IDEIAS INATAS - Questões 218 a 221 "O LIVRO DOS ESPÍRITOS" - Jefferson Bellomo
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Como é que estamos? Vamos trabalhar um pouquinho mais nessa noite, dando continuidade ao estudo do livro dos espíritos, né? Nós estamos encerrando hoje eh o livro dos espíritos. Ele é dividido em partes que Kardec às vezes chama de livros. Então, é livro dentro de livro, mas são partes. Eh, nós estamos falando sobre a pluralidade das existências, que é quando Kardec começa a debater o tema da reencarnação, que é algo para nós novo no ocidente. Mas no Oriente isso é extremamente antigo, já de 7.000 anos. Desde as primeiras manifestações religiosas na Índia já se conhece reencarnação. Índia, Irã e Paquistão, como já explicamos encontros anteriores, esse núcleo dos povos indoarianos. Porém, a reencarnação foi algo que foi coibido, que com a reencarnação o ser, o ser humano se aproxima mais de Deus, se conecta mais a Deus e dispensa sacerdócios, dispensa sacerdotes. E isso, claro, não interessou as classes dominantes. E a reencarnação foi coibida inclusive com fogueira, penas de morte, né, Jefferson no Ocidente. Até aqui, 1857. ela ressurge com a doutrina espírita, embora alguns outros movimentos, sobretudo das ordens esotéricas, também tratam do tema e também, mais ou menos na mesma época, séculos XIX, trouxeram de volta o tema, só que as olhas esotéricas por si são fechadas nos seus núcleos, né? a doutrina espírita não jogou aos quatro ventos e tornou-se extremamente revolucionária, como é até hoje. E dentro desse estudo, nós vimos algo fundamental pro pensamento espírita, que é a transmigração progressiva. Transmigração progressiva nos convidou a refletir tudo, todos os nossos conceitos ocidentais a respeito da vida. E é o que nós estamos fazendo até hoje, o que é progredir e se transformar até alcançar um ápice de perfeição. E dentro dessa linhagem, Kardec nos trouxe reflexões sobre família, parentescos, filhos, crianças que desencarnam cedo, qual seria o destino delas, afinidades, a formação das famílias, os nucleos familiares. que nós encontro passado falamos sobre
lexões sobre família, parentescos, filhos, crianças que desencarnam cedo, qual seria o destino delas, afinidades, a formação das famílias, os nucleos familiares. que nós encontro passado falamos sobre semelhanças físicas e morais. E hoje o nosso Jeferson Beloma nos fala das ideias inatas, aquelas coisas que me definem como eu sou, as minhas idiossincrasias. Então, nós vamos iniciar o nosso trabalho de hoje agradecendo a presença de todos os irmãos e irmãs aqui no salão conosco, igualmente os que nos acompanham para TV e rádio comunhão, já que a tecnologia facilita a vida, né? A gente pode, quando a gente não consegue sair de casa, a gente aperta um botão e consegue acessar todo o mundo e todo tipo de informação. E também por aqueles que nos assistirão pelas plataformas digitais, a comunhão tem seis redes sociais, lembrando disso, podem se inscrever, baixar o aplicativo, fazer sua inscrição e ter acesso a todo esse conteúdo produzido na comunhão, não apenas as palestras, mas a outras programações também gravadas em estúdio. E peçamos a Deus que nos abençoe para que essa noite seja produtiva para nós e que todo esse conhecimento nos traga conforto. Afinal de contas, a doutrina espírita é o consolador prometido. Ele nos traz conforto porque nos ensina as verdades eternas, verdades essas que refletem o desejo de Deus em nosso benefício. Porque Deus construiu tudo isso para nós e por nós. E se nós soubermos viver como se tivéssemos um mapa na mão para nos trilhar dentro da existência, melhor será para todos nós. E é isso que Deus quer, que o aprendizado seja para nós fonte de paz, de ânimo, de alegria, de esperança, de motivação no bem. Caminhemos também com o Cristo, nosso mestre, Senhor, guardião do planeta e de nossas vidas, sob cuja regência estamos aqui e com ele muito mais caminharemos ainda. Ele nunca nos solta, ele nunca nos abandona. Meus amigos, irmãos do plano maior, esses que vêm em nome de Jesus executando a sua vontade, organizados pelo Cristo, formando grupos e
caminharemos ainda. Ele nunca nos solta, ele nunca nos abandona. Meus amigos, irmãos do plano maior, esses que vêm em nome de Jesus executando a sua vontade, organizados pelo Cristo, formando grupos e grupos de trabalhadores e equipes que estão aqui conosco já trabalhando por nós, nos acompanhando, acompanhando o trabalho, inspirando o palestrante, que eles possam também nos trazer os benefícios que nós estamos necessitando neste momento. A misericórdia do Pai, que cada um receba nessa noite o que precisa, tanto de aprendizado, tanto quanto de uma reformulação íntima chamada saúde, um reequilíbrio que significa saúde, saúde integral para todos nós. Particularmente agradecemos Bezerra de Menezes, Ismael que guarda o Brasil, Bezerra, o nosso patrono da casa, né, como outras casas espíritas também o tem. E o nosso instrutor Alexandre, que é o nosso patrono deste grupo, escolhido já há mais de 20 anos pela irmã Neusa Analom, que ele nos traga também a sua presença e as suas irradiações de amor, paz e de esperança para todos os nossos corações e mentes. Vamos então, unidos e coesos, dar início ao trabalho. Jeferson Belomo, ideias é contigo. Uma boa noite a todos. Hoje vamos conversar sobre um tema que ele acaba sendo uma expressão da própria doutrina da reencarnação. O espiritismo, ele, como Marcos bem colocou, ele não inventa reencarnação, mas ela é uma revelação dos espíritos para aqueles que estão interessados no que os espíritos têm para dizer. E pouca gente sabe, mas Kardec ele não era simpático à reencarnação. Quando os espíritos começam a dizer que as pessoas elas são almas imortais, que elas não têm uma única existência, mas elas têm diversas vidas e cada vida é um processo de aprimoramento. Cada jornada aqui na Terra, né, desde o ventre da mãe até o cemitério, é uma oportunidade didática de avanço. Kardec, ele não era nem um pouquinho simpático essa ideia e ele opõe diversos pensamentos a essas afirmações que essas oposições elas são rebatidas e esclarecidas pelos espíritos
