T4:E09 • Momentos de Saúde • Perante a consciência

Mansão do Caminho 27/01/2025 (há 1 ano) 58:16 224 visualizações

Neste episódio, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Daniel Campos se ocupam no estudo do capítulo nove, na primeira parte da obra Momentos de Saúde e de Consciência, analisando, principalmente, dois elementos de um tema recorrente e fundamental a todos nós e que a autora espiritual Joanna de Ângelis apresenta no decorrer do assunto. Como provocação inicial, a equipe nos leva a refletir sobre a ideia que fazemos a respeito da consciência divina e da consciência de culpa, a qual a benfeitora inicia o capítulo tratando. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeSaúde #consciência

Transcrição

alô amigos bem-vindo a todos há mais um momento especial no estudo da série psicológica Joana De Angeles nós que neste momento estamos estudando o livro momento de saúde hoje em especial o capítulo no perante consciência damos a boas-vinda a todos que nos assistem e também a Guadalupe Amaral Daniel Campos que estão conosco para podermos refletir um pouquinho sobre esse capítulo um capítulo de um tema importante né já que o tema da consciência e o tema da culpa que são dois elementos que aitor apresenta é um tema recorrente fundamental para todos nós que se ocupamos das questões internas das questões do comportamento humano de todo esse processo que envolve a superação o trabalho de eh consciência e transformação espiritual né e eu começo trazendo dois elementos aqui que quia pensar com vocês né Guadalupe e Daniel porque ela começa o o texto de apresentação Antes de iniciar o capítulo dizendo a consciência divina ir-me com paz Então ela usa a consciência Divina né então que a gente pode pensar com com essa ideia de consciência divina e e e depois no início do capítulo né el fala da consciência de culpa ela não fala só da culpa Mas a consciência de culpa então ela usa o termo consciência aqui eh como é que a gente pode começar a entender antes de pra culpa né a começ a trabalhar a questão da culpa essa questão de consciência divina e consciência de culpa então essa provocação Inicial paraa gente poder começar a pensar um pouquinho esses essas questões aqui que Joana nos traz pensei pensei em algumas questões paraa gente levantar enquanto o Gelson tava trazendo eh Justamente esse fato de nós nascermos simples ignorantes e e e irmos nos desenvolvendo então rumo a essa Plenitude a essa comunhão com a com a consciência Divina né conscientes disso e como essa nossa trajetória vai se dando então através do nosso livre arbítrio através das reencarnações nós vamos escolhendo e e e muitas das vezes nós vamos escolhendo de forma equivocada e como a consciência Divina a lei de

a vai se dando então através do nosso livre arbítrio através das reencarnações nós vamos escolhendo e e e muitas das vezes nós vamos escolhendo de forma equivocada e como a consciência Divina a lei de Deus né está inscrita já em nós em nossa consciência de self eh é natural que venha a consciência de culpa a nos chamar a consciência para que a gente repare para que a gente reveja os nossos atos e a partir daí com com responsabilidade vai então refazendo esse caminho e se reintegrando se eh fazendo as pazes conosco mesmo e retornando então a esse lugar amoroso que a gente eh às vezes não percebe como deveria e como já é pelas escolhas equivocadas que a gente tem justamente dentro dessa perfeição Divina que é a lei do livre arbítrio que é a a capacidade que nos dá de nos desenvolvermos a partir dos nossos esforços de tomarmos as nossas decisões Porque podemos e devemos nos desenvolver a partir do nosso autodescobrimento e do nosso encontro né Então essa essa acho que a primeira questão que me veio quando ouvi o Gelson nos trazendo essa esse questionamento essa provocação né da consciência divina e consciência de cula importante né também pensar nessa mesma lógica a guadal tá trazendo o processo evolutivo da reencarnação né que essa consciência ela organiza essa consciência Divina ela organiza algo fora de mim mas ela também está dentro de mim né através da manifestação dessas leis né de uma consciência latente que tá constantemente a me atravessando num nível de consciência encarnada ah numa consciência egóica Como diz na psicologia Ah e que a independente dessa consciência eh eh no nível mais do Ego nessa consciência mais Eh que que se confunde com muitas vezes até com com o espírito encarnado ela manobra os níveis de energia Ah sem a autorização dessa consciência mais superficial Ah então Eh nós ficamos a organizados por essa consciência Divina Ah que está lá fora organizando toda a criação mas também está em nós a partir de leis automáticas e que estão diretamente relacionados ao

ntão Eh nós ficamos a organizados por essa consciência Divina Ah que está lá fora organizando toda a criação mas também está em nós a partir de leis automáticas e que estão diretamente relacionados ao processo de culpa que é desencadeado a partir do momento que esse mesmo ego ou essa consciência vai tomando suas decisões e fazendo as suas escolhas em um processo de compensações energéticas né de de em um processo de regulação de uma energia à medida que essa consciência egóica decide e vive n a consciência superior essa consciência Divina que também me habita ela também vai me regulando e a culpa começa pode começar a nascer a partir desses processos automáticos organizados pelas leis divinas né é interessante porque muitos autores n El ele diz que consciência não é mes de percepção pode ter ter uma percepção isso pode acontecer pode não acontecer no patamar da consciência consciência não é cópia da experiência né que a gente transforma experiência em significados a consciência não é necessariamente conceitos porque os conceitos existem como simplesmente como eh eh elementos de configurações eh que formam né ideias e e e nem sempre esse conceitos a gente tá gerando Consciência em cima disso né Eh então ela não é necessária para para aprendizagem cognitiva e a consciência não é necessária para o pensamento então a consciência não é necessária para a razão enquanto raciocínios elementares correções preceptivas padrões palavras então de uma certa maneira quando a tá falando em consciência e a a Joana em muitos momentos vai falar desse exercício dessa consciência que vai emergindo e vai desenvolvendo a gente tá mais perto dessa dimensão essencial do espírito né que é justamente na questão ética né então quando a gente fala em consciência talvez mais do que uma coisa cognitiva mais uma coisa de discriminar conceitos tá falando de uma capacidade de poder de uma certa maneira avaliar né entender o bem e o mal né E aí que entra aa consciência divina como a guadal falou que é de uma certa

