FUGAS PSICOLÓGICAS - Claudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 15/10/2025 (há 5 meses) 40:20 4,185 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Bom dia aqueles que já se encontram aqui no salão Bezerra de Menes, bom dia aqueles que ainda vão chegar, aos que nos assistem pelas redes sociais da comunhão, TV Comunhão, aqueles que nos assistirão depois, porque a palestra normalmente fica gravada. Para começar nosso dia, como nossa mentora Joana de Ângeles, mentora também do nosso grande médium Divaldo Franco, eu vou ler uma mensagem do livro Vida Feliz, psicografia de Divaldo e Mensagens de de Joana. É a número 71 para quem quiser, quem tiver o livrinho e quiser depois revisar. Estás mergulhado no oceano do amor de Deus. Jamais te encontrarás sozinho. Deus está em ti e em torno de ti. Descobre-o e deixa-te conduzir por ele com sabedoria. És seu herdeiro, possuidor do universo. Permite que o seu amor permeie totalmente, comandando a tua vontade e os teus passos, facultando-te crescer com menor ou nenhuma dose de sofrimento. Em Deus tudo encontras, plenificando-te completamente. Bom, depois dessa mensagem bastante alviçareira, eu dizia diria alguma coisa que nos deixa eh repletos de esperança por sermos filhos tão amados de Deus, por sermos seus herdeiros, por termos tudo o que está à nossa volta para nos ajudar a caminhar, a crescer como pessoas, a crescer no amor de Deus. E assim, agradecidos pela mensagem, agradecidos pelo dia, pela oportunidade de aqui estarmos, que façamos a Deus a prece que Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado pai seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino e seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai nossas ofensas, assim como também perdoamos aqueles que nos tenham ofendido. E não nos deixeis cair em novas tentações, mas cuida-nos que não caiamos no mal. Assim seja. Bom, agora a palestra de hoje vai ser dada pela Cláudia e ela já está indo para lá. Vamos aproveitar. Bom dia a todos. >> Bom dia a todos, a todas que nos acompanham aqui no salão, encarnados e desencarnados, pelas redes sociais, pela

ser dada pela Cláudia e ela já está indo para lá. Vamos aproveitar. Bom dia a todos. >> Bom dia a todos, a todas que nos acompanham aqui no salão, encarnados e desencarnados, pelas redes sociais, pela Rádio TV Comunhão. Bom dia a todos. Hoje nossa palestra é Fugas psicológicas. É deste livro aqui, Conflitos Existenciais. Hoje ele tem outra capinha. Esse aqui é uma capa mais antiga. É um livro da nossa mentora Joana de Ângeles, uma psicografia de Edivaldo. Ele traz diversos temas. Então, o primeiro tema desse livro é fugas psicológicas, mas ele traz outros como vazio existencial, alcoolismo, que hoje a gente chama de alcoolemia, né? Ressentimento culpa, uma série de conflitos que nós enfrentamos enquanto seres humanos encarnados e desencarnados também. Mas na média, né, nossos sentimentos, nós espíritos ainda carregados de defeitos, trazemos diversos desses sentimentos. E Joana nos explica aqui muita coisa sobre a ótica da psicologia espírita. Então vamos trazer aqui algumas questões sobre fugas psicológicas. Então assim, muitas vezes a gente ouve pessoas do nosso convívio que a gente até chama para vir, né? Ó, vem conhecer, né, a casa espírita, vem conhecer o espiritismo. E muitas pessoas eh falam que não tem tempo, outras que eh vão deixar isso para quando se aposentar. A gente ouve muito isso, né? Tudo isso, gente, Joana deângeles nos explica que se classifica como fuga psicológica. Então, e que seria essa fuga psicológica? é a tendência que nós temos, todos nós temos uma tendência de evitar problemas e responsabilidades. Só que ao evitar esse problema ou essa responsabilidade, a gente transfere isso pra zona inconsciente do nosso cérebro e aquilo ali vai ficar escondido, escamoteado, não vai, não está apagado, não está diluído. E nós vamos entender que isso nos faz mal. Então, como que é esse mecanismo? Jonas de Angeles nos explica no neste capítulo primeiro do livro que o nosso sistema nervoso central ele ele tem a capacidade de suportar sim as cargas eh emocionais

