AMOR E AMORES - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão foi nessa casa que aprendi toda belê. Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Vamos começar esse nosso momento que é muito importante para todos nós e sempre a gente começa com uma com uma leitura que aí vai se harmonizando, porque a gente chega assim meio no sufoco, né, correndo, né, para poder chegar, para poder pegar desde o comecinho. Então isso acontece mesmo. A gente vai falar de desse livro em Pílulas de Esperança, que é do Andrei Moreira pelo Espírito Dias da Cruz, onde ele fala: "Ama com espontaneidade, ama com espontaneidade e liberdade, não para que tenhas de volta o amor que ofertas". A maioria das criaturas mais reage do que age com relação ao mundo, ao sabor dos estímulos exteriores que as comandam, mimetizam sentimentos e emoções de acordo com o estado emocional que encontram naqueles com os quais convive sem espontaneidade e naturalidade. Se deseja saúde e equilíbrio, caminha decididamente para a individuação, encontrando a sua expressão pessoal e amando a singularidade dos teus caminhos no mundo. Não guardes em tua alma o amor que te preenche o coração. Inunda a vida com aquilo que de melhor tenhas a ofertar, contagiando aqueles que ainda não se sentem livres para amar espontaneamente para o bem comum. Ama com espontaneidade liberdade, não para que tenhas de volta o amor que ofertas, visto que o retorno é lei natural. Mas para que te reconheças repleto e abençoado com a sua singularidade, amando porque tens para dar e decides partilhar o muito que a vida tem te ofertado com gratidão e generosidade. Então, com essa mensagem linda, né? Amar pra gente poder dividir esse amor. O amor tem que ser dividido, né? Se ele não é dividido, não tem sentido, né? Não é
te ofertado com gratidão e generosidade. Então, com essa mensagem linda, né? Amar pra gente poder dividir esse amor. O amor tem que ser dividido, né? Se ele não é dividido, não tem sentido, né? Não é amor, né? Então vamos fazer nossa prece. Se se achar melhor, fechar os olhos, tudo bem. Se não for, mas que o coração eleva a Jesus, né? Isso sim a gente pode fazer nesse momento, imaginando que Jesus tá à nossa frente ou que tá o nosso guia protetor, porque essa energia que agora reina nesse salão nos envolve. Energia de gratidão, energia de amor, energia de esperança, energia de coragem para que nós possamos vencer cada obstáculo das nossas vidas. Mas vencer com quê? Com honestidade, com sabedoria e dividir aquilo que nós aprendemos. O maior cuida do menor. Foi a foi a mensagem hoje da irradiação. Se eu sei mais, eu passo para aquele que sai sabe menos. Então essa é a lei de Deus. É a lei que ele traz para nós, que a gente possa passar pro outro aquilo que nós já temos em fartura. Então assim nós começamos esse movimento dizendo: "Graças damos por tudo que o Senhor tem nos dado, amigo Jesus". Que assim seja. Bom, amigos, hoje nós temos a Carla que vai falar um assunto muito interessante, até nem parece que é uma um tema do dentro que tá dentro da doutrina, mas vocês vão ver surpresa, vocês vão ver o tanto que é belo esse assunto. Então, a palavra tá com ela. Obrigada, Rute. E realmente é um tema muito interessante que vem desse livro Em torno do Mestre, né, do Vinícius de Camargo, que adotou eh Pedro de Camargo, que adotou o pseudônimo de Vinícius para nos deixar essas lições tão importantes a partir do Evangelho de Jesus, que nos ensina tanto. E ele fala de amor e amores. e fala que ele começa dizendo que os homens conhecem muitos amores, amor materno, amor filial, amor conjugal e por isso acaba fazendo uma certa confusão do que seja verdadeiramente o amor que utiliza com ignorância esse termo, né, para coisas que não significam verdadeiramente aquele amor que é o amor do nosso pai, que é o