isa de discriminar conceitos tá falando de uma capacidade de poder de uma certa maneira avaliar né entender o bem e o mal né E aí que entra aa consciência divina como a guadal falou que é de uma certa maneira eh a própria divindade no de nós né Deus é verdade essa verdade tá dentro de nós tá em como lei né a lei natural num num no universo que é perfeito num sistema que é sustentado por uma ordenação perfeita né que são as leis né E a gente tem uma consciência né uma consciência dentro de nós como o falou uma consciência que é do self então não não não do Ego né Desse espírito né E que tá dentro de nós então já de uma certa maneira essa objetividade da realidade se a lei tá dentro da gente existe uma objetividade que nos coloca com essa unidade primeira né da existência que é a divindade né Então essa consciência Divina é o que nos sustenta né enquanto processo que me dá condições para que a minha consciência pessoal individual como espírito possa então Eh se expandir se constituir e chegar àquilo que a gente chama de uma Plenitude uma consciência iluminada no retorno aessa unidade de maneira consciente né então Joana tá quando tá trazendo a consciência ela tá tá nos trazendo Justamente esse processo de uma consciência que pode uma consciência de sono que não reflete ainda né até uma consciência mais lúcida e dentro desse processo de consciência existam forças de tensões porque se a consciência é a capacidade de poder ter parâmetros e estabelecer daí essa essa ética da vida o bem o mal aquilo que é destrutivo construtivo aquilo que gera e compõe a vida ou vai contra a vida entre outras coisas né de uma certa maneira eh a gente tá num movimento de tensões de polarização dentro de nós então o Jung vai dizer que no inconsciente a gente tá numa unidade não tem polaridade não tem conflito né E aí quando esses conteúdos começam a est mais perto da consciência eles começam a se dividir né a ter uma dualidade tanto é que que alguns autores como Avon France que é uma eh analista

m conflito né E aí quando esses conteúdos começam a est mais perto da consciência eles começam a se dividir né a ter uma dualidade tanto é que que alguns autores como Avon France que é uma eh analista uma Suíça ela referia que quando a gente começa a ter conteúdos perto da consciência eles começa se se colocar de forma dupla dupla né trazendo aspecto duplo daquela natureza que no inconsciente tava na na unidade então de uma certa maneira essa consciência ela representa realmente essa dualidade aonde nessa durabilidade eu posso movimentar a minha energia ou seja movimentar mim mesmo Enquanto eh relação reflexão para que assim eu possa discriminar né E poder de uma certa maneira me posicionar frente à vida né Então essa consciência ela vem com com a liberdade né Ela vem com o livre arbitro então né com a acade de poder eh decidir e consequente mente ela gera responsabilidade E aí tem esse segundo aspecto que a Ben feitura coloca que é a consciência de culpa né então a consciência de culpa é esse exercício que o espírito começa enquanto processo psicológico espiritual a poder se deparar com essa dualidade dentro dele e de um processo de julgamento entre aquilo que eu fiz e algo em mim que Me Condena algim que me que que me acusa algim que me que combate que me joga né em confronto com com meu ato né então e E aí ela começa a trabalhar então essa consciência de culpa né porque ela diz que ela ganha destaque né que muitas vezes dentro do processo dos conflitos na base de muitos transtornos psicológicos tá de uma certa maneira essa questão da como é que vocês percebem isso né na no na realidade do trabalho de vocês naquilo que a benfeitora traz aqui no capítulo como é que você eh entendem essa dinâmica da culpa acontecendo na dinâmica interna de cada um uma uma questão que eu que eu vejo que Acho interessante é que o quanto é necessário que o ser se perceba Em algum momento nessa dinâmica da consciência de culpa porque isso faz parte do processo de individuação faz parte da como estás

que Acho interessante é que o quanto é necessário que o ser se perceba Em algum momento nessa dinâmica da consciência de culpa porque isso faz parte do processo de individuação faz parte da como estás trazendo da indiferenciação e da percepção dessa dualidade e do trabalho a partir daí e isso é é importante que se traga pro meio espírito Espírita e para esse entendimento que a Joana também nos traz da do do trabalho com a sombra com essas questões inconscientes que precisam ser percebidas e trabalhadas Porque a partir de de eh assumir esse nosso lugar onde nós temos que olhar paraa culpa com responsabilidade fazer esse trabalho e e seguir em frente reparar enfim é que também E aí que eu quero chegar vai nos possibilitar uma conexão mais amor osa e mais genuína com os nossos irmãos com com as pessoas à nossa volta nos tirando daquela eh eh ingenuidade de que o mal não existe ele está dentro e está fora e também daquela às vezes superioridade falsa moral de que por por estar dentro do espiritismo e conhecer de forma eh intelectual muitas coisas nós estamos em um lugar privilegiado não estamos Então esse trabalho interno conosco em relação à consciência de culpa e o trabalho honesto eh me parece que é algo que nos aproxima de uma forma mais genuína da dor do outro das questões do outro entendendo que elas também existem em nós né ó ó eh conectando né Essa essa perspectiva que o Gelson trouxe a guardalupe trouxe também né dando dando uma continuidade esse raciocínio é interessante a gente pensar que esse essa consciência Divina né onde Nossa essa essa consciência mais superficial tá inserida Néa ela é atravessada por ela que nós também chamamos de inconsciente né a parte a que que ainda não tá em não não está para nós integr dentro dessa realidade existem ilhas de consciência né nesse inconsciente né existe consciência no inconsciente né e é a partir dessa realidade dessas ilhas de consciência né ou seja ah são ilhas que T que desejam né que que que venha a consciência nos visitar elas

