tendências, às questões comuns. Vamos ver aí Áurea e Argos. Veja a necessidade dos dois de se juntarem mais uma vez para que os processos pudessem ser muito bem ajustados, muito bem coordenados, todos direcionados pela grande inteligência, a suprema sabedoria do universo, que é Deus. E prepara todos esses detalhes. A necessidade dos dois estarem juntos faz com que se busquem. Vejamos ali no começo do livro se buscaram para que estejam juntos movidos por forças muitas vezes inconscientes, mas mecanismos necessários para que todo processo aconteça. Kardec, examinando as relações entre os indivíduos, ela ele faz uma pergunta, agora vou apelar pro livro dos espíritos, paraa pergunta
ntes, mas mecanismos necessários para que todo processo aconteça. Kardec, examinando as relações entre os indivíduos, ela ele faz uma pergunta, agora vou apelar pro livro dos espíritos, paraa pergunta 388, que ele nos fala algo muito interessante. Se os encontros que costumam dar-se de algumas pessoas e que comumente se atribuem ao acaso, não serão efeito de uma certa relação de simpatia. É a pergunta 388 que está aqui na minha frente. Aí os espíritos respondem que entre os seres pensantes há ligação que ainda não conhecemos e que o magnetismo é o piloto desta ciência que mais tarde vamos compreender melhor. E aí a gente percebe essas relações que nos atraem uns aos outros, relações magnéticas que nos levam paraas nossas necessidades prementes, que pelo momento muitas vezes totalmente ignoradas e o Espiritismo traz com uma beleza imensa, ligando-nos uns aos outros para que a gente possa se reencontrar simpáticos e antipáticos, para que a gente possa promover o grande evento de conciliação, de beleza e de amorosidade que está por surgir na face da Terra. Na pergunta 171, que está ali no livro segundo, Justiça da Reencarnação, na obra magistral, O Livro dos Espíritos, quando a gente pergunta, quando Kardec pergunta sobre o que se funda o dogma da reencarnação, sobre a justiça de Deus e a revelação. Pois um pai sempre deixa uma porta aberta para um filho que verdadeiramente se arrependeu. E nesta pergunta e nesta resposta com mais tarde um comentário belíssimo de Allan Kardec, quando ele fala que todos os espíritos tendem a perfeição e Deus proporciona os meios necessários para que esta perfeição possa ser conseguida. Vamos ver a necessidade absoluta das provas corpóreas e vendo a fundamentação de tudo que nós temos aprendido e estudado no espiritismo, mostrando que sempre uma nova porta, uma nova chance, uma nova oportunidade nos é dada e sempre tutelados por aqueles que já passaram por estes caminhos e que entendem melhor a fragilidade. do ser humano, mas também apostam nos potenciais inimagináveis que
a nova oportunidade nos é dada e sempre tutelados por aqueles que já passaram por estes caminhos e que entendem melhor a fragilidade. do ser humano, mas também apostam nos potenciais inimagináveis que todos nós temos. Temos. Vós sois deuses com D minúsculo. Lógico, Jesus falou: "Podeis fazer o que eu faço e muito mais". E aí está a prova nesta infinidade de obras espíritas que nos convidam a à consagração do amor e a prática da caridade. Obrigado, Marcelo. Excelente. realmente um uma explicação profunda e muito útil para todos nós que estudamos o espiritismo e que encontramos essa pergunta constantemente, né? Qual, por que precisa reencarnar? É sempre bom a gente reforçar os conceitos e as fontes. Vamos então agora passar paraa nossa querida Tânia, que vai completar os nossos aprofundamentos. Boa noite aos queridos amigos, irmãos, os coordenadores que hoje estamos compartilhando a tela, João que nos trouxe o resumo, Marcelo, que eh acabou o seu primeiro aprofundamento e vamos seguir puxando eh um pouco do que Marcelo trouxe a respeito da reencarnação para que a gente possa seguir a parte final onde nós nos debruçamos para este aprofundamento. Quando a benfeitora Joana de Angeles, ela traz para nós lá no livro Luz nas Trevas, que todos renascemos sob leis severas que estabelecem o cumprimento de algumas regras educativas para que nós possamos trabalhar as nossas imperfeições morais. E aí Filomeno vem trazendo ao final deste capítulo a respeito do livre arbítrio. Marcelo trouxe sobre este toda esta eh este investimento que é feito para a reencarnação, o porquê de estarmos, né, de não eh permanecermos no na erraticidade no progresso e sim voltando. inclusive a questão que ele apresentou ao final a 171, que vem falando da justiça e deste pai que nos oferece, né, sempre a oportunidade. E aí, Filomeno vem falando do livre arbítrio, porque vejam, todos nós passamos por este processo de planejar o nosso retorno, como diz a benfeitora, sobre leis severas para que possamos nos
