SÓ SEI QUE NADA SEI - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 15/07/2025 (há 10 meses) 45:01 196 visualizações

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Transcrição

que gira a perfeição. Aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, queridos irmãos. Queridas irmãs, que a paz do meigo rab da Galileia, o amorável Jesus seja sempre em nossos corações. Sejam todos bem-vindos, aqueles que estão aqui presente e aqueles que nos vêm e nos ouvem através da Rádio TV Comunão Espírita de Brasília. É com grande alegria, com coração, com imensa alegria, que nós abraçamos a todos, esperando que vocês, queridos irmãos, recebam na tarde de hoje a medicação que vieram buscar. Mas antes de tudo, eu pediria, que é um pedido da administração, que aqueles que têm seu celular, que os desliguem ou os coloquem no modo silencioso, né? Porque nós vamos começar a receber o tratamento a partir de agora, nesse instante, para que logo após essa primeira fase possamos ser recepcionados no passe que nos aguarda na segunda fase dos nossos trabalhos. Bom, eu escolhi um tema que eu penso será de muita valia na tarde de hoje, mas muita mesmo. E é um tema que só através da frase vocês consigam decifrar de quem é eh a origem desta frase tão emblemática. Só diz assim: "Só sei que nada sei". É o tema da tarde de hoje. Só sei que nada sei. Vamos entender isso. Bom, e nós começamos as nossas preliminares através de um pensamento do apóstolo Mateus lá no capítulo 11, versículo 25. Olha o que Mateus fala. Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultastes estas coisas aos sábios e entendidos e as revelastes aos pequeninos. Vejam, são palavras de Jesus. é o texto de Mateus, né, do apóstolo Mateus, mas Jesus é que pronuncia essa sentença. Então ele agradece ao Pai, ao Pai, a Deus, de que tudo que ele revelou através dele, ele ocultou os sábios entendidos, mas revelou essa mensagem aos pequeninos. Quem são esses pequeninos? São os humildes a qual Jesus se refere lá nas bem-aventuranças, os pobres de espíritos. Quando a gente ouve as

s sábios entendidos, mas revelou essa mensagem aos pequeninos. Quem são esses pequeninos? São os humildes a qual Jesus se refere lá nas bem-aventuranças, os pobres de espíritos. Quando a gente ouve as bem-aventuranças, quando fala pobre de espírito, nós acreditamos que são os baldos de inteligência, aquele que não tem inteligência nenhuma, mas não é isso. Os pobres de espírito, Jesus se refere aos humildes. E nessa sentença proferida por Mateus, também está falando aos pequeninos. que revelaste aos pequeninos, ou seja, aqueles que recepcionaram a verdade proclamada pelo mestre de forma humilde. Bom, então nós concluímos num raciocínio bastante singelo, que a sabedoria divina se dirige claramente aos simples e aos humildes. Então, a sabedoria divina prefere ministrar seus ensinamentos aos simples e humildes, ao invés de que se consideram dotados de superioridade intelectual. Então são os orgulhosos, aqueles que se colocam acima do patamar da revelação divina, se acreditam detentores da sabedoria. Então nós vamos trair logo dessa sentença extraordinária de Mateus que nós precisamos transitar dentro de um roteiro de humildade e de simplicidade, porque elas são consideradas virtudes excepcionais que nos levam a desvendar aquelas verdades preconizadas pelos mestres. Não dissera o mestre em determinada ocasião, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Que verdades são essas? Não são verdades humanas, porque elas são transitórias, fugazes, passam, elas se modificam. o que é hoje considerado algo certo, correto, verdadeiro. Daqui a 50 anos, 100 anos, já houve uma mudança a respeito desses préconceitos, aquilo que já estava pré-estabelecido, uma vez que nós avançamos, nós caminhamos para novos esclarecimento. Então, a humildade e a simplicidade liberta o espírito, não é? O orgulhoso, eles se consideram, se posiciona numa posição, ele olha os outros de cima para baixo e se acha superior. Ele acha que o conhecimento intelectual sobrepuja, se sobrepõe a tal chamada sabedoria. O que é uma sabedoria? é o

