T5:E02 • Momentos de Consciência • Conhecimento e Consciência
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Conhecimento
Alô a todos a todas que nos assistem bem-vindos a esse encontro junto à série psicológica Joana De Angeles esse convite para estudarmos profundamente sempre cada vez mais a obra da benfeitora e hoje em especial está conosco a marl e a Cláudia que vão estar cooperando nesse segundo capítulo do livro momento de consciência Vamos trabalhar então o capítulo conhecimento e consciência dois elementos fundamentais da nossa vida né então bem-vindas Marlúcia e Cláudia como é que foi esse contato aí com o capítulo vamos começar a aquecer um pouquinho né Nossa reflexão sobre essa proposta do segundo capítulo Olá a todos é um prazer est aqui com vocês novamente eh esse livro ele é lógico né todos os livros da obra da benfeitora eles são maravilhosos né mas falar de consciência é tão significativo né É sempre um alerta para nós ela sempre traz tão eh didaticamente e tão esmiuçadas e consegue ser tão inovadora também eh nas nas nos nos parágrafos né nos textos que a benfeitora nos traz eu fiquei muito impactada né com com esse título conhecimento e consciência porque logo no primeiro parágrafo ela coloca que há três fatores essenciais da vida que é Deus a sobrevivência da alma e a ação bemf pelo próximo tanto quanto a si mesmo eu acho que aí nesse primeiro parágrafo a mentora já já identifica a importância né Desse conhecimento e de de Para onde vamos e o que para onde esse conhecimento nos traz E aí eu fui ver lá em Deus nesse livrinho também dela aqui que a gente conhece né esse livrinho aqui que é vira uma Bíblia para nós né E aí ela vai dizer assim Deus que lá entre pessoal há um sol transcendente que é o arquétipo primacial que se irradia como fonte de vida e atrai na sua direção todas as expressões que o manifestam na criação então a vida se desenvolve no fulcro deste no rumo deste fulcro E aí é por isso que esse primeiro parágrafo ela vai ela vai nos trazer a importância né desse sol onde todos nós gravit né em volta dele e e nos lembrando a importância dessa sobrevivência da alma
cro E aí é por isso que esse primeiro parágrafo ela vai ela vai nos trazer a importância né desse sol onde todos nós gravit né em volta dele e e nos lembrando a importância dessa sobrevivência da alma e do bem ao próximo então é um capítulo assim que inicia com este parágrafo eu achei importante Trazer isso e a partir disso a gente vai girando em torno do conhecimento como se conquista o conhecimento né Eh e o conhecimento da imortalidade e a busca a busca do contato através da solidão e aí a gente vai né não vou me me demorar eh nesse início mas achei importante ressaltar esse parágrafo da benfeitora e eu também achei bastante desafiador esse esse capítulo me chamou atenção o título também Cláudia porque e o conhecimento como forma de Despertar a consciência mas que conhecimento né que a benfeitora trabalha aqui porque ela faz uma distinção entre conhecimento e informação ela tem uma frase muito bonita ali né que conhecimento não aplicado é informação que ignora a finalidade né então eu acho que a gente tem essa e depois ela fala desses grandes conhecimentos né esse conhecimento acerca de Deus que Jung vai trabalhar como essa Esse aspecto do Divino em nós essa busca pelo Divino pelo sagrado né esse conhe da imortalidade da Alma Então essas grandes verdades que não provém do eu né do Ego mas que ela diz que provém do ser espiritual então de fato ela abre várias frentes aqui e e eu acho que a gente pode pensar então que conhecimento é esse que gera a consciência né porque às vezes a gente acha que porque conhece algum assunto não é o fato de saber um assunto que isso por si só vai gerar vai aumentar Nossa consciência é eu acho bem interessante Realmente esse primeiro parágrafo do capítulo porque ele realmente eh a Joana ela emoldura né a base que sustenta a vida nessa caminhada de conhecimento de consciência né que ela tá faz dando referência a três elementos que sustentam a nossa vida né quando o Jung realmente ele vai colocar em algum momento que a alma é naturalmente
hada de conhecimento de consciência né que ela tá faz dando referência a três elementos que sustentam a nossa vida né quando o Jung realmente ele vai colocar em algum momento que a alma é naturalmente religiosa né ou seja exige existe dentro de nós um Anseio por Deus né E um retorno a ele então de uma certa maneira é como se a consciência fosse essa Busca Pela Luz luz o símbolo de consciência é a luz luz é um símbolo de consciência de conhecimento olha ó que interessante né o mesmo eh o mesmo imagem é tanto paraa consciência como Para conhecimento de uma certa maneira há uma correlação entre conhecimento e consciência só que é uma correlação desse nível profundo não da informação como a marlu estava colocando né marlucia mas essa esse conhecimento Enquanto essa consciência básica né então Joana tá trazendo esses arquétipos que fundamentam a nossa existência ou seja Deus como realidade a alma como realidade e como tal sobrevivendo após a morte do do do corpo físico e três o outro né o amor o outro como garantia da vida que de uma certa maneira exige troca e aprendizado então tu vê que esse conhecimento que Joana tá trazendo ele não tá a dissociada da ideia de relacionamento né E E então e ela vai colocar um pouquinho isso mais à tarde né Mas que que que de uma certa maneira né Eh que ninguém é realmente feliz a a sós né Então tá embutido nessa fundamentação de conhecimento a questão existencial do ser humano e a nossa relação exist encial se dá a partir dessas três dimensões arquetípicas né básicas universais né que que é Deus a alma Imortal e né o amor ao próximo né E aí o Yung vai dizer também que sem que a individuação Ou seja a nossa caminhada de consciência e realização do nosso ser não pode existir sem sem relacionamento Então para mim conhecer essa se relacionar de uma certa maneira conhecer Deus é se relacionar com Deus conhecer a alma é reconhecer o que que é a alma e se relacionar com a alma né conhecer o próximo de uma certa maneira é tomar consciência da importância do outro em
