SUPERAÇÃO INTERIOR: COMO A ACEITAÇÃO TRANSFORMA DOR EM FORÇA - Claudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 04/01/2026 (há 3 meses) 1:05:41 743 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda beleza de viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita [música] de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de >> Boa tarde, queridos companheiros da comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, nossos queridos ouvintes do YouTube, Instagram. Espero que todos tenham feito uma excelente passagem de ano com muita saúde, muita coragem, muita fé neste ano maravilhoso de 2026. Então, para dar início, né, ao nossa, a nossa maravilhosa palestra de hoje, vamos fazer uma breve leitura do livro Receitas para a Alma, escrito pelo Vanderlei Oliveira, através do espírito da Hernância do Fu, perante o passado. E Jesus, vendo à fé deles, disse ao paralítico: "Filho, perdoados estão os teus pecados." Você se pergunta sobre como há de resolver os conflitos da sua alma carregando tantos erros do passado. As lembranças amarguram, levando-o ao desânimo e à aflição. Assume atitude nova perante seus lances de infelicidade para que você edifique sendas de espiritualização e amor. Se você se deitar no leito e desistir, ninguém poderá prever a extensão de novas desditas no futuro, em razão de escravizar-se voluntariamente ao ontem. O tempo é um sábio diluidor das más recordações, mas para isso ele necessita do arrimo do trabalho incessante e da oração que refaz. Que maior expressão de fé você pode ter que avançar para a frente, ainda que sob a fatigante tormenta dos grilhões que tentam mantê-lo na retaguarda. Então, aproveitando nessa leitura que veio até a calhar com que eu e a Claudinha estávamos falando agora a pouco e eu abri, né, ao acaso mesmo, vamos todos nos acomodarmos em nossos

-lo na retaguarda. Então, aproveitando nessa leitura que veio até a calhar com que eu e a Claudinha estávamos falando agora a pouco e eu abri, né, ao acaso mesmo, vamos todos nos acomodarmos em nossos assentos, fechar os nossos olhos, respirar profundamente e aproveitar essas energias benfazas deste ambiente que foi preparado muito antes de nós chegarmos aqui. Vamos agradecer ao Dr. Bezerra de Menezes, patrono desta casa, e vamos fazer a oração que o nosso mestre Jesus nos ensinou para brindar com muita gratidão este início de 2026. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como estamos aprendendo a perdoar a quem nos tem ofendido. E não nos deixes, Senhor, cair em tentação, pois teu é o reino, o poder e a glória para todo sempre. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Alguns lembretes, né, antes de passarmos a palavra pra nossa amiga Cláudia Piva, eh já eh a partir do dia 23 de janeiro já estarão abertas as matrículas para o EG. Quem quiser conhecer mais sobre a doutrina, aprender. Temos outros cursos também para quem já tiver terminado, ESM. E teremos também no site, para quem preferir fazer online, no dia 26 de janeiro começam as inscrições do curso Sistematizado da Dutrina Espírita. E não vamos nos esquecer também do nosso atendimento fraterno que funciona de segunda a domingo. Passo a palavra agora paraa nossa irmã Cláudia Peva. Boa palestra. >> Obrigada, Andreia. Boa tarde a todos e todas que nos acompanham aqui no salão Bezerra de Menezes, que nos acompanham pela pelas redes sociais, pela rádio TV Comunhão. Estamos aqui hoje no primeiro sábado de 2026 com muito prazer, com muita gratidão, com muita alegria, para falarmos sobre um tema aqui nós chamamos de superação interior, como a aceitação transforma a dor em força. E nós estávamos conversando sobre exatamente a dor que muitos de nós

com muita alegria, para falarmos sobre um tema aqui nós chamamos de superação interior, como a aceitação transforma a dor em força. E nós estávamos conversando sobre exatamente a dor que muitos de nós passamos. E aqui vamos tentar entender como transformar essa dor física, moral, espiritual ou psíquica em força interior e superar então os desafios que são nos dados no dia a dia. Já que estamos adentrando um novo ano e sabemos que todos que estamos encarnados aqui na Terra, estamos em um planeta, em um processo de crescimento. E por isso, então, esses desafios que nos cercam, esses desafios que acabam nos trazendo uma proposta evolutiva, uma forma de crescermos. Tiramos as lições, as reflexões de hoje do livro Os Prazeres da Alma, uma psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto pelo espírito Ramed, o capítulo aceitação, o livro Mãos Unidas, uma psicografia de Chico Xavier pelo espírito Emanuel, capítulo autaceitação e esse livrinho aqui é Libertação pelo amor. É um livro maravilhoso, mais um maravilhoso, né, de Joana de Angeles, uma psicografia de Edivaldo, capítulo 27. Aceitação. Bem, gente, a gente já já ouve falar aquela expressão aceita que dói menos, né? Não é assim? Às vezes a gente passa por uma situação menos dramática ou menos gravosa e as pessoas falam para nós: "Ó, aceita que dói menos". E é mais ou menos isso que a gente vai falar, mas com uma profundidade um pouco maior aí à luz da doutrina espírita. Como utilizamos então essa aceitação? dos fatos, dos desafios que nos são propostos aí na nossa reencarnação para que a gente se supere e para que a gente consiga transformar essa dor em uma força positiva, como nós vamos ver, né? Hoje em dia, Ramed nos fala aqui no livro que, em virtude dos padrões de excelência que são postos hoje em dia, os diversos padrões que nós temos, é muito desafiador para nós aqui na nas que estamos encarnados convivermos e aceitarmos as situações que nos são impostas como desafios. Então, hoje nós temos diversos padrões. É um padrão de

