T3:E25 • Grilhões Partidos • Comentários Oportunos

Mansão do Caminho 13/08/2023 (há 2 anos) 1:10:45 2,507 visualizações 341 curtidas

» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 03: Grilhões Partidos (Philomeno de Miranda) • Episódio 25: Comentários Oportunos (capítulo 22) » Host: Gisele Risso Coordenadores: Lincoln Barros e Marcelo Netto

Transcrição

Olá, queridos amigos, queridos irmãos que nos acompanham nos estudos do dos livros de Manuel Filomeno de Miranda, psicografados pelo médium Divaldo Pereira Franco. Nós do grupo de estudos online Sueli Calda Schuber, saudamos a todos. É uma alegria imensa estarmos aqui novamente para mais uma noite, mais um dia de aprofundamentos tão importantes. Conosco hoje temos a presença dos nossos queridos amigos irmãos Marcelo Neto e Lincol Barros. Antes então de iniciarmos o capítulo 22, gostaríamos de convidar a todos para que nos uníssemos em oração. Amado mestre Jesus, queridos amigos e benfeitores que coordenam este grupo de estudos. Agradecemos por estarmos aqui reunidos em nome de Jesus para aprendermos essas lições tão valiosas que mudam completamente a nossa visão sobre a vida. Gratidão ao mentor espiritual Filomeno de Miranda, a nossa querida Sueli Calda Schuber, ao médium Divaldo Franco por nos permitirem conhecer essas verdades. Inspira-nos, Senhor. Abençoe cada coração aqui reunido. que nos nossos lares possamos encontrar a presença de Jesus através do amor e da fraternidade. S conosco, mestre querido, e que assim seja. Então, conforme nós havíamos comentado, nós vamos trazer o resumo antes de passarmos a palavra para Marcelo e o Lincolo, do capítulo 22. intitulado Comentários oportunos. Então, Filomeno de Miranda inicia o capítulo nos trazendo a pergunta 410 de O livro dos Espíritos, a qual nós recomendamos a leitura. E aí então Filomeno vem narrando que no dia seguinte os membros daquele grupo que participaram daquela exitosa reunião, conforme havia previsto o próprio instrutor espiritual, traduziram as suas impressões de maneira diversa. Então, cada um daqueles que participou daquela reunião em desdobramento através do sono, lembrou deixou de lembrar com riqueza de detalhes ou vagamente a respeito do que havia acontecido, como nós vimos no capítulo 21. E o casal Santa Maria diz Filomeno de Miranda, não se recordava de detalhe nenhum, mas eles sentia uma disposição interior, um

amente a respeito do que havia acontecido, como nós vimos no capítulo 21. E o casal Santa Maria diz Filomeno de Miranda, não se recordava de detalhe nenhum, mas eles sentia uma disposição interior, um entusiasmo, um otimismo diferente. O coronel Sobreira, a sua a sua por sua vez, ele acreditava que ele havia dialogado com o venerando espírito de Bezerra de Menezes e que havia preciosos informes sobre o tratamento de Ester, e que as imagens difusas na memória pareciam prestes a tomar contorno, mas acabavam se diluindo. Ele queria lembrar. Ele parecia querer captar, mas acabava diluindo a lembrança. Já Rosângela, por sua vez, acordou com a presença de Estter vigorosamente assinalada na nas na lembrança nas na véspera e dentro dentro dela ecoava com feição diferente da atual. e não obstante sabia que se tratava dela. Quando ela chegou então ao hospital, depois de despertar e tentar se recordar daquele aparente sonho, ela imediatamente foi até o pavilhão e pediu para que a enfermeira chefe pudesse permiti-la se aproximar da moça que estava ainda no leito em demorado cismar. E aí então ela vai até Estter, saúda a concalidade e a gente ele vai dizer que começam a perceber que Estter responde com breves palavras, apresentando os olhos grandes, imersos em lágrimas, que desapareceu a expressão daquela ferocidade e ela então voltava a ser uma jovem assustada, arrojada a um singular local e sem maiores explicações. E aí então Rosângela pergunta, estimulando Ester ao diálogo, se sente melhor hoje? Note como o dia lá fora está claro, não quer falar? E a Ester diz: "Sim, sinto-me confusa, cansada, tenho medo. Tudo isso parece um pesadelo. Eu sairei daqui? Será que algum dia sairei daqui?" E Rosângela responde: Claro, muito em breve. Você está realmente melhor. Necessidar-se, alimentar-se, a fim de alegrar os seus pais. E ela redargui, tenho pais. Se tenho, por que que eles não vêm me visitar? Você os conhece? Eu só me lembro de um homem desejando me matar. Logo depois, ele se transforma num jovem

egrar os seus pais. E ela redargui, tenho pais. Se tenho, por que que eles não vêm me visitar? Você os conhece? Eu só me lembro de um homem desejando me matar. Logo depois, ele se transforma num jovem muito belo, luta com um padre perverso e eles vão me matar. Eu tenho medo. Acuda-me. E Ester, então, combalida pelas contínuas lutas com a mente avalada. Ela se esforça para arregimentar as lembranças e aí então ela divaga e por momento ela volta a perder o contato com a realidade. A Rosângela tenta então acalmá-la, sugerindo ideias agradáveis e intimamente não tenho não teve dúvidas. Ester estava recobrando a lucidez. A noite, então, após a sessão de estudos doutrinários no Centro Espírita, o coronel Santa Maria convida Dr. Albuquerque, Rosâela, o casal Sobreira e o médium Joel para que tomem um lante em sua residência e também possibilitando assim que possam trocar as impressões da noite passada, aqueles acontecimentos todos. E aí, então assim, chegando no lar do Santa Marias, depois do chá, o coronel vai expor, né, que ele consciente do que lhe cumpria fazer, necessariamente informado da localização da dona Abigail e da e de Josefa, as familiares de Matias, que nós estudaremos com mais profundidade no próximo capítulo, ele pretendia ia visitar a cidade do Salvador, onde elas residiam, para que pudesse haver uma tentativa de fazer algo em favor das duas. E aí o benfeitor coloca, né, as suas o seu diálogo dizendo que ele continua dizendo que orando naquele dia, ele havia resolvido confiar na inspiração dos bons espíritos. face a decisão a tomar no momento próprio e receva não ser bem compreendido. E isso estava afligindo o seu coração como se fosse uma conspiração contra os seus planos. Ele desejava ir até Salvador, mas algo intimamente dele ainda não estava bem resolvido. Ele estava aflito. Então, queria o conselho daqueles amigos para com o melhor bem proceder. E aí reforça na sequência o coronel Sobreira que o essencial eram os propósitos de amizade e de cooperação,

