Ressurreição e Reencaração: Diferença - Márcia Ramos

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 19/08/2025 (há 9 meses) 42:48 158 visualizações

Ressurreição e Reencaração: Diferença - Márcia Ramos

Transcrição

Estrela caída as belezas. Quando eu errava no triste só no meu caminho, chegaste devagarinho e Meu coração nas bênção dos na divina claridade que é minha felicidade. em sorrisos de esplendor. És meu tesouro infinito. eterna aliança, porque sou tua esperança. Tom és todo o meu amor. Alma gemante minha. Se eu te perder algum dia, sei a escura harmonia da saudade dos seus ver seu me abandonares ternarados meus amores. de esperarte entre as flores da claridade do céu. Pessoas que estão com crachá, a gente pede para sentar do lado de cá, somente para facilitar o trabalho aqui, viu? E agora tirar um zoom mesmo. Não, noite calma em noite calma sozinho em prece alma até de ti, Senhor. Ti, Senhor, a paz do mundo, sorriso franco, cessa o pranto seu sofredor e agradece o dom da vida, alegria. DJ me agradece o dom da vida, a alegria de te encontrar em noite. Noite, calma, sozinho em prece minha alma. A ti, Senhor, a ti, Senhor. A paz do mundo, sorriso franco e cessa o branto, um sofredor >> me agradece. O dom da vida, alegria des encontrar e agradece o dom da vidada. alegria de te encontrar. Olhos cristalinos azuis da cor do céu. Ilumina são os irmãos na terra no sofrer, no sorrir, no chorar. Olhos cristalinos azuis da cor do céu. Barra bala branquinha. Qual o papai Noel ilumina? Se mãos na terra no sofrer, no sorrir, no chorar. Mezerra te menes audo bem. Receba as vossas preces e o coração também. Menises, apóstolo da luz, depoõe as nossas dores aos pés J >> sintonizados com Dr. de Menez, que estamos evocando por meio da música. Vamos, por intermédio dele, glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz nas nossas vidas, por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros da Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde, às vezes relativa o dia de hoje. E ao lado

de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros da Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde, às vezes relativa o dia de hoje. E ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuamos buscando a presença morável de Dr. Bezerra de Menezes para suplicar a ele que, por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade, na fé. concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina, pela nossa ação, pelo amor que tivemos nossos corações. Bção pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda a violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. Mas vamos também irradiar para o povo brasileiro que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da educação, da assistência à saúde, na habitação dignas e as nossas autoridades que se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, respeito às leis, a responsabilidade administrativa e importância de darem bons exemplos. Vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento, abençoando cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, para as nossas federativas, para a Federação Espírita Brasileira, para o Conselho Espírita Internacional, para a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso quad 42º Congresso Espírita que será realizado no próximo ano, nos dias de carnaval. Nos pedimos também que abençoe o nosso grupo espírito mensageiros da luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Vamos também radiar para os nossos

do no próximo ano, nos dias de carnaval. Nos pedimos também que abençoe o nosso grupo espírito mensageiros da luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Vamos também radiar para os nossos lares, lares enlutados com pessoas enfermas, hospitalizadas, cirurgiadas, aguardando para se submeterem às cirurgias, mas também para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bçãos pedimos para os espíritos aflitos, enfermos, entristecidos que estiverem dentro dos nossos lares, levandoos a sossego, sentimento de solidão. Os que aqui vieram em qualquer lugar que estiverem, que sejam atendidos, libertados e encaminhados às colônias espirituais para as nossas crianças e jovens. Deus conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do trabalho, educação, das da religião, todos eles possam ser servidores da sociedade. Aquilo que viemos buscar nesta noite possamos receber, que sejamos todos nós envolvidos no clima de serenidade e paz. Você que nos honra com a presença, nos assistindo pelas redes sociais, nós estamos transmitindo da sede do grupo Espírita Mensageiros da Luz. Que Deus te abençoe e te envolva também em muita harmonia, equilibre e paz. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, nós passamos aqui as nossas colocações à luz da doutrina espírita, capítulo quarto do Evangelho Segundo o Espiritismo. O Evangelho tem 28 capítulos, sendo que os cinco primeiros capítulos eles estão falando exatamente sobre os fundamentos, os princípios da doutrina espírita. E um dos princípios da doutrina espírita, uma das bases da doutrina espírita, é exatamente a reencarnação. E aqui nesse capítulo a gente vai ver a diferença trazida por Allan Kardec, codificador da doutrina e uma colocação especificamente dele entre a diferença entre ressurreição e reencarnação. E aí