se posiciona numa posição, ele olha os outros de cima para baixo e se acha superior. Ele acha que o conhecimento intelectual sobrepuja, se sobrepõe a tal chamada sabedoria. O que é uma sabedoria? é o conhecimento adquirido na prática ao longo de muitas vidas, de muitas vivências. E nós estamos falando aqui, evidentemente, de reencarnações. É aí que nós adquirimos a sabedoria, não é através dos livros, das lições, mas sim da experiência nossa, pessoal, personalíssima, que nos levam a conhecer o que é a verdadeira sabedoria, onde está a fonte divina. Portanto, a frase, a sentença anunciada nos leva a um caminho verdadeiro e nos projeta para o conhecimento verdadeiro. Então nós trata-se aí claramente de um convite formulado pelo mestre Jesus, um convite a uma à humildade que ele a praticou as inteiras. Não teve ninguém mais humilde do que Jesus. E quando nos colocamos humildemente diante dessas verdades, dessas declarações, nós caminhamos agora sim sobre a proteção, sobre o manto das ações do processo divino, porque nós nos colocamos humildemente para recepcionar essas verdades que nos libertam, que nos colocam dentro de um processo de conhecimento maior. Então, hoje o espírito, nós, eh, seres, eh, encarnados, estamos subjulgados à matéria e mantados à matéria e precisamos sair dessa cadeia temporária. Nós estamos presos. Então, a felicidade parece que ela não existe, que ela é uma quimera, é uma mentira, algo inalcançável. Quando na realidade a felicidade que buscamos de uma forma equivocada é aquela ideia que a felicidade se conquista com as coisas do mundo. No entanto, as coisas do mundo são transitórias, são fugazes, elas saem através dos nossos dedos, o que é permanente, o que é duradouro, senão as virtudes. Então, na medida que nós caminhamos e introjetamos as verdades divinas, a nossa consciência se amplia e nós abraçamos o universo verdadeiro do roteiro do ao qual estamos submetidos na presente existência. Então, o roteiro divino ao qual nós estamos submetidos está sedimentado naquilo que

cia se amplia e nós abraçamos o universo verdadeiro do roteiro do ao qual estamos submetidos na presente existência. Então, o roteiro divino ao qual nós estamos submetidos está sedimentado naquilo que nós chamamos de conquistas espirituais. Não é conquista do mundo terreno, volto a repetir, transitório e fugaz. É algo definitivo, é algo que se incorpora, ao nosso patrimônio espiritual. Significa dizer que nós, à medida que vamos introjetando o processo do divino em nós, nós vamos aproximando Deus do nosso roteiro. E começamos a entender entendia Deus porê o pai, né, ele dizia: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim". Ora, que tava de Jesus era um pretencioso. Não, ele estava dizendo: "Eu estou trazendo a verdade. Eu estou de dando o caminho em que vocês alcançarão a felicidade que está dentro de cada um de vocês. E isso se concretiza, se materializa com o amor ao próximo. Daí o grande postulado do mestre, amar a Deus". sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Logo, o que nos liberta é o amor ao próximo indubitavelmente. Mas vamos adiante. Vocês já ouviram dos grandes filósofos gregos mais influentes de todos os tempos. E lá o berço da democracia. Nós estamos falando da Grécia antiga. Pensamentos maravilhosos dominaram aquele povo, né? E dentre ela extraí a filosofia cristã, né? sendo benfeitores que como foram da humanidade. Estou me referindo, evidentemente a Sócrates e ao seu discípulo Platão. Já nós estamos referenciando algo anterior a Cristo. Há 400 anos antes de Cristo já dominava a ideia cristã. que nós também abraçamos a doutrina espírita logo na introdução do Evangelho. Abram lá, há 20 princípios em que tá lá estipulado a a filosofia, a doutrina platônica e socrática, não é? Tá lá, são 20 princípios. Pode abrir o Evangelho Segundo o Espiritismo e logo na introdução nós veremos esses princípios. O que Socrete proclamou foi que é o que a doutrina proclamou, que o Cristo, de uma certa forma disse também, mas não poderia dizê-lo de uma forma concreta.

