T10:E5 • Autores Espíritas Contemporâneos • Vivências do Amor em Família

Mansão do Caminho 01/06/2025 (há 10 meses) 1:23:13 1,389 visualizações

Literatura Espírita: prazer em conhecer » Temporada 10 - Autores Espíritas Contemporâneos » Episódio 5 - Vivências do Amor em Família (Livro) Apresentação: Denise Lino Convidado: Luiz Fernando Lopes (Compilador) Entrevistador convidado: Dan Assisi #literaturaespírita #autoresespíritas #espiritualidade #vivências #amoremfamília #dilvadofranco

Transcrição

Olá, amigos. Muito bom dia a todos. Este é o Literatura Espírita Prazer em Conhecer, que está na sua 10ª temporada e este é o quinto episódio. Desta vez nós traremos o livro Vivências do Amor em Família. Sejam muito bem-vindos ao nosso programa e queremos saudar nesta manhã quem nos acompanha pela Web TV Mansão do Caminho, pelo canal Seridor Espírita, pela web TV da União Espírita de Vitória da Conquista e através também da Web Rádio Fraternidade e da R TV. a todos que estão nesse ao vivo conosco, o nosso abraço, nosso desejo de uma excelente domingo e quem venha nos acompanhar depois, receba também a nossa saudação, o nosso abraço. É uma alegria ter vocês nos acessando e acompanhando o Literatura Espírita. É importante dizer quais são os nossos objetivos. Primeiro, divulgar o espiritismo. Em seguida, divulgar a literatura espírita, instigando os leitores para as múltiplas formas de ler, interpretar, relacionar os textos mediúnicos ou não, e incentivar a aquisição de obras espíritas em livrarias ou editoras espíritas, porque essas editoras e livrarias, na maioria das vezes, sustentam obras assistenciais que dependem dos direitos autorais. Então, adquira as suas obras espíritas. O programa de hoje é em homenagem ao orador Divaldo Pereira Franco, que desencarnou no último dia 13 de maio de 2025. Para ele, a nossa homenagem e o foco do nosso programa nesta manhã com o livro Vivências do Amor em Família, organizado pelo Luís Fernando Lopes, que estará conosco neste programa. Para começar, como sempre fazemos, vamos ler um trecho do livro que vamos abordar nesta manhã. É um trecho sobre o Evangelho no Lar, em que Divaldo, em uma de suas palestras nos disse o seguinte: "A prática do evangelho no lar é um dos exercícios mais saudáveis que possamos imaginar. Ela foi iniciada por Jesus nos memoráveis encontros realizados na casa de Simão Pedro em Cafarnaum. Depois das jornadas em torno do lago de Tiberíades, o mar da Galileia, Jesus se recolhia a intimidade doméstica do amigo

Jesus nos memoráveis encontros realizados na casa de Simão Pedro em Cafarnaum. Depois das jornadas em torno do lago de Tiberíades, o mar da Galileia, Jesus se recolhia a intimidade doméstica do amigo pescador para orar. E à sua volta não estavam apenas os discípulos, mas também os sedentos de paz. Ali ele instaurou um verdadeiro santuário no seio da família, através de cujo método, o diálogo, o mestre poôde oferecer às criaturas o substrato para atender as necessidades imensas do ser profundo, explicando poeticamente a realidade do reino dos céus. Ao espiritismo, coube a indeclinável tarefa de atualizar aquela proposta do que o mestre desenvolveu com tanta proficiência na casa do seu amigo pescador. Por isso, a doutrina espírita convida os integrantes de uma mesma família para que se reúnam em torno da mesa de refeições, a fim de estabelecerem um contato com as fontes superiores da vida. Da mesma forma que a mesa da refeição é utilizada para o pão diário, deverá também servir de oportunidade para a comunhão transpessoal, o hábito salutar da identificação com Deus. Esse é então o trecho dessa obra Vivências do Amor em Família, que é o nosso livro de referência nesta manhã, neste programa que para nós é muito especial, em homenagem ao orador Divaldo Pereira Fran. Vamos então convidar os nossos entrevistados dessa manhã para estarem na tela, o Luís Fernando Lopes, que é o organizador deste livro, e o Daniel Assis, já conhecido aqui pela nossa equipe como Dan Assise, que é tradutor e tradutor do Divaldo Franco em muitas conferências nos Estados Unidos. Queridos amigos, é uma alegria, uma honra recebê-los no Literatura Espírita. O Luís Fernando já estava programado para estar conosco em agosto. Fizemos uma antecipação da agenda e eu queria que vocês começassem então se apresentando pro nosso público que nos acompanha aí nos vários canais. Queria que vocês rapidamente falassem sobre a tarefa espírita aqui do Zenovo e quero começar pelo Luís Fernando, está conosco aqui na tela.

do pro nosso público que nos acompanha aí nos vários canais. Queria que vocês rapidamente falassem sobre a tarefa espírita aqui do Zenovo e quero começar pelo Luís Fernando, está conosco aqui na tela. É uma alegria estar aqui novamente no Literatura Espírita, né? Toda vez que me chamar eu virei Denise, né? Assim que a gente a gente tendo disponibilidade a gente vem. Eh, meu nome é Luís Fernando Lopes, eu sou espírita de berço, nasci numa família espírita e aí fiz todos os ciclos de arrozação quanto juvenil e cheguei até a fazenda colaborando em várias atividades na Casa espírita. Eu me desenvolvi em duas instituições aqui no Recife, em Pernambuco, o Cenáculo Espírita Casa de Maria e a Federação Espírita Pernambucana, onde estou atualmente colaborando em algumas atividades, entre as quais o campo da comunicação e o campo da divulgação doutrinária através de palestras e sempre estou envolvido com a divulgação através da confecção de livros. Fizemos os de Divaldo e temos aí outros projetos para desenvolver no campo da literatura espírita. Muito bem, meu caro. E você, D, nos fale quem é você, porque encontrá-lo foi uma grata satisfação para toda a nossa equipe. Ah, o prazer é nosso. Muito obrigado pelo convite. Prazer, Luiz Fernando, também é muito bom estar com vocês. Eu estou em outro lado do planeta hoje, né? Eh, nasci no Rio de Janeiro, cresci, vim fazer faculdade nos Estados Unidos e acabei ficando. Então, hoje eu me encontro aqui na Califórnia, nos Estados Unidos, onde a gente atua na promoção do Espiritismo mais em língua inglesa, que é uma das nossas paixões, né? Então, nós atuamos na Associação de Grupos aqui da Califórnia e também numa organização que nós fundamos chamada o o The Spiritist Institute, o Instituto Espírita que atua e promove o Espiritismo nos países de língua inglesa. Então, é um prazer muito grande celebrar o nosso querido Divaldo, grande professor, amigo, pai espiritual e esse livro maravilhoso que é sempre bom, né, que leiamos quando temos temos um

ngua inglesa. Então, é um prazer muito grande celebrar o nosso querido Divaldo, grande professor, amigo, pai espiritual e esse livro maravilhoso que é sempre bom, né, que leiamos quando temos temos um pouquinho de tempo. Isso. Muito bem. Quero então lembrar aos nossos internautas que deixem a referência da cidade onde nos acompanham nesta manhã, a instituição espírita que porventura estejam vinculados e como é um programa em homenagem a Adivaldo Pereira Franco, se quiserem deixar a sua frase em homenagem também podem deixar no chat que a nossa equipe está nos bastidores recolhendo esses depoimentos, essas cidades e nós vamos a ler ao final do programa. De antemão, amigos Dan e Luís, eu quero saudar a Ana Teresa Camazmi, em nome de todos os internautas, ela que está nos assistindo ao vivo nesta manhã lá do Centro Espírita Tarefeiros do Bem, no Rio de Janeiro. Antes de eu apresentar a obra, eu queria quebrar aqui a sequência desse programa por primeira vez. Eu queria fazer uma pergunta já para vocês, porque nós vamos abordar o Divaldo Franco, o orador. Nós já tivemos a possibilidade em vários programas de apresentar o médium, a obra de Joana deângeles, já fizemos mais de um programa, obra de Amélia Rodrigues e Manuel Flomino de Miranda, mas nós vamos abordar o orador Divaldo Pereira Franco e o seu legado para o campo do movimento espírita. Eu queria perguntar para você, Luís, qual quando foi ou qual foi a primeira vez que você ouviu Divaldo Franco? Que idade você tinha? Eu tinha 15 anos de idade quando vialdo Franco pela primeira vez, né, respondendo perguntas para várias personalidades da cidade do Recife, do estado de Pernambuco, no centro de convenções. Me lembro que tinha médico endocrinologista, tinha juiz, tinha administrador, né, várias pessoas, políticos fazendo inúmeras perguntas sobre inúmeros temas. Eu fiquei impressionado como alguém consegue tangenciar, abordar tantos temas diferentes. É evidente que nós sabemos que Edivaldo não tinha uma formação acadêmica universitária, mas até mesmo

s temas. Eu fiquei impressionado como alguém consegue tangenciar, abordar tantos temas diferentes. É evidente que nós sabemos que Edivaldo não tinha uma formação acadêmica universitária, mas até mesmo por não ter uma formação acadêmica, ele era uma pessoa, como ele mesmo dizia, muito curiosa e muito atenta ao que acontecia. Prestava muita atenção e sabia aprender com os amigos que eram especialistas em várias áreas. Ele conversava com os amigos e absorvia muito daquilo que os amigos transmitiam. E aí ele conseguia formar um cabedal de conhecimento para minimamente conseguir refletir sobre alguns temas nos quais ele não era, do ponto de vista formal, acadêmico, especialista. Então, o principal da contribuição de Divaldo, evidentemente, não era a transmissão com absoluta perfeição conceitual desse ou daquele assunto técnico, mas era exatamente estimular a ponte entre o pensamento espírita e essas várias áreas do conhecimento, demonstrando que, como diz Allan Kardec, o espiritismo se relaciona com todos os campos do saber, com todos os campos do conhecimento humano e consegue oferecer subsídios para iluminar diversas questões da vida humana. Então, fiquei absolutamente impressionado e a partir daí comecei a acompanhar o trabalho dele que muito me inspirou. Eu fui fazer psicologia por causa de seminários de Divaldo Franco sobre espiritismo e psicologia transpessoal. A primeira vez que eu ouvi falar sobre psicologia transpessoal não foi na faculdade de psicologia, foi através de seminários de Divaldo Franco. Você já chegou na faculdade sabendo, né? Alguma coisa já tinha noção, né? Tinha noção. Isso. E você, Dan? Qual, quando foi qual foi a primeira vez que você ouviu Divaldo Fran? Curiosamente, foi aqui nos Estados Unidos, foi em Los Angeles, eh, quando ele veio, que ele fazia uma série de viagens anuais, né, pelos Estados Unidos. E eu, claro, já conhecia Edivaldo Franco de nome, livro, mas ver realmente ao vivo foi curiosamente em Los Angeles, que foi uma experiência sempre muito boa para nós

