SÓ A VERDADE VOS LIBERTARÁ - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/08/2025 (há 8 meses) 43:34 310 visualizações

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Transcrição

a ti, buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Vamos começar esse nosso momento fazendo uma uma breve leitura que tá nesse livro aqui, Encontro de Paz. Eh, o médium Chico Xavier pelos espíritos diversos. E nós vamos fazer uma leitura eh pelo espírito Emanuel, dever de servir. Ele fala assim: "Em matemática de beneficência, todos estamos na obrigação de doar algo. De nós, a vida que nos cerca. E isso não sucede tão somente a nós, as criaturas que atingimos a razão, mas igualmente a todos os seres. Minerais fornecem agentes químicos. Vegetais distribui utilidades múltiplas. No reino animal, milhões de vidas trabalham, se sacrificam a benefício do homem. camelos que o transportam, ovelhas que o vestem, cães que os auxiliam e bovinos que o alimentam. Todos nós achamos convocados a entregar a nossa cooperação pelo bem geral. Acontece, no entanto, que na criatura humana o discernimento conquistado cria o problema da livre aceitação do dever de servir. Todos nós reconhecemos indicados Todos nós reconhecemos indicados para oferecer o melhor de nós, para que apareça o melhor dos outros em auxílio de todos. Desfrutando, porém, do atributo divino de contribuir conscientemente na criação universal e não constando a violência da obra de Deus. O homem, muitas vezes quando se vê compelido pelas forças da vida a fazer o melhor de si a benefício do progresso comum, oferece ingredientes negativos à engrenagem do destino, que ele próprio se incumbe de suprimir depois do erro cometido, dependendo despendendo tempo e força para reajustar o que ele mesmo desequilibrou. Isso somos nós, viu gente? Consideremos a nossa parcela de trabalho na economia da existência. Importa observar, entretanto, que qualidade de colaboração, que qualidade de colaboração doamos de nós e o modo pelo qual entregamos a cota de serviço ao mundo junto às pessoas e ocorrências que nos cercam. Porque embora seja sejamos livres no espírito e responsáveis na

ade de colaboração doamos de nós e o modo pelo qual entregamos a cota de serviço ao mundo junto às pessoas e ocorrências que nos cercam. Porque embora seja sejamos livres no espírito e responsáveis na ação, todos na essência somos canais vivos de Deus. Nossa, mas foi uma puxada de orelha, né? Semana que vem eu trago uma melhor, tá? Uma assim saborosa, mais adocicada, né? menos cobrança. Bom, amigos, vamos fazer nossa prece, iniciando esse nosso momento que é o momento de agradecimento, agradecer pela nossa existência, agradecer a Deus pela colaboração que ele dá, a paciência que ele tem para conosco nessa nossa caminhada. Como a lição tá chamando atenção para aquilo que nós estamos fazendo, aquilo que nós estamos doando, será que nós estamos doando realmente aquilo que temos, aquilo que é da nossa a nossa cota ou nós estamos deixando a desejar? Então, nós rogamos ao Pai que nos ajude a ter mais consciência. Às vezes sozinho nós não temos, nós precisamos de uma intuição maior para que a gente possa fazer o melhor de nós, porque somos capazes, porque somos filhos desse pai maravilhoso. Então, agradecid. Nós começamos esse nosso momento com a Carla Daniela, né, que vai falar para nós: "Só a verdade vos libertará". É, tá no em torno do mestre do Vinícius, que é o livro que nós adotamos. Então a gente passa a palavra para ela. Carla, >> obrigada, Rute. Para mim é sempre uma alegria estar aqui nesse nosso momento de reflexão, esse essa nossa prece e encontro do crepúsculo em que nós nos encontramos para conversar sobre o evangelho de Jesus e inspirados aqui por esse nosso mestre Vinícius Pedro de Camargo, né, que adotou esse nome para poder eh traz conversar conosco sobre o evangelho. E nesse capítulo que nós analisamos hoje, ele fala sobre a verdade. E ele parte de uma reflexão sobre um encontro de Jesus com Pilatos, em que Pilatos, em um determinado momento, pergunta para Jesus: "Mas o que é a verdade?" E naquele momento Jesus silenciou diante de Pilatos. E aí a gente imagina que Jesus se lanciou por