a fazendo uma certa confusão do que seja verdadeiramente o amor que utiliza com ignorância esse termo, né, para coisas que não significam verdadeiramente aquele amor que é o amor do nosso pai, que é o espelho de todos nós. falando, eu me lembro muito claramente de Jesus com a samaritana, quando ele vai até o poço e encontra lá a samaritana em que eh ele pede água. E aí quando ela depois de estranhar, né, ele pedia água para para aquela mulher da Samaria que era tão discriminada e buscava justamente pedir e pegar água no horário que ninguém mais ia para não sofrer ainda mais com com isso. É, ela ele pede a ela que dê de beber e quando ela oferece a água e aí ele diz que ele tem uma água que é a água verdadeira, a água da vida e que se diferencia muito bem de todas aquelas águas que nós conhecemos no mundo, a água que aquele poço mesmo oferece, que é uma água que mata a sede temporariamente, mas que não mata verdadeiramente e que a água que ele oferece é uma água que mata verdadeiramente a sede é a água da vida. E aí Jesus não estava falando simplesmente de água, ele estava falando de amor mesmo. Ele estava falando e apresentando esse amor que é o amor verdadeiro, esse amor do Pai, essa essa construção que nos edifica e que nos identifica também. Nós sabemos que as águas do mundo sorriem para nós, se oferecem a nós em todos os momentos, mas beber das águas do mundo é permanecer na sede. Eu me lembro e sempre falo de um livro que eu li quando eu era criança pré-adolescente, que falava de um grupo de de também jovens que passava por um naufrágio. E nesse naufrágio eles ficavam com muita sede, desesperados de sede. E aí eles chegavam à conclusão de que a pior coisa para um náufrago é beber a água do mar, que está ali aparentemente abundante e que teoricamente resolveria todos os problemas. Mas eles dizem que quem bebe a água do mar, eh, na verdade é uma água salgada e cheia de microrganismos. Então ela dá ainda mais sede porque ela retira, né, aquela água salgada não dá
os os problemas. Mas eles dizem que quem bebe a água do mar, eh, na verdade é uma água salgada e cheia de microrganismos. Então ela dá ainda mais sede porque ela retira, né, aquela água salgada não dá água para o nosso corpo, ela retira a água, desidrata e acelera o processo de desgaste e até mesmo a morte das pessoas. Então, quando eu penso nessa nessa mensagem do Jesus, eu penso, né, que Jesus fala da verdadeira água, eu penso no náufrago que bebe água do mar, que bebe aquela água salgada. E no livro, os náufragos, eles esperam a chuva. A chuva é a água da bênção, é a água que vem dos céus e que mata toda sede. Então eles percebem já próximos de um da do desespero, eles vem que tá formando chuva no céu e utilizam tudo que eles têm ali dentro daquele pequeno barco para coletar aquela água. E com aquela água eles conseguem, com a água que vem abundante da chuva, eles conseguem finalmente matar a sede e fazer o que eles precisavam. E Jesus fala que fala da água e fala da vida em abundância também, da vida que vem e que nos dá tudo que nós precisamos. Deus é o Deus da abundância. Então é a água que vem pura e cristalina do céu. Mas nós muitas vezes não esperamos essa água. Nós nos apressamos e buscamos essa água do mundo que não mata a nossa sede, mas nos desidrata e nos piora a situação. Assim são esses amores que se fala. Muitas vezes a gente não consegue espelhar e não consegue alcançar o amor que vem do céu, o amor que vem de Deus. E assim chama de amor muitas coisas que na verdade se distanciam da pureza do conceito divino de amor e que não matam a nossa sede, pelo contrário, nos desidratam e nos colocam numa situação ainda mais difícil. No livro Pensamento e Vida, Emanuel tem um capítulo que ele fala do amor, um capítulo belíssimo. Ele fala assim que o amor puro é o reflexo do Criador em todas as criaturas. brilha em tudo e em tudo palpita na mesma vibração de sabedoria e beleza. É o fundamento da vida e justiça de toda a lei. Surge sublime no equilíbrio dos mundos,