s temos, é muito desafiador para nós aqui na nas que estamos encarnados convivermos e aceitarmos as situações que nos são impostas como desafios. Então, hoje nós temos diversos padrões. É um padrão de beleza física, um padrão de inteligência, o padrão de poder material, um padrão de construção psicológica ideal. Que que quer dizer isso, né? Um padrão de o tipo de pai, o tipo de marido, o tipo de mãe, o tipo de esposa, o tipo de profissional ideal, dentre tantas outras exigências. E às vezes, muitas vezes, não é só às vezes, muitas vezes nós olhamos para fora nas redes sociais ou até isso já acontecia antes, e pensamos, mas como que eu vou conseguir chegar nesse padrão? Eu que sou tão cheia de defeitos, a minha vida tem tantos problemas, como que eu vou chegar nesse nível de felicidade? Hoje a gente olha na TV, antes, né, era muita TV, mas em todos os meios de comunicação. E nós nos sentimos desafiados. Muitas vezes até os nossos filhos a gente quer colocar lá em diversas atividades para que eles então consigam atingir esse padrão que é esperado pela sociedade atual. Mas diante disso tudo, Ramédio nos diz: "Precisamos nos desafiar espiritualmente." Esses padrões, eles não podem nos confundir, não podem confundir o objetivo da nossa vida aqui na Terra, que é a evolução. Claro, material também estamos encarnados, somos de carne e osso. Nossa matéria precisa de alimento, de veste, de vestimenta, precisa da da educação e tudo isso requer construção material. Mas não é só isso. E é um dos grandes desafios que nós recebemos na vida é a aceitação das situações, mas aceitação ativa. E nós vamos entender como nós vamos nos inspirar aqui na palestra de hoje, na palestra de na palestra não, na história de Marra Mamo. Alguém aqui já ouviu falar de Marra Mamo? Então, nós vamos conhecer a história dela. E eu conheci a história dela há muito pouco tempo, agora em dezembro, numa palestra que ela deu. Ela é uma jovem, ela era a pátrida. Vocês sabem o que é a pátrida? Eu achava que eu sabia, mas eu

dela. E eu conheci a história dela há muito pouco tempo, agora em dezembro, numa palestra que ela deu. Ela é uma jovem, ela era a pátrida. Vocês sabem o que é a pátrida? Eu achava que eu sabia, mas eu não sabia. é uma pessoa que ela não possui nacionalidade ou cidadania reconhecida por nenhum país. Gente, o que que isso significa? Eu só consegui entender o tamanho da dor e das dificuldades de uma pessoa nessa condição depois que eu vi essa palestra da Marra, ela é uma jovem, ela tem 30, em torno de 30 anos. Uma apátrida, ele vive nas sombras da sociedade porque ele não tem documento nenhum, ele não tem nacionalidade, ele não tem acesso às questões primárias de cidadania, nada. Ele só vive de favor de muita insistência e muita solidariedade. Só assim que uma pátrida consegue viver. Vamos só entender um pouquinho a história da Marra aqui pra gente entender o que que a aceitação da sua situação e a transformação dessa dor em força conseguiu trazer pro mundo. Inclusive, a Marra, ela era apátrida, como a gente falou. Por quê? Porque os pais dela fugiram da Síria pro Líbano. Vejamos, né? a gente sabe que lá é uma situação bem complicada de eh situação geopolítica, as guerras, as guerrilhas, tudo que acontece lá. Então, os pais dela fugiram pro Líbano para casarem, porque na Síria não era permitido o casamento interreligioso. A mãe da Marra era muçulmana, continua sendo, e o pai da Marra era cristão e continua sendo. Então eles foram pro Líbano porque no Líbano se permitia o casamento interreligioso. Mas no Líbano não se permite a nacionalidade para quem é filho de casal que tem que um tem uma religião, outro tem outra. Então, ela não podia ser libanesa e ela não podia também ser Síria, já que a o pai não era sírio. Então, ela não podia ser nem síria e nem libanesa. Por isso que ela é, ela e os os dois irmãos, uma mulher e um homem eram apátridos. Então, antes mesmo dela entender o que que era ser pátrida lá com 3 anos de idade, ela a mãe, ela foi barrada para ela e os irmãos, né, não

a e os os dois irmãos, uma mulher e um homem eram apátridos. Então, antes mesmo dela entender o que que era ser pátrida lá com 3 anos de idade, ela a mãe, ela foi barrada para ela e os irmãos, né, não conseguiam se matricular em escola e a mãe insistentemente foi em várias várias várias várias escolas até que uma aceitou a a a matrícula dos filhos, né? E eles então fizeram todo o ensino lá equivalente ao nosso ensino fundamental e médio. Mas ela queria fazer uma faculdade, mais uma luta, mais uma dificuldade, mais diversidades ali de enfrentamentos, mas ela insistiu, insistiu, insistiu até que conseguiu uma universidade lá que aceitou, ela conseguiu fazer toda a sua faculdade, toda a sua pós-graduação, todo o seu mestrado. Se não me engano, foi até o mestrado. E ali Mar vai em busca do sonho dela, mas mais que um sonho, era uma correção de uma injustiça social e era uma questão humanitária. Gente, são 10 milhões hoje de apátridas no mundo. Eles não têm direito a nada, né? Eles não têm, eles eles são invisíveis. Se eles morrem, essa pessoa nunca existiu, nunca encarnou na Terra e pertencer de fato ao mundo, né? Mas vamos lá. O que que isso tem a ver com o nosso tema? A primeira condição para que Marra conseguisse realizar seu sonho, a gente vai ver que ela conseguiu surpreendentemente realizar o seu sonho, foi a aceitação da sua condição de apátrida. Ela, primeiramente, ela não se vitimizou com essa situação. Ela foi em busca das condições para estudar, das condições para vencer na vida, na vida material ali falando, né? Porque, mas porque somente por solidariedade ela não queria viver. Somente pela solidariedade ali das pessoas, ela não queria mais viver dessa forma. Até porque se ela precisasse de um hospital, ela não tinha direito, como aconteceu, ela precisou de um hospital. E o que que o hospital pede, né, gente? Qual é a o seu o seu nome completo, seu documento de identidade? Não tem, não tinha. E aí foi toda uma situação que tiveram que pagar muito dinheiro, uma amiga, se não me

