Retorno à Vida Corporal – A Infância - Q. 379 a 385 - Jefferson Bellomo [O LIVRO DOS ESPIRITOS]

Comunhão Espírita de Brasília 04/09/2025 (há 7 meses) 1:06:50 557 visualizações

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Transcrição

mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor Boa noite. Desejamos paz, serenidade, alegria. Que os nossos corações se renovem também hoje nessa convivência de estudo, de oração, de elevação de pensamentos e de harmonização íntima, né, de nossos seres. Estamos na continuidade do estudo livro dos espíritos. Hoje o tema será da infância, porque nós estamos estudando um capítulo relativo a reencarnação. Então, será infância dentro do processo de reencarnação, os nossos primeiros anos na Terra quando reencarnamos. Eh, agradecemos a presença de todos que estão aqui conosco, tanto quanto os que nos acompanham pela TV e rádio comunhão, bem como os irmãos que estarão nos assistindo posteriormente pelas redes sociais. Recebam o carinhoso acolhimento e abraço fraterno à comunhão espírita de Brasília. Nós vamos ler alguns trechos de uma mensagem do livro Estude Viva que Emmanuel André Luiz psicografaram por meio de Chico Xavier e Valdo Vieira. Eh, é o capítulo 23, para quem quiser ler em casa, na cura da obsessão, que seria eh apontamentos providenciais que André Luiz nos dá no combate ao processo obsessivo. Lembrando que muitas vezes a obsessão ela é autoobsessiva, portanto cabe a nós ter uma participação ímpar nesse processo de restauração. Alguns trechos apenas que são receitas que ele nos dá. Impedir comentários em torno da conversação desequilibrada ou deprimente dos desencarnados infelizes. Compreender ao invés de emocionar-se. Solicitar a cooperação de amigos esclarecidos que possam prestar auxílios aos doentes. Controlar-se, desinteressar-se com os sucessos da cura. Tendo em mente que lhe cabe fazer o bem com descrição e humildade, suprimir quanto possível os elementos que recordem tristeza ou desânimo, aflição ou tensão no trabalho que realiza. Não atribuir a si os resultados

que lhe cabe fazer o bem com descrição e humildade, suprimir quanto possível os elementos que recordem tristeza ou desânimo, aflição ou tensão no trabalho que realiza. Não atribuir a si os resultados encorajadores do tratamento, menosprezando ação oculta e providencial dos bons espíritos. Socorrer sem exigir, amparar o companheiro necessitado sem propósitos de censura, ainda mesmo que surjam motivos aparentes que o induzam a isso. Recordando que Jesus Cristo, o iniciador da desobsessão sobre a terra, vale a pena repetir: Jesus Cristo, o iniciador da desobsessão sobre a terra, curava os obsidiados sem ferir ou condenar a nenhum. Vamos então mais uma vez, unidos em oração, em paz, em harmonia, agradecemos a Deus por estarmos aqui em busca da nossa edificação espiritual, de nossa edificação íntima. Que cada encontro, que cada vinda a uma casa espírita seja para nós uma grande oportunidade de darmos saltos na escala evolutiva, no sentido de termos informações aplicáveis à nossa existência, ao nosso caminhar. Que nunca nos desesperemos, entristeçamos ou tenhamos medo por falta de uma orientação, de um apoio, um apoio moral, um apoio psicológico, apoio emocional. A doutrina nos dá tudo isso. É o evangelho rede vivo de Cristo. Que Jesus nos abençoe na nossa caminhada, nos fortaleça e nos cure a cada dia. Sim, precisamos ser curados a cada dia. Nossa esperança precisa se renovar a cada dia. Encarmos o amanhecer como uma bendita oportunidade de recomeço. E o Espírito da verdade nos proteja com seu carinho, com seu amor, com seu acolhimento, dando-nos o que buscamos, o que necessitamos, o que fazemos por merecer. E que a paz que eles nos trazem permaneça em nós, sobretudo quando estamos fora da casa ou do trabalho espírita. Que levemos paz, luz e serenidade para colaborarmos com a alimentação espiritual do planeta Terra. Agradecemos ao Dr. Bezer de Menezes que guarda a casa, Ismael que protege o nosso Brasil, ao instrutor Alexandre que guia os nossos trabalhos com seus companheiros de LID que estão também

aneta Terra. Agradecemos ao Dr. Bezer de Menezes que guarda a casa, Ismael que protege o nosso Brasil, ao instrutor Alexandre que guia os nossos trabalhos com seus companheiros de LID que estão também aqui conosco, e a todos aqueles irmãos do mundo invisível que estão hoje neste salão conosco entre nós. Que as suas bênçãos de amor e paz se façam sempre em nós e que recebam também a nossa profunda gratidão. Vamos então com alegria iniciarmos o estudo da noite. Nosso irmão Jeferson Beloma está conosco hoje para falar da infância. Um breve eh um breve repasso. Nós já vimos como o espírito percebe, se conscientiza ou pede para reencarnar, enfim, como o sinal da reencarnação brilha em nossas vidas, né, nossas vidas universais. as faculdades, a capacidades morais e intelectuais que nós temos, que nos distingue uns dos outros, porque ninguém é igual a ninguém. A influência do organismo sobre nós, espíritos encarnados, né? Até que ponto o corpo nos domina ou nós dominamos o corpo ou existe o meio termo nessa relação? Na semana passada vimos os problemas psicológicos, emocionais, mentais intitulados idiotismo, loucura. explicamos que idiotismo não se trata da terminologia que hoje se usa, que parece ser um xingamento, mas se refere a limitações, a a restrições na capacidade psicológica cognitiva de percepção de uma pessoa e os casos mais graves, né, que nos remete aos processos de loucura. E hoje nosso irmão Jeferson Belomo nos fala sobre a infância ou da infância, a nossa chegada ao mundo terreno. Jeferson, com a palavra, por gentileza. Vamos falar então um pouquinho sobre infância, mas sempre eh lembrando, né, uma casa espírita. Então, a ótica que nós abordamos é a ótica espírita sobre os mais variados assuntos. E o espiritismo ele é muito rico, porque ele sendo uma doutrina que analisa a nossa condição, a nossa natureza, que é a natureza espiritual, ele praticamente tem que abordar todos os fenômenos humanos, porque nós somos espíritos. A nossa condição humana é expressão da

