T4:E04 • Momentos de Saúde • Liberação

Mansão do Caminho 27/01/2025 (há 1 ano) 54:51 172 visualizações

Em mais um estudo da série psicológica de Joanna de Ângelis, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Daniel Campos se debruçam sobre o estudo do capítulo quatro da obra intitulada Momentos de Saúde e de Consciência, em sua primeira parte. Nesse episódio, a autora espiritual começa a apresentar a compreensão do quanto a nossa vida está identificada com padrões que não favorecem a liberação da carga negativa, ao mesmo tempo em que nos mostra como fazer esse processo de liberação e qual a sua necessidade, através da tomada de consciência. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeSaúde #liberdadeespiritual #Liberação

Transcrição

bem-vindo a todos e mais um estudo da série psicológica Joana De Angeles estudando agora momentos de saúde em especial hoje o capítulo 4 liberação conosco a Guadalupe Amaral e Daniel Campos bem-vindos Guadalupe Maral e Daniel Campos por esse momento especial aqui com querida benfeitora Joana de Olá pessoal é sempre bom estar aí com vocês falando mais uma vez sobre essa mensagem da mentora que é infinita em seus ensinamentos Olá amigos que nos acompanha uma grande alegria poder estar aqui com vocês mais uma vez nesse estudo tão importante para nosso enriquecimento espiritual muito bem início ao nosso estudo eh o capítulo 4 é uma continuação né do dos demais capítulos começa com a decisão de ser feliz depois liberdade de escolha fenômenos renovadores Chegamos na liberação então a liberação não deixa de ser um fruto dessa caminhada dessa decisão de ser feliz dessa consciência que estamos sempre escolhendo consciente inconscientemente que a escolha sempre é do self do espírito né E que Então temos que buscar esses fenômenos renovadores para chegar na liberação E aí Joana vai começar a trazer né Toda essa essa compreensão do quanto a nossa vida muitas vezes eh tá identificado com padrões que não favorece essa liberação e ao mesmo tempo como é que se faz esse processo e a necessidade dessa liberação Então eu queria iniciar com vocês com Daniel Guadalupe como que que eles Qual é a proposta né da da Joana quando ela traz então o capítulo 4 liberação e veem nos dar a conhecer essas esses elementos que ela traz aqui no livro acho que pra gente eh iniciar pensando essa questão de que a Joana De Angeles ela é muito clara nas suas colocações Profundas concisas e sempre nos traz elementos muito práticos para que a gente realmente consiga colocar na nossa vida aquilo que ela tá trazendo como importante para nossa evolução espiritual Então se por um lado nós já sabemos como já foi abordado que somos energias pensante que estamos sempre criando por outro lado quando a gente chega aqui na terra e e lê e descobre

evolução espiritual Então se por um lado nós já sabemos como já foi abordado que somos energias pensante que estamos sempre criando por outro lado quando a gente chega aqui na terra e e lê e descobre tudo isso tem essa oportunidade fica muito eh pensando querendo saber mas e agora que que eu faço como é que isso funciona e ela vai a partir desse Capítulo e liberação nos trazendo justamente eh por um lado o quanto eh essas cargas mentais negativas são nefastas são prejudiciais para nosso desenvolvimento Mas por outro lado o quanto nós temos capacidade de nos libertar dela delas de ir liberando essas cargas e saindo desses padrões de comportamento eh por vezes milenares mas enfim que que compulsivamente muitas vezes nós repetimos cada um dentro da sua realidade nos dificultando a caminhada evolutiva Então a partir daí uma primeira coisa que eu fiquei pensando talvez eu me adiante um pouco e a gente retorna mas vou trazer por onde e eu fui é quando ela fala ali na 1 2 3 no quarto parágrafo do ela diz assim submeter-se às reminiscências deploráveis torna-se uma forma infeliz de masoquismo que vitaliza o que não se tem como eliminar embora os recursos de que se dispõe para sobrepô-las E esquecê-las então aí me veio muito o pensamento do quanto que nós estamos realmente vivendo a nossa vida ou nos deixando ser vividos sem nos comprometer com ela sem realmente eh nos colocarmos ali tentando mudar tentando sair desse padrão eh dessas reminiscências e uma última questão paraa gente né voltar a a discutir essa questão da da autocompaixão e dessa dificuldade que a gente diz e que é real né Eh a gente inconscientemente tem força mas conscientemente tem dificuldade mas essa dificuldade que a gente diz que tem e que tenho né de sair desses padrões que a gente vive o quanto e E aí eu trago como mais como uma pergunta do que como uma constatação o quanto ela não tá ligada também ao nosso orgulho no sentido de nós negarmos a nossa sombra pessoal e assim eh colocarmos tudo no lugar de que eh é impossível do ponto de