e o hospital pede, né, gente? Qual é a o seu o seu nome completo, seu documento de identidade? Não tem, não tinha. E aí foi toda uma situação que tiveram que pagar muito dinheiro, uma amiga, se não me engano, pagou muito dinheiro para ela conseguisse lá numa situação de emergência ser atendida. Foram 30 anos. nessa invisibilidade, né, até a sua história inspirar uma mudança histórica na legislação de um determinado país que nós vamos ver aqui. Marra, ela lutou por muitos anos, mesmo na sua situação de apátrida. Então, ela aceitou essa situação. Primeiramente, ela lutou por 30 anos para conseguir reverter essa situação por cerca de 10 anos. Ela 10 anos, gente, há muito tempo, né, gente? Eu eu eu ouvindo a história dela, eu fiquei assim, como é que pode, né, essa insistência, essa persistência, esse essa vontade de realizar não é um sonho só, é de ser visível, de ser um ser humano, é de ser um cidadão, uma cidadã. Ela mandou por 10 anos cartas para as diversas embaixadas do mundo inteiro. 10 anos. Ninguém respondia. Cartas, e-mails, ninguém respondia. E um determinado ano, a embaixada de um único país no mundo inteiro respondeu a ela. Adivinha qual foi o país? Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho. Respondeu a ela e disse: "Sim, você pode vir pro Brasil como refugiada". Foi em 2014 que o Brasil lançou um programa para ajuda aos refugiados. Esse programa existe até hoje, tanto é que tem diversas interações aí com os palestinos que vem para o Brasil. Nós acolhemos diversos refugiados do mundo e ela veio, mas na condição de refugiada, ela não era refugiada de guerra, ela era pátrida. Então, chegou aqui, ela pensou, né? Ah, vou ter um a minha certidão de nascimento, vou ter a minha condição de ser humano registrada. você é um ser humano registrado no mundo. Não, ela tinha um número de refugiado e ela tinha um cartão de crédito que foi dado por qual empresa? Pela Caixa Econômica Federal. A única no único banco que deu um cartão de crédito para os refugiados para dar

nha um número de refugiado e ela tinha um cartão de crédito que foi dado por qual empresa? Pela Caixa Econômica Federal. A única no único banco que deu um cartão de crédito para os refugiados para dar uma dignidade para que eles pudessem, né, financeiramente ali ter a sua vida, a sua vida. Eh, a sua vida mesmo, né, gente? A sua vida como como ser humano, como cidadão, com seus direitos civis garantidos. Veio ela, então, os dois irmãos e depois de muita luta, e ela vem em 2014, em 2017 ela foi reconhecida como a pátrida quando o Brasil muda a sua lei de imigração e em 2018 ela consegue finalmente ser reconhecida com o CPF como cidadã brasileira. Hoje ela é uma cidadã brasileira, ela não mora mais aqui no Brasil, mas a sua história é uma inspiração para todos aqueles que por qualquer razão, tenham sido privados dos seus sonhos, né? Ela mostra aí como a aceitação dos obstáculos, dos desafios da vida é o primeiro passo pra gente não abrir mão dos nossos sonhos, das nossas realizações, dos nossos objetivos. Então essa aceitação ela é primordial, é o primeiro passo. Eu aceito que dói menos para depois eu dar os passos de luta e de enfrentamento. Como marra, nós temos diversas histórias. Eu trouxe o caso dela porque eh tem tem vários, né? Nós temos aí muitas pessoas com deficiências físicas que são inspir inspiram em palestras motivacionais a todos nós. Mas eu achei a persistência da Marra muito peculiar pelos anos que ela lutou e conseguiu mudar uma lei internacional, uma lei nacional nossa que seria internacional para ela. e em mais de 20 países ela também conseguiu ajustar ali com a sua luta, com a sua insistência, com a sua é luta e e conjuntamente aí aos advogados desses países mudar a legislação, inclusive a nossa, né? Essa aceitação, a história dela mostra como essa aceitação ativa, Jona deângeles nos fala de resignação ativa, transformou justamente o tema da nossa palestra em força e determinação para que ela não desistisse, para que ela oportunizasse a outros tantos milhões de cidadãos no

les nos fala de resignação ativa, transformou justamente o tema da nossa palestra em força e determinação para que ela não desistisse, para que ela oportunizasse a outros tantos milhões de cidadãos no mundo a oportunidade de ser alguém. E quando a gente fala disso, nós sabemos o quanto é fácil a gente se vitimizar, a gente se colocar na situação de vítima e não partir para a luta e para o enfrentamento, né? A Joana deângeles nos diz que em face do instinto até de conservação que nós trazemos ao longo aí da nossa evolução, dos milênios de evolução, nós nos prevenimos contra tudo o que ameaça o nosso bem-estar. Nosso bem-estar, a a própria economia trata isso como status qu, a inércia da física, né? A gente quer se manter naquele estado em que nós estamos, aquela estabilidade em que a gente se encontra. Mas a vida, a proposta de Deus para nós não é essa. A proposta de Deus para nós é a evolução. E a evolução ela vem por meio das situações provacionais, as situações de desafios, para que nós o superemos e desenvolvamos então tanto nos desenvolvemos então tanto intelectual quanto espiritual, quanto psiquicamente, quanto materialmente. caso de Marra, ela faz essa evolução toda de todos em todos os aspectos, a evolução material num primeiro momento, porque a partir do momento que ela é considerada cidadã de um país, ela consegue então pode trabalhar formalmente, ela pode ter todos os direitos de um trabalho formal e tudo mais que vem com uma cidadania eh recebida aqui pelo Brasil. Ela tem um desenvolvimento intelectual que ela já tinha, mas ela pode se permitir ir além nas universidades em que ela quisesse, hoje em dia do mundo inteiro, porque ela é muito nova, ela tem pouco mais de 30 anos. o desenvolvimento psíquico, porque toda essa luta desenvolveu psicologicamente a sua forma de lutar, de enfrentar a vida e o seu desenvolvimento espiritual, que é o motivo principal de nós estarmos aqui. E é engraçado que ela narra uma situação que ela diz assim que quando o Brasil é o único país, né, que que