analisa a nossa condição, a nossa natureza, que é a natureza espiritual, ele praticamente tem que abordar todos os fenômenos humanos, porque nós somos espíritos. A nossa condição humana é expressão da nossa espiritualidade. Se o Espiritismo ele tem a pretensão de estudar a espiritualidade, a vida espiritual, a interação entre encarnados e desencarnados, ele necessariamente tem que abordar tudo que é humano. E nada do que é humano nos é estranho. Isso não é da minha autoria. Isso é de um pensador latino da antiguidade chamado Terêncio. Ele dizia: "Nada que é humano me estranho, porque somos humanos. Nada que é humano é estranho ao espiritismo, porque o humano nada mais é do que um espírito." E sendo espíritas, qual é o objeto de estudo? o espírito, seja ele na carne, seja ele no mundo espiritual. Então, o espiritismo, ele também se debruça sobre um assunto que recentemente agora entrou muito eh sobre os holofotes, que é a questão da infância e a exposição nas redes sociais. através de uma denúncia de um influencer do YouTube, houve toda uma comoção nacional nas últimas semanas a respeito desse assunto. Então, vamos lá. Como é que o Espiritismo vê a infância e como ele explica essa fase da vida? Para o espiritismo, quando nós nascemos, nós não temos um início, nós temos um regresso. Vejam que na maioria das religiões, principalmente no ocidente, o espírito, ele surge, ele é criado juntamente com o corpo físico. Então, quando a E aí vai ter uma variação de teologia, alguns vão dizer que quando o óvulo é fecundado pelo espermatozoide, o espírito ele nasce, ele surge, ele é criado neste momento. Outros teólogos vão dizer que são em períodos diferentes, terceiro mês, sexto mês, nono mês. Alguns vão dizer que quando a criança respira pela primeira vez, ali entra o espírito no corpo dela. E o espiritismo vai dizer que nenhuma dessas alternativas ela é correta, porque o espírito ele já existe e ele já ocupou diversas personalidades durante toda sua trajetória. O novo nascimento é mais uma

o espiritismo vai dizer que nenhuma dessas alternativas ela é correta, porque o espírito ele já existe e ele já ocupou diversas personalidades durante toda sua trajetória. O novo nascimento é mais uma apresentação dele ao mundo. Então, quando nós olhamos aquele bebê, quando nós olhamos aquele serzinho no berço, tem um espírito ali e esse espírito tem um histórico de milênios. Então, essa é a primeira abordagem que a gente tem, é a nossa primeira, nosso primeiro contato com a questão da infância. Essa criança não é posse nossa. Ela não é uma propriedade, ela é um ser que tem uma história e esse ser merece ser respeitado porque ele já vem com toda uma bagagem. Então é o primeiro, a primeira apresentação que nós temos da questão desse espírito é essa. E é importante nós entendermos que esse espírito ele está numa situação de profunda fragilidade. Porque imaginem que um ser espiritual, ele está numa dimensão onde tudo é muito mais rápido, onde tudo é muito mais eh imediato. Não é que nem na Terra. Na terra, por exemplo, você tem uma preocupação, você tem uma dor, você tem um sofrimento até aquilo virar uma doença. Via de regra, são muitos anos. É muito raro uma pessoa ter um trauma e aquele trauma gerar uma doença imediata. Não é comum. Existe casos? Sim, casos existem, mas não é o comum. O comum é nós desenvolvermos através de um pensamento, de um sentimento constante, repetido, isso se tornar uma doença no futuro. E muitas vezes a chamada doença psicossomática. Na espiritualidade não é assim. Na espiritualidade, se você pensar que dói, vai doer, mas é imediato. Se você pensar que é careca, você vai perder os cabelos. é imediato, porque a vibração da matéria espiritual, ela não é amortecida como é a nossa matéria. Os nossos átomos materiais, eles têm uma ligação muito forte, mas também muito densa, muito lenta. Da parte espiritual, não. Tudo é muito dinâmico, tudo vibra com muita facilidade. Agora imaginem um ser que vive nessa vida espiritual assumir um corpo que vai limitá-lo de

m muito densa, muito lenta. Da parte espiritual, não. Tudo é muito dinâmico, tudo vibra com muita facilidade. Agora imaginem um ser que vive nessa vida espiritual assumir um corpo que vai limitá-lo de todas as formas. vai limitar o seu pensamento, vai limitar a sua mobilidade, vai limitar a sua memória, vai limitar a sua história. Nascer, ou se preferirem renascer, é sempre muito mais difícil do que morrer. Porque apesar do nosso apego à vida, e é importante que nos apeguemos à vida, faz parte do nosso instinto de sobrevivência. A vida, ela, a vida material, ela é uma bênção e ela é uma jornada evolutiva. Então, nós devemos nos agarrar à vida com todas as nossas forças, mas somos espíritos. Uma vez que o corpo entra em estado de falência irreversível, o espírito está livre da matéria, porque a matéria aprisiona o espírito. Como nós somos encarnados, a gente tem medo. E é natural que tenhamos medo, porque afinal de contas nós vivemos muitos anos com o nosso corpo biológico, a ponto de nós olharmos no espelho e falarmos assim: "Eu estou me vendo". Não passa na nossa cabeça, via de regra, pra massa, pra maioria. Eu estou vendo o meu corpo. Você não está se vendo. Você está vendo a representação. A representação é o corpo. Tem muito mais. Você é muito mais coisa do que o corpo. Mas olha a identificação. Não sei se você já tiveram uma experiência, e é uma experiência muito ruim, de chegar no estacionamento onde você deixou o carro e não encontrar o carro. É uma experiência e é desesperador. A gente não sabe se, ué, será que foi ali mesmo que eu estacionei? Será que roubaram meu carro? Será que o seguro tá em dia? Eu tenho grana para pagar a franquia. A gente tá falando de um carro. Agora imaginem a pessoa que na espiritualidade ela desperta e descobre que ela não perdeu o carro, ela perdeu o corpo físico, o mesmo corpo físico que algumas alguns dias, algumas horas, ela olhava no espelho e diz: "Eu estou me vendo". Por isso que muita gente é complicado, né? um grupo mediúnico e espírito é

