SOFRIMENTOS OCULTOS - Claudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/10/2025 (há 5 meses) 58:56 456 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa noite, amigos, amigas, a todos que estão aqui no salão Dra. Bezerra de Menezes. A todos que nos acompanham pelas redes sociais, meu nome é Cláudia Piva. A gente vai fazer a palestra hoje cobrindo aí o palestrante da noite ou a palestrante, eu nem sei quem que era, porque teve um problema de saúde, né? A gente sabe que aqui em Brasília, no DF, de forma geral, tá tendo muita gripe e COVID também. Então, estamos aí para fazer a palestra da noite. Vamos falar hoje sobre sofrimentos ocultos, mas antes nós vamos ler a lição eh A melancolia do capítulo 5, bem-aventurados aflitos do Evangelho Segundo Espiritismo. É o item 25 do capítulo 5º. Sabeis porque às vezes uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações e vos leva a considerar amarga vida? é que vosso espírito, aspirando a felicidade e a liberdade se esgota jungido ao corpo que lhe serve de prisão em vãos esforços para sair dele. Reconhecendo inúteis esses esforços, cai no desânimo e como o corpo lhe sofre a influência, toma-vos a lacidão, o abatimento, uma espécie de apatia, e vos julgais infelizes. Crede-me, resisti com energia a essas impressões que vos enfraquecem à vontade. São inatas no espírito de todos os homens as aspirações por uma vida melhor, mas não as busqueis neste mundo. E agora, quando Deus vos envia os espíritos que lhe pertencem para vos instruírem acerca da felicidade que ele vos reserva, aguardai pacientemente o anjo da libertação para vos ajudar a romper os liames que vos mantém cativo o espírito. Lembrai-vos de que durante o vosso degredo na terra tendes de desempenhar uma missão de que não suspeitais, quer dedicando-vos a vossa família, quer cumprindo as diversas obrigações que Deus vos confiou. Se no curso desse degredo provação da nossa vida aqui na Terra, exonerando-vos dos vossos encargos, sobre vós desabarem os cuidados, as inquietações e tribulações, sede fortes e corajosos para os suportar. Afrontai os resolutos, duram pouco, e vos conduzirão à companhia dos

-vos dos vossos encargos, sobre vós desabarem os cuidados, as inquietações e tribulações, sede fortes e corajosos para os suportar. Afrontai os resolutos, duram pouco, e vos conduzirão à companhia dos amigos por quem chorais, e que jubilosos, por ver-vos de novo entre eles, vos estenderão os braços, a fim de guiar-vos a uma região inacessível às aflições da terra. é pelo espírito François de Genev. Eh, essa psicografia foi dada em Bordô, na França. Então, vamos fazer a nossa prece inicial, agradecendo a Deus as bênçãos, as dádivas que recebemos, o dom da vida, aqueles desencarnados que aqui se encontram, a oportunidade de recebermos esclarecimentos e reflexões sobre o evangelho do nosso mestre Jesus. Amado e querido mestre, nesse momento de paz, onde há tanta dor, onde há tanta treva, onde há tanto sofrimento, nós te agradecemos por aqui estarmos refletindo sobre teu evangelho. Guia-nos, orienta-nos, abençoa a todos nós e que possamos sair daqui melhores do que quando aqui chegamos, em teu santo nome, Jesus. Em nome do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, dirigente espiritual da comunhão espírita de Brasília, te pedimos permissão para iniciarmos a palestra da noite de hoje, dizendo graças a Deus e graças, Jesus. Então, vamos falar, meus queridos, sobre sofrimentos ocultos. E a gente já viu aqui um pouquinho no Evangelho Segundo Espiritismo, ele fala de melancolia, desse sofrimento oculto que às vezes a gente traz uma tristeza, decepções. E vamos dividir então o assunto em duas partes, né, no que que se caracteriza como um sofrimento oculto e como enfrentar esses sofrimentos que muitas vezes não transparecem, que muitas vezes ninguém vê ou que muitas vezes quando alguém percebe ainda nos julga, nos critica, falando que somos fracos, que aquilo não é problema. Então, aqui na Terra nós temos diversos sofrimentos ocultos. Alguns, alguns são explícitos, mas em maior ou menor grau todos nós trazemos sofrimentos que estão lá dentro de nós. Às vezes, eh, temos até vergonha

i na Terra nós temos diversos sofrimentos ocultos. Alguns, alguns são explícitos, mas em maior ou menor grau todos nós trazemos sofrimentos que estão lá dentro de nós. Às vezes, eh, temos até vergonha de falar que sofremos com aquilo, né? Mas a par desses sofrimentos mais evidentes que às vezes sabemos, temos provações e expiações bem graves aqui na Terra, né? Nós temos pessoas hoje mesmo no mundo, obviamente aquelas pessoas que estão enfrentando situações de guerra, situações de pobreza extrema, situações de deformidades orgânicas irreversíveis. É claro que esses infortúnios e esses padecimentos são enquadrados como expiações, ou seja, são questões realmente de amplo sofrimento e que aquelas pessoas em que pesem. Nós sabemos que a doutrina espírita nos explica que quem passa pelo sofrimento tem capacidade de enfrentá-los, ou seja, não carregamos a cruz mais pesada do do que o peso que conseguimos carregar. Sabemos e nem por isso desvalorizamos o quão grave é esse sofrimento. Mas nós vamos falar um pouco sobre aquelas mazelas que a gente traz, aqueles sofrimentos e que muitas vezes nem a gente se apercebe, que muitas vezes traz a nossa alma ali em carne viva, mas a gente às vezes fica temporadas, períodos, agressivo, triste, depressivo e a gente não tem a causa, não sabe a causa, não é mesmo? Às vezes a gente não se apercebe do que que da da qual que é a origem daquele sofrimento, mas não é por a gente não identificar fonte dessa aflição que aquilo não nos aflige. Não é por a gente não identificar quantas vezes e a gente conversa às vezes com algumas pessoas e nós mesmos eventualmente de vez em quando sentimos que estamos parece assim infelizes e a gente diz: "Mas eu não tenho motivo para ser infeliz. Eu não tenho motivo para estar com essa tristeza. Eu não tenho motivos assim maiores quando, principalmente quando a gente se compara com outras pessoas, mas tá ali aquele espinho cravado e quando a gente não sabe a causa, a gente não consegue buscar uma solução, né?