hecer Deus é se relacionar com Deus conhecer a alma é reconhecer o que que é a alma e se relacionar com a alma né conhecer o próximo de uma certa maneira é tomar consciência da importância do outro em minha vida e se relacionar com isso né então e então ela junta nesse único parágrafo aqui é um avalanche de riqueza que sustenta Depois todo o capítulo né muito rico a entrada do capítulo dela não só ia pegar o gancho Cláudia porque o g traz a questão do relacionamento e e tem um analista junguiano edinger né que ele tem um livrinho chamada criação da consciência e ele faz esse trocadilho de palavras né ccia né com cência a ciência com o relacionamento então ele fala da consciência como esse casamento né entre o Logos o conhecimento e er a relação né então esse Esse aspecto que estavas trazendo né desse mundo relacional eu vou conhecer a partir do que eu experimento né então esse conhecimento que vem por essa relação que eu vou ter com as coisas e não uma mera informação intelectual onde eu não me relaciono com isso sim eu fiquei me lembrando daquela frase eu sou o caminho a verdade e a vida né que conduz a vida então essa verdade né é o que Jesus veio nos explicar esse essa verdade essa relação essa vida pós morte essa vida pós morte do corpo físico a vida Imortal e é justamente essa essa mensagem que ele nos trouxe de de ampliação de consciência né ele traz notícia né Jesus trouxe notícias desse mundo eterno dessa existência do pai dessa possível relação que vocês estão dizendo né Eu e o pai somos um Então essa essa relação íntima e essa intimidade a gente só vai conquistando em parte com o outro e em parte também com esse caminho para dentro de nós esse mundo eterno né ela vai dizendo lá na frente vocês já tocaram né sobre a solidão que o exílio voluntário é um método de disciplina mental moral e comportamental mas não adianta se fazer esse exílio se a gente não vai para o mundo que é como como a gente tá falando agora né Ir para o mundo levar notícias nossas para o mundo
iplina mental moral e comportamental mas não adianta se fazer esse exílio se a gente não vai para o mundo que é como como a gente tá falando agora né Ir para o mundo levar notícias nossas para o mundo que é esse compartilhamento né e é essa é como se a gente devolvesse ao mundo né Yung tinha essa preocupação de devolver ao mundo aquelas horas que ele tirava do convívio social né então ele sabia da importância de levar ao mundo o produto o esforço o trabalho dele solitário e e e é também no mundo que a gente se testa né Eh testa os nossos lugares as nossas sombras são reveladas as nossas projeções por isso que a benfeitora diz Ness se segundo parágrafo né tudo isso é fundamental paraa sustentação do grupo social e a felicidade individual porque é nesse trabalho interno que nós vamos fazendo de criar consciência de deixar essa luz entrar de de de ter intimidade com a luz para que essa essa luz não nos segue né Eh quando a gente tá não tá acostumado e ver aquela claridade a claridade pode cegar Então é bom que a gente vá entrando em contato com essas nossas ess com essa nossa essência e esse nosso trabalho individual para que a gente possa então Eh devolver isso pro grupo né o mundo de regeneração tá aí né e a gente precisa devolver luz a gente precisa angariar né iluminar os nossos cantos sombrios e devolver isso pro grupo social né Eh tornando tudo um pouco mais claro né clarificado né porque realmente ela parte desse segundo parágrafo como tu falou né que esses três eh elemento de conhecimento é a base da filosofia da religião ela vai dizer isso né conforme tudo vai variando né quer dizer é uma perspectiva eh limitada né as religiões e a filosofia porque a verdade é Deus e a gente não consegue assimilar então ainda toda a verdade porque a nossa consciência é limitada a gente vai expandindo e vai mudando né nossa forma de ver as coisas mas ela diz então que que esse fundo né Como diz a Cláudia né que sustenta todo o grupo social e também a caminhada da nossa busca de felicidade individual ou
i mudando né nossa forma de ver as coisas mas ela diz então que que esse fundo né Como diz a Cláudia né que sustenta todo o grupo social e também a caminhada da nossa busca de felicidade individual ou seja na base de toda a formação do pensamento humano tá Deus o espírito e o e o próximo né E aí Claro cada religião cada Filosofia de vida é uma proposta de assimilar esse conhecimento e se relacionar com esse conhecimento então de uma certa maneira por ISO que falou is são um suporte para dar início ao nosso jogo né Vamos ter que fazer esse jogo né E ela fala então que esse processo foi foi um processo na verdade de elaboração espiritual né conduzido pelos sábios eh instrutores de Cristo né dos primeiros missionários espirituais né Eh a partir desse eu espiritual ou seja da essência do espírito que vão trazendo e vão para gente ser a gente ir assimilando Pouco a Pouco essas realidades que nos conduzem como estradas né da nossa vida então ela vai fazer também essa essa visão de um processo que inicia lá a partir dessas noções eh básicas e instintivas né de Deus a alma Imortal e o próximo para poder realmente depois sendo transmitidas de maneira Mística de maneira exagerada de maneira fantasiosa Mas para impregnar os sentidos para chamar atenção Para poder despertar o ser humano para essas realidades essenciais né que mesmo que confusa mesmo que que ainda limitadas mas que formam o movimento necessário para esse justamente desse conhecimento em favor do do do da construção da nossa consciência e isso é muito bonito aqui quando ela fala desses espíritos missionários né mais evoluídos que trazem e desdobram para nós esses princípios né E esses princípios se apresentam em forma de crenças e religiões que interessante isso como a gente percebe né a amorosidade aqui da do Criador trazendo né para cada época cada povo cada raça uma forma de compreensão e quanto a gente ainda não entende isso né A forma como a gente se relaciona com as religiões por exemplo às vezes ela pode