corpo físico, o mesmo corpo físico que algumas alguns dias, algumas horas, ela olhava no espelho e diz: "Eu estou me vendo". Por isso que muita gente é complicado, né? um grupo mediúnico e espírito é gente, nem mais, nem menos. Espírito gente. É muito complicado quando você conversa com um desencarnado em bom português, aquele que o corpo já morreu, o corpo tá no cemitério e você tenta explicar para ele que ele tá morto. Ele vai falar assim: "Não, não tô morto. Eu tô pensando, eu tô sentindo, eu tô falando, eu tô com raiva de você, porque você tá dizendo que eu tô morto. Como é que eu tô morto? Morto não sente, morto não pensa, morto não tem raiva, morto não sonha, morto não tem desejo. Como é que eu tô morto? Porque a ideia que a pessoa tem é do corpo. Então, quando ela perde o corpo, existe aí uma dissonância. Eu sou o corpo, agora eu não tenho mais o corpo, então eu sou o quê? E é um período de perturbação para a massa das pessoas que vivem na Terra. Como nós não sabemos, via de regra, a maioria de nós, a grande maioria de nós, nós não sabemos do ponto de vista espiritual, nós não sabemos viver, a gente também não sabe morrer, porque a gente morre como a expressão da nossa vida. Por isso que a morte para umas pessoas é assustadora, para outras pessoas nem tanto. Para outras pessoas é uma libertação. Depende como a pessoa vive, depende da referência que ela tem. Aí essa pessoa desencarnou, essa pessoa agora está na espiritualidade. Eu não vou dizer nem que essa pessoa agora é um espírito, porque ela sempre foi um espírito. Só que no corpo, ela era um espírito limitado ao corpo. Ela, por exemplo, eu quero sair de Brasília e quero ir ao Rio de Janeiro. Eu tenho que me programar. Eu tenho que me programar o meu tempo, eu tenho que me programar no trabalho, eu tenho que programar a minha parte financeira, porque eu tenho que pegar e comprar uma passagem aérea ou senão eu tenho que fazer a revisão do meu carro ou comprar uma passagem de ônibus. Eu tenho que ver no Rio de Janeiro aonde eu vou me

anceira, porque eu tenho que pegar e comprar uma passagem aérea ou senão eu tenho que fazer a revisão do meu carro ou comprar uma passagem de ônibus. Eu tenho que ver no Rio de Janeiro aonde eu vou me hospedar, o que fazer o a minha o meu trajeto lá. Isso você tá encarnado. Se eu estou na condição de espírito desencarnado, eu quero ir pro Rio de Janeiro. Eu penso no Rio de Janeiro, eu tô lá. E eu não preciso me preocupar com restaurante, porque espírito, eu não tô falando do pessoal mais materializado, tô falando do pessoal que já se assumiu numa boa do outro lado. Não tem fome, não precisa comer, não precisa dormir, porque o corpo físico precisa dormir. O corpo físico, ele tem que descansar para recuperar suas energias. Existe um desgaste material. O espírito não tem isso. O espírito não tem esse desgaste material. Então ele não precisa dormir, ele precisa descansar, ele precisa se distrair. Mas ele não precisa do sono. Não há esta necessidade. Aí algumas pessoas vão dizer assim: "Ah, então eu não quero morrer se eu não posso dormir, não posso comer." Coisa mais sem graça, né? Mas é natural. A gente também quando é criança, a gente troca facinho, facinho, né? o a comida pelo brigadeiro, mas quando a gente é adulto já não chama tanta atenção, pelo menos pra maioria das pessoas. Você prefere comer e depois pega uma sobremesa, mas você não almoça e janta a sobremesa. A criança faz isso porque é mais gostoso, porque é doce, porque é mais legal, dá mais energia, né? É açúcar, é glicose. O desencarnado, ele não precisa dessas coisas. Como ele não precisa, ele vai abandonando. É da vida. Aí esse sujeito tem que em algum momento retornar à matéria. E é fundamental que ele retorne porque ele precisa continuar no seu progresso enquanto um ser. E aqui é uma bênção de oportunidades, exatamente porque aqui exige de nós que a gente se vire para sobreviver. na espiritualidade, como eu falei, já não tem essa necessidade toda. Então, as necessidades que eu tenho como encarnado, elas vão desenvolver a minha