na introdução nós veremos esses princípios. O que Socrete proclamou foi que é o que a doutrina proclamou, que o Cristo, de uma certa forma disse também, mas não poderia dizê-lo de uma forma concreta. Jesus quando se referia à verdade, ele o fazia de uma forma simbólica, através de narrativas lindíssimas que nós conhecemos como parábolas. Queremos conhecer Jesus. Ah, vamos abrir as parábolas. Tem muitas parábolas em que Jesus traz, ministra ensinamento extraordinário. Então Sócrates proclamou, por exemplo, Deus era apenas um. Dissertou sobre a imortalidade da alma e da existência da vida futura. afirmou que a alma era um ser imaterial, essencialmente distinta do corpo físico. Tudo isso, Sócrates falou, tudo isso é embasado e sustentado, como é conhecido hoje nos postulados da doutrina espírita. Por isso, Kardec, nosso codificador zeloso, colocou esses princípios, né, desses postulados extraordinários. Abram hoje, quando chegarem em casa, abram lá o Evangelho Segundo o Espiritismo e vão ver esses 20 princípios, se eu não me engano, são 20 princípios em que ele diz o que Sócrates fala e a explicação à luz da doutrina espírita é idêntico, igual. Bom, Sócrates dizia que a sabedoria era limitada à sua própria ignorância e ele tava certo, né? Só sei que nada sei. Ele, embora sábio, espírito iluminadíssimo, ele dizia: "Eu sei naquilo em que eu consegui abraçar ao longo das minhas existências. A nossa sabedoria também é restrita ao nosso, à nossa graduação, porque nós não estamos no mesmo patamar, estamos em patamares diferentes. Então, nós aprendemos e podemos dizer a respeito da verdade aquilo que já introjetamos, aquilo que já aprendemos. Por isso ele diz: "Só sei que não sei". Porque ele sabia que havia muito acima dele verdade que ele verdades que ele desconhecia. Olha que humildade. É uma humildade intelectual a despeito da sabedoria volumosa do espírito de Sócrates. Ele dizia que nada sabia. Bom, a frase, portanto, só sei que nada sei, é frequentemente associada a Sócrates. Na visão da

umildade intelectual a despeito da sabedoria volumosa do espírito de Sócrates. Ele dizia que nada sabia. Bom, a frase, portanto, só sei que nada sei, é frequentemente associada a Sócrates. Na visão da doutrina, representa a humildade intelectual, a busca constante na jornada pelo conhecimento divino. Nós estamos fazendo isso e nós nada sabemos e nós estamos jornadeando em busca desse conhecimento, porque estamos na terra, não estamos aqui para nos divertir, estamos aqui para aprender. Estamos aqui para nos graduar no processo do conhecimento espiritual. Isso aí que está, beleza. Todos nós alcançaremos a nossa alforia espiritual, mas ela não é dada. Ela é conquistada, tem que haver mérito nesse processo. Então nós vamos conquistar esse processo da nossa euforria espiritual. É meta, portanto, a ser alcançada por todos nós mormente o neópito espírita, aqueles seguidores, nós que nos colocamos na posição de aprendizes de Jesus, de aprendizes do evangelho, aprendizes da doutrina espírita. Nós estamos dentro desse aprendizado, desse roteiro que devemos alcançar. O conhecimento, a a limitação do conhecimento é atestado pela doutrina quando afirma que no início da gênese humana fomos criados simples e ignorante. Ou seja, olha o quanto nós já caminhamos. Nós não estamos falando de Jesus para cá. Nós estamos falando da Gênese, ou seja, da criação humana. Quando o espírito é criado, quando recebe o toque divino, quando recebe a chancela de Deus que coloca em nós a o processo propiciador das virtudes. Mas as virtudes não são dadas, elas são conquistadas. Alguém diria: "Ah, é difícil perdoar, é difícil amar, é difícil tolerar". Tudo é difícil, porque nós estamos na escola terra, espíritos imperfeitos, espíritos cujas obras são inacabadas. Nós não não atingimos a perfeição possível relativa de um mundo de provas de expiações. Então, nós estamos aprendendo. Tenhamos humildade nesse aprendizado, né? Então, a frase só sei que nada sei deixa entrever. Quanto mais se busca o conhecimento,