rtunidade. E aí, Filomeno vem falando do livre arbítrio, porque vejam, todos nós passamos por este processo de planejar o nosso retorno, como diz a benfeitora, sobre leis severas para que possamos nos educar. Mas com o livre arbítrio, eu vou ter eu vou ter esta oportunidade de fazer ou deixar de fazer. Porque mesmo tendo sido programado, acolhido por nós, estudado no mundo espiritual, porque não retornamos sem este mecanismo de aprendizado para que a nossa experiência ela seja bemsucedida, quando nós optamos pelo caminho do bem ou não, não seguindo a proposta que foi estabelecida. vida é uma escolha que vai gerar no futuro uma dor. Então, vamos também estar escolhendo o prazer de agora, conforme está aqui posto neste capítulo, ou a felicidade no futuro. E aí deixamos a indagação para que possamos estar respondendo para nós mesmos quais t sido as nossas escolhas perante os fatos que se sucedem na nossa jornada evolutiva. Porque diante dos desafios, eu tenho a liberdade de escolher se eu vou enfrentá-los ou eu vou deixar, porque o momento não está sendo favorável para mim, eu não me encontro em condições. Mas outro ponto a destacar quando ele traz a respeito do livre arbítrio é que nós também durante o sono, assim como eh Argos e Áurea, em alguns momentos foram deslocados para reuniões no mundo espiritual, exatamente para poder estar lembrando deste este compromisso que assumimos. E aí nós buscamos em o livro dos espíritos duas questões que está no na parte segunda, no capítulo oitavo da emancipação da alma, que é intitulado o tópico O sono e os sonhos. Na questão 402, Alan Allan Kardec vai estar indagando como nós podemos julgar da liberdade do espírito durante o sono. E a resposta é muito simples. É claro que tem um desdobramento, mas os benfeitores vão dizendo logo pelos sonhos. E aí vocês podem até estar se questionando: "Mas eu deito, eu durmo? e eu não me lembro de nada. Então, eh, o que está fazendo o espírito que não guarda esta lembrança? E ainda na sequência desta
hos. E aí vocês podem até estar se questionando: "Mas eu deito, eu durmo? e eu não me lembro de nada. Então, eh, o que está fazendo o espírito que não guarda esta lembrança? E ainda na sequência desta resposta, os benfeitores vão estar dizendo que quando estamos entorpecidos pelo sono, o espírito ele vai tratar de quebrar esses grilhões, que é exatamente quando nós estamos presos, eh, nós não conseguimos, talvez aprender melhor estas lições, eh, está retornando a este passado para lembrar daquilo que foi o nosso compromisso assumido. E aí vamos para um capítulo muito interessante que está no livro Missionários da Luz. é o oitavo capítulo que é intitulado Na esfera dos sonhos, onde nós vamos ter eh com clareza o desdobramento de um encontro para estudos no mundo espiritual. E eh quem iria estar conduzindo esse estudo era Alexandre e André Luiz foi convidado para poder participar deste momento. Chega o irmão Francisco perguntando a Alexandre se ele poderia trazer alguns colaboradores, porque aquele momento seria destinado a estudo relativo à mediunidade. E é claro que Alexandre deixou aberto para poder estar levando quem ele achasse que era pertinente. Mas o detalhe é, esse estudo era destinado somente a encarnados e tinha um número mais ou menos de 300 de 300 pessoas que seriam deslocadas durante o sono para poder estar participando desse estudo. André Luiz achou assim um número bem expressivo, mas é interessante o destaque que Alexandre faz, que apenas 32 estavam em condições mais favoráveis do aprendizado. E aí vai trazendo para nós que enquanto encarnados nós não temos a dimensão do quanto é importante este momento, este momento do desdobramento parcial do sono, onde a alma livre, ela vai poder transitar no mundo espiritual, participando de cursos, eh recebendo outras outras instituições não direcionadas a um curso específico, voltando à lembrança daquilo que foram seus compromissos assumidos. E aí a gente vai para a questão 403 formulada por Allan Kardec, quando