e didática de avanço. Kardec, ele não era nem um pouquinho simpático essa ideia e ele opõe diversos pensamentos a essas afirmações que essas oposições elas são rebatidas e esclarecidas pelos espíritos através dos médiuns dos quais Kardec fazia uso. Aí Kardec percebeu que de todos os sistemas, e Kardec também tinha o sistema dele, a reencarnação, ela era o sistema que melhor explicava a justiça divina. E aí e ele assume a reencarnação como uma doutrina, porque afinal de contas ela é manifestada por vários espíritos, por diferentes médiuns. Esses médiuns não se conheciam. Então, Kardec, olha, isso daqui é um ensinamento comum dos espíritos em relação a diferentes médiuns para quem tiver interesse. Então, isso aqui é um corpo de doutrina, é um corpo de ensinamentos. E a partir daí ele chama a crença na reencarnação de dogma. dogma não no sentido de um preceito de fé que não possa ser discutido, que não possa ser questionado, mas dogma no sentido de fundamento. A reencarnação é um dos fundamentos da doutrina espírita. E não adianta, se nós pensarmos a respeito, nós reencarnarmos se nós não mantivermos a nossa individualidade. O que que me interessa ter reencarnado no século 17, no século XVI, no século XIX, no século XX, agora, né, estendendo ao século XX, se eu não mantivesse a minha personalidade, se eu não fosse eu, eu fosse só um espírito sem memória que vai habitando de corpo em corpo, porque uma das coisas que definem a nossa personalidade, a nossa Nossa individualidade é a nossa memória. Sem memória, nós nos diluímos, nós perdemos o nosso significado, porque nós perdemos o nosso senso de eu. Então, só faz sentido a reencarnação se você tiver memória. E aí nós temos um questionamento, mas as pessoas elas não lembram das suas vidas passadas. E aí, como é que fica a questão da memória? E isso é tratado no espiritismo, a exaustão. E aí nós reparamos que existe alguns argumentos para essa memória ela ser provisoriamente bloqueada. É como se tivesse, ela está encoberta.
tão da memória? E isso é tratado no espiritismo, a exaustão. E aí nós reparamos que existe alguns argumentos para essa memória ela ser provisoriamente bloqueada. É como se tivesse, ela está encoberta. Imaginem que a memória é um livro e que alguém joga uma manta, um pano em cima desse livro. O conteúdo está ali. Sabe aquela Bíblia que as pessoas põem na sala aberta e que fica 20 anos na mesma página e ninguém lê? Imaginem que tá lá a Bíblia aberta, a pessoa coloca um pano, a Bíblia ela não sumiu, as letras não sumiram, as páginas não se desintegraram. Mas o pano não deixa a gente ler. Por isso que o espiritismo quando ele fala que ele é uma revelação, é do latim revelar, tirar o véu. É como se imaginem esse livro aberto com pano em cima. A cada vez que nós desencarnamos e vamos para o plano espiritual, a carne, o corpo físico, o corpo biológico, ele é esse pano. Porque quando nós reencarnamos, nós recebemos um cérebro novinho em folha. E como é feita a memória do nosso cérebro? Através de estímulos. E esses estímulos eles formam o nosso cérebro. sinapses. Por isso que nós temos memória. Se você viveu outras vidas e o cérebro dessa reencarnação, ele não tem sinapse dessas experiências, nessa encarnação você não vai lembrar dessas experiências, salvo situações muito específicas de pessoas que têm uma sensibilidade, uma agudeza, e aí permite que elas tenham intuições e mesmo lembranças das vidas. Vidas passadas. Muita gente diz que lembra de vida passada, mas pelo menos a minha experiência é puro exercício imaginativo das pessoas que dizem que lembram de alguma coisa. Se você espremer, não sai muita coisa, não. É diferente de quando uma pessoa, por exemplo, sob hipnose, ela acessa experiências, memórias de outras reencarnações e é possível depois você pesquisar essas informações e ver se aquelas informações elas têm sustento na realidade. É outra história. Mas por isso que nós não lembramos do ponto de vista eh físico, químico, biológico. Nós não lembramos porque o nosso cérebro ele
e aquelas informações elas têm sustento na realidade. É outra história. Mas por isso que nós não lembramos do ponto de vista eh físico, químico, biológico. Nós não lembramos porque o nosso cérebro ele não tem a sinapse das vidas anteriores. do ponto de vista moral, é porque às vezes essas memórias elas nos atrapalham, elas nos prejudicam, porque normalmente aqui na Terra os espíritos que reencarnam aqui na sua esmagadora maioria é gente complicada, é gente que meteu o pé pelas mãos, é gente que tropeçou nos próprios pés, fez mal para outras pessoas, fez mal para si mesmo. Se todos nós lembrássemos do que do que fomos e do que fizemos, nós sentiríamos vergonha. Nós teríamos os nossos traumas abertos, nós teríamos as nossas mágoas expostas e a gente não conseguiria virar a página. A reencarnação é uma proposta de virar a página. Por isso que às vezes a família é complicada, por isso que às vezes o casamento é complicado, por isso que às vezes o corpo ele tem limitações, porque nós estamos resgatando aquilo que nós de outra maneira desequilibramos. Imagina assim, você empurra uma pessoa ladeira abaixo no barranco, a pessoa sai rolando no barranco, pá, pá, pá, chega no final, fica toda estropeada, não consegue nem levantar. A nossa responsabilidade perante a justiça divina é descer o barranco, botar a pessoa nos nossos ombros e subir o barranco com a pessoa até o local que ela estava. Isso é cansativo, isso é desgastante, isso é doloroso, mas é o nosso dever, porque fomos nós que empurramos ladeira abaixo. E é uma imagem que a gente não deve tomar na literalidade. Eu estou falando da parte moral. Então, na parte moral, nós desviamos pessoas, nós traumatizamos pessoas, nós ofendemos pessoas, é o barranco. Depois essas pessoas vêm como esposas, esposos, filhos, irmãos, pais. E nós precisamos trazer essas pessoas para o local de equilíbrio onde elas estavam antes de nós a levarmos ao desespero. Então, não é interessante a gente lembrar, porque se a gente lembra, essas feridas não cicatrizam.