anuais, né, pelos Estados Unidos. E eu, claro, já conhecia Edivaldo Franco de nome, livro, mas ver realmente ao vivo foi curiosamente em Los Angeles, que foi uma experiência sempre muito boa para nós que estamos no exterior, porque a plateia geralmente é muito menor no certo, no exterior. Então você tem uma chance de estar um pouquinho mais perto de Divaldo, mas foi uma uma uma experiência fantástica, porque vim saber depois através de Edivaldo, que ele já conhecia meu meu avô, né, minha avó. Então começou ali uma grande admiração por ele e que viajou esse mundo inteiro falando de coisas lindas e da mortalidade da alma. Isso. Esse será certamente um programa especial para nós, para os internautas. Vou quebrar um pouco o protocolo do que a gente vem fazendo aqui no Literatura Espírita. Vou aproveitar vocês dois para entrevistar os dois, porque vocês têm experiências maravilhosas com com o Guivaldo e vou aproveitar também, se possível, para contar algumas coisas da minha vivência com ele. É, vocês falaram aí da primeira vez queou viram e eu fiz essa pergunta motivada pela minha própria experiência, porque eu ouvi e vi o Divaldo Franco por primeira vez quando eu tinha 10 anos de idade e foi absolutamente marcante para mim aquele homem falando era o lançamento do livro Calvário de libertação. que eu tenho aquela palestra de memória, a roupa que ele vestiu, as pessoas que estavam no local e daí paraa frente toda uma trajetória para acompanhar. Mas para homenageá-lo, né, nós trouxemos esse livro que recomendamos a todos, o Vivência do Amor em Família, organizado pelo Luiz Fernando. Daqui a pouco ele vai nos falar desse processo de organização, mas vamos apresentar então os o livro para os nossos internautas que certamente já estão aí nos perguntando se não vamos hoje apresentar o livro. E vamos sim, daqui a pouco o livro vai estar aí na nossa tela e nós já vamos então começar a apresentar. Só um minutinho. Estamos aqui eh já para apresentar o livro. um instante só que aí já vamos colocá-lo

s sim, daqui a pouco o livro vai estar aí na nossa tela e nós já vamos então começar a apresentar. Só um minutinho. Estamos aqui eh já para apresentar o livro. um instante só que aí já vamos colocá-lo aqui na tela eh para apresentar. Só um minutinho, pessoal, um pequeno problema técnico aqui. Eh, e tá travando a entrada do nosso slide, mas nós já vamos colocá-lo aqui na tela. Enquanto eu ajusto aqui esses slides, eh, Luí, eu queria aproveitar para te perguntar já, eh, como nasceu a ideia de fazer, de reunir as palestras do Divaldo Pereira Fran. Antes, eu quero mandar um abraço para Ana Teresa Camasmi, que gosta muito desse livro, Vivências do Homor em Família, que ela me falou. Eu creio que esse livro, de fato, é o livro mais completo na literatura espírita sobre o tema da família. Se a gente pegar Vivências do Amor em Família, o Constelação Familiar, o Adolescência e Vida do Divaldo Franco e as obras de Raul Teixeira, ditadas pelo espírito Camilo e pelo espírito Teresa de Brito, vereda familiar, minha família, o mundo e eu, Educação e Vivências, Desafios da Vida Familiar. Para mim, esse conjunto de obras é o melhor material sobre família que eu conheço na literatura espírita. a contribuição de Divaldo e a contribuição de Ral Teixeira. Tem outras contribuições de encarnados e desencarnados, mas são referência para mim. Então, é um livro muito interessante porque ele é teórico prático e ele nasceu como um desdobramento do sexo e consciência. Sim. A ideia original é exatamente fazer um livro, né? Um livro bastante volumoso, assim como Vivências, né? Tá aí o Sexo Consciência da Denise, é exatamente fazer um livro em que a gente fosse mais longe do que outras obras multitemáticas. Então, eu vi muitas obras em que se colocavam questões variadas que Divaldo Franco respondia. E é óbvio, uma obra multitemática, ela não consegue aprofundar cada tema. É natural, né, que tudo que ganha em superfície em superfície perde em profundidade, como já disse um filósofo. Então, eu pensei, que tal se nós

a multitemática, ela não consegue aprofundar cada tema. É natural, né, que tudo que ganha em superfície em superfície perde em profundidade, como já disse um filósofo. Então, eu pensei, que tal se nós organizássemos obras sobre um único tema, reunindo colocações de Divaldo, falas de Divaldo em vários lugares e épocas diferentes sobre um único tema. Assim, a gente conseguiria mais material sobre este mesmo tema e um aprofundamento maior. Na hora que surge o sexo e consciência e fez um grande sucesso no movimento espírita até hoje, aí eu entendi que poderia desdobrar o assunto e fazer várias outras obras que estão em andamento, várias outras, né? Nós estamos aí fazendo e temos o Vivências como obra que é o meu xodó. Eu gosto ter mais do Vivências do que do sexo e consciência. Eu também, embora para esse programa eu tenha lido eh 1/3 do sexo e consciência e o a vivências do amor em família, mas eu me arriscaria a dizer um que o Divaldo é o grande nome daquilo que nós poderíamos começar a investigar como oratura do movimento espírita. Oratura é um um conceito novo no campo da literatura que remete a literatura oral. E ele foi um morador brilhante, assim, com temas, com construções que lhe eram muito próprias. Mas vamos então à apresentação do livro do Luís Fernando e os internautas estão aqui nos perguntando, mas vai falar sobre o livro ou não hoje, né? Então, o bom do programa ao vivo é que a gente tem essa esse calor ali dos internautas nos perguntando sobre o livro que já vai ser colocado na tela. Isso aí está o Vivências do Amor em Família. esse livro maravilhoso. Aqui estão os nossos convidados que já foram apresentados ao público. O Luís Fernando Lopes tem além do sexo e consciência que mostramos agora a pouco, também o amor e sexualidade, que é uma compilação de textos do espírito Jonas de Angângeles, psicografados por Divaldo Franco, relativos a essa temática. E nós estamos hoje apresentando esse livro extraordinário, Vivências do Amor em Família, que é uma compilação de

írito Jonas de Angângeles, psicografados por Divaldo Franco, relativos a essa temática. E nós estamos hoje apresentando esse livro extraordinário, Vivências do Amor em Família, que é uma compilação de palestras de Divaldo Franco que ficaram muito bem transcritas para a modalidade escrita da língua, sem cansar o leitor, ao contrário, nos colocando no contato com uma leveza das narrativas do Divaldo Franco, mas sem as marcas de oralidade, os textos devidamente adaptados à modalidade idade escrita da língua. É, portanto, um livro do gênero relatos reflexivos, porque como Luís adiantou ainda há pouco, Divaldo nos conduz nesse caminho de reflexões. O livro sai em 2016, numa data muito importante para o Divaldo Franco, que daqui a pouco vou pedir para o Luís falar sobre ela também, e edição da editora Leal. O nosso processo de leitura, além, evidentemente, de identificar esse trabalho de transcrição das palestras, porque é uma curadoria muito importante, muito marcante mesmo, que o Luís Fernando faz ao longo de décadas, de todo um material que estava em fitas cassetes, em CDs, em DVDs, ah, reunidas como material audiovisual, selecionar, fazer toda a curadoria, colocar essas palestras num fio crescendo de informação para que nós tivéssemos acesso. E o que eu acho que é a cereja do bolo desse livro, pelo menos para mim, são as relações intertextuais ou os cruzamentos de ensinamentos, porque o Luís faz um trabalho maravilhoso com as notas de rodapé, indicando aí um dado da temática. Em qual livro da obra de Joana de Angeles poderemos desdobrar, em qual livro da obra de Manuel Flamino de Miranda. a livros de Vony Pereira é muito dos livros de André Luiz numa demonstração realmente de um conhecimento extraordinário e de quão profunda eram as palestras de Divaldo, ainda que ali nós também nos divertíssemos assistindo, rindo com a sua forma bem humorada de apresentar alguns fatos sobre a sua própria vida. E o livro tem um percurso que evolui aí de narrativas vividas pelo Divaldo Franco

nos divertíssemos assistindo, rindo com a sua forma bem humorada de apresentar alguns fatos sobre a sua própria vida. E o livro tem um percurso que evolui aí de narrativas vividas pelo Divaldo Franco no início da sua vida para reflexões que ficam mais profundas à medida que o livro avança sobre o amor e a vivência em família. Creio que é importantíssimo destacar que todas são histórias reais, histórias sobre família, a própria autobiografia do Divaldo, a dedicação que ele teve a sua família biológica, aos 685 filhos adotados. É uma inspiração paraa nossa vida em família. E a epígrafe não poderia ser melhor, é esta a frase de Valdo. Exemplos vivenciais são mais eloquentes do que as mais belas teorias. E também destacamos ao longo da narrativa uma espécie de reiteração temática. Há muito da vida pessoal de Divaldo. Esse livro, sem dúvida nenhuma, poderia ser apontado como uma autobiografia inspiradora do Divaldo. Nós percebemos também as sacadas da sua maturidade, as conferências que são já da vida de uma pessoa idosa como ele e percepções muito reflexivas e muito profundas sobre a vida. Encontramos um Divaldo ao longo das décadas quebrando preconceitos, sobretudo em relação à mulher, para a sua inserção no campo do trabalho, a sua participação na direção do movimento espírita. Mas a quebra de preconceito que me chamou mais atenção nessa leitura foi do relacionamento entre pais e filhos, porque como o próprio Divaldo disse em várias das suas palestras, ele foi educado por um homem do século XIX, o seu pai. E o Divaldo quebra os preconceitos no relacionamento pais e filhos, sempre defendendo um relacionamento mais próximo, de mais afetividade, de mais contato físico. E nessa leitura isso me pareceu extremamente emocionante e também emocionante verificar como ele venceu toda essa dificuldade que ele tinha. Uma linguagem do Divaldo muito elegante, muito bem cuidada. Não obstante nós encontrássemos sempre alguns trechos jocosos, alguns trocadilhos, por exemplo, sempre que perguntavam para ele

e ele tinha. Uma linguagem do Divaldo muito elegante, muito bem cuidada. Não obstante nós encontrássemos sempre alguns trechos jocosos, alguns trocadilhos, por exemplo, sempre que perguntavam para ele se ele falava com os mortos, ele dizia: "Não, eu falo com os vivos, porque os mortos vivem". Então, nós que assistimos palestras de Valdo ao longo das décadas, sabemos o quanto esses momentos davam leveza às conferências que traziam conceitos profundos, que traziam casos reais muito pgentes. E como o Luís nos adiantou na nossa entrada aqui no livro, o Divaldo não fez uma formação a nível superior, mas apresentava um conhecimento que ele construiu na conversa, na interação com os amigos que eram especialistas em várias áreas, vários conceitos profundos e os conceitos que ele mesmo conseguiu formular ao longo da vida e nos trouxe um conhecimento muito significativo no campo da psicologia. A obra reúne, eu diria, três pontos essenciais sobre a vivência do amor em família. O amor como essencial, como núcleo das relações familiares, a empatia e o cuidado para todos os que querem ser pais e mães, que são pais e mães, inclusive aqueles que são e querem ser pais adotivos. E os muitos exemplos das renúncias maternas nos tocaram na compilação de palestras que o Luís Fernando transcreve. Também destacamos ainda, à medida que as palestras se descortinam na nossa leitura, o entendimento dos laços espirituais profundos que reúnem os membros de uma família. Depois, a superação de desafios, perseverando no bem e sempre a sugestão, o conselho, a vivência do evangelho no lar, conforme o trecho de abertura do nosso programa. E quem quiser saber mais sobre o nosso organizador do livro, o Luís Fernando, há várias palestras dele que estão no YouTube, é um expositor muito ativo no movimento espírito. Voltando então paraa nossa sala, pro nosso estúdio, quero agora, depois de apresentado o livro, fazer uma pergunta para o Dan Assise, que está aqui conosco, tradutor do Divaldo Franco. O Luís fez o trabalho de

