Sexta-feira Literária | Construindo Dias Felizes | com Cláudia Scholl

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 20/09/2025 (há 6 meses) 1:02:09 551 visualizações 100 curtidas

A Federação Espírita do Rio Grande do Sul apresenta mais uma edição da Sexta-feira Literária, programa que integra Espiritismo e literatura em um momento de reflexão e aprendizado. A convidada da noite será Cláudia Scholl, que participará de um bate-papo sobre o livro Construindo Dias Felizes. A obra propõe reflexões sobre a educação dos sentimentos, convidando o leitor a uma jornada de autoconhecimento e oferecendo caminhos práticos para o aprimoramento moral. A transmissão será ao vivo pela FergsPlay, pelo Facebook da Fergs e pela Fergs Rádio, que pode ser acessada em www.radio.fergs.org.brou pelo aplicativo gratuito disponível na Apple Store e na Play Store.

Transcrição

O livro Construindo Dias Felizes convida você para uma profunda jornada de autotransformação. Ao longo de 52 desafios, um para cada semana do ano, Cláudia Johan Show oferece um guia prático com exercícios para desenvolver virtudes essenciais ao aprimoramento moral. Além disso, o livro pode ser utilizado nos encontros semanais do Evangelho no Lar, enriquecendo a leitura de Evangelho Segundo o Espiritismo. Um verdadeiro presente a todos que desejam aproveitar a oportunidade existencial para investir na educação moral. Construindo Dias Felizes. É mais uma obra da Fergs, editora, que você encontra nas principais livrarias espíritas do Brasil. >> Boa noite a todos. É uma alegria estarmos juntos sem mais uma edição da nossa será, um programa mensal da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Aqui temos um espaço muito especial para refletir sobre obras que nos inspiram, que nos convidam à transformação e ao crescimento pessoal e espiritual. Eu me chamo Iracido Oliveira, voluntário do Instituto Espírita Terceira Revelação Divina em Porto Alegre e atualmente estou no cargo de vice-presidente de unificação da Federação Espírita do Rio Grande do Sul e terei o prazer de apresentar o programa de hoje junto com Janete de Azambuja Correia, lembrando que esta sexta-feira literária está sendo transmitida pelas redes sociais e pela Ferg Rádio. Aproveitando, aproveitem para compartilhar também o link nos seus grupos de WhatsApp para levar esta reflexão para mais pessoas. Janete é voluntária do Instituto Espírita Terceira Revelação Divina e da Sociedade Espírita Boa Nova aqui em Porto Alegre. Na Federação Espírita do Grande do Sul é colaboradora da área do livro Espírita, é palestrante, escritora e diversas obras publicadas pela FERS editora. A nossa querida convidada Cláudia Shaw é voluntária do grupo espírita Seara do Mestre de Santo Ângelo, onde atua como palestrante, facilitadora de grupos de estudos no atendimento fraterno, na gestão do Clube do Livro e Livraria e escreve mensalmente a coluna educando os

eara do Mestre de Santo Ângelo, onde atua como palestrante, facilitadora de grupos de estudos no atendimento fraterno, na gestão do Clube do Livro e Livraria e escreve mensalmente a coluna educando os sentimentos no período. Seara espírita. Foi presidente da casa espírita em duas gestões, 2018 e 2024 e atualmente ocupa o cargo de vice-presidente doutrinária da instituição. Cláudia, por favor, as suas considerações iniciais. Boa noite, amigos, amigas que nos acompanham. Esse é um momento muito especial e saúdo esse querido casal, amigo, eh, pessoas muito queridas e que nos dão essa alegria de estarmos juntos, né, conversando sobre esse tema tão importante. E são momentos bem especiais porque a gente poder estar reunido para falar de espiritismo, do que somos, o que queremos e tudo que a doutrina espírita nos possibilita é algo muito especial. Então, a gente tá muito feliz de estar aqui nessa sexta-feira literária, véspera de feriado. Podemos aproveitar muito bem esse tempo, né? Então, muito obrigada. Gratidão pelo convite, pela oportunidade. >> Gratidão, Cláudia. Vocês também são um casal muito querido para nós, tá bom? E de imediato, então passo a palavra à Janete para suas considerações iniciais e em seguida, né, dar início às perguntas à nossa querida convidada de hoje, Janete, por favor. >> Então, boa noite, Cláudia Iraci, a todos os amigos que nos escutam, que estão ali deixando os recadinhos carinhosos, inclusive um missioneiro de Roberto Sha, muito bom, muito bem-vindos. É uma alegria estar aqui para falarmos desta obra tão carinhosa escrita pela nossa querida irmã que é tão cara ao nosso coração. Nós hoje vamos conversar sobre o livro Construindo Dias Felizes da Cláudia Shol, obra que nasceu do projeto Educando Sentimentos, que nos convida a pensar sobre autoconhecimento, emoções, felicidade, perdão e tantos outros aspectos tão essenciais à nossa existência. Cláudia, seja muito bem-vinda mais uma vez. É uma satisfação imensa tê-la aqui conosco e vamos compartilhar então de imediato as tuas

perdão e tantos outros aspectos tão essenciais à nossa existência. Cláudia, seja muito bem-vinda mais uma vez. É uma satisfação imensa tê-la aqui conosco e vamos compartilhar então de imediato as tuas experiências na escrita, na publicação desta obra. A nossa primeira pergunta, reforçando o que foi falado na apresentação sobre o livro Construindo Dias Felizes, que nasceu do projeto Educando Sentimentos, idealizados por você, plantado em 2013 no Grupo Espírita Seara do Mestre em Santo Ângelo, onde você participa ativamente. projeto que tem como propósito estimular, desafiar os participantes a buscarem a tão necessária reforma íntima. Cláudia, então eu te pergunto, amiga querida, como foi esse processo de transformar um projeto já existente em um livro? Você pode nos contar como foi essa experiência? Foi uma experiência muito gratificante, desafiadora também, porque eu nem imaginava escrever um livro em algum momento. A gente começou com o projeto lá em 2013, como tu falasse, mas lá no início dos anos 2000, quando Jazon lançou o o livro, né, Educação dos Sentimentos, assim, foi um marco, foi algo bem importante, acho que para todo o movimento espírita e que a Federação Espírita Encampou, né, como algo assim para nos conduzir nessa questão de vivência do, né, daquilo que a gente estudava. Enfim, a gente trouxe o Jazon a Santo Ângelo, né? Foi uma atividade bem interessante, assim, foram momentos bem gratificantes. Fizemos uma conferência pública num teatro, então foi algo assim muito significativo naquele momento. E tempos depois, então, né, a casa começou a crescer e a gente então pensou em implantar esse que era um projeto inicialmente, depois virou um programa. Então a gente tinha um guia de facilitador, né, que é uma coisa diferente, algo pra gente ser implantado no grupo de estudos, era algo que era apresentado toda semana, então a gente organizava um guia do facilitador e o desafio que era de adesão espontânea a quem quisesse. Então foi algo bem significativo já toda essa vivência