do que como uma constatação o quanto ela não tá ligada também ao nosso orgulho no sentido de nós negarmos a nossa sombra pessoal e assim eh colocarmos tudo no lugar de que eh é impossível do ponto de vista de autocompaixão a gente sair dali sem ver que a gente também tem eh responsabilidade sobre o lugar que nós estamos né nesse sentido e é interessante guadalup essa questão que tu traz né a a respeito desse ela eu vou vou voltar um pouquinho aqui que ela fala do da essa mensagem que ela coloca né antes do do do capítulo começar ah falando dessa dessa questão de como a as dificuldades que nós atraímos são também treinamentos né pro nosso ah processo evolutivo Ah mas é é importante né que ela Ela traz a uma forma de ler as dificuldades da vida como fatores simbólicos até para que a partir desse externo Ah nós possamos acessar um interno né que é o reflexo dessa dessa sombra ou dessa realidade afetiva Ah mais consciente que nós construímos né ah ela vai vai vai mencionar a questão das dificuldades sociais no sentido familiar e e das interações falando de indivíduos que renascem né em situações conflituosas e outros com situações mais favoráveis como tu mesmo falou guadal como uma questão de fatores que nós mesmos de alguma forma construímos dentro dessa realidade e ela chega a mencionar que às vezes até por pedido né Nós somos inseridos dentro dessa realidade mas que o que eu acho interessante apesar disso tudo essa proposta que ela fala de uma leitura ativa de nos conhecermos a partir desse desse meio social que nós estamos em ser ISO porque ele reflete a nossa vida psíquica né a nós somos colocados de alguma forma eh em vinculação com o inconsciente familiar com a relação familiar porque a aquela constelação de indivíduos ah de alguma forma se atrai como ela coloca e a partir dessa leitura o indivíduo também pode acessar a própria sombra mas não a partir desse acesso de um acesso passivo essa leitura compulsiva da queixa né ou de maldizer Essa realidade que ele acomete eu acho

a leitura o indivíduo também pode acessar a própria sombra mas não a partir desse acesso de um acesso passivo essa leitura compulsiva da queixa né ou de maldizer Essa realidade que ele acomete eu acho bem interessante essa ressignificação que ela traz dessa realidade de sofrimento mas como uma oportunidade que provavelmente né como ela traz de fazer essa leitura de que construir aspectos que não não não me fazem feliz hoje mas eu posso de alguma forma começar a superar A partir dessa dessas ência que me acomete Então ela faz essa proposta de sair dessa passividade né de ficar numa compulsão presa a uma realidade interna ah de um discurso de muita passividade né E até vitimado de de de se identificar com essa realidade quase que esperando alguém para te tirar daquilo né uma uma situação bem bem passiva e ela nos propõe algo mais amadurecido né no sentido de serem sermos mais ativos ah dentro do que ela chama dessa resignação ativa né É É aceitar mas fazer de tudo para transformar é interessante porque a gente pode juntar a tua colocação da Guadalupe e justamente nesse nesse processo que ela vem construindo ao longo de cada capítulo que a liberação é justamente essa tomada de de atitude a partir de uma escolha né porque a gente foi vendo anteriormente que o espírito sempre olend vai ter um momento da série psicológica no autodescobrimento que vai falar do inconsciente cortical e subcortical eu não vou entrar aqui porque a gente vai ter oportunidade de poder estudar depois mais tarde esses elementos que ela traz mas eh na medida que a gente vai eh tudo aquilo que não for trabalhado conscientizado vai caindo no no inconsciente em parte então ou inconsciente é resultado que a gente já conquistou e automatizou como um processo do espírito que daí não precisa passar pelo ego porque o espírito assimilou e aquilo já Brota automaticamente o inconsciente é fruto justamente desse dessa tensão de forças aí né Eh que depende muito da nossa postura ou de um lado a gente fica acomodado na postura de vítima nessa

uilo já Brota automaticamente o inconsciente é fruto justamente desse dessa tensão de forças aí né Eh que depende muito da nossa postura ou de um lado a gente fica acomodado na postura de vítima nessa autocompaixão negativa ou aproveitar as as oportunidades da vida mesmo que eh aquelas que nos desafiam né como uma percepção mais alargada encontrando ali esta oportunidade de aprender de superar e de vencer acima de tudo a si mesmo e essa liberação que o capítulo propõe é justamente isso tomar consciência né do que nos move enquanto atitude interna e E aí ela realmente eh fala disso que a Guadalupe citou né de ficar preso num e identificado né com com esse padrão negativo dear vitalizando esses conteúdos conflitivos disipadores emocionais do passado da qual viraram hábitos em nós né E que e e que não tem como eliminar assim né que eles ficam não só presos no inconsciente Mas eles ficam sendo eh reforçado isso é um padrão neurótico né gente porque neurose é uma compulsão a repetição né então é um um é um dos conceitos de neuros tem vários conceitos de neuros um deles é essa repetição que de que nem num numa imagem popular do cachorro fic correndo atrás do próprio rabo né Ou seja a gente fica no círculo fechado preso em si mesmo né e e e e vitalizando né né Eh e esses processos negativos sem a atitude de eh usar os recursos que cada um dispõe porque Joana ela vai ser bem categórica em vários momentos vai dizer que nós somos filhos de Deus e trazemos o potencial para a felicidade né E que o ser humano tá fadado então a Plenitude há um impulso natural que nos leva a alcançar a nossa realização do self A nossa condição maior que é justamente a perfeição mas eh eh numa atitude infantil da nossa parte né a gente não acredita em nós ficamos presos identificados em padrões antigos e nesse movimento que ela coloca da autocompaixão né dessa identificação negativa com essa infância espiritual prisioneiros Então desse vitimismo dessa pequenez dessa falta de autoestima desse compromisso com o nosso crescimento E aí

