Suicídio - Vamos conversar sobre isso? | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 27 de setembro de 2023, abordaremos o tema "Suicídio - Vamos conversar sobre isso?...
Boa noite amigos sejam bem-vindos a mais um programa família no ar esse programa que debate à luz do Espiritismo temas relacionados à família como todos nós temos aqui os nossos dilemas e os nossos desafios Boa noite Nelsinho Tudo bem boa noite Cris boa noite espectadores sejam bem-vindos Pois é meus irmãos na noite de hoje Encerrando o mês de setembro nós iríamos ter um tema aqui na nossa no nosso família do ar falando sobre a lei de progresso no entanto as duas convidadas que estariam conosco são duas companheiras que que moram no Rio Grande do Sul e como vocês sabem o Estado está novamente sentindo os impactos das intempéries climáticas eles estão com mais uma ameaça de inundações a várias cidades e essas nossas irmãs estão em envidas em trabalho junto às suas comunidades precisando dar apoio à aqueles que mais precisam em virtude disso nós fizemos uma alteração no tema e vamos dar continuidade ao que discutimos na semana passada vamos falar sobre o suicídio conversar um pouquinho mais e pros nossos irmãos do Rio Grande do Sul nosso carinho a nossa prece a Jesus para que o Amparo possa chegar a todos os corações minimizando essa dor que que estão estão todos sentindo nesse momento é isso mesmo Cristina seguimos daqui em oração por eles né E então nós vamos aproveitar a oportunidade para aprofundarmos um pouco mais ah na compreensão sobre o tema suicídio que foi abordado na semana passada como você já disse e assim nós damos as boas-vindas ao nosso convidado da noite O Marco leite que é diretor da Federação Espírita brasileira psicanalista Clínico um doutorado em psicanálise seja bem-vindo Marco Boa noite gratidão Nelson Boa noite Cristina é um prazer estar de volta aqui e como na semana passada o assunto foi debatido né trocado algumas ideias no finalzinho até Houve essa proposta E por coincidência eh de certa forma pela tristeza das nossas irmãs estar aqui Estamos aproveitando esse momento para trazer novamente esse assunto afinal de contas estamos em setembro Amarelo né o amarelo
coincidência eh de certa forma pela tristeza das nossas irmãs estar aqui Estamos aproveitando esse momento para trazer novamente esse assunto afinal de contas estamos em setembro Amarelo né o amarelo no sentido de alerta então é um momento em que o nosso país se alerta para chamar atenção sobre esse assunto que muit das vezes é tão difícil conversar mas necessário por isso o nosso tema de hoje né suicídio vamos falar sobre isso Hum É isso mesmo Marco e e querendo ou não esse tema voltou a ficar muito intensamente debatido não só pelo Setembro amarelo mas porque todos nós brasileiros fomos surpreendidos na semana passada pela tragédia do suicídio daquela jogadora de vôlei tão importante paraa Nossa Seleção Brasileira Valesca que infelizmente nos deixou aos 43 anos vitimada pelo suicídio e nós sabemos que desde praticamente da história do começo da história da da humanidade nós temos relatos de suicídio um deles que é registrado no velho testamento é o suicídio praticado por sanção depois que ele foi traído por sua esposa da Lila perdeu todo seu poder e ficou cego ele num ímpeto de buscar terminar com aqueles que o haviam escravizado Mas também ele padecer ele derrubou as pilastras do do do local onde ele estava e foi soterrado com vários outros irmãos que eram os seus oponentes que o estavam escravizando então para começar o nosso debate na noite de hoje Marco fala um pouco pra gente por que que o suicídio ocorre tanto do ponto de vista da Saúde Mental quanto do ponto de vista Espírita O que que nós podemos trazer de esclarecimento àqueles que nos assistem é quando a gente traz o assunto suicídio nós vamos sempre observar como você me falou na questão Espírita que existe um fator por trás disso que é os nossos amigos espirituais colocar aqui os amigos entre aspas nos influenciando A esse respeito agora não são eles que determinam essa questão né você bem trouxe a ideia de um transtorno mental mais de 96% ticamente falando dos suicídios que são acometidos eles estão relacionados a
esse respeito agora não são eles que determinam essa questão né você bem trouxe a ideia de um transtorno mental mais de 96% ticamente falando dos suicídios que são acometidos eles estão relacionados a questões de transtornos mentais a maior parte do Termina tendo a depressão como o fator primordial mas a gente tem a bipolaridade que quase 15% são de pessoas bipolares 10% é esquizofrenia a ansiedade também é uma outra um outro transtorno que termina influenciando muito nisso né né e a gente observa que às vezes e até mesmo no caso que você citou aí dessa nossa jogadora eh aparentemente não se tinha por trás um transtorno conhecido mas houve um transtorno num determinado momento e aí é o que causa na sua grande grande maioria que é o quê a desesperança a desesperança termina sendo o grande fator para que o indivíduo possa est escolhendo dar fim a sua existência né O que tem sido relatado pela mídia chegou num determinado momento em que houve a desesperança e alguns autores falam dos trsd que é a desesperança o desamparo e o desespero e na hora em que a pessoa Às vezes numa situação dessa eh se encontra desesperançado desamparado e desesperado com o que está acontecendo Ele termina eh acreditando que o dar o fim a sua própria vida vai ser uma dita solução e a gente sabe que não é isso mas nós vamos conversar melhor sobre essa situação nã uhum Pois é Marco é e e é triste né porque a gente tem visto muitos casos acontecer né nos dias de hoje mas a gente tem Marcos lá em algumas culturas n a morte por suicídio né a gente vê que ela é incentivada para fugir das dificuldades como no Japão por exemplo né onde muitos guerreiros praticam o haraquiri que está relacionado ao código de honra dos Samurais que consiste na obrigação ou dever desses Guerreiros de se suicidarem Em algumas situações ou quando julgam terem perdido sua honra Olha que curioso n e diante disso Marco nós podemos considerar então que a sociedade ela pode ser uma das motivadoras desses suicídios eu colocaria no lugar talvez
