Então é Natal, e do que você se desfez? - Carla Daniela - [PALESTRA ESPÍRITA]
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de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. [música] >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim. Boa tarde. É uma alegria estar aqui mais uma vez nesse nosso momento de palestra, de conversa, de diálogo sobre o Evangelho de Jesus, sobre suas lições à luz da doutrina espírita neste nosso momento de alimentação espiritual que nos é proporcionado pela comunhão. E que Deus esteja conosco agora neste momento, que nós possamos nos conectar com o alto, com Deus, nosso pai, com Jesus, nosso mestre, e com todo todas as belezas, tudo que Deus nos mostra através do mundo, das pessoas, de todos os seres de sua criação. Pedimos que saibamos nos conectar com Deus todos os dias, todos os momentos, em todas as oportunidades. Compreender o que cada momento tem. de significado para nós e o que nós também significamos dentro de cada um desses momentos. que saibamos ter os olhos de ver, os ouvidos de ouvir para perceber a presença de Deus em cada espaço. Também para perceber a presença dos nossos mentores queridos, que nos ajudam, que nos amparam, nos auxiliam, dão aquilo que precisamos naquele momento e que sempre estão presentes para nos amparar. Agradecemos a Bezerra de Menezes, o mentor da nossa casa, que é o nosso médico, que olha por nós, pela nossa saúde física, espiritual, emocional e que nos dá os remédios que precisamos, os unguentos que aliviam nossas dores e as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre. Que assim seja. Bom, já estamos no meio, praticamente do mês de dezembro caminhando para o Natal. Então, a gente já vê os sinais do Natal já há algum tempo, né? Aqui na cidade, nos lugares por onde a gente passa. Não há um prédio, uma instituição, um lugar onde a gente não veja um sinal do Natal, das árvores de Natal, dos presépios, das representações, de tudo aquilo que conhecemos nessa época. as luzes. Ontem
Não há um prédio, uma instituição, um lugar onde a gente não veja um sinal do Natal, das árvores de Natal, dos presépios, das representações, de tudo aquilo que conhecemos nessa época. as luzes. Ontem eu tava conversando com minha filhada que essa é uma das minhas épocas prediletas, que eu amo mesmo, que a gente vê luzes por todo lugar, a gente vê eh lembranças muito fortes e a gente percebe um caminho de solidariedade. a gente vê que as pessoas procuram se conectar com coisas boas, que elas procuram eh ser mais solidárias e ainda que isso esteja esquecido ao longo do tempo, o Natal serve para nós como esse lembrete. Eu sou suspeita, eu faço parte de corais que fazem cantatas de Natal e eu espero o ano inteiro pela oportunidade de cantar as músicas de Natal e de lembrar, de ver essas luzes e de ver esse clima natalino no ar, né? Mas a minha mensagem predileta de Natal, ela fala justamente que o Natal não deve permanecer nesse período agora, muito embora nós sejamos mais lembrados e mais provocados a entrar nesse clima de Natal e do nascimento de Jesus. Mas a minha mensagem predileta de Natal, que eu compartilho aqui nesse espaço, ela diz assim: "E para nós, quando nasceu Jesus? e fala de alguns personagens bem conhecidos nossos, do cristianismo e de quando Jesus nasceu para eles e nos traz uma reflexão final que eu vou compartilhar com vocês também. Ela diz assim: "Perguntemos para Maria de Magdala: "Onde e quando nasceu Jesus?" E ela nos responderá: "Jesus nasceu em Betânia. Foi certa vez que a sua voz, tão cheia de pureza e santidade despertou em mim a sensação de uma vida nova com a qual até então jamais sonhara. Perguntemos a Francisco de Assis se é o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus. E ele nos responderá. Ele nasceu no dia em que na praça de Assis entreguei a minha bolsa, minhas roupas e até o meu nome para segui-lo incondicionalmente, pois sabia que somente ele é a fonte inesgotável de amor. Perguntemos a Paulo de Tarso quando se deu para ele o nascimento de Jesus?