tar a vida e o seu desenvolvimento espiritual, que é o motivo principal de nós estarmos aqui. E é engraçado que ela narra uma situação que ela diz assim que quando o Brasil é o único país, né, que que aceita finalmente depois de 10 anos a eh ela ela consegue um país para chamar de seu, né, ela fala que vai vir pro Brasil e as pessoas, né, do Líbano, da Síria, seus parentes, falam: "Nossa, mas você vai pro Brasil, aquele país super violento e a gente sabe como é lá, né? E tem muito, a gente sabe como que é a situação lá, mas pasmem, meus queridos, o irmão dela morre no Brasil vítima de um assalto. Vejam só, ele chega a vir pro Brasil, não recebe a a situação ali, a nacionalidade brasileira, né? Não, não deu tempo. Mas quando a nossa vida, nosso caminho, as nossas provas, elas estão escritas e a gente vai passar por elas aonde nós estivermos, que foi o caso do irmão dela. Então hoje ela inspira milhares e milhares de pessoas e junto com aí ONGs e outras outras entidades, né, eh privadas e talvez públicas, ela faz, tá começando um programa de também garantir a situação de cidadania no Brasil paraas diversas situações, paraas diversas pessoas em situação de vulnerabilidade que também não tem o CPF, né? diversas pessoas que nascem nas ruas, crescem nas ruas e nunca conseguem ter uma oportunidade de ser alguém, alguém considerado um cidadão, alguém considerado um ser humano com os direitos que é possível a partir do momento que se tem uma nacionalidade, que se tem um documento. E a comunhão, entre aspas, aqui faz um trabalho muito bonito num projeto sextas-feiras pela manhã, em que inclusive auxilia as pessoas a tirar os seus documentos, o quanto que isso é importante, o quanto que é importante se ter os documentos e ser alguém, um cidadão encarnado nesse mundo. A gente precisa disso, porque nós precisamos, inclusive, talvez no Brasil seja mais fácil ir num hospital, num posto de saúde. A gente tem um coração grande ainda. Somos uma população que acredito que num posto de saúde pode ser que atenda

samos, inclusive, talvez no Brasil seja mais fácil ir num hospital, num posto de saúde. A gente tem um coração grande ainda. Somos uma população que acredito que num posto de saúde pode ser que atenda alguém sem a documentação. Eu acredito firmemente nisso. Mas sabemos que muitos não vão ter esse direito e vão morrer sem atendimento de nada, sem direito de nada. A importância então desse trabalho de eh tornar uma pessoa cidadã, né? Então, diante dessas ocorrências que nos acontecem, gente, e que resultam dos fenômenos existenciais normais, como a gente tá falando, são desafios e são inevitáveis. Joana de Ângeles nos diz, em todos os processos de desenvolvimento. O que que a maioria de nós, que que acontece com a maioria de nós, a gente reluta em aceitar, não é assim? Quando a gente passa por um problema muito sério, muito difícil, nós relutamos em aceitá-lo. Mas Joana, como a gente viu aqui, os espíritos nos explicam que é porque é natural da nossa faixa evolutiva e nós nos aturdimos, passamos por reações de ira, de raiva, né, quando defrontado por problemas que nós julgamos maiores do que as nossas forças podem aguentar, mas não. Tudo que nós passamos é proporcional à nossa capacidade de enfrentamento. E a maioria de nós se acredita o quê? Injustiçado, vitimizado. E aí a gente complica a nossa situação cada vez mais. E a rebeldia às vezes ela é tão grave que a gente opta por condutas desesperadas. Nós nos desesperamos, não é assim? Alguns problemas graves que a gente passa, a gente se desespera. Por quê? Porque a gente quer evitar aquele sofrimento. A gente não quer sofrer, mas a gente reage de uma maneira pior, que agrava o nosso sofrimento. Eh, às vezes caímos para transtornos psicológicos que se somam aí ao desconforto que já existe, uma depressão. Começamos num processo talvez de depressão, uma ansiedade, esses esses problemas psicológicos que agravam a nossa situação que já é difícil, gerando situações mais difíceis ainda de serem suportadas. Em outras situações, a gente

z de depressão, uma ansiedade, esses esses problemas psicológicos que agravam a nossa situação que já é difícil, gerando situações mais difíceis ainda de serem suportadas. Em outras situações, a gente adota uma revolta muito grande e essas revoltas estão aí todo dia nos jornais, nas redes sociais, caracterizadas como homicídios, feminicídios e suicídios. É tão grande a revolta contra aquele sofrimento que a gente tá passando que nós então podemos tirar até a própria vida. E é narrado por Raul Teixeira um caso de suicídio de uma jovem de 19 anos. Tem muitos anos isso, no Rio de Janeiro. Ela uma jovem negra e ela foi adotada por pais holandeses. Ela era muito revoltada com a cor da sua pele. Ela não aceitava justamente ser negra de jeito nenhum. E ela passou a infância inteira revoltada contra aquilo. Os pais eram holandes muito brancos, mas ela no auge dos anos da adolescência, da força física, ela tenta diversas coisas para branquear a pele, branqueamento de pele, acaba se queimando e por fim ela se joga do prédio onde morava no rio. justamente um ato extremo de revolta contra uma situação inerente ao seu nascimento e um caso muito triste de não aceitação da sua condição. Isso é muito grave, minha gente. Assim, eu queria abrir um parênteses aqui só pra gente. Isso tem muitos anos. Com certeza tem 20 anos que Raul Teixeira na rua esse caso. Então não sei se tem pouco mais de 20 ou muito mais de 20 anos, mas dados atuais do Ministério da Saúde mostram um aumento significativo de óbitos por suicídio entre os adolescentes e jovens negros. E os pesquisadores destacam que a não aceitação dessa identidade racial, em virtude de toda a questão do racismo, pode ser um fator de de sofrimento psíquico e pode justificar sim esse aumento significativo que teve aí nas pesquisas realizadas entre 2000 e 2022. Ou seja, são muitos anos de pesquisa que comprovam esse aumento significativo e uma taxa de suicídio maior entre justamente os jovens de 10 a 19 anos, 21% maior do que os jovens adultos de 20 a 29 anos. é um

