Solidão e Solitude: Crescimento e Superação | Marco Leite [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 02/06/2025 (há 10 meses) 1:05:01 2,151 visualizações

Explore o sentimento de solidão sob a ótica espírita com Marco Leite. Entenda suas causas negativas (desamparo, desconexão, falta de pertencimento) e impactos na saúde mental e espiritual. A solidão pode ser uma epidemia silenciosa. Descubra a solidão como oportunidade de crescimento e evolução, a distinção crucial entre solidão e solitude (a escolha consciente pelo recolhimento construtivo), e a importância de buscar ajuda e ser solidário para superar o isolamento. 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #comunahaoespirita #tvcomunhao #solidão #DoutrinaEspírita #PalestraEspírita #ComunhaoEspiritaBrasilia #SaudeMental #CrescimentoEspiritual #SentimentoDeSolidão #VidaSolidaria #Solitude #Espiritismo ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Esse é um momento muito especial aqui na nossa casa. É um momento de muita alegria e que é o momento mais tradicional aqui da comunhão, um momento que já existe praticamente desde a fundação, que é um cuidado que nós temos com aqueles nossos irmãos que precisam do nosso suporte, que precisam ser lembrados da vida em abundância que foi Jesus. Jesus nos diz que o pai e ele como como o emissário do pai são a vida em abundância, a vida ilimitada, a vida plena. E todos nós estamos imersos nessa vida. Então, domingo aqui na comunhão, nesse momento do crepúsculo, é um dia em que a gente celebra a vida e nos lembra daqueles irmãos que escolheram deixar essa existência, mas que continuam imersos na vida, continuam imersos no amor de Deus, continuam sempre ligados a essa vida plena que Deus nos prometeu e que nos oferece a cada instante. Então, nós nos lembramos e dirigimos todo o nosso amor para esses nossos irmãos que estão conosco, que precisam do nosso suporte, do nosso apoio. E hoje teremos um tema muito importante, que é o tema da solidão. Para começar, eu vou trazer uma mensagem que é também uma prece, uma prece que nos lembra do nosso amparo espiritual, do nosso socorro que está sempre ao nosso lado. É uma prece que se chama Confia Sempre. Não percas a tua fé entre as sombras do mundo. Ainda que seus pés estejam sangrando, segue paraa frente, erguendo-a por luz celeste, acima de ti mesmo. Crê e trabalha. Esforça-te no bem e espera com paciência. Tudo passa e tudo se renova na terra, mas o que vem do céu permanecerá. De todos os infelizes, os mais dejitosos são os que perderam a confiança em Deus e em si, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo. Eleva, pois, o teu olhar e caminha, luta e serve. Aprende e adianta-te. brilha alvorada além da noite. Hoje é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, agolhando-te com a aflição ou ameaçando-te com a morte. Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia. Uma prece psicografada pelo

ue a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, agolhando-te com a aflição ou ameaçando-te com a morte. Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia. Uma prece psicografada pelo nosso querido Chico Xavier. E com isso em mente convido vocês a elevarmos o nosso pensamento, agradecermos a Deus por esse dia de hoje, por essa existência, por termos merecido renascer e estarmos aqui para nos melhorarmos, crescermos enquanto espíritos, seguirmos nas nossas lutas e nos nossos ideais, buscarmos transformar em laços aquilo que ainda eram nós na nossa vida e caminhar rumo a nossa perfeição e a nossa felicidade. Agradecemos o socorro e o amparo dos nossos mentores. Agradecemos a Bezerra de Menezes, o mentor da nossa casa, que é o nosso médico, dos nossos corpos, das nossas almas, das nossas emoções e do nosso coração, que nos traz os remédios que curam os nossos males, os unguentos que aliviam as nossas dores, tratam as nossas feridas, as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. Também agradecemos a equipe de Nossa Senhora Maria, mãe de Jesus, que nos ama a todos e não permite que nenhum de nós se perca, nem na mais sombria escuridão, que tem sempre uma mão e um colo para oferecer aquele espírito mais dolorido e mais distante do amor de si mesmo e das pessoas. Ninguém está distante do amor de Jesus, do amor de Maria, do amor de Deus. Ninguém está distante da luz. A luz nos alcança onde quer que estejamos, mesmo que seja uma pequena fresta, mas uma fresta que se acende e ilumina um caminho para sempre. Que Jesus esteja conosco, que Maria nos abrace e nos coloque no colo. E que Deus nos alcance com sua vida eterna. Que assim seja. Hoje temos a alegria de contar com o nosso convidado da FEB, Marco Leite, que é psicanalista, pedagogo, profundo estudioso dos processos de saúde mental à luz da doutrina espírita e que vai falar para nós hoje da solidão. Obrigada, Marco Leite, por sua presença aqui e sem mais delongas passo a palavra para você. Muito obrigada.

ocessos de saúde mental à luz da doutrina espírita e que vai falar para nós hoje da solidão. Obrigada, Marco Leite, por sua presença aqui e sem mais delongas passo a palavra para você. Muito obrigada. Dois. Boa noite, meus irmãos. Que a paz de Jesus esteja conosco. Como foi anunciado, hoje o nosso tema é solidão. A solidão é um sentimento que aparece em nossa existência e nos dá uma sensação muit das vezes de desamparo, de estar sozinho, de tristeza e às vezes, mas nem sempre nos gera certo desespero. E aí vem uma pergunta: quem de nós nunca sentiu um momento de solidão? mesmo quando às vezes a gente estava rodeado com muitas pessoas à nossa volta. Porque a ideia de solidão não é quando a gente está sozinho. Às vezes a pessoa pode estar sozinha, morar sozinha e não sentir em solidão. Parece até mesmo contraditório essa situação. Mas nesse momento a gente vai estar falando ã e abordando desse sentimento de alguém que sinta essa solidão no seu cotidiano, que muit das vezes não trata de uma situação em que mesmo ele com muitas pessoas ele sente uma desconexão emocional, a falta de pertencimento a um determinado grupo. Nós temos situações mesmo de pessoas dentro da família que se sentem sozinhas. Olha só, é uma solidão. Isso pode causar danos emocionais, danos biológicos, danos psicológicos e até mesmo no seu processo espiritual e nos trazer uma sensação de que nesse mundo a gente não tem um lugar e a gente se sente desconectado desse nosso instante e fica perdido. E quantas e quantas vezes a gente não encontra situações, e a nossa companheira falando de desse nosso instante aqui na comunhão que a gente lembra de outros irmãos que às vezes por se sentirem nessa solidão, optaram em se despedir desse mundo. A tristeza é que quando eles chegam do outro lado percebem que não estão sozinhos e que a vida continua, né? Mas às vezes essa situação da solidão, ela tem algumas situações em que a conexão social leva a um ciclo de isolamento. Quando sentimos que ninguém pode nos entender, quando a gente,