a, minhas roupas e até o meu nome para segui-lo incondicionalmente, pois sabia que somente ele é a fonte inesgotável de amor. Perguntemos a Paulo de Tarso quando se deu para ele o nascimento de Jesus? E ele nos responderá: Jesus nasceu na estrada de Damasco. Quando envolvido por intensa luz que me deixou cego, pude ver a figura nobre e serena que me perguntava: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" E na cegueira passei a enxergar o mundo novo quando eu lhe disse: "Senhor, o que queres que eu faça?" Perguntemos à mulher da Samaria o que ela sabe sobre o nascimento de Jesus. E ela nos responderá: Jesus nasceu junto à fonte de Jacó na tarde em que ele me pediu de beber e me disse: "Mulher, eu posso te dar a água viva que sacia toda a sede, pois vem de amor de Deus e santifica as criaturas". Naquela tarde eu soube que Jesus era realmente um profeta de Deus e lhe pedi: "Senhor, dá-me desta água". Perguntemos a Lázaro onde e quando nasceu Jesus, e ele nos responderá: Jesus nasceu em Betânia, na tarde em que visitou o meu túmulo e disse: "Lázaro, levanta. Neste momento eu compreendi finalmente quem ele era, a ressurreição e a vida. Perguntemos finalmente a Maria de Nazaré, onde e quando nasceu Jesus, e ela nos responderá: Jesus nasceu em Belém, sob as estrelas, que eram foco de luzes, guiando os pastores e suas ovelhas ao berço de palha. Foi quando eu segurei meus braços pela primeira vez e senti se cumprir a promessa de um novo tempo através daquele menino que Deus enviar ao mundo para nos ensinar a lei maior do amor. Se perguntarmos a tantos outros seguidores do Cristo, cada um dará seu testemunho a respeito de quando Jesus nasceu. Mas e para nós, quando Jesus nasceu? E essa é a questão que fica dessa mensagem e é uma questão que fica aqui das nossas vivências de Natal. Jesus nasceu para nós. Quando ele nasceu para nós? Como ele nasceu para nós? Qual foi a experiência que nós tivemos com o Cristo que pode fazer dizer que ele nasceu para nós e que, sobretudo nós nascemos para ele, que nós compreendemos
asceu para nós? Como ele nasceu para nós? Qual foi a experiência que nós tivemos com o Cristo que pode fazer dizer que ele nasceu para nós e que, sobretudo nós nascemos para ele, que nós compreendemos e que passamos a amá-lo e viver de acordo com o que ele sugere. Então, o Natal é um lembrete desse nascimento de Jesus, mas é um lembrete de que ele precisa nascer também no nosso coração, precisa passar a existir para nós, precisa que nós compreendamos. Eu acho muito interessante que algumas das pessoas que estão nessa mensagem não se referem ao dia em que Jesus nasceu como o dia que eles vieram, viveram e viram Jesus pela primeira vez. Muitos deles, ao contrário, já tinham tido alguma convivência com Jesus, alguma convivência até longa, mas eles consideram que em determinado dia Jesus nasceu, porque foi naquele dia que eles sentiram o seu coração especialmente tocado pela presença do Cristo e entenderam de uma forma mais ampla o seu significado. E o Natal que acende as luzes, que nos traz essa energia, que nos traz as imagens do Cristo nascendo, do presépio, de tudo que acontece, é um convite à solidariedade, é um convite ao amor, um convite à percepção do Cristo em nós, a que nós façamos essa ligação com ele. Mas o convite é como aquela música do Roupa Nova, né? Se a gente é capaz de espalhar alegria, se a gente é capaz de toda essa magia, eu tenho certeza que a gente podia fazer com que fosse Natal todo dia. Então, a gente compreende o nascimento do Cristo, a gente percebe essa alegria do Natal, a gente ouve as músicas que tem as letras que nos inspiram, a gente vê a solidariedade mais presente. a gente vê as pessoas se preocupando um pouco mais com isso e isso é algo que nos inspira para manter essa mesma energia de solidariedade, essa mesma energia de amor, essa mesma luz e esse mesmo convite que chega pra gente agora de uma forma mais fácil, mais forte, mas que não se resume a um dia, uma noite, um período em que nós eh nos encontramos, mas deve deve perdurar