lexo do Criador em todas as criaturas. brilha em tudo e em tudo palpita na mesma vibração de sabedoria e beleza. É o fundamento da vida e justiça de toda a lei. Surge sublime no equilíbrio dos mundos, erguidos à glória da sua imensidade, tanto quanto nas flores anônimas esquecidas no campo. Nele fulgura generosa a alma de todas as grandes religiões que aparecem no curso das civilizações por sistema de fé. à procura da comunhão com a bondade celeste e nele se enraíza todo o impulso da solidariedade entre os homens. E ele vai falando, ele diz que todos os seres têm esse amor de Deus em cada ser do universo, do pequeno átomo até do menor do que o átomo, né? que átomo significa indivisível, mas hoje já sabemos que existem partículas muito menores do que o átomo. Mas desde o menor, a menor das partículas até o maior de todos, de todas as galáxias, toda ela tem a presença de Deus e do seu amor. Esse amor permeia cada ser, cada estrutura do universo e permeia a nós. Todos nós temos acesso, todos nós somos presenteados com o amor de Deus, mas nem todos temos capacidade de chegar até ele. O Aroldo Dutra Dias nas palestras dele fala muito que o amor de Deus é infinito. É como essa vida em abundância que Jesus nos promete, esse fruto da abundância ao qual todos nós temos acesso. Mas se o fruto da abundância está disponível para todos, cada um consegue retirar dele de acordo com o que nós temos, né? Então é como uma água imensa do oceano, mas a gente ou a água da chuva para utilizar a metáfora, mas eu só tenho um pequeno recipiente, um copinho de café, às vezes um contagotas para poder utilizar essa água e eu fico com muito pouco dela. E às vezes eu acrescento outras coisas e chamo de amor aquilo que na verdade está muito mais misturado. Tem uma gotinha do amor divino, aquele amor que nos marca e que nos torna filhos de Deus, mas tem muito mais coisas ali que nos misturam. Então, Vinícius fala pra gente do amor que justifica muitas vezes a morte, que justifica a posse, que justifica certas
a e que nos torna filhos de Deus, mas tem muito mais coisas ali que nos misturam. Então, Vinícius fala pra gente do amor que justifica muitas vezes a morte, que justifica a posse, que justifica certas coisas que distanciam terrivelmente do amor de Deus. Porque nós deixamos esse amor divino e colocamos outros elementos nele, quando na verdade devemos buscar essa água que Jesus nos promete, essa água abundante que mata a nossa sede e que faz com que nós não precisemos de mais nada. Esse é o amor que Jesus nos promete. Quando nós conseguimos compreender e vibrar nesse amor, aí sim nós somos felizes e nós temos a verdadeira vida. Eu me lembro das concepções que a gente tinha de Deus. As nossas civilizações primitivas não entendiam Deus, assim como nós hoje não compreendemos, né? Mas avançamos alguns passos. Então, tudo que eles viam que parecia extraordinário, que parecia diferente, eles chamavam de Deus. Tinha um trovão no céu, era Deus. O sol brilhava, era Deus. Chovia, era Deus. Então, tudo que eles não compreendiam, mas que dava a ideia de algo maior do que a humanidade, maior do que as nossas capacidades, eles chamavam de Deus. Assim, nós fazemos também com amor. Nós não compreendemos a essência desse amor, mas chamamos de amor tudo o que nos parece que seja, né? desvirtuando muitas vezes aquilo que nós não conseguimos entender e que nós nos perdemos. Jesus compreendeu e nos mostrou esse amor ao falar da água da vida e também a nos dar o mandamento. Ele, a humanidade se afastou de Deus, dos mandamentos e das mensagens que Deus deixava, simplesmente anunciando por meio dele várias regras, né? um um um mundo de regras que eles chamavam de Deus e de amor também, né? Que falavam como fidelidade a Deus. E aí Jesus diz e vem: "Não vou mudar a lei, mas vou trazer para vocês a essência dela. Eu vos dou um mandamento, que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amo." Então Jesus veio para ser o nosso guia e modelo. Ele veio para nos mostrar o que é Deus, o que é a vida. o que é o amor e
u vos dou um mandamento, que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amo." Então Jesus veio para ser o nosso guia e modelo. Ele veio para nos mostrar o que é Deus, o que é a vida. o que é o amor e colocou esse amor como modelo. Esse amor que mostra pra gente a vida em abundância, que mostra a entrega, que mostra o perdão, que mostra tudo o que tem como elemento a divindade, aquilo que a divindade revelou através de Jesus, porque ele é o nosso modelo e guia. Então, ele fez aquelas curas, ele trouxe o perdão, ele trouxe o amor na sua mais sublime essência, que entrega até mesmo a sua vida e continua na vida, porque a nossa vida não termina, mas ela prossegue. Nós somos seres imortais que permanecem na vida em Deus e permanecem