a algo que era apresentado toda semana, então a gente organizava um guia do facilitador e o desafio que era de adesão espontânea a quem quisesse. Então foi algo bem significativo já toda essa vivência nesse sentido. Adriana Pisuti, atual vice-presidente administrativa, que também era voluntária, né, da casa, conhecia, né, vivenciou o Antônio Nascimento também vem do grupo espírita da Cara do Mestre, então, né, tinha toda esse conhecimento, essa vivência. E Adriana, então lá em 2023, ao final do ano, ela nos encontramos mais uma vez, porque sempre que ela vem a gente se encontra, ou quando a gente vai a Porto Alegre, procuramos nos encontrar. E ela então veio com essa proposta, que tal você transformar toda essa tua tua bagagem de material, né, em um livro? Num primeiro momento, foi um susto, né? foi assim um misto de emoções, mas aí a gente, né, pensei enfim e aceitei o desafio. Então a gente precisou, né, fazer todo um trabalho de reescrever, de selecionar o material que estaria adequado, fazer essa primeira parte do livro. Então, já falando na estrutura do livro, a gente eh dividiu o livro em duas ou três partes, assim, a gente pode pensar. A primeira, uma parte mais teórica de falar sobre a importância da educação dos sentimentos, pra gente identificar emoção, sentimento e, enfim, como o espiritismo pode nos ajudar. Já colocamos algumas histórias que aconteceram ao longo desse tempo do do programa, né, ao longo desses anos. E a segunda parte, então, a gente organizou com 52 textos de reflexão, comoo final de cada texto um desafio a ser vivenciado por aquele que se identificar com ele. E ao final, então, depois dos 52 desafios, uma autoavaliação, podemos dizer assim, do quanto como nós estamos. a gente eh selecionou aquela mensagem do André Luía Examinemos a nós mesmos, né? Aí transformamos num checklist, numa avaliação, avaliação. Ah, >> então pra gente fazer isso. Ã, então deu todo esse trabalho assim de organização nesse sentido. E eu pensei em fazer algo assim simples, no sentido de ser uma

cklist, numa avaliação, avaliação. Ah, >> então pra gente fazer isso. Ã, então deu todo esse trabalho assim de organização nesse sentido. E eu pensei em fazer algo assim simples, no sentido de ser uma conversa com o leitor para que o leitor pudesse nessa leitura conseguir compreender, né, esses objetivos e conseguir fazer todo esse processo de imersão, de autoconhecimento, de avaliação e realmente se sentir convidado a a vivenciar os desafios que a gente propõe, né? Então, o livro é um livro que vai pode nos acompanhar nesse processo de autotransformação, né? Nos ajudar nisso no sentido de que a gente tem que compreender. Às vezes a gente lê um livro assim, ó, como mudar sua vida em 12 semanas, né? Tem essas propostas. E aí talvez a gente olhando paraas nossas questões, a gente pensa: "Nossa, tá muito difícil, não é possível", né? E às vezes fica a ideia de que a gente não fez tudo que poderia e por isso não conseguiu. Mas a doutrina espírita nos dá uma outra perspectiva. Nós somos espíritos imortais, nós temos uma história, uma bagagem e muitas vezes há esse processo de modificar uma questão lá. a questão do perdão que tu falaste, né, que talvez seja um dos grandes desafios para nossa nosso momento vivencial. Não é assim tão fácil, não é em uma semana, não é um processo que leva pouco tempo, mas é um processo todo de autotransformação, que talvez vai levar muitas encarnações, mas a gente se permitir experimentar, vivenciar algo neste sentido, vai nos fazer sentir que é possível, que é aos poucos, sentir esse esse prazer de fazer o bem, de nos enxergarmos de maneira diferente, né, de mudarmos a nossa percepção de nós mesmos. Então o livro tem esse essa proposta, né, de nos convidar a essas experiências para que a gente possa se para que cada um possa se sentir fortalecido para continuar esse processo de autotransformação. Então o livro nos convida a olhar para dentro, né, fazer esse processo de autoconhecimento, eh ouvir o nosso coração, o nosso íntimo, né, ter alguns minutos para que

sse processo de autotransformação. Então o livro nos convida a olhar para dentro, né, fazer esse processo de autoconhecimento, eh ouvir o nosso coração, o nosso íntimo, né, ter alguns minutos para que a gente possa estar conosco mesmos, porque o mundo atual, né, nos chama sempre para fora, pro ruído, pro pra distração. a gente perde muitas vezes esse contato conosco, mas ao mesmo tempo ele nos convida a olhar para fora, olhar pro outro, como eu posso me aproximar do outro, como eu posso fazer diferença na vida de alguém, como é bom ser bom, como é bom sorrir para alguém, né? Enfim, porque são textos eh de temas variados, alguns não especificamente espíritas, né? mas que nos propõe isso, olhar também pro outro e também olhar a nossa relação com Deus, né? Tanto que na segunda parte, o primeiro capítulo é falar com Deus. Como que a gente fala com Deus? Nós temos esse tempo para nos dirigir a Deus. A gente tira o tempo para escutar, né? Então ele nos faz pensar em toda essa gama de relações que a gente tem conosco mesmos, com o próximo, com Deus também. E tivemos já muitas, né, relatos e situações assim, feedbacks bem positivos, né, tanto do livro em si, eh, as pessoas eh se identificaram, algumas vieram contar assim de algumas ações que fizeram. Eu vou dar uma contar uma um exemplo assim, uma história. Ã, teve o e no na nossa casa nós continuamos, né, com o programa e esse ano utilizando o livro. Então a gente faz a gravação de uma parte do texto da semana e propõe o desafio. Pegamos aquele texto que diz eh fala sobre os parentes, né? diz: "Faça o desafio é faça contato com o parente com quem você não fala há muito tempo." Uma participante de grupo de estudos veio nos contar que ela se sentiu muito incomodada com aquele desafio, porque fazia muito tempo, 15 anos que ela não falava com um parente, com uma irmã. E ela ficou com aquela coisa assim e ela fez contato e as duas se reaproximaram após essa vivência, né, essa proposição dessa vivência. E assim a gente já tem