ida continua, né? Mas às vezes essa situação da solidão, ela tem algumas situações em que a conexão social leva a um ciclo de isolamento. Quando sentimos que ninguém pode nos entender, quando a gente, apesar de est conectado com as pessoas e percebe que essas pessoas não estão conectadas a nós e aí a gente se desconecta com elas, nos sentimos solitários, estamos longe. Então, se nós formos ver a solidão é um sentimento. É um sentimento que nos afeta dor, nos afeta gerando tristeza dentro de nós. Ela pode ser causadas por diversos fatores. Mudanças de estilo de vida. Por exemplo, alguém muda de cidade, é um novo local, não conhece as pessoas e num determinado momento ele se sente solitário, se sente triste. Mudança de estado civil, por exemplo, tava casado, se separou, se divorciou e fica perdido. Numa situação dessa, ele se sente novamente solitário, se sente sozinho, viu que aquele momento em que ele experimentava a vida com alguém, terminou não dando certo, independente das causas que vieram a acontecer. É um sentimento que começa a aparecer na vida dele. Muitas das vezes a ausência de entes queridos, a gente fala ausência porque ninguém perde ninguém, né? Quando alguém nesse momento da existência termina desencarnando, a gente não perdeu ele. Ele só tá ausente durante um tempo. nosso querido poeta, daqui a pouco vem o nome dele, ele fala de uma analogia que quando a gente se despede de alguém no momento da morte, é como se a gente fosse pro caío do porto, colocasse essa pessoa dentro do navio e o navio partisse. A gente vê o navio indo embora, indo embora. Daqui a pouco a gente não enxerga mais o navio. A gente tá distante dessa pessoa, mas a gente sabe que ele tá dentro do navio. Ele morreu, não morreu. Ele só tá distante, tá ausente da gente. E como esse autor fala, muitas das vezes vai chegar o nosso momento de pegar o navio e encontrar esse companheiro que viajou antes na terra paraa qual ele foi, né? Ele faz a definição da morte nesse sentido. E é muito interessante quando a

s vai chegar o nosso momento de pegar o navio e encontrar esse companheiro que viajou antes na terra paraa qual ele foi, né? Ele faz a definição da morte nesse sentido. E é muito interessante quando a gente começa a encarar essa situação. Hoje em dia, quantos de nós não temos parentes que estão morando longe da gente? Pela facilidade da tecnologia, é muito tranquilo a gente pegar um celular e se fala. Mas para nós que é um pouco mais antigo, né? Lembro na época da década de 70, 80, quando meus pais moravam longe, como é que a gente se comunicava por cartas? Mandava uma carta, recebiam três semanas depois, daqui a um mês chegava a carta deles de volta, né? Era desse jeito. Hoje um filho nos Estados Unidos, a gente pega o celular em segundos tá falando com ele. Vai chegar o tempo em que essa situação vai favorecer a comunicação com os espíritos que partiram antes da gente, com outros que estão lá do outro lado. Não vamos alcançar isso possivelmente nessa existência, mas essa transcomunicação vai ser facilitada do que alguns séculos. Mas se nós formos ver, a situação é exatamente essa. A pessoa partiu, tá distante da gente e essa ausência temporária, temporária nos gera um sentimento de solidão. Quando na verdade o que é que acontece? é só temporário, problemas de relacionamento, dificuldades sociais, até mesmo fatores individuais como traumas e insegurança. Quando a gente traz esses traumas, inseguranças, nós podemos observar que a baixa autoestima, por exemplo, faz com que um indivíduo se sinta solitário, porque ele não consegue se integrar a um determinado grupo. A falta de confiança, a situação dele não conseguir nesse processo se entrosar com pessoas às vezes do trabalho. Olha só, ele está num trabalho às vezes meses, anos, e dentro do trabalho ele se sente sozinho, ele se sente preso naquela condição de não ter amigos. Ou seja, no final ele termina encontrando um vazio existencial. E a gente tem que tomar cuidado com esses sinais que começam muit das vezes a aparecer no nosso

reso naquela condição de não ter amigos. Ou seja, no final ele termina encontrando um vazio existencial. E a gente tem que tomar cuidado com esses sinais que começam muit das vezes a aparecer no nosso cotidiano. Quando a vontade, por exemplo, de socializar, a vontade de sair de casa e não sentir conectado com o mundo que a gente tá, com os lugares ou com outras pessoas que estão ao nosso redor, são sinais que aparecem com a gente. E parece estranho, mas às vezes até mesmo o fato da gente estar se conectando socialmente, isso pode estar gerando um sentimento de solidão. Como assim, né? A gente vai participar de um grupo e depois a gente vê que esse grupo não nos aceita e a gente não se sente pertencente a ele. Olha só, solidão. Isso termina sendo uma dor muito forte. Eu mesmo tenho um garoto que eu atendo no consultório, 18 anos, já tá 2 anos com a gente, e ele vive com a sua família em solidão. Toda semana a gente conversa, troca ideias, por vários momentos já passou a ideia dele partir desse mundo por conta do senso de não pertencimento. Ele dentro de casa junto com a família e a família não o inclui e ele se sente solitário. Família não o apoia e ele se sente solitário. Essa ausência de sentido de pertencimento, talvez seja uma das coisas mais fortes que nos dias de hoje esteja acontecendo. Então, a solidão ela termina sendo nos dias atuais uma epidemia, uma epidemia silenciosa que às vezes a gente não trata, não considera, mas ela está aí. É uma epidemia que praticamente numa, eu lembro de uma palestra do nosso querido Edivaldo lá no Paraná, ele falando que mais de 6 bilhões de pessoas nesse mundo se sentem solitárias. Nas pesquisas americanas chega a indicar que metade da população dos Estados Unidos tem a sensação, tem um sentimento de solidão invadindo no seu ser. E se nós formos ver nessa pesquisa, eles colocam que uma a cada quatro pessoas raramente ou nunca se sente que tem pessoas que o entendem. Olha só, 25% da população no contato que tem com as pessoas fala assim: "Ninguém me