da autocompaixão né dessa identificação negativa com essa infância espiritual prisioneiros Então desse vitimismo dessa pequenez dessa falta de autoestima desse compromisso com o nosso crescimento E aí a importância de quebrar com essa atitude né da importância de não ficar preso a esses padrões que geram então aquilo que ela comentou no início essas cargas mentais negativas que acabam desarticulando a saúde física e mental do espírito é isso Gelson acho que que eh explica melhor o que eu tentei colocar aqui quando eh eu vejo essa questão ligada a como tu diz eu eu não quero ou eu não posso né Essa essa questão ligada a ao orgulho A negação da sombra pessoal e a autocomiseração nesses padrões porque seja qual for a questão por vezes nós eh podemos dizer que não conseguimos sair de um lugar por por negar as dificuldades que de uma forma ou de outra estão intimamente ligadas com a sombra pessoal isso tem muito a ver com com o nosso orgulho né de de não admitir que ali tem a nossa responsabilidade por estarmos presos naquele naquele padrão né que que é o que ela tá trazendo aí e E aí ã essa frase que que o Daniel muito muito bem lembrou que inicia o capítulo essa frase eu achei tão linda quando ela diz assim antes de iniciar o capítulo aquela mensagem as pessoas são conforme se comprazem mas eu sou uma busca perene da harmonia então é realmente vivenciar isso e e e volto a essa questão que tu trouxeste de que a todo momento nós podemos escolher né E se se temos essa capacidade enquanto filhos de Deus e e e com todo esse esse potencial a desenvolver me parece que o que falta de novo é o comprometimento é a confiança eh mas o comprometimento com a nossa vida e por vezes a gente delega a nossa vida aos outros e Ah e eu não e eu não fui eh né eu eu não fiz uma viagem porque eu estava isso eu não fui não não tive aquela profissão porque eu estava aquilo tudo ligado a pessoas ou situações e nunca nos colocamos como protagonistas da nossa vida mas sempre como coadjuvantes quando é muito claro

ão fui não não tive aquela profissão porque eu estava aquilo tudo ligado a pessoas ou situações e nunca nos colocamos como protagonistas da nossa vida mas sempre como coadjuvantes quando é muito claro que que na obra divina tanto Joana Jung é muito claro que é quando eu olho para mim me autod descubro aprendo o autoamor o aut perdão que realmente eu estou vivendo aquilo que Cristo veio nos ensinar e até hoje nos ensina eh é importante né quando ela ela coloca aqui logo no no primeiro parágrafo né todos nós de alguma forma já mencionamos isso mas queria trazer um pouco mais a respeito desse primeiro parágrafo quando ela coloca falando como essas essas essas cargas mentais desarticulam as funções psicológicas né Ah nós ah eh de alguma forma Ah nós temos aí a o juízo o pensamento a volição a psicomotricidade uma série de funções psíquicas a própria consciência complexo do eu são todas funções psíquicas né importantes pro desenvolvimento espiritual à medida que nós de segundo Joana né traz a esse hábito né de de alguma forma ah nos identificarmos né Como disse o Gelson com esse lado mais escuro do nosso inconsciente né que é o lado escuro da sombra Como ela mesmo coloca né em em uma da das suas obras que é esse lado mais original Quando nós ainda estávamos em desenvolvimento com energias mais densas né energias ah eh de de um potencial vibratório a ainda como como ela mesmo fala com eram eram ingredientes necessários por algum momento mas que agora num numa psique mais sensível se tornaram ingredientes mais destrutivos né e ela e ela vai trazendo aqui né falando da queixa do ressentimento a ira né que são todas energias em processos né onde a nossa energia espiritual regride a níveis mais originais e são energias que Essas funções psíquicas né ah quando são açoitadas por esse tipo de vibração elas se desarticulam é como se nós tivéssemos um instrumento de corda né sensível e os pensamentos de alguma forma de boa vibração os pensamentos vinculados ao amor conseguem dedilhar Essas funções e

elas se desarticulam é como se nós tivéssemos um instrumento de corda né sensível e os pensamentos de alguma forma de boa vibração os pensamentos vinculados ao amor conseguem dedilhar Essas funções e tirar uma vibração de vida e mantém a o a afinação do instrumento né a essas energias deletérias ou essas energias que por algum momento fizeram parte da nossa jornada espiritual elas são uma mão que açoita a corda com a agressividade isso leva a desarticulação das funções psicológicas e uma desorganização por exemplo nos casos onde nós vemos pessoas ah que fazem quadros depressivos onde é muito comum né a queixa né onde há esses complexos extremamente ativados onde o indivíduo fica muito preso ao passado se queixando demais né fala-se de sintomas psiquiátricos como uma uma pseudodemência depressiva ou seja não é uma demência caracterizada por um processo neurológico mas a o que chume a a ao a o aprisionamento da consciência nas energias do passado vai fazendo um estado nas funções psíquicas semelhante a uma demência no nível neurológico né então é de tal importância que é né nutrir a psique né não não deixar de interagir com essas forças sombrias mas no sentido de interagir de uma maneira ativa para trazê-las ao nível da consciência fazendo consciência e gerando uma postura ativa diante dessas transformações que a sombra nos acomete né nesse sentido aí é interessante né Daniel porque e esses exemplos se opõe a a frase lida pela Guadalupe né que eh eu eu sou uma busca perene de Harmonia né porque na verdade o o universo todo se sustenta na beleza e na harmonia né então porque a na obra perfeita de Deus tudo tem equilíbrio né então quando a gente tá nesse processo eh de cargas mentais negativa tu se opõe a vida tu se opõe a Deus tu supõe a beleza e harmonia mas como a lei Divina ela impõe A Perfeição no sentido que Tudo concorre com essa harmonia o próprio processo de desarranjo Mental é uma tentativa de reorganização em favor da harmonia né então e por isso que a sugera sofrimento