esma luz e esse mesmo convite que chega pra gente agora de uma forma mais fácil, mais forte, mas que não se resume a um dia, uma noite, um período em que nós eh nos encontramos, mas deve deve perdurar no nosso coração. O nascimento do Cristo deve ser um fenômeno que perdura na nossa vida, que permanece e que se estende para que nossa vida seja sempre marcada com a presença do Cristo. Eu me lembro sempre quando se fala do nascimento do Cristo e dessa mensagem dos discípulos de Emaús, que passaram o dia inteiro com Jesus, estiveram com ele chorando as mágoas, falando das dores, falando da dor da própria perda do Cristo, sem ter sequer a noção de que o Jesus estava ali com eles no momento. Eles o reconheceram apenas no final do dia, quando ele partiu o pão e deu a eles no gesto característico. Mas eles passaram o dia inteiro conversando, ouvindo e trocando impressões. Gostaram daquela pessoa que estava ali, mas não o reconheceram como Cristo. Então, o Natal para mim é uma vivência como a dos discípulos de Emaús. A gente passa a nossa vida toda recebendo o Cristo, conhecendo o Cristo, ouvindo as mensagens onde quer que nós vamos, recebendo as influências do Cristo em todos os lugares, porque ele está em todos os lugares, em todos os dias, mas nós não o vemos, não o reconhecemos. Apenas quando nós olhamos as luzes, percebemos os presépios, percebemos os chapeuzinhos, os gorrinhos de Natal, ouvimos as músicas, aí nós reconhecemos o nascimento do Cristo, como aqueles homens reconheceram naquele momento do partir do pão, mas ele esteve ali o tempo inteiro. Então, durante todo o ano, todo dia, todo esse período, o Cristo também está ali. Seja nos dando suas lições, seja nos apoiando, seja na face daqueles irmãos necessitados que precisam do nosso apoio. Mas nós não o reconhecemos porque não entendemos nele, não enxergamos nele aqueles sinais característicos, mas isso não significa que ele não esteja conosco. Ele está em todo dia, em todo momento, em todo lugar, em todo sorriso e em toda
entendemos nele, não enxergamos nele aqueles sinais característicos, mas isso não significa que ele não esteja conosco. Ele está em todo dia, em todo momento, em todo lugar, em todo sorriso e em toda lágrima, em toda flor e em todo espinho também. O Cristo nunca deixa de estar conosco. E aí eu me lembro também e trago mais uma música que é muito conhecida, né? Um a música que é aquela Simone, né? Que a Simone cantou, que na verdade é uma versão de uma música dos Beatles que eles perguntam pra gente e a Simone pergunta todo o ano também, né? Então é Natal e o que você fez? E aí nos leva a refletir sobre o nosso ano, sobre como o Cristo tem estado na nossa vida durante o ano. Tem uma das músicas que eu canto de Natal que fala que chegou o Natal, mas que seria muito bom assim, nessa mesma linha dessa música do do Roupa Nova, de que a gente espera o ano inteiro pelo Natal para viver isso, né? E por que que a gente espera o ano todo? Por que que a gente não faz Natal essa essa vivência durante todo o período? Porque no Natal a gente se confraterniza, a gente se junta, a gente seia juntos, a gente se abraça. E por que que a gente não pode se abraçar, fazer eh esses encontros, ser solidário, enxergar essas luzes e essas músicas no ano inteiro no livro que depois transformou em um filme, em um desenho, muitas coisas na da Alice do País das Maravilhas, tem uma um conceito que eu gosto muito, né, que é o do desviversário. Eles falam que todos os dias, né, aqueles personagens que são tidos até como loucos, se encontram para tomar chá, comer bolo e celebrar. E aí a Alice chega lá e pergunta: "Por que que vocês estão se reunindo? É festa, é aniversário de alguém?" Aí eles dizem: "Não, hoje é o dia do desviversário." Ou seja, um dia aparentemente comum, mas um dia que merece ser celebrado como qualquer outro. Então, nós não nascemos, não envelhecemos, não ganhamos vida apenas uma vez por ano. Nós ganhamos vida todos os dias. E não acontece isso, né, de ficar tudo estocado durante 364