azer essas pessoas para o local de equilíbrio onde elas estavam antes de nós a levarmos ao desespero. Então, não é interessante a gente lembrar, porque se a gente lembra, essas feridas não cicatrizam. Então, nós temos o ponto de vista biológico, nós temos o ponto de vista moral, mas independente da memória, nós temos como se fosse um chip. Nós temos a nossa personalidade, a nossa índole. E essa índole, ela não se apaga com a reencarnação, porque somos nós. A índole faz parte de quem nós somos. Nós podemos melhorar, nós podemos evoluir, nós podemos avançar, nós podemos sublimar, nós podemos conter, mas ela vai est ali. A índole é o nosso chipzinho. E índole não tem nada a ver com genética, não tem nada a ver com o ambiente social, tem a ver exatamente com a nossa individualidade, tem a ver com quem nós somos. E eu brinco, né, que em termos aqueles que são pais e que educam os filhos, porque no espiritismo nós aprendemos que o processo reencarnatório não é assim: "Ah, saiu do ventre da mãe, puf, tá completo, perfeito, reencarnou 100%." é um processo processo que começa com espermatozoide se fundindo ao óvulo e que vai acompanhando o processo de desenvolvimento, de ligação desse espírito a esse corpo biológico. Isso dura anos. via de regra os primeiros 7 anos, 6 anos, 8 anos de vida. É quando todos esses laços aí sim estão firmes. A nossa ligação do nosso corpo espiritual, chamado perespírito com o corpo biológico, é célula a célula. Por isso que ninguém pode tomar posse do nosso corpo. Sabe aqueles filmes o exorcista que o capeta toma conta lá e tal? naquilo, do ponto de vista espírita, não existe. O capeta é mais uma vez uma metáfora, tá? Ele pode influenciar a pessoa, ele pode fazer a sua vontade subjugar a pessoa, mas ele não pode entrar no corpo da pessoa como se ele entrasse num armário. Porque a ligação perespiritual, ela é célula a célula. Quando essa ligação se desfaz, o corpo morre. e o espírito fica livre. Então, a reencarnação é um processo dessa ligação que não é assim:
rmário. Porque a ligação perespiritual, ela é célula a célula. Quando essa ligação se desfaz, o corpo morre. e o espírito fica livre. Então, a reencarnação é um processo dessa ligação que não é assim: nasceu, tá reencarnado. Nasceu, a reencarnação prossegue. Esse processo de vínculo prossegue até normalmente os primeiros 6, 7 anos. Aí eu brinco. Bom, do 6 ao s, aliás, do zero ao sete, você educa. Dos 7 aos 12, que é a pré-adolescência, você disciplina. Dos 12 paraa frente você reza, porque se você não educou e não disciplinou, você segura na mão de Deus e vai. Porque essa alma que está reencarnando, ela vai ser o somatório da educação que você deu com esse chipzinho chamado índole personalidade, que já vem de fábrica, o espírito já vem ali. Por exemplo, Adolf Hitler tem nos documentários a respeito dele, tem uma entrevista com a irmã de Hitler dizendo que quando ele era criança, nas brincadeiras com os amiguinhos, ele gostava de brincar de guerra e ele era o general que mandava em todos. E as outras crianças naturalmente reconheciam a liderança dele e obedeciam. É o chipzinho. Já vem. E o pai do Hitler, ele era casca grossa. O cara não tinha nem choro, nem vela. Se saísse um pouquinho fora da estrada, a cinta comia. Mas tava lá o chipzinho, tava lá a índole. Então, nós somos o somatório dos nossos pais, da educação que nós recebemos, da sociedade que nos acolhe, da cultura na qual nós estamos imersos. Então, certos valores que nós temos é porque nós estamos no Brasil. Se tivéssemos na Suécia, os nossos valores seriam outros. Eh, do ponto de vista cultural, se nós estivéssemos no Zimbábues, seria outro. Se nós tivéssemos na China seria outro, porque são valores culturais. E além disso, pai e sociedade é nós, a nossa índole. E aí quando nós manifestamos essa índole, parece que a gente já vem com aquilo. Sem pai e mãe educarem a gente, às vezes a gente é ovelha negra da família no sentido de nos diferenciarmos do padrão da família, porque nós já temos esse chip. Eu conheci uma família de pessoas
uilo. Sem pai e mãe educarem a gente, às vezes a gente é ovelha negra da família no sentido de nos diferenciarmos do padrão da família, porque nós já temos esse chip. Eu conheci uma família de pessoas pobres, pessoas muito simples. Uma criança daquela família, quando servia refrigerante em copo de requeijão, ela falava assim: "Mas esse não é o copo apropriado para esse tipo de bebida. O pai não sabia como é que ia pagar o aluguel, como é que ia pagar os boletos. E ela, por exemplo, eh, colher, né? Colher de sopa, colher de sobremesa, colher de chá. Ela falava: "Não, essa colher não é apropriada para esse tipo de alimento. 6 anos. Onde é que ela aprendeu isso? Na época não tinha internet quando eu conheci. Da onde surge isso? é o chipe que cada um de nós trazemos. Eu tava vendo também uma declaração de um padre que perguntaram para ele, mas quando é que o senhor descobriu que queria ser padre? Ele: "Rapaz, eu quando era criança, eu puxava a minha irmã, botava ela em frente do meu quarto, botava dentro do meu quarto, em frente eh da minha escrivania. E eu pegava pão, pegava suco de uva e fingia que tava fazendo missa e partia o pão e botava ela de joelho para dar na boca. Aí absolvia ela dos pecados. E que idade o senhor tinha? Ah, eu tinha uns 6 anos. Quer dizer, já vem ali, já vem impresso no cara. O cara já traz isso, já pensou em casar, em ter filhos? Não, eu sempre quis ser sacerdote católico, já vem aquilo. Então isso são as chamadas ideias inatas. Não tem as pessoas que, por exemplo, elas aprendem um idioma com muito com muita facilidade, francês, inglês, espanhol. E é muito natural que essas pessoas desde muito novinhos, muito jovens, eles falam assim: "Eu nasci no país errado". Queria mesmo ter nascido na França. Ah, eu sou doido para conhecer Londres. Eu quando ouço uma viola espanhola, nossa, arrepia. A pessoa já traz ali toda essa bagagem, toda essa experiência que vem de outras encarnações. Por isso que Kardec dedica esse estudo chamado ideias inatas. E aí ele diz assim: "Vem cá, da onde é
