Suicídio: A dor de quem fica

TV Goiás Espírita 08/10/2022 (há 3 anos) 1:04:05 17 visualizações

Ivana Raisky e Jaime Lopes conversam com a psicanalista Eulália Sombra sobre como cuidar das pessoas que ficam e que precisam encontrar forças para continuarem vivendo após o suicídio de um ente querido.

Transcrição

alegria toma que o amor é leva viverás na terra sem tocar no chão pensamentos Olá meus amigos sou Elba Ramalho estou aqui para falar de um assunto muito sério muito delicado Você sabia que a cada 40 minutos alguém atenta contra sua própria vida no nosso país o índice de suicídio altíssimo muito elevado tanto que chamou atenção de algumas pessoas bondosas generosas e voluntários dessa causa foi criado o movimento revivas cujo endereço eletrônico é www.revivas.com.br onde você pode encontrar Amparo aconselhamento e acolhimento você que está com ideação suicida Não cometa Esse ato impossível Olá pessoal boa noite a todos é uma alegria estarmos juntos aqui nesta noite de sexta-feira tanto de um assunto que é tão importante é um assunto em que nós realmente precisamos falar sobre o assunto até como forma de prevenção para evitarmos o problema então é com alegria que nós damos as boas-vindas a todos vocês a essa Live da revivas a revivas que é a rede escolha viver é uma rede de prevenção ao suicídio e nós estamos hoje muito felizes eu meu companheiro aqui de trabalho Jaime Lopes que eu já vou aproveitar para compor comigo aqui este espaço Jaime boa noite bem-vindo boa noite Ivana Nossa coordenadora Nacional de comunicação da revivas é uma alegria estarmos mais uma vez numa Live dessa importância né continuidade ao trabalho de divulgação da revivas e também na reflexão de temas importantes como este que nós vamos tratar hoje aqui muito bem Jaime ele é o nosso coordenador Nacional foi aquele que teve a ideia né que chamou as pessoas agrupou e de repente né a nossa rede fez um ano no último dia 10 de setembro né um ano de formalização da revivas quase dois de articulação né muitas reuniões né Muito muito planejamento e Finalmente nós estamos com a rede funcionando né Vocês puderam assistir aí esse clipe que a cantora Elba Ramalho gravou a pedido né da revivas porque se trata realmente de um trabalho de utilidade pública a Revistas que é uma associação é super religiosa superpartidária de pessoas que se

e a cantora Elba Ramalho gravou a pedido né da revivas porque se trata realmente de um trabalho de utilidade pública a Revistas que é uma associação é super religiosa superpartidária de pessoas que se interessam e querem ajudar na prevenção ao suicídio e hoje Jaime nós temos uma convidada bastante especial né que está aqui conosco gente eu lá na sombra Pinheiro Olha ela é psicanalista Clínica Ela é suicidou lojista Olha que legal é uma especialidade né dos profissionais que trabalham com essa temática mas ela também assistente social e especialista em educação e saúde mental a Eulália está aqui conosco e nós dizemos bem-vindo Eulália Muito Obrigada por aceitar nosso convite Olá boa noite a cada um em cada Qual é sempre um prazer quando a gente pode compartilhar com a revivas e com essa galera toda aí um pouquinho do conhecimento que a gente tem mas eu sempre digo né que basta ser humano né para olhar o outro né com empatia e de ajuda né Muito obrigado pelo convite revivas né a gente tem tem caminhado desde um ano aí nessas formações sempre buscando amparar também os colaboradores do revivas e agora nesse momento a gente vai tratar desse tema que é tão importante que a gente saiu do mês de setembro mas é um tema que ele é relevante durante todo ano porque o suicídio é algo que tem que ser cuidado e falado e prevenido os 12 meses do ano pessoal hoje nós vamos falar um pouco sobre a dor de quem fica porque né nós sabemos que é algo também difícil eu lá ele vai fazer então uma introdução ao assunto e depois nós vamos voltar para um bate-papo nós já dizemos a você que está nos acompanhando pode ir deixando aí as suas perguntas no chat porque daqui a pouquinho a gente volta para um bate-papo nós passamos então a palavra para Eulália daqui a pouquinho Voltaremos obrigada gente é dor falar da dor né não existe a dimensão da dor do outro eu não não consigo mensurar a dor do outro mas eu quero falar de uma dor aqui que é uma dor diferente um luto diferente de qualquer outro luto quer perder alguém

