Roda de conversa | “Conexões com Sentido: Espiritualidade e Valorização da Vida”
🎗️10 de setembro marca o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Em um tempo de muita conexão tecnológica, mas de escassez de afeto e presença, cultivar vínculos verdadeiros é um desafio urgente, e também um poderoso recurso de proteção à vida. Com esse propósito, a Federação Espírita do Rio Grande do Sul promove no dia 13 de setembro de 2025, às 10h, a roda de conversa on-line “Conexões com Sentido: Espiritualidade e Valorização da Vida”, dentro da Campanha Fé na Vida 2025. O encontro reunirá representantes das áreas doutrinárias da Fergs para dialogar sobre empatia e solidariedade universal diante do sofrimento humano. Participam: Vanessa Pantaleão (Infância e Juventude), Cleto Brutes (Estudo do Espiritismo) e Marlise Ribeiro (Família). Programe-se e participe!
Tudo muda ao nosso redor. As estações passam, os dias chegam ao fim, teorias se modificam, costumes se alteram, patrimônios materiais são transferidos, lideranças se sucedem umas às outras. De um instante para outro, tudo se transforma. Diante da impermanência das situações da vida física, a imortalidade se apresenta como realidade inevitável. Ergueu-se o véu. O mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática. Não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa. São os próprios habitantes desse mundo que nos vem descrever a sua situação. Ante a certeza da sobrevivência do espírito, o preparo para a vida após a vida começa agora. A Federação Espírita do Rio Grande do Sul convida para o seu 13º congresso sob o tema Vida Futura em permanência e imortalidade à luz do Espiritismo. Participe desta experiência imersiva que reunirá estudiosos do Espiritismo em um ambiente de aprendizado, reflexão e reencontro. E mais, todo carbono gerado pelo evento será compensado com um plantil de árvores, reafirmando o compromisso dos espíritas com a sustentabilidade ambiental. Agregue novos sentidos à sua vida nos dias 17, 18, 19 de outubro de 2025 no salão de atos da PUC em Porto Alegre. Acesse congressespiritrs.org.br e realize a sua inscrição. >> Olá, queridos amigos. Um bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à nossa roda de conversa da nossa Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Nós temos nesse diálogo de hoje a temática conexões com sentido, espiritualidade e valorização da vida. Eu sou o Virgílio, atual diretor da área de comunicação social espírita da nossa federação. Sou homem, tenho um cabelo preto, cor da pele clara. Estou vestindo uma camiseta da cor preta, com a estampa do nosso 10º congresso, 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, ao fundo da tela Parede Lisa, na cor bege. Amigos, hoje com essa proposta temática da nossa roda de conversa, que ela está proposta na campanha Fé na vida 2025, que além desta roda de conversa, nós
l, ao fundo da tela Parede Lisa, na cor bege. Amigos, hoje com essa proposta temática da nossa roda de conversa, que ela está proposta na campanha Fé na vida 2025, que além desta roda de conversa, nós disponibilizamos ao nosso movimento espírita alguns materiais que compõem a campanha Fé na vida 2025. Nós podemos acessar esses materiais que este ano estão à disposição de todo o nosso movimento espírita por intermédio do site ww.fergs.org.br/févida. Ali nós encontramos além de cards, vídeos, também uma proposta de temáticas que nós possamos trabalhar em nossas instituições ao longo do mês de setembro. está conosco hoje aqui também, além dos nossos painelistas desta desta roda de conversa, nós temos aqui a Tana e a Luciane que farão a nossa leitura e a prece inicial. Queridas amigas, >> bom dia, amigos. Eu sou Ticiana, mulher branca, cabelos claros, mex. Estou vestindo uma malha marrom e o fundo da minha tela é um papel de parede mesclado com bege. Então, para nossa leitura de hoje, nós separamos um trecho do Evangelho Segundo Espiritismo, do capítulo 5, item dois, que nos diz o seguinte: Todos os sofrimentos, misérias, decepções, dores físicas, perda de seres amados, encontram consolação na fé, no futuro, na confiança, na justiça de Deus que o Cristo veio ensinar aos homens sobre aquele que, ao contrário, nada espera após esta vida ou que simplesmente duvida, as aflições caem com todo seu peso e nenhuma esperança lhe mitiga o amargor. Foi isso que Jesus que levou Jesus a dizer: "Vinde a mim todos vós que estais fatigados, que eu vos aliviarei". Entretanto, faz depender de uma condição a sua assistência e a felicidade que promete aos aflitos. Essa condição está na lei por ele ensinada. Seu julgo é a observância dessa lei, mas esse julgo é leve e a lei é suave, pois apenas impõe como dever o amor e a caridade. >> Bom dia a todos. Sou Luciane Bandeira, mulher morena, de cabelo castanho escuro. Estou vestindo uma blusa bege e o meu fundo de tela é meus livros e um sofá. Nós vamos então
er o amor e a caridade. >> Bom dia a todos. Sou Luciane Bandeira, mulher morena, de cabelo castanho escuro. Estou vestindo uma blusa bege e o meu fundo de tela é meus livros e um sofá. Nós vamos então neste momento fazer a nossa prece. Então, vamos elevar os nossos corações, os nossos pensamentos a Deus, a Jesus, aos amigos luzeiros deste momento que estão conosco e pedimos a assistência, o amparo nesta manhã de hoje, onde o tema é valorização da vida. Que aqui possamos ter sempre a certeza de que Jesus, o nosso mestre, está conosco. Teremos as nossas dificuldades, teremos os nossos desafios que fazem parte da existência terrena, mas que não esqueçamos nunca Jesus está no lene do barco de nossa existência, nos conduzindo e nos amparando. Então pedimos neste momento, Mestre Jesus, nos fortaleça, nos ampare diante das aflições, porque tu mesmo disseste: "No mundo tereis aflições, mas temos a ti, que é o nosso modelo e guia. E com Jesus sabemos que tudo passa. Tudo passa. Então, neste momento, pedimos a assistência e o amparo desses irmãos para a nossa atividade da manhã de hoje. Que seja um momento de muita luz, que seja um momento aonde possamos encher os nossos corações, os nossos pensamentos de muita fé, de esperança, porque necessitamos para a nossa existência sempre dessa espiritualidade amiga. Gratidão por tudo e que assim seja. >> Muito obrigado, Luciane. Muito obrigado, Tice, pela prece de abertura. Amigos, antes de nós iniciarmos o nosso diálogo, a nossa área de arte espírita da nossa FERGs preparou um momento de arte para nós iniciarmos a roda de conversa com o Astre de Godói, que trará para nós assistirmos a música Canção para o Cristo. >> Ventos só para uma brisa. O cenário está pronto para um dia com triste final. Nuvenso céu, o tempo passa e apertam-se as coisas no meu coração. Silêncio, calcias porcas. As lágrimas, olhares e suspiros trazem o temporal. O sol esconde nas nuvens. A imagem da cruz na montanha envergonha a nação. Medo, poços cravados anunciam as mudanças e paz
Silêncio, calcias porcas. As lágrimas, olhares e suspiros trazem o temporal. O sol esconde nas nuvens. A imagem da cruz na montanha envergonha a nação. Medo, poços cravados anunciam as mudanças e paz de uma nova era. Não consigo viver sem pensar em você. Vou seguir os seus passos em busca do amor. Praticar a fé com devoção a Deus e semear a esperança como se planta uma flor. Oh, buscarei os caminhos da fraternidade. Falarei dos exemplos que eu mesmo ouvi. Praticarei a fé, o amor e a caridade. Amarei ao próximo como amei a ti. Buscarei os caminhos da fraternidade. Falarei dos exemplos que eu mesmo ouvi. Praticarei a fé, o amor e a caridade. Amarei ao próximo como amei a ti. Sangue, coroa de espinhos. Cada passo eu te lembro falando a respeito do amor. Pços cravados anunciam as mudanças e paz de uma nova era. Amigos, para a nossa abertura, as considerações inicial, nosso presidente da nossa federação, o Antônio, não pôde estar ao vivo aqui conosco. Ele está em atividade no nosso movimento espírita. Contudo, ele nos enviou uma mensagem muito especial para as considerações iniciais da abertura da nossa roda. >> Olá, amigos, amigas. Eu sou Antônio. Pela presidência da Féx. Estamos aqui também nesta roda de conversa que se inicia e que eu tenho certeza será especial para também lembrarmos que a valorização da vida e esta campanha de fé na vida é uma campanha permanente do dia a dia de cada um que anseia por um mundo melhor e que tem o compromisso como trabalhador espírita, como simpatizante, como espiritualista de algum matiz, termos o compromisso de auxiliar olharmos para que o materialismo, para que o vazio, para que as dores e as aflições não envolvam mais nenhuma alma que deixe por exatamente algum sofrimento não compartilhado, não acolhido, não trabalhado de existir, de viver. No capítulo no capítulo 5to do Evangelho Segundo o Espiritismo, não por acaso o mais longo, né? Kardec coloca os bem-aventurados, os aflitos. Se lá no item 14, quando ele aborda o suicídio e
de viver. No capítulo no capítulo 5to do Evangelho Segundo o Espiritismo, não por acaso o mais longo, né? Kardec coloca os bem-aventurados, os aflitos. Se lá no item 14, quando ele aborda o suicídio e a loucura, ele inicia dizendo o seguinte: "A calma e a resignação auridas da maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. Sabemos ainda avalanche de dores e aflições que se abate sobre a humanidade, especialmente nesse momento de transição planetária. Por isso, é fundamental que nós peg peguemos o fio da meada. Da onde nós viemos, o que que estamos fazendo aqui e qual o futuro que nos espera além desta vida. Por isso é fundamental nós não nos esquecermos que nascer, morrer, renascer ainda, progredir sempre, esta ou tal é a lei. Por isso, meus amigos, temos que nos conhecer para perceber da onde nós viemos. Somos espíritos imortais, herdeiros do universo, filhos de Deus. Estamos aqui no mundo para um aprendizado, um mundo ainda que tem as suas aflições. E não por acaso Jesus nos afirma que nós as teríamos, mas também nos concita o bom ânimo, pois que ele venceu o mundo como modelo, como guia para nós. Ele nos ajuda a que nós possamos no dia a dia, nos relacionamentos, no viver e no conviver, que é a essência da vida, nós tenhamos mais fé, mais esperança. nós possamos aprender a tolerar aqueles que pensam diferente, que muitas vezes pode se tornar uma dificuldade grande, quase que como um espinho no dia a dia, quando não aceitamos, quando procuramos não olhar com os olhos de ver, né, ouvidos de ouvir e um coração para sentir aquela alma, aquela necessidade que por alguma razão tem algum comportamento que nos causa algum tipo de sofrimento. Por isso, vamos procurar compreender, vamos procurar aceitar o próximo e desta forma estabelecer laços de união, de fraternidade, de respeito, de diálogo, começando pelos pontos que nos agregam, que nos aproximam para que gradativamente nós burilemos aqueles
ar o próximo e desta forma estabelecer laços de união, de fraternidade, de respeito, de diálogo, começando pelos pontos que nos agregam, que nos aproximam para que gradativamente nós burilemos aqueles desafios maiores. E por isso que em todos os lares haja respeito, amizade, que nos ambientes de trabalho eu possa construir um ambiente adequado, que na sociedade, nas redes sociais, eu seja aquele que muitas vezes tem aquele comportamento de oferecer a outra face, de a fazer a minha contribuição de tal forma que ela seja produtiva e de evetar tudo aquilo que exalte os sentidos de desafio, de debate, de discussão. para onde nós vamos. E aí é fundamental não nos esquecermos que somos espíritos imortais, vamos continuar a viver em Oceferno. Kardec fala do céu e do inferno e dos espíritos que estão lá nestas condições. Lógico que quem está num estado de consciência, entre aspas, infernal, é porque ele teve uma vida com tendências, ele se materializou, ele levou ressentimentos e por isso está nesse estágio. Aquele que está num estado de bem-estar, eu foi porque ele semeou amizade, tolerância, compreensão, usou os seus talentos da melhor forma possível. E essa é a vida em abundância que Jesus nos coloca e que nos convida. É esse o trabalho e essa lembrança que nós vamos ter com a Vanessa, nossa diretora do Aí, com o Clet, vice-diretor da área de estudo e com a Marles, da área da família, que tem aqui esta eh oportunidade de nos trazer reflexões que eu tenho certeza serão muito significativas na manhã de hoje. Um grande abraço para todos vocês. Valorizemos a vida em todas as suas apresentações, em todos os seus momentos, em todos os seus aspectos. Tenhamos fé na vida e bom ânimo sempre. Fomos criados para felicidade, para superação e para a conquista de um mundo melhor, para que o reino de Deus se estabeleça primeiro nosso coração e depois nós contribuamos para instalar no coração de toda a humanidade. Muita paz, um abraço a todos. Então, queridos amigos, para nos acompanhar hoje nessa roda de conversa,
a primeiro nosso coração e depois nós contribuamos para instalar no coração de toda a humanidade. Muita paz, um abraço a todos. Então, queridos amigos, para nos acompanhar hoje nessa roda de conversa, depois dessa fala amorosa do nosso presidente, que já brevemente apresentou aqui os nossos painelistas, nós reforçamos que estamos aqui acompanhados dessas lideranças espíritas que que representam, além do movimento espírita gaúcho, as áreas da nossa federação. Lembrando a todos que estão assistindo para participar conosco através do nosso chat e enviar as perguntas para que a gente possa também engrandecer esse evento com a com a com o compartilhamento de todos vocês. Então, partimos agora paraa apresentação dos nossos painelistas. Cada um fará a sua apresentação e a sua autodescrição. >> Bom dia, amigos e amigas. É uma alegria estarmos aqui. Eu sou o Cleto Brutes, sou vinculado à área de estudo do espiritismo da FS. Eu sou um homem, tenho cabelos brancos, tenho 62 anos de idade, pele clara, estou usando óculos, uma camisa e um colete azul escuro, ao fundo na minha tela, a uma parede branca, um quadro e também uma estante com livros. Uma alegria muito grande estarmos aqui, pensarmos e refletirmos sobre o nosso bem mais precioso que é a vida. E eu sou Marlise Ribeiro, tenho a pele branca, os cabelos mexdos. Eu tô vestindo a camiseta do Congresso Espírita do 13º Congresso Espírita que é preta e tem a imagem do congresso bem colorida. E no fundo é uma parede clara também. muito feliz por essa oportunidade de conversarmos sobre as conexões com sentido, sobre a valorização da vida, eh, uma vez que a defesa da vida, a valorização da vida é permanente, é diária, este mês se intensifica, porém, né, estamos trabalhando sempre, né, neste empenho de valorizarmos essa oportunidade reencarnatória. Então, bom encontro a todos e contamos com a participação aí dos irmãos que já estão conectados também para contribuir na nossa roda de conversa. >> Bom dia a todos. Meu nome é Vanessa
reencarnatória. Então, bom encontro a todos e contamos com a participação aí dos irmãos que já estão conectados também para contribuir na nossa roda de conversa. >> Bom dia a todos. Meu nome é Vanessa Panta Leão, estou atualmente como diretora da área da infância de Vel. Então, eu sou uma mulher, tenho a pele clara, meu cabelo é preto, ao fundo tem uma parede branca e algumas plantas verdes e uns girassóis amarelos e visto uma blusa amarela. Sejam todos bem-vindos e aproveitem este momento. Muito obrigado amigos pelas apresentações. Então, iniciando a nossa propriamente a nossa roda de conversa, como a Ticana já comentou, podemos eh participar por intermédio do chat dessa conversa de hoje. Nós já notamos aqui que temos vários trabalhadores do nosso movimento espírita aqui que estão assistindo. Já vi que tem gente de Bagé, de Alegrete, Porto Alegre, Santa Maria, de fora do estado também aqui de de Rio Branco. Então, que possam ao longo da nossa conversa, eh, pode inserir as suas perguntas, considerações por intermédio do chat para que possamos juntos fazer essa construção e esse diálogo. Meus amigos, para iniciarmos a a nossa conversa, eu gostaria de fazer uma pequena introdução e aí e aí passar para as considerações dos nossos amigos. Eh, pensando, né, nessa nessa conexão com sentido e reflexão sobre o sentido da vida, me traz à mente muito a uma passagem de Mateus, onde ele comenta a respeito dos nossos tesouros e pensamento, onde ele nos diz que onde estiver o nosso tesouro, ali também estará o nosso coração com que nos conectamos. E pensando nesse mote, né, da temática da nossa conversa de hoje, de pensarmos da nossa vida, da nossa missão, do nosso propósito, seja conosco, seja com o próximo, com Deus, o que que significa esse estabelecer as conexões com o sentido, com a espiritualidade? Como é que essa ligação pode nos ajudar a viver com mais propósito e sentido? Amigos e amigas, essa essa frase de Jesus, ela é muito significativa, porque efetivamente aonde nós colocamos
ritualidade? Como é que essa ligação pode nos ajudar a viver com mais propósito e sentido? Amigos e amigas, essa essa frase de Jesus, ela é muito significativa, porque efetivamente aonde nós colocamos o nosso tesouro, ali estarão as nossas conexões, as nossas vibrações. Mesmo para para quem não se dá conta, nós agimos motivados por interesses. Dessa forma, a nossa vontade, que é uma das potências da alma, ela vai estar sendo direcionada a partir dos valores, das virtudes, do nosso propósito, como nós interpretamos a vida, como nós vivemos a vida e aquilo que nós valorizamos da nossa existência. Então, eh, é importante nós estarmos sempre pensando, refletindo sobre quais têm sido as nossas buscas, o que efetivamente nós valorizamos, o que que tem nos motivado a viver, quais são as nossas intenções naquilo que nós fazemos, naquilo que nós realizamos. No livro a Gênesis, no capítulo 17, item 7, Kardec vai anotar que hoje não são mais as entranhas do planeta que se agita, mas da humanidade. Há um indicativo que estamos vivendo nesse momento, angustiados, aflitos, insatisfeitos. E por isso nós já sabemos o caminho que nós precisamos nos conectar mais com Deus, conosco mesmo, com o nosso próximo, nos conectar com a nossa missão. A insatisfação, esses conflitos internos que nós vivemos, isso é positivo porque significa que estamos atentos, estamos despertos. O que fazer? Então, o primeiro passo é buscar dentro de nós, não fora de nós. Normalmente buscamos fora de nós a solução dos problemas que estão dentro de nós. Buscar em nós e não no mundo. verificar se aquilo que nós estamos fazendo, ela nos aproxima de Deus, nos aproxima do próximo, nos aproxima da nossa missão, que é estarmos aqui eh vivendo, buscando o nosso aprendizado e também de serviço. Importante pensarmos como temos utilizado o nosso tempo, esse esse recurso precioso, os nossos talentos, a inteligência, o conhecimento que temos, como temos utilizado, como têm sido os nossos relacionamentos, pensar, nós geramos alegria ou sofrimento na vida
se esse recurso precioso, os nossos talentos, a inteligência, o conhecimento que temos, como temos utilizado, como têm sido os nossos relacionamentos, pensar, nós geramos alegria ou sofrimento na vida dos outros. Isso é importante eh refletirmos. Eh, temos pensado mais no nosso interesse pessoal ou a gente já consegue perceber também a coletividade e de alguma forma empreender ações e em benefício dela. É importante pensar como temos eh visto o trabalho como apenas com uma obrigação, um dever ou já conseguimos ver algo mais, a possibilidade de contribuirmos através dele com a nossa coletividade? Outro ponto importante para pensarmos qual tem sido o conteúdo dos nossos pensamentos e dos nossos sentimentos, porque com eles nós vamos nos conectar conforme o teor mentes que estão pensando e sentindo da mesma forma. nos conectamos também com o plano espiritual e a a depender do conteúdo, nós vamos estar nos conectando com alegria, com tristeza, com a esperança ou com a desesperança. Refletir sobre esses questionamentos é fazer um um exame profunda na nossa vida e perceber efetivamente aonde estamos colocando o nosso tesouro, o que que estamos fazendo aqui do nosso do nosso tempo. Importante também pensarmos que buscar nos conectar com aquilo que é positivo, com aquilo que é construtivo. Olhamos pra rosa e não valorizamos tanto o espinho. Quando chove, valorizamos essa essa bênção que é a chuva que renova a nossa psicosfera. olhar para os nossos irmãos de caminhada e perceber o seu lado bom, positivo, construtivo, ser indulgente para com as imperfeições. Isso é fundamental. E se estivermos em dúvida como fazer, como agir, busquemos na prece que esse canal dedicado que nós temos com as esferas superiores, onde vamos encontrar a orientação, vamos encontrar o apoio, o suporte para que possamos viver com mais plenitude aqui na vida. E sempre, meus amigos e minhas amigas, quando nos sentimos frágeis, nos sentimos eh em desesperança, busquemos nos conectar com Deus, busquemos nos conectar com o
iver com mais plenitude aqui na vida. E sempre, meus amigos e minhas amigas, quando nos sentimos frágeis, nos sentimos eh em desesperança, busquemos nos conectar com Deus, busquemos nos conectar com o próximo, que o próximo é o caminho para Deus. Buscamos nos conectar com a nossa história, sem lutar contra ela. Busquemos nos conectar com a nossa missão e assim nós vamos novamente nos sentir fortes e com as plenas condições de cumprir com o nosso compromisso reencarnatório aqui na matéria. Neto, mais ou menos metade do que eu tinha pensado em falar, ou 90% su já trouxe muito com muita propriedade, porque é bem isso, nossa roda de conversa, nós vamos estar assim complementando as salas, conversando juntos, aprofundando uma reflexão. Provavelmente não vamos falar nenhuma novidade aqui pro nosso pro nosso público, que é por enquanto a maioria que nós percebemos aqui já é espírita, né? Então, mas é importante a gente refletir assim, temos o conhecimento e será que já temos a sabedoria de usar esse conhecimento? Aí o Vinícius trouxe na obra Educação para vida, né? Eh, algumas reflexões muito boas assim, como saber pode virar sabedoria, porque eh talvez todos nós saibamos, né, eh o que precisamos fazer, mas como o Coron propôs, vamos nos analisar, né? estamos nos cuidando, estamos cuidando das nossas relações. Então, quando nós eh buscamos o autoconhecimento e isso já há milhares e milhares de anos nos é propôso, conhece-te a ti mesmo. É o primeiro passo. O Evangelho Segundo o Espiritismo nos retoma isso, nos conhecermos para quê? pra gente ver assim que que nós temos de potencialidades, de fragilidades, o que que nós precisamos reforçar positivamente e o que que nós precisamos ajustar, transformar? Porque nós não vamos passar por essa trajetória de vida eh sem nos modificarmos. Agora, pelo livre arbítrio, nós podemos escolher sermos melhores, nos tornarmos melhores ou não. Podemos estacionar, podemos demorar mais tempo. Então, sentido e propósito. Vamos pensar um pouquinho. Quando nós temos um
rbítrio, nós podemos escolher sermos melhores, nos tornarmos melhores ou não. Podemos estacionar, podemos demorar mais tempo. Então, sentido e propósito. Vamos pensar um pouquinho. Quando nós temos um propósito, uma finalidade, nós vamos em busca do qual é o caminho que nos leva a esse propósito maior. E aí nós temos pequenos propósitos no dia a dia, né? Metas, objetivos que são importantes que tenhamos. Que que eu vou fazer hoje? Que que eu vou fazer amanhã? Planejar. Por que que é importante planejar? Porque o planejamento da nossa vida já inicia lá antes de reencarnarmos. Existe um planejamento reencarnatório e nesse planejamento a gente assume compromissos conosco mesmo e com os outros. E nesse compromisso com os outros vem a composição da família, dos espíritos que vamos encontrar ao longo da nossa existência. Então, somos todos espíritos imortais, né, nos reencontrando para nos auxiliarmos uns aos outros, para construirmos juntos essa mudança que nós queremos em nós, na nossa vida e no mundo. Então, o propósito maior da nossa vida, nós sabemos que é sermos felizes, é nos aperfeiçarmos. é chegarmos à perfeição, a esse mundo de, né, de felicidade, de regeneração, enfim, estamos no processo, na transição, mas quais caminhos nos levam, como o Clet colocou antes, o que que nos aproxima do propósito maior e o que que nos afasta. Então, o sentido que nós damos as coisas, os significados, isso faz sentido para mim? O que nós estamos falando agora faz sentido? Então, é uma pergunta que a gente precisa eh está sempre se fazendo. Isso faz sentido nesse momento? É o momento de agora ou nós precisamos aguardar o tempo do outro? Porque nós vamos semear a O que que nós vamos semear? Amor. Por quê? Porque a nossa essência de amor, isso é colocado em todas as criaturas. Todos nós reencarnamos com esta essência de amor no fundo dos nossos corações. Então é este amor que precisa desabrochar, desejar, espalhar em ações, em atitudes, na nossa comunicação com os outros. E daí vem escutar o outro, a escuta
sência de amor no fundo dos nossos corações. Então é este amor que precisa desabrochar, desejar, espalhar em ações, em atitudes, na nossa comunicação com os outros. E daí vem escutar o outro, a escuta empática, que nós vamos falar mais depois sobre isso, sobre a empatia, a solidariedade. Mas Jesus, vamos retomar Jesus e que é o nosso mestre, nosso guia. Quando nós pensamos como Jesus agiria, o que Jesus faria, como Jesus agiu, Jesus sempre falou de forma simples no contexto de vida de cada um. Então, o que eu estou dizendo faz sentido nesse contexto para esta pessoa? O que o silêncio às vezes fala mais do que as palavras, atitude de respeito pelo outro, de compreender o que o outro tá passando verdadeiramente, porque eu não posso estar dizendo pros outros o que ele deve fazer ou não deve fazer, né? Cada um tem que buscar em si essas respostas, mas eu posso, né, mostrar caminhos, eu posso primeiro compreender e devo primeiro compreender para depois refletindo juntos buscar alternativas juntos. Então, isso nós vamos estar falando mais também eh ao longo do nosso bate-papo. >> Muito bem, né? Tivemos muitas reflexões aí com os amigos e pensando, né, nessa perspectiva da nossa roda de conversa, né, que sobre a as nossas conexões, quando quando que nós estamos tendo conexões com sentido. Isso faz toda a diferença quando nós falamos em valorização da vida, porque entendemos que a conexão ela nos faz com que quando nós estamos dando um sentido paraa nossa vida, que nós busquemos principalmente essa conexão com a espiritualidade, que ela é a base da nossa existência, da nossa condição, para que estejamos bem amparados, bem instruídos e e sendo assim, né, até mesmo no próprio evangelho, eh Kardec nos nos orienta, né, através dos espíritos que cada um de nós tem uma missão a cumprir. Já foi dito isso, né? Mas é importante a gente reforçar nessa questão de valorização da vida que nós não estamos aqui eh por acaso, não estamos de passagem, nós vivemos um mundo de provas e expia ações e é a
dito isso, né? Mas é importante a gente reforçar nessa questão de valorização da vida que nós não estamos aqui eh por acaso, não estamos de passagem, nós vivemos um mundo de provas e expia ações e é a partir disso que nós vamos evoluindo. É isso que vai dando sentido. Qual é o propósito que nós estamos buscando paraa nossa caminhada? Então, a nossa missão aqui nesse mundo, independente dela ser grande ou ela ser pequena, precisamos entender que ela precisa ser valiosa, que cada um de nós olhemos paraa nossa vida, pra nossa existência com valor e que todo o progresso realizado, ele sendo grandioso ou não, ele é importante. nessa jornada e e a partir disso, eh, nós precisamos também fazer um trabalho de autoconhecimento. Quando nós fazemos esse trabalho de autoconhecimento, nós começamos a nos olharmos e a vermos o que realmente faz sentido nessa caminhada. Então, nós vamos nos sintonizando com as razões da nossa existência. E assim, né, nós vamos também nos conectando, quando nós nos conectamos com nós mesmos através do autoconhecimento, vai nos permitindo essa facilidade de nos conectarmos com o nosso próximo. Vamos entender o outro, né? Ã, pensando, né, na questão que quando nós pensamos no outro, nós estamos ajudando muitas vezes, seja com uma palavra, com um gesto, uma pequena ação. E mas isso também é uma forma de cumprirmos a nossa missão quanto espíritos imortais, quanto espíritos encarnados. E assim nós vamos nos sentindo úteis. Isso também vai nos nos preenchendo a nossa vida de propósito de que nós não estamos aqui de uma forma egoísta. Nós estamos aqui por nós e também auxiliando os outros, né? e vamos sentindo úteis e integrados a esse plano divino. E e lembrando sempre que a nossa conexão com Deus, ela ela é muito importante, porque é a sintonia que nós estamos conectados com o bem, com as leis divinas, especialmente com a lei de justiça, de amor e de caridade que regem o nosso universo. E assim, apesar de todos os desafios que nós nos sentemos, até mesmo para essas conexões,
em, com as leis divinas, especialmente com a lei de justiça, de amor e de caridade que regem o nosso universo. E assim, apesar de todos os desafios que nós nos sentemos, até mesmo para essas conexões, para que tenhamos uma conexão com sentido, que possamos valorizar mais a nossa vida, nós também precisamos pensar que todos nós, perante os olhos de Deus, nós existe uma ordem e um propósito maior e cada um fazendo a sua parte, cada um dando a sua contribuição, vai somar para um todo. E assim, quando nós estabelecemos essas conexões, a nossa missão com o próximo e com Deus, como ensinado nas obras de Allan Kardec, ela não fica apenas no ideal, ela vai tornando o nosso caminho uma vida mais plena e feliz. Não é aquela plenitude perfeita, mas nós vamos nos sentindo mais preenchidos de que nós temos algo a fazer neste mundo, nos trazendo senso de pertencimento, de que nós estamos fazendo algo. Isso é muito é muito importante paraa nossa vida quando nós nos damos conta, né, de que nós não estamos aqui de passagem, estamos aqui participando de uma grande construção coletiva. E por isso que é tão importante esse momento de alinharmos as nossas conexões com a nossa missão, com o próximo e também com Deus, para assim estarmos conectados sempre aos nossos aos planos divinos e também sempre buscando essa valorização da vida. E pensando então amigos nessas conexões com sentido, nesse nosso tema da nosso da nossa roda de conversa, trazendo isso pro nosso dia a dia, né? Pensando no nosso dia a dia, incluindo a nossa família, trabalho, amigos, o centro espírita e outros aspectos. A gente pode pensar qual a relevância da empatia e da solidariedade ao olharmos para a espiritualidade, assim como uma forma de valorizar a vida. Podemos pensar que além dessa maneira de promover a fé na vida entre amigos e os companheiros que enfrentam sofrimento psicológico, mas que tem uma visão materialista, que não conseguem enxergar além do momento presente e não mostram interesses por assuntos religiosos espirituais. como a
eiros que enfrentam sofrimento psicológico, mas que tem uma visão materialista, que não conseguem enxergar além do momento presente e não mostram interesses por assuntos religiosos espirituais. como a gente pode ajudar e com o que contribuições a gente pode trazer da nossa doutrina para essas pessoas que ainda não despertaram para essa parte espiritual. Então, todos nós sofremos, né, e de formas diferentes, com intensidades diferentes. Inclusive tem pessoas que pensam que por se dedicar alguma religião, né, vão ficar livres do sofrimento. E quando vem um sofrer, ah, mas eu fiz tanta coisa, né? Eu me esforcei tanto, né? Eu segui direitinho todas as eu as orientações. Eu sou espírita, eu fui no centro espírita toda semana, eu fiz palestra, eu estudei tal e agora me acontece isso como, né? Parece, parece mentira, mas acontece aquela expectativa de que, eh, vamos ser poupados, né, por essa com certeza que a nossa atitude no bem atenua, né? vai atenuando os nossos débitos, vai amenizando, porque toda dor e e também toda a dor tem uma finalidade. Então, quando a gente vai se transformando, né, aquela dor que viria talvez uma intensidade maior, ela pode vir até mais atenuada com pelo quê? Porque nós estamos eh conquistando aí na contabilidade divina créditos que vão abater nossos débitos, né? Então nós temos que pensar nessa contabilidade, mas a dor ela chega para todos. E Jesus quando tu diz bem-aventurados os aflitos e ele se coloca à disposição, vós que estais cansados e aflitos, né? E ele abre os braços, ele acolhe. Então esse modelo de acolhimento de gente saber, eu tô sofrendo e aí se eu sou espírita e sei que alguma coisa eu fiz para passar por isso, ou é uma expiação ou é uma prova, tem uma finalidade, pode ser as duas coisas, né? Toda expiação é uma prova. Nem toda prova pode ser uma expiação, mas enfim. Quando eu compreendo o sentido da dor, quando eu compreendo a finalidade da dor, dói menos? Será que dói menos? Ou será que eu tenho o curativo, né? A compreensão me ajuda,
er uma expiação, mas enfim. Quando eu compreendo o sentido da dor, quando eu compreendo a finalidade da dor, dói menos? Será que dói menos? Ou será que eu tenho o curativo, né? A compreensão me ajuda, né, a acalmar meu meu desespero. Então, quando Jesus acolhe a nossa dor e quando o centro espírita, quando as todo serviço de acolhimento acolhe a dor do outro, nesse acolhimento precisa haver o quê? o espaço para que o outro fale, para que o outro chore, para que o outro fique em silêncio, mas que a dor seja colhido da forma como ela chega, sem julgamento, sem conselhos, assim que faça isso, faça aquilo, faça aquilo outro, porque muitas vezes a gente sabe o que precisa fazer, só que ainda a gente tá sem forças. Então, precisa ir no médico? Sim, mas eu tô sem forças ir ao médico. Precisa buscar ajuda? Sim, mas eu tô sem forças de buscar ajuda. Então, se eu tô sem forças de buscar essa ajuda, eu preciso que alguém segure a minha mão e vá comigo. Então, muitas vezes, né, a solidariedade vem dessa empatia de se colocar neste lugar do outro, que sabe, que conhece essa dor, que sabe a finalidade da sua dor, mas que está cansado, que está fragilizado. E mesmo as pessoas com vínculos religiosos espiritualizadas tem seus momentos, t seus períodos de fragilidade. Então, pegar a mão, ir junto, eu vou contigo. Eu eu não consigo sair de casa. Eu tô com pânico, eu não consigo ir. Eu te busco. Vamos junto. Então, não é só dizer pro outro que ele tem que fazer, é se colocar ao lado do outro e muitas vezes entender o silêncio. Espírita chora. Sim, chora porque a dor ela precisa ser expressa, tristeza. Então isso também são permissões espírita tem transtorno mental. sofrimento psíquico tem. Então, nós precisamos compreender uns aos outros, buscar ajuda, aceitar ajuda. E aí nós vamos estar falando dentro dessa empatia, desta solidariedade. Nós vamos estar falando também de buscar o tratamento médico, a psicoterapia, as redes que estão, né? Tem redes de saúde pública, tem os cross, os
ar falando dentro dessa empatia, desta solidariedade. Nós vamos estar falando também de buscar o tratamento médico, a psicoterapia, as redes que estão, né? Tem redes de saúde pública, tem os cross, os ambulatórios, tem os casos, os crias e precisamos acessar e ensinar as pessoas e até ir junto, né, com aquele irmão naquele momento, se ele não tem condições de ir por ele. Ah, você tem que ir no centro espírita, você precisa ler. Como que é isso para cada um? Eu estou lendo, eu estou indo, mas não tô, não tô entendendo. Então, o fraterno no centro espírita, esse acolhimento fraterno na casa espírita, o acolhimento na nossa família, né? Acolhermos, nosas dá tempo, eh, olhar no olho, sentir, porque muito mais do que a palavra sentir, sentir o outro. Porque às vezes perguntar como é que tu tá? Tô bem. Tá tudo bem? Sim, tudo bem, mas não tá tudo bem. Então tu sente que não tá tudo bem. Então tu vai dar, tu vai dar um tempo, tu vai aprofundar isso, mas como é que tá isso, como é que tá aquilo, né? vai ficar junto sem pressa. Aí é que tá a questão de sem pressa. Pra gente auxiliar não pode ter pressa, porque no início a pessoa pode falar superficial, depois ela vai se aprofundando, abrindo seu coração. E aí nós temos o atendimento fraterma online da Federação Espírita Brasileira. 24 horas por dia a gente precisa divulgar. todos os dias e usar este serviço, né, eh, que é a luz da doutrina espírita. E quem não é espírita e quem não tem o CVV. Para quem não acredita em espiritualidade, quem não não ainda não se conectou com isso, tem o centro de valorização à vida, o é o número 188, 24 horas por dia, para colher a dor, para escutar, para ser o colo, para ser aquele amigo temporário. Então, para dar aquele suporte emocional naquele momento difícil, na tempestade da alma, e sim falarmos de esperança. Não precisamos de estatísticas de violência, de suicídio para estudar os outros. Nós precisamos de estatística para justificar a nossa nosso projeto, a nossa ação, porque o que nós precisamos
perança. Não precisamos de estatísticas de violência, de suicídio para estudar os outros. Nós precisamos de estatística para justificar a nossa nosso projeto, a nossa ação, porque o que nós precisamos levar entre a fé no futuro, né? Nós vamos superar isso enquanto humanidade. A humanidade não vai perecer, a humanidade vai progredir, né? Existe todo o processo de evolução. Essa lei do progresso do amor está em todos, não depende de crenças. Vou parar por aqui porque acho que já falei bastante. Quando nós pensamos em valores da vida, quando nós pensamos em propósito, em sentido, em significado, normalmente nós pensamos nas grandes coisas, nos grandes projetos, né? E e a fala da Alise, ela nos traz essa questão de cuidarmos, de olharmos as pequenas coisas. Então, todos nós podemos encontrar sentido e significado na nossa vida, cuidando exatamente das pequenas coisas, dos pequenos detalhes, cumprindo com os nossos deveres aqui na reencarnação. E aí nós temos que lembrar de novo a questão 132 do livro dos espíritos, que todos nós reencarnamos, que a reencarnação é o único meio de nós atingirmos a perfeição. É um determinismo divino. Não há como nós atingirmos a perfeição sem passar por aqui. E ao passar por aqui, nós vamos passar por provas, as vicissitudes da vida como necessidade de amadurecimento espiritual, né? Mas como alguém já colocou ali no chat, nós não temos aqui apenas compromissos individuais, nós temos compromissos coletivos, por isso a necessidade da solidariedade. E todos nós que reencarnamos aqui, nós, no nosso projeto reencarnatório está previsto os recursos, as condições, as experiências para que a gente possa cumprir com esse com esse planejamento, com esse compromisso. Então, nós podemos pensar, por exemplo, como valorizar a nossa atuação na família. Veja o quanto nós podemos contribuir estando juntos lá com esses espíritos que escolhemos viver juntos, nos apoiando, nos sustentando nas nossas nas nossas lutas, sendo solidário com as dificuldades, percebendo as dificuldades do outro
r estando juntos lá com esses espíritos que escolhemos viver juntos, nos apoiando, nos sustentando nas nossas nas nossas lutas, sendo solidário com as dificuldades, percebendo as dificuldades do outro também colaborando nas nas tarefas domésticas, nas tarefas que são da desse são comuns nesse nesse espaço coletivo em que nós que nós vivemos. Também pensando no trabalho, nós precisamos pensar no no impacto que nós geramos na vida do outro lá com o nosso trabalho, procurando fazer mais e melhor aquilo que nós fazemos. E aí nós precisamos ter um outro olhar sobre o trabalho, não apenas eh se restringir nessa relação de de emprego, de ou de serviço, que ele é remunerado eh financeiramente. A lei, o trabalho é uma lei, está dentro das leis, das leis divinas como uma necessidade nossa. Então, nós podemos através do trabalho desenvolver a inteligência e também desenvolver a moralidade. E a gente não consegue perceber isso, quanto trabalho é importante paraa evolução do espírito. Ah, o conhecimento, as aptidões, as técnicas que nós vamos desenvolvendo, elas vão nos auxiliar no desenvolvimento do nosso intelecto. as as relações interpessoais que elas acontecem nesse nesse ambiente do trabalho, o quanto nós podemos crescer espiritualmente, crescer moralmente, ajudando o outro, sendo solidário, sendo fraterno, trabalhando juntos. E é importante nós nós pensarmos, eh, colocar um pouco mais de valor naquilo que nós fazemos. Vamos, vamos pensar algumas situações bem simples. Vamos imaginar que nós trabalhamos construindo uma casa, independente do da função que nós exercemos no contexto de uma obra material. Veja, se a gente pensar, eh, não é apenas um prédio material, nós estamos ali construindo um espaço para uma família vai viver quantos momentos bons, quantas relações vão ser construídas na naquele espaço. Veja que a gente começa a olhar pro trabalho de uma outra forma. Por exemplo, se a nossa, nas nossas atribuições está o ensino, a educação, por exemplo, somos educadores, veja a importância que é nós
Veja que a gente começa a olhar pro trabalho de uma outra forma. Por exemplo, se a nossa, nas nossas atribuições está o ensino, a educação, por exemplo, somos educadores, veja a importância que é nós eh contribuirmos com a formação intelectual do outro ou a formação moral. Se as nossas tarefas têm a ver com a saúde, por exemplo, né, o quanto é importante nós contribuirmos com a vida do outro, com a saúde do outro, veja, eh, é uma questão de de perspectiva, uma questão de de valor, seja qual for a nossa ocupação, todas as tarefas nós podemos agregar valor. E aí é nesse sentido, e nós temos uma pergunta no chat que como nós podemos auxiliar os jovens, por exemplo, a a ter mais amor à vida? Exatamente. Pensando sobre essa perspectiva de fazer com que eles possam perceber que aquilo que eles fazem t importância, que as pequenas tarefas têm importância, que aquilo ali está contribuindo para sua paraa sua evolução. Na vida social, por exemplo, nós podemos e eh de forma harmoniosa, no trabalho voluntário que nós realizamos, o quanto nós podemos ajudar a interferir positivamente na vida na vida do outro, o quanto e é nesses espaços que a vida nos convida para dignificar a vida do outro. E quanto mais nós dignificamos a vida do outro, mais valor nós estamos dando paraa nossa vida e pra vida do outro também. E veja que estrategicamente a providência divina ela estabelece a a essa necessidade de nós vivermos juntos. Por isso nós precisamos ser solidários e nós precisamos uns dos outros. Nós precisamos do próximo, né? Aquele que está junto conosco, para que a gente possa amá-lo. E ninguém consegue viver sem o outro próximo. A gente pode pensar quanto tempo da vida nós precisamos do outro. Então veja, se nós viermos aqui vivermos apenas para nós, quando nós voltarmos pro mundo espiritual, nós vamos voltar com uma dívida imensa, porque nós só recebemos na contabilidade da vida não vai fechar. Então nós precisamos pensar. E quando, meus amigos, minhas amigas, quando nós percebermos em nossa vida alguns traços
ma dívida imensa, porque nós só recebemos na contabilidade da vida não vai fechar. Então nós precisamos pensar. E quando, meus amigos, minhas amigas, quando nós percebermos em nossa vida alguns traços de altruísmo, podemos ter certeza, a nossa vida tá tendo sentido, a nossa vida está tendo significado. E aí e e é esse enfoque que às vezes a gente precisa precisa olhar essas pequenas coisas. Nós que somos espíritos eh imperfeitos, que estamos aqui todos em provação, a nossa atuação no mundo, ela se restringe muito a essas pequenas coisas. no cotidiano, no trabalho, na família, na vida social, aonde nós estivermos. Também, como a Marlise muito bem falou, também nós podemos perceber as dificuldades de uma forma diferente. Tudo que nós vivemos aqui, ele é justo, mas também é útil. Quando nós percebemos a utilidade daquilo que nós estamos vivendo, o quanto isso pode ser transformador paraa nossa vida, um momento aflitivo de angústia, de dor, se nós conseguirmos eh focar no aspecto do aprendizado, nós vamos ter muito mais força para passar por essa dificuldade. Não é que o fardo diminui, como a Marlise disse, não é que a dor diminui, mas é que a nossa força, a nossa coragem para passar por aquelas esperanças, experiência, ela ela se multiplica, né, quando nós estamos conectados com Deus. Então, quando nós olhamos a vida sobre essa perspectiva do espírito imortal, e essa talvez seja a nossa grande contribuição, tanto pros jovens ajudá-los a se perceber como um espírito mortal, que estamos aqui vivendo uma experiência terrena. Isso é isso é fundamental. E acima de tudo nós temos que lembrar de uma de uma síntese que é um resumo que Jesus nos apresenta como um roteiro de vida e que vai nos ajudar a viver com muito mais um fazer ao outro tudo aquilo que nós gostaríamos que o outro fizesse por nós. Esse é um princípio básico da fraternidade, da solidariedade. Assim nós vamos ter uma vida mais plena. E aí a proposta para aqueles que às vezes não se interessam por religião ou por espiritualidade, mas
e é um princípio básico da fraternidade, da solidariedade. Assim nós vamos ter uma vida mais plena. E aí a proposta para aqueles que às vezes não se interessam por religião ou por espiritualidade, mas com certeza se interessam na sua felicidade. Isso é é um roteiro para sermos felizes. E nós gostaríamos deixar uma proposta, fazer uma experiência, uma um dia, uma semana, um mês, procura ser mais fraterno, ser mais solidário, né? Procura em todos os ambientes, né? procura fazer ao outro tudo aquilo que gostaria que o outro fizesse e experimente, porque essa é uma proposta que já foi testada e foi aprovada por milhões de almas. Então, com certeza nós também vamos ter ex dos nossos empreendimentos. >> Muito bem, né? Aproveitando a oportunidade ali da pergunta da Ana Freire, não vou poder deixar de falar sobre os nossos jovens, como que como que a gente pode ajudá-los, né, a terem mais amor à vida no cotidiano. Ã, na questão do livro dos espíritos, a 385, os espíritos nos explicam que os jovens eles passam por diversas mudanças, né? E quando eles vão retomando a sua natureza genuína, né? Antes eles tinham ali a sua a sua natureza um tanto mais oculta pela questão da inocência infantil, que é uma aparência que protege-os a através das suas fragilidades quanto criança e garantindo os cuidados e também favorecendo a educação, né, daqueles que são os seus responsáveis. Diante disso, nós precisamos, para que possamos auxiliar esses jovens a a terem mais amor à vida, precisamos sempre lembrarmos, lembrá-los de que eles são espíritos imortais em desenvolvimento, assim como nós, que eles também têm os seus desafios e que a gente precisa mostrar para eles que eles não não sofrem sozinhos, que nós também sofremos. nos colocarmos numa posição de de igualdade, de equidade, de que eles têm desafios que nós também temos, que nós também já enfrentamos na adolescência, que todos nós trazemos os nossos atavismos, mas a partir de tudo isso, nós temos os nossos propósitos e e assim nós vamos investindo na
nós também temos, que nós também já enfrentamos na adolescência, que todos nós trazemos os nossos atavismos, mas a partir de tudo isso, nós temos os nossos propósitos e e assim nós vamos investindo na valorização da vida, incentivando ao autodescobrimento que nem nos nos elucida a nossa benfeitora lá do nosso querido Divaldo, Joana deângeles, que cada um de nós nós podemos através do autodescobrimento, ter adquirirmos essa clareza de onde estamos e para onde estamos indo, né? E assim também trazendo em mente que eles devem entrar em muitos conflitos, como nós também já entramos e às vezes entramos de novo nessa questão de como estar no mundo sem ser do mundo, né? Então, eh, quando nós somos do mundo, é porque nós estamos vivendo seguindo a massa. Nós estamos ali, ã, não em busca do nosso sentido existencial, não da nossa conexão com nós mesmas, nós vamos seguindo a massa. Só que isso não é o objetivo. Nem sempre isso está alinhado com as leis de Deus e com aquilo que cada um de nós acredita intimamente. Então, quando nós não estamos conectados com a maioria, nós normalmente fazemos escolhas diferentes e aí aparentamos que nós não estamos valorizando talvez a nossa caminhada, mas muito pelo contrário, se as nossas escolhas forem salutares, apesar de não estarmos seguindo a massa, nós precisamos ã ficarmos tranquilos e felizes e termos um pensamento crítico quanto às nossas escolhas, porque a gente sabe o que é certo, o que é errado, o que é bom, o que é mal. E assim nós vamos caminhando e termos um salto de consciência de que não concordar com o que acontece de ruim não é ruim. É um avanço no nosso progresso, é um avanço na nossa caminhada. E muitas vezes esses incômodos que nós temos são incômodos do bem, porque nós vamos rompendo com coisas que se que talvez iriam nos comprometer diante a nossa na nossa encarnação. E quando nós rompemos essas ligações com aquilo que não é nobre, com aquilo que não é levado, com aquilo que não é bom, nós estaremos eh colaborando para a nossa saúde, a nossa saúde
nossa encarnação. E quando nós rompemos essas ligações com aquilo que não é nobre, com aquilo que não é levado, com aquilo que não é bom, nós estaremos eh colaborando para a nossa saúde, a nossa saúde física, a nossa saúde espiritual, a nossa saúde emocional, onde nós estamos em busca de de um mundo novo, onde estamos deixando o homem Éo para trás para a construção de do homem novo. Que todos nós estamos aqui para isso. O que é deixar o homem velho para trás? É quando nós nos libertamos daquilo que não é bom, de antigos hábitos, daqueles hábitos que não nos agregam, daquilo que nós com que faça com que nós não contribuamos para esse mundo novo que tanto esperamos, esse mundo de regeneração, né? E a partir disso nós vamos entrando nesse processo de individuação e vamos nos diferenciando da maioria. E para isso nós precisamos é fortalecer o nosso mundo de dentro para fora. Como que nós vamos fazer isso? Buscando aquilo que nos faz bem, buscando talvez relembrar, né, quem são os nossos superheróis. Lá na infância, normalmente nós escolhíamos aqueles superheróis dos filmes, dos desenhos, mas conforme nós vamos crescendo, nós vamos elegendo outros, vendo aqueles que estão ali, aqueles que são pacificadores, aqueles que trazem bons exemplos, como o nosso mestre Jesus, hoje nós trazemos ele como nosso superherói nos nossos momentos de aflição. é nos momentos que ele está ali mais do nosso lado, nos pegando pela mão. Então, essa é a forma que nós possamos ã auxiliar os jovens a terem mais amor à vida, de que eles não estão sozinhos, de que os sofrimentos deles não são diferentes de nós adultos e de que nós também passamos pelas mesmas fases que eles. Então isso quando a gente a gente se conecta, isso também faz parte de uma conexão de valorização da vida, porque nós estamos valorizando a vida do outro. E aí lembrando que a causa da felicidade ela está nas nas profundezas da nossa alma. Por isso que é importante o autoconhecimento, o nosso autodescobrimento. Até mesmo a própria Joana de Ângeles tem
. E aí lembrando que a causa da felicidade ela está nas nas profundezas da nossa alma. Por isso que é importante o autoconhecimento, o nosso autodescobrimento. Até mesmo a própria Joana de Ângeles tem o livro o autodescobrimento, que nós podemos ler, que nós podemos estudar com os nossos jovens, que nós podemos convidar os nossos jovens a lerem, a estudarem, né? e também fortalecer o nosso esforço íntimo através de uma das potências da alma, que é a nossa vontade. E também lembrarmos que temos uma potência da alma que ela é a dor. A gente muitas vezes acha que a dor ela é não é boa não, mas a dor ela é uma oportunidade que nos ensina, como nos esclarece Leão Deni, que ela tem o propósito de elevado no no sinal de que onde ela nos traz o desequilíbrio, a dor física ou emocional, ela é um sinal de que algo não está bom e que nós precisamos buscar ajuda. também é um agente de purificação que vai a partir daquele momento, nós vamos nos limpando, vamos nos purificando e ela vai ajudando a nós a dissolver as nossas imperfeições e como também confrontar os nossos defeitos, como o orgulho, o egoísmo, as nossas a nossa vaidade, nos impulsionando buscar a humildade e a caridade. Ela também é a fonte de progresso, que ao superarmos a dor com resignação e fé, fortalecemos a nossa vontade e expandimos a nossa consciência. Então, a dor nos ensina a termos a empatia e compaixão pelo nosso sofrimento e pelo sofrimento o alheio, tornando-nos mais humanos e mais próximos ao ideal do Cristo. E sendo assim, sempre pensamos que nós precisamos que esse cenário de empatia e solidariedade faz isso. são alicerces para a valorização da vida, pois nos conectam com um propósito maior da existência que a caridade e a fraternidade, seja no cotidiano, nos nossos lares, com os nossos familiares, com os nossos amigos, na casa espírita. Então, na nossa família, ao invés de buscarmos julgar, que nós possamos amparar, oferecendo a paciência e a compreensão conforme os ensinamentos, né, que está lá no Evangelho. E também lembramos que
. Então, na nossa família, ao invés de buscarmos julgar, que nós possamos amparar, oferecendo a paciência e a compreensão conforme os ensinamentos, né, que está lá no Evangelho. E também lembramos que todos somos companheiros de jornada. E a empatia, ela é um sentimento que a solidariedade é ação e ela é materialização da caridade. Para finalizarmos esse momento da minha fala, precisamos ter em mente que a verdadeira valorização da vida, ela não tá na na busca pelos bens materiais, mas na capacidade de amar e servir. Quando nós tenhamos em mente disso, precisamos trabalhar, precisamos estudar pela por causa da lei do progresso para progredirmos, mas é paraa nossa evolução moral, espiritual e intelectual. E assim nós vamos buscando sempre estarmos eh certamente vamos estar conectados com Deus, com Jesus, com os propósitos maiores da nossa existência. Muito obrigado, amigos. Pessoal, fazendo uma inserção do chat. A Vanessa já resgatou uma uma das perguntas, né, colocada aqui na no nosso chat participação. Agora gostaria de inserir mais algumas participações para nós dialogarmos a respeito de algumas perguntas. Eu vou fazer uma, teve uma, uma pergunta que foi mais recente aqui, que é específica para Marle. E aí eu convido a nós mantermos a sequência que da última sequência que foi da resposta, iniciamos com a Marlise, mas eu já queria inserir outra. A Helena Silva pergunta para Marise, é qual o caminho para termos um olhar e uma escuta sensível da emoção dos familiares? Mas eu queria acrescentar nessa pergunta também uma mescla aqui que a Eline Cota colocou anteriormente e fazer uma relação com essa proposta de pensarmos em que tá, qual o caminho termos para termos um olhar e uma escuta sensível da emoção dos nossos familiares, mas também na questão do autoconhecimento para nós podermos ter essa percepção. A Eline comentou anteriormente falando assim: "Qual é o nosso pensamento, né? Qual é a nossa percepção? que nesse nesse mundo, como é que a gente entende, como é que a gente pode
s ter essa percepção. A Eline comentou anteriormente falando assim: "Qual é o nosso pensamento, né? Qual é a nossa percepção? que nesse nesse mundo, como é que a gente entende, como é que a gente pode ajudar esse movimento de autoconhecimento, de pensarmos das nossas potencialidades, mas também das nossas limitações, se isso nos leva a ações mais eficientes no projeto do Cristo. Querida Marlise, acho que podemos iniciar contigo com a primeira pergunta que foi bem direcionada e depois ouvimos os amigos. >> Aham. É muito bom, né? Porque falar é parece que parece que tá tão fácil, né? Ah, uma escuta sensível, uma fala sensível, né? E sentim, mas como se faz isso, né? Como em todas as teorias, né? A teoria é uma coisa, a prática é desafiadora, né? Então, eh, pra gente poder entender o outro, nós e essa empatia vem da questão de se colocar no lugar que esse outro está, não é? Não é trazer o outro pro meu lugar. Então isso é muito importante, os meus valores, meus conhecimentos, não. Ali eu tenho que zerar, zerar o meu pensamento e o meu sentimento para captar o que que vem do outro e não projetar as minhas angústias, os meus valores no outro, que é o mais comum. até um mecanismo de defesa do ego, lá já estudado há muito tempo, de que nós projetamos os outros as nossas dificuldades. Então, às vezes eu tô com raiva e digo que é o outro que tá. Às vezes eu tô com medo e eu digo que é, eu não tenho medo, é o outro que tá, né? Eu inicio o conflito e digo que foi outro. Então, é básico a gente se responsabilizar pelo que é o que que é o meu sentimento e o que que é o sentimento do outro. Essa diferenciação é fundamental pra gente poder tanto ajudar o outro como se ajudar, porque a gente quando ajuda o outro também nos ajudamos. Então isso tem bastante pesquisas mostrando o quanto o trabalho voluntário, quanto auxiliar os outros nos auxilia também. Como a Valença colocou, as dores não são diferentes, os conflitos não são diferentes, mas a maneira de sentir e perceber é. Então,
o trabalho voluntário, quanto auxiliar os outros nos auxilia também. Como a Valença colocou, as dores não são diferentes, os conflitos não são diferentes, mas a maneira de sentir e perceber é. Então, eu tenho que estar muito disponível, né? Zerar. Quando eu digo escutar, não é só o que ele diz, né? é escutar o silêncio, escutar a vibração, é sentir a vibração. O silêncio fala e quem fala muito é o olhar. Os olhos são a janela da alma. Então, o que que o olhar tá transmitindo? Por isso que é importante o olho no olho, né? E então isso, como se faz essa escuta? Não sei se eu consegui responder. É dessa forma, né? Nos nos silenciando para ouvir o outro, sem julgamento, sem crítica, sem cobrança, sem apressar o outro, sem dar eh já se apressar numa resposta. Só começa a falar da sua dor e tu já apresenta uma solução que tu pensa, não é? Não tô falando para ninguém, certo? Quando eu digo tu é maneira de falar, tá? Então vamos ver. Eu eh quando eu escuto outro falar do seu luto, da sua dor, e eu já lembro do meu luto e já digo: "Faça isso, faça aquilo, faça aquilo outro", sabe? Isso bloqueia, bloqueia, congela, a pessoa se recolhe. O luto de cada um é diferente. Eu passei pela mesma situação, a mesma perda, mas eu tenho pela uma percepção, sentimento. O outro tem outro de acordo com seus valores, a sua trajetória de vida nesta encarnação, na outra encarnação, nós trazíamos medos, traumas, eh dores de outras vidas. E o evangelho nos coloca de forma clara o evangelho segundo o espiritismo sobre as causas atuais das aflições e as anteriores, mas também dizendo que a maioria é atual e a maioria das nossas dores causadas por nós mesmos. Mas eu não vou dizer pro outro dessa forma assim. Eu não vou dizer olha, tu fez pro mereci. Se não foi nessa vida, foi na outra. Então tu precisa passar por isso pagar. Então fora da caridade não há salvação. Tá bem claro no evangelho. Não é fora do espiritismo, não é fora da igreja. Fica bem claro tudo isso no evangelho fala da caridade. E a caridade
por isso pagar. Então fora da caridade não há salvação. Tá bem claro no evangelho. Não é fora do espiritismo, não é fora da igreja. Fica bem claro tudo isso no evangelho fala da caridade. E a caridade se exerce na benevolência, na indulgência, do perdão, de escutar o outro sem julgar, sem condenar, de uma forma benevolente. Então, nós precisamos ser caridos na fala, caridosos na escuta, mais ou menos por aí. E o e o jovem, deixa eu pegar aqui uma questão da adolescência. Eh, nós sabemos que tem conflitos que são típicos da fase da adolescência, né? Tudo é mais instável, tudo é mais intenso. Porém, eh, sabendo disso e sabendo que também passamos por isso, não banalizar a dor do jovem, não dizer assim, por exemplo, ah, isso para de eh entender, falar de forma caridosa, como a Vanessa colocou. Também passei por isso, estamos junto, né? Isso vai faz, mas uma forma de caridosa de valorizando a dor do outro, tá difícil, não é fácil, né? E trazendo uma mensagem de esperança, mas vale tanto aquele conflito desse jovem. E aí depois nós vamos falar sobre o que fazem as redes sociais com as crianças, com os jovens e que bate, né? É um desafio bem grande nesse sentido assim do quanto nós temos que auxiliar os jovens, as crianças a lidar com esse mundo que tá aí. Ótimo. Muito obrigado, Marlit, pelas considerações. Amigos, outra pergunta que chegou no nosso chat é como, deixa eu resgatar ela aqui é como nós podemos fazer essa conexão entre ciência e espiritismo? Marlo, quer queres iniciar >> conexão entre ciências? Tudo a ver, né? A gente sabe que a ciência vem comprovar, né, o que a doutrina espírita já nos coloca, nos coloca, né, há muito tempo que e a doutrina traz o que Jesus nos trouxe e outros, né, e outros da equipe do Cristo que também colaboraram nessa construção, né, esses espíritos benfeitores que estão junto, né, na codificação. Então agora nós temos assim a ciência mostrando o efeito da prece, temos pesquisas mostrando os efeitos da meditação. Então a pessoa não precisa
íritos benfeitores que estão junto, né, na codificação. Então agora nós temos assim a ciência mostrando o efeito da prece, temos pesquisas mostrando os efeitos da meditação. Então a pessoa não precisa buscar uma religião se ela não quer, porque a religião, a religiosidade é uma escolha, é um sistema de, né, tem um sistema de cada religião tem seus sistemas, né, suas regras, seus postulados, enfim. Mas a espiritualidade é inerente a todos nós, porque nós somos espíritos que habitam o corpo. Então, a vivência da espiritualidade, ela é inerente. Nós vivemos isso o tempo todo. Então, as pesquisas que mostram o quanto a prece, né, traz benefícios de fortalecimento emocional, de resiliência, de enfrentar, né? Então, as pessoas que também tem pesquisas que mostram o seguinte, que quem eh convive num grupo religioso, quem eh participa de atividades em grupos, né, nos mesmos ideais, né, eh aumenta em si essa resiliência, essa capacidade de superar, enfrentar os desafios que são de todos, que é da vida. A vida é feita de crises, né, e de desafios. Então, eh, além disso, a longevidade também tem pesquisas que mostram o quanto a convivência em família, a convivência com amigos, a vivência da religiosidade, da espiritualidade também melhoram a nossa longevidade. Então, para quem não acredita em vida após a morte, as experiências de quase morte estão aí pipocando cada vez mais, comprovando a imortalidade da alma. Então, vem mostrar o que Jesus nos trouxe, né? E vem comprovar o que os filósofos lá na antiguidade também já nos falavam dessa imortalidade da alma. Então, tá, está tudo aí. Agora temos argumentos científicos para quem não busca a religião para entender eh que a vida não termina com a morte, que o suicídio é uma ilusão. Ah, não termina com a dor. Se as dores são da alma, a morte física não mata a dor da alma, não encerra. Então aí nós temos argumentos científicos para para usar nessa então nessa valorização da vida. >> Cleto, meu amigo, >> nós podemos dizer que a o espiritismo
ísica não mata a dor da alma, não encerra. Então aí nós temos argumentos científicos para para usar nessa então nessa valorização da vida. >> Cleto, meu amigo, >> nós podemos dizer que a o espiritismo nasceu é uma ciência de observação. Então tem já nasceu conectado, né? toda a doutrina espírita, se nós olharmos, Kardecou fazer essa essa aliança da ciência com a religião. Eu só gostaria de de complementado do que a Marlise trouxe pensando nos processos de de cuidados, de tratamento com aquele que está vivendo os seus momentos de sofrimento, de dor, de adoecimento mental, como a a Marissa coloca aqui no chat, né? que eh é importância, a importância de trabalharmos, de buscarmos os dois recursos, né? Nós vamos buscar no centro espírita ou na nossa religiosidade, buscar essa conexão com Deus, buscar no centro espírita os recursos que nós temos, né, como já foi citado, a palestra pública, o atendimento fraterno, o passe, né, todos esses recursos, né, mas também precisamos buscar o atendimento especializado, que é também buscar a ciência, tá? o tratamento psicoterápico, psicológico, as terapias especializadas necessárias a cada um. Então, acho fundamental nesse processo, dentro desse tema que nós estamos tratando aqui, eh, fazendo essa essa união, né, buscando esses dois recursos que com certeza nós vamos ter um resultado mais efetivo. >> Vanessa, >> essa questão é bem importante mesmo, né? Porque muitas vezes acreditamos que quando nós estamos amparados, né, pela religião, nós não precisamos da ciência, mas muito pelo contrário, uma complementa a outra. Então, principalmente nesses momentos de dificuldades em que muitas vezes nós nós não sabemos para que caminho seguir ou seguimos apenas por um caminho que a gente possa fazer esse complemento, né? Porque até mesmo a própria doutrina nos nos ensina que a ciência e a religião elas andam juntas, elas se complementam, elas não competem entre si. Então, nós precisamos usar os recursos que nós temos à disposição da nossa existência,
na nos nos ensina que a ciência e a religião elas andam juntas, elas se complementam, elas não competem entre si. Então, nós precisamos usar os recursos que nós temos à disposição da nossa existência, buscando todos os recursos que a casa espírita nos oferece, como os amigos já falaram também, todos os recursos que a ciência ã médica, enfim, todas as ciências que podem vir a nos auxiliar também, porque isso não é um sinal de fraqueza, isso é um sinal de fortaleza, de que nós queremos enfrentar os desafios com coragem e que nós não precisamos enfrentar sozinhos. Nós precisamos ter uma rede de apoio que nos auxilie a superar as adversidades, principalmente esses momentos mais dolorosos em que se apresentam na vida, onde nós achamos que a nossa existência não tem mais sentido e valor, nem para nada, nem para ninguém. muito pelo contrário, temos um valor muito grande desde do do nosso planejamento reencarnatório. É feito um grande trabalho para que nós possamos estar aqui hoje. Então, é um trabalho que os espíritos fazem aliados à ciência e à religião, para que nós possamos todos estarmos aqui hoje nesse plano, nesse planejamento divino que é a nossa reencarnação, para que possamos nos melhorar e nos transformar. Então, o objetivo da ciência e da religião juntos é expandir a nossa compreensão da realidade, nos levando a ter uma vida mais consciente e com mais valores. Essa é a minha contribuição para essa questão. >> Muito obrigado, amigos. Ah, a Marl comentou um pouquinho anteriormente a respeito de redes sociais. A Vanessa também abordou a temática, hum, dos jovens. Agora nós gostaríamos de inserir uma questão. Estamos falando de de conexões, mas também de pensarmos nas nossas conexões virtuais e os efeitos, as relações e as implicações que isso tem nos trazido no ambiente da nossa família, no ambiente de trabalho, mas em especial nós trazermos essa reflexão aqui com os nossos painelistas das conexões virtuais num ambiente em tempos de agitação do nosso cotidiano que passamos Estamos um bom tempo nas
e trabalho, mas em especial nós trazermos essa reflexão aqui com os nossos painelistas das conexões virtuais num ambiente em tempos de agitação do nosso cotidiano que passamos Estamos um bom tempo nas telas de celulares, redes sociais, sobretudo os jovens, né, as crianças. E e essa ligação de nós pensarmos essa utilização das redes sociais na família, qual o cuidado que a família precisa ter para que não se perca esses laços entre a família, entre o nosso cotidiano, na vida de relação? como estabelecer conexões e buscar esses laços mais profundos e significativos nesses tempos de de formação que vai tão rápido. Hoje os nossos feeds de redes sociais não param, o nosso dedo na telinha não para de rolar a tela. Como que nós percebemos esse momento, né? como não deixarmos de aprofundar os laços na família e os cuidados com os nossos jovens e com as nossas crianças nesses momentos. É um desafio que todos nós enfrentamos no nosso dia a dia, nossos lares, né? Porque as telas, as conexões eh digitais, elas estão cada vez mais frequentes. E então a gente precisa é sempre fazer o filtro, né? Ã, e também nós quanto adultos nos educarmos, né? Porque nós também somos conectados. Então, nessa questão é a gente se policiar justamente para que a gente possa cobrar, a gente possa exemplificar, a gente possa falar, né? Porque além de ser uma situação desafiadora, é uma luta desigual, né? Porque a dependência ela acaba sendo planejada até mesmo pelos próprios criadores, né, dos aplicativos digitais. Então, ã, nós precisamos sempre pensar naquilo que que temos a dependência digital. Então, até mesmo a própria Lúcia Moisés no livro Para Além das Telas Digitais, ela fala muito bem sobre isso, sabe? nos esclarecendo, hã, nós precisamos usar os recursos, não vamos ficar alinados do mundo, né, através do que a tecnologia nos oferece, mas também nós precisamos saber que tudo em excesso nos causa um prejuízo. Então, precisamos pensar que temos as pesquisas que os prejuízos causados pelo uso
, através do que a tecnologia nos oferece, mas também nós precisamos saber que tudo em excesso nos causa um prejuízo. Então, precisamos pensar que temos as pesquisas que os prejuízos causados pelo uso excessivo e precoce ã sobre aprendizagem principalmente, né? Então, então através disso já é algo que a gente precisa pensar. Se aquela criança, se aquele jovem eles estão com dificuldade de aprendizagem, vamos ter que olhar. Será que não é excesso de telas? né? Será que eles não estão consumindo muito conteúdo rápido, instantâneo, que até mesmo falam, tem uma uma um termo em inglês que eu não lembro, mas traduzindo, né, que vão apodrecendo os cérebros dos nossos jovens, das nossas crianças, até mesmo os nossos, mas os deles em especial porque eles estão em desenvolvimento. Então, realmente precisamos valorizar a vida deles, respeitando os limites e conscientizando dos limites que eles têm, dessas conexões, sabe? Então isso é muito importante e tudo isso vai trazendo consequências ã paraa aquisição dos novos conhecimentos. E e na verdade quando a criança e o jovem eles não conseguem reter o conhecimento, o aprendizado que eles estão tendo, é que eles querem algo mais rápido, né? Só que pro aprendizado ser efetivo, não é aquela coisa imediatista, precisa ser algo mais lento, como uma leitura, como buscar os conteúdos mais às vezes um pouco não é um tanto atrativo, mas é necessário para fazer as conexões neurais, né? Certamente depois a Marise poderá falar com mais propriedade sobre isso e e tudo isso vai fazendo a diferença. Então, nós precisamos eh sempre pensar para além, né, do universo digital, que nunca é demais lembrarmos que sempre é possível a gente encontrar as brechas, nós quanto adultos, quanto educadores, quanto evangelizadores, encontrar brechas e mostrar pras crianças ã alguns momentos fora das telas. com uma brincadeira, um passeio, momentos de eh até mesmo de uma conversa sobre o que foi estudado na evangelização, se assim eles vão, né? Então, a gente sabe que nós não vamos fugir da
ra das telas. com uma brincadeira, um passeio, momentos de eh até mesmo de uma conversa sobre o que foi estudado na evangelização, se assim eles vão, né? Então, a gente sabe que nós não vamos fugir da tecnologia. A tecnologia ela está sempre aí a nosso serviço. Nós precisamos orientá-los em como bem usar. Então assim, nós precisamos saber que a tecnologia nos estreita as distâncias, né, que nem hoje nós estamos aqui. E cada um em cada ponto desse desse mundo, alguém pode se conectar com a gente. Isso é um ponto positivo. Nós querermos estarmos conectados ã com muito muito tempo, isso não é positivo. Então, nós precisamos fazer essa mediação, precisamos também nós quanto adultos também nos policiarmos, principalmente se nós estamos na função de de educadores. Eu acho que nesse momento a minha fala é essa. Passo pros amigos aí, né? Então, né, a família tem um papel muito importante, né, nesta questão dos limites e que a psicologia coloca, né, a família com essa responsabilidade de dar limites, de estabelecer limites, eh, de uso de agora, especificamente vão vá os limites no uso de telas, de redes, eh, só que é preciso alto limite, só se educa pelo exemplo. Então, na família tem que ter, né, os limites claros. As cada família tem suas regras, é um é uma miniciedade ali, a célula da sociedade. Então, cada família estabelece suas regras de convivência. Os limites podem ser combinados de acordo com a idade da criança, né, do jovem. Então vai, se é um jovem, tu vai conversar, vai justificar, vai dialogar, vai trazer as pesquisas das neurociúcias, enfim, trazer pra razão. Ã, a criança conforme a idade, o limite é claro, né? Quer dizer, até os dois anos, os neuropediatras, né, todos os especialistas em zero tela e depois vai aumentando, né, o tempo de uso de tela e mesmo assim o que está com o que está conectado, o que que tem nessa tela, né? Então, então nós não vamos endemonizar o que está na internet, pelo contrário, se não fosse a internet, se não fosse as telas, hoje não teríamos essa roda de
á conectado, o que que tem nessa tela, né? Então, então nós não vamos endemonizar o que está na internet, pelo contrário, se não fosse a internet, se não fosse as telas, hoje não teríamos essa roda de conversa, né? Então tem muitos recursos educativos que se usa, nós vamos priorizar a vivência real, né? Se nós pudéssemos hoje, estaríamos conversando todos juntos, uma roda de conversa presencial. Então esse é o plano B, o plano C, né, o virtual. Então, eh, e como, eh, fazer, né, então esta vivência na família, todos diminuindo as telas, oportunizando jogos, brincadeiras, atividades lúgicas, momentos, sabe, fazer passeios com a natureza. Isso é uma questão importante, a conexão com a natureza, porque muito da desesperança dos jovens vem do cenário que se apresenta paraa juventude de um planeta se esgotando, de uma vida. Sabe o que a mídia tá mostrando? Assim são eh projeções pessimistas. E essas projeções pessimistas do futuro têm levado os jovens a mais depressão e a mais ansiedade, não só os jovens, as crianças, os adultos. Então, eh, nós precisamos cuidar do ambiente porque existe uma crise ambiental, ambiental, mundial, e o nosso futuro depende, né, o futuro da humanidade depende desse contexto de vida. E na, então as campanhas de consciência ecológica, esse ativismo pelo meio ambiente, esse cuidado que começa dentro da família e esse meio ambiente que o Clet falou lá no início, que é é a natureza, são os pensamentos, os sentimentos, as conexões se fazem por Wi-Fi, por fio, por cabo, mas pelo muito mais pelo pensamento. as redes. Nós estamos conectados em rede no mundo inteiro o tempo todo. É uma grande teia e tudo que se faz aqui repercute ali. Então, na família impor regras. Faça o que eu digo, não que eu faço. Isso. Olha, há muito tempo que se se orienta isso. Não adianta eu dizer isso é falso moralismo, né? Isso é hipocrisia, né? Tu pregar uma coisa e fazer outra. Então, eh, então tem esse ponto aí do exemplo do autocuidado de dentro desses momentos em família o
ianta eu dizer isso é falso moralismo, né? Isso é hipocrisia, né? Tu pregar uma coisa e fazer outra. Então, eh, então tem esse ponto aí do exemplo do autocuidado de dentro desses momentos em família o evangelho no lar. Vamos orar juntos, vamos contar histórias, cantar música. E aí nós temos assim na nossa na literatura aí eh tanto do, né, dos nossos irmãozinhos encarnados, quanto dos nossos benfeitores, os benefícios da prece e do evangelho no ar, né? É uma terapêutica. Esse aqui que nos traz eh o rodeiro do evangelho lar também nos traz fundamentações, nos traz como realizar o evangelho com crianças, com jovens e pranchas de inclusão. Aqui no final tem um Q code que é para facilitar também aqui quando eh ao clicar aqui aparecem pranchas porque nós vamos estar desenhando. Sabe quando a gente fala pessoa: "Ah, tem que desenhar para ti entender. Tem que desenhar pras crianças tem que desenhar." Tem adultos que precisa desenhar, mostrar ali dentro. Então essas pranchas não é só para quem é neurodivergente, né? Então essa inclusão que é para todos, né? Eh, contempla, né? A gente fala falar de uma forma que todos entendam. E aí o que que acontece na os riscos das redes sociais? Quanto mais tempo, né? E a média no Brasil tá de 6 horas para adolescente. Os números são impactantes, né? O Brasil lidera as pesquisas no primeiro, segundo ou terceiro lugar nessa questão de de redes, de uso de de mídias, enfim. E os adolescentes aliam em torno de 6 horas de uso, no mínimo, né? Quando não é mais. Aí veio o transtorno do sono, da ansiedade, aquele prazer imediato que a Vanessa colocou assim: "De repente a criança e o jovem eh eh habituam o cérebro com estímulos muito rápidos e prazerosos, intensos e isso gera dependência. Por quê? Porque uma produção de doutamina tem uma explicação bioquímica para tudo isso. Por causa dependência. é a mesma, é o mesmo mecanismo das outras dependências, né? De todas as dependências. Então tem dependência digital, de algo de trocas, tá? Aí tem uma pergunta ali que eu tenho
Por causa dependência. é a mesma, é o mesmo mecanismo das outras dependências, né? De todas as dependências. Então tem dependência digital, de algo de trocas, tá? Aí tem uma pergunta ali que eu tenho que responder, né? Sobre quando a pessoa precisa de ajuda e não aceita ajuda, né? Isso acontece muito, muito. Quem mais precisa às vezes é ali, olha o que fazer como proceder. Nós sabemos que forçar uma pessoa vai resolver muito, a não ser que tenha risco de vida. Aqui é um ponto importante. Quando a pessoa está em risco de vida, né, para si ou pros outros tá em risco, aí nós ter aí nós temos que realmente impor uma ajuda. Aí tem os processos de internação involuntária compulsória, que são necessários, porque nós temos um compromisso na preservação da vida do outro. também quando isso ocorre, tá? Inclusive os profissionais de saúde nesse momento podem quebrar sigilo, acionar a família. É o único momento que se quebra sigilo é quando a pessoa está em risco. Fora isto, né, quando os teus donos estão num grave, moderado, envolver em presto, fazer irradiações e envolvendo, mudando essa descobrir quem acessa essa pessoa. Às vezes a gente precisa ver quem essa pessoa escuta, porque aqui o santo de casa não faz milagre, às vezes é verdade. Então às vezes a mãe o pai fala, o irmão falam, não, não tem muito impacto. Mas seu amigo, aquele aquela pessoa, uma padrinha, uma madrinha, alguém que a pessoa escuta, que abre, abre a brecha, como se encontrar as brechas. Quem é que abre essa brecha? Então a gente aciona aquela pessoa. Então é isso. E nós temos muitas coisas, muitas possibilidades, mas vamos conversando mais um pouco. Então, amigos e e amigas, só para tranquilizá-los a todos, que como espíritos reencarnados, é a primeira vez que nós estamos convivendo com a tecnologia. Como é uma experiência nova, é natural de certa forma que a gente vai se atrapalhar, né? ou seja, esse esse excesso do uso dos dos limites. Mas já que esse tema ele foi bastante abordado dentro desse enfoque, eu gostaria de
nova, é natural de certa forma que a gente vai se atrapalhar, né? ou seja, esse esse excesso do uso dos dos limites. Mas já que esse tema ele foi bastante abordado dentro desse enfoque, eu gostaria de propor um outro enfoque pensando nas nossas relações, né, com nas conexões virtuais, né, e como isso, com a forma inadequada, como temos utilizado, como isso tem gerado adoecimento para as pessoas. E aí um ponto, um ponto fundamental que às vezes nós não sabemos conviver com a diferença, com o pensamento diferente do outro. Isso é fundamental a gente refletir tanto tanto na questão do do jovem, da família, nós precisamos usar esse recurso que são as conexões virtuais, que elas são um recurso importante que ele surgiu que foi permitido por Deus para facilitar o nosso processo evolutivo, para para facilitar o nosso o nosso aprendizado. Mas para isso, nós precisamos a passar, a nos, nos perceber primeiro como espíritos imortais e depois começar a olhar pro outro também como um espírito imortal. Isso é fundamental. Nós precisamos começar a a deixar de de valorizar tantos rótulos, né? Porque eu não sou o Clet Bruts, né? Eu estou nessa encarnação, né? Então, eh, é uma personalidade transitória, isso é fundamental. Então, aqueles espíritos que estão na na nossa família, os colegas de trabalho onde nós estamos, todos eles têm a sua história de vida, de aprendizado, de experiência, como foi dito também, suas dores, suas lutas, os seus os seus desafios. Então, nós precisamos mudar esse nosso olhar. E esse é um ponto importante, olhar pro outro como espírito mortal. O segundo ponto é começarmos a aprender a conviver com as diferenças. Isso é crucial porque a diversidade ela faz parte da vida sobre qualquer aspecto que nós olharmos. Olhamos paraa natureza, as espécies. No universo, tudo é diferença. Diferença. E a diferença ela existe para nos auxiliar, não nos prejudicar. Então, por isso que nós, quando nós reencarnamos, nós reencarnamos dentro de um ambiente com pessoas diferentes, num contexto
Diferença. E a diferença ela existe para nos auxiliar, não nos prejudicar. Então, por isso que nós, quando nós reencarnamos, nós reencarnamos dentro de um ambiente com pessoas diferentes, num contexto diferente, que facilita o aprendizado. Se nós fôssemos todos iguais e pensássemos da mesma maneira, nós não precisávamos estar juntos. Essa é essa é a lógica. Então nós estamos juntos, somos pessoas diferentes, encarnamos em circunstâncias diferentes, exatamente para facilitar esse aprendizado. E a partir daí nós podemos eh ampliar o nosso entendimento e passar a perceber que o fato de sermos diferentes não significa que nós somos mais ou menos evoluídos que alguém. Isso é fundamental a gente pensar e que as diferenças elas existem para favorecer a nossa a nossa vida. Então, quando nós entendemos isso, nós não vamos não vamos mais lutar contra as pessoas, nem querer que as pessoas pensem igual a nós. Isso tem sido motivo de conflito nas famílias, nas relações e nas nas conexões virtuais, principalmente. Ao invés de criarmos laços permanentes, nós estamos destruindo às vezes os nossos laços. Isso gera adoecimento, né? Isso gera um desvalor pela vida. Nós precisamos aprender a criar pontes, nos conectar com o diferente. E a gente cria muros. Criamos muros e nos colocamos atrás do muro e ficamos atirando pedra pro outro lado. E é natural que a vida de alguma forma ela vai nos devolver essas pedras às vezes na forma de sofrimento, de angústia, de de aflição. Então nós precisamos pensar. E aí nós temos na nessa perspectiva da imortalidade que nós vamos conseguir compreender isso, compreender as diferenças, compreender as necessidades diferentes, como já foi colocado, a a compreender a dor do outro. Não temos como dimensionar a dor do outro, a dificuldade do outro. A mesma situação, cada um é vivida de uma forma diferente. Às vezes eu consigo resolver de uma forma bem tranquila, mas pro outro tá sendo difícil, tá sendo duro. Isso é fundamental a gente perceber, compreender. E é importante
vivida de uma forma diferente. Às vezes eu consigo resolver de uma forma bem tranquila, mas pro outro tá sendo difícil, tá sendo duro. Isso é fundamental a gente perceber, compreender. E é importante nós pensarmos também que como espíritos imortais, veja que às vezes é tão ilógico o preconceito, porque nós somos espíritos que já reencarnamos em outras etnias, nós já fomos adeptos de outras religiões, nós já na nas encarnações interior nós tivemos uma condição social, profissões, tudo diferente. e a próxima encarnação podemos estar certos, vai ser completamente diferente. Vai ser um outro contexto para facilitar o aprendizado. Então, veja o quanto quanto é ilógico nós lutarmos contra aquilo que é diferente, o quanto nós podemos utilizar e aprender com a opinião do outro, com a diferença do outro, com a habilidade do outro. Isso é fundamental. E aí, novamente nós precisamos lembrar de Jesus, o nosso mestre, que foi que nós podemos dizer que foi que Jesus fez um grande movimento de inclusão, eh, agregando a todos um só rebanho, um só pastor. E assim nós vamos conseguir ter relações, eh, conexões, vamos criar laços com as pessoas e não vamos nos vamos nos mais nos atrapalhar com as nossas conexões. Vamos eh utilizar as conexões para o aprendizado, para construir laços que sejam duradouros, gerar laços positivos, conexões positivas. Isso que a gente precisa, precisamos pensar um pouco mais sobre isso. Nós estamos aqui para nos ajudar. Se a gente conseguir trabalhar junto, eh, dividir os nossos esforços, nos apoiar durante os momentos de luta, a nossa vida, a nossa reencarnação, ela pode ser muito mais tranquila. Nós podemos viver aqui nesse mundo com uma menor cota de lágrimas, com toda a certeza. >> Muito bom, amigos. então nos encaminhando. Sei que a roda de conversa tá maravilhosa, a gente ficaria aqui mais duas horas conversando, né? É importante esses temas todos que foram trabalhados. os os queridos amigos aí, companheiros de jornada, trouxeram isso com muita com
maravilhosa, a gente ficaria aqui mais duas horas conversando, né? É importante esses temas todos que foram trabalhados. os os queridos amigos aí, companheiros de jornada, trouxeram isso com muita com muita dedicação, com muito esclarecimento, mas infelizmente temos que nos encaminhar para pro nosso fechamento do nosso trabalho. Então eu peço para que os amigos façam as suas considerações finais aí, uma breve fala para que a gente possa depois conduzir paraa nossa prece final que será realizada pelo nosso querido Virgílio. Então posso iniciar aqui ler uns comentários aqui, né? O pessoal colocou no chat, tem muita coisa boa, que o pessoal vai complementando aqui a nossa fala. Muito bom. Obrigada aí pessoal pela pela ajuda aí também, né? Né? trazendo alguns pontos aí forçando. Então, eh o que nós finalizando aqui, então essa conexão com sentido, né? Eh, nos fala da conexão com o amor, né? Então, a conexão amorosa, então isso que toca, né? qualquer lugar, qualquer pessoa, a gente às vezes a gente pode estar num ambiente que as pessoas podem ter falando outras línguas, né? E como que a gente se comunica? Pelo olhar, pela vibração. Então, a vibração amorosa modifica. E num e num momento que nós estamos vivendo de tanta eh de tanto discurso, tantas posições extremistas, antagônicas, né, de quando a gente fica tão triste quando vê uma pessoa vibrar com o mal do outro, né? Como assim? Eu sou cristão e e tenho esse esse compromisso de amar o outro como amar mesmo, amar como Jesus amou. E na hora, né, ali nossos posicionamentos das redes, a gente vê, meu Deus, né, tanto ódio, tanta retalhação. Então, que a gente possa, né, realmente assim contribuir para mundo com mais paz. Então, a paz em nós, a gente tem um compromisso com o que diz, com o que posta, né, com a nossa a nossa atitude repercute no universo, que a gente passa vibrar na paz no nosso lar, né? Então, trazendo Cristo pro nosso lar, pelo evangelho no lar, porque paz no lar é paz na humanidade. >> Cleto, amigo, por favor. Depois a nossa
iverso, que a gente passa vibrar na paz no nosso lar, né? Então, trazendo Cristo pro nosso lar, pelo evangelho no lar, porque paz no lar é paz na humanidade. >> Cleto, amigo, por favor. Depois a nossa querida Vanessa. agradecidos então por esses momentos e eu gostaria de dizer principalmente para aqueles irmãos que estão vivendo talvez um momento de desalento, de desespero, até de desesperança, eh, no sentido de confiar, confiar mais em Deus, que nunca nos desampara, confiar nos nossos espíritos amigos, no nosso espírito protetor que sabe o que nós estamos fazendo, passando, que está do nosso lado nos apoiando. né? Mas acima de tudo confiar nas nossas possibilidades como espíritos imortais que somos. Nós somos espíritos antigos, já vivemos muitas coisas, nós já morremos muitas vezes. Então nós pensar que nós reencarnamos e nos preparamos muitos anos para vir aqui nesse mundo. Então a gente tem as plenas condições. Precisamos acreditar mais nisso. E para nos fortalecer, nos conectar mais com Deus através da prece, não se conectar mais com o próximo, nosso irmão de caminhado, procurando ajudar o outro, não se conectar mais com a nossa história, não lutar contra o contexto, mas abraçar literalmente a nossa a nossa história e viver essa vida plenamente, porque a vida é uma experiência que precisa ser vivida com muita plenitude. Muito obrigado pela atenção de todos. Então, para encerrar, né? >> Obrigado, amigo Vale. Eh, >> ali como nós falamos um pouquinho sobre as tecnologias e lembrando que estamos sempre vivendo aí em função da inteligência artificial que tá em alta, que nós possamos desenvolver a nossa inteligência espiritual. Ela nos permite essas conexões com sentido, com propósito, para que nós possamos valorizar a nossa vida através da inteligência espiritual, fortalecendo a nossa fé e a nossa resignação diante das dores da nossa alma, as dores que enfrentamos. Então, que possamos fazer esse desenvolvimento da nossa inteligência espiritual. E assim agradeço a todos que estiveram
é e a nossa resignação diante das dores da nossa alma, as dores que enfrentamos. Então, que possamos fazer esse desenvolvimento da nossa inteligência espiritual. E assim agradeço a todos que estiveram conosco e que talvez ainda estarão, né, em algum outro momento assistindo essa live. aos nossos jovens que também estavam nos assistindo, que nós nesse momento eh que nós lançamos as nossas sementinhas, que todos possam refletir e levar amorosamente para sua caminhada e para sua jornada. Então, deixo aqui o meu sentimento de gratidão por esse momento, por essa oportunidade que tivemos hoje de refletirmos sobre a valorização da vida. É isso. Muito obrigada. Então é contigo, amigo. A gente faz aqui, me despeço também dos amigos. Foi uma manhã prazerosa na companhia de vocês, falando sobre esses temas tão esclarecedores e tão importantes para que a gente trabalhe o ano inteiro, não só em setembro, mas que ele se faça presente na nossa rotina, na nossa vida, na nossa na vida dos nossos familiares, que muitas vezes não percebemos, mas é um bem próximo que está passando por uma situação e a gente não consegue enxergar. Então, Vergílio, eu gostaria que tu encerrasse também com as tuas considerações finais e fizesse a nossa prece. Obrigado, Tice. Agradecer a todos os amigos que tiveram presente conosco nesta manhã de compartilhando perguntas, considerações ou assistindo, né, refletindo sobre o nosso conteúdo. Agradecer nossos amigos Marl, Cleto e Vanessa, que compartilharam seus conhecimentos conosco nesta manhã. e que possamos refletir nessa mensagem, possamos assistir essa roda de conversa depois também que ela fica gravada aqui no no mesmo link no YouTube. Agradecer o Rafa que ficou nos bastidores da nossa TI nos auxiliando e nos conduzindo aqui na técnica. Então, muito obrigado, Rafa, também. E unimos agora o nosso pensamento e conduzindo ao nosso criador, como também o nosso querido mestre Jesus. a quem agradecemos por essa bela oportunidade de estarmos reunidos no nosso movimento espírita nessa manhã
a o nosso pensamento e conduzindo ao nosso criador, como também o nosso querido mestre Jesus. a quem agradecemos por essa bela oportunidade de estarmos reunidos no nosso movimento espírita nessa manhã para refletirmos sobre a mensagem de valorização da vida. Querido mestre, te pedimos que, por intermédio dos seus seareiros, da espiritualidade, esteja conosco, nos consolando, nos orientando, esclarecendo. Que sua paz seja uma presente em nossos corações, em nossas mentes. que possamos fortalecer a nossa fé, o nosso bom ânimo e compreendermos o valor que a vida tem para o nosso aperfeiçoamento, para o nosso esclarecimento, para a nossa iluminação da alma. Querido mestre, te pedimos que auxilie a todos aqueles que necessitam do bom esclarecimento, do bom consolo em suas almas nos momentos difíceis. Te pedimos que por intermédio dos seus amigos espirituais e trabalhadores da seara do nosso movimento espírita, ampare a todos nós. Que Deus nos abençoe e que assim seja. Grande >> o livro Construindo Dias Felizes convida você para uma profunda jornada de autotransformação. Ao longo de 52 desafios, um para cada semana do ano, Cláudia Johan Show oferece um guia prático com exercícios para desenvolver virtudes essenciais ao aprimoramento moral. Além disso, o livro pode ser utilizado nos encontros semanais do Evangelho no Lar, enriquecendo a leitura de o Evangelho Segundo o Espiritismo. Um verdadeiro presente a todos que desejam aproveitar a oportunidade existencial para investir na educação moral. Construindo Dias Felizes. É mais uma obra da Fergs, editora, que você encontra nas principais livrarias espíritas do Brasil. M.
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