exige de nós que a gente se vire para sobreviver. na espiritualidade, como eu falei, já não tem essa necessidade toda. Então, as necessidades que eu tenho como encarnado, elas vão desenvolver a minha inteligência, elas vão desenvolver a minha paciência, elas vão desenvolver a minha sociabilidade, elas vão fazer que eu tenha estratégias para conseguir o pão nosso de cada dia. Então, é importante que eu renasça para superar traumas, superar limitações, superar frustrações. Eu preciso nascer. Mas para nascer, eu vou ter que eu vou ter que retornar a um corpo material que vai me restringir. E aí veja, nós não nascemos num corpo adulto. Nós nascemos, primeiramente, o nosso primeiro laço na matéria é com um ser unicelular. Eu ovo, a fusão do espermatozoide com um óvulo é uma célula só. Vai ser o nosso primeiro contato. Então, é como se nós, ao encarnar, é como se nós tivéssemos, né? A analogia não é muito boa, ela é meio forçada, mas só pra gente entender, é como se nós tivéssemos afundando na matéria. Imagina que você tá num barco e o barco tá afundando. Que que você faz? Tudo que não é necessário para que o barco flutue, você vai tirando do barco e vai jogando o mar, porque você precisa que o barco flutue. Se você quiser viver, quando nós mergulhamos na matéria, tudo que não é necessário para aquela experiência reencarnatória, nós deixamos na espiritualidade. Então, o nosso próprio corpo espiritual, ele vai se diminuindo, diminuindo, diminuindo e ficando só com a sua essência para que essa energia em contato com esse conjunto de células ainda em formação, ele não dê uma sobrecarga nessas células e disfaça esse processo de renascimento. E aí ele recebe um corpo totalmente novo em relação à sua reencarnação anterior. E aí ele vai ter que com o desenvolvimento desse corpo, ele vai retornando a assumir as suas possibilidades enquanto espírito. Primeiro momento disso é a infância. Então, o espírito nesse momento via de regra, por exemplo, nem todo mundo que nasce no Brasil,

e vai retornando a assumir as suas possibilidades enquanto espírito. Primeiro momento disso é a infância. Então, o espírito nesse momento via de regra, por exemplo, nem todo mundo que nasce no Brasil, ou melhor dizendo, renasce no Brasil foi brasileiro antes. A gente tem gente aqui de tudo quanto é lugar. O país é muito novo, só tem 500 anos. Nós temos espíritos de muitas latitudes. A primeira coisa que ele vai ter que aprender é papai e mamãe em português. Sabe se lá qual é o idioma que ele falava? Ele vai ter que aprender a comer alimentos que não faziam parte da sua eh rotina de almoço, janta, breakfast. nos outros países que ele já viveu, porque outra cultura gastronômica vai ter que, de repente aqui no nosso país tem mais sol do que aonde ele tava acostumado. Se você ter mais sol, um tempo melhor, eh, mais firme, ou você tem um inverno rigoroso, ou você tem muita umidade, muda completamente as relações sociais. Então esse serzinho, ele terá que se adaptar a tudo isso, sendo que o seu corpo espiritual foi reduzido ao mínimo possível para não sobrecarregar sobrecarregar o corpinho do bebê. Então, ele não tem elementos para se manifestar na sua integridade via de regra. Por que que eu falo via de regra? Tem espíritos que ao reencarnar eles trazem tão firme a sua personalidade e o corpo não oferece uma resistência às suas manifestações enquanto ser imortal, que ele já mostra muito jovem a que veio. E aí nós temos essas crianças superdotadas, um mozar da vida, um pascal, né? pessoas que já interridade já mostram que são espíritos com uma bagagem muito grande, mas são eh pessoas que fazem parte de um grupo excepcional, não é o normal. Até porque, por exemplo, nós recebemos um cérebro novinho em folha e é um cérebro que ele se desenvolverá conforme nós fomos amadurecendo. Para vocês terem uma ideia, a última parte do nosso cérebro que chega à maturidade é o córtex pré-frontal. Isso só ocorre aos 25 anos de idade. Até aos 25 anos de idade, você não tem o seu juízo totalmente desenvolvido.

a ideia, a última parte do nosso cérebro que chega à maturidade é o córtex pré-frontal. Isso só ocorre aos 25 anos de idade. Até aos 25 anos de idade, você não tem o seu juízo totalmente desenvolvido. Certo, errado, bom, mal, presta, não presta, faço ou não faço, até os 25 anos, via de regra paraa maioria das pessoas, isso não tá definido. Por isso que o adolescente, e a gente vai falar do adolescente mais pra frente, o adolescente ele tem a inteligência, pô, o cara domina eh um bocado de coisa para poder passar no vestibular, para poder passar no exame do Enem, o que for. inteligente o cara é, mas o córtex pré-frontal dele não tá desenvolvido, tá no processo. Por isso que faz besteira, por isso que eh não é saudável você dar um carro eh teve um colega meu que deu um carro esporte para um garoto que tinha acabado de fazer 18 anos. E óbvio, para quando você faz 18 anos, você não é um garoto. Para um cara de 18 anos, você já é um homem feito. Resultado, não demorou uma semana, já tinha estragado toda a suspensão do carro porque pegou o meio fio querendo sentir a aceleração do carro. Porque o raio do córtex pré-frontal que dá o juízo pra pessoa ainda está num processo de desenvolvimento. Veja, a própria cabecinha do bebê, ela representa 1/4 do corpo da criança. A cabeça de um adulto representa 1/7. Por isso que o bebê tem aquele cabeção, porque a inteligência tá se desenvolvendo e os ossos da cabeça eles são todos desconjuntados para facilitar a saída dele pelo canal vaginal e ao mesmo tempo ter a plasticidade para um cérebro que não para de crescer. Tem um espírito ali, tem um ser humano ali, tem um adulto mirinha ali que não lembra de nada. Ele recebe um cérebro novinho em folha. O que é a nossa memória? É um conjunto de laços entre os nossos neurônios. É um conjunto de interações entre as células nervosas do nosso cérebro. Essas interações são chamadas sinapses. Quando nós renascermos, nós ganhamos um cérebro novinho em folha, sem sinapse. Por isso que a gente não lembra das