com Pilatos, em que Pilatos, em um determinado momento, pergunta para Jesus: "Mas o que é a verdade?" E naquele momento Jesus silenciou diante de Pilatos. E aí a gente imagina que Jesus se lanciou por ver que naquele momento a verdade para aquela pessoa, para aquela coletividade, para tantos que ali colocaram ele naquela posição de julgamento, era uma verdade ainda tão limitada e tão distante da verdade que ele conhecia por estar em comunhão com o Pai, que apenas o silêncio. foi eloquente o suficiente para dar uma resposta. Ali se vivia numa sociedade escravocrata que condenava pessoas à morte e que tinha ainda era ainda baseada em verdades transitórias e pouco edificantes do ser, vamos dizer assim. Se acreditava que Roma, de quem Pilatos era o legítimo representante ali naquela região, era o maior império de todos os tempos, que venceria, dominaria o mundo e subsistiria por todos os tempos, que seria um império imortal e que prevaleceria sobre todos os outros que viessem. Um império que acreditava em muitos deuses e acreditava em valores que eram muito mais próximos. dos valores terrenos do que dos valores celestes. Eram as mesmas verdades que levaram o senador Públous também a rejeitar o convite de Jesus, acreditando-se um emissário de César. Ele que, como Pilatos, era o emissário de César na Palestina, forte, poderoso, orgulhoso de seu papel e de sua prevalência sobre todos os outros, de sua superioridade, que também acreditava que Roma duraria para sempre e que sentiu-se naquele momento superior àele carpinteiro de quem ele havia se aproximado para pedir pela saúde de sua filha. e que mesmo tendo a graça concedida, jamais foi capaz naquele momento de creditar aquele humilde carpinteiro a possibilidade de salvar a vida e a saúde de sua pequena filha. Então, ele se fiava na imortalidade daquele legado, daquele reino, daquele império poderoso. E hoje, 2000 anos depois, onde está o império romano? Onde está Pilatos e onde está o senador Públentulos? Está em uma posição

na imortalidade daquele legado, daquele reino, daquele império poderoso. E hoje, 2000 anos depois, onde está o império romano? Onde está Pilatos e onde está o senador Públentulos? Está em uma posição completamente diferente, certamente muito mais próximo hoje da verdade do que naquela época. Aquelas verdades transitórias do grande império, da sobreposição de umas de pessoas sobre as outras, de, enfim, do grande reinado e dos grandes poderes daqueles deuses que eram superiores a quaisquer outros. foram vencidas pelo tempo e hoje estão distantes, enquanto que a verdade do Cristo foi crescendo. Uma verdade que se aproxima das verdades celestes, que se aproxima da comunhão com o Pai e que permanece, pois ela nos traz esse elemento, pois se alinha com as verdades divinas, com as leis divinas. Já diz o livro dos espíritos, né? O bem é tudo aquilo que está de acordo com a lei de Deus e o mal é tudo aquilo que lhe é contrário. As leis divinas, então, são a nossa bússola para nos encontrar com a verdade, para nos fazer perceber para onde nós estamos indo e como as nossas escolhas, a nossa postura estão nos aproximando ou nos afastando do melhor de nós, nos afastando da nossa liberdade, da nossa leveza, da nossa comunhão com Deus e conosco mesmos, das nossas alegrias, da nossa eh da do da nossa nossa felicidade plena ou da nossa perdição, entre aspas, né? Mas dos caminhos que nos conduzem aqueles abismos temporários que nos levam à infelicidade. E isso vale para grandes coletividades, como a coletividade de Roma, como aquela coletividade que julgou o Cristo naquele momento e afastou-se do melhor e também para as verdades individuais. Eu meditava hoje sobre a história enquanto me preparava a história do rei Midas. O rei Midas que vivia um valor, uma verdade e que tinha isso como a sua essência e a sua, o seu modo de vida. Em vários momentos, ele agiu de acordo com isso, com essa crença que ele tinha. Houve um momento, a mitologia grega, uma história que não é tão conhecida como a principal dele, a