nsciente né existe consciência no inconsciente né e é a partir dessa realidade dessas ilhas de consciência né ou seja ah são ilhas que T que desejam né que que que venha a consciência nos visitar elas elas nos atravessam né Elas nos assaltam elas muitas vezes elas são tão fortes que nós não at né Elas nos têm a a depender né da da relação que essa que essa consciência mais superficial Nossa consciência egóica tem com essas ilhas de consciência interna eu acho que a partir daí a gente começa a entender essa proposta também da da Joana dessa consciência de culpa né onde nós temos desejos impulsos a realidades internas versões nossas Ah que ela ela gosta de chamar do lado escuro da sombra né tem o aç entendendo essa sombra como lugar também de virtudes não vividas eu acho que ela traz também a a virtudes latentes ali esse lado mais escuro que elas cham desse lado primitivo o lado mais adaptado mais identificado com essa herança animal que ela traz né l em algumas obras e E essas ilhas de consciência elas elas têm os seus desejos elas T os seus impulsos né Elas são parte de nós Ah e quando elas se apresentam para nós a culpa ela gera uma crise moral né que nos arrefece no sentido de assumirmos que algo em nós desejou aquilo né começa a surgir um uma uma uma uma crise ético moral nesse sentido mas ah no sentido de nos defendermos de nós mesmos dos nossos desejos da nossa realidade né nesse nessa nessa realidade tão a fragmentária que ainda nós vivemos né é interessante isso tudo S trazendo porque que realmente se A grande questão é será que a gente pode não ter culpa é possível alguém eh em alguma medida no se processo evolutivo ver sem culpa o que que é culpa então né porque de uma certa maneira e pelo que a benfeitora tá trazendo né tá falando mais de um aspecto negativo da culpa aqui né desse desse processo que ela diz que vai se instalando devagarinho dentro da gente né como um ácido destruidor e vai corindo as engrenagens da emoção gerando essa essa irrupção de de conflitos né

i né desse desse processo que ela diz que vai se instalando devagarinho dentro da gente né como um ácido destruidor e vai corindo as engrenagens da emoção gerando essa essa irrupção de de conflitos né emergência dess conflitos que que pode enlouquecer Diz ela aí né o quanto isso é desagregador então dessa maneira eh a tá falando de um conflito então né ou seja entre aquilo que eu poderia ser e não sou E aí eu ajo com aquilo que eu já sei que que é o melhor para mim né e e ajo ao contrário disso né ao contrário do que eu espero E aí eu faço uma exigência minha demasiada onde eu não consigo corresponder e me cobro e tá naquele lugar que que eu ainda não tô então de uma certa maneira me parece que a a a a a esse conflito né gerador de culpa é entre esse passado que nos pertence enquanto um padrão ainda não AD e e aquilo que eu imagino como sendo o o melhor para mim né o paraa minha vida e que Eu esperaria e eu não tô nenhum no outro né e eu fico dividido n então a primea a culpa dentro dessa tensão ética né Desse conflito de escolhas conflito de julgamentos né Eh El ele envolve essa tensão e que pode ser tanto eh fruto de uma consciência de responsabilidade né que eu tenho que ter comigo mesmo mas pode ser um atravessamento de tantos fatores que me confundem e fazem eu agir não de maneira genuína e e em paz comigo mesmo mas a partir também de de uma culpa determinado pelo coletivo né pela pela religião por um pai Severo uma mãe muito dominador então a gente vê o quanto é complexa essa questão da culpa eu queria então desdobrar melhor essa questão com vocês né porque ela vai juntar a culpa também a insegurança a fragilidade como é que a gente pode entender essa culpa aí isso é inerente a ser humano ela é positiva ela é sempre negativa Você tem alguma ideia em relação a isso eh eh eu entendo trago para conversar com vocês né que ela tem o aspecto positivo quando se liga à responsabilidade né a culpa enquanto tu te responsabilizar pelo teu ato e reparar eh isso sim nos demais aspectos onde nos

o para conversar com vocês né que ela tem o aspecto positivo quando se liga à responsabilidade né a culpa enquanto tu te responsabilizar pelo teu ato e reparar eh isso sim nos demais aspectos onde nos paralisa onde nos aprisiona o passado onde serve de desculpa para que a gente não Mude de atitude onde se infiltra Joana traz muito isso Onde vai se infiltrando na nossa mente eh de uma forma insidiosa com a nossa permissão aí é realmente é é bastante perniciosa mas a culpa ligada à responsabilidade da reparação me parece que ela tem esse caráter bem Positivo né quando não nos paralisa quando a gente então faz essa reflexão sobre os nossos atos né a assume então a a O equívoco e repara da forma que for possível seguindo adiante né não não ficando eh paralisado e e uma outra questão assim que de certa maneira ela também traz aqui é o fato de da gente eh reconhecer que por mais inconsciente que sejam as nossas escolhas nós temos responsabilidade sobre então é também não projetar no outro a culpa né Então essa essa também é uma questão que me parece que vai pro lado mais negativo e e positivo a questão da responsabilização é algo que eu traria Então tá trazendo na Guadalupe a culpa como uma falta né dessa consciência ética uma falta comigo com a vida né que envolve essa responsabilidade que temos eh frente ao nosso livre arbítrio de fazer escolhas e temos que nos responsabilizar por elas então a culpa é uma forma de Eh chamada de atenção né de reconhecimento dessa falta né para que a gente possa reparar né O equívoco E então e essa tu acho que é uma culpa válida é uma culpa salutar digamos assim ou seja a questão mais da responsabilidade né que inerente a tomada de consciência frente à vida e eu e as outras culpas seriam culpas patológicas culpas que de uma certa maneira entra dentro dessa dinâmica mais negativa né seria isso como é que o Daniel também vê isso eu ah eu entendo que a a Joana Ela traz uma sutileza né nessas palavras em algumas obras principalmente a a nas