dor trazendo né para cada época cada povo cada raça uma forma de compreensão e quanto a gente ainda não entende isso né A forma como a gente se relaciona com as religiões por exemplo às vezes ela pode ficar muito no formalismo né ficar muito na parte eh eh não estético mas na parte de fora mesmo e e o convite né né que daí Jesus vem né trazendo esse novo Paradiso desse Reino de Deus que tá dentro né então é interessante esse processo de dentro e de fora e e e o papel das religiões né enquanto estruturando esse conhecimento essas verdades né que a Cláudia tava falando né eu sou caminho a verdade e a vida e que por esse amorosidade do Pai ela vai se manifestar de várias formas né não porque o pai precisa se manifestar de várias formas mas porque nós nós Ainda temos limitações para entender né E isso eu acho genial que o espiritismo traz muito isso assim da gente respeitar a a necessidade de cada um né então cada um está dentro de um contexto de uma crença que ainda faz sentido para si né e a é observa pode falar CL respeitando Obrigada respeitando o momento de cada um porque essa criação de consciência ela é muito individual particular né e há um julgador dentro de nós ainda muito atrz né E que se coloca num lugar eh privilegiado e desconsiderando que aquele outro também tem o Deus Interno também tá tentando reconhecer esse Deus interno né E tá tentando e de uma maneira própria manifestando aquele Deus é isso que é eh eu acho que é isso que é mais assim urgente que que a humanidade precisa eh eh aprender é reconhecer o o o Deus interno dentro do outro né Eh tem aquela aquela fala que eu acho que é budista né o me o Deus que habita em mim Eh sauda como é eh Sao o Deus que habita em você né então se a gente começasse a olhar desta maneira Nossa muita coisa seria eh eh deixada né não dada importância e não não e observado de fato que aquele que tem o Deus dentro dele tá se manifestando da sua própria maneira né e e tem o parágrafo anterior eh Marlus quando você desse que você
não dada importância e não não e observado de fato que aquele que tem o Deus dentro dele tá se manifestando da sua própria maneira né e e tem o parágrafo anterior eh Marlus quando você desse que você disse que diz assim sobre o arquétipo coletivo né que Jung trouxe né só que a benfeitora ela vai além né ela vai ela dá passo né nessa nessa eh nessa nessa teoria de Jung ela coloca mais atrás ela dá dois alguns passos atrás e dizer assim não não é só do coletivo da da da ancestralidade cultural né da humanidade é a ancestralidade da da na origem espiritual né então que ela diz que permanece em germe no processo da evolução até o momento que assume a forma e expressão na consciência atual E aí a gente lembra que a gente veio do mineral que a gente veio do Vegetal a consciência vem se clarificando né e tomando forma mineral vegetal animal até alcançar a a forma humana e como a gente vem eh evoluindo né e muitas vezes só para completar esse raciocínio que eu fiz inicialmente muitas vezes a gente age com o outro como se a gente fosse um mineral ainda um né no instinto ainda animalesco pelo amor de Deus né é eu acho importante Cláudio tu tu mencionar esse conceito de arquétipo a gente poder esclarecer um pouquinho as pessoas que não entendem muito da proposta do Jung e a Joana tá usando esse conceito de arquétipo coletivo né então Claro quando a gente faz de um arquétipo coletivo a gente falando desse padrões universais arquétipos né arqué original primordial tipós padrões padrões originais Então tá falando desses originais que tá ligado realmente na cultura nas religiões nos padrões nos mitos Mas que que com certeza também tá Jung né quando a j falou que isso é anterior ao coletivo porque realmente eh eh vai ao encontro né da da da da dessa desse processo latente que é justamente a mente Divina né Eh presente né n eh como base de sustentação da de cada consciência individual né na ideia de platônica do mundo das ideias né como se esse hálito Divino que sustenta o universo né como também naquela proposta
te né n eh como base de sustentação da de cada consciência individual né na ideia de platônica do mundo das ideias né como se esse hálito Divino que sustenta o universo né como também naquela proposta do Livro dos Espíritos quando Kardec Pergunta Onde está escrita a lei Divina na consciência do homem a lei Divina é universal né são esses arquétipos né então de uma certa maneira cada indivíduo traz dentro dele ele uma consciência ou seja um princípio arquetípico do que é verdade do que é ético do que é certo de como funciona a vida o universo que são as leis naturais então é disso que a benfeitora tá falando né que na base né da transmissão das Gerações tem um elemento anterior que habita o coração a alma de cada um de nós que é justamente a presença né da da Verdade dentro porque a verdade já tá dentro de nós né de uma certa maneira né já traz isso então o arquétipo não deixa de ser um tipo de eh realidade né trazida a partir da própria existência da divindade porque J começa o capítulo isso Deus nós como espírito e o outro né no Exercício do conhecimento que tem que ser realmente experienciado né é um conceito bem complexo né esse que o Jung traz do arquétipo não me lembro em Que que momento acho que foi você mesmo que falou né do arquétipo como as leis de Deus que estão dentro de nós né E aí pensando nessa ideia aqui do primeiro parágrafo né que ela fala dessas desses três fatores que permeiam toda a nossa existência pensando Deus né enquanto trazendo esse conceito de arquétipo essa busca que nós temos por algo que transcende a nossa realidade material aqui né Tem um momento que o Jung né Eu não sei se Deus enquanto Instância metafísica não Tô interessado em discutir Deus enquanto Instância metafísica né mas existe uma busca a gente não pode negar que existe uma busca em nós por essa transcendência e isso vai se manifestar em vários povos em vários momentos em várias culturas desde que o mundo é mundo e o humano é humano existe essa relação com a divindade Então aí tem uma força