vos assim maiores quando, principalmente quando a gente se compara com outras pessoas, mas tá ali aquele espinho cravado e quando a gente não sabe a causa, a gente não consegue buscar uma solução, né? Então a gente acaba aumentando às vezes esse sofrimento e nos talvez muitas vezes caindo para algumas doenças mentais que estão aí em grande número, doenças eh psicossomáticas ou psíquicas mesmo, como a depressão e aquelas todas aquelas síndromes psíquicas que vêm e que realmente nos tiram muitas vezes da convivência em sociedade. Então, nós vamos exemplificar um pouco para melhor identificar esses sofrimentos ocultos, seja em nós mesmos, seja no nosso próximo, alguém que esteja próximo de nós, que às vezes nos procura, um familiar que às vezes passa por esses processos de dor profunda e que nós não conseguimos compreender, mas quem sabe a gente consiga aprender um pouco daquele sofrimento e conseguimos auxiliar essa pessoa ou nós mesmos, né, conseguimos nos auxiliar a identificar essa dor. um exemplo desses, né? E eu faço um convite aqui pra gente buscar na memória se nós não sejamos eventualmente essas vítimas, mas algum familiar, algum amigo, alguém que lá no passado talvez a gente viu passando por uma situação assim, trazer o exemplo de uma pessoa, por exemplo, eh muito agressiva, às vezes adolescentes, né, filhos, eh parentes ou amigos ou pessoas até que estão sempre malumoradas, né, a gente não entende porque aquela pessoa tá sempre malumorada, com oscilações sensíveis de humor, que aí pode realmente, né, descambar, por exemplo, para alguma síndrome depois identificada e devendo realmente ser tratada, né, de acordo com a psiquiatria e a psicologia terrenas. Então, esses essas pessoas às vezes que a gente pode estar lembrando aqui nesse exercício breve que a gente tá fazendo constelações sensíveis de humor e que eh acabam refletindo em relacionamentos complexos, relacionamentos de amizade quando mantém relacionamentos eh com os seus parentes, relacionamentos no

tá fazendo constelações sensíveis de humor e que eh acabam refletindo em relacionamentos complexos, relacionamentos de amizade quando mantém relacionamentos eh com os seus parentes, relacionamentos no trabalho complexos e difíceis, às vezes tendo que se ausentar, né, do trabalho. não conseguindo ter uma vida social. Pensemos e nesse tipo de pessoa. Então, esse tipo de sofrimento é um sofrimento ainda caracterizado como oculto. Ainda caracterizado como oculto. Porque ainda trazemos às vezes preconceitos nossos mesmos para admitirmos este tipo de dificuldade, este tipo de eh sofrimento. Às vezes não conseguimos expressar isso, como nós estávamos falando aqui no início, não conseguimos colocar para fora. A gente mal consegue identificar a causa daquilo ali ou mal consegue identificar que realmente trazemos sofrimentos para aqueles com quem nós nos relacionamos. Não conseguimos identificar que por sofrer fazemos o outro sofrer. Fazemos aquelas pessoas que amamos sofrer e transformamos às vezes diálogos em ofensas. Eh, relacionamentos passam a ser eh passam a ter os diálogos passam a ter críticas severas, alegrias são poucas. e nos transformamos ou vemos essa pessoa que a gente tá aqui fazendo esse exercício para pensar em alguém assim, é uma pessoa que traz assim que ninguém gosta de de convidar para algum evento social ou para algum evento familiar, né? Às vezes a gente vai fazer alguma reunião familiar e não quer convidar aquele parente, aquele aquela aquele amigo, porque aquela pessoa só traz notícia ruim ou só traz consegue trazer a desarmonia. Esse tipo de pessoa, às vezes, ela não consegue enxergar de forma consciente, como a gente tá falando, é um sofrimento oculto que ela traz e isso está lá escondido para ela. É só que o que o Evangelho segundo espiritismo, evangelho de Jesus nos mostra é que essas oscilações de humor ou esse constante mau humor e azedume que transborda aí para essa agressividade, não ainda atingindo as doenças psicológicas aqui que terão que ser