o como qualquer outro. Então, nós não nascemos, não envelhecemos, não ganhamos vida apenas uma vez por ano. Nós ganhamos vida todos os dias. E não acontece isso, né, de ficar tudo estocado durante 364 dias e um dia apenas a gente muda de idade, muda de muda de situação, né? Isso vai acontecendo a cada dia, a cada momento, em cada instante. Então, cada dia eu envelheço um pouquinho, cada dia eu ganho um pouquinho de experiência, cada dia eu aprendo mais um pouquinho, cada dia eu amo, eu vivo, eu tenho oportunidades diferentes. Então, o conceito do desaniversário é um conceito de que a gente eh merece celebrar cada dia, porque cada dia é nosso aniversário também. Então, a gente poderia celebrar os desnatais, né, os dias que não são 25 de dezembro, mas que são tão natais quanto o dia 25 de dezembro. E aí, nesse dia em que a Simone e os Beatles nos convidam a lembrar o que nós fizemos, é porque realmente a gente tem o Natal, o ano novo como um período em que a gente traz isso pro coração, em que a gente marca, né, como aquela aquele poema do Carlos Drumon de Andrade que diz que a gente divide o tempo em sessões e todo fim de ano é como se a gente tivesse de novo essa oportun oportunidade nova que a rigor nos é dada todos os dias, a todos os instantes, mas que a gente marca essa data, marca esse momento, marca esse período no calendário para ser o dia em que nós pensamos na vida, o dia em que nós marcamos para lembrar de um ciclo novo que se inicia, o dia em que nós marcamos para lembrar do Cristo que está presente, que nasce todos os dias em cada momento da nossa vida, mas que a gente escolhe celebrar naquele momento e relembrar naquele momento. Então, aproveitemos a carona do Natal, aproveitemos a carona das músicas e e das celebrações, das imagens e de tantas pessoas falando, como eu estou falando agora, do Natal e do seu significado, para que a gente vá ainda mais fundo nisso. Assim como os discípulos esperaram, os discípulos de Maús esperaram o partir do pão para lembrar,
omo eu estou falando agora, do Natal e do seu significado, para que a gente vá ainda mais fundo nisso. Assim como os discípulos esperaram, os discípulos de Maús esperaram o partir do pão para lembrar, nós também esperamos o tocar dos sinos para lembrar do nascimento do Cristo. Não precisa ser assim. Mas aí a gente pode parar para pensar nesse dia no que fizemos. E aí eu ouvi há uns dois anos, né, há uns dois natais atrás, uma mensagem que eh fala do outro lado, né? diz assim: "No lugar de pensar o que nós fizemos ao longo do ano, que nós devemos pensar todos os dias, assim como o Santo Agostinho nos fala na questão 919, só funciona isso se for pensado todos os dias, mas também uma pessoa fazia uma pergunta assim e lançou para todos os presentes. Então é Natal e do que você se desfez?" E aí a gente pensa, né, que nós muitas vezes temos muitas coisas, carregamos muito peso, temos muito acumulado em termos materiais, em termos também emocionais e espirituais. E o Natal também é um período propício. O Natal e o início do ano são períodos propícios para que a gente reflita sobre o que nós temos acumulado e o que nós devemos passar adiante, o que nós devemos deixar de lado e não deve entrar conosco ali naquela celebração do Natal e não deve entrar também no próximo ano. Eu vi um vídeo essa semana porque as verdades elas são enunciadas a todas as civilizações, em todas as oportunidades possíveis, porque Deus não privilegia apenas um grupo, apenas uma um povo, apenas uma crença. e que os japoneses eles têm um hábito de no final do ano, quando chega o período do da renovação do ano, de fazer uma limpeza enorme nas suas casas e consequentemente em suas vidas e visitando cada cômodo, cada gaveta, cada espaço, cada lugar e verificando coisa por coisa o que aquela coisa tem de significado, se ela merece estar ali. se ela ainda é necessária, para que que ela é necessária, como ela pode ser utilizada, como ela pode ser melhorada, enfim, cada pequenina coisa que existe na nossa vida. Não apenas dar aquela olhada