, o seu modo de vida. Em vários momentos, ele agiu de acordo com isso, com essa crença que ele tinha. Houve um momento, a mitologia grega, uma história que não é tão conhecida como a principal dele, a que eu vou me referir ainda, mas que mostra a coerência dele a essa verdade que ele trazia dentro de si ainda, né? Uma vez houve um concurso de música entre os deuses que ali haviam, né? O um dos deuses era o Deus Apolo, que era um deus mais celestial, voltado para as coisas do alto mesmo, né? Pra música elevada, pra música divina, pras artes. O Deus sol, né? O que não é bem o deus sol, porque o deu sol é hélio, mas o Deus que que era o deus da grandeza mesmo e de tudo o que eleva a alma. E o deus Pan, um deus o que era o deus da flauta, né, que participava ali com Dionísio, mas eram tocavam uma música belíssima, mas uma música assim como o Deus Dionísio, voltada mais pros nossos instintos, pras nossas, enfim, para aquilo que é terreno. E houve um grande concurso e o rei Midas foi um dos julgadores. E ao após a apresentação dos dois, belíssima, cada uma da sua maneira, né? Apolo, conduzindo-nos para as instâncias celestes e para tudo o que existia de mais belo e mais sublime, enquanto que o deus Pan tocava sua flauta, conduzindo-nos também ali pra beleza dos prazeres que nós tínhamos ali. E o rei Midas, ao contrário de outros, optou pela flauta do deus Pan e opinou ali por aquilo que ainda prendia ali, pelas pelos valores ainda que nos prendem a as nossa a nossa situação ainda mais humana, mais instintiva e mais eh voltada à Terra. E naquela história que mais conhecemos do rei Midas, né, ele havia também com o rei de o deus Dionísio, ele havia ajudado uma pessoa que era cara ao rei de ao deus Dionísio. E por isso ele foi premiado. E o prêmio dele foi que ele poderia escolher qualquer dom que ele quisesse e o Deus concederia esse dom a ele. E o rei Midas, como é bem conhecido de todos nós, fez uma escolha que era completamente coerente com os seus valores, com a sua visão e com aquilo

que ele quisesse e o Deus concederia esse dom a ele. E o rei Midas, como é bem conhecido de todos nós, fez uma escolha que era completamente coerente com os seus valores, com a sua visão e com aquilo que ele tinha como verdade à época. Ele escolheu que tudo o que ele tocasse virasse ouro. O próprio Deus Dionísio, quando ouviu aquele pedido, chorou porque percebeu que aquilo não ia ser bom. percebeu que aquele pedido não ia ser um pedido que traria bons frutos para ele, mas perguntou ainda se ele tinha certeza, está certo disso? Tem certeza? É isso mesmo que você quer? E ele empolgado reiterou que era isso que ele queria. Então, o Deus que havia feito a sua promessa e não poderia quebrá-la, não teve escolha a não ser conceder o que ele havia pedido. E conhecemos a história de que esse desejo se transformou numa grande maldição de eh o rei Midas, a princípio ficou empolgado, tocou, tocou objetos e esses objetos se transformaram em ouro. E ele fez isso inúmeras vezes e acreditou que seria o homem mais bem-aventurado da terra. o mais rico e que tinha o dom de multiplicar a sua riqueza em segundos, como ele vinha fazendo. Mas chegou um momento em que ele percebeu que aquele dom ia ser a sua maldição. Ele sentiu fome, tocou um alimento e o alimento se se transformou em ouro. Sentiu sede, a água também se transformou em ouro. Tentou abraçar uma pessoa, tocar e a própria pessoa se transformou em ouro também. E aí ele viu que mesmo tendo todo o ouro que ele podia tocar, que ele podia transformar, ele não conseguiria viver. Ele morreria de fome e de sede e sem poder tocar nada nem ninguém, que essas coisas se transformariam em ouro. Então, muitas vezes nós somos levados pelas ilusões. As nossas verdades não passam de meias verdades ou de ilusões, de verdades transitórias que não nos conduzem ao bem, à felicidade, a ao progresso e as verdadeiras realizações. Muito embora nós busquemos e tenhamos a possibilidade de querer aquilo que nos parece riqueza, que nos parece bem, esses bens que muitas vezes nós obtemos