de Jesus nos mostra é que essas oscilações de humor ou esse constante mau humor e azedume que transborda aí para essa agressividade, não ainda atingindo as doenças psicológicas aqui que terão que ser tratadas sim e não deveríamos ter esse preconceito, é porque pode nascer, né, aí de diversos conflitos que essa pessoa traz às vezes desde da infância, dores que essa pessoa traz. Por isso, a psicologia é bastante importante para que isso emerja do seu subconsciente, para que isso transborde, para que isso venha numa forma de catar-se e se eh se torne palpável esse sofrimento, essa essa essa dor interna, né, esses esse conflito interno que vai transparecer aí nesse exemplo que a gente tá dando em agressividade. Outro exemplo, insegurança diante das diversas situações, pessoas muito inseguras, pessoas que têm diversos complexos de inferioridade, pessoas que têm medo, muito medo de tudo, não tem eh coragem para os enfrentamentos da vida, pessoas extremamente pessoas extremamente desconfiadas, pessoas que carregam culpas diversas. Então, às vezes, a pessoa não consegue ter momentos de alegria porque carrega esse sentimento de culpa. Eh, pessoas que são muito sensíveis. Então, às vezes a gente tá aqui numa palestra falando pro público e a pessoa ela se ofende achando que aquilo é para ela especificamente, porque ela traz aí esses complexos, esses traumas e acaba então levando para o lado negativo. São essas dores, meus queridos, dores ocultas que nós, aqueles espinhos que estão cravados na nossa alma e que o evangelho traz para nós, que nós devemos identificá-los para conseguir solucioná-los, solucionar essas dores, solucionar esses problemas. essa dor, nós não temos como aquilatar o tamanho dessa dor. E quando nós vemos muitas vezes espíritos que desencarnam e se comunicam nas nossas reuniões mediúnicas, aí o sofrimento aumenta mais ainda. Porque enquanto estamos aqui na Terra encarnados, podemos ter diversões e certas eh alegrias momentâneas, inclusive materiais, que vão nos

ssas reuniões mediúnicas, aí o sofrimento aumenta mais ainda. Porque enquanto estamos aqui na Terra encarnados, podemos ter diversões e certas eh alegrias momentâneas, inclusive materiais, que vão nos distrair. Mas quando nós desencarnamos, encaramos a realidade da vida espiritual, essa dor então ela vem amplificada, porque aí é a realidade, aí eh essas pequenas alegrias, elas essas pequenas alegrias terrenas que às vezes a gente vê um humorístico na TV, que às vezes a gente vê um meme engraçado, isso lá no plano espiritual, como é aquela vida real, ela ele ele não traz mais essa esse esses breves momentos. singelos de alegria e de extração que podem nos distrair e amenizar um pouco o sofrimento. Então, esse espinho, essa dor oculta que a gente pode trazer ou que a gente saiba de alguém que que passe por isso, é importante de nós termos essa percepção. E nós então, sem se aperceber disso, sem se aperceber de qual a gênese e qual a origem disso, não conseguimos ajudar o próximo, nem nos ajudar quando for o caso de sermos nós as vítimas e que somos muitas vezes. Quem nunca passou por esse tipo de situação? Se não passamos, possivelmente iremos passar diante de um mundo de provas e expiações, de um mundo ainda com bastante desafios para nós que estamos encarnados aqui na Terra. Como nos diz o espírito Manuel Filomeno de Miranda, nossos infortúnios, né, eles estão muitas vezes escondidos nos porões da nossa alma, mas não vão deixar de refletir em nossos atos, mesmo de forma inconsciente, e por isso mesmo se se denominam de ocultos, ocultos do público externo, muitas vezes até de nós mesmos, que foi tudo que a gente falou aqui. Muitas vezes a gente fala, né? Eu não sei porque que eu ajo assim. Eu não sei porque que eu respondo assim. Eu não sei porque que eu ainda me irrito desse jeito. Eu não sei porque que eu sou agressiva desse jeito. Eu não sei porque que eu fico triste, tão triste. Eh, enfim, a gente eh não consegue saber o motivador desses nossos desses nossos dessa nossa forma de agir algumas vezes.

u sou agressiva desse jeito. Eu não sei porque que eu fico triste, tão triste. Eh, enfim, a gente eh não consegue saber o motivador desses nossos desses nossos dessa nossa forma de agir algumas vezes. E Joana deângelos nos diz exatamente isso que eu acabei de falar, que todos os seres humanos possuem esses sofrimentos ocultos, né? Ela nos diz dissimulados, escondidos, ignorados. Esses sofrimentos são convites da vida para o nosso crescimento interior, desde que a gente consiga identificá-los, para que consigamos curá-los, para que consigamos consertá-los, nos estimulando ao esforço para alcançar a felicidade por meio do desenvolvimento moral e intelectual que estes infortúnios nos estimularão a alcançar. O forte enfoque aqui que o Evangelho Segundo Espiritismo nos dá é a relação da caridade com a cura desses sofrimentos, a a amenizar estes sofrimentos. Então, já o Evangelho Segundo Espiritismo já nos vem com soluções como a caridade, que é o que a gente vai falar um pouquinho daqui a pouco, né? Como um remédio para amenizar essas dores ocultas. Lá no Evangelho Segundo Espiritismo nos diz que nas grandes calamidades a caridade se emociona e observa-se impulsos generosos no sentido de reparar os desastres. A gente vê aí o ano passado no Rio Grande do Sul toda aquela enchente, toda aquela tragédia com mais de 200 mortos. O Brasil inteiro se mobilizou e outras tragédias que a gente lembra mais antigas, se não me engano foi em Niterói há alguns anos, que também teve uma enchente muito feia, com várias mortes, soterramentos também, o Brasil inteiro se mobilizou. Então, o Evangelho Segundo Espiritismo diz assim: "Olha, a gente normalmente quando esses sofrimentos são escancarados, são eh mediáticos, todo mundo se mobiliza para ajudar de forma geral, né? A gente vê isso acontecer." E ele continua dizendo: "A par desses desastres gerais, há milhares de desastres particulares que passam despercebidos, os dos que jazem sobre um grabato sem se queixarem. Esses infortúnios discretos e ocultos são os