ação. E aqui nesse capítulo a gente vai ver a diferença trazida por Allan Kardec, codificador da doutrina e uma colocação especificamente dele entre a diferença entre ressurreição e reencarnação. E aí ele fala, a ressurrei a ressurreição supõe o retorno à vida do corpo que está morto. Supõe a retorno da vida de um corpo que está morto. Essa palavra supõe, tá fazendo uma grande diferença, porque Jesus, embora ele tenha, nós aprendemos com os evangelistas que ele ressuscitou não tão somente Lázaro, mas ele ressuscitou também o filho da viúva de Naim. Era uma uma localidade. Naim era uma cidade que existia ali na Judeia. E esse rapaz estava o féro e estava em caminho. Estava sendo conduzido para ser sepultado. E a mãe naquele desespero, naquele sofrimento, era o filho dessa senhora. Observemos que a mulher não tem nome, ela é viúva de Naim, da cidade de Naim. E Jesus ficou muito condoído dessa situação. E ele disse a ela que o filho dela não estava morto e pede para ele levantar, sair do caixão. Ele é então ressuscitado. Mas é porque nós aprendemos com a doutrina espírita que os laços fluídicos não haviam sido rompidos totalmente. Porque quando os laços fluídicos são rompidos totalmente, aí realmente houve o óbito ou desencarne. E Jesus, embora governador do planeta Terra, ele não haveria de derrogar uma lei de Deus. Então, quando está morto, está realmente morto, porque existia uma ligação, mesmo que tênua, mesmo que fraca com aquele daquele espírito, com aquele corpo. Mas também aconteceu numa outra situação com a filha de um chefe da sinagoga. E o detalhe é muito interessante, porque quando Jesus cura aquela mulher hemorroíça, que ela aproxima-se dele e ajoelha e pede perdão porque havia sido curada. E ela imaginou, porque quando Jesus pergunta, quem me tocou? Eu sinto que de mim saiu virtudes. Ela imaginou que é porque ela estava impura, segundo as ordens, as leis do judaísmo. Ela não podia se tocar nele. E ela, então ele disse que sentia que dele saía virtude. Ela se ajoelha e

iu virtudes. Ela imaginou que é porque ela estava impura, segundo as ordens, as leis do judaísmo. Ela não podia se tocar nele. E ela, então ele disse que sentia que dele saía virtude. Ela se ajoelha e pede perdão por ter tocado nele. Ela não entendeu naquele primeiro momento que ela havia sido curada e existia ali próximo aquela quantidade de pessoas. O chefe da sinagoga chamada Jairo. E esse chefe da sinagoga observou tudo aquilo e pensou se minha filha tá em estado terminal. Talvez se eu conversar com ele, o profeta de Nazaré, ele pode curar minha filha. Mas vamos lembrar que ele era chefe de uma sinagoga e Jesus, ele estava a todo tempo afrontando, no entendimento dele as leis de Moisés. 613 artigos de lei, que é a Torá. E aí esse Jairo pede Jesus para ir à casa e quando eles chegam à casa, a menina já estava dada como morta. E naquela época eles colocavam aqueles panos pretos, chamavam aquelas carpedeiras para chorar. Então era uma cena muito lúgubre, muito triste. E ele entra e diz: "A menina não está morta". E foi assim o motivo de chacota mesmo, de risco, porque ela estava à vista de todos realmente morta. E ele pede a menina para levantar e dá até uma alimentação para ela. E a menina, ela tinha 12 anos, realmente ela levanta. E todos nós sabemos também da ressurreição de Lázaro. Quatro dias que ele estava, Jesus passou por Betânia ali na casa dos irmãos de Betânia. Marta, Maria e Lázaro segue para Jerusalém. Quando ele chega em Jerusalém, ele tem a notícia. Vamos imaginar que tudo aper Então, quer dizer, não era em tempo real. Ele tem a notícia encaminhada por por Marta que ele Lázaro, estava muito enfermo. Ele, Jesus, ainda ficou mais dois dias ali em Jerusalém. E depois ele desce. Vamos observar mais uma vez ele descendo de Jerusalém ou ele subindo para Jerusalém, porque nós vamos ver sempre nos textos bíblicos descendo ou subindo, porque Jerusalém é considerada a cidade sagrada. Ele desce chegando lá, Marta vem chamar a atenção dele. Mandei falar que era

