Roda de Conversa • Reparação e Evolução

Mansão do Caminho 05/09/2024 (há 1 ano) 2:27:18 1,170 visualizações

Participações: Alessandro Vieira, Carlos Campetti, Herculis Romano e Paulo de Tarso 71ª Semana Espírita de Vitória da Conquista.✨ De 30 de agosto a 08 de setembro de 2024 com o tema: Semeadura livre, colheita obrigatória. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC)

Transcrição

Olá, bom dia a todos que estão aqui no nosso auditório, que nos agraciam com a sua presença física e também aqueles que nos acompanham através das transmissões online pelo YouTube. Sejam todos bem-vindos. É com enorme alegria que recebemos todos vocês mais uma vez para a realização de mais uma roda de conversas da nossa 71ª Semana Espírita de Vitória da Conquista. Para dar início aos nossos trabalhos, vamos a serenar o nosso pensamento, elevar o nosso coração pro momento da prece. Mestre amigo Jesus, espiritualidade amiga, benfeitora, que se reúne para a realização de mais um evento, mais um ano de semana espírita. Agradecemos, Senhor, pela oportunidade que nos é concedida nessa encarnação de termos condição e esclarecimento de servir a tua causa, ao teu evangelho. Agradecemos sempre mais pelo acréscimo de misericórdia em nossas vidas, em nosso crescimento, em nossos desafios, que nos possibilita avançar, apesar de tantos defeitos, tantas falhas ainda a serem reparadas. Que os benfeitores espirituais possam estar presos nessa manhã, nos intuindo, nos amparando, nos instruindo a fala clara, concisa e evangélica. que cada um dos nossos facilitadores sejam por ela guiados e que as claridades do evangelho do Cristo estejam postas aqui mais uma vez, tocando a todos os corações que por elas buscarem no dia de hoje. Fica conosco, Jesus hoje e sempre. E assim seja. Os nossos agradecimentos a Grupo Kiaquio, Tubus Cap, Fiat Cambui, Suco de Uva Tinto Integral L Vision, Premium Distribuidora e aos demais parceiros que nos ajudam a viabilizar este evento, cujos nomes foram exibidos em nosso telão e estão em nossos banners. Vamos dar início então a mais uma atividade da roda de conversa sobre o tema reparação e evolução. A nossa atividade irá até o meio-dia com intervalo das 10:30 às 11 horas. Neste momento, o nosso público poderá fazer suas perguntas para os nossos facilitadores, que podem ser recolhidas pelos nossos colaboradores do apoio. Para dar início aos nossos trabalhos,

s 11 horas. Neste momento, o nosso público poderá fazer suas perguntas para os nossos facilitadores, que podem ser recolhidas pelos nossos colaboradores do apoio. Para dar início aos nossos trabalhos, vamos convidar então os nossos facilitadores da manhã. Alessandro Vieira. Alessandro é juiz de direito, escritor, cujos direitos autorais foram doados ao Remanço Fraterno, instituição dirigida pelo médium Raul Teixeira. Ele também é diretor do Centro Espírita Allan Kardec em Itapetininga, São Paulo. Carlos Campete. Carlos é jornalista, coordenador da área de estudos e diretor da Federação Espírita Brasileira. Hércules Romano. Hércules é economista, auditor fiscal da Receita Federal, aposentado e diretor da Federação Espírita do Estado de Rondônia e o nosso conterrâneo Paulo de Tarso. Paulo é analista de sistemas, empresário, diretor do Centro Espírita Maria Imaculada em Salvador e da Federação Espírita do Estado da Bahia. E para conduzir a nossa dinâmica de hoje, vamos passar a palavra ao nosso irmão Carlos Campete, que irá fazer uma breve introdução do trabalho e a seguir coordenará a conversa com nossos amigos. sobre o tema dessa manhã. Campete, palavra é sua. Obrigado. Bom dia a todos. A nossa saudação fraterna, quem está acompanhando ou vai acompanhar depois pela internet. Satisfação imensa estarmos participando dessa semana espírita, 71ª semana espírita. toda uma história, não é, ao longo do tempo. E uma satisfação estarmos aqui nessa mesa redonda, os nossos irmãos de Ideal Espírita e vamos procurar atender as perguntas de vocês. Se tiverem, por gentileza, encaminhe. E se você está no seu ambiente acompanhando pela internet, pode mandar também as suas perguntas pelo chat, pelas redes sociais que nós vamos receber aqui para poder atender. Nesse momento inicial a gente situa o tema com base no livro Céu e Inferno, onde a palavra reparação aparece 28 vezes. É o livro da codificação que mais trata desse assunto. E no capítulo 5, tratando do purgatório, no item 6, Allan Kardec registra que,

no livro Céu e Inferno, onde a palavra reparação aparece 28 vezes. É o livro da codificação que mais trata desse assunto. E no capítulo 5, tratando do purgatório, no item 6, Allan Kardec registra que, devido a suas imperfeições, o espírito culpado sofre primeiro na vida espiritual, sendo-lhe depois facultada a vida corporal como meio de reparação. Então, nós vemos a interação entre os dois planos de vida neste processo que diz respeito ao nosso planeta, que recém sai da condição de expiação e provas e adentra o período da regeneração, apesar das resistências de alguns companheiros, de algumas irmãs que ainda não concordam, mas nós queríamos nos lembrar que Allan Kardec previu que o período da regeneração da humanidade começaria no início do século XX. E nós estamos no início do século XX. E por que não se cumpriu naquela época? As trevas, como a gente sabe, não entregam facilmente. Então nós tivemos logo em seguida a desencarnação de Allan Kardec, uma guerra da França contra a Prússia. Logo em seguida, nós vamos ver no início do século, a Primeira Guerra Mundial e mais ou menos quase próximo do meio do século, a Segunda Grande Guerra Mundial. e a luta das trevas de destruir documentação, inclusive documentação espírita que estava na França, mas já tinha sido feito cópia. Então nós vemos essa essa luta ferrenha que vem acontecendo ao longo do tempo. Kardec viveu um momento muito especial, com muita assistência espiritual, inclusive a presença direta de Jesus, não é? com o seu psiquismo se apresentando na coordenação do processo da volta do consolador, que seria agora o consolador prometido. E então nós tivemos em função da nossa própria condição evolutiva um atraso aproximado de um século dentro da previsão de Kardec, mas nós estamos adentrando o período da regeneração. Temos que estar conscientes disso. Então nós vemos que ainda na nossa condição a reencarnação ela funciona muito para a reparação em casos mais raros para missões, para tarefas, espíritos que aqui reencarnam sem compromisso com o

isso. Então nós vemos que ainda na nossa condição a reencarnação ela funciona muito para a reparação em casos mais raros para missões, para tarefas, espíritos que aqui reencarnam sem compromisso com o planeta. Então nós vamos ver que no item depois nós vamos, né, visto aqui o purgatório, nós vamos ver dentro dessa visão que Kardec apresenta do Código Penal da Vida Futura, nós temos um um uma colocação de Kardec. A situação do espírito no mundo espiritual não é outra senão a por si mesmo preparada na vida corpórea. Mais tarde, outra encarnação se lhe faculta para novas provas e expiação e reparação com maior ou menor proveito, dependendo do seu livre arbítrio. Bem, até aí não é, nós estamos dentro da questão do do purgatório. Agora, a tratando aqui do céu e inferno, no capítulo no do perdão do do Código Penal da Vita Futura, no capítulo 7, ele vai colocar no item 16, que alguns chamam artigo 16, porque é um Código Penal, não é? Mas está classificado como item. O arrependimento, com quanto seja o primeiro passo para a regeneração, não basta por si mesmo, por si só. São precisas a expiação e a reparação. Aí ele coloca arrependimento, expiação e reparação constituem, portanto, as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas consequências. Então, o arrependimento vai suavizar os travos da expiação e abre então o caminho para a esperança e a reabilitação. Então, a reparação, no entanto, é a única que pode anular o efeito, destruindo a causa. Do contrário, se houvesse um perdão, ele seria uma graça e não uma anulação. Então, é necessário que a gente repare para anular o engano que a gente cometeu. E vamos então observar que nós estamos subordinados a esse processo e muitas vezes esse processo funciona como castigo não de Deus, mas por causa da reação da nossa consciência, pelo fato de nós termos nos afastado da proposta divina. Então, nós nos sentimos castigados e é um processo consciencial nosso. A gente aprende que toda vez que a gente se afasta da lei divina, a gente produz

o de nós termos nos afastado da proposta divina. Então, nós nos sentimos castigados e é um processo consciencial nosso. A gente aprende que toda vez que a gente se afasta da lei divina, a gente produz o mal. e a responsabilidade da produção do mal é nossa e nós temos que responder por isso. Então, o único meio então de evitar ou atenuar as consequências futuras de uma falta está no repará-la, desfazendo-a no presente. Quanto mais nós nos demoramos na reparação de uma falta, tanto mais penosas e rigorosas serão no futuro as suas consequências. E finalizando o nosso comentário inicial, na pergunta 1000 do livro dos espíritos, nós encontramos a seguinte afirmativa: só por meio do bem se repara o mal, e a reparação nenhum mérito apresenta se não atinge o homem nem no seu orgulho, nem nos seus interesses materiais. Então, com isso, nós vamos colocar a primeira pergunta para o Alessandro, por gentileza. Alessandro, em que consiste a reparação? Bom dia a todos os que estão aqui presentes, nos acompanhando pelas redes sociais. Carlos Paulo, Hércules, um prazer estar com vocês. Eu gostaria neste início, esse tema tão importante ali, a preâmbulo que o Carlos fez traz tantas questões, mas eu acho, pelo menos neste início, é importante nós cuidarmos um pouco da palavra reparação. Eh, eu trabalho na área da justiça, nós temos aqui, acho que trabalho com contabilidade, com números, né? Então, às vezes, a palavra reparação na dimensão material, ela pode limitar muito o entendimento a respeito deste assunto nessa perspectiva espiritual. Eu vou dar aqui alguns exemplos. Se eu estou dirigindo o meu veículo e de forma imprudente eu acabo batendo num outro carro e vou causar um prejuízo material à pessoa, o que que vai acontecer? Qual é a consequência diante da lei humana que é muito limitada diante da lei divina, né? Nós vamos perceber que ou eu pago voluntariamente, eu reparo voluntariamente aquele dano, eu falo: "Erei, estava desatento, vou reparar uma quantia X." Quando eu não quero fazer esta reparação

na, né? Nós vamos perceber que ou eu pago voluntariamente, eu reparo voluntariamente aquele dano, eu falo: "Erei, estava desatento, vou reparar uma quantia X." Quando eu não quero fazer esta reparação material voluntária, naturalmente que a pessoa vai buscar o poder judiciário, a juíza uma ação e ali ao final sentença determinando que eu faça aquela reparação daquele dano que eu causei. Mas note que a justiça humana, ela não está preocupada dentro desta palavra reparação se houve, e aqui para mim é uma chave importantíssima, se houve a reabilitação moral da pessoa que causou o dano. A lei humana não pergunta, o magistrado não pergunta, olha, você vai reparar, você tá arrependido? Qual foi a lição espiritual, moral que você tirou desse acidente? A lei humana não se preocupa com isso. Ela quer simplesmente reparação. Paga o que você deve à pessoa, repara materialmente o dano que você causou ao veículo da pessoa. Se nós vamos para trazer só mais um exemplo, mas numa outra perspectiva, a eu trabalho também na área de execução penal, são as pessoas que estão cumprindo pena, então são pessoas que cometeram crimes de normalmente os presos de média eh eh ou de forma mais grave diante da sociedade cometeram um delito, um tráfico de drogas, um assalto, ou seja, violaram a lei humana. surge a necessidade de reparação para a sociedade, porque a pena ela tem essa característica de reparação para a sociedade, servir de exemplo para que outros não pratiquem e de alguma forma está embutida a questão da reabilitação do indivíduo. Na parte penal nós já começamos a pensar um pouquinho reparação, reabilitação do envolvido. Aí o indivíduo é condenado a x anos de pena, 5 anos, 10 anos de pena. Ele cumpriu a sua reabilitação criminal. Ele cumpriu a pena, ele está pronto para voltar à sociedade. Aí pergunto, será que a justiça humana se preocupa se efetivamente houve uma reabilitação daquele indivíduo? se ele está arrependido do que fez, se de fato ele está preocupado em cometer novo delito

. Aí pergunto, será que a justiça humana se preocupa se efetivamente houve uma reabilitação daquele indivíduo? se ele está arrependido do que fez, se de fato ele está preocupado em cometer novo delito ou não. Não há. É uma perspectiva, é uma é uma dedução de que depois de algum tempo encarcerado, a pessoa tenha de alguma forma se reabilitado. E aqui é um assunto complexo porque vai envolver a questão da situação carcerária, etc. Então, vejo a palavra reabilitação. Se nós tivermos uma um olhar diante da dimensão material da lei humana, como ela limita muito. E às vezes, ao trazer esta palavra agora dentro do contexto espiritual, dentro desse contexto do Código Penal da Vida Futura, nós já começamos a pensar que ela tem um alcance maior. Por isso, nesse Código Penal da Vida Futura, num dado momento, se não me falha a memória, há uma nota dizendo que reparação envolve, né, a reparação envolve a reabilitação moral da pessoa. Então, a lei de Deus não está preocupado apenas em reparar por reparar. A pedagogia divina é fazer com que desabroche dentro de nós o potencial divino, as virtudes, o sentimento, a fim de que diante do erro praticado, eu, ser imortal em evolução, por isso reparação e evolução, eu possa de fato extrair o aprendizado, a melhoria moral, a fim de que eu possa dar conta de desabruchar esses valores divinos, caminhar na direção do divino e progredir, a fim de que eu possa não mais agora com a consciência desperta, com o coração, o sentimento equilibrado, repetir aquele erro. Então, a pedagogia divina vai muito além da lei humana. Deus está preocupado com a reabilitação moral do indivíduo, a fim de que ele não repita mais aquele erro. E nós podemos ir além, ainda que ele possa servir e ajudar e a praticar o bem. Por isso que em última instância a questão 1000 envolve a prática do bem. Então, vejo como a questão da reparação eh merece de nós eh todos esses cuidados. Por isso que para apagar o traço de uma falta, vejamos que a divindade não tem pressa, porque ela está preocupada com a com a

vejo como a questão da reparação eh merece de nós eh todos esses cuidados. Por isso que para apagar o traço de uma falta, vejamos que a divindade não tem pressa, porque ela está preocupada com a com a reabilitação moral e espiritual do ser imortal. A lei humana tem pressa. Ela quer acabar logo extinguir o processo numa linguagem mais formal, né? Mas não está preocupado com reabilitação espiritual. A lei divina não tem pressa, vai nos dar essas infinitas possibilidades. Por isso que muitas vezes, se nós pegarmos esses três traços do arrependimento, a efetiva reparação, entenda-se reabilitação moral, muitas vezes, né, car serão séculos, quçá até milênios. Uhum. Por isso que esse conhecimento espírita faz com que, como diz Kardec, diante de todo conhecimento espírita, ao menos nós possamos desenvolver esse mecanismo de freio moral. Nós vamos entendendo que não vale a pena mais causar o mal. Não vale mais a pena causar o mal a nós próprios, ao próximo, à vida. Porque segundo os benfeitores falam, às vezes segundos de equívoco vão ensejar séculos de reabilitação moral daquele espírito. Então, todas essas implicações naturalmente nós temos que levar em conta. Por isso, na obra O Evangelho Segundo o Espiritismo, as causas anteriores das aflições, tem uma frase que ela muitas vezes passa despercebida e ela tem um conteúdo muito profundo conectado com esse tema. Lá o texto está mais ou menos assim: "Toda expiação serve de prova, mas nem toda prova é uma expiação." Porque aqui nós estamos falando de estamos falando de expiação, de reparação, de evolução. Por que que toda expiação serve de prova? Porque ali o texto fala: "Reabilitação preparar o eh preparar o espírito para o futuro." Prova preparar o espírito para o futuro, desenvolver nele valores morais a fim de que nele não repita mais o erro, não se equivoque. Então, não basta só o arrependimento, a expiação, o sofrimento físico ou moral, mas é importante reparar. E mais do que reparar, porque a lei de Deus nós nos enganamos, nós temos

ro, não se equivoque. Então, não basta só o arrependimento, a expiação, o sofrimento físico ou moral, mas é importante reparar. E mais do que reparar, porque a lei de Deus nós nos enganamos, nós temos que reparar transformando-nos interiormente, nos educando. Por isso que toda a expiação serve de prova, porque nesse processo integral completo da reparação, nós vamos nos fortalecer moralmente, nos reabilitar moralmente, a ponto de que para o futuro nós já não possamos mais cometer esses equívocos. Então, vejo que é um é um tema que envolve todas essas questões e naturalmente que as perguntas vão surgir, os nossos companheiros vão complementar, enriquecer o tema, mas eu já deixo aqui ali uma obra de de reforço desse tema que é a obra Ação e reação do Chico Xavier, que nós citamos ontem, o espírito André Luiz, porque ali muitas vezes nós, seres imortais eh viemos do mundo espiritual, reencarnamos no cenário físico, muitos com essa perspectiva, com esse compromisso de lá de reparar, de fazer esta reparação. Olhamos para o passado, muitos sentimos a necessidade de realmente reparar, estamos aqui na reencarnação com esse compromisso, mas nem sempre a reparação é exitosa. Lá nós vamos encontrar casos de débitos interrompidos. débitos estacionados, débitos agravados. Voltamos para reparar e agravamos, pioramos, né? E que não é que houve regresso, não é que houve retrocesso espiritual, não, porque a nossa bagagem intelecto moral permanece a mesma. Mas é que nós, através de escolhas equivocadas, além de não reparar dentro dessa dimensão educativa do ser imortal, nós às vezes fazemos escolhas mais equivocadas e voltamos ainda com débitos maiores e com necessidades de reparações ainda maiores. Está lá débito agravado. E a lição assim muito útil é o débito espirato, que quando a gente vai ler o que que precisa, depois de um erro, o que que o espírito precisa movimentar todas as consequências morais para que diante da lei divina um débito possa ser inspirado, nós vamos ver que realmente

ler o que que precisa, depois de um erro, o que que o espírito precisa movimentar todas as consequências morais para que diante da lei divina um débito possa ser inspirado, nós vamos ver que realmente muitas questões morais têm que acontecer. E ali em síntese os benfeitores falam lá no final nós teremos que estar com a consciência plenamente pacificada. Muito bem. A gente percebe o complexo do assunto e que nós em realidade colocamos na prática na nossa vida, não é? No sentido eh filosófico, o assunto é profundíssimo e a gente vai viver isso, já viveu isso e nós precisamos estar conscientes dessa realidade, porque num bom período da nossa evolução, que a gente vai tratar de evolução também aqui, a gente eh passa pelo processo de maneira inconsciente e às vezes até nos fazemos inconsequentes em função disso. Isso aí nós queremos seguir um mestre que a gente escolhe como Jesus, mas a gente não entende a proposta que ele apresentou. A gente acha que é aquilo que a gente entendeu ou aquilo que a gente acredita que é. E o espiritismo veio nos convidar para ampliar a nossa consciência e nos tornarmos, ao invés de vítimas das nossas inconsequências, irresponsáveis pelas nossas ações para nos conduzir nesse processo, não é, de construção. Dentro dessa questão, Alessandro fez uma uma sugestão de um livro, Atentos aí, ação e reação. Nós gostaríamos de sugerir um outro livro também. E alguém poderá perguntar: "Mas o que que esse livro tem a ver com esse assunto? Tudo é o voltei do irmão Jacó Freguerito Figner". Ali ele mostra todo esse processo que foi descrito pelo Adessandro agora, que é necessário a gente realizar. Ele passou por ele e ele descreve como isso aconteceu e ele era espírita. Tanto é que é o primeiro livro espírita escrito por um espírito espírita destinado ao público espírita. A gente já citou isso aqui em outros encontros, né? Outras semanas espíritas. Vale a pena. Quem comprou o livro tenho certeza que não se arrependeu. Então, quem ainda não teve oportunidade

o espírita. A gente já citou isso aqui em outros encontros, né? Outras semanas espíritas. Vale a pena. Quem comprou o livro tenho certeza que não se arrependeu. Então, quem ainda não teve oportunidade de ler, é importantíssimo a gente ver, porque nos ajuda no nosso processo atual, o que eu, como espírita, preciso fazer. O que foi que deu errado no que ele fez sendo espírita? Bem, então dentro desse item aqui do Código Penal da Vida Futura, no item 17, há uma colocação de de Kardec. A reparação consiste em fazer o bem aqueles a quem se havia feito mal. O resumo que ele coloca é esse, né, de todo que a gente tá comentando até agora. Quem não repara os seus erros numa existência por fraqueza ou uma vontade, achar se há numa existência ulterior em contato com as mesmas pessoas que de si tiveram queixas, que de si tiverem queixas e em condições voluntariamente escolhidas, de modo a demonstrar-lhes reconhecimento e fazer-lhes tanto bem quanto o mal lhes tenha feito. Vamos perguntar então ao Paulo de Tasso dentro dessa dessa questão. Podemos imaginar assim, Paulo, que possa haver uma espécie de círculo vicioso entre espíritos envolvidos em questões que sejam reparação, resultando em repetições sistemáticas de equívocos recíprocos, prolongando assim esse processo da finalização do conflito. em que medida o mecanismo da reparação põe fim a esse círculo vicioso do tipo tem que reparar diante daqueles que a gente ofendeu. Aí a gente chega aqui e aí a gente encontra a situação difícil, a pessoa às vezes também provoca uma situação e a gente fica naquele ciclo. Eí ele tem que reparar em relação à gente na convivência e coisas dessa natureza. Por gentileza, obrigado, meus irmãos. Bom dia, muita paz. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que os amigos que nos ajudam na divulgação da doutrina espírita estejam conosco, nos trazendo paz e luz no coração. Saudando a todos os amigos presentes, aos nossos irmãos internautas que estão conosco nesse instante. Muita

judam na divulgação da doutrina espírita estejam conosco, nos trazendo paz e luz no coração. Saudando a todos os amigos presentes, aos nossos irmãos internautas que estão conosco nesse instante. Muita paz. Essa questão é uma questão extremamente interessante, porque embora nós saibamos que existe o ciclo de arrependimento, expiação e reparação, lembrando que a palavra expiação muitas vezes associada à dor, mas a palavra expiação em si mesma traz na sua etimologia expios, botar para fora a pureza. É a maneira que a consciência entende de ser despertada para que ela possa reconhecer-se nos seus potenciais divinos. O espírito ele necessita do contraditório para que ele possa aprender. Nós só conhecemos o claro porque conhecemos o escuro. Só conhecemos o doce porque tem o amargo. E de certa forma, quando estamos diante de um antagonismo, de uma situação que é conflito diante das nossas convicções, é natural que nós sejamos despertados para prestar atenção naquilo que está à nossa frente. Eu costumo dizer, como um bom baiano, que ninguém discute relação atrás de trio elétrico. Então, o casal não está ali pensando nos problemas, não. Ninguém faz isso. Quando a vida tá boa, a gente está anestesiado. E é por isso que os espíritos dizem que a pobreza e a riqueza são experiências muito difíceis, que enquanto a riqueza faz o indivíduo amortecer os seus os seus ímpetos, né, a pobreza faz mal dizer a providência. Então, o indivíduo que está na condição da riqueza, ele está anestesiado muitas vezes. Ele não precisa se preocupar com certas coisas, mas às vezes, mesmo quando nossa vida está numa calmaria, nós somos nós somos açoitados por certas notícias, certos fatos, acontecimentos inevitáveis da vida material que nos levam a reflexões profundas sobre o sentido da existência, do porque eu estou aqui, etc. E por isso as crises são importantes no nosso crescimento. Nesse caso, especificamente, estamos falando de uma coisa super importante para o espírito, que é são os reencontros.

que eu estou aqui, etc. E por isso as crises são importantes no nosso crescimento. Nesse caso, especificamente, estamos falando de uma coisa super importante para o espírito, que é são os reencontros. esses reencontros que são fundamentais para que nós possamos reparar ou que nós possamos pelo menos ressignificar os nossos as nossas relações. E para isso, a bondade divina, conforme Lázaro vai nos dizer na lei de amor, que a segunda palavra do alfabeto divino é a reencarnação que nos permite justamente fazermos de novo, repetirmos uma experiência de outra forma, com um outro nível de aprendizado, olhando de outra maneira aqui, trazendo também o evangelho. Quando o nosso mestre nos ensina a darmos a outra face, e muitas pessoas pensam que dar a outra face é apanhar duas vezes. E se nós pararmos para pensar um pouquinho, dar a outra face, muitas vezes pode ser também olhar o problema de outro lado, por uma outra perspectiva, de uma outra maneira. Então, os encontros eles normalmente têm essa função. Nós somos atraídos uns aos outros na reencarnação justamente porque temos essas vinculações emocionais. Nós não chegamos a estar dentro de uma mesma casa, numa mesma família por acaso. Nós somos atraídos pela nossa mente, pelas nossas consciências, em um determinado momento aonde aquele tema que é comum à aquelas pessoas se torna o grande atrator para que nós sejamos colocados ali naquela experiência de convívio. Eu costumo dizer, Carlos, que a eu não ficaria 19 anos com meu meu irmão morando no mesmo quarto a 1 m de distância, se nós não tivéssemos muito a aprender com esse convívio. E eu convivi com esse irmão, que é um irmão que eu amo muito, de paixão. E nossa convivência era normal de irmãos. Assim, nós tínhamos uma situação que a gente brigava, ele é muito diferente de mim, ele tem uma outra composição, né? Eh, em termos assim de perspectiva de vida e tal. E por isso nós tínhamos assim alguns embates que são naturais e isso reflexos talvez das nossas vivências passadas. E passamos muitos anos juntos

né? Eh, em termos assim de perspectiva de vida e tal. E por isso nós tínhamos assim alguns embates que são naturais e isso reflexos talvez das nossas vivências passadas. E passamos muitos anos juntos morando numa mesma casa, dormindo no mesmo quarto, a 1 m de distância. Então eu tinha toda a oportunidade do mundo de ir atra ele, dar um abraço nele, construir uma relação sólida e fazer tudo isso de uma maneira tal que nós pudéssemos nunca mais precisar nos nos embolar aqui na vida nas nossas confusões. Mas nós não fizemos isso. Vivemos uma vida normal, ele na no canto dele, eu no meu canto e tal. E quando chegou depois, eu já tinha mais de 30 anos, me deu uma vontade imensa de procurar o meu irmão para dizer a ele tudo que eu não disse quando nós estávamos morando assim a 1 metro de distância. E eu fiz isso numa noite. Eu chorei bastante, disse a ele todas as coisas que eu nunca disse para ninguém do ponto de vista da amorosidade entre pessoas. E nossa relação foi muito marcada, muito modificada a partir desse instante. Então, eh nós temos sempre a oportunidade de fazermos isso. Contudo, como somos humanos e temos ainda os nossos níveis evolutivos naturais, que explicam as nossas circunstâncias, às vezes não conseguimos. Passamos a vida inteira com essas pessoas e os traumas do passado, as condições que vão sendo revividas, os insumos que vão sendo trazidos do inconsciente profundo, vão nos revelando necessidades de outras de outros tipos de e de crescimento, de aprendizado que nós não temos ainda no nosso acervo e por isso é tão difícil encontrarmos os recursos para lidar com essas pessoas de uma forma natural e de uma forma necessária, como nós Nós deveríamos fazer. Nós não sabemos quem são as pessoas que estão conosco. Eu costumo dizer que os nossos filhos são Kinderovo, porque por fora é um chocolatezinho, mas por dentro é uma surpresinha. Você não sabe quem é esse espírito, você não sabe de onde ele vem. você não sabe quem é a história, quais são as nossas relações. Então, a vida

a é um chocolatezinho, mas por dentro é uma surpresinha. Você não sabe quem é esse espírito, você não sabe de onde ele vem. você não sabe quem é a história, quais são as nossas relações. Então, a vida vai nos oferecendo esse palco da existência para que nós tenhamos a possibilidade de exercer nosso mandato da vida para realizar justamente essas aproximações. Então, não conseguimos muitas vezes e por conta dos estímulos recebidos, nós voltamos a repetir muitas vezes os atos que praticamos em outras vidas. E isso vai criando um ciclo vicioso. Eu machuco você, você se ofende comigo, aí na próxima você me machuca, eu me ofendo com você e aí eu vou machuco você e a gente fica rotando. E eu me lembro muito da obra de nossa querida Ivone Amaral Pereira, que ela conta nas suas nos seus resgates das suas vidas passadas a a dificuldade que ela teve com certos irmãos. E ela simplesmente o que elas eles precisavam era aprender a se amar, porque eram almas afins que precisavam aprender a se amar. E eles não conseguiam fazer isso. Ao contrário, as suas paixões, os seus movimentos ainda embrutecidos da alma faziam com que eles se atacassem mutuamente. E eram coisas terríveis. Era suicídio, morte, assassinato, aquelas coisas assim terríveis que a gente vê. Isso se arrasta por centenas de anos, encarnações sucessivas. E a gente fica sempre pensando assim: "Nossa, mas será que precisa tanto tempo assim para que a nossa razão seja capaz de reconhecer que nós não viemos aqui por acaso, que nós temos razão de estarmos juntos uns com os outros?" E é por isso que os nossos amigos resgatam a ideia de que o grande objetivo desses embates todos, que parecem a princípio um sofrimento, você aqui na Bahia nós temos o costume de chamar esse companheiro desagradável de estrupício. Então, por que que esse estrupício veio na minha vida? A gente fala assim às vezes, né? Mas é porque ele é o necessário, ele é o é o ideal. Eh, os amigos dizem que eh os inimigos são os nossos melhores amigos porque são aquelas

rupício veio na minha vida? A gente fala assim às vezes, né? Mas é porque ele é o necessário, ele é o é o ideal. Eh, os amigos dizem que eh os inimigos são os nossos melhores amigos porque são aquelas pessoas que pensam na gente o tempo todo. Estão nos trazendo oportunidade sempre de melhoria, de aperfeiçoamento, de capacidades novas. A gente tem que se renovar, a gente tem que criar novas forças para os enfrentamentos. Então, isso tudo vai fazendo com que a gente vá ressignificando o papel dessas pessoas aqui na nossa vida. E no final resta o sentimento maior da alma que é o amor. E esse quando entra em cena, tudo se resolve. Porque ao final dessa grande aventura de de embates de um pegando o outro e machucando e voltando, etc., Quando o amor ele brota, o sentimento do amor ele anula essas questões e se torna eh proeminente como o sentimento maior de todas as coisas. Não é mais o ego machucado, ferido, quem manda, mas é o amor. A vontade de trazer essa pessoa pro seu mundo íntimo, se permitir ter com ele uma um algo diferente daquilo que é o tradicional, das relações frias e distantes da nossa convivência cotidiana. é permitirmos que o amor seja o ente que neutraliza essa corrente viciosa e se torne agora um círculo virtuoso, aonde o amor enseja bom amor. Para finalizar a minha fala, eu vou contar uma história para vocês que eu vivi pessoalmente. Eu conheci uma, eu tive, na verdade, uma pessoa muito próxima a mim, quase que um irmão, um primo próximo, que ele tinha um problema com seu pai. Era um problema terrível. O pai separou da mãe e eles tinham um conflito. O conflito, ele achava que o pai era o responsável por toda a desdita da sua vida. Ele não conseguia trabalhar. Ele era um menino muito inteligente, uma pessoa capaz demais. E eu me lembro que uma vez estávamos em São Paulo e e estávamos num trabalho e e ele era aniversário do pai dele. Eu disse: "Ligue pro seu pai". Ele disse: "Não ligo." E foi um escândalo que ele fez por conta desse pai. E eu terminei convencendo ele ligar pro pai.

num trabalho e e ele era aniversário do pai dele. Eu disse: "Ligue pro seu pai". Ele disse: "Não ligo." E foi um escândalo que ele fez por conta desse pai. E eu terminei convencendo ele ligar pro pai. Foi uma ligação horrorosa, mas ele fez a ligação muito bem e ele não trabalhou. Ele vi, ele, apesar de ter duas formaturas e tal, ele não tinha inteligência emocional para se colocar no campo do trabalho e viviu com a mãe durante muitos anos. O pai adoeceu de Parkinson e ele teve então uma oportunidade porque os outros irmãos não estavam presentes, uma irmã morava fora do país, etc. E ele teve que cuidar desse pai. E ele foi cuidar do pai. Cuidar, quando eu digo, é cuidar mesmo, levar comida. E chegou um grau avançado da doença do pai, que ele precisava trocar as fraldas do pai e fazer tudo. E isso criou uma ambiência de aproximação da parte dele muito, muito diferente daquilo que era antes. Ele passou a ser alguém extremamente importante na vida desse pai e passou a ter com ele uma relação amorosa muito significativa. E ele era um menino de muita saúde, absurdo. saúde que ele tinha. Um belo dia, ele me liga, era o mês de janeiro, fevereiro, ele me liga, disse: "Primo, eu estou partindo". Disse: "Como assim?" Ele fez, "Eu estou com uma doença muito grave e quero que você cuide de tudo na minha partida". Eu tomei um susto e não sabia da gravidade do problema e disse a ele que nada, você não tem quem dizer isso. Isso é uma coisa que a gente não pode e tal. E fui por aí. Dois meses depois, eu estava na a beira do leito dele e ele estava se despedindo da vida. Ele foi embora antes do pai. O pai iria morrer depois. Então ele teve a oportunidade de entregar para esse pai um amor que em condições normais ele não teria a vida das suas piculas. É por isso que Lázaro diz que o amor de Deus para nós outros é infinito, porque nós temos oportunidades de desses reencontros e às vezes a gente não aproveita. O convite era é para que nós não fechemos as portas, para que nós estejamos abertos para fazermos esses

infinito, porque nós temos oportunidades de desses reencontros e às vezes a gente não aproveita. O convite era é para que nós não fechemos as portas, para que nós estejamos abertos para fazermos esses nossos trabalhos de reaproximação, porque eles são fundamentais pro nosso desenvolvimento e para a libertação do espírito desse estado de sombras paraa conquista da sua luz interior. Então, a o ciclo, só para fechar, ele é encerrado através da demonstração inequívoca de um amor verdadeiro, que, como diziam os nossos amigos, ele elimina um caminhão de pecados. Excelente. Vocês teram observado que aqui o Paulo de Tasso, ele colocou dois exemplos. Ele colocou um primeiro um exemplo pessoal e depois ele contou uma situação do primo. Primeiro a relação dele com o irmão, depois a questão do primo com o pai. E esses depoimentos, eles são recursos importantíssimos para nós, porque são exemplos vivos da aplicação do conhecimento. É o que transforma aquela teoria linda do evangelho em vivência. no nosso dia a dia. Então, são importantíssimos, porque a gente pode não eh gravar muito bem a questão da filosofia, como é que é mesmo a expiação vem antes da reparação, a reparação vem depois, como é que é essa história, não é? Mas a gente vai se lembrar do que é que aconteceu, né, nos relatos colocados. E ali fica firme pra gente que quando a gente tiver a oportunidade, o que a gente tem que fazer é o melhor que tiver ao nosso alcance, não importa quem esteja do nosso lado, não é? Porque isso aí é que vai dar realmente aquele resultado que a gente tanto espera de sentir a satisfação de ser útil, mas que muitas vezes a gente não se dá conta que isso existe. E é por isso que a gente não se preocupa em ser útil pro próximo, porque ainda não percebeu o quanto isso traz de benefício para nós. E depois aí as reparações acontecendo, né, eh, diante das dores, dos sofrimentos, dos problemas que se apresentam e que a gente muitas vezes quer se livrar deles, igual a gente quer se livrar dos obsessores, né? Como já foi comentado

endo, né, eh, diante das dores, dos sofrimentos, dos problemas que se apresentam e que a gente muitas vezes quer se livrar deles, igual a gente quer se livrar dos obsessores, né? Como já foi comentado aqui anteriormente, o obsessor não é o problema. O problema é o que foi que nós fizemos em relação a ele e ele em relação a nós, que isso precisa ser resolvido. Como é que vai resolver se ele for embora? Então a gente pergunta lá no Evangelho, Jesus expulsava os espíritos? Se você fizer uma releitura à luz do Espiritismo, você vai ver que ele dialogava com eles. E quando ele dizia para eles sair, já tinha tido todo um processo que a gente às vezes não tinha visto, porque ele conhecia a história daquele espírito, conhecia a história da pessoa que estava sofrendo naquele momento a situação. Então, é preciso que a gente esteja muito atento a isso. acolhimento, envolvimento fraterno, carinho em todas as circunstâncias, que para nós às vezes não é a coisa espontânea ainda, precisa ser construída. Mas se a gente não começar, eu fui aprender um conceito de caridade muito interessante com um autor que não é espírita. Ele escreveu eh no Brasil foi traduzido como o monge e o executivo. Depois ele escreveu um outro livro. Ele disse que eh ligaram para ele dizendo que queriam fazer uma uma que ele fizesse uma apresentação de uma edição comemorativa que ia ter do Môn Executivo. Ele disse assim: "Eu nunca escrevi esse livro". Aí a pessoa disse: "Ah, espera um pouquinho." Foi olhar lá o título no original, né? The servant, o servidor. Se fosse traduzido como servidor no Brasil, teria vendido o livro. Ele foi bestseller no Brasil, sabe por quê? Por causa do título, o monge e o executivo. Então ele escreveu e foi convidado para vir ao Brasil, se encantou com o Brasil e ele coloca num outro num outro escrito que ele faz que a gente fica eh assim pensando que vai a gente tem a espontaneidade de fazer o bem para aquelas pessoas que a gente ama, né? E ele então disse assim: "Acontece que se a gente fizer uma coisa boa para

a gente fica eh assim pensando que vai a gente tem a espontaneidade de fazer o bem para aquelas pessoas que a gente ama, né? E ele então disse assim: "Acontece que se a gente fizer uma coisa boa para quem a gente não ama ainda e a gente repetir esse processo, em algum momento essa pessoa também vai querer fazer alguma coisa boa pra gente", aí se estabelece o amor. Então a caridade leva a geração do amor, porque a caridade é o amor em ação, não é isso? mesmo on dia não existe ainda o sentimento, aquele vínculo entre as pessoas, quando a gente faz o bem, isso acontece. Isso nos facilita muito na reparação dos nossos enganos do passado, né? Porque o amor cobre a multidão dos, a gente tá acostumado a dizer pecados, né? Vamos fazer a tradução espírita dos nossos enganos. Tudo bem? Então nós vamos perguntar pro Hércules que dentro dessa ainda item 17º do Código Penal da Vida Futura, tem uma nota de Allan Kardec e dentro dessa nota ele comenta: "A necessidade da reparação é um princípio de rigorosa justiça que se pode considerar verdadeira lei de reabilitação moral dos espíritos, por gentileza, Hércules. Um bom dia a todos. Que Jesus mais uma vez nos abençoe e ampare. A certeza de que é uma grande alegria estar aqui convosco mais uma vez. Ano passado eu estive como um visitante, né? Eu estou aqui como um participante. É muito bom ter conhecido o Alessandra a primeira vez. O Paulo já era meu chapa de antes, o Carlos. a gente trabalha junto do movimento federativo e a gente acaba aprendendo uma coisa, né, que as experiências de cada um são sempre referências para a própria experiência de nós mesmos, né? Essa é a grande riqueza da vida, é entender que cada um de nós é único e tá vivendo o seu curso e, portanto, tem sempre o que aprender e tem sempre o que ensinar, né? Então, nessa batida pequena aqui, eu já ouvi algumas coisas muito legais e que vão servir paraa minha reflexão, mas a a proposta do da reflexão do Carlos na nota de Kardec nos fala da lei de justiça e de uma verdadeira lei de reabilitação.

ouvi algumas coisas muito legais e que vão servir paraa minha reflexão, mas a a proposta do da reflexão do Carlos na nota de Kardec nos fala da lei de justiça e de uma verdadeira lei de reabilitação. Quando o tema é justiça, eu particularmente, a partir das obras de Kardec procuro sempre me lembrar de que na terceira parte do livro dos espíritos, quando fala das leis morais, a última lei é a lei de justiça, porém também de amor e de caridade. Eh, esse tema tem sido sempre muito levantado dentro das obras espíritas dos amigos que escreveram por grandes médiuns como Chico, Divaldo, Raul e nos levam a uma reflexão, a mim me parece muito necessária na maneira de vermos tudo que a doutrina nos traz. é a questão da justiça de Deus e da misericórdia de Deus. Quando eu comecei a estudar o Espiritismo, eu tinha sempre essa impressão da ideia dos dois das duas asas do anjo, né? Sempre essa dois lados. Então, parecia que a justiça de Deus fazia uma coisa e a misericórdia de Deus fazia outra coisa. Ambas sempre tendo que se equilibrar. Mas em se tratando de Deus, tudo já tá equilibrado, né? Eu não. Eu como ser que estou aprendendo, eu preciso equilibrar a asa do intelecto, com a asa da minha do meu primeiro aumento moral. Preciso para não ir de mais para um lado ou pro outro. Mas Deus é a perfeição. Então, avaliando esses vários casos, a gente percebe uma coisa, que não tem como separar a justiça de Deus. da misericórdia de Deus, nem a misericórdia de Deus, da justiça de Deus. Eu particularmente gosto de usar uma metáfora, é como se fosse uma moeda. Não tem moeda sem cara, não tem moeda sem coroa. Os dois estão sempre juntos, né? e sempre eh tem que ser interpretado num todo. Então eu penso assim que quando a gente fala de justiça de Deus, a gente tem que tá falando de misericórdia de Deus. E quando fala de misericórdia de Deus, tem que falar de justiça de Deus. Por que eu tô dizendo isso? É porque uma mesma experiência que a lei nos traz como consequência de nossas experiências passadas e como

o fala de misericórdia de Deus, tem que falar de justiça de Deus. Por que eu tô dizendo isso? É porque uma mesma experiência que a lei nos traz como consequência de nossas experiências passadas e como necessidade de adequação presente, pode ser interpretado por mim como um resultado da justiça de Deus e pelo Paulo, mais avançado, evoluído do que eu, como sendo a misericórdia de Deus. O exemplo que você deu do seu amigo com o pai, se ele tivesse encarado a experiência de ter que cuidar do pai como sendo uma punição pelas dificuldades de relacionamento que ele teve com o pai, ele estaria olhando a coisa pela ótica da justiça, da punição, da pena. Ou seja, você não se entendeu com o seu pai, então vai ter que viver com ele agora na marra. Mas olha o que acontece, provavelmente, é óbvio, né? pela programação, já se sabia que ele ia desencarnar na data em que desencarnou, porque como o livro dos espíritos nos traz, a morte tem a sua data, tem a sua previsibilidade. Mas na verdade a experiência que ele teve com o pai oportunizou a ele, já que iria morrer antes mesmo do pai, antes de partir e deixar aquilo mal resolvido, de se reajustar com o pai. Olha só, então Deus, na verdade concedeu a ele a oportunidade de fazer aquele processo. Talvez o Parkson do Pai foi até, digamos, quem sabe agravado para que ele tivesse a oportunidade de estar com o Pai. Por essa ótica essa experiência resultou da misericórdia de Deus. Então, se há revolta, você tende a ver como justiça. Se há maturidade, você tende a ver com gratidão como sendo misericórdia. Porque o que nós temos aprendido com a doutrina, apesar das falas, né, que nos levam a a a angulações diferentes de entendimento, o que a gente aprende em essência com relação ao tema, que inclusive é o tema do nosso, talvez hoje também do nosso, do nosso bate-papo aqui, é que Deus nos criou na simplicidade da ignorância do começo para alcançarmos a plenitude que nós entendemos como perfeição. Quando se refere a isso, Jesus em vários momentos, mas em particular quando fala

Deus nos criou na simplicidade da ignorância do começo para alcançarmos a plenitude que nós entendemos como perfeição. Quando se refere a isso, Jesus em vários momentos, mas em particular quando fala do bem, né, criando o ambiente para avançar o conceito do amor que não deveria ser limitado, digamos de novo, amor. Olha, o amor é bom. Todo mundo concorda que o amor é bom, que amar é bom, mas o amor não pode ser o amor só vendo a reciprocidade, apesar de que isso é um fator fundamental. Então, se você só ama quem te ama, só faz o bem a quem te faz o bem, só é legal com quem é legal com você. Se você está dentro dessa ideia de que é preciso agir bem dentro de um contexto maior, ótimo. Mas o que Deus prepara para você dentro do potencial que você carrega é que você seja o bem. O bem tem que vir de você e tem que ser de uma forma que você seja a expressão do bem incondicionalmente. Por isso você não pode só amar quem te ama ou fazer o bem quem te faz o bem, mas você precisa ser perfeito. Ou seja, você precisa alcançar a plenitude de suas faculdades como perfeito é vosso pai. É claro que não é para sermos como Deus. O que ele quis dizer com isso é que nós não temos que nos acomodar. Olha, eu consegui avançar bem, aprendi algumas coisas hoje legal aqui. Acho que pelos próximos do anos eu já tô, né? Aprendi muito aqui hoje. Então vou dar uma descansada agora que tem dois anos pela frente aí com o que eu aprendi aqui eu já tô bem. Não. Se você aprendeu ótimo, parta pro próximo passo, porque a meta não é estar bem aqui, é estar bem plenamente. Então, eh, a questão da reparação tem que ser vista dentro de um de um espectro maior, né? Não só a reparação de fazer o bem a quem você fez o mal para consertar o que você estragou, né? Mas a reparação no sentido de você também se reparar, de você se ajustar, não é? Então é uma lei de justiça, é, mas é uma lei de misericórdia, porque muitos não têm a oportunidade ainda de reparar. Essa é uma questão que a gente às vezes tem que pensar, né?

você se ajustar, não é? Então é uma lei de justiça, é, mas é uma lei de misericórdia, porque muitos não têm a oportunidade ainda de reparar. Essa é uma questão que a gente às vezes tem que pensar, né? É porque para você reparar, você tem que estar num estágio diante da falta que já pressupõe um avanço, que começa com arrependimento. Mas o arrependimento é só o primeiro passo, é sinal de que você entendeu que cometeu um erro. Mas entender que cometer o erro ainda não é o arrependimento. O arrependimento é você sentir [risadas] que aquilo não deve se repetir. É você já ter amadurecido o suficiente para entender, eu não quero isso mais para mim. É isso que o arrependimento deve significar. Porque às vezes nós uns com os outros, né, repetimos às vezes muito isso assim, pô, desculpa aí, foi mal, cara. Pô, me arrependi, me arrependi, mas amanhã faz de novo. Se você faz de novo no dia seguinte, esse arrependimento talvez não seja bem um arrependimento, mas apenas um pedido de desculpas. O arrependimento diante da lei é resultante desse já amadurecimento que indica que você já é capaz de avaliar o seu ato numa amplitude maior nas consequências fora, mas principalmente dentro de si. A questão da expiação, eu queria só complementar um pouquinho, talvez dentro de alguma visão que eu já tinha antes com relação ao que o Paulo esclareceu, né, do colocar para fora a pureza. Eh, eu já vi também dentro da análise etimológica e gosto dessa interpretação que a expiação também é um espurgo, ou seja, é um expurgar, é, é purificar tirando o que não está de acordo com a pureza, né? Eu me lembro quando o menino havia uma expressão muito comum, né? Quando você tinha um tumor que tinha lá o conteúdo, alguns chamavam de carnegão, que era o núcleo duro do tumor. Então os antigos dizia que era preciso purgar o tumor. E se você não, se ele, quando ele tava vazando, ele tava purgando sozinho, mas era preciso tirar o carnegão porque senão o tumor voltava, mesmo que ele naquele momento curasse. Então o purgar,

tumor. E se você não, se ele, quando ele tava vazando, ele tava purgando sozinho, mas era preciso tirar o carnegão porque senão o tumor voltava, mesmo que ele naquele momento curasse. Então o purgar, o purgante para tirar as vermes, né, a ideia do do espurgo, da purificação. Então, a expiação é uma prova que tem o caráter, como irmãos nos propõe, de ser mais difícil de ser encarada. Não é apenas um aprendizado pela prova, mas um processo de reparação, já inclui a reparação. Mas como tá lá no livro dos, eu até tentei pegar aqui um trechinho, mas eu não sei se eu vou conseguir ver aqui agora no no céu e inferno, a experiência de um espírito, me esqueci o nome dele agora, onde ele diz assim que na última encarnação ele já havia se arrependido e espiado, mas não havia reparado. Aí ele diz assim: "Esta última encarnação só a mim beneficiou, porque eu eu me arrependi, eu aprendi a lição, eu espurguei, mas eu não fui na direção das consequências exteriores dos meus atos para fazer a reparação. Reparar um motor é consertar um motor. Reparar um instrumento é consertar um instrumento, né? fazer um reparo na casa é tirar os defeitos consequentes. Então diz assim, eu preciso fazer essa reparação. Então eu quero voltar de novo para com o aprendizado do meu arrependimento, da minha da minha expiação, eu levar esse benefício. [risadas] E aí ele vai falar do bem que ele quer fazer. Então, é claro que a reparação, como na verdade tudo que nos ocorre na vida tem que estar de acordo com a lei de justiça, porque a gente divide as leis de Deus em várias leis, mas elas são uma lei só, são desdobramentos da mesma lei, né? Deus não tem o nosso código com várias leis. Até os espíritos dizem: "Você quer botar em 10, bota. Se quisesse botar em 200 leis, bota em 200 leis. Se quiser botar em três, bota em três. Essa questão é de vocês, humanos, né, de como entender a lei de Deus. Então, a lei de justiça e de misericórdia, de amor e de caridade, ela tem que ser vista dentro do do bojo de toda a lei divina, da lei

questão é de vocês, humanos, né, de como entender a lei de Deus. Então, a lei de justiça e de misericórdia, de amor e de caridade, ela tem que ser vista dentro do do bojo de toda a lei divina, da lei de de liberdade, da lei de progresso, portanto, não pode ser olhada sem o escopo da evolução. Tudo isso está dentro do grande projeto da pedagogia divina que o Alessandro falou, que nos coloca numa rota evolutiva. Então, tudo é para favorecer a nossa evolução. É uma lei de justiça. É, pode ser entendida como uma lei de reabilitação, sim, porque tudo é para a nossa evolução. A nossa reparação e a nossa reabilitação são são resultantes das estratégias divinas para o nosso aprimoramento. Por isso Jesus disse: "Não te contenta em ser quem tu és, mas trata de te aperfeiçoar para alcançar a plenitude, porque como eu, um dia, quando você alcançar esse ponto, você verá a Deus." E os espíritos dizem isso. Quando você alcança a pureza, você vê a Deus e o entende. Então, toda a nossa jornada é para isso. Então, concluindo a minha fala, eh, eu gosto sempre de entender, até lembrando o que o Alessandro falou quando se referiu a o Evangelho na questão da expiação das provas. Eu, no começo eu tinha muita preocupação em entender o que era prova e o que era expiação, né? Mesmo com esse esse texto, eu ainda tinha dificuldade. Toda expiação é uma prova, mas nem toda prova é uma expiação. Aí, afinal de contas, por que que a gente tem que ser provado? Se toda expiação é uma prova, tudo é prova. Tudo é prova. Mas por que que a gente tem que passar por tantas provas? Aí alguém diz assim: "Não, é para para mostrar para Deus o que você já sabe, mas mas Deus não precisa que eu mostre nada, porque ele já sabe quem eu sou. Ele já sabe o quanto eu posso dar, o que eu posso fazer. Ele já sabe inclusive se eu não vou conseguir sucesso. Então porque a prova? Isso aí é Kardec conversando com os espíritos questionam para que a prova se Deus já sabe que o indivíduo não vai conseguir? É porque a prova não é para Deus. A prova é para

sso. Então porque a prova? Isso aí é Kardec conversando com os espíritos questionam para que a prova se Deus já sabe que o indivíduo não vai conseguir? É porque a prova não é para Deus. A prova é para nós, é para que nós possamos aquiatar o quanto de fato verdadeiramente aprendemos, porque nós temos a tendência de nos iludir que já sabemos o que não sabemos de fato, que já somos o que não somos ainda. E como temos a tendência de nos acomodar, se achamos que já somos melhores do que de fato somos, não faremos os esforços necessários para avançar. Então, às vezes, a prova não é para nos humilhar, como muitas vezes aparecem, mas para que nos enxerguemos e nos percebamos. Então, é claro, a lei de justiça não tem o caráter punitivo que muitas vezes se interpreta e se aplica, mas tem o caráter misericordioso de estar sempre colocando o indivíduo em evolução diante das suas experiências infelizes, porque o que foi [risadas] certo e foi bom tem que ser aprimorado e o que deu errado tem que ser reparado. Então, neste ponto, eh eh a lei é de reabilitação, porque nós estamos em constante processo de oportunidade de vivências que tendem a nos reabilitar diante de nós mesmos, antes de tudo, e como consequência diante do ambiente externo, da sociedade, dos nossos irmãos, da vida como um todo. Muito obrigado. Muito bem, nós eh em função do tempo, vamos fazer um só um uma colocação sobre a questão da evolução e fazer eh ver se dá tempo de atender a três questões relacionadas com o assunto. Nós não vamos tratar aqui dos processos de evolução da do princípio espiritual e tudo. Nós estamos tratando a partir de um momento para relacioná-la com a reparação. Então nós estamos falando do ser consciente já, não é? Então a evolução já do espírito e não do princípio espiritual neste momento, não é? fica bem claro para todo mundo, porque senão, lógico, que levaria um tempo enorme a gente fazer toda uma recapitulação relacionada com o assunto. Mas dentro desse aspecto, então, da evolução já do ser eh espírito em em

a todo mundo, porque senão, lógico, que levaria um tempo enorme a gente fazer toda uma recapitulação relacionada com o assunto. Mas dentro desse aspecto, então, da evolução já do ser eh espírito em em desenvolvimento, na questão 115, Alessandro, do livro dos espíritos, os espíritos informam Allan Kardec ali que os espíritos submetidos às provas, uns aceitam submissos essas provas e chegam mais depressa à meta que lhes foi destinada. Outros só a suportam lamentando e pela falta em que desse modo incorrem permanecem afastados da perfeição e da promotida felicidade. Aqui a gente entra num, né, numa numa situação que a pergunta é: isso significa então que nem todos os espíritos evoluem do mesmo jeito e na mesma velocidade? OK. É uma pergunta bem complexa. Eu já tô de canto de olho, olhando no relógio do Hércules aqui, porque nós temos um tempo reduzido. Passar microfone para palestrante espírita é um terror, viu, gente? A gente começa a falar, mas assim é por eu alegria de poder compartilhar o ensinamento espírita que primeiro serve para a nossa educação, pro nosso aprimoramento. Mas para ficar bem objetivo, a gente vai entender, trazendo até o que os companheiros aqui a alinhavaram. É intuitivo que a evolução não tem eh um tempo e um roteiro igual para todos. Cada alma tem as suas especificidades, faz as suas escolhas, está em níveis de consciência diferenciado. Nós temos muita dificuldade de entender como Deus cuida de cada filho e cuida. Jesus, como o Carlos falou do conhecia a história de cada um aqui da Terra. O Cristo conhece cada um de nós aqui da terra, a história de cada um. Somos encarnados e desencarnados aproximadamente 40 bilhões de almas. O Cristo conhece. Deus numa dimensão infinita conhece a todos nós. E como falávamos, não tem pressa nenhuma pegar a história do Paulo, do Primo, ganhou esse enredo um pouco mais complicado. Por quê? que o pai do primo fez, optou pela separação. Não sei a causa da separação. A doutrina espírita não é contra a separação. Há situações e

do Primo, ganhou esse enredo um pouco mais complicado. Por quê? que o pai do primo fez, optou pela separação. Não sei a causa da separação. A doutrina espírita não é contra a separação. Há situações e situações, mas sem dúvida alguma não veio no planejamento reencarnatório a separação. Se ele estivesse junto com a esposa e o filho, bem provável que a história fosse diferente. Quando houve a separação e o filho desenvolveu-se amargor em relação ao pai, a dificuldade, projetando nele todas as dificuldades. E depois o pai teve o Alzheimer ou Parkson Parkson e o filho teve que cuidar. E se o filho não quisesse cuidar, ele poderia não fazê-lo, poderia declinar daquela situação. Então, olha o que foi falado ontem na a livre arbítrio, as escolhas, fazendo com que a evolução para cada um ganhe as suas especificidades. podemos agravar, dificultar, como diz ali na proposta do Carlos, levar mais tempo a aqueles que fazem as escolhas mais acertadas e fazem um caminho mais rápido. Aliás, para nós é um desafio muito imenso quando na codificação fala eh que o Cristo fez assim uma evolução mais ascensional, né? E na revista espírita tem uma história do espírito Arsen Gautier, onde ali também nas respostas fala: "Foi um espírito que já muito cedo optou pelas escolhas mais acertadas, fez um caminho mais ascensional. Acontece, é exceção, mas acontece. Então, para nós espíritas, a grande preocupação aqui não é de tempo, mas é a certeza, o consolo de que nós, entre aspas, chegaremos na linha de chegada, evoluiremos. O Erx falou muito bem, a misericórdia divina Deus não constrange, Deus não impõe. O Carlos tocou num assunto, você vê que em roda de conversa tem essas peculiaridades, vai trazendo assuntos. Ele falou que muitas vezes nós vamos passando pelo processo da expiação de forma inconsciente, mas não fechou o ciclo. Depois nós mesmos mais conscientes lá à frente vamos recapitular. Uhum. Porque existe na literatura espírita e o próprio Kardec, às vezes pessoa fala um Kardec não tratou das reencarnações

ou o ciclo. Depois nós mesmos mais conscientes lá à frente vamos recapitular. Uhum. Porque existe na literatura espírita e o próprio Kardec, às vezes pessoa fala um Kardec não tratou das reencarnações compulsórias, das expiações compulsórias. Na revista espírita tem muitos casos. Muitas vezes o espírito vai passando tempo, vai passando o tempo, não se arrepende. Mas como nós temos este GPS divino dentro de nós, nós temos esse determinismo espiritual que é de evoluir, sermos espíritos puros, perfeição relativa, seja a nomenclatura que queira se dar, a divindade dentro da misericórdia vai tomando estas medidas para que a evolução se dê. E às vezes acontecem, você fala: "Meu Deus, uma expiação compulsória, mas não teve arrependimento." Mas é necessário. O espírito vem para a expiação compulsória, passa meio inconsciente. Às vezes pode falir ou não. É um capítulo à parte dessa questão reparação e evolução. As expiações exitosas, não exitosas. Por isso que o livro Ação e Reação traz a história de débitos agravados. Eu venho e agravo. Débito estacionário. Olha a misericórdia de Deus. E ali a evolução. Muitas vezes a gente olha e não enxerga evolução, mas a lei de Deus está em tudo. O amor de Deus está em tudo. Onde nós não enxergamos evolução, há evolução, há aprendizado. Então, dessa forma, nós vamos entendendo aquela proposta do Cristo. Sede perfeito como perfeito é vosso Pai celestial. Jesus falava ao ser imortal que somos como dar uma meta para um ser imortal quando são para os nossos filhos. Quando nós estamos aqui na terra, olha, estude, faça uma faculdade, se forme, tem um emprego que você gosta do que faz, constitua família, filh a gente vai dando metas. Agora, para falar pro ser imortal dentro dessa proposta evolutiva, né? Sede perfeito como perfeito é vosso pai celestial. Então nós atingiremos esta perfeição relativa conforme as escolhas, mais rápido, mais devagar, mas a misericórdia vai nos dar infinitas possibilidades. E aqui, só para deixar questões filosóficas profundas, existe uma

emos esta perfeição relativa conforme as escolhas, mais rápido, mais devagar, mas a misericórdia vai nos dar infinitas possibilidades. E aqui, só para deixar questões filosóficas profundas, existe uma mensagem na revista espírita, espírito moque, ele vai falar dessa evolução. Ele vai dizer: "A evolução é uma estrada infinita. Deus é único e entre nós e Deus sempre haverá uma distância evolutiva. Então, mesmo olhando lá para a frente para um espírito puro como Cristo, há evolução. Só que nós não entendemos. falar da evolução dos espíritos puros, nós não temos absolutamente nada a falar porque está além da nossa compreensão. Então, hoje nós estamos falando da nossa, por isso que o Carlos falou, não é do princípio espiritual, nós não vamos falar nem dos espíritos puros, nós estamos falando da nossa evolução. Então, a divindade vai nos dando essas infinitas possibilidades para o acerto, o conhecimento espírita, a fim de que com esse olhar, as escolhas acertadas, a fim de que nós possamos fazer essa evolução da melhor maneira possível, com menos dificuldades. GPS divino nós temos dentro de nós. A gente põe um destino, eu posso fazer um entrar numa rua errada, fazer uma escolha errada. Vamos chegar lá. O GPS leva nos destinos, mas conforme as escolhas erradas, os caminhos errados, vai ficando mais longo, mais perigoso, mais difícil, mas chega lá. Então nós trazemos esse GPS divino e, sem dúvida alguma atingiremos a a finalidade da criação divina, que é atender atingir este estado de perfeição relativa. Muito bom, Hércules. Agora, Hércules, se vira não nos 30, nos 3 minutos. Como relacionar a reparação com evolução? Acho que intuitivamente eu já tava sabendo que isso aconteceu. Antecipei um pouco na minha resposta anterior. Eh, como eu procurei assim expressar a minha opinião, eu penso que tudo converge para o tema de evolução. Tudo. Nós existimos para evoluir e evoluímos para existir na plenitude dessa perfeição relativa que o Alessandro lembrou. Mas na verdade tudo isso para que a gente possa, como Jesus

tema de evolução. Tudo. Nós existimos para evoluir e evoluímos para existir na plenitude dessa perfeição relativa que o Alessandro lembrou. Mas na verdade tudo isso para que a gente possa, como Jesus dizer um dia, todos os dias eu vejo a face de meu pai e viver a felicidade plena, que seria essa comunhão total sem. Mas como correlacionar a reparação e com a involução? É mais ou menos o que o espírito disse nesse depoimento assim: "Olha, eu já me arrependi, eu já espiei, mas eu não tô bem. Eu não tô bem porque tem algumas coisas aí que tão como consequência do que eu fui e do que talvez eu ainda sou, que precisam ser reparadas. Talvez a quem eu prejudiquei tenha me perdoado, esteja bem. Talvez nenhuma, digamos, consequência imediata danosa tenha permanecido porque foi superada, mas eu não me reparei, eu não me reajustei. Contam, eu não sei se é verdade, eu não tenho certeza, né? Mas contam que a decaptação de João Batista foi consequência de uma busca dele por uma reparação em função de ele como Elias ter determinado a morte de centenas de profetas de Baal. faz sentido. Ele não precisava ser decaptado ou morto centenas de vezes. Mas ele diante dele, apesar de ter sido o grande profeta, precisava sentir-se como quem tinha vivido a experiência que ele fez os outros viverem. Tinha arrependido, tinha expulgado, tinha espiado, tinha prendido a lição, mas sentia que faltava água. Então, a reparação às vezes não é só consertar no outro que você fez de mal pro outro. Então, se você não consegue corrigir isso, é como se você tivesse feito um treinamento paraa Olimpíada, tivesse aí evoluído no caminho da perfeição atlética, tivesse com músculos maravilhosos, pronto para correr, mas deixou uma bolinha de ferro no pé. tenta correr com uma bolinha de ferro presa no seu pé para você ver se a sua velocidade você não vai conseguir. Então o espírito sente que alguma coisa ali prende ao passado. E aí é uma questão dele com ele. É dele e com ele. Exato. Consciência, né? Não é onde tá escrita a lei de Deus.

e você não vai conseguir. Então o espírito sente que alguma coisa ali prende ao passado. E aí é uma questão dele com ele. É dele e com ele. Exato. Consciência, né? Não é onde tá escrita a lei de Deus. É ele com ele. Ele precisa se resolver. Alguns vão se resolver de um jeito e outros de outro. Então, reparação e evolução são um só processo. Para você ir, é preciso você resolver o que ficou para trás. Reparai, apenas uma estratégia divina de nós não ficarmos com pendências que se arrastam pesando na nossa economia diante das possibilidades que já temos. Já tenho asas para voar. Preciso cortar as correntes que me prendem ao solo. É por isso que diz, fechando agora, fala, não sei se deu três. Ele diz assim: "Quando a gente começa a compreender o infinito e sente vontade de crescer, precisa entender que ainda tem raízes que nos mantém. Então, diante da dos anseios de luz, a gente tem que resolver os milênios de trevas." E muitas vezes isso não é mais uma questão de consequências externas de dívidas, é uma questão de você com você mesmo. Muito bom. Excelente, gente. Nós queremos colocar nessa etapa agora uma última pergunta pro Paulo de Taro. Estávamos aqui combinando Allan Kardec ainda naquela naquele item de 17 do Código Penal da Vida Futura e na nota que ele faz, ele afirma assim: "Quando esta perspectiva de reparação for inculcada na crença das massas, prestem atenção, quando as massas, o povo compreender essa ideia, essa perspectiva de reparação, será um outro freio aos seus desmandos. e bem mais poderoso que o inferno e respectivas penas eternas, visto como interessa a vida em sua plena atualidade, podendo o homem compreender a procedência das circunstâncias que a tornam penosa e a sua verdadeira situação. Nós pedimos, então, Paulo, por gentileza, comentar rapidamente, né? Eh, a questão da da do medo e da salvação são dois aspectos que acompanham muito o nosso imaginário ao longo do tempo, porque fomos educados nas culturas tradicionais a pensar que há um destino bom ou ruim a depender dos

do medo e da salvação são dois aspectos que acompanham muito o nosso imaginário ao longo do tempo, porque fomos educados nas culturas tradicionais a pensar que há um destino bom ou ruim a depender dos nossas condutas. é o que está aqui colocado como sendo a ideia das penas eternas do céu e do inferno. Mas existe uma outra perspectiva que está sendo colocada aqui, que é algo que pode ser até mais eh eficiente, vamos dizer assim, do ponto de vista da nossa conduta, do que essa proposta de que se nós formos bons, vamos comer pãozinho delícia nas nuvens. E se nós não formos, nós vamos comer churrasco com o amigo enxofroso. Então essa ideia dá-nos uma dimensão de que nós podemos construir a nossa escada e que aquilo que de certa forma experimentamos é resultado dos nossos próprios atos, não necessariamente como condenações eternas. Então, de fato, saber que somos espíritos imortais e que nós temos na nossa mão, como foi muito bem colocado aqui, o desenho da nossa perfectude, o desenho da nossa libertação, isso traz-nos uma responsabilidade muito maior do que o medo. É a responsabilidade e a consciência do que nós vamos encontrar pela frente. Quando nós temos uma perspectiva de um futuro, a nossa viagem fica muito mais agradável. Quando a gente vai viajar para um lugar e que é um lugar maravilhoso, a viagem pode ser até ruim, mas a gente fica feliz porque vai chegar no lugar bom. Então, eh, quando a gente sabe qual é o destino que nos aguarda, que é a perfectude, que é o amor pleno, é a harmonia, que é sentir a presença de Deus o tempo todo vibrando no espírito, sermos sol, amoroso sobre a terra, sobre o universo, quando nós pensamos nisso, nos dá uma dimensão de estímulo muito maior do que o medo. e nós vamos sendo e educados de uma forma mais eficiente para que nós possamos pensar um pouco melhor nos nossos atos. Como o tempo é curto, eu vou usar uma linguagem muito curta para finalizar a minha fala. Eh, a poesia e a música são eh esferas culturais do saber. E a gente pode dizer assim:

melhor nos nossos atos. Como o tempo é curto, eu vou usar uma linguagem muito curta para finalizar a minha fala. Eh, a poesia e a música são eh esferas culturais do saber. E a gente pode dizer assim: "Um dia uma criança me falou, olhou-me nos olhos a sorrir, caneta e papel na sua mão, tarefa escolar para cumprir", e perguntou no meio de um sorriso: "O que é preciso para ser feliz? Amar como Jesus. Sonhar como Jesus sonhou, pensar como Jesus pensou, viver como Jesus viveu. Sentir o que Jesus sentia. Sorri como Jesus sorria. E ao chegar ao fim do dia, eu sei que eu dormiria muito mais feliz. Muito bem. [aplausos] Queremos agradecer a Alessandra, ao Écoles, ao Paulo de Tasso, nesse primeiro bloco, nessa conversa que a gente teve e que vai continuar depois com as perguntas que vocês fizeram. Já sabemos que tem algumas que também chegaram aí pela pela internet para então dar continuidade ao assunto. Muito importante que nós consideremos que nós somos agentes de um processo. Ainda esses dias a minha mulher comentava que nós espíritas somos pouquinhos ainda, né, no planeta. E de fato, só que nós na reflexão que estávamos fazendo, ela mesma conversando, ela mesma fez o comentário de que Jesus também começou com os pouquinhos e ele foi levado à cruz. Só que eu dizia pro Godinho esses dias numa reflexão que a gente já tinha também feito no passado, quanto mais passa o tempo, ao contrário de todos os outros dominadores do mundo, os seguidores de Jesus aumentam. A mensagem se amplia, porque não importa que não sejam espíritas as pessoas, desde que elas sejam pessoas de bem, conforme a proposta espírita, não importa, não é, que elas tenham qualquer denominação religiosa e Kardec isso muito claro. Para conhecer a lei divina, a gente não depende desse ou daquele tipo de conceito, filosofia. De fato, de fato, Jesus veio e viveu a mensagem junto de nós e deixou gravado nos nossos corações. Os nossos erros ao longo do tempo nos afastaram, nos afastaram reciprocamente do Cristo. E há

osofia. De fato, de fato, Jesus veio e viveu a mensagem junto de nós e deixou gravado nos nossos corações. Os nossos erros ao longo do tempo nos afastaram, nos afastaram reciprocamente do Cristo. E há lugares onde não se pode falar o nome do Cristo, porque o Cristo que essas pessoas conhecem é o da Santa Inquisição, das Cruzadas. E o espiritismo vem apresentar Jesus como ele foi de fato. Então nós temos que ter o a coragem e o valor e de entender que não serão com as nossas palavras que nós vamos convencer as pessoas. Será com a nossa ação junto a eles no nosso dia a dia, com perseverança e sem pretensão de ser reformadores do mundo, porque nós vimos o que aconteceu com Jesus e ele vem trabalhando desde antes e depois que ele veio dois mais de 2000 anos e a luta é realmente necessária pro nosso crescimento espiritual. Uma das coisas que ficam aqui na nossa consciência é: "Não nos prendamos ao passado culposo." A culpa é um peso terrível que a gente leva nas costas como se fosse uma tartaruga andando devagarinho. Aquilo é uma experiência que passou. Se a gente tirar proveito da experiência, a gente não vai cometer mais um engano. Então, por que nos prender na culpa? Culpa, segundo o Emanuel nos coloca claramente, é perda de tempo. Então, nos apliquemos na reparação daquilo que a gente já reconhece que fez equivocado e a gente já sabe qual é o caminho para essa reparação, não é? Vamos nos abraçar e por pior que seja a circunstância, não nos afastemos uns dos outros, porque é juntos que nós vamos cruzar pra porta estreita, ainda que seja um de cada vez, mas nós vamos estar ali, porque se o nosso próximo não pode cruzar a porta estreita, nós teremos que voltar depois de cruzá-la para ajudá-lo a fazer isso, que é o que estão fazendo os benfeitores espirituais em favor de todos nós. A nossa primeira pergunta, a pessoa direcionou a Alessandro, mas vocês podem decidir a dinâmica de como responder. Já veio com o endereço. Bom dia, Alessandro. Por gentileza, fale na perspectiva da reparação e reabilitação

nta, a pessoa direcionou a Alessandro, mas vocês podem decidir a dinâmica de como responder. Já veio com o endereço. Bom dia, Alessandro. Por gentileza, fale na perspectiva da reparação e reabilitação na tomada de consciência. Bem, vem vem muito ao encontro do que a nós vínhamos falando, né? À medida que nós vamos despertando o nosso nível de consciência, entendendo as leis divinas, todas as suas implicações no processo evolutivo, naturalmente que o que se espera, conforme o Kardec propõe inúmeras vezes, é que nós tenhamos mais responsabilidade moral nas nossas escolhas. Porque agora com todo este conhecimento, eh, com todo esse acervo da literatura espírita, o Carlos lembrou do do da obra Voltei, nós citamos aqui, mas se fôssemos ontem à noite nós citamos, por exemplo, o Tormento da Obsessão de Divaldo Franco, que fala diretamente ao espírita que mesmo tendo consciência, alguns acabam fazendo escolhas equivocadas e acabam gerando estas complicações no seu processo evolutivo. Então, é importante que a partir do estudo espírita da compreensão do Evangelho, nós possamos ter muito mais serenidade naquilo que nós vamos decidir, porque hoje nós sabemos das consequências, ainda como foi comentado aqui algumas vezes, ainda que seja um processo e que no campo do sentimento não esteja muito bem resolvido para nós, mas ao menos freio moral. Kardec, no evangelho segundo o Espiritismo, ele fala: "Ven a vontade de fazer. Eu ainda não consegui vencer esta o homem velho, as más inclinações, mas hoje eu sei de toda esta repercussão, de toda esta reparação, como foi feito a pergunta." Então, a medida que o nível de consciência vai se expandindo, naturalmente que nós vamos ter que tomando muito mais esses cuidados, porque quanto mais conhecemos e vemos isso na obra Tormentos da Obsessão de Edivaldo Franco, espírito Filomeno de Miranda, fica aqui uma referência, percebemos que quanto maior o conhecimento, maior os tormentos da consciência no mundo espiritual, maior a cobrança própria, não é Deus, é

anco, espírito Filomeno de Miranda, fica aqui uma referência, percebemos que quanto maior o conhecimento, maior os tormentos da consciência no mundo espiritual, maior a cobrança própria, não é Deus, é a própria consciência e o desejo de poder voltar para fazer esse processo de reabilitação moral, de expiação e de reparação. Mas para para finalizar, que aqui nosso tempo é mais curto, eu acho que o conhecimento espírita também nos propõe algo muito oportuno. Nós não precisamos delegar para a próxima reencarnação. É muito importante. E o o existe uma lição no evangelho. O ponto de vista, a partir do momento que nós adotamos, elegemos o ponto de vista espírita, nós passamos a ter condições de revisitar, ressignificar muitas coisas que já aconteceram, como a história do Paulo de novo, novamente, da do primo com o genitor. Então, neste momento, nos cabe olhar para o nosso passado próximo desta reencarnação. Não temos como acessar o passado de outras existências. e revisitar as situações, onde fiz mal feito, que posso fazer para aprimorar, aonde eu posso reparar já, especialmente como ficou aqui na mensagem, através do bem que eu pratico. Então eu acho que este recado para nós, com o nível de consciência do conhecimento espírita, vale a pena pensar um pouco nesta reencarnação, no que já se passou, em questões pendentes, questões mal resolvidas, questões que merecem um cuidado nosso agora, a fim de que possamos reparar da melhor maneira possível, reconciliar, se aproximar, né, fazer o bem que às vezes o outro não quer. Se o outro não quer reconciliar, nós seguimos não repetindo o erro e fazendo bem a vida a outrem. a fim de que possamos dentro dessa questão evolutiva não ficar gerando pendências e novos débitos para um futuro. Já não nos cabe mais e esse tipo de de comportamento. Merece um melhor esforço para que as nossas escolhas possam ser mais ajustada com o pensamento do Cristo. Próxima pergunta. Quando temos antipatia por um familiar e evitamos estar com essa pessoa, é a

Merece um melhor esforço para que as nossas escolhas possam ser mais ajustada com o pensamento do Cristo. Próxima pergunta. Quando temos antipatia por um familiar e evitamos estar com essa pessoa, é a minha prova? Estou adiando a minha reparação? A pessoa não fez nada, mas tem sempre uma conversação crítica e irônica. O que faço? Conviver mais? Excelente pergunta. Eu começaria fazendo uma reflexão que eu quis fazer antes e não, né, não consegui. Eh, há talvez uma tendência em nossas análises, reflexões, de ver sempre o contexto a partir de nós mesmos, como se nós fôssemos o centro. Então, se há uma relação de antipatia entre eu e alguém, parece que é o outro que está na minha vida para a minha aprovação. Já nos ocorreu que pode ser o inverso? Já nos ocorreu que se o meu filho é um filho problemático, ele não está na minha vida porque ele é o filho problemático. Talvez é porque eu sou o pai problemático, né? Então, a tendência a a olharmos muito, eh, o de fora às vezes nos nos acostuma mal, eh, e nos afasta da necessidade de olhar para dentro. Então, quando eu falei da expiação e prova e acho que tudo é prova, eu procuro sempre, no caso da minha experiência de vida como aprendizado, é o seguinte: o que eu tenho e o que eu posso aprender com isso, se isso está na minha vida antes de qualquer coisa, está com a permissão de Deus, independente de eu ter procurado. Se está na minha vida, é porque Deus permitiu. Deus permitiu, porque isso tem o poder de me ensinar alguma coisa para que eu me aprimore. Então, se eu convivo com uma pessoa e há uma situação delicada de antipatia, a pergunta é: essa antipatia não tem muita preocupado se ela vem do passado. Eu não vou me lembrar agora, não vou saber a origem. Isso assim, o que se pode fazer agora para que essa situação seja revertida? O que da minha parte eu estou fazendo, eu estou vivendo que está realando esse processo. Talvez o que eu chamo de antipatia como atitudes do outro, na verdade seja apenas o reflexo no espelho das minhas

que da minha parte eu estou fazendo, eu estou vivendo que está realando esse processo. Talvez o que eu chamo de antipatia como atitudes do outro, na verdade seja apenas o reflexo no espelho das minhas próprias condutas. E o Paulo, no exemplo dele de novo, né? O Paulo trouxe hoje dois exemplos ótimos na relação dele com o irmão dele, né? Como a conversa dos dois mudou, limpou o espelho, deu uma polida no espelho, mudou o espelho, mudou o feedback, mudou, né? É, é aquela história de você ficar olhando pro quintal do vizinho, achando que a roupa dele tá suja, até o dia que você descobre que a sua janela que tá suja e não a roupa do vizinho. Então eu penso assim, sempre que situações como essas surjam, perguntemos: "Se eu estou nessa situação, é porque Deus permitiu? E se Deus permitiu, é porque eu tenho algo a aprender com ela." Não tenho que me preocupar a origem disso, como isso começou. Eh, se vier, muito bem, ajuda. Mas o que eu faço agora? Como eu enfrento isso agora? E se eu fizer o meu melhor, como bem lembrou o Alessandro, o importante é o seguinte, é que eu estou me resolvendo comigo mesmo e na medida do possível a gente vai conseguir se resolver uns com os outros. só agregar uma coisinha rapidinho. Excelente. Eh, de maneira assim bem eh prática, vou colocar um uma situação que a gente costuma fazer. Quando a gente encontra uma situação como essa, a gente tem o hábito de orar pela pessoa sem ela saber, que a gente tá orando por ela, não diz nada e passa a orar pela pessoa, né? Normalmente é um ciclo de 15, 20, 21 dias, um mês mais ou menos e a gente começa a anotar uma mudança. Por quê? Porque quando a gente estava orando por ela, a gente estava fazendo uma modificação na nossa perspectiva também, além dela estar recebendo na vibração da gente. Muito bom, excelente. Vamos paraa nossa primeira pergunta do nosso chat de Fábio Silva. Tenho uma irmã que não fala comigo. Ela é da Umbanda. Às vezes penso que ela fez algo contra mim. Devo acreditar nisso e tem algo que eu possa fazer?

sa primeira pergunta do nosso chat de Fábio Silva. Tenho uma irmã que não fala comigo. Ela é da Umbanda. Às vezes penso que ela fez algo contra mim. Devo acreditar nisso e tem algo que eu possa fazer? Muito boa pergunta. Eh, primeiro queria colocar que eu sou um curioso de religiões, costumo ler tudo que aparece a respeito do assunto e não me consta que a Umbanda faça esse tipo de orientação pras pessoas que lá frequentam. Bem, então, eh, pode ser um uma interpretação equivocada, provavelmente, não é, da questão do ensinamento da Umbanda, que não é esse, com toda certeza. digo para você, a pessoa se equivocou, ela está fazendo algum tipo ou ali, no caso, ela não está afirmando, ela está dizendo que há uma possibilidade que ela desconfia que pode ter acontecido em toda circunstância, fez ou não fez, eh, de quem fez o problema é da pessoa, porque se ela está desejando mal pro outro, ela já sintonizou com os espíritos inferiores, já está sofrendo a ação dos espíritos inferiores e por isso mesmo já é uma pessoa digna da nossa oração. não é, da nossa eh solidariedade, no sentido de ajudar não apenas a ela, mas também aqueles que a estão influenciando. Então, o que que a gente pode fazer nas circunstâncias? Primeiro, não ter medo. Minha filha um dia me perguntou: "Pai, se você entrar em casa, aí você entra no seu quarto e tem um homem sentado na cama, o que que você faz?" Eu disse para ela, filha, provavelmente eu vou dar um grito de susto, não é? Só que depois eu vou prestar atenção. É um encarnado ou um desencarnado? Se for um desencarnado, eu vou relaxar, não é? Então eu vou ter duas perguntas diferentes para fazer. Se for encarnado, eu vou ficar preocupado. Que que, né? Eu não conheço a pessoa, tá sentado na minha cama, que que é isso? Eu quero saber, não é? Mas com cuidado, porque eu não sei o que que ele vai fazer. Agora, se é um espírito, eu relaxo e pergunto para ele: "Ô, meu irmão, posso lhe ser útil em alguma coisa?" Não é? Porque ele só poderá me atingir se eu deixar.

que eu não sei o que que ele vai fazer. Agora, se é um espírito, eu relaxo e pergunto para ele: "Ô, meu irmão, posso lhe ser útil em alguma coisa?" Não é? Porque ele só poderá me atingir se eu deixar. Porque os espíritos eles nem têm permissão de Deus. E há resposta clara disso, não é? Porque senão os espíritos colocariam o veneno para todo lado, tava todo mundo morrendo. Eles não podem porque a lei divina não permite. Então eles não podem fazer mal pra gente se a gente não tem necessidade de sofrer esse mal. Então, quando acontece o mal para nós, é porque o irmão tá sendo um agente do processo e, na verdade, está fazendo um benefício para nós, porque tá nos dando a oportunidade de quitar uma dívida que a gente contraiu do passado ou um compromisso que a gente assumiu lá no passado com ele, não honrou e agora ele tá ferido por causa desse tipo de coisa. Então, a melhor solução que a gente encontra nessas situações é: estou desconfiado de que alguma pessoa fez algum trabalho para mim. Então, vamos orar pela pessoa. Nós temos um anjo da guarda. Todo mundo tem isso. A Igreja Católica acertou em cheio. É aquilo que nós chamamos nosso mentor espiritual. Ele nos acompanha todo o tempo. Nós não temos o hábito de orar, de conversar com ele. A oração com ele é uma conversa com o irmão. Então, pedir a ele que nos ajude. A outra pessoa também tem um anjo da guarda. Pedi ao nosso anjo da guarda que possa se juntar com o anjo da guarda da pessoa para ajudar a protegê-la se ela está sintonizada com os maus espíritos. E se é uma mera desconfiança, muito cuidado, porque a gente às vezes supõe coisas que não existem. Então, às vezes a gente até cria situações de relação difícil porque está supondo que o outro, e aí a gente vai se lembrar um livrinho que não é espírita, Dom Miguel Ruiz, foi traduzido pro português como os quatro compromissos de for agreements. Não, Jusara, é de uma filosofia toltec dos antigos maias, não é? Ele é mexicano, é um livrinho fininho assim, ó, os quatro compromissos. E um dos

rtuguês como os quatro compromissos de for agreements. Não, Jusara, é de uma filosofia toltec dos antigos maias, não é? Ele é mexicano, é um livrinho fininho assim, ó, os quatro compromissos. E um dos compromissos é: não suponha, na dúvida pergunte. Agora, se a situação não dá para perguntar, né? Como é que eu vou perguntar isso? Então, tira da tua cabeça e ora pela pessoa e começa a conhecer melhor a pessoa, porque de repente no conhecer às vezes até irmão mesmo, a gente não conhece direito. Na convivência vamos observar melhor que pode não ser nada daquilo que a gente está supondo. E se for, não estamos juntos por acaso. Estamos juntos para nos apoiar mutualmente. E uma vez que a gente está se aproximando do espiritismo, às vezes é simpatizante, ainda não conheceu, vai ao Evangelho Segundo Espiritismo. Ele tem toda a orientação de como a gente fazer essas relações ficarem melhores. Muito bem. Por que a codificação aborda a expressão purgatório em mais de uma obra, sendo que o purgatório foi instituído e abolido por meio de decreto da Igreja Católica? a questão da análise ipses verbes, né, que às vezes leva a gente a pensar na literalidade da coisa. Eh, Shakespe tem uma tem uma frase que eu gosto muito, que ele dizia que a rosa pode ter qualquer nome, mas terá sempre um perfume parecido, será sempre o mesmo perfume. Então, quando a gente pensa nas palavras, muitas vezes elas são colocadas porque a comunicação exige que aquelas palavras cheguem porque é o é o senso comum. A questão não é falar se é purgatório ou se não é purgatório. A questão é explicar dentro da doutrina espírita o que aqueles termos querem significar, como por exemplo o inferno, como por exemplo as forças, né, malignas, o o Satanás, por exemplo, a explicação, eh, que quer dizer, a palavra quer dizer adversário, né? O que é que significa isso? Então, essas palavras elas são apenas para colocar, porque não vamos esquecer, Allan Kardec era professor de criança e o professor de criança, ele precisa

r adversário, né? O que é que significa isso? Então, essas palavras elas são apenas para colocar, porque não vamos esquecer, Allan Kardec era professor de criança e o professor de criança, ele precisa fazer a linguagem chegar na criança. E nós somos crianças espirituais. Para que a gente saia da nossa condição de entendimento, pra gente assimilar um conhecimento, a gente precisa ir sair do lugar que a gente tá para ir para um outro lugar. E aí você vai dentro de uma pedagogia, você vai pelo conhecido e a partir do conhecido você vai aprofundando para chegar numa conclusão a respeito de um conceito novo. Muitas pessoas falam, por exemplo, que a ideia de umbral é muito parecida com a ideia do inferno. E é bem diferente a ideia, absolutamente diferente. Um rei de consciência de um lugar que é um lugar de permanência é bem diferente. Então, as palavras podem ser as mesmas, mas os significados eles são muito diferenciados, né? E isso é uma coisa que a gente não pode se pegar nas palavras, porque como se diz no evangelho, a palavra mata é o espírito quem vivifica. Vamos a mais uma pergunta do nosso chat de Tânia Leal. Paulo, por gentileza, quais as orientações para colocar para fora a pureza? Muito bem, a expressão colocar para fora a pureza quer dizer realizar-se em sua potência. Isso não quer dizer que você vá botar para fora uma coisa que tá aqui dentro, como você tivesse uma coisa te incomodando, você bota para fora. Não é bem assim. É realizar-se em si mesmo. Então, nós somos naturalmente puros. O espírito é naturalmente puro. Ele é ignorante e por isso ele não se percebe como tal. Ele tateia na consciência, ainda que não despertou, em busca da luz. É como se ele tivesse buscando de alguma forma uma saída. Aquela alegoria da caverna é bem interessante em relação a isso. Você sai de um mundo de formas projetadas para o mundo de realidade objetiva. Então o que nós estamos falando aqui é atualizar. usar uma linguagem de Aristóteles, atualizar no máximo possível as suas potências, que é

undo de formas projetadas para o mundo de realidade objetiva. Então o que nós estamos falando aqui é atualizar. usar uma linguagem de Aristóteles, atualizar no máximo possível as suas potências, que é o nome de perfeição. A palavra perfeição quer dizer totalmente feito. Tudo que começa com pé quer dizer totalmente perfeição, todo atualizado. Então, botar para fora a pureza é o mecanismo, é o mecanismo, é o objetivo final da evolução. Nós, enquanto espíritos puros, primeira ordem, primeira classe, conforme escala espírita, nós seremos aqueles que estaremos em expressão com aquilo que nós trazemos em essência. Então, o mecanismo para fazer isso é a reencarnação e os despertares da consciência, os movimentos de despertar da consciência a partir das nossas vivências. Então, é isso que é botar para fora a pureza. é fazer com que aquilo que é puro, que existe em germe dentro de mim, aconteça em realidade objetiva. Um um ser nunca vai se transformar naquilo que ele não carrega dentro de si como germe. Então, como diz Leon Deni, nós já trazemos dentro de nós o germe dos nossos desenvolvimentos futuros. O que nós precisamos realmente é fazer isso acontecer, fazer a viagem para dentro para nos encontrar, para que este eu encontrado se revele na nossa própria expressão existencial. Bom dia. Muito bom trabalho. Gentileza falar sobre o que é o tempo para o espírito. Nós estamos falando de evolução, eternidade. É muito difícil para nós aqui na dimensão material é entendermos a abrangência do tempo para o ser espiritual, porque eh existe um livro chamado Em Permanência Imortalidade do Divaldo Franco, ditado pelo espírito Carlos Torres Pastorino, onde num dos capítulos ele tenta fazer com que nós possamos compreender essa questão do tempo. Então ele fala do tempo relativo e do tempo absoluto. O tempo relativo que nós hoje no momento da nossa evolução, nós estamos vinculados ao planeta Terra. Nós temos aqui um tempo relativo. Estamos hoje, dia sem 5 de setembro de 2024. Então nós

absoluto. O tempo relativo que nós hoje no momento da nossa evolução, nós estamos vinculados ao planeta Terra. Nós temos aqui um tempo relativo. Estamos hoje, dia sem 5 de setembro de 2024. Então nós estamos nos situando neste tempo relativo deste momento evolutivo nosso, né? Mas existe o tempo absoluto, que usamos o nome de tempo, que é uma palavra e não existe outra para que possamos compreender como aplicar a palavra tempo dentro dessa perspectiva absoluta do universo, do eterno, do imortal. Então, naturalmente que nós temos algumas dificuldades e ele sugere esses ensaios. Quando o Paulo aqui falava do exercício do autoconhecimento, a viagem para dentro, ele propõe essa: em algum momento saímos um pouco deste tempo relativo e nos projetarmos como seres imortais criados já usando o tempo relativo nosso, né? segundo Joana Adriana, aproximadamente há 2 bilhões de anos atrás, caminhando nessa perfeição, neste tempo absoluto. Então, nós estamos inseridos ao mesmo tempo nesse tempo relativo e nesse tempo absoluto. Então, naturalmente que para nós aqui na Terra tudo tem início, tem fim, a matéria, mas vamos a partir destes conceitos procurando entender esta questão do tempo. E eu finalizo usando uma resposta que eu ouvi do próprio Raul Teixeira, que veiculou pela internet. falando essa questão do tempo, ele fala que o tempo é uma realidade psicológica de cada espírito. É uma realidade psicológica de cada espírito para um espírito que está em sofrimento no mundo espiritual e muitas vezes eles se comunicam nas reuniões mediúnicas, o que que eles estão sofrendo eternamente. Quando nós estamos na cadeira do dentista com aquele motorzinho, parece que o tempo não passa. É um tempo, é relativo. Então, se eu estou no sofrimento, sem perspectivas, não compreendo. Estamos falando que devolução, a lei de Deus, porque estou vivendo aquela situação. Muitos espíritos nem sabem que estão sofrendo porque estão colhendo aquilo que plantaram na última vivência. Muitos não têm essa noção. Então eles estão naquele momento

estou vivendo aquela situação. Muitos espíritos nem sabem que estão sofrendo porque estão colhendo aquilo que plantaram na última vivência. Muitos não têm essa noção. Então eles estão naquele momento provisório de sofrimento. Para eles é um tempo eterno. Para nós que estamos aqui eh na Terra, para o, vamos dizer assim, os espíritos intermediários, por exemplo, o nosso lar, eles acabam muitas vezes se vinculando a este tempo terrestre, este tempo que flui como flui para nós aqui. E o tempo dos espíritos superiores é um tempo, eles realizam múltiplas coisas num segundo nosso do tempo relativo. Então, veja como é muito eh pessoal, é uma realidade psicológica de cada espírito. Então, seja essa dimensão do espírito diante da infelicidade ou da felicidade, seja essa questão do tempo dentro dessa dessa perspectiva da imortalidade. é um tema muito profundo que demandaria aqui, mas alguns conceitos para que possamos refletir. Só uma um exemplo gráfico utilizado por Allan Kardec, dentro disso que o Alessandro colocou, segura deix eh do do espírito mais superior e o espírito que ainda, vamos dizer que o espírito que tá começando a sua, tá no processo evolutivo ainda mais inicial, ele tá no sopé da montanha. O que que ele vê no sopé da montanha? Ele vê as árvores, ele precisa caminhar para poder chegar no outro lugar. Isso toma um tempo para ele chegar, essa coisa toda. Lá adiante tem um assaltante atrás da moita que vai pegá-lo, mas ele não sabe, não é? Porque Mas aí tem aquele outro que já caminhou um pouco mais, ele tá acima da montanha, ele já tem uma visão, ele já consegue ver a pessoa andando e já sabe que ela vai ser assaltada lá. O que que é o tempo para ele? Então ele já tá com a visão daquele conjunto. Isso tudo está acontecendo para ele. A gente falar ao mesmo tempo sendo redundante. Vai um espírito que tá lá em cima no top da montanha. Qual é a visão dele? É muito mais ampliada a visão dele. Então Kardec faz essa comparação, né? Em algum momento ele escreve sobre isso para

dante. Vai um espírito que tá lá em cima no top da montanha. Qual é a visão dele? É muito mais ampliada a visão dele. Então Kardec faz essa comparação, né? Em algum momento ele escreve sobre isso para ilustrar isso que o Alessandro colocou. Quanto mais evoluí a visão dele é mais ampla. E consideremos a Terra, como é que é medida do tempo, 24 horas, nós temos, fica naquela confusão, 365 ou 366 anos. Se for noco, são 366 dias, né, no ano. Quer dizer, então vai para Júpiter, será que mede o tempo do mesmo jeito mesmo dentro do nosso sistema solar? Como é que é medida do tempo num outro planeta do nosso próprio sistema solar? Então, como você disse, a questão é muito realmente relativa e muito psicológica nesse aspecto da percepção, não é, Carlos? Tive uma relação muito difícil com um dos meus irmãos. Crescemos entre ficar de mal e ficar de bem. A situação se agravou quando ele constituiu família. A relação com a cunhada e com o sobrinho sempre foi ruim. Finalmente decidi me afastar a fim de evitar maiores conflitos. Ele teve um processo de adoecimento muito difícil, esclerose múltipla. Ele morreu sem que eu me reaproximasse. Só fui vê-lo no velório quando consegui falar com os sobrinhos, mas não com a cunhada, que morreu logo depois, também reaproximação. Hoje, 10 anos depois, isso ainda me incomoda. O que você me orienta? Muito bem. São situações que a gente vive, né? É muito interessante eh a gente considerar como é que a gente faz nessa situação. A gente sempre recorre e aí vocês podem dizer, é uma repetição, a oração, os nossos seres com quem a gente não conseguiu estabelecer, não houve aquela oportunidade da reconciliação enquanto a caminho, como é recomendado por Jesus. Mas o caminho não terminou não. Nós ainda estamos a caminho porque o nosso processo evolutivo se desdobra. Terminou uma existência, mas nós vamos ter outras existências dentro desse processo nosso, porque a vida é uma só de fato, mas nós temos múltiplas existências. A vida do espírito imortal, uma vez que criados

u uma existência, mas nós vamos ter outras existências dentro desse processo nosso, porque a vida é uma só de fato, mas nós temos múltiplas existências. A vida do espírito imortal, uma vez que criados não acaba mais. Então, nós teremos a oportunidade do reencontro em algum momento e que pode inclusive acontecer já nos desdobramentos. Então, qual é a melhor maneira eu me preparar para esse reencontro que eu sei que vai acontecer? Eu quero estar melhor preparado para ter a chance, não aproveitar a chance, a oportunidade que eu vou ter, não é, para eu estar bem comigo mesmo, em condições de dar uma contribuição para que essa relação mude, não é? Você tem um relezinho lá da luz, se tá para baixo, tá apagado. Se você bota para cima, acendeu a luz. Então, vamos pegar o relezinho que tá para baixo, vamos botar ele para cima. Vai dar trabalho pra gente, mas a gente vai fazer isso para que quando chegue o momento a gente esteja em condições. É o mesmo processo que a gente recomenda para o encarnado. Está com dificuldade. Houve um problema. Se a gente for falar com a pessoa, ela vai brigar com a gente, porque ela tá inclusive magoada. Então, não dá para falar. Eu vou ter que esperar a vida me dar uma chance, mas eu tenho que estar preparado para o momento que ele vier, do jeito que ele vier, no reencontro, eu ter condições de, não importa o que ele faça, eu ter condições de acolhê-lo de toda maneira como ele é. Então, a recomendação é: ore, siga orando, não se sinta culpado. A gente já falou da culpa aqui hoje, não foi? Cuidado com isso. A culpa nos retém, ela nos limita, elas nos dificultam o entendimento das coisas. Nada de culpa. Passou, deixou uma experiência. Vamos tirar o melhor proveito dessa experiência e aguardar porque a vida vai dar outra chance. Com toda certeza. Se nós tivermos preparados, a experiência será diferente do que foi agora. E ainda que na dificuldade a outra pessoa não esteja preparada, mas eu estou orando por ela de alguma maneira, gente, bem rapidamente, tinha uma colega católica

iência será diferente do que foi agora. E ainda que na dificuldade a outra pessoa não esteja preparada, mas eu estou orando por ela de alguma maneira, gente, bem rapidamente, tinha uma colega católica do trabalho, nós éramos 85 funcionários e ela um dia chegou e disse: "Eu não sei porque que eu falo essas coisas para você. Eu não falo isso para mais ninguém, não é? por causa da relação que a gente buscava manter. E ela disse assim para mim: "Eu antes saía de casa e ligava o rádio". E era uma perturbação porque eu queria encontrar uma música que me deixasse em paz e era aquela coisa de ficar mexendo e buscando e chegava no trabalho frustrada porque não encontrava, era uma notícia ruim, tal. Um belo dia eu resolvi não ligar o rádio. Eu fui saindo da garagem, eu comecei a rezar. Ela falou pelos colegas de trabalho. E eu passei a fazer isso sempre, todo dia. Tinha, tem dias que eu chego no estacionamento, eu já acabei porque depende do trânsito. Tem dias que eu chego e ainda tô no elevador e ainda estou fazendo a minha a minha oração pelos colegas. Aí eu ouvia comentários dela no corredor às vezes. Você viu como a fulana, mas é muito legal a fulana, né? Ninguém sabia que ela orava pelas pessoas. Aí ela teve a desencarnação da irmã, né? No conceito católico, perdeu a irmã. Aí ela volta uma semana, são cinco dias de licença, né? Ela volta pro trabalho e eu ouço çoc. Olha como ela está em paz. Nossa, nem parece que a irmã morreu. Essa irmã não morreu mesmo, de fato, não é isso? Então, todo mundo tinha uma visão diferente dela, das outras pessoas, mas ninguém sabia que ela orava por todo mundo. Tudo bem, gente? Não é preciso que saibam. O importante é o que nós estamos fazendo dentro da gente. Mais uma pergunta do nosso chat de Silvia Santos. Bom dia daqui do Rio Grande do Sul. Por favor, poderiam me explicar o que é de fato regeneração? Pois é, né? A gente fala mais daquilo que precisa mais aprender. Nada é por acaso. Como bem lembrou Paulo, as palavras são só códigos, né?

Por favor, poderiam me explicar o que é de fato regeneração? Pois é, né? A gente fala mais daquilo que precisa mais aprender. Nada é por acaso. Como bem lembrou Paulo, as palavras são só códigos, né? Tudo vai depender do significado que nós atribuímos a elas e como esse significado repercute em nós. Se nós estamos falando da regeneração, pensando nesse processo de transição para o mundo de regeneração ou mundo regenerador, nós estamos pensando numa mudança de status, né, para a humanidade, que somos todos nós que aqui estamos. Então, a regeneração é um, não deixa de ser um processo de reparação, de reajustamento, de aprimoramento, né? Alguns animais na natureza têm um mecanismo de regeneração. Eles perdem membros e os membros são regenerados. Agora, olha que interessante, é que a regeneração só se dá, como lembrou o Paulo, a partir do modelo da matriz que tem. Quando um calango alguma coisa perde um rabo, ele só vai crescer o rabo porque já tem o projeto do rabo. Então, só que no caso nosso, espírita, a regeneração é isso num upgrade, é você se refazendo numa situação melhor. Por isso os espíritos nos dizem que nós não estaremos nessa condição do mundo de regeneração, simplesmente superados, né? Nós ainda teremos que enfrentar lutas porque ainda traremos do período que ainda estamos de antes consequências que ficaram, o passivo que precisa ser reparado para ser regenerado. E essa reparação não no sentido de pagar pro outro, mas de nós nos reconstruímos. Então, a regeneração ao mesmo tempo é uma consequência do esforço que estamos promovendo para nos aprimorarmos, para subirmos um pouco no patamar e ao mesmo tempo é uma oportunidade. Por isso é que se fala da seleção que está sendo feita, porque nem todos estarão habilitados a entrar nessa escola com esse upgrade, porque não conseguirão aproveitar as lições que essa escola vai oportunizar e até poderão atrapalhar a escola. Então, não só o mundo de generação estará sendo construído por nós na nossa transformação presente, como será a

aproveitar as lições que essa escola vai oportunizar e até poderão atrapalhar a escola. Então, não só o mundo de generação estará sendo construído por nós na nossa transformação presente, como será a nossa oportunidade de vivenciar essa experiência, porque vamos e venhamos. Uma coisa é a gente é tentar aprender numa escola que todo mundo quer aprender, outra coisa é você tentar aprender numa escola que a maior parte quer bagunçar, né? É diferente, né? Então, concluindo, eh, a regeneração deve ser vista como um objetivo, um desejo, um anseio, o resultado de uma vontade nossa. Lembrando sempre que não é um mundo que nos será dado, mas é um mundo que será construído por nós. Nós temos uma tendência essa de projetar pros outros. A gente diz assim: "O mundo tá uma droga, alguém tem que fazer alguma coisa". Tá bom, eu concordo. Alguém tem que fazer alguma coisa e esse alguém inclui esse alguém, você, né? Ou seja, você tem a sua cota. Você ajudou a construir esse mundo que hoje temos e terá sua cota para construir o mundo que está no trânsito de aprimoramento. Se você não fizer, se você não colaborar, você não se torna merecedor de vivenciar essa colheita, né, que hoje está sendo plantada. Então é preciso se habilitar e a gente se habilita por meio da colaboração, que você, como disse o Carlos, não acender essas luzes todas, mas acender o ledzinho que tá na sua, no seu, faça o seu melhor. Não tente ser Edivaldo Franco se você sente que não pode. Não tente ser Chico Xavier se você percebe que tá fora, mas tente ser você na sua melhor versão, né? É isso que os amigos esperam de nós. Para Paulo de Tarso, pode falar da passagem do apóstolo Paulo? E ele cita: "Não subiu senão aquele que desceu". eh pegar um texto assim, uma frase eh do Evangelho, principalmente Paulo, e olhar ela isoladamente do contexto é tarefa de de muitas de muitas reflexões. Mas Paulo, vamos pensar no nosso querido amigo, é o original, porque eu sou genérico, né? Ele é o original. Então, pensando no original, ele é uma

o contexto é tarefa de de muitas de muitas reflexões. Mas Paulo, vamos pensar no nosso querido amigo, é o original, porque eu sou genérico, né? Ele é o original. Então, pensando no original, ele é uma pessoa que passou por uma transformação absolutamente profunda e ele tem agora uma conexão muito mais íntima com a questão da divindade. A conexão com ele agora com Deus tá muito mais presente, muito mais forte. E ele é alguém que vai dizer, por exemplo, que agora que ele é maduro, quando ele era criança, ele pensava como criança, ele se via como criança, ele agia como criança. E ele agora consegue olhar face a face. Ele tem a possibilidade agora de ter um vislumbre de uma conexão divina muito mais forte do que havia no passado, que ele estava apenas atuando como um reprodutor de dogmas e de ensinamentos que não estavam surtindo o efeito necessário na sua alma. Tanto que em um determinado instante a porta de Damasco, ele cai do animal e muda completamente a sua vida. Então ele está trazendo a possibilidade de uma conexão com Deus a partir dessa percepção, porque ele diz: "Aquele que desce, aquele que vem, portanto, do alto, aquele que traz a mensagem de Deus, é o que volta, é o que se conecta. Porque você tem a possibilidade de Paulo, está falando, por exemplo, dele morrer todos os dias e de renascer o Cristo em na vida dele. Ele não, eu morro todos os dias, mas quem vive em mim não sou mais eu, é o Cristo que vive em mim. Essa é a transformação de Paulo. Então, ele tem uma visão da presença de Jesus como sendo algo representante de Deus mesmo. Olha, se tem uma pessoa que dentro da história do cristianismo pregou isso, essa ideia de da conexão de Jesus com Deus, foi Paulo. Paulo entendia que aquele fenômeno da ressurreição era a prova de toda a fé e da necessária fé em função de Jesus ser um ser especial. Então ele está se referindo a esse movimento de conectar-se com Deus, de descer, de subir. E ele vai chegar agora no no livro dos espíritos, na questão 1009, salvo engano, e vai dizer num

er especial. Então ele está se referindo a esse movimento de conectar-se com Deus, de descer, de subir. E ele vai chegar agora no no livro dos espíritos, na questão 1009, salvo engano, e vai dizer num texto que gravitar para a unidade divina, eis aí o destino de toda a humanidade. Paulo caminha na ideia de que nós nos eh seremos fundidos nessa grande massa da unidade de Deus. Paulo talvez tenha compreendido o evangelho de Jesus quando ele diz: "Eu e o Pai somos um". Então o desejo de Paulo é fazer essa conexão através das suas palavras. Agora, realmente, Paulo precisa de um cuidado especial, porque Paulo passou por um processo de transformação muito poderoso. E a percepção que Paulo tem daquilo que ele acreditou ou passou a acreditar é algo que se nós tivéssemos, nossa vida seria radicalmente alterada. Então, a gente costuma dizer, tem uma passagem que eu gosto muito, só para finalizar, que diz assim: "O reino dos céus é como a mulher que misturou a fermento no farinha até levedar". Eu acho isso de uma grandeza, de uma profundidade absurda, porque mostra que o reino dos céus nasce de dentro para fora. Então, quando Paulo percebe o reino de Deus explodindo na sua alma, ele se estabelece em conexão e diz: "Aquele que vai é o que vem. Aquele que se conecta é o que se teve a possibilidade de perceber a presença de Deus aqui na terra. Próxima pergunta. Pai ignorante, impulsivo, com tendência agressiva, frio, personalidade forte, impositivo, com dificuldade para o diálogo. Hoje consigo recuar para evitar danos no relacionamento, evitando retomar ao assunto para um consenso. Ajo com correção ou como melhor agir? Alessandro. nós vamos percebendo pelas perguntas essa questão recorrente, né, da convivência familiar, né, foram três, quatro perguntas eh nesse sentido. E cada experiência, cada lar, cada relação doméstica tem as suas especificidades. Nós não estamos aqui para dar fórmulas prontas, né? Eu eu atuo a minha área de a minha área de ação muito forte na doutrina, que eu gosto muito, estou há 30 anos, é

éstica tem as suas especificidades. Nós não estamos aqui para dar fórmulas prontas, né? Eu eu atuo a minha área de a minha área de ação muito forte na doutrina, que eu gosto muito, estou há 30 anos, é o atendimento fraterno. Então esse tipo de questão e outras aparecem muito e a pessoa vai ali atrás às vezes de um milagre, de uma fórmula mágica para resolver essas questões. E não é tão simples assim. Já foi dito aqui, acontece para nós. Deus permite aquilo que é melhor para as nossas necessidades evolutivas. O espírito Camilo pelo Raul Teixeira muito escreve sobre essas questões familiares. Eu recomendo minha família, o mundo e eu, os desafios da família, a fim de que a gente possa compreender isso. Então, como ela fala, às vezes surge a discussão, o pai agressivo, divergências de ideias, às vezes eu silencio, recuo, logo mais retomo para conversar. nos parece uma uma posição muito prudente, porque muitas vezes o silêncio é a melhor resposta quando os ânimos estão exaltados e os espíritos inferiores se aproveitam desta faixa para poder aguçar, complicar mais ainda as discussões que muitas vezes beiram, e isso eu vejo muito na minha área profissional, às agressões, aos crimes, violência doméstica, por exemplo. Então nos parece bom tom aquilo que a própria a ouvinte que está nos acompanhando, ela fala: "Há momentos que tem que silenciar". E sim, o próprio Kardec diz na revista espírita, porque muitas vezes o espiritismo era atacado, ele Kardec era atacado. E ele falava: "Muitos ficam esperando alguma resposta de mim, mas há momentos em que o silêncio é a melhor resposta". Então ela faz bem manter-se esse silêncio em oração. Mas o que nós recomendamos aqui é um silêncio construtivo. Não é um silêncio de alguém que por dentro está alimentando mágoas, remorço. Porque eu posso estar em silêncio pela boca, mas o pensamento pode estar contamos, as bombas, como o Camilo falou, né? Mas eu posso, estou aqui em silêncio com o meu pai, com a minha mãe, com o meu irmão, com o meu amigo, mas ao mesmo

pela boca, mas o pensamento pode estar contamos, as bombas, como o Camilo falou, né? Mas eu posso, estou aqui em silêncio com o meu pai, com a minha mãe, com o meu irmão, com o meu amigo, mas ao mesmo tempo em silêncio pelo verbo, mas jogando na direção dele pensamento de revolta, de animosidade, não adianta. Então, é um silêncio construtivo com essa visão espírita, níveis de consciência diferenciado. Livro dos espíritos, respeitar a liberdade de consciência de a cada um. Neste momento é possível que o outro não tenha condições de entender algumas coisas que já eu entendo pela doutrina. Então, uma visão assim de compaixão. O Carlos falou muito da oração inclusiva, acolhedora. Aí é um silêncio construtivo para que depois, se necessário, nós vamos perceber isso em família acontece muito, porque estamos ali naquelas necessidades de aprendizado mútuo. Quando surgir um outro contexto, nós possamos ser necessário, com a pedagogia do evangelho, da amorosidade, retomar o assunto e ali avaliarmos se vale a pena seguir ou não. determinados assuntos que não nem valem a pena serem retomados neste momento que está nesta reencarnação para aquele espírito que é muitas vezes está pronto para determinados diálogos e não só questões doutrinárias, questões afetivas, questões psicológicas, que aquele espírito ainda não está preparado. Então, me parece assim, dentro da generalidade da questão que a nossa ouvinte vai para um caminho bem do silêncio e da retomada da tentativa de conversar e reconciliar dentro do possível, mantendo, repito, esta visão, esse silêncio construtivo de alguém que olha o outro como um irmão de caminhada, que tem complicações, encrencas, assim como nós também as temos. Sandra, só um segundinho. Paulo tem. Realmente esse assunto é recorrente e ele é bem geral. As questões familiares são os nossos maiores desafios e a gente precisa encarar a família como o ponto mais importante da nossa reencarnação. Éonde estão os nossos principais desafios. Às vezes o pessoal diz assim: "Ah, o

s são os nossos maiores desafios e a gente precisa encarar a família como o ponto mais importante da nossa reencarnação. Éonde estão os nossos principais desafios. Às vezes o pessoal diz assim: "Ah, o espírita é que nem pomada vovô Pedros, funciona muito bem pro lado de fora. A gente tem que aprender a funcionar dentro de casa. Eu vou contar para vocês uma história real. Um amigo me confessava. O meu pai era muito violento. Meu pai bebia, entrava em casa atirando no teto. Eu, meu irmão e a minha mãe nos escondíamos embaixo da mesa. Cresci vendo aquele homem agredindo a todos nós e tive pavor dele. E ele falava isso em lágrimas. é um homem bem-sucedido, tem uma família, tem filhos, é casado e é dono de uma escola. E ele dizia: "Eu odiava o meu pai". Um dia ele estava numa igreja, podia ser em qualquer lugar, o fermento levedando de novo. Ele teve uma ideia: "Eu preciso me aproximar do meu pai". De onde veio essa ideia? Provavelmente algum mentor, amigo soprou no seu ouvido com muita ênfase e ele voltou e começou uma reaproximação sistemática e lenta. Primeiro com uma mão no ombro, depois um bom dia, um pouco mais gentil, porque a gente costuma endurecer nas palavras quando essa relação é difícil. Ele foi meio que mudando o protocolo da comunicação e foi percebendo que à medida em que ele avançava nessa estratégia, o pai amorecia. e começava a responder com sorrisos, às vezes um esboço de um sorriso e isso foi prolongando, foi ganhando um espaço, uma dimensão muito grande. E aí eles foram se aproximando de maneira tal que ele me dizia: "Comecei a descobrir um pai que eu nunca imaginei que tivesse e o meu pai começou a descobrir um filho que ele achou que nunca teve." E começamos então a ter outras relações. Começamos a sair final de semana, levava o pai para passear na praia, comíamos uma carajé e etc. E fomos criando uma relação muito boa. Depois de um determinado momento, me veio uma outra inspiração. O meu pai foi o melhor pai que eu podia ter tido. Aí você pergunta: "Como pode?"

ma carajé e etc. E fomos criando uma relação muito boa. Depois de um determinado momento, me veio uma outra inspiração. O meu pai foi o melhor pai que eu podia ter tido. Aí você pergunta: "Como pode?" aquele homem violento que atirava do teto, que agredia as pessoas, como pode ter sido? E eu perguntei a ele, o que fez você chegar essa conclusão? Ele disse: "O meu pai jogou fora a vida dele para que eu não jogasse fora a minha. Eu só sou o que sou hoje, porque eu tive o pai que eu tive." Se você olhar do ponto de vista da reencarnação, quem era esse espírito do meu amigo? Quantas encarnações ele faliu talvez na bebida ou no vício? Será que o professor que vem na vida dele teria que ser um professor molengas amoroso ou um professor mais rígido que lhe mostrasse com contundência o que é ser aquilo que ele não deveria ser? Às vezes o pai que está na nossa frente é o professor escolhido para justamente nos despertar nas faculdades mais importantes do nosso próprio desenvolvimento. Então a gente precisa entender o que é ser violento dentro de casa. Quantas vezes somos? Então a gente entendendo, vendo uma pessoa e sentindo na pele, olha aí a expiação, sentir na pele aquilo que está acontecendo. Então eu digo a você, se ore pro seu pai, amigo, querido, mas faça também outra coisa. Mude a forma de estar com ele. Procure dar em nome da gratidão, nem que seja em pequenos pequenas doses, amor, porque o amor muda as pessoas. E de repente pode ser que antes que essa vida acabe que esse pai vaiá embora e que haja o arrependimento, e isso realmente é uma coisa muito ruim, que isso possa ser realmente saiamos daqui com a sensação do dever cumprido. Olha, não fizemos o que nós deveríamos fazer, mas pelo menos iniciamos um bom uma boa conversa para continuação depois em outros lugares, em outras oportunidades. Avançamos passos importantes na nossa reconciliação. Então isso é muito importante, gente, a gente pegar essa questão. E aqui eu vou pegar só uma outra história muito parecida que chegou aqui, surgiu a

vançamos passos importantes na nossa reconciliação. Então isso é muito importante, gente, a gente pegar essa questão. E aqui eu vou pegar só uma outra história muito parecida que chegou aqui, surgiu a pessoa perguntando o que que eu faço com a o caso dos do irmão que se encarnou e da cunhada. Aprenda nisso uma lição de que nós não temos o dia de amanhã. O dia de amanhã não nos pertence. O único dia que nos pertence é hoje. Então, quando você pensar em qualquer coisa desse tipo, não pense em fazer amanhã ou quando se aposentar, pensem em hoje, nesse exato momento, porque amanhã a gente pode não ter mais esse tempo. Vamos a uma pergunta também do nosso chat de Verônica Tavares. O mal de ontem é eliminado com o bem de hoje. Neste caso, a lei de causa e efeito não me alcançará por estar hoje fazendo o bem. Então, não preciso reparar o mal. A resposta está na mesma pergunta. pelo fato dela estar fazendo o bem, não é, que resolve o mal de ontem, já está anulando o processo. é aquela situação do indivíduo que reencarna com a programação de perder o braço todo num trabalho dele no torno, não é, que é da psicografia do Chico e perde só um dedo porque ele reencarnou e desde o princípio trabalhou dentro da proposta espírita cristã, fazendo bem para todo mundo, era reconhecido. Inclusive, quando ele perdeu o dedo, houve gente que ficou: "Meu Deus, por que que Deus permite isso? uma pessoa tão boa, não é porque a gente tá vendo só o agora, né? E ele ficou triste com aquilo. Aí vai lá pro paraa reunião mediúnica, sentado lá cabrunhado, não pediu nada. Um espírito espontaneamente se manifestou e disse: "Você está triste?" Não é? Só que eu quero lhe explicar a situação. Você foi dono de engenho no passado. Quando o seu escravo não fazia o que você queria, você moía o braço dele, passou, sofreu no mundo espiritual terrivelmente, não é? Perseguições, dramas de consciência, até que se equilibrou o suficiente para programar essa encarnação e você pediu para perder o braço. Foi programado assim. No entanto, desde

l terrivelmente, não é? Perseguições, dramas de consciência, até que se equilibrou o suficiente para programar essa encarnação e você pediu para perder o braço. Foi programado assim. No entanto, desde que você se conheceu por gente, só fez o bem. O amor cobra a multidão dos Então, se a gente está fazendo bem, nós já estamos reparando todo o mal, não importa o mal que seja. E aí o que acontece? Ele perdeu só o dedo. Por quê? Porque tinha sobrado um probleminha psicológico. Ele estava acreditando nas pessoas de que ele era uma boa pessoa. E bom mesmo, como Jesus disse, é Deus. Então o espírito explicou que eles deixaram ele perder o dedo para que ele acordasse para esse fato e aproveitasse, uma vez que ele estava fazendo tanto bem que não fosse uma perdição para ele achar que ele era bom por causa disso. Vamos paraa nossa última pergunta. Na verdade é um pouco um comentário, acho que para vocês comentarem em cima da fala. Para a nossa evolução, o arrependimento, após alguma lesão semelhante, não deveria ser antecedido a autoconscientização daquele que praticou o ato. Visto isso, acreditamos que deveriam ser quatro passos: a autoconscientização, arrependimento, expiação e reparação. Nem sempre quem se arrepende tem a consciência plena do equívoco cometido. Pode ter sido impulsionado por algum tipo de cobrança ou imposição social, material, sentimental, etc. Eh, hoje tá consando para mim, mas eu tive a oportunidade de fazer um comentário sobre esse ponto do arrependimento, né? Eh, muitas vezes o que a gente chama de arrependimento é só uma espécie de pedido de desculpa, né? O arrependimento que promove a mudança é aquele que é fruto da conscientização. Então, ela tá certa no sentido, só que resolveu colocar uma fase a mais, né? Foi o que a gente disse, né? Quando nós pensamos, o arrependimento, ele surge como resultado deste amadurecimento. Quem não amadureceu, de verdade não se arrepende. É, pode até digamos admitir que errou, mas o arrependimento não é admitir-se que errou, não é saber que errou, porque

resultado deste amadurecimento. Quem não amadureceu, de verdade não se arrepende. É, pode até digamos admitir que errou, mas o arrependimento não é admitir-se que errou, não é saber que errou, porque saber que erra, até os brutos sabem, sabem que erram, mas emocionalmente ele não se sente incomodado e desconfortável. O arrependimento pressupõe um certo desconforto como consequência do ato e um desejo de não vivenciar essa situação novamente. Esse é o arrependimento que não pode cair na culpa, como o Carlos bem chamou atenção. Arrepender-se é disso. O batismo de do Batista, o batismo era isso, né? Era a proposta do arrependei-vos, ou seja, caiam em si e comecem uma nova etapa. Não adiantava chegar lá e tomar o o batismo do Batista se você de fato não tinha entendido o convite dele. O simbolismo do batismo era assim: Se reconheça que você tem andado mal e precisa mudar para que a sua vida mude, né? Então, eh, o arrependimento já será consequência. Se não for consequência, na minha interpretação, não é ainda o arrependimento genuíno e não vai possibilitar as a a transformação e desejada e recomendada que virá seguir. Vamos encerrando então a nossa atividade, agradecendo aos nossos facilitadores pelos ensinamentos, pela aula, pelos esclarecimentos de hoje e devolva a palavra para vocês possam fazer suas despedidas. microfone, pode é uma despedida até de tarde. [risadas] Eu agradeço muito mais uma vez a oportunidade de estar aqui, como eu disse na minha apresentação e ao longo, né, é sempre uma oportunidade de aprender, né, e acho que a gente fala melhor daquilo que mais tá precisando refletir, portanto, aprender. E eu considerei hoje essa manhã oportunidade grandiosa, vendo eh o ponto de vista e a opinião eh dos os colegas, dos amigos que estão aqui presentes, que sempre eh como de fato fizeram na manhã de hoje me enriquecem. E agradeço aí a paciência e a a benevolência de de nos ouvir, de me ouvir em particular, fazendo aí os descontos necessários [risadas] que cabem nas minhas respostas.

m na manhã de hoje me enriquecem. E agradeço aí a paciência e a a benevolência de de nos ouvir, de me ouvir em particular, fazendo aí os descontos necessários [risadas] que cabem nas minhas respostas. Também agradecer esse tesouro da doutrina espírita. Camilo diz através do Raul que o espiritismo para nós é uma baú de joias doutrinárias. Somente com tudo aqui que nós conversamos, eu agradeço aos companheiros, a vocês, nós podemos entender uma frase que está lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, né? A dor é uma bênção que Deus envia aos seus eleitos. Queria agradecer a todos, né, pela atenção e terminar essa fala aqui trazendo o verso de uma canção que fala sobre o perdão e que traz um pouco da necessidade do outro em nossa vida para que nós possamos aprender e nos aperfeiçoar. Ela diz assim: "Perdoai muito mais do que estender as mãos e te dizer: "Eu te perdoo, meu irmão". Usar a voz é fácil, apertar a mão também. O difícil é revelar o coração. Mas se o coração perdoa, é fácil de entender, porque o coração é cúmplice do olhar. Perdão que sai do coração é joia rara de encontrar e está na sinceridade de um olhar. Eu te machuquei e reconheço que errei agora. Somente agora eu percebi o tanto mal que eu te cause? Como vou falar de amor se eu não souber amar e eu preciso de você para me ensinar? Se eu me arrependi e revelei meu coração, agora é sua vez de me ensinar uma lição. Eu preciso de você para conhecer a dor ou conhecer a força do perdão. Nosso agradecimento a Samanta por todo o apoio que ela está nos oferecendo aqui. Alessandro Holes, Paulo de Tasso, uma experiência maravilhosa que passamos juntos. Agradecimento a vocês que estão acompanhando as perguntas que enviaram, aos nossos internautas também que acompanham, os que vão ver depois a nossa vibração de muito carinho e de perseverança. Gente, não desistamos nunca. Vamos seguir no trabalho. Nós estamos num processo de reparação para construir a nossa evolução espiritual, como ficou muito claro aqui, não é? Que é uma questão de decisão

ente, não desistamos nunca. Vamos seguir no trabalho. Nós estamos num processo de reparação para construir a nossa evolução espiritual, como ficou muito claro aqui, não é? Que é uma questão de decisão nossa, de vontade nossa e de dedicação da nossa parte, porque Deus já nos deu o que ele tinha que dar. Ele nos brindou de graça a vida. E para que nós seamos dignos de nós mesmos, ele então nos deixou realizar todo o processo que na expressão de Gilberto Roden, que não foi espírita, foi sacerdote católico, mas também teve dificuldades um certo momento, ele diz assim: "Deus nos fez o mínimo possível para que nós nos fizéssemos o máximo possível". pensamento completamente espírita, não é porque é cristão. Muito obrigado. Nós que agradecemos mais uma vez. Até uma próxima oportunidade. Mas que bom que a próxima oportunidade é hoje à tarde. Às 14:30, teremos novamente uma roda de conversa sobre o tema O bem será sempre a nossa melhor companhia. Novamente com esse time, Alessandro Vieira. Carlos Campete, Hércules Romano e Paulo de Tarso. E à noite, às 20 horas teremos a palestra Olhai, Vigiai e Orai com Jorge Godinho do Distrito Federal. Por fim, agradecemos a Deus, inteligência suprema do universo, causa primária de todas as coisas, ao Mestre Jesus e aos benfeitores espirituais, a todos vocês que estiveram aqui presentes conosco no nosso auditório e na nossa transmissão online. Desejamos muita paz, um bom dia a todos. Permaneçam com Deus e até logo mais.

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