repia. A pessoa já traz ali toda essa bagagem, toda essa experiência que vem de outras encarnações. Por isso que Kardec dedica esse estudo chamado ideias inatas. E aí ele diz assim: "Vem cá, da onde é que vem essas ideias eratas?" E os espíritos respondem: "Ué, das experiências que esse espírito traz consigo?" Todas essas experiências, que não foram duas, três, 100, foram milhares. A gente não sabe quantas, mas foram muitas. Só a nossa espécie homo sapiens sapens são 100.000 anos. Pega aí, né, 1000 anos da 10 séculos. Pega uma encarnação por século, vê no total quantas reencarnações deu. Eu não vou fazer cálculo porque isso vai pra internet, eu vou errar, então não vou nem me atrever. Mas é coisa para caramba. Isso como ser humano na nossa espécie. Aí pega o australoptecos, por exemplo, 1.400.000 anos. Humanoide. E a evolução espiritual, ela se dá nesses corpos anteriores à humanidade. Quantas encarnações dá nisso? Então, quando nós eh trazemos alguma ideia, o nosso chip, a nossa índole, nós somos herdeiros de nós mesmos. É todo um passado. Dá para fazer um histórico. Por isso que a espiritualidade, tanto a espiritualidade boa quanto a espiritualidade ruim, conhecem bem a gente. Porque, por exemplo, os nossos pais, eles conhecem a gente desde pequenininho. Já não é pouca coisa. O terapeuta, você vai lá, senta, conversa com o terapeuta, abre o seu coração, fala os teus segredos, os teus desejos. as tuas frustrações que nem os pais sabem. O terapeuta conhece aquele recorte, pai e mãe conhece aquele recorte, esposa, esposo, recorte, mas os espíritos, eles olham pra nossa alma, então eles conseguem aprofundar na nossa experiência multimilenar. Então, já dá mais ou menos para fazer uma projeção. Se tiver uma estrada que vai pra direita, pra esquerda, para cima, para baixo, baseado em todas as vezes que nós optamos por caminhos, ele já tem uma ideia para qual caminho nós desejamos ir. Enquanto que aqui nessa encarnação as pessoas vão dizer assim: "Nossa, tô decepcionadíssimo com Jeferson. Eu
ezes que nós optamos por caminhos, ele já tem uma ideia para qual caminho nós desejamos ir. Enquanto que aqui nessa encarnação as pessoas vão dizer assim: "Nossa, tô decepcionadíssimo com Jeferson. Eu imaginei que ele fosse pegar esse caminho, ele pegou aquele outro, porque só conhece o recorte, os nossos mentores e os nossos obsessores, o álbum inteiro ou pelo menos boa parte deste álbum. Então, por isso que eles conseguem mais ou menos ter uma expectativa do que que nós vamos fazer, porque tá na nossa natureza. Por isso que mudar não é uma coisa fácil. É uma das coisas mais ingênuas que tem é uma pessoa querer mudar outra. Porque se você não é sua esposa, seu esposo, não é seu pai, sua mãe, você quer mudar, é difícil para caramba. É dar murro em ponta de faca. É uma luta. Isso porque você quer mudar. Agora imagina alguém querendo nos mudar e a gente não tá nem um pouquinho interessado nisso, tá nem um pouquinho afim. Como é que isso vai funcionar? Não funciona. Não funciona. Então nós temos esse chip. Esse chip é o somatório de toda uma história, mas a história nossa enquanto alma, enquanto espírito. E nós, nessa reencarnação, nós não lembramos de todo esse percurso, mas esse percurso talhou quem nós somos e isso nos acompanha. Quem tem mais de um filho vê, por exemplo, que às vezes gêmeos, um é mais agitado, o outro é mais meditativo, um é mais irritadiço, o outro é mais contemporizador, um é mais voltado para as artes, o outro é mais voltado para o mundo, eh, o mundo diário, concreto, porque já vem com seu chip e isso ninguém tira, faz parte da nossa história. história. E nós estamos aqui para com a nossa personalidade, que é o resultado das nossas opções, nos tornarmos pessoas mais sábias, pessoas melhores, pessoas mais evoluídas. É desse limão que vai ter que sair a limonada. Não é assim. Deus pega o indicador, toca no limão e o limão vira laranja, porque ele estaria violentando a natureza do limão. É do limão que a gente tem que fazer a limonada e não imaginar que a o limão
o é assim. Deus pega o indicador, toca no limão e o limão vira laranja, porque ele estaria violentando a natureza do limão. É do limão que a gente tem que fazer a limonada e não imaginar que a o limão vai virar laranja, vai virar maçã, não vai. Nós somos o limão e esse limão pode ser colocado de uma forma embrutecida, azeda ou pode ser transformado na limonada. Então vai depender das nossas opções do nosso livre arbítrio. E aí Kardec pergunta: "Então, para aí, se nós trazemos esse histórico, esse histórico então é prova da reencarnação?" E os espíritos respondem: "Então é isso mesmo. Não poderia ser de outra forma. Porque como é que a gente explica diferenças que são tão gritantes no berço?" Eu contei aqui dois exemplos do Hitler e de um padre. Mas vamos para um exemplo mais dramático. Wolfgan Amadeus Mozar. Ele era filho de um músico da orquestra real de Viena. Esse músico estava morando em Salsburg quando nasce o Moza. E ele percebe que a criança tem pendores para a música e incentiva. O que ele não sabia é que a criança com 5 anos de idade já tocava cravo. Cravo é uma espécie de piano em miniatura. Aos 6 anos ele já tava compondo. Aos sete ele tava se apresentando em toda a Europa. Aos 8 ele compõe a sua primeira sinfonia. Dos 8 aos 11, ele já tá compondo as suas primeiras óperas. Não sei vocês, mas eu nunca consegui compor nada. Eu se toco alguma coisa e toco bem a campainha, o interfone também, o resto e vem o menino com 5 anos ele tá tocando piano cravo, 11 anos com pondo sinfonia. Da onde é que veio isso? Aí se você não tem a reencarnação, você vai dizer assim: "Ah, é genética". Afinal, o pai dele também era músico. Sim. OK. Mas a genialidade dele extrapola em muito qualquer referência a seus antepassados. O fato de um pai e uma mãe saberem escrever não torna ninguém um literato como Víor Hugo Machado de Assis. O fato de alguém saber tocar instrumentos e saber ler uma partitura não transforma ninguém no Moza. Porque se assim fosse, teríamos mais e não temos. Então é o que esse espírito