. se ela ainda é necessária, para que que ela é necessária, como ela pode ser utilizada, como ela pode ser melhorada, enfim, cada pequenina coisa que existe na nossa vida. Não apenas dar aquela olhada panorâmica e dizer: "Olha, aqui tudo ainda tem serventia", mas pensar e cuidar de cada um que está na nossa vida, de cada pequena coisa, e dar um sentido para ela. Então, se aquela coisa existe na minha vida e ainda é necessária, então que eu cuide dela, que eu limpe, que eu agradeça por ela existir na minha vida, que eu repense se o lugar dela é mesmo ali. E se for, que eu aguarde com carinho, esperando ser utilizada e sempre que possível que eu a utilize e a coloque num um sentido no sentido que ela merece ter. Se ela não é mais necessária, também que eu agradeça a ela, reconheça o valor que ela desempenhou na minha vida e passe adiante, deixando para trás. Então, essa limpeza que a gente faz, que não é de um dia, não é de uma hora, não é de um momento, mas é um período, é uma limpeza essencial para que a gente faça na nossa vida. E agora é um excelente momento para fazer isso, né? E essa limpeza não é apenas física, porque quando a gente vai fazer isso, a gente para para pensar. Primeiro pensamento, nós acumuladores ocidentais, é que é impossível fazer uma limpeza dessas da forma como é sugerido, porque são tantas coisas, tantas tralhas, tantas eh necessidades que nós acumulamos que isso levaria uma vida para fazer. Mas e se for? E se for, eles sugerem 30 dias, né, que a gente passe 30 dias cada dia visitando um lugar, visitando um uma classe de coisas e indo mesmo de um por um, né? Porque mas isso é uma filosofia deles que não é assim esperar até o último mês do ano. Eles fazem essa análise todo dia. Eles veem isso todos os dias, mas no período do fim do ano eles fazem isso com mais seleção, com mais cuidado e com mais atenção. Então, ver cada coisa, cada cada item que nós temos, qual o sentido que que eles têm na nossa vida, para que que ele serve, o que que ele representa?
mais seleção, com mais cuidado e com mais atenção. Então, ver cada coisa, cada cada item que nós temos, qual o sentido que que eles têm na nossa vida, para que que ele serve, o que que ele representa? Ele já cumpriu a sua tarefa. Por mais que tenha algo que eu tenha tido apego, que eu tenha que tenha tido uma serventia muito grande para mim, que tenha salvado minha vida nesse momento, que tenha significado muito, mas será que ainda há sentido paraa manutenção dele na minha vida? Será que mesmo que ele tenha um papel ou tenha tido um papel, ele pode ser mais útil e o espaço com outras pessoas e eu posso arquivá-lo apenas na minha memória, na minha memória física e emocional? daquilo que fez parte da minha vida e que fará sempre parte do meu patrimônio. Então, é um interessante a gente pensar nisso e a gente precisa fazer essa limpeza também nas nossas emoções, aquelas emoções que não fazem mais sentido, aqueles lugares emocionais que já não nos cabem, que nós já não cabemos, aquelas pessoas, porque nós somos muito gratos pelos aprendizados, tenham sido aprendizados amorosos, fraternos ou aprendizados difíceis também, mas que nos trouxeram vivências pelas quais somos gratos. Mas pensar se nós ainda cabemos nesses lugares, se esses lugares ainda têm espaço dentro de nós, se essas pessoas ainda se encaixam nas nossas vidas, se ainda existe um sentido, né? Eles pensam muito em termos de sentido, não de beleza, não de funcionalidade, não de utilidade ou de valor intrínseco da coisa, mas do sentido que ela desempenha, do sentido que ainda tem na minha vida, do papel que representa e que eu represento para aquilo, de como eu extraio o melhor de mim e o melhor daquela coisa e se realmente ela é mais útil, mais necessária para mim do que poderia ser para alguém que faria melhor uso. Então, quando nós pensamos nisso, aí nós pensamos do que que nós nos desfizemos, se nós realmente aproveitamos essa oportunidade, seja agora, seja qualquer dia, para fazer também essa higiene, essa higiene física, essa higiene