na vida com amor. Então, se nós queremos compreender o amor, nos espelhemos em Cristo. Se nós querermos compreender a bondade divina, nos espelhemos também em Cristo. E eu me lembro sempre da passagem da mulher hemorroíça, que queria a cura acima de qualquer coisa, uma mulher marcada por aquela enfermidade que tirava a saúde dela, que tirava a energia dela e que tirava a possibilidade dela de convivência pelo pela discriminação que sofria naquela sociedade, que não a aceitava. Mas quando soube da existência de Jesus, acreditou com toda a fé que poderia ser curada. E ela se colocou ali no caminho esperando que Jesus passasse. E quando ele passou, no meio de toda aquela multidão, ela tocou as vestes de Jesus com a certeza, com a confiança de que seria curada. E Jesus sentiu esse toque e falou aos seus discípulos: "Alguém me tocou." E eles, todo mundo tava tocando, né? Era uma multidão que tava ali, o empurra empurra terrível. E eles disseram isso a ele. Mas Jesus disse: "Não, alguém me tocou de uma maneira diferente, porque de mim extraiu virtude". E aí aquela mulher sabia que ele tava falando dela, se identificou e ele soube que aquela mulher extraiu dele as energias de cura. E assim é o amor divino. Todos nós que queremos, que buscamos, que vamos até o
la mulher sabia que ele tava falando dela, se identificou e ele soube que aquela mulher extraiu dele as energias de cura. E assim é o amor divino. Todos nós que queremos, que buscamos, que vamos até o poço de onde tem a água da vida, extraímos de acordo com a nossa capacidade essa água do amor e curamos a nossa alma, curamos a nossa sede de amor. Todas aquelas pessoas estavam próximas de Jesus, mas apenas aquela mulher foi curada. Não porque o Jesus não tivesse capacidade de curar a todos, não porque Deus não tenha vida suficiente para todos nós, mas porque ela era a pessoa que estava pronta, que estava conectada com esse amor, que compreendia esse amor que vinha de Deus e que era manifestado através de Jesus. Por isso Jesus diz: "Eu e o Pai somos um. Aquele que quiser vir até o Pai, que o faça por mim". A gente compreendendo Jesus e compreendendo o amor que ele nos mostra, nós conseguiremos ter um vislumbre do que é o amor de Deus. Nós teremos o vislumbre dessa abundância divina, desse amor que é que se compadece, que perdoa, que aceita, que tolera. A questão eh 641, se eu não me engano, do livro dos espíritos, fala do que é o bem e o mal. E aí é uma definição quase tautológica, né, que diz que o bem é tudo aquilo que vem, que está de acordo com as leis de Deus e o mal é tudo aquilo que é contrário. Então o amor é tudo aquilo que nos mostra o que é Deus e o mal é tudo aquilo que é contrário. Então, se a gente quer entender o que é o amor e o que não é o amor, se a gente quer entender o que é ser divino, a gente perceba o que são as leis de Deus que foram demonstradas pelo Cristo. Então, se alguém fala, porque Vinícius fala de que em nome de Deus e do amor de Deus já se fizeram guerras, já se falar, já se fizeram mortes, né? Eu me lembro que na década de 70, eu acho 60 ou 70, tinha um grande slogan, né? Porque as pessoas falavam que matavam por amor. E aí tinha um, teve um julgamento de um homem que matou sua esposa dizendo que matava por amor, que dizia, né, quem ama não mata. E a gente
slogan, né? Porque as pessoas falavam que matavam por amor. E aí tinha um, teve um julgamento de um homem que matou sua esposa dizendo que matava por amor, que dizia, né, quem ama não mata. E a gente precisa se lembrar disso. Então, quando a gente falar de amor, a gente precisa buscar compreender se isso se aproxima das leis de Deus. Se eu estou usando o amor como instrumento de posse, instrumento de egoísmo, instrumento de intolerância, se eu utilizo o nome de Deus ou as a essência, as palavras de Deus mesmo para promover o egoísmo, para promover a morte, para ser intolerante com os meus irmãos, para excluir, a gente deve refletir se isso nos aproxima de Jesus, se nos aproxima de Deus ou se isso nos afasta dos exemplos que ele deu. Jesus pregou a intolerância, ele mostrou a intolerância ou Jesus foi o o reflexo do perdão, do serviço, da bondade e daquilo que daquele que se doa para todos