ssa pesquisa, eles colocam que uma a cada quatro pessoas raramente ou nunca se sente que tem pessoas que o entendem. Olha só, 25% da população no contato que tem com as pessoas fala assim: "Ninguém me entende, esse não me entende. Sentimento de solidão." Duas a cada cinco pessoas sente que os seus relacionamentos não são significativos ou eles estão isolados vivendo com outras pessoas. E se nós formos ver quando a gente fala assim que o sentimento de solidão não é o indivíduo estar sozinho, mas ele se sentir sozinho. Nós temos casais que convivem, estão juntos e são duas pessoas solitárias. Ambas sentem a solidão dentro do lar. Mas como assim? Hum. Dentro de casa, duas pessoas vivendo juntas, casadas. solitárias. Uma, a cada 25 pessoas, a cada cinco pessoas, ou seja, 20% da população, ã, nunca sente que tem pessoas próximas que possam ouvi-las. Olha só, uma a cada cinco pessoas. É um número muito grande isso. Nós formos ver quantas pessoas a gente conhece, quantas pessoas podem estar nessa situação em que tem um convívio com a gente internamente, talvez até mesmo alguém daqui desse nosso grupo possa estar tendo isso. Fal assim: "Eu não tenho com quem conversar, não tenho com quem trocar ideias". Então, de acordo com essa pesquisa, quem mais sente solidão, né, na atualidade é a geração Z. O que que é a geração Z? São as pessoas nascidas a partir do ano de 1990. Então, aí é um grupo que tá, vamos estar colocando aí entre os seus 16 e 25 anos. coincidentemente, coincidentemente é o grupo que mais acomete a proposta de suicídio, né? Ou seja, é uma coisa que liga a outra. o fato do indivíduo se sentir solitário, o fato dele se encontrar numa situação em que ele não vê que pertence a um determinado grupo, o fato dele tá tendo pessoas que não escuta, que não percebe, que não o vê, termina fazendo que muit das vezes essas pessoas no momento de desespero, procure a solução que não é solução. E o outro grupo nessa fase são os nossos companheiros acima dos 60 anos, né, que são as duas fases em que

que muit das vezes essas pessoas no momento de desespero, procure a solução que não é solução. E o outro grupo nessa fase são os nossos companheiros acima dos 60 anos, né, que são as duas fases em que nos dias atuais terminam se sentindo mais solidão na atualidade hoje. E aí também, infelizmente, nós temos esse grupo aumentando o percentual de irmãos a partir dos 60, 65, 70 anos. que não vem mais sentido na vida. infelizmente também buscam a proposta de exterminar sua existência nesse processo de solidão. Se a gente se identifica com essa situação, é possível que a gente se sinta mais solitário do que normalmente a gente possa est se vendo. E embora parece preocupante, o que a gente tem que estar fazendo é o quê? é buscar ajuda. Buscar ajuda, buscar ajuda com especialistas profissionais, às vezes um terapeuta, às vezes um médico voltado à psiquiatria, porque é quem trabalha com a saúde mental. A casa espírita vai estar ajudando nesse sentido. Para quem não é espírita, pode estar pedindo a ajuda do padre, do pastor, né? Mas nessas horas, uma coisa que é muito importante, às vezes a gente não consegue resolver as nossas situações sozinhos. A gente tem que baixar a nossa cabeça paraa humildade e pedir ajuda. E pedir ajuda mesmo. E é interessante notar que pessoas que se envolvem em interações mais significativas e termina atuando no seu dia a dia em outros grupos, elas terminam não se sentindo solitárias. E aí vem uma das coisas muito interessante que diz o nosso querido Divaldo Franco. Ele tinha essa frase muito bacana, né? Quem é solidário não é solitário, né? Era uma frase que o nosso querido Divaldo tinha muito claro. E por que que ele falava isso? Porque às vezes a nossa solidão nos faz que a gente se isole. E nesse momento de isolamento, vamos procurar ajudar. Ah, mas eu não tô com vontade. Se esforce, brigue com você mesmo, né? E aí entra uma das situações que o nosso querido Emanuel no livro Pensamento e Vida nos coloca que essa talvez tem que ser uma das nossas mais

ão tô com vontade. Se esforce, brigue com você mesmo, né? E aí entra uma das situações que o nosso querido Emanuel no livro Pensamento e Vida nos coloca que essa talvez tem que ser uma das nossas mais fortes eh ideias nesse mundo. É tá diminuindo os nossos desejos e aumentando a nossa vontade. Para alguns vamos ficar, mas desejo e vontade não é a mesma coisa não. O que é que é o desejo? O desejo é uma coisa que aparece dentro de nós e a gente não controla. Eu estou com desejo agora de ficar em casa, de não fazer nada. Isso é desejo, né? Mas isso é o que a gente gostaria de verdade. Se você perguntar, falou assim: "Não, eu não queria isso, mas é o que eu desejo fazer. Eu não quero sair de casa. Se apertar a pessoa, ela mesmo identificar, não, que eu gostaria era de estar lá fora, me divertindo, ajudando alguém, mas esse é o que eu gostaria. Mas o que eu desejo é ficar aqui. Não mexe comigo, não. Olha só o desejo e o que ele gostaria. Emanuel nos fala no pensamento e vida que a gente tem que colocar a nossa vontade acima de todas as nossas coisas na vida. E o que é que ele tá dizendo com essa vontade? A gente tem que ter a vontade de crescer, de evoluir, de aprender. E nessas horas a gente vai estar olhando assim pro desejo e fala assim: "Não, não, não vou atender o meu desejo, vou atender o que eu realmente preciso." E em vez do que estamos com o desejo, eh, o que é que eu preciso? Traga isso para agora e vá devagarzinho. Vai devagarzinho. Por isso que o nosso querido Divaldo, em lembrança a ele, nos coloca essa proposta. Seja solidário. Seja solidário, por mais difícil que seja a situação, busque ajudar a outra pessoa. E na hora que a gente ajuda o outro, a gente tá se ajudando, né? Então, quem é solidário não é solitário. É um trocadilho que ele fazia. E também a gente precisa encontrar uma coisa que é muito interessante, né, que é o equilíbrio. Equilíbrio entre sono, trabalho, socialização com amigos, família e tempo para cada um. equilíbrio. As pesquisas demonstram isso