não existe a dimensão da dor do outro eu não não consigo mensurar a dor do outro mas eu quero falar de uma dor aqui que é uma dor diferente um luto diferente de qualquer outro luto quer perder alguém que amamos para o suicídio né e eu me reporto principalmente aquelas mãezinhas né que perderam o filho ou filha por suicídio né e eu trago inicio Então essa minha fala com pequeno trecho de um texto de Rubem Alves que ele diz o seguinte sei que é inevitável que os filhos deixem de ser crianças e abandonem a proteção do ninho eu mesma eu sempre empurrei para frente para fora sei que é inevitável que eles vão em todas as direções como Andorinhas adoidadas sei que é inevitável que eles construam seus próprios ninhos e que eu fique com o ninho abandonado no alto da Palmeira Mas o que eu queria mesmo era poder fazer trazer-nos de volta para dormir no meu colo Então Rubem Alves traz muito dessa dimensão do ninho vazio né que é o que fica né quando se perde alguém quando se perde o ente querido né E principalmente uma mãe né é uma dor que não tem como mensurar né E somente o dono dessa dor sabe o tanto que é difícil nesse sentido é a dor de perder alguém é considerado para quem fica que a gente chama do Sobreviventes né o Sobreviventes aos suicídio que a gente precisa continuar cuidando dessas pessoas e esse processo se chama se pós-versão existe um estudos que mostram que o luto não cuidado luto pelo suicídio não tratado não cuidado ele reverbera de uma forma muito prejudicial a quem fica e é uma dor tão dolorida que muitas vezes leva essa pessoa que ficou a querer ir junto para estar no mesmo lugar do outro que se foi né a vida então é o que a gente fala de sentido da vida se perde né esse desvalor da vida ele começa então a tomar conta da pessoa então é as pessoas que amamos segundo Freud né Elas constituem parte da gente a gente ama então Aqueles se ele constitui uma parte de nós e por isso que a gente tem tanta dificuldade né em Entender esse processo de suas mortes né porque é uma parte de nós segundo

parte da gente a gente ama então Aqueles se ele constitui uma parte de nós e por isso que a gente tem tanta dificuldade né em Entender esse processo de suas mortes né porque é uma parte de nós segundo Freud porque ela nos faz parte né de todo o sentido da nossa vida né E aí quando a gente confrontado com essa morte né dessa pessoa que a gente ama e que é importante é necessário é fundamental que se fale sobre o processo de morrer é importante não fugir né Desse sentimento é importante falar dessa morte porque é difícil essa aceitação e esse entendimento de que a pessoa não voltará né então é difícil esse processo Porque é um tempo né e toda a morte ela tem todo o ritual que ele precisa ser vivido e um tempo que precisa ser respeitado então não adianta a gente falar para o pessoal olha tá tudo bem né Não chore já já passa não tem como Lembra que eu falei que a dimensão da dor é só do outro que a gente não consegue ter essa dimensão claro que é simpático né você dizer tá tudo bem né vai passar né Às vezes a pessoa tem até boa intenção de dizer que vai ficar tudo bem que tudo vai passar né mas muitas vezes naquele momento a pessoa tá vivendo uma das fases do luto principalmente após o enterro e que ela precisa começar a encarar o dia seguinte as horas depois isso não é fácil né então esses sintomas que vão aparecer no decorrer dos Dias que é muito dolorido que vem por meio por exemplo da raiva né muitas vezes da raiva da raiva de si inclusive por não ter se culpar né Por não ter sido capaz de identificados se julga incapaz de identificar porque aquela pessoa né foi embora porque que ela teve esse processo de Altos extermínio e eu não percebi né porque que eu não percebi o sinal Porque que eu não fiz isso eu fiz aquilo então são vários sintomas que que o próprio traz o livro totem o Tabu que ela é um sentimento extremamente inerência A nossa condição humana todos nós sentimos raiva a questão da raiva é quando ela nos prejudica e prejudicou outro né Então nesse processo a certeza

Tabu que ela é um sentimento extremamente inerência A nossa condição humana todos nós sentimos raiva a questão da raiva é quando ela nos prejudica e prejudicou outro né Então nesse processo a certeza da vida é a única que a gente tem mas a certeza da Morte também né Então essa Plenitude essa transitoriedade que a gente vive a gente vai encarar durante o processo de vida vários várias perdas várias perdas associadas ao luto né E aí a gente vai lá pensar que um dia a gente a criança né a gente não beber é o embrião nasce pesa o contato com a vida uterina vai para amamentação e determinado momento Essa amamentação é retirada né então vivemos esse processo de dessa perca também que também é um luto Nossa fase de infância em que a gente brinca a gente perde os amiguinhos às vezes muda muda de escola perde as brincadeiras de infância e um dia a gente acorda e alguém diz para a gente isso é coisa de criança né a gente vê onde tá aquela criança então essa perca né os amigos muitas vezes no trabalho fins de relacionamento você muda de emprego você perde o emprego muitas vezes você tá no processo de depressão ou de descuido consigo mesmo você perde a sua autoestima você pede seu autocuidado tem problema com a sua imagem né muitas vezes o distanciamento da família e que você necessariamente tem que para outro estado para outra cidade para outro país e muitas vezes essa essa perda associada também a esse luto que está a perda do foco do sentido da vida né então quando a gente pensa que essa esse processo de que vem imediatamente após uma perca como essa aqui vamos vamos colocar aí um sintoma por exemplo da depressão a pessoa ela abandona o presente dela e o futuro ela não percebe que o futuro é algo nela a única coisa nela que está intacta é a única coisa que está intacto Então ela se volta ao passado se prende passa a se dedicar a esse passado porque lá que ela encontra as memórias afetivas com ente que partiu né E essa então vem um processo de muita melancolia que traz muito essa culpa qual eu falei