Então, como que é esse mecanismo? Jonas de Angeles nos explica no neste capítulo primeiro do livro que o nosso sistema nervoso central ele ele tem a capacidade de suportar sim as cargas eh emocionais que nós carregamos. Então, cada um de nós, lembrando lá do evangelho de Jesus, só passa por aquilo que conseguimos suportar, certo? Então, se nós estamos diante de problemas ou responsabilidades e nos sentimos incapazes, não é uma realidade. Nós só passamos por aquilo que nós conseguimos, que espiritualmente foi avaliado pela espiritualidade amiga, pelo nosso anjo da guarda, que nós teríos capacidade de passar. Então, o nosso sistema nervoso central tem essa capacidade, né? Então, no corpo físico ou no corpo perespiritual de quem está desencarnado, esse mecanismo ele é capaz eh de enfrentar as situações que nós passamos. Mas devido à constância dessas descargas emocionais perturbadoras que ocorrem e nos sobrecarregam muitas vezes, o que que a gente começa a fazer? nós começamos a fazer essa transferência para o lado inconsciente ou subconsciente do cérebro daquelas situações mais difíceis, daquelas situações que nós julgamos num mecanismo automático que não conseguimos enfrentar, nós jogamos aí pro subconsciente, dando lugar a essas fugas psicológicas. O que que seria natural? O que que se espera da nossa vivência aqui na Terra? que nós enfrentemos esses problemas com uma razoável naturalidade, mas em função dessas dessas predisposições emocionais, que eh essas predisposições emocionais nos impedem então de fazer esses enfrentamentos e produz esse mecanismo automático aí de escaparmos dessas responsabilidades. E parece pra gente que a gente se livrou ou daquele problema ou daquela dificuldade ou daquela responsabilidade que nós não estávamos ali querendo assumir. E isso se torna, isso vem acontecendo ao longo às vezes até da infância, de outras reencarnações e se torna muito natural, repetitivo esse mecanismo aí do nosso sistema nervoso central. Se tem uma alta carga emocional de

o vem acontecendo ao longo às vezes até da infância, de outras reencarnações e se torna muito natural, repetitivo esse mecanismo aí do nosso sistema nervoso central. Se tem uma alta carga emocional de enfrentamento, ele transfere automaticamente pro nosso cérebro, né? Transfere automaticamente pro inconsciente e isso vira um automatismo na nossa forma de viver. Essa é uma uma das explicações das fugas psicológicas. A outra, e a gente consegue identificar melhor até, talvez não tanto conosco e talvez até mais antigamente, mas acho que hoje ainda existe bastante, são aquelas pessoas que elas fogem um pouco da realidade em função do orgulho, né? né? A Joana de Angeles aqui chama de ego. A gente vê às vezes pais, a gente via isso muito no passado, pais que não aceitam às vezes um filho que ele se transvou pro caminho aí da às vezes do do crime, às vezes da drogadição. E aqueles pais criam então uma realidade diferente. Então, também é uma forma mais acentuada de fuga psicológica, porque realmente a pessoa foge da realidade que ela eh está exposta. Ela cria, na verdade, uma outra realidade para ela, né? E não adianta falar, não adianta demonstrar, a gente via isso com mais frequência antigamente, que não tínhamos assim tanta rede social, não tínhamos, eh, as coisas eram mais escondidas, se podia esconder mais. Hoje em dia não é tão fácil a gente esconder um comportamento. Então, eh, mas ainda existe sim, principalmente, eh, mães, né? mães assim, às vezes é muito difícil a gente que é mãe que e viu aquela aquele bebê, aquela criança ter aceitação, deve ser um sofrimento muito grande. Então essa pessoa às vezes camufla a realidade, foge da realidade. Esses são os casos mais dramáticos, né? Mas temos outros casos. dos vícios são os casos eh mais corriqueiros que a gente conhece, seja o vício em comida, o vício é das próprias drogas, do álcool, a pessoa tá fugindo de algo que ela não quer enfrentar, mesmo que ela não consiga identificar o que do que que ela está fugindo psicologicamente.