além, porque nós vamos ver sempre nos textos bíblicos descendo ou subindo, porque Jerusalém é considerada a cidade sagrada. Ele desce chegando lá, Marta vem chamar a atenção dele. Mandei falar que era para você vir mais cedo, você demorou, agora já morreu. E Jesus então a acalma e diz que ele não havia morrido e se aproxima onde estava ali aquela pedra, aquele local, aquela gruta onde estava o corpo. E ele diz para tirar a pedra. Esse tirar a pedra tem um significado muito especial. Aliás, tudo que está contido nos Evangelhos tem uma razão para estar, assim como na obra da codificação. Não existem palavras vãs desnecessárias na obra da codificação, que são os cinco livros de Allan Kardec, o codificador da doutrina espírita. Assim também como não existem palavras vãs nas obras trazidas por pela psicografia abençoada de Francisco Cândido Xavier, espírito Emanuel, André Luiz, Humberto de Campos e outros tantos que trouxeram o desdobramento da codificação da doutrina espírita. E no entanto, ele pede para tirar a pedra, para nos dizer assim: "Vamos colaborar uns com os outros". Porque era mais fácil tirar a pedra do que falar para um morto levanta. E no entanto tira a pedra e ele fala para o Lázaro: "Sai daí". Quer dizer, "Vem cá." Chegando lá, ele tava com aquelas ataduras próprias dos judeus, os braços, as os indumentárias próprias de um sepultamento. E ele pede também para tirar aquelas talas que estavam ali envolvendo o corpo e na sequência, deixa ele ir. Quer dizer, é o livre arbítrio das pessoas que a gente aprende também. na doutrina espírita. Então, isso, é um procedimento de ressurreição e a ressurreição de Jesus. E vamos observar que todos esses ressuscitaram nos próprios corpos. Jesus não, quando ele ressuscita, ele não vem com as marcas da cruz, ele não vem com as marcas da coroa de espinho, porque a ressurreição de Jesus foi espiritual. Ele fica 40 dias na terra manifestando primeiramente para aquelas mulheres que estavam ali à beira do túmulo, depois para os discípulos, aqueles dois

ho, porque a ressurreição de Jesus foi espiritual. Ele fica 40 dias na terra manifestando primeiramente para aquelas mulheres que estavam ali à beira do túmulo, depois para os discípulos, aqueles dois discípulos que estavam caminhando pela estrada de Emaús. Depois ele se manifesta para os apóstolos em porta totalmente fechada, tudo fechado, porque eles estavam sendo sendo muito perseguidos. E naquele momento ele diz: "Paz seja convosco". E depois ele vai se manifestar também no que é chamado a segunda pesca, onde não estavam pescando e ele aproxima e fala para jogar a rede do outro lado. Isso também tem um simbolismo. Quer dizer, se a vida tiver muito complicada, a gente não deve insistir naquela dificuldade. Vamos jogar a rede do outro lado. Talvez se a gente essa rede simbolicamente se a gente adentrar ao conhecimento da doutrina espírita, o estudo da doutrina espírita, muitas das nossas tristezas, aflições, serão minimizadas ou às vezes até superadas, exatamente porque esta é a proposta da doutrina espírita, o consolador prometido por Jesus. E na sequência ele ainda vai se manifestar para os 500 da Galileia. 500 pessoas estavam ali. E quem vai nos contar isso com muita beleza é Humberto de Campos num livro que se chama Boa Nova. Claro que estão também contidas nos evangelistas, mas a gente está falando na obra de Francisco Cândido Xavier sobre a supervisão de Emanuel. O livro Boa Nova vai nos mostrar, nos contar sobre essa manifestação de Jesus aos 500 da Galileia, 500 pessoas. E esses que lá estavam, eles se comprometeram com Jesus, que estariam reencarnando na terra em diversas situações e em diversos períodos da humanidade para trazer exatamente a orientação consoladora do evangelho de Jesus e que depois foi restabelecida pela doutrina espírita. Então isso é ressurreição. Quando nós já falamos em reencarnação, e aí a gente vai ver também nesse mesmo capítulo, que é o capítulo quarto, cujo título Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo foi uma afirmação que Jesus fez