, são muitos anos de pesquisa que comprovam esse aumento significativo e uma taxa de suicídio maior entre justamente os jovens de 10 a 19 anos, 21% maior do que os jovens adultos de 20 a 29 anos. é um dado gravíssimo e que nos faz refletir não só com relação à aceitação, mas com relação à nossa capacidade de enfrentamento das diversas situações que nós passamos na nossa vida e que muitas vezes nós não conseguimos entender, compreender o sofrimento do próximo e acolhê-lo no seu sofrimento, acolhê-lo na sua tristeza infinita na sua depressão. E acaba que esse ato último de revolta é um clamor de socorro à sociedade que ainda o renega e que ainda o discrimina. Passando aqui para um um estudo psicológico que Ramed faz sobre a história do paralítico de que foi curado por Jesus no posto no posto de Betesda. Não sei se vocês lembram desse caso, rapidamente assim, só pra gente relembrar, eh tem tinha um poço chamado poço de Betesda, que lá ficavam diversos doentes ao redor daquele posto, daquele poço. E se dizia, né, se tinha crença de que ele ele borbulhava lá, né? Então eu acredito que fosse alguma fonte de água quente ali que tinha, né? Então quando ele borbulhava, o primeiro que entrasse nesse poço era curado. Isso era a crença que se tinha naquela época lá ali pelos arredores de Jerusalém, daquela região ali em que Jesus esteve. E tinha um paralítico nesse poço. Havia 38 anos. Eu me impressionei com uns 10 anos, né, que ela ficou mandando cartas. havia 38 anos que esse paralítico ele se achava enfermo e ele ficava lá quando borbulhava a água, ele corria, corria não, né? Ele tentava, ele se arrastava para chegar no poço, mas ele nunca conseguia. E aí, né, Jesus vê, Jesus passa por ali, vê o o sofrimento desse homem e pergunta para ele se ele quer ser curado. E o que que ele responde? Ele responde, ele não responde que ele quer e nem que ele não quer. Ele diz: "Eu não consigo chegar no poço, por isso que eu não sou curado." Mas Jesus diz: "Levanta-te, toma o teu leito e anda". E depois continua a

le não responde que ele quer e nem que ele não quer. Ele diz: "Eu não consigo chegar no poço, por isso que eu não sou curado." Mas Jesus diz: "Levanta-te, toma o teu leito e anda". E depois continua a história. Mas a gente, o importante para nós aqui é até aqui. Ramed nos traz a interpretação psicológica disso, desse caso, que quando Jesus fala queres ficar curado? É uma pergunta que Jesus faz e que exige da pessoa, daquela pessoa que quer ser curada, uma renovação interior de toda a sua parte, não só física, mas da sua parte psicológica, uma verdadeira transformação psíquica. Porque quando alguém é abordado assim, quer ser curado? E ela responde: "Sim, eu quero ser curado". É a aceitação inicial da sua condição. A pessoa, o primeiro, sim, eu quero ser curado. Por que que eu quero ser curado? porque eu estou doente, porque eu estou passando por uma dificuldade. Então, o primeiro passo é a aceitação. A partir daí, quando a partir daí, quando ele aceita, aí ele pode ser sim ser curado nessa interpretação aqui de Hamed quanto à cura do paralítico de Betesda. Mas quando ele diz que não tinha alguém que jogasse na piscina e que por isso que ele não conseguia ser curado, e o que a maioria de nós faz, né? Estamos no nosso status qu, estamos ali na nossa zona de conforto e não queremos então de fato a cura porque vamos sair daquela zona de conforto. E é exatamente isso que a vida nos chama, a aceitação da situação como um primeiro passo pro crescimento emocional. psíquico, espiritual e até material, como a gente já viu aqui. A partir do momento que a gente diz: "Sim, eu quero, é claro que eu quero me curar". O que que acontece aí? Há um comprometimento nosso da nossa vontade, da nossa força de vontade, com a mudança de atitude e com a aceitação da situação, como a gente já viu. Então, nesse caso, nasce a nossa responsabilidade e o compromisso paraa mudança com a força de vontade de vencer. A partir daí, quando a gente diz sim, eu quero ser curado a gente se compromete inteiramente com a proposta ali, no

ssa responsabilidade e o compromisso paraa mudança com a força de vontade de vencer. A partir daí, quando a gente diz sim, eu quero ser curado a gente se compromete inteiramente com a proposta ali, no caso, recebida. por pela situação que nós estamos vivenciando e pela mudança, pela mudança da situação que nós estamos vivendo. toda a situação que nós, todos os desafios que nós passamos, a partir do momento e a gente vamos olhar nossa vida para trás e vamos lembrar daqueles desafios que nós passamos, o quanto nós aprendemos com ele, mesmo que durante aquele aquele período que às vezes é devastador no sofrimento, seja um sofrimento físico, seja um sofrimento psíquico, emocional, quando nós olhamos para trás e nos vemos hoje, nós vemos o quanto que nós crescemos. temos e o quanto que foi importante essa mudança, essa mudança em nossas vidas e essa prova que nós passamos. Então, Joana deângeles nos alerta que todas as as experiências que nós vivenciamos, mesmo as dolorosas, como a gente tá vendo aqui durante a nossa trajetória física, elas são valiosas lições. Vamos lembrar lá o que Chico Xavier falava, né? Nós estamos pasmem, a gente tá com o marido certo. A gente tá com o marido certo. A gente tá com a esposa certa. A gente está com os filhos certos. A gente está com o chefe certo também. Incrível isso. Mas a gente tá, gente, a melhor condição para que a gente evolua, por mais dolorosa que ela seja. Isso quer dizer que nós não tenhamos que lutar para mudar? Não. É justamente esse o convite de Jesus quando diz: "Queres ser curado? os exemplos de Marra e de tantos outros. Sim, eu aceito, eu estou nessa condição, mas o que eu vou fazer para mudar? O que eu vou fazer para melhorar? O que eu vou fazer para sair dessa situação? E quando a gente se coloca nessa posição propositiva de vencer, e pode ser que a gente não vença muitas vezes 10 anos que Marra ficou mandando, ninguém respondeu a ela. 30 anos que ela ficou tentando. Ninguém deu oportunidade para ela, mas ela nunca desistiu e conseguiu tudo que