o em comida, o vício é das próprias drogas, do álcool, a pessoa tá fugindo de algo que ela não quer enfrentar, mesmo que ela não consiga identificar o que do que que ela está fugindo psicologicamente. Hoje em dia, o excesso de rede social, né, uma pessoa eh foge ali dos seus compromissos, ficando eh preso na no celular, via de regra, nas redes sociais. O afastamento social, o isolacionismo social também é uma forma de fuga. A pessoa não não consegue depois da pandemia, isso se acentuou muito, nós vemos pessoas que depois da pandemia simplesmente não conseguem mais sair de casa. Elas permanecem no isolacionismo eh social. Algumas não conseguem nem retornar, não conseguiram nem retornar ao trabalho, não conseguiram retornar nos trabalhos da casa espírita. Também uma forma de fuga eh psicológica. Agora, há outros tipos de fuga psicológica que são escamoteados e aceitos aí no dia a dia por nós mesmos. E aí nós podemos fazer uma reflexão se nós de vez em quando não estamos eh utilizando esse mecanismo escapista de enfrentamento dos nossos problemas. A mentira. A mentira, Joana deângeles nos fala que é uma forma sim de fuga psicológica, justamente para evitar algum tipo de conflito, evitar alguma situação que nós não aceitamos. Nós vemos nos jovens, muitas vezes eles têm vergonha de da sua situação social e mentem onde moram, mentem o que os pais fazem, enfim, é um mecanismo, a mentira, então, de fuga psicológica. Outro que é bastante, nós vemos às vezes ou às vezes nós mesmos podemos estar cometendo esse tipo de fuga psicológica e não estamos prestando atenção. O esquecimento quanto mais de compromissos. Alguns de vocês não conhecem pessoas que sempre ela esquece, ela marca algumas, alguns compromissos e tá sempre esquecendo? A gente conhece pessoas assim. é uma forma de evitar aquela responsabilidade. Ela se compromete, mas ela sempre esquece. Às vezes pais que são separados, um dos pais se compromete, a gente ouve muito isso, né? se compromete a buscar o filho na escola, sei lá, de quarta a sexta, é

a se compromete, mas ela sempre esquece. Às vezes pais que são separados, um dos pais se compromete, a gente ouve muito isso, né? se compromete a buscar o filho na escola, sei lá, de quarta a sexta, é aquele pai ou a mãe que vai, mas ela aquela pessoa sempre esquece de buscar o filho naquele dia que é o seu compromisso. É uma fuga psicológica, porque não quer enfrentar aquela responsabilidade. pessoa. Eh, o cérebro faz esse mecanismo que a gente explicou aqui, ele esquece mesmo, ele joga lá para um um uma parte inconsciente do do próprio cérebro e esqueceu. Acabou aquela responsabilidade pra área consciente do cérebro acabou. Eh, indiferença, muitos de nós para eh já que não conseguimos enfrentar algum alguns problemas, nós não conseguimos resolvê-los. Então, muitas pessoas eh nós vemos inclusive memes na internet eh de pessoas que não conhecem, não sabem como que é a vida de uma pessoa com dificuldade material, de poucos recursos materiais. Então, muitos de nós ficamos indiferentes daquilo. Fingimos que não vemos a situação de pessoas em situação de rua. fingimos, nem vamos a locais eh de favelas, de pessoas para realmente perceber o tipo de sofrimento material que existe e muito na nossa no nosso Brasil inclusive, mas pelo mundo, né? Então, muitas pessoas se colocam na indiferença como uma forma de fugir daquele sofrimento, porque como não podemos resolver e aquilo nos aflige, né? Nós nos colocamos num papel de indiferença. Também quando sentimos inveja das pessoas, podemos estar escapando psicologicamente desse enfrentamento. Quando nós dizemos assim: "Não aguento essa pessoa, não sei, ela nunca me fez nada, mas eu não gosto dessa pessoa e trato mal aquela pessoa toda vez que eu tenho oportunidade de estar com ela." pode sim ser uma fuga psicológica de uma inveja que nós podemos sentir dessa pessoa. Então tudo isso aqui é pra gente refletir para entendermos se não estamos com esses mecanismos de fuga psicológica. E também quando nós não aceitamos a postura do outro, quem daqui não