á falamos em reencarnação, e aí a gente vai ver também nesse mesmo capítulo, que é o capítulo quarto, cujo título Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo foi uma afirmação que Jesus fez a um doutor da lei, um judeu. Existiam dois judeus que eram doutores da lei, fariseus, portanto, trabalhavam no templo lá de Jerusalém, autoridade lá dentro do judaísmo, que era José de Arimateia. José de Arimateia, inclusive aquele aquela tomba onde Jesus ficou foi uma oferta de José de Arimateia e Nicodemos. E Nicodemos vai procurar Jesus e vai perguntar para ele como é que a colocação foi exatamente essa. Havia um homem dentre os judeus chamado Nicodemos, senador dos judeus. Aí a gente já vê a autoridade que ele era, que veio à noite. Sempre vamos observar que essas autoridades elas não procuravam Jesus à luz do dia, sempre à noite. Por isso também quando o senador Púbrio Lentros que é o nosso Emanuel, depois de outras e tantas encarnações, ele se manifesta através da vidência e da psicografia, da psicofonia, da mediunidade, enfim, de Francisco Cândido Xavier. Está no livro há 2000 anos. Naquele momento ele se ele procura Jesus e Jesus diz a ele: "O senador podia ter vindo de dia." No entanto, todos eles iam, chegavam à noite, exatamente para não serem censurados para por estarem procurando uma pessoa mais simples de uma região muito simples da Judeia, porque essa região era a região mais pobre de todas as possessões do Império Romano, que na verdade eram 17. E essa região de Nazaré era a região mais pobre de toda a Judeia, portanto, era o aonde Jesus nasceu. E sobre isso nós temos também depoimentos trazidos por Simeão, que era um um sacerdote do templo, mas isso aí fica para senão a gente poderia mudar aqui o curso da nossa história. E aí então ele vai dizer, chamado Nicodemos, senador do Ju, dos judeus, que veio à noite encontrar Jesus e lhe disse: "Mestre, sabemos que vieste da parte de Deus." Um senador chegando para Jesus e falando para ele, ó, mestre, sabemos que viestes da parte de Deus

judeus, que veio à noite encontrar Jesus e lhe disse: "Mestre, sabemos que vieste da parte de Deus." Um senador chegando para Jesus e falando para ele, ó, mestre, sabemos que viestes da parte de Deus para nos instruir como um doutor, pois ninguém para nos instruir como um doutor. Quer dizer, muitos sabe muito, pois ninguém poderia fazer os milagres que faz se Deus não estivesse com ele. Jesus respondeu: "Em verdade, em verdade vos digo, ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de no de novo." E Nicodemos então perguntou: "Como pode nascer um homem que já está velho? Pode ele entrar no vento de sua mãe para nascer uma segunda vez?" Tinha menor noção mesmo, né? pergunta bem assim, simplória. Jesus respondeu: "Em verdade vos digo, se o homem não renascer da água e do espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que nasce da carne é carne. O que nasce do espírito é espírito. Não vos espanteis se vos digo que é preciso que nasçais de novo. O espírito sopra onde quer. Escutais sua voz, mas não sabeis de onde vem, nem para onde vai. ocorre o mesmo com todo o homem que é nascido do espírito. E sobre a reencarnação, Allan Kardec na no livro dos espíritos, ele também vai nos falar nas questões 666 a 166 a 171 sobre a reencarnação. Lembrando que o livro dos espíritos é o primeiro livro da codificação, que são cinco, e ele foi eh lançado em Paris em 1857. E juntamente com o livro dos espíritos, nós temos as e as demais obras que eu o livro dos médiuns, o evangelho, seu inferno e a gênesis. São cinco livros. Nós temos as revistas de Paris também. Isso aqui era publicado como se fosse revistas e depois a Federação Espírita Brasileira fez a tradução. Esse, nesse caso, é do Guilhon Ribeiro e inseriu tudo em um um volume só. E esse volume é de 1860. e está falando no final desse desse volume aqui, no mês de dezembro, porque aqui começa janeiro e vai até o mês de dezembro, vai nos trazer uma mensagem da Delfine de Gerhardã. A Delfine de Gerhardan é uma figura muito importante