não falava com um parente, com uma irmã. E ela ficou com aquela coisa assim e ela fez contato e as duas se reaproximaram após essa vivência, né, essa proposição dessa vivência. E assim a gente já tem várias outras histórias que são muito gratificantes, né, porque mostram assim do quanto a obra pode fazer a diferença na vida de alguém. Então, foi muito um um toda oportunidade, um momento muito gratificante, tanto de escrever a obra quanto vê-la pronto, né? Pronta, como a gente falava antes, e também de ver os efeitos e as os impactos que tem na vida das pessoas. Que coisa boa. Antes de passar pelo Iraci, só um comentário. O livro tem a capa suave, um título muito doce, construindo dias felizes, um texto agradável e os desafios são desafios naturais do cotidiano que a gente pode enfrentar no dia a dia espontaneamente, sem aquela cobrança metódica, mas voltando para dentro de nós. Que bom, né? Temos vários irmãos, irmãs chegando aqui. A Liamara diz aqui: "Boa noite, queridos amigos. Nós participamos das atividades de educação dos sentimentos no Ceara do Mestre em Santo Ângelo. Eh, opa, pulou aqui. Muito bom. Estamos muito felizes que agora foi transformado em livro. E como a Janete disse, o livro tá é lindo, né? e traz uma série de desafios. A obra traz uma série de desafios. Inspirou também a criação da agenda FERGs 2026, que além de suas funções práticas, traz mensagens educativas que inspiram atitudes equilibradas e fraternas, ajudando-nos a viver melhor. Uma agenda espírita é muito mais que organizar compromissos, é também cuidar do espírito e construir dias mais felizes. A cada início de mês, né, a agenda oferece um desafio especial, motivando pequenas mudanças que transformam o cotidiano em aprendizado, renovação e felicidade verdadeira. Então o livro inspirou a agenda Fergas 2026. Mas Cláudia, na sua visão, de que forma contribuir para o auto aperfeiçoamento moral e para a educação dos sentimentos? >> Mando um beijo para Liamara, nossa amiga tão querida, e para todos que nos

6. Mas Cláudia, na sua visão, de que forma contribuir para o auto aperfeiçoamento moral e para a educação dos sentimentos? >> Mando um beijo para Liamara, nossa amiga tão querida, e para todos que nos acompanham. Ah, se a gente for ver, então, de que forma a doutrina espírita pode contribuir, né, pro nosso autoaperfeiçoamento. Se a gente for olhar na primeira folha do livro dos espíritos, a gente vai ver que é um uma obra de filosofia espiritualista, né? E a filosofia nos faz pensar ã espiritualista no que somos espíritos, algo que vai além, que transcende a matéria, né? Então, a doutrina espírita vem nos dizer que nós somos espíritos, somos imortais, vai dizer de onde viemos, para onde vamos, as repercussões do que fazemos, né? E então acho que é íncito ao espiritismo nos conduzir para o autoaperfeiçoamento e a educação dos sentimentos, né? Não tem como não chegar a essa conclusão. E tanto que Allan Kardec vai lá nos dizer no item lá no livro dos médiuns, né, que é um livro, um guia dos médiuns, dos evocadores. E às vezes a gente lê aquela frase, parece que ela fica, não é que fica deslocada, mas talvez devesse estar em outro livro, mas não. Ele vai dizer: "Não vos esqueçais que o objetivo ou fim único, essencial do Espiritismo, é a vossa melhora". Então, tudo aquilo que a gente estuda na obra básica, né, nas obras fundamentais, vão nos conduzir para nos tornarmos pessoas melhores, né? alguém melhor vá que transcenda ou que supere aquilo que já conquistou até então. O próprio Evangelho Segundo Espiritismo vai nos falar, né, explicitar as leis morais nesses conteúdos práticos do dia a dia que Jesus veio nos mostrar. Então, o Kardec escolhe os ensinos morais do Cristo para serem trabalhados no evangelho, né, que vai dizer lá na apresentação da obra que aquele livro é uma é a regra de conduta para todas as situações e circunstâncias da vida. Então, a doutrina espírita e o espiritismo vai nos conduzir a isso, mas muitas vezes a gente fica só no campo teórico, né, do conhecimento e não

nduta para todas as situações e circunstâncias da vida. Então, a doutrina espírita e o espiritismo vai nos conduzir a isso, mas muitas vezes a gente fica só no campo teórico, né, do conhecimento e não coloca isso na prática. Às vezes há uma ã separação assim, uma conduta paradoxal, a gente sabe das coisas, mas não consegue viver, né? Então, Kardec até vai nos dizer, não basta a gente dizer-se espírita, aquele que o é, né, de coração, prova-o por seus atos. Então, vai dizer que a gente que constrói, nós temos, estamos em construção, nós estamos a caminho nessa jornada. a gente participa da obra da criação, conforme os espíritos nos falam, né? E a questão 132 do livro dos espíritos vai nos dizer que, né, a encarnação nos coloca aqui em prova, expiação, missão. Então, a gente tá aqui para espiar talvez algumas coisas, né, para avançar e para colaborar. Então, a gente tá mergulhada aqui nessa escola num curso intensivo de aprimoramento espiritual, né? Às vezes parece meio difícil, quase impossível a gente vencer algumas coisas, nossas inclinações, mas eh parece que não vai dar certo, dá vontade de desistir. Tanto que o Albino Teixeira diz, né? O o pior momento da vida ou o pior instante da vida, é sempre o momento de melhorar, porque parece que tudo conspira contra, né? A gente tem que fazer uma força para fazer o movimento de mudança e perseverar nesse movimento, né, nessa intenção e nessa nesse trajeto que a gente está fazendo. Então, nós estamos nesse processo. O espiritismo nos ajuda muito, né? Quem conhece o espiritismo, quem realmente se deixa penetrar por ele, vai se sentir desacomodado, né? Então, nós somos autores dessa obra, né? Nós podemos a os conteúdos que os espíritos nos trazem nas obras fundamentais vai nos dizer que a gente pode adiantar esse processo, podemos atrasar, podemos postergar, né? Mas inevitavelmente nós vamos ter que fazer essa obra de transformação. Nós construímos a nossa caminhada, lógico que com no contato com o outro, os bons espíritos