s entre as células nervosas do nosso cérebro. Essas interações são chamadas sinapses. Quando nós renascermos, nós ganhamos um cérebro novinho em folha, sem sinapse. Por isso que a gente não lembra das vidas anteriores, porque não teve sinapses das vidas anteriores no cérebro novo que nós recebemos. Antigamente as pessoas escreviam diário. Elas colocavam as impressões, as memórias, os desejos dela num caderno, num livrinho. Pois bem, vamos imaginar, a pessoa escreve lá um ano inteiro, acabou o livrinho, ela vai abrir um outro livro. Vamos imaginar que ela escreveu três, quatro páginas, escreveu o esqueceu o novo livro num transporte público, por exemplo, num ônibus. Quem achar só vai ter acesso às memórias daquela pessoa das três, quatro páginas escritas, porque a pessoa não tem acesso aos diários que estão na casa da pessoa. É a mesma coisa quando a gente reencarna. O espírito só tem acesso ao cérebro novinho. Ele não tem acesso às memórias que ele construiu nas vidas que precederam. Elas estão adormecidas lá no fundinho do subconsciente. E o corpo ele é refratário a desenvolver essas essas memórias. Então, no começo, esse ser que está nessa fase, né, de latência, ele se manifesta instintivamente. Eu tô com fome, eu choro, eu estou sentindo dor, eu grito. Eu tô com vontade de fazer as minhas necessidades, tomara que tenham colocado fraluda, porque eu vou fazer. Eu estou ibernando num corpo novo e conforme eu os esse corpo vai se desenvolvendo, essas amarras desse espírito, elas vão se tornando mais flexíveis. E aí a criança, por exemplo, nos primeiros 18 meses, ela é o tempo que normalmente ela demora para dizer as primeiras palavras, mas depois que ela aprende as primeiras palavras, uma criança com 2, 3 anos, ela chega a aprender 50 palavras novas por dia. Dá para matar muito adulto de inveja, porque é difícil num adulto aprender 50 palavras novas por dia. Uma criança com 2 anos aprende exatamente porque esse cérebro tá se desenvolvendo, esse espírito tá encontrando mais

o adulto de inveja, porque é difícil num adulto aprender 50 palavras novas por dia. Uma criança com 2 anos aprende exatamente porque esse cérebro tá se desenvolvendo, esse espírito tá encontrando mais flexibilidade e ele começa também a ter o controle do corpo, porque esse corpo tá maturando. Então, antes ele tava deitado, depois ele tava engateando, depois ele vai por tentativa e erro tentar ficar nas duas pernas e depois ele consegue andar, correr e aí subir em árvore e não para mais. é um processo. Ah, em todos os lugares do universo esse processo é igual. Não, porque tem lugares onde a reencarnação e veja que o nome até não é mais apropriado, porque não é reencarnar, não é retornar à carne, é retornar à vida material, que pode ser em corpos extremamente fluídicos. corpos que nós não temos nenhum parâmetro no mundo onde nós estamos. Então, a infância nesses corpos, elas podem durar de alguns meses a algumas horas, porque não é essa matéria densa que é a condição da nossa espécie no planeta Terra. E aí nessa fragilidade e na nossa espécie homo sapiens sapens, quando criança é extremamente frágil, do ponto de vista da hormonal, né, e dos neurotransmissores, é muito interessante. Um casal, ele desenvolve uma paixão que dura 2 anos. Se não tiver nenhuma afinidade espiritual, se não tiver nenhuma afinidade intelectual, depois de 2 anos, perde a graça. O que faz um casal nesse começo ficar atraído são os neurotransmissores, que nada mais são do que uma resposta do nosso instinto reprodutivo. Todo organismo vivo, ele tem dois estímulos: se defende para sobreviver. Instinto de sobrevivência. e passa os teus gênes paraa frente. Instinto de reprodução. Existem outros instintos, mas esses dois são a base. Esses dias eu tava vendo um vídeo de uma de um pássaro fêmea tentando proteger o seu ninho de uma cobra bem grande que subia no galho e ia atacar o ninho. E ela tentando dissuadir a cobra de todas as formas, ela não estava conseguindo. Chegou num ponto que ela se entrega pra cobra

seu ninho de uma cobra bem grande que subia no galho e ia atacar o ninho. E ela tentando dissuadir a cobra de todas as formas, ela não estava conseguindo. Chegou num ponto que ela se entrega pra cobra para defender os filhotes. Instinto de reprodução. É mais importante eu passar os meus genes, é a lei da natureza. É mais importante eu passar os meus genes pra frente do que a minha própria sobrevivência. Por isso que uma mãe e um pai tiram a comida do seu prato para alimentar um filho. Por isso que os homens vão paraa guerra para defender as suas casas, porque é um instinto de reprodução. Tudo isso é superficial em relação a uma coisa muito profunda. Eu tenho que passar os meus gêmeos paraa frente. E aí isso faz com que nós olhemos para um bebê que é o nosso filho, seja é biológico ou adotado. E ainda também nas relações familiares, né, tios, avós, nós queiramos que essa criança sobreviva e ela é encantadora aos nossos olhos. Existem estudos que mostram, por exemplo, imaginem um voo internacional, 11, 12 horas de voo sobre o Atlântico com um bebê com dor de ouvido, berrando às 11 horas de voo. Deixa eu abrir um parênteses, gente. É uma maldade levar uma criança num voo internacional, mas é uma atrocidade com os outros que estão no voo. Ninguém merece. A criança vai crescer. Você vai ter outras oportunidades. Você não vai morrer se não tirar umas férias e não entrar num avião. Dá um tempo pra criança, ela cresce e aí você vai tranquilo. Não precisa ser uma sangria desatada. Se eu não for esse ano, nunca mais eu vou. Não vai. Fecha parêntese. Aí todos os passageiros, os mais evangelizados, os mais evoluídos, gostariam de colocar um paraqueda na criança e jogar ela fora. Os menos evoluídos tiram paraqueda. A mãe não. A mãe, ela desenvolve uma relação com a criança que é dos neurotransmissores, que olha que doido, a criança tá berrando e para ela aquilo lá é música, porque aquilo ativa nela uma sensação de bem-estar para ela poder cuidar da criança. Homem, homem é testosterona.