a ao progresso e as verdadeiras realizações. Muito embora nós busquemos e tenhamos a possibilidade de querer aquilo que nos parece riqueza, que nos parece bem, esses bens que muitas vezes nós obtemos nos afastam do que é bom. São os bens que são os aqueles os tesouros do mundo, os tesouros que a traça roi, que o ladrão rouba e que consomem as nossas energias e o nosso bem. é o chamado ouro de tolo, aquilo que parece reluzir, que parece brilhar, que parece nos trazer a felicidade, mas que na verdade nos afasta do bem e que nos traz somente a fome, a sede, não saciadas, assim como Jesus falou pra samaritana, né? Então, conhecendo a nossa verdade, apurando e melhorando a nossa verdade, nós poderemos nos aproximar do bem, nos aproximar da verdadeira liberdade e dos eh daquilo que pode nos trazer a verdadeira felicidade. E aí Vinícius lembra, né, no final já do seu texto, aquela passagem de Jesus no sermão da montanha. Bem-aventurados o que tem os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. E aí ele nos traz essa reflexão do que nós temos fome, do que nós temos sede, do que o que nós buscamos e o que é a nossa verdade. Eu já em uma dessas quartas-feiras em que eu pude estar aqui, eu compartilhei com vocês uma história que também é da filosofia oriental, que fala dos nossos das nossas buscas e das nossas eh dos pesos que nós angareamos para nós mesmos, né? que quando o na sabedoria oriental para conquistar o nirvana, o céu, eles têm apenas uma prova que nós temos, trazemos o nosso coração e esse coração é pesado numa balança em que do outro lado há uma pena, uma pena muito leve feita praticamente de ar, completamente etérea. E quando cada vez que nós retornamos da vida, eles também tm uma doutrina reencarnacionista que diz que nós retornamos inúmeras vezes enquanto necessário, nosso coração é pesado. E se o nosso coração pesa mais do que aquela pluma, nós precisamos voltar. E se o nosso coração tem um peso igual ou menor do que o daquela pluma, aí sim nós podemos entrar no Nirvana, porque nós já

. E se o nosso coração pesa mais do que aquela pluma, nós precisamos voltar. E se o nosso coração tem um peso igual ou menor do que o daquela pluma, aí sim nós podemos entrar no Nirvana, porque nós já temos aquilo que realmente nós precisamos, ou seja, os valores do céu, aqueles valores que não pesam na nossa alma, mas que nos ajudam e nos elevam. E é disso que Jesus fala. Quando Pilatos perguntou para Jesus qual é a verdade, o que é a verdade, Jesus, olhando no fundo dos olhos de Pilatos, compreendeu que apenas o silêncio seria capaz de ser uma resposta, um silêncio eloquente, porque ele percebeu que Pilatos ainda não tinha instrumentos para compreender todas as verdades que o Cristo vinha nos trazer, que tudo o que ele nos trouxe e que permaneceu e permanece conosco São verdades que aquele tempo aquelas pessoas, aqueles que ali estavam e que haviam levado Jesus a julgamento, e o próprio Pilatos, que era o emissário de todas essas verdades, que trazia nos seus ombros e no seu coração todas essas verdades, ainda não era capaz de compreender todas as lições que o Cristo nos trouxe. Ele nos legou essas verdades. Ele deixou para nós no sermão da montanha, em todas as ideias que permaneceram, nas nas parábolas que ele nos legou, nas mensagens que muitas vezes séculos depois nós compreendemos e nas lições imortais que ele nos trouxe aqui. E nós aos poucos vamos descortinando essas verdades. nós vamos compreendendo e vamos nos habilitando para viver de acordo com essas grandes verdades que o Cristo nos traz. E na medida em que nós conseguimos intercambiar as nossas verdades entre aquelas verdades dos tesouros que nos pesam, do ouro que nos aniquila, que nos faz padecer da fome do verdadeiro bem, que nos faz padecer da sede, daquilo que edifica a alma, nós vamos tornando a nossa vida mais leve, nós vamos tornando a nossa alma pura. Nós vamos tornando os nossos alimentos mais consistentes e mais aptos a trazer o verdadeiro alimento. Nós vamos elevando a nossa alma e tornando os