tra dentro dessa dinâmica mais negativa né seria isso como é que o Daniel também vê isso eu ah eu entendo que a a Joana Ela traz uma sutileza né nessas palavras em algumas obras principalmente a a nas obras iniciais da série psicológica onde ela vai fazer Justamente esse contraponto entre a culpa e a responsabilidade né ela coloca a a ao ponto de que uma consciência a a a responsável ela não faz a culpa né porque a a culpa ela tem os seus derivativos sintomáticos em termos espirituais né ela vão elas vão gerar mecanismo de compensação Ah e que o indivíduo vai se defender contra a sombra a partir dessa realidade da desse jogo da da as ilhas de consciência dentro do indivíduo a a consciência responsável né como ela traz nessa nessa nessa sutileza ela consegue diluir o sintoma a partir do autoamor Porque tem uma aceitação a o indivíduo consegue a partir desse autoamor ele fala que algo em mim desejou isso e eu me responsabilizo por isso isso desliga o sintoma que nesse caso patológico a a a vai levar o indivíduo a um estado de passividade no caso da responsabilidade o indivíduo tem a capacidade de pedir desculpa né ele tem a a ele começa de alguma forma a se colocar num lugar mais ativo que só responsabilidade pode dar né nesse sentido essa essa responsabilidade é como se a culpa fosse um esteira de academia no qual o indivíduo caminha e caminha não vai para lugar nenhum ele ele fica preso num num num processo compulsivo né ali a de sofrimento e a responsabilidade ela consegue a ressignificar esse processo a culpa ela não permite que o indivíduo faça consciência da sonto né a partir de uma realidade de autoamor a a responsabilidade já é a autoconsciência já já começa nessa autoconsciência porque é necessário aceitação de si mesmo para se ter responsabilidade à medida que o indivíduo tem essa aceitação isso parte dessa realidade autoamor ele começa a atuar né Como o próprio Allan Kardec fala da Tríade de recuperação né que é o arrependimento né que aí você já não tá você já tá falando de uma tomada de

so parte dessa realidade autoamor ele começa a atuar né Como o próprio Allan Kardec fala da Tríade de recuperação né que é o arrependimento né que aí você já não tá você já tá falando de uma tomada de consciência né a a essa reparação Ou seja que parte de uma consciência de responsabilidade né e a expiação que é o desgaste da energia interna a partir da relação do próprio ego com esses complexos a à medida que o indivíduo consegue realizar essa Tríade né é necessário que isso seja sempre não digo sempre né mas a a seja atravessado pela responsabilidade ela fala Exatamente isso a responsabilidade ela ativa e corrige a culpa no no seu sentido patológico né ela é passiva e não faz consciência de transformação de integração nesse sentido mais patológico né Desse conflito moral é interessante perceber né que como é é difícil a gente viver eh com essa divisão né porque de uma certa maneira o o o espírito sai dessa unidade Divina né como uma Mona toma consciência da a gente tem toda essa imagem do paraíso né que lá tá no Paraíso mas na inconsciência quando ele come árvore do bem e do Mal fruto da árvore Ele toma consciência daí ele consegue ele consegue reconhecer a morte ele sa que tá no e ele é expulso da Paraíso ele tem que começar a sofrer né ele vai começar fazer o caminho para voltar ao Deus dessa unidade e esse caminho da unidade primordial para a unidade plena do Espírito já transformado né ele passa por essa dualidade por essa divisão né então a gente é um ser dividido ser neurótico é um ser dividido mas parece que a divisão faz parte da gente e e e ouvindo você falando eu tava me lembrando da da da teoria da mente bicameral que é a ideia de um do Julian Janes que é o autor desse temo que ele que ele diz que a que que a consciência surgiu dessa divisão dos dois mistérios cerebral direito e esquerdo né onde um fala e outro obedece onde tem funções diferente então essa então tu é a próprio própria cérebro é dividido em dois hemisférios e segundo ele em todo essa revolução antrop lógica

e esquerdo né onde um fala e outro obedece onde tem funções diferente então essa então tu é a próprio própria cérebro é dividido em dois hemisférios e segundo ele em todo essa revolução antrop lógica do ser humano né Eh foi foi se dando né de uma certa maneira né um colapso evolutivo dessa divisão que foi que deu origem a consciência né Eh onde eh a mentalidade bicameral eh era um estado onipresente da mente humana há mais de 3.000 anos atrás né E aí com o tempo né esse processo foi foi gerando né segundo ele né um um processo de eh divisões que vão se se entregando naquilo que ele vai vai chamar de consciência né Eh até um um um caminho de reflexão então de uma certa maneira tem Tem essa divisão presente aí dessa teoria que é uma teoria eh da psicologia e da neurociência né Eh eh eh falando que as funções cognitivas foram divididas entre uma parte do cérebro né direito e esquerdo né E que de uma certa maneira isso reflete então de uma certa forma a própria nossa própria divisão eh espiritual interna desse caminho da Liberdade que tem que estar dialogando mesmo né pelas grandes questões da Vida posso não posso devo não devo isso né é o meu desj mas o meu desejo ele ele é eu posso assumir meu desejo eu tenho que pensar mais em mim ten que pensar mais no outro né quer dizer são questões que a gente se depara a todo momento e que fala de uma certa maneira do quanto a gente é desafiado a ter que pensar em vários aspectos da vida né onde entra a a minha necessidade sair do outro se isso é uma necessidade ou se isso é apenas um ISO e assim e assim por diante né então eh a gente vê nessa questão da culpa justamente né Eh essa dificuldade entre sermos responsáveis né E assumir a nossa pequenez e a nossa limitação e poder olhar então para para nós mesmos reconhecendo dali o que que e o que que ainda nos falta e com E assumir esse compromisso de crescimento né ou ficar nesse processo aí dessa divisão né por uma inconsciência ou o medo da vida ou a recusa de crescer que entra