então paraa nossa sala, pro nosso estúdio, quero agora, depois de apresentado o livro, fazer uma pergunta para o Dan Assise, que está aqui conosco, tradutor do Divaldo Franco. O Luís fez o trabalho de curadoria, reunir essas conferências do Divaldo sobre essa temática de família. E eu queria então te perguntar quando foi a primeira vez que você traduziu o Divaldo para o inglês? Ah, isso isso é é uma é uma ótima pergunta, porque foi quase que acidentalmente, né? Nós tínhamos que nós tínhamos os eventos do Divaldo aqui, nós queríamos levar a ao público que falava inglês. Agora é um pouco difícil traduzir eh qualquer palestra para o inglês assim simultâneo, né? E então a gente lá na naquele desejo de que tentar ajudar, tinha um tradutor, Daniel Benjamim, aliás, uma um amigo nosso aqui da Califórnia muito querido, que traduziu o Edivaldo por várias várias épocas. Ele estava viajando, ele não podia ir naquele evento, nós tínhamos que arranjar um outro tradutor. Então o que nós faríamos? tentamos com uma série de pessoas e como não tinha ninguém, eu tive que simplesmente pegar o microfone e tentar, né? Então foi algo assim que acabou acontecendo de maneira imprevista, pelo menos do nosso lado, mas foi nos anos, acho que foi 2001 ou 2002 aqui, aqui na Califórnia. E como funcionou e como as pessoas tinham um pouquinho de medos de traduzir Divaldo, nós tivemos que abraçar essa tarefa e e ir adiante. E a partir daí começamos a viajar um pouquinho com o Divaldo aqui na Califórnia, várias cidades da Califórnia, depois em em Nova York, Washington, capital e Baltimore e outros lugares, né? F fomos começando a seguir, Divalda, um pouquinho num périplo eh de tradução espírita através dos anos, que me trouxe muita alegria, mas foi aquele famoso assim, olha, não tem ninguém, vamos trabalhar, vamos trabalhar, né? Vamos fazer o nosso melhor, fomos adiante. Então foi foi assim na marra, né? Foi na marra. OK. Luiz, eu queria voltar então a para te perguntar o seguinte: Ah, essa ideia do livro Vivências do Amor em

Vamos fazer o nosso melhor, fomos adiante. Então foi foi assim na marra, né? Foi na marra. OK. Luiz, eu queria voltar então a para te perguntar o seguinte: Ah, essa ideia do livro Vivências do Amor em Família, na verdade vou fazer uma pergunta dupla, né? Quando você propôs a Oivaldo, já no livro anterior, no sexo e consciência fazer esse trabalho de curadoria e de transcrição, ele aceitou essa esse trabalho assim de pronto ou houve alguma resistência inicialmente? E sobre o vivências do amor em família, eu queria te perguntar se há uma história aí que seja a sua preferida entre as tantas que estão nesse livro. E começa pelo fato da forma como eu entrei em contato com Divaldo. Foi Divaldo que entrou em contato comigo, né? eh, por e-mail, eu dei a ideia, eu transcrevi um palestras de falas de Edivald sobre arte, que até hoje eu publiquei apenas numa revista espírita, não saiu em livro ainda. E Universo Espírita, que era uma revista que existia lá em São Paulo, quando eu morava em São Paulo, morei 15 anos lá, eu peguei essa transcrição, eram 16 páginas, eu acho, coloquei meu e-mail atrás e entreguei pra Paula Zamp, cantora que muita gente conhece de São Paulo, que estava pra mansão do caminho. Eu dis, eu transcrevi esse material aqui, você leva para Olival, leva. Ela levou. Semanas depois eu recebo o e-mail dele. Achei até que era um vírus de computador. Ele mandou o e-mail dizendo: "Olha, não publique enquanto eu não revisar". Como ele não tava com o o artigo, o arquivo online era só impresso, ele disse: "Não, pô, não, então está aí, tô mandando de volta". Ele já revisou no mesmo dia está liberado para publicar. Aí publicamos e a partir daí uma eu pensei em fazer o livro Sexo e consciência e conversando com o Washington Nogueira, muita gente conhece lá de São Paulo também disse: "Ó, tô com um projeto assim que às vezes eu falava com o Divaldo, até porque eu já mandei um material para ele e disse: "Meu amigo, faça como eu". Quando eu escrevi o livro sobre a mansão do

ém disse: "Ó, tô com um projeto assim que às vezes eu falava com o Divaldo, até porque eu já mandei um material para ele e disse: "Meu amigo, faça como eu". Quando eu escrevi o livro sobre a mansão do caminho, eu não pedi permissão, não. Eu fui fazendo, fazendo, entrevistando. Quando já tava no meio do caminho, disse: "Olha, estou fazendo". Aí rola o negócio. Eu disse: "Pois eu vou fazer assim". Então comecei a fazer quando já tava em mais de 100 páginas, eu fui a São José do Rio Pardo com dois amigos lá no interior de São Paulo e mostrei para ele que tava fazendo uma palestra lá no clube no Rio Pardo. Eu disse: "Olha, tô fazendo aqui". Ele olhou, estava lá Miguel de Jesus Sardano, que havia levado ele, disse: "O que é que acha, Miguel? Está bom." E ele gostou, deu autorização. Quando eu publiquei, publicamos o Sexo e Consciência, porque ele fez a primeira revisão para publicar, ele me mandou um e-mail, disse assim: "O seu livro é um tesouro doutrinário". Eu tenho esse e-mail guardado até hoje, né? E era exatamente isso que eu queria. As histórias que ele conta, os conceitos que ele emite, fazem da obra um tesouro doutrinário. Ficou muito maior do que eu imaginava. Eu não achava que ficava tão grande. Ele disse que ele ficou impressionante. Foi a expressão que ele usou do B. Então, já que começamos a série e a ideia boa, vamos adiante fazer o Vivêncios do Amor em Família e mais outros tantos livros que nós estamos aqui aprontando, né? Cada papelzinho desse é um conjunto de referência anotadas à mão pra gente poder fazer. Agora vai facilitar que tem inteligência artificial porque era tudo a mão para gravação. Digita para digita. Eu sei bem o que é isso, porque essa é a minha área de trabalho. Como professora de linguística, eu dou aula pros alunos. Olha, antigamente era assim que transcrevia. Hoje as coisas estão um pouquinho mais fáceis, né? nos ajuda. Então, Luiz, eu te interrompi, mas eu quero saber nesse livro que tem tantas histórias, histórias que me fizeram

ra assim que transcrevia. Hoje as coisas estão um pouquinho mais fáceis, né? nos ajuda. Então, Luiz, eu te interrompi, mas eu quero saber nesse livro que tem tantas histórias, histórias que me fizeram chorar, histórias que me fizeram rir, histórias que me emocionaram, que me lembraram momentos em que eu assisti as a conferência, porque a gente vem de uma fase em que a gente não que a gente conheceu o Divaldo, aliás, de uma forma presencial, não era online. Então, para ouvi-lo, a gente tinha que viajar, né? Depois vieram os CDs e mais recentemente ouvi-lo online. Qual foi então a palestra ou a história que mais te emocionou? Antes de dizer a história, eu quero fazer já uma reivindicação. Tem que haver um outro programa só para você contar as suas experiências com ele, Denise, e também pro Dan contar as experiências dele com Divald, porque não dá tempo de fazer tudo aqui num programa só. Revivindicação feita. Então, olha, eu acho que são muitas histórias. Eu quero destacar uma, o amor em família, o alimento da vida, é uma história muito linda, né? Né? Em que o irmão consegue salvar a vida da irmã, né? Na barriga da mãe. É uma história muito linda que merece ser lida. E eu me lembrei do livro Nosso Lar, onde está lá Amor, o alimento das Almas, que é o capítulo de nosso lar. E eu disse: "Bom, o amor é o alimento das alvas, o amor é família é o alimento da vida enquanto estamos aqui na terra". Por isso que eu coloquei esse título inspirado de André Luiz. É uma linda história. Quero destacar uma coisa que é importante lembrar. O livro não é de Joana de Angeles, né? O livro é de Edivaldo Franco. Divaldo é Divaldo, Joana é Joana. Trabalharam juntos. são individualidades diferentes. Então, a informação que eh saiu aí recentemente numa edição nova foi um pequeno equívoco, colocar pelo espírito Joana de Ângeles, isso é um equívoco e temos que ser justos com Divaldo Franco. É, são palestras de Divaldo, reflexões de Divaldo, é a vida de Divaldo. Joana é Joana, Divaldo é Divaldo. É bom que a

to Joana de Ângeles, isso é um equívoco e temos que ser justos com Divaldo Franco. É, são palestras de Divaldo, reflexões de Divaldo, é a vida de Divaldo. Joana é Joana, Divaldo é Divaldo. É bom que a gente corrija esse pena equívoco. Então, realmente esse amor, o alimento da vida, é uma linda história que vale a pena a gente refletir sobre ela. Tá no primeiro capítulo da obra. E é uma uma história que se passa nos Estados Unidos, né, da um na Califórnia. E vai aproveitar esse gancho aí ah que o Luís nos trouxe dessa história maravilhosa que ouvi em CD inúmeras vezes. Eu nem sei quantas vezes eu ouvi essa história no CD do seminário Vivências em Família. Eu queria te perguntar, Dan, para você também houve uma palestra que foi mais emocionante traduzir? Ai, são tantas, é tão difícil, né? né? Eh, eu acho que uma que me impressionou de de grande forma sobre a transição planetária e as crianças índico e cristais ainda nos anos 2000, porque nós estava traduzindo no hotel Acienda perto do aeroporto de Los Angeles. E quando ele começou com aquela com aquela oratória, aquela poesia que ele tem, né? Eu tava lá atrás no finalzinho da sala e de repente eu traduzia e eu meio que tive a impressão que eu via o universo quando ele falava de Alconi e e da os planetas e tudo mais. E eu fiquei assim: "Meu Deus do céu, eu não sou médium ostensivo, como é que eu estou captando essa imagem aqui que ficou comigo assim, uma coisa linda e maravilhosa?" Depois fui falar com ele, falei: "Edivaldo, eu vi o sistema de Alcine", assim quando você estava falando sobre os os espíritos egressos e tudo mais, como é que isso se deu, né? Ele foram os mentores espirituais que me conectaram para poder entender você, porque eu tava com medo de tá tão longe de você, não conseguir escutar o que você tava falando, porque essa é um dos grandes desafios, né? Divaldo é tão charmoso e tão bom na oratória que ele fala as histórias, muitas vezes as pessoas riem e se você se ele ri, se elas riem, eles continua falando, você perde o fio da