a transcendência e isso vai se manifestar em vários povos em vários momentos em várias culturas desde que o mundo é mundo e o humano é humano existe essa relação com a divindade Então aí tem uma força arquetípica né E que tá presente e que nós enquanto humanos nós vamos passar então por essa experiência aí né é muito interessante essa essa ideia do Yung apesar de ser complexa né isso começa a fazer eh sentido assim né O que que nos move enquanto seres humanos né todos nós apesar de termos experiências diferentes assim de maternidade de paternidade nós vamos viver essas experiências né são forças que estão regendo a nossa existência né mostrando que por trás tem uma lógica maravilhosa né que a gente não consegue abarcar com a nosso nível de consciência ainda com certeza e ela a vai expandindo primeira são né aqui do do do Capítulo e e ela vai trazendo né que que o conhecimento tem que ser aplicado né isso que a que a marlu já tinha trazido o início aqui do nosso estudo porque a experiência não testada é Adorno que não merece confiança né então de uma certa maneira o o conhecimento só é possível se ele for realmente vivenciado e quando vivenciado el se transforma em consciência porque a consciência é o conhecimento realizado conquistado por nós né então de uma certa maneira a consciência enquanto esse trabalho do conhecimento ele envolve como a gente como eu falei lá a relação ou seja a experiência a experiência do vivido e o vivido só pode ser alicerçado também no sentimento então a o conhecimento não é só intelectual ele envolve Justamente a qualificação da do que é vivido e essa ição se dá justamente pelo sentimento então quando el quando o Joana no final da sessão fala que o ser humano é sociável porque é portador de um instinto gregário que tá lá na lei de sociedade né para crescer ele tem que se relacionar para despertar de si mesmo ele tem que ter embate com a vida e troca com o outro né Então nesse processo de gerar consciência e de conhecimento O que que tá em jogo né
rescer ele tem que se relacionar para despertar de si mesmo ele tem que ter embate com a vida e troca com o outro né Então nesse processo de gerar consciência e de conhecimento O que que tá em jogo né então de uma certa maneira na relação tu vai conhecer a natureza das pessoas e a tua própria natureza né então de uma certa maneira para mim poder afetar o outro e ser afetado pela vida eu tenho que de uma certa maneira conhecer o que que importa o que que o outro pode o que que não pode o que que eu posso o que que eu não posso né Para que eu possa me aperfeiçoar e também reconhecer o quanto desse afetamento daquilo que é afeta no outro gera bem-estar ou malestar constrói ou destrói em favor da vida né Então nesse processo de conhecimento um segundo elemento se acrescenta que é a capacidade né de deduzir de avaliar as diferenç e as concordância entre os elementos que estão envolvidos na relação aí então que é a questão do que cada um pode sofrer do que pode cada um pode dar conta do que cada um pode promover e aí veem um um um uma próxima condição desse dessa tomada de consciência através desse conhecimento na relação que a gente tem que associar então esses esses elementos com a natureza e a potência de cada um esse isso tudo é muito bem trazido por um filósofo que participou do Grande Encontro com Cristo na reforma planetária que é Espinosa né Espinosa vai trabalhar muito essa questão do relacionamento e do conhecimento como o conhecimento que a consciência e o relacionamento se é possível pela objetividade do conhecimento de mim e do outro né então isso tudo de uma certa maneira tá presente aqui nessas ideias que Joan diante tá nos colocando é e a benfeitora fala da ética né E essa ética eh também faz parte ess se relacionar Eesse respeitar o outro né ter um tratamento ético eh e e e esse tratamento ético ela diz né que eh trazendo um pouco o que a a marlu falou das da dos rituais né e daquilo tudo que a gente já já acabou de falar né Eh fórmulas desnecessárias passam à posição ética né
ratamento ético ela diz né que eh trazendo um pouco o que a a marlu falou das da dos rituais né e daquilo tudo que a gente já já acabou de falar né Eh fórmulas desnecessárias passam à posição ética né então nós precisamos estar eticamente envolvidos com a vida com o outro né e volto eh aquele primeiro parágrafo quando ela fala de Deus né a ética parece que nos relaciona inclusive com o nosso enraizamento quem nós somos De onde nós viemos não é eh sem impor nada ninguém e sem nos impor também como Gelson disse né aquilo que podemos e aquilo que ainda não podemos fazer então Eh olhar para essa relação ética diante do outro diante da nossa existência da nossa vida das nossas capacidades né isso faz com que a gente vá se respeitando o caminho que nós tivemos o passado que nós tivemos muitas vezes a gente olha hoje com os olhos de hoje para atitudes de ontem e nós não tínhamos certa consciência não estávamos conscientes não tínhamos apreendido né toda aquela situação da forma como a gente acha hoje que deveria Então essa também é uma relação que tem que ser ética conosco né nesse sentido de criar eh de de respeitar a consciência que não tínhamos antes né porque se se vimos evoluindo a gente precisa respeitar isso né Essa necessidade de solidariedade com o outro mas também conosco né com essa compaixão com essa empatia conosco eu tô pensando que então não tem jeito né a gente tem que entrar na vida né Entrar na vida aceitando todos os desafios e como é difícil né Tava pensando que tava trazendo chegar nessa objetividade das relações mesmo né porque o nosso mundo relacional al nosso mundo de relações com as pessoas ele é muito recheado assim de medos de projeções de como é difícil me lembrei de uma frase do Jung né que ele diz que a existência só é real quando ela é consciente para alguém n Isso parece tão num primeiro momento Como assim na existência real quando é Então quer dizer que a gente pode viver sem sem estar consciente né E pode né gente e pode a gente pode viver uma vida por