s outras instituições não direcionadas a um curso específico, voltando à lembrança daquilo que foram seus compromissos assumidos. E aí a gente vai para a questão 403 formulada por Allan Kardec, quando ele indaga por que o espírito eh neste desdobramento, alma encarnada não traz as lembranças sempre dos seus sonhos. E o que os benfeitores vão trazer é porque esta carga pesada do nosso corpo não traz eh a esfera da mente aquilo que viveu nas suas experiências. Mas isso não acontece com todo mundo, porque existem pessoas que têm a lembrança clara do que aconteceu. E aí nós podemos pensar que, eh, pensando em um corpo físico que é estruturado com as suas células, com seus órgãos, o cérebro ele é um aparelho de potencial reduzido. Então, guardar esta impressão espiritual em um corpo físico, aí nós vamos estar pensando no que Alexandre vai fazer a distinção dos dois tipos de seres. Os seres que eh ele fala em homens, mas entendemos o ser humano. Os homens eternos, eles vão estar guardando a lembrança completa, conservando os ensinos, intensificando esses ensinos e valorizando, porque ele já vive como eh se fosse o ser espiritual que está neste momento em uma experiência no corpo físico. Mas o homem físico, o ser físico, ou seja, aquele onde predomina mais os instintos, essas emoções que não estão bem organizadas, ele é escravo das limitações que são necessárias. Então, daí não guardar com propriedade essas lembranças daquilo que viveu. Mas quando nós despertamos, independente se vamos trazer a lembrança ou não daquilo que nós vivemos, sendo experiências boas, instrutivas, de contato com espíritos elevados, nós teremos uma sensação de bem-estar, de esperança. Nós vamos guardar a essência, apesar de não conseguirmos traduzir aquilo que de fato nós vivemos durante esta experiência no corpo físico. E outro detalhe que Alexandre vai trazer neste capítulo é a respeito do horário de início deste curso em torno de 2 da manhã, ou seja, é um horário onde nós que eh temos o nosso
ência no corpo físico. E outro detalhe que Alexandre vai trazer neste capítulo é a respeito do horário de início deste curso em torno de 2 da manhã, ou seja, é um horário onde nós que eh temos o nosso sono durante o período noturno, às 2as da manhã, muito provavelmente já estamos naquele sono mais profundo. e a reunião, o curso que se encerraria às 4 da manhã e o o a ênfase que é dada sobre esta valorização deste momento do nosso sono. E aí vamos estar pensando no que fazemos antes de dormir. Quais são os preparativos que operacionalizamos antes do sono? Porque se estamos agitados e vamos direto para a cama sem buscar uma harmonização, isso não será favorável para estes encontros no mundo espiritual que vão vão favorecer o nosso o nosso compromisso, eh os nossos contatos para recebendo as instruções podermos seguir. e retomar a nossa caminhada se eh momentaneamente nós saímos da nossa rota. E aí vamos estar pensando no que é possível fazermos, se o nosso dia foi agitado, se tivemos alguns conflitos nos relacionamentos, se tivemos indisposições em nosso trabalho, até mesmo na instituição religiosa que nós participamos. Então, tudo isso precisa ser pensado para que possamos harmonizar a nossa mente, que pode ser através da oração, através de uma leitura, através da escuta de uma música para poder eh estar abstraindo da nossa mente tudo quanto ficou armazenado, impregnado. e que pode ser impeditivo deste contato mais próximo com estes benfeitores espirituais. E aí, chegado eh mais ou menos a hora de início deste curso, Alexandre percebe a ausência de dois encarnados. E Certório, que era um auxiliar de Alexandre, pergunta se eh eh o que precisa ser feito. E aí Alexandre acha que pode ter tido algum acidente no percurso que estava impedindo. pede para que ele vá à casa desses indivíduos para poder averiguar o motivo da ausência ao local que foi estabelecido. E uma parte em relação também a esta experiência narrada por André Luiz é que este curso acontecia em uma instituição física, que
ra poder averiguar o motivo da ausência ao local que foi estabelecido. E uma parte em relação também a esta experiência narrada por André Luiz é que este curso acontecia em uma instituição física, que foi o que eh André Luiz também ficou a pensar, por que não ir ao mundo espiritual e estar participando na esfera dos sonhos em uma instituição espírita. E aí vem Alexandre falando que aquela instituição onde esse curso estava sendo ministrado era uma instituição que auxiliava aos carentes, aos necessitados, então funcionava como farol e que reunia os requisitos para que eh este processo pudesse acontecer. Então, André Luiz vem junto com o certório para poder fazer a visita a esses dois lares, onde os indivíduos não estavam