ida mais leve, nós vamos tornando a nossa alma pura. Nós vamos tornando os nossos alimentos mais consistentes e mais aptos a trazer o verdadeiro alimento. Nós vamos elevando a nossa alma e tornando os nossos tesouros mais verdadeiros e assim vamos aos poucos nos libertando. Uma coisa que eu sempre gosto de lembrar também a partir das lições do Cristo e a partir dessa pequena parábola da filosofia oriental de como nós entramos no céu, é que quando nós vamos evoluindo, nós não crescemos, nós diminuímos, porque é um processo de ir abrindo mão, de ir nos tornando mais leves, menores diante do mundo, mas maiores diante do Cristo. maiores daquilo que realmente nos engrandece, maiores daquilo que torna a nossa alma leve e mais feliz, né? Quando a gente está próximo da felicidade, a gente sempre diz: "Nossa, eu tô me sentindo tão leve, tô me sentindo nas nuvens, tô me sentindo bem". Quando nós estamos tristes, melancólicos, nós dizemos que estamos nos sentindo pesados. o nosso coração, a nossa mente nos pesam e parece que a gente tá carregando uma grande âncora, um grande peso, não é mesmo? Então isso mostra que nós somos espíritos feitos para a leveza. Nós somos feitos, somos espíritos feitos para nos elevar e para diminuir os nossos pesos e com isso conquistar a nossa ascensão. Então, enquanto nós vamos crescendo, nós vamos deixando para trás aquilo que ainda nos aprisiona, aquilo que ainda nos prende aos valores que são inerentes a esse mundo. Jesus falou aos seus discípulos e falando aos seus discípulos, ele falou a todos que um dia seriam seus discípulos, nós que estamos aqui hoje, sobre os valores do mundo também. Ele dizia, e esse discurso foi feito pros discípulos após a última ceia, aqueles que estavam ali com ele nos e está no Evangelho de João, nos capítulos 13 até 18. No capítulo 17, já no finalzinho, ele faz uma prece pelos seus discípulos. E nessa prece ele diz que aqueles que são dele são aquelas pessoas que estão no mundo, mas que não são do mundo, que vivem aqui

capítulo 17, já no finalzinho, ele faz uma prece pelos seus discípulos. E nessa prece ele diz que aqueles que são dele são aquelas pessoas que estão no mundo, mas que não são do mundo, que vivem aqui nesse mundo e que estão aqui colocados, mas que tem os valores e a visão e a forma de agir do reino dos céus, do qual ele se proclamava o grande eh embaixador, vamos dizer assim. Então, ele dizia e disse em vários momentos, inclusive diante de Pilatos, que o reino dele não era daquele mundo, não era deste mundo e que ele era do reino dos céus. Num determinado momento também, ainda nesse encontro com Pilatos, ele enuncia o próprio Pilatos, né? Tem um momento em que Pilatos vendo que as pessoas não encontrando culpa em Jesus e querendo lhe absolver, mas percebendo que aquele público ali não ia compreender essa visão, pede que Jesus seja retirado e que sejam lhe aplicados alguns castigos para que ele, o público, enfim, possa se dar por satisfeito com aquilo, evitando a pena capital que ele estava sendo para ser imposta ali. não foi suficiente, como sabemos, mas quando ele foi e os soldados ultrajaram Jesus com colocando-lhe o manto e a coroa para ridicularizá-lo, Pilatos eh recebeu novamente Jesus e ao mostrá-lo ao povo da forma como ele estava, ele proferiu a seguinte sentença: Eis o homem. E sem saber, Pilatos estava lhe dizendo uma grande verdade. Ele colocava Jesus como o grande homem, o homem em essência, o homem por excelência. Na na questão 625 do livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos, né, ao espírito de verdade, quem é o maior homem que já passou pela face? E é a menor, menor em número de letras, a menor resposta do livro dos espíritos, mas a que tem grande significado. Cinco letras, Jesus. Jesus é o maior homem que passou pela terra. Ele é o nosso modelo e guia, como sabemos. Então, quando Pilatos apresenta Jesus, eis o homem, ele mostra a essência do ser humano. Ele mostra aquilo que o ser humano é capaz de se tornar, aquilo que o ser humano é capaz de ser. É o nosso modelo e guia.