a gente não vença muitas vezes 10 anos que Marra ficou mandando, ninguém respondeu a ela. 30 anos que ela ficou tentando. Ninguém deu oportunidade para ela, mas ela nunca desistiu e conseguiu tudo que conseguiu até hoje, conseguindo coisas cada vez melhores e maiores, inclusive pro nosso Brasil, até como forma de reconhecimento. Então, essas lições, os sofrimentos que a gente passa, ocorrem de uma escala, né, variada, conforme o estágio evolutivo de que cada um está, o estágio espiritual que cada um tá. Então, o que eu passo e a dor que eu sinto, ela não é a mesma que a Andreia passa e o e a dor que ela sente como a dor que o meu marido passa, como a dor que cada um de nós aqui nesse salão, encarnado e desencarnado, passa. Às vezes nós ouvimos eh relatos de estudantes que se suicidam em função de uma nota baixa e a gente diz: "Mas como que ele se suicidou por causa de uma nota baixa?" a gente é uma prova, é uma prova, principalmente no Japão, nos países eh asiáticos, né, que a exigência é muito grande. Então, mas a dor daquela pessoa para para aquele estágio evolutivo em que ela está é do tamanho que ela pode suportar. Então, uma nota baixa é sim, muita dor, enquanto que para marra ficar 30 anos lutando por para conseguir a sua cidadania, era uma dor ali que a impulsionava a ir cada vez cada vez mais à frente. Mas não nos cabe julgar, então, o tamanho da dor. O que nos cabe sim é nós nos autoconhecermos e sabermos que preciso aceitar a minha situação, preciso aceitar meus defeitos, minhas qualidades e evoluir, porque a escola na Terra é essa a proposta da escola na Terra. Então, tudo que constitui que pra gente é desar, infortúnio, não apenas se reveste de fundamentos morais ou emocionais necessários à nossa evolução, mas também representa métodos eficazes de educação para que a gente aprenda, para que a gente se supere, para que a gente evolua. A aceitação aqui do trágico, né? Nós nós temos tido muitas notícias trágicas, muitas coisas difíceis do desagradável. Não quer dizer, gente, que é uma forma

a gente se supere, para que a gente evolua. A aceitação aqui do trágico, né? Nós nós temos tido muitas notícias trágicas, muitas coisas difíceis do desagradável. Não quer dizer, gente, que é uma forma de da gente ser indiferente, não é isso, né? Nós não somos indiferentes à dor, nem nossa, nem do próximo, mas é uma postura dinâmica diante da vida, né? É aquilo mesmo de aceita que dói menos, aceita e se propõe a mudar. Se eu não posso mudar a situação do mundo, eu posso mudar a minha situação. Cada um de nós pode mudar a sua situação e coletivamente mudaríamos a sociedade, né? Se alguém, um exemplo, né? Se alguém tá tá doente, aceitar a doença, que que quer dizer? É ficar numa cama deitado, não é? é se cuidar eh no médico, é atender a programação estabelecida pelo médico material, buscar o tratamento espiritual, por exemplo. Eu vou dar um exemplo aqui de um sobrinho meu que ele com 19 anos descobriu uma um linfoma, não hodkins, que é uma forma muito agressiva de linfoma. Ele já recente já passado na faculdade de odontologia. Foi um baque muito grande pra família, porque até hoje é um tipo de linfoma que não se sabe a forma de o tratamento para tratamento contra essa doença. Mas vamos lá, né? Meu minha cunhada não trabalhava, meu irmão é bancário, era bancário e então foi lá com fundo de garantia por tempo de serviço, que pode usar, né, para tratamento de doenças graves como câncer, como linfoma. fez todo um tratamento bem agressivo, muito, muito, muito agressivo. E a doença foi curada. Passa alguns meses, então ali ele já tava com 20 e pouquinhos anos, se descobre uma leucemia bem severa. E nessa época faz, ele tá com 30 e pouquinhos anos hoje. 32, 33. Eh, não se tinha a única cura para ou uma tentativa de sobrevida paraa leucemia, era a o transplante de medula. E como a gente sabe, transplante de medula é bem difícil de dar compatibilidade. Não sei como, realmente, eu não lembro como eles conseguiram. A médica é lá no Rio Grande do Sul que eles moram e a médica disse: "Ó, vamos tentar um método

edula é bem difícil de dar compatibilidade. Não sei como, realmente, eu não lembro como eles conseguiram. A médica é lá no Rio Grande do Sul que eles moram e a médica disse: "Ó, vamos tentar um método aí inovador que tá sendo estudado ainda nos Estados Unidos, não tá, não tem, não é aplicado no Brasil e vamos tentar". Era pegar a medula, no caso do da pessoa mais compatível, que daí era o meu irmão, e e era só 50% de compatibilidade. Alguém eh muito próximo, né? o consanguíneo ali, pai, mãe ou irmão eh irmão de pai e mãe, que ele só tem uma irmã de pai e mãe e era daí o meu irmão que tinha maior nível de compatibilidade e era só 50%, os outros eram menores. E tentamos, fazemos o transplante e tentamos então e eles tentaram. E o meu sobrinho hoje é formado em odontologia, é um odontólogo, trabalha em duas cidades no interior do Rio Grande do Sul, acabou de passar num concurso numa numa prefeitura lá do interior chamada Lageado e na outra Santo Antônio da Patrulha ele tem uma clínicazinha lá junto com outros dentistas, né? A questão do câncer, gente, assim, a pessoa perde todas, né, as quando ele faz toda aquela quimioterapia, porque depois da do transplante se faz toda uma quimioterapia e a pessoa tem que fazer todas as vacinas, tudo de novo, né? Então ele fic ficou em isolamento e a minha cunhada também. Então eles ficaram lá, se não me engano, foram quase se meses, 5 meses e pouco em isolamento completo, porque a a pessoa fica sem imunidade mais de nada e tem que fazer todo o ciclo que os nossos bebezinhos fazem, né? Eh, para não pegar uma doença e não desencarnar. Então, a aceitação nesse momento é fundamental. Para quê? para os pais terem força de vontade, pros pais não ficarem chorosos e o filho desanimar, para dar força pro filho, para dar força pra irmã que era uma criança na época, para dar força pros avós que estavam também bem desesperados com a situação. O primeiro passo é aceitar e lutar. Aceitou-se o tratamento médico, se fez muito tratamento espiritual, se