que e o que que ainda nos falta e com E assumir esse compromisso de crescimento né ou ficar nesse processo aí dessa divisão né por uma inconsciência ou o medo da vida ou a recusa de crescer que entra daí essa essa culpa patológica porque o rollis o James rollis que é um analista americano ele diz que que a Cula muitas vezes serve como uma forma de de não se responsabilizar porque que daí eu vou ter que abrir mão do meu infantilismo ter ver a culpa com uma infantilidade onde na medida que eu me que eu me culpo eu não ten que dar conta da vida né não tem que assumir não tem que ir paraa frente então a culpa patológica essa culpa que Jona coloca né que aqui né que a pessoa eh pela própria fragilidade e a pessoa começa um jogo né perturbador né onde eh ela pune a si mesmo e e e ela daí nem nem resolve né né não altera o rumo dação nem corrige aquele que a quem a quem feriu né então ela fica nessa paralisia que a Guadalupe e o Daniel colocaram né com uma forma de não ter que se comprometer com a vida então de uma certa maneira está falando dessa infantilidade ainda que daí não é uma que eh é mais nobre falou assim errei e assumir ser responsável que você est comentando né do que ficar nesse processo autopunição como uma forma de eh digamos assim eh sustentar né ou justificar o meu não comprometimento comigo mesmo eh tem essa questão eh também de que às vezes é uma sensação de culpa que o ser nem mesmo sabe da onde né Eh trazendo então a questão de que tem muitas coisas que nós trazemos de outras encarnações e que nos coloca nessa dinâmica da culpa por outro lado tem outras situações que vêm desta Encarnação claro que tudo interligado mas que são Mais especificamente da da vida atual que também nos levam a essas situações de culpa então realmente é um é um mecanismo muito complexo e que acima de tudo o que nos pede é que como a Joana diz que a gente comece de onde está comece né querendo então se descobrir se responsabilizar eh nesse caminho que é um caminho de amor de auto amor e de e

ima de tudo o que nos pede é que como a Joana diz que a gente comece de onde está comece né querendo então se descobrir se responsabilizar eh nesse caminho que é um caminho de amor de auto amor e de e de autodescobrimento mas vale lembrar eh para para quem nos tá nos ouvindo e pra gente talvez elaborar um pouco mais que existem culpas que a gente vai ter muito bem a percepção de onde vem e como trabalhar e e como se responsabilizar e como não patologizar tem outras que vão ter um mecanismo mais complexo porque vai vir de uma sensação que vem do espírito e que traz junto uma né uma um patologizar mas que vem de de outros momentos que a gente não tem conscientemente como eh se aperceber então realmente é esse trabalho ego self do do pequeno e do grande e de uma entrega a algo que que é maior mas que não nos tira responsabilidade nesse processo de querer sempre dentro da lei do amor que que que inclui Amar a Deus sobre todas as coisas em nós né Eh nos colocar né junto nós e o nosso irmão mas que que realmente tem essa complexidade nem sempre a gente vai poder dizer é por isso é por aquilo mas o que a gente pode é começar de onde está e entender que é possível né que é possível sair desse mecanismo dessas eh dessas questões mais compulsivas como Daniel de de alguma forma trouxe que estão ligadas à consciência de culpa como lembrando eh outras falas do Gelson que que eu acho muito interessante a forma como ele traz e e como isso é importante porque o quanto a culpa e o medo estão ligados às questões de um de uma ruptura conosco mesmo ligadas à à loucura né e e situações eh desse sentido mesmo que espirituais ou do do ser aqui encarnado ó e nessa nesse processo né Guadalupe dessas culpas a principalmente conectadas a a essas heranças reencarnatória né que elas chegam para nós eh como o processo sintomáticos os sentimentos né Ah sem um sem uma conexão lógico Racional com as suas origens mas que acabam ah de alguma forma atravessando a nossa Encarnação atual ah em em em transtornos afetivos em em