grandes desafios, né? Divaldo é tão charmoso e tão bom na oratória que ele fala as histórias, muitas vezes as pessoas riem e se você se ele ri, se elas riem, eles continua falando, você perde o fio da meada na tradução, que você não consegue ouvi-lo, né? Aí ele falou: "Não, meu filho, fui eu. Fui eu que me conectei psicamente a você para te ajudar, porque eu notei que você estava com dificuldade. Olha só que fantástico a presença desse desse grande gigante que não só fazia oratória, mas era capaz de perceber que o tradutor precisava de uma ajudinha a mais ali, porque ele estava um pouco ansioso, né? Então ele meio que plasmou essas essas imagens para que eu que eu ficasse mais conectado a ele. Então sem tem milhares de histórias assim, mas a gente vê que são histórias por trás das histórias, né? É por isso que eu gostei tanto desse livro, Luiz Fernando, porque me trouxe não só as histórias, mas me trouxe as lembranças daquela convivência com o Divalo. Então foi um presente duplo para mim. Muito obrigado por isso, né? Eh, Luí, eu queria também te perguntar sobre aquilo que para mim foi a cereja do bolo, né, que são as notas de rodapé. Aliás, eu adoro notas de rodapé, de autor, de tradutores. Eu amo notas de rodapé. Eu acho que elas formam um livro à parte. E você nos brinda com mais de uma centena de notas de rodapé, não sei exatamente 125 ou 135 notas, mas eu queria te perguntar como é que você foi compondo essas notas. Foi a medida que foi que você foi transcrevendo, depois que as transcrições estavam feitas e quanto tempo mais ou menos você levou para transcrever as palestras que estão no livro Vivências do Amor em Família? Olha, o sexo e consciência eu levei uns 10 anos fazendo porque tive algumas interrupções em função de atividades profissionais. O vivências eu levei uns 6 anos fazendo, né? Não foi continuamente, também teve pequenas interrupções menores do que as do sexo e consciência. Mais ou menos assim, as notas eu fui fazendo algumas de cabeça e outras depois eu fui procurando porque

ão foi continuamente, também teve pequenas interrupções menores do que as do sexo e consciência. Mais ou menos assim, as notas eu fui fazendo algumas de cabeça e outras depois eu fui procurando porque eu com assim como Divaldo Franco, vou usar uma expressão que ele usava, eu também uso para mim, eu tenho memória de elefante. Eu consigo inclusive visualizar espacialmente, né, a parte da página que eu li determinada coisa. E eu consigo me lembrar com muita facilidade. Eu conheço bem a bibliografia produzida mediunicamente por ele e por Chico Xavier, sobretudo André Luiz. E eu sempre me lembro eh com muita facilidade onde é que estão os tópicos. Então, na hora que eu ia transcrevendo, eu já me lembrava e já anotava. Depois eu vi o detalhe, qual era a página, qual era o capítulo e alguns outras notas. Posteriormente, depois de tudo pronto, eu ia procurar alguma coisa que pudesse fundamentar aquilo que estava lá, exatamente como você falou muito bem, para que o leitor pudesse desdobrar o que lá está e também para que o leitor não achasse que Divaldo Franco tirou da cabeça dele, do nada inventou aqueles conceitos, né? Então, tá ali uma bibliografia mais ampla, exatamente para que as pessoas possam cotejar o conteúdo, a fala de Edivaldo, com aquilo que já está registrado na literatura confiável de autores que são coerentes, que são estão no canânone espírita, por assim dizer, como dizem os profissionais da área de letras, né? Então, foi isso. Eu quero destacar também uma coisa. título, eu encontrei Piedade Bueno, que atua lá na editora, né, nossa querida amiga, em São Paulo. Eu disse: "Piedade, eu tô fazendo esse livro, eu tenho dois títulos assim em vista. Eu pensei no título Dimensões espirituais da família e pensei no Vivências do Amor em Família. O que é que você acha?" Ela não pensou duas vezes, ah, vivências do amor em família, muito melhor. Eu disse, então vai ficar esse aí mesmo. Não sei se piedade eu lembro, mas ela bateu martelo. Eu gostei dela ter dado a opinião. E Divaldo nunca mudou nenhum

ivências do amor em família, muito melhor. Eu disse, então vai ficar esse aí mesmo. Não sei se piedade eu lembro, mas ela bateu martelo. Eu gostei dela ter dado a opinião. E Divaldo nunca mudou nenhum título de capítulo, de subtítulo, de nada. Ele sempre deixou, sempre gostou de tudo que eu apresentei. Uhum. Denise, posso ser enxerido e fazer uma perguntinha pro Luiz Fernando? Pode, deve. Luiz Fernando, eu vejo nesse livro uma parte muito interessante que muitas vezes os leitores não percebem, que é é o é o pensar do da organização. Como é que você no método bem cardequiano, você pega várias fontes e você decide compilar um livro lindo pra gente. Mas como você decidiu a ordem dos tópicos que você ia abordar? Porque isso sempre me fascina do ponto de vista estrutural. Conta pra gente que você podia fazer de várias maneiras diferentes, né? Por que que o livro é assim do jeito que é? É, assim como dizem os antigos filósofos, né, a gente deve partir do geral para o particular, né? Então a gente começa com temas mais gerais. Eu fiquei devendo a sua pergunta sobre os exemplos vivenciais, não foi isso, Denise? Foi mais tranquilo. Depois a gente já te respondo, é a dificuldade que uma irmã de Edivaldo Franco tinha para se se relacionar com o pai dela e pai de Edivaldo, que ela conta na história que era uma divergência que havia na Argélia de outra encarnação e que essa relação conflituosa dentro de casa deu muito trabalho para Adivaldo. Então eu pensei nessa história quando coloquei a frase os exemplos vivenciais são mais eloquentes do que as mais belas palavras. Eu pensei nessa história que é uma história muito delicada de conflito familiar que quase todas as famílias no planeta têm. Mas aí então a gente parte do geral, vai do geral para o particular da, por exemplo, lá no sexo e consciência começa com energia sexual. Depois de energia sexual vem sexo e reencarnação, porque nós vamos trabalhando ao longo do nosso processo evolutivo, por várias vidas a nossa energia sexual. Então, depois de sexo e

om energia sexual. Depois de energia sexual vem sexo e reencarnação, porque nós vamos trabalhando ao longo do nosso processo evolutivo, por várias vidas a nossa energia sexual. Então, depois de sexo e reencarnação, nada mais óbvio do que falar sobre aborto, que é uma tentativa reencarnatória que não deu certo, né? E por aí vai. Então, a gente começa daquilo que é mais amplo, daquilo que é mais genérico e vai chegando naquilo que é mais específico. Por exemplo, no Vivências, a gente tem um capítulo que Denise destacou sobre a relação pais e filhos. O capítulo se chama Nos Passos da Criança e do Jovem, que é o cinco. É uma visão geral sobre a criança e o jovem. Aí no próximo capítulo é pais e filhos, a delicada relação. Aí você já introduz a dimensão educativa nessa presença da criança e do jovem na no sistema familiar. Então, veja, primeiro uma visão geral sobre criança e jovem e depois o que o educador familiar precisa fazer para conduzir um processo educativo que seja qualificado. Então, a gente vai falando, vai navegando, trafegando por aí, encadeando os capítulos de maneira que o primeiro dê base para o próximo e o próximo desdobre o anterior. Eh, essa pergunta do Dan foi muito interessante e ela me lembrou algo que eu percebi na leitura e aí a minha percepção como leitora, Luiz Fernando, não sei se você teve essa intenção, mas olhando o livro como um todo, eu percebo que nós temos no começo do livro histórias que têm mais a ver com o início da trajetória de Valdo Franco, orador. E aí nós temos muitas histórias sobre ele, sobre a relação com Chico Xavier e são histórias mais amplas, narrativas, ah, eu diria, com mais enredo, mais episódios. E à medida que o livro caminha, as narrativas têm enredo, tem episódio, mas elas ficam mais densas. É como se fosse um Divaldo Franco narrando, mas um orador com uma vivência mais madura. Você percebe isso também no no livro, Luís Fernando, ou foi uma percepção minha como leitor, algo que talvez tenha a ver comigo? Não, tua. Porque veja como a gente sabe que

m uma vivência mais madura. Você percebe isso também no no livro, Luís Fernando, ou foi uma percepção minha como leitor, algo que talvez tenha a ver comigo? Não, tua. Porque veja como a gente sabe que quando um autor tem uma obra muito ampla, tem duas formas de apresentar a obra dele. Uma é a forma cronológica e a outra é a forma temática. Eu escolhi a forma temática. Se por acaso houve um encaixe dessa escolha temática com aspectos cronológicos, foi algo que a gente deve ao destino, ao cosmos. Eu não pensei nesse aspecto não, mas é interessante você fazer essa observação. OK. Teve outra coisa que falou que eu acho que deixei escapar algum ah sobre como é que eu como é que eu seleciono os materiais, né? É, a ideia é a ideia é pegar o máximo de fontes que seja possível coletar, exatamente para que a narrativa seja a mais rica e a mais fiel possível. a narrativa do sexo e consciência sobre o encontro dele com Chico Xavier, eu usei 10 gravações, exatamente de seminários diferentes, seminários diferentes, de anos diferentes, de lugares diferentes. E duvidar alguma coisa que o Dan tenha traduzido, exatamente para obter o maior número de dados, a maior riqueza de informação e a maior precisão de informação. Porque é natural que alguém conte uma história aqui, acá, esqueça uma coisa, omita ali, acrescente aqui. Então, o máximo de fontes que seja possível a gente reunir para que o relato seja o mais qualificado possível e dá muito trabalho, mas é muito prazeroso quando a gente vê o final. É porque você é aquele primeiro leitor, né, dessa obra, trazendo de uma modalidade da língua, a modalidade oral para outra. Dan, eu queria também aproveitar sua presença aqui, eh, que é muito importante junto com o Luiz Fernando. Quando eu consegui confirmar com vocês dois, eu achei ótimo, porque eu tava ali diante de alguém que transcreveu e de alguém que traduziu. E eu queria traduziu talvez até algumas dessas histórias aqui. Era isso que eu queria te perguntar. Dessas que estão no livro, você chegou a traduzir alguma

m que transcreveu e de alguém que traduziu. E eu queria traduziu talvez até algumas dessas histórias aqui. Era isso que eu queria te perguntar. Dessas que estão no livro, você chegou a traduzir alguma delas em conferências do Divaldo nos Estados Unidos? Quase todas. Quase todas. Acho que são poucas aqui que eu li no livro que eu já não conhecia, porque as histórias sempre eram um artefato muito importante das palestras de Divaldo. Inclusive, eh, muitas vezes ele fazia teoricamente a mesma palestra em estados ou locais diferentes, mas havia histórias novas, haviam perspectivas diferentes, então era o mesmo tópico, mas nunca era. Então, a gente teve o prazer de conhecer essas histórias todas. E uma coisa muito interessante também para aqueles curiosos que nem eu assim que que também por adoram, né, nota de rodapé, aliás Luiz Fernando, um pedido para você nas próximas edições, se você puder, põe todas as notas de rodapé no final de novo pra gente como bibliografia, pra gente poder as os todos os letros juntos. Seria ótimo para quem gosta de estudar, né? Mas eu acho muito interessante isso porque essas histórias ficam com a gente, né? Então todas essas histórias a gente traduz um pouquinho, algumas eu não conhecia, né? alguns detalhes assim sobre a vida de Neid, né, da das irmãs e por aí assim fora. Então, foi muito bom porque eu sempre falo que o espiritismo ainda dá um presente que é a transformação da nossa perspectiva de vida, né? Mortalidade. Isso a gente espera. O segundo presente do Espiritismo que eu não esperava eram as pessoas que eu conhecia através da doutrina espírita que eu nunca conheceria, né? Se não fosse pela doutrina espírita Divaldo, é uma delas, vocês são uma delas. Então, a gente faz amigo no mundo inteiro, né, através dessas histórias, dessas dessas convivências. Então, esse esse livro é uma maneira da gente se aproximar da pessoa também, entender que estamos todos juntos nessa viagem. Então, é muito gostoso ler essas histórias. Muito obrigado, Luiz Fernando.