n Isso parece tão num primeiro momento Como assim na existência real quando é Então quer dizer que a gente pode viver sem sem estar consciente né E pode né gente e pode a gente pode viver uma vida por exemplo até uma questão espiritual assim se relacionar com esse sistema de crenças e religião de uma maneira muito burocrática né de uma maneira muito eh externa ali é um é uma forma de eu me aproximar dessa necessidade arquetípica que tá em mim de buscar de verade mas ainda é uma forma que que é o que tu tava trazendo né Cláudia que é um início à medida que eu vou amadurecendo e aumentando o meu nível consciencial vai mudando a forma como eu vou me relacionando com isso então Eh estar na vida né e e a gente entrar realmente na vida eu acho que é é uma grande questão existencial para nós né para para trazer para aumentar esse nível de consciência mesmo que a gente chama de evolução né o espiritismo é e nesse sentido isso que a Cláudia trouxe né esse trabalho né ético Dee esse despertar ético envolve eh uma busca de significado né porque Ninguém Vive Sem significado agora qual o que que sustenta o sentido da nossa existência porque a nossa ética né E tem alguns filósofos que não separam ética de estética porque a estética é a minha inspiração no mundo o meu jeito de ser então meu je de ser no mundo também é minha ética então a estética e representa Também meus valores né porque é a forma como eu Me apresento pra vida né então de uma certa maneira quando a gente fala em ética tá falando de um de uma forma de ser no mundo né E essa forma de ser no mundo Envolve o quê meus valores minha minha meus ideais Onde eu ponho onde tá teu teu teu coração tá tees ouro né Onde tá meu tesouro o que sustenta a minha vida e a Joana vai trazendo justamente como a importância desse conhecimento básico né como forma do despertar essa consciência espiritual ética e de uma realidade realmente mais profunda e sair dessa consciência de sono que tu trazia né porque que eu tenho consciência que Deus Existe ecia
o forma do despertar essa consciência espiritual ética e de uma realidade realmente mais profunda e sair dessa consciência de sono que tu trazia né porque que eu tenho consciência que Deus Existe ecia da imortalidade da ência Isso muda tudo gente invariavelmente eu não posso ser mais igual que era antes quando não tinha essa consciência se eu tenho consciência que eu não morro né E que eu sou um ser espiritual bem a minha forma de me relacionar com a vida é outra né não mais da aparência não mais do transitório não mais da ganância que quer acumular e aproveitar nas Sensações corporais da vida eu posso ter uma outra Perspectiva da realidade e a mesma coisa em relação à ideia de Deus então ela fala assim que todo esse processo todo é todo um esquema ela diz né de de projetos né que que que pass se tornar realidade né justamente requer um momento de da da existência que é justamente da vida né da existência física adquire sentido ou seja um significado uma finalidade e isso só pode se dar de maneira profunda e proveitosa quando eu realmente consigo reconhecer a vida da Imortal e a existência de Deus né então isso aqui é é fundamental para benfeitora nesse processo de gerar consciência a partir de um sentido na vida né eu vou pedir licença para você só para mim Eu eu achei uma o o edinger esse analista ele traz uma uma entrevista que foi feita com o Jung no finalzinho da vida vi dele e ele diz assim poucos dias antes de falecer o entrevistador pediu-lhe que ele dissesse pediu que o Jung dissesse a sua concepção de Deus e ele replicou então com as seguintes palavras isso o edinger mencionar até hoje Deus é o nome pelo qual designo tudo que se Atravessa no caminho de minha obstinação de forma violenta e atrevida tudo que atrapalha minhas opiniões meus planos e intenções subjetivos e muda o curso da minha vida pro bem ou pro mal então Yung vai chamar o edg vai dizer né ele chama Deus aquilo que muitos de nós chama de acaso mas o yun Experimenta eventos aparentemente arbitrários como sendo plenos de sentido
pro bem ou pro mal então Yung vai chamar o edg vai dizer né ele chama Deus aquilo que muitos de nós chama de acaso mas o yun Experimenta eventos aparentemente arbitrários como sendo plenos de sentido e não como coisa sem sentido para ele todas as vicissitudes da vida externa e interna tem um significado e constituem uma expressão de padrões e poderes transpessoais Que bonito isso né então tudo A partir dessa lógica do sentido e do significado que tá trazendo né A vida começa a tomar uma outra dimensão né a gente para de ficar preso naquela pergunta né Mas por que que me acontece por que que me acontece e a gente começa não mas deve ter um sentido para isso eu posso não entender muito bem mas deve ter algum sentido para isso que tá me acontecendo né é interessante que Deus dialoga de maneira individual com cada um através daquilo que é comum a todos nós né Então essa é a sabedoria divina então de Realmente Deus se Atravessa no nosso caminho né e a todo momento eh no seu amor e na sabedoria e a vida espelha né espelha meus próprios pensamento porque a vida materializa o que eu penso e ao mesmo tempo Deus organiza essa dinâmica toda trazendo de volta para mim como uma forma de dialogar comigo justamente para eu despertar a consciência e construir a minha evolução né então acho bem bonit realmente essa esse conceito de Deus aí do Yung e eu fiquei pensando assim quantas consciências Nós criamos ao longo da vida né porque a relação o Gelson trouxe a partir do momento que a gente entende que da imortalidade da Alma tudo muda mas parece que a gente vai se aprofunda no Deus quem é Deus sente Deus e amplifica esse sentimento de mortalidade E aí volta então cada vez a gente vai criando mais consciência né vai vai vai aprofundando vai expandindo né vai dilatando e aí é é isso que é é bonito né porque assim eh quando marl falou assim quando é que a gente nasce né e a gente vê às vezes nas entrevistas eh as pessoas trazendo assim ah a primeira vez que eu percebi que eu era eu né é quando