os que se colocam, para todos os que estão prontos a receber. Então, devemos pensar nisso. O que eu estou buscando e que eu chamo de amor, me aproxima de Deus ou me afasta de Deus? Como eu posso estar falando de amor ou estar falando de Deus se aquilo está trazendo infelicidade para mim? Se tá agredindo as outras pessoas, se tá diminuindo a mim e tá diminuindo ao meu irmão? Então, preciso pensar naquilo que eu entendo que é amor. Assim como Jesus disse que eu e o Pai somos um, a gente tem um exemplo de Paulo. Paulo que fez toda uma jornada ao longo da sua vida, uma jornada que veio desde alguém que tinha uma compreensão de Deus que era baseada no enfim nas próprias ideias, né, na centralidade daquilo que ele pensava e da forma como ele se colocava, né, querendo que todos aderissem à aquelas ideias dele, que não aceitava nem mesmo aquele Messias que vinha por ser diferente do que ele esperava, né, por não ser aquilo que ele imaginava. que seria o Messias, né, que perseguia todos aqueles que buscavam se encontrar com o Cristo e se encontrar com Deus, que chegava ao extremo da violência, como
né, por não ser aquilo que ele imaginava. que seria o Messias, né, que perseguia todos aqueles que buscavam se encontrar com o Cristo e se encontrar com Deus, que chegava ao extremo da violência, como chegou com Estevão, e, enfim, que buscava esse amor, buscava Deus, mas que tinha essas concepções ainda limitadas, mas que conheceu o Cristo e ali percebeu que a visão que ele tinha do amor não era uma visão verdadeira, não era uma visão real. E conhecendo esse amor verdadeiro, ele passou a vida inteira buscando esse amor, trabalhando em prol dele e promovendo esse amor. No final da vida dele, ele disse: "Eu vivo, mas já não sou eu quem vivo, é Cristo que vive em mim." Porque ele já estava tão próximo nessa jornada dele, já se identificava tanto com os princípios do Cristo, que era como se o coração dele pulsasse junto com o coração do Cristo. Assim como Francisco de Assis, que tinha uma identidade, a única coisa que ele pediu ao Papa, que ele queria no momento em que ele abdicou de tudo na vida, era viver totalmente de acordo com o evangelho de Jesus, totalmente viver em todas as palavras, em todas as linhas, em todas as ações, né? E ele amou tanto Jesus, teve uma identidade tão grande com ele, que até as chagas de Jesus, né, ele recebeu na própria pele, na própria carne, né, os estigmas de Jesus. Então Paulo já no final de sua vida, quando tinha essa identidade com Cristo, ele fez uma nova definição de amor. Em Coríntios 13, na carta aos Coríntios, ele escreveu que ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, se eu não tivesse amor, seria como o metal que soa ou o sío o sino que tine. Ou seja, só faria barulho. Não teria uma essência de amor. apenas falaria, apenas faria barulho, mas não exemplificaria esse amor. E eu me lembro de um livro maravilhoso da doutrina espírita que é chamado Voltei, que é um livro de um espírito chamado Irmão Jacó, que a gente sabe hoje que é o Frederico Figner, um homem que foi presidente da FEB, que tinha muito dinheiro, que doou muito dinheiro, que
ado Voltei, que é um livro de um espírito chamado Irmão Jacó, que a gente sabe hoje que é o Frederico Figner, um homem que foi presidente da FEB, que tinha muito dinheiro, que doou muito dinheiro, que fez muitas palestras, fez muito trabalho, fez muito barulho, mas que não conseguiu sentir profundamente esse amor, não conseguiu transformar a si mesmo pelo por meio desse amor. Por mais que os gestos externos emanassem, fizessem esse imenso barulho e tivessem realmente um uma repercussão, ele não conseguiu internalizar, não conseguiu perceber e viver dentro de si esse amor. Por isso, quando ele chegou no plano espiritual, todos achando e ele achando inclusive que ele teria grandes méritos, um excelente lugar guardado para ele, ele percebeu que, ao contrário de outros espíritos contemporâneos, confrades dele, como Bezerra de Menezes, o espírito dele não emanava luz. Bezerra de Menezes era um espírito iluminado, cuja luz se percebia à grande distância, cujo amor transbordava o nosso médico dos pobres. E Frederico Figner percebeu entre ele e outros uma grande