uando julgam terem perdido sua honra Olha que curioso n e diante disso Marco nós podemos considerar então que a sociedade ela pode ser uma das motivadoras desses suicídios eu colocaria no lugar talvez da sociedade da cultura dessa sociedade perfeito né porque você citou o exemplo aí do japoneses que tem uma cultura do Samurais né A questão de quando se de a honra o haraquiri termina sendo uma saída honrosa e o indivíduo eh que vai cometer o suicídio pelo ara aquiri Ele termina mostrando a coragem olha só que interessante né é o indivíduo que é corajoso ele teve a honra de est tendo a oportunidade de recuperar a sua situação por conta daquilo ã nós vamos pegar alguns outros povos né vamos estar Relembrando aqueles homens bombas né o homem bomba ele é incentivado inclusive é colocado os benefícios espirituais quando ele cumpre o seu dever de matar os infiéis olha só que interessante morrendo faz um parêntese na sua fala eu falei camicases mas não são camicases os camicases são os dos Aviões né só para poder corrigir aqui para quem tá nos assistindo Exatamente é as camic dos Aviões o samura com Ariri né esses outros nossos companheiros que são os homens bombos Ou seja a cultura de uma sociedade ela pode estar incentivando isso pode pode porque termina sendo formado como uma possibilidade natural dele inclusive ter benefícios quando isso ocorre E aí a gente vê porque muit das vezes fala assim ah mas o suicídio tem um enfoque puramente materialista né nessa cultura que eu tô colocando do homem bomba pela religiosidade que ele tem e a é interessante que é a religiosidade que estabelece a possibilidade dos benefícios que ele vai ter pós morte e ele tá firmando aquilo dentro dele então é uma cultura mesmo mas lógico lógico Ah o indivíduo que tem uma espiritualidade Ele termina e não a religiosidade né na semana passada a gente trabalhou isso muito claramente a diferença entre um e outro uhum né mas um indivíduo que tem uma espiritualidade muito claramente firmada ele vai ter
não a religiosidade né na semana passada a gente trabalhou isso muito claramente a diferença entre um e outro uhum né mas um indivíduo que tem uma espiritualidade muito claramente firmada ele vai ter como se fosse uma vacina contrária a esse vírus do suicídio porque às vezes as a religiosidade que não tem uma visão tão da espiritualidade pode conduzir o indivíduo a cometer algumas atrocidades né que a gente sabe que não vai levar a um caminho do bem n Uhum é interessante isso que você tava falando dos homens bomba Marco que para alguns eh eh representantes do Islã eh eles afirmam que a visão que é é passada para esses nossos irmãos é uma visão extremamente distorcida sobre sobre a a a a o que Deus estaria recomendando a sua humanidade e aqui o o o Nelson falou aqui dos camicases né haveria uma similaridade entre o que esses homens bomba fazem e aquelas pessoas que voluntariam se a a lutar numa guerra que era o caso dos camicases que eles se sacrificavam para poder eh eh enfraquecer o seu inimigo né quer dizer quem vai para uma guerra ou quem luta numa guerra ele também tá praticando suicídio Eh aí é uma coisa interessante isso que você tá trazendo porque o suicídio ele tá praticando de um jeito ou de outro né Mas a consciência ou a responsabilidade diante do ato que ele tá fazendo termina sendo diferenciado por conta do que ele recebeu daquilo como uma verdade ou não uhum se for ver o kamikazi o kamikazi eh ele foi colocado uma honra ele morrer pel o seu país naquele determinado momento né ele não foi eh em busca de est se matando porque Se nós formos vendo uma situação do dia de hoje o que que é o suicídio as pessoas por natureza não querem se matar Se nós formos ver existe dentro da do próprio Liv dos Espíritos nós temos as leis uma delas é a lei de conservação todo mundo busca ter dentro de si a continuidade da sua existência a gente se protege de qualquer coisa nesse sentido né mas na hora em que vem uma cultura nesse sentido e coloca que o fato de você se doar pel o seu país numa
ro de si a continuidade da sua existência a gente se protege de qualquer coisa nesse sentido né mas na hora em que vem uma cultura nesse sentido e coloca que o fato de você se doar pel o seu país numa situação até dessa morte ele tá indo inclusive pensando numa numa coisa boa ele não tá pensando em se matar por um problema pessoal né Se nós formos Trazer isso muito nos dias de hoje eh quando as pessoas terminam se matando o que elas estão querendo é é tirar uma dor que tá dentro delas elas estão num processo de Sofrimento psíquico ou emocional tão grande tão desesperado com aquilo que está acontecendo que terminam perdendo a esperança daquilo um dia acabar né Diferentemente dessas outras situações que vocês colocaram então a responsabilidade espiritual dessas pessoas lógico vai ser diferente agora ainda assim foi um suicídio que foi cometido não tenho dúvida nenhuma porque Eles terminaram dando cabo à sua própria vida Eles terminaram burlando ou não atendendo essa lei natural ou essa lei Divina que é a lei de conservação que é de estarmos conservando a nossa própria vida perfeito Marco eu eu vou pedir Marco aos nossos internautas que mandem as suas perguntas para que você possa respondê-las né quem tiver nos assistindo aqui não se esqueça de nos seguir aqui no YouTube de ativar o Sininho para receber as notificações das nossas lives do nosso material que é produzido tá bom e mandem as perguntas Estamos aguardando Marco eh você falou da dor né o sentimento de culpa ele pode estar associado a essa dor mas eu vou complementar a pergunta para você né quando eu falo de culpa ou profundo pesar que são relatados como causas de suicídios né E aí novamente recorrendo ao novo testamento ao registro do suicídio de Judas Iscariotes né desesperado com aqueles acontecimentos gerados por ele e aí Marco eu te pergunto que você pode nos falar sobre os reflexos da culpa no psiquismo humano e as suas repercussões espirituais que eu acho que é o é o grande fator que a gente precisa compreender perfeito eh nós vamos ver na