presentes para o início do curso. O primeiro lar foi o lar de Vieira. E quando André Luiz adentra ao quarto onde dormia este indivíduo, ele já eh já enxerga vê um vulto, né, eh, com vestimentas escuras, era um desencarnado e, eh, ele estava, eh, naquele momento que há um diálogo com este espírito dizendo que naquela noite, em conversa na família, Vieira havia acusado ele de coisas que ele não tinha feito. Então, ele foi atraído ao lar por conta de conversações infelizes na hora do jantar. E ali como ele foi atraído e de uma maneira que ele ficou aborrecido, ele estava ali como que eh nesta atração, impregnando aquele psiquismo de Vieira e impedindo que houvesse esse desligamento do seu corpo físico. que eh é estabelecido este diálogo e depois Certório eh eh entende que não tinha condições de Vieira naquela noite, naquela madrugada participar do do curso que seria ministrado. E acorda Vieira, na verdade ele não percebeu a presença espiritual e quando acorda, ele acorda com aquela sensação de que teve um pesadelo e aí ele acorda aliviado. Ai que bom que eu acordei, eu estava tendo um pesadelo. E o que era o pesadelo? era justamente a presença de Barbosa, que foi este companheiro que conviveu com ele, mas que já havia desencarnado e que estava sendo acusado
rdei, eu estava tendo um pesadelo. E o que era o pesadelo? era justamente a presença de Barbosa, que foi este companheiro que conviveu com ele, mas que já havia desencarnado e que estava sendo acusado naquele momento de algo que eh ele não tinha feito. Então, eh sai com André Luiz para a outra residência, que era a residência de Marcondes. E quando adentra o domicílio e de Marcondes, percebe a presença de três entidades femininas que estavam naquele momento e perceberam a aproximação dos dois, né, disertório de André Luiz e começam a dizer coisas como se eles chegassem ali para impedir o que eram a intenção delas. Só que Marcondes, eh, diferente de Vieira, ele vê a presença de Sertório, não identifica André Luiz, porque Sertório era conhecido por conta do curso que ele fazia e ele coloca a sua mão no rosto como que envergonhado daquela condição. Então, em verdade, essas duas situações para poder mostrar a nós a importância da nossa preparação para que possamos eh dar continuidade aos cursos que nós começamos, porque aprendemos também na obra de André Luiz que existem cursos que nós começamos quando estávamos na erraticidade, reencarnamos e vamos dar continuidade reencarnado a esses cursos que foram interrompidos ou podemos iniciar o curso, como é o caso da narrativa deste capítulo, quando já encarnados. Mas para poder finalizar os meus aprofundamentos, eu queria estar trazendo o que Filomeno vem falando ao final deste capítulo, que todos nós, eu vou fazer a leitura do que está realmente no texto final. Todos nós nos encontramos incursos neste procedimento, que é o de lutar pelo aprimoramento íntimo, aplicando todas as forças para poder vencer as más inclinações e burilar as tendências superiores, tornando-as mais sensíveis às conquistas espirituais. eh relevantes. E aí vamos pensar neste processo evolutivo ao qual nós estamos todos mergulhados, que impõe a necessidade do crescimento íntimo e nós reencarnamos para atingirmos a plenitude. Assim responde os benfeitores
vamos pensar neste processo evolutivo ao qual nós estamos todos mergulhados, que impõe a necessidade do crescimento íntimo e nós reencarnamos para atingirmos a plenitude. Assim responde os benfeitores à questão 32. E este caminho para a plenitude pode ser por expiação ou por missão, mas todos nós temos este esse impositivo do crescimento íntimo, mas que trazemos, né, este, em nosso íntimo, o germen divino que vai estar mobilizando o nosso ser para esta conquista. E aí vamos estar pensando que somos seres que vamos evoluir do nosso primitivismo, onde a nossa consciência ainda eh adormecida. Aí, pensando no que GF traz para nós, que a benfeitora Joana de Angeles vai apresentar no livro Ser consciente, desta consciência adormecida que certamente nós já saímos deste lugar e com a consciência desperta, nós vamos estar inclusive atentos para as nossas emoções. Então, nós precisamos estar analisando em nosso cotidiano como estamos reagindo às diferentes situações com as quais nós nos deparamos no nosso dia a dia. Então, em nossa estrutura evolutiva, como seres emocionais, que estamos transitando para esta consciência lúcida que vai avançar para a transcendência do eu e chegar a esta consciência