desse volume aqui, no mês de dezembro, porque aqui começa janeiro e vai até o mês de dezembro, vai nos trazer uma mensagem da Delfine de Gerhardã. A Delfine de Gerhardan é uma figura muito importante no contexto da codificação da doutrina espírita. Primeiro porque ela nasceu no mesmo ano do codificador e ela desencarnou 2 anos antes da da do lançamento do livro dos espíritos. Portanto, ela desengarnou em 1855. era uma jornalista que tinha um pseudônimo, porque como por ser mulher, ela tinha que ter outra designação ali para ser mais bem recebida pela crítica dos franceses. E o marido dela também era escritor, também era jornalista. E quando o escritor Víor Hugo, que é uma das maiores nomes da literatura mundial, quando o escritor Vidor Hugo, por questões políticas, ele é banido da França, ele vai juntamente com a esposa e juntamente com um outro também intelectual, o Gisperi, ele vai para a ilha de Gersy. Esse Vittor Hugo e a Madame de Gerardan eram muito amigos. Ele havia um período antes a filha dele, a Leopoldini havia desencarnado num num acidente que ocorreu no rio Sena, era lua de mel dela juntamente com o marido e eles se afogaram, o barco virou, eles se afogaram no rio Sena. Então, haviam duas questões muito tristes para o Vitor Hugo. Vitor Hugo é o que escreveu Corcunda de Notridame e os Miseráveis, entre outras obras. E ele, além da filha do genro terem sido mortos dessa maneira, ele ainda estava banido nessa ilha de Gersy. E essa jovem, essa jovem jornalista, ela estava com câncer. Vamos lembrar que é século XIX. Hoje o câncer já é complicadíssimo. Vamos imaginar século XIX. E ela sai de Paris, pega um barco e aí a gente fica imaginando a lentidão desses barcos e vai para essa ilha de Gessen para contar. Aí a gente vê a importância da solidariedade, a importância da amizade, do afeto, do carinho, porque ela vai para essa ilha para contar para o Vitor Hugo que estava tendo um movimento em Paris, que as mesas giravam, as cadeiras balançavam, os lustres, os espíritos estavam

do afeto, do carinho, porque ela vai para essa ilha para contar para o Vitor Hugo que estava tendo um movimento em Paris, que as mesas giravam, as cadeiras balançavam, os lustres, os espíritos estavam falando. E a hora que eles que ela chega lá, eu falo: "Ah, mas mais ou menos como Kardec disse, eu também não vou acreditar nisso". Mas ela insiste e muitas vezes mostra pra gente que em qualquer situação é importante a gente insistir. Vamos pro centro hoje. A pessoa fala: "Não vou, não tem novela, tem caminhada, tem vou dormir." Aí na outra semana a gente chama de novo, o dia dá certo. Se não der certo nessa encarnação, pelo menos a nossa consciência ficou tranquila, porque a gente convidou a pessoa para ir para o centro espírita. No primeiro momento que ela tentou essas manifestações, as mesas girantes, vamos imaginar que 2 anos antes da codificação, do lançamento do livro dos espíritos, ela não teve sucesso. Aí ela imaginou assim, mas é porque a mesa não é redonda e nós vamos conseguir uma mesa redonda. teve essa, vamos dizer, essa cisma, eh, mesa redonda, saiu, comprou uma mesa redonda e daí uns quatro ou cinco ou 10 dias, aquelas pranchetas rodando sozinhas, com aquelas mesas batendo, porque não até então não existia os médiuns segurando a os lápis. surge uma mensagem e a mensagem era exatamente da Leopoldini, a filha do Vitor Hugo. E aí ele acreditou primeiramente pelo inusitado, a mesa que se identificou como Leopoldini e ela conta a situação do acidente que ocorreu. E também diz que o pai não tinha eh culpa. Ele tinha uma certa culpa. imaginava que se ele tivesse mais perto não tinha acontecido isso mais ou menos como acontece conosco em muitas situações. A gente se eu tivesse puxado as orelhas desse menino, vocês não escutaram isso, porque hoje se puxar a orelha de menino tá preso mesmo. Mas se eu tivesse firmado mais teria acontecido isso. Quero muitas e muitas cartas. Inclusive tem um livro que chama-se Liv de Table em francês, que conta todas as mensagens que foram