põe A Perfeição no sentido que Tudo concorre com essa harmonia o próprio processo de desarranjo Mental é uma tentativa de reorganização em favor da harmonia né então e por isso que a sugera sofrimento porque e essa esse esse essa nota dissonante né que reverbera negativamente eh ela em algum momento vai ser forçado a cessar e eh corresponder à vibração positiva do universo né Ou seja que é o próprio hálito Divino sustentando toda a vida que existe né Eh então eh de uma certa maneira existe uma dupla tensão aí né uma duplo duplo conflito que é o conflito comigo mesmo né que em função de eu tá produzindo essas cargas negativas como é como tu falaste né esse tipo de queixas patológicas e ao mesmo tempo a vida eh pressionando e tentando me dizer que isso não faz parte da da minha natureza né convidando a gente a reconhecer um movimento em favor da harmonia gerando uma outra tensão também então é uma dupla tensão que existe aí né que é o processo que eu construo comigo mesmo e esse desacordo aí com a ressonância do universo gerando essa tensão que provoca né de um lado eh um embate necessário que é o sofrimento para que eu possa despertar e retomar aquela Harmonia perdida só que eu posso ficar anos aí né E como diz a Joana né Às vezes a gente fica preso ao conformismo Às vezes a gente se nega por algum motivo a querer eh romper com essas amarras negativas seja por medo seja por autoestima baixo seja por revolta seja por não acredita em nós mas como self né a imagem Divina tá aqui ele vai forçar o espírito a superar então isso gera Então essa essa eh tensão de opostos necessária né para conduzir a pessoa a um processo de liberação então Cedo ou Tarde essa liberação vai acontecer ou através de um processo de uma tomada de consciência minha né aonde eu vou assumindo uma postura nova renovado ou da vida que vai forçando drenar esses processos patológicos deren SAS fluida carga eh em favor de liberar forçando liberar essas tensões que ficam no inconsciente que se dão por algum por uma forma escoam de

que vai forçando drenar esses processos patológicos deren SAS fluida carga eh em favor de liberar forçando liberar essas tensões que ficam no inconsciente que se dão por algum por uma forma escoam de aluma forma ou V escoar por um uma doença física ou vão escoar por uma doença psicológica Mas a vida Vai forçar a a liberação dessa carga negativa de uma certa maneira né e é uma grande oportunidade para que se aproveite isso e não Se Produza mais cargas negativas para que a gente fique Atento que que a doença seja física psicológica dificuldade é como tu estás trazendo né Gelson é um aviso da vida é um é um carinho da vida te colocando Justamente a oportunidade de de refazer ali a tua trajetória porque eh como já te ouvi falar em outras vezes e acho muito apropriado são eh possibilidades né oportunidades mas não garantias que a vida traz e eu me pergunto por que que tantas vezes a gente ainda perde essas oportunidades porque essa dificuldade de crescer né e e me lembro da frase do Jung que que traz que que que toda essa questão até que aceitação de si mesmo é a essência do problema moral então toda essa questão que Jung traz como eh aceitação de si mesmo e Joana trá da mesma forma como aceitação de si mesmo autodescobrimento é nos trazida por por espíritos de grande Lucidez e e de grande facilidade de nos colocar isso em palavras para que a gente entenda eh então onde é que a gente se perde né e é mais do que o momento da gente crescer porque e vem dor vem sofrimento mas que a gente entenda que que é o nascimento de uma nova consciência e aí vem iung Joana que trazem que a gente reencarna que a gente está aqui para ampliar a consciência mas que é um parto dolorido que é uma imagem que eu acho linda quando Joana traz porque ela ela é muito ilustrativa do que acontece tem a dor do parto mas nasce ali uma criança né então nasce algo muito bom dali mas a gente precisa passar por essa dor mas isso depende de nós ela vai dizer né de cada um de nós é uma decisão interna né

a dor do parto mas nasce ali uma criança né então nasce algo muito bom dali mas a gente precisa passar por essa dor mas isso depende de nós ela vai dizer né de cada um de nós é uma decisão interna né Guadalupe por isso que ela vai dizer que ninguém ninguém poderá nos ajudar se a gente preferir essa a Piedade né essa atitude de de auto compaixão de ficar com pena eh uma pena desqualificados mesmos que daí não tem como eh fazer um processo de superação de liberação a gente assumiu esse lugar essa esse esse lugar assumido né Eu acho muito interessante que ela pede a uma vigilância né ah que muitas vezes ISO isso tem origem né até na nas pragas familiares né nos vaticínios que a família faz em relação ao nosso futuro né Ah isso é muito forte né porque nós temos aí a a força da palavra né a a a força do verbo e que muitas vezes nós crescemos e passamos por núcleos familiares onde muitas vezes a eh tem essas essas maldições né de pai de mãe que muitas vezes acontece e que isso acaba nos levando à identificação com esse lugar de estagnação né ah eu me recordo tem um tem uma obra do André Luiz né narra a história de um jovem que fazia uso de álcool e o pai ele brigava muito com o pai porque o pai pedia para que ele parasse de beber e ele ah certa feita chegou à casa alcoolizado e tal e encontrou o pai foi receber ele na porta e eles tiveram uma discussão ele acabou se exaltando e deu um tapa no pai Se não me engano na obra na raiz e o pai ah ah falou ah você é um filho ingrato você vai morrer com seu braço vai ficar seco tá você vai ficar com o braço seco e ele saiu dali desesperado se sentido culpado que tinha batido no pai foi atropelado e desencarnou naquele mesmo dia lá e ele foi para pro plano espiritual né o a espiritualidade encontrou ele numa situação de Sofrimento ah numa região de sofrimento e o eu tava o André Luiz com outros espíritos Gui F que perguntaram a história dele né E disse que ele tava da com com foi encontrado ali naquela situação ah por conta dessa da da da

