SEMELHANÇA - Wilter Coelho [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 24/07/2025 (há 9 meses) 34:45 157 visualizações

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Transcrição

Um bom dia para todos, né? e que a gente consiga fazer esse trabalho da melhor maneira possível, fazendo inicialmente uma prece para nos inspirar, para nos proteger. E em nome de Deus, em nome de Jesus, com o auxílio desses irmãos, nós recebemos nesse momento bênçãos, energias novas, fluidos novos que nos inspiram, nos intuem como preparação para esse passe virtual que vamos participar daqui a pouco. Que Deus nos abençoe, que assim seja. Bem, hoje a gente vai comentar um texto do livro Lampadário Espírita, capítulo 35. Texto é semelhança. Eh, o livro é do Divaldo Franco e a Joana de Angeles. Eh, essa semelhança, eh, semelhança entre o espírito humano, né, eh, entre a alma humana e a terra. Eles fazem essa comparação. A Joana faz essa comparação e o próprio Jesus já fez também essa comparação quando ele disse que o semeador saiu a semear, né? Esse semeador saiu a semear a semente, Jesus semeando a semente do amor nos corações. E o semeador semeava a semente num solo pedregoso, num solo onde os espinhos abafam as plantas que começavam a nascer, onde os pássaros comiam eh eh as as sementes. Olha, a desatenção, a negligência, os pássaros comem a semente que o semeador saiu a semear. E o texto, a Jana de a Joana de Angeles, eh, fala exatamente dessa semelhança. E Jesus usa muito essas comparações com com a natureza, eh, com a cultura da época. Ele fala muito a história da candeia, eh, da terra, né? Ele usa muito para facilitar essa apreensão desse evangelho de de conteúdo tão profundo, né? e que a gente vai aos poucos entendendo no texto, a Joana diz que de certo modo a alma humana é comparável ao solo comum. E aí ela começa fazendo as comparações. Um solo bem trabalhado produz um solo, né, uma alma trabalhada, produz luz. E tem o coração, né, a terra espiritual, é o solo do espírito e é esse onde o semeador saiu a semear. E a semente do campo é uma semente que também é semeada e exige muito trabalho, exige muita atenção, exige muito cuidado. Eh, eh, preparar o solo, plantar, a semente, cai

nde o semeador saiu a semear. E a semente do campo é uma semente que também é semeada e exige muito trabalho, exige muita atenção, exige muito cuidado. Eh, eh, preparar o solo, plantar, a semente, cai naquela, naquela cova, né, naquele ninho, como se fala hoje. É, é eh e a solidão da semente e a gente vai trazendo essas sementes pros nossos solos, pros nossos corações. Ela pode ser trabalhada e pode ser desdenhada. Ela pode ser negligenciada. O solo negligenciado, o solo negligenciado não produz nada, ele vira deserto, ele não vira nada, ele não produz. E o coração não trabalhado, o espírito não trabalhado, ele também não produz. E a gente chegou aqui, a gente reencarnou para fazer esse trabalho. Esse trabalho não tem fim. O trabalho de de preparação e de cultivo desse nosso solo do coração, ele é ele ele ele não tem fim. Ele não vai parar em algum momento, porque a gente vai sempre ter tendo o que fazer, porque a gente vai trazendo mais coisas. A medida que a gente vai trabalhando, a gente vai trazendo mais coisas para consciência. E trazendo mais coisas para consciência, a gente vai eh trazendo mais deveres e vai cumprindo mais esses deveres. E a gente vive nesse processo de de ampliação da consciência. E a Joana diz exatamente isso no texto, né? Os deveres da vida íntima são semelhantes aos cuidados de um jardim, de um pomar. Nunca cessam as obrigações morais de assistência ao próprio espírito. Nunca cessam as obrigações morais. Aquisição de virtudes. A gente tá aqui para adquirir virtude. O amor é a maior virtudes. É a virtude que se completa e se manifesta em pequenas virtudes, né? E o nosso coração, o nosso sentimento tão duro que muitas vezes não permite que essa semente nasça, ou as nossas tentações, que às vezes a semente quer nascer, mas os espinhos das nossas tentações não permitem que essas essa semente nasce. a nossa negligência também. E a gente deixa a vida me levar, a vida leva eu. E a gente vai sem fazer esse trabalho do coração, sem fazer esse cultivo da terra do coração, sem

essas essa semente nasce. a nossa negligência também. E a gente deixa a vida me levar, a vida leva eu. E a gente vai sem fazer esse trabalho do coração, sem fazer esse cultivo da terra do coração, sem preparar essa terra do coração e sem que essa terra produza. Eh, enquanto a terra normal produz alimento material, essa terra espiritual produz alimento espiritual. Ela produz luz, ela produz amor, ela produz bondade, ela produz paciência. E a gente não tem essas virtudes. E a gente vai adquirindo essas virtudes aos poucos. A gente vai substituindo as nossas imperfeições, a gente vai substituindo as nossas tentações, a gente vai substituindo a nossa, diminuindo a nossa ruindade, como uma senhora falou outro dia, a gente vai diminuindo a ruindade e vai aumentando a nossa capacidade de de sentir esse afeto. A gente sai da gente. Quando o semeador sai a semear, ele sai de si. ele vai cuidar dos outros. E a gente precisa também aprender a fazer essa semeadura. A medida em que a gente começa a produzir alguma coisa de nova no coração, isso começa a sair da gente e a gente vai aprendendo a viver mais a fraternidade, a solidariedade, a gente vai aprendendo a viver a caridade, porque a gente vai produzindo essa luz. Eh, só que ele fala, o a Joana de Angeles fala de equilíbrio, né, que a gente tem que ter o cuidado com a com a com a com a educação espiritual, com a evolução, com com o cultivo do sentimento, com a com a terra espiritual, com esse solo do espírito. A gente é indiscutível. Só que a gente vem em um corpo. A gente tem corpo e a gente é espírito, mas a gente tem um corpo eh pra gente equilibrar essa essa essa relação material, espiritual, porque a gente necessita do da matéria, do corpo para manifestar. a gente vai manifestando as nossas imperfeições, mas também a gente vai manifestando o nosso aperfeiçoamento, eh, nas minhas ações, quando eu vou transformando o meu sentimento, quando eu vou transformando o meu pensamento, eu vou transformando a minha, a minha ação. E aí na minha vida, no dia a dia,

oamento, eh, nas minhas ações, quando eu vou transformando o meu sentimento, quando eu vou transformando o meu pensamento, eu vou transformando a minha, a minha ação. E aí na minha vida, no dia a dia, eh esse corpo manifesta pelo olhar diferente, pelo ouvir diferente, pelo falar diferente, pelo fazer diferente, ele vai manifestando essas novas virtudes. adquiridas com esse com esse cultivo dessa terra do coração. Não tem como a gente não cultivar e não tem como a gente não equilibrar. O homem já se enganou em outras épocas, achando que ele precisava se isolar de tudo e de todos em algum lugar, em algum mosteiro, em algum em alguma gruta, em algum lugar para tentar viver exclusivamente o espírito. Não dá para viver exclusivamente o espírito porque a gente precisa do outro, a gente precisa das coisas do mundo para manifestar a nossa evolução ou a nossa imperfeição. É no mundo que a gente mostra quem a gente é, né? É no trânsito, é na no dia a dia, é no trabalho. E não adianta eu querer alguma coisa perfeita, viver só do ponto de vista espiritual, porque eu preciso desse corpo. O contrário também é a mesma coisa. Não dá para eu chegar aqui e usar uma encarnação inteira cuidando exclusivamente do corpo, excessivamente do corpo, vaidosamente do corpo. Não que eu não tenha que cuidar do corpo, é claro que eu tenho que cuidar do corpo e tenho que cuidar do espírito. É o próprio Jesus falou, né? Daia a César o que é de César, dai a Deus o que é de Deus. Considerando nesse sentido, o corpo como matéria, como uma coisa de de da do do mundo e o espírito como uma coisa de Deus, como uma coisa espiritual, mas da mesma forma como ele disse, daia a césar o que é de César, dai a Deus o que é de Deus, ele disse buscai primeiro o reino de Deus e sua justiça. Ele não disse, buscai primeiro o reino dos homens em sua justiça. Ele não disse, buscai primeiro o poder e sua e sua injustiça. muitas vezes buscai primeiro o reino de Deus, mas de maneira justa, né? Eh, e sua justiça é um um um

ro o reino dos homens em sua justiça. Ele não disse, buscai primeiro o poder e sua e sua injustiça. muitas vezes buscai primeiro o reino de Deus, mas de maneira justa, né? Eh, e sua justiça é um um um o reino justo, um reino de justiça, de paz, de amor e de caridade. Então, existe a necessidade desse equilíbrio, equilibrar o corpo eh como instrumento de manifestação do espírito, usar esse corpo com cautela, com cuidado, cuidar desse corpo, mas sabendo que eh por trás desse corpo tem tem o que sou eu, tem o espírito que permanece e que precisa evoluir usando esse corpo. né? A literatura espírita fala eh do momento em que Francisco de Assis voltou para agradecer ao corpo. O corpo já ele já desencarnado voltou para agradecer ao corpo o tempo que foi útil para ele aquele corpo. Isso, essa essa essa essa história dá pra gente fazer um um uma figura interessante, dá pra gente fazer uma reflexão interessante dessa relação corpo e espírito. Ele permanece, ele volta para agradecer alguma coisa que não era ele, mas alguma coisa que serviu a ele, né? E esse corpo serve a gente. E como serve a gente, a gente não pode agredir, a gente não pode descuidar, a gente não pode gastar de de qualquer maneira, a gente não pode provocar doenças, a gente não pode provocar desgaste. a gente tem que cuidar desse corpo que a gente precisa dele para continuar manifestando quem nós somos e e aproveitar o tempo pra gente conseguir cada vez mais adquirir virtudes. Portanto, nem excesso nem ausência, né? Eh, o a Jana deângela até diz aqui no texto, um jardim muito irrigado, ele fica alagadiço e um relegado eh fica vencido pelo pó. Quer dizer, nem uma coisa, nem outra. Aí vem um trechinho aqui que talvez seja a chave desse texto. Muito bom esse trecho. E eu pedi socorro até eh para um texto do Emanuel, do espírito Emanuel, do livro Pão Nosso, pra gente comentar esse parágrafo aqui. Ele fala, ele diz assim: "Da mesma forma como você rasga o solo para transformá-lo em pomar, mesma forma como trabalha o solo, da mesma

uel, do livro Pão Nosso, pra gente comentar esse parágrafo aqui. Ele fala, ele diz assim: "Da mesma forma como você rasga o solo para transformá-lo em pomar, mesma forma como trabalha o solo, da mesma forma como rasga usar o rasga o solo, a gente imagina a dor, a gente imagina o trabalho, a gente imagina o sofrimento, a gente imagina o cortar na carne, né? A gente imagina como não é fácil você preparar um pomar. Então, como rasgas o solo para transformá-lo em pomar?" revolve as disposições da alma. Da mesma forma que trabalha eh eh rasga o solo, rasga a alma. Rasga a alma. Como rasga a alma? Rasga as imperfeições, rasga essas tentações, rasga os conceitos do homem velho, rasga os preconceitos do homem velho, rasga o egoísmo, rasga a vaidade, rasga o orgulho. tem tanta coisa pra gente rasgar, para preparar esse solo para ele, que ele que essa semente que o semeador saiu a semear possa eh prosperar em nós, que essa semente tá aí, é, tem mais de 2000 anos que essa semente tá circulando por aí e batendo em corações que são pura pedra, que não recebe essa semente, que não não interessa, não enxerga, não vê, não ouve essa semente. e alguns corações que até tem certa sensibilidade, que começa a perceber essa semente, mas não aguenta a força das tentações. E essa força das tentações são os espinhos que matam essa planta que começa a a brotar. Então, é difícil a gente eh rasgar a própria carne, eh mexer naquilo que eu sou, porque eh a virtude que eu não tenho é uma coisa que eu ainda não tenho, que não tá em mim. Eu não sou aquilo. Aquilo tá além de mim, mas a imperfeição eu. Ela tá em mim. Então, fazer essa essa transformação tem que rasgar esse sono do coração, porque eu tenho que tirar alguma coisa que tá em mim para colocar uma coisa que ainda não está em mim, né? Eh, as virtudes que eu vou trazendo, elas não estavam em mim. Eu vou trazendo essas virtudes porque é um é um caminho sem fim de aquisição de virtudes, de aperfeiçoamento espiritual, mas eu preciso rasgar esse solo para perder

trazendo, elas não estavam em mim. Eu vou trazendo essas virtudes porque é um é um caminho sem fim de aquisição de virtudes, de aperfeiçoamento espiritual, mas eu preciso rasgar esse solo para perder para para para transformar algumas questões em coisas melhores, para transformar algumas imperfeições em virtudes. Transformar imperfeição. Imperfeição é terra improdutiva. e transformar essa terra improdutiva em uma terra produtiva. É um trabalho que começa por rasgar o solo, né? E depois tem todo o trabalho do plantio, da rega, do cuidado, etc, etc. Eh, peguei um trechinho desse desse desse texto que eu citei aqui do do do Pão Nosso, o livro Pão Nosso, do Chico e do Emanuel, eh, Monturo. Monturo é lixo. Olha como ele faz essa referência. usando também a mesma imagem da Terra. Olha que coisa, que coisa bem bem colocada, né? O texto diz, nesse parágrafo, diz o seguinte: "Olha, se José da Galileia ou Maria de Nazaré simbolizam terras de virtudes fartas, se eles simbolizam terras de virtudes fartas, eles simbolizam terras já adubadas, terras já trabalhadas, terras já aradas, terras já rasgadas, né? Terras prontas. Então, se José da Galileia eh e Maria de Nazaré simboliza uma terra pronta, uma terra já cheia de virtudes, simboliza esse coração já cheio de virtudes, o mesmo não sucede aos apóstolos. Ele tá afirmando que Maria e José já tinha o coração cheio de virtudes e o mesmo não sucede aos apóstolos. E a gente sabe disso. Eles passaram aquele tempo com Jesus aprendendo, eh, observando, vivendo, experimentando. Eh, eh, o próprio Pedro tem a história da negação, embora e amplamente superada e lindamente superada, tem a negação do Pedro, tem a traição do Judas, tem uma série de situações, né? Eh, eh, mas eles não estavam prontos. E exatamente por isso, discípulo, discípulo é aquele que tá aprendendo, né? E nós somos discípulos, nós estamos aprendendo, nós estamos, nós também não somos terra de virtude farta. Nosso coração não é um coração de virtudes fartas. Basta ver quanto espinho, quanta pedra, quanta

ós somos discípulos, nós estamos aprendendo, nós estamos, nós também não somos terra de virtude farta. Nosso coração não é um coração de virtudes fartas. Basta ver quanto espinho, quanta pedra, quanta coisa ainda tem em nosso coração. Basta ver quanta imperfeição ainda tem em nosso coração. Quanto ciúme, quanta raiva, quanto ressentimento, quanta coisa ainda tem nessa terra, né? É difícil eh se transformar numa terra de virtudes fartas. Mas se o José e a Maria já eram essa terra de virtudes fartas, e Maria tinha que ser uma terra de virtudes fartas, como é que se nasce um como é que nasce um Jesus? Como é que chega um Jesus sem uma sem uma terra de virtude? Maria representa a terra onde nasceu o amor, onde nasceu Jesus, onde Jesus chegou, né? Eh, esses apóstolos a cada passo eles eles necessitam recorrer à fonte de lágrimas que escorre do monturo dos remorços e fraquezas. Nossa, que figura. eh o o nosso aprendizado e o aprendizado dos dos dos discípulos, né, dos apóstolos. A cada passo, em cada momento, tem isso ou aquilo, tem decisões que tropeçamos nas nas decisões. Em cada momento a gente tem possibilidade de acertar e de errar. Pedro, no Evangelho, em dois momentos muito próximos, uns um um do outro, Jesus elogiou em um e criticou em outro, o mesmo Pedro. E, e a crítica veio depois do elogio, então ele piorou? Não, ele não piorou. São momentos que a gente eh vacila, né? Eh eh e e nós vacilamos mais ainda. E os apóstolos a cada passo, e nós somos esses discípulos também que a cada passo nós necessitamos recorrer a fonte de lágrimas que escorrem do monturo. Que monturo? as lágrimas que escorrem do nosso lixo. Então, o nosso lixo se transforma em adubo. O nosso, aquele chorume que sai do lixo, aquele chorume que escorre lágrimas do lixo se transformando em adubo. Depois esse lixo vai ser transformado em adubo e vai transformar a terra em terra fértil. Mas a transformação desse lixo em adubo requer tempo, requer uma série de coisas, né? é que é eh o o o passar do tempo e e e o e

ai ser transformado em adubo e vai transformar a terra em terra fértil. Mas a transformação desse lixo em adubo requer tempo, requer uma série de coisas, né? é que é eh o o o passar do tempo e e e o e um todo um mecanismo de de de químico que acontece ali no lixo para ele se transformando com ação de de de fungos, de bactérias, de não sei o quê. Olha só. E o lixo chora, essas lágrimas da transformação do lixo em adubo. E é disso que ele tá falando, que os os apóstolos a cada momento eles necessitavam recorrer à fonte de lágrimas, a a a esse a essas lágrimas que escorriam do do monturo dos remorços e fraquezas propriamente humanos. Então, são remorços e são fraquezas, mas são próprios do ser humano. Não são remorços e fraquezas porque eles são isso ou são não, porque eles são humanos também. Tanto é que os os apóstolos estão aí pra gente se mirar neles. Eh, olha olha a história do Paulo. Quem não se vê no Paulo, quem não se vê numa Madalena, quem não se vê num Pedro, quem não se vê num Judas, né? A gente se vê em todos eles porque eles são humanos, né? Eh, e eles também não são terras de virtudes fartas. Eles também tiveram que experimentar a a a transformação do lixo em adubo. E nós temos muito lixo que a gente procura encontrar os nossos lixos, né, dentro de nós. Conhece-te a ti mesmo. É encontrar os nossos lixos e e não maldizer a transformação do lixo em adubo, porque às vezes é um processo doloroso, né? Porque são lágrimas. Esse chorume do lixo são lágrimas do lixo, né? Eh, escorre uma, dos remorços e fraquezas propriamente humanos, a fim de quê? a fim de fertilizarem o terreno empobrecido de seus corações. Então, esse esse esse choro do lixo que se transforma em adubo é para fertilizar o terreno, o o terreno empobrecido do coração. O nosso coração, o nosso o nosso o nosso coração não é terra de virtudes fartas, é um solo que precisa de correção, é um solo que precisa desse adubo. E esse adubo, ele vem na transformação das nossas imperfeições em virtudes. As nossas imperfeições são os

erra de virtudes fartas, é um solo que precisa de correção, é um solo que precisa desse adubo. E esse adubo, ele vem na transformação das nossas imperfeições em virtudes. As nossas imperfeições são os nossos lixos e as virtudes são representam o nosso adubo e a gente precisa de tudo isso. Aí o o nesse texto o Emmanuel comenta eh identifiquemos o monturo que a própria ignorância montoou em torno de nós mesmos. Identifiquemos o nosso próprio lixo. A gente fica preocupado com o lixo alheio, né? a gente fica só condenando os outros e criticando os outros e a gente não se preocupa com o nosso próprio lixo. Então, é preciso identificar. O orgulhoso não identifica o seu lixo. Ele acha que é luxo, ele acha que é é coisa boa, porque tudo dele é melhor. É até o, né? É preciso começar pela humildade de reconhecer os nossos lixos, aquilo que eu preciso transformar em adubo. Identifiquemos o monte de lixo, o monturo, o monte de lixo que a própria ignorância amontoou em torno de nós ao longo do tempo, ao longo das existências das encarnações. esse monte de imperfeições, esse monte de erros, esse monte de desacerto, isso vai acumulando esse lixo que vai ter que se transformar em adubo em algum momento, né? Eh, a ignorância montuou em torno de nós mesmos. Convertamo-lo em adubo da nossa terra íntima. É preciso converter o nosso lixo em adubo da nossa terra ín, porque um dia a gente vai ter que ter um coração de de de eh de terra de de farta, terra de qualidade, de terra boa, né, de virtudes fartas, converter esse esse em adubo essa nossa terra íntima e teremos dado razoável solução ao problema de nossos grandes males e teremos dado solução aos graves problemas, né, dos nossos males. Olha só qual é a solução dos nossos males. Transformar o nosso terreno, adubar o nosso terreno, adubar o nosso terreno com virtudes e eliminando os nossos lixos, as nossas imperfeições. Mas antes de qualquer coisa, a gente tem que identificar os nossos lixos. É preciso conhecer os nossos lixos, né? O que é o

o terreno com virtudes e eliminando os nossos lixos, as nossas imperfeições. Mas antes de qualquer coisa, a gente tem que identificar os nossos lixos. É preciso conhecer os nossos lixos, né? O que é o que é o que é o bem é de acordo com a lei divina. O que é o mal é o que é contrário à lei divina. E a lei divina tá na nossa consciência. Tá na nossa consciência. Portanto, a lei divina não tá estática na nossa consciência e nem completa na nossa consciência. Ela tá parcialmente na nossa consciência, porque tá na minha consciência. O que cabe da lei divina? A porção que cabe da lei divina tá na minha consciência. Mas à medida em que eu vou lutando e que eu vou percebendo, espíritas, amai-vos, espíritas, instruí-vos. À medida em que eu vou fazendo todo esse processo de transformação, eu vou ampliando a minha consciência. E à medida em que eu vou ampliando a minha consciência, eu tô nesse processo de evolução. E só que ampliar a consciência traz consigo mais deveres. Quanto mais consciência eu tenho, mais deveres eu tenho. Para de falava que era devedor de todos, devedor dos ignorantes, devedor disso e daquilo. Nós achamos que somos credores do mundo, somos credores de tudo e credores de todos, mas na verdade nós somos grandes devedores, devedores de nós mesmos. Bom, é um pequeno comentário sobre esse texto dessa semelhança entre o nosso coração e e a terra, né, e o solo. Comparação que o próprio Cristo fez quando o semeador saiu a semear. E a gente usando essa comparação, usando essa figura, eh, que a gente possa eh receber melhor, preparar melhor esse coração para recebermos essa semente que tá aí. Não tem uma semente nova, a semente tá aí. Essa árvore do evangelho tá nascendo e crescendo em volta da terra. Eh, e a gente precisa eh alimentar, cuidar, cultivar, né, observar, conhecer e lutar para essa transformação. Isso é trabalho. O trabalho do espírito é um trabalho muito grande. O o no livro a Gênese tá dito que as a o pensamento é pro espírito o que as mãos representam pro corpo. Olha que

essa transformação. Isso é trabalho. O trabalho do espírito é um trabalho muito grande. O o no livro a Gênese tá dito que as a o pensamento é pro espírito o que as mãos representam pro corpo. Olha que coisa gostosa, né? Se as mãos representam trabalho físico pro corpo, o pensamento representa trabalho nesse solo, o trabalho espiritual, que a gente consiga, através do sentimento que qualifica o pensamento, eh, sentirmos melhor, pensarmos melhor, para que a gente possa agir melhor e a gente possa cultivar cada vez mais esse terreno tão difícil do nosso coração que já negou tantas sementes. essas sementes que o semeador saiu a semear. Que Deus nos abençoe e esteja conosco. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do

íritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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