ransmissores, que olha que doido, a criança tá berrando e para ela aquilo lá é música, porque aquilo ativa nela uma sensação de bem-estar para ela poder cuidar da criança. Homem, homem é testosterona. Testosterona é pancadaria. Testosterona é o que faz você sair, tô falando lá, né, dos nossos eh ancestrais, é o que faz você entrar na savana com leão, com leopardo, com gorila, sair no braço para levar comida para casa. O macho da espécie tem que ter testosterona. Quando tem filhote, filhos, o nível de testosterona do homem baixa para ele não procurar interesses fora e poder dar atenção completa para a esposa dele, porque ele protegendo a esposa, a esposa protege o filho. O objetivo da mulher do ponto de vista reprodutivo, é a criança. O objetivo do homem, do ponto de vista reprodutivo, é a mulher. O homem cuida da mulher pra mulher cuidar da criança. Eu, pelo amor de Deus, eu não tô falando nada social aqui, eu tô falando coisa biológica mesmo. São relações que são relações naturais da própria natureza. E outra coisa, diminuir a testosterona para quando a criança tiver chorando. Pensem lá atrás, caverna. o urso para que o homem não seja agressivo com o bebê que não tem condições de se defender. É toda uma cadeia evolutiva para que aquela criança sobreviva e passa os gênos do pai paraa frente. Então é fundamental que nesse processo os pais também não saibam a história desse espírito. A gente não sabe quem é que tá reencarnado ali, se é o Gengiscan, se é São Francisco de Assis, se é Machado de Assis, se é o Zezinho do pagode. A gente não tem a mínima ideia. O que a gente sabe que é um bebê que é fofinho e que a gente tem vontade de encher de beijo é a sabedoria da espiritualidade para que aquele ser comece uma vida fragilizado, sem a memória das suas reencarnações, ou seja, sem acesso aos seus traumas, à suas dores de consciência e aos seus erros. e ainda com a duas figuras importantíssimas, que é a figura paterna e a figura materna, dando toda atenção, todo o carinho para aquela criança

us traumas, à suas dores de consciência e aos seus erros. e ainda com a duas figuras importantíssimas, que é a figura paterna e a figura materna, dando toda atenção, todo o carinho para aquela criança para que ele possa reescrever a sua história enquanto espírito imortal. Quando é que esse love começa a dar problema? quando chega por volta de 12 anos, que aí todos os laços espirituais estão firmes no corpo e começam as ações hormonais e a personalidade desse espírito começa a desabrochar. Então ele já não é mais o queridinho do papai e da mamãe, porque ele vai trazer o seu chipzinho, a sua personalidade, a sua índole que na adolescência vai começar a despertar, porque as suas próprias glândulas cerebrais, a epífese e a hipófise, já estão começando a ficar extremamente ativas nessa fase, porque é a fase biológica que tanto o garoto quanto a garota, do ponto de vista reprodutivo, lembrem-se, que o córtex pré-frontal só vai estar pronto aos 25 anos de idade, mas os espermatozoides e os óvulos já começam na faixa de 13, 14 anos, às vezes até mais cedo. Então, a partir daí desperta a personalidade desse espírito imortal. O Zezinho que reencarnou na família do João e da Maria, ele vai ser um somatório da educação do João e da Maria, da sociedade que o recebe. Então ele vai, se ele nasceu numa sociedade muçulmana, ele vai ter todos os freios e todas as benécias de uma sociedade muçulmana. Se ele nasceu numa sociedade oriental, chinesa, japonesa, coreana, ele vai ter todas essas amarras e todos os incentivos dessas sociedades. Se nasceu no Brasil, é nós esqueiros. Então, ele vai ter a influência do pai, da mãe, da sociedade e o seu, a sua índole, tudo isso vai despontar na sua adolescência. Por isso que eu costumo dizer, do zero aos sete você cria, dos s aos 12 você educa, dos 12 paraa frente você reza. Porque se você não fez nada até até então, entrega para Deus. Tem uma história muito curiosa que é de, e é uma história verídica, até onde eu sei, de uma criança que vai ao circo e

a frente você reza. Porque se você não fez nada até até então, entrega para Deus. Tem uma história muito curiosa que é de, e é uma história verídica, até onde eu sei, de uma criança que vai ao circo e ela muito curiosa, presta atenção na hoje não pode mais, né? Mas na época os circos tinham animais e ela presta atenção no elefante. que ela viu a apresentação do elefante no picadeiro e o elefante fazendo demonstrações de força absurdas, levantando e uma dezena de homens puxando um veículo, levantando uma tora de madeira e depois da apresentação, a criança estava dando passeio com o pai pelo circo e vê o mesmo elefante amarrado num toco de madeira. Aquilo chama atenção, porque minutos antes o elefante tava levantando um carro, tava levantando gente, tava levantando um tronco. Por que que o danado do elefante fica preso num toquinho que tá fixado ao chão? Com o peso dele, com a força dele, ele arranca aquilo lá facinho, facinho. Por que que ele não arranca? E aí o pai, boa pergunta. Vamos conversar com o adestrador. O adestrador tava perto dos animais. Ele, pô, a gente tá com essa curiosidade aqui, explica ele, olha só, o elefante a gente restringe os movimentos dele quando ele é criança, quando ele é o bebê elefante. Desde muito novinho, nós amarramos ele, acorrentamos, na verdade, ele ao tronco. E quando ele é um bebê elefante, ele não consegue tirar o toco. Quando ele é adulto, ele continua a grilhoado ao toquinho, porque ele continua achando que ele não vai conseguir se desfazer daquela barra. Por isso que um animal que é capaz de virar um ônibus fica paradinho quando tá acorrentado a um pequeno toco de madeira. A educação do pai e da mãe é o toco de madeira do futuro adulto. Se não tem figura paterna, se não tem figura materna, essa criança tem tudo para se desenvolver como uma alguém muito difícil de convívio social. Se não tem a figura paterna, quem vai fazer a figura paterna vai ser a polícia quando ele for adulto. Se não tem a figura materna, essa pessoa não vai ter