iva de um mundo de provas de expiações. Então, nós estamos aprendendo. Tenhamos humildade nesse aprendizado, né? Então, a frase só sei que nada sei deixa entrever. Quanto mais se busca o conhecimento, mais se percebe a extensão da própria ignorância. É verdade. É isso que Sócrates percebia. Ele diz: "Eu sei, eu tô aprendendo. Tudo isso é verdade, mas eu ainda tenho que aprender muito ainda, por mais sábio que eu seja." Ele nunca se se afirmou sábio, mas ele quanto mais eu aprendo, mais eu vou penetrando nesses meandros do chamado conhecimento divino. Então ele entendeu isso e na sua humildade intelectual, volto a repetir, ele se coloca dentro dessa posição. Então, a frase só sei que nada sei na doutrina espírita é um convite mesmo para nós sermos humilde intelectualmente falando. Porque se há dois processos que libertam o espírito, nós já conhecemos transformação moral e espancar os vícios que nos acometem, aqueles velhos hábitos do homem velho que ainda persevera na intimidade da nossa psiquê, da nossa alma. Portanto, para atingirmos esse processo de humildade, do conhecimento de sabedoria, nós temos que caminhar dentro desse processo de humildade. Portanto, ao espírita cabe uma abordagem sobre as limitações do conhecimento humano. Nós sabemos que nós temos limitações para atingirmos morente o conhecimento humano. Nós estamos aprendendo, a ciência avança, nós estamos aprendendo e vamos aprender. Agora imagine o aspecto moral, que é mais importante ainda. Então, precisamos sim desenvolver a virtude da humildade. Bom, sabido por todos nós que estudamos um pouquinho a doutrina, que a doutrina espírita se apoia no sublimo sublime triângulo formado pela ciência, pela filosofia e pela religião. Se a filosofia e a ciência ela se mantém no plano horizontal, a religião ela ascende, faz com que o espírito suba, se verticalize nesse processo de conhecimento. Então, o que a doutrina sustenta para todos nós? O que é Deus? Primeira pergunta lá do livro dos espíritos. a inteligência suprema, a causa primária