r dessa pessoa. Então tudo isso aqui é pra gente refletir para entendermos se não estamos com esses mecanismos de fuga psicológica. E também quando nós não aceitamos a postura do outro, quem daqui não conhece pessoas que a gente diz: "Não, com fulano não dá para conversar". Nós começamos a conversar com com essa pessoa, nós não conseguimos ter diálogo. A gente seguido ouve ou fala assim de alguém, né? Quando não somos nós próprios. É uma forma que essa pessoa que não consegue dialogar, que não consegue manter o diálogo, é, ela não tem a capacidade de aceitar o próximo. Ela não consegue aceitar o que é diferente dele ou dela, né? Essa pessoa não consegue aceitar as diferenças, então ela não consegue manter um diálogo. É só entrar em algum tipo de diferença de opinião. A pessoa já se exalta, a pessoa já briga, a pessoa já grita e não consegue dialogar. Então são pessoas que fogem psicologicamente da aceitação do outro, de tentar aceitar o outro. Ela não quer tentar aceitar o outro. Então no cérebro ela passa lá pro inconsciente. Não, eu não aceito isso e pronto. E parte pra briga. Tudo isso, meus amigos, é para nós raciocinarmos, vermos que, como Joana deâeles nos fala, o mundo de hoje nos traz muitos desafios e o nosso cérebro ele faz, ele dá um jeito de se sentir acomodado. O nosso cérebro espiritual, né? O o material é só o reflexo do do do que é a nossa mente, eh o nosso espírito, né? Quais são as consequências dessas fugas psicológicas, né, gente? Assim, eh as consequências são podem ser bastante ruins se nós não identificamos e não tratamos isso? Então, a primeira coisa são os danos na à nossa autoestima. Então, por que dos dandoos a nossa autoestima? Porque em que pese nós estamos jogando lá para aquele cantinho escuro do nosso cérebro, aqueles compromissos e responsabilidades existem e inconscientemente nós sabemos que estamos fazendo algo não tão legal. Não estamos cumprindo com as nossas responsabilidades, não est não estamos cumprindo com os compromissos que

sabilidades existem e inconscientemente nós sabemos que estamos fazendo algo não tão legal. Não estamos cumprindo com as nossas responsabilidades, não est não estamos cumprindo com os compromissos que assumimos antes de reencarnar ou já desencarnados que temos que dar seguimento, né? A falta de propósito na vida, porque começamos a colocar valor em outras coisas. Nós começamos a buscar como a gente tá escamoteando a realidade, como nós estamos burlando a realidade, nós começamos a achar que comprar vai me satisfazer, que comer vai me satisfazer, que está na rede social vai me satisfazer. E realmente aí, né, os os médicos, os as pessoas da área da ciência conseguem explicar esse mecanismo aí dos vícios por conta das reações eh neuroniais, dos neurônios, dos hormônios. Tudo isso vai ocorrendo dentro do nosso cérebro e a gente começa a sentir essa falta de propósito da vida, né? Qual meu propósito? inconscientemente a gente sabe que todos temos um propósito e acabamos perdendo isso. Então, nós vamos criando esse ciclo vicioso da eh do vício, de algum vício que nós passamos a desenvolver. E a falta de aprendizagem, né? O que acontece se nós viemos na Terra para passar por aquelas aqueles desafios, dificuldades, problemas e damos um jeito de escapar deles, nós não estamos aprendendo. Nós acabamos aprendendo o que vemos aqui para aprender. Então, se eu tinha que passar por uma situação X e eu burlo essa situação porque entro nesse mecanismo escapista de fuga psicológica, eu não aprendo o que eu tenho que aprender. Aí nós vamos repetindo esses ciclos de aprendizagem. Por isso que muitas vezes dizem, muitas vezes nós dizemos ou vemos algumas pessoas dizer: "Meu Deus, eu sempre passo pelo mesmo problema, sempre acontece a mesma coisa comigo". Porque nós não estamos aprendendo o que temos que aprender com aquela situação. A hora que nós aprendermos o que temos que aprender, aquela prova passou e nós vamos para desafios maiores, desafios maiores e melhores, porque quanto mais nós aprendemos, mais