prende passa a se dedicar a esse passado porque lá que ela encontra as memórias afetivas com ente que partiu né E essa então vem um processo de muita melancolia que traz muito essa culpa qual eu falei é um trauma porque às vezes ela não consegue suportar né suportar o que ocorreu pelo choque né do que viveu e perde muitas vezes e voltando para esse papel da mãe né mas é meu papel dar a vida e eu não fui capaz de manter essa vida entende então essa culpa ela é muito concentrada né nesse processo de abandono mesmo né do que De quem eu sou do que eu fui capaz e não entender Ok eu fiz tudo que eu podia mas eu não tenho controle sobre a outra pessoa eu posso fazer tudo eu posso dar o mundo dá o braço dá tudo que a pessoa quer e dá muitas vezes o que ela precisa né mas ela não conseguiu suportar a dor de viver então a gente quando a gente equipara essas perdas nossos de cada dia a gente se pergunta Quem nunca perdeu nada como que é perder algo né isso traz muita Crise existencial né então é necessário a gente entender essa dor a gente acolher essa dor não tem julgamento sobre essa dor não culpabilizar né mas sobretudo Como eu disse se só você só humano ouvindo outro humano né então eu queria falar um pouquinho aqui sobre esses processos do luto que tem muito a ver com essas dores até chegar o momento que isso não tem um tempo né não se pode julgar a dor de uma pessoa pela forma que ela resolveu encarar essa dor né então se Ah eu perdi alguém mas amanhã eu tenho um aniversário e irei né a própria dependendo da cultura porque a morte encarada de por culturas diferentes de formas diferentes mas você vai ser julgado porque tá se deu o direito de ser feliz né então muitas vezes esse julgamento também pesa né Eu costumo dizer eu eu sinto muito a Ana Quintana né que ela fala o seguinte que a morte é um dia que vale a pena ser vivido porque quando você tem esse entendimento de que você fez tudo que era possível que você foi muito mais além muitas vezes porque sua capacidade permite e mesmo assim a pessoa

que vale a pena ser vivido porque quando você tem esse entendimento de que você fez tudo que era possível que você foi muito mais além muitas vezes porque sua capacidade permite e mesmo assim a pessoa resolveu fazer escolha pelo alto extermínio né você tem que entender que você não deve amor e esse sentimento ele vai te ajudar nesse processo né que os estágios do luto eles estão na negação né que essa impotência da situação quando você recebe uma notícia né e mas por exemplo quando você é a pessoa que você encarou a cena de morte ali então o choque o trauma do que você enfrentou aquilo mas é essa negação a forma de se anestesiar dessa dor o segundo momento é a raiva essa raiva ela ela leva muito a perda do sentido de se né e de uma forma que vai levando para um caminho da depressão nessa não aceitação Então vem a dor o desespero essa depressão essa esse desinteresse esse desvalor da vida por isso que é tão importante Cuidar de quem fica Getúlio Vargas morreu por suicídio décadas depois as suas gerações ele perdeu duas pessoas porque esse luto ele não foi cuidado ele não foi entendido ele não foi acompanhado é o fenômeno né o suicídio ele não é algo que é hereditário mas a depressão sim outras doenças que podem ser genéticas sim mas o suicídio ele é prevenível em 90% dos casos segundo a Organização Mundial de Saúde né possível preveni-lo então esse desinteresse da vida é a fase que precisa ter muito cuidado né porque a dor é tamanha e o desvalor da vida é tamanho que a vontade é querer estar naquele lugar com o outro vem um momento também de negociação e esse momento de negociação ele pode variar ele pode ser o segundo dessa lista ele pode ser o terceiro né mas o que que é essa negociação nada mais é do que tentar ter o controle tentar ter o controle sobre a situação sobre o que aconteceu sobre sobre tudo né e em determinado momento a pessoa vai perceber que a gente só tem controle sobre o que a gente consegue sentir sobre nossas escolhas eu não consigo ter controle sobre o outro como o outro tem

tudo né e em determinado momento a pessoa vai perceber que a gente só tem controle sobre o que a gente consegue sentir sobre nossas escolhas eu não consigo ter controle sobre o outro como o outro tem que sentir como tem que se importar não é então para finalizar a última fase então é aceitação e essa aceitação Ela está imbuída de todo esse processo né e não dá para fugir né Não dá para fugir da dor não dá para fugir da emoção essa emoção precisa ser acolhida recentemente precisa ser acolhido e muitas vezes a pessoa não tem a noção de que ela precisa de ajuda então ao percebermos né que alguém ali da família está mais fragilizado né porque às vezes você vai pensar é a mãe mas muitas vezes é o irmão é o pai é um tio muito próximo é um amigo muito próximo fazer essa conjunção ver esse cuidado entender os sinais né e acolher essa dor sem julgamento sem tempo né porque como eu disse a dor o luto ao perder uma pessoa com suicídio ele é diferente de todos os outros não estou dizendo em dimensão em tamanho Mas ela é diferente né então a gente continua aqui acho que já deu meu tempo né Jaime a gente vai batendo papo sobre esse assunto já deu meu tempo né a gente vai dialogando ok muito bom obrigada Eulália pessoal é importante dizer né quando nós começamos aí nós tivemos a apresentação de uma bela canção com o coral Vida e Luz de Goiânia e nós queremos muito também agradecer aí aos parceiros da revivas na transmissão dessa Live a Rede Amigo Espírita rádio Fraternidade afego Jessie TV Goiás Espírita estão todos conectados aí conosco a nossa gratidão e nós queremos aproveitar para convidar também a todos vocês que conheçam o nosso site né da revivas se inscrevam no nosso canal no YouTube que é o reviews oficial se vocês também poderem seguir nas redes sociais porque vocês vão acompanhando o trabalho dessa rede que é uma recém-nascida mas que né Realmente chega com esse propósito de ajudar você gostaria de começar fazendo alguma pergunta para Eulália Sim eu gostaria de primeiro um comentário e depois eu faço

que é uma recém-nascida mas que né Realmente chega com esse propósito de ajudar você gostaria de começar fazendo alguma pergunta para Eulália Sim eu gostaria de primeiro um comentário e depois eu faço uma pergunta para Eulália Eulália você colocou a questão da raiva na questão da pósvenção de do enlutado né que é uma fase é uma fase talvez a primeira fase que a pessoa passa depois de perder alguém isso vale e não só para o suicídio mas é muito vale para qualquer outra perda né mas também no suicídio ela é mais dramática ela ela se reveste de um drama talvez maior né pelo pelo fato de ser um suicídio bem É possível é possível que nessa fase que é a fase crítica do enlutado é possível que esse lutado também chegue a pensar em suicídio ou seja começa a ter também ideação suicida em razão de que ela não aceitou aquele aquele processo de morte de um enlutado de um filho de um irmão de um marido de um pai de um amigo de quem quer que seja é possível isso né a pessoa essa é uma parte da pergunta a outra é existe estatísticas que falam que dê conta de que há um número de pessoas que na pósvenção também se encaminham para o suicídio vamos lá quando eu falei das fases Eu também falei dos fatores de risco da depressão da angústia da raiva da melancolia né do Medo todos eles são fatores né de risco para quem fica né e é por isso que é tão necessário esse acompanhamento e muitas vezes não é só o suicídio quando se perde uma pessoa por suicídio né muitas vezes eu até falei numa palestra que eu dei lá no instituto vida que eu falei que cuidar de si para cuidar do outro ele traz muito essa perspectiva de que a pessoa Às vezes só tem aquela pessoa ela luta tanto com aquela pessoa né cuida tanto daquela pessoa mas não se cuida E aí inconscientemente ela vai abreviando a própria vida não se cuida tem que tomar medicação para esse material não toma tem que tomar medicação para diabetes ela também tá diabetes não toma medicação Então ela tá abreviando a vida né então isso também são sinais que

a tem que tomar medicação para esse material não toma tem que tomar medicação para diabetes ela também tá diabetes não toma medicação Então ela tá abreviando a vida né então isso também são sinais que precisam ser observado porque aí vai que a pessoa que ela cuida falece não sobra nada dela E aí pede-se o sentido da vida né então quando eu falo quando eu falo de todos essas fases esses estágios do luto a gente tá falando no risco né nos fatores de risco e onde estão os fatores de proteção fatores de proteção estão exatamente nesse acompanhamento na identificação de quem tá perto de perceber do acolhimento do acompanhamento não deixar essa pessoa só então tem são os mesmos cuidados que a gente tem com a pessoa com ideação suicida a gente tem que levar esse cuidado dá um espaço de fala para essa pessoa ela precisa conseguir falar do que ela tá sentindo e a psicanálise traz muito isso o que não se fala não se verbaliza o que você não enfrenta hoje você tem que enfrentar Em algum momento da sua vida e o que você não fala o seu corpo somatiza né então é necessário né esse cuidado é um cuidado até redobrado você pergunta índices a cada morte por suicídio são impactados diretamente pelo menos 10 pessoas que conviveram com a pessoa por isso que repete por favor importante relevante essa estatística por favor pelo menos 10 pessoas são impactadas diretamente com a perda de uma pessoa que morre por suicídio tá E pelo menos 110 são impactadas de indiretamente Então você tem 10 pessoas mais próximo pode ser amigo pode ser o vizinho com parente né são 10 pessoas ali que estão mais próximas isso é pesquisa né E pelo menos 110 é diretamente Então vai impactar Em algum momento E aí você pergunta o maior exemplo é que eu dei foi a história de Getúlio Vargas anos depois filho anos depois o neto então a gente pode considerar que o fato disso ser comum por exemplo Numa família que teve caso de suicídio mais comum que tenham outros né posteriormente nós podemos associar isso a esse luto que

eto então a gente pode considerar que o fato disso ser comum por exemplo Numa família que teve caso de suicídio mais comum que tenham outros né posteriormente nós podemos associar isso a esse luto que não foi bem vivido que não foi bem processado pela pessoa existem fatores né e cada caso é um caso né Cada caso é um caso a gente eu tive encaminhando com um amigo meu professor que ele é professor ele fez o mestrado em pesquisa sobre a pressão do suicídio pela Universidade Católica Eu sou Lacerda e ele trouxe uma questão outro dia para gente que foi um suicídio não foram nove pessoas que suicidaram na mesma família o que que acontece não no mesmo dia né mas assim havia ali uma um desvalor da Vida em todos os sentidos né que vão dentro da pobreza né da situação de vulnerabilidade sócio-econômica social é os próprios transtornos mentais porque a própria Associação de psiquiatria brasileira ela diz que 100% das pessoas que morrem por suicídio tem um transtorno mental mas ninguém resolve se matar do dia para o outro né esse processo ele vem sendo desencadeado ele vem sofrendo ele vem aumentando e vai virando uma bola de neve é o ponto de que a pessoa não suporta ela não vê outra saída a não ser né morrer então eu pessoalmente atende o caso encaminhado pelo Instituto vida de um de um planejamento de suicídio coletivo lembro disso você essa família está bem né essa família também se reestruturou mas assim era mãe o pai e os filhos já tinha até os caixões encomendados né Qual é o desvalor da Vida Qual é o a dimensão dessa dor não ouve suicídio na família mas tinha as outras percas né da vida também os outros lucros né atendo mães que dizem que dizem que verbalizam para mim eu não aguento mais eu não vou conseguir viver eu preciso ir para esse lugar onde o meu filho ou a minha filha está dói muito e eu não suporto essa dor Então são casos de casos né mas preste atenção se alguém fala assim ó eu não suporto mais eu quero morrer presta atenção uma pessoa que diz que quer morrer ela pode se matar assim

não suporto essa dor Então são casos de casos né mas preste atenção se alguém fala assim ó eu não suporto mais eu quero morrer presta atenção uma pessoa que diz que quer morrer ela pode se matar assim uma pessoa que tentou uma duas vezes uma vez ela pode não é mito gente porque tentou Ah não vai tentar mais vai ela pode sim lembra que a gente não tem controle sobre o outro né Eulália eu queria eu queria trazer uma outra problemática não é na boas menção é na prevenção mas acho que ela é tão relevante que o que apesar que o tema tá tratando de pós-versão mas eu queria tratar isso aqui rapidamente pelo menos e não queria desviar do foco não mas eu queria que você desse uma palavrinha sobre isso o que às vezes você tá diante de um quadro de uma pessoa já no estado de ideação suicida extremamente eu diria solidificar a pessoa tá fazendo tomando remédio tá tendo terapia fazendo terapia mas não há nenhum remédio nem a terapia faz com que essa pessoa é se livre da ideia são suicida ele continua essa pessoa continua dizendo eu quero morrer isso não faz sentido eu não quero mais ficar E aí tem aquela pessoa que tá do lado ali segurando essa pessoa normalmente são os pais né e quase sempre a mãe né a mãe numa família e quase sempre envolvendo jovens adolescentes crianças adolescentes e jovens eu fiquei preocupado porque há um caso em que uma pessoa disse para mim Assim eu não aguento mais segurar o meu filho aqui eu vou junto Eu também já não aguento mais então percebe o drama dessa situação quer dizer é uma adoecimento que meio que vai se coletivizando naquela família é o filho ou filha ou irmão né Aí vem junto a mãe do sofrimento pai no sofrimento os irmãos e vai ouvindo a família inteira aí a pergunta que eu lhe faço caso na hipótese de ocorrer e você falou que a casos de suicídio mais de um suicídio na família e às vezes acontecer concomitantemente é possível ao ver suicídios concomitantes na família sim é sim e voltando lá no cuidar de ser para cuidar do outro a sua mãe inclusive

de um suicídio na família e às vezes acontecer concomitantemente é possível ao ver suicídios concomitantes na família sim é sim e voltando lá no cuidar de ser para cuidar do outro a sua mãe inclusive ela pode partir antes dele ela pode ter um ataque fulminante não aguentar a situação ela pode ela tá tão sob pressão tão sem saída né que ela não suporta a ideia dessa perca né porque afinal de conta ela deu a vida e ela tem o controle da vida só que ela não tem o controle né a ideia de viver a morrer é a única exclusiva né a sua decisão mas o que que eu recomendo a essa mãe essa pessoa deve provavelmente estar com acompanhamento né psiquiátrico com terapeutas E aí tem que ser muito claro Olha só vamos chamar aí de crise ou no seu nome tá Cris eu não sei que qual é o quadro você tá medicado você tá fazendo a terapia Mas você se recusa né continuar nesse processo de você não quer mais ajuda tem que pedir internação nem que seja a internação domiciliar essa vida precisa ser preservada em qualquer momento de perigo essa mãe pode não dar conta entendeu a internação de quem de ambos de ambos o caso mas é no caso a gente está falando do paciente porque a única forma porque ela não vai conseguir segurar ele no máximo ela vai conseguir pedir o SAMU o DF tem o SAMU no DF eu não sei tem o SAMU mental se não souber o que fazer liga para polícia 190 mas pelo menos aquela aqueles momentânea aquela impulso né que ela pulsão de morte ela precisa ser picado em algum momento ali mas ela vai ter outras porções de morte e essa mãe ainda vai lidar com a culpa de não ter conseguido segurar essa vida então assim olha cara já está fazendo tudo que pode sabe então a saída é a mesma internação e assim não é a melhor saída mas nesse caso é a única saída acontece da família de repente se sentir Exausta e já não consegui mais oferecer o apoio por exemplo que o jovem precisa um jovem que tem essa ideação suicida constante de repente ele deixa de ter esse suporte em casa e ele encontra esse suporte fora na figura de

gui mais oferecer o apoio por exemplo que o jovem precisa um jovem que tem essa ideação suicida constante de repente ele deixa de ter esse suporte em casa e ele encontra esse suporte fora na figura de um amigo né na figura de um colega de trabalho alguém que tá ali que não é a família como é que age nesse caso aquele que está sendo suporte emocional porque ele não é da família ele não tem essa autoridade para dizer olha preciso internar né muitas vezes a família já está esgotada e acha que aquilo ali sabe já não tem mais jeito né De que forma que se pode ajudar nesse caso acontece porque a família fica com a dependente é igual a dito o pensamento é tão rígido né tão tão enrijecido né dessa pessoa com a ideação que não é possível romper a família do S junto fica quando dependente né e tanto a família quanto a pessoa precisa ser tratada Que bom se ela consegue alguém de fora que se aproxima e consegue ter essa visão mais macro do que tá acontecendo né Essa pessoa sim também consegue pedir ajuda né porque quando Olhe só gente isso vale para pessoa com ideação isso vale para o adicto uma pessoa que usa álcool e Outras Drogas Olha só quando a pessoa perde o poder sobre si mesmo por desde a decisão quando ela coloca em risco a sua vida e a dos outros né ela precisa ser interditada porque isso vira uma montanha russa o risco da depressão ela não tá quando a pessoa tá lá embaixo o risco da depressão inclusive dos codependentes é quando tá aqui ó em cima né E aí cai e volta então é diuturnamente esse cuidado ele se torna mesmo cansativo exaustivo é como você ter uma pessoa que depende 24 horas de você para trocar fralda para dar comida na boca né muitas vezes aquela pessoa não tem um plano de saúde que possa ter um home care em casa aquela pessoa está esgotada está doida existem estudos que mostram que muitas vezes o cuidador ele não suporta o processo ele não suporta ele pode morrer ele pode surtar ele pode abandonar ele pode não aguentar pode inclusive se matar e o que que resta né eu sempre digo

muitas vezes o cuidador ele não suporta o processo ele não suporta ele pode morrer ele pode surtar ele pode abandonar ele pode não aguentar pode inclusive se matar e o que que resta né eu sempre digo quando a gente não consegue cuidar a gente tem que pedir ajuda porque para a gente tem que restar o afeto e afeto cura tudo nessa vida essa pessoa que cuida também precisa ser acolhida né então se tivesse suporte precisa ser trabalhado essa rede de proteção essa rede de segurança com essa família que mais a gente pode contar né Eu sempre falo isso nas aulas que eu dou para o revivas trabalhar essa rede de proteção é de suma importância é uma condição necessária sabe Para que aquela família aquele cuidador aquela pessoa que tá ali 24 horas tem esse apoio de ajuda ela ela tem essa essa esse propósito amplo né a prevenção aqui não é só para quem está na ideia também a prevenção para aqueles que estão ao seu ao redor dessa pessoa cuidando dela de alguma forma para que também não entre no mesmo processo isso também é prevenção e é importante que você faz mas eu queria eu lá eu voltar a questão da raiva porque uma pessoa me disse depois de perder alguém o suicídio dizendo assim eu estou para mim foi chocante ouvir isso porque normalmente você não me espera isso e era uma mãe em relação ao filho que se suicidou Você não espera que diz isso eu tô com raiva dele eu tô com muita raiva dele era dizia eu tô com muita raiva dele e eu perguntei mas por que que a senhora tá com raiva do seu filho que se foi porque ele não deu sinais para mim que ia se matar ele não podia fazer isso comigo então jogando toda a raiva dela era tão grande que ela se excluir do processo e dizer a culpa é dele e eu tô sofrendo aqui por causa dele quer dizer como na pós-versão tratar alguém que chegou nesse nível de compreensão da sua dor ou chegou no nível de insuportabilidade eu vou tô usando esse vou usar esse tempo isso portabilidade da sua dor é tanta dor que nem cabecinha né que precisa e ela não consegue nem dominar a

da sua dor ou chegou no nível de insuportabilidade eu vou tô usando esse vou usar esse tempo isso portabilidade da sua dor é tanta dor que nem cabecinha né que precisa e ela não consegue nem dominar a dor mas eu queria ser isso de ponto de vista essa essa transposição da responsabilidade né eu vou te dizer porque que isso acontece porque para essa mãe esse filho Lembra que eu te falei ela trouxe ela deu a vida ela trouxe ao mundo ela sente responsável dona da vida dele como que ele pode fazer isso comigo ele não teve dó de mim respeito por mim ele me abandonou Então essa raiva porque ela tem o controle da vida do outro né ele traiu a confiança dela ela sentiu traída Porque nessa nessa fala há um grito né de confissão que foi traída no seu papel de mãe eu não fui suficientemente capaz de ler eu não conhecia meu filho ao ponto de ler os sinais dele então não é raiva é culpa é isso que eu queria que você chegasse Na verdade o sentimento ela tá fugindo ela não tá vivendo essa ela precisa de ajuda a Ludmila ela até fez uma reflexão aqui né falando hoje o quanto a gente vê pessoas que se entregam ao desânimo né diante das dificuldades da vida e o Alexandre Sá que faz parte também da nossa coordenação Nacional da revivas Ele pergunta qual a importância da religiosidade no processo de pós-venção você quer que eu fale Jane se você para você mesmo só volta da Ludmila aí que você falou um pouco rápido eu não consegui a Ludmila fez um comentário né mas aquilo que eu falei às vezes o próprio cansaço né nessa dimensão desse cuidar né E são os processos são os processos são as fases são os momentos que são vividos esses estágios que são vividos faz parte né esse desânimo faz parte e a outra pergunta qual a importância da religiosidade no processo E aí eu não falo nem de religiosidade eu falo de algo no que eu considero tripé ele é a sobrevivência humana que está em cuidar desse corpo físico Cuidar dessa mente né cuidar da sua saúde mental e Cuidar dessa espiritualidade eu sempre digo quando eu falo de

e eu considero tripé ele é a sobrevivência humana que está em cuidar desse corpo físico Cuidar dessa mente né cuidar da sua saúde mental e Cuidar dessa espiritualidade eu sempre digo quando eu falo de espiritualidade eu não tô falando de religião não tô falando de líder tô falando da sua conexão então por que que é tão importante a pessoa e é científico a estudos de quanto é importante ser trabalhada a fé né os médicos têm buscado muito esse recurso hoje né de respeitar e colocar como o respeito à religiosidade a espiritualidade da pessoa como uma ferramenta importante no processo de tratamento né indo inclusive no processo de cura dessa depressão né então cuidado essa espiritualidade é preciso ser não é Despertar a consciência porque todo mundo tem consciência mas assim como estimular né Como criar uma conexão como fazer com que essa pessoa perceba que ela precisa ter condição de acreditar em algo né que possa ajudá-la isso vai para isso vale também para quem tá com a ideia são suicida não só não só o enlutado mas aquilo né Vale também né e uma coisa bem legal sabe que que eu tenho muito orgulho de ser de participar do revivas né nessa formação do solutários é porque a gente vê que tá todo mundo muito comprometido porque eu revivas ele vem numa perspectiva de cuidar do outro mas não no sentido de algo muito imediatista tem um acompanhamento tem um encaminhamento né Não adianta pegar a pessoa pela mãe e falar assim vai vai a consulta muitas vezes tem que pegar pela mão tem que levar tem que acompanhar tem que marcar novamente tem que levar novamente até essa pessoa ter autonomia né porque uma pessoa uma dor muito arraigada com sofrimento muito profundo é o que a gente chama de um zumbi ela não responde mais por você pelos seus atos né então revivas sabe é um prazer enorme né na rádio trabalhar com revivas por isso porque não adianta só escutar tem que acompanhar tem que cuidar tem que monitorar tem que trabalhar rede de proteção né tem que ter essa rede que a gente está no Brasil inteiro né de dizer

as por isso porque não adianta só escutar tem que acompanhar tem que cuidar tem que monitorar tem que trabalhar rede de proteção né tem que ter essa rede que a gente está no Brasil inteiro né de dizer olha tem uma pessoa aí uma pessoa aí no Rio de Janeiro no bairro tal você tá próximo né trabalhar essa rede acompanhar essa pessoa ela ela tem com quem contar essa rede que você fala que é muito importante que é viva é uma delas mas às vezes a pessoa seja ela no estágio de ideação suicida seja alguém que tá na etapa da pós-versão que já perdeu aquela pessoa que cuidava a importância de você quando eu falamos de rede eu não tô falando de redes no plural né porque a revivas é uma é uma rede mas é uma rede porque também tem a rede a rede familiar da pessoa que você tem que conectar a rede de amizade da pessoa que você também tem que conectar e acompanhar quando a gente coloca todas essas redes no Amparo essa pessoa costuma dar certo costuma dar certo né costuma dar certo é isso mesmo então e a rede às vezes tá é igual as novas configurações familiares antigamente a família pai mãe irmão filhinho hoje a configuração familiar muitas vezes é avó que cuida daqueles netos todos Essa é a família às vezes é um vizinho que ajuda a cuidar a criar esses cílios é considera a família Então essas configurações familiares também fazem parte dessa rede de proteção então é importante conhecer quem são os amigos dessa pessoa o que que essa pessoa conversa né amigos de trabalho colegas de trabalho então o máximo de informação é possível revie você tem esse cuidado né Tem esse Cuidado então com os profissionais voluntário recebe acolhe encaminha para o profissional atender a gente atende né começa a fazer toda essa estruturação que é uma engenharia né Isso não é fácil não é fácil você entrar no mundo do outro né E às vezes a pessoa está reticentes da resistente porque ela tem um pensamento engessado mas por isso que a gente estuda tanto por isso que tem tantos profissionais envolvidos com muito amor a essa causa

s vezes a pessoa está reticentes da resistente porque ela tem um pensamento engessado mas por isso que a gente estuda tanto por isso que tem tantos profissionais envolvidos com muito amor a essa causa bom pessoal nosso tempo já está bem adiantado né Nós já estamos aqui com 56 minutos de Live se alguém tiver mais alguma pergunta o momento é agora né e Lália tá aqui conosco oferecendo aí o seu conhecimento e eu quero me aproveitar para mandar um recadinho do rossandro Klinger o Sandro que é um psicólogo né e o rossandro gravou para revivas em setembro em função da campanha do Setembro Amarelo nós sabemos que é uma mensagem que vale né para os 12 meses do ano então nós vamos colocar aqui o recadinho que o Sandro querido um beijo rossandro estamos no Setembro amarelo e nele falando sobre prevenção de suicídio e valorização da vida porém a dor não tem hora certa de chegar pode nos atingir a qualquer momento por isso eu te convido para conhecer um projeto que funciona o ano inteiro com objetivo de salvar vidas e resgatar pessoas a revivas é uma rede de prevenção ao suicídio que tem voluntários preparados para conversar e apoiar pessoas que estão passando por momento de grande fragilidade emocional o serviço é 100% gratuito e pode ser acessado pelo site www.revidas.com.br lá no site basta clicar em quero conversar iniciar uma conversa para ser atendido e Que bom que ele abraçou na sua causa né Jaime né bom que na sua casa é verdade inclusive no nosso canal do YouTube para quem não assistiu nós temos lá o rossandro conosco numa Live feito ano passado né foi uma live de pré-lançamento a nossa rede estamos convidamos aí o pessoal para visitar o nosso canal e claro né gente curtir essa Live no canal que você está assistindo se inscrever no canal que você tá assistindo também porque assim que nós valorizamos o trabalho de tantas pessoas que estão aí se esforçando para levar uma mensagem né positiva e que traga ânimo também para todos nós chame nós já estamos então encerrando

rque assim que nós valorizamos o trabalho de tantas pessoas que estão aí se esforçando para levar uma mensagem né positiva e que traga ânimo também para todos nós chame nós já estamos então encerrando você gostaria de falar algo mais antes de nós encerrarmos não eu só queria chamar atenção Para esse tema porque esse tema tem tantos ângulos né Tem tantas possibilidades de abordagens nós inclusive né Vamos fazer a próxima quer fazer uma live por mês abordando sempre vamos ver se a gente consegue né uma live meio abordando sempre um tema é a respeito desse assunto seja da Prevenção ou da pós-venção e eu queria aqui chamar atenção para as pessoas todas é que nós já estamos prontos para acolhida de pessoas né Nós temos um site as pessoas podem acessar pelo site pode acessar pelo Instagram pode acessar pelo Facebook né É todas as redes sociais já estão conectadas com uma plataforma que constituímos que essa plataforma vai ter sempre alguém que vai ali fazer a primeira acolhida então podem divulgar divulguem nós já estamos prontos para começar a ouvir as pessoas fazer a primeira escutatória e se necessário for encaminhar essa pessoa para um atendimento especializado como eu lá lhe tem feito aqui nos encaminhamentos da reviva eu acho que é muito importante esse momento de conversa que fazemos aqui porque esclarece muito ainda que o tema tem aprofundamentos né e necessário aprofundar sempre mais mas o que é dito aqui de alguma forma também nos ajuda a entender essas coisas eu aprendo todos os dias toda vez que a gente tá discutindo sobre isso eu agradeço Ivana a oportunidade eu vou fazer um desafio aqui Vana vou pedir que quem tiver acompanhando que entra lá na página do Instagram do revivas siga vá no YouTube se inscreva no canal marca lá Para sinalizar o Sininho né volta lá no Instagram e pede publicações sobre luto eu tenho dois livros para quem entrar lá em PDF que eu vou disponibilizar mas é extremamente necessário mas que fala sobre o luto você vai colocar no Instagram da revista

e pede publicações sobre luto eu tenho dois livros para quem entrar lá em PDF que eu vou disponibilizar mas é extremamente necessário mas que fala sobre o luto você vai colocar no Instagram da revista o reviews no Direct tá bom vai ter que entrar tem que curtir lá as publicações tem que seguir e pedir o livro o livro mencionado pela Eulália na Live sobre luto são dois livros em PDF os livros nós agradecemos muito a você pelo seu tempo pela sua disponibilidade está conosco aqui agradecemos mental Jaime também né estamos sempre juntos aí e a proposta pessoal é que a cada primeira sexta-feira do mês nós estejamos aqui as 20 horas trazendo matemática relacionada a prevenção né a valorização da vida no próximo mês vai ser dia 4 de novembro nós teremos conosco aqui Letícia talarico que é também uma psicóloga que vai falar um pouco do que eu lá citou aqui cuidar se para cuidar do outro então é a temática da próxima Live nós já deixamos aqui o convite para aqueles que puderem né estar conosco no dia quatro de novembro nesse mesmo canal que você tá assistindo aqui com os nossos parceiros né pessoal então nós estamos encerrando E nós queremos encerrar como a música que foi composta justamente numa dessas campanhas do Setembro amarelo que fala sobre o valor da vida e do quanto é bom a gente querer viver e ter essa fé na vida então nós vamos encerrar com essa música desejando que todos nós tenhamos aí um excelente fim de semana com muita paz com muita harmonia que Deus possa abençoar a todos nós gratidão Eulália gratidão Jaime Eu que agradeço talvez você esteja imaginando que a vida seja apenas ilusão mas eu te digo viver vale a pena a cada desafio que vencer você tem me motivos para crescer atalhos e caminhos para seguir o importante é nunca desistir então agora

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