a encontrar uma coisa que é muito interessante, né, que é o equilíbrio. Equilíbrio entre sono, trabalho, socialização com amigos, família e tempo para cada um. equilíbrio. As pesquisas demonstram isso porque na hora em que a gente não tem um equilíbrio entre esses cinco pontos, vamos falar assim: "Ah, eu preciso disso aqui, tá? Então deixa eu aumentar aqui o meu sono." Aí a pessoa dorme demais. Daqui a pouco ele tá sentindo novamente solitário, né? Deixa, não, não, não. Deixa eu aqui me dedicar exclusivamente ao trabalho também não, né? porque ele não vai ter socialização, ele não vai ter eh momentos para ele mesmo. Então, as pessoas que estão nesse momento se sentindo em solidão, lembrando, a solidão é um sentimento, é um sentimento individual que cada um sente, tá? A gente vai ter que tá buscando um equilíbrio no nosso cotidiano entre dormirmos bem, o nosso trabalho, os nossos amigos, a nossa família. e tempo para você. Na hora que a gente consegue estabelecer esse cruzamento, esse equilíbrio, a gente termina eh deixando uma situação boa dentro de nós e vagarosamente essa proposta que nos invade de nos sentirmos sozinho, ela começa a assumir. Por isso, a vontade tem que ser mais forte do que o desejo. A vontade tem que ser mais forte. Mas há uma outra espécie de solidão que o nosso querido Emanuel, no livro que a gente pegou hoje de base, Fonte Viva, lição número 70, intitulada inclusive solidão, nos fala que não é uma solidão negativa. Ué, como assim, né? Porque o que a gente abordou até agora é um sentimento que nos coloca muito ruim. As causas que geraram esse sentimento são umas causas negativas. Falta baixa autoestima, né? falta de confiança, muit das vezes o próprio processo depressivo, a ansiedade termina nos colocando nessa condição de solidão. Mas Emanuel nos traz que, apesar dessa solidão no gerar dor, no gerar tristeza, ela é diferente da outra, porque as causas dela são positivas. Alguém vai falar assim: "Como assim, né? Que história é essa de uma solidão ter causa

esar dessa solidão no gerar dor, no gerar tristeza, ela é diferente da outra, porque as causas dela são positivas. Alguém vai falar assim: "Como assim, né? Que história é essa de uma solidão ter causa positiva? Vamos lá. Quando a gente se separa do nosso passado e às vezes não é do nosso passado de vidas anteriores, não, vamos pegar aqui o nosso passado dessa própria existência, em que a gente eh tem contato, vamos pegar aqui às vezes com o nosso grupo de trabalho em que toda sexta-feira existia o chamado momento do grupo da cerveja, né? quem nunca, né, enfrentou essa situação no seu ambiente de trabalho que os amigos falam assim: "Opa, chegou sexta-feira, vamos todo mundo aqui se divertir". Hã, num determinado momento da história nossa, é muito possível que a gente tenha participado disso aí. E quando a gente participa desse grupo, isso nos dá prazer? Por que sim? Isso nos gera alegria? Não tenha dúvida, porque você tá ali se divertindo com seus amigos, brincando com os colegas de trabalho, né? Mas num determinado momento da sua vida, você conhece, por exemplo, por exemplo, a doutrina espírita e começa a compreender que aquele momento da sexta-feira da alegria com os amigos é um momento tão vazio, tão sem sentido, né? Você gasta dinheiro, você chega em casa bêbado, no outro dia tá passando mal. Hum. E ao compreender um pouco toda essa situação, inclusive que naquele determinado momento de você com os amigos no bar, termina vendo que as companhias espirituais que estão compartilhando aquele momento não é uma companhia espiritual tão positiva, tão elevada. Inclusive deles são daqueles que chega assim na sexta tarde assim: "É, Marco, é hoje, né? Ó, se alegre que você vai encontrar seus amigos, né? Eles incentivando você a participar daquele instante. Você começa a ter uma nova concepção. Você começa a verificar que aquele tipo de atitude já não é mais uma atitude que coaduna com o seu novo jeito de querer ser. E aí o que é que você faz? você começa a recusar o convite, você