er com aquela situação. A hora que nós aprendermos o que temos que aprender, aquela prova passou e nós vamos para desafios maiores, desafios maiores e melhores, porque quanto mais nós aprendemos, mais fortes ficamos e mais conseguimos enfrentar os desafios. Então essa conduta que a gente escamoteia, que a gente disfarça, nós transferimos responsabilidade para alguém, né, gente? Então assim, se eu, esse exemplo simples aí de buscar o filho na escola, se eu esqueço, toda vez, alguém vai ter que buscar meu filho na escola por mim, nem que seja o filho ficar lá com uma professora, vão dividindo, alguém tá assumindo essa responsabilidade por mim. Então, tudo que a gente eh foge, nós estamos sobrecarregando alguém. E quando nós nós eh fazemos muito isso, fugimos muito das responsabilidades, que são os casos mais extremos, que recaem nesses vícios mais graves do álcool, do sexo, das drogas, o que que acontece, via de regra, se a pessoa não busca o tratamento conjunto, o tratamento físico, o tratamento mental na área da psiquiatria e na área da psicologia. e o tratamento espiritual. Se ele não busca esse conjunto nesse caso, nesses casos mais gravosos de fugas psicológicas por meio dos vícios, pode sim chegar ao suicídio, porque em um determinado momento tudo aquilo vem como, né, cobranças e autocobranças e autorresponsabilizações e a pessoa não aguenta, a pessoa não consegue aguentar aquela realidade, né? Porque ele passa a ver a realidade que ele sempre essa pessoa sempre foi escamoteando. Mas como que a gente consegue lidar com isso? Já que é um mecanismo que nós vimos aqui, Joana de Angeles explica que é um mecanismo automático do nosso cérebro. é uma forma de autoproteção. Na verdade, nós não queremos enfrentar os problemas em função de que nós realmente o ser humano e e aí toda a ciência da Terra explica, busca a sua zona de conforto. Nós estamos sempre buscando uma situação de conforto, uma situação de bem-estar. Entretanto, por isso mesmo, por estar sempre buscando essa situação de

da Terra explica, busca a sua zona de conforto. Nós estamos sempre buscando uma situação de conforto, uma situação de bem-estar. Entretanto, por isso mesmo, por estar sempre buscando essa situação de bem-estar, esses mecanismos escapistas de fugas psicológicas acontecem no nosso cérebro. E como que a gente vence essa tendência? Se podemos fazer isso poucas vezes ou às vezes conhecemos alguém que já está num estado mais avançado, nós precisamos entender, gente, e e todas as palestras espíritas, as religiões nos mostram que estamos aqui na Terra, no mundo ainda, né, em transição de provas e expiações pro mundo de regeneração, mas um mundo com muitos desafios. E é esse o aprendizado que nós precisamos fazer. Nós viemos aqui para aprender e a cada passo vencido é um aprendizado que nós conquistamos e saímos então a cada encarnação. Deveremos, deveríamos sair melhores do que quando chegamos. Então esse entendimento é o primeiro, é sairmos dessa imaturidade psicológica de acharmos que estamos na Terra para as coisas, as coisas boas. E nós atribuímos as coisas boas às coisas materiais. Esse é o problema. Se nós entendêssemos que o aprendizado, por mais difícil que seja, ele faz parte e e entendêsemos isso com naturalidade, como quando nós entramos numa escola ou em cursos mais avançados de pós-graduação, mestrado, tourado, e sabemos que vai ser difícil. Para ninguém, gente, é fácil a escola, né? Por mais tranquilo que seja, a cada ano que nós se vamos lembrar da nossa escola ou quem faz aí os cursos mais avançados, sempre nós temos desafios a passar. Então, como no Evangelho Segundo o Espiritismo nos ensina que a Terra também é uma escola, os nossos aprendizados aqui também, nós vamos ter coisas que vamos tirar de letra, mas vai ter coisa que nós vamos sim, ó, suar para conseguir vencer, para conseguir ultrapassar o problema que nós estamos enfrentando. Lembrando sempre que só passamos por aquilo que conseguimos passar, que temos capacidade de passar. Então, primeiro primeira eh forma de a gente eh diminuir