Hugo Machado de Assis. O fato de alguém saber tocar instrumentos e saber ler uma partitura não transforma ninguém no Moza. Porque se assim fosse, teríamos mais e não temos. Então é o que esse espírito dedicou não é brincadeira. Tem um psicólogo sueco, que agora o nome não me vem à mente, que ele estudou a questão das pessoas que são virtuoses nas suas áreas eh profissionais ou nas suas áreas desportivas, artísticas. Ele com a sua equipe fez um estudo, ele é pesquisador, fez um estudo. O que diferencia uma pessoa que é um expert, que tem um grau máximo de perícia em alguma coisa do resto. Vamos imaginar exatamente um músico. O que diferencia um virtuose num violão, num piano, num violino de um sujeito que sabe tocar piano, sabe tocar violino, mas assim não choca pela sua destreza? E ele criou a teoria das 10.000 horas. Uma pessoa para dominar com excelência uma determinada área, ela dedicou 10.000 1000 horas para chegar nesse ponto para ser um virtuose. 10.000 horas dá 28 anos e 5 meses. Isso se a pessoa ternar uma hora por dia, todo santo dia, dá 28 anos e 5 meses. Agora imaginem quando isso não são, vamos arredondar para 30 anos, não são 30 anos, não são 60 anos, não são 120 anos, não são 1000 anos, mas são inúmeras dezenas de reencarnações dedicadas àquela área. Então nós vamos ter o gênio, nós vamos ter aquele cara que, por exemplo, Blaze Pascal, criança pegando bastões, ele descobriu praticamente todas as regras da geometria e da aritmética. Criança, você pega muito adulto, pede para fazer isso e o cara já fez, né, o ensino fundamental, já fez o ensino secundário, já fez vestibular, não dá conta. porque ele já tem excelência naquela área. E essa excelência vem de toda uma história. Por isso que nós somos muito bons em algo. Ou quando nós percebemos que alguém é fora da curva, o sujeito é excepcional naquilo. Não é dom divino, é trabalho, é dedicação. E essa habilidade tá tão bem construída, tá tão bem arregimentada no ser, que mesmo o corpo, se o corpo não for
ra da curva, o sujeito é excepcional naquilo. Não é dom divino, é trabalho, é dedicação. E essa habilidade tá tão bem construída, tá tão bem arregimentada no ser, que mesmo o corpo, se o corpo não for refratário, e nós vamos tocar na questão do corpo refratário, isso naturalmente vai aparecer. Então, de repente, é uma criança que aprende a ler e escrever sozinha. É uma criança que aprende idiomas sem ninguém ter ensinado, tocar instrumentos, fazer cálculos e a lista é longa. Por isso que essas ideias parece que já nascem com a gente. Se nós fôssemos acreditar que isso é um dom divino, nós teríamos um problema com Deus, porque Deus teria os seus queridinhos, teria os seus privilegiados. E qualquer ser, seja ele Deus ou seja um humano, que dê privilégio para outro, não é justo. Qualquer Deus, qualquer divindade, qualquer humano que tenha preferência de uns em relação aos outros, sem avaliar o merecimento dessas pessoas, não é justo. Se não é justo, não é Deus. Deus tem que ser justo. Porque se Deus não for justo, sabe o que acontece? A lei do olho por olho, dente por dente, toma conta do universo e aí o caos se instala. Se o universo tem uma ordem que segue leis, é porque existe uma justiça divina, existe uma resposta proporcional às nossas ações. Então, quem estudou, quem se dedicou à suas 10.000 horas ou as suas 10.000 ouvidas, é muito merecido que tenha aquela facilidade do que o sujeito que não teve o mesmo nível de interesse ou o mesmo nível de dedicação. É muito natural. E para aqueles que possam estar pensando em mediunidade, mediunidade não é via de regra, tô falando de forma geral. Ela não é uma conquista do indivíduo, ela é uma beness dada para que o indivíduo que não tem mérito, ele use essa mediunidade para trabalhar a serviço do próximo e trabalhando a serviço do próximo, ele possa resgatar os seus erros. Então, tem muita gente que acha assim: "Ah, fulano psicografa, vê espírito, fala, dá palestra, eh, pinta, eh, tudo com espírito." Então, é muito evoluído, via de regra, é muito