ndo Pilatos apresenta Jesus, eis o homem, ele mostra a essência do ser humano. Ele mostra aquilo que o ser humano é capaz de se tornar, aquilo que o ser humano é capaz de ser. É o nosso modelo e guia. Dizem os filósofos que toda a essência da humanidade pode ser obtida a partir dos talentos de um homem, né? Eu tenho um um filme, se eu não me engano, né, que é o Eu Robô, em que um robô pergunta para um ser humano, né, se ele na verdade o diálogo, o ser humano pergunta pro robô se ele seria capaz de produzir uma sinfonia, se ele seria capaz de produzir uma grande obra artística que elevasse e que trouxesse ou uma grande obra científica, né, que mostrasse o valor. Isso foi antes da inteligência artificial, né, que hoje dizem que pode fazer até um texto no nível de uma tese de doutorado, a controvérsias, né? Mas isso é uma questão que podemos ainda vai se discutir muito naquele momento. O robô pergunta para ele: "Eu não posso, mas e você pode?" dizendo que essa faculdade não era de todos os seres humanos, mas dizem os filósofos que se um ser humano for capaz de revelar uma capacidade, aquela capacidade ela se estende a toda a humanidade, né? Se um ser humano é capaz de um gesto de bondade, de um gesto de justiça, de um gesto de amor, de um gesto de inteligência ou de uma sublime composição, é a humanidade que é capaz. É um talento que está em nós. E Jesus nos disse que nós somos deuses e que nós somos capazes de fazer tudo o que ele fez. Então, Jesus é a humanidade e ele veio nos mostrar do que nós, enquanto humanidade somos capazes. Tudo o que eu faço, vós podeis fazer. Então, nós temos todas essas capacidades, todos esses talentos. Nós temos os conhecimentos e as capacidades que Jesus veio nos mostrar. Cada um de nós tem, cada um de nós pode e tem absolutas condições de fazer aquilo que Jesus faz. Basta que nós busquemos, queiramos, exercitemos o nosso espírito para que nós possamos fazer. O senador Públoos naquele momento não compreendeu aquela mensagem de Jesus, mas

azer aquilo que Jesus faz. Basta que nós busquemos, queiramos, exercitemos o nosso espírito para que nós possamos fazer. O senador Públoos naquele momento não compreendeu aquela mensagem de Jesus, mas ele foi ao longo do tempo, ao longo das experiências, ao longo de tudo o que ele viveu, dos erros cometidos, dos exemplos que ele viveu de sua esposa Lívia e de tantos outros com quem ele conviveu, ele foi trazendo esses conhecimentos paraa sua alma, foi transcendendo e hoje ele é o Emanuel que nós conhecemos. os que nos deixa essas belíssimas mensagens, que foi o mentor de Chico e que ainda tem um longo caminho para prosseguir, né? Ele costumava dizer pro Chico que quando ele visitava os espíritos imortais, inclusive aqueles que estão no nível mais elevado, que estão nas esferas celestiais, inclusive a sua esposa Lívia, que estava ainda naquela vida, conseguiu elevar-se pela presença de Jesus, ele dizia que se sentia como um crocodilo, porque ainda estava muito a quem desses espíritos do bem. Nós estamos nesse caminho, nós elevamos a nossa alma, buscamos tirar de nós os pesos e aprofundar as verdades que trazem dentro da nossa alma, aprofundar o nosso olhar, aprofundar o nosso conhecimento e aprofundar as capacidades que nós já sabemos que temos. buscar as verdades da alma, diminuir aquilo que nós que ainda nos prende, as correntes que nos aprisionam e os pesos que nos impedem de flutuar e de viver como a pluma. Na medida em que formos nos desapegando, em que formos melhorando as nossas escolhas, ampliando o nosso olhar, as nossas verdades, nós caminharemos com o Cristo e caminharemos paraa nossa felicidade. Me lembro também de Paulo, Paulo de Tarso, que tinha a sua verdade naquele primeiro momento da sua vida, em que ele ainda era Saulo. Ele já tinha princípios, já buscava servir a Deus. buscava eh encontrar-se por meio do seu papel de doutor da lei com as máximas divinas que ele conhecia naquele momento, mas ainda tinha sua alma toldada pela violência, pelo orgulho, pelos pesos que ainda o