tá preso mesmo. Mas se eu tivesse firmado mais teria acontecido isso. Quero muitas e muitas cartas. Inclusive tem um livro que chama-se Liv de Table em francês, que conta todas as mensagens que foram trazidas nessa ilha de Gersen por outros médiuns, porque claro que ela voltou para Paris e depois ela vai trazer já o espírito dela vai trazer mensagem que se chama, tá no no capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que se chama a infelicidade real. Mas aqui nessa revista, ela vai trazer também uma mensagem que foi recebida por uma médium que se chamava Eugeni e ela vai dizer: "A reencarnação é uma coisa lógica, toca os nossos sentimentos. Assim, pois, trata-se somente de refletir, de querer examinar bem a nossa volta. E aí ela vai dar um exemplo bem simples aqui que a gente vai resumir. Ela vai dizer que se você colocar uma mesa, uma família e naquela época tinha quatro, cinco, seis crianças, filhos, se você colocar em uma mesa quatro, cinco pessoas, seis pessoas, filhos, naquela situação ali, vai ter um que é muito inteligente, o outro que é mais ou menos, o outro talvez não inteligente assim. E quantas e quantas famílias nós conhecemos que t essas essa situação de famílias que a gente sabe que de pessoas muito intelectuais, muito preparadas e de repente aparece um na família que não tem aquela mesma aptidão intelectual ou paraa ciência ou para qualquer paraas artes. Se nós formos voltar o nosso olhar para o estado de Goiás, para as cidades históricas do estado de Goiás, que são na verdade cidade de Goiás, Corumbá, Perinópolis e Jaraguá, nós vamos ver os intelectuais, os magistrados, os políticos que saíram dessa cidade. E aí você fica imaginando assim, mas como estudou no grupo escolar e de repente é poeta, um dos maiores poetas do Brasil ou é um grande político ou um grande magistrado, como que pode isso? E às vezes tem um irmão que não tem a mesma aptidão, não tem as mesmas condições. E aí a gente vê, então a gente tem, nós temos todos nós que nos curvarmos a esse

rande magistrado, como que pode isso? E às vezes tem um irmão que não tem a mesma aptidão, não tem as mesmas condições. E aí a gente vê, então a gente tem, nós temos todos nós que nos curvarmos a esse procedimento da reencarnação, a lógica da reencarnação, que é misericórdia de Deus para as nossas, para todos nós. E ela vai dizer mais: "Atentai a vossa lembrança. Nela não encontrareis a intuição de fatos dos quais não tendes nenhum conhecimento e que, no entanto, se retratam para vós absolutamente como se tivesse existido." Lembro de uma caravana de espíritas que foram para Roma e chegando lá eles estavam sem guia. E aí um deles, eles estavam meio perdido, sem saber para que lado que ia e um deles falou assim: "É por aqui". Aí o outro falou assim: "Mas como é que você sabe?" Eu falou: "Tô lembrando, é por aqui que a gente tem que ir." Quer dizer, a rua que eles tinham que passar é por aquela rua ali que ele tava lembrando. Claro que nunca tinha ido nessa encarnação a Roma. E ela segue nessas colocações para dizer no final assim: "Para adquirir é necessário trabalhar e a fortuna moral não se lega como a fortuna material. Isso nós vamos ver que esse livro é de 1860. Depois quando a gente vai lá no nosso lar, obra de André Luiz com Francisco Cândido Xavier, que depois virou filme, Nosso Lar um, nosso lar dois e agora tá saindo também o nosso lar três, nós vamos ver lá em determinado momento que o André Luiz vai visitar a casa da dona Laura e ela diz a ele assim: "A casa fluídica é a herança do Ricardo, quer dizer, o marido dela que já estava até encarnado Ele construiu aquela casa e o André Luiz nos dá a explicação que as coisas de ordem material, embora fluídica, elas são a uma herança, uma sucessão. No entanto, nos aspectos morais não. E se nós observarmos as nossas vidas, as pessoas que estão próximas nós, a gente vai ver a mesma coisa. pessoas, pais que são muito idôneos e de repente tem um filho mais desajustado ou vice-versa, pessoa que tem muito conhecimento e de repente tem