diferença, porque ele não conseguia ainda fazer com que o espírito dele emanasse esse amor, porque ele era como um símbolo que retenia, como um metal que soa, que fez muito barulho, que fez muitas ações, mas que não conseguiu internalizar esse amor. E aí Paulo diz também, né, que ainda que eu tivesse o dom da profecia e conhecesse todos os mistérios, todo o conhecimento e ainda que tivesse toda a fé que transportasse os montes, se não tivesse amor, nada seria. Então, mesmo o que a gente faz, mesmo o nosso conhecimento, mesmo tudo que a gente sabe, tudo que a gente tem de exterior, que faz parte do mundo, se a gente não internaliza essa verdade do amor, a gente não consegue trazer, se aproximar do criador. E ele fala dessas características que nos aproximam de Deus. E aí a gente lembra de Estevão. Estevão que conheceu Paulo, que conheceu também o Cristo. Não pessoalmente não chegou a conhecer o Cristo, mas da mesma
essas características que nos aproximam de Deus. E aí a gente lembra de Estevão. Estevão que conheceu Paulo, que conheceu também o Cristo. Não pessoalmente não chegou a conhecer o Cristo, mas da mesma forma que Paulo cresceu naquele ambiente do judaísmo, em que ele conhecia as regras e amava Deus, mas ele não resistiu ao amor quando ele o encontrou. Quando ele conheceu a casa do caminho e teve o primeiro contato com o evangelho, ele já percebeu ali a verdade do que existia. E ele passou a viver profundamente aquela verdade do amor. E mais adiante ele encontra com Saulo. Encontra com Saulo e mostra a ele esse amor. Foi o primeiro grande exemplo que Saulo teve do amor do Cristo que se entregou e com a serenidade olhava e amava ele mesmo diante da violência, mesmo diante da negação de tudo que ele acreditava. Então ele olhava para Saulo e no momento mais extremo da sua morte, ao invés de odiar o seu carrasco, ele disse a sua irmã, que era noiva de Paulo, disse a ela: "Se Saulo ama tanto assim a a lei de Moisés, que é essa materialização imperfeita das leis de Deus, imagina quando ele conheceu o Cristo, que é uma perfeita. E ele sabia que Saulo seria o Paulo que nós conhecemos. Ele acreditou nisso porque ele amou, porque com o amor ele viu. O amor é como aquele escultor, como aquela passagem que fala de Michelângelo, né, que vê aquela pedra, aquele bloco de mármore, mas já percebe nele aquela escultura pronta, aquele Davi, aquela Pietá, porque é com esse amor que Deus nos vê. Ele olha para esse ser imperfeito que eu sou, vê todos os meus vícios, vê todas as minhas imperfeições, vê todas as minhas dores, mas ele consegue ver que por trás de todos, de tudo isso, existe um ser perfeito que nós somos criados para ser. Por trás de todo esse mármore que ainda existe, que ainda sobra, que ainda nos deforma, existe um ser perfeito, uma escultura perfeita. E ele olha para esse homem, como disse, como o Michelangelo disse pro Davi ou pro Moisés, a Moisés, a Rute conhece pessoalmente e olha pra
nos deforma, existe um ser perfeito, uma escultura perfeita. E ele olha para esse homem, como disse, como o Michelangelo disse pro Davi ou pro Moisés, a Moisés, a Rute conhece pessoalmente e olha pra gente, diz fala. E quando ele diz fala, ele pede que a gente fale esse amor, esse amor que já existe dentro de nós. Porque Jesus nos diz: "Vós sois deuses". Ele sabe que nós já temos Deus, que já temos esse amor. E ele não fala isso no futuro, ele fala isso no presente. Em nenhum momento ele diz: "Vós sereis deuses, porque um dia nós chegaremos a ser deuses no final da nossa caminhada". Ele sabe que nós nascemos em Deus e que nós estamos nele, permanecemos nele e nos encontraremos com ele. Não é algo externo a nós, mas algo que existe dentro de nós, que a gente pode se distanciar, se afastar, mas que a gente não deixa. E ele diz, né, que aqueles que estão comigo, que estão com Deus, são como frutos, né? São como galhos de uma árvore. Quem está com Deus está vivo. Quem não está é como um galho que se corta. Logo ele perece. Eu me lembro de uma história de um discípulo que abandonou, né, o o seu mestre, abandonou o grupo que ele tinha em que eles praticavam a sabedoria, praticavam a caridade, praticavam o amor. Ele simplesmente decidiu que