a eh encontrar-se por meio do seu papel de doutor da lei com as máximas divinas que ele conhecia naquele momento, mas ainda tinha sua alma toldada pela violência, pelo orgulho, pelos pesos que ainda o aprisionam naquele momento. Embora fossem boas as suas intenções, ainda era dotado de grandes pesos e de grandes cegueiras que o impedia de aguçar a sua visão. Quando ele encontrou com o Cristo, depois também de muitas experiências, de muitas dores, de muitos erros e de muitas perdas, ele conseguiu enxergar mais, enxergar melhor naquele momento que é de todos nós conhecidos, do encontro dele em Damasco, em que ele cai literalmente do cavalo e ali ele encontra com o Cristo que se apresenta a ele na sua majestade, na sua glória, como realmente o emissário de Deus, o Messias e o homem a quem todos nós buscamos. Ele compreendeu que estava cego. Não é que a visão de Paulo tenha sido retirada naquele momento. Ela foi fisicamente retirada, foi fisicamente velada para que ele compreendesse que espiritualmente ele sempre havia estado cego. Então, apenas foi transferido para o corpo físico de Paulo a cegueira espiritual do qual ele era da qual ele era vítima. Ainda ele não enxergava as verdades do Espírito. Ele não enxergava aquilo que o Cristo vinha trazer. Ele não enxergava o próprio Cristo. Por isso, ele havia feito escolhas lamentáveis. Mas o próprio Estevão ao no momento do seu apedrejamento disse, né, que se Paulo era capaz de amar a Deus, se Saulo era capaz de amar a Deus daquela forma e tudo fazer por esse amor a Deus, imagina quando ele conhecesse o Cristo. E Estevão, com sua visão mais ampla não estava errado. Realmente Paulo transformado e depois de curada a sua cegueira também fisicamente por Ananias, ele nos mostrou o quanto nós podemos nos transformar por meio da modificação das nossas verdades, por meio da ampliação da nossa visão e da transformação, da libertação dos nossos pesos. que nós, assim como eh Vinícius Pedro de Camargo nos enuncia, possamos modificar as nossas

das nossas verdades, por meio da ampliação da nossa visão e da transformação, da libertação dos nossos pesos. que nós, assim como eh Vinícius Pedro de Camargo nos enuncia, possamos modificar as nossas verdades, possamos viver mais de acordo com a verdade do espírito, possamos transformar a nossa visão, curar as nossas cegueiras e caminhar em direção àquilo que é bom e belo. caminhar para o bem, caminhar para o alto e rumo aos nossos verdadeiros tesouros da alma. Que Jesus esteja conosco nessa caminhada e que nós possamos seguir com ele, que é a nossa verdade que nos liberta. Muito obrigada. Bom, Carla disse que possamos que Jesus possa estar conosco na nossa caminhada e que nós possamos estar nessa caminhada com ele, né? Porque a gente fica fugindo de Jesus o tempo todo. Porque estar com ele é estar no amor, estar na na sabedoria, estar na na tolerância, né? está na caridade, que às vezes é uma coisa ainda meio difícil para nós ainda, ainda, né? Então, que a gente esteja nesse caminho onde ele está, porque o caminho dele é um só. É um só. Nós que desviamos um pouquinho em em consequência às vezes da nossa displicência, né? Mas estamos aprendendo. Bom, a gente agradece imensamente a Carla por por a pela reflexão da noite de hoje. Só a verdade vos libertará. Então, só a verdade que vai nos libertar, né? Só a verdade. Então, vamos sempre seguir o caminho da verdade, que aí nós começamos a nos libertar de tudo que nos prende. Vamos terminando isso a vocês também por aqui estar. Agradecendo vocês que estão nos assistindo pelos meios de comunicação, aqueles que irão nos assistir também. Muito obrigada. E vamos fazer nossa prece final. Vamos todos nós vamos hoje fechar os olhos, né? Já tá essa noitezinha, né? Apesar que é 18:34, mas já estamos, já entramos na noite, na hora da Ave Maria, mais ou menos. E vamos lembrar talvez de alguém que precisa dessa oração ou de nós. Às vezes nós precisamos nesse momento. Vamos lembrar, vamos pedir o Pai que possa nos abençoar nessa noite de hoje, que possa nos dar

vamos lembrar talvez de alguém que precisa dessa oração ou de nós. Às vezes nós precisamos nesse momento. Vamos lembrar, vamos pedir o Pai que possa nos abençoar nessa noite de hoje, que possa nos dar uma noite saudável, um sono tranquilo, se possível encontrarmos com as pessoas que nós temos maiores afeições ou as entidades que possam nos levar a uma verdade, a uma resolvendo algumas dificuldades nossa através do sono do corpo físico. Agradecemos a esse pai de misericórdia que nos ajuda todo instante, a esse que nos liberta, né? Nos liberta sempre quando nós estamos no caminho da verdade. Então, agradecemos também e vamos fazer a nossa Ave Maria, a prece maravilhosa, né? dizendo: "Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois entre as mulheres, bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por nós pecadores, agora e na hora do nosso desencarne. Que assim seja, amigos. Beijo no coração de cada um de vocês. Agora nós passamos para a nossa amiga pro passe. >> Agora é Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios. por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os

e amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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