que estão próximas nós, a gente vai ver a mesma coisa. pessoas, pais que são muito idôneos e de repente tem um filho mais desajustado ou vice-versa, pessoa que tem muito conhecimento e de repente tem um filho que não tenha tanto conhecimento. Então tudo isso são lembranças de vidas anteriores, dos momentos em que passamos. Por isso é que às vezes a gente encontra com uma pessoa, nossa, mas me identifiquei tanto com ela. E outros momentos a gente fala assim: "Meu santo não combinou com o santo, o meu anjo de guarda não combinou com o anjo de guarda do fulano de tal". Nessa situação aí nós espíritas temos que forçar mais para termos mais fraternidade uns com para com os outros. Então, ela vai eh repetindo aqui, concluindo e nós também, ela vai dizer: "Para adquirir é necessário trabalhar. Eu trabalho do bem e quem faz a divulgação da doutrina espírita são os espíritas. E a fortuna moral não se lega, quer dizer, não se transfere como a fortuna material. Para vos depurardes, é preciso passar por vários corpos. que com eles levam em cada despojamento uma parte das vossas impurezas. Quer dizer, estamos no mundo de expiação e provas. E se cada um de nós não fizermos assim um esforço muito grande para sairmos dessas dificuldades da inveja, do orgulho, da soberba, da preguiça, da maledicência, da sentimento de vingança e outros tantos, nós vamos continuar aqui com esse calor, com esse frio, com as dificuldades administrativas que todos nós conhecemos. Então, há necessidade que cada um faça o seu trabalho. E quando nós estamos dentro de uma casa espírita e aí a gente conclama os que estão todos conosco sempre as segundas-feiras, nós estamos com as portas abertas. aqueles que participam sempre conosco se apresentem para o trabalho. Tem uma lenda por aí que eu não sei se é verdade, mas dizem que passou perto de mim, tá empregado. Portanto, aqueles que tiverem ainda desempregado dentro do contexto da doutrina espírita, só apresentar aqui que a gente arruma uma atividade para

ade, mas dizem que passou perto de mim, tá empregado. Portanto, aqueles que tiverem ainda desempregado dentro do contexto da doutrina espírita, só apresentar aqui que a gente arruma uma atividade para todos. Que Jesus nos abençoe, nos envolva em muita paz. E nós estamos chamando os nossos companheiros médios para se prepararem para a transmissão dos passes. E você que nos honra com a presença, que está nos assistindo pelas redes sociais, também está recebendo passe nesse instante, coloca a sua água para fluidificar aí à frente do seu computador, do seu telefone. Que Jesus nos abençoe. Passem uma transmissão de energia. Todo mundo tá recebendo. A gente só pede para descruzar braços e pernas. Passe emanação de luz. Bção de nosso Jesus, gesso tão puro de amor de nossas mãos para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. Fortalece no caminho. por alma, alegria e reconforta como balsamonador. Passe e emanação de luz. Bção de nosso Jesus, gesto tão puro de amor de nossas mãos para outras em nome de nosso Senhor. Um caminho, tá menando. Alma, alivia e reconforta como bsamo naador. Fortalece no caminho. A menina cura, alivia e reconforta como balamonador. Jesus os abençoe e nos envolva a todos em muita paz.

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