Ele estava aflito. Então, queria o conselho daqueles amigos para com o melhor bem proceder. E aí reforça na sequência o coronel Sobreira que o essencial eram os propósitos de amizade e de cooperação, que ele fizesse o melhor, desse o melhor de si e que confiasse nos desígnios divinos. Joel, o médium, por sua vez, corroborando a fala do coronel, disse que ele tem razão, que era natural que ele sentisse esse receio, que ele se sentisse inseguro e que também as as duas eh receassem receber a sua visita. Afinal, ele era um estranho. E aí ele diz assim que parecia a que a a honestidade que o caracterizava iria persuadir ambas, mas não imediatamente. E isso era perfeitamente normal. E que no caso delas, Joel cria que ele também agiria da mesma forma. Então ele disse, "Além disso, caro coronel, como está informado, não vai agir sós, dando a ele o conforto no sentido de que os mentores espirituais estavam conduzindo todo aquele trabalho de reconciliação, de reajustamento perante as leis divinas." E aí, por sua vez, dona Margarida se dirigindo ao médium Joel, pergunta: "Recorda-se o amigo das ocorrências da última noite? Poderia o irmão, mais treinado em tarefas de tal magnitude esclarecer-nos algo?" Eles estavam todos com aquela sensação de que algo diferente havia acontecido. E ninguém melhor do que o médium Joel para poder explicar um pouquinho, afinal de contas, o que foi que acontecera. E o abençoado então servidor, procurando coordenar as ideias, vivamente inspirado por Dr. Bezerra de Menezes, que participava espiritualmente do encontro, fez um resumo feliz, apresentando a correlação dos fatos, aclarando os pontos obscuros, narrando as experiências infelizes dos envolvidos naquela questão. E quando ele concluiu, havia um bom humor geral. E a Rosângela então pede permissão para relatar do seu encontro com Esté. Os pais naturalmente receberam a notícia com lágrimas e júbilo. O médium Joel, traduzindo com fidelidade as palavras de Dr. Bezerra, sugeriu que Estter fosse transferida

atar do seu encontro com Esté. Os pais naturalmente receberam a notícia com lágrimas e júbilo. O médium Joel, traduzindo com fidelidade as palavras de Dr. Bezerra, sugeriu que Estter fosse transferida daquele freno em que se encontrava para um hospital. que pudesse receber a assistência geral, ajudando-a no restabelecimento da saúde e que quando o coronel retornasse da viagem sugerida pelo emissário espiritual, seria a oportunidade para trazê-la de volta ao lar definitivamente. A medida, então, agora era providencial para que ela pudesse se desintoxicar daqueles fluidos deprimentes do lugar onde ela estava. quase já sem medicação própria. E as atividades espirituais estavam atuando ao seu benefício, assim como a benefício de Matias. E a emoção então incontando dos genitores da enferma foi comovedora e se generalizou para todos os presentes encarnados e desencarnados. O pai da moça, então, com a voz embargada, exclama: "Louvado sejais, meu Deus! Raia novamente o sol em nossas vidas, de sombras e de dor. Já não esperávamos essa aventura acostumados como nos encontrávamos ao rigor da lei. Não temos palavras para vos agradecer. Joel igualmente de todos, porquanto ali todos se irmanavam na conjugação do verbo ajudar, arrematou. Asevera nosso benfeitor, que a lei é sim de justiça, mas que a justiça de nosso pai se chama amor. Desde que os participantes da terapêutica do mergulho no passado não iriam guardar lembranças, argue agora o benfeitor espiritual Filomeno de Miranda. Por que a presença deles? E aí o benfeitor esclarece Miranda, dizendo assim: "Nenhuma experiência, mesmo as não recordadas, se perde em nosso cabedal de aquisições pessoais". O importante, no caso, não é recordar o erro, mas libertar-se, expulsando o débito praticado dos painéis da alma. Os assuntos perniciosos que são sepultados sem a elucidação que os anula. ressurgem quando menos se espera em forma de ansiedade, frustração, receio ou insegurança. As impressões do ódio quando sufocadas, por falta de oportunidade de serem

dos sem a elucidação que os anula. ressurgem quando menos se espera em forma de ansiedade, frustração, receio ou insegurança. As impressões do ódio quando sufocadas, por falta de oportunidade de serem diluídas no amor, geram enfermidades que afetam o corpo e a mente. Procedendo ao ressumar das lembranças, programamos uma psicoterapia de grupo, realizando uma catarse verbal com que desarmamos as ciladas da ira e despindo as personagens da bendita, cujos braços fortes são a traição e a sombra. E mais adiante, então, depois de narrar a passagem de Jesus com Zaqueu, ele arremata que os atos são nossos benfeitores ou perseguidores cruéis e que é imperioso que nós nos libertemos do mal existente em nós ao preço da honesta reabilitação, fazendo nossos amigos recordarem-se das causas anteriores. que os afligem hoje, propiciamos-lhes o ensejo de enfrentarem uns diante do dos outros, sem ardilosidades nem desculpmos vulgar, aquilatando cada um a utilidade de conduzir ácido e lodo nos nos depósitos da alma, queimando-se e manchando-se eles próprios inicialmente. A recordação total, no entanto, para alguns na esfera física, não treinados para a vida nos dois planos, simultaneamente consistiria aflição e distonia desnecessárias. Daí a misericórdia do Senhor, facultando o esquecimento. E por fim, então, arremata Filomeno de Miranda, que enquanto se procedia à execução dos planos futuros com a família de Matias, este foi totalmente desvinculado do psiquismo de Esté e mantido em tratamento cuidadoso de adaptação à nova fase no próprio Centro Espírita, onde igualmente em caráter precário, se alojavam outros necessitados. em processo de urgente recuperação, como nós estávamos falando anteriormente, um capítulo curto, mas profundo, repleto de informações e ensinamentos para todos nós. Então, agora nós iremos passar a palavra pro Marcelo, que vai nos conduzir o aprofundamento inicial. Marcelo, seja mais uma vez muito bem-vindo e a palavra está contigo. Muito obrigado, Gi, nossa Gi, nossa

, agora nós iremos passar a palavra pro Marcelo, que vai nos conduzir o aprofundamento inicial. Marcelo, seja mais uma vez muito bem-vindo e a palavra está contigo. Muito obrigado, Gi, nossa Gi, nossa Gisele, que trouxe com maestria este capítulo nestes comentários tão oportunos. Eu te escutando e lembrando das leituras que fiz, a gente parece que vai vivendo quanta coisa importante foi trazida por você e por Miranda neste capítulo número 22. E a parte que talvez me cabe eh me caiba para poder fazer alguns tipos, alguns comentários e que foram separadas aqui e pensamos em três aspectos específicos. Quando o coronel Santa Maria traz aquelas referências relativas a vida e à morte, ou seja, que vida é essa com as múltiplas possibilidades de reajuste nestas situações que se mostram sempre oportunas, quando Deus nos dá a oportunidade de renascer e talvez Talvez possamos trazer aí a pergunta 171 do livro dos espíritos, quando Kardec fala a respeito de em que se baseia o dogma da reencarnação? E os espíritos respondem na bondade divina, porque um pai soberanamente bom e justo nunca fecha a porta para um filho, para uma alma que verdadeiramente se arrependeu. E lembrando aí o que que a nossa GI trouxe quando esse quando o coronel Santa Maria nos traz a respeito, e eu trouxe aqui na tela, a respeito desta fala, em verdade não há mistério de qualquer natureza separando a vida da morte, né? Ele coloca que é uma continuação, ou seja, nós temos uma só vida, ora manifestando-se no plano espiritual, ora manifestando-se no plano físico, para que neste processo do ir e vir da alma, aprendendo com as oportunidades tão importantes. A outra parte, a lei de justiça de amor. Quando o médium Joel nos fala a respeito deste amor, desta lei de justiça, mas que tem como ponto, como pilar principal o amor infinito, o amor de Deus e naturalmente as consequências dos nossos atos. E trazendo uma passagem do Evangelho, a nossa semeadura sempre vai ser permitida, mas temos que dar conta da colheita. E nesses três pontos que nós