cósmica, que foi exatamente quando Jesus anunciou para nós o ser que atingiu essa consciência cósmica, eu e o Pai. Somos um. Então, nós precisamos estar constantemente analisando como é que nós reagimos diante de nós mesmos, daquilo que se apresenta em nosso cotidiano, que vai eh ocasionar ciúme, que vai ocasionar inveja, que vai ocasionar raiva, ansiedade. Então, como é que nós nos deparamos frente a uma ocorrência que gera um ciúme? Então eu vou viver numa energia como se estivesse com a consciência adormecida ou vem esta onda de ciúme e eu vou refletir que não adianta dar vazão eh estar eh se eh envolvendo e se machucando, mas Sim, chegou. Eu administro, porque isso é natural da nossa condição humana, mas eu não vou deixar que as emoções elas superem a nossa conduta em relação ao
tar eh se eh envolvendo e se machucando, mas Sim, chegou. Eu administro, porque isso é natural da nossa condição humana, mas eu não vou deixar que as emoções elas superem a nossa conduta em relação ao nosso próximo e como eu posso de fato estar desenvolvendo estes valores íntimos, estes talentos que nos foram outorgados? para podermos cumprir o nosso papel, aquilo a que fomos programados na presente existência. E aí, fazendo uma análise que somente a consciência lúcida desperta, nos permite fazer esta análise, é estarmos eh constantemente integrados a este propósito, que talvez não tenhamos a consciência lúcida do nosso papel agora, mas sabemos que diante de tanto tantos desafios que a vida está a nos apresentar que todos eles fazem parte deste nosso processo de crescimento e que foram postos para que diante desses exames nós possamos alcançar a aprovação. Todos nós somos seres que caminhamos para a plenitude. Uns andam a passos mais rápidos, outros a passos mais lentos, mas diante de um equívoco que porventura aconteça no dia de amanhã, aconteceu no dia de hoje, aconteceu no ontem, que nós possamos refazer a nossa caminhada, entendendo que este equívoco ele pode não voltar a acontecer se eu de fato estou atenta e buscando domar estas más inclinações. Porque os equívocos eles surgem exatamente quando predomina o egoísmo, predominam o orgulho, predomina a vaidade e entre outros, e que não sendo trabalhados em nós, não sendo vistos por nós quando não trabalhamos este processo de evolução consciente, então ele vai se avolumando e chega o equívoco. Mas vencer estas más inclinações é um processo que se dá ao longo de uma jornada evolutiva que não vamos alcançar em uma única experiência. E é por isso que é necessário, é relevante a valorização deste tempo. O que estamos fazendo hoje? O que fizemos ontem e o que faremos amanhã para melhor aproveitar essa concessão divina que é a dádiva da experiência da reencarnação para atendermos a este programa que foi estabelecido para cada
je? O que fizemos ontem e o que faremos amanhã para melhor aproveitar essa concessão divina que é a dádiva da experiência da reencarnação para atendermos a este programa que foi estabelecido para cada um de nós. Então, que saiamos deste estudo, eh, entendendo a necessidade de estarmos investindo neste domar as nossas más tendências, as nossas más inclinações e que possamos aproveitar com mais intensidade esta dádiva do tempo, esta oportunidade que nos foi concedida, porque cargos, ele teve uma moratória, ele teve um socorro porque ainda tinha o que fazer. Então, que possamos também eh através destas preciosas lições que a obra tem apresentado para nós, trazer para a nossa vida, pensar que há um investimento não somente quando foi feito a programação para o nosso retorno, mas que a espiritualidade, especialmente o nosso anjo da guarda, ele continua a investir para que a nossa neta ela seja atingida. Isso vai depender de quê? Do nosso livre arbítrio, da nossa vontade em acertar mais e nos equivocarmos menos. Então, queridos amigos, queridos irmãos, estas são as nossas considerações, agradecendo a Deus mais uma vez a oportunidade de estar partilhando com vocês um pouco das nossas reflexões. Obrigado, Tânia. Excelentes reflexões, muito material para pensarmos, para analisarmos. Vale a pena rever o todas suas sua apresentação, bem como a do Marcelo, porque temos realmente muito aprender. Agradecemos então a Tânia, o Marcelo, agradecemos a todos vocês que nos assistem e convidamos a todos para estarem conosco novamente na próxima semana, quando estudaremos o capítulo 22, recomeço das tarefas. Até lá, então. Muito obrigado.
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