aquilo não fazia mais sentido, que estar naquele grupo não fazia sentido, que ele estaria melhor sozinho e que ele sozinho daria conta de cuidar das coisas da vida, né? E aí o mestre foi visitá-lo, lamentou a decisão dele, respeitou, mas decidiu ir visitá-lo. E teve uma conversa com ele longa naquela noite, na qual não foi emitida nenhuma palavra. A conversa foi a seguinte, foi profunda, era uma noite fria e eles estavam, o discípulo deu um lugar a ele ao redor da lareira onde ele estava. Ele chegou, sentou, não disse nada, pegou entre na lareira aquela brasa mais incandescente, mais vermelha, maior, que emanava mais calor. Pegou o artefato que eles usam, né, retirou do fogo. Quando ele retirou do fogo, aquela brasa incandescente foi diminuindo,
uela brasa mais incandescente, mais vermelha, maior, que emanava mais calor. Pegou o artefato que eles usam, né, retirou do fogo. Quando ele retirou do fogo, aquela brasa incandescente foi diminuindo, diminuindo, diminuindo, até que se transformou apenas em um pedaço de carvão, que nada tinha mais de calor. Quando ele era apenas um pedaço de carvão, ele foi e colocou esse carvão de novo dentro da lareira. Imediatamente aquele carvão se reacendeu em contato com o fogo e em contato com as outras brasas. Ele não precisou dizer mais nada. No dia seguinte, o seu discípulo estava de volta, porque ele compreendeu que é preciso que a gente esteja ligado a esse fogo. Quando a gente se distancia desse fogo, a gente se perde, a gente se esquece. A gente pode continuar sendo um grande carvão, mas a gente não vai aquecer. A gente pode continuar falando, fazendo barulho, estudando, profetizando e fazendo até milhares de ações. Mas nós não vibraremos amor. Nós não vibraremos Deus. nós não teremos ele na nossa essência. E aí eu me lembro também, o Aroldo sempre fala o Aroldo do Tradias, né, de uma música que é muito bonita e que fala de amor, que é uma música do Gilberto Gil, que ele cita, né, que ele fala aquela parte que ele diz assim que o amor estende-se infinito, imenso monolito, nossa arquitetura. Então, nós somos esse monolito. Não existe amar sem compreender o todo. Nós somos um todo. Então, eu não posso amar alguém sem amar o que é aquela pessoa na sua integralidade. Eu não posso amar só o sorriso da pessoa, eu não posso amar só o bom humor dela e esquecer que às vezes ela sente dores, esquecer que às vezes ela tem dias que que não tá tão bem. Então, mesmo quando a gente ama alguém e se compromete com essa pessoa profundamente, vai haver dias em que a gente vai querer eh xingar essa pessoa de todos os nomes. Mesmo que eu ame o trabalho, o ofício que eu escolhi, vai ter dias que eu vou est sobrecarregada, vai ter dias que eu vou estar cansada, que eu vou estar estressada, que eu vou estar
e todos os nomes. Mesmo que eu ame o trabalho, o ofício que eu escolhi, vai ter dias que eu vou est sobrecarregada, vai ter dias que eu vou estar cansada, que eu vou estar estressada, que eu vou estar entediada. Mesmo que eu ame o que eu faço, vai chegar um momento em que eu vou lamentar aquele dia ou que eu não vou estar bem. Mas o amor é o amor do todo. Mesmo quando a pessoa tá de mau humor, mesmo quando ela nos irrita, mesmo quando ela, enfim, ela ainda merece o nosso amor. E se não merece, ela precisa do nosso amor, né? Como diz Madre Teresa, que a gente ama, as pessoas boas merecem o nosso amor e as pessoas que não são tão boas precisam dele. Então, amemos cada um. Não escolhamos apenas aquilo que nos parece melhor, que nos parece mais adequado. Eu não amo só o dia que ela tá querendo correr uma maratona comigo, né? Só o dia que aquela pessoa tá querendo fazer o que eu espero dela, tá de bom humor e vai me fazer rir. Vai ter dias que ela vai me fazer chorar. Vai ter dias que ela que eu vou precisar abandonar as minhas maratonas para cuidar dela, porque ela vai est precisando de atenção. Mas o amor é o amor em todas as circunstâncias. E se a gente ama, a gente ama o monolito. Tinha um amigo meu que dizia: "Olha, existe um kit, Carla, né? Eu não posso salvar umas coisas e apagar outras. Para amar, eu preciso amar a integralidade, aceitar. E porque é assim que Deus nos ama. Ele nos ama como nós somos, como aquele Moisés que um dia nós nos tornaremos. E nós falaremos ainda do amor de Deus. Nós compreenderemos e proclamaremos esse amor de Deus, como disse Francisco de Assis, não com as nossas palavras, mas com toda a nossa vida, com cada pequeno pequena fração do nosso ser, com cada gesto, com cada olhar, com cada momento. Quando a gente consegue olhar para cada ser da criação e enxergar Deus nele, como Jesus disse, né, nas bem-aventuranças, bem-aventurados os puros, porque verão a Deus. Se nós enxergamos Deus em nós em primeiro lugar, nós como seres divinos que merecem ser amados e que tem essa pureza