Então, esse esse livro é uma maneira da gente se aproximar da pessoa também, entender que estamos todos juntos nessa viagem. Então, é muito gostoso ler essas histórias. Muito obrigado, Luiz Fernando. Eh, nós estamos todos muito gratos, Luiz Fernando, pelo trabalho que você fez e esse momento aqui do Literatura Espírita. É um momento tá sendo muito especial para toda a nossa equipe. Eu quero aproveitar que nós estamos aqui nessa conversa tão entusiasmados, os três sobre o livro. Quero destacar os nossos internautas que nos acompanham, porque nós encontramos muitos desses internautas em eventos espíritas e eles nos dizem: "Ah, eu li porque vocês comentaram lá. Ah, eu reli porque vocês comentaram lá". Isso é muito importante, é o objetivo do nosso programa. Então, nós temos internautas nos acompanhando hoje de manhã da Bahia, das cidades de Paramirim, Vitória da Conquista, Livramento de Nossa Senhora, Cruz das Almas. De Minas Gerais, nós temos internautas nos acompanhando em Uberlândia, na Paraíba, internautas nos acompanhando em João Pessoa e Campina Grande. Temos também internautas que nos acompanham de Veracruz, no México, de Tampa, na Flórida, internautas que estão em eh Timbaúba, Pernambuco, Vitória do Espírito Santo, Itapeva, São Paulo, Palmares, Pernambuco, Rio de Janeiro, na capital, Santa Rita do Passaqu, São Paulo, sempre temos internautas de Santa Rita e saudamos muito os nossos amigos que também nos acompanham de Belo Horizonte, de Fortaleza, ah, de São Paulo, capital. Florianópolis, Miguel Calmon na Bahia, Guachupé, Minas Gerais, eh São Bernardo do Campo, São Paulo, os amigos de Houston, nos Estados Unidos, são as nossas amigas do Lar Frei Luiz, lá em Houston, uma casa recém-aberta, nossos amigos de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Juiz de Fora, Minas Gerais, eh, São Gonçalo, no Rio de Janeiro, Campinas no interior de São Paulo, Chapada Diamantina na Bahia, Brumado, Belém no Pará, Patos na Para, íba e são amigos que nos acompanham de diversas instituições espíritas, do Rio

no Rio de Janeiro, Campinas no interior de São Paulo, Chapada Diamantina na Bahia, Brumado, Belém no Pará, Patos na Para, íba e são amigos que nos acompanham de diversas instituições espíritas, do Rio de Janeiro, Centro Espírita Tarefeiros do Bem, em Belo Horizonte, Fraternidade Espírita, nosso Pequeno Lar, em São Paulo, Casa Espírita, Seara Bendita em Guachupé, Centro Espírita Nova Era em Brumado, Centro Espírita Viveiro de Luz e Uberlândia, Centro Espírita Eurípedes Barçanfo. E em Vitória da Conquista, o Centro Espírita Humberto de Campos. Então, aí esses amigos que nos acompanham, a nossa alegria, né, por tê-los aqui nesse ao vivo do Literatura espírita. Deixa os seus comentários. Esse é um programa de homenagens ao orador Divaldo Franco. Quem tem uma frase, né, de alugio, uma palavra amiga para Udivalduro, nós sugerimos que deixe aí nos comentários, porque mesmo que nós não consigamos ler aqui, isso ficará registrado no chat dos vários canais parceiros que nos transmitem aqui a partir do canal da Mansão do Caminho e do Seridó Espírita. Quero agora fazer uma mesma pergunta para vocês dois, que é algo que para mim se destaca nesse livro e que daria inclusive na minha mente de leitora, um exerto só a autobiografia de Divaldo Franco, as várias palestras em que ele fala sobre si, em que ele conta histórias de superação de sua vida, ele ri de si mesmo. Eu achei isso muito interessante, né? é algo que a gente já sabia, mas fazendo uma leitura para esse programa com mais maturidade, eu percebo quando o Divaldo ri de si mesmo, é um riso, na verdade, de contemplação de o quanto ele se desenvolveu, aquele jovem que saiu do interior do estado da Bahia, de Feira de Santana, e que conquista o mundo, né? vai ter as experiências as mais diversas, conhecendo pessoas como o Dan disse aqui, que somente através da doutrina espírita ele teria contato. Então, queria perguntar para vocês, aí eu vou começar pelo Luís também, que trechos da autobiografia do Divaldo Franco você diria, eh, Luiz, que é um um

através da doutrina espírita ele teria contato. Então, queria perguntar para vocês, aí eu vou começar pelo Luís também, que trechos da autobiografia do Divaldo Franco você diria, eh, Luiz, que é um um lance assim que teove ou que te chama muita atenção? Essa pergunta é sempre complicada. São tantas histórias, mas eu quero destacar duas. Uma é a história de um filho que Edivaldo Franco não viu mais em outra encarnação e séculos depois ele encontrou na Índia, que é a história de Tamil, né? Eu vi essa história quando eu era quando eu era adolescente e aquilo ficou na cabeça. Depois eu vi a narrativa também, é uma das narrativas que eu vi em vários lugares, coletei várias gravações e é uma linda história, quer dizer, mostra inclusive sobre o psiquismo ao longo das reencarnações, como funciona uma situação traumática de séculos atrás que fica no psiquismo do indivíduo. E ele dizia, quando era criança, procurava alguma coisa no quintal e não sabia o que é que era. olhava atrás da árvore, olhava na areia, cavava, olhava daqui. O que que será que eu tô procurando? Um filho que lhe foi tomado nos braços séculos atrás, esse trauma fica no inconsciente passado, que é a expressão que Filomeno de Miranda usa no livro Grilhões Partidos, o inconsciente passado, o inconsciente atual. E aquilo vai pulsionar até que ele encontra a criança, uma criança em situação de rua que ficava ali tomando conta de carros. Quando Franco vai visitar o axiran do sábio indiano Saibab, é uma linda história. E a outra é a história das recordações que Irivaldo tem da mãe dele, que é um dos momentos culminantes do filme. Acho que quem não chorou no momento em que a mãe de Edivaldo desencarna no filme, né, não é tão sensível assim, que é muito é muito impactante. E ele contando várias histórias com a história do café, mamãe, porque a senhora só toma café, porque café tira fome, meu filho, não é? Mas por que é que a senhora quer tirar fome? que é para que a comida sirva para você que tá em fase de crescimento e os seus

ãe, porque a senhora só toma café, porque café tira fome, meu filho, não é? Mas por que é que a senhora quer tirar fome? que é para que a comida sirva para você que tá em fase de crescimento e os seus filhos também. é muito sensível e ela ser traída, né, a infidelidade do pai de Divaldo e ela, a mãe de Divaldo, receber aquela que estabeleceu uma relação extraconjugal com o marido dela como uma verdadeira irmã e depois dizer do mundo espiritual que vai reencarnar, que vai ter novamente o marido como companheiro e vai receber aquela que estabeleceu uma relação extraconjugal com seu companheiro na condição de filha, na próxima encarnação. Então, a história de Tamil e as recordações de Divaldo em relação à mãe são lindas. Para você, Denise, que gosta do Evangelho, lá na história da mãe de Dimas tem uma explicação sobre aquele debate evangélico que Jesus teria dito: "Senhor, Senhor, por que me abandonaste?" E ele diz que no meio daquele tumulto todo, alguém deve ter gritado isso na multidão. E os narradores atribuíram a frase a Jesus. É uma explicação absolutamente coerente que me satisfaz. Isso. Perfeito, né? Li tudo, Luiz. Fernando, dei conta desse livro e antes do Dan responder, eu quero dizer aos internautas que se alguém pensar assim: "Ah, mas Denise mostrou o livro lá no no programa, o livro é volumoso, eu não consigo ler livro volumoso, eu diria, tire essa ideia da sua cabeça." O livro é maravilhoso, flui com uma rapidez, porque são narrativas muito interessantes e o processo de transcrição deu um um valor, um relevo as narrativas que a gente lê sem pensar e a gente se emociona. E tinha histórias que eu não queria me desapegar, Luiz Fernando, a ditamil era uma delas. Eu não queria avançar no livro, eu queria eh revisar, reler por conta da emoção que essa história traz. era uma das que eu não conhecia, mas eu vou passar pro Dan responder eh dessas narrativas e das que você traduziu, a autobiografia de Edivaldo, o que é que você daria um destaque, o relevro? Ah, são várias,

a das que eu não conhecia, mas eu vou passar pro Dan responder eh dessas narrativas e das que você traduziu, a autobiografia de Edivaldo, o que é que você daria um destaque, o relevro? Ah, são várias, como o Luiz Fernando falou, a gente podia ficar aqui falando por horas, né? As histórias de dona Ana, mãe de Edivaldo, sempre me tocaram muito essa história do café de não comer pros filhos, né? E me tocou uma vez de tal maneira que eu perguntei, Divaldo, que puxa que lindo isso? Aí eu perguntei, dona Ana, estava aí na palestra? Ele falava: "Estava, meu filho". Então, foi sempre muito bonito, porque frequentemente essas histórias que a gente lê no livro e ouve nas palestras, as pessoas sobre a quais a história contada estão presentes. Edivaldo é sempre tão genuíno e tão gracioso com as suas palavras que ele faz essa essa honraria de contar a história, de mencioná-los, mesmo que estejam invisíveis para nós ali encarnados no momento. Então, é muito gostoso porque a gente se sente ainda mais perto dos personagens da vida dele. ele realmente abre pra gente essa intimidade dele para nós, né? Que que que convenhamos se a gente se a gente cogitar que ele nasceu em 27, né? E que a postura social era muito mais recatada e resguardada do que hoje, era um um excelente exercício de se expor, de dar a si mesmo para aqueles que estavam ouvindo. Então, sempre me tocou muito o coração ouvir, ouvir sobre a mãezinha dele e todas as pessoas que estavam ali por perto, né? Eu me lembro também uma vez onde ele começou a falar de meu avô, uma história de quando Divaldo estava traduzindo, eh, estava escrevendo um livro de de Víor Hugo, o meu avô na época era presidente da FEB e meu avô então era chato e perguntou de Dival, tem certeza que isso aqui que eu já fui nessa praça na Itália e não existe esse ponto que Víor Hugo menciona hoje aqui e Divaldo depois fala hoje não, mas Víor Hugo manda dizer que naquela época existia, né? Então assim, é tão próximo da gente que fica muito muito interessante a gente entrar. Então