você pode nos falar sobre os reflexos da culpa no psiquismo humano e as suas repercussões espirituais que eu acho que é o é o grande fator que a gente precisa compreender perfeito eh nós vamos ver na questão quando trabalhamos a a saúde mental que quando afetamos o nosso humor o nosso pensamento é automaticamente sendo afetado também né o nosso humor afeta o nosso pensamento quando entramos num estado de culpa e aí é bacana Joana de Angelis tem uma frase que eu lembro viem há muito tempo que a culpa deveria ser uma palavra retirada do nosso funcionário né porque ela não contribui né quando a alguém não faz alguma coisa deliberada e dá errado ele entra naquele processo de culpa e a culpa termina destruindo o indivíduo o rumor dele vai lá para baixo como você falou no caso de Judas quando ele deu conta de si Ele entrou em desespero né lembra que eu falei dos trsd desesperança desamparo e desespero ele sentiu desamparado porque Jesus que era a pessoa que o amparava foi embora né eles perdeu a esperança falou assim meu Deus o que é que eu fiz e naquele momento o desespero aconteceu a culpa veio de tal forma e aí só deixo uma rápida lembrança no livro Boa Nova Boa Nova o nosso querido Humberto de Campos tem um dos capítulos que a recuperação de Judas de Judas pela mãe de Jesus né não sei né Cristina tem essa passagem lá que é uma passagem linda linda linda né Maria Santíssima vai ao encontro de Judas naquele momento depois da morte ele ainda lá no plano espiritual em desespero total e Maria Santíssima vai recuperar a pessoa que entregou o seu filho para a morte né então não vou est dando nenhum spoiler não fica lá para vocês estarem lendo essa passagem no livro Boa Nova falando sobre essa situação de Maria Santíssima e Judas Iscariotes então é Marc mar oi dando dando mais um um spoilerzinho até indicando a leitura a partir desse trabalho Maria começa a ter uma atividade sistemática de apoio a su e esse trabalho descrito por nossa querid nosso querido Camilo Castelo Branco no livro Memórias do suicida é
leitura a partir desse trabalho Maria começa a ter uma atividade sistemática de apoio a su e esse trabalho descrito por nossa querid nosso querido Camilo Castelo Branco no livro Memórias do suicida é algo também que vale a pena ser lido ser compreendido ser introjetado por nós espíritas mas volto para você era só esse spoilerzinho bacana bacana né e vale mesmo né a literatura Espírita tá coberta coberta de mensag menagens assim maravilhosas que a gente vai sempre preencher esse nosso coração alegrar nossa alma e firmar os conhecimentos em nossas mentes por conta de um conhecimento espiritual um conhecimento que muitas vezes a gente não vê em outro lugar e quando trazemos essa questão do suicídio é muito forte o conhecimento que a doutrina espírita nos traz e isso que você perguntou nelso a culpa lembrando ele gera esse transtorno no indivíduo o indivíduo começa a ficar desesperado né Entra em muitas vezes num processo depressivo tamanho que como ele perde essa esperança e o sofrimento emocional é tão grande por conta dessa culpa acredita ele que o momento em que ele dá cabo à sua vida o processo vai encerrar e o grande problema é qual o processo não encerra porque a vida continua após essa vida e o suicídio ele não está no planejamento reencarnatório ele não é contemplado nunca né De jeito nenhum né então é é uma decisão pessoal e na hora em que o indivíduo opta E aí é uma opção mesmo lógico aí vamos estar Relembrando aquela questão primeiro que você perguntou existe obsessores lógico que existe lógico que existe mas eh eles começam a aparecer porque nós terminamos nos deixando ser envolvido pelo processo todo que foi acontecendo né E aí só lembrando as duas situações todos nós vamos ter obsessores de um lado e os amigos espirituais ou chamado anjos da guarda do outro né os dois vão estar o tempo todo conosco nos falando o que a gente pode est escolhendo o que que a gente pode fazer nós vamos ouvir esse ou vamos ouvir esse tá o nosso querido Kardec no capítulo 9 do Livro dos Espíritos a
tempo todo conosco nos falando o que a gente pode est escolhendo o que que a gente pode fazer nós vamos ouvir esse ou vamos ouvir esse tá o nosso querido Kardec no capítulo 9 do Livro dos Espíritos a partir da questão 472 se não me falha a memória tá trabalha muito claro da influência dos Espíritos no sobre nós falando dos anjos da guarda Esse é um dos assuntos que que Kardec mais estuda são 31 questões Se não me engano 31 questões Normalmente quando ele pega um assunto para trabalhar duas três c oito questões A esse respeito quando ele falou dos anjos da guarda são mais de 30 questões falando da influência boa que os espíritos exercem sobre nós que às vezes a gente pensa só na influência negativa sim mas existe a influência positiva e muita e muita E é isso que a gente tem que est se atentando então da mesma maneira que existe a obsessão para que a gente vá por um caminho inadequado existe o acompanhamento espiritual positivo volte à tria e né então é coisa Sempre da gente estar observando isso muito da da essa questão da influenciação espiritual a sintonia é muito importante nesse sentido nós vemos hoje também Marco um acontecimento muito frequente eh o sofrimento que alguns adolescentes têm por conta de problemas às vezes familiares uma incompreensão dentro do lar por vezes esses adolescentes são vítimas de bullying no seu ambiente escolar são colocados alijados de alguns processos ou sofrem uma decepção afetiva e em algumas situações infelizmente muito precocemente esses jovenzinhos acabam desistindo de lutar pela sua própria vida e cometem o suicídio E aí os pais normalmente são surpreendidos por esse ato dos filhos ficam se perguntando o que que eu não vi ou isso aconteceu de uma hora para outra por que meu filho se suicidou haveria alguma alguma coisa que a família poderia estar percebendo e e estando atenta para poder ajudar esses nossos adolescentes e jovens que estão nesse momento atual sofrendo tanto é quando a gente Traz essa questão Cristina um dos pontos que a gente vai
ercebendo e e estando atenta para poder ajudar esses nossos adolescentes e jovens que estão nesse momento atual sofrendo tanto é quando a gente Traz essa questão Cristina um dos pontos que a gente vai observar é que às vezes os pais ficam pensando muito nessa questão da adolescência da Juventude e a gente recorda que o trabalho ele tem que tá sendo iniciado lá na primeira infância lá na primeira infância Eu lembro que alguns pais fal assim não eu não posso estar frustrando meu filho eu fui uma pessoa que tive muita dificuldade na minha vida e agora tenho que dar facilidade PR os meus filhos né e criam os filhos com todas as facilidades do mundo em que eles não são frustrados no momento em que eles tinham que ser frustrados para se fortalecerem olha só que interessante né Eu às vezes quando faço bate-papo com os pais eu coloco que nós pais o nosso grande papel é desenvolver um processo de frustração controlada amorosa pros nossos filhos é estranho dizer um negócio dis não qual é o nosso papel desenvolver um processo de frustração amorosa controlada os nossos filhos e essa frustração vai começar quando 1 ano 2 anos 3 anos 4 anos 5 anos 6 anos ela começa lá no iniciozinho da infância Porque se o filho não aprender a se frustrar e se resili ente com as dificuldades que ele vai encontrar naquele momento ali né como psicanalista eu colocaria uma fase ilíaca né em que ele tá buscando o prazer e não alcança aquele prazer e é frustrado com aquilo Ele termina não alcançando a resiliência pra fase adulta não é verdade e aí quando acontece ah essas situações na adolescência eu lembro o primeiro caso de suicídio vídeo que me acompanhei foi com um vizinho nosso ele tinha 21 anos 21 anos um garoto lindo formado em educação física já dava conta do seu trabalho já ganhava seu dinheiro já tinha o seu carro morava com os pais tava com uma namoradinha há 3 anos tá feliz da vida num determinado dia a namorada desmanchou com ele olha só que frustração ele não tinha nenhum indício de transtorno mental né não tinha
com os pais tava com uma namoradinha há 3 anos tá feliz da vida num determinado dia a namorada desmanchou com ele olha só que frustração ele não tinha nenhum indício de transtorno mental né não tinha nenhuma situação que a gente poderia estar colocando assim que ele tava demonstrando algo que poderia ter um indicativo O que é que faltou nessa situação uma resiliência para frustração ele chegou em casa e terminou se enforcando né um vizinho eh que nós tínhamos aqui em Brasília aos 21 anos e Se nós formos ver o que é que faltou nessa situação por isso que eu falei assim a primeira coisa é a base mesmo que a gente tem que tá estruturando lá na infância ah Marco mas faltou isso ok então é presença muita presença M das vezes hoje em dia a gente observa que muitas famílias para poder até facilitar a ausência termina dando muitas coisas pros nossos adolescentes né e enchem esses nossos adolescentes volar utilizando o termo para até fazer o jogo de palavra né de de presentes mesmos de facilidades e poucos se encontram com esse jovem na semana passada eu lembro de uma situação que eu contei de uma garota aos 16 anos deprimida já fazendo a automutilação tá filha única família classe a ela se sentia solitária dentro de casa morava com os pais morava com os pais Vejam só que interessante mas super solitária ela contava que a mãe nunca conversou com ela sobre coisas de meninas né ela menstruou sem a mãe saber ela se interessava por um garoto na escola e a mãe nunca perguntou se ela tinha interesse por alguém né Então veja a situação do do do morar junto mas não tava conjunto então o sentido de solidão do está isolado no mundo vivendo com as outras pessoas termina gerando um desespero nesses indivíduos então é a presença de conversa de tá participando da vida do filho Ah mas é muito trabalho fim de semana né tem a igreja tem o Centro Espírita tem tem o templo pessoal o mais importante é a família a gente tem que tá se dedicando paraa espiritualidade lógico lógico e se dedicar a família é dedicar
semana né tem a igreja tem o Centro Espírita tem tem o templo pessoal o mais importante é a família a gente tem que tá se dedicando paraa espiritualidade lógico lógico e se dedicar a família é dedicar pra espiritualidade né Outra coisa é essa religiosidade que também é muito importante a gente precisa tá comparecendo aos nossos templos a igreja ao centro lógico que sim até para est dando o exemplo né mas não vamos estar nos escondendo fugindo dos problemas que a gente tem na família a vida não é fácil a gente bem quem sabe para esses adolescentes que estão em formação muit das vezes é mais difícil ainda né André Luiz no livro sinal verde coloca uma frase que eu acho muito bacana ele fala assim resolver um problema prepare-se porque o próximo vai est vindo né olha só que interessante Então a nossa vida é uma resolução de problema o tempo todo o tempo todo e nós temos que estar sendo preparados para est resolvendo problemas nós temos que est sendo preparados PR tentar resolver um problema e não conseguir então nós vamos nos frustrar Isso faz parte da vida faz é o calo que a gente começa a criar e é Umo emocional é um caro psíquico e quando é que esse caro tem que ser formado lá na infância se ele não foi formado na infância vamos est trabalhando na juventude na adolescência Dá mais trabalho vai ser mais difícil mas ainda é possível e como é que se faz isso com presença Então os pais primordialmente tem que estar muito mas muito presente até porque quando não está presente a gente não consegue eh observar sinais sinais que às vezes esse adolescente tá dando de uma dificuldade emocional que a gente não tá vendo Nós não estamos presente e normalmente eu diria assim vamos pegar aqui 97% dos casos de suicídio os sinais acontecem estatisticamente se fala que mais de 90% dos suicídios que são cometidos acometidos né que acontecem eles poderiam ser evitados Vejam Só 90% dos suicídios que acontecem poderiam ter sido evitados e por aconteceram hum é uma boa pergunta é Marco é é muito triste
o cometidos acometidos né que acontecem eles poderiam ser evitados Vejam Só 90% dos suicídios que acontecem poderiam ter sido evitados e por aconteceram hum é uma boa pergunta é Marco é é muito triste realmente e e engraçado nós falamos sobre sobre isso né Eu acho que talvez eu arrisco dizer aqui que esse talvez tenha sido o ápice da nossa Live de hoje né Nós estamos falando da presença dos pais na vida dos filhos que é um dos fatores mais importantes para uma família né paraa consolidação da vida desses adolescentes dessas crianças que estão se preparando pro mundo né Muito bom Marco eu antes de te fazer a a a próxima pergunta Marco nós nós temos aqui a interação de uma de uma irmã ela se chama Patrícia bispo e ela tá dizendo aqui pra gente infelizmente perdi minha mãezinha pelo suicídio agora dia 20 de setembro faz do anos que perdi mamãe sofro muito e sinto uma enorme saudade dela o que me conforta um pouco são as palestras que que você poderia dizer para ela Marco para confortá-la ainda mais né bacana Patrícia a primeira coisa é o meu querido e amado sogro que partiu também tem uns 2 anos ele tinha uma definição de saudade que eu achava linda ele falava que saudade é um amor que fica né olha só que bacana né a gente não tem saudade de uma surra que a gente levou mas a gente tem saudade do carinho que fizeram na gente né a gente tem saudade daquele beijo a gente tem saudade daquele sorriso Então na hora que você tem saudade bacana tem um amor aí e sentir saudade é lindo é lindo e lógico dói a ausência da mãezinha Não se perturbe com isso a dor ela vai existir provavelmente Enquanto você ainda que estiver provavelmente daqui a 20 anos daqui a 40 anos Aquela dorzinha da mamãe não est junto contigo pela saudade que você vai ter ainda vai mexer dentro de você que Belo não agora tem a situação que é o que você falou aí ela partiu por uma situação infelizmente triste o que que a gente pode fazer em primeiro lugar orar e orar muito por ela muito bom ação às vezes muitas pessoas que estão numa
que é o que você falou aí ela partiu por uma situação infelizmente triste o que que a gente pode fazer em primeiro lugar orar e orar muito por ela muito bom ação às vezes muitas pessoas que estão numa condição de equilíbrio emocional e não tão um transtorno de desequilíbrio que procura o suicídio Às vezes a gente não compreende o porque que a pessoa optou por isso então é não estamos aqui para querer julgar ninguém né ah mas por que que a minha mãe fez isso por que que meu irmão se matou porque que minha esposa foi não queira compreender a cabeça dela pela nossa cabeça a gente não vai conseguir entrar na cabecinha dela né E aí nós vamos fazer às vezes os julgamentos inadequados que não nos compete não nos compete Lógico é o que a gente vê muito né Nelson a pessoa que termina optando por uma situação dessa ele estava num sofrimento emocional num sofrimento psíquico muito grande muito grande lembrando dos 3D ela tava desesperançada não sei a situação em que ela estava mas provavelmente ela já tinha perdido a esperança de alguma coisa provavelmente ela se sentiu desamparada e entrou em desespero né esses três deses terminam dando muito entendimento quando a pessoa entra numa situação dessa escolha e a gente querer entender esse desamparo dela P os nossos olhos podem falar assim mas como ela se sentia desamparada se a gente estava o tempo todo do lado dela né mas o sentimento era dela a gente tá querendo fazer uma análise com os nossos olhos em cima do que a gente vendo dela mas na cabecinha dela no dela isso existia Então a primeira coisa é não vamos julgar não vamos estar se questionando ou questionando porque que ela fez isso ela fez Então nesse momento é perdoá-la pel pelo que ela fez né não se sentir em nenhum momento como uma pessoa que foi prejudicada lógico lógico a gente tem que quando alguém se mata normalmente a média entre se a 10 pessoas são afetadas diretamente você como filha sabe disso né irmãos provavelmente outros que estavam eh próximos dela foram afetados por isso
quando alguém se mata normalmente a média entre se a 10 pessoas são afetadas diretamente você como filha sabe disso né irmãos provavelmente outros que estavam eh próximos dela foram afetados por isso foram foram então um suicídio afeta mais seis a 10 pessoas vejam só muda a vida dessas seis a 10 pessoas hoje você fala que conforta um pouco as palestras não sei se você tá fazendo atendimento terapêutico é importante é importante Às vezes a gente eh resolver essa dor sozinho às vezes a gente não consegue né um conhecido nosso um palestrante do Meio Empresarial ele tinha uma fala que eu gosto muito ele fala assim às vezes sozinho não dá sozinho não dá a gente tem que pedir ajuda tá e então é Peça ajuda se isso ainda te incomoda bastante se você ainda tá nessa situação né se é espírita o atendimento fraterno o p vai estar te ajudando se é católica né o padre o processo lá dentro da igreja se é evangélica né conversa com o pastor com o pessoal da sua comunidade porque esse sozinho não dá e Óbvio Se for possível o atendim com um terapeuta um psicólogo né um assistente social dependendo da sua condição emocional talvez haja haja a necessidade de um aporte medicamentoso Às vezes a gente fica naquela situação né Nel fal assim ah mas não vou tomar remédio a gente não tem que ter preconceito a gente não tem que ter aquela questão de dizer não eu sou forte não vou existe um desequilíbrio químico no nosso corpo em determinados momentos e a medicina tá aqui para nos ajudar então às vezes a necessidade de nós estarmos procurando o médico e diga passagem né o médico ideal para isso é o psiquiatra algumas pessoas falam Nelson tá me mandando pro psiquiatra não sou maluco né preconceito né Marco é ninguém tá dizendo isso não ó quando a gente quebra um braço a gente vai aonde no out ortopedista né quando a gente tem um problema de dente a gente vai aonde no dentista quando um problema é no olho é no oftalmologista se a gente está com desequilíbrio cerebral né Qual é o médico que cuida disso o psiquiatra é