uba, se verticalize nesse processo de conhecimento. Então, o que a doutrina sustenta para todos nós? O que é Deus? Primeira pergunta lá do livro dos espíritos. a inteligência suprema, a causa primária de todas as coisas. Então, não existe uma inteligência superior a Deus e que todos acontecimentos que não podem ser colocado a título do homem, um homem construiu, o homem fez, foi Deus. Então, essas causas primárias nós entendemos como obra do próprio Deus. Então, qual é a verdadeira tarefa nossa do verdadeiro espírita? É semear cultura espírita. e entendendo humildemente nessa jornada de aprendizado que nada sabe, nada sabe. Consciente da sua ignorância e disposto a aprender na prática, contudo, o espírita esbarra com o caráter vaidoso e particular das suas opiniões. Nós achamos, já sabemos, não é? Kardec tá ultrapassado, a doutrina espírita, eu sei tudo, li meia dúza de livro, já quero dar aulas profunda a respeito da doutrina. E eu digo que a doutrina espírita não se aprende e não se aprenderá numa única e exclusiva encarnação. É fruto de muitas vivências terrenas até que o conhecimento espírito se introjete plenamente na alma humana e que se concretizará a partir da prática reiterada desses processos. Então, muitos sustentam opiniões pessoais, se satisfaz com falso saber, não sabe, mas acreditam que sabe e se afasta da verdade. Sócrates compreende que é necessário questionar as certezas. Tudo é isso. É assim, é assim. Ele diz: "Vamos questionar as certezas, as opiniões e os préconceitos. aquilo que nós estabelecemos como entendimento pessoal. Quando se fala em doutrina, não pen nós não devemos colocar a nossa opinião pessoal, senão a opinião da doutrina. Eu não posso falar aqui de uma forma pessoal. Eu tenho que falar sustentado nos postulados da doutrina, porque eu sou eu, eu falo, eu sou um palestrante espírita e logo eu não posso ficar aqui dizendo: "Eu acho isso, eu acho aquilo". É o achismo. Aqui nós temos que falar objetivamente a respeito do pensamento espírita. E

eu falo, eu sou um palestrante espírita e logo eu não posso ficar aqui dizendo: "Eu acho isso, eu acho aquilo". É o achismo. Aqui nós temos que falar objetivamente a respeito do pensamento espírita. E então Sócrates, para embasar o seu ensinamento, ele se sustentava em perguntas críticas. Ele expõe as incoerências nossas, as falsas certeza. Sugere então uma tomada de consciência. Primeiro do não saber. Nós temos partir da primeira, a premissa é eu não sei, eu não sei, né? e atender aquilo que se fala lá no livro dos espíritos, que nós sempre ignorante. E a ignorância ainda permanece em grande parte, porque nós ainda estamos nos processos das moradas, dos degraus do processo evolutivo. Nós estamos começando a palmear esses degraus de processo evolutivo. Saímos mundo primitivo, invadimos um mundo de provas, expiações e agora nos credenciando a um processo maior de evolução que todos já conhecemos como um mundo de regeneração, onde há de predominar, evidentemente, espíritos mais evoluído. Onde tá essa origem dessa expressão? Só sei que nada sei. É narrada muitas vezes na apologia de Sócrates por Platão. Platão foi que escreveu muito. O discípulo de Sócrates e Platão é que escreveu sobre Platão. Platão nada escreveu a respeito de si. E foi ah narrada também por um filósofo, por um general ateniense Xenofonte. Ele se dirige porque naquela época havia aquelas consultas, nós não fazíamos nossas consultas no C espírita. Lá naquela época da Grécia se fazia consulta aos oráculos, oráculos de Delfos. E lá fonte, estudioso, pergunta se haveria alguém mais sábio do que Sócrates. Ao que a Pitonisa responde negativamente, eu disse: "Não, não existe maior do que ele não existe." Era a comunicação mediúnica da época. Olha que coisa interessante. A Pitonis era um era uma era uma médium. Então ela diz: "Não, igual a Sócrates, ninguém maior do que Sócrates". Aí só que teria questionado essa condição. Olha a humildade dele de mais sábio. Ele disse: "Eu não sou mais sábio porque na sociedade grega havia diversas

l a Sócrates, ninguém maior do que Sócrates". Aí só que teria questionado essa condição. Olha a humildade dele de mais sábio. Ele disse: "Eu não sou mais sábio porque na sociedade grega havia diversas autoridades de reconhecido saber. Assim, devoltou a sua vida a investigar eh o que era ser sábio, o verdadeiro conhecimento. Então, ele demonstrou através de experiência às autoridades gregas que eles pensavam não passavam de meras opiniões sustentadas pelo senso comum. Então ele diz, vocês que se acham, tão acima, isso é senso comum, todo mundo sabe. Ora, esse comportamento de Sócrates gerou muito descontentamento. Rendeu-lhe inimigos entre os poderosos de Atenas. Então, por ao falar assim, ele expôs ao ridículo essas autoridades pela ironia socrática. A história testa que Sócrates foi um filósofo, né, como eu disse, porque ele não deixou nada escrito. Seus ensenamentos foram registrado por autores, como eu afirmei, Xanofonte, Aristófanes, Aristóteles e Platão. Foram eles que escreveram a respeito de Sócrates. E mas o que se vê é uma jornada investigativa de Sócrates. Interpelou muitas pessoas. Qual a conclusão que Sócrates chegou? É que muitos se acreditavam sábios, todo mundo se achavam, né? te colocavam lá em cima e tudo, quando tinha suas inconsistências reveladas, se revoltava, ficava chateado. Então, na na visão do filósofo grego, o único conhecimento que poderia ser reivindicado lá na época é de dizer assim, ó: "Eu nada sei, nada sei." Bom, dessa dessa forma ele concluiu grande quantidade de pessoas que acreditavam saber alguma coisa. Nos tempos de hoje nós acreditamos que sabemos que somos doutores em espiritismo, sabemos tudo quando na realidade nada sabemos. Ora, ao afirmar isso lá à sua época, ele despertou o ódio, né, de os dos opositores que e Sócrates tinha consciência, portanto, das limitações do desse seu conhecimento. Criou-se um confronto, houve um confrontamento e esse confrontamento levou a ele a um tribunal, ao tribunal ateniense. E ele foi condenado a beber se culuta.

das limitações do desse seu conhecimento. Criou-se um confronto, houve um confrontamento e esse confrontamento levou a ele a um tribunal, ao tribunal ateniense. E ele foi condenado a beber se culuta. Ele foi ele foi obrigado a tomar veneno, a se matar, né? Como se pode perceber, o cenário vivido pelo filósofo Sócrates é igualmente encontado na atualidade do dia de hoje. Será que é diferente? E aí eu pergunto e peço a reflexão de todos. Será que hoje, num movimento espírita em que nós estamos inserido, a vaidade se manifesta? Como é que é isso? Está presente a vontade de dizer sempre a última palavra? Será que nós estamos disputando posição de real de realce? Ora, o seguidor espírita está se elogiando, nega-se a reconhecer as virtudes do seu irmão de fé, pois o ofuscaria. Então, a pergunta que não pode calar-se, a vaidade impera no meio, no movimento espírita. Fica a nossa reflexão, porque nós acreditamos, porque estamos num templo religioso, que não existe disputa, que não existe vaidade, que não existe inveja, não é? E no entanto isso não é a realidade dos dias. Isso é triste afirmar, mas é uma realidade. Então, nós somos vaidosos, sim. Nós lutamos por posição de destaque, somos vaidos. E a vaidade é um vício moral que impede o progresso moral espiritual da humanidade. O vaidoso luta por posições de realce, busca atenção e admiração dos outros em razão de sua alta baixa estima. têm necessidade de exibir, ostentar e vangloriar-se por uma aparência ilusória. Então, vamos buscar a fonte lá no Evangelho para nos fortalecer com essa ideia. E lá o Evangelho, segundo o Espiritismo, corrobora com esta nossa reflexão de agora presente na seguinte passagem: "Não procureis vos colocar acima dos outros, se não quereis ser obrigado a descer. Procurai ao contrário, ser mais ser o mais humilde e o mais modesto, pois Deus saberá vos dar um lugar mais elevado no céu ou merecerdes. Ora, está falando, evidentemente sobre a nossa nossa necessidade de realce, de vaidade, de elogios.

mais humilde e o mais modesto, pois Deus saberá vos dar um lugar mais elevado no céu ou merecerdes. Ora, está falando, evidentemente sobre a nossa nossa necessidade de realce, de vaidade, de elogios. Então, por vaidoso, ele tem necessidade do aplauso, porque existe nele um vazio, um vazio existencial. Então, neste mundo que vivemos, bem poucos são aqueles que não buscam ser elogiados. A doutrina fala que devemos trabalhar, que a sua mão esquerda não veja o que faz à sua direita. Ou seja, a humildade discreta, aqueles que devem agir com extrema humildade e não ter a preocupação ao fazer um ato discreto, humilde, deixar as mãozinhas de fora para que alguém possa ver o que acabara de realizar. Então, a maioria, contudo, busca o apreço. A atenção da multidão. O vaidos enaltece qualidades que não possui, mas por algum instante se sente acima das pessoas, da humanidade. Então, a doutrina espírita vem nos disciplinar a quanto essa nossa conduta desidiosa, a forma que devemos ter a observar, entender e explicar a vida. Muitas vezes nós questionamos a questão do vel do esquecimento, não é? Nós falamos assim: "Ah, esquecer queria lembrar do que eu fiz. Não queiram não. Se fosse possível acesso aos escaninhos da alma através das vidas passadas, nós não nos vangloraríamos a respeito dos nossos feitos, tá? Nós olhando diretamente o que fizemos, talvez e na maioria das vezes nós nos envergonharíamos. Então, ah, os postulados espíritas apresentam de forma, a não deixar dúvidas, a contradição comumente existente entre a visão material e a visão espiritual. A severa que ao reencarnarmos na Terra, nos esquecemos de vidas passadas e da nossa essência espiritual. E por isso não raro, nos deixamos levar pelas ilusões do mundo, desatento às prioridades espirituais. E para encerrarmos, a expressão socrática só sei que nada sei é um convite, a dialética humilde em relação à vida. O que é que é uma dialética? É a conversa que eu tenho com o outro, tá? A vida, eu aprendo conversando com o outro, com os

tica só sei que nada sei é um convite, a dialética humilde em relação à vida. O que é que é uma dialética? É a conversa que eu tenho com o outro, tá? A vida, eu aprendo conversando com o outro, com os seus exemplos, com as suas virtudes, com os seus defeitos. É a dialética. Precisamos estar em contato constante de com esse aprendizado eterno da alma em peregrinação, na morada terrena. Ninguém avança sem outro e nós precisamos do outro. Reflitamos, portanto, queridos irmãos, é o apelo final. reflitamos a respeito das questões existenciais. É preciso aprender a se expressar sem os laivos, sem os requícios das atitudes orgulhosas, de tudo saber, disposto, dispor-se a ouvir, aceitar e aprender com a doutrina. Eis a verdadeira vivência da humildade preconizada pelo mestre de Jesus. Muito obrigado pelo carinho, pela atenção com que me ouviram. E aqueles que não viram, nós lamentamos, mas nós não somos, não fazemos aquela lei de italião. Cada um pega a sua jornada e faz dela o que é melhor. Então, que a paz do meigo rabid da Galileia, o amorável Jesus seja sempre em nossos corações. Sigam em paz, ame-se mais. Digam isso aqueles queridos que vocês deixaram lá na retaguarda. Ah, mas eles sabem, sabem que eu amo. Eu sim, eles sabem. Mas como é bom ouvir alguém dizer para nós assim: "Eu te amo". Então, eu te amo. Amo a todos vocês. Que a paz desse Jesus cubra a jornada de aprendizado. Que assim seja. E agora nós vamos passar para segundo. Nosso irmão Ítalo, tá lá no fundo, vai nos convocar agora para o passe que viemos buscar. Muito, muito obrigado. Esperamos revê-lo. Evidentemente vocês não fugirão de nós segunda-feira aqui. Vou olhar, vou olhar cada um e vou cobrar. Ó, mas você não veio na prova, você não veio na anterior, poxa. Um beijo, Jesus com todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de

nhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que

migos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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