emos atrasar, podemos postergar, né? Mas inevitavelmente nós vamos ter que fazer essa obra de transformação. Nós construímos a nossa caminhada, lógico que com no contato com o outro, os bons espíritos vão nos ajudar. A gente sabe que tem tudo isso, mas o trabalho é nosso. Então, o espiritismo ele vai nos auxiliar e talvez não tenha doutrina assim mais clara, mais coerente e que nos traça esse caminho, né, tão racional, tão lógico, para que a gente possa fazer esse processo de autoeducação, de educação dos sentimentos, de autotransformação. Então, vale a pena, vale a pena a gente continuar, vale a pena a gente persistir, vale a pena a gente fazer esse processo, porque talvez a gente pense, né, em outros âmbitos da vida, né, a gente tá competindo com os outros e vai ter o pódio lá, o primeiro lugar só tem um, né, nesse trajeto que a gente tá fazendo de autoiluminação, de autotransformação, todos nós Nós vamos chegar, né? Não tem aquele a musiquinha da vitória lá, né? Tã. É para todos, não é só para um. Todos nós vamos chegar. Cada um vai fazer no seu tempo, cada um tem a sua trajetória, cada um faz, né, com da sua forma, mas nós podemos juntos nos ajudar para que a gente possa chegar. Então essa jornada evolutiva, ela vai acontecendo, ela é em espiral, ela não é em linha reta, né? Espiral expansiva e ascendente. Não perdemos o que nós conquistamos, mas precisamos continuar sempre até que a gente possa um dia, né, nos tornarmos como Jesus, nosso modelo e guia, que veio nos mostrar esse caminho para que a gente pudesse um dia chegar lá e todos nós um dia chegaremos lá, né, nessa nesse outro patamar evolutivo de espíritos puros. Então, a doutrina espírita, com certeza, ela vai nos auxiliar de uma maneira espetacular, poderia dizer, nessa nesse processo de autotransformação. Que coisa boa. Tem uma frase frase do livro que eu gostei muito que diz assim: "Aprende tu a ouvir com o coração tudo aquilo que outros corações estejam tentando te dizer. alegria >> intensas produzem alterações físicas,

ma frase frase do livro que eu gostei muito que diz assim: "Aprende tu a ouvir com o coração tudo aquilo que outros corações estejam tentando te dizer. alegria >> intensas produzem alterações físicas, psicológicas, influenciam diretamente os nossos pensamentos. Diante disso, Cláudia, qual é o papel das emoções, dos sentimentos em nossas vidas? E de que forma nós podemos educá-los? Nós somos seres sensíveis, né? Então, nós percebemos o mundo, interagindo com interagimos com o mundo pelos sentidos, pelos cinco sentidos, né? Nós somos seres impressionáveis. Eh, os psicólogos e estudiosos do comportamento humano falam que só não sente, né? Só não tem emoções que ou quem está morto ou o psicopata, né, o sociopata, a gente até já entende que essa frase não é tão adequada assim, porque nós sabemos que quem desencarna continua tendo emoções, sentimentos, né, mas num outro âmbito. e as questões de dessas pessoas, né, com esse tipo de transtorno, enfim, a psicopatia, sabemos que, provavelmente, né, na sua história evolutiva teve algo muito impactante nesse âmbito dos sentimentos que ele ã se anestesiou nesse sentido. Mas então nós somos seres que percebemos o mundo e reagimos a ele. Somos impressionáveis. E as emoções, né? E o livro nos leva a pensar e a entender isso, são aquelas respostas rápidas, né, intensas, reações assim, ó, a algo que nos atinge e que talvez nos coloque em perigo, que a gente interpreta dessa forma, né? Então são reações fisiológicas imediatas, algo que nos assusta, a gente vai, né, ficar branco, de medo, apavorado. Há uma reação, a descarga adrenal, coração acelera, a gente fica trêmulo, né? Enfim, nos sentimos muito tristes, choramos, ficamos vermelhos de raiva. É aquela resposta imediata, uma reação fisiológica, como falamos a essas situações que acontecem e elas são quase que imediatas. O sentimento já é aquele segundo momento em que a gente começa a fazer uma avaliação consciente dessas emoções. A gente começa a refletir, a gente começa a analisar.