ião de sofrimento e o eu tava o André Luiz com outros espíritos Gui F que perguntaram a história dele né E disse que ele tava da com com foi encontrado ali naquela situação ah por conta dessa da da da força hipnótica da palavra paterna né de ter jogado meio que essa essa maldição em cima dele então ele tava ali naquela condição com o braço a a pai exatamente como o pai descrevera né naquela nesse vaticínio que o pai arremessa para ele o André Luiz fala vamos dar um passe né nele vamos vamos tentar reequilibrar trazer o braço dele de volta né aí a entidade fala a gente pode dar o passe o braço dele vai ficar por um tempo bom mas logo de imediato vai voltar porque ele tá preso nisso né virou um aprisionamento através desse processo de culpa né o braço dele vai ficar só ele pode se liberar desse braço só ele pode sair dessa dessa dessa postura que colocou ah como esse vino paterno que encontrou uma mente suscetível em razão dos processos automáticos da culpa né então nós somos assim né quantas vezes nós não não passamos por núcleos familiares onde a essa essas falas não acontecem para nós né e muitas vezes isso se torna tão forte que essas personalidades vão ganhar campo né E vão nos paralisar caso nos fiquemos identificados com elas né então são os nossos testes né de superação dessa realidade interna que precisa ser vencida né e é força da família né e a força também do meio social que muitas vezes frente uma uma um indivíduo frágil emocionalmente ou com culpa acaba assumindo a personalidade do mundo né que o mundo impõe as imagens que o mundo impõe e não aquilo que eu sou e por isso que a Joana ela é categórica né e afirma sabes que não és o os de que te acusaram né de poder realmente romper com essas imagens que o mundo tenta te impor ou projetar em você e que às vezes a gente acaba assumindo ou papéis ou padrões emocionais ou eh sentimentos né que que equivalem a essas imagens que o mundo eh nos jogou nos impôs de uma certa maneira então Eh romper para romper com

s a gente acaba assumindo ou papéis ou padrões emocionais ou eh sentimentos né que que equivalem a essas imagens que o mundo eh nos jogou nos impôs de uma certa maneira então Eh romper para romper com isso é importante justamente eh trabalhar essa fragilidade emocional né E poder realmente assumir o teu poder a tua potência espiritual isso equivale ser dono de nós mesmos né O que que eu quero o que que realmente eu sou né E poder fazer uso da tua vontade né o uso do teu poder interno e se posicionar puxa quem quem diz que eu quero ser isso quem diz que eu sou isso né E poder realmente e ir combatendo né rompendo essas amarras que tentam te aprisionar mas muitas vezes está tão arraigado e tá tão inconsciente que a pessoa nem se dá conta é natural para ela ser aquilo né E aí ela fica presa condicionada a um jeito de ser e nem nem se conhece nem sabe quem ela é eu gosto muito da frase do Bonaventura e a nossa maior liberdade é assumir o nosso destino e tem um tanto a ver com isso porque eh a gente tem essa enquanto homem né Essa ânsia de ser livre da liberdade e se confunde muito nisso eh dentro dessas questões de de que nós estamos conversando hoje e e se resume muito a isso porque quando a gente assume o nosso destino assume quem é né mesmo que vá se descobrindo não se define a partir dos outros e se e se vê realmente aqui dentro da nossa conversa né levando Jon De Angeles Como Um ser espiritual nós nos tornamos seres Livres mas para isso é preciso que a gente comece se percebendo a partir da realidade do ser espiritual que somos a partir de uma realidade onde o ego tem essa importância eh Com certeza né Eh substancial Para nos trazer a luz da consciência essas questões mas com essa humildade de entender que existe um ser maior tanto a a unidade que nos ree enquanto divindade como o espírito Imortal que nós somos e ela traz essas ela ela fala bastante dessas questões familiares nesse nesse capítulo nessa segunda parte e como isso isso é é importante que a gente entenda