o né porque assim eh quando marl falou assim quando é que a gente nasce né e a gente vê às vezes nas entrevistas eh as pessoas trazendo assim ah a primeira vez que eu percebi que eu era eu né é quando eu tinha tantos anos né aquelas lembranças primárias ali foi o nascimento de uma consciência né mas olha quantas consciências vão se vão vão vão vão eh sendo acrescentadas né A partir dali e é tão bonito isso né quando marl trouxe é tão bonito quando a pessoa se dá conta né E nós mesmos né quando vamos nos dando conta desses aprofundamentos a gente pensa uau onde eu estava que eu não tinha me dado conta disso né em que estava escondido em mim aonde que eu não tinha dado conta disso então é muito bonito e a benfeitora o que o que o Gelson traz né Essa visão que a gente muda e começa a olhar pra vida com outros olhos né não daquelas necessidades eh vulgares né de uma vida ordinária mas das necessidades extraordinárias ou seja as necessidades de um espírito Imortal e a gente vai então vem Quais são as legítimas aspirações né quando a Joana disse tudo isso todas essas circunstâncias da vida ordinária vão dando lugar aquelas legítimas aspirações de Plenitude E aí é isso mesmo esse questionamento né de gente para que isso e por que é que eu estou tão envolvida nessa situação né que ela não precisaria ter tanto envolvimento assim então a gente vai saindo desse lugar errado vai entrando num lugar mais adequado de administração das situações desse Deus né achei bonito vocês falando desse Deus atravessando a nossa vida né Eh sobre aspecto de obstáculos entre aspas paraa gente se enfrentar e atravessar né desafios relacionamentos né necessidades de aprendizado Então a gente vai eh eh tomando ciência né e e criando consciência de pequenas coisas eh Às vezes as pessoas me dizem assim eu depois que eu comecei eh a por exemplo um processo terapêutico né psicoterapêutico alguma coisa assim eu não consigo mais parar de pensar de refletir quer dizer é uma outra abordagem né que ela já ela é aquilo que
comecei eh a por exemplo um processo terapêutico né psicoterapêutico alguma coisa assim eu não consigo mais parar de pensar de refletir quer dizer é uma outra abordagem né que ela já ela é aquilo que eu falei onde eu tava que até hoje eu não tinha me dado conta disso né então esse olhar aí para as coisas legítimas as aspirações legítimas que nos conectam com essa causalidade Divina né com esse arquétipo primacial né esse sol transcendente que a mentora nos fala onde nós eh eh eh vibramos né e tentamos e e Orbit em volta desse sol para que a gente possa eh cada vez mais se iluminar n essa essa é a criação bonita de consciência é e por isso que ela vai voltar no final do capítulo né quando ela vai começar a retomar né esses elementos básicos ela diz assim aqui a certeza da causalidade divina e de sua justiça facilita uma real conscientização de conteúdos em favor do próprio futuro que tem começo desde então então ela fala da imortalidade ela fala da causalidade Divina da até ela chega nesse parágrafo que eu acho assim eh Sublime esse parágrafo né o conhecimento portanto racional lógico e emocional sobre Deus sobrevivência e função do amor ao próximo conscientiza o ser a respeito da sua humanidade e da destinação gloriosa que logrará no futuro então ela retoma o primeiro parágrafo lá do capítulo mostrando né que que justamente nesse exercício né Eh emocional racional vivencial então a gente podia dizer né de Deus e da minha consciência da Sobrevivência e ao mesmo tempo né da sensibilidade amorosa com o próximo eu vou então ir despertando em relação a minhas potências espirituais e isso vai levar a último item do do Capítulo que é a autoconsciência né daí que ela traz de maneira muito eh eh muito bem trabalhada né Eh de muita maneira muito sábia questão 919 né do Livro dos Espíritos quando Kardec pergunta então aos espíritos Qual é a melhor forma né do do do da busca da felicidade e do da da evolução né E aí né Qual é o meio mais eficaz que tem o homem de Se melhorar
os Espíritos quando Kardec pergunta então aos espíritos Qual é a melhor forma né do do do da busca da felicidade e do da da evolução né E aí né Qual é o meio mais eficaz que tem o homem de Se melhorar nessa vida e resistir a atração do mal daí os espíritos respondem um sábio da antiguidade volou disse conhece-te a ti mesmo então o conhecimento de ti mesmo ele só é possível né Se eu tiver noção dessas três bases que sustenta a minha existência Então são são as colunas da vida se eu quero que minha casa interna né Essa casa interna eh tomada por um processo então de de existência de mim mesmo né Desse conhecimento de mim mesmo essa casa ela ela tem uma sustentação né Tem um alicerce que é Deus a imortalidade e o amor no próximo então e como se Joana diesse assim não tem como ter autoconhecimento sem ter essas questões sendo trabalhadas interessante do tudo isso né É E essa relação né do conhecimento de si pro conhecimento de Deus também né essa busca interna nossa tem uma frase de um poeta persa que ele diz né que aquele que chega a se conhecer ou adquirir o conhecimento do seu eu conhecerá o seu Deus né então mostrando essa relação quer dizer esse caminho de volta paraa nossa casa pro nosso lar que tu que tá falando né G também é um caminho de volta para Deus né é é é profunda essa ideia né eu eu quando eu me conheço quando eu começo a investir nisso eu também vou descobrindo todas essas potencialidades divinas que estão ali latentes dentro de mim né só que para isso eu preciso enfrentar esses embates da vida essas essas colisões né esse esse Deus que chega atrapalhando como o Jung diz que isso é que vai despertar consciência só que isso é um processo às vezes doloroso né Cláudia tô falando parece tão bonito assim mas às vezes vem recheado de tanta dor né tomar consciência às vezes é doloroso né a gente percebe isso nossa como é que eu nunca percebi isso tô numa relação há 40 anos e nunca percebi então isso também são momentos assim por isso que eh não é um caminho muito fácil né esse esse