resgatar os seus erros. Então, tem muita gente que acha assim: "Ah, fulano psicografa, vê espírito, fala, dá palestra, eh, pinta, eh, tudo com espírito." Então, é muito evoluído, via de regra, é muito endividado. que reencarnou com essa missão em um corpo dado especialmente para que ele tenha essa sensibilidade espiritual para poder reproduzir as obras dos espíritos. Então, só esclarecendo, mediunidade, inclusive mediunidade é uma questão física, não é uma questão moral. Quanto menos refratário é o corpo, as influências espirituais, maior a sensibilidade da pessoa. E o cara pode ser da pá virada, mas o seu corpo não é refratário, ele vai ter essa sensibilidade. Livro dos médiuns, Allan Kardec, né, é que trata disso com muita maestria e repetido depois pelos pesquisadores que vieram após ele. E aí nós temos uma outra situação. Bom, então tem ideias inatas. Então as pessoas reencarnam trazendo seu chipzinho, trazendo a sua índole. Puxa vida, que maravilha. Mas isso pode ser tirado. Vamos pegar o caso do Mozer. O Mozer pode reencarnar sem ter a mínima habilidade musical. Pode duas situações dadas pelos espíritos. Primeira situação, o Mozar agora ele quer desenvolver outras áreas. Ele já tá top na questão da música, mas o cara é um zero à esquerda com pintura. Ele não consegue fazer um círculo num copo. Aí agora ele quer desenvolver a pintura, mas a paixão dele é pela música. Ele sabe que se ele reencarnar, ele naturalmente vai seguir os passos que ele tem seguido a diversas reencarnações. Então ele, a gente tá falando aqui hipoteticamente, tá? Ele, Mozart, fala assim: "Olha só, de música eu já tô legal, tô show, agora eu quero desenvolver meu lado pintor, meu lado desenhista. Ou eu quero ser médico, ou eu quero ser engenheiro, eu quero ser astronauta." Problema é que se eu reencarnar com facilidade em música, eu não vou conseguir começar isso, porque, pô, é mais fácil eu ir para onde eu já conheço, aonde eu já sou bom. Então vamos fazer o seguinte. Nessa você vem com essa parte
ar com facilidade em música, eu não vou conseguir começar isso, porque, pô, é mais fácil eu ir para onde eu já conheço, aonde eu já sou bom. Então vamos fazer o seguinte. Nessa você vem com essa parte musical bloqueada. Você não vai conseguir nem bater palma e cantar ao mesmo tempo parabéns para você. Você vai ser inimigo do ritmo para que você possa desenvolver a sua habilidade nesse setor que você tá querendo. Então tá bom. Então, muitas vezes a pessoa vem com uma paixão por algo, mas que ela não tem a possibilidade de desenvolver. Então, ela opta por outra área, porque aquela área ali tá bloqueada, mas não tá bloqueada não é porque a pessoa tá sendo punida, porque botou chiclete na cruz, né? porque xingou alguém, não em benefício dela mesmo. Ela quer desenvolver o potencial dela, então naquilo que ela já tá top, tá 100%, aquilo vem provisoriamente coberto. Depois quando ela desencarna volta ao normal, tranquilo, porque tá nela, é uma conquista dela, ninguém tasca, ninguém tira. Essa é a primeira situação. Segunda situação, o cabôclo aprontou com aquilo que ele é bom. Ele tocou o terror, ele pintou sete e aí ele sabe que se ele vier com aquela facilidade, ele vai meter o pé pelas mãos de novo, porque é bom, é fácil, ele tira aquilo de letra. Então o cara pede para vir com um bloqueio naquela área para não meter novamente os pés pelas mãos. Então imaginem, por exemplo, vou pegar aqui o meu exemplo. Uma pessoa que fala em público. Pessoa fala em público. Palavra é uma arma. Você pode usar a palavra para elevar as pessoas. Você pode usar a palavra para deixar todo mundo deprimido, deixar todo mundo furioso, deixa todo mundo doidão. É o uso do verbo. Verbo é vida. Imagine uma pessoa que uma, duas, três, quatro encarnações usa o verbo em benefício próprio, em prejuízo alheio e só tá se enrolando. Só tá se enrolando aí. num determinado momento ela fala: "Cara, chega, não tá dando mais. Não é possível. Toda vez que ponho o microfone na minha frente, eu, em vez de usar esse
e só tá se enrolando. Só tá se enrolando aí. num determinado momento ela fala: "Cara, chega, não tá dando mais. Não é possível. Toda vez que ponho o microfone na minha frente, eu, em vez de usar esse microfone para melhorar a mim e aos outros, eu tô usando esse microfone para desvirtuar todo mundo. É calúnia, é difamação, é injúria, é fofoca, não dá. Ô mentor, vem cá. Andei pensando bem, olhei aqui a minha ficha. Vamos fazer o seguinte. Na próxima eu quero vir gago. Eu não quero conseguir juntar duas frases, porque aí eu vou ter um freio na língua. E tendo esse freio, eu vou aprender a me disciplinar, porque eu vou ficar louco de vontade de falar. Mas agora eu vou aprender a ouvir e não vou mais desvirtuar as pessoas. Vejam, por isso que quando no espiritismo nós falamos que a Terra é um planeta de provas e expiações, isso aí é prova. Eu estou pedindo para mim limitações porque eu sei que se eu pegar e o pessoal me der um dedo, eu puxo o braço. E eu sei que todas as vezes que eu puxei o braço, eu machuquei alguém. Eu não quero mais fazer isso. Então eu peço para não conseguir pegar nenhum dedo até eu me reajustar, até eu me equilibrar. Aí sim, quando eu tiver dominado isso, aí eu posso voltar normal. Pode me dar o microfone de volta que aí eu não vou pisar na bola. Então nós temos o dom. O dom no sentido da conquista, né? Não, no sentido da graça divina. Deus olhou para mim, pegou e deu um beijo e pronto. Aprendi a falar em público, aprendi a tocar violão. É, não nesse sentido, mas no sentido de já vir com essa aptidão desde o berço. Então eu posso ter isso retirado porque eu quero desenvolver outras qualidades, outras habilidades, ou porque eu pisei muito na bola, fiz muita besteira e não me interessa fazer mais besteira porque todo mundo tá avançando, todo mundo tá evoluindo, todo mundo tá progredindo e eu tô ficando para trás, tá ficando feio isso. Não quero isso para mim. Então eu peço para vir com isso. Ah, vai causar frustração, vai, vai. O cara vai vir frustrado, mas é pro bem dele, porque