sar o problema que nós estamos enfrentando. Lembrando sempre que só passamos por aquilo que conseguimos passar, que temos capacidade de passar. Então, primeiro primeira eh forma de a gente eh diminuir essas fugas psicológicas é entender que não adianta a gente fugir dos problemas, nós temos que enfrentá-los. E para isso, às vezes, nós precisamos de ajuda. Essas três ajudas que a gente falou aqui, a psicológica e psiquiátrica, a física, né, e a espiritual. Então, eh, Joana nos explica que sim, é normal a gente hoje, principalmente hoje em dia, nós eh que ocorram, né, conosco algumas fugas psicológicas como uma maneira de neutralizarmos esse excesso de informação que a gente tem, o excesso de volume de responsabilidade que nós temos, que hoje está piorado, está agravado, né, em função de todo o desenvolvimento intelectual que a humanidade teve em contraponto a um baixo desenvolvimento moral. Por isso que nós vivemos essa situação hoje de descompasso entre um grande desenvolvimento intelectual, um baixo não é nulo, porque a gente vem evoluindo sim moralmente, mas um baixo desenvolvimento moral não acompanha a velocidade de desenvolvimento intelectual. E nós temos então que para contrabalançar isso pelas leis de Deus, nós temos então as provas e as expiações ainda no nosso planeta. Então essa quantidade de informação que nos chega hoje em dia é só, não precisa nem procurar muito, nós podemos ver crimes bárbaros assim, ó, como se estivéssemos presenciando a cena do crime. Obviamente muitas pessoas não fazem isso e nem devemos fazer, mas muitos fazem. E isso sobrecarrega demais as próprias notícias diversas que temos. Ah, o mundo vai acabar em 250 porque não vai ter água, não vai ter, vai ter uma temperatura de 2º acima dos oceanos. Gente, assim, é muita informação para quem eh para um cérebro ainda despreparado de tantas informações assim. Então, Joana nos explica que é natural que nós recorramos automaticamente algumas fugas psicológicas. Qual é o problema disso? A gente tem que

m cérebro ainda despreparado de tantas informações assim. Então, Joana nos explica que é natural que nós recorramos automaticamente algumas fugas psicológicas. Qual é o problema disso? A gente tem que identificar se nós não estamos para tudo fazendo esse mecanismo e porque podemos sim estar indo para um lado de viciação, estar fugindo dos nossos compromissos e, portanto, dos nossos aprendizados, né? Então, eu tava ouvindo uma reportagem da da Débora Block falando, né, da Odet Reutman ali e ela estava dizendo que o porquê da necessidade da morte da da personagem Odet Heutman, ela falou da necessidade de catar-se, do ser que nós precisamos de uma catar-se, ou seja, de limpar aquele sentimento, sentir aquele aquela que a justiça foi feita, que o mal foi castigado e o bem venceu, né? Então, acatar-se desse processo, colocar para fora aquela coisa de de mal, que o mal perdurou a novela inteira e e no final aquele o bem venceu, por isso da morte da personagem, né? E Joana deângeles nos fala que nós precisaríamos sim desse processo de catar-se dessas informações que nós eh estamos todo dia ouvindo. Ah, é tantas mortes não sei onde é tanta violência não sei das quantas é tanto, é coisa de aquecimento global, é catástrofe não sei das quantas e tantos mortos, é tantos animais e tantas coisas que estão sendo destruídas. Ouvimos isso o dia inteiro, 24 horas no dia. Vamos dormir, o nosso espírito fica ali turbilhando aquilo ali. Nós precisaríamos o quê? De uma catarse disso, de colocar para fora isso tudo, porque o nosso cérebro não aguenta e fá começa a fazer então essa esse mecanismo de fuga psicológica. Para isso, nós precisamos então primeiro saber, ter essa consciência de que estamos na Terra para aprender, de quem que pese tudo o que vemos. Deus é o ser maior que criou o universo, criou o nosso planeta e está no comando de tudo e começar a realizar pequenos exercícios no nosso dia a dia de autoafirmação. Ah, eu consigo sim vencer a minha gula, eu consigo sim aprender a dirigir. Eu