tomáticos os sentimentos né Ah sem um sem uma conexão lógico Racional com as suas origens mas que acabam ah de alguma forma atravessando a nossa Encarnação atual ah em em em transtornos afetivos em em sentimentos atormentes e que aparecem muito para nós através de imagens das nossas fantasias dos nossos sonhos né ah e que de alguma forma vão nos visitar através da imagem desconectados de uma relação causal paraa consciência mas o tema tá sempre lá né E mesmo que a gente ah não saiba né Essa essa origem do do erro a que gerou a a culpa b a gente sabe que a imagem né ela vai descrever os nossos sentimentos e no nível do sentimento a Joana dá uma dica né que quando a gente tá Ah diante de uma situação dessa descrita pela Guadalupe né dessas imagens sombrias que vão nos gerar os nossos sentimentos de culpa ela nos dá a dica da oração que são espaços né a imagéticos que vê até nós Ah e que muitas vezes são destituídos dessa lógica causal paraa consciência mas que nos atormentam mas que são espaços que estão desnutridos da energia do amor e que à medida que o indivíduo através do processo de oração ele se relaciona com essas imagens fazendo consciência sem recalcar sem negar sem se reprimir e ah integrando aquele tema dentro da sua realidade egóica que ele tá sendo visitado por aquilo mas a partir de um lugar de Alto amor né levando energia com uma capacidade que é uma conquista do Ego né esse processo dirigido que é essa capacidade da oração né de abrir as portas através da oração essa conquista hegic que é capaz de levar como se fosse um um fluxo ali constante para aquela região que nos traz grandes tormentos os os nossos processos neurológicos Ah e que tem a capacidade com o tempo através do exercício até de diluir né esses níveis de consciência Ah mais patológicos para nós né é eu acho importante isso né Daniel porque de uma certa maneira seja essas culpas inconscientes como Gu fala que tem uma culpa e e não percebe isso né porque são fatores inconsciente ligados à coisas da nossa infância ou do

so né Daniel porque de uma certa maneira seja essas culpas inconscientes como Gu fala que tem uma culpa e e não percebe isso né porque são fatores inconsciente ligados à coisas da nossa infância ou do nosso passado espiritual né da forma como a gente assimilou a realidade da vida aí fica né padrões internos qu falou essas Ilhas também dessas sub personalidades ativadas né gerando essa culpa que muitas vezes a gente vem em forma de angústia de depressão de incertezas né ou de uma culpa mesmo né E aí entra essa essa questão importante tu fala assim né do autoamor porque de uma certa maneira há uma certa a diferença aí entre culpa e vergonha né Eu acho que também uma coisa interessante a poder diferenciar eh porque porque na culpa a a questão é um ato né eu fiz algo né eu virei esse um copo no chão e ele quebrou e derramou líquido então eu sou culpado sentindo que eu sou o agente dessa ação né que gerou eh esse desastre né tudo tudo bem né se eu se eu sou um adulto Não eu vou lá Limpo recolho o carco para ninguém se ferir assumo pago de repente né por aquele objeto que foi quebrado tá tudo certo não tem culpa por quê Porque aí tem e essa esse reconhecimento que eu sou humano né Essa estima que diz não eu posso me equivocar mas tem essa responsabilidade tem esse esse cuidado né né e e e e e e e e de uma certa maneira quando a o processo começa a ficar em relação a uma invalidação de mim mesmo daí começa entar a vergonha porque a vergonha eh vai além da culpa né a vergonha é onde eu sou questionado no meu valor quando na culpa eu faço alguma coisa equivocado na vergonha eu sou todo eu sou errado o que eu faço É vergonhoso né então aí eu fiz eu fiz um uma coisa né E aí o mundo olhou com um olho de crítica me jogou e eu fiquei identificado com aquela imagem eu não sou capaz Eu não sou bom né e por isso que a Joana vai vai ligar essa culpa patológica a insegurança essa falta de amor de dignidade né então ten uma voz dentro de mim me acusando tem uma voz que me acusando ela me me Mea era

né e por isso que a Joana vai vai ligar essa culpa patológica a insegurança essa falta de amor de dignidade né então ten uma voz dentro de mim me acusando tem uma voz que me acusando ela me me Mea era incapaz me considera monstruoso me considera uma pessoa não merecedora de tá na vida né então se eu não consigo me aceitar e aceitar não é ser perfeito aceitar é justamente reconhecer meus limites mas assumir que a minha matéria prima é essa né não posso andar além daquilo que me pertence e então ten que carregar comigo aquilo que eu sou mas com dignidade né com dignidade né E poder de uma certa maneira assim e pouco a pouco me trabalhando no sentido de ser cada vez melhor né mas daí eu não tô na vergonha e aí eu posso me desincubir dessa culpa patológica né e e poder realmente me responsabilizar sabendo que eu posso ser descuidado sabendo que eu posso ter sido orgulhoso egoísta Em alum momento mas reconhecendo né que dentro daa limitação eu tô me comprometido comigo mesmo né e por isso que ela vai dizer aqui no no no livro que quando a gente justifica o o erro com aut gela a gente vai eh retomar o erro de novamente não se liberta do erro porque de uma certa forma tu não trabalhou aquilo né que que que que tá em questão tu ficou num processo de autopunição E aí tu não tu não amadurece tu não elabora e aí tu volta no erro então fica um ciclo vicioso e a gente vê quantas quanto mais infantil é a pessoa Quanto mais ela de uma certa maneira se acusa ou se nega também evitando o reconhecimento mas ela fica preso àquele complexo e aquilo tende a se repetir como uma questão que tá latente ali né tá presente tá viva e não resolvida dentro dela né E aí eu acho bem importante essa questão do autoamor como fator fundamental para começar a quebrar esse jogo perverso que a gente faz conosco mesmo é isso que o Daniel falou e depois o Gelson eu eu volto àquela mensagem eh pequena e linda que ela traz no início do capítulo porque ela vai trazendo justo isso né a consciência divina irriga com a paz os