riança na época, para dar força pros avós que estavam também bem desesperados com a situação. O primeiro passo é aceitar e lutar. Aceitou-se o tratamento médico, se fez muito tratamento espiritual, se tomou muito passe, se ingeriu muita água fluída e se fez muita prece, mas muita prece, muita prece. E lá está esse jovem, graças a Deus, muito saudável. E casou também, tá casado muito com a menina, era namorada lá antes dele ter a doença e e perseveraram ali durante a doença. A aceitação em primeiro lugar para que a gente possa vencer os maiores desafios, as maiores dificuldades. Lembrando sempre que ninguém eh tem a cruz maior do que as forças. Por isso que a aceitação, em primeiro lugar, é muito importante. para que essa energia que é comprovada pela neurociência, pelas ciências que estudam a mente, essa energia se transforma em força, em vigor, para os enfrentamentos que quando a gente olha para trás e vê a luta lá do meu irmão e da da da família lá, eu eu tava aqui em Brasília, então não acompanhei muito de perto, quando a gente vê essas pessoas, a gente diz: "Mas como é que eles conseguem vencer? Claro que a cruz é proporcional às forças. Talvez eu não conseguisse ter toda essa força e essa eh luta, inclusive com dificuldades financeiras graves que foram passadas ali pela família. E toda e qualquer situação que a gente passa deve ser dessa forma. Nós não podemos temer também o insucesso, infortúnio. Quando nesse exemplo eles foram fazer lá aquele tratamento que era um tratamento que não tinha garantia de sucesso se não desse certo. Então a gente não vai tentar. Nós precisamos tentar. E se não der certo, a gente precisa fazer de novo e tentar de novo e ir quantas vezes forem necessárias até a gente conseguir, desde uma simples carteira de motorista, que às vezes a gente não passa na primeira prova, claro, vamos esquecer a questão do do valor, né, o valor financeiro, mas às vezes a pessoa não tenta porque ela tem medo, ela tem medo de fracassar de novo naquela prova,

não passa na primeira prova, claro, vamos esquecer a questão do do valor, né, o valor financeiro, mas às vezes a pessoa não tenta porque ela tem medo, ela tem medo de fracassar de novo naquela prova, naquele concurso, naquela para tirar aquela carteira de motorista, coisa simples. E quando as coisas forem mais pesadas? E quando os desafios não forem só uma prova, como que a gente vai se comportar? Por isso, nós precisamos aceitar e lutar, transformando essa aceitação, como os espíritos nos falam. Mas hoje já ciências psicológicas e psíquicas nos mostram que isso se transforma em força, em energia, em dinâmica positiva pra gente vencer. E assim, Emanuel ainda nos diz assim: "Se a gente teima e não reconhecer a realidade", ele fala com essas palavras, se teimamos e não reconhecer a realidade que nos é própria, esses desafios que nós temos que enfrentar, nós não somente perdemos um tempo precioso, porque o desafio veio pra gente aprender, então nós perdemos aquela oportunidade, mas a gente ocorre o risco de aumentar a nossa carga de sofrimento, como nós já vimos aqui, a assimilando aí um processo processo depressivo, assimilando às vezes uma dívida que a gente não tinha condições de assumir. Quantos de nós, muitas vezes, por não aceitarmos a nossa condição financeira atual, se individa mais do que pode e arranja mais problema paraa sua vida. Então, Emanuel nos chama essa atenção. Cuidado, preste atenção. Você vai ainda se enrolar mais ainda ao não aceitar e lutar para vencer aquele desafio. E diz também que nós temos que aceitar também as nossas dificuldades e pedir ajuda, porque a partir do momento que a gente pede ajuda pro plano espiritual, um dia a gente vai conseguir enxergar o tanto de ajuda que nós temos, o tanto de espíritos amigos que nos auxiliam, o tanto de considerações importantes que temos durante o sono, o quanto que às vezes nós estamos aqui numa palestra ou Sei lá, a gente passa aí na rua e vê uma frase e aquela frase nos inspira para resolver algum problema, alguma coisa.

que temos durante o sono, o quanto que às vezes nós estamos aqui numa palestra ou Sei lá, a gente passa aí na rua e vê uma frase e aquela frase nos inspira para resolver algum problema, alguma coisa. São os espíritos amigos dizendo: "Ó, Cláudia, presta atenção naquela frase. Aquela frase é a solução pro seu problema que tá lá. Só que a gente tem que ter olhos de ver e ouvidos de ouvir, que Jesus nos ensinou para que a gente possa vencer as nossas batalhas. Então, todo espírito que se aceita como é, com seus vícios e defeitos e aceita as situações vivenciadas como provas e desafios naturais da vida, ele consegue se libertar das suas sombras, se se libertar dos seus defeitos, parcialmente falando, né? Porque ninguém vira santo da noite pro dia. Nós sabemos disso. E conseguimos talvez vencer parte da batalha, parte das etapas, parte das provas que viemos aqui nessa reencarnação vencer e com o propósito de evoluir. Então, gente, não nos iludamos. Estamos no local certo, na cidade certa, no emprego certo, com as pessoas certas. Isso eu também custo aceitar, porque às vezes a gente questiona muito eh que a gente tá ali na situação, né, com as pessoas ali que vão nos fazer evoluir mais rapidamente, mas aceitando primeiramente, depois nós vamos ver, a partir do momento que a gente aceita, nós conseguimos vencer e aí nós nos libertamos daquele círculo ou daquele ciclo negativo que nos rode odeia, porque enquanto a gente não vencer aquela situação, ela vai voltar. Pode ter certeza que ela vai voltar. Mahamamo diz assim: "A minha história não é só sobre mim, é sobre todas as pessoas que precisam de coragem para se tornarem protagonistas de suas vidas. Nos nos tornemos protagonistas das nossas vidas. Olhemos os nossos problemas e pensemos: "Sim, se Deus me deu esse problema, eu consigo vencê-lo, por mais difícil que seja. Nos inspiremos nessas pessoas. Busquemos hoje que nós temos tantas, tantos meios de buscar informação, nos inspiremos nessas pessoas que vencem a si mesmas