né a gente percebe isso nossa como é que eu nunca percebi isso tô numa relação há 40 anos e nunca percebi então isso também são momentos assim por isso que eh não é um caminho muito fácil né esse esse processo assim dessa tomada de Conciência mas é inevitável a gente de alguma maneira vai passar por isso né não adianta a gente ficar Resistindo muito mas depois que conquista né irmã Luci é maravilhoso porque de uma certa maneira Eesse Deus tá em nós tá no próximo né Então na verdade também no outro a gente vai poder vivenciar Deus tá na natureza então chegar nessa unidade né nessa comunhão naquela proposta que Jesus dizia eu o pai somos um só né chegar nesse lugar como São Francisco né que é o exemplo desse estágio né e ele sofreu tanto né ele era fraco passava fome tinha um uma saúde frágil né e e abriu mão né renunciou a tudo que a vida podia trazer para ele né e se Manteve alegre né e onde o o canto dele é um canto de amor de amor à vida amor à natureza amor ao próximo então de uma certa maneira se Conce mesmo é chegar na potência amorosa né dentro de nós e que e perceber isso em tudo né E aí chegar também em Deus naturalmente é um grande caminho né mas marl e é bonito Porque a gente vê a luz né a luz tá distante mas a gente sabe que o caminho é esse e a gente vê lá foca na meta né Eh passa pelos percalços né é compassivo consigo próprio chora enxuga as lágrimas né e segue adiante e e e e e falando aqui nesse final né que que Gelson lembrou da frase de Sócrates conhece a ti mesmo a complementação dessa frase gente eh conhece-te a ti mesmo e conhecerás todo o universo e os deuses porque se O que procuras Não achares primeiro dentro de ti mesmo não acharás em lugar nenhum então ele realmente ele fala que o caminho é dentro da gente não adianta sair Andarilho pelo meio da do mundo né se eh está fugindo do encontro consigo próprio e e eu eu eu voltei lá na na introdução da mentora E ela diz assim lá na página 94 nesse momento ele teve consciência da sua realidade e só então
undo né se eh está fugindo do encontro consigo próprio e e eu eu eu voltei lá na na introdução da mentora E ela diz assim lá na página 94 nesse momento ele teve consciência da sua realidade e só então entendeu a importância de conquistar se a si mesmo porque ela tá trazendo aquele conto né E nós já passamos pela introdução ela vai trazendo aquele conto que a pessoa ia tentando né e eh num caminhar aí de de conquistar conquistar conquistar e naquele momento quando ele chegou bem no no na fase da do do envelhecimento né ele descobriu que o mais importante era conquistar a si mesmo né Eu acho que esse é um caminho de criação de consciência eterno e e quando nós chegamos lá na frente né Eh quase no no no no desfecho dessa vida dessa Encarnação né a gente vai est eh também naquele último momento criando consciência e o quanto a gente tá conectado né Cláudia tava pensando agora que toda vez que a gente amplia a nossa consciência nós estamos também ampliando a consciência do universo todo né então como é como é esse compromisso que a gente tem com essa Encarnação né como como é sério isso né porque nós todos somos interligados dentro dessa unidade aí que o gelus estava trazendo então ao mesmo tempo que o nosso caminho é individual ele também é coletivo nesse sentido né por isso que nós estamos todos a gente ainda não conseguiu entender bem essa conectividade toda né Eh a a Joana lá no psicologia da gratidão eu tava lendo esses dias ela tá dizendo que um uma borboletinha que bate aqui promove uma mudança lá do outro lado do do planeta não vou saber de qu a situação mas mas a ideia era essa né mostrando o quanto o universo é realmente conectada E relacional então quando a gente tá nessa nossa busca individual nesse todo esse esse processo reflexivo muitas vezes doloroso né Que el estava trazendo a gente tá fazendo um trabalho que é nosso que tem tem a ver com a nossa Encarnação mas também eh contribuindo e e e e ajudando para essa consciência Universal mesmo né por isso que eu não sei como é que vocês entendem
um trabalho que é nosso que tem tem a ver com a nossa Encarnação mas também eh contribuindo e e e e ajudando para essa consciência Universal mesmo né por isso que eu não sei como é que vocês entendem isso mas por isso que quando quando eu li aquilo né que uns espíritos vão arrastando outros paraa evolução a evolução ela tá acontecendo né só que quanto mais consciente a gente tá mais a gente tá participando né e não tá sendo arrastado daí para isso é porque Aqua chama né esse esse jord deiro da Alma né esse esse espírito que já tomou consciência e caminha de maneira lúcida como um candidato decidido né ela fala aqui no capítulo candidato decidido no contínuo crescimento intelecto moral dilatando né os objetivos em relação à vida então é um movimento incessante de ampliação de expansão da nossa visão da nossa consciência e aí eh Ela diz que isso é feito através de de conquista de novos patamares então e tem um outro elemento é o desafio né A vida vai nos desafiando de maneira atraente ela coloca ali né a gente não tem mais medo da vida mesmo que eh tenha momentos de limitações de Dores de sacrifício a gente sabe que tudo isso é para promover o nosso espírito é para tá o que temos de melhor é para poder realmente transcender o transitório e realmente né manter a nossa alegria felicidade mesmo em momentos mais difíceis e chegar nesse lugar Claro ainda é uma longa caminhada mas a gente tem exemplo de pessoas que já chegaram né como o Francisco Como o próprio Cristo que é esse irmão que conduz né a evolução do nosso planeta e também sustenta com a mente dele né Essa unidade que é o planeta terra essa família espiritual que somos todos nós encarnados aqui nesse abençoado planeta né E então realmente Eh estamos conectados com Cristo e ninguém pode ser sem ele né então eh ele é como um Sol que ilumina o planeta e sustenta a nossa vida espiritual e esse compromisso né que nós nós Assumimos antes de aqui chegar Assumimos conosco Assumimos com os nossos familiares Assumimos com o o círculo social que a