ndo e eu tô ficando para trás, tá ficando feio isso. Não quero isso para mim. Então eu peço para vir com isso. Ah, vai causar frustração, vai, vai. O cara vai vir frustrado, mas é pro bem dele, porque ele mesmo sabe o que que é bom para ele e ele pediu isso. Puxa vida, eu queria tanto tocar um piano, tocar um violão. Hoje eu não toco nem campainha. É pro teu bem, meu querido. É pro teu bem. Esquenta a cabeça não. O dom tá aí. A tua conquista ninguém tira. Mas nessa vida você vai desenvolver outras potencialidades. Isso vale, por exemplo, para médico, o sujeito já aprontou muito na medicina, aí ele pega e vem numa, não passa no vestibular de medicina nunca. Eu teve, eu tive uma colega da época de mocidade que ela tentou sete vezes medicina. Aí ela falou: "Não, não dou conta, eu vou parar com isso". tentou enfermagem aqui na Universidade de Brasília, na UnB, passou enfermagem em primeiro lugar com a pontuação paraa medicina. Não tava no script, não era para ser, não era para ser. Então acontece isso, acontece isso. Gente que faz concurso para policial, o sonho do cara é ser policial. Tenta, tenta, tenta, tenta. Passa para tudo quanto é concurso, menos pra polícia. Aí, pô, será que é sempre espírita tem essas manias? Será que é obsessor? Será que é karma? Não, porque você sabe que se te derem um distintivo, um par de algemas e uma arma, tu vai fazer besteira. Então, via de regra, você mesmo lá em cima já pediu, or, não deixa, não deixa que se deixar perto de mim eu não respondo. Então, não vai. E aí chega aqui a gente reclama, né? Aí se o pessoal da Umbanda quer tomar banho de sal grosso para tirar o encosto. E não é nada disso, é pro nosso bem. E mais uma coisa sobre ideias inatas. E vejam que é interessante. A crença em Deus, ela é algo aprendido ou as pessoas já nascem com isso? Renê Decart, ele dizia que certas ideias fundamentais você já nasce, você já vem com elas. Aí você vai ter John Lock, que vai dizer o seguinte: "Não, não, não, não. A criança ela é uma página em branco, é
Decart, ele dizia que certas ideias fundamentais você já nasce, você já vem com elas. Aí você vai ter John Lock, que vai dizer o seguinte: "Não, não, não, não. A criança ela é uma página em branco, é uma tábula rasa e a sociedade é que vai escrever nela aquilo que ela vai vir a ser. E o que os espíritos nos dizem? Nem uma coisa nem outra. Nós somos o somatório de nós com aquilo que nós recebemos, mas o livre arbítrio, a palavra final, é nossa. E aí Kardec percebeu algo lá em meados do século XIX, que muitos estudiosos de mitologia, os mitólogos, como Joseph Campbell, né, o Mirt Eliad, eh antropólogos como Levi e Claud Stross, eles se debruçaram sobre tribos que em diversos continentes que não conversavam, não interagiam com outras etnias, com outros povos. E elas já tinham a crença em uma divindade. Elas já traziam em si a crença no ser superior, porque afinal de contas o ser humano, ele está na natureza, mas não foi ele que criou a natureza. E vejam umore lá da Nova Zelândia, antes hoje, né, tá muito bem integrado, mas imagine antes da colonização inglesa, ele já tinha o raciocínio de que, caramba, tem uma árvore aqui. Eu não fiz essa árvore. Meu pai não fez essa árvore, meu avô não fez essa árvore. Ninguém fez essa árvore. Mas a árvore tem. Alguém fez o sol. Entra dia, sai dia, entra dia, sai dia. Tá lá o sol. Eu não fiz o sol. Meu pai não fez o sol, meu avô não fez o sol. Alguém fez. Quem é esse alguém? Deus. Então, nós temos intuitivamente, nós que eu falo seres humanos, mesmo nas chamadas tribos mais limitadas do ponto de vista civilizatório, até os povos mais avançados tem a ideia de que se tem alguma coisa, alguém criou. Aí, claro, tem aquelas pessoas que são mais rebuscadas e vão dizer assim: "Não, é obra do acaso". O que que é o acaso? Leonir tem uma expressão muito boa para isso. Você acreditar que o universo foi criado pelo acaso é a mesma coisa que você acreditar que pegando um saco cheio de letras e jogando para cima, quando cair vai formar um soneto e
muito boa para isso. Você acreditar que o universo foi criado pelo acaso é a mesma coisa que você acreditar que pegando um saco cheio de letras e jogando para cima, quando cair vai formar um soneto e com a métrica toda definida e rimada. Não vai ter como. Não vai ter como. O acaso é um nada. E o que que o nada cria? Porque nada, ele nome já diz tudo, é ausência de qualquer coisa, por menor que seja. Se existe algo, alguém criou esse algo, veio de alguém. E aí que diz que Deus é a causa primária, a causa primeira todas as coisas. Então, para nós encerrarmos as ideias inatas, tem um seriado, tá muito bonitinho, não sei se vocês já assistiram, ele ainda tá eh não ainda não encerrou, chamado The Chosen, os escolhidos. É uma releitura dos Evangelhos pela ótica dos discípulos de Jesus. São os escolhidos por Jesus. O primeiro episódio, ele é muito marcante porque se trata do chamado de Maria de Madalena ou Maria de Magdala. Maria de Magdala era uma mulher possuída por sete espíritos e claro que é um seriado, então ele tem uma liberdade dramática fantástica. Mas na história tem algo que é muito bonito, que o pai da Maria, Maria Madalena, ele dá um papel para ela dizendo um versículo do livro de Isaías, que é mais ou menos assim: Deus, eu te chamei pelo teu nome. Eu te conheço e eu te chamei pelo teu nome. E aí quando ela tá no ápice da sua crise, que ela tá deprimida, ela quer se matar, é o encontro dela com Jesus. Jesus aparece no nos últimos minutos desse episódio e o que que Jesus fala para ela? Eu te conheço e eu te chamei pelo teu nome, pessoal. Deus nos conhece. Deus sabe o chipe de cada um de nós. Se estamos reencarnados, é para que essa reencarnação seja de um limão uma limonada. e que independente da nossa índole, da nossa personalidade, da cultura em qual na qual estamos inseridos, da criação que os nossos pais nos deram, Deus nos conhece e Deus tem um propósito para cada um de nós. Por isso que ele nos chamou pelo nosso nome. Uma ótima noite a todos. Boas reflexões, bons estudos.