uma alguém muito difícil de convívio social. Se não tem a figura paterna, quem vai fazer a figura paterna vai ser a polícia quando ele for adulto. Se não tem a figura materna, essa pessoa não vai ter autoestima. Quem dá isso são os pais ou os adultos que fazem o papel dos pais para aquele ser. Somado a isso, tem a índole desse cara. Uma vez eu estava vendo um documentário sobre a Segunda Guerra Mundial e tava entrevistando a irmã do Hitler e ela falava: "Olha, o meu irmão quando era criança, a brincadeira favorita dele era brincar de soldado e ele sempre era o líder da tropa criança. Ali ele já tava manifestando quem ele era. Uma vez lendo a biografia de Napoleão Bonaparte, aos 12 anos de idade, ele já escrevia para os pais dando ordem. Ali já tava o Napoleão em Bonaparte. Eu não quero dizer que os pais são culpados do adulto que aquela criança vai se tornar, mas os pais têm que ter uma profunda atenção, observar com muita atenção, porque o principezinho e a princesinha pode ser o gengiscã reencarnado. Quem tem que botar o toco, porque o gengiscã vai ser o elefante adulto, é o pai e a mãe ou quem faça às vezes d aí vai educar essa criança. E a muito do que a gente chama de a voz da consciência que não nos deixa às vezes, né, uma coisa simples, por exemplo, é sair de casa sem arrumar a cama. Porque parece que tá ouvindo a voz da mãe. Você vai deixar o quarto bagunçado, você vai sair sem arrumar a cama. Essa voz é que muitas vezes segura o adulto de fazer cada burrada, porque o pai e a mãe não estarão presentes durante a vida toda. O adolescente mesmo, o adolescente vai pra casa dos amigos, vai pra festa, vai para show. né? Vai paraa raiv se não tiver o toco dizendo não pode. Se não tiver essa vozinha interna da educação que o pai e a mãe deu, o medo que essa que esse eh adolescente tem de decepcionar os pais, se ele não tiver esse freio, a polícia corrige. Então, vejam como o processo de infância é fundamental, porque exatamente para que haja esse freio, para que haja eh

escente tem de decepcionar os pais, se ele não tiver esse freio, a polícia corrige. Então, vejam como o processo de infância é fundamental, porque exatamente para que haja esse freio, para que haja eh uma contraposição a essa índole, é que esse espírito tem que passar por essa fase onde ele é profundamente flexível a essas influências, família e sociedade, para que o que seja bom seja fortificado. seja fortalecido e para o que não seja tão bom, seja regulado, seja ajustado. Então nós temos enquanto adultos, enquanto pais, uma responsabilidade enorme com esses seres, o que não quer dizer que as opções que essas pessoas façam sejam responsabilidade nossa. Eles não são robôs, eles não são autônom autômete que eu mexo as cordas e faz o que eu quero. Tem autonomia, tem livre arbítrio, mas o que eu puder educar para diminuir as más escolhas, eu educo. Eh, eu tava falando, né, de Napoleão, estava falando de Hitler, mas veja o próprio caso de Jesus por volta dos seus 12 anos de idade, o Evangelho de Lucas, o pessoal vai em peregrinação de Nazaré para passar a Páscoa em Jerusalém, uma distância aproximada aí arredondando 150 km. O pessoal vai de caravana. A Páscoa é a maior data festiva do povo judeu até hoje. E na época que havia o templo de Jerusalém, todos os judeus que pudessem, que fossem saudáveis, que tivessem condição, deveriam eh fazer a Páscoa, celebrar a Páscoa, melhor dizendo, em Jerusalém. E José, Maria e Jesus estão indo lá. Na volta, todo aquele povo retorna e é uma caravana com muita gente. A Galileia, onde tá Nazaré, a cidade onde Jesus viveu, é cheia de aldeia e todo mundo se conhece. Todo mundo é amigo de todo mundo ou inimigo de todo mundo. As relações ali são muito intensas porque são relações praticamente familiares. Bom, Jesus não tá com a gente, então ele tá aí com os com os parentes, tá com os vizinhos, porque todo mundo conhece todo mundo, todo mundo é amigo de todo mundo, é parente de todo mundo. Um dia sem Jesus, dois dias sem Jesus, opa, cadê Jesus?

aí com os com os parentes, tá com os vizinhos, porque todo mundo conhece todo mundo, todo mundo é amigo de todo mundo, é parente de todo mundo. Um dia sem Jesus, dois dias sem Jesus, opa, cadê Jesus? pergunta numa caravana, na outra caravana, num grupo, no outro grupo. O moleque sumiu, volta para Jerusalém. E Jerusalém perto de Nazaré, Nazaré era uma cidade com 400 habitantes. Jerusalém na Páscoa era 50.000, às vezes até 100.000. E os peregrinos saíam das mais diversas cidades da bacia do Mediterrâneo. Então, os caras ficavam meses em Jerusalém. Então, Jerusalém bombando de gente. Onde é que tá meu filho? Alguém viu? Pergunta daqui, pergunta dali, n? Até que resolvem ir no templo de Jerusalém. E para quem não tem ideia, templo de Jerusalém não é uma igreja que você chega, já tá ali, né? O altar você já vê quem é que tá. O templo de Jerusalém era maior do que o Vaticano, era enorme. Procura Jesus, aí vê Jesus conversando com os teólogos da época. Teólogo pergunta, Jesus responde. Jesus pergunta, teólogo responde. Papo tá rolando, Maria chega, meu filho, que que tá acontecendo? Como é que você dá essa preocupação para os teus pais? Você tirou o sono da tua mãe. A gente imaginou as piores coisas porque é cheio de salteador nessa nessas estradas, cheio de estrangeiro em Jerusalém. O que que pode ter rolado ali no meio? Cadê? Aí ele olha pra mãe dele e fala assim: "A senhora não sabe que eu tenho que cuidar das coisas do meu pai?" E o evangelho de Lucas, como ele fala do anúncio do anjo, né? também o evangelho de Mateus, mas o anúncio do anjo para Maria no Evangelho de Lucas, o Evangelho de Lucas coloca assim: "E ela guarda essas coisas no seu coração". Olha, o líder religioso, o líder de uma proposta chamada Reino de Deus, já se manifestando ali, 12 anos de idade. Então, somos espíritos imortais. Somos o somatório dessas experiências. Todos nós temos o nosso chipzinho, mas o nosso toco que nos dará a segurança para atravessarmos os pântanos que a vida nos oferece. vai ter que ser pai e mãe.