izendo: "A par desses desastres gerais, há milhares de desastres particulares que passam despercebidos, os dos que jazem sobre um grabato sem se queixarem. Esses infortúnios discretos e ocultos são os que a verdadeira generosidade sabe descobrir sem esperar que peçam assistência. Então, fora esses sofrimentos íntimos, psicológicos, psíquicos, temos também esses sofrimentos da terra aí no dia a dia, né? Às vezes passamos na rua, vemos pessoas em situação de rua, vemos pessoas que perdem o emprego, pessoas que lutam ali para conseguir um novo emprego e que durante esse período de que ele não tem uma renda em que pese no Brasil, nós temos um seguro desemprego que para dependendo, né, se o emprego formal, ele tem acesso ainda a uma manutenção de renda até arranjar um novo emprego. Nós temos situações difíceis de perda financeira, temos situações difíceis de pessoas com doenças severas, temos situações difíceis e que de diversas formas e inclusive noticiadas aí na grande mídia ou na pequena mídia, mas esses sofrimentos estão aí. E temos aqui, por exemplo, na nossa comunhão espírita, várias outras eh casas religiosas que fazem as caridades para esse esse tipo de pessoa, né, que é mais necessitado do que nós e tem diversos tipos de problemas, muitas vezes ocultos aí que ninguém sabe e nós ali podemos ajudar. A gente traz um caso aqui de Chico Xavier para nos ilustrar e que a gente vai identificar aqui uma situação que ainda eh que aconteceu lá com Chico, quando ainda Jerônimo Mendonça era vivo. Jerônimo Mendonça era um médium que ele não tinha movimentos do pescoço para baixo e ele era um palestrante inclusive. Então, as pessoas carregavam ele numa maca e ele fazia palestras e palestras, multidões de pessoas ouviam a sua palestra e ele tinha uma paralisia do pescoço para baixo. E ele estava lá no Centro Espírita da Prce lá em Uberaba, eh, aguardando o Chico, porque ele, né, nesse dia ele tava lá trabalhando com o Chico. E chegou uma mulher e sentou do lado dele e falou o

xo. E ele estava lá no Centro Espírita da Prce lá em Uberaba, eh, aguardando o Chico, porque ele, né, nesse dia ele tava lá trabalhando com o Chico. E chegou uma mulher e sentou do lado dele e falou o seguinte, falou para ele: "Ó, Jerônimo, eu preciso muito de um conselho. Eu estou apaixonada pelo meu vizinho da frente, só que ele é casado e mas isso para mim não tem importância. Ele é casado. Eu tô firme aqui porque eu tô apaixonada por ele. É minha alma gêmea, a gente se encontrou. Só que eu tô com problema. Eu já me ensinuei de diversas formas. Eu tenho certeza que ele é minha alma gêmea do passado e ele dá uma de desentendido, não entende. Eu vim aqui então buscar o seu aconselhamento. Que que você, que que o senhor acha, né? Devo ser mais explícita, assim, mais objetiva, dizer assim: "Larga a tua esposa e vamos, né, nos unir?" Porque ele tá, não tá entendendo assim, eu tô falando e ele não tá entendendo. O Jerônimo, gente, pensa, né? é uma pessoa, além de ser um espírito bastante evoluído, era uma pessoa que não teve relacionamentos eh afetivos assim no sentido de homem e mulher, né, por conta da deficiência dele. Então ele não tinha muita experiência com esse tipo de assunto. E pra sair daquela saia justa, né, que ele ficou, ele foi sincero e disse: "Olha, eu carrego um corpo bastante deficitário por causa de dívidas que eu tive no meu passado. E nesse assunto, se você nos permitir, gostaríamos de ouvir o Chico, porque ele deve passar por aqui quando acabar de autografar os livros. E ele tem mais experiência do que o Tadinho do Chico, né? também tinha pouca experiência nesse assunto, mas passou ali um tempinho, eh, Chico veio e e Jerônimo, né, óbvio, Jerônimo e Chico com suas mediunidades bastante acentuadas, espíritos também assessorados por outros espíritos superiores para conseguir contornar essa situação com caridade, sem julgamento, com acolhimento, né? né, que nós estamos, lembremos que isso aqui era lá no início, né, 1940, 1930, 1950. Vejamos assim o quanto que a pergunta