ade como o espírito Imortal que nós somos e ela traz essas ela ela fala bastante dessas questões familiares nesse nesse capítulo nessa segunda parte e como isso isso é é importante que a gente entenda no sentido de vivenciar porque a teoria nós sabemos né de de de pedir para estar nesse lar de pedir para refazer eh Laços que que de alguma maneira a gente se equivocou ou mesmo não se equivocando a gente quer ali eh viver melhor dentro da lei do amor mas quando chega esse momento e nós estamos onde precisamos onde merecemos E pela misericórdia divina Então temos essa oportunidade ah a gente se perde bastante né então é é essa consciência de entender que aquilo que tá ali é uma forma de eu me experimentar enquanto ser espiritual e e e operar em favor do amor da União onde todos tê eh compromisso uns com os outros é é muito é muito muito importante paraa liberação desses padrões né no livro que ela tem constelação familiar ela fala muito sobre aborda muito esses assuntos de família de uma forma muito bonita muito profunda e ao mesmo tempo muito fácil de entender eh mas é preciso que a gente realmente vivencie isso né vivencie entendendo que que não não existe erro né porque na hora do testemunho como a a gente fala Eh aí parece que tudo fica difícil parece que o problema é do outro parece que né então então realmente e acho muito bonito o jeito que ela traz porque ela diz assim problemas existem para ser solucionados as dificuldades são testes para desafiar os valores latentes do conhecimento da capacidade de luta de cada um então esse comprometimento com a vida é um comprometimento com a do amor né e é é psicologia do sal né Guadalupe a acho bonito como ela trás é É acho que eu tô te ouvindo lembro da psicologia do sal que são coisas que não tem como não vivenciar quer dizer e essa vivência é necessário para extrair o sal da nossa vida justamente né que o sal é o resíduo que sobra né o sal da sabedoria da Sapiência que dá sabor à coisas e o sal tá no nosso sç e lágrimas n Então as

vência é necessário para extrair o sal da nossa vida justamente né que o sal é o resíduo que sobra né o sal da sabedoria da Sapiência que dá sabor à coisas e o sal tá no nosso sç e lágrimas n Então as experiências fortes emocionais que literalmente são de sangue suar e Lágrimas que vão justamente TR a nossa experiência subjetiva Então isso que falou tem que ser vivenciado são coisas que não tem a não tem como fugir da vida né a gente quer uma vida doce e sem sem conflito mas a a gente não produz sal e aí Jesus fala você sois o sal da terra terra né então esse sal é é é um é é fruto dessa caminhada daquilo que é de mais profundo em nossa alma e que resulta dessas experiências de dor e de Sofrimento né Sem sofrimento sem sal sem sofrimento sem dono não há sal e aí o sal tem tanto o caminho da sabedoria Yung vai dizer né da do da Amargura né onde ou da Amargura do ressentimento que ela fale fala do ressentimento aqui ou o sal demais né que vai dar o ressentimento fic preso na tua dor na queixa na culpando o mundo sentindo vítima Daí vem o ressentimento vem a mágua daí é muito sal né que fica corrosivo né o sal negativo da Amargura ou o sal da sabedoria e un vai dizer onde tem sabedoria não há amargura e onde tem amargura não há sabedoria então é exatamente quer dizer a vida não tem como eh nos tirar dessas questões que são fundamentais e tá ligado com a lei de causa efeito do nosso passado é nós que temos que temperar né a experiência para que a gente possa extrair dela e de nós mesmos esse sal positivo e saber então qualificar a experiência tirando o melhor proveito e não ficando inundado dessa amargura que nos leva então a a petrificação da nossa alma né A infelicidade do nosso ser e e isso é realmente é é de novo uma escolha de cada um Ah é tanto né que a a Joana Coloca essa essas duas visões né uma uma visão Ah estagnante mais ligada ao patológico né um uma uma visão mais de identificação mais de um destino inevitável né de uma maldição de um vaticínio que é esse

ca essa essas duas visões né uma uma visão Ah estagnante mais ligada ao patológico né um uma uma visão mais de identificação mais de um destino inevitável né de uma maldição de um vaticínio que é esse caminho de considerar a dificuldade como fim né da da questão de de ah colocar aquilo como um destino inevitável ou de fazer essa avaliação da vida né como ela traz aqui a partir de um teste né dessa questão desse teste como tu mesmo traz néon de de olhar essa dificuldade como parte dos tempeiros né que vai fazer parte desse atrito com a vida para que eu possa desenvolver uma potencialidade interna né É claro que existem situações contingências extremas né como a própria Joana fala H processos expiatórios insuportáveis né mas todos eles de uma forma ou de outra né vão lapidar a nossa existência para um fim que não não é que com certeza não é a esse lugar da angústia né essa esse lugar sem saída né Na realidade é um a essa queixa o ressentimento essa essa falta de Sabedoria como o Gelson falou é um empobrecimento que falta criatividade para achar saídas né dentro desses processos e o indivíduo estaciona dentro dessa realidade peso em um destino inevitável né dentro dessa realidade ela pede para que avaliemos isso como um teste para o desenvolvimento de potências né a angústia disse o k é humana todo mundo vai sentir o que a gente não pode deixar de de acontecer conosco é o desespero né da Nel então um pouquinho de angústia é natural a gente ter frente uma ansiedade um um uma incerteza né um momento de provação difícil mas não cair no desespero n né O que o desespero é a perda da conexão com as minhas forças internas da confiança em mim e no pai né então é isso que a gente não pode deixar que aconteça né E também essa decisão de ser feliz que Jona tanto tão bem coloca né de gente almejar o melhor de gente confiar no amor do pai da gente poder se sentir merecedor das coisas boas da vida isso em vários momentos ela vai trazer para nós também e e ouvindo vocês agora nesse final