sus disse, né, nas bem-aventuranças, bem-aventurados os puros, porque verão a Deus. Se nós enxergamos Deus em nós em primeiro lugar, nós como seres divinos que merecem ser amados e que tem essa pureza dentro de nós. E quando nós conseguimos enxergar esse ser divino em cada ser da criação, nós nos tornamos um com ele, assim como Cristo se tornou um com ele, assim como Paulo se tornou um com Cristo, e que nós também nos tornaremos um com o Cristo. Assim como Estevão viu em Paulo, aquele homem que se tornaria, viu em Saulo, Paulo que ele poderia ser, nós podemos enxergar o ser divino que existe em nós, em cada ser da criação. O o final do livro Paulo Estevão para mim é um dos mais belos momentos de toda a literatura espírita e por não dizer de toda a humanidade, quando eles se reencontram, o carrasco e a vítima e se abraçam e se amam, mostrando assim que esse é o destino de todos nós, que nos abracemos e abracemos o Cristo, porque isso é a essência do amor. Não importa o que vivemos, não importa o que sofremos, importa onde chegaremos e necessariamente chegaremos no amor e que caminhemos com o Cristo para ele. Muito obrigada a todos e boa noite. Bom, falar de amor sempre é muito bom, né? remete a gente tanto que a gente tá amando. E quando a Carla falou da do Davi, do Moisés, eu fiquei aqui a refletir que tudo que fizermos e colocarmos o nosso amor naquela construção, construção de relacionamento, construção de uma estátua, se a gente colocar todo o nosso amor, aquilo ali vai falar até, né? vai falar, ele pode não falar eh expressar a língua, mas quando você olha aqui, você vê aquela perfeição que foi construída e só foi construída porque tinha um amor dentro de um ser, de um filho de Deus que colocou naquele pedaço de mármore ou muitas outras coisas no nosso trabalho do dia a dia, quando a gente coloca o amor construindo aquilo ali, ele é maravilhoso. Quando nós colocamos nosso amor à disposição de uma de um de um irmão, aquilo ali fica belo, fica iluminado. Então, acho que é isso que
a gente coloca o amor construindo aquilo ali, ele é maravilhoso. Quando nós colocamos nosso amor à disposição de uma de um de um irmão, aquilo ali fica belo, fica iluminado. Então, acho que é isso que Deus quer, que a gente seja aquele que leva o amor em qualquer direção, em qualquer para qualquer pessoa independente, mesmo aquele carrasco, né, Carla? Então, nós terminamos esse nosso momento. Vamos fazer o Pai Nosso, que é a prece que Jesus nos ensinou. E com certeza Jesus botou todo aquele amor nessa prece. Aliás, tudo que ele fazia era amor. Porque todos os dias a gente faz o Pai Nosso. Desde quando? desde o primeiro dia que ele trouxe esse Pai Nosso. E quando nós fazemos uma luz acende no nosso peito, que a gente fala: "Nossa, que que não é nem que oração linda, mas que coisa boa que eu sinto quando eu falo cada palavra dessa oração." Então, ela deve ter assim uma energia que nos contamina e faz a gente ficar melhor do que somos. Então vamos fazendo, vamos, já estamos serenos, né? Sempre quando fala de amor, a gente serena os nossos corações, as nossas almas. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação e nos livre de qualquer mal. Que assim seja, amigos. Uma boa noite para vocês. Beijo no coração para aqueles que estão nos assistindo também. Que tenha uma boa noite e também recebam meus beijos no coração. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim,
energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos
que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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