nisso, aí nós pensamos do que que nós nos desfizemos, se nós realmente aproveitamos essa oportunidade, seja agora, seja qualquer dia, para fazer também essa higiene, essa higiene física, essa higiene mental, essa higiene emocional que agora no fim do ano é muito importante de ser feita, nós cuidarmos de nós mesmos, nós termos esse autocuidado, cuidarmos de nós com carinhos, cuidarmos de tudo aquilo que nós escolhemos para fazer parte da nossa vida, que nós ainda pensamos que tenha um sentido, tem um lugar, tem um espaço ali, seja no nosso armário, nas nossas gavetas, seja na nossa mente, seja no nosso coração. O que que ainda deve permanecer comigo? O que faz eh sentido e ainda fará sentido no próximo ano? O que eu ainda quero ter na minha vida? no próximo Natal, no próximo, na próxima semana, no próximo mês, no próximo ano, o que que ainda estará e o que será? Jesus usa uma palavra nos nos nas bem-aventuranças, né? Bem-aventurados o os pacíficos, porque herdarão a terra, né? O que herdará esse espaço aqui na nossa no nosso espaço emocional, nas nossas gavetas físicas espirituais no ano de 2026, né? E isso, como eu falei, não tem nada a ver com o valor físico daquilo, não tem nada a ver com o sentido que isso já teve para nós, com a importância, a relevância que determinado objeto, determinada pessoa, determinado lugar ou situação desempenhou na nossa vida. Mas em quem nós somos hoje, em quem nós pretendemos ser amanhã, que passos nós pretendemos dar, que espaços nós precisamos ocupar e aquilo que ainda cabe no que nós somos e no que nós pretendemos ser. Eu ainda caibo nesses espaços. Aqueles espaços ainda cabem em mim. Aqueles itens, aqueles lugares, aquelas pessoas ainda fazem parte. Sempre cultivar a gratidão, sempre agradecer. mas sempre pensar no que ainda é da nossa essência. E Jesus nos ensina a nos desapegar daquilo que não nos pertence e sobretudo daquilo a que nós não pertencemos. Quando ele fala, por exemplo, dos ricos, né, que não entram no reino dos céus, é uma
cia. E Jesus nos ensina a nos desapegar daquilo que não nos pertence e sobretudo daquilo a que nós não pertencemos. Quando ele fala, por exemplo, dos ricos, né, que não entram no reino dos céus, é uma alegoria que, claro, ele sempre fala da realidade daquelas pessoas ali, né? E havia na para Jerusalém uma entrada que era a entrada dos viajantes que vinha do deserto, daqueles que eram cruzados a um camelo, né, que era o meio de transporte daquela área. Essa entrada se chamava agulha. E essa agulha era uma entrada estreita. E quando os viajantes cruzavam essa entrada, passava apenas o camelo, mas os camelos utilizavam naquela época assim qualquer animal de tração, algo que Jesus utilizou também em outras eh alegorias que ele fez, né? O jo, o jo, quando ele falou do jugo leve, que é aquele jugo que carrega, né, que se coloca no dorso do animal e que se coloca dos dois lados para carregar os pesos. Então, quando o camelo vai entrar por aquela porta, ele precisa abrir mão daquele jo, abrir mão daquela carga que ele estava levando, porque apenas ele entra. E aí o que ele quer dizer é que se nós queremos entrar no reino dos céus, a gente deve abrir mão de todos os nossos pesos, de tudo aquilo que não nos pertence, que não nos cabe dentro de nós, dentro do nosso coração. E aí eu falo de novo uma alegoria da filosofia oriental, que eles têm um lugar do céu também que eles chamam de Nirvana. E para eles que também são reencarnacionistas, nós temos uma forma de medir aqueles que vão entrar ali no Nirvana. Uma única forma que se repete a cada encarnação que que se passa, né? se volta aqui do mundo terreno com todas as suas provas, com todas as suas vivências, com todos os seus aprendizados e a pessoa entrega o seu coração e esse coração é colocado numa balança que tem dois pratos. No outro prato está uma pena, uma pena muito leve, quase etérea, que pesa quase nada. Então eles recebem o nosso coração e colocam o nosso coração no outro prato da balança. Se o nosso coração pesar
. No outro prato está uma pena, uma pena muito leve, quase etérea, que pesa quase nada. Então eles recebem o nosso coração e colocam o nosso coração no outro prato da balança. Se o nosso coração pesar mais do que aquela pena, nós ainda necessitamos retornar e viver outras experiências, porque nós ainda somos pesados. os nossos interesses, aquilo que existe no nosso coração ainda pesa e pesando traz dor, ameaça o nosso desenvolvimento, ameaça o nosso crescimento, ameaça o nosso voo, porque nós enquanto espíritos, fomos feitos para voar. Então, enquanto nós temos um peso ainda relevante, nós ainda precisamos voltar a aprender e desapegar. Então, repetimos essa experiência até que um dia o nosso coração leve como uma pena, pesa igual a essa pena ou menos até do que ela. E aí nós estamos prontos a entrar no céu. E eu sempre digo, né, quando nós vamos crescendo, quando nós vamos nos aprimorando, na verdade crescer é uma palavra inadequada, porque nós não vamos crescendo, nós vamos diminuindo, nós vamos nos tornando menores aos padrões do mundo, mais leves, e a jornada vai ficando cada vez mais fácil na medida em que a gente alivia os nossos pesos, alivia as nossas dores e busca apenas aquilo que nos preenche, que nos dá leveza, que nos dá, que nos dá satisfação, nós vamos nos tornando mais leves, mais prontos e a gente vai habitar o céu. E aí qualquer lugar que a gente habite é o céu. Qualquer dia é Natal, qualquer ambiente é aquele em que nós nascemos, em que o Cristo nasce, em que a vida se faz, em que a plenitude se opera. Então nós seremos aqueles que tá ali na questão 90 do livro dos espíritos, quando Kardec diz que existem aqueles que fazem o bem com naturalidade. Esses seremos nós. Esses já são alguns que nós conhecemos. Eles fazem o bem com naturalidade porque eles pesam menos na vida. Porque eles conseguem vagar pelo mundo, levando luz, levando amor, levando plenitude e fazendo as escolhas que não pesam. Então, que Jesus nasça pra gente todos os dias, que a gente
sam menos na vida. Porque eles conseguem vagar pelo mundo, levando luz, levando amor, levando plenitude e fazendo as escolhas que não pesam. Então, que Jesus nasça pra gente todos os dias, que a gente consiga fazer os nossos natais, os nossos desnatais e que realmente cada dia seja Natal. em cada dia a gente possa limpar o nosso ambiente, limpar o nosso coração, limpar a nossa vida, manter em nós aquilo que é leve, aquilo que é amor, trazer a luz de cada ambiente e dar também a nossa luz a cada ambiente, nos confraternizar no que é bom, no que é belo, cantarmos juntos as músicas de Natal e celebrarmos a vida assim como ela merece ser vivida. Que Jesus nasça todos os dias em nossos corações e que a gente celebre sempre o amor e a vida que a cada dia amanhece. Muito obrigada a todos, um feliz Natal e que cada dia seja Natal nos nossos corações. Um grande abraço. Sejam bem-vindos à nossa sala de finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia [música] íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os
gamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor [música] meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita [música] a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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