criação que os nossos pais nos deram, Deus nos conhece e Deus tem um propósito para cada um de nós. Por isso que ele nos chamou pelo nosso nome. Uma ótima noite a todos. Boas reflexões, bons estudos. A terra que hoje retén, perdão. Recorda que o estágio na Terra é simples jornada espiritual. Assim como o viajante usa sandálias, gastando-as pelo caminho, nossa alma apropia-se de das formas, utilizando-as. na marcha ascenscional para a grande luz. Discerra, pois, o receptor de teu coração, a onda sublime dos mais nobres ideais e do mais belos pensamentos, e aprendemos a viver longe do cupim do desânimo. E nosso espírito, ainda mesmo nas mais avançadas provas da enfermidade ou da senctude, será como o sal radiante a exteriorizar-se em cânticos de trabalho e alegria, expulsando a sombra e a amargura onde estivermos. Comentário de um trecho de Emmanuel de Paulo na segunda carta de Coríntios, capítulo 4, versículo 16. Ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova dia a dia. Então, é um texto bíblico onde a reencarnação é pontuada. Ainda que o nosso homem exterior se corrompa, corpinho físico, né, envelhece e se desfaz. O ser interior a cada dia se renova, o progredir infinito. Escolhemos essa leitura para brindar-nos com uma reflexão também do apóstolo Paulo sobre o que nós estudamos nesse livro que se encerra hoje, que é a pluralidade das existências. No nosso próximo encontro, teremos um resumo teórico. Como Jefferson disse, Kardec tinha que preparar o terreno para todas as as posições contrárias da espírita e tinha que ser tipo advogado do diabo, pensar que crítica poderia vir. Então ele sempre faz perguntas, ele repete, parece que até que tá insultando os espíritos, não? e tá tentando mapear e deixar uma dogma nesse sentido de fundamento, uma ideia bem fundamentada, bem consolidada, bem basada para defender-se de críticas, como que se ele tivesse nos poupando do trabalho de nos defender daquilo que nós hoje estudamos. Ele já deixou um cabedal teórico, filosófico,
bem consolidada, bem basada para defender-se de críticas, como que se ele tivesse nos poupando do trabalho de nos defender daquilo que nós hoje estudamos. Ele já deixou um cabedal teórico, filosófico, lógico de argumentos até de silogismo, para a gente poder encarar essa percepção, sobretudo o dogma da reencarnação, que ele não é aceito, porque a reencarnação, como eu digo, liberta os homens e une os homens diretamente a Deus. Jeferson nos pontuou: "Eu te conheço pelo teu nome". E mas a gente então não precisa de sacerdócio, não precisamos de pontes, precisamos estar em Deus como Deus já está em nós. Então, na próxima semana vem um resumo teórico desses argumentos sobre reencarnação. Desejamos a todos um excelente fim de noite, excelente transcurso de semana para estarmos de volta quarta-feira aprendendo, caminhando e nos renovando. Aos que nos acompanham pelas redes sociais, televisão, rádio, nosso fraternal abraço. Fica o convite para quando virem a Brasília ou virem à comunhão um dia, não batermos no papo aqui conosco, como já veio um casal de João Pessoa nos visitar, que acompanha esse trabalho lá assistindo na Paraíba. Quem for de outro estado, de outra cidade, fica o convite a estar conosco aqui oportunamente algum dia. Então nós vamos encerrar agradecendo a Deus, a Jesus e a toda a espiritualidade por tudo que já recebemos. Os irmãos que ainda desejarem o passe, aguardem um pouquinho mais, que serão conduzidos pelo nosso grupo de apoio às novas instalações. Tenhamos sempre fé, esperança e otimismo. Doutrina espírita, afinal de contas, para brilhar nossa vida, ela nos traz alegria. Alegria que nasce de uma compreensão e que coloca sentido nas coisas que nós não entendemos ainda. Jeferson falou muitas vezes de sofrimento, dor, que você não entende por certas limitações, mas isso tem. Confia em Deus, tem toda uma estrutura montada, respostas já que nós não conhecemos, mas que estão aqui para nosso benefício. Todo o universo foi criado por nós, para nós. Repetimos isso hoje.
so tem. Confia em Deus, tem toda uma estrutura montada, respostas já que nós não conhecemos, mas que estão aqui para nosso benefício. Todo o universo foi criado por nós, para nós. Repetimos isso hoje. Vamos serdeiros dessa magnitude, dessa criação infinita. Muita paz, excelente fim de noite. Sejamos firmes, fortes e alegres. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam
es, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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