nte tem um problema de dente a gente vai aonde no dentista quando um problema é no olho é no oftalmologista se a gente está com desequilíbrio cerebral né Qual é o médico que cuida disso o psiquiatra é questão de especialização Então nós não temos que ter Tabu não temos que ter medo nessa situação então Mita das vezes as ciência vai est nos ajudando muito nesse sentido tá Patrícia receba aí o nosso abraço o nosso fraterno beijinho né E vai dar tudo certo né Mas ore muito pela mamãe né peça o apoio dos amigos espirituais para poder abençoar porque essa prece que a gente faz por alguém que partiu pelo suicídio é muito importante mas muito muito muito importante né Cristina abre canal tá fechado Marco eu vou trazer para você uma questão curiosa vamos ver eh eu conheço uma família que sempre dizia pros seus membros principalmente pras crianças que a pessoa morria e virava uma estrelinha então cada um que partia virava uma estrelinha e essa família foi assim educando seus filhos e uma determinada criança dessa família que hoje é pré-adolescente cresceu ouvindo a história da estrelinha tá passando por um momento difícil de grandes conflitos emocionais de desajustes e ela surpreendeu a sua avó recentemente dizendo que vai resolver o problema dela ela vai virar uma linha Ô meu deus o que que você poderia dizer sobre essa situação e como a gente pode eh eh trabalhar dentro da família elessa questão da Morte sem termos essa ideia distorcida de que é simples é rápido e instantâneo a gente deixa de ser uma pessoa para virar uma estrela perfeito né vem ao encontro né Nelson em cima daquela sua pergunta Inicial quando a gente falou da cultura sim né veja só que é interessante uma cultura familiar trazendo que na hora em que alguém morre vira uma estrela Olha só né aquilo foi incorporado nessa criança foi incorporado nessa criança ela tá pré-adolescente que você falou né Cristina Então deve tá aí com seus 12 anos 11 para 12 anos ó 11 para 12 anos né Eh o início da adolescência é um início
a criança foi incorporado nessa criança ela tá pré-adolescente que você falou né Cristina Então deve tá aí com seus 12 anos 11 para 12 anos ó 11 para 12 anos né Eh o início da adolescência é um início muito turbado Se nós formos ver e a questão 385 do Livro dos Espíritos nos coloca que é o momento em que começamos a resgatar das nossas vidas anteriores os valores que a gente tinha e entramos no conflito dos valores que a gente adquiriu nesse momento da existência né existe toda uma guerra interior e às vezes esses desequilíbrios realmente acontecem Vejam Só que o que você tá trazendo é que ela tá achando a dificuldade natural da adolescência e nessas dificuldades ela tá querendo fugir opa vou virar estrelinha e aí é como o trabalhar a questão da morte é importante desde a primeira infância né é bacana essa proposta da do virar a estrelinha é mas a gente vai vai dizer assim que vai virar estrelinha quando quando a pessoa foi boa quando ela sempre praticou o bem quando não fez mal para ninguém né porque se você simplesmente trouxer a proposta que todo mundo que morre vira estrelinha o que que acontece op tô com dificuldade vou morrer agora vou virar estrelinha né então a gente tem que tá sabendo como vai Tá conduzindo essa questão no mundo da fantasia da Criança e saber trabalhar muito mas muito muito claramente essa situação para que não fique incorporado nessa cultura familiar uma questão e Vejam Só essa família agora tá com um problema muito sério muito sério porque foi internalizada isso na cabeça dessa garotinha né o tirar isso a esse momento vai dar muito trabalho né eu diria que era precisa de terapia né A família vai estar precisando de terapia pelo que aconteceu né Ah entra naquela situação né Nelson da da culpa porque Se nós formos ver nós já temos aí um indicativo de uma possível suicida gravíssimo muito forte gravíssimo gravíssimo né ela tá tendo as suas dificuldades tá querendo fugir para virar estrela né ou seja Cadê a resiliência Cadê o entendimento do que
de uma possível suicida gravíssimo muito forte gravíssimo gravíssimo né ela tá tendo as suas dificuldades tá querendo fugir para virar estrela né ou seja Cadê a resiliência Cadê o entendimento do que que é a morte por isso que esse lado de saber trabalhar com tranquilidade que a morte é uma coisa natural todos nós vamos morrer eu lembro de uma criança uma vez que foi picada por um marimbondo eu vou morrer eu vou morrer aí eu brinquei falei assim vai vai mas não vai ser hoje não um dia um dia provavelmente quando você tiver bem velhinha você vai morrer né mas não vai ser por conta da picada do Marimbondo não aí ela Hã Eu falei assim é a Picadinha do Marimbondo não vai fazer você morrer não mas você vai morrer quando tiver bem vinha né ela naquele momento parou de chorar e fomos tratar o problema da picada que tava doendo lógico entendeu então é você saber trabalhar com naturalidade o o conteúdo e o conhecimento que você precisa est estabelecendo para as crianças para os jovens sem fantasia sem fantasia não é verdade então é o saber trabalhar esse mundo de realidade sem as fantasias que às vezes essas fantasias vão est gerando muito sério problemas à frente como é o caso agora dessa família culturais né Marco que culturalmente a gente vai perpetuando ao longo das gerações dos nossos familiares né é n nossas gerações ah Marco você falou agora a pouco eh sobre a quando você falou para pra nossa irmã que mandou o texto aqui falando da mãezinha dela você falou da quantidade de pessoas que são impactadas Num caso de suicídio né você falou ali Entre seis a 10 pessoas a 10 uma Méia uma média né uma média is por né Se nós formos pegar vamos pegar aqui só para deixar mais claro uma criança de 10 anos comete um suicídio a sala da escola dessa criança 30 alunos vão ser impactados né você vai ver que não é só a família a sala da escola vai ser impactada por conta disso esse número pode ser maior então média é uma média ali né é uma média né mas continua e aí e aí pegando esse esse gancho Marco
que não é só a família a sala da escola vai ser impactada por conta disso esse número pode ser maior então média é uma média ali né é uma média né mas continua e aí e aí pegando esse esse gancho Marco eh as famílias em lutadas pelo suicídio eh elas acabam precisando de algum apoio de algum acompanhamento especial é É isso mesmo assim a minha pergunta na verdade ela ela não se limita ao contexto de saúde mental tá Marco você já falou aqui né de da Necessidade de se procurar um psiquiatra não no caso eh eh Digo no caso da da da nossa irmã né que trouxe aqui a o caso da mãe dela Serviu de de exemplo para muita coisa pra gente né mas também no aspecto espiritual não só no mental da saúde mental né com psiquiatras com profissionais da área mas também no aspecto espiritual que que você poderia dizer pra gente sobre isso eh a gente tem que estar respeitando Nelson a situação do luto né quando a gente traz o luto para um familiar Ele sempre vai est existindo Principalmente quando a relação dentro da família era uma boa relação né infelizmente a gente observa às vezes situações do indivíduo Viar assim poxa n mas você não pode est desse jeito né fulando de tal desencarnou da sua família e Você é espírita você tem que compreender opa pera aí que isso que isso o Espírita também sente a dor Lógico que sente Lógico que sente né Lógico que o que a gente vai dizendo que M das vezes no nosso cotidiano fala assim ah perdeu ciclano não nós enquanto espíritas Nunca podemos estar dizendo que perdeu porque na verdade a gente ganhou aquele indivíduo na vida só que ele partiu para casa antes da gente né o enfoque tem que começar a ser diferente nesse sentido quando quando eu lembro de uma passagem do nosso querido RST Toy ele tem um conto um conto de que eu gosto de lembrar muito isso em momentos de de velório né ele fala que a o momento da morte é como se a gente fosse num Cis do porto se despedir de um familiar querido em que ele entra no navio e o navio parte a gente vê aquele navio partindo
e de velório né ele fala que a o momento da morte é como se a gente fosse num Cis do porto se despedir de um familiar querido em que ele entra no navio e o navio parte a gente vê aquele navio partindo daqui a pouco a gente não vê mais o navio mas sabe que ele tá lá dentro e que ele foi para um outro país né Lógico quando le stoy contou essa história não existia celular não existia telefone né mas a gente sabia que a pessoa tinha ido pro outro país e que ele tava lá no outro país e que um dia nós iríamos vê-lo normamente provavelmente Se a gente fosse pro outro país porque ele não voltaria né então o que ele coloca é que essa pessoa foi na frente olha só que analogia bacana de tosty quando ele fala da da morte quando e a gente sente a saudade sente a dor da ausência dessa pessoa ao nosso lado porque ele tá no outro país Lógico que sente quando existe amor quando existe carinho primordialmente a gente vai est sentindo a pessoa foi embora mas o coração tá sentindo isso não é verdade sem dúvida no luto é isso que acontece quando acontece um luto pelo suicídio a dor às vezes é maior é maior né E a gente tem que tá dando a possibilidade do indivíduo est sentindo esse luto o que hum não podemos estar fazendo eh querendo trazer culpa para esse momento né porque na hora que você traz culpa e por isso a necessidade grande às vezes da ajuda porque Lógico é o que a gente fala assim 90% das possibilidades melhor 90% das ocorrências de suicídio poderia ser evitadas Isso é fato É Fato né estatisticamente a gente tem isso muito claro quando a gente Traz essa possibilidade de talvez te evitado e nós não fizemos opa pera aí como assim você fez o que você tinha que ter feito naquele momento porque se a gente não fez nada diferente do que foi feito é porque a gente não tava preparado para fazer então é não queira não queira tá julgando o seu comportamento de ontem com a consciência que você tem hoje esse eu diria que talvez seja um dos grandes problemas depois que acontece o suicídio na família que a
ão queira não queira tá julgando o seu comportamento de ontem com a consciência que você tem hoje esse eu diria que talvez seja um dos grandes problemas depois que acontece o suicídio na família que a gente vai est se culpando trazendo um peso para nós com a cabeça que a gente tem nesse momento nos analisando no passado não pode e quando você traz aí que a gente precisa de ajuda precisa precisa até para est compreendendo isso né Precisa sozinho não dá o momento do enlutamento ele é necessário no caso de um suicídio é muito difícil primordialmente quando você tem um filho que vai antes de você né Eh alguém muito próximo um marido minha esposa até mesmo os nossos pais mães numa situação dessa hã a gente precisa de ajuda e lógico o auxílio espiritual ele é sempre necessário e muito importante uma situação dessa para fazer uma complementação é dentro de casa Evangelho no lá sempre muito firme sempre muito forte ah mar então é Evangelho do lá uma vez por semana depende numa situação normal a gente orienta o evangelho do lá uma vez por semana numa situação de crise às vezes é o Evangelho no Lar duas vezes por dia né quando você tá em crise com uma dor de cabeça não adianta você tomar um remédio uma vez por semana você tem que tomar de se em 6 horas de 10 em 10 horas todo dia entendeu então Depende da situação Então se o processo do desequilíbrio pelo luto está acontecendo o apoio espiritual é muito importante muito importante mesmo Ah mas eu sou católico Leia a Bíblia faça suas orações dentro de casa ah eu sou Evangélico não tem problema nenhum Faça o seu culto dentro de casa para tá auxiliando naquela proteção espiritual né então é ente da crença que a gente tenha de que a gente professe o trazer Jesus para dentro do nosso lar é importante pedindo ajuda dele para est abençoando esse nosso espaço e lógico com isso a gente vai est criando como se fosse uma energia a oração gera essa energia positiva abençoando esse nosso espaço para que ali fique as coisas boas e impeça as negativas de entrarem e nos
co com isso a gente vai est criando como se fosse uma energia a oração gera essa energia positiva abençoando esse nosso espaço para que ali fique as coisas boas e impeça as negativas de entrarem e nos desequilibrar cada vez mais a gente pode dizer Marco que blinda é isso seria essa a palavra perfeito perfeito porque na hora que você ora É como se você acendesse uma luz e essa luz impede a escuridão ficar olha só que bacana né impede a escuridão ficar né então a escuridão existe não o que existe é a luz o que que é a escuridão é a ausência da Luz ISS Então o que é que a gente precisa fazer acender a luz dentro da nossa casa e no momento em que a gente acende a luz a escuridão some a escuridão S né É isso que você tá falando traz uma nova energia não apenas pro ambiente doméstico Mas para todos que estão ali dentro renovando o pensamento trazendo novas estimulações fazendo com que a família passe para um outro outro degrau de sintonia espiritual porque a tendência é você ficar vibrando numa faixa de sintonia de dor de culpa de chateação às vezes por conta de tudo aquilo que aconteceu e você precisa mudar essa faixa vibratória aí muito boa Lembrança sua mas Marco nós estamos assim já bem pertinho do nosso final e e a gente gostaria muito que você deixasse o uma mensagem final pros nossos eh telespectadores que eles pudessem levar paraas suas casas paraas suas famílias sobre como nós precisamos conversar sobre a o suicídio e de preferência ajudando quem está sofrendo e talvez a caminho do suicídio perfeito Cristina bom lá meus amigos eu diria que o suicídio ele não ocorre à toa estranha a gente falar isso né mas pro indivíduo que busca o suicídio ele tem uma finalidade Qual é essa finalidade é acabar com o sofrimento um sofrimento assim inenarrável com ele com a desesperança que ele tá tendo então normalmente dentro dos nossos lares quando é uma coisa precipitada de um transtorno mental de impulso Porque existe a possibilidade do suicídio por impulso tá normalmente para as pessoas que não
então normalmente dentro dos nossos lares quando é uma coisa precipitada de um transtorno mental de impulso Porque existe a possibilidade do suicídio por impulso tá normalmente para as pessoas que não foram brindadas emocionalmente ao longo da vida pelo processo de frustração Mas tirando isso normalmente as pessoas que estão nesse sofrimento psíquico nessa dor emocional elas dão indicativos lembrando que quando a gente muda o nosso humor a gente muda a nossa forma de pensar Então a primeira coisa que a gente tem que fazer não querer julgar se a gente tem dentro do nosso lar alguém que fala em se matar que tá com intenções Suicidas vamos ajudar sem julgamento não queira compreender com o nosso olhar o que tá na cabeça dele a razão que essa pessoa tá indo para se matar é aquilo que eu falei assim é uma dor uma um sofrimento emocional uma dor psíquica tão grande que para você às vezes você não compreende então é não vamos tá fazendo Nenhuma crítica aquela ideia que muita gente quer ajudar e Já chega assim ó ã que é isso né não faça uma coisa dessa Isso é pecado não vá por esse caminho não fica assim para sua vida é muito boa a pessoa não precisa disso Isso é ele recebe isso como crítica e não dá a possibilidade dele est se abrindo dele tá falando dele est se colocando isso vai mais retrair quando a gente busca ajudar e termina cortando o indivíduo falando que ele não pode pensar nisso de jeito nenhum que é uma ideia muito errada ele vai re atrair mais ainda né não dando a possibil dele se abrir dele colocar para fora a dor que ele tá sentindo então quando encontrarmos dentro do nosso lá um amigo que seja alguém que esteja nessa condição presta seus ouvidos né faça suas orações se coloque de braços abertos dando carinho dando amor poderíamos estar aqui ainda falando muito mais tempo mas nosso tempo realmente está esgotado né então é ajude sem julgamento ajude sem querer compreender o que tá na cabeça dele porque o que ele tá tendo é diferente do que a gente pensa né simplesmente Estenda o braço e abra o
e está esgotado né então é ajude sem julgamento ajude sem querer compreender o que tá na cabeça dele porque o que ele tá tendo é diferente do que a gente pensa né simplesmente Estenda o braço e abra o coração e ajude e se precisar procure Ajuda também para você meus amigos é isso Marco sem palavras para definir esse momento hoje aqui com você essas suas palavras que tocaram muito profundamente esse aqui que vos fala e acredito que a todos que estão nos assistindo eu queria agradecer em nome da área da família da Federação Espírita brasileira a todos vocês que nos assistiram até aqui realmente infelizmente nós chegamos ao final de mais um programa aqui com o coração cheio de gratidão e muita inspiração para os nossos trabalhos junto a nossa família e a tantas outras que nos assistem até a próxima quarta-feira quando falaremos sobre a depressão na infância O que podemos fazer para falar sobre o tema receberemos os irmãos Sueli verdelli da AM planal e Wesley Assis da ame Goiânia até lá boa noite Cris boa noite Marco boa noite pessoal fiquem com Deus você gostou desse conteúdo então nos ajude a manter esse trabalho todos os dias nossa equipe profissional trabalha incansavelmente para que você tenha acesso a este e outros mais de 4000 vídeos produzidos por nós da FEB TV somos comunicólogos produtores roteiristas diretores de fotografia cinegrafistas editores designers programadores técnicos de áudio cenógrafos e juntos fazemos da FEB TV uma companheira diária das suas e das nossas vidas por meio da infraestrutura e das Produções da FEB TV podemos criar a FEB lives e a FEB podcasts disponíveis em diversas plataformas de streaming e sites exclusivos com conteúdos únicos pensados para você assistir e ouvir no trabalho na academia no carro em todos os momentos e aí podemos contar com a sua colaboração a padrinha a febtv acesse www.febtv.com.br e faça parte dessa rede de investidores do bem estamos com você através da FEB TV Y
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