eus e naturalmente as consequências dos nossos atos. E trazendo uma passagem do Evangelho, a nossa semeadura sempre vai ser permitida, mas temos que dar conta da colheita. E nesses três pontos que nós vimos, o que me lembrou, o que me trouxe a a atenção e o que me fez recordar foi o livro Céu e Inferno, na primeira parte, quando ele trata de doutrina e mais especificamente ali no capítulo 7, quando Kardec traz as penas futuras segundo o espiritismo e em específico o código penal da vida futura. Este código com 33 artigos nos trazendo exatamente isto, que existem consequências. Qual será o nosso futuro? vai depender de como nós vamos nos comportar no hoje, no agora, nestas situações. E Kardec, logo no começo, fala que o espiritismo ele não vai se apoiar, ele não se apoia numa autoridade de natureza particular para trazer nestes códigos alguma coisa fantasiosa. São palavras de Kardec, né? As leis que a doutrina nos mostra, desvela para todos nós, nos toca profundamente as nossas almas já conscientes, mais ou menos conscientes, né? E elas vão trazer estas situações para que nós possamos perceber de que somos os construtores do nosso futuro. Então, a alma, logo no primeiro artigo deste Código Penal da Vida Futura, Kardec vai nos trazer que a alma ou o espírito sofre na vida espiritual as consequências de todas as imperfeições de que não se libertou ainda durante a vida corpórea e que o estado nosso feliz ou infeliz, ele é, sem dúvida inerente ao grau de depuração que já alcançamos, mas que a felicidade perfeita, ela é inerente simplesmente somente quando alcançarmos este nível de perfeição relativa, ou seja, a purificação do espírito. Então, toda a imperfeição é na palavra de nas palavras de Kardec, ao mesmo tempo, uma causa de sofrimento e de privação eh que vamos sofrer. E da mesma maneira, sem dúvida, todas as qualidades que já adquirimos, as virtudes, são causas, são, perdão, são conse farão, serão, gerarão consequências felizes. Seja, dependendo de como eu ajo, eu terei

mesma maneira, sem dúvida, todas as qualidades que já adquirimos, as virtudes, são causas, são, perdão, são conse farão, serão, gerarão consequências felizes. Seja, dependendo de como eu ajo, eu terei realmente as minhas consei as terei terei as minhas consequências, programarei as minhas consequências, melhor dizendo. E nesses códigos sagrados, belíssimos do Código Penal da Vida Futura, estes diversos artigos e recomendamos a leitura, porque ele talvez se encaixe muito bem com este despertar da consciência que o coronel Santa Maria tem encontrado ao longo dos capítulos, mostrando que a justiça divina infinita vai nos trazer que o mal ele é temporário. Esta injunção equivocada que nós fazemos nesta lei que regula todo o universo, muitas vezes confiando muito mais nas nossas capacidades, na nossa pequeneza, nas nossas parcas possibilidades e nos afastando das questões do amor. É verdade. Toma um tempo até que a ficha caia e a gente se dê conta. Por isso que a dor vai abrir estes sucos no terreno do espírito. E se nós pudéssemos fazer talvez algum tipo de correlação com a parábola do semeador, da semente, que tipo de solo nós somos? A gente vai lembrar aqui, temos aquele solo onde o semeador sai a semear, joga as sementes, ele cai num solo muito compactado. Na beirada da estrada, os pássaros vêm, começam a comer, um outro cai num solo pedregoso, um pouco a terra, até que a plantinha, a semente brota um pouquinho, o sol vem, aquilo esturrica e morre rápido. um solo espinhoso, as sementes acabam crescendo, mas elas são sufocadas por estes espinhos. E outro solo fértil que dá 100, 60, 30 vezes o que ali foi semeado. É interessante porque agora percebendo a lei de justiça e de amor, o coronel Santa Maria talvez se dê conta. Eu sou ao mesmo tempo o semeador. Mas que tipo de solo eu sou? Será que eu sou o solo compactado, o solo pedregoso, o espinhoso? Eu já sou um solo que consegue dar algum tipo de frutificação. A semente, será que consegue sair? E ao mesmo tempo eu sou semeador. Lógico que

eu sou o solo compactado, o solo pedregoso, o espinhoso? Eu já sou um solo que consegue dar algum tipo de frutificação. A semente, será que consegue sair? E ao mesmo tempo eu sou semeador. Lógico que a parábola ali faz uma alusão, faz uma correlação ao divino semeador que é Jesus. Mas nós também podemos nos colocar na posição de semeador. E sendo assim, que tipo de sementeira eu estou jogando? Que tipo de sementes eu eu jogo? E aí a gente percebe, então, se a gente visitar mais uma vez o Código Penal da Vida Futura nestas dores que nos acometem e no livro Material de Construção, Emmanuvi Deus para que a gente possa aceitar uma entrevista com ele. A fala de Emanuel, olha que beleza. é algo sensacional. E neste item 13, no Código Penal da Vida Futura, quando Kardec fala que a duração do castigo, castigo, lógico que é uma palavra utilizada eh e que tenho certeza que vocês vão perceber, esse castigo que nós mesmos nos impos. Mas nesta terminologia, nós em colocamos um castigo dentro de nós, que a lei divina está aqui dentro. E quando nós nos desviamos, nós somos sujeitos a estes castigos que nós mesmos semeando, semeamos, voltando à parábola do semeador. Então, a duração deste castigo, como está ali no item 13, neste artigo 13, vai estar subordinada ao melhoramento do espírito culpado. Então, nenhuma condenação é pronunciada contra este espírito por tempo determinado, porque vai, sem dúvida, estar sujeita aos conteúdos do amor. Esta misericórdia de acréscimo que muitas vezes nos alcançam. Vamos ver na palavra, no no no capítulo, melhor dizendo. E a nossa G lembrou, nos lembrou quando Rosângela vai estar com Esther no freno daquele manicômio, e percebe que a menina já estava um pouco melhor. E aí ela traz as notícias para a família. E aí o nosso médium Joel fala: "Olha, o nosso orientador espiritual está falando que ela pode ser transferida para um hospital onde as visitas possam acontecer e não determinar e no futuro, quando o coronel Santa Maria voltar de Salvador, naquela investida junto aos