concepção. Você começa a verificar que aquele tipo de atitude já não é mais uma atitude que coaduna com o seu novo jeito de querer ser. E aí o que é que você faz? você começa a recusar o convite, você começa a não mais participar daquelas atividades que para você no passado fazia sentido, agora não faz mais, né? E aí o que que ocorre? Aquele seu grupo do trabalho começa a te isolar, porque você agora tá diferente. Você agora não faz mais parte daquele grupo de amigos. Num determinado momento você se sente solitário dentro do trabalho, porque aquela amizade que você tinha com eles não tá existindo mais. Mas você nesse instante começa a compreender que aquilo que você tinha não é mais o que você quer. E aí você até se entristece por ter perdido, digamos, aqueles amigos. A dor daquele isolamento que os amigos vão estar te fazendo bate no coração e você novamente se sente isolado. Mas aí vem Emanuel nessa lição e nos fala que esse é um sentimento bom. E por que bom? Porque é um isolamento que você tá sentindo que vai tá fazendo você crescer. vai tá fazendo você evoluir. Diferentemente de antes que tinha dor, mas o que tava causando aquela dor era uma coisa negativa. Nesse momento, essa dor que você sente muit das vezes tá te levando para um outro patamar. Para um outro patamar. os seus amigos não compartilham mais o mesmo objetivo. E nesse momento em que a gente vai trilhar um caminho de evolução, e é interessante que a doutrina espírita nos faça isso, que a evolução é um trabalho individual, a gente faz ele de maneira solidária, mas é individual. Cada um cresce sozinho, né? Muit das vezes você tem um grupo, uma família que tá crescendo, mas cada um no seu momento, cada um no seu estilo, cada um no seu jeito. As pessoas não vão juntas, cada um vai junto. É natural que nesses instantes em que a gente comece a se melhorar, a gente muda o nosso padrão de pensamento. E mudando esse nosso padrão de pensamento, as pessoas que estavam no padrão de pensamento anterior não vão compreender o que a

a gente comece a se melhorar, a gente muda o nosso padrão de pensamento. E mudando esse nosso padrão de pensamento, as pessoas que estavam no padrão de pensamento anterior não vão compreender o que a gente tá passando agora. E aquelas nossas antigas companhias vão estranhar. E é muito interessante, às vezes a gente participando de grupos mediúnicos, recebemos companheirinhos que a gente diz os chamados obsessores, em que às vezes um outro aparece, fala assim: "Não, não, pera aí, a gente conversando, porque que ele tá com aquele outro irmão encarnado?" Eu falei assim: "Não, ele faz parte do nosso grupo e ele nos abandonou". né? E a gente quer que ele volte, ele é nosso amigo. Olha só que interessante, né? É o grupo antigo sentindo a falta dele, porque agora ele se tornou uma pessoa diferente. Ele tá querendo crescer e o grupo espiritual dele, do passado não quer que ele cresça. Não quer que ele cresça e tá ali perturbando para que ele não possa se desenvolver. Até isso às vezes acontece. Hum. E é todo um trabalho para que aquele companheiro compreenda e muitas das vezes não compreende, mas aquele outro já tá numa outra sintonia, já tá numa outra, como poderíamos dizer assim, numa outra vibe, né, em que ele não quer mais fazer parte do grupo anterior. E muit das vezes ele se sente solitário, se sente solitário porque ele ainda não chegou para encontrar o grupo dele de agora. Mas essa solidão que acontece nesse instante, é interessante a gente observar, que é uma solidão temporária, porque é uma solidão que acontece durante o processo. O processo o quê? O processo da caminhada. Porque quando ele sai de um grupo e tá querendo se tornar alguém melhor, daqui até ele chegar aqui, ele vai estar sozinho. Vai, vai, né? Mas quando ele chegar no outro patamar, ele vai encontrar pessoas que vão pensar como ele, vão coincidir com os mesmos objetivos, mas ele tem que fazer esse esforço e aguentar essa dor. Muit das vezes, como diz Emanuel, aguentar esse momento de tristeza, de

pessoas que vão pensar como ele, vão coincidir com os mesmos objetivos, mas ele tem que fazer esse esforço e aguentar essa dor. Muit das vezes, como diz Emanuel, aguentar esse momento de tristeza, de solidão, porque ele sabe que vai valer a pena. Ele sabe que isso é temporário, porque daqui a pouco as coisas melhoram. E muit das vezes, infelizmente, encontramos companheiros que começam o processo e não aguentam esse momento de solidão e voltam atrás, caem novamente. Por quê? porque não compreendem que essa solidão é uma solidão positiva. E por isso é importante a gente ter nesse momento a visão de que existe uma solidão com causas negativas, que foram aquelas que a gente colocou anteriormente, trazidas por uma sensação de baixa autoestima, de depressão, de ansiedade, né? Existe uma solidão com causas positivas que vão estar fazendo com que a gente saia de um patamar e evolua. Mas apesar disso, essa segunda solidão também nos causa dor. Essa segunda solidão também nos gera tristeza e que a gente tem que compreender que isso faz parte da vida. Vamos estar recordando de Jesus quando ele esteve conosco. Ele falou assim: "Nesse mundo tereis aflição, né? Olha só que interessante. Em nenhum momento Jesus falou que o mundo seria tranquilo, que teríamos tranquilidade, que teríamos paz para fazer as nossas coisas. Não, não, não, né? O que ele nos falou é que teríamos aflição e que essas aflições seriam vencidas se a gente persistisse no processo. E aí é estranho a gente dizer, né, André Luiz no livro Sinal Verde tem uma fala dele que é muito interessante. Ele falou assim: "Resolveu um problema, prepare-se porque o próximo tá vindo, né? Olha só que interessante, né? resolver um problema, prepare-se, porque o próximo vai vir. E a gente às vezes acha que resolver, ah, tá tranquilo. Não, quando a gente resolve um problema, a gente passa de ano, né? Quando a gente passa de ano, o que é que vai acontecer? O problema do ano seguinte é mais difícil, né? Porque o problema do ano anterior deu base pra

nte resolve um problema, a gente passa de ano, né? Quando a gente passa de ano, o que é que vai acontecer? O problema do ano seguinte é mais difícil, né? Porque o problema do ano anterior deu base pra gente fazer o próximo. E a vida é assim, a vida é desse jeito. A terra é uma escola em que a gente a cada momento é como se tivéssemos uma escola mesmo. Primeiro ano, tem um monte de aprendizado que a gente precisa fazer. Quando a gente não passa nas provas do aprendizado do primeiro ano, o que é que acontece? A gente é reprovado, não é verdade? Quando a gente é reprovado, a gente tem que passar por todo aquele aprendizado, fazer as provas de novo. Só que quando a gente é reprovado é uma expiação, porque a gente vai ter que repetir um ano que talvez não fosse necessário. Então você repetir a experiência é uma expiação. Você vai precisar de expiação? Não se passar nas provas direitinho. Quando a gente não passa nas provas, a expiação tem que acontecer, porque a gente volta atrás para passar por aquilo de novo. Então a gente pode est vendo o processo de expiação muito nessa analogia, muito nessa analogia mesmo. Então ó, passou de ano, passamos pro segundo. Pro segundo ano, nós vamos precisar do conhecimento do primeiro ano e novas coisas que vão acontecer no segundo. Vai chegar a prova para ver se a gente aprendeu. Se você aprendeu, passa pro terceiro. Pro terceiro ano, a gente precisa do conhecimento do primeiro, do segundo e os novos que vão aparecer no terceiro. A vida é desse jeito. A vida é assim. Então, o que é que a vida nos faz? nos dão problemas, problemas pra gente resolver. E quando esses problemas acontecem, fortalece o nosso ser. A gente, ó, tá avançando o nosso nível. E nessa escola, às vezes, pra gente estudar, a gente tem que se isolar. Tem que se isolar. É um trabalho individual. Tiro é seu. E às vezes a gente está isolado para estudar. Dói porque a gente não tá lá com o grupo jogando bola. A gente não tá lá com o grupo tomando cerveja. A gente tá estudando e às vezes o nosso desejo era

. E às vezes a gente está isolado para estudar. Dói porque a gente não tá lá com o grupo jogando bola. A gente não tá lá com o grupo tomando cerveja. A gente tá estudando e às vezes o nosso desejo era estar lá. E dói porque a gente não está atendendo o nosso desejo. Vejam só que interessante, dói porque o nosso desejo é estar com os outros nessa hora, mas a gente sabe que precisa estudar para poder passar. Esse é o processo de evolução. E quando a gente não faz isso, a gente fica na cerveja, fica na bola, fica na brincadeira e não passa de ano, aí vai sofrer mais ainda. Olha só. Então, tudo é uma questão de decisão. A gente vai ter esses momentos de isolamento por uma situação de causas ruins que a gente vai buscar ou de isolamento em momentos que a gente sabe ser necessários pra gente poder crescer. É uma questão de decisão. O que é que a gente vai tá querendo, né? Emanuel nos lembra na mensagem de hoje, ele fala assim: "Em torno de ti a claridade, mas também o silêncio, né? Você tem a claridade do que do que você tá querendo, mas é um silêncio porque ninguém tá entendendo do que tá ocorrendo dentro de ti a felicidade de saber. Mas só você tá estudando, você tá crescendo, você tem essa felicidade de tá sabendo novas coisas, mas igualmente a dor de não ser compreendido por aqueles com quem você vivia. Hum. É o isoloramento, é a solidão que você sente, mas é uma solidão boa, porque você avança de nível. E essa solidão é enquanto você está avançando, porque na hora que você chegar no andar de cima, você vai encontrar pessoas lá que vão estar no mesmo patamar que você. Então é crescer ou renascer é doloroso. É doloroso, né? Manuel nos fala do pássaro que para vir para essa vida solitariamente ele tem que fazer todo um esforço para quebrar a casca do ovo. A semente para se tornar numa árvore, ela teve que descortinar a terra e ir para um caminho desconhecido. Mas foi um esforço solitário e que valeu a pena depois nos fala Emanuel. Então ele coloca muito claro, não espere

ornar numa árvore, ela teve que descortinar a terra e ir para um caminho desconhecido. Mas foi um esforço solitário e que valeu a pena depois nos fala Emanuel. Então ele coloca muito claro, não espere pelos outros na massa do sacrifício e do adiantamento, do engrandecimento. Porque muit das vezes a gente para, fala assim: "Não, fulano não quer crescer, então ainda vou ficar aqui com ele". E você fica o quê? Na turma do futebol. Não tô querendo dizer com isso que a gente não pode jogar futebol, né? Não tô querendo dizer com isso que você não pode ter seus momentos com seus amigos de diversão. Pode, lógico que pode, mas às vezes aquilo é uma coisa vazia. E você pode ter tudo isso de uma maneira mais sensata, mais equilibrada, que te engrandece e não simplesmente te segura nesse patamar do dia de hoje. Então a solidão pode ser vista nesse sentido, numa visão espírita, como uma oportunidade de engradecimento, uma oportunidade de conexão espiritual com aquilo que você deve se tornar. Olha só que interessante, né? com aquilo que você deve se tornar. Então, esses momentos de solidão, eles têm que existir na nossa existência. Ele faz parte do nosso processo evolutivo e não é um isolamento negativo, é um momento de solidão, sim, mas é um isolamento positivo que terás bom fruto. E na hora em que a gente absorve essa proposta dos bons frutos, é uma solidão que vai tá tendo dor dentro da gente, mas não vai ter sofrimento. E por que não tem sofrimento? Aí vem o nosso querido Emanuel novamente nos falar da diferença entre dor e sofrimento. Dor todos nós vamos ter nesse mundo. Dor todos nós vamos ter. Mas o sofrimento é uma questão de como você encara essa dor. Como você encara essa dor? Ah, eu estou com câncer, né? OK. Como é que você tá encarando o câncer que chegou até você? né? É possível você ter doitos diante disso. É, mas a maneira que você vai estar enxergando esse momento é o que vai fazer você sofrer ou não. Eu lembro de um paciente que eu tinha que ele, por exemplo, ele não

ível você ter doitos diante disso. É, mas a maneira que você vai estar enxergando esse momento é o que vai fazer você sofrer ou não. Eu lembro de um paciente que eu tinha que ele, por exemplo, ele não gostava de anestesia quando ia em dentista. Por quê? Porque ele normalmente ia dentista no início do dia, depois ele tinha uma série de reuniões, ele não gostava da reunião de chegar toda enchada, né? Não conseguindo falar. Então ele não, não, não quero anestesia. Ele inclusive já fez tratamento de canal sem anestesia. Ele controlava aquela dor com tranquilidade. Com tranquilidade. Ele recorda que uma vez a dentista mexeu nele quando tá fazendo esse tratamento. Fulano não tá doendo ele tá e muito. Não quer anestesia? Ele falou: "Não, não. Eu prefiro esses 10, 15 minutos de dor do que depois a sensação até o final da tarde com a boca horrível, inchada, né? Então ele não sofria com a dor. Olha só que interessante. Ele não sofria. Não sofria. Ele sentia dor, sentia. Sofria com isso e não sofria. Você vai ter pessoas que sem ter dor, só em pensar de no dentista, ai meu Deus do céu, já se apavora, né? já começa a sofrer. Já começa a sofrer. Então, a dor termina sendo muito mais uma maneira de você tá encarando. Médio, ó, o sofrimento termina sendo muito mais a maneira que você encara as coisas que acontecem contigo do que aquilo que tá acontecendo contigo. Por isso que Emanuel nos faz essa diferença entre dor e sofrimento. E nessa situação do isolamento que vai dar resultados positivos, é o que ele fala assim: "Você terá dor sozinho. Mas não sofra, porque lá na frente você vai ver a felicidade desse momento de solidão. Essa escolha da solidão foi feita para a tua evolução, não é verdade? E nos dias de hoje nós ainda encontramos uma outra situação que às vezes as pessoas se confundem a solidão, porque nós estamos vendo aqui que a solidão ela vai existir. Mas nos termos atuais existe uma outra palavra que é chamada solitude. Já ouviram falar, né? A solitude é uma solidão provocada e querida pela

que nós estamos vendo aqui que a solidão ela vai existir. Mas nos termos atuais existe uma outra palavra que é chamada solitude. Já ouviram falar, né? A solitude é uma solidão provocada e querida pela pessoa. Mas com qual o objetivo? É a tranquilidade dele se encontrar sozinho. É dele estar sozinho, mas feliz. E ele opta por aquilo e é a escolha consciente. É uma escolha consciente. Se nós formos ver no outro momento, não foi uma escolha consciente da solidão. Ah, foi uma escolha consciente de elevar o patamar dele. sentiu ruim com isso no no sentido da solidão que vai estar existindo, mas o que ele quer é evoluir, é aprender, é estar num outro patamar, é passar de ano. Neste outro caso, não. A pessoa escolhe conscientemente fazer um processo de solidão. E aí a gente fala que é a solitude. E o que é que é essa solitude? Vamos pegar aqui, por exemplo, aquele momento em que a gente vê do nosso querido Jesus 40 dias no deserto, né? Independente do que diz ali. Ou o nosso querido Paulo de Tarso, quando passou pelo processo de transformação, transformação dele, ele se isolou do mundo, né? Ele também foi pro deserto para poder o quê? trabalhar dentro dele o que ele precisava fazer. foi uma escolha consciente com objetivo de introspecção, com o objetivo de fazer uma análise pessoal, com objetivo de crescimento e que muit das vezes a gente não provoca esses instantes de solidão que vai ser caracterizado como essa chamada solitude no nosso dia a dia. Exemplos muito simples. A gente não precisa tá indo para os 40 dias no deserto, né? Aos anos que Paulo de Tarso passou também nessa situação, mas a gente pode ter momentos de solitude provocadas individualmente no nosso cotidiano. Quem de nós tem, por exemplo, momentos sozinhos diariamente para fazer meditação e oração em que você se isola. dentro do seu lar, né? E vai est naquele instante pensando sobre sua vida, pensando sobre o que você quer, entrando em contato com o plano mais alto da vida, acionando Deus para est te ajudando, agradecendo a Deus as dores

E vai est naquele instante pensando sobre sua vida, pensando sobre o que você quer, entrando em contato com o plano mais alto da vida, acionando Deus para est te ajudando, agradecendo a Deus as dores que você tá tendo, porque aquilo vai est querendo te ensinar alguma coisa. É um momento de solitude. Então essa solitude ela não precisa ser gerada pra gente estar passando dias ou meses sozinhos. A gente pode estar no nosso cotidiano separando momentos para estarmos só conosco mesmo, em que aquele instante a companhia será você. E às vezes isso é tão difícil, né? A gente tá sozinho conosco mesmo, mas é uma coisa que a gente precisa iniciar no nosso cotidiano. Para quem ainda não faz, pense nisso. É, tá gerando essa situação, porque ao contrário da solidão que vai haver uma certa dor, esse momento da solitude vai est gerando é felicidade. Pode ser que num primeiro momento pra gente ainda não está acostumado, estranhe, mas os resultados vão ser muito bons. Em que a gente se organiza naquele momento da nossa existência de estarmos conosco para pensar em nós. Lembrando, quando a gente fala do pensar em nós, não é pensar nossos desejos, mas pensar no que a gente precisa fazer para crescer. O meu querido pastorino, né, Luiz Carlos Torre, pastorino, que todo mundo conhece por aquele livrinho Minuto de Sabedoria, quando ele dava aura no grupo da fraternidade espírita ir Rimão Estevão, né, Bassolino foi espírita, né, ele encontrou o espiritismo ao final da sua existência, né, porque ele foi padre na Igreja Católica, foi pastor evangélico. Aí chegou um determinado momento que ele encontrou o espiritismo, falou: "Era isso que eu estava buscando, né? E se tornou espírita de doutrina espírita lá no irmão Estevão e fez um trabalho lindo, né? Quem não conhece, ele tem uma coleção sabedoria do evangelho. Estamos inclusive para est republicando, né? São nove que existe existentes e mais cinco que ainda são inéditos, né? a Federação Espírita Brasileira tá nesse processo junto com a família para tá podendo eh

os inclusive para est republicando, né? São nove que existe existentes e mais cinco que ainda são inéditos, né? a Federação Espírita Brasileira tá nesse processo junto com a família para tá podendo eh reimprimir esse material lindíssimo do Evangelho. Mas o pastor Lino nos colocava uma coisa muito interessante. Ele falava do egoísmo e do euísmo. Que história é essa, né? Eu é nós estamos aqui na década de 70 quando ele trouxe essa proposta. Ele falou assim: "O egoísmo é quando a gente tenta fazer com que os nossos desejos sejam realizados, porque a gente tá pensando no meu ego e o egoísmo que todo mundo deveria ter é quando a gente pensa na nossa necessidade individual, não é nossos desejos, é na nossa necessidade. E o que é a necessidade? Ninguém veio a esse mundo para voltar do mesmo jeito. Nós nascemos para evoluir, nós nascemos para crescer, estamos aqui para aprender. Ninguém tá aqui para sofrer, né? Às vezes a gente ouve um outro companheiro dizendo: "Ah, nesse mundo a gente tá aqui para sofrer". Não, a doutrina espírita não diz isso. Nós estamos aqui para crescer, aprender, evoluir. E lógico, dores teremos, teremos. Sofrimento, não. Sofrimento é para quem quer não entender aquelas dores que estão acontecendo, né? Então, nesse processo nosso de aprendizado, pastor falava assim: "Eu está, né? Vamos ver o que é necessário para nós, não para os nossos desejos, mas pro nosso processo de crescimento." Então, o foco tem que tá sendo realmente no nosso crescer individual. E nesse nosso crescer individual, solidão nós vamos ter, mas óbvio, sempre tendo uma vida solidária, vida solidária, nunca solitária. Hã, o nosso crescimento, ele será individual, mas a nossa vida tem que estar sempre sendo fraterna e solidária, porque o isolamento do convívio social nos gera problema também de relacionamento e de avanço espiritual. Então, nesse sentido, compreendendo essa proposta que a psicologia nos traz do isolamento, que a doutrina espírita nos traz do isolamento, ou seja, um com

bém de relacionamento e de avanço espiritual. Então, nesse sentido, compreendendo essa proposta que a psicologia nos traz do isolamento, que a doutrina espírita nos traz do isolamento, ou seja, um com causas negativas, outro com causas positivas, porque é a questão do nosso crescimento e dos dias de hoje que nos coloca da solitude. Vamos analisar como é que tá a nossa situação. Vamos ver o que que a gente tá fazendo no nosso cotidiano. Se a gente tem essa solidão que nos joga para baixo, procurem ajuda. Se a gente tem essa solidão porque a gente tá crescendo, que ótimo, né? E provoquem dentro de cada um os momentos de solitude que vai fazer com que a gente reflita e cresça também. Que Jesus nos abençoe hoje e sempre nos permitindo nesse processo evoluir. Fiquem com Deus. Muito obrigada por esses esclarecimentos e essa palestra que nos trouxe um pouco mais para próximos de nós mesmos, né, da solidariedade. E essa lembrança tão importante de que nós não viemos aqui para voltar do mesmo jeito, né? que a gente se lembre disso todos os dias de nossa vida. Eu quero lembrar que nesse exato momento está acontecendo a festa junina do nosso lar. Eu vim de lá e garanto que vale a pena. Ainda temos eh apresentações de quadrilha, forró e muita comida boa lá. Não deixem de comparecer. Ainda dá até 10 horas da noite ainda estará acontecendo a festa. E estamos aqui também na comunhão com a nossa campanha do agasalho. Então aqui do lado direito ficou almoxarifado e vamos aquecer os nossos irmãos que passam frio nesses dias que vieram e que ainda vem, né? tem uma frente fria agora lá em Santa Catarina que em poucos dias chegará até nós e muitos dos nossos irmãos eh sentirão muito mais do que nós esse frigo. Aqui na comunhão nós atendemos a 200 famílias, 40 pessoas eh em situação de rua por semana e todos eles recebem nossa atenção e nossos donativos com o auxílio de todos os que estão conosco. Então, contamos também com o auxílio de todos e vamos mais uma vez elevar o nosso pensamento, manter os nossos

les recebem nossa atenção e nossos donativos com o auxílio de todos os que estão conosco. Então, contamos também com o auxílio de todos e vamos mais uma vez elevar o nosso pensamento, manter os nossos pensamentos elevados em Deus, nosso pai, agradecendo por essa oportunidade mais uma vez de estarmos aqui, de escolhermos estarmos aqui para aprender um pouco mais, refletir um pouco mais sobre a vida e trazer essas dimensões tão importantes do nosso ser, a nossa lembrança. e as nossas vivências que sirvam de inspiração para o dia, paraa semana, paraa nossa vida, para que nos lembremos de sintonizar com essas esses ensinamentos tão preciosos da nossa vida, sintonizar com o nosso eu que busca melhorar, que busca crescer, que precisa atender as necessidades, sobretudo as necessidades do nosso espírito. As necessidades do corpo são importantes e as do espírito complementam e superam para que a gente possa dar o salto necessário rumo à nossa felicidade, à nossa perfeição. Lembramos daqueles irmãos que desistiram momentaneamente das suas lutas, das suas batalhas, mas que continuam imersos na vida, imersos no amor. Que chegue até eles a luz. Que chegue até eles esse amor tão precioso dos nossos mentores, que nos somemos a esse amor, fazendo com que essa luz chegue até os cantinhos mais escuros e mais frios de cada coração. que Maria com toda a sua equipe consigam com seu manto abarcar e acolher, levando amor, levando calor, levando luz e colo para todos aqueles que sofrem, que padecem e que sentem o frio da alma. Que o amor aqueça cada coração e resgate aqueles que ainda se encontram nas profundezas da solidão. Que Jesus esteja conosco. Que ele nos contamine com essa vida tão preciosa e tão bela, que ele nos traga e nos inspire com seu amor e com a sua sabedoria para que nós possamos encontrar o nosso caminho de uma vida plena, uma vida feliz e um rumo ascendente até a felicidade com Deus, até sermos um com Deus. Que assim seja, graças a Deus. Um ótimo domingo a todos, um ótimo

os encontrar o nosso caminho de uma vida plena, uma vida feliz e um rumo ascendente até a felicidade com Deus, até sermos um com Deus. Que assim seja, graças a Deus. Um ótimo domingo a todos, um ótimo finalzinho de domingo, uma ótima semana e um grande abraço. Até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada

alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados