RESILÊNCIA NA VISÃO ESPÍRITA - Marcos Noronha [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/03/2026 (há 3 semanas) 1:10:41 596 visualizações

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Transcrição

Aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual o valor dessa missão. >> Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Meus irmãos, boa noite aqueles que aqui vêm pela primeira vez. Sejam bem-vindos e aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença. Receba também nosso abraço fraterno. O livro Histórias do dia a dia, trem da vida. A vida não passa de uma viagem de trem cheia de embarques e desembarques. Alguns acidentes surpresa agradáveis em alguns embarques e grande tristeza em outros. Quando nascemos, entramos neste trem deparamos com algumas pessoas que julgamos estarão sempre nessa viagem conosco, nossos pais. Infelizmente isso não é verdade. Em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Mas isso não impede que durante a viagem pessoas interessantes e que virão a ser muito especiais para nós embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos. Muitas pessoas tomam esse trem apenas a passeio. Outras encontrarão nessa viagem somente tristezas. Ainda outros circularão pelo trem, prontos a ajudar a quem precisa. Muitos descem saudades eternos. Outros, tantos passam por ele de uma forma que quando desocupa o seu assento, ninguém sequer percebe. Curioso é constatar que alguns passageiros que nos são tão caros se acomodam em vagões diferentes dos nossos. Portanto, somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não impede, é claro, que durante a viagem atravessemos com grande dificuldade nosso vagão e cheguemos até eles. Só que, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já verá alguém ocupando aquele lugar. Não importa. E assim segue a viagem cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém jamais retornos. Façamos essa viagem, então, da melhor

pois já verá alguém ocupando aquele lugar. Não importa. E assim segue a viagem cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém jamais retornos. Façamos essa viagem, então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com todos os passageiros, procurando em cada um deles o que tiverem de melhor, lembrando sempre que em algum momento do trajeto eles poderão fraquejar e provavelmente precisaremos entender isso, porque nós também fraquejaremos muitas vezes e com certeza haverá alguém que nos entenderá. O grande mistério, afinal é que jamais saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudade. Acredito que sim. Separar-me de alguns amigos que fiz neles será no mínimo doloroso. Deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos seguramente será muito triste. Mas me agarro a esperança de que em algum momento estarei na estação principal e terei a grande emoção de vê-los chegar com a bagagem que não tinham quando embarcaram. E o que vai me deixar feliz será pensar que eu colaborei para que ela tenha crescido e se tornado valiosa. Amigos, façamos com que a nossa estada nesse trem seja tranquila, que tenha valido a pena e que quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga saudade e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem. E nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o médico dos médicos, e pedir esses abnegados amigos espirituais, os nossos anjos guardiães, e ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Rodolfo Bezerra de Menezes para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que estão pelos hospitais e aqueles que estão a vagar pelas ruas, muita vez somente em busca do pão material. que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino,

vagar pelas ruas, muita vez somente em busca do pão material. que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja. Meus irmãos, nós vamos passar a palavra pro nosso irmão Marcos Noronha, que vai nos brindar hoje com resiliência. >> Boa noite. Hoje um dia meio chuvoso, né? Tá, o pelo menos aqui os encarnados são relativamente poucos, né? Mas muito bem-vindos. Também gostaria de abraçar aqueles que estão nos assistindo virtualmente pelo pela TV Comunhão online e aqueles que assistirão posteriormente, né? Muitos eh dizem: "Não posso ter um compromisso, mas essa essa que eh condição que a comunhão nos propicia de deixar as palestras gravadas facilita que possamos assisti-las depois, né, posteriormente. Então, uma alegria mais uma vez estar aqui com todos. a gente, como já disse o nosso irmão João Abadi, conversar sobre esse tema, resiliência. Eh, toda vez que algum tema nos é intuído para apresentar ou às vezes até alguém que assiste as nossas palestras, ah, você poderia falar sobre isso, sobre aquilo. E muitas vezes eh eh alguns que assistem nossos amigos, irmãos, irmãos de doutrina, eh, nem espírita são, mas nos pedem. Então, mas a gente está numa casa espírita. E a gente sempre gosta de trazer, deixa eu pegar a água aqui que eu já vou precisar, né? A gente gosta de trazer os temas dentro da doutrina espírita. Nós estamos aqui numa casa e eh não é que a doutrina espírita tenha prevalência sobre outras doutrinas, sobre outras crenças, sobre outras eh seitas religiosas, mas é o foco, né, que nos trouxe eh aquele espírito de verdade por intermédio de Kardec e a gente fazer essa reflexão, chamando sempre atenção, né, a doutrina espírita, ao nosso ver, ao nosso sentir

, mas é o foco, né, que nos trouxe eh aquele espírito de verdade por intermédio de Kardec e a gente fazer essa reflexão, chamando sempre atenção, né, a doutrina espírita, ao nosso ver, ao nosso sentir não tem dogma. Muitas vezes alguém fala: "Ah, mas e o dogma da reencarnação?" Não, o dogma da reencarnação não não é dogmático. Elas a gente pode fazer a dedução lógica. Inclusive, existe um tem um podcast por nós gravado, eu acho que em agosto ou julho do ano passado, tá no site, tá no no na TV Comunhão, no YouTube da comunhão, sobre a lógica da reencarnação. Então, quando nós trouxemos esse tema, falar sobre a resiliência, que é um conceito relativamente novo, né, da década de 90 e que teve uma nesse nesse século, né, a partir de 2000, mais ou menos 2000, 2001, começou a dar assim uma maior ênfase nessa reflexão. Nós poderíamos dizer que resiliência seria combinação da resistência com a capacidade de recuperação. Eh, a gente não há quem não passe por alguma dor, por algum sofrimento. Aliás, eu reli recentemente um livro romanceado que foi presente da minha querida mãezinha, que partiu pra pra pátria espiritual em 2016, me deu de presente no Natal 2000 e de 2007, mas eu reli quase 700 páginas. E tem uma passagem desse livro que a mim chamou muita atenção. E quando a gente relê, né, um livro, a gente eh chama atenção algumas partes que às vezes na primeira ou até numa segunda leitura não tinha chamado. E falava assim que ninguém passa pelo sofrimento sem sofrer. Interessante, né? Ninguém passa pelo sofrimento sem sofrer. Mas como é que esse sofrer? Então isso tem a ver com a nossa conversa, com o nosso bate-papo da noite de hoje, né? Como é que a gente a gente vê que as situações idênticas que passam duas pessoas, cada uma reage diferente e às vezes uma que passa até por uma situação mais contundente consegue ter uma reação melhor em termos de suportar aquela dor, aquele sofrimento, entender e trabalhar do que a outra. O maior exemplo que nós temos de resiliência, sem dúvida nenhuma, foi do

ndente consegue ter uma reação melhor em termos de suportar aquela dor, aquele sofrimento, entender e trabalhar do que a outra. O maior exemplo que nós temos de resiliência, sem dúvida nenhuma, foi do mestre Jesus, né, que passou por aquele grande sofrimento e ele sofreu. Vem que ele determinado momento, pai, por que que eu tô passando por isso? Ele faz essa pergunta, né? Mas ele teve resiliência de passar por aquela dor, de suportá-la e de compreendê-lo. Então, como sempre a gente vem fazendo, eu gosto de trazer eh reflexões que vieram até nós, que chegaram até nós por intermédio desse grande irmão, desse grande mestre, desse grande médium que passou, Chico Xavier, e tinha como mentor espiritual em Emanuel e que trouxe vários livros, livros de mensagens, livros romanciados, mas com mensagens muito profundas do que que seria o a nossa vida, a nossa encarnação, no sentido de o porquinho verdade e vida, a mensagem 84 tem um título interessante: levantemonos. E quando então nós buscamos essa mensagem e fomos fazer a interpretação usando já uma passagem evangélica de João, né? Quer dizer, Jesus é que falou, mas registrada por João sobre eh esse termo levantagem. E vem Emanuel e interpreta, né? faz essa bela interpretação e que, ao meu sentir tem tudo a ver com a resiliência, né? A passagem evangélica é essa que João, né, citando Jesus, por óbvio, 14:31, diz assim: "Levantai-vos e vamos-nos daqui". Então, eh, primeira interpretação, primeiro parágrafo interpretativo de Emanuel sobre essa passagem evangélica é que ele, Jesus foi ao orto, né, fazer as suas orações e ele ao retirar para fazer isso, ele falou aos seus discípulos longendo o sentido profundo de sua exemplificação. que Jesus, além de eh falar, se a gente pudesse eh sintetizasse, perguntasse aqui, todos eu acho que teriam a mesma resposta. Uma palavra para sintetizar a passagem de Jesus pelo nosso planeta seria amor. Mas ele não só verbalizou, ele exemplificou, ele deu o exemplo. Porque aquela velha frase que é muito usada, que todos

a. Uma palavra para sintetizar a passagem de Jesus pelo nosso planeta seria amor. Mas ele não só verbalizou, ele exemplificou, ele deu o exemplo. Porque aquela velha frase que é muito usada, que todos conhecem, falam: "Se as palavras convencem, os exemplos arrastam". Então, a gente precisa de exemplificar. A gente parte, os pais, tô vendo pais aqui, inclusive com filho, né? Os pais com filho. Eh, o pai, os pais falam: "Meu filho, não pode isso. Meu filho, tem que ser assim, tem." Mas o que é mais importante é a exemplificação. Como é que o filho tá vendo o que que o pai tá falando ou a mãe e como é que eles estão exemplificando aí? Isso é marcante. Então, continua Emanuel falando o seguinte, que o relacionando seus pensamentos sublimes fez o o famoso convite incerto no Evangelho de João. Levantai-vos, vamos-nos daqui. O apelo é altamente significativo. Por quê? Porque ao toque de erguer-se, o homem do mundo costuma procurar o movimento das vitórias fáceis, atirando-se à luta sequioso de supremacia ou trocando de domicílio na expectativa de quê? De uma melhoria efêmera, muito muito superficial, muito curta. E com Jesus, entretanto, é o contrário, né? Ou ocorreu o contrário. E aí ele ergueu-se e saiu em busca da glória suprema. Hum. levantou-se, apesar de de lacerado, logo após pelo gesto de justo, de Judas, ele ficou, né, de de eh levantou, mas ele foi dcerado por esse gesto de Judas. distanciou-se do local em que se achava, a fim de alcançar pouco depois a flagelação e a morte, como falei, a dor, o sofrimento. Mas ele ficou firme e ele naturalmente partiu para o glorioso destino de reencontro com o pai. Mas nós precisamos destacar as escalas da viagem", disse Emanuel, né? As estações da marcha, né, de Jesus são eminentemente educativas. Jets Mani, o cárcere, o pretório, a via dolorosa, o calvário e a cruz. Isso constitui pontos de observação muito interessantes. Isso tudo dito por Emanuente na atualidade que apresenta inúmeros cristãos aguardando a possibilidade de

, a via dolorosa, o calvário e a cruz. Isso constitui pontos de observação muito interessantes. Isso tudo dito por Emanuente na atualidade que apresenta inúmeros cristãos aguardando a possibilidade de viagem sobre as almofadas de luxo do menor esforço. Então, veja eh que Emanuel tá nos chamando atenção paraa nossa missão, missão de cada um. e para aquilo que ocorre conosco. E usando como paradigma, como exemplo, como comparação o que ocorreu com Jesus, que não tinha nada por pagar, né? nós normalmente encarnamos, eh, ou passamos por provas que às vezes escolhemos antes de encarnar ou por expiações em função de alguma coisa equivocada que nós fizemos em vidas passadas. Jesus não tinha isso, mas mesmo assim ele passou. Então, Emano, chama atenção pra gente comparar essa essa nossa passagem. Então, quando a gente fala de resiliência, hum, eh, como eu já disse na hora que nós começamos a a falar, que ela teve assim uma aplicação mais intensa a partir da década de 90 e que poderia ser sintetizado com resistência mais capacidade de recuperação. Então ela, essa característica, né, de de capacidade do ser humano de responder de uma forma positiva as demandas da vida cotidiana. Então a gente passa, né, com mais ou menos intensidade. Então a gente falar sobre resiliência, quando a gente tá refletindo sobre isso, quando a gente está passando por alguma eh turbulência mais intensa, por alguma dor, por algum sofrimento, por alguma adversidade que eh tem a ver com a necessidade de crescimento, de evolução espiritual. Para a psicologia, uma pessoa resiliente teria maior resistência e equilíbrio frente às diversidades. E derivado da da física, está intimamente ligado a uma elasticidade de um corpo e a capacidade de retornar à forma eh original. E aqui a gente coloca um uma figura mostrando aí como que um ser resiliente, com muita força, com muita luz, pode enfrentar eh eh eh essa dificuldade que esteja passando, essa dor, essa adversidade eh de uma forma mais intensa, né? A gente pode até dizer que eh seria a

liente, com muita força, com muita luz, pode enfrentar eh eh eh essa dificuldade que esteja passando, essa dor, essa adversidade eh de uma forma mais intensa, né? A gente pode até dizer que eh seria a resiliência como uma habilidade de recuperar o que foi perdido. Esse conceito também, só a título de exemplo, ele muitas das vezes ele é usado até na para pros aspectos ecológicos, né? por exemplo, eh diz que uma uma floresta que foi toda dizimada por um fogo e se exauriu integralmente, ela tem uma capacidade de se restabelecer eh e se tornar igualmente fértil, ficando assim nas condições que tinha antes de passar por esse incêndio, por essa eh catástrofe que a dizimou. Quando a gente fala de ser humano, não é para voltar a ser igual que era antes, é pra gente ser melhor, é pra gente ter mais força, né, com esse aprendizado, tornar um mais robusto, né, eh, e enxergar eh essa essa essa dificuldade, essa adversidade, essa dor, esse grande sofrimento que estejamos passando para que nos tornemos muito fortes, reagir com serenidade, enfrentar porque a gente não tem como deixar de enfrentá-lo, mas reagir eh com muita com muita força e ao passar por ele nós vamos nos tornar mais fortes. Nó não vamos ser igual era antes, como foi o caso da floresta, né? Então, eh, falando de algumas características, eh, sobre a resiliência, mas me lembrei aqui de um de um de um fato, vou contar para para vocês. Teve uma professora, isso foi mais ou menos em 2003, ela estava passeando num na no litoral ali na, né, nas praias do Rio de Janeiro. E teve um acidente de uma lancha com aquelas banana bolt, sabe o que que é, né? Aquilo que faz aquele passeio. E ela perdeu as duas pernas, né? as duas pernas dela foram decepadas. Naquela ocasião teve reportagens na Veja, na revista Veja, na revista Cláudia, eh, também em em jornais, e porque foi muito impactante e depois até uma uma espírita eh já mais recentemente escreveu uma tese de mestrado e usou o caso dela como referência. E e esse caso ficou bastante conhecido.

m jornais, e porque foi muito impactante e depois até uma uma espírita eh já mais recentemente escreveu uma tese de mestrado e usou o caso dela como referência. E e esse caso ficou bastante conhecido. Pesquisarem aí na internet com certeza vão encontrar. Mas o que foi impressionante, ela era tinha uma formação católica, pessoa jovem que tava com 30 e poucos anos, muito bonita, já casada com filhos, né? E ela eh, então, e isso marcou muito, mas ela, como eu disse, né, católica, mas ela se baseou um pouco na doutrina espírita para te ter força para enfrentar aquilo. Então, dessas ela deu entrevistas e tal e ela falou o seguinte: "Eu não poderia, eu não podia eh ficar lamentando a minha dor, chorando, ficar numa cama. eu tive que ter força para enfrentar. E ela eh por por incrível que pareça, acabou tendo mais força que a família. E ela deu força pro próprio marido e pros filhos para passar por essa situação. Depois começou, não sei como está hoje, mas eh e treinar para usar prótese, né, pernas eh que que seriam adaptadas para ela usar. E ela falou: "Eu eu tive essa força eh que eu não conhecia dentro de mim, que é um fator interno, mas também fatores externos como Deus, família, etc." Então isso é resiliência. Esse exemplo me me fez lembrar eh um um exemplo muito intenso, muito forte para robustecer o que nós estamos falando. Então, a resiliência é caracterizada por um conjunto de atitudes que pode ser e deve ser adotadas por um ser humano para resistir aos embates da vida. Eh, então o termo vem de uma propriedade da física sobre a capacidade que os corpos têm de voltar à sua forma original, como dei esse exemplo da floresta depois de submetidos a um esforço intenso, né? Mas no que concerne ao ser humano, não tem como condição de fazer uma simples transposição da física para a psicologia. Porque o ser humano não é um ser irracional, nem um ser inanimado, né? Então esse conceito se destaca pela capacidade do indivíduo de, usando um termo muito coloquial, dar a volta por

ra a psicologia. Porque o ser humano não é um ser irracional, nem um ser inanimado, né? Então esse conceito se destaca pela capacidade do indivíduo de, usando um termo muito coloquial, dar a volta por cima dessas situações de rito e voltar, como nós dissemos há pouco, transformado, crescendo com a experiência. Ele vai sair dessa situação mais forte do que ele era antes. Ele tem que saber enfrentar, não há como evitar, mas ele pode enfrentar com serenidade, orando, pedindo muita força, muito equilíbrio, muito entendimento a Deus, né? Ainda falando sobre as características eh de uma pessoa resiliente, seria a consciência, porque a primeira coisa que nós temos que ter a consciência de que estamos realmente passando por um momento turbulento. Ah, não, não dá para evitar, não dá para dizer não vou enfrentar esse obstáculo. A gente tem que ter essa consciência, tentar ter um autocontrole. Por mais difícil, nós não vamos sair brigando, xingando os outros, nem vamos tentar evitar, né, de nos colocar embaixo, né, de ficar usando aquele down, né, não tô muito, tô passando por isso, né, e ter uma capacidade de resolver o problema. Agora, é muito importante esse apoio social, a família, os amigos nesse momento, é de suma importância para que a gente suporte e passe por essa dor, por essa dificuldade que tá ocorrendo. E aí vem uma outra fala aqui dizendo que as pessoas resilientes elas estão atentas às situações. Como eu disse, tem que ter consciência. Vá não fingir que isso não tá acontecendo. Não está acontecendo, mas eu vou enfrentar, né? eh estar atenta às situações, procurar sempre observar, reflexionar, tá atenta às suas reações emocionais, porque a gente numa situação de estresse, esses eventos estressores que ocorrem na nossa vida nos levam a ter reações de tristeza. é uma reação emocional de abatimento psicológico, eh, de raiva, né? E muitas vezes a gente fica nervoso. E ficando nervoso, qual é a tendência? Tendência é descontar isso nos nas pessoas que são mais próximas, né? nosso

nal de abatimento psicológico, eh, de raiva, né? E muitas vezes a gente fica nervoso. E ficando nervoso, qual é a tendência? Tendência é descontar isso nos nas pessoas que são mais próximas, né? nosso esposo, a nossa esposa, às vezes um filho, aquela pessoa que trabalha no nosso lar, às vezes o pai, então os mais próximos tendem a sofrer essas reações emocionais. Então nós temos que ter essa percepção. A pessoa resiliente tem essa percepção e e passa a também analisar o comportamento daqueles que estão próximos, que acertam. São então características da resiliência. H, pesquisando, quando a gente vai preparar eh, vamos dizer um essa conversa, né, chamada de palestra, eh quem mais ganha é quem prepara, porque a gente tem que estudar profundamente. Eu quando não tive a ousadia, até falei com meu querido irmão aqui, amigo João Abadi. Eu acho que eu vou propor esse tema mais ou menos há um mês, né? Acho logo depois, acho que da última palestra que eu proferi, que foi há quatro semanas, dia 16 de fevereiro. E ele falou: "Olha, eu nunca tinha ouvido esse tema, né? Aqui eu não me lembro que ele tá aqui coordenando palestra toda segunda-feira há muitos anos, né? dirigindo as palestras aqui, dirigindo esse momento com cada semana um palestrante. E então nós fomos pesquisar e pesquisamos bastante, né? Eh, já tinha eh comprei até esse livro, né? Eh, que eu vou, se der, eu vou citar trecho deles aqui, é o Divaldo da Joana de Anivaldo Prelera Franco, o Despertar do Espírito Li, né? várias marcações aqui em amarelinho. Li outro livro da Joana de Ângeles. E aí eu vi que tinha uma uma eh que é coach, né? Eh, engenheira de da colônia, colônia eh na Alemanha, né? E ela é nova, né? Pessoa nova. E ela eh na época da pandemia, nós passamos por uma pandemia, tivemos que muito de nós ser muito resiliente, não é verdade? Que que aconteceu na pandemia? A gente ficava em casa, eh criou-se o tal do home office, né? Trabalho de casa, convivência todo o tempo com a esposa, quem é homem, com o

ito resiliente, não é verdade? Que que aconteceu na pandemia? A gente ficava em casa, eh criou-se o tal do home office, né? Trabalho de casa, convivência todo o tempo com a esposa, quem é homem, com o esposo, quem é mulher, com filhos. Isso gera um estress, né? Não podíamos sair à rua, então os filhos não iam paraa escola. Aí depois de um tempo, as escolas também criaram o tal do home office, né, do estudo em casa. E foi um momento de muito estress para toda a humanidade, né? Fora que muitas famílias que tiveram, né, parentes e eh filhos que contraíram a COVID e vieram a desencarnar. Eu tenho um amigo que o filho dele e foi impressionante, né? Porque isso também tem uma alguma questão espiritual de muita intensidade. Eu vi pessoas de certa idade entrar no hospital com 97% de comprometimento pulmonar. Falei: "Esse não sai, né? tá aqui. Eu vi um filho de um amigo com 26 anos internado, flutuação branda, tá lá na dimensão espiritual, né? ele e a esposa até hoje tem muita dificuldade com esse desencarno. Então, foi um momento muito estranho. E essa essa eh pessoa, essa senhora, senhora jovem da de Colônia, Espanha, Espanha, Alemanha, eh Ana Cupman, ela criou eh uma coisa interessante que ela chamou de a os sete CS, né, da resiliência. Tem aqui até o, é, o nome dela é Ana Annie Copman, coach, né, de liderança em stin tem em inglês é ciência, tecnologia, engenharia e matemática. E até esse artigo que eu li tá disponível nessa página aí, mas se entrar com nome, essa coisa vai encontrar. E ela então traduziu a resiliência em sete, sete palavras, começado com C. A primeira, ah, tá aí a resiliência, né? Uma figurinha, uma pessoa por trás, né? Pensando, olhando, vivenciando uma situação e aquele com a dificuldade aí de subir um um morro muito difícil, né? muito íngreme e mostrando a resiliência dele. Então, a primeira palavra, primeiro C, né, falado por An Copman foi sobre a competência. E a competência significa, pode ser traduzida por conhecer todas as nossas habilidades e aquilo que fazemos muito bem.

a primeira palavra, primeiro C, né, falado por An Copman foi sobre a competência. E a competência significa, pode ser traduzida por conhecer todas as nossas habilidades e aquilo que fazemos muito bem. Todos nós somos competentes em alguma coisa. Hum. Mesmo eu conversava esse fim de semana com a minha esposa, né? Minha esposa muito, eu agradeço a Deus a oportunidade de tê-la comigo. Depois da manhã completa 55 anos que nós começamos a namorar. E ela é a pessoa que tá ao meu lado sempre me dando muita força, muito carinho, muito amor. Todo dia eu agradeço a Deus de tê-la comigo. Espero que eu consiga, ao desencarnar continuar junto dela, porque ela tá bem muito, muito mais avançada espiritualmente que eu. Eh, mas eu falava com a minha esposa, né, ela tava fazendo umas pesquisas, umas coisas de um determinado assunto. falei: "Graças a Deus que você faz isso, que eu não tenho competência nenhuma para fazer isso". Então a gente, o casal, né, é isso, né? Somar as competências. Você é bom nisso, a esposa é bola naquilo. Então é conhecer essas nossas habilidades e aquilo que a gente faz muito bem. Isso é uma competência que a Ana Copman falou em relação à resiliência. O segundo ser foi da confiança. Confiança nas próprias habilidades. Hum. A gente tem que sempre valorizar aquilo que que é é é nossas habilidades, né? Eu me recordo, e aí serve pros pais também questão dos filhos, eu tive a oportunidade, hoje eu já estou aposentado, ainda continuo trabalhando porque não dá para parar, né? Mas já estou aposentado há 7 anos e e tive oportunidade de fazer muitos cursos gerenciais. E uma vez eu fazendo um curso na Amana K perguntei eh depois em particular por conta de um assunto que tinha sido abordado ao aquele que é o o grande e técnico intelectual, né, o CEO da empresa, mas que tem competência. Eu falei: "Como é que você faz para corrigir os seus filhos, né? Ele tinha três filhos. Aí ele falou: "Olha, eu sempre elogio o que meus filhos fazem bem". Falei: "Mas e a e a deficiência? A isso aí eu elogiando

Como é que você faz para corrigir os seus filhos, né? Ele tinha três filhos. Aí ele falou: "Olha, eu sempre elogio o que meus filhos fazem bem". Falei: "Mas e a e a deficiência? A isso aí eu elogiando que eles fazem bem, eles vão passando por cima e fica tudo tranquilo, né? Então, eh, essa confiança naquilo que a gente tem como uma habilidade. O terceiro ser, né, que conecta com a resiliência, segundo a Anton, é a conexão, hum, que é conectar com quem? Com as pessoas que nos apoiam. esse exemplo que eu tava falando, aquela pessoa que nos apoia, que tá com a gente, é muito importante, porque ela vai nos amparar na dificuldade, ela não vai criticar, ela vai nos dar força, vai trazer muita, muita vibração positiva, muito amor. Coração é tudo, vai trazer Deus para junto de nós. Essa conexão é importante. Quarto ser é o caráter. O que que é o caráter? É conhecer os nossos valores. Nós temos que conhecer e saber discernir. A maioria de nós sabe, mas às vezes a gente tem uma certa dificuldade de praticar o que é certo e o que é errado para não fazer o que é errado. Eh, e isso me faz lembrar o conceito de ética, né? Porque diz que tem uma diferença. Muitas vezes muita gente confunde ética com moral. Moral tem muito a ver com a prática daquilo que nos é permitido. Hum. Por exemplo, no Brasil um homem pode casar só com uma mulher, não pode casar com duas. Mas tem país que pode casar com cinco, tem até o número, né? Pode casar com seis. Quer dizer, isso para aquele país casar com seis mulheres tá dentro da moral. Não é imoral, tá dentro da moral. Mas a diferença de moral, de ética, diz que ética é aquilo que a gente eh faz certo, independente dos outros tá olhando, né? A gente consegue agir de forma certa. Então, caráter para En Copman importantíssimo, né? Para com a resiliência, contribuir, a contribuição, contribuir para o bem-estar dos outros. ou mais ainda pensar maior, contribuir para o bem da humanidade, para o bem do nosso país, para o bem eh daquilo que a que a gente acredita, né? E muitas vezes

contribuir para o bem-estar dos outros. ou mais ainda pensar maior, contribuir para o bem da humanidade, para o bem do nosso país, para o bem eh daquilo que a que a gente acredita, né? E muitas vezes a gente vê algumas discussões, a pessoa fala: "Ah, esse essa pessoa que tá, esse governante não é bom". Ah, por que que ele não é bom? Ah, porque ele não me deu um aumento. A pessoa tá pensando nela. Não vou dizer que é errado, mas você fala: "Não, ele pode não ter dado aumento para aquelas pessoas, né, que trabalham lá naquele sobre o governo dele, pode ser uma prefeitura, pode ser um estado, pode ser o Brasil, mas ele tá fazendo coisas boas". Eu tive a oportunidade de ler por ocasião do carnaval que um prefeito de uma cidade, não vou citar nome, eu sei qual é, falou: "Aqui nós não vamos ter nada de comemoração de carnaval, não vamos ter bloco, não vou gastar dinheiro com isso. Nós precisamos de gastar dinheiro com saúde, com escola, com educação, com melhoria de condições para o cidadão viver. Hum. Então, essa contribuição para o bem-estar dos outros ou até de uma nação, de um país, de uma comunidade. O sexto ser é a nossa capacidade, capacidade de lidar com aquilo que se apresenta, com os desafios que se apresentam, eh, pra gente, com o strress, né? Eh, que essa capacidade normalmente nos provoca, nos propicia uma liberação mental, emocional e até fisicamente, né? Porque quando a gente, a pessoa que se abala, ela não se abala só mentalmente ou emocionalmente, ela abala até fisicamente, fica corcundo, fica em vez de andar erro, né? ter. Então, tem essas características, capacidade de lidar com os desafios. E finalmente o último ser que a Ana C nos traz é o ser do controle, né? E controle sobre o quê? Sobre os nossos pensamentos, que é muito difícil, né? A gente normalmente costuma controlar as nossas atitudes, às vezes as nossas palavras, fala: "Olha, vou parar de falar palavrão que não traz nenhum benefício, né?" Mas os pensamentos é difícil, controle das nossas decisões,

tuma controlar as nossas atitudes, às vezes as nossas palavras, fala: "Olha, vou parar de falar palavrão que não traz nenhum benefício, né?" Mas os pensamentos é difícil, controle das nossas decisões, das nossas ações e dos nossos comportamentos, porque o comportamento normalmente é aquele momento que vem uma situação e que nós ficamos irados, né? ficamos raivosos e reagimos emocionalmente gritando, sendo agressivo com uma outra pessoa. Então fica essas considerações aí da Ana Cup. E agora uma definição sobre resiliência. Olha aí uma figurinha muito interessante, né, que faz um resumo bem interessante. Quer dizer, a pessoa acorrentada, mas se mantendo equilibrado em cima de alguma coisa. esférica, mas preso por uma corrente, né? Então, a resiliência ela pode ser definida como a capacidade do ser humano de superar a diversidade, sair transformado e crescido da experiência, diferindo do conceito físico de retornar à forma original, como nós já tínhamos falado, é uma capacidade normalmente inata. Cada um tem, nasce com aquilo, mas ela pode ser desenvolvida, pode ser fortalecida, pode ser trabalhada pelos fatores internos, que é a força, que é essa coragem, essa determinação, mas externos, família, religião, terapia, permitindo ao indivíduo aprender com essas dificuldades. Sobre o aspecto espiritual, a resiliência pode ser considerada como a habilidade humana de enfrentar e transformar a diversidade, crescendo com a experiência. Hum. Eh, e dentro da visão espírita, ela tem muito a ver com a evolução espiritual, com aquele nível, com aquele patamar de evolução que a gente tem. né, para compreender esses propósitos, propósito da vida, eh, das experiências e essa lucidez da nossa consciência, né? Então, quando nós eh trabalhamos isso com essa essa essa essa esse enfrentamento e transformação a partir das adversidades, nós não estamos, né, como ser humano, retornando ao estado original, mas tendo essa força, essa coragem interna e externa, conforme nós falamos. Aí um dos

to e transformação a partir das adversidades, nós não estamos, né, como ser humano, retornando ao estado original, mas tendo essa força, essa coragem interna e externa, conforme nós falamos. Aí um dos livros que nós baseamos, não é esse que eu trouxe, é o livro também de Joana deângeles, né, psicografia de Divaldo Pereira Franco, autodescobrimento, né, que em várias partes do livro, a nossa querida autora espiritual Joana de Anângelo, ela orienta como que nós devemos nos preparar para aumentar a nossa resistência espiritual e consequentemente sermos mais resilientes. Então, esse livro ele é um ensaio, né, de psicologia espírita, onde a instrutora analisa o ser real, os conflitos, o inconsciente, o subconsciente, a viagem interior, os transtornos comportamentais, o pânico, a amargura, a conquista de si, etc., facultando que cada um descubra seus limites reais e suas verdadeiras aspirações. E aí, com base nesse livro, a gente tira essa figurinha aí que fala sobre a harmonia espiritual, que diz que um eh um indivíduo é resiliente quando ele consegue superar as adversidades encontrando forças para aprender com elas. E aí mostra esse exemplo dessa num terreno árido, né, um terreno desértico. Essa flor, essa planta surge, resiste a essa adversidade e sai com força, se transforma. Então, essa harmonia espiritual na numa visão espírita expande o conceito, conectando a resiliência, a evolução espiritual e ao propósito de sofrimento. A gente tem que entender isso. E à medida que progride, que um homem progride, que um ser humano progride, ele sai do mecanismo dos fenômenos e adquire responsabilidade como decorrência da conscientização da sua realidade. Ele se torna mais perceptivo ao sofrimento, embora simultaneamente mais resistente. Essa frase, esse parágrafo, nós tiramos do livro de Joana de Angângela, esse que nós acabamos de citar. o autodescumprimento, uma busca interior, psicografia de Valdo Franco e da autoria da nossa querida Joan de Anjo. Então, veja que interessante essa

Joana de Angângela, esse que nós acabamos de citar. o autodescumprimento, uma busca interior, psicografia de Valdo Franco e da autoria da nossa querida Joan de Anjo. Então, veja que interessante essa parte final, que aquele, né, que consegue ser mais resiliente, que tem essa esse mecanismo, ele passa a ser mais percepitivo ao sofrimento. a gente tem que buscar é isso que foi falado, a consciência de um momento, de uma diversidade para se preparar. Então, a gente fica mais perceptivo ao sofrimento, mais concomitantemente, mais resistente a esse sofrimento. Veja que interessante essa equação, né? a gente fica mais perceptivo, quer dizer, sente mais o sofrimento, mas também fica mais resistente para passar por ele e transformá-lo em forças, né? Aí nós vamos no nosso Evangelho segundo o Espiritismo, causa das aflições e comparando-a com o as causas, né, com a resiliência. E aí o capítulo 5 do Evangelho Segundo do Espiritismo, o título Bem-aventurados, que são os os aflitos, ele nos ensina que as dificuldades são oportunidades de aprendizado e evolução. Por isso, o sofrimento, longe de ser um castigo, tá no evangelho, nos convida ao crescimento espiritual. Então, o que que é a resiliência? como nós falamos aí, outra figura de uma planta também nascendo de uma rachadura de um solo muito seco, que é o poder de recuperação. E quando enfrentamos a dor, temos a chance de desenvolver virtudes como a paciência, a resignação e a resiliência. E aí vamos falar um pouquinho sobre paciência, resignação e resiliência. Primeiro, a paciência, que às vezes é confundida com passividade, mas na verdade é uma virtude de esperativa, uma calma diante das pressões externas. se envolve as nossas, o dia a dia, as nossas atitudes quando nós passamos por alguma dificuldade, ter paciência, né? E paciência, né? Se a gente fizer uma um destrinchamento da palavra paciência, o que que é ciência da paz? A gente ter paz é difícil, mas a gente trabalhar para passar por esse momento. Então, passando, a gente tendo

Se a gente fizer uma um destrinchamento da palavra paciência, o que que é ciência da paz? A gente ter paz é difícil, mas a gente trabalhar para passar por esse momento. Então, passando, a gente tendo paciência, nós temos condição de mantermos o equilíbrio diante dos obstáculos, das situações que demandam tempo para serem resolvidas. Aí nós trouxemos uma figura do mestre Jesus fazendo a multiplicação dos pães com maior paciência. Ele ficou tranquilo, sereno, quando os apóstolos fala: "Pô, mas essa multidão não tem o que comer". E ele fez a multiplicação dos pães. E é a resignação, é aceitação da circunstância que está fora do nosso controle. Muitas vezes nós não temos controle sobre algo que tá ocorrendo e a gente aceita isso, mas isso não é, né, uma atitude eh de fraqueza. ela reflete uma profunda compreensão sobre os limites de nossa influência. Eh, por exemplo, às vezes, eh, um diversidade que ocorre com familiar e nós não tem controle, então a gente ter resignação, nós vamos lutar, vamos fazer tudo, vamos, isso não pode significar uma atitude de fraqueza, vamos ter compreensão, mas a gente vai ficar resignado e não revoltado com essa situação. sobre eh a resiliência, comparando, né, como eu disse, paciência, resignação e resiliência. Vemos que diferente da paciência ou da resignação, a resiliência é ativa e transformadora, pois nos desafia a enxergar as dificuldades como oportunidades de crescimento e a recomeçar com um novo ânimo. Então, eh, a resiliência nos ajuda a construir uma base emocional sólida, tornando-os mais preparados para o inesperado. Aí, mais uma vez a gente traz uma figura de uma plantinha, né, que é resiliente e chamamos atenção para que cada um de nós acreditemos no nosso potencial de sermos resilientes, porque a resiliência se reflete em atitude de superação, de adaptação e nos ajuda a seguir em frente com otimismo e coragem, mesmo diante de situações adversas. Agora, citando esse livro, eu mostrei o Despertar do Espírito. Ele ele ele tem uma síntese

ação, de adaptação e nos ajuda a seguir em frente com otimismo e coragem, mesmo diante de situações adversas. Agora, citando esse livro, eu mostrei o Despertar do Espírito. Ele ele ele tem uma síntese que fala assim que eh é um aprofundado estudo do sir existencial sobrevivente ao túmulo e anterior ao berço, passando pelas diversas etapas da experiência eh humana durante a reencarnação, né? Então esse traz esse esse crescimento, essa possibilidade eh e essa conquista, né, que a gente tem de passar por essa pequena dificuldade. E aqui, né, eu gostaria de citar e uma parte do livro que Joana Deanges fala assim que essa força para o crescimento aure eh a ele na realidade de si mesmo, incita nos painéis profundos de sua essencialidade que foi elaborada pela perfeição, candidatando à conquista desse incomparável objetivo que será destinado. ela fala que eh existir, no entanto, vencendo dificuldades e prosseguindo juvialmente torna-se a experiência máxima da realidade espiritual, qual aconteceu com grandes exemplos da saúde eh de de saúde moral e emocional da humanidade. Então, ela dá, acho que são três ou quatro exemplos. Demonstrem-se, por exemplo, esforçando até o sacrifício para superar deficiências de pronúncias. Ele era gago, né, que o levaram a ser ridicularizado mais de uma vez. Ele entregava-se a enunciar discursos e repetir poemas imenso com a boca cheio de seixos, né, de pequenos grãos, de pequenas pedrinhas, né, e colocava-se ante a ponta de uma espada nua para manter boa postura física, trancando-se no quarto por vários dias e mais tarde tornando-se o maior orador da antiguidade. Veja a dificuldade, a diversidade que ele teve e ele a super muito intensa, passou por isso, ganhou eh um um um realmente fez uma transformação porque ele foi resiliente. Aí ela dá outro exemplo, John Milton, que era o poeta inglês, que foi reduzido à miséria depois da morte de Cronwell, de quem ele era secretário, e ficou cego. E ele ditou à esposas e as filhas o incomparável o paraíso perdido. Outro

ton, que era o poeta inglês, que foi reduzido à miséria depois da morte de Cronwell, de quem ele era secretário, e ficou cego. E ele ditou à esposas e as filhas o incomparável o paraíso perdido. Outro exemplo, Bethoven, que atingindo o máximo da surdez, compôs em êxtase várias sinfonias, destacando-se a nona, que é considerada entre todas a mais bela e perfeita, e fala de Chacarai. Embora a esposa estivesse louca ao seu lado, sem a abandonar, ele escreveu coisas espirituais em circunstâncias que seriam mais próprias para o suicídio, conforme declarou em amargura. Então, essa galeria de vultos, de pessoas que da história que a gente conhece, que são famosas, que superaram essas dificuldades. Então, caminhando pro nosso encerramento, nós gostaríamos de trazer duas frases de Bezerra de Menezes, mentor espiritual dessa casa, eh, e que não tem diretamente a ver com a nossa palestra de hoje, mas indiretamente tem tudo a ver. e três frases de de Allan Kardec. Então, Bezerra de Menezes falava que é melhor às vezes lidar com quem diz não ter religião, mas ama o próximo servindo. Então, por que que isso tem a ver com a resiliência? Nós não falamos que significa um dos seres é a cooperação, é estar ali e contribuição, está servindo, está ajudando o próximo. Então, dizia de Menezes falaram: "Olha, não importa muito se a pessoa diz que não tem religião é ateu, mas se ele ajuda o próximo, se ele serve, eu prefiro muito mais ele do que aqueles que se digem religiosos, mas não amando o próximo e explorando tudo, entre aspas. palavras de Bezerra de Meedo e ele fala com relação ao espiritismo. E Bezer de Menezes foi eh presidente duas vezes da Federação Espírita Brasileira e na segunda vez ele foi chamado para ser novamente porque tava numa discórdia, numa brigalhada danada, porque aquilo que nós estamos numa casa espírita religiosa devia ser só amor, fraternidade, mas aqui é feito de ser humano. E quando a gente fala do ser humano, são ser humanos perfectíveis, mas imperfeitos. E onde tá o ferro, não

numa casa espírita religiosa devia ser só amor, fraternidade, mas aqui é feito de ser humano. E quando a gente fala do ser humano, são ser humanos perfectíveis, mas imperfeitos. E onde tá o ferro, não é isso? Onde nós temos o ferro, nós temos a possibilidade da oxidação da ferrugem. Então é isso que que que Bezerra de Menezes veio chamar, que ele queria ver o espiritismo conforme foi entregue pelos mensageiros divinos Allan Kardec, sem compromisso político, sem profissionalismo religioso, sem personalismo deprimente, sem pruridos de conquista e poderes terrestres transitórios. Então, toda a casa, toda instituição que perante a a nossa legislação civil tem que ser registrada, tem um CNPJ, etc., cria mecanismos de regras. Mas muitas vezes, e aí eu, eh, faço essa interpretação de Bezerra Menezes, às vezes a regra precisa de ser flexibilizada para nós não deixarmos ela sobrepujar o amor e a fraternidade. Hum. Hoje eu tive um exemplo, eh, meu prédio eh não pode entrar na garagem ninguém que não seja do prédio, né? condôm ou inquilino, né? Mas tem no uma senhora que tá com muita idade, vive com a filha, né? e e o marido da filha, que já são avós, e ela tem anda em cadeira de roda e permitiu a entrada de um táxi para dentro da garagem para facilitar que ela tivesse acesso ao táxi. Foi uma flexibilização da regra em benefício de uma causa muito justificada, muito fraterna, muito amorosa. Kardec diz: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre". Essa é a lei. Falou que a nossa fé deve ser inabalável. E ela só é inabalável. É a fé raciocinada quando ela pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade, em todos os lugares, em todos os países, que é imutável. E diz que reconhece o verdadeiro espírita. Não é por ser um bom orador, como a gente vem aqui na frente, um bom dirigente, né? aquele que tá aqui todo dia na comunhão ou em outra casa espírita que trabalha eh dando passo. O o verdadeiro espírito, ele é reconhecido pela transformação moral e pelos

frente, um bom dirigente, né? aquele que tá aqui todo dia na comunhão ou em outra casa espírita que trabalha eh dando passo. O o verdadeiro espírito, ele é reconhecido pela transformação moral e pelos esforços que ele faz para vencer ou domar as suas próprias más inclinações. E a mensagem final que nós trazemos é uma mensagem logicamente conectada com a resiliência, que a gente deve acreditar no nosso potencial. resiliente e que muito profunda, né? que essa mensagem ele tá no no namastê, luz e gratidão. Fala, a vida por vezes nos testa com ventos fortes e caminhos incertos, mas é na tempestade que descobrimos a firmeza das nossas raízes. Resistência é não se covar diante da dor. Resiliência é florescer como essa plantinha aí. mesmo depois de ter sido quebrado, que cada dificuldade nos torne mais fortes, mais conscientes e mais determinados a seguir em frente. Porque quem atravessa o deserto com coragem, um dia encontra o avis. Meus irmãos presentes, os encarnados, meus irmãos desencarnados presentes, meus irmãos que estão assistindo em casa, meus irmãos que assistirão depois. Agradeço a vocês de coração e os abraço muito fraternalmente. Meus irmãos, a casa mantém o atendimento fraterno. É um dia sim e outro dia também, né? São vários horários, né? Aqueles que tiver necessidade de conversar, de fazer um tratamento espiritual, eh procure-nos aqui na no prédio, na outra parte do prédio, né, que ali teremos eh amostra dos horários ou se quiserem copiar aqui também, tirar uma foto, né, fazer a nossa prece e nós vamos nesse instante agradecer, agradecer a Deus, agradecer a Jesus e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estiveram ou estão conosco nessa noite. Agradecer pela oportunidade de servir, agradecer, Senhor, pelo prato de comida que nos foi ofertado à mesa no dia de hoje. agradecer pelo teto que nos abrica, agradecer pelo ontem, pelo hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã. E que amanhã possamos ser melhores do que hoje. E que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passe, por

elo teto que nos abrica, agradecer pelo ontem, pelo hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã. E que amanhã possamos ser melhores do que hoje. E que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passe, por favor, podem aguardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. [música] Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus

ais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de [música] nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, [música] damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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