e almejar o melhor de gente confiar no amor do pai da gente poder se sentir merecedor das coisas boas da vida isso em vários momentos ela vai trazer para nós também e e ouvindo vocês agora nesse final eh eu eu lembrei muito da no semeador de estrelas do de um dos episódios que a Sueli calda schuber conta daquela de uma mulher isso a gente vai pro âmbito familiar que tinha umaação eh conjugal mais difícil até que resolveu então Eh cometeu o suicídio e e ia matar o filho junto né para não sei se vocês estão conseguindo me ouvir gente sim sim tá E daí ia né tirar a vida também do filho como Vingança do marido e daí ele atravessa o filho atravessa a rua ali né na na Praia do Farol se eu não me engano na Bahia e solta da mão atravessa a rua e quase é atropelado e e ela se incomoda muito com aquilo né puxa a mão dele enfim quando vai vai vai eh puxar o menino né a criança encontra então o papel com parte de uma mensagem do Marcos Prisco né Marco Prisco né E que acho que tem muito a ver com isso com essas questões familiares não tanto ã e com desespero e com e e é muito linda essa história convido quem não conhece a relena semeador de estrelas e aí eu trouxe a partezinha ali do do poema que diz num minuto a apenas A tormenta Calma a dor passa o ausente chega o dinheiro muda de mão o amor parte a vida muda então isso é um chamamento paraa gente viver o minuto em toda a sua intensidade e beleza e ao mesmo tempo os minutos difíceis entender que em um minuto tudo passa Hum e e a J fala uma questão importante em cima disso na Guadalupe que é começa agora o o novo processo de tua vida né então e eh e aí tem uma uma um uma máxima da Psicologia arquetípica que diz começa da onde você está Então em vez de ficar presa no passado ficar olhando para trás com a mulher de Ló que se transforma numa estátua de sal começar da onde a gente tá né começar a aqui não querendo fugir da minha realidade né porque o que eu tenho é é o que eu conquistei até agora então nem mais nem menos então é com isso que eu tenho que

começar da onde a gente tá né começar a aqui não querendo fugir da minha realidade né porque o que eu tenho é é o que eu conquistei até agora então nem mais nem menos então é com isso que eu tenho que contar mas me oportunizando né Como diz dar uma oportunidade a si mesmo de provar o que eu possuo né E como eu posso conseguir né produzir conquistar novas possibilidades da minha alma Então eu acho que é isso que é importante né então no minuto tempestade no outro minuto já tá a bonança né da gente poder começar da gente tá acreditando que tudo passa e operando A partir dessa realidade do presente em favor do nosso futuro porque é construída aqui e agora independendo do que eu fui independendo do que eu fiz independ do que aconteceu comigo independente do que a família ou mundo jogou em cima de mim neste momento e Existe uma grande questão que cabe em mim o que que eu quero da minha vida o que o que eu decido de mim para onde eu vou a partir de agora o que que eu faço com isso E aí que realmente que começa então essa oportunidade né de poder se liberar do passado e a partir dos recursos mais ou menos né limitados ou não que eu carrego eh me situar né se eu tô perdido tem que me situar E aí a partir de eu me situando começar a caminhar dentro das minhas possibilidades porque tudo provê em favor da vida e a vida é um convite para Recomeçar e tudo é no no movimento da vida né na mensagem de Deus para conosco em qualquer circunstância em qualquer situação um um caminho de regeneração né de poder realmente eh superar e e e encontrar esse esse per curso que nos leva daí a paz a felicidade e a realização de nós mesmos mas isso depende Então dessa atitude interna da resolução interna de cada um E E lembrando que esse embate interno eh ess de forças ele também é externo no sentido de que no momento em que eu eu vou decidindo e vou eh reconectando a minha onda de pensamento eh eu também vou me conectando com outras energias que me auxiliam né então é tudo muito interligado e de

de que no momento em que eu eu vou decidindo e vou eh reconectando a minha onda de pensamento eh eu também vou me conectando com outras energias que me auxiliam né então é tudo muito interligado e de uma forma muito positiva se a gente se permitir eh caminhar por esse local de dessa decisão de ser feliz Hum como traz Joana Ah E a e aí importante né que diante de toda essa essa proposta que ela ela apresenta de liberação ela fala que isso não pode ser transferido né que é uma responsabilidade nossa né Essa libertação essa liberação né Eh eh somos nós mesmos nos liberando da nossa realidade compulsiva inconsciente dessa realidade ah repetitiva né Ah dessa realidade de aprisionamento é um compromisso conosco né diante dessa proposta de modo a ressignificar para que as nossas as não só as reencarnações né que são uma força dentro do inconsciente que afeta muito a vida consciente mas em especial também a nossa vida atual né Como o próprio j falou a vida de agora que tem toda a nossa história familiar Ah e que em razão da nossa imprevidência pode nos defir caso nós sejamos eh imprudentes conosco né imprevidentes com a nossa realidade Então essa liberação só cabe a nós fazer né não não não há uma busca né no sentido de alguém externo o próprio Jesus né ele ele tá apresenta a sua a sua proposta seu evangelho de libertação da humanidade Ah mas sempre nos devolvendo a condição de de artífices né Desse reino né que cabe a nós construir nessa realidade Então essa libertação passa por essa transformação afetiva essa mudança de consciência de se relacionar com a vida a partir de um novo olhar né esse esse olhar ativo esse olhar da troca de empregar a vida a partir de um de uma de uma relação otimista e no sentido de olhar essas dificuldades como grandes processos de transformação Ah que vão nos conduzir sempre quando eles se apresentarem há uma oportunidade de reflexão sobre nós mesmos né do que nós precisamos drenar dentro da nossa realidade espiritual para que nos elevemos a uma situação de maior nível