s. Somos o somatório dessas experiências. Todos nós temos o nosso chipzinho, mas o nosso toco que nos dará a segurança para atravessarmos os pântanos que a vida nos oferece. vai ter que ser pai e mãe. Por isso que a infância ela para nós espíritos de um planeta como a Terra, que é um planeta que serve para espíritos em provas e expiações, é fundamental essa fase de maleabilidade. Ao contrário do que muitos psicanalistas, né, com viés completamente envezado, falam, né, que a família é uma fábrica de traumas. A família é uma fábrica de frustrações. Longe disso. A família é o nosso porto seguro, é o nosso referencial de vida e de valores. E nós, enquanto adultos, temos a responsabilidade com as nossas crianças, principalmente em época de rede social, onde pai e mãe acha bonitinho a criança, eh, tomando tabaco, tombo, né, sujando as calças. Aí o pai filma, a mãe filma e põe na rede social. Aí essa criança vai crescer sendo conhecida como a criança do tombo, a criança da calça suja e vai levar essa essa mancha numa idade tão pequenininha. Tudo para dar like, para ter monetização. Tenhamos o nosso cuidado. Somos espíritas e como espíritas temos que viver pelos valores do espírito. Os valores sociais eles mudam o tempo todo, mas os valores do espírito são eternos. Então, nós que já fomos crianças e que ainda seremos muitas vezes, tenhamos essa visão e agradeçamos a Deus por essa oportunidade que é fantástica de retornarmos com um diário de páginas em branco. Uma ótima noite. Bons estudos para vocês. Bem pessoal, nós vamos pra parte final do nosso trabalho e cabe lembrar que sexta-feira agora, sábado, domingo, domingo é feriado, nós teremos a Masses, amostra de arte, cultura espírita, começou de um projeto, de uma iniciativa e de repente se institucionalizou e hoje ajuda muito a comunhão. Vai ser a nona edição, né? O nono ano. Na sexta-feira, sexta eh dia 5, né? Das 6 da tarde às 10 da noite. Sábado já um horário maior, das 10 da manhã às 10 da noite e dia 7 de setembro, domingo, do

o. Vai ser a nona edição, né? O nono ano. Na sexta-feira, sexta eh dia 5, né? Das 6 da tarde às 10 da noite. Sábado já um horário maior, das 10 da manhã às 10 da noite e dia 7 de setembro, domingo, do meio-dia, às 9 da noite. Então, venham passear na comunhão nesse horário. Eh, terá aí barracas com doces, salgados. almoço, palestras, eh apresentações culturais, contação de história, poesia, teatro, música, artesanato, enfim, é uma quermesse, digamos assim, dentro da casa espírita, eh, no caso da comunhão, né, projeto da comunhão, que nos ajuda a manutenção da casa, ao mesmo tempo uma confraternização, uma convivência e também espiritualização. Então é uma oportunidade de você passar horas aqui assistindo algum conteúdo sociocultural, ao mesmo tempo espírita e ao mesmo tempo aí fazer alguma compra, alimentar-se e fazer um lanche. É o convite para todos que é nesse final de semana 5, 6 e 7 de setembro. Massis mostra de arte, cultura espírita. Massis. Nós vamos então agradecendo a Jeferson pela presença, pelo conteúdo que nos trouxe encerrar os trabalhos dessa noite. Voltamos na próxima quarta-feira, né? Desejamos muita paz. Nós dizemos paz porque paz não é só ausência de conflitos, tá? Paz é tudo aquilo que significa harmonia dentro de nós. É você tá alegre, é você tá bem, você tá disposto, você ter sonhos, você ter esperança. Tudo isso é paz. Não tem uma assim que se aplica apenas à ausência de conflitos, não. Tanto que Jesus falava da paz dentro da tradição abraâmica, né? A saudação hebraico até hoje é shalom. Paz. Em árabe virou salam. Paz. Saudações são sempre referente a paz. Isso inclui tua saúde, tua tua vida financeira, tua família, teus filhos, né, Jeferson? Se você tá em paz, porque teus filhos estão bem, né? Enfim. Então é muito importante cultivar esse sentido amplo de paz. Nos vemos no próximo encontro com as bênçãos de Deus. que Jesus nos proteja. Espírito da verdade sempre conosco. Esperamos nos ver aqui no final de semana. Quem puder, inclusive ser voluntário do da atividade, tá? Procure

encontro com as bênçãos de Deus. que Jesus nos proteja. Espírito da verdade sempre conosco. Esperamos nos ver aqui no final de semana. Quem puder, inclusive ser voluntário do da atividade, tá? Procure lá na frente, se inscreva, puder colaborar numa barraca, numa atividade, determinado horário, pra gente poder montar uma escala e as coisas acontecerem. E quem quiser o passe, aguarda um pouquinho mais, será convidado. E ficamos por aqui. Um abraço a todos que nos acompanham na TV Rádio Comunhão. Até a quarta-feira que vem. Com as bênçãos de Deus e muita paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais

em, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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