so que o Daniel falou e depois o Gelson eu eu volto àquela mensagem eh pequena e linda que ela traz no início do capítulo porque ela vai trazendo justo isso né a consciência divina irriga com a paz os meus equívocos são elucidados e Acalmo considerando as imensas possibilidades de Equilíbrio que estão ao meu alcance Diante de Mim o presente elaborando o futuro o passado são as lições aprendidas e as vantagens do conhecimento servindo-me de suporte para o crescimento interior confio e renova-me tranquilizando-se no bem dentro das palavras da mentora tem tudo isso que a gente tá trazendo eh dessa consciência que a gente busca de Lucidez de se perceber realmente dentro de uma dinâmica que pode seguir em frente né que não fica paralisado e que não se infantiliza eh nesse local que tá sendo trazido então é é muito bonito o jeito que que ela traz eh essa mensagem dentro do que a gente tá falando né e é interessante né que tu tu traz até quase uma uma uma uma uma oração né um um diálogo interno aí que ah Se a gente pudesse Claro falar com falando isso com presença de espírito né estando estando ali em emoção a repetir essa as palavras de Joana para algum sentimento negativo nosso de culpa né o quanto essa fala dela né Essa essa mensagem do livro já nos ajuda né a diluir ah eh tem um tem um diálogo ali com essa com essas imagens que nos visitam Ah mas só complementando né Isso já foi mencionado até na na na na psicologia do hollins aí que o que o Gelson trouxe eu acho que a guadal também falou um pouco disso mas trazendo aqui mais para na fala da Joana no próprio livro como essa culpa né de alguma forma ela ela vai paralisar o processo de autodescobrimento né nos casos patológicos porque junto a Ela paralisa o esforço né o esforço da autoc Conquista né o esforço de a olhar para as próprias desadaptação e vê-las como processos motivacionais que eu vou precisar investir energia ali para mudar isso a culpa ela não tem esse discurso né ela não tem essa fala ela parte numa culpa

as próprias desadaptação e vê-las como processos motivacionais que eu vou precisar investir energia ali para mudar isso a culpa ela não tem esse discurso né ela não tem essa fala ela parte numa culpa patológica ela parte de um lugar passivo no qual o indivíduo aceita ser ferido ou machucado para que algo nele se apazigue a partir daquele lugar seja emocional ou até mesmo físico né depender dessa realidade não há um esforço motivacional para olhar aquela desadaptação ah e e a partir desse Esso assumir responsabilidade ético moral perante o desejo inconsciente que se apresenta ou os próprios atos e a partir dali seguir então como isso não se realiza né ela fala que o indivíduo por trás é um indivíduo que ela traz aqui fraco né que ele se considera fraco ela vai ela vai fazer essa colocação aqui que falta coragem tem uma fraqueza espiritual ali e que a culpa meio que esse processo que à medida que o indivíduo se liberta a partir desse processo de autoamor toda a energia se desencadeia na direção da Lei desenvolvimento né dessa lei do do processo evolutivo para que o indivíduo Vá fazendo consciência né desses processos que estão ah de alguma forma tentando gerar esse ciclo compulsivo de repetição a todo instante né que vai que vão nos aprisionando como é natural da nossa organização energética né reconhecer de forma saudável né nem nem fugir nem negar reconhecer de forma saudável sem permanecer al é por isso que ela que ela coloca aqui numa parte aqui da do capítulo eh que a gente não pode esquecer que tudo começa na mente né E que tu desenha o que tu desenha no plano mental vai se realizar depois no mundo físico vai se materializar então a importância de poder trabalhar as eh os pensamentos negativos a vezas maçan de uma certa maneira por trás dessa culpa patológica aqui que a gente tá comentando tem eh eh julgamentos avaliações equivocados pensamentos também negativos contra nós mesmos né E então de uma certa forma como assim como a gente tem que se educar para não gerar

a gente tá comentando tem eh eh julgamentos avaliações equivocados pensamentos também negativos contra nós mesmos né E então de uma certa forma como assim como a gente tem que se educar para não gerar pensamentos contrários ao nosso irmã a vida né as pessoas em geral né a gente também tem que cuidar para não ficar nesse negativismo que nos leva essa experiência de fragilidade que Daniel estava colocando e se colocamos nessa postura fraca né de porque a gente não faz esse conceito conscientemente mas ele tá lá eu sou incapaz eu não sou merecedor né então isso é um pensamento que a gente tá alimentando e a culpa é uma forma de ficar refém desses pensamentos e de uma certa maneira prisionado num jogo só vai reforçando a nossa despota espiritual dando brecha aos obsessores né e e outros processos internos que vão como a guardal colocou poder gerar uma enfermidade que possa talvez levar a uma loucura uma desagregação da nossa personalidade então a importância da gente poder realmente tá atento né fazer uma uma consciência né um diálogo do que se passa dentro de nós né então e não perder o entusiasmo Dea benfeitora né perder entusiasmo que essa questão do compromisso com a vida e esse compromisso com o amor né que o pai nos ama e acredita em nós então se ele nos nos AM e acredita em nós nós temos que fazer valer esse amor também acreditar e também nos empenhar nesse deser de Joana de perseverar sempre né em favor do bem né a gente vê muito o trabalho da espiritualidade maior de não de de de nos tirar do passado né E focar no presente no futuro olha paraa frente vamos reconstruir faz o bem Trabalhe em favor do do melhor ó faz a caridade né e não ficar lá ó me lamentando Olha o que tu fez né olha como tu foi ruim não né e a espiritualidade ela ela tá comprometido com aquilo que é melhor dentro de nós de promover o bem de promover o o lado sadio da nossa personalidade de promover os potenciais que habitam dentro de nós então esse movimento a juna também coloca ali né e nessa nessa nessa atitude né da