em e elas são quase que imediatas. O sentimento já é aquele segundo momento em que a gente começa a fazer uma avaliação consciente dessas emoções. A gente começa a refletir, a gente começa a analisar. Então a gente pode pensar, né, porque como que os sentimentos e as emoções e qual é o papel deles na nossa vida, como eles afetam a nossa vida e com certeza eles afetam e muito na nossa vida, porque nunca tivemos tanto acesso a conhecimento como agora nesse momento existencial, né? Mas nós ainda falhamos normalmente e falimos nesse âmbito dos sentimentos, né? Então vamos pensar onde a raiva já nos levou, né? Não seria melhor a gente quando se sente tomado pela raiva, a gente parar, pensar, ressignificar para depois agir? Quando, né, nos sentimos tomados por alguma emoção, nós reagimos ou nós agimos. E aí tem aquelas coisas básicas que são até ditado popular, conta até 10, às vezes tem que contar mais, até 100, até 1000, né? Aquela história que conhecemos eh da mãe do Chico que orientou para ele toma a água da paz, né? que o Chico talvez não fosse verdade, mas ele disse, foi buscar nas farmácias, foi para Belo Horizonte, não encontrou a água da Paz. Daí a mãe chegou de novo, né? A mãe desencarnada e diz: "Ah, tu não tá usando lá, não encontrei." Mas é, pode ser essa aqui, ó. Bota um gole d'água na boca e espera, né? Então, dar esse tempo de parar, de respirar, de ressignificar, né? Eh, e talvez alguns possam pensar que isso nos levaria a dizer que a gente tem que, como falam, né, no ditado popular, engolir sapo ou, enfim, fazer de conta que não aconteceu. E não é isso, não é nesse sentido. é a gente parar, dar esse tempo pra gente pensar, para que a gente possa entender, ver o porquê do outro, talvez ter agido daquela forma, ã, entender da nossa reação, né? E depois disso, em que a gente conseguiu fazer todo esse processo interno, a gente pode ir lá conversar com a pessoa, dizer daquilo que a gente não gostou, que se sentiu ferido, magoado, incomodado, que talvez a pessoa pudesse ter falado de outra

todo esse processo interno, a gente pode ir lá conversar com a pessoa, dizer daquilo que a gente não gostou, que se sentiu ferido, magoado, incomodado, que talvez a pessoa pudesse ter falado de outra forma ou enfim, conversar e resolver de outro, né, em outro âmbito e não da reação. que muitas vezes nos faz nos arrepender, ficar com vergonha, ã, ter cometido algo, né, que nos vai nos levar a ter que também depois fazer algum tipo de reparação, pedir perdão ou às vezes nem é possível mais, né, porque às vezes a gente reage de uma forma tão grave que afasta o outro ou comete até um desatino, um crime. quantos crimes não são cometidos porque a pessoa não se deu esse tempo, né, de reflexão. Então, até por isso, né, temos visto tantas situações tão terríveis, inimagináveis acontecendo e que a gente pensa o quanto é importante esse processo de educação dos sentimentos, né? E o livro nos convida a também a pensar sobre isso e a experimentar esses, né, essas experiências nesse sentido. Por exemplo, tem um capítulo lá que fala sobre a irritação, né? Então, vai fazer toda uma reflexão a respeito dessa questão e vai nos propor como desafio na hora de irritação, silêncio e prece, porque só isso já vai nos dar esse tempo pra gente fazer reflexão e depois ir resolver de alguma outra forma, né, aquela situação que nos incomodou, que nos desgastou, que nos deixou triste, né? Então, é nesse sentido que a gente pensa. Tu me perguntaste, é possível educar os sentimentos? E eu vou me atrever a responder com a questão 625 do livro dos espíritos. É possível educar os sentimentos? Vede Jesus, né? Porque Jesus e a gente nem tem condições de fazer uma análise psicológica, comportamental de Jesus, né? Porque é outro âmbito, outro patamar. Mas Jesus se aproximou de nós como aquele gênio da matemática lá que se aproxima da criancinha que não sabe, vai mostrar, ó, 1 mais um quanto dá dois, né? se aproximou, se apequenou no sentido de aproximar-se de nós para nos mostrar como educar os nossos sentimentos.

e se aproxima da criancinha que não sabe, vai mostrar, ó, 1 mais um quanto dá dois, né? se aproximou, se apequenou no sentido de aproximar-se de nós para nos mostrar como educar os nossos sentimentos. Então, teve muitos momentos nesse nessa experiência de nossa de humanidade com Jesus, que a gente pode agora com as anotações que os evangelistas fizeram, que a doutrina espírita agora nos traz também, né, em obras complementares, Boa Nova, os livros da Amélia Rodrigues, que vamos contar as passagens da vida de Jesus e outras, as tuas, Janete, né, algumas os bastidores das passagens e vão nos dizer como Jesus agia, né? Então, naquele momento, no episódio com a mulher peguem adultéria, mulher adúltera, né? É uma aula de educação dos sentimentos, de como lidar com as emoções, aqueles homens raivosos lá, a mulher provavelmente apavorada e Jesus vai dar aquela aula prática de fazer silêncio, de se abaixar, escrever, de falar para aqueles homens, ó, quem estiver sem erro que tira a primeira pedra, né? Então, é uma aula, é prática de como a gente deve agir nessas situações da raiva, do medo lá na tempestade, né? Imagina, Jesus sabia que naqueles horários poderiam haver ventos fortes, mas ele quis propor, provavelmente, né, uma experiência com os apóstolos para ver até onde ia a fé, a confiança e Jesus dormia, né? Eles apavorados, meu Deus, a tempestade, vamos perecer. E Jesus tranquilo, né? Então eles chamam Jesus com medo. Quem sabe uns meu Deus, por que que a gente veio aqui com ele se a gente sabia que ia ter tempestade? E Jesus, né, então se levanta, acalma os ventos e pergunta para eles, né, onde está a sua fé? Enfim, então ele dá esse essas aulas de como a gente pode, através das coisas do dia a dia, lidar com essas que são questões nossas e com os nossos medos, com as nossas questões, né, para que a gente possa avançar e aprender com ele a educar os nossos sentimentos. Se com certeza a gente tem muita coisa ainda para aprender com ele. >> Que coisa boa, né? A Cati Sul Baker diz:

s, né, para que a gente possa avançar e aprender com ele a educar os nossos sentimentos. Se com certeza a gente tem muita coisa ainda para aprender com ele. >> Que coisa boa, né? A Cati Sul Baker diz: "O obra maravilhosa, acalenta nosso coração, contextos ótimos, desafios maravilhosos". Mas Cláudia, a felicidade é apresentada como um propósito essencial da existência humana, um anseio constante. Os textos, no entanto, nos esclarecem que a felicidade terrestre é ativa e não sem concíveis ou materiais, no ter ou no ter. Diante disso, a felicidade é um estado possível de ser alcançado aqui na Terra? Que pergunta, hein? Eu pensei na pergunta, na questão porque Kardec questiona isso aos espíritos, não é? lá na parte final do livro dos espíritos, no quarto livro, nas, né, vai falar nas penas e gozos terrestres e celestes. Kardec vai perguntar isso pros espíritos, se a gente, né, poderíamos nós, homens, mulheres na terra, eh, gozar de uma felicidade completa e os espíritos são categóricos, não, né? A felicidade completa não é, nós não vamos viver num mar de rosas, tudo acontecendo tranquilamente. A gente vai passar por provas e expiações, porque nós estamos num planeta de provas e expiações e somos espíritos em provas e expiações. Por isso que nós estamos aqui, né? Então, não somos ainda espíritos felizes e muito menos ainda puros, né? Então, os espíritos estão dizendo isso para nós. Não pense que tu vais gozar na terra de uma felicidade completa. Ainda não é deste plano essa situação. E eles vão dizer que depende da gente suavizar esses males e ser tão feliz quanto seja possível na Terra. Esse é o nosso panorama. Então, a gente tá nesse contexto de provas, expiações, missão também, né? Porque aquilo que talvez hoje seja expiação para mim pode se transformar em missão, né? Nós estamos nesse cenário, a gente tem expiação que tem que lidar com coisas do passado. Então aquele filho complicado, difícil, talvez é o filho que a o espírito, né? Alguém que numa encarnação pregressa, eu compliquei,

nário, a gente tem expiação que tem que lidar com coisas do passado. Então aquele filho complicado, difícil, talvez é o filho que a o espírito, né? Alguém que numa encarnação pregressa, eu compliquei, comprometi, agora ele volta como um filho complicado. Mas esta pode ser a minha missão. Eu posso transformar a expiação em missão, me dedicando, fazendo todo o possível. o amando, né, e fazendo todo o possível para que ele tenha uma vida melhor do que talvez ele pudesse não ter se eu não tivesse me dedicado a ele. Então, nós estamos nesse cenário, né? Então, além disso, né, a gente tem que pensar o que que é felicidade para nós? É a ausência de problemas, de preocupações, de doenças. é ter muito dinheiro, é ter saúde sempre, é ter poder. Se a gente pensa que felicidade é isso, com certeza ninguém na Terra passou no teste, né? Porque não tem ninguém que não tenha problemas, preocupações, problemas de saúde e que tenha todos esses outros quesitos. Então a gente, nós estamos aqui nesse planeta de provas e expiações. É uma escola, né, para que a gente possa aprender e através disso a gente superar e conquistar outro outro patamar. Eh, os espíritos nos propõe, então, né, um uma medida assim o que é possível e geral para todos, para a vida material posse do necessário, né, PN, posse do necessário, que nem é tanto assim, talvez o necessário, que a gente ache necessário já é mais do que o necessário. E pra vida moral, a consciência tranquila ou a paz de consciência e a fé no futuro. Então isso para nós seria a felicidade, nos levando a pensar que felicidade é um estado de alma, né? A felicidade é algo que a gente decide porque podemos e muitas vezes a gente vivencia isso. Pessoas que estão passando por situações muito graves, talvez um problema de saúde e que a gente vá visitar para levar uma palavra de consolo e tal e a gente fica pensando, nossa, o que eu vou dizer para aquela pessoa? Né? às vezes até fica com um certo constrangimento, não sabe muito bem como vai se dirigir a ela quando for

avra de consolo e tal e a gente fica pensando, nossa, o que eu vou dizer para aquela pessoa? Né? às vezes até fica com um certo constrangimento, não sabe muito bem como vai se dirigir a ela quando for fazer a visita, mas a gente vai mesmo assim, né? Somos espíritas, entendemos o quanto isso é importante e a gente chega lá e a gente é surpreendido porque é a pessoa que nos consola, nos conforta, dá exemplos de como fazer todo esse processo de transformação, de encarar a situação com otimismo, tirando lições, né? Então, a felicidade é algo que a gente decide. Todas as manhãs a gente acorda e podemos nos queixar, podemos reclamar de tantas coisas que seriam, né, eh, possíveis de reclamar ou a gente escolhe agradecer, olhar as oportunidades, inclusive aquelas situações desafiadoras, né? Eh, eu vi há algum tempo uma entrevista com um dos pais da psicologia positiva, eh, que ele é professor em Harvard, né, e ele fala sobre isso, que que vem exatamente de encontro ao que os espíritos nos propõem no livro dos espíritos, né? Então, ele vai dizer, vai trazer uns seis itens assim da felicidade. E, nossa, eu fiquei assim encantada. com as colocações e proposições dele, porque, né, são aquilo que a gente já sabe há bastante tempo lá, desde 1857, que que isso está sistematizado, né, e o quanto eh isso agora se expande, né, para outros espaços, porque um dos cursos mais procurados em Harvard, um curso livre, né, é o curso de felicidade, porque esse é um desejo do ser humano, né, Nós fomos criados paraa felicidade desde que a gente começou a pensar e se entender enquanto alguém, pensar na nossa finitude, a gente começou a se questionar, né, sobre o que que nós estamos fazendo aqui, sobre esse desejo de ser feliz. E tudo que a gente faz, o que a gente deixa de fazer, é pensando nisso, né? Então ele vai dizer que a felicidade é um estado interno, é um estado de alma, que a felicidade não pode depender do que não dependa de nós, que a felicidade é uma escolha, que a gente precisa aprender a se perdoar,

izer que a felicidade é um estado interno, é um estado de alma, que a felicidade não pode depender do que não dependa de nós, que a felicidade é uma escolha, que a gente precisa aprender a se perdoar, a reconhecer que a gente vai errar e porque nós erramos ainda, né? Mas perdoar-se e dar-se nova chance de recomeçar, que é o que o Espiritismo nos propõe, é o que o Cristo já nos propôs há tanto tempo, né? Quando alguém era ã se reconhecia em erro e se dirigia a Jesus, ele levanta-te, vá, não erres mais, né? a vida sempre vai nos dar essas novas oportunidades. Ele fala da importância da religiosidade, da espiritualidade, né, de ter esse outro âmbito da vida sendo cuidado. Às vezes a pessoa não tem exatamente algo nesse sentido, mas ela tem dá sentido à vida através do propósito, né? E ele fala da importância dos relacionamentos também, que é o fator primordial na felicidade, que é a lei de sociedade, uma das leis morais que nos dirige a vida, né? Que com certeza os relacionamentos são é algo que nos dá muita alegria, mas ao mesmo tempo é algo desafiador, né? que nos traz muitos conflitos muitas vezes e que a gente está aprendendo através das experiências na Terra, né, a transformar. Então, a gente precisa, finalizando, né, essa questão da felicidade. Nós estamos aqui na Terra não para sofrer, mas para vencer e não vencer os outros, vencer a nós mesmos, né? vencer essas nossas limitações que nos impedem de sermos felizes. E nós temos tudo que nós precisamos para ser feliz nessa existência. O lugar onde a gente nasceu, a família, o corpo, a cultura que em que nós renascemos, as habilidades que a gente trouxe, né? Então, a gente precisa reconhecer isso e quem sabe se a gente ainda não tá fazendo transformar esse ambiente físico, biológico, social, cultural, nesse ambiente espiritual de crescimento e de elevação, porque aí assim a gente vai sentir realmente que somos felizes, tão felizes quanto é possível ser nesse mundo de provas e expiações, quando a gente reconhece e agradece por isso.

imento e de elevação, porque aí assim a gente vai sentir realmente que somos felizes, tão felizes quanto é possível ser nesse mundo de provas e expiações, quando a gente reconhece e agradece por isso. E por isso que o nome do livro é esse, né? Nós estamos construindo dias felizes. É um processo, não está pronto. >> Que maravilha. >> Janete, >> me escutam? Me escutam? Me escutam? Que maravilha. O livro traz frases marcantes, como lá na página 247, por exemplo, que tem frases de doentes terminais e uma delas é assim: "Queria ter vivido sem me preocupar tanto com a expectativa leia". De outra parte, traz frases bem simples sobre as nossas fragilidades e uma delas é: "Desligue o fofofone". Eu achei bárbara esta orientação porque fala das nossas fragilidades e reconhecer as nossas fragilidades imperfeições, nós sabemos que não é motivo de vergonha, mas é um passo essencial para o nosso melhoramento. Não podemos negar, não podemos ignorar a situação, porque isso não é elimina. É um processo então de autoobservação, de autorreconhecimento que não pode ser adiado. Então, nesse sentido, Cláudia, eu te pergunto, por que o autoconhecimento é tão importante paraa nossa evolução espiritual? Santo Agostinho já nos propõe a pensar isso na questão 919 do livro dos espíritos, né, quando ele nos traz aquela frase, né, conhece-te a ti mesmo. E ele vai dizer que esse conhecimento de si mesmo é a chave do progresso para o progresso individual. Então, para que a gente possa progredir, nós precisamos nos melhorar. E para nos melhorar, a gente precisa se conhecer, olhar para dentro de nós, né? Antes falamos, o mundo tá sempre nos chamando a olhar para fora, a olhar pro outro, né? E daí começa o fofofone também, né? Que é essa questão, né? Da gente olhar e espalhar aquelas notícias que não são adequadas. E aí a gente perde tempo de olhar para si mesmo. Tem uma anedota que eu acho bem interessante, que certa vez um homem estava na área da casa procurando alguma coisa, né? Entardardecia e ele

adequadas. E aí a gente perde tempo de olhar para si mesmo. Tem uma anedota que eu acho bem interessante, que certa vez um homem estava na área da casa procurando alguma coisa, né? Entardardecia e ele procurava, procurava e não encontrava. E aí passou o vizinho e perguntou se ele tinha perdido algo e se ele poderia ajudar, né? E ele disse: "Sim, eu perdi a chave da minha casa". Então o vizinho entrou e ajudou a procurar e não encontraram em lugar nenhum. E aí ele perguntou: "Mas onde você perdeu a chave?" E ao que, né, o dono da casa diz: "Perdi lá dentro", né? É uma anedota que nos faz pensar. A gente não quer entrar para dentro de nós para ver o nosso lado sombra, as nossas imperfeições, aquelas situações que são difíceis muitas vezes, né? E para que eu possa me conhecer, eu preciso olhar para dentro. Então não posso ficar procurando a chave fora se ela tá dentro de mim, né? Então autoconhecimento é importante, né? Então, conhecer, ver minhas fragilidades, a autoconscientização, porque às vezes eu até, né, começo a perceber algumas questões que não são adequadas, que eu preciso modificar, mas eu ainda não faço esse movimento de conscientizar-me e fazer o movimento daí de autotransformação. Então, se eu já identifico, por exemplo, que na hora da raiva eu ajo dessa forma, né? Então, reconhecer isso e que isso magoa o outro, fere, me leva a tristeza, me leva a vergonha ao arrependimento, que isso me traz sofrimento, né? que eu complico o meu programa evolutivo aos propósitos da encarnação. Eu preciso reconhecer, identificar que é comigo, que sou eu, porque às vezes a gente usa os mecanismos, né, de fuga do ego, anestesia, a consciência, digo: "Ah, nem é tão grave assim, é o outro que me faz agir desse jeito." Eu até começo a reconhecer, mas eu projeto no outro, mas eu preciso reconhecer, identificar que sou eu. Então, a partir disso, né, a partir desse reconhecimento, desse conhecimento real de mim mesmo, que não deve ficar só nesse campo teórico, ah, conhece-te a ti mesmo. Que linda frase,

ficar que sou eu. Então, a partir disso, né, a partir desse reconhecimento, desse conhecimento real de mim mesmo, que não deve ficar só nesse campo teórico, ah, conhece-te a ti mesmo. Que linda frase, é linda mesmo. Mas o próprio Santo Agostinho, se a gente for ler depois a resposta, né, ele vai esmiuçando e vai fazendo perguntas, que a gente deveria fazer perguntas para nós mesmos, analisar nós mesmos as nossas condutas. Então ele vai explicitar isso no dia a dia, né? Então e fazer propósitos. Então, se eu ajo assim na hora da raiva, a partir de hoje, quando acontecer algo, eu vou contar até 10, eu vou fazer a prece, eu vou parar e pensar, eu vou conversar depois, eu vou me calar, eu vou conhecer a comunicação não violenta e suas ferramentas para mim conseguir manter o diálogo de maneira diferente. Eu vou pedir ajuda pros benfeitores, amigos, porque eles falam lá no livro dos espíritos. Não tem mais em em nos ã perturbar com as vossas perguntas, né? Ou seja, eles estão dizendo: "Peça ajuda, eu vou buscar uma terapia". Enfim, né? Então a gente realmente reconhecer isso para poder mudar. Se eu errar, eu vou recomeçar. No livro, finalizando, a no capítulo nove da segunda parte, a gente colocou um capítulo que eu preciso mudar, né? O título, inspirado nessa questão 919, a gente propõe uma reflexão e o desafio é: Pergunte para pessoas próximas, né? O que eu preciso mudar? Anote, não reaja, não se defenda, ou seja, só escuta, porque a nossa tendência é dizer: "Não, não é assim. Ah, mas é por isso". Então, só escuta. E aí no capítulo 10 a gente faz, né, o título conhecer-se para que a gente possa olhar para essas situações apontadas pelos outros, porque muitas vezes esses outros não vão ser tão bonzinhos assim conosco, não, você é um amor, não precisa mudar nada, eles vão dizer, né? E é importante que digam essas questões para que a gente possa aos poucos, né, então reconhecendo isso, fazer todo esse movimento de mudança, né? Então, o autoconhecimento é fundamental e se a

er, né? E é importante que digam essas questões para que a gente possa aos poucos, né, então reconhecendo isso, fazer todo esse movimento de mudança, né? Então, o autoconhecimento é fundamental e se a gente tá se sentindo desanimado por um lado que não tem jeito, continue, continue, porque não tem outro caminho. Nós estamos aqui para vencer, não desistamos. Que maravilha. E estamos chegando então ao final da nossa sexta literária, né? Passou tão rápido que dá aquela vontade de continuar, né? Mas queridos amigos e amigas, estamos então nos aproximando desse final da nossa sexta literária. Nossa gratidão a Cláudia, né, por nos trazer estas ensinamentos para a educação dos nossos sentimentos, né? E esta bela explicação hoje, nesta bela explanação, né, que nos trouxe então tantas reflexões importantes asas vidas. Passo agora então já no nós encaminhando para o para a Janete para fazer as suas considerações finais e depois eu passaria também. Jarete, por favor, tuas considerações finais sobre a nossa sexta-feira literária de de setembro, não, 20 19 de setembro. Gratidão imensa, Cláudia, pela obra, pela reflexão, por esse presente maraviloso para nós. E como diz uma frase lá do início do livro, nós vivemos esperando dias melhores. Pois eu digo, vamos ler o livro da Claudinha e construirmos dias felizes com esse ensinamento e com tantos outros ricos ensinamentos luminosos que a doutrina espírita nos traz e que trabalhadores como tu, minha amiga, nos colocam à disposição. Gratidão imensa pela obra, pela amizade, pela tua presença aqui hoje conosco. Um abraço muito grande para ti e para todos aqueles que nos escutam. Obrigada, Janete. Obrigada, Iraci. Ah, gostaria de finalizar dizendo que a felicidade nos pertence, né? Nós fomos criados por Deus para a felicidade, para a plenitude. E cada minuto da nossa vida vale a pena ser vivido. Os bons, os agradáveis, mas também aqueles desafiadores, porque todos eles nos ensinam, nos elevam e através deles nós conseguimos evoluir. É o nosso vir a ser

to da nossa vida vale a pena ser vivido. Os bons, os agradáveis, mas também aqueles desafiadores, porque todos eles nos ensinam, nos elevam e através deles nós conseguimos evoluir. É o nosso vir a ser vem através dessas vivências. E a gente pode dar sentido à nossa vida através de todo o bem que a gente faz, todo o bem que a gente espalhar, pensando não só na nossa felicidade, mas na do outro também, né? E assim, com esses espaços, a gente vai estar construindo dias felizes, que é o que todos nós esperamos. A minha gratidão é imensa por estarmos juntos nesses momentos e que Jesus sempre nos abençoe para que a gente possa realmente através dos exemplos que ele deixou construir a felicidade, o reino de Deus dentro de nós. E concluindo então a nossa atividade, reiteramos a nossa gratidão à Cláudia, a Janete, ao Cris que está aí nos bastidores, né, e a todos que estiveram conosco nesta sexta-feira literária, né? A nossa profunda gratidão que Jesus ilumine a todos nós, né? possamos ah conquistar, né, a os nossos a educação dos nossos sentimentos. Lembrando que esta sexta-feira literária permane será disponível nos canais da FERGs. E deixamos desde já então o convite para todos, né, para a próxima sexta-feira literária. Uma boa noite a todos. Saúde e paz. Tudo muda ao nosso redor. As estações passam, os dias chegam ao fim. Teorias se modificam, costumes se alteram, patrimônios materiais são transferidos, lideranças se sucedem umas às outras. De um instante para outro, tudo se transforma. Diante da impermanência das situações da vida física, a imortalidade se apresenta como realidade inevitável. Ergueu-se o véu. O mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática. Não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa. São os próprios habitantes desse mundo que nos vem descrever a sua situação. Ante a certeza da sobrevivência do Espírito, o preparo para a vida após a vida começa agora. A Federação Espírita do Rio Grande do Sul convida para o seu 13º congresso sob

em descrever a sua situação. Ante a certeza da sobrevivência do Espírito, o preparo para a vida após a vida começa agora. A Federação Espírita do Rio Grande do Sul convida para o seu 13º congresso sob o tema Vida Futura em permanência e imortalidade à luz do Espiritismo. Participe desta experiência imersiva que reunirá estudiosos do Espiritismo em um ambiente de aprendizado, reflexão e reencontro. E mais, todo carbono gerado pelo evento será compensado com um plantil de árvores, reafirmando o compromisso dos espíritas com a sustentabilidade ambiental. Agregue novos sentidos à sua vida nos dias 17, 18 e 19 de outubro de 2025 no salão de atos da PUC em Porto Alegre. Acesse congressespiritrs.org.br br e realize a sua inscrição.

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