l está falando que ela pode ser transferida para um hospital onde as visitas possam acontecer e não determinar e no futuro, quando o coronel Santa Maria voltar de Salvador, naquela investida junto aos familiares de Matias, ela poderia voltar para casa". E aí a alegria que eles tiveram como se fosse: "Meu Deus! Nós estamos vendo luz no fim do túnel, mostrando que tudo tem um término. O sofrimento, ele tem um propósito, mas Deus não causa o sofrimento. Somos nós mesmos para que este despertar da consciência possa ocorrer com toda a plenitude. Então, o arrependimento, como está ali no artigo 16 do Código Penal da Vida Futura, esse arrependimento é o primeiro passo para o nosso melhoramento, mas ele apenas não vai bastar. serão necessárias esses processos de extração das nossas da pureza que está dentro de cada um de nós. Por isso, expiar expiação para que aos poucos a reparação, invertendo os papéis, agora eu estou na posição de vítima. Ora, no passado foi o Algós, para que experimentando esse troca, essa troca de papéis, como eu vou reagir? Lembrando dos capítulos anteriores, quando o coronel Santa Maria, indignado, ainda com aquelas aqueles impulsos ainda beligerantes nas sensações do Revid, teve no capítulo anterior, no 21, encontra-se diante de uma realidade que ele nem imaginava como Senhor, como aquele padre perverso, com uma ligação muito forte com a sua com a sua filha, que era no passado a a uma espécie de amor platônico, um amor que a gente não tem muita ideia o drama, a situação que era, mostrando que as paixões ainda nos colocam na retaguarda deste processo evolutivo. Por isso, este arrependimento é a expiação necessária também, a reparação, esses três, essas três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e consequentemente a e as consequências naturais que foram. E aí este arrependimento vai aos poucos suavizando as dores da expiação, porque ele vai despertar a esperança e vai preparar a reabilitação, mas somente a reparação pode anular o efeito ao naturalmente

aí este arrependimento vai aos poucos suavizando as dores da expiação, porque ele vai despertar a esperança e vai preparar a reabilitação, mas somente a reparação pode anular o efeito ao naturalmente destruir a causa. No finalzinho aí a nossa Gir falando os nossos conteúdos que ficam aqui. A poeira quando vai para debaixo do tapete, ela fica lá. A poeira não deixou de existir. Ela continua lá até que estas revisitações ocorram em uma perfe em um perfeito despertar do espírito, se dê conta de todo o mal que fez. Ah, não terá paz. A gente pode esquecer. E o nosso Lincoln vai trazer muitas outras considerações extremamente importantes, mas o problema tá lá, as dores, os dramas estão lá. Então este processo de arrependimento, como está lá no artigo 17, pode ocorrer em qualquer lugar e a qualquer tempo. E se ele for tardio, o culpado vai sofrer mais. Então, a expiação vai consistir nestes sofrimentos físicos e morais que são a consequência da falta cometida, seja desta vida presente ou seja após a morte no plano espiritual, ainda uma nova existência corpórea, até que os traços desta falta tenham verdadeiramente desaparecido. Então, conservando o nosso livre arbítrio, sempre respeitado pelo divino criador, vai nos deixar nas nossas próprias mãos, os nossos próprios destinos. E aí a gente percebe quando eu sou infeliz, quando somos infelizes, somos nós os construtores desta infelicidade, porque Deus é amor, a lei de justiça, de amor e caridade. Veja que interessante, tá ali na terceira parte da livro dos espíritos, nas leis morais, lei de justiça, de amor e caridade. Olha que o amor tá no meio, porque não existe como se fosse assim o ponto de convergência. Justiça está na frente, mas o amor está no centro e a caridade, porque não existe amor verdadeiro sem uma justiça baseada nos pródromos que o Criador nos traz. estes, esta justiça que não está situada nas circunstâncias de um mundo ainda de provas e expiações. E esta caridade, que ela não é simplesmente limitada à distribuição de

omos que o Criador nos traz. estes, esta justiça que não está situada nas circunstâncias de um mundo ainda de provas e expiações. E esta caridade, que ela não é simplesmente limitada à distribuição de moedas, de dinheiro, embora muito importante, é aquela definida por Jesus, como Jesus a entendia, melhor dizendo, na pergunta 886, a benevolência para com todos, a indulgência para com as imperfeições alheias e o perdão das ofensas. Este amor está no meio para que a gente possa aos poucos justiça divina e a caridade como era entendida por Jesus. Dois vetores apontando para o meio desta lei que é única. É uma lei só, porque ela não pode ser sedimentada, ela não pode ser fragmentada. Não existe amor se não existe uma justiça divina. Não existe amor se não existe uma caridade como ela entendida por Jesus e vice-versa. Elas estão muito bem ajustadas. Eu estava vendo um filme há uma semana atrás muito bonito. Eu não sei a tradução dele pro português, mas vale a pena. Depois o Porto e a Gi vai compartilhar com vocês, porque o nome em inglês é bem confuso, né? Eh, e mostra a situação de uma mulher bondosa que tem um sonho com um indivíduo que era um um senhor de rua. Ele afro desescendente, estava ali com muita raiva, com muito ódio. E ela junta-se a uma missão católica e começa, ela muito rica, começa a distribuir a sopa, os alimentos, mas ela era a bondade em pessoa e o seu marido, ainda muito complicado. E ela o convence, os dois se juntam nesta empreitada. Ela num determinado momento encontra com este que era esse senhor de rua muito rebelde e toda aquela amizade é feita. Mas num determinado momento este homem que era de rua, mas que tinha sabedoria, é levado pelo seu marido, pelo marido da da moça bondosa, a um a um museu. Ele era um marchã de quadros. E ele encontra ali aquele senhor com pouco conhecimento intelectual, mas com já amorosidade, com bondade, aguardando só um momento para o despertar da consciência. Encontra um quadro de Salvador Dali, Salvador Dali, um pintor eh

nhor com pouco conhecimento intelectual, mas com já amorosidade, com bondade, aguardando só um momento para o despertar da consciência. Encontra um quadro de Salvador Dali, Salvador Dali, um pintor eh espanhol, vê aquele rosto todo quebrado. Para quem já conhece, bota aí no Google, bote aí um quadro de Salvador dali. É um olho aqui fora do lugar, uma quadara quebrada, tudo fragmentado. E ele faz uma análise porque é baseado numa história real. Ele fala quando o Marchan pergunta: "O que você vê nesse quadro?" "Eu vejo alguém que fragmentou-se inteiramente e não conseguiu se juntar". Talvez tenha sido este o pensamento de Salvador dali, mostrando a nossa fragilidade que se quebra todo. E na hora de nós nos unirmos, colocarmos os pedaços no lugar, não conseguimos colocá-los de forma adequada. E somos este, neste quadro, nesta analogia, este ser humano fragmentado, tentando se encontrar numa justeza, num processo de encaixar-se com a beleza que Deus nos tem proposto. Nós somos a imagem e semelhança do Criador, não física, naturalmente que não, mas o nosso DNA é divino. Então tudo aguarda para que o indivíduo, ainda quebrado, fragmentado como o quadro de Salvador da Li, possa se juntar e formar as figuras belas, simétricas, perfeitas, como todos nós um dia seremos. E esse código da vida futura nos traz nestes 33 artigos e no último artigo, no artigo 33, Kardec vai e coloca algo da seguinte maneira: "Que pese a diversidade de gêneros e graus de sofrimentos dos espíritos imperfeitos? O Código Penal da Vida Futura pode resumir-se nestes três princípios. Primeiro, o sofrimento é inerente à imperfeição. Segundo, toda imperfeição, assim como toda falta dela promanada, traz consigo o próprio castigo nas consequências naturais inevitáveis. Assim, a moléstia pune os excessos e da ociosidade nasce o tédio, sem que haja mistério de uma condenação especial para cada falta o indivíduo. E neste terceiro item, subdividindo o artigo 33, podendo todo homem libertar-se das imperfeições

ociosidade nasce o tédio, sem que haja mistério de uma condenação especial para cada falta o indivíduo. E neste terceiro item, subdividindo o artigo 33, podendo todo homem libertar-se das imperfeições por efeito da vontade, pode igualmente anular os males consecutivos e assegurar a futura felicidade a cada um, segundo as suas obras, no céu como na terra. Tal é a lei da justiça divina. Tal é a lei da justiça divina. Temos muito a aprender no livro Justiça Divina, Emânel nos traz no capítulo 80 algo muito importante, porque o título é Na luz da justiça. E ele faz nesta mensagem que veio no dia 8 de dezembro de 1961, uma referência à primeira parte do livro Céu e Inferno, que fala sobre o Código Penal da Vida Futura ali no capítulo 7 e ele vai trazer especificamente o artigo 21 quando ele fala que cada criatura só é responsável pelas próprias faltas. Ninguém sofre pelos erros alheios. a não ser que os tenha gerado. E ele fala, quer provocando-os pelo exemplo, um mau exemplo no caso, quer não impedindo, não os impedindo quando nós poderíamos fazê-lo. E aí me lembrei da pergunta 642 do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta: "Mas como é que eu faço para agradar a Deus e assegurar a minha posição futura? Será que basta que eu fique não faço mal? E os espíritos bons nos trazem de maneira alguma. É preciso que façamos o bem no limite das nossas forças, porque cada um de nós vai responder por todo o mal que ocorra devido à nossa inação na prática do bem. Tudo isso nos chama às falas e nos convida a pensarmos de que tudo que eu faço hoje terá uma consequência. Sem dúvida, a justiça é de amor, a justiça é de essa justiça divina é algo que a gente nem se dá conta. É uma justiça baseada realmente no amor. Porque é o cerne, o amor é a alma da vida, é a essência de Deus. Sem dúvida, mas é preciso que eu me encaixe, é preciso que eu me inteere deste processo e consiga através dos meus próprios esforços, para que um dia eu possa repetir, eu consegui me vencer. E aí sim, vendo que agora as

reciso que eu me encaixe, é preciso que eu me inteere deste processo e consiga através dos meus próprios esforços, para que um dia eu possa repetir, eu consegui me vencer. E aí sim, vendo que agora as consequências dos atos que estou praticando são consequências boas. E aí, volvendo à parábola do semeador, não serei mais o solo compactado, o solo pedregoso, o solo cheio de espinhos. Seri o solo bom, fértil, sucado, esperando estas sementes de amor que nunca deixaram de estar disponíveis para toda a humanidade, para todo o universo. Estas eram as nossas considerações. Tenho certeza que o nosso Lincoln vai trazer ótimas reflexões para todos nós. Obrigada, Marcelo, ouvindo a sua fala eh tão profunda e tão importante para todos nós, eh, que podemos compreender, né, esses intrincados mecanismos dos resgates, dos sofrimentos, das reencarnações. Me veio a frase, né, de Kardec, que o Espiritismo com o auxílio da qual tudo se explica de modo fácil. Fácil para para aqueles que estiverem com, como Jesus disse, né, os olhos de ver e os ouvidos de ouvir. Obrigada pela sua contribuição tão valorosa, Lincoln. Assim como o Marcelo nos disse, estamos ansiosos para ouvi-lo. A palavra está contigo. Obrigado, Gi. Um abraço a você, ao nosso querido Marcelo, que nos apresentou aí, como sempre, as suas novas reflexões dentro da temática dos nossos estudos experiente que ele é. Saudamos também os corações amigos que nos acompanham e manifesto, como sempre a minha alegria de estar junto com vocês, porque vocês são responsáveis também pelo meu aperfeiçoamento, porque para apresentar aqui os nossos registros, nós precisamos estudar. Então, temos que buscar as nossas leituras, as nossas reflexões e isto vai fazendo também com que vamos ajustando os nossos níveis de conhecimento, amadurecendo as nossas reflexões, sedimentando em nosso psiquismo aquelas ideias que permitem aos bons espíritos considerarem as nossas participações e reflexões em estudos eh como esse. que realizamos este capítulo, como todos os

es, sedimentando em nosso psiquismo aquelas ideias que permitem aos bons espíritos considerarem as nossas participações e reflexões em estudos eh como esse. que realizamos este capítulo, como todos os capítulos deste livro, apresenta aspectos importantíssimos relacionados às experiências deste grupo de espíritos que desde o início vem sendo colocado aí dentro de um drama de processos obsessivos. e o tratamento que os espíritos têm dado com todo o carinho que eles eh conduziram as abordagens que tem feito até o momento, elucidando ao longo de cada capítulo aqueles chamados mistérios que envolvem as experiências dolorosas que que vivemos no presente, trazendo dos registros do passado aqueles elementos necessários a elucidação destes dramas, dessas as dores, desses sofrimentos que acontecem. Eu chamo a atenção que mais uma vez temos aqui os aspectos relacionados às recordações que os encarnados guardam dessas reuniões que acontecem no mundo espiritual. Nós sabemos que a nossa relação com o plano espiritual é muito intensa. Todos nós diariamente mantemos esta relação com a vida espiritual, seja durante a nossa vigília, no durante o dia nas nossas atividades, onde o nível dos nossos pensamentos vai nos vincular com outras formas, pensamentos eh equivalentes aos nossos. E durante a noite, pelo desdobramento, pelo sono, vamos naturalmente procurar aqueles locais onde a nossa mente está focada. Vamos retornar de novo a relembrar a questão 459 do livro dos espíritos para termos consciência dessa nossa vivência entre os dois mundos. Quando Kardec pergunta aos imortais se os espíritos influenciam os nossos pensamentos e os nossos atos. E a resposta, como já sabemos, influenciam de tal forma que são eles que nos dirigem ou que nos governam. E e aí nós vemos a importância de guardarmos a proteção da nossa casa mental para que diante da nossa vigilância nós tenhamos tanto no nascedouro dos nossos pensamentos que se difundem e se eh e se apresentam nas ideias e as nossas atitudes, como também resguardar essa

mental para que diante da nossa vigilância nós tenhamos tanto no nascedouro dos nossos pensamentos que se difundem e se eh e se apresentam nas ideias e as nossas atitudes, como também resguardar essa nossa casa mental de influências de pensamentos de encarnados e desencarnados para não absorvermos ideias que possam comprometer o nosso o nosso equilíbrio, a nossa harmonia. Então, verificamos que se por um lado esse grupo de espíritos envolvidos nesta drama toda, neste drama todo, eles são conduzidos para reuniões no plano espiritual, não foi não. Eles vão ali não somente com as lembranças da reencarnação presente, mas através de tratamentos adequados feitos pelos bons espíritos que acompanham o grupo. E no sentido de resgatar em cada um deles os fundamentos das experiências que de dores e sofrimentos que vivem hoje. Os espíritos então atuam de tal forma que são trazidos daquelas profundidades do inconsciente desses espíritos as lembranças do passado. Então são colocados aqui lembretes importantes para todos nós com relação a esse mecanismo que pode acontecer também entre nós aqui encarnados. Porque ele fala, o o nosso mentor Bezerra fala que o importante não é nós conhecermos o erro que nós cometemos, mas ao tomar consciência dele, adotarmos as medidas necessárias para nos libertarmos destes débitos em nossos painéis mentais de alguma maneira, então limpando essa casa mental, essa nossa nós como espíritos daqueles elementos perniciosos como fala o texto, ou seja, aqueles elementos que causam algum tipo de dano moral para todos nós. E o benfeitor Bezerra fala que quando nós, de alguma forma, ele usa uma palavra muito forte, sepultamos esses assuntos sem dar a eles o tratamento adequado, eles vão provocar dentro de nós uma série de consequências, inclusive conduzindo-nos a estados graves de ansiedade, eh determinados tipos de frustrações, conflitos íntimos, medos, inseguranças e E isso merece ser observado e ser tratado naturalmente, muitas vezes buscando as terapêuticas necessárias

s de ansiedade, eh determinados tipos de frustrações, conflitos íntimos, medos, inseguranças e E isso merece ser observado e ser tratado naturalmente, muitas vezes buscando as terapêuticas necessárias junto a profissionais qualificados, assim como fazemos nós espíritas também de forma complementar buscar as nossas terapias também dentro do ambiente espírita onde nós vivemos. Quando vamos a uma palestra pública, quando participamos dentro de um grupo de reflexões, nós estamos também recebendo ali tratamentos para as nossas necessidades de eh equilíbrio espiritual. Quando vamos a uma sala de fluidoterapia, receber o nosso passe numa casa espírita, nós estamos ali sendo envolvidos por irmãos benfeitores espirituais e encarnados que nos transmitem energias revitalizantes e muitas vezes eliminando até do nosso psiquismo, da nossa aura, aquelas eh energias eh frutos dos nossos pensamentos menos qualificados. pensamentos de de perturbação, ajudando-nos a limpar um pouco essa nossa casa mental, mas naturalmente sabemos que está dentro da nossa vontade eh mantermos a nossa vigilância para a nossa própria proteção. Então, nesse capítulo aqui, o benfeitor bezerro fala que tudo aquilo que nós guardamos de impressões de ódio e que são sufocadas nas nossas expressões, sem deixar que elas possam fluir de alguma maneira, diluídas pelo amor, através de uma eh análise adequada dos nossos sentimentos, daquilo que nós estamos carregando dentro de nós. nós vamos de tal forma e somatizando essas impressões negativas que começamos a afetar a nossa a nossa saúde, o nosso corpo começa a ficar doente porque as nossas células estão envolvidas com essa com esses pensamentos doentios, com esse com essas ideias de mágoa, esses sentimentos de ódio ou de vingança. Tudo isso representa eh elementos nocivos à nossa saúde, tanto mental quanto a saúde do nosso corpo. Então, se nós queremos resguardar de alguma maneira a nossa saúde, o remédio primeiro será a nossa vigilância mental e a vigilância dos nossos

nossa saúde, tanto mental quanto a saúde do nosso corpo. Então, se nós queremos resguardar de alguma maneira a nossa saúde, o remédio primeiro será a nossa vigilância mental e a vigilância dos nossos sentimentos para não sermos geradores de fatores nocivos à nossa saúde. Porque depois que nós atingimos o patamar seguinte, que é o da enfermidade que vai se instalando, aí naturalmente vamos recorrer aos a ao socorro médico, a medicação adequada e tudo. Então este grupo que foi reunido aqui neste capítulo, nas reuniões no mundo espiritual, eles foram levados a rebuscar na sua memória de encarnações passadas que fica guardada toda em nosso perespírito. aquelas informações, aquelas cenas, aquelas ocorrências que envolviam no passado os mesmos protagonistas, para que cada um, por seu lado, pudesse fazer uma análise da situação presente na reação que estão tendo hoje. Alguns considerando-se vitimados por determinadas injustiças, outros nas agressões acervadas no ódio que carrega. E esse reencontro no ambiente do passado provocado pelos espíritos, colocam então nessa espécie de psicoterapia de grupo os elementos necessários para que cada um possa, através dessa catástrofe verbal que foi feita pelos espíritos, rememorarem, reconsiderarem e cederem na sua maneira de pensar daquilo que está sofrendo no momento. Então, vemos aqui a importância de nós conhecermos eh a os fatores anteriores à nossa encarnação que promovem os nossos sofrimentos no presente momento, como podemos buscar ali no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 6, que fala exatamente sobre isso, as causas atuais das aflições e as causas anteriores das aflições. Como bem disse o nosso querido Marcelo, nós estamos hoje colhendo aquilo que nós tememos no passado. Não poderemos atribuir a ninguém a responsabilidade ou a culpa pelos males que nós sofremos hoje. Porque, né, dentro dos mecanismos da lei divina, que é justiça e amor, como também muito enfaticamente mencionou Marcelo, todos nós estamos enfrentando e carregando

pelos males que nós sofremos hoje. Porque, né, dentro dos mecanismos da lei divina, que é justiça e amor, como também muito enfaticamente mencionou Marcelo, todos nós estamos enfrentando e carregando sobre os ombros aquela cruz própria das nossas realizações do passado. Ninguém estará carregando uma cruz superior àquilo que possa carregar e também que não corresponda exatamente a carga daquilo que nós provocamos no passado. Então, o Benfeitor Bezerra de Menezes, ele inclusive menciona nesses episódios que nós lemos nesta neste capítulo que os o estas lembranças do passado, ela é trazida, elas são trazidas para cada espírito, para cada pessoa, segundo as condições próprias que elas podem suportar. E entre nós aqui vamos refletir sobre isso também. Se tivermos sobre nossa condição a necessidade de fazer um retorno a essas lembranças de encarnações interiores, será que nós temos capacidade moral, força moral para suportar as revelações? É muito complexa essa questão. Naturalmente a medicina mais adiante, no futuro, vai trabalhar esses aspectos também quando formos tratados dessa forma holística, como o próprio benfeitor Manuel Filomeno tem pregado nas suas obras, que tem transmitidos para nós. Então, meus amigos, diz ainda o mentor que nós somos ainda crianças espirituais. Nós somos muito ainda eh levados pela própria situação nossa de espíritos imperfeitos a acumularmos coisas negativas em nós. E esta carga de coisas negativas se transforma em tormentos em nossas vidas. E muitas vezes pela pelo pelo peso que nós carregamos, nós não temos condições nem forças de levar isso adiante e fraquejamos e nós nos enfermamos, ficamos doentes. Não é por outra razão que o Cristo nos recomenda. Vamos exercer a nossa vigilância e diante das nossas fragilidades, vamos exercer a nossa capacidade de oração, de vinculação com a divindade, para enviarmos a Deus, que é todo misericórdia e amor, as nossas necessidades e receber de retorno o refrigério próprio que nós merecemos ter quando nos colocamos na condição de

lação com a divindade, para enviarmos a Deus, que é todo misericórdia e amor, as nossas necessidades e receber de retorno o refrigério próprio que nós merecemos ter quando nos colocamos na condição de pessoas que queremos ser melhores, queremos nos equilibrar, queremos nos renovar, porque já estamos buscando os caminhos do nosso progresso espiritual. Então, essa questão de lembrar do passado, eh, é uma questão que nós vamos buscar, mas procurando entender as nossas encarnações passadas, muitas vezes, não pelo pela lembrança consciente do que nós fomos, mas vamos analisar cada um de nós quais são as nossas tendências, porque é nas tendências que nós reconhecemos aquilo que já trazemos no passado. Se temos tendência a sermos pessoas muito críticas, a sermos maledicentes, a sermos intolerantes, se temos uma dificuldade bastante grande assim de exercer o o perdão das do das ofensas que nós que nós recebemos, são indícios próprios da nossa condição espiritual, que traduz a condição que já trazemos de outras encarnações. E nós observamos que há pessoas que já ultrapassaram um pouco esse essa essas questões, porque são pessoas mais dóceis, são pessoas mais genti, respeitosas, que nós sentimos assim ao lado delas um prazer muito grande, porque aquela aura que que emana desse coração amigo nos envolve de tal forma que nos sentimos muito gratos em estar na companhia dela. E do lado oposto também há pessoas que trazem uma vibração muito difícil, complexa, que a simples aproximação já produz um mal-estar em todos nós. Isso é muito natural no contexto de que nós somos espíritos diferentes em níveis diferentes de evolução e, portanto, cada um de nós procurando superar esses níveis e chegar em níveis mais avançados. Eh, chamou-nos atenção também neste capítulo uma frase que a que a Gisele leu para nós aí quando o nosso querido eh coronel fala que orando hoje eu resolvi confiar na inspiração dos bons espíritos para tomar uma decisão. Olha que só esta frase já valeria esse capítulo, porque é algo que

aí quando o nosso querido eh coronel fala que orando hoje eu resolvi confiar na inspiração dos bons espíritos para tomar uma decisão. Olha que só esta frase já valeria esse capítulo, porque é algo que nós esquecemos muitas vezes. Às vezes estamos envolvidos assim em em dificuldades complexas e esquecemos de pensar nos bons espíritos, nos nossos guias espirituais. E ao fazermos essa oração, nos vinculamos com eles e vem então uma inspiração. E dentro desses propósitos de realizar melhor as coisas, lembro também neste capítulo a lição que é trazida ao coronel de que nós vamos fazer sim o esforço de fazer a melhor parte, a melhor a a dentro das condições nossas fazer o melhor ao nosso alcance. Deus não espera que nós, de um momento para outro possamos atingir aquela recomendação deixada por Jesus, que podemos ver no capítulo 17 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celestial. Ora, estando nós hoje em um planeta de expiações e provas e nas condições difíceis que ainda enfrentamos para superar as nossas imperfeições, como resolver essa questão do aconselhamento de Jesus para todos nós? Entendemos que sendo espíritos imortais, estaremos todos os dias no esforço de atingir a perfeição que possamos alcançar dentro das possibilidades de cada um de nós, sem que possamos fazer qualquer tipo de comparação com quem está acima de nós ou que está supostamente abaixo das nossas condições, porque vamos encontrar pessoas dos diversos níveis evolutivos. Haveremos de ter então como exemplos aqueles que estão melhores que nós e levando conosco aqueles que consideramos que ainda não estão em nível de equilíbrio muito adequado, trazendo-os para a nossa companhia para crescermos juntos. Este é o chamamento da caridade espiritual eh recomendada pelos bons espíritos a todos nós e que a doutrina nos ensina de forma muito clara. Então, meus irmãos, eh os espíritos estão sempre cuidando de todos nós. E neste capítulo nós vimos que inclusive após as reuniões que eram

a todos nós e que a doutrina nos ensina de forma muito clara. Então, meus irmãos, eh os espíritos estão sempre cuidando de todos nós. E neste capítulo nós vimos que inclusive após as reuniões que eram realizadas no centro espírita para as conversações, sejam nas reuniões presenciais de desobsessão, os espíritos ali estavam, sejam nas reuniões produzidas em desdobramento pelo sono de todas as pessoas levadas ao ambiente também da casa espírita para novas reuniões de esclarecimento e encaminhamento dos assuntos. Não somente aí os espíritos trabalham ao saírem da casa eh do centro espírita e retornarem aos seus lares, os espíritos foram juntos com eles para continuar ali e eh inspirando eh os comentários a respeito dos resultados da reunião. E ali estava a Bezerra de Menezes dentro daquele lar, inspirando o médium Joel para transmitir as suas observações. E naturalmente o relator da história, o nosso querido Manuel Filomeno presente também. Os espíritos estão sempre conosco onde nós estivermos. Nós sim temos pela nossa maneira de pensar, de agir, de falar, de sentir as coisas, é que vamos escolher eh que tipo de espíritos estão caminhando ao nosso lado, sejam aqueles que nos ajudam a superar as dificuldades e e limitações, inspirando-nos a sermos pessoas melhores, ou também muitas vezes, quando fraquejamos e chamamos a companhia de espíritos eh perturbadores. ou espíritos que desejam o nosso mal muitas vezes, não é isso? Eh, de tal forma que eles passam a nos influenciar negativamente. E vamos lembrar aqui uma frase que Kardec coloca no livro dos médiuns, de que forma nós podemos eh de alguma maneira eliminar a influência dos maus espíritos sobre nós? E a resposta é muito simples, aproximando-nos cada vez mais dos bons espíritos. é uma fórmula simples. Então, se nós fizermos isto, nós estaremos protegendo o nosso psiquismo das influências negativas que nós atraímos quando somos invigilantes. Então, nós somos os artífices da nossa felicidade, do nosso bem-estar ou dos tormentos

nós estaremos protegendo o nosso psiquismo das influências negativas que nós atraímos quando somos invigilantes. Então, nós somos os artífices da nossa felicidade, do nosso bem-estar ou dos tormentos também que nós sofremos, como já mencionou na sua fala aí o nosso querido Marcelo. Finalmente, para concluir a nossa fala, vamos lembrar em rápidas palavras a visita de Jesus à casa de Jaqueu, de Zaqueu, que o benfeitor Bezerra de Menezes traz neste capítulo, colocando como exemplo eh um tormento que Zaqueu carregava. Zaqui ele era um cobrador de impostos e consequentemente detestado na cidade onde ele morava, que era em Jericó, uma cidade próspera, de muito comércio, passagem para inclusive as caravanas irem a Jerusalém. E ele vivia um drama muito grave. Ele tinha, morava numa casa muito rica, com todo o conforto que ele tinha, mas ele sentiu um vazio de falta de amigos, de falta de amizade, e ele ouviu falar de Jesus. E a partir daí ele ficou eh assim até um pouco atormentado, porque ele queria conhecer Jesus, ele queria saber quem era esse ser. E quando ele soube que Jesus havia curado o cego Bartimeu em Jericó, que era que que Zaqueu conhecia inclusive lá na Duana, onde ele trabalhava na alfândega, ele muitas vezes atendia eh o o cego Bartimeu e ajudava ele. Então, Zaque era uma pessoa que tinha um coração bom, mas vivia o tormento de não conseguir eh de alguma maneira paz interior. E aí ele soube que Jesus está estava naquele dia e em Jericó e ele era muito baixinho, muito gordinho. Não conseguia ent no meio da multidão, ele não conseguia visualizar a figura de Jesus. Ele queria ver o Cristo, queria olhar para ele. Então ele subiu numa árvore que se chama Sicô e e dali de cima ele ficou observando aquela multidão passando. E não é que o Cristo para em frente à árvore e manda ele descer bem depressa de lá, que hoje ele ia eh na casa dele. Aquilo foi para ele um mundo de alegria. Ele saiu efiante dali, foi para casa, contou pra esposa, chorou junto com a esposa, aquela novidade e

scer bem depressa de lá, que hoje ele ia eh na casa dele. Aquilo foi para ele um mundo de alegria. Ele saiu efiante dali, foi para casa, contou pra esposa, chorou junto com a esposa, aquela novidade e prepararam tudo para receber o hóspede. Eh, e quando o Cristo chegou e diante da dos comentários das pessoas, como que Jesus vai eh se alimentar na casa de um ser impuro, né, que é o um Zaqueu, cobrador de impostos, né, ninguém gostava dele, o pobre, né? E ele então caindo em si de alguma forma assim, ele levantou a voz e disse: "Olha, se tiver alguém aqui a quem eu tenha feito qualquer prejuízo, eu vou devolver o quádruplo de que eu tenha retirado de alguém e eu vou repartir parte dos meus bens com os meus servos e auxiliares em homenagem à visita de Jesus à minha casa." E o Cristo, então, olhando para ele, fala que hoje veio a salvação a esta casa. O texto é complementado. Vamos ver no Evangelho de Lucas. E o Cristo fala que eh porque o filho do homem veio buscar e salvar o que se estava perdido, o que se havia perdido. Então, Zaqueu tomou então naquele momento uma decisão de dar uma utilidade maior a toda a riqueza que ele tinha, porque ele estava acumulando, acumulando e o sonho dele, inclusive era um dia largar aquele emprego e morar fora de Jericó no local com a família dele para ser uma pessoa eh mais feliz. Nós podemos ver eh no Evangelho Segundo o Espiritismo em aspectos relacionados a a este fato da vida de Zaqueu eh no capítulo 16 e inclusive falando ali sobre a utilidade providencial da riqueza, então o desprendimento dos bens terrenos, aquilo que nós devemos fazer na administração de tudo que nós temos, que não é nosso, que são empréstimos de Deus para a nossa experiência enquanto estamos no corpo material e vamos devolver tudo porque não levamos nada, né, em nosso caixão e se levar não vai servir para nada também. Então, meus amigos, sejamos velozos na administração dos nossos tesouros que nós carregamos, não apenas aqueles no campo das aquisições materiais que são importantes, mas que

servir para nada também. Então, meus amigos, sejamos velozos na administração dos nossos tesouros que nós carregamos, não apenas aqueles no campo das aquisições materiais que são importantes, mas que cabe a todos nós uma administração adequada dessas riquezas ou desses valores, mas também preservarmos o que está em nossas mãos. hoje nesta encarnação que é o tesouro da doutrina espírita e todos os ensinamentos que nos são trazidos para orientar a nossa caminhada difícil muitas vezes, às vezes mais amena, mas temos aqui um farol aceso à nossa disposição que mesmo dentro dos mares tormentos aí das nossas experiências mais complexas, o farol está aceso. Faraó é Jesus que ora retorna a todos nós na limpidez da doutrina espírita que revive o seu evangelho à nossa disposição. O aproveitamento então depende de cada um de nós. Fiquemos em paz. Prossigamos os nossos estudos, libertando-nos da nossa ignorância, ampliando os horizontes do nosso conhecimento e do nosso entendimento da vida, porque estamos desde já preparando os nossos dias futuros nessa encarnação e preparando as nossas encarnações futuras com mais trabalho de responsabilidade, porque muito se pedirá a quem muito recebeu, conforme nos falava Jesus. Muita paz a todos e até um próximo encontro. Muito obrigada, Lincoln. Eu até daria continuidade na sua fala final, dizendo que também estamos preparando um mundo novo, o mundo regenerado, né, que começa, claro, dentro de todos nós. Excelente a sua contribuição também nos fez refletir bastante e com certeza nos convida ao estudo da doutrina espírita. que nos liberta de tantas amarras ainda. E da fala de ambos excelente desta, deste encontro, desse estudo, eu gostaria de citar uma frase da benfeitora Joana de Angeles através de Divaldo, quando ela diz assim que todos os fatos quando examinados do ponto de vista espiritual mudam de configuração. Então, realmente, a doutrina espírita é essa doutrina bendita, consoladora, esclarecedora, a chave que decifra tantos enigmas da

s quando examinados do ponto de vista espiritual mudam de configuração. Então, realmente, a doutrina espírita é essa doutrina bendita, consoladora, esclarecedora, a chave que decifra tantos enigmas da nossa vida e nos liberta. Mais uma vez agradeço a todos os corações unidos e reunidos para esses estudos tão importantes, ao Marcelo, ao Lincoln e com votos de muita paz, que possamos nos reencontrar no próximo estudo. Até mais. เฮ

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