re quando eles se apresentarem há uma oportunidade de reflexão sobre nós mesmos né do que nós precisamos drenar dentro da nossa realidade espiritual para que nos elevemos a uma situação de maior nível de consciência é por isso que eu acho tão bonita essa frase no final né que ela diz Experimenta o prazer de Reconstruir o teu futuro o prazer né gente então aí que tá né Eh parece que que reconstruir é uma coisa pesada difícil mas não é um direito né e é uma oportunidade amorosa de Deus e é um prazer para quem qu quia assumir esse lugar né E por iso se tornar essa pessoa ditosa como Joana coloca Então em vez de ficar na na lama né Prisioneiro do passado da enfermidade da da escuridão da tua da sombra interna esse prazer né de Reconstruir como um sol que brilha né que depois de uma noite né ele surge no horizonte trazendo o novo amanhecer para nós né então a vida sempre é essa eh esse novo amanhecer a cada dia a cada momento eh que a espera dessa reconstrução e de ter essa autoestima esse valor próprio né Essa dignidade né e superar a culpa nesse processo que Jona coloca do aut Perdão né do poder de uma certa maneira se aceitar e procurar o melhor de nós e o melhor da vida para fazer esse caminho de reconstrução que ela propõe aqui para todos nós prazer de viver a própria vida ao invés de viver uma vida ilusória né uma vida eh de faz de conta então isso realmente acho muito bonito o jeito que ela traz ou a vida dos outros né Guadalupe tu fica ou tu fica eh buscando migalhas e vivendo emocionalmente eh condicionado imitando o mundo outro fica vivendo a vida dos outros falando mal dos outros né se ocupando com a fofoca com eh o interessado na história do outro em vez de cuidar de si né então de uma certa maneira o que a Jona propõe que a gente possa cuidar de nós mesmos vamos deixar de lado a vida dos outros vamos deixar de lado também que o mundo espera de nós Enquanto essa visão ilusória que muitas vezes colocam ou que eles projetam enquanto aquilo que é melhor e vamos nós apostar eh naquilo

dos outros vamos deixar de lado também que o mundo espera de nós Enquanto essa visão ilusória que muitas vezes colocam ou que eles projetam enquanto aquilo que é melhor e vamos nós apostar eh naquilo que a gente realmente acredita né que são os valores espirituais que essa visão alargada que o espiritismo nos coloca dessa vida imortalistas da reencarnação dessa visão realmente do espírito né que transcende a matéria sobrevive Ao corpo e tá nessa jornada maravilhosa se experimentando aqui na carne com uma forma de se reconhecer de superar e conquistar si mesmo então esse é é esse convite da benfeitora né e e e nesse sentido eh ela eu reforço assim que ela coloca no capítulo né de eh superar essa autocompaixão até algumas pessoas até já me comentaram mas autocompaixão não é boa Gelson não é uma coisa um sentimento Positivo né existe até um sentido positivo pela autocompaixão tem uma psicóloga Christian eh ni nef que fala da autocompaixão com lado positivo de aceitação de ser gentil consigo mesmo de ser de ter uma tensão sem julgamento mas não é dessa autocompaixão que está falando aqui autocompaixão no sentido clássico da palavra né Eh no dicionário que Joana usa que essa visão negativa da autocompaixão como essa a esse se acomodar e ficar nesse processo aí fechado em si mesmo se comadec indo se penalizando e e e vivendo essa faixa né negativa de comodismo de coitadismo né que que que acaba sendo um tipo de morte psicológica né de de ficar preso numa inconsciência que não gera transformação que não gera essa liberação que Joana coloca aqui eu eu não vou lembrar da frase do do drumon para trazer mas te ouvindo eu Lembrei de quando ele fala do teatro né que daí quando a gente vai ao teatro a gente fica ali vendo a vida sem viver a vida então tem um pouco a ver a ver com isso também né Eh estavas falando né que não adianta ficar só como espectador de um teatro tem que est ali no palco mas vivendo a sua vida é por isso que ela categora que ela fala experimentar né o o prazer de

ém né Eh estavas falando né que não adianta ficar só como espectador de um teatro tem que est ali no palco mas vivendo a sua vida é por isso que ela categora que ela fala experimentar né o o prazer de Reconstruir ou seja não é é com a cabeça não olhando a vida passar não é fugindo da realidade mas experimentando a realidade assumindo a coragem de viver para poder realmente fazer esse esse caminho da reconstrução ess caminho do reencontro esse caminho da reconexão com a tua essência da Qual tu se perdeu Em algum momento da tua vida fica o convite né pra gente poder ler e reler né que cada vez que a gente lê eh Joana mais algo surge aos nossos olhos de tomada de consciência de compreenção a o universo dela é sempre muito rico de possibilidades de significados então eh São capítulos que merecem né Eh sempre novas leituras é uma leitura eh reflexiva parar meditar e beber né dessa fonte maravilhosa que ela nos oferece aqui muito bem então a gente agradece a todos que estão compartilhando conosco desses momentos preciosos um grande abraço a todos Obrigado Guadalupe Obrigado Daniel e até então o próximo encontro

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