ir contornar essa situação com caridade, sem julgamento, com acolhimento, né? né, que nós estamos, lembremos que isso aqui era lá no início, né, 1940, 1930, 1950. Vejamos assim o quanto que a pergunta era usada pra época. Hoje já seria, porque a gente não pode ser hipócrita de pensar que não, mas aquela época era muito mais ousada a pergunta. E quando o Chico chegou, a Jerônimo aproveitou a oportunidade e para justamente auxiliar. A ideia ali não era julgar, a ideia ali não era escorraçar, a ideia ali era acolher e ensinar. E ele então conversa com Chico e já, né, naquela percepção de ambos, né, ele fala para Chico, nossa irmã muito bondosa, gostaria de saber o que fazer ante a vontade irresistível de colher a rosa do jardim da vizinha. Olha só a simplicidade, Jerônimo. Ele poderia ter dito: "Olha, essa mulher aqui tá querendo cometer o adultério. Olha a a simplicidade, a humildade, a singeleza, a vontade irresistível da nossa companheira aqui colher a rosa no jardim da vizinha". Como o Chico compreendeu ali, né, pela sua mediunidade, inclusive, Chico respondeu: "Veja, se a Rosa é bonita, naturalmente que todos nós podemos admirá-la, mas colhê-la não. Poderíamos nos ferir nos espinhos. E além do mais, a dona da rosa não iria gostar que colhêssemos sua flor tão estimada e com isso sofreríamos duplamente. Então, olha só o exemplo de Chico Xavier, né? Olha o amor dos dois para com aquela mulher. O sofrimento que ela trazia era real. O sofrimento que aquela mulher trazia era um sofrimento oculto e real. Ela amava uma pessoa de verdade, no seu entendimento, uma paixão, talvez, e ela sofria porque ela, esse homem era casado. Ela amava um homem que era casado. Não levando para o lado e de julgamentos, Chico e também Jerônimo falaram exatamente de uma forma amorosa como que deveria ser o seu comportamento. simplificaram como Jesus fazia por meio de como se fosse uma parábola, falando de uma rosa que se ela fosse colher a rosa do jardim aleheio, ela iria se ferir duplamente. Porque quando ela

portamento. simplificaram como Jesus fazia por meio de como se fosse uma parábola, falando de uma rosa que se ela fosse colher a rosa do jardim aleheio, ela iria se ferir duplamente. Porque quando ela fosse colher a rosa, a primeira a se machucar seria ela com os espinhos, em que pese a beleza daquela rosa. E aquela rosa vai murchar. a gente sabe o quão pouco dura uma rosa e o sofrimento dela permaneceria sem ela trazer a felicidade para o que ela buscava. Então esse exemplo nos traz questões profundas pra gente refletir apropriadas aos nossos dias atuais, similar ao que nos traz o evangelho, né? Era um é um um sofrimento oculto que essa mulher traz. Ela procura desesperadamente ali Jerônimo, Chico, enfim, alguém que que lhe dissesse: "Não é assim que a gente faz, a gente quer um conselho, a gente busca um conselho igual quando a gente veste uma, a gente tem tá querendo escolher duas roupas. Aí não é assim, a gente põe uma roupa e a gente quer que a pessoa olhe e escolha aquela roupa que a gente tá pensando. Se a pessoa escolher uma roupa vermelha ou uma roupa verde, por exemplo, eu prefiro a vermelha, mas eu vou lá e pergunto: "Eh, você me diz para eu colocar a roupa vermelha ou a roupa verde?" Aí a pessoa diz a verde. Aí eu disse: "Pô, mas eu gosto mais a vermelha, então por que me perguntou, né?" Normalmente, quando a gente busca um conselho, a gente quer a validação do que nós estamos pensando em fazer. Nesse exemplo, essa senhora, ela queria validação para que ela realmente se declarasse ao rapaz e realmente buscasse ali, né, eh, estragar aquele relacionamento que pelo pelo que narra a história, o o homem não dava, né, motivadores para que ela pensasse nisso, mas mesmo assim não quer dizer que ela não sofresse. com isso não quer dizer que Chico e Jerônimo desconsiderassem esse sofrimento e muito menos que eles a julgassem por esse comportamento. E esse exemplo de como auxiliar, como Chico e Jerônimo trataram essa questão, é o exemplo para que nós tentamos seguir quando chegam pessoas

e muito menos que eles a julgassem por esse comportamento. E esse exemplo de como auxiliar, como Chico e Jerônimo trataram essa questão, é o exemplo para que nós tentamos seguir quando chegam pessoas carregadas de angústias, de anseios e nós podemos sermos doces. acolher, não deixando de falar o que é certo de acordo com o evangelho de Jesus, sempre lembrando que aqui não há certezas, mas sim o que o evangelho de Jesus nos diz. Como nós já vimos aqui, o que que nós caracterizamos como infortúnios ocultos, como esses sofrimentos ocultos, como é que nós podemos agir então, né, para que isso melhore, seja em nós, seja no nosso próximo. Nesse exemplo, né, Chico, como sempre aí, Jerônimo também a forma de fazer a caridade exatamente com todas as características ressaltadas lá no Evangelho Segundo Espiritismo. Simplicidade na forma de responder, acolhendo a pessoa na linguagem que ela consegue entender. Não há rebuscamento de palavras, palavras difíceis, nada disso. sensibilidade com sofrimento, porque nós não jamais podemos dizer que aquela pessoa não está sofrendo. Gente, não ignoremos a dor do próximo. Se a pessoa diz que está sofrendo, ela está sofrendo. Nós temos que partir do princípio do sofrimento. Não não ter preconceitos, evitar o preconceito, rotulações, se alguém vier nos procurar, né? e também não deixar de educar o sofredor, de esclarecer aquela pessoa, que ela precisa contribuir com a sua cota de esforço, né? Cada um tem que eh construir a sua felicidade com a sua cota de esforço para eh essa que essa felicidade realmente aconteça na sua vida. Momentos de felicidade na terra não vamos ter felicidade completa. Meu reino não é deste mundo, nos falou Jesus. Mas teremos sim, podemos sim ter momentos de felicidade, momentos de alegria e que sim são momentos de paz para que nós enfrentemos as eventuais adversidades que virão, né? No continuando aqui no Evangelho Segundo Espiritismo, Kardec encerra a lição, encerra essa lição aqui dizendo que eh tudo que a gente faz de bem para o