menciona hoje aqui e Divaldo depois fala hoje não, mas Víor Hugo manda dizer que naquela época existia, né? Então assim, é tão próximo da gente que fica muito muito interessante a gente entrar. Então ess eu eu quero fazer o double clique no que você falou, Denise. O livro parece volumoso, mas cuidado que você vai entrar nele e você não vai querer parar de ouvir as as de ler as histórias que parece que elas elas entram de volta na sua alma, assim, se você já ouviu elas em público também. E eu arrisco a dizer aos internautas com muita certeza que quem começar a ler esse vai querer ler o outro, o sexo e consciência que tá aqui, porque é a mesma, o mesmo ritmo, como diriam os jovens, a mesma pegada. E a gente começa ali e não quer parar. E ocorreu comigo que eu estava na preparação desse programa e estava lendo o outro livro, né? Comecei pelo sexo e consciência. Eu falei assim, eu vou dar uma olhada aqui para revisar. Eu não queria parar o outro, mas eu tinha que ler esse pro programa. Chegou uma hora que eu disse para mim, Denise, o foco do programa é o outro, é o Vivências da Vida em Família. Então, tem esse esse lado aí. Eu acho que nós sentimos o Divaldo muito perto. E dizendo isso, eu quero aproveitar aqui para trazer já um comentário da nossa querida Marlene Rosa que nos acompanha e ela diz assim: "Para mim, Divaldo foi prova viva da questão 459 de O livro dos espíritos, independentemente de sua vasta mediunidade." E a questão 459 é aquela em que Allan Kardec pergunta sobre a a influência oculta dos espíritos. E a pergunta é: influem os espíritos em nossa vida, em nossos pensamentos, em nossos atos? E a resposta é muito mais do que imaginais. Influir a tal ponto que de ordinário são eles que vos dirigem. Então a Marlene faz esse destaque. Eu acho que o Divaldo influenciou as nossas vidas de nós três que estamos aqui na tela, dos internautas que nos acompanham. E eu vou pedir licença ao Luís Fernando. O programa é para comentar o seu livro, Luiz, mas para homenagear o Divaldo.

as vidas de nós três que estamos aqui na tela, dos internautas que nos acompanham. E eu vou pedir licença ao Luís Fernando. O programa é para comentar o seu livro, Luiz, mas para homenagear o Divaldo. Algo que eu ouvi semana passada numa palestra que eu fui fazer e falei sobre o o a vida do Divaldo Franco, orador, porque essa sacada que você teve foi muito importante, assim, o destaque para o orador, como ele construiu um estilo que é muito próprio, né? É um estilo inimitável. E ao terminar a palestra, uma pessoa veio falar comigo e disse assim: "Eh, eu moro em Campina Grande há 20 anos. Ao longo desses 20 anos que eu morei aqui, nenhuma das vezes que Divaldo veio, eu estava aqui. Eu não consegui assisti-lo presencialmente em vida. Depois eu comecei a assisti-lo pelo YouTube, eu o acompanhava pelos CDs, mas isso não fez diferença para mim. Eu assistia as palestras no YouTube, eu ouvia um CD e eu me sentia conectado ao Edivaldo. Então, acho um um depoimento assim muito real, muito vivo. Alguém que, diferentemente de mim, de vocês, dos internautas que nos acompanham em sua maioria, não chegou a ver o Divaldo Franco presencialmente, mas isso não diminuiu essa conexão que a pessoa sentiu com ele. Mas vamos então caminhando, porque o horário do programa tá avançando, né? E aí, a partir dessa última pergunta que o Dan nos trouxe a resposta, aliás, pra pergunta que eu fiz, me lembrou de algo que nesse livro para mim ficou muito vivo na minha memória. É uma fase assim importante da vida do Divaldo como orador, em que ele quebra muitos preconceitos. é alguém que eu vi eh falar muito sobre esse lugar das mulheres. Me surpreende muito porque ele é um homem de 1927, como nas várias histórias sobre a família, ele diz: "Eu fui educado por um pai do século XIX". Mas o Divaldo tem uma fala assertiva em relação às mulheres, em relação ao seu lugar no mercado de trabalho, no movimento espírita. Também o fato de ele quebrar esse preconceito na relação pais e filhos me chamou muita atenção nessa

tiva em relação às mulheres, em relação ao seu lugar no mercado de trabalho, no movimento espírita. Também o fato de ele quebrar esse preconceito na relação pais e filhos me chamou muita atenção nessa leitura. E eu queria perguntar para vocês, eu vou inverter agora, começar pelo Dan, eh, se se há outros temas que você destacaria, como tendo assim muito avançados pra geração do Divaldo e ele quebrando preconceitos. Ah, você falou das mulheres, né? Mas também vale a pena aqui a gente ressaltar a sexualidade, ainda mais para um homem nascido em 27, né, 100 anos atrás, basicamente. Ah, pra gente é muito mais fácil conversar sobre isso. Mas imagina o esforço eh de de alguém nascido no século passado, né, no começo do século passado, de tratar abertamente de tópicos tão importantes, mas que eram tão tabu pra sociedade dequela época, inclusive na época em que ele aborda também. Então é um esforço assim Hérculio dele para poder conversar disso de maneira que que seja acessível para todos nós e que ele sempre teve uma preocupação muito grande não ser o empecílio nessa comunicação, né? Então eu acho fascinante isso. Ele sempre esteve disposto a aprender e a fazer o que fosse preciso para passar para nós um ensinamento muito importante, sacrificando o seu próprio senso de pudor, o seu próprio senso de conforto, né? para poder passar essa mensagem para nós. É um sacrifício que a gente não pensa muito, mas para alguém de gerações passadas é muito mais difícil do que para nós hoje em dia. Se muitas vezes já é difícil paraa gente, imagina então para ele. Então eu diria que os direitos humanos em geral, sem dúvida nenhuma, a esse papo sobre sexualidade e sobre claro também os direitos da das mulheres, né, e de todos os cidadãos em todas as as circunstâncias. Eu acho isso que foi realmente algo assim portentoso, algo diferente, diferenciado. Se a gente parar para pensar, a gente, nossa, a gente pensa, nossa, que esforço incrível eh que ele fez pra gente poder ter esse material todo que a gente tem hoje para

, algo diferente, diferenciado. Se a gente parar para pensar, a gente, nossa, a gente pensa, nossa, que esforço incrível eh que ele fez pra gente poder ter esse material todo que a gente tem hoje para poder pensar e refletir sobre a sexualidade eh do ponto de vista espiritual, né? Sem dúvida nenhuma. E você, Luí, que você destaca sobre esse tema? Olha, eu sou psicólogo e foco na clínica e na educação e olho muito a questão da intergeracionalidade, a relação entre pessoas de gerações diferentes. Então, alguém que nasceu, repetindo o que Dan falou em 1927 e acrescento ainda mais o aspecto geográfico e cultural no interior do Nordeste, onde essa questão do patriarcado, do machismo e essa questão da verticalidade nas relações familiares era muito forte. Então, é dos adultos para as crianças e não em sentido contrário. Então, essa capacidade de dialogar com novas gerações, de propor o diálogo entre diferentes gerações, porque isso produz uma harmonia familiar, produz uma ressonância atmosférica positiva na família, é algo muito recente e ele já falava sobre isso há muitas décadas. Então essa intergeracionalidade abre espaço para uma coisa que cada vez mais os educadores precisam aprender a fazer, oferecer escuta e acolhimento às novas gerações. Então quando você vê alguém no capítulo chamado Filhos Violentos e a pedagogia do amor, o menino que pegava facas e dizia que gostava de sentir o sangue escorrendo nas mãos dele quando introduzia a faca no abdômen das suas vítimas, dos seus inimigos. E ele ter a capacidade, em vez de punir a criança como pessoas da geração dele, frequentemente faziam, de oferecer escuta, de oferecer acolhimento para que, como dizem alguns psicanalistas, ele pudesse ser continente para a ansiedade e para os sentimentos tumultuados do educando. É isso que todo educador tem que ser, tem que ser continente, tem que conseguir sustentar essa raiva, esse ódio, essa frustração. questões que são dessa encarnação ou de encarnações passadas. Então, essa capacidade intergeracional de escuta e

que ser continente, tem que conseguir sustentar essa raiva, esse ódio, essa frustração. questões que são dessa encarnação ou de encarnações passadas. Então, essa capacidade intergeracional de escuta e acolhimento da criança e do jovem é algo significativo para alguém que não teve isso. Eh, você me lembra de dois temas assim muito importantes, Luís, pra gente eh trazer aqui à tona e de fato dar relevo, dar luz para isso. Primeiro, o que eu vi durante décadas, inicialmente como uma jovem, depois como evangelizadora de juventudes, era o Divaldo já idoso, não era nem adulto, era o Divaldo já idoso, falando pros jovens e os jovens ficavam absolutamente atentos e queriam e demandavam isso nos nossos eventos de de juventude. E a outra coisa que tem a ver com esse esse destaque que você fez, Luís, extremamente pertinente, é o que o livro revelou numa percepção que eu tive por primeira vez eh lendo essas histórias e muitas delas eu conhecia, é o quão pai amoroso Divaldo foi. Isso é muito interessante de a gente perceber. Essa história que você lembrou agora desse filho compulsivo, né, para as armas, para matar. E como ele lidou, manejou com esse jovem. que tornou-se um artista, né? O menino podia ter se tornado um uma pessoa infratora desde muito criança, mas transforma-se num artista. Isso é algo extraordinário. Eu diria só educar esse filho já teria valido. Eh, em relação aos 685 que ele adotou. Aí eu queria aproveitar para perguntar para vocês, eu vou começar pelo Luís agora. ao longo da da sua convivência com Divaldo, acompanhando em palestras, como você percebeu esse contato intergeracional se tornando ainda mais lapidado à medida que o tempo passou? Como você percebeu isso? E o que você destacaria pra gente? Eu destaco uma frase que eu ouvi de Divaldo Franco numa palestra quando eu era adolescente, quando ele falou sobre a doutrina espírita como um farol luminoso paraa juventude. E ele disse assim na frase, eu gravei até hoje, né, e tento colocar em prática. Eu convido