promover o bem de promover o o lado sadio da nossa personalidade de promover os potenciais que habitam dentro de nós então esse movimento a juna também coloca ali né e nessa nessa nessa atitude né da dignidade da Harmonia do equilíbrio entre a consciência e a conduta e poder de uma certa maneira né nessa perseverança e tentando er reivo tentar de novo onde que eu me perco onde que eu vejo que eu me eu me equivoco qu são a minha minha fraqueza e nesse movimento gerar esse processo de autoconhecimento porque esse comprometimento mesmo que a gente não consiga numa Encarnação fazer valer as possibilidades que a gente tem dentro de nós esse comprometimento fala de esse desse compromisso amoroso conosco e desse compromisso com o pai porque se de um lado a gente é responsável porque a gente fez a gente também é responsável por enterrar nossos talentos pelas coisas que a gente não fez e poderia ter feito pelas tarefas que nos cabem numa Encarnação é gente negligencia então a negligência o descaso né conosco mesmo e com a vida também é uma uma responsabilidade geradora de culpa então eu sou responsável não só pelo mal que eu faço mas pelo bem que eu deixo de fazer como a gente coloca muitas vezes né a partir do Evangelho né e e de ficar e por medo enterrar o talento não eu não acredito em mim então eu vou enterrar os talentos como uma parábola dos talento para que não vem o ladrão a traça E aí eu paraliso né então talvez a o pior eh digamos assim equívoco psicológico pi o pior pecado digamos assim psicológico seria fugir da vida não enfrentar não assumir a tua vida não viver por inteiro o teu processo né né seja porque questões seja pela culpa seja por outras questões seja por esses pensamentos que vão te invalidando né então a juna fala da importância da gente perseverar confiar nesse pai como o Daniel falou buscar oração eh e sintonizar com essa consciência Divina geradora de paz que nos sustenta que nos alimenta nos impulsiona para a frente né em direção a ele essa questão do contaminar-se né que

falou buscar oração eh e sintonizar com essa consciência Divina geradora de paz que nos sustenta que nos alimenta nos impulsiona para a frente né em direção a ele essa questão do contaminar-se né que que nós não nos contaminemos porque eh do vigiar o pensamento e não não não entrar nessa onda Mental para que a gente não se contamine e ainda depois leve pro mundo dizendo que fomos contaminados no sentido de né de de obsessor ou do mundo da família do emprego do Oi culpar o mundo né do guardalupe é E então que a gente tenha também essa consciência e e daí eu trago aqui a frase dela a respeito disso erradica mamente as ideias que consideras impróprias prejudiciais conflitivas substituia substituí-as vigorosamente por outras saudáveis equilibradas dignificantes né Ela é muito clara a oração como vocês Já trouxeram e essa eh afirmativa esse imperativo dela né erradica damente né é momento é agora né eí uma coisa importante que ela diz o que o que a gente fez Tá feito né eu não posso mais impedir ou evitar então não adianta ficar se lamentando né e disparando dados Então segue o rumo né E aí esse compromisso que tu fala né de tá Atento e radicando né esses elementos que te impede de ir à frente trabalhando em favor de de uma atitude de um pensamento de uma postura saudável Então esse aa de tudo é o nosso compromisso e esse esse entusiasmo também que ela coloca aqui né de seguir logo após essa essas as nossas derrapadas né ou os as nossas tentativas de nos relacionarmos com essas com esses processos internos que nos acometem e é um entusiasmo também de descobrir-se a si mesmo né porque uma vez que se cometeu algum erro e que a até às vezes no nível do escândalo né como é no Evangelho é também uma oportunidade que algo saiu e que ficou bem consciente né então é o entusiasmo dessa alegria da descoberta a que ela se torne motivadora né da da uhum como como alguém que pega no ar né algo que que que que chega ali fala agora eu descobri Né tava preso ali naquela naquela situação mas com essa

descoberta a que ela se torne motivadora né da da uhum como como alguém que pega no ar né algo que que que que chega ali fala agora eu descobri Né tava preso ali naquela naquela situação mas com essa energia Chegou a um ponto tão a eh eh culminante que agora me permite ter uma consciência mais lúcida dela e nesse entusiasmo partir na direção da mudança interior sem ficar preso né ah nessa na na realidade da dos do Tima do dos desup ismos dos resultados internos né que muitas vezes passa para para essa questão da nossa infantilidade psicológica como próprio J colou é porque a vida né Daniel ela é de perdão né O pai é de amor e de perdão então tudo que nos se apresenta que nos acolhe que nos brinda em em nossa caminho é um fator sempre ligado à Redenção da Alma né a Regeneração então a vida tem esse poder regenerador né de transformação de mudança então não tem por ficar na desesperança no na dor no negativismo ou na culpa né porque isso é desprezar Justamente esse convite da vida pelo amor divino que nos sal sempre esse movimento recomece olha só que abundância de possibilidades e tem sempre a possibilidade de refazer o nosso caminho nós tem que fazer tem que ter da nosssa parte né Eh uma uma disponibilidade para isso que foi tudo isso que foi colocado hoje né que de uma certa maneira envolve essa consciência amorosa né Tanto do pai como também do meu compromisso amoroso comigo mesmo de querer ser melhor né querer ser melhor é ter essa dignidade é dizer eu mereço né Eu quero esse amor eu posso ser melhor então porque ficar na coisa ruim se eu posso ficar no que é melhor muito bem eu acho que a gente pode trazer algumas questões bem importantes né Acho que sempre vale a pena retomar o Capítulo de Joana porque sempre é muito profundo meditar nas frases que ela coloca né e convidar a todos que continuem conosco na semana que vem então um trabal é o capítulo 10 a verdade Libertadora então agradecemos a guardalupe e o Daniel pela presença de hoje um abraço a todos um abraço

nvidar a todos que continuem conosco na semana que vem então um trabal é o capítulo 10 a verdade Libertadora então agradecemos a guardalupe e o Daniel pela presença de hoje um abraço a todos um abraço obrigada

Vídeos relacionados