consigo vencê-lo, por mais difícil que seja. Nos inspiremos nessas pessoas. Busquemos hoje que nós temos tantas, tantos meios de buscar informação, nos inspiremos nessas pessoas que vencem a si mesmas com tantas dificuldades, nós não conseguimos nem saber como. E às vezes o nosso problema é bem menor, mas lembremos, é menor, mas é proporcional às forças que eu tenho para vencer. Então eu, Cláudia, posso ter um problema desse tamanho. É o tamanho que eu consigo suportar. E não temos desafios, não temos problemas que não consigamos solucionar. Prestemos atenção nas mensagens que ouvimos. Prestemos atenção na ajuda que vem. Não vamos ter milagres em nossas vidas, não mais. Os milagres ficaram na época de Jesus, quando ele curou, né, aqui o paralítico de Betesda e tantos outros, tantas outras curas que Jesus fez. Mas quando nós fecharmos os nossos olhos dessa encarnação e tivermos a consciência lá do outro lado, como nos mostra livro nosso lar, os espíritos vão nos mostrar todas as oportunidades, os esclarecimentos, as ajudas que foram dadas. Então, prestemos atenção nessas ajudas e vamos nos tornar protagonistas de nós mesmos. Vamos nos inspirar nos diversos heróis, muitos anônimos, muitos conhecidos, as alguns do nosso lado, para vencer, para sermos capazes de transformar a nossa dor em força, nos vencendo, evoluindo e conseguindo auxiliar inclusive aqueles que estão ao nosso lado. possamos fazer de 2026 um ano melhor, reconhecendo que hoje nós estamos na nossa melhor versão e durante o ano de 2026 temos 36 dias para nos melhorarmos e para vencermos a nós mesmos. Um bom final de semana a todos. Que Jesus os abençoe agora e sempre. Esta é uma palestra de superação, não só de aceitação. Então, como é bom, né, a gente tá aqui neste momento, neste auditório, recebendo não somente as bênçãos espirituais, mas as mensagens, né, que foram trazidas pela nossa amiga Cláudia Piva, que essas palavras possam realmente acordar no nosso coração paraa aceitação, paraa superação e paraa

te as bênçãos espirituais, mas as mensagens, né, que foram trazidas pela nossa amiga Cláudia Piva, que essas palavras possam realmente acordar no nosso coração paraa aceitação, paraa superação e paraa realização dos nossos objetivos em 2026. Então, convido a todos para fechar os olhos neste clima de harmonia, de paz, de tranquilidade. Vamos trazer a nossa gratidão por essa oportunidade dessas palavras, desse aprendizado que tocou o coração de cada um de nós, os encarnados, os desencarnados também. Vamos agradecer ao Mestre Jesus por mais um dia de vida, por mais um sábado de aprendizado, de acolhimento, de cura. Vamos pedir ao mestre Jesus que essa cura reflita por todo o nosso planeta e que seus raios de amor e de paz possam entrar em cada lar, em cada família, em cada família que está necessitando de paz, de saúde, de união, de amor. Vamos pedir que os mentores dessa casa possam visitar todo o nosso orb e levar um pouquinho deste amor que foi traduzido na palestra de hoje. Queridos amigos, não vamos nos esquecer do nossos irmãos que se encontram nos hospitais, nos asilos, as crianças que estão nos orfanatos, os nossos irmãos que estão ainda pelas ruas, aqueles em estado de orgadição. Vamos pedir ao Mestre Jesus que possa amparar todos os nossos irmãos que saíram da vida pela porta do suicídio, para que a Virgem Maria possa envolver cada um desses irmãos em seu manto de amor, proporcionando uma nova oportunidade de uma nova vida para que possam ter essa aceitação, essa superação, a coragem e a fé. Vamos pedir também por aqueles irmãos que estão em estado grave de depressão, aqueles encarnados com edação suicida, aqueles irmãos que ainda se encontram no vícios do álcool, do fumo, do sexo. E vamos também pedir por todo todos os países que ainda se encontram em guerra para que a espiritualidade do nosso planeta possa envolver cada governante, cada dirigente e trazer paz para cada um deles. E finalizando nossa oração, vamos pedir para que os nossos dias sejam envolvido em muita sabedoria,

ade do nosso planeta possa envolver cada governante, cada dirigente e trazer paz para cada um deles. E finalizando nossa oração, vamos pedir para que os nossos dias sejam envolvido em muita sabedoria, saúde e paz. E que tenhamos o propósito de estar juntamente a Deus, ao nosso Mestre Jesus e com a espiritualidade neste ano de 2006. Que cada um de vocês possam voltar aos seus lares e levar todas as energias benfazas que receberam aqui, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Convido a todos a permanecerem em silêncio, que serão chamados para o passe. Uma excelente final de semana a todos. Que 2026 seja de muita luta, de muita vitória, de muita saúde, paz e prosperidade para todos vocês do nosso YouTube, nossos nossos participantes aqui do salão Bezerra de Menezes. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem

odos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, [música] Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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