quando eu era adolescente, quando ele falou sobre a doutrina espírita como um farol luminoso paraa juventude. E ele disse assim na frase, eu gravei até hoje, né, e tento colocar em prática. Eu convido você, jovem a ser diferente. Seja diferente, mas não diferente pela violência, não diferente pela forma eh tumultuada, como se coloca no mundo, mas ser diferente como irmã Dulce, ser diferente como Chico Xavier, ser diferente como Madre Teresa de Calcutá. Eu achei lindo esse convite e foi um convite que muito me sensibilizou. Então eu fui traçando a minha vida de maneira que eu pudesse ser diferente na medida das minhas forças, colaborando desde jovem, como sempre colaborei, desde que eu tenho 15 anos de idade, que eu já me tornei evangelizador de crianças de 5 e 6 anos. E aí fui colaborando para me tornar um jovem diferente. Me lembro que na faculdade a gente saía para ir para alguma atividade, todo mundo bebendo e eu não bebia. E um amigo disse assim: "Mas você não bebe?" Eu disse: "Não bebo." E como é que você se diverte? Você não fuma? Não. Você se diverte como? É curioso, né? Associar o divertimento, a bebida e a fumo e a outras atividades dessa natureza. Eu dizia como todo mundo, eu namoro, eu brinco, eu conto piada, eu só não preciso colocar no meu corpo alguma coisa que não vai me acrescentar. Então eu fui me conduzindo nas minhas experiências de juventude, me lembrando dessa frase, dessa frase convite. Eu convido você a ser um jovem diferente. E eu vejo isso constantemente. Continuei a ver ao longo das décadas Divaldo fazendo esse convite com essa e com outras palavras e os jovens do mundo inteiro aceitando. Dan deve ter visto isso. E aí você já adiantou a pergunta que eu ia fazer pro Dan? Dan, como era a relação do Divaldo com os jovens americanos? Ah, fascinante, porque muitas vezes a gente via essa interação melhor naquela fila de autógrafos, né? Muitas vezes ele pedia pra gente sentar do lado dele para que ninguém trouxesse uma cadeira mais e o alugasse, né? Porque ele sempre teve

ente via essa interação melhor naquela fila de autógrafos, né? Muitas vezes ele pedia pra gente sentar do lado dele para que ninguém trouxesse uma cadeira mais e o alugasse, né? Porque ele sempre teve uma um senso de justiça muito grande. Ele queria honrar a todos que estavam na fila e ficava lá. E era muito interessante porque muitas vezes os jovens vinham meio reticentes assim ouviam puxados pelos pais, né? Vai lá, fala com ele, né? Então, ele sempre teve uma habilidade muito grande de pô-los num estado de conforto, onde eles comecem a a falar aos poucos assim vagarosamente. Ele fazia uma piadinha, alguma alguma brincadeira, um momento jocoso ali que os convidava a um bate-papo assim um pouquinho mais profundo. E ele nunca fazia, eu acho interessante que ele fazia isso, ele tinha tinha essa habilidade de trazer a gente para um estado de conforto assim, mas sem comprometer aquilo que ele acreditava. Ele sempre era firme, mas assim de uma maneira muito amorosa nos nas colocações dele. E foi um exemplo assim incrível essa paciência que ele tinha também com os jovens e com todos, porque muitas vezes isso a gente não vê, né? a gente vê os momentos brilhantes de oratória, a gente esquece que toda palestra antes e depois ele fica sentado atendendo as pessoas e você vê os diálogos muitas vezes repetidos, as pessoas com os mesmos problemas, entra uma, sai uma, ele com aquela paciência amorosa recebendo a todos, batendo papo com todos, com os jovens, né, eh, agraciandoos com a sua presença. É, é uma coisa assim, é um exemplo que muitas vezes a gente não pensa, a gente só vê aqueles momentos de luz e de ribalta, né? Mas a gente vê ele trabalhando ali um a um. E é uma coisa que a gente fica com a gente, é um ensinamento nosso, né, pra gente assim, é o exemplo daquela vivência. Mais uma vez, a epígrafe do livro é muito feliz nesse aspecto, porque ele era vivência daquilo que ele pregava. E isso realmente talvez seja a maior lição que eu tiro dessa convivência com o Divalo. Uhum. Luí, eu

, a epígrafe do livro é muito feliz nesse aspecto, porque ele era vivência daquilo que ele pregava. E isso realmente talvez seja a maior lição que eu tiro dessa convivência com o Divalo. Uhum. Luí, eu queria aproveitar para te perguntar, você que ouviu, como você mesmo disse, às vezes 10 gravações diferentes de uma mesma história, se você percebe que ao longo do tempo as conferências do Divaldo mudaram, mudaram quanto ao estilo, quanto à temática, quanto à organização retórica ou se não mudaram, o que que você percebeu? Mudaram no conteúdo e mudaram na forma. Eu me lembro conversando com Miguel de Jesus Sardano e dona Terezinha de Jesus Sardano lá na creche Amélia Rodrigues em Santo André. Eles têm várias gravações de palestras de Rivaldo antigas e me lembro dona Terezinha dizer assim, ó: "Tem palestras que ele não faz mais, né? O que é natural, vai mudando no conteúdo, na forma." E ele foi evoluindo. Eu acho interessante. Ele vai dessa oratória na qual ele mesmo conta ali é um prompter espiritual, né? né, projetado psiquicamente pelos espíritos, quando ele não tinha muito conteúdo, não tinha muita familiaridade com os assuntos. E depois ele vai avançando para aquilo que eu acho que é o que eu mais gostava do trabalho dele, perguntas e respostas. esses seminários que ele fez nos últimos anos da vida dele, né, depois dos dos 70 anos, quando ele vai alcançando a maturidade intelectual, né, e que estão muitos vinculados à série psicológica de Joana, 70, 80, 85 anos, pegando lá aquelas perguntas e respondendo lentamente como um sábio da antiguidade. Esse esse trabalho pedagógico e terapêutico de responder perguntas, eu acho que é o que há de mais substantivo, é aquilo que eu mais me deleitei nos trabalhos dele, na nas abordagens dele, apesar daquelas lindas histórias inspiradas por Amélia Rodrigues, Denise, não quero tirar o seu amor por Amélia Rodrigues, também eram muito bonitas, muito belas, mas eu preferia aquela abordagem mais pedagógica, mais terapêutica, o mural da gratidão que ele

rigues, Denise, não quero tirar o seu amor por Amélia Rodrigues, também eram muito bonitas, muito belas, mas eu preferia aquela abordagem mais pedagógica, mais terapêutica, o mural da gratidão que ele fez, que eu achei lindo no seminário de psicologia da gratidão. né? Pediu para as pessoas colocarem em papéis porque você agradece a vida? Qual o motivo? E as pessoas colocaram no mural. Ele foi tirando ali aleatoriamente aquela aquele aqueles papéis, pegava na hora ali, eu agradeço a vida por isso e por aquilo e ele desdobrava, comentava. Então ele foi se qualificando e adotando técnicas de facilitação de processos de aprendizagem significativa, algo modernémo que a gente vê aí nas universidades e que Edivaldo foi fazendo, aprendendo pela leitura, aprendendo pelo contato com os amigos especialistas e também com os espíritos. Ele estudou muito os desencarnados, ele conta isso, começa a estudar com o Dr. Fernando Luiz sobre fisiologia do sistema nervoso central e outros espíritos que orientaram ele em vários temas diferentes para que ele pudesse captar com mais facilidade a inspiração. Então ele foi mudando realmente e qualificando mais as técnicas dele como orador. Dan, e você como tradutor percebeu também essa mudança no Divaldo Orador? Percebemos sim. Percebemos sim. com o passar do tempo, ele ficou mais acessível, né? Eh, para pro pessoal que muitas vezes no exterior também tinha uma certa dificuldade de acessar o conhecimento eh eh num português mais erudito das antigas, né, digamos assim, aquele português de de de Mestre do Amor, dos primeiros livros deles, era mais rebuscado um pouquinho do que o atual. E também notei uma coisa muito interessante que eu perguntava para ele, para você ver a grandeza da perspectiva pedagógica de Divaldo Franco, que muitas vezes o tema das palestras eram os mesmos, né, num ano assim, mas a palestra era substancialmente diferente. Eu falei: "Divaldo, conta para mim, eu tô curioso. Aqui em Los Angeles, você fez essa palestra em São Francisco, você

eram os mesmos, né, num ano assim, mas a palestra era substancialmente diferente. Eu falei: "Divaldo, conta para mim, eu tô curioso. Aqui em Los Angeles, você fez essa palestra em São Francisco, você fez a palestra em Baltimo, você fez essa mesma palestra. Foram três palestras diferentes. Como é que você decide?" É porque você tá de de repente assim, né? é um pouco e digamos assim já cansado de fazer a mesma palestra e você quer fazer uma coisa diferente para você mesma? falou: "Não, meu filho, é porque existe a a o a audiência tem necessidade de diferentes." Então, eu vejo o perfil espiritual das pessoas presentes e quando existe uma necessidade de uma palestra mais profunda, porque existe a capacidade da da audiência como um todo entender os conceitos acadêmicos ou você tem essa tendência, essa afinidade, a gente parte mais por aí. Quando o pessoal tem, de repente, tá mais cansado, tá tá eh vivendo problemas emocionais, a gente usa muito mais as histórias como um veículo de comunicação para ficar lá. Então ele realmente não só mudou com o passar do tempo, mas mesmo na no mesmo ano ele tinha a posturas diferentes de acordo com quem estava ouvindo, o que é genial. Eu me lembro uma vez num seminário, por exemplo, e eu vou ficar quietinho depois disso, né, que eu não paro de falar, foi um seminário que ele fez sobre o filho pródigo. E essa essa eu também trabalho no na no campo de educação, né? E eu fiquei fascinado porque ele pegou o a pintura de Rembran do Filho Pródigo que está no Museu do Ermitais e ele teceu então uma análise que Joana tinha feito sobre a pintura de Rembran, né, o simbolismo contido ali e a história do filho pródigo. E ficou tão assim acessível para quem não conhecia a arte e não conhecia de repente essa linda parábola, né, que nós temos na Bíblia. Então ele conseguiu juntar coisas teoricamente desconectas e trazer pro nosso dia a dia de uma forma que o pessoal sair daí maravilhado querendo saber de como eles podiam comprar uma cópia do da da pintura e onde eles

iu juntar coisas teoricamente desconectas e trazer pro nosso dia a dia de uma forma que o pessoal sair daí maravilhado querendo saber de como eles podiam comprar uma cópia do da da pintura e onde eles podiam ler a parábola, né? Ele tinha essa habilidade assim fora do normal, fora da curva de conseguir conectar as coisas de uma maneira muito didática, de acordo com a com a plateia. Uhum. E isso é muito importante. E eu destacaria também o esforço que ele fez como orador para quanto mais velho ele foi ficando, conseguir falar com os jovens, como vocês destacaram antes, sem perder a conexão com os jovens. Então, eh, trouxe slides, trabalhos maravilhosos. Esse o filho do filho pródigo. Eu assisti esse seminário mais de uma vez. E para o internauta que quiser ler a interpretação de Joana deângeles, está no livro Em Busca da Verdade. A primeira parte daquele livro, mais do que do que uma primeira parte apenas, né? Acho que 70% daquele livro é sobre a interpretação da parábola filho próimo. Mas o nosso horário, oi. Pois não. Só um aspecto da oratória. Eu acho que a oratória também acompanha a evolução do trabalho dos desencarnados junto a ele, né? Então veja, quando você pega o livro Tramas do Destino de Filomeno e Miranda, que eu também li toda a obra de Filomeno, e pega Grilhões Partidos, eu brinco dizendo que são dois códigos secretos, não é? O extreno Bezerra de Menezes, eu só ouvi essa palavra nesse livro, extreno, não vi mais em lugar nenhum. O estipêndio, o abdomadário. E você pega amanhecer uma nova era, você vê que a linguagem é muito mais acessível do que em trilhas, tramas do destino e em grilhões partis. Então eu acho que o próprio trabalho também dos desencarnados foi rumando para que pudesse haver um acesso melhor ao que eles transmitissem. Isso refletiu no trabalho de Edivaldo como orador. Uhum. Com certeza, né? Eh, eu quero dizer para vocês que eu ficaria aqui mais 3 horas com vocês dois conversando. Eh, mas quero lembrar que aos internautas que, por exemplo, o Dan e deve estar aí às 7