planeta e sustenta a nossa vida espiritual e esse compromisso né que nós nós Assumimos antes de aqui chegar Assumimos conosco Assumimos com os nossos familiares Assumimos com o o círculo social que a gente se encontra e esse esse compromisso também como marl bem disse de de responsabilidade de responsabilidade com esse fazer consciência promover consciência também né expandir levar um pouquinho de luz aqueles que estão conosco né se nós temos esses exemplos luminares maravilhosos e que até distantes né eu penso quão distantes Eles são de mim meu Deus né a gente já tá um pouquinho né podendo iluminar aquele que ainda tá mais perdido do que a gente né então é uma grande corrente né um grandes são elos né Elos de uma grande corrente que vão vão se ir manando o sentimento de fraternidade que que que emana dessa energia de Jesus e e Gelson lembrou de Francisco de Assis é é gigantesco e interessante né Cláudia aqu que ela vai ter um capítulo que é justamente consciência e responsabilidade n qu ver o quanto realmente a responsabilidade tá ligado né nesse processo que é o o processo de fazer com cência né então Eh é um estudo maravilhoso né quanta coisa bonita aqui né e e o livro todo né de uma certa maneira justamente é um convite né esse momento de consciência realmente é um convite de se Despertar de nós mesmos né e da do sentido da nossa existência gerando um significado positivo que possa ser essa linha né o fio de ariade que quando no L labirinto da existência sem se perder né nesse labirinto que é a própria vida e E aí pensando né nessa lógica amorosa né que que que que sustenta tudo se a lógica do universo é o amor tudo tem que ter um sentido realmente não tem acaso né porque senão o amor seria displicente né Isso não é da natureza do amor né então Eh entendeu universo começa com que tem por trás essa lógica eu acho que isso também é algo de uma profundidade assim eh imensa para nós né e é amorosa e perfeita né mar Lust e perfeita né E aí né já essa ideia da imortalidade mesmo
que tem por trás essa lógica eu acho que isso também é algo de uma profundidade assim eh imensa para nós né e é amorosa e perfeita né mar Lust e perfeita né E aí né já essa ideia da imortalidade mesmo se a gente não tiver isso como um um guia um parâmetro fica muito difícil mesmo a gente eh conceber muitas coisas que a gente vê né na nossa no nosso dia a dia assim então é tudo perfeito nesse universo né vamos combinar né É realmente tem muitas reflexões né que a gente pode fazer e o convite que fica e que a gente possa eh retomar né a leitura do Capítulo com calma eh sorvendo né cada palavra cada frase aqui de Joana né refletindo porque ela nos lança né para possibilidades importantes assim dessa dessa compreensão dessa coerência dessa coesão dessa dinâmica né arquetípica né que são as leis naturais e essa base que sustenta aí a a caminhada do conhecimento da consciência que é Deus a imortalidade e o amor ao próximo né então esses três grandes elementos aqui que ela trabalha nesse capítulo bem Estamos já indo para no nosso encerramento né do do encontro de hoje você queriam finalizar com alguma coisa querem trazer alguma última palavra em relação ao nosso estudo não eu só ia dizer que ela fecha ali com eu conhece-te a ti mesmo né então acho que o grande convite aqui é é essa busca mesmo né esse mundo interno nosso essa busca por por esse conhecimento que é uma busca por Deus né também então eu frisar isso assim eu eu frisar alguma coisa lá do capítulo um já que a gente tá provocando essa releitura né e e pensar na na quando ela traz a a nossa existência como uma empresa né então para aqueles interessados em retomar olhar a página 99 né do capítulo 1 onde ela vai falar tratemos a nossa vida como uma empresa né E essa perspectiva ela é bastante contemporânea porque as pessoas elas trabalham fazem cursos né para eh que que a a sua empresa seja bem-sucedida tenha uma eh aparência boa no no no na mídia ou no comércio enfim né no no na ao público e a gente tá cuidando como da
elas trabalham fazem cursos né para eh que que a a sua empresa seja bem-sucedida tenha uma eh aparência boa no no no na mídia ou no comércio enfim né no no na ao público e a gente tá cuidando como da nossa empresa né então ISO isso vai de encontro a essa responsabilidade esse compromisso que nós falamos hoje e aqui marl trouxe muitas vezes eu eu traria essa essa sugestão OK e eu gostaria de encerrar com uma frase aqui que a gente eh desse capítulo que é a importância do sentimento de solidariedade né Ela diz que é nele que se encontra a meta desafi Dora que deve alcançar o no no processo evolutivo e de auto iluminação então a solidariedade como esse convite Auto iluminativo né Vamos abrir nosso coração vamos abrir nosso coração para Deus vamos abrir nosso coração para nós mesmos Vamos abrir nosso coração para o próximo esse campo solidário né realmente fazer de todos Um só né num momento de guerras conflitos ódios né nunca foi tão importante a gente recuperar essa mensagem de solidariedade e que nessa ideia que a mar falou que tu faz para para para um tu faz para todos o que tu faz para ti tu faz para universo que universo faz pro pro um atinge a nós também então estamos todos conectados e o caminho é a solidariedade né então fica esse convite para todos nós né de continuarmos nesse tudo maravilhoso lembrando a todos então que no próximo encontro estaremos trabalhando o capítulo 3 comportamento e consciência Obrigado marlu Cláudia um grande abraço a todos aí que nos acompanham no espiritismo Play da Mação do caminho
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