ou o nosso planeta e está no comando de tudo e começar a realizar pequenos exercícios no nosso dia a dia de autoafirmação. Ah, eu consigo sim vencer a minha gula, eu consigo sim aprender a dirigir. Eu consigo sim estar numa reunião com alguém que eu não gosto e calar, como nos diz irmã Rosália. Rosária, Rosária, eu acho que é no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 5, deixar um tolo falar e a gente calar, eu consigo sim ter mais paciência no trânsito. Então, esses pequenos exercícios de autoafirmação conosco mesmo vão nos dando musculatura moral, igualzinho uma academia física, né, do que a gente vai lá, começa quase sem pezinho, pezinho de meio kgozinho ali e o nosso músculo vai devagarinho firmando. Esses pequenos exercícios morais vão nos dando então esse encorajamento diário, juntando com os exercícios de gratidão. Obrigada, Senhor, pela minha vida física. Obrigada, Senhor, por poder ouvir, por poder raciocinar. Quantos não ouvem? Quantos não t um raciocínio tão linear, tão eh encadeado quanto o meu pela família, por ter conseguido reencarnar enquanto tantos estão lutando os que estão desencarnados por já poder compreender um pouco mais e daqui a pouco poder reencarnar, enxergar as belezas da vida, enxergar que o problema vem para aprendizado e não para nos punir. de algo, não porque Deus é ruim, não porque Deus castiga e porque é simplesmente porque estamos aprendendo. Não é tão fácil porque ainda não somos amadurecidos psicologicamente o suficiente para esses enfrentamentos. Porque aqueles que já estão maduros psicologicamente, como os grandes eh mártires e exemplos que temos, Chico Xavier, Madre Teresa de Calcutá, enfrentaram desafios tão maiores e com tanta felicidade que a gente pensa, não só eles, mas nós chegaremos lá a partir desse amadurecimento psicológico, emocional e moral que temos dever de começar hoje com esses pequenos exercícios. que um dia nos transformarão em grandes homens e mulheres de bem, a exemplo de tantos que já passaram aqui pela terra.

emocional e moral que temos dever de começar hoje com esses pequenos exercícios. que um dia nos transformarão em grandes homens e mulheres de bem, a exemplo de tantos que já passaram aqui pela terra. Um dia nós seremos anjos. O primeiro passo pode começar agora. Bom dia a todos. >> Obrigada, Cláudia. Realmente nossa vida tá cheia, tá pontuada, né? cada vez mais, porque parece que tudo corre com uma velocidade muito maior, muito e se rola e se embola e a gente fica horas, tem horas que ficam, principalmente nós mais velhos, ficamos mais assim: "Meu Deus, e isso? Como é que eu sigo isso? Como é que eu consigo acompanhar?" A gente tem uma ideia da da do início mais da nossa vida, quem tá mais velho dizer assim: "Eu conseguia conseguia equacionar isso de uma forma melhor, mas agora não. A vida nos cobra isso. A vida cobra esse equacionamento interior de cada um de nós. Então, é bom sempre um momento de relaxamento, especialmente antes de dormir, depois do do dia de trabalho, do dia que tivemos, um momento de relaxamento para que a gente possa repassar o dia. E aí a gente lembra Santo Agostinho de Ipona, questão 919 do livro dos espíritos, dizendo: "Faça isso, revise seu dia, conheça-te". E aí você consegue botar as coisas um pouco mais organizadas. Talvez nem todas, mas algumas já se consegue. E com o exercício vai se tornando mais fácil a gente equacionar a nossa vida. Obrigada, Claudinha. Você sempre legal. Gente, muito obrigada a todos. Tenham todos uma excelente semana, um excelente dia. Nós vamos atender pro passe ali adiante depois da da outra da passagem de carros. Já já. Sejam todos muito bem-vindos. Até logo. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim,

energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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