Uhum. Com certeza, né? Eh, eu quero dizer para vocês que eu ficaria aqui mais 3 horas com vocês dois conversando. Eh, mas quero lembrar que aos internautas que, por exemplo, o Dan e deve estar aí às 7 horas da manhã, não é? eh da são 11:14. Então ele acordou de madrugada para estar nesse programa conosco às 10, porque ele tá com o fuso horário de 4 horas eh atrás do do nosso horário. Então eu quero aproveitar para ler aqui alguns destaques eh que os internautas nos trouxeram e também Luiz Fernando sobre os seus dois livros. Quero destacar o que disse a Amanda Vasconcelos ah sobre o livro Sexo e Consciência. Ela diz: "Este livro mudou a minha vida". Maravilhoso. Eu acho importante dizer isso pro autor, pro organizador que ficou ali 10 anos, foi Luiz, trabalhando nesse livro. Pois é, a perseverança de um autor, de um escritor espírita. E para nós é muito importante tê-los aqui no Literatura Espírita. O Paulo Saraiva Luiz também te parabeniza pela organização do livro Sexo e Consciência. E quero também destacar aqui o que diz a eh Marilene Marques, que diz que o Divaldo sempre foi o mensageiro que o Senhor da vida enviou à terra para afagar os corações doloridos. E você tem toda a razão, Marilene, porque a Z Calda Schubert pegou a frase que fez com que todos nós reconhecêssemos Dibaldo como semeador de estrelas, né? E que de fato ele o foi, ele é esse semeador de estrelas. A Rosem Vieira e Silva, ela nos diz: "Divaldo será sempre lembrado das nossas memórias. Gratidão a Deus por todos os momentos que estive com ele desde a minha adolescência. Ela é de Ituaçu. Nós agradecemos, Rosimé, a sua audiência qualificada aqui conosco. Eh, muitos outros internautas estão aqui também deixando a sua mensagem em relação ao livro Vivências do Amor em Família, em relação ao Divaldo Franco, fazendo esse destaque eh para a contribuição dele como orador. Muita gente sequer leu um livro psicografado, mas conhece Edivaldo das conferências. Eu acho que nós temos aí um legado, um patrimônio muito

endo esse destaque eh para a contribuição dele como orador. Muita gente sequer leu um livro psicografado, mas conhece Edivaldo das conferências. Eu acho que nós temos aí um legado, um patrimônio muito importante que está inclusive no canal, no canal Espiritismo Play, que pode ser acessado, né? E temos esse material disponível. Mas chegamos ao final do nosso programa. Eu quero então pedir que vocês façam as suas despedidas aos nossos internautas. Estamos encantadas com ambos. Precisaríamos de um programa só pro Luís Fernando, um só pro Dan aqui conosco. Teremos outras oportunidades no literatura espírita. Eu quero começar por você, Dan, pelas suas despedidas. Eu queria agradecer a oportunidade de estar com todos vocês aqui, Luiz Fernando, Deniseo, conhecendo vocês virtualmente pela primeira vez e os amigos também que nos acompanham. E eu queria então usar um trechinho aqui desse livro que talvez vocês já já conheçam agora e deveriam ler, que na verdade é a página 482, né, da da sessão que fala como lidar com a dor da morte. Eu acho eh eh apropriado para esse momento. Muitas vezes nós sentimos muita falta, ficamos tristes pelo desencarne de Divaldo, né? Mas ele nos diz aqui no segundo parágrafo, quando uma pessoa que amamos desencarna, ela apenas se transfere para outro estado vibratório. Talvez até a tenhamos muito mais perto depois da desencarnação. Então eu queria lembrar a todos aqueles que estão de repente assim saudosos, Digivaldo, nesse momento, que tudo que ele nos contou é verdade. A vida dele toda foi dedicada a nos falar da imortalidade e de Jesus e da espiritualidade maior. Então, sem dúvida nenhuma, Edivaldo não parará de trabalhar. Então, é bem possível que nós tenhamos mais a sua presença hoje e agora desencarnado do que antes, pra gente não ficar triste, mas ficar feliz pelas grandes conquistas que ele teve, porque, sem dúvida nenhuma, ele continuará trabalhando pra gente não esquecer disso e continuar lendo e crescendo e lendo livros e estudando, porque isso é uma das dos pontos

conquistas que ele teve, porque, sem dúvida nenhuma, ele continuará trabalhando pra gente não esquecer disso e continuar lendo e crescendo e lendo livros e estudando, porque isso é uma das dos pontos principais da sua trajetória que ele sempre quis aprender, ele sempre nos ajudou a aprender. Então eu espero que todos aqueles que estejam nos ouvindo tenham o desejo e a vontade de conhecer um pouquinho mais das vidas de Divaldo, das suas histórias, desse vivências aqui do amor em família e essa epígrafe tão maravilhosa que eu queria ler mais uma vez, porque a vida de Valdo foi isso, os exemplos vivenciais são mais eloquentes do que as mais belas teorias. Então fica aí o nosso chamado de última hora. Para quem quer conhecer mais ou está sequioso de palavras de luz, leiam esse livro. Leiam um outro livro. Mergulhe nessas ondas de luz que saem desses livros, dessas belas histórias. E muito obrigado, Luiz Fernando, por compilar todas as histórias e Denise por nos trazer aqui para conversar um pouquinho sobre sobre esse esse espírito tão querido para nós. Você Luiz, nós somos gratas da ADAM, mas temos que nos despedir. Vou passar para você. Eu queria dizer que essas epígrafes são uma marca registrada de toda essa série que eu chamo de série Edivaldo Franco. Foi assim que eu apresentei. Eu fiz um projeto de cinco, seis páginas explicando Adivaldo como é que eu ia fazer o projeto inteiro, né? Tem uns 10 livros ou isso ainda. Vamos no terceiro que eu já estou aprontando, já tem mais de 300 páginas. É um desdobramento do Vivências do Amor em Família. É aquela parte da das perguntas e respostas sobre família que Divaldo Franco fez nos vários seminários. O título provisório do livro é Diálogos sobre família e educação. Então fiquem de olho que eu espero que agora, em que um pobre professor entrar de férias, Denise, agora em julho, eu espero terminar para poder encaminhar e quem gostou do vivências vai gostar do diálogo sobre família e educação. E essa epígrafe é uma marca registrada. Em

entrar de férias, Denise, agora em julho, eu espero terminar para poder encaminhar e quem gostou do vivências vai gostar do diálogo sobre família e educação. E essa epígrafe é uma marca registrada. Em todas as obras que eu organizar, eu coloco sempre essa epígrafe como marca. Eu quero agradecer o convite. Espero que me convidem quando o tema for focado nas experiências de Dan, viu Denise? Espero que você me convide. Tá certo? Estamos devendo. Divaldo Franco disse a mim: "Meu filho, se eu desencarnar, você continua esse trabalho de organizar esses livros dele, então pretendo continuar". Não se trata essa homenagem de Edivaldo, é importante que se diga, não é mitificar a figura pública, Adivaldo Franco, nós não fazemos mitos no movimento espírito. assim procede, está agindo de maneira ingênua, psicologicamente, porque Divaldo Franco é um homem à frente do seu tempo, em grande medida, em grande medida um homem do seu tempo, como qualquer um de nós, né, com suas questões positivas, com suas questões evolutivas a equacionar, mas temos que destacar que o a contribuição dele é realmente substantiva. E eu quero encerrar com a frase que alguém na mansão do Caminho me disse como pedi autorização para dizer quem é. Não é nada demais, mas a pessoa me disse assim: "As pessoas vão saber quem é deo Franco quando ele desencarnar". Então tem muita coisa para sair sobre Edivaldo. Tem obras que ele psicografou que ele mesmo disse que só poderiam ser publicadas quando ele desencarnasse. Tem duas obras pelo menos nesse quadro. Ele disse isso na década de 80. E eu perguntei a ele do que se tratava. Ele disse que era X e muitas outras coisas depoiment vai escrever que D vai escrever já tô aí, né? Aqui super otimista e outras pessoas que têm muita coisa sobre Edivaldo Braçaí. Então, agradeço a oportunidade de homenageá-lo e vamos seguir adiante divulgando essa contribuição da figura pública e do amigo Divaldo Franco. Isso. E sendo muito grata a vocês, eu vou utilizar aqui as palavras do Francisco Ferraz

de homenageá-lo e vamos seguir adiante divulgando essa contribuição da figura pública e do amigo Divaldo Franco. Isso. E sendo muito grata a vocês, eu vou utilizar aqui as palavras do Francisco Ferraz Batista, que esteve conosco no mês de março aqui no nosso programa e ele escreveu sobre o Divaldo o seguinte: "Divaldo não se foi. As grandes almas nunca se vão porque ressuscitam todos os dias nos seus sorrisos, nas suas palavras benéficas e orientadoras, nas nossas lembranças que são perentes. Vivaldo não se foi, nunca abandonou a quem quer que seja, acolheu e amparou. Da criança ao jovem, do adulto ao idoso, sempre serviu e continuará servindo. Divaldo não se foi, apenas trocou de roupa, despiu a roupa do mundo e vestiu a nova roupa, toda tecida, com fios brilhantes da caridade. Divaldo não se foi. Os que trabalham pelo bem e no bem nunca se apartarão dos necessitados. Jamais se vão, estarão sempre presentes. Divaldo não se foi. Continua e continuará vivo, servindo ao Cristo como servidor disposto e atento. Divaldo não se foi. Os verdadeiros amigos nunca se vão. Para eles não há distâncias ou impedimentos. Divaldo está e estará sempre conosco. Que o amamos e continuaremos a amá-lo. Que o sublime Pai Celestial e o invidável Mestre Jesus o abençoem sempre. Então, com essas palavras do Francisco Ferraz Batista, autor espírita, que já esteve aqui conosco, fica a nossa singela homenagem ao orador Divaldo Pereira Franco, essa figura que marcou as nossas vidas e a de muitos internautas que nos acompanham nesta manhã e que virão assistir esse programa depois. O Literatura espírita estará de volta no primeiro domingo do mês de julho, dia 6 de julho, e desta feita, direto da feira do livro Espírita de Ribeirão Preto. Olha só onde chegamos. Estaremos na feira do livro Espírita de Ribeirão Preto e destacaremos de forma especial a obra do espírito Amélia Rodrigues. Então, para nos acompanhar você segue o nosso perfil o @literatura. espírita no Instagram. Nós estamos lá postando a preparação do programa e

mos de forma especial a obra do espírito Amélia Rodrigues. Então, para nos acompanhar você segue o nosso perfil o @literatura. espírita no Instagram. Nós estamos lá postando a preparação do programa e postando esse programa muito especial que faremos em 6 de julho, no próximo mês. Um grande abraço a todos. Muito obrigada Luiz e Dan, por essa manhã inolvidável, como diria Divaldo Franco. Esse adjetivo eu aprendi com ele. Grande abraço e até um outro momento.

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