entemos as eventuais adversidades que virão, né? No continuando aqui no Evangelho Segundo Espiritismo, Kardec encerra a lição, encerra essa lição aqui dizendo que eh tudo que a gente faz de bem para o próximo volta de bem para nós. A premissa dos ensinamentos do Cristo é: "Eu me curo curando o próximo". É uma mão estendida para que a outra se estenda para mim. E é a caridade que via de regra nos ajuda no dia a dia. Então, nesse exemplo do Chico aqui, nós também dizer que Jesus agiria assim, como ele fez assim diante de tantos sofrimentos ocultos da na sua época, né? Temos a mulher adúltera, quem não lembra, né? Tire a primeira pedra, queelee que estiver sem pecado. Pedro quando negou três vezes, Judas Iscariotes, não houve uma palavra, uma expressão de Jesus julgando aqueles que o condenaram, aqueles que o julgaram ou pessoas que para a condição da época eram consideradas de uma vida, eram considerados ladrões. Zaqueu que Jesus acolhe e que é uma encarnação transformadora para esse espírito e que ele passa então de cobrador de impostos. E um pequeno parênteses aqui, cobrador de impostos era uma pessoa do próprio povo judeu que cobrava valores absurdos do seu próprio povo para o povo romano. Esses eh judeus ali que eram os cobradores de impostos, eles eram execrados pelo seu próprio povo porque eram encarados como traidores. E eles enriqueciam muito porque eles cobravam esses impostos, ficavam com uma parte e davam o resto pro pro governo romano. Eles eram mais execrados, gente, porque assim, a gente quando vai estudar um pouquinho essa parte da história, não é assim como hoje vai, né, o nosso nome entra para Serasa, né, entra para SPC e a gente fica lá impossibilidade de pegar crédito. Não, as pessoas entregavam a sua comida, as pessoas entregavam o o único dinheiro que tinha para meses. Então, as pessoas ficavam na miséria absoluta para poder pagar esse esse valor aí para o os romanos. Iaqueu como cobrador de impostos. E quando Jesus vai almoçar, vai o convida, né, para que ele

eses. Então, as pessoas ficavam na miséria absoluta para poder pagar esse esse valor aí para o os romanos. Iaqueu como cobrador de impostos. E quando Jesus vai almoçar, vai o convida, né, para que ele vá jantar na sua casa, que Jesus vai jantar na casa de Zaqueu, a partir dali Zaqueu se transforma e distribui toda a sua riqueza que foi angareada, roubando o seu próprio povo, roubando os seus próprios irmãos. E ele se transforma radicalmente a partir dali. Várias encarnações são narradas nos livros espíritas e ele finalmente encarna no Brasil como um político proeminente, mas que se entrega ao espiritismo e vê então como continua então trabalhando pela causa do Cristo no Brasil e no mundo, especificamente no Brasil com o Espiritismo. em espírito, sendo o presidente, dirigente espiritual da comunhão espírita de Brasília, presidindo os diversos esforços do Cristo para que o Espiritismo se estabeleça no Brasil, para que as leis do Cristo rejam definitivamente o nosso planeta Terra e para que definitivamente o sofrimento seja banido da nossa sociedade. É um esforço ergúlio desse espírito que nos abraça, nos ampara, mesmo que a gente não perceba, colocando missionários ao nosso lado, em especial aqueles que frequentam a nossa comunhão, em especial aqueles que vêm encarnados e desencarnados, sofridos, com sofrimentos ocultos e que buscam a misericórdia de Jesus nessa essa casa de paz e de acolhimento. Então, fechado o parênteses, Joana de Ângeles, espírito nos diz que nós, homens modernos, somos ricos de cultura e inteligência e somos mesmo. Nossa inteligência desbravou nos últimos poucos anos, principalmente depois da pandemia. Necessitamos o quê, gente? ouvir Jesus de novo, lembrar dos ensinos do Cristo de novo, trazer os seus exemplos da prática da caridade constante para junto de nós, do nosso dia a dia. Jesus, ele estava presente com os necessitados, com os aflitos. Jesus estendia a sua mão para quem passava. Não julgava ninguém, ele só ajudava. Ele não perguntava por aquela

nós, do nosso dia a dia. Jesus, ele estava presente com os necessitados, com os aflitos. Jesus estendia a sua mão para quem passava. Não julgava ninguém, ele só ajudava. Ele não perguntava por aquela pessoa estava sofrendo daquele jeito, o que levou aquela pessoa aquela situação. Não, ele só ajudava e só dizia: "Vá e não peques mais". E hoje ele nos pede para que nós sejamos os seus braços, os seus braços para colher esses sofrimentos ocultos que chegam até nós do nosso próximo. Porque através de estender o nosso braço pro nosso próximo, lembra? A gente traz a cura pros nossos sofrimentos. Nós nos oportunizamos nos curar também. Essa é a lei e os profetas. Fazer o bem, amar o próximo como a si mesmo. Estender a mão para aquele que nos procura para que nós também sejamos auxiliados. Então, em suma, aqui, o que a gente está refletindo é que nessa noite, nessa noite simbólica, densa, que se abate sobre o nosso amado planeta Terra, sofrido com guerras que não imaginávamos que iriam se amplificar com cenários geopolíticos que não imaginávamos em 2021, em 2020, que teríamos Tantas questões difíceis no Brasil, mas principalmente fora do Brasil, nessa noite densa, escura, que se abate sobre o nosso planeta, né, de tantas dores, de tantos sofrimentos ocultos, seja em nós, seja no nosso próximo, as doenças psíquicas, trazendo inúmeros, inúmeras consequências. danosas para os nossos jovens, para os nossos idosos, para os nossos adultos. O maior índice de suicídio se encontra na faixa etária de 11 a 28 anos. 11 a 28 anos. A segunda maior faixa de suicídio acima de 75 anos, quando a pessoa já está no final da vida física e ela acaba se suicidando justamente por conta desses infortúnios ocultos que acaba carregando dentro de si. E muitos de nós carregamos a vida inteira e só vamos nos aperceber disso lá no final da nossa vida física. E quando nos apercebemos, não sabemos como lidar e acabamos colocando fim à vida física como se fosse solução. Mas normalmente, via de regra, aquele que

erceber disso lá no final da nossa vida física. E quando nos apercebemos, não sabemos como lidar e acabamos colocando fim à vida física como se fosse solução. Mas normalmente, via de regra, aquele que comete o ato do suicídio, ele não quer matar a sua vida, ele quer matar o seu sofrimento, ele quer acabar com o seu sofrimento. Ele comete esse ato por conta desse sofrimento tão grande, tão grande, ele acaba cometendo esse ato. Então, nesse momento, curemos, busquemos a cura desses nossos conflitos. Busquemos identificar essas dores ocultas. Busquemos identificar o que nos faz sofrer, o que nos faz ser agressivos, o que nos o que nos faz ficar tristes, o que nos faz não termos compreensão com o próximo. Busquemos identificar. E se não conseguimos sozinhos, vamos buscar ajuda. ajuda psicológica, ajuda terrena, ajuda psiquiátrica, a ajuda das casas religiosas, ajuda da doutrina espírita que nos explica a vida fora da vida material, os o porquê que estamos aqui, de onde viemos antes de nascermos, para onde vamos depois que nós deixarmos esse corpo aqui na terra que vai ser consumido, né, reabsor orvido, toda a constituição química, toda a constituição orgânica vai voltar para o planeta, mas esse espírito que está aqui sobreviverá e será o quê? Para que? Qual é o objetivo? O objetivo de aprendermos nessa nesse caminho infinito de aprendizado em que vamos encarnando, desencarnando, encarnando e desencarnando diversas vidas. Olha a beleza disso tudo. Diversas vidas sucessivas em que temos a oportunidade de corrigir erros, de fazer o bem e de eh sararmos, curarmos esses conflitos, esses sofrimentos ocultos que acabam nos afligindo. A caridade, a caridade para com o próximo, meus amigos, é a única chave. para que consigamos curar os nossos males, como falamos, porque é a premissa do evangelho de Jesus. Fora da caridade não há salvação. Através deste desta vida em sociedade, de acolhermos o nosso próximo, nós também seremos acolhidos quando precisarmos, porque todos precisaremos,

evangelho de Jesus. Fora da caridade não há salvação. Através deste desta vida em sociedade, de acolhermos o nosso próximo, nós também seremos acolhidos quando precisarmos, porque todos precisaremos, seja pelos encarnados, seja pelos desencarnados. Faz, façamos um retrocesso nas nossas vidas e vejamos por quantas situações nós passamos. Se nós lembrarmos lá de pegadas na areia, naquele eh tipo um poema em que nos piores momentos da nossa vida, simbolicamente é escrito lá que Jesus nos carrega e e simbolicamente Jesus é representado por todos aqueles que acabam nos trazendo essa ajuda. Mas essa ajuda, ela só virá se nós saírmos do nosso egoísmo, do nosso egocentrismo, de olharmos só para nós, mesmo no sofrimento que estejamos, estendamos a mão para o nosso próximo. Há tanto que fazer, há muito sofrimento, meus amigos, na terra há muito sofrimento. Às vezes nós acabamos olhando só para nós e realmente sofremos. Sim, como falamos desde o início dessas reflexões, o nosso sofrimento é real. Às vezes é uma afeição que nós temos por alguém, às vezes é uma separação de alguém que nós realmente mantemos uma afeição por aquele cônjuge, por aquele eh relacionamento, enfim, e que por vias do destino, momentaneamente, por um período, estaremos separados. Entretanto, aquela separação nos dói profundamente. A morte física de algum familiar, de algum ente querido, seguidamente trabalhamos aqui no passe e seguidamente vemos pessoas que trazem esses sofrimentos grandiosos e realmente há muito sofrimento moral, há muito sofrimento oculto. A, se nós estendermos as nossas mãos, se nós passarmos a ter olhos de ver e ouvidos de ouvir, veremos quanto de sofrimento tem ao nosso redor. E para que nós possamos nos curar, para que nós possamos nos melhorar, para que nós possamos ser acolhidos, para que nós possamos receber essa ajuda do plano espiritual ou mesmo material, é imprescindível que estendamos as nossas mãos, que estendamos o nosso olhar, os nossos ouvidos, a nossa escutativa para

para que nós possamos receber essa ajuda do plano espiritual ou mesmo material, é imprescindível que estendamos as nossas mãos, que estendamos o nosso olhar, os nossos ouvidos, a nossa escutativa para todos os que nos rodeiam, os nossos familiares que estão conosco, os nossos companheiros de trabalho. muitas vezes estão ao nosso lado e precisando desse acolhimento. Lembremos, como nos diz Emanuel, que a caridade material é de suma importância e também nos enleva e eleva. Mas a moral talvez seja mais a mais difícil, porque a caridade moral ela mexe também com as nossas dores. Ela mexe com que às vezes a gente tá ouvindo uma pessoa relatando seu sofrimento e a gente está passando exatamente por aquilo ou muito pior que aquilo. E são dores íntimas e ocultas. E às vezes as pessoas nos as pessoas nos olham e dizem: "Não, essa pessoa aí é forte. Ela tá lá, ó, é forte. tudo dá certo para ela, tem uma vida maravilhosa e ela carrega espinhos profundos dentro do seu ser, né? Mas neste momento de tentador também é de eficaz auxílio essa caridade moral e é a mais difícil da gente fazer, é a mais complicada da gente estender a mão. E vamos lembrar que o lema do um dos lemas do Espiritismo é fora da caridade não há salvação. E fora da caridade, meus amigos, a questão é muito séria para nós. Porque quando nós não nos atemos ao sofrimento do próximo, porque alguém olharia para o nosso sofrimento? Mas Jesus, ele olha e não nos deixa sozinhos. Mesmo quando somos egoístas, mesmo quando somos egocentristas, mesmo quando não percebemos o próximo, o sofrimento do próximo ao nosso redor, será um pouquinho mais difícil. Nós vamos passar por um pouquinho de de dificuldades um pouco maiores, mas quando não optamos pelo caminho do amor, pelo caminho do da gratidão, pelo caminho do entendimento sereno do evangelho de Jesus, a dor vem nos ensinar. Mas Deus não nos deixa sozinho na dor. Jesus nos resgata desse sofrimento. Porque foi Jesus que nos disse: "Não vos deixareis órfãos. tende bom ânimo. Então, meus queridos,

sus, a dor vem nos ensinar. Mas Deus não nos deixa sozinho na dor. Jesus nos resgata desse sofrimento. Porque foi Jesus que nos disse: "Não vos deixareis órfãos. tende bom ânimo. Então, meus queridos, pra gente encerrar as reflexões da noite, os nossos sofrimentos visíveis ou invisíveis, os nossos sofrimentos materiais ou morais, os nossos sofrimentos reais ou imaginários, mas que dóem aqui dentro, que dóem aqui dentro de nós, eles precisam ser trabalhados, eles precisam ser reconhecidos. Mas se nós ainda não conseguimos identificá-los, se nós ainda temos dificuldade para trazer a tona, para trazer essa catarse, para colocar para fora, para que aquele pus todo saia e resolva aquela ferida infeccionada que tá, nós vamos lá na caridade. Olhemos para o nosso próximo, olhemos para quem precisa mais do que nós. Estendamos o nosso olhar empático, estendamos o nosso ouvido empático. Tenhamos maior compreensão. O mundo, como nos dizem a, como nos diz a espiritualidade, está carregado de sofrimento. Mas Jesus conta com os nossos braços, com as nossas mãos, com a nossa boa vontade, do jeito que a gente é, com os defeitos que nós temos. Jesus sabe quem nós somos. Eles sabem, ele sabe exatamente os nossos defeitos, mas ele conta conosco mesmo assim, como ele contou com a mulher adúltera, como ele contou com Pedro com todos os seus defeitos, como ele contou com todos os apóstolos e que tinham diversos defeitos quando Jesus os convidou para o seu apostolado. Nós estamos aqui hoje encarnados num momento de grande desafio do planeta Terra. Nunca fomos tão desafiados enquanto raça humana. Mas se estamos aqui nesse planeta encarnados, tendo conhecimento de uma doutrina que revive os ensinamentos do evangelho de Jesus, é porque ele confia em cada um de nós do jeitinho que a gente é. E se Jesus confia em nós, quem somos nós para desconfiarmos de nós? É essa a lição da noite. Confiemos, agradeçamos e busquemos a presença de Jesus conosco por meio da caridade. Todo tipo de caridade, por menor que seja,

nós, quem somos nós para desconfiarmos de nós? É essa a lição da noite. Confiemos, agradeçamos e busquemos a presença de Jesus conosco por meio da caridade. Todo tipo de caridade, por menor que seja, ela é um bom ato e ela é uma luz na escuridão tão grande que está envolvendo o nosso amado planeta Terra nesses tempos tão desafiadores. Que Jesus nos abençoe, que a espiritualidade amiga acompanhe cada um de nós, que os nossos anjos da guarda, os espíritos familiares que estão aqui trazendo, reforçando esses ensinamentos nos abençoe e que todos aqueles que sofrem ocultamente e que todo sofrimento que nós tenhamos possam ser entregues a Jesus nesse momento e que quem for tomar o passe ali concentre os seus pensamentos pedindo tudo aquilo. aquilo que quiser, pedindo para aliviar todo aquele sofrimento que esteja consigo, para que os espíritos amigos possam então trazer essas bênçãos mais eficazmente, mais eficientemente. Que Jesus nos abençoe. Agradeço a atenção de todos e que todos possamos colaborar na abrangência maior da paz nessa sociedade tão complexa que enfrentamos atualmente. Que Deus e Jesus nos abençoe. Uma boa noite a todos e que todos tenhamos uma boa noite, um uma boa sexta-feira e um bom final de semana para todos nós. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus

do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre

egues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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