T04:E15 • Conflitos Emocionais e Morais • Perguntas e Respostas

Mansão do Caminho 17/05/2023 (há 2 anos) 58:39 10,514 visualizações 971 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 04 - Conflitos Emocionais e Morais Episódio 15 - Perguntas e Respostas ► Resumo dos quatro últimos episódios. » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana de Angelis hoje é o episódio em que a gente faz a nossa conversa é o momento que eu reservo para poder ler aquilo que vocês me deixaram nas mensagens no chat e trazer aqui um pouco as considerações que a gente pode fazer nesse bate-papo Eu agradeço muito pela participação de vocês as perguntas foram muito importantes significativas e acho que vai realmente enriquecer muito nossa nossa conversa bom então nós vamos fazer o resumo dos episódios 11 12 13 14 e o Episódio 11 a gente conversou sobre suicídio a Maria José Nunes de Oliveira ela trouxe é válido dizer que o suicídio é um ato de coragem ou de covardia bom então nós falamos sobre o suicídio linkando com a perda do sentido da vida essa tristeza que se transforma numa depressão é como se a gente quisesse que a situação morresse nós falamos que de fato o instinto de conservação faz com que a gente não queira tirar a própria vida mas tem algo que está nos atormentando tanto que a gente gostaria que isso sim morresse e só que realmente eu sinto de conservação ele ele é muito forte e a gente às vezes pensando a respeito de quem tira a própria vida a gente a gente pensa nisso puxa é muito difícil a gente chegar nesse lugar será Então seria então um ato de coragem um ato de covardia se a gente pensar em coragem como a conquista de recursos como Progresso feito como força construída né se a gente pensar que a coragem é a gente se desenvolver para descobrir a nossa força aquilo que a gente é capaz para desenvolver nossos recursos como uma criança que no começo da vida tem medo tem medo do escuro tem medo de sons tem medo de não conseguir E aí ela vai crescendo e vai se tornando mais forte corajosa e coisas que quando ela era criança ela não tinha coragem agora com adulto ela já é capaz de fazer se a gente pensar então que a coragem é essa aquisição da imaturidade para a maturidade a gente não pode dizer que eu tirar a minha vida é um ato de coragem porque eu tirar a minha vida é contrário a esse

gente pensar então que a coragem é essa aquisição da imaturidade para a maturidade a gente não pode dizer que eu tirar a minha vida é um ato de coragem porque eu tirar a minha vida é contrário a esse desenvolvimento de força de recurso para enfrentar de capacidade de lutar porque é uma fuga o suicídio é uma fuga é a gente não dando conta não sabendo mais como recorrer aonde recorrer E aí a gente opta por deixar a situação não quero mais enfrentar não quero mais lidar não quero mais viver o que eu estou vivendo eu quero ir embora então aí não não podemos dizer que esse é um ato de coragem porque a coragem justamente nos capacita nos prepara Para vivermos para enfrentarmos para lutarmos e não para fugirmos do campo de batalha então não podemos dizer que o suicídio é um ato de coragem eu entendo o que a Maria José deve ter trazido porque às vezes a gente Eu não conseguiria eu não daria conta mas aí não é porque eu não tenho coragem é porque eu provavelmente não tenho o nível de dor que aquela pessoa sente né então é como se fosse assim tá doendo demais que eu quero simplesmente desaparecer sumir e não enfrentar de uma maneira corajosa então não não podemos dizer que é um ato de coragem se nós pensarmos em covardia como a nossa fragilidade a nossa fraqueza como recursos que ainda não foram desenvolvidos eu ainda não dou conta não me sinto forte o suficiente se pensar se pensarmos em imaturidade então talvez Poderíamos dizer que o suicídio é realmente essa imaturidade essa fraqueza essa fragilidade esse desenvolvimento que não foi feito então a gente poderia dizer sim é uma covardia Nesse sentido porque eu eu retirei as minhas tropas do campo de batalha porque eu não me senti forte o suficiente eu me senti fragilizada fraca eu não tinha desenvolvimento suficiente eu me senti imatura então eu preferi recuar Então por conta da fragilidade da fraqueza que eu senti eu decidi recuar porque que eu tô dizendo que eu senti Porque de fato ninguém Deus não deixa a gente ir para um campo de batalha se a

eri recuar Então por conta da fragilidade da fraqueza que eu senti eu decidi recuar porque que eu tô dizendo que eu senti Porque de fato ninguém Deus não deixa a gente ir para um campo de batalha se a gente não tiver recurso suficiente para enfrentar Então ninguém é exposto a como que eu pude como que a vida queria que eu enfrentasse isso eu não tinha como tem tem a lei é perfeita e todas as experiências as vivências as expiações e as provas que nos chegam elas são possíveis de serem superadas por nós por isso que a gente pode sim dizer atrelar a covardia nesse sentido de eu não me senti forte o suficiente não é que eu não era é que eu não conseguia achar em mim os recursos eu não posso dizer que eu não era forte o suficiente senão eu tô dizendo que Deus errou e a gente sabe que a lei Divina é perfeita mas talvez eu não consegui encontrar em mim os recursos eu me senti fraca e eu optei por fugir do enfrentamento Então se a gente quiser dizer que isso é uma covardia a gente pode dizer que é um ato de covarde mas é duro né Eu acho que é muito Raso e é muito cruel a gente falar que alguém se suicidou que covarde né Eu não sei o que que é estar no lugar dele eu não sei o que que é enfrentar o que essa pessoa enfrentava eu não sei o que que é estar naquele nível de desespero então eu evitaria isso termos conceituais para a gente entender se a gente quiser dizer que Covardia é a fuga de um enfrentamento a gente não tem como negar que o suicídio é como qualquer outra fuga né se eu ao invés de eu falar a verdade eu menti para facilitar minha vida eu tô sendo covarde se ao invés de me posicionar e ficar com medo de como vão me interpretar eu preferir ficar em cima do muro eu sou covarde Então na verdade covarde Acho que todos nós somos de vez em quando então só para não trazer essa coisa que fica meio pesado né como se a gente tivesse julgando o outro então não é um julgamento a gente está fazendo aqui uma análise nesse sentido de que quando Eu opto por pelo suicídio é porque a dor

sa que fica meio pesado né como se a gente tivesse julgando o outro então não é um julgamento a gente está fazendo aqui uma análise nesse sentido de que quando Eu opto por pelo suicídio é porque a dor tava imensa e eu não consegui encontrar recursos internos para poder fazer um enfrentamento eu acabo sem me retirando né fugindo bom a Andreia Caixeta então eu agradeço vocês estão sempre por aqui muito obrigada Andreia por me acompanhar o suicídio poderia ser interpretado como Auto Sabotagem seria um morrer em Vida André eu acho que essa expressão é muito própria é muito própria porque tem a ver com aquilo que a gente disse né ninguém fala assim ai deixa eu acordei tô com vontade de tirar minha própria vida porque isso é antes natural ninguém tem internamente a gente tem uma força contrária esse movimento a gente quer viver tanto que a gente supera cada absurdo o holocaustos inquisição escravidão tudo isso o ser humano já enfrentou tudo isso o ser humano já lutou contra para se manter vivo Então se fosse tão simples assim a gente se suicidar ninguém eu falei eu tô aqui no Holocausto nazista não Tchau já fui né Então essa força instintiva Nossa da lei de conservação ela é muito forte por isso que eu gostei dessa expressão eu morrer em Vida significa assim nem o instinto de conservação que me faz viver está funcionando para mim a dor é tanta que eu já morri só que aí eu apenas executo quer dizer já tem algo em mim que morreu não sou eu que morri né vamos vamos reconstruir a nossa fala sou eu que morri mas tem algo muito importante em mim que morreu é a esperança é a fé é a força interna que fala eu vou dar conta então quando esse propósito esse sentido de vida é isso que transcende a matéria quando isso se dilui se dissolve quando eu me perco na vida eu não sei muito bem mais para onde eu devo ir eu não sei para que que eu estou aqui é um vazio tão grande que de fato a gente se sabota a gente se sabota a própria vida a gente sabota reencarnação é como se a gente dissesse eu não tô

e eu devo ir eu não sei para que que eu estou aqui é um vazio tão grande que de fato a gente se sabota a gente se sabota a própria vida a gente sabota reencarnação é como se a gente dissesse eu não tô entendendo nada não tô gostando de nada isso tá muito sofrido eu tô perdida não sei para que que serve isso E aí tchau e não quero ficar é uma auto sabotagem porque a gente sabe da importância da oportunidade da reencarnação a gente sabe o quanto é precioso é o maior bênção que a gente tem porque é uma oportunidade da gente fazer uma alavanca no progresso espiritual vir para Terra experimentar ter vivências aqui isso é enorme para o espírito Então realmente a gente abrir mão disso é uma pena é uma pena e é uma autossabotagem por isso que a gente tem que lembrar não estamos sozinhos quando a gente não tiver dando conta estica a mão pede ajuda tem sempre tanta gente tantos espíritos prontos mas a gente precisa se abrir a gente precisa falar por favor alguém me Socorro alguém me ajude alguém vem a Me Socorrer energia elétrica que acabou voltou Então a gente vai ficar meio no escurinho Então vamos lembrar disso a gente não precisa enfrentar a vida sozinha Deus fez a gente com essas relações com esse instinto degregar vamos pedir ajuda quando a gente não tiver dando conta vamos nos jogar no colo de alguém de Jesus daqueles que nos aproximam de Jesus né tem muitos recursos então a gente não precisa enfrentar sozinho não precisa sabotar a reencarnação porque tá pesada porque tá difícil a Thaís Mantovani Pergunta assim o Suicidas eles são sempre reincidentes porque a gente escuta muito isso inclusive nas obras né dona Ivone Pereira a gente tem várias obras que nos trazem realmente experiências reais de espíritos que se suicidaram e voltaram ao suicídio em reencarnações posteriores mas ainda que a gente sabe que isso acontece porque os espíritos já nos trouxeram informação e não é difícil da gente entender porque veja todo o vício ele ele nos leva a uma recorrência né O que que seria um vício um hábito

be que isso acontece porque os espíritos já nos trouxeram informação e não é difícil da gente entender porque veja todo o vício ele ele nos leva a uma recorrência né O que que seria um vício um hábito mal e é um hábito que eu pratico porque que se eu pratico se ele é mal porque eu tenho algum ganho secundário ou é prazer né então eu fui lá e usei álcoolólicos eu usei alguma coisa que me Altera a consciência Ai fiquei relaxada e fiquei numa boa então vai me prejudicar demais isso mas eu tenho um ganho secundário que é um prazer imediato e forte então a gente adota hábitos que nos fazem mal ou porque a gente tem um prazer no momento tem relação com prazer né ou porque a gente quer fugir ou porque não tá bom então a gente recorre a isso uma vez que a gente recorre a isso e a gente tem esse prazer imediato Provavelmente na próxima vez que você tiver frustrado na próxima vez que você tiver de saco cheio eu tô deu é muito provável que a gente vai lembrar daquele dia em que eu fiz aquela coisa que me deu uma relaxada que me deu uma animada e eu queira repetir a gente faz isso o tempo todo quem é que não faz uma dieta por vários dias e de repente falar e hoje vou me dar o prazer de comer uma coisa que é horrorosa mas que me dá prazer então não consigo ficar sem aquilo de vez em quando eu preciso recorrer né Então faz parte faz parte e o suicídio a gente pode dizer que é esse esse mal hábito é uma ação que eu pratiquei maior de todas em termos de prejuízo só que se um dia eu estive numa situação de desespero quando eu achei que eu não tinha mais o que fazer e nesse dia eu optei pelo suicídio eu tenho registro isso está arquivado Aí lá na frente reencarnação futura eu me vejo de novo Num desespero no momento horrível tem um registro lá da última vez que você passou por isso você optou por essa saída então por isso que é possível da gente recorrer porque a gente vai querer repetir o que a gente fez na experiência passada mas a palavra sempre o advérbio sempre o advérbio nunca a gente tem que tomar muito

por isso que é possível da gente recorrer porque a gente vai querer repetir o que a gente fez na experiência passada mas a palavra sempre o advérbio sempre o advérbio nunca a gente tem que tomar muito cuidado porque somos tão diversos somos tão diferentes somos tão variados que não tem como a gente falar uma receita para duas pessoas então quando a gente falar isso sempre acontece isso nunca acontece cuidado porque não dá para a gente afirmar isso sempre acontece isso nunca acontece a vida é tão variada é tão complexa o ser humano é tão complexo que não existe regra que sirva para todos então pode ser que alguns casos isso aconteça em outros não tá então não é regra não é receita Thaís bom então suicídio foram essas as questões que eu selecionei vamos para o episódio 12 quando a gente falou sobre a culpa o Roberto Mesquita disse assim pior é que temos a impressão de que não teremos outra oportunidade de ser feliz já que desperdicei tantas oportunidades e agora as coisas não dão certo Roberto eu acho que todos nós sentimos isso todos nós olhamos para trás quando temos mais consciência e olhamos para trás e percebemos as coisas que andamos fazendo né na nossa vida e é óbvio que é um desconforto é uma frustração dá mesmo uma angústia Puxa vida Olha o que eu andei fazendo olha as decisões que eu andei tomando já foram então eu sinto eu sei o que você tá falando porque eu também já estive nesse lugar e constantemente volto para esse lugar me arrependendo de decisões passadas né temos a impressão de que não teremos outra oportunidade mas isso não é verdade não é verdade a gente sabe né a gente tem essa impressão que é como se fosse a criança em nós que fala ah não deu certo também agora nunca mais vai dar vai a gente já sabe né a gente tem consciência de que Deus manda tantas oportunidades quantas forem necessárias Deus nos permite uma eternidade é um tempo infinito para a gente crescer Então vamos vencer essa que lá atrás a gente acreditava que a vida era única que era uma comunicar chance senão a

m necessárias Deus nos permite uma eternidade é um tempo infinito para a gente crescer Então vamos vencer essa que lá atrás a gente acreditava que a vida era única que era uma comunicar chance senão a gente estaria condenado Não não é isso isso não existe a gente vai sim ter outras oportunidades a gente vai ser feliz aliás é a Fatalidade da vida né da vida do espírito é ser feliz porque tem uma lei que chama lei do Progresso que tá lá descrita no livro dos Espíritos que explica para gente que ninguém vai poder escolher não evoluir não chegar a perfeição e não ser feliz a gente pode retardar a nossa o nosso Progresso por um tempão chega uma hora que a lei do Progresso vem e dá um Peteleco na gente e joga a gente lá para frente normalmente vem na forma de dor de Sofrimento de dificuldades mas a gente cresce então é fatal que nós vamos progredir é fatal que nós vamos chegar à perfeição e é fatal que nós queremos felizes cada um no seu tempo cada um de acordo com a sua história tá então tira isso porque isso tem muito a ver com a voz do Ego que quer as coisas imediatas que quer que seja tudo pronto hoje que não quer errar nunca que quer ser perfeito que quer aproveitar cada oportunidade para o selfie não tem essa essa postura para o selfie o que precisa de experiência então Inclusive a experiência de que eu olho para trás e falo fiz errado lá o selfie vai falar mas foi uma experiência válida porque eu descobri o que é errado então para o espírito toda a experiência é enriquecedora toda a experiência nos leva mais próximos da Felicidade então quebra essa crença não é verdade que as oportunidades que passaram não vão voltar para eu ser feliz né a impressão de que não teremos outra oportunidade de ser feliz sim teremos e muitas e seremos cada um de nós no nosso tempo a Claudete Santos a respeito da culpa Ela traz gostaria de saber da culpa quando sofremos abuso sexual Claudete você trouxe a pergunta mais difícil de todas quando a gente fala sobre culpa eu gastei um tempão refletindo nela Para

da culpa Ela traz gostaria de saber da culpa quando sofremos abuso sexual Claudete você trouxe a pergunta mais difícil de todas quando a gente fala sobre culpa eu gastei um tempão refletindo nela Para para pensar o que que eu traria porque sabe acho que esse tema eu vou até guardar ele para a gente ter um programa inteiro relacionado com essa história do abuso da relação abusiva do abuso sexual é tão intrínseco o que acontece o mecanismo que acontece dentro da gente nessa situação que é quase impossível da gente trazer uma resposta mas eu quis trazer essa pergunta para você saber que você foi ouvida eu vou eu vou tentar passar de uma maneira muito superficial mas eu volto a destacar isso precisa de uma de uma conversa muito mais com muito mais tempo muito mais profunda para a gente poder elaborar bom vamos pensar que essa relação de um abuso sexual ela foi uma relação perturbada perturbadora e perturbada ela não foi algo que é natural esperado desejado Não não ela foi uma relação perturbada deturpada mais do que perturbada deturpada é como se a gente pegasse uma coisa que é para funcionar de um jeito e a gente deturpa o uso e tenta usar de outro jeito foi o que aconteceu a relação que é para ter troca carinho afeto ela foi pervertida Porque ela foi transformada no seu oposto Então imagina que quando eu me relaciono com alguém é a presença do amor que deve estar ali agora eu faço essa aproximação com alguém e trago a violência eu trago uma sensação de repulsa é o contrário a relação tem que ter uma tem que despertar em mim algo que me dizer que o desejo me aproximar eu tenho que ter uma atração pelo outro e de repente eu estou no relacionamento que eu tenho repulsa pelo outro na primeira relação eu tenho um amor pelo outro na relação do abuso eu tenho ódio raiva do que o outro está fazendo comigo porque eu não sou capaz de me defender então por isso que a gente diz que é uma relação deturpada pervertida Então imagina o tanto de conflito que isso não vai gerar é uma das coisas mais difíceis mais

orque eu não sou capaz de me defender então por isso que a gente diz que é uma relação deturpada pervertida Então imagina o tanto de conflito que isso não vai gerar é uma das coisas mais difíceis mais difíceis da gente trabalhar e quando a gente está nessa situação em que eu vejo que alguém está tirando proveito de mim eu não quero e a pessoa está desconsiderando minha vontade minha voz e ela está me usando como um objeto porque ela quer É como se eu não valesse nada ali eu sou só uma coisa um vaso eu sou só um objeto e que ela vai se apropriar para ter o prazer que ela quer ter quando eu estou nessa situação a gente começa querer entender que que tá acontecendo e é comum a gente se perguntar como é que eu me pus aqui como é que eu vim parar aqui e aí a gente traz para a gente E aí a gente já era culpa como que eu não me cuidei como que eu não antecipei como que eu não prestei atenção como que eu não fui capaz de me Safari e me cuidar sendo forte para afastar esse esse risco a gente traz para a gente isso é muito triste porque é o outro que tá fazendo mau uso do livre arbítrio Eu também não estou dizendo que nós somos vítimas porque agora gente pelo espiritismo que nos fala da reencarnação das vidas passadas dos atos maus mal feitos no passado a gente sabe que ninguém encontra no caminho aquilo que não foi plantado por si mesmo nas experiências anteriores né no mau uso do livre arbítrio então certamente eu tenho algum tipo de relação com esse tema que não é de hoje deve estar no meu passado se eu não entendo o que está acontecendo comigo hoje certamente tem relação com meu passado Então não é não existe vítima da vida cada um planta e colhe mas focando no recorte atual focando no momento presente que tem uma pessoa sendo violentada por outra a sensação de quem está sendo violentada é essa eu não fiz nada para merecer mas aqui eu devo ter feito eu devo ter feito algo que que será que eu fiz e o que que eu deveria ter feito para evitar e a gente pode ainda acionar a culpa daquela vida passada eu

iz nada para merecer mas aqui eu devo ter feito eu devo ter feito algo que que será que eu fiz e o que que eu deveria ter feito para evitar e a gente pode ainda acionar a culpa daquela vida passada eu mereço tá aqui porque lá no fundo inconscientemente eu sei que algum dia eu tive relação inversa com a situação que eu estou de alguma forma eu participei do lado posto daquele que eu estou hoje então hoje eu estou sendo desconsiderada desvalorizada violada violentada E aí eu posso ter acionado essa culpa lá de dentro que diz um dia no passado vocês esteve na posição em de alguma forma na posição contrário Então por isso que é muito complicado a gente acaba trazendo para gente tanto na vida atual Ai eu não devia ter vindo eu não devia ter passado por essa rua não devia ter respondido aquilo não devia não devia a gente traz para gente ou essa culpa ainda vem de lá de trás que lá no inconsciente a gente percebe então e a cultura atual ainda também né reforça dizendo que a mas foi ela que provocou né na maioria das vezes o abuso é com a figura feminina sendo abusada Ah mas foi ela que provocou mas também o jeito que ela se pôs é a roupa e tudo mais né E aí a gente também traz para isso como se a gente não tivesse liberdade de se expressar mas aí também tem muito bom ciência porque às vezes a gente se põe em risco de fato a gente se põe em risco né a gente abuso eu tenho Liberdade tenho mas eu também tenho responsabilidade por não me colocar em risco sabendo que a sociedade é violenta sabendo que eu não vou dar conta de me proteger se eu me meter em alguma enrascada por isso que eu disse é tão complicado da gente trabalhar isso porque a gente vai entrar em tantas questões em tantas nuances o que que eu acho que é mais importante a gente trazer é a gente trazer para a experiência consciência não existem justiça que que eu possa aprender com isso e Auto perdão e perdão para o outro que aí é o mais difícil é o mais difícil mas é uma é um chamado da vida para isso para a gente ser perdoar

ia não existem justiça que que eu possa aprender com isso e Auto perdão e perdão para o outro que aí é o mais difícil é o mais difícil mas é uma é um chamado da vida para isso para a gente ser perdoar né não se culpar não se cobrar um exercício Diário de se acolher de enfatizar consigo mesma Auto empatia sou imperfeita aconteceu eu precisava ter essa experiência eu vou sumir superar o outro foi instrumento para isso ele vai lhe dar agora com a própria consciência O pobre coitado vai sofrer lá na frente Que Deus cuide dele um dia ele vai sentir na pele o que que o que que ele provocou Não adianta eu ficar presa nele e querer que ele Resgate já Porque daí eu vou criar um outro problema você vingadora perseguidor então melhor que a gente tem é realmente ir para para Jesus para oração para o alto perdão para o perdão do outro para terapia né Eu acho que é essencial a gente entrar num processo terapêutico ter ajuda técnica de alguém que nos ajude a lidar com essa dor que é realmente bom ainda culpa muitas questões Elizabeth Cavalcante ter compaixão e paciência com os erros do próximo e conoscos mesmos certo porque acho que eu tava falando alguma coisa e ela complementou né Então ela tá perguntando é uma questão de termos paciência com paixão com a gente e também com os outros né sim é isso quando a gente vai falar sobre culpa Independente se é minha ou se é do outro que mais se aplica é a mensagem de Jesus que é amar ao próximo como a si mesmo se eu olho só para mim vamos supor que eu que tenha feito prejuízo para alguém vamos supor que olhe para mim e fala assim ah mas também do jeito que a pessoa falou Eu fico tentando me justificar como se aquilo que eu fiz estava certo que eu tinha direito de fazer afinal de contas o outro pediu e eu não aguentei e se eu fico justificando o que que eu estou fazendo eu estou passando a mão na minha cabeça falando é Cris Essa coisa horrorosa que você fez foi você tinha que ter feito mesmo não funciona eu não cresço se eu não pensar no outro treinador que

u fazendo eu estou passando a mão na minha cabeça falando é Cris Essa coisa horrorosa que você fez foi você tinha que ter feito mesmo não funciona eu não cresço se eu não pensar no outro treinador que eu promovi no outro eu tô sendo egoísta eu não estou olhando para o outro então a melhor situação independente se eu fui vítima ou se eu fiz uma vítima é a gente tomar consciência e a gente analisar os dois eu entendo o meu lado me descontrolei Não dei conta mas eu tô errada preciso investir nisso preciso trabalhar melhor a minha o meu Auto controle emocional que que eu vou fazer agora para me responsabilizar traz consciência assume o que você fez e tenta reparar na medida do possível e olha para o outro o outro não merecia o outro deve estar sofrendo o que que eu posso fazer pelo outro E caso seja o contrário a vítima foi eu de novo eu olho para mim sinto muito Cris que você tenha passado por isso o que que eu posso fazer por você eu vou te acolher porque eu posso cuidar de mim eu posso me amar mas eu olho para o outro o outro é o imperfeito que tem seus próprios conflitos que acabou de tomar uma péssima decisão perante a lei divina mas não me cabe julgar Então vai com Deus se vira com a lei e me deixa em paz a melhor decisão é a gente olhar os dois lados e tentar praticar perdão e amor tanto para si quanto para o outro Não importa se eu esteja na posição de vítima ou o contrário por isso que a gente Lembra daquela lenda né oriental que que aqui cabe demais que tinha um monge e um discípulo né E eles estavam caminhando e uma hora o discípulo Pergunta assim né para o monge é monge a gente precisa amar ao próximo como a si mesmo né É Essa realmente A Lei e o monge fala assim mas quem é o próximo quem é o outro querendo dizer para ele que na verdade tanto faz se o ser humano que a gente está falando é o ser humano que eu chamo de eu ou é o ser humano que eu chamo de outro tanto faz o amor deve ser aplicado para os dois não importa se o amor nasce daqui ou nasce de lá o amor que nasce daqui

alando é o ser humano que eu chamo de eu ou é o ser humano que eu chamo de outro tanto faz o amor deve ser aplicado para os dois não importa se o amor nasce daqui ou nasce de lá o amor que nasce daqui deve ser direcionado ao eu e ao outro e o amor que nasce do outro deve estar direcionado a ele e a mim então ah eu devo amar o próximo e devagar o outro devo amar a mim quem é o outro somos todos eu somos todos indivíduos iguais e cada um de nós merece o amor tanto recebendo quanto dando porque dar amor é uma experiência mas a gente já sabe um pouquinho que a gente ama uma plantinha um animalzinho um filho um ser humano sentir isso é o máximo que a gente pode sentir é mais próximo de Deus que a gente chega né que é amor então sim a gente tem que sempre pensar dos dois lados tanto faz quem fez Quem levou tanto faz porque se hoje sou eu que sua vítima manhã eu sou Quem produz uma vítima então menos importante achar culpado mais importante é tomar consciência do que acabou de acontecer e voltar a praticar o amor para si e para o outro a Rita da Silva Lima fala assim a pessoa que vive uma situação familiar de Muita cobrança e não consegue dar um outro rumo por se sentir incomodada no caso de deixar esse grupo seria isso uma espiação ou a culpa Rita você também trouxe uma questão que é muito comum Acho que todos nós já experimentamos isso né a gente está numa situação a gente se sente presa nessa situação de um lado a gente gostaria de se libertar de outro lado a gente não consegue porque tem algo que me continua me prendendo aqui bom que que nos cabe fazer nos cabe mergulhar para dentro da gente mesmo e tentar descobrir eu continuo presa nessa relação porque eu trago conflitos internos então eu já poderia falar tchau e fui mas eu não faço isso porque eu também dependo dessa relação Então eu preciso trabalhar meus conflitos para eu me libertar o ego a consciência Eu já queria ir embora mas o inconsciente não consegue ir porque tem algo que ainda me prende por exemplo as relações abusivas em que

o trabalhar meus conflitos para eu me libertar o ego a consciência Eu já queria ir embora mas o inconsciente não consegue ir porque tem algo que ainda me prende por exemplo as relações abusivas em que a gente fala que são relações de codependência porque se você olha de fora você fala que absurdo essa pessoa continua nessa relação Olha o que que ela tá sofrendo por que que ela não sai porque ela tem algum ganho secundário porque tem algo que ela ainda Precisa daquela relação vou inventar o exemplo quase que banal bobo superficial mas por exemplo vamos supor que eu traga uma questão interna de que eu acredito que Eu Preciso sofrer eu tenho alguma culpa e eu acho que eu mesma quero me punir pode ser até de vidas passadas então eu me ponho situações em que as pessoas me prejudicam e nem sempre a lei Divina que está que está executando isso às vezes sou eu que quero me punir porque internamente Eu sinto que eu mereço por exemplo apanhar a gente já não viu isso por exemplo alguém me prejudica né E aí a pessoa fala Cris me perdoe e eu falo mas lógico que eu perdoo não aconteceu nada eu tô muito de boa ai não mas eu não consigo esquecer mas Fulano esquece eu tô te dizendo que eu já esqueci esquece passou esqueci no sentido de ter superado de ter deixado no passado e a pessoa não mas eu preciso quer dizer ela tá presa na situação não sou eu que estou aprendendo né e vice-versa quantas vezes a gente enrosca porque tem questões nossas que não foram resolvidas e questões internas do nosso inconsciente então a gente precisa fazer o que Joana de anjos fala do mergulho para dentro buscar esse deserto da alma ficar conversando contigo mesmo para entender porque que eu preciso estar nessa situação se eu já percebi pela consciência que ela não é ideal porque que eu continuo aqui que que eu quero estando aqui que que eu busco que ganho secundário eu tenho de cara é horrível Então por que que eu continuo então pode ser isso que a gente realmente fique nesse lugar por conta de uma necessidade de

estando aqui que que eu busco que ganho secundário eu tenho de cara é horrível Então por que que eu continuo então pode ser isso que a gente realmente fique nesse lugar por conta de uma necessidade de ainda daquela situação né e às vezes pode ser também porque você no fundo prefere ficar para cuidar do outro mas aí não pode ser com peso né tem que ser por escolha Olha eu sei que esse lugar aqui me provoca me estressa mas eu dou conta eu quero continuar porque eu quero fazer o bem para aquela pessoa eu não estou me maltratando eu estou consciente aquilo eu estou conseguindo lidar para também não ficar apanhando no objetivo Não é esse Mas eu sou capaz de fazer um movimento pelo outro e é possível a gente fazer também então não é necessariamente porque a gente tá entrando por esse caminho hoje por isso que eu tô trazendo esse destaque porque assim ó aí a pessoa me fez mal tchau fui como se hoje a gente não pudesse se sacrificar a gente não pudesse Aguentar uma dose ou outra de dor em benefício de uma causa maior mas fazendo essa escolha hoje a gente não fala da do tal da tal postura de mimimi é isso porque não posso ter nenhum tipo de desconforto senão Tchau mas ninguém vai crescer nenhum relacionamento vai ser desenvolvido se a gente não tiver disciplina de ficar nele na hora que ele tiver ruim também para pegar esse ruim e transformar num bom depois vem outra crise a gente transforma num bom isso é construir um relacionamento ai mas na primeira dificuldade Ah eu não vou ficar aqui com esse negócio chato com essa coisa desconfortável conhecido com essa dor Então tem que ter bom senso de saber a hora que eu estou me deixando ser abusada e a hora que eu não quero nenhum tipo de problema para mim eu vou embora na primeira dificuldade né os opostos nem tanto lá nem tanto cá então não sei Rita se a situação é realmente da gente estar com conflito já era para ter ido embora e não consegue porque precisa daquilo ou se é algo que eu devo ficar mesmo porque eu preciso aprender com aquilo eu tenho que

ituação é realmente da gente estar com conflito já era para ter ido embora e não consegue porque precisa daquilo ou se é algo que eu devo ficar mesmo porque eu preciso aprender com aquilo eu tenho que aprender por limites eu tenho que aprender a me defender para não deixar o outro me maltratar Então não é porque tá ruim que eu tenho que ir embora às vezes eu tenho que ficar porque eu tenho que aprender a me defender a colocar limites então cada caso é um caso vamos acelerar conflitos sexuais é o Episódio 13 então nós temos lá João e Rita Martino Guimarães Barreto também estão sempre com a gente e eles dizem uma alma pervertida quando o sexo é mauzado então a questão da perversão como a gente já falou a Mara Núbia Pereira também disse Chris seriam essas práticas sexuais tão esquisitas estranhas violentas é que tornaram o assunto sexual sujo e mundo não consigo ver a dimensão Sagrada do sexo por exemplo com essa nova modalidade porque não sei se já existisse antes que se chama trisal ao invés de casal é trisal são três pessoas que convivem juntas ao invés de duas né Eu acho que o tema perversão que o João e a Rita trouxeram acho que é bom bem importante para a gente trazer né Essa perversão esses comportamentos esdrúxulos né tem muitos fatores envolvem isso Às vezes pode ser uma reação ao Polo anterior que estava muito constelado então por exemplo a gente tem uma sociedade muito puritana que fica vigiando a medida da saia da mulher que nem já foi né o tamanho do traje de banho para ir para as praias e que fica vigiando que você não pode olhar para o lado e que você tem que olhar a palavra então quando a gente está polarizado numa coisa tão rígida é natural que o pólo oposto constele de forma negativa doente então é como se ele explodisse e aí no momento nada pode tudo é pecado tudo errado fica preso numa outra hora larga tudo explode tudo e a gente acaba fazendo coisas esquisitas esdrúxulas então será que a gente não está vivendo uma explosão de um polo oposto há muita repressão há

ado fica preso numa outra hora larga tudo explode tudo e a gente acaba fazendo coisas esquisitas esdrúxulas então será que a gente não está vivendo uma explosão de um polo oposto há muita repressão há muito preconceito que existia anteriormente nada podia isso era mal visto de repente Vamos chutar o pau da barraca Como diz e agora também pode tudo todo mundo pode a gente vai para um outro Polo que mais que a gente pode pensar espíritos de vidas passadas manualmente Miranda não traz para gente muitos relatos né de comunidades do plano espiritual que nas últimas décadas foram dissolvidas e esses espíritos reencarnaram eram espíritos que estavam no plano espiritual Há muitas centenas de anos ou seja Eles voltam para Terra Terra Já andou mas eles estão ainda atrasados em termos de comportamento de atitude e dentre essas comunidades muitas eram comunidades sexuais comunidades no plano espiritual em que as os habitantes eles viviam em orgias constantes como é aquela de Marquês de Sade que foi dissolvida nos conta e aí esses espíritos foram reencarnados compulsoriamente e lá no livro Ele explica que a gente veria coisas muito estranhas porque esses espíritos que estavam lá com aquelas práticas esdrúxulas ao reencarnarem claramente trariam para cá aquilo que estavam vivendo ninguém dá salto e vira Santo né então muitas vezes a gente vê nas festas por exemplo nos carnavais né em que as pessoas realmente liberam a fantasia e enfim trabalho simbologia eu lembro de ter visto carros alegóricos e algumas fantasias bem estranhas e que eram iguais aquelas que o Manuel Falou medo de Miranda descreve no na comunidade do Marquês de Sá Eu lembro que na época eu perguntei eu pensei puxar Será que não é isso mesmo né que ele disse então tanta coisa pode ser será que a gente costelando o Polo poço Será que são esses espíritos que a gente sabe que voltaram para essa nova tentativa será que é efeito do livre arbítrio né a gente a gente permitiu esse livre arbítrio assim hoje não tem mais

olo poço Será que são esses espíritos que a gente sabe que voltaram para essa nova tentativa será que é efeito do livre arbítrio né a gente a gente permitiu esse livre arbítrio assim hoje não tem mais ajuda opressão repressão a gente abriu as amarras Não queremos mais nada mas a gente sabe que nós passamos do limite também né a gente não tá a gente desconsiderou limites parece que hoje não põe mais não põe limite na educação não põe limite no ser humano não tem mais limite parece que falar de limites você tá falando de opressão não opressão repressão é uma coisa limite é outra né eu falo assim eu não vou comer mais do que cabe no meu estômago eu não tô oprimindo reprimindo a mim mesma na alimentação eu tô pondo limite naquilo que é saudável só que a gente pôs tudo no mesmo saco então não pode mais falar não Tudo posso fazer tudo tem direito de fazer tudo que tem que escolher tudo tem que ser do meu jeito se não é repressão não é não é a gente precisa entender que tem limites que precisam ser estabelecidos pelo bem comum pelo senso do bem comum né enfim nós vamos crescer né João irrita de um jeito do outro a gente vai aprender que não está legal pegar o sexo e banalizar vulgarizar trazer para esse lugar realmente destruxolo é abrir mão de um momento em que Teoricamente a gente deveria estar no mais alto né no Ápice no êxtase como os santos entravam pela comunhão sexual é fazer aquela mais escolha né lembra daquele programa quando a gente era criança que a gente entrava na cabine lá do Silvio Santos e falava você quer trocar uma bicicleta por uma caixa de fósforo e a gente falava assim porque não sabia o que tava fazendo então quantas vezes a gente tá falando sim eu abro mão de um momento super sagrado que essa comunhão pelo sexo de almas para ter essa essa experiência que transcende a matéria a gente abre mão disso para ficar com o gozo momentâneo com o ápice do Prazer uhu né que Êxtase que eu vi agora não é Êxtase né a gente não é isso que é Êxtase Mas a gente não

que transcende a matéria a gente abre mão disso para ficar com o gozo momentâneo com o ápice do Prazer uhu né que Êxtase que eu vi agora não é Êxtase né a gente não é isso que é Êxtase Mas a gente não entende e a gente troca uma coisa pela outra mesmo assim ter nada a ver uma coisa com a outra a Maria José novamente Nunes de Oliveira fala Como orientar os jovens em relação ao sexo se hoje eles têm conteúdos vulgarizando sexo é Maria José aqui difícil né realmente às vezes parece até Impossível a gente saber por onde a gente começa na verdade o que que nos resta nos resta trabalhar no contraponto não dá para a gente querer fechar a internet tirar acesso proibido sair de casa tirar celular tirar não dá não tem como a gente pois ele dentro de uma caverna de uma jaula não é por aí né então o que que a gente pode fazer a gente pode trazer realmente a ponto a gente pode trabalhar do outro lado que é a sociedade fala que o sexo não vale nada eu em casa mostra a importância do sexo o valor que o sexo tem o sentido que a gente pode dar para ele a sociedade Fala lá fora que a gente tem que ter mil experiências porque você tem que curtir o gozo e aqui a gente fala que a melhor experiência é aquela que tem troca de afeto e não só de corpo que não é só uma questão de fricção é uma questão de toque de Tato de contato então eu vou eu vou mostrando o outro lado pelo menos para os nossos jovens terem a opção de saber que existe aí dois pontos de vista pelo menos isso então a gente pode ajudar os jovens a criticar Olha o que tá lá fora é só porque tá lá fora porque todo mundo tá fazendo que tá em ordem que isso é bom que isso é legal que isso é saudável né ensinar os a criticar a não escutar e assumir como legal não é porque todo mundo tá fazendo e que a gente precisa fazer é também deixar o Jó ajudar o jovem a despertar em si o amor por si mesmo né a individuação ou seja se respeite se ame esse corpo seu ele deve ser tratado como sagrado que ele é o nosso templo aqui na terra então não

o Jó ajudar o jovem a despertar em si o amor por si mesmo né a individuação ou seja se respeite se ame esse corpo seu ele deve ser tratado como sagrado que ele é o nosso templo aqui na terra então não faça pouco pouco uso dele pouco caso dele não não use como como instrumento de prazer né Valorize até porque ele vai ser tão saudável ou vai carregar doenças Com base no uso Moral com base no ponto de vista moral que você tem do próprio corpo tivemos algumas dúvidas comentários que eu vou só passar por isso a respeito de frequência de relações sexuais porque com o tempo com a idade a gente vai se distanciando da frequência gente acho que isso daí assim cada um é um cada momento é o momento e sim a gente tem que olhar para isso tem que perguntar sobre isso se tiver com dúvida procura procura a terapia para poder mergulhar nessas dúvidas mas por favor não vamos colocar um padrão de desempenho não é uma questão de desempenho de performance de atuação de competição se a gente tiver uma uma um contato significativo uma experiência de uma comunhão de almas talvez a gente já conseguiu algo que grande maioria que a grande maioria nunca mais experimentar é uma coisa mais fácil que tem é a gente ter experiência de tudo quanto é tipo jeito Isso é fácil basta a gente fazer assim que vai ter sempre Alguém vindo para topar com a gente essas coisas esdrúxulas O difícil é a gente conseguir a qualidade profundo significativo Então não vamos pensar em Performance em padrão em o que que é o que que é certo para isso vamos mergulhar para dentro e perguntar para a gente que que eu busco por que que eu tenho medo se é que eu tenho medo por que que eu evito se é que eu evito por que que eu preciso tanto ser que eu preciso é isso que é preciso a gente fazer a gente se conhecer a partir das experiências que a gente quer tem não tem né não olhar o sexo pelo sexo Capítulo 14 fugas e nós temos alguns minutos apenas Vou ter que dar uma resumida aqui a Maria José fala A Fuga do adulto é sempre consequência dos

gente quer tem não tem né não olhar o sexo pelo sexo Capítulo 14 fugas e nós temos alguns minutos apenas Vou ter que dar uma resumida aqui a Maria José fala A Fuga do adulto é sempre consequência dos acontecimentos não trabalhados corretamente na infância né Vamos pensar que criança é adulto reencarnado né então assim qual que é o plano Divino plano Divino é tem um adulto numa vida anterior ele volta reencarnar por um período de tempo ele fica maleável acessível para que a educação transfira recursos novos desperte novos pontos de vista para que quando ele se torna adulto de novo ele tem as experiências da vida anterior Mas ele tem também novas importantes e boas e saudáveis experiências dessa vida então o espírito que no adulto de hoje Ele traz conflitos por exemplo e ele acaba fugindo não necessariamente foi uma educação ruim que aconteceu né porque ele já tinha tendências de vidas passadas agora o que pode ter acontecido ele pode ter vindo apostando que os pais ou ajudariam durante a infância a se fortalecer para não fugir da vida e aí quando ele retornasse aquele espírito lá de vidas passadas que tem dia a fugir agora ele vai ter mais chance de lutar Porque durante a infância ele foi fortalecido para não fugir e aí ele consegue com mais facilidade Superar as suas dificuldades mas se ele chega na vida trazendo esse recurso esse esse modo de lidar com a vida que é fugindo ele chega aqui os pais pelo livre arbítrio prefere prestar atenção outra coisa não o preparo vai ser mais difícil dele superar os pais vão responder por isso e ele vai também ser cobrado na medida daquilo que ele recebeu daquele que lhe foi capaz trabalhar então tudo tá perfeito nisso não dá para a gente dizer que isso é culpa daqui ou de lá todo mundo participa se eu cair nessa família porque eu tenho vidas passadas com relação a isso se eu recebi aquilo que eu deveria receber que bom eu vou superar se eu não recebi também vai ser desconsiderado vai ser considerado isso da minha responsabilidade Então minha

sadas com relação a isso se eu recebi aquilo que eu deveria receber que bom eu vou superar se eu não recebi também vai ser desconsiderado vai ser considerado isso da minha responsabilidade Então minha responsabilidade vai ser amenizada porque eu não tive aquilo que me prometeram ter existe uma lei que cuida de tudo isso né então não dá para a gente dizer que a infância que é culpada não o espírito já traz isso de vidas passadas Edgar Cristo é fácil falar do ponto de vista do ponto de equilíbrio mas não existe receita de como fazer é verdade realmente não existe receita porque ele diz assim é fácil falar né porque eu acho que eu devo ter trazido assim ah é o Ponto do equilíbrio equilíbrio que eu trago sempre se equilíbrio então assim é fácil falar mas o duro é fazer é e a gente reencarna justamente para exercitar descobrir construir isso como ser equilibrado então não é fácil até porque a gente tá levando vidas e vidas e vidas e vidas fugindo do equilíbrio Então não é numa vida porque eu acordei percebi que eu preciso ser equilibrada que eu vou ser então é lógico que não é fácil Até porque eu tenho criado vício de me desequilibrar ao longo de vida mas eu preciso tentar eu preciso dar os primeiros passos como ah seja equilibrada como falar é fácil tá bom que que eu faço tem receita não mas tem caminho que caminho é primeiro vigilância presta atenção para não cair no automatismo para não deixar que os complexos instalem sem você tomar conta de você vigilância atenção análise análise a si mesmo presta atenção por que que eu falei isso porque que eu fiz aquilo por que que eu não fiz eu deveria ter feito por que que eu sempre reage dessa forma que que eu queria diálogo interno Cris Você já pensou que isso não é legal porque que você voltou a fazer vamos Será que você tava querendo isso diálogo interno se conheça se descubra perceba Quais são os seus gatilhos trem à vontade eu vou eu vou aí dessa vez eu não consigo mas eu vou de novo eu tento de novo consegui mais um pouquinho

o isso diálogo interno se conheça se descubra perceba Quais são os seus gatilhos trem à vontade eu vou eu vou aí dessa vez eu não consigo mas eu vou de novo eu tento de novo consegui mais um pouquinho cair de novo levanta vai mais uma vez é o Buscai e achareis do Evangelho Edgar não é fácil mas é possível o caminho é esse buscar e achareis a Helô Nossa amiga aqui de Amparo Heloísa Bueno fala assim pessoas Mornas que evitam enfrentamentos por temerem divergir Realmente realmente ela é preciso muita coragem para a gente se posicionar principalmente se nossa voz não estiver a favor da maioria aí a gente sabe que vai pagar um preço por ter se posicionado né Quem pagou o maior preço por ter se posicionado na vida foi Jesus e Jesus fez Jesus não admitiu seguir aquele padrão aquele status com aquela aquela cultura dominante se posicionou contra os doutores da lei disse inclusive para os doutores acordam vocês estão aí com aparências com forma com sepulcros caiados por fora e por dentro não não são sujos por dentes são hipócritas então Jesus se posicionou mas foi perseguido torturado e assassinado Então realmente precisa de muita coragem para gente enfrentar para a gente não ficar morno quietinho no nosso canto Mas a gente não cresce então para crescer precisa ter pegar espada como de Jesus e ir para luta né não vim trazer a paz mas é espada precisa ter essa luta essa busca essa Conquista amar a Núbia Pereira fala enfrentamento para evitar possíveis patologias no futuro sim enfrentamento para acelerar o aprendizado enfrentamento para não criarmos enroscos na nossa vida que podem surgir por exemplo como doenças Mara realmente aquilo que eu não enfrento hoje não some plim pim sumiu não some se eu preciso limpar o meu banheiro não adianta eu fechar a porta dar uma volta daqui duas semanas eu volto ele ficou pior agora Tem mosca tem outras coisas que vai me dar mais trabalho então sempre que eu evito enfrentar que eu evito lidar que eu evito trabalhar no que precisa ser feito aquilo não some e aquilo cresce

or agora Tem mosca tem outras coisas que vai me dar mais trabalho então sempre que eu evito enfrentar que eu evito lidar que eu evito trabalhar no que precisa ser feito aquilo não some e aquilo cresce piora aumenta então sim a gente precisa enfrentar para aliviar nosso próprio futuro e por fim a Rita da Silva Lima disse quando na infância uma criança foi muito cobrada a fuga seria a maneira que ela encontrou de viver em grupo por exemplo sendo perfeccionista exagerado autoritária autoritária fuga seria como se fosse um escudo muito inteligente sua pergunta Rita Obrigada Rita isso acontece muito realmente podemos dizer que isso tem relação né É como se a gente falasse assim nossa para eu ficar presente aqui nesse grupo não dá para eu enfrentar me posicionar dizer o que eu quero porque do jeito que eles são brutos do jeito que são egoístas Ou eles vão me expulsar Ou eles vão me engolir e me maltratar então muitas vezes a criança se adapta se adapta de uma forma que não é saudável mas é o que ela encontrou como possível para poder conviver para poder ficar para poder pertencer e para amenizar brigas quantas vezes as crianças entram no meio do pai da mãe para evitar que briga quantas vezes as crianças ficam doentes para chamar atenção Para que o pai e a mãe esqueça um pouco do da briga entre eles e olhem para ela quantas vezes as crianças acham que ela que é acham que elas que são as culpadas pelas brigas de pais por exemplo então elas vão tentar ser boazinha boazinha boazinha para ver se os pais gostam dela e Parem de preparão de brigar e não ameaça esse se separar então sim tem muita relação a criança ela vai tentar desenvolver uma adaptação para melhorar a situação com aquilo que ela é capaz e ela é criança ela não tem discernimento para falar vou ter uma conversa com meus pais e falar adultos por favor queria envergonha na cara e não me meta no meio da conversa de vocês ela não consegue fazer isso então ela vai tentar se adaptar e muitas vezes ela vai criando conflitos para fazer essa adaptação

avor queria envergonha na cara e não me meta no meio da conversa de vocês ela não consegue fazer isso então ela vai tentar se adaptar e muitas vezes ela vai criando conflitos para fazer essa adaptação então ela vai entendendo a fugir ela foge de ver ela foge de falar ela foge de pensar porque tudo aquilo gerador gera sofrimento então isso pode acontecer mesmo por isso que a gente sempre fala muito da Educação do Cuidado com as crianças o inconsciente dele está ali Presente mesmo que a gente esteja falando de marido com mulher ou de companheiro com companheiro a criança tá assistindo e ela tá assimilando eu nem sei o quê não sei nem que visão ela tá tendo a respeito disso não sei que leitura ela tá fazendo Será que ela não tá levando isso para ela né então a gente precisa ai eu briguei com meu marido eu vou me apoiar no meu filho eu vou chorar as mágoas mas é pai dele eu vou falar mal do pai para ele Ah mas eu tô falando do meu marido mas é pai então muita atenção para gente não envolver as crianças cuidar das crianças proteger as crianças para que elas não precisam desenvolver instrumentos que não são adequados para elas viverem e acabe gerando conflitos bom eu corri como uma doida hoje para a gente dar conta e fiquei muito feliz porque significa que vocês trouxeram bastante participação perguntas considerações muito obrigada gente é sempre muito bom prazer para mim estar com